Normas Complementares 2022.2.pdf
Normas Complementares 2022.2.pdf
Documento PDF (611.8KB)
Documento PDF (611.8KB)
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
CAMPUS ARAPIRACA
COORDENAÇÃO DE GRADUAÇÃO
PROGRAMA DE MONITORIA
NORMAS COMPLEMENTARES Nº 01/2023
MONITORIA PARA O SEMESTRE LETIVO 2022.2
A Coordenação de Monitoria do Campus Arapiraca – UFAL, em atendimento à Resolução Nº
55/2008 – CONSUNI, ao Edital Nº 44/2022 - PROGRAD, e ao Edital Complementar Nº 95/2022 –
PROGRAD, divulga as Normas Complementares Nº 01/2023, regulamentando a Seleção de
Monitoria no Campus Arapiraca para o Semestre Letivo 2022.2, conforme o disposto abaixo:
1. DOS REQUISITOS PARA SE CANDIDATAR À MONITORIA
1.1. Poderá se candidatar a monitor o discente que atender aos seguintes requisitos:
a) ser discente regularmente matriculado em curso de graduação da UFAL;
b) ter sido aprovado na disciplina/área do conhecimento em que pretende ser monitor, com no
mínimo média 7 (sete);
c) dispor de 12 (doze) horas semanais para as atividades de monitoria;
2. DA CONCESSÃO DE BOLSAS
2.1. O monitor selecionado na modalidade COM BOLSA receberá uma bolsa mensal no valor de
R$ 400,00, referente aos meses de fevereiro, março, abril e maio de 2022
2.2. Não terá direito à bolsa de monitoria o discente que já tiver outro tipo de bolsa, seja de
Programas da UFAL ou de outros órgãos financiadores.
2.3. O pagamento da bolsa de monitoria será realizado exclusivamente em conta corrente no
nome do próprio monitor.
2.4. A bolsas não disponíveis nesta seleção são aquelas cujos monitores bolsistas tiveram vínculo
renovado, do semestre 2022.1 para o semestre 2022.2, conforme disposto no Edital
Complementar Nº 95/2022 – PROGRAD – considerando-se o total de 34 bolsas disponíveis para o
campus Arapiraca – Sede.
3. DAS INSCRIÇÕES
3.1. As inscrições estarão abertas das 09h do dia 23 de janeiro às 18h do dia 27 de janeiro de
2023, e ocorrerão por meio da ferramenta Google Forms (Formulários do Google). Os links para os
formulários, separados por curso, estão disponíveis no Anexo C destas Normas Complementares,
bem como no site da UFAL - página do Campus Arapiraca.
3.2. Documentos que devem ser anexados no ato da inscrição:
a) histórico analítico atualizado;
b) comprovante de matrícula (ou certidão de provável concluinte, se for o caso), igualmente
atualizado.
3.3. Os candidatos poderão se inscrever em até duas disciplinas, mas não poderão exercer a
monitoria em ambas. Desse modo, caso o candidato seja classificado nas disciplinas de 1ª e 2ª
opção, deverá optar por uma delas, preenchendo apenas 1 termo de compromisso,
correspondente à disciplina escolhida, e comunicando a desistência ao orientador da disciplina da
qual declinou, o quanto antes, via e-mail.
3.4. Caso as duas disciplinas escolhidas pelo candidato estejam ofertadas em cursos diferentes, o
candidato deve realizar a inscrição nos formulários dos dois cursos, porém escolhendo apenas
uma disciplina em cada formulário. O setor terá autonomia para excluir as tentativas excedentes,
caso o candidato tente se inscrever em múltiplas disciplinas, além das duas permitidas.
3.5. Caso o candidato perceba que cometeu algum erro no ato da inscrição e deseje se inscrever
novamente, ele deve entrar em contato com o setor de monitoria do campus através do e-mail
coord.monitoria@arapiraca.ufal.br e solicitar a exclusão de sua inscrição para nova tentativa. Após
a resposta do setor confirmando a exclusão da primeira tentativa, o candidato poderá realizar a
inscrição novamente.
3.6 O candidato que se encontrar impedido de realizar a inscrição devido a problemas
relacionados à matrícula deve entrar em contato com o setor para análise da situação em tempo
hábil – até as 12h do último dia de inscrições.
4. DA SELEÇÃO
4.1. O processo seletivo ocorrerá de forma presencial.
4.2. Critérios de seleção:
a) Média final da disciplina: peso 03 (três).
b) Coeficiente de rendimento acumulado: peso 02 (dois);
c) Prova: peso 03 (três);
d) Entrevista: peso 02 (dois);
4.2. A banca da seleção será formada pelo(a) docente orientador(a) da disciplina + 1 docente
convidado.
4.3. Os pontos de prova e a bibliografia recomendada estão disponíveis no Anexo B destas Normas
Complementares.
4.4. Cabe ao docente orientador a divulgação dos detalhes acerca da prova e da entrevista aos
inscritos:
dia/horário/local, etc., obrigatoriamente através de e-mail – e, de maneira
complementar, através de outros meios possíveis (redes sociais, por exemplo). Estas informações
serão divulgadas entre os dias 30 e 31 de janeiro de 2023.
4.5 A seleção ocorrerá no período de 01 a 07 de fevereiro de 2023.
4.6. Será aprovado o candidato que obtiver média final igual ou superior a 7,00 (sete).
4.7. Em caso de empate, será classificado o candidato que apresentar maior média na
disciplina/área do conhecimento objeto do processo seletivo, e maior coeficiente de rendimento
acumulado, nesta ordem de prioridade.
4.8. Constatada a quantidade de candidatos igual ou inferior a quantidade de vagas na disciplina,
desde que os candidatos tenham média na disciplina igual ou superior a 7 (sete), a banca poderá
ser dispensada, se assim decidir o orientador. Neste caso, apenas o critério da nota na disciplina
será considerado para fins de classificação.
5. DOS RESULTADOS
5.1. O resultado preliminar da seleção será divulgado pelo professor orientador aos inscritos
através de e-mail até o dia 07 de fevereiro de 2023.
5.2. Os candidatos poderão interpor recurso quanto ao resultado preliminar da seleção, junto ao
professor orientador, através de e-mail (com cópia para a coordenação de monitoria do campus,
através do endereço coord.monitoria@arapiraca.ufal.br) até as 12h do dia seguinte à divulgação
do resultado preliminar.
5.3. Após julgados os recursos, se houver, o professor orientador divulgará o resultado final até o
dia 09 de fevereiro de 2023, via e-mail, para os inscritos.
5.4 Os alunos classificados, conforme o resultado final da seleção, devem preencher e assinar o
Termo de Compromisso (é permitida a assinatura eletrônica) e enviá-lo por e-mail ao docente
orientador até o dia 10 de fevereiro de 2023.
6. DISPOSIÇÕES FINAIS
6.1. O monitor que não for informado na frequência por 02 (dois) meses consecutivos,
constatando-se o abandono das atividades, terá sua monitoria cancelada automaticamente pela
PROGRAD.
6.2. A declaração de orientação do docente não será emitida caso haja pendência do relatório final
de atividades de seu monitor, entendendo-se que o trabalho de orientação apenas estará
concluído com a assistência na elaboração e parecer final no relatório. Do mesmo modo, a
emissão do certificado do aluno está condicionada ao recebimento do relatório pelo setor de
Monitoria do Campus. As orientações para envio do relatório serão comunicadas ao fim do
semestre.
6.3 A bolsa não aproveitada na disciplina de origem será remanejada para outra disciplina que
conste na demanda do mesmo curso. Não sendo aproveitada em nenhuma disciplina da demanda
do curso (considerando os alunos inscritos e aptos a serem bolsistas), a bolsa será remanejada
para outro curso, a critério da Coordenação de Monitoria do Campus, considerando as
necessidades e a procura verificadas. As possíveis movimentações de bolsa que ocorrerem nesta
seleção não vinculam futuras distribuições de bolsa para as próximas seleções.
7. CRONOGRAMA
DATAS
Das 9h do dia 23/01 às
18h do dia 27/01/23.
30 a 31/01/23
01 a 07/02/23
Até 07/02/23
Até as 12h do dia
seguinte à divulgação
do resultado preliminar.
Até 09/02/23
AÇÕES
OBSERVAÇÃO
Inscrições abertas para o processo seletivo
Confira o item 3 do texto.
Divulgação de data/horário/local da prova e da
entrevista aos inscritos.
Confira o item 4. do texto.
Seleção
Divulgação do resultado preliminar
Prazo para recurso
-Divulgação do resultado final para os inscritos
Confira o item 5. do texto.
Confira o item 5.3
Até 10/02/23
Monitor enviar termo de compromisso para o
orientador.
10/02/23
Início das atividades da monitoria para os selecionados.
Vigência até o término do semestre 2022.2.
Arapiraca, AL - 04 de janeiro de 2023.
Tamires Fausto Meneses
Programa de Monitoria
Cledja Santos de Almeida
Gerência de Graduação
Elthon Allex da Silva Oliveira
Direção Acadêmica
Confira o item 5.4. do
texto.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
CAMPUS ARAPIRACA
COORDENAÇÃO DE GRADUAÇÃO
PROGRAMA DE MONITORIA
NORMAS COMPLEMENTARES Nº 01/2023
MONITORIA PARA O SEMESTRE LETIVO 2022.2
ANEXO A – QUADRO DE DISCIPLINAS E VAGAS DISPONÍVEIS
CURSO
ADMINISTRAÇÃO
CURSO
ADMINISTRAÇÃO
PÚBLICA
CURSO
DISCIPLINA
Matemática Fundamental
Estatística Aplicada
Antropologia Organizacional
Gestão de Projetos
Estatística
DISCIPLINA
Teoria da Administração Pública
Informação Contábil para a
Gestão
Políticas Públicas
DISCIPLINA
Ademária Aparecida de Souza
Ademária Aparecida de Souza
Fabiano Santana dos Santos
Fabiano Santana dos Santos
ORIENTADOR (A)
Lucas Maciel Muniz
Paulo Everton Mota Simões
Fabiana de Cássia de Araújo
Silva
Leonardo Prates Leal
ORIENTADOR (A)
Olericultura II
Conservação do Solo
Antônio Lucrécio dos S. Neto
Cícero Gomes dos Santos
Fundamentos de Física do Solo
Cícero Gomes dos Santos
Gênese e Classificação de Solos
AGRONOMIA
ORIENTADOR (A)
Matemática Aplicada às Ciências
Agrárias I
Matemática Aplicada às Ciências
Agrárias II
Hidráulica
Irrigação
Fitopatologia II
Tecnologia de Produtos
Agropecuários II
Entomologia II
Zoologia Geral
Agrometeorologia e Climatologia
Cícero Gomes dos Santos
Márcio Aurélio Lins dos Santos
Márcio Aurélio Lins dos Santos
Allan Cunha
Allan Cunha
Ricardo Brainer Martins
Maria Josilaine Matos dos
Santos Silva
Edmilson Santos Silva
Edmilson Santos Silva
José Vieira Silva
VOLUNTÁRIOS
01
01
BOLSISTAS
01
01
01
01
—
—
VOLUNTÁRIOS
BOLSISTAS
—
01
—
01
01
—
VOLUNTÁRIOS
BOLSISTAS
02
—
01
02
02
02
02
—
—
—
—
—
02
—
02
—
01
02
01
—
02
02
—
—
02
02
—
—
CURSO
ARQUITETURA E
URBANISMO
Fertilidade do Solo
DISCIPLINA
Teoria e História da arquitetura,
arte e cidade I
Desenho Técnico
Informática Aplicada
Circuitos e Sistemas Digitais
Raquel da Silva Cabral
Visão Computacional
Tácito Neves
DISCIPLINA
ACE II – Capacitação Tecnológica
Extracurricular
Teoria dos Grafos
Sistemas Operacionais
CURSO
CIÊNCIAS
BIOLÓGICAS
CURSO
EDUCAÇÃO
FÍSICA
CURSO
ENFERMAGEM
Alice de Almeida Barros
Projeto de Interiores
Projeto de Arquitetura II
Processamento de Imagens
CIÊNCIA DA
COMPUTAÇÃO
ORIENTADOR (A)
Anny Jéssyca Garcia Silva
Iuri Ávila Lins de Araújo
Iuri Ávila Lins de Araújo
Aline Maria Pereira Nogueira
Elizabeth de Albuquerque C. D.
Gonçalves
Aline Maria Pereira Nogueira
Projeto de Arquitetura VI
CURSO
Valdevan Rosendo dos Santos
DISCIPLINA
ORIENTADOR (A)
Tácito Neves
DISCIPLINA
Módulos de Saúde do Adulto I
Módulo Biológicas
1. Bases Biomoleculares do Ser
Humano e Morfofisiologia do Ser
Humano I
2. Morfofisiologia Humana III
integrada à Farmacologia e
Processos Patológicos Gerais
PEC I – ACE I
Saúde da Criança e do
Adolescente e Cuidados de
01
—
—
—
01
01
01
01
—
—
01
—
02
—
VOLUNTÁRIOS
BOLSISTAS
02
—
01
02
01
—
Rodolfo Cavalcante
02
—
Tércio de Morais
ORIENTADOR (A)
Uedson Pereira Jacobina
PRACC do Jogo
BOLSISTAS
—
Parasitologia
Metodologia do Ensino do
Treinamento Corporal
VOLUNTÁRIOS
02
Maria Aliete B. Lima Machado
Larissa Nascimento Sátiro
DISCIPLINA
—
Tácito Neves
Biologia dos Microrganismos
Morfologia e Anatomia Vegetal
Práticas de Campo em Botânica e
Ecologia
Botânica Sistemática I
Zoologia II
02
Larissa Nascimento Sátiro
Henrique Costa Hermenegildo
Edmilson Santos Silva
01
01
VOLUNTÁRIOS
BOLSISTAS
02
—
01
02
02
01
01
—
01
01
ORIENTADOR (A)
VOLUNTÁRIOS
BOLSISTAS
Arnaldo Tenório da Cunha Júnior
01
01
Vannina de Oliveira Assis
02
01
VOLUNTÁRIOS
BOLSISTAS
Danielly Oliveira
06
—
Josineide Silva
01
01
ORIENTADOR (A)
Karol Firemam
Renise Bastos
02
04
02
—
01
01
CURSO
FÍSICA
CURSO
LETRAS
Enfermagem II
Saúde Coletiva
Saúde da Mulher
Jarbas Oliveira
Sandra Araújo
Fundamentos de Física I
Fundamentos de Física III
Fundamentos de Física IV
Laboratório de Física IV
Introdução à Astronomia
Cálculo II
Cálculo IV
José Pereira Leão Neto
Samuel Albuquerque
Askery Alexandre Canabarro
Willamys Cristiano Soares
Emerson de Lima
José Arnaldo dos Santos
Moreno Pereira Bonutti
DISCIPLINA
ORIENTADOR (A)
DISCIPLINA
Processos de Leitura e Produção
de Textos de Língua Portuguesa
Pesquisa em Estudos da
Linguagem
LIBRAS
Morfologia do Português
Sintaxe do Português
CURSO
VOLUNTÁRIOS
01
01
01
01
01
01
01
—
—
BOLSISTAS
01
01
—
—
—
—
—
VOLUNTÁRIOS
BOLSISTAS
Deywid Wagner De Melo
02
—
Deywid Wagner De Melo
01
01
Elias André da Silva
01
—
Denise Maria dos Santos Melo
01
01
VOLUNTÁRIOS
BOLSISTAS
VOLUNTÁRIOS
BOLSISTAS
Epidemiologia e Bioestatística –
Francisca Maria Nunes da Silva
IESC I
02
—
Funções Vitais III // Mecanismos
de Agressão e Defesa
03
—
03
—
04
—
DISCIPLINA
MATEMÁTICA
CURSO
DISCIPLINA
Saúde
da
Criança
Adolescente II
ORIENTADOR (A)
Fábio Boia
José da Silva Barros
Moreno Bonutti
Ében Silva
Ornan Filipe
Alcindo Teles
ORIENTADOR (A)
Introdução ao Estudo da Medicina
/ Metabolismo / Concepção e
Formação do Ser Humano
Introdução às Práticas Ampliadas
– Habilidades Médicas
Locomoção – Ortopedia
Locomoção – Reumatologia
Práticas Ampliadas II - Habilidades
Médicas
Práticas Ampliadas IV
Elias André da Silva
03
—
Cálculo I
Cálculo III
Introdução à Análise Real
Geometria Euclidiana I
Geometria Analítica
Introdução à Teoria dos Números
MEDICINA
ORIENTADOR (A)
02
02
e
do
-Aline Cavalcanti de Queiroz
-Alysson Wagner F. Duarte
-Franklin Gerônimo Bispo Santos
-Janaína A. L. Salmos de Brito
-Daniely Cantarelli
-Sandra Araújo
-Luana Paula N. de A. Brandão
-Luísa Robalinho de Faria
Glauber José de Melo C. Manso
Maria Dirlene Alves Ferreira
Thaysa Kelly Barbosa Vieira
Tomé
01
02
02
02
01
02
01
—
—
—
01
—
02
01
—
—
Francisco Pessoa Cruz
03
—
Mônica Roseli Brito Galdino
04
—
02
—
CURSO
DISCIPLINA
Profissão Docente
PEDAGOGIA
Política e Org. da Ed. Básica no
Brasil
Fundamentos Históricos da
Educação e da Pedagogia
Trabalho e Educação
Saberes e Metodologias do Ensino
de História II
Fundamentos da Educação Infantil
Desenvolvimento e Aprendizagem
Saberes e Metodologias do Ensino
de Língua Portuguesa II
CURSO
QUÍMICA
CURSO
ZOOTECNIA
Pesquisa Educacional
DISCIPLINA
ORIENTADOR (A)
Ricardo da Silva
Aline Soares Nomeriano
Talvanes Eugênio Maceno
Jane Marinho da Silva
Talvanes Eugênio Maceno
Jane Marinho da Silva
BOLSISTAS
01
01
01
01
02
02
01
01
—
—
—
—
Jane Marinho da Silva
01
—
Fábio Hoffmann Pereira
02
—
Marta Maria Minervino dos
Santos
01
—
01
—
Janaíla dos Santos Silva
Luciano Aciolly Lemos Moreira
ORIENTADOR (A)
Química Inorgânica II
Constituição da Matéria
Química Orgânica I
Físico-química II
Química Analítica II
Orgânica Experimental
Rafael Saraiva Nunes
Vinícius Del Colle
Thaíssa Lucio Silva
Sérgio Modesto Vechi
Diógenes Meneses dos Santos
Sílvia Helena Cardoso
Alimentos e Bromatologia
Gênese e Classificação de Solos
Estatística Geral
Máquinas e Equipamentos
Bovinocultura de Leite
Meteorologia e Climatologia
Agrícola
Vítor Visintin Silva de Almeida
Cícero Gomes dos Santos
Paulo Torres Carneiro
Valdevan Rosendo dos Santos
Vítor Visintin Silva de Almeida
DISCIPLINA
VOLUNTÁRIOS
ORIENTADOR (A)
José Vieira Silva
02
VOLUNTÁRIOS
—
01
02
—
02
01
—
BOLSISTAS
01
—
—
01
—
—
VOLUNTÁRIOS
BOLSISTAS
02
—
02
02
—
01
02
01
—
01
—
—
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
CAMPUS ARAPIRACA
COORDENAÇÃO DE GRADUAÇÃO
PROGRAMA DE MONITORIA
NORMAS COMPLEMENTARES Nº 01/2023
MONITORIA PARA O SEMESTRE LETIVO 2022.2
ANEXO B – PONTOS DE PROVA E BIBLIOGRAFIA INDICADA
DISCIPLINA
PONTOS DE PROVA
ADMINISTRAÇÃO
Matemática
Fundamental
Função afim. Função quadrática. Função
exponencial.
Função logarítmica.
Estatística
Aplicada
Distribuições de Probabilidade. Intervalos de
Confiança. Testes de Hipóteses. Regressão e
Correlação
Antropologia
Organizacional
Introdução à Antropologia; Jeitinho brasileiro; Ritos
e Rituais; Tabus e Mitos.
Gestão de
Projetos
Principais conceituações envolvendo Projetos;
Processos e Fases do Projeto; Termo de Abertura do
Projeto; Escopo do Projeto.
BIBLIOGRAFIA INDICADA
DEMANA, F.D., et al. Pré-cálculo. São Paulo: Addison Wesley,
2009.
PESCO, D.U., ARNAUT, R.G.T. Matemática básica: módulo 1. Rio
de Janeiro: Fundação CECIERJ, 2009.
BOULOS, P., ABUD, Z.I. Cálculo diferencial e integral. São Paulo:
Makron Books, 2002.
ANDERSON, D.R.; SWEENEY, D.J.; WILLIAMS, T.A.; Estatística
Aplicada à Administração e Economia. São Paulo: Cengage
Learning, 2007.
BRUNI, A.; L. Estatística aplicada à gestão empresarial. São Paulo:
Atlas, 2013.
TRIOLA, M.F. Introdução à Estatística. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos Editora S.A., 2013.
CAVEDON, Neuza. Antropologia para Administradores. Porto
Alegre: Editora UFGRS, 2008.
MATTA, Roberto da. O que faz o Brasil, Brasil? Rio de janeiro:
Rocco, 1986.
MATTA, Roberto da. Carnavais, malandros e heróis: para uma
sociologia do dilema brasileiro. Rio de Janeiro: Rocco, 1979.
CLELAND, David L.; IRELAND, Lewis R. Gerenciamento de
projetos. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, Ed. LAB, 2007.
MENEZES, Luís Cesar de Moura. Gestão de projetos. São Paulo:
Atlas, 2009.
XAVIER, Carlos Magno da Silva. Gerenciamento de projetos:
como definir e controlar escopo do projeto. 2. ed. São Paulo:
Saraiva, 2008.
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
DISCIPLINA
Estatística
PONTOS DE PROVA
Probabilidade e distribuição probabilística
BIBLIOGRAFIA INDICADA
McCLAVE, J. T., BENSON, P. G., & SINCICH, T. (2009). Estatística
para administração e economia. Traduzido por Fabrício Pereira
Soares e Fernando Sampaio Filho. São Paulo: Pearson Prentice
Hall.
https://docs.google.com/presentation/d/1M8r_ZvGxyoLsBS3STO
QPMjp6Smnn9G5k/edit?usp=drivesdk&ouid=106481064405339
001092&rtpof=true&sd=true
Teoria da
Administração
Pública
https://alacip.org/cong13/266-setti-7c.pdf
https://www.youtube.com/watch?v=PZ3lghD6Ff8
Os modelos de Administração Pública:
patrimonialista, burocrático e gerencial.
PADOVEZE, C. L. Manual de Contabilidade Básica: contabilidade
introdutória e intermediária. 7ª edição. São Paulo: Atlas, 2011.
RIBEIRO, O. M. Contabilidade Básica. 30ª ed. São Paulo: Saraiva
2017.
SILVA, C. A. T.; TRISTÂO, G. Contabilidade Básica. 4ª ed. São
Paulo: Atlas, 2011.
Políticas
Públicas
I. Contabilidade: conceitos, aplicação e usuários.
II. Patrimônio: conceito, situações líquidas
patrimoniais, origens e aplicações dos recursos.
III. Fatos Contábeis. Procedimentos contábeis
básicos. Livros da Escrituração. Débito e Crédito.
IV. Contas: Ativo, Passivo e Patrimônio Líquido.
Plano de Contas.
Políticas Públicas e os desafios para a democracia do
Séc. XXI
DISCIPLINA
PONTOS DE PROVA
BIBLIOGRAFIA INDICADA
Informação
Contábil para a
Gestão
Olericultura II
AGRONOMIA
1- Cultivo de melancia;
2- Cultivo de melão;
3- Produção de abóbora;
4- Manejo da cultura do tomate;
5- Cultivo de pimentão
Conservação
do Solo
Práticas Conservacionistas.
Classificação das terras de aptidão agrícola
das terras.
Processos erosivos.
Gênese e
Classificação de
Solos
Fatores de Formação de Solos
Processos de Formação de Solos
Sistema Brasileiro de Classificação de
Solos
Fundamentos
de Física do
Solo
----
Textura do solo.
Relação massa-volume (Densidade do solo e
de Partículas e Porosidade).
Cor do solo.
FILGUEIRA, F. A. R. Novo manual de olericultura: agrotecnologia
moderna na produção e comercialização de hortaliças. 3. Ed.
Viçosa: UFV, 2007. 421 p.
PIRES, F.R.; SOUZA, C.M. Práticas mecânicas de conservação do
solo e da água. 2.ed. Rev. Ampliada. Viçosa: UFV, 2006. 216p.
RESENDE, M.; CURI, N.; REZENDE, S.B.; CORRÊA, G.F. Pedologia:
Bases para distinção de ambientes. 3. ed. Viçosa: NEPUT, 1999.
338P.
BRAD, N.C. Natureza e propriedades dos solos. Tradução Antônio
B. Neiva Figueiredo Filho. 7ª ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos,
1989. 878p.
BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservação do solo. São
Paulo: Ícone, 1990. 355p.
LEPSCH, I. Formação e Conservação dos Solos. São Paulo: Oficina
de Textos, 2002. 178p.
Manual para levantamento utilitário e classificação de terras no
sistema de capacidade de uso. Editores Igo Fernando Lepsch...
[et al.]. – Viçosa, MG: SBCS, 2015, 170p
BRADY, N.C.; WEIL, R.R. Elementos da Natureza e Propriedades
dos solos. Tradução Técnica: Igo Fernando Lepsch. 3.Ed. Porto
Alegre: Brookman, 2003.
LEPSCH, I. F.19 Lições de Pedologia. Oficina do texto, 2012. 456p.
OLIVEIRA, J. B. Pedologia Aplicada. 3ª Ed. FEALQ, Piracicaba.
2008. 592p.
EMBRAPA. Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. Brasília:
Embrapa, 2018. 428p.
LEPSCH, I. Formação e Conservação dos Solos. São Paulo: Oficina
de Textos, 2002. 178p.
RESENDE, M.; CURI, N.; REZENDE, S.B.; CORRÊA, G.F. Pedologia:
Bases para distinção de ambientes. 3. ed. Viçosa: NEPUT, 1999.
338P.
KIEHL, E. J. Manual de edafologia: relações solo-planta. São
Paulo: Agronomica Ceres, 1979. 262 p.
PRADO, H. Pedologia Fácil: Aplicações na agricultura. 2.ed. ver.
Ampl. Piracicaba: H. do Prado, 2008. 145p.
BRADY, N.C.; WEIL, R.R. Elementos da Natureza e Propriedades
dos solos. Tradução Técnica: Igo Fernando Lepsch. 3.Ed. Porto
Alegre: Brookman, 2003.
FÍSICA DO SOLO. Quirijn de Jong van Lier (Editor). Viçosa, MG:
Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 2010. 298p.
KLEIN, V.A. FÍSICA DO SOLO. Passo Fundo: Ed. Universidade de
Passo Fundo, 2008, 212p.
LEPSCH, I. F.19 Lições de Pedologia. Oficina do texto, 2012. 456p.
RESENDE, M.; CURI, N.; REZENDE, S.B.; CORRÊA, G.F. Pedologia:
Bases para distinção de ambientes. 3. ed. Viçosa: NEPUT, 1999.
338P.
SANTOS, R.D.; LEMOS, R.C.; SANTOS, H.G.; KER, J.C.; ANJOS,
L.H.C. Manual de descrição e coleta de solos no campo. 5.ed.
revisada e ampliada. Viçosa: Sociedade Brasileira de Ciência do
Solo, 2005. 100p.
KIEHL, E. J. Manual de edafologia: relações solo-planta. São
Paulo: Agronomica Ceres, 1979. 262 p.
Matemática
Aplicada às
Ciências
Agrárias I
Funções, Limites, Derivadas, todas aplicadas às
Ciências Agrárias
Matemática
Aplicada às
Ciências
Agrárias II
Geometria Analítica: Coordenadas Retangulares e
Polares, Vetores, Funções de Duas Variáveis, Curvas
de Nível, Derivadas Parciais, Diferencial de Uma
Função, Coeficiente Angular da Curva de Nível,
Derivadas Direcionais, Extremos de Funções de Duas
Variáveis. Álgebra Linear: Matriz, Designação de
Tarefas – Método Húngaro; Operações com
Matrizes, Cadeias de Markov.
Hidráulica
Irrigação
Fitopatologia II
Tecnologia de
Produtos
Agropecuários
II
Entomologia II
Irrigação por Aspersão e por Gotejamento
Irrigação Por Aspersão.
Irrigação Localizada.
Relação planta-patógeno
Alterações fisiológicas induzidas
por fitopatógenos
Mecanismos de resistência do
hospedeiro: Fatores de resistência estrutural e
químicos - pré e pós-formados
Mecanismos de ataque dos
Fitopatógenos: Enzimas, Toxinas e hormônios na
patogênese
Classificação de doenças de plantas
Grupos de doenças de plantas
-Princípios gerais de controle de
doenças de plantas
FERREIRA, R. S. Matemática aplicada às ciências agrárias: análise
de dados e modelos. Editora UFV. Viçosa, 2005.
FINNEY, R.; WEIR, M.; GIORDANO, F. (Thomas). Cálculo 1. 10ª
Edição. Editora Pearson, São Paulo, 2002.
LARSON, R., HOSTETLE R. P., EDWARDS, B.H. Cálculo 1. Ed.
McGraw-Hill. 2006.
STEWART, J., Cálculo, Vol. 1, 4ª Edição. Editora Pioneira, São
Paulo, 2001.
1. FERREIRA, R. S. Matemática aplicada às ciências agrárias:
análise de dados e modelos. Editora UFV. Viçosa, 2005.
2. LAY, D. C. Álgebra linear e suas aplicações. 2ªed. Rio de
Janeiro: Ed. Livros Técnicos e Científicos, 1999.
3. LEITHOLD, L. Cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo:
Harbra, 1994, v. 2, 685 p.
BARROS, A. C.; AGUIAR NETTO, A. O. ; SILVA, C. S. O. ;
MEDEIROS, P.R.F. ; BARBOZA JÚNIOR, C. R. A. ; SANTOS, O. N.
A. . Projetos de irrigação por aspersão: com ênfase em áreas
pequenas e irregulares. 2. ed. Arapiraca: Autor, 2022. v. 1. 181p .
BARROS, A. C.; AGUIAR NETTO, A. O. . Projetos de Irrigação por
Gotejamento e Microaspersão. 1. ed. Allan Cunha, 2022. v. 1.
198p .
ZEVEDO NETO, M. F. Fernandez, R. Araujo, A. E. Ito. Manual
de Hidráulica. São Paulo, Edigar Blucher, 1998 8ª ed. 669p
AMORIM, L.; BERGAMIN FILHO, A.; REZENDE, J. A. M. (ed.).
Manual de Fitopatologia: Princípios e Conceitos. 5 th ed. São
Paulo-SP: Editora Agronômica Ceres, 2018. 573 p.
ou
AMORIM, L.; REZENDE, J. A. M.; BERGAMIN FILHO, A. (ed.).
Manual de Fitopatologia: Princípios e Conceitos. 4 ed. São PauloSP: Editora Agronômica Ceres, 2011. 704 p.
ou
KIMATI, H.; AMORIM, L.; REZENDE, J. A. M.; BERGAMIN FILHO, A.
et al. (ed.). Manual de Fitopatologia: Doenças das Plantas
Cultivadas. 4 ed. São Paulo-SP: Editora Agronômica Ceres, 2005.
663 p.
1- Métodos de conservação do leite e seus derivados
(queijo, iogurte e manteiga)
2- Métodos de conservação de carne e seus
derivados (carne de sol e embutidos)
GAVA, A. J. ; SILVA, C. A. B.; FRIAS, J. R. G.; Tecnologia de
Alimentos: princípios e aplicações- São Paulo: Nobel, 2008.
JAY, J.M. Microbiologia moderna de los alimentos. 4Ed. Zaragoza,
Espanha:Acribia, 2000. 615p. Acervo: 17569.
Amostragem, coleta, montagem, etiquetagem e
conservação de insetos.
Taxonomia de insetos e estudo das ordens.
Pragas Agrícolas e seus controles
Controle biológico de pragas
Resistência de insetos a inseticidas e
Resistência de plantas a insetos
BORROR, D. J.; DE LONG, D. M. Introdução ao estudo dos insetos.
reimpr. Rio de Janeiro: Edgard Blücher, 1988. 653 p.
BUZZI, Z. J.; MIYAZAKI, R. D. Entomologia didática. 4. ed. Curitiba:
UFPR, 2002. 347 p.
GALLO, D. et al. Entomologia Agrícola. FEALQ, São Paulo. 2002.
920p.
BORROR, D. J.; DE LONG, D. M. Introdução ao estudo dos insetos.
reimpr. Rio de Janeiro: Edgard Blücher, 1988. 653 p.
Zoologia Geral
Estudo dos Filos
Nomenclatura Zoológica
Agrometeorologia e
Climatologia
- Radiação Solar
- Temperatura do Ar e do Solo
- Balanço hídrico
Fertilidade do
Solo
- Amostragem de solo
-Transporte de nutrientes no solo
- Acidez e calagem
- Apostila do Varejão Silva – Meteorologia Agrícola. 2005 –
Disponível na internet
- Livro: Agrometeorologia: Fundamentos e aplicações práticas.
Pereira; Angelocci e Sentelhas.
- Slides da disciplina
Roberto Ferreira Novais - Fertilidade do Solo – Sociedade
Brasileira de Ciências do Solo, ISBN: 978-85-86504-08-2. 2007:
1017 p.
ARQUITETURA E URBANISMO
DISCIPLINA
Teoria e
História da
arquitetura,
arte e cidade I
PONTOS DE PROVA
1. Aspectos da arquitetura da
Grécia antiga
2. Aspectos da arquitetura da
Roma antiga
Desenho
Técnico
Normas técnicas de desenho técnico, cotas, escalas.
Emprego de linhas no desenho técnico. Projeções e
vistas ortográficas.
Informática
Aplicada
-Desenho técnico com Autodesk
-AutoCAD
Projeto de
Arquitetura II
Projeto Arquitetônico de habitação unifamiliar:
Soluções compositivas e funcionais; detalhamento
de esquadria e coberta;
Estratégias bioclimáticas.
BIBLIOGRAFIA INDICADA
1. PEREIRA, Daniella. Arquitetura Clássica: um olhar do
Parthenon de Atenas. 2013. 12 f. TCC (Graduação) - Curso de
Arquitetura e Urbanismo, Centro de Ensino e Pesquisa Aplicada À
Educação, Universidade Federal de Goiás, Goiânia,
2013. Disponível em:
https://drive.google.com/file/d/19LYCWCm2vn2ibN7k6u0A6QT6
iKLmghZ/view?usp=sharing . Acesso em: 02 março de 2021
2. MENNUCCI, Marina Martins. O concreto na arquitetura
romana. Instituto Brasileiro do Concreto - 44º Congresso
Brasileiro, Belo Horizonte, 2012.
Disponível em:
https://drive.google.com/file/d/1jKUojR8bWVvSGTeCIQRpIVucT
O_u3JqD/view
?usp=sharing . Acesso em: 13 abril de 2021
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10126:
Cotagem em desenho técnico. Rio de Janeiro: ABNT, 1998
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8196 –
Emprego de escalas. Rio de Janeiro, 1999.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR
6492: Documentação técnica para projetos arquitetônicos e
urbanísticos —Requisitos. Rio de Janeiro, 2021.
PRINCIPE JÚNIOR, Alfredo dos Reis. Noções de geometria
descritiva. São Paulo: Nobel, 2009.
SILVA, E. de Oliveira (et al.). Desenho técnico fundamental. São
Paulo: EPU, 2009.
SPECK, H. J.; PEIXOTO, V. V. Manual básico de desenho técnico.
5. ed. Florianópolis: UFSC, 2009
LEAL, Matheus. Prancheta Criativa. Disponível em:
https://www.youtube.com/c/PranchetaCriativa/playlists
HERINGER, Markoni. Markoni Heringer. Disponível
em:https://www.youtube.com/c/mrheringer/videos
Engenharia e tecnologia. Disponível em:
https://www.youtube.com/channel/UClHCMnj8rTFrU9iOTVfiV7A
/playlists
RIBEIRO, Edson. AutoCAD with Coffee. Disponível em:
https://www.youtube.com/c/AutoCad2021/playlists
Leiaut Carielo: AutoCAD curso arquitetônico básico. Disponível
em:
https://www.youtube.com/watch?v=Dwpc1szy96I&list=PLjiHjHt
4KXuQt509IrSERk7JREDJeyo
NEUFERT, E. Arte de projetar em arquitetura: princípios, normas,
regulamentos sobre projeto, construção, forma, necessidades e
relações espaciais, dimensões de edifícios, ambientes,
mobiliário, objetos. 17. ed. Barcelona: Gustavo Gili, 2004.
BITTENCOURT, L.; CÂNDIDO, C. Introdução à ventilação natural.
2. ed. Maceió: EDUFAL, 2006.
Projeto de
Arquitetura VI
Resolução: RDC nº50/2002 - Regulamento Técnico
para planejamento, programação,
elaboração e avaliação de projetos físicos de
estabelecimentos assistenciais de saúde.
Projeto de Arquitetônico de espaço de saúde
Projeto de
Interiores
Arquitetura de interiores residenciais e comerciais:
layout e programa de necessidades; Estudo da cor;
Iluminação de espaços internos; Ergonomia em
interiores.
CORBELLA, O. Em busca de uma arquitetura sustentável para os
trópicos: conforto ambiental. Rio de Janeiro: Revan, 2003.
MCLEOD, V. Detalhes construtivos da arquitetura residencial
contemporânea. Porto Alegre: Bookman, 2009.
Brasil. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância
Sanitária. RDC 50: Regulamento Técnico para planejamento,
programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de
estabelecimentos assistenciais de saúde. Ministério da Saúde,
2002. Disponível em
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2002/rdc005
0_21_02_2002.html
CHING, F; BINGGELI, C. Arquitetura de interiores ilustrada. Porto
Alegre: Bookman, 2010.
PANERO, J., ZELNIK, M. Dimensionamento humano para espaços
interiores. Barcelona: Gustavo Gili, 2002.
MANCUSO, C. Arquitetura de interiores e decoração. Porto
Alegre: Sulino, 1998.
MOUSINHO, S. (et al.). Dicionário de artes decorativas e
decoração de interiores. Nova Fronteira, 1999.
CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO
DISCIPLINA
PONTOS DE PROVA
BIBLIOGRAFIA INDICADA
TOCCI, R. J , WIDMER N. S., MOSSO, G. L., MARTINS C. S.; Sistemas
Digitais - Princípios e Aplicações
FLOYD, T. L., Sistemas digitais: fundamentos e aplicações.
PATTERSON, D. A. & HENNESSY, J. L.. Computer Organization and
Circuitos e
Circuitos combinacionais, Minimização de circuitos, O Design – The Hardware/Software
Interface. Terceira Edição, Morgan Kaufmann.
Sistemas Digitais processo de projeto de circuitos
ELETRÔNICA DIGITAL / Bignell, James W. / Donovan, Robert
STALLINGS, W. Arquitetura e Organização de Computadores – 5a
Edição, São Paulo, Prentice Hall,
2005
Processamento
Fundamentos de processamento de imagens
de Imagens
Visão
Introdução à Visão Computacional
Computacional
ACE II –
Capacitação
Tecnológica
Extracurricular
Informática básica e Programação
AZEVEDO E.; CONCI A.. Computação Gráfica: Teoria e Prática.
Volume 2 - Elsevier, 2003.
GONZALEZ, R.; WOODS R.. Processamento de Imagem Digital, Ed.
2. Prentice Hall.
SONKA M.. Image Processing, Analsysis, and Machine Vision,
Thomson, 2008.
PARKER, J. R.. Algorithms for Image Processing and Computer
Vision. Wiley, 1996.
KENNETH, R.; CASTLEMAN. Digital Image Processing, Prentice Hall,
1996.
Szeliski, Richard. Computer vision: algorithms and applications.
Springer Science & Business Media,
2010.
Forsyth, David A., and Jean Ponce. Computer vision: a modern
approach. Prentice Hall Professional Technical Reference, 2002.
Goodfellow, Ian, Yoshua Bengio, and Aaron Courville. Deep
learning. MIT press, 2016.
Duda, Richard O., Peter E. Hart, and David G. Stork. Pattern
classification. John Wiley & Sons, 2012.
CORMEN, Thomas H. et al. Algoritmos: teoria e prática. 2. ed. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2002. ISBN 9788535209266.
KNUTH, Donald E. The art of computer programming. 3. ed.
Reading: Addison-Wesley, 1997. 1 v.
ISBN 0201896834.
PEREIRA, Silvio do Lago. Estruturas de dados fundamentais:
conceitos e aplicações. 12. ed. São Paulo: Érica, 2009. 238 p. ISBN
9788571943704.
Conceitos Básicos. Grafos e Sub-grafos. Matrizes de
Adjacência e Incidência. Caminhos e Ciclos. Árvores.
Teoria dos Grafos Ciclos Eulerianos e Hamiltonianos; Coloração de
Vértices e de Arestas. Busca em Largura e
Profundidade.
Sistemas
Operacionais
1. Arquiteturas de Sistemas Operacionais
2. Gerenciamento de processos
3. Gerenciamento de memória
4. Gerenciamento de entrada e saída
CORMEN, Thomas H. et al. Algoritmos: teoria e prática. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2002. 916 p.
ROSEN, Kenneth H. Discrete mathematics and its applications. 6.
ed. Boston: McGraw-Hill, 2007. 843 p.
BOAVENTURA NETTO, Paulo Oswaldo. Grafos: teoria, modelos,
algoritmos. 4. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2006. 313 p.
1. TANENBAUM, A. S. Sistemas Operacionais Modernos. 3. ed.
Pearson, 2009.
2. SILBERSCHATZ, G.. Sistemas Operacionais - Conceitos. PrenticeHall, 5a. Ed., 2000.
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
DISCIPLINA
Biologia dos
Microrganismos
PONTOS DE PROVA
Introdução à Microbiologia
Morfologia e citologia dos Procariotos
Morfologia e classificação dos Protistas
Microrganismos (na água, no ar, no solo e nos
alimentos)
Vírus
Fungos
Fisiologia bacteriana
Ecologia microbiana
Genética microbiana
Morfologia e
Anatomia
Vegetal
Embriogênese; Célula Vegetal; Morfoanatomia de
órgãos vegetais de Angiospermas; Coleta e
herborização de material botânico.
Práticas de
Campo em
Botânica e
Ecologia
Coleta e herborização de material botânico;
Observação de aves em campo; montagem de
experimentos em Ecologia; restauração de áreas
degradadas.
Botânica
Sistemática I
1. Histórico da Sistemática Vegetal e Sistemas de
Classificação Vegetal. Nomenclatura Botânica e Tipos
nomenclaturais.
2. Conceito biológico de espécie e origem dos
distintos grupos de Protistas e plantas.
BIBLIOGRAFIA INDICADA
Jawetz, E.; Melmick, J. L.; Adalberg, E. Microbiologia médica.
Guanabara Koogan. Rio de Janeiro. 566p. 1984.
Neder, R. N. Microbiologia – Manual de laboratório. Nobel. São
Paulo. 138p. 1992.
Pelczar, M. J.; Chan, E. C.; Krieg, N. R. Microbiologia – conceitos e
aplicações. 2ª ed. Makron Books. São Paulo. Vol. 1. 524p. 1996.
Pelczar, M. J.; Chan, E. C.; Krieg, N. R. Microbiologia – conceitos e
aplicações. 2ª ed. Makron Books. São Paulo. Vol. 2. 517p. 1996.
Schaechter, M.; Ingraham, J. L.; Neidhardt, F. C. Micróbio: uma
visão geral. Artmed. Porto Alegre. 548p. 2010.
Trabulsi, L. R.; Tolero, M. R. F. Microbiologia. Atheneu. São Paulo.
386p. 1998.
1. Appezzato-da-Glória,A.& Carmello-Guerreiro,S.M.
(2012). Anatomia vegetal. Editora UFV.
2. Esau,K.(1974). Anatomia das plantas com sementes.
Editora Edgard Blucher e Editora USP.
3. Cutter,E.G. (2002). Anatomia vegetal. Parte I. Células e tecidos.
Editora Roca.
4. Cutter,E.G. (2002). Anatomia vegeral. Parte II. Órgãos.
Experimentos e interpretação.Editora
Roca.
5. Raven, P.H. et al. (2007). Biologia Vegetal. Editora Guanabara
Koogan.
6. Souza, L.A. (2003). Morfologia Vegetal: células, tecidos, órgãos
e plântula. Editora UEPG.
Pesquisa em artigos das áreas;
APPEZZATO-DAGLÓRIA B., CARMELLO – GUERREIRO S. M.
Anatomia Vegetal. Editora UFV 2006
RAVEN P. H. et al. Biologia Vegetal. Editora Guanabara Koogan
2007.
SOUZA, V. C., LORENZI, H. Chave de Identificação para as
principais famílias de Angiospermas nativas e cultivadas do
Brasil. Ed. Instituto Plantarum de Estudos da Flora LTDA. 2007
SOUZA, V. C., LORENZI, H. Botânica Sistemática: Guia ilustrado
para identificação das famílias de Angiospermas da flora
brasileira. Ed. Nobel. 2005.
RICKLEFS, R. E. 2003. A economia da natureza. – 5ª ed. – Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan.
ODUM, E. P. 1988. Ecología. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
RODRIGUES, E. 2013. Ecologia da Restauração. Londrina: Editora
Planta.
AMORIM, D.S., Fundamentos de Sistemática Filogenética. 2002.
Ribeirão Preto: Holos.
BARROSO, G.M. et al. Sistemética das Angiospermas do Brasil.
Viçosa: Ed. Universidade Federal de Viçosa.
RAVEN, P. H. et al. 2007. Biología vegetal. – 7ª ed. – Rio de
3. Caracterização das Microalgas e Filos
Dinophyta, Euglenophyta, Cryptophyta,
Bacillariophyta, Chrysophyta, Filo Dinophyta,
Filo Bacillariophyta e Filo Euglenophyta
4. Caracterização dos Filo Chlorophyta,
Phaeophyta e Filo Rhodophyta.
5. As relações das Plantas Avasculares com
outros grupos. Estrutura e reprodução
comparada. Evolução das plantas vasculares e
morfologia.
6. Reprodução comparada e caracterização do Filo
Rhyniophyta, Filo Zosteropjyllophyta,
Filo Trimerophyta e Filo Lycopodiophyta;
Evolução das plantas vasculares, organização
do corpo Filo Rhyniophyta e Filo
Zosteropjyllophyta, Filo Trimerophyta e Filo
Lycopodiophyta
Zoologia II
Amostragem, coleta, montagem,
etiquetagem e conservação de insetos.
Taxonomia de insetos e estudo das ordens.
Morfologia externa, anatomia interna e
fisiologia de insetos. Nomenclatura
Zoológica
Parasitologia
Artrópodes - como ectoparasitas e vetores de
doenças para humanos.
Helmintologia - características morfofuncionais.
Janeiro: Ed. Guanabara Koogan. JOLY, A. B. 2002.
JUDD, W.; CAMPBELL, C.S.; KELLOGG, E.A.; STEVENS, P.F.;
DONOGHU, M.J.
BORROR, D. J.; DE LONG, D. M. Introdução ao
estudo dos insetos. reimpr. Rio de Janeiro: Edgard Blücher,
1988. 653 p.
BUZZI, Z. J.; MIYAZAKI, R. D. Entomologia didática. 4. ed. Curitiba:
UFPR, 2002. 347 p.
GALLO, D. et al. Entomologia Agrícola. FEALQ, São Paulo. 2002.
920p.
AMKRELL, E. K.; JOHN, D. T.; KROTOSCHI, W. A. Parasitologia
médica. 8ª ed. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2003.
NEVES, D. P.; MELO, A. L.; LINARDI, P. M (Orgs.). Parasitologia
humana. 11ª ed. São Paulo, Atheneu, 2016.
EDUCAÇÃO FÍSICA
DISCIPLINA
PONTOS DE PROVA
Metodologia
do Ensino do
Treinamento
Corporal
1. Os Princípios Científicos do Treinamento
Corporal.
2. As qualidades físicas básicas: conceitos,
classificação e características.
3. Propostas de abordagem do treinamento corporal
no ambiente escolar.
BIBLIOGRAFIA INDICADA
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DANTAS, Estélio H. M. A prática da preparação física. 5. ed. Rio
de Janeiro: Shape, 2003. 463 p.
OLIVEIRA, Antonio César Cabral de; HAIACHI, Marcelo de Castro;
ALMEIDA, Marcos Bezerra de (Org.). Tópicos especiais em ciência
da atividade física e do esporte. Aracaju: J. Andrade, 2010. 248 p.
ISBN 9788560075409 (broch.).
PERES, A. J. Treinamento corporal humano: fundamentos para a
prática de exercícios e de esportes. 1. ed. - Curitiba: Appris, 2018.
POLLOCK, Michael L; WILMORE, Jack H.. Exercícios na saúde e na
doença: avaliação e prescrição para prevenção e reabilitação. 2.
ed. Rio de Janeiro: Medsi, 1993. 718 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ACSM. Diretrizes do ACSM para os testes de esforço e sua
prescrição. 6 ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2003.
FOX, Edward L; BOWERS, Richard W; FOSS, Merle L. Bases
fisiológicas da educação física e dos desportos. 4. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. 518p.
GRECO, Pablo Juan (Org.). Iniciação esportiva universal: da
aprendizagem motora ao treinamento técnico. Belo Horizonte:
2007. 228 p. (Coleção Aprender ; v. 1)
OLIVEIRA, Marcos Aurélio Brazão de. Tópicos especiais em
medicina do esporte. São Paulo: Atheneu, c2003. 312p.
SCHMIDT, Richard A.,; WRISBERG, Craig A. Aprendizagem e
performance motora: uma abordagem baseada no problema. 2.
ed. Porto Alegre: Artmed, 2001. 352 p. : ISBN 8573077964:
(Broch.).
PRACC do Jogo
1. OBJETIVOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM DO JOGO
ENQUANTO CONTEÚDO DA EDUCAÇÃO FÍSICA
ESCOLAR.
2. SISTEMATIZAÇÃO DO CONTEÚDO JOGO PARA
AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA.
COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do ensino de educação
física. São Paulo: Cortez, 1992. (Coleção Magistério 2º grau. Série
formação do professor).
FREIRE, João Batista; SCAGLIA, Alcides José. Educação como
prática corporal. São Paulo: Scipione, 2003. (Série Pensamento e
Ação no Magistério).
RETONDAR, Jeferson José Moebus. Teoria do Jogo: a dimensão
lúdica da existência humana. Petrópolis: Vozes, 2007.
ENFERMAGEM
DISCIPLINA
Módulos de
Saúde do
Adulto I
PONTOS DE PROVA
- sistematização da assistência de enfermagem ao
paciente com Hanseniase;
- sistematização da assistência de enfermagem ao
paciente com diabetes mellitus;
- sistematização da assistência de enfermagem ao
paciente com COVID-19 na atenção primária à saúde
Módulo
Biológicas
1. Bases
Biomoleculares
do Ser Humano e
Morfofisiologia
do Ser Humano I
2.
Morfofisiologia
Humana III
integrada à
Farmacologia e
Processos
Patológicos
Gerais
1. Anatomia e Fisiologia do Sistema Nervoso
2. Anatomia e Fisiologia do Sistema Endócrino
3. Anatomia e Fisiologia do Sistema Genital
4. Histologia: Tecido epitelial, conjuntivo e muscular
5. Morte Celular, Inflamação e Reparo
PEC I – ACE I
SAE
Ambiente terapêutico
Saúde da
Criança e do
Adolescente e
Cuidados de
Enfermagem II
1-Cuidado imediato de enfermagem ao RN em sala
de parto;
2-A ambiência e a família e a criança no hospital;
3-Cuidado de enfermagem em urgência e
emergência pediátrica.
BIBLIOGRAFIA INDICADA
1- Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde.
Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis.
Guia prático sobre a hanseníase [recurso eletrônico] / Ministério
da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de
Vigilância das Doenças Transmissíveis. – Brasília : Ministério da
Saúde, 2017. 68 p. : il.
2- diretrizes sociedade brasileira de diabetes mellitus 2019-2020
disponível em: http://www.saude.ba.gov.br/wpcontent/uploads/2020/02/Diretrizes-Sociedade-Brasileira-deDiabetes-2019-2020.pdf
3- protocolo de manejo clínico do coronavírus na atenção
primária à saúde
https://saude.rs.gov.br/upload/arquivos/202004/14140606-4ms-protocolomanejo-aps-ver07abril.pdf
1.DÂNGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlo Américo. Anatomia
humana básica. São Paulo: Atheneu, 2006. ISBN 8573790709. 2.
JUNQUEIRA, Luiz C., CARNEIRO, José. Histologia Básica - Texto &
Atlas, 13ª edição. Guanabara Koogan, 2017. 3.SIlVERTON, D.
Fisiologia Humana. Uma abordagem Integrada. 7 ed. Artmed,
2017
1. BRUNNER, Lilian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith; SMELTZER,
Suzanne C; BARE, Brenda G; HINKLE, Janice L.; CHEEVER, Kerry H.
Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 13. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2015.
2. PORTO, Celmo Celeno. Exame Clínico: Bases para a prática
médica. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
3. PORTO, Celmo Celeno. Semiologia Médica. 5. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
4. CARPENITO-MOYET, Lynda Juall. Manual de diagnósticos de
enfermagem. 11. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
5. CARPENITO-MOYET, Lynda Juall. Diagnósticos de enf
-Referência básica (PPC 2018):
-ALMEIDA, F. A.; SABATÉS, A. L. Enfermagem pediátrica: a
criança, o adolescente e sua família no hospital. Barueri/SP:
Manole, 2008.
-ENGEL, Joyce. Avaliação em pediatria. 3. ed. Revisão técnica de
Sônia Regina de Souza. Rio de Janeiro: Reichmann e Affonso
Editores, 2002.
-MARCONDES, E. et al. Pediatria Básica. 9. ed. São Paulo: Savier,
2003.
-WONG. Fundamentos de Enfermagem Pediátrica. 7. ed. Rio de
Saúde Coletiva
• Determinação Social da Saúde
• Políticas de Saúde no Brasil e o Controle Social
no SUS
• promoção da saúde e prevenção de agravos em
ações afirmativas
janeiro: Elsevier, 2006.
-Referência complementar:
-PIRES, Márcia Cristina de Almeida Cordovil; FERREIRA, Simone
Cruz Machado; SILVA, Ana Lucia Abrahão da. Linha do cuidado: a
emergência pediátrica na perspectiva da integralidade do
cuidado. Enfermagem Atual, v. 80, n. 18. p. 20-25, 2017.
-KYLE, T. Enfermagem Pediátrica. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2011.
-RICCI, Susan Scott. Enfermagem materno-neonatal e saúde da
mulher. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016.
-NEVES, Eliane Tatsch; FAVERO, Luciane; JANTSCH, Leonardo
Bigolin (orgs.). Emergências pediátricas: implicações para a
enfermagem. Porto Alegre: Moriá, 2022.
-CAMARGO, Climene Laura de et al. (orgs.). Saúde da Criança e
do Adolescente: enfoques sobre hospitalização e violência. 1 ed.
Curitiba: Appris, 2020.
SOUZA, Diego de Oliveira; SILVA Sóstenes Ericson Vicente da;
SILVA, Neuzianne de Oliveira. Determinantes Sociais da Saúde:
reflexões a partir das raízes da “questão social”. Saúde e
Sociedade. São Paulo, v. 22, n. 1, 2013. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/sausoc/a/YJcDtBH4hX3prjZDtXCSMPk/a
bstract/?lang=pt
SOUZA, Diego de Oliveira. O caráter ontológico da determinação
social da saúde. Serviço Social & Sociedade, São Paulo, Cortez
Editora Ltda., n. 131, p. 174-191, 2020. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/sssoc/a/sgbDYT48WL6CBnmVVcTRvpR/?
lang=pt#:~:text=A%20determina%C3%A7%C3%A3o%20social%2
0da%20sa%C3%BAde,o%20car%C3%A1ter%20dial%C3%A9tico%
20que%20possui.
BAPTISTA, Tatiana Wargas de Farias. História das políticas de
saúde no Brasil: a trajetória do direito à saúde. In: MATTA,
Gustavo Corrêa; PONTES, Ana Lúcia de Moura (org.). Políticas de
saúde: organização e operacionalização do Sistema Único de
Saúde. Rio de Janeiro: EPSJV - Escola Politécnica de Saúde
Joaquim Venâncio/Fiocruz, 2007.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Título
VIII: Da Ordem Social. Capítulo II: Da Seguridade Social. Brasília,
1988.
BRASIL. Lei nº 8.142 de 28 de dezembro de 1990. Dispõe sobre a
participação da comunidade na gestão do SUS e sobre as
transferências intergovernamentais de recursos financeiros na
área da Saúde e dá outras providências. Brasília, 1990.
BRASIL. CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE. Resolução nº 453, de
10 de maio de 2012. Aprovar as seguintes diretrizes para
instituição, reformulação, reestruturação e funcionamento dos
Conselhos de Saúde. Brasília, 2012.
CEBES. A questão democrática na área da saúde. Documento
apresentado pelo Cebes no 1º Simpósio sobre Política Nacional
de Saúde na Câmara Federal em outubro de 1979. Saúde em
Debate, 9: 11-13, jan/fev/mar de 1980. In: FLEURY S, BAHIA L,
AMARANTE P. (orgs.). Saúde em Debate: fundamentos da
reforma sanitária. Rio de Janeiro: CEBES, 2008.
CORREIA, Maria Valéria. Controle Social na Saúde. Serviço Social
e Saúde: Formação e Trabalho Profissional.
ALMEIDA, Silvio Luiz de. Racismo estrutural. São Paulo: Sueli
Carneiro; Pólen, 2019. Capítulo 1: Raça e Racismo (p.17-37).
ARAÚJO, Edna Maria de et al. Diferenciais de raça/cor da pele em
anos potenciais de vida perdidos por causas externas. Rev Saúde
Pública, v. 43, p. 405-412, 2009.
BATISTA, Luis Eduardo; BARROS, Sônia. Enfrentando o racismo
nos serviços de saúde. Cadernos de Saúde Pública, v. 33, 2017.
Saúde da
Mulher
DISCIPLINA
Fundamentos
de Física I
Fundamentos
de Física III
Fundamentos
de Física IV
Laboratório de
Física IV
Introdução à
Astronomia
Cálculo II
Cálculo IV
1.CONSULTA DE ENFERMAGEM EM GINECOLÓGICA:
ACÕES E CONDUTAS.
2.A ENFERMAGEM NA PREVENÇÃO DO CA DE
MAMA: ORIENTAÇÕES E CONDUTAS
3.A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO FAMILIAR NA
CONSULTA DO ENFERMEIRO.
4.CONSULTA DE ENFERMAGEM NO PRÉ-NATAL DE
RISCO HABITUAL
5.PAPEL DO ENFERMEIRO NO PROCESSO DE
PARTURIÇÃO: FASES CLÍNICAS DO TRABALHO DE
PARTO
6.ASSISTÊNCIA DO ENFERMEIRO FRENTE AS
PRINCIPAIS EMERGÊNCIAS OBSTÉTRICAS.
7.CUIDADOS DE ENFERMAGEM NO PARTO
OPERATÓRIO
8.ALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS NO PUERPERIO:
FISIOLOGIA, ORIENTAÇÕES E CONDUTAS NA
ATENÇÃO BÁSICA.
9.COMPLICAÇÕES INESPERADAS NO PUERPÉRIO:
AVALIAÇÃO, DIAGNÓSTICO E CONDUTA DO
ENFERMEIRO.
10.A IMPORTÂNCIA DA CLASSIFICAÇÃO DE RISCO NO
ATENDIMENTO DO ENFERMEIRO FRENTE AS
COMPLICAÇÕES OBSTÉTRICAS
PONTOS DE PROVA
Lançamento Oblíquo;
Leis de Newton;
Momento Linear;
Cargas Elétricas e Campo Elétrico;
Lei de Gauss; Magnetismo;
Espelhos;
Interferência;
Difração;
Óptica geométrica;
Lentes;
Interferência;
Lei da gravitação universal;
Sistema Solar;
O que é uma estrela?
1. Técnicas de integração:
(a) Substituição;
(b) Por partes;
(c) Frações parciais;
(d) Trigonométricas;
(e) Substituição Trig
1. Teoremas:
(a) Teorema Fundamental da Integral de linha;
(b) Teorema de Green;
FÍSICA
GALINDO, Fabrícia Silva de Araújo; OLIVEIRA, Jarbas Ribeiro de.
Sistemas de Informação em Saúde: análise no preenchimento da
variável Raça/Cor em Alagoas. In: RISCADO, Jorge Luís de Souza;
OLIVEIRA, Jarbas Ribeiro de (Orgs.). Relações étnico-raciais,
diversidade de gênero, PNSIPN: competências culturais no
contexto do ensino e nas práticas de saúde. Maceió: Edufal, 2019
- Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Atenção Básica. Saúde sexual e saúde
reprodutiva /Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à
Saúde, Departamento de Atenção Básica. 1. ed., parto;
- Fases clínicas do trabalho de parto; - Assistência de
Enfermagem ao parto natural; - Assistência de Enfermagem à
mulher no puerpério. 1. reimpr. – Brasília: Ministério da Saúde,
2013.
- Brasil. Ministério da Saúde. Protocolos da Atenção Básica:
Saúde das Mulheres / Ministério da Saúde, Instituto SírioLibanês
de Ensino e Pesquisa – Brasília: Ministério da Saúde, 2016.
- Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Atenção Básica. Controle dos cânceres do colo
do útero e da mama / Ministério da Saúde, Secretaria de
Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – 2. ed.
–Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2013.
- Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento deAtenção Básica. Atenção ao pré-natal de baixo
risco / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Editora do
Ministério da Saúde, 2012.
- Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Pré-natal e
Puerpério: atenção qualificada e humanizada - manual
ténico/Ministério da Saúde – Brasília; ed. Brasília-DF: MS, 2006.
- NEME, B. Obstetrícia básica. São Paulo, Sarvier, 2005.
- REZENDE, J. Obstetrícia. 12ª ed., Guanabara Koogan, 2008.
- Ricci, S. Enfermagem MaternoNeonatal e Saúde da Mulher.
Guanabara Koogan, 2008
BIBLIOGRAFIA INDICADA
Halliday, David; Resnick Robert, Fundamentos de
Física, vol 1.
Halliday, David; Resnick Robert, Fundamentos de
Física, vol 3.
Halliday, David; Resnick Robert, Fundamentos de
Física, vol 4.
Halliday, David; Resnick Robert, Fundamentos de
Física, vol 4.
Halliday, David; Resnick Robert, Fundamentos de
Física, vol 2
Introdução a Astronomia, Airton L. de Lima, 1985.
James Stewart, vol. 1
James Stewart, vol. 2
(c) Teorema de Stokes;
(d) Teorema do Divergente
DISCIPLINA
PONTOS DE PROVA
LETRAS
Processos de
Leitura e
Produção de
Textos de
Língua
Portuguesa
Leitura, produção / escrita de texto e sentido.
Critérios/propriedades da textualidade.
Texto e argumentação: articuladores textuais e
operadores da argumentação.
Pesquisa em
Estudos da
Linguagem
Conceito de pesquisa e Ética.
Abordagem de pesquisa: quantitativa e qualitativa.
Elaboração de projeto de pesquisa
LIBRAS
Perguntas teóricas sobre a bibliografia indicada;
Apresentação básica em LIBRAS.
Morfologia do
Português
Sintaxe do
Português
DISCIPLINA
Cálculo I
Classe de palavras e sua flexão por traços de
gênero, número e grau; Morfologia Verbal e sua
flexão marcada por traços de modo, tempo, pessoa,
vozes ativa e passiva; Noções de tempo (morfológico
e cronológico) em perspectivas de presente, futuro,
pretérito e seus desdobramentos.
Aplicação dessas habilidades ao ensino de usos de
Português Brasileiro como língua materna na
Educação Básica.
Funcionamento dos termos compositores de
orações e períodos para entendimento e produção
de textos em língua materna; Noções básicas sobre
termos essenciais, integrantes e acessórios e sua
importância à constituição do sentido e à produção
textuais; Identificação e classificação de orações
subordinadas e sua aplicação à produção e ao
entendimento de textos. Aplicação dessas
habilidades ao ensino de usos de Português
Brasileiro como língua materna na Educação Básica.
PONTOS DE PROVA
BIBLIOGRAFIA INDICADA
ANTUNES, Irandé. Lutar com palavras: coesão e coerência. São
Paulo: Parábola, 2005.
_______. Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo:
Parábola, 2010.
KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender:
os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2007.
_______. Ler e escrever: estratégias de produção textual. São
Paulo: Contexto, 2016.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção Textual, análise de gêneros
e compreensão. São Paulo: Parábola, 2008.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GAMBOA, Silvio Sánchez (Org.). Pesquisa Educacional:
quantidade – qualidade. 6 ed. São Paulo: Cortez, 2007.
MOTTA-ROTH, Désirée; HENDGES, Graciela Rabuske. Produção
textual na universidade. São Paulo: Parábola, 2010.
PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira e. Manual de pesquisa em
estudos linguísticos. São Paulo: Parábola, 2019.
SANTOS, Maria Francisca Oliveira, MORAIS, Eduardo Pantaleão
de, CAVALCANTI, Ricardo Jorge de Sousa. Saussure: outros
olhares. Maceió: Edufal, 2014.
GESSER, Audrei. LIBRAS? Que língua é essa? Crenças e
preconceitos em torno da língua de sinais e da realidade surda.
São Paulo: Parábola Editorial, 2009.
BECHARA, Evanildo. Gramática portuguesa. Rio de Janeiro:
Lucerna, 1999.
ROSA, Maria Carlota. Introdução à morfologia. São Paulo:
Contexto, 2006.
CÂMARA JR., Joaquim Mattoso. Estrutura da Língua portuguesa.
Petrópolis: Vozes, 2001.
ARNAULD e LANCELOT. Gramática de PortRoyal. São Paulo:
Martins Fontes, 1992.
CARONE, Flávia de Barros. Morfossintaxe. São Paulo: Ática, 1998.
PERINI, Mário A. Gramática do Português brasileiro. São Paulo:
Parábola, 2010.
SILVA, Maria Cristina Figueiredo; MEDEIROS, Alessandro
Boechat. Para conhecer morfologia. São Paulo: Contexto, 2016.
GARCIA, Othon Moacyr. Comunicação em prosa moderna:
aprenda a escrever, aprendendo a pensar. 22. ed. Rio de Janeiro:
FGV, 2002
BECHARA, Evanildo. Gramática portuguesa. Rio de Janeiro:
Lucerna, 1999.
LIMA, Renira Lisboa de Moura. O ensino da redação: o aposto.
Maceió: Edufal, 1993.
KENEDY, Eduardo; OTHERO, Gabriel de Ávila. Para conhecer
sintaxe. São Paulo: Contexto, 2018.
PERINI, Mário A. Gramática do Português brasileiro. São Paulo:
Parábola, 2010.
PERINI, Mário A. Sintaxe. São Paulo: Parábola, 2019.
MATEMÁTICA
1. Limites de funções;
2. Derivadas;
3. Aplicações da Derivada- Integrais impróprias.
BIBLIOGRAFIA INDICADA
STEWART, James. Cálculo, vol. 1. Cengage Learning.
Cálculo III
Introdução à
Análise Real
Geometria
Euclidiana I
Geometria
Analítica
Introdução à
Teoria dos
Números
DISCIPLINA
1. Valores máximo e mínimo.
2. Multiplicadores de Lagrange
STEWART, James. Cálculo vol 2. Cengage Learning.
Topologia da Reta
Um curso de análise - vol.1, Elon Lages Lima
1. Teorema do ângulo externo
2. Congruência e Semelhança de Triângulos
3. Relações métricas no triângulo retângulo
4. Áreas de figuras planas
1. Vetores
2. Produtos Escalar
3. Produto Vetorial
4. Produto Misto
DOLCE, Osvaldo; POMPEU, José Nicolau. Fundamentos de
matemática elementar, 09: Geometria Plana: Atual Editora
Vetores e Geometria Analítica. Paulo Winterle. Pearson Makron
Books, 2000.
1. Equações diofantinas;
2. Congruência Módulo m.
Uma Introdução à Matemática, Polcino Miles
PONTOS DE PROVA
MEDICINA
-Conceito e propósitos da Epidemiologia
Epidemiologia
e Bioestatística
– IESC I
-Vigilância em Saúde: Ambiental, sanitária e
epidemiológica. Conexões entre vigilância e a
atenção primária à saúde.
- Indicadores de Saúde
- População e amostra
Funções Vitais
III /
Mecanismos de
Agressão e
Defesa
Introdução ao
Estudo da
Medicina /
Metabolismo /
Concepção e
Formação do
Ser Humano
Introdução às
Práticas
Ampliadas –
Habilidades
Médicas
Locomoção –
Ortopedia
Infecção por Staphylococcus,
Mycobacterium tuberculosis;
Esquistossomose;
Doença de Chagas.
Streptococcus
e
1) FARMACOLOGIA
2) BCM
3) GENÉTICA
4) BIOQUÍMICA
Anamnese e suas etapas - queixa principal, história
da doença atual, antecedentes pessoais fisiológicos e
patológicos, familiares, hábitos de vida e condições
sócio-econômicas e culturais.
Mensuração dos sinais vitais - pressão arterial,
temperatura, pulso e frequência respiratória
Noções de biossegurança - técnicas de higienização
das mãos, técnica do uso de luvas estéreis, proteção
da via aérea, tipos de máscara faciais
Exame clínico musculoesquelético.
Lesões traumáticas fundamentais.
BIBLIOGRAFIA INDICADA
ROUQUAYROl, M. Z. Epidemiologia e saúde. 6˚Edição. São Paulo:
Medsi, 2003. Cap. 1.
OLIVEIRA, C. M.; CRUZ, M. M. Sistema de Vigilância em Saúde no
Brasil: avanços e desafios. Saúde Debate. Rio de Janeiro, v. 39,
n. 104, p. 255-267, Jan-Mar 2015.
FARIA, L. S.; BERTOLOZZI, M. R. A vigilância na Atenção Básica à
Saúde: perspectivas para o alcance da Vigilância à Saúde. Rev Esc
Enferm USP 2010; v. 44, n.3:789-95.
ALMEIDA-FILHO, N.; ROUQUAYROL, M. Z. Introdução à
epidemiologia. 4ª Ed: Guanabara Koogan. (Ver Cap. 7).
VIEIRA, Sônia. Introdução à Bioestatística. 4 ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2008.
NEVES, D. P. Parasitologia Humana. 12ª Ed. Rio de Janeiro:
Atheneu, 2011.
MURRAY, P. R., ROSENTHAL, K. S.; PFALLER, M. A. Microbiologia
Médica. 7ª Ed. Elsevier: Rio de Janeiro, 2014.
TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R; CASE, Christine
L. Microbiologia. 10. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012.
RANG, H. P.; DALE, M. M.; RITTER, J. M. et al. Rang & Dale
Farmacologia. 7a. Edição. Ed. Elsevier, 2012.
ALBERTS, Bruce et al. Biologia Molecular da Célula. 6ª Edição. Ed.
Artmed, 2017.
SNUSTAD, D. P.; SIMMONS, M. J. Fundamentos da Genética. 7a.
Edição. Ed. Guanabara Koogan, 2017.
NELSON, D. L.; COX, M. M. Princípios de Bioquímica de
Lehninger. 3a. Edição. Ed. Artmed, 2014.
PORTO, C.C. Semiologia Médica. 8ª edição, Rio de Janeiro;
Guanabara Koogan, 2019
BICKLEY, L.S. BATES - Propedêutica médica. 10ª edição,
Guanabara Koogan, 2018
HIRATA, M.H. Filho, J.M. Manual de Biossegurança. 1ª edição.
São Paulo: Manole, 2002
TEIXEIRA, P.; VALLE, S. Biossegurança: uma abordagem
multidisciplinar. 1ª edição. Fiocruz, Rio de Janeiro, 2000.
PORTO, C.C. Porto & Porto: semiologia médica. 8. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. xxxiii, 1413 p. ISBN
9788527734714 (enc.). Biblioteca Campus Arapiraca. Número de
chamada:
616-07
P853p
8.ed.
Disponível
em:
<http://pergamum.ufal.br/pergamum/biblioteca/>
Locomoção –
Reumatologia
Práticas
Ampliadas II Habilidades
Médicas
Práticas
Ampliadas IV
Saúde da
Criança e do
Adolescente II
Exame clínico musculoesquelético.
Doenças das Articulações, das Bursas e dos Tendões.
Cardíaco e Respiratório
1. Pré/pós-operatório
2. Infecção em cirurgia
3. Antissepsia e assepsia
4. Resposta metabólica ao trauma
5. Biologia da Cicatrização
6. Anestésicos Locais
7. Anestesia Geral
8. Atendimento ao politraumatizado
PORTO, C.C. Porto & Porto: semiologia médica. 8. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. xxxiii, 1413 p. ISBN
9788527734714 (enc.). Biblioteca Campus Arapiraca. Número de
chamada:
616-07
P853p
8.ed.
Disponível
em:
<http://pergamum.ufal.br/pergamum/biblioteca/>
1. PORTO, C. C. Semiologia Médica. Oitava edição, Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2019.
2. BICKLEY, L. S. Bates – Propedêutica Médica. Décima segunda
edição. Guanabara Koogan, 2018.
Tratado de anestesiologia SAESP.
Tratado de Pediatria SBP
Semiologia do RN e da Criança/
PEDAGOGIA
DISCIPLINA
PONTOS DE PROVA
Profissão
Docente
(Prof. Ricardo)
1. As mudanças da escola e do trabalho docente ao
longo da história;
2. A escola como lócus da formação e do
exercício da profissão docente;
3. Identidade, autonomia e valorização do
trabalho docente.
Profissão
Docente
(Profa. Aline)
1- A constituição histórica do trabalho docente:
Europa e Brasil;
2- As principais políticas educacionais para a
formação de professores no Brasil: limites e
possibilidades;
3- A reestruturação da docência e a precarização do
trabalho docente em tempos neoliberais.
Política e Org.
da Ed. Básica
no Brasil
(Prof. Talvanes)
1. Limites do estado e da política.
Política e Org.
da Ed. Básica
no Brasil
(Profa. Jane)
Reformas educacionais e reflexões sobre o direito
à educação
BIBLIOGRAFIA INDICADA
ARROYO, Miguel G. Ofício de mestre: imagens e autoimagens.10ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.
COSTA, Marisa V. Trabalho docente e profissionalismo. Porto
alegre: Sulina, 1996.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à
prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. São Paulo: Paz e Terra,
2003.
COSTA, Marisa V. Trabalho docente e profissionalismo. Porto
Alegre: Sulina, 1996.
CAPÍTULO 1: Perspectivas históricas do trabalho docente.
VICENTINI, P; LUGLI, R. História da profissão docente no Brasil:
representações em disputa. São Paulo: Cortez,2009.
CAPÍTULO 1: Como se preparavam os professores para o ensino?
As instituições em formação.
MACIEL, Lizete S. B; SHIGUNOV NETO, Alexandre (Orgs.)
Formação de professores: passado, presente e futuro. São Paulo:
Cortez, 2004.
CAPÍTULO 2: As políticas neoliberais e a formação
de professores – propostas de formações simplistas
e aligeiradas.
MELO, Kátia Mª S. de. Formação e profissionalização docente: o
discurso das competências. Maceió: EDUFAL, 2007.
CAPÍTULO 2: As políticas recentes para a formação dos
professores da Educação Básica no Brasil.
MARX, Karl. Glosas críticas marginais ao artigo “O rei da Prússia e
a reforma social”. De um prussiano. São Paulo, Expressão
Popular, 2010.
NOGUEIRA, Zilas, Estado quem precisa dele? São Paulo, Coletivo
Veredas, 2017.
BRASIL. Capítulo III - Da educação, da cultura e do
desporto. Seção I - Da educação. Constituição da
República Federativa do Brasil - 1988. Disponível em:
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/co
nstituicao.htm. Acesso em: 04 dez. 2022.
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996.Disponível em:
Fundamentos
Históricos da
Educação e da
Pedagogia
Trabalho e
Educação
Saberes e
Metodologias
do Ensino de
História II
Fundamentos
da Educação
Infantil
1. Gênese e função social da educação.
1. Os limites do reformismo da educação no
contexto do capital
1. História e Ensino Fundamental: o ensino de
história nos documentos oficiais
1. Pedagogias da Infância: Contextos e concepções;
2. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação
Infantil.
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm.
Acesso em: 04 dez. 2022.
TÍTULOS: III, IV E V.
CURY, Carlos Roberto Jamil. A educação básica no Brasil.
Disponível em:
https://www.scielo.br/j/es/a/Hj6wG6H4g8q4LLXBcnx
RcxD/abstract/?lang=pt. Acesso em: 04 dez. 2022
MACENO, Talvanes Eugênio. A Impossibilidade da
Universalização da Educação. São Paulo: Instituto
Lukács, 2019.
CAPÍTULOS: 1 e 2.
MELETTI, Silvia Márcia Ferreira; CABRAL, Vinícius
Neves de. Os Limites Educacionais do Capital. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/edreal/a/RFHjjYDv8gvqy6Ptz
XFdWrn/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 04 dez.
2022.
MÉSZÁROS, István. A educação para além do capital. São Paulo:
Boitempo, 2008. Disponível em:
https://www.gepec.ufscar.br/publicacoes/livrosecolecoes/livros-diversos/a-educacao-para-alem-docapitalistvan-meszaros.pdf. Acesso em: 04 dez. 2022.
CAPÍTULO: A educação para além do capital, p. 19-77.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros
Curriculares Nacionais: História, Geografia. Brasília: MEC/SEF,
1998. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro051.pd
f. Acesso em: 04 dez. 2022.
TÓPICO: Aprender e ensinar história no ensino fundamental, p.
29-31.
BRASIL. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Apoio à
Gestão Educacional. Caderno 9: Ciências Humanas no Ciclo de
Alfabetização. Brasília, 2015. Coleção Pacto Nacional pela
Alfabetização na Idade Certa). Disponível em:
https://www.cenpec.org.br/wp-content/uploads/2020
/01/Pnaic_CH_Unidade-9.pdf. Acesso em: 04 dez. 2022.
TEXTO: Práticas curriculares multi/interculturais: o que ensinar e
o que aprender com as diferenças em sala de aula? p. 27-38.
Brasil. Base Nacional Comum Curricular-Ensino
Fundamental. Disponível em:
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNC
C_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em:
04 dez. 2022.
TÓPICO: História e Ensino Fundamental, p. 397- 405.
1. Pedagogias da Infância: Contextos e
concepções:
SILVA, Carmem Virgínia Moraes da; FRANCISCHINI, Rosângela. O
surgimento da educação infantil na história das políticas públicas
para a criança no Brasil. Práxis Educacional, Vitória
da Conquista, v. 8 n. 12, Especial: Infância e Escolarização, jan.
jun. 2012, pp. 257-276. Disponível em:
https://periodicos2.uesb.br/index.php/praxis/article/
view/699.
SILVA, Marcelo Oliveira da; CARVALHO, Rodrigo Saballa de
Carvalho. Concepções sobre currículo na Educação Infantil:
Ressonâncias da pedagogia da infância em narrativas de
professoras. Currículo sem Fronteiras, Blumenau, v. 20, n. 2, p.
497-514, maio - ago. 2020. Disponível em:
https://www.curriculosemfronteiras.org/
vol20iss2articles/silva-carvalho.pdf.
Desenvolvimento e
Aprendizagem
1. As contribuições da epistemologia genética, de
Jean Piaget, para compreensão de processos de
desenvolvimento e aprendizagem.
2. As contribuições da Psicologia Histórico
Cultural, de L.S. Vigotski, para compreensão dos
processos de desenvolvimento e aprendizagem.
3. As concepções de desenvolvimento e
aprendizagem na formação de professores e o
compromisso com a luta contra as desigualdades
sociais
Saberes e
Metodologias
do Ensino de
Língua
Portuguesa II
1. As regras ortográficas e as dificuldades
de aprendizagem.
Pesquisa
Educacional
Qual a função social da pesquisa e da educação?
2. Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação Infantil
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação.
Câmara de Educação Básica. Resolução CEB n. 5, de 17 de
dezembro de 2009. Fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para
a Educação Infantil. Brasília: MEC/CNE/CEB, 2009.Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/index.php?
option=com_docman&view=download&ali
as=3749-resolucao-dcnei-dez
2009&category_slug=fevereiro-2010pdf&Itemid=30192.
BARBOSA, Maria Carmen Silveira et al. O que é básico na Base
Nacional Comum Curricular para a Educação Infantil? Debates
em Educação, Maceió, v. 8, n. 16, p. 11, dez. 2016. Disponível
em:
https://doi.org/10.28998/2175-6600.2016v8n16p11.
FERRACIOLI, Laércio. Aspectos da construção do
conhecimento e da aprendizagem na obra de Piaget. Caderno
Brasileiro de Ensino de Física, ISSN-e 2175-7941, Vol. 16, Nº. 2,
1999, págs. 180-194. Disponível
em: https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?
codigo=5165924
ZANELLA, Andréa Vieira. Atividade, significação e constituição
do sujeito: considerações à luz da Psicologia Histórico-Cultural.
Psicologia em Estudo [online]. 2004, v. 9, n. 1 [Acessado 22
Dezembro 2022], pp. 127-135. Disponível em:
<https://doi.org/10.1590/S141373722004000100016>. Epub 01 Jul 2004. ISSN
1807-0329. https://doi.org/10.1590/S141373722004000100016.
LINS, Maria Judith Sucupira da Costa. Psicologia do
Desenvolvimento no Currículo de Formação de Professores.
Educação: Teoria e Prática – Vol. 22, n. 41, Período set/dez-2012.
Disponível em:
https://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/ind
ex.php/educacao/article/download/5120/4844/
MEIRELES, Elisabet de Sousa; CORREA, Jane. Regras contextuais e
morfossintáticas na aquisição da ortografia da língua portuguesa
por criança. Psic.: Teor. e Pesq., Brasília, Jan-Abr,
Vol. 21 n. 1, pp. 077-084, 2005.
ZORZI, Jaime Luiz; CIASCA, Sylvia Maria. Análise de erros
ortográficos em diferentes problemas de aprendizagem. Rev.
CEFAC. Jul-Set; 11(3):406-416,2009.
TONET, Ivo. Método científico: uma abordagem ontológica.
São Paulo: Instituto Lukács, 2013. Disponível em:
https://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/
04/01/m%C3%A9todo-cient%C3%ADfico-uma
abordagem-ontol%C3%B3gica.
QUÍMICA
DISCIPLINA
PONTOS DE PROVA
Química
Inorgânica II
Estudos das propriedades gerais das famílias
da tabela periódica
Constituição da
Matéria
Modelos atômicos e Modelos de ligações químicas
clássicas
BIBLIOGRAFIA INDICADA
LEE, J.D., Química Inorgânica não tão Concisa, 3ª edição, Editora
Edgard Blücher ltda, 1999, p. 409-411.
SHRIVER, D.F.; ATKINS, P.W. Química Inorgânica. Porto Alegre:
Bookman,. 2003
1. P. Atkins & L. Jones, Princípios de Química: Questionando
A Vida Moderna e o Meio-Ambiente 2001.
Química
Orgânica I
Físico-química
II
Química
Analítica II
Orgânica
Experimental
1)Ligações químicas com ênfase na Teoria da Ligação
de Valência e Teoria do Orbital Molecular
2)Análise conformacional e Estereoquímica
1 -McMURRY, J. Química Orgânica, v. 1 , 7ª ed. Cengage
Learning, 2011.
2 -SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. Química Orgânica Vol. 1
e 2. 10ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
1. ATKINS, P.; de PAULA, J. Físico-Química, v1, 8a ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2008. 2. CHANG, R. Fisico-Quimica para as ciências
químicas e biológicas. São Paulo,: McGraw- Hill, 2008.
1) Harris, D. C. Análise Química Quantitativa. 6 ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2005.
2) SKOOG, D. A.; WEST, D. M.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R.
Fundamentos de Química Analítica. São Paulo: Pioneira, 2006
Eletroquímica e cinética química
1) Volumetria de precipitação.
2) Volumetria de complexação
Normas de segurança, itens de laboratório
(reagentes, vidrarias, equipamentos básicos),
Propriedades Físicas de Substâncias Orgânicas,
Cromatografia, Extração, Destilação, Reações.
Quimica orgânica experimental : técnicas de escala pequena /
George S . Kri z, Gary M.; Lampman, Donald L . Pavia; tradução
Solange Aparecida Visconti ; revisão técnica Flávio Maron Vich,
Robson Me ndes Matos - 3a ed. São Paulo : Cengage Learning,
2012.
ZOOTECNIA
DISCIPLINA
PONTOS DE PROVA
Alimentos e
Bromatologia
Análises de alimentos;
Método de Weende e Van Soest;
Classificação dos alimentos.
Gênese e
Classificação de
Solos
1. Fatores de Formação de Solos
2. Processos de Formação de Solos Sistema
Brasileiro de Classificação de Solos
Estatística
Geral
População. Amostra. Variável. Tratamento
estatístico. Experimentos aleatórios e
experimentos sistêmicos. Vantagens,
desvantagens e aplicações dos
delineamentos experimentais inteiramente
casualizados, blocos casualizados e
quadrado latino.
Medidas de tendência central e medidas de
variabilidade de dados. Hipóteses
estatísticas e tipos de erros em testes de
hipóteses. Teste do quiquadrado.
BIBLIOGRAFIA INDICADA
ANDRIGUETTO, J.M. et al. Nutrição animal: bases e fundamentos.
v. 1. São Paulo: Nobel, 2002.
ANDRIGUETTO, J.M. et al. Nutrição animal: alimentação animal.
v. 2. São Paulo: Nobel, 2003.
DETMANN, E.D. et al. INCT-CIÊNCIA ANIMAL. Métodos para
análise de alimentos. 1 ed. Visconde do Rio Branco: Suprema,
2012.
LANA, R.P. Nutrição e alimentação animal (mitos e realidades).
2ª ed. Viçosa: UFV, 2007.
ROSTAGNO, H.S. et al. Tabelas brasileiras para aves e suínos:
composição de alimentos e exigências nutricionais. 3 ed. Viçosa:
UFV, 2011. 252p.
SILVA, D.J., QUEIROZ, A.C. Análise de alimentos: métodos
químicos e biológicos. 3ª ed. 6ª reimpressão. Viçosa: UFV, 2012.
LEPSCH, I. F.19 Lições de Pedologia. Oficina do texto, 2012. 456p.
OLIVEIRA, J. B. Pedologia Aplicada. 3ª Ed. FEALQ, Piracicaba.
2008. 592p.
EMBRAPA. Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. Brasília:
Embrapa, 2018. 428p.
LEPSCH, I. Formação e Conservação dos Solos. São Paulo: Oficina
de Textos, 2002. 178p.
RESENDE, M.; CURI, N.; REZENDE, S.B.; CORRÊA, G.F. Pedologia:
Bases para distinção de ambientes. 3. ed. Viçosa: NEPUT, 1999.
338P.
KIEHL, E. J. Manual de edafologia: relações soloplanta. São Paulo:
Agronomica Ceres, 1979. 262 p.
BEIGUELMAN, B. Curso prático de bioestatística. 5a. Edição
Revisada. Ribeirão Preto, SP: Fundação de Pesquisas Científicas
de Ribeirão Preto, 272p. 2002.
BERQUÓ, E.S.; SOUZA, J.M.P. de; GOTLIEB, S.L.D. Bioestatística.
2a. Edição Revista. São Paulo: EPU, 350p. 1981.
BUSSAB, W. de O.; MORETTIN, P.A. Estatística básica. 5a. Edição.
São Paulo: Saraiva, 526p. 2002.
COSTA, J.R. Técnicas experimentais aplicadas às ciências agrárias.
Seropédica: Embrapa Agrobiologia,2003. 102p. (Embrapa
Agrobiologia. Documentos, 163).
FERREIRA, P.V. Estatística experimental aplicada à agronomia.
Maceió: UFAL/EDUFAL/FUNDEPES, 547p. 2011
Máquinas e
Equipamentos
1 - Máquinas e equipamentos para
ensilagem.
2 – Máquinas e equipamentos para fenação.
3 – Máquinas e equipamentos para
fabricação de ração.
Bovinocultura
de Leite
Manejo geral e alimentar de bovinos de leite
Meteorologia e
Climatologia
Agrícola
- Radiação Solar
- Temperatura do Ar e do Solo
- Balanço hídrico
BALASTREIRE, L. A. Máquinas agrícolas. Piracicaba-SP, 2005. 307p
SILVEIRA, G. M. Máquinas para pecuária. Nobel, 1997. 168p.
EIXOTO, Aristeu Mendes; MOURA, José Carlos de; FARIA, Vidal
Pedroso de. Bovinocultura leiteira: fundamentos da exploração
racional. 3.ed. Piracicaba: FEALQ, 2000. 580 p.
LEDIC, Ivan Luz. Manual de bovinotecnia leiteira: alimentos,
produção e fornecimento. São Paulo: Varela, 2002. 160 p.
PRODUÇÃO de Bovinos no nordeste do Brasil: desafios e
resultados. Fortaleza: Banco do Nordeste, 2011. 506 p. (BNB
Ciência e tecnologia ; n.09)
- Apostila do Varejão Silva – Meteorologia Agrícola. 2005 –
Disponível na internet
- Livro: Agrometeorologia: Fundamentos e aplicações práticas.
Pereira; Angelocci e Sentelhas.
- Slides da disciplina.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
CAMPUS ARAPIRACA
COORDENAÇÃO DE GRADUAÇÃO
PROGRAMA DE MONITORIA
NORMAS COMPLEMENTARES Nº 01/2023
MONITORIA PARA O SEMESTRE LETIVO 2022.2
ANEXO C – LINKS PARA FORMULÁRIOS DE INSCRIÇÃO
ADMINISTRAÇÃO
https://forms.gle/PEAMuzHDWmHv4sdSA
AGRONOMIA
https://forms.gle/oW9pKD9tk8ezq23k6
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
ARQUITETURA E URBANISMO
CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
EDUCAÇÃO FÍSICA
ENFERMAGEM
FÍSICA
LETRAS
MATEMÁTICA
MEDICINA
PEDAGOGIA
QUÍMICA
ZOOTECNIA
https://forms.gle/9zLZsN1zgbjbZSme6
https://forms.gle/zsM5Q3Tx3dNutEJF6
https://forms.gle/BGgpmXeGWbyc1VNe7
https://forms.gle/4jXFLYWwwFnFbccJ9
https://forms.gle/oNZPZdSFSFANvRUNA
https://forms.gle/ELqRemkiGBs5LyCp8
https://forms.gle/3UfeiL38yi3TETLUA
https://forms.gle/b527BqsLmMfVNsP2A
https://forms.gle/ZXQdsGu5F3MX7vZB7
https://forms.gle/f24cqkvCR38ysCMt8
https://forms.gle/sG4Aee3ZXAMCryPf9
https://forms.gle/TxFZXvmshNNEJ4eFA
https://forms.gle/Co3TquXEESmHmR83A