Normas Complementares 2022.1.pdf

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                    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
CAMPUS ARAPIRACA
COORDENAÇÃO DE GRADUAÇÃO
PROGRAMA DE MONITORIA
NORMAS COMPLEMENTARES Nº 02/2022
MONITORIA PARA O SEMESTRE LETIVO 2022.1
(Retificado em 08/08/2022 – Anexo A)

A Coordenação de Monitoria do Campus Arapiraca – UFAL, em atendimento à Resolução Nº
55/2008 – CONSUNI e ao Edital Nº 44/2022 - PROGRAD, divulga as Normas Complementares Nº
02/2022, regulamentando a Seleção de Monitoria no Campus Arapiraca para o Semestre Letivo
2022.1, conforme o disposto abaixo:
1. DOS REQUISITOS PARA SE CANDIDATAR À MONITORIA
1.1. Poderá se candidatar a monitor o discente que atender aos seguintes requisitos:
a) ser discente regularmente matriculado em curso de graduação da UFAL;
b) ter sido aprovado na disciplina/área do conhecimento em que pretende ser monitor, com no
mínimo média 7 (sete);
c) dispor de 12 (doze) horas semanais para as atividades de monitoria;
2. DA CONCESSÃO DE BOLSAS
2.1. O monitor selecionado na modalidade COM BOLSA receberá uma bolsa mensal no valor de R$
400,00, referente aos meses de setembro, outubro, novembro e dezembro de 2022
2.2. Não terá direito à bolsa de monitoria o discente que já tiver outro tipo de bolsa, seja de
Programas da UFAL ou de outros órgãos financiadores.
2.3. O pagamento da bolsa de monitoria será realizado exclusivamente em conta corrente no
nome do próprio monitor.
3. DAS INSCRIÇÕES
3.1. As inscrições estarão abertas das 09h do dia 15 de agosto às 19h do dia 18 de agosto de 2022,
e ocorrerão por meio da ferramenta Google Forms (Formulários do Google). Os links para os
formulários, separados por curso, estão disponíveis no Anexo C destas Normas Complementares,
bem como no site da UFAL - página do Campus Arapiraca.
3.2. Documentos que devem ser anexados no ato da inscrição:

a) histórico analítico atualizado (data de emissão a partir de 15 de agosto de 2022);
b) comprovante de matrícula (ou certidão de provável concluinte, se for o caso), igualmente
atualizado.
3.3. Os candidatos poderão se inscrever em até duas disciplinas, mas não poderão exercer a
monitoria em ambas. Desse modo, caso o candidato seja classificado nas disciplinas de 1ª e 2ª
opção, deverá optar por uma delas, preenchendo apenas 1 termo de compromisso,
correspondente à disciplina escolhida, e comunicando a desistência ao orientador da disciplina da
qual declinou, o quanto antes, via e-mail.
3.4. Caso as duas disciplinas escolhidas pelo candidato estejam ofertadas em cursos diferentes, o
candidato deve realizar a inscrição nos formulários dos dois cursos, porém escolhendo apenas uma
disciplina em cada formulário. O setor terá autonomia para excluir as tentativas excedentes, caso
o candidato tente se inscrever em múltiplas disciplinas, além das duas permitidas.
3.5. Caso o candidato perceba que cometeu algum erro no ato da inscrição e deseje se inscrever
novamente, ele deve entrar em contato com o setor de monitoria do campus através do e-mail
coord.monitoria@arapiraca.ufal.br e solicitar a exclusão de sua inscrição para nova tentativa. Após
a resposta do setor confirmando a exclusão da primeira tentativa, o candidato poderá realizar a
inscrição novamente.
3.6 O candidato que se encontrar impedido de realizar a inscrição devido a problemas
relacionados à matrícula deve entrar em contato com o setor para análise da situação em tempo
hábil – até as 12h do último dia de inscrições.
4. DA SELEÇÃO
4.1. O processo seletivo ocorrerá de forma preferencialmente presencial.
4.2. Critérios de seleção:
a) Média final da disciplina: peso 03 (três).
b) Coeficiente de rendimento acumulado: peso 02 (dois);
c) Prova: peso 03 (três);
d) Entrevista: peso 02 (dois);
4.2. A banca da seleção será formada pelo(a) docente orientador(a) da disciplina + 1 docente
convidado.
4.3. Os pontos de prova e a bibliografia recomendada estão disponíveis no Anexo B destas Normas
Complementares.
4.4. Cabe ao docente orientador a divulgação dos detalhes acerca da prova e da entrevista aos
inscritos:
dia/horário/local, etc., obrigatoriamente através de e-mail – e, de maneira
complementar, através de outros meios possíveis (redes sociais, por exemplo). Estas informações
serão divulgadas entre os dias 19 e 20 de agosto de 2022.
4.5 A seleção ocorrerá no período de 22 a 25 de agosto de 2022.

4.6. Será aprovado o candidato que obtiver média final igual ou superior a 7,00 (sete).
4.7. Em caso de empate, será classificado o candidato que apresentar maior média na
disciplina/área do conhecimento objeto do processo seletivo, e maior coeficiente de rendimento
acumulado, nesta ordem de prioridade.
4.8. Constatada a quantidade de candidatos igual ou inferior a quantidade de vagas na disciplina,
desde que os candidatos tenham média na disciplina igual ou superior a 7 (sete), a banca poderá
ser dispensada, se assim decidir o orientador. Neste caso, apenas o critério da nota na disciplina
será considerado para fins de classificação.
5. DOS RESULTADOS
5.1. O resultado preliminar da seleção será divulgado pelo professor orientador aos inscritos
através de e-mail até o dia 25 de agosto de 2022.
5.2. Os candidatos poderão interpor recurso quanto ao resultado preliminar da seleção, junto ao
professor orientador, através de e-mail (com cópia para a coordenação de monitoria do campus,
através do endereço coord.monitoria@arapiraca.ufal.br) até as 12h do dia seguinte à divulgação
do resultado preliminar.
5.3. O professor orientador julgará os recursos, se houver, e divulgará o resultado final até o dia 26
de agosto de 2022, via e-mail, para os inscritos.
5.4 Os alunos classificados, conforme o resultado final da seleção, devem preencher e assinar o
Termo de Compromisso (é permitida a assinatura digitalizada do aluno) e enviá-lo por e-mail ao
docente orientador até o dia 29 de agosto de 2022.
6. DO ENVIO DA DOCUMENTAÇÃO FINAL AO SETOR DE MONITORIA (DOCENTES)
6.1. O mapa de apuração deverá ser enviado pelo orientador à Coordenação de Monitoria do
Campus, via e-mail, na mesma ocasião da divulgação do resultado final aos inscritos, ou seja, até o
dia 26 de agosto. Nos casos em que for dispensada a formação de banca (item 4.8), o mapa deve
ser enviado informando a nota do aluno na disciplina (pré-requisito para aprovação).
6.2. Os docentes orientadores preencherão o plano da disciplina e encaminharão ao coordenador
de monitoria do seu curso, até o dia 26 de agosto de 2022, contendo o(s) nome(s) do(s)
monitor(es) classificado(s).
6.3. O orientador receberá o termo de compromisso do monitor aprovado, devidamente assinado,
acrescentará a sua assinatura, e enviará à Coordenação de Monitoria do Campus, via e-mail, até o
dia 30 de agosto de 2022.
6.4. Os coordenadores de monitoria dos cursos preencherão o plano geral de monitoria de seus
respectivos cursos, anexando o plano específico de cada disciplina (que receberá dos
orientadores). Reunida esta documentação (plano geral do curso + planos das disciplinas, tudo em
apenas 1 documento), a mesma deve ser enviada, por e-mail, à Coordenação de Monitoria do
Campus, até dia 30 de agosto de 2022.

7. DISPOSIÇÕES FINAIS
7.1. O monitor que não for informado na frequência por 02 (dois) meses consecutivos,
constatando-se o abandono das atividades, terá sua monitoria cancelada automaticamente pela
PROGRAD.
7.2. A declaração de orientação do docente não será emitida caso haja pendência do relatório final
de atividades de seu monitor, entendendo-se que o trabalho de orientação apenas estará
concluído com a assistência na elaboração e parecer final no relatório. Do mesmo modo, a emissão
do certificado do aluno está condicionada ao recebimento do relatório pelo setor de Monitoria do
Campus. As orientações para envio do relatório serão comunicadas ao fim do semestre.
7.3. É facultativa a submissão de trabalho pelo monitor no Seminário Institucional de Monitoria da
Ufal.
8. CRONOGRAMA

DATAS

AÇÕES

OBSERVAÇÃO

Das 9h do dia 15/08 às
19h do dia 18/08/22.

Inscrições abertas para o processo seletivo

Confira o item 3 do texto.

19 a 20/08/22

Divulgação de data/horário/local da prova e da
entrevista aos inscritos.

Confira o item 4. do texto.

22 a 25/08/22

Seleção

Até 25/08/22

Divulgação do resultado preliminar

Até as 12h do dia
seguinte à divulgação
do resultado preliminar.

Até 26/08/22

Até 29/08/22

Até 30/08/22

Confira o item 5. do texto.
Prazo para recurso
-Divulgação do resultado final para os inscritos e
envio do mapa de apuração para a Coord. de
Monitoria do Campus.

Confira os itens 5.3 e 6.1
do texto.

-Orientador enviar plano da disciplina ao coord.
de monitoria do seu curso.

Confira o item 6.2. do
texto.

Monitor enviar termo de compromisso para o
orientador.

Confira o item 5.4. do
texto.

-Orientador enviar termos de compromisso para
o setor de monitoria.

Confira o item 6.3. do
texto.

-Coord. de monitoria do curso enviar plano do
curso + planos das disciplinas em anexo para o
setor de monitoria.

Confira o item 6.4. do
texto.

01/09/22

Início das atividades da monitoria para os selecionados.
Vigência até o término do semestre 2022.1.

Arapiraca, AL - 21 de julho de 2022.
Tamires Fausto Meneses
Programa de Monitoria
Cledja Santos de Almeida
Gerência de Graduação
Elthon Allex da Silva Oliveira
Direção Acadêmica

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
CAMPUS ARAPIRACA
COORDENAÇÃO DE GRADUAÇÃO
PROGRAMA DE MONITORIA
NORMAS COMPLEMENTARES Nº 02/2022
MONITORIA PARA O SEMESTRE LETIVO 2022.1

ANEXO A – QUADRO DE DISCIPLINAS E VAGAS DISPONÍVEIS
(Retificado em 08/08/2022 - Educação Física)

CURSO

ADMINISTRAÇÃO

CURSO

DISCIPLINA
Metodologia da Pesquisa em
Administração
Teorias Organizacionais II
Noções de Cálculo Diferencial e
Integral
Introdução à Estatística
DISCIPLINA
Microeconomia

ADMINISTRAÇÃO
PÚBLICA

Matemática Financeira e Análise
de Investimento
Matemática I

ORIENTADOR (A)
Fabiano Santana dos Santos

VOLUNTÁRIOS

02

BOLSISTAS

--

Acúrcio Castelo David

01

--

Ademária Aparecida de Souza

--

01

Ademária Aparecida de Souza

--

01

VOLUNTÁRIOS

BOLSISTAS

--

01

--

01

01

--

VOLUNTÁRIOS

BOLSISTAS

01
02
02
02
02
01

-------

01
02
01
01
01
02
02
01
01

01
---01
-----

ORIENTADOR (A)
Anderson Henrique dos S.
Araújo
Lucas Maciel Muniz
Lucas Maciel Muniz

CURSO

DISCIPLINA

ORIENTADOR (A)

AGRONOMIA

Olericultura I
Gênese e Classificação de Solos
Conservação do Solo
Microbiologia Agrícola
Fitopatologia I
Tecnologia de Produtos
Agropecuários I
Botânica Geral
Fisiologia Vegetal
Estatística Básica
Drenagem Agrícola
Entomologia Agrícola I
Química Geral
ACE II
Máquinas e Mecanização Agrícola
Biologia e controle de plantas

Antônio Lucrécio dos S. Neto
Cícero Gomes dos Santos
Cícero Gomes dos Santos
Ricardo Brainer Martins
Ricardo Brainer Martins
Maria Josilaine Matos dos
Santos Silva
Larissa Nascimento Sátiro
José Vieira Silva
Paulo Torres Carneiro
Paulo Torres Carneiro
Edmilson Santos Silva
André Luiz Bezerra Galvão
André Luiz Bezerra Galvão
Valdevan Rosendo dos Santos
Valdevan Rosendo dos Santos

CURSO

DISCIPLINA

ARQUITETURA E
URBANISMO

Teoria e História da arquitetura,
arte e cidade II
Desenho Arquitetônico
Modelagem Computacional
Projeto de Urbanismo II
Projeto Arquitetônico III

CURSO

DISCIPLINA

CIÊNCIA DA
COMPUTAÇÃO

CURSO

CIÊNCIAS
BIOLÓGICAS

CURSO

EDUCAÇÃO
FÍSICA

ORIENTADOR (A)

VOLUNTÁRIOS

BOLSISTAS

Alice de Almeida Barros

01

--

Anny Jéssyca Garcia Silva
Iuri Ávila Lins de Araújo
Josiane Nascimento Andrade
Iuri Ávila Lins de Araújo

--01
01

01
01
---

VOLUNTÁRIOS

BOLSISTAS

ORIENTADOR (A)

Sistemas Operacionais

Tércio de Morais

02

--

Circuitos e Sistemas Digitais

Raquel Cabral

02

--

Organização e Arquitetura de
Computadores

Raquel Cabral

02

--

Programação Orientada a Objetos

Thiago de Sales

02

01

Paradigmas de Linguagens de
Programação

Thiago de Sales

03

--

Lógica Aplicada à Computação

Elthon Oliveira

02

--

Computação Gráfica

Tácito Neves

02

--

Metodologia Científica para Ciência
Tácito Neves
da Computação

02

--

Fundamentos de Matemática

Rodolfo Cavalcante

01

01

Estatística e Probabilidade

Rodolfo Cavalcante

02

--

Inteligência Artificial

Rômulo Nunes

03

--

VOLUNTÁRIOS

BOLSISTAS

02
02

--

DISCIPLINA

ORIENTADOR (A)

Química Geral

Iara Terra de Oliveira

Metodologia Científica I

Edmilson Santos Silva

Ecologia e Meio Ambiente
Conservação e Manejo de
Recursos Naturais

Larissa Nascimento Sátiro

01

01

Larissa Nascimento Sátiro

02

--

Biologia Celular e Molecular

Leonardo Broetto

--

01

Prática de Ciências
Fundamentos da Sistemática e da
Filogenética
Genética Geral

Maria Aliete B. Lima Machado

02

--

Maria Aliete B. Lima Machado

01

01

Uedson Pereira Jacobina

01

--

DISCIPLINA

ORIENTADOR (A)

VOLUNTÁRIOS

BOLSISTAS

Joelma de Oliveira Albuquerque

--

01

Bruno Barbosa Giudicelli

01

--

Ailton Cotrim Prates

01

--

Bruno Barbosa Giudicelli

--

01

VOLUNTÁRIOS

BOLSISTAS

01

01

Metodologia do Ensino da
Ginástica para Todos
Pesquisa em Educação Física
Metodologia do Ensino dos
Esportes I
Metodologia do Ensino das Lutas

CURSO

DISCIPLINA

ENFERMAGEM

Saúde da Criança e Cuidados de

ORIENTADOR (A)
Renise Dias

--

ENFERMAGEM

CURSO
FÍSICA

Enfermagem I
Processos de Agressão e Defesa
do Organismo Humano,
integrados a Farmacologia //
Morfofisiologia Humana II
integrada à Bioquímica e
Processos Patológicos Gerais
Processo de Enfermagem e
procedimentos do cuidado
Módulos de Saúde da Mulher
Módulos de Saúde do adulto
DISCIPLINA
Fundamentos de Física I
Fundamentos de Física III
Fundamentos de Física IV

CURSO

DISCIPLINA

LETRAS

Práticas de Ensino de Literatura de
Língua Portuguesa
LIBRAS
Linguística do Texto e do Discurso
Semântica e Pragmática de Língua
Portuguesa
Leitura e Produção de Gêneros
Acadêmicos
Práticas de Ensino de Língua
Portuguesa

CURSO

MATEMÁTICA

CURSO

MEDICINA

DISCIPLINA
Cálculo II
Cálculo IV
Laboratório de Ensino e
Aprendizagem I
Geometria Euclidiana II
Pré-Cálculo
Álgebra Linear

Danielly Oliveira

06

--

Josineide Silva

01

01

Cintia Bastos Ferreira
Karol Firemam

04
03

-01

ORIENTADOR (A)

VOLUNTÁRIOS

BOLSISTAS

José Pereira Leão Neto
Willamys Cristiano Soares
José Henrique A. L. de Andrade

01
01
--

01
-01

ORIENTADOR (A)

VOLUNTÁRIOS

BOLSISTAS

Karla Renata Mendes

01

--

Denise Melo
Deywid Wagner De Melo

03
02

---

Deywid Wagner De Melo

01

01

Elias André da Silva

01

01

02

--

VOLUNTÁRIOS

BOLSISTAS

01
02
02

01
---

02
02
01

--01

Elias André da Silva
ORIENTADOR (A)
Ornan Oliveira
Moreno Bonutti
Moreno Bonutti
Ében Silva
José Arnaldo
Alcindo Teles

DISCIPLINA

ORIENTADOR (A)

VOLUNTÁRIOS

BOLSISTAS

Introdução à Clínica Ampliada

Larissa Gabriella de Souza Sá
Luciana Rubia Pereira Rodrigues

01
--

-01

Thayrone Barreto

02

--

Rafael Danyllo da Silva Miguel

--

01

Rafael Danyllo da Silva Miguel

01

--

Miyuki Yamashita
Raimundo Rodrigues de França
Júnior
Marcelo Calazans

01

--

01

--

03

---

Introdução às Práticas Ampliadas:
Habilidades Médicas
Introdução às Práticas Ampliadas:
Anatomia
Introdução às Práticas Ampliadas:
Histologia
Funções Vitais I // Funções
Biológicas I // Crescimento e
Diferenciação Celular
Práticas Ampliadas I - Habilidades

médicas
Práticas Ampliadas I – Anatomia
Funções Biológicas II // Funções
Vitais II
Práticas Ampliadas II: Habilidades
médicas
Práticas Ampliadas II: Anatomia
MEDICINA
Funções Vitais III // Mecanismos
de Agressão e Defesa
Práticas Ampliadas III:
Habilidades Médicas
Práticas Ampliadas III:
Neuroanatomia
Patologia Clínica
Práticas Ampliadas IV: Bases da
Técnica Cirúrgica e Anestesiologia
CURSO

PEDAGOGIA

CURSO

QUÍMICA

CURSO

ZOOTECNIA

DISCIPLINA
Saberes e Metodologias da
Educação Infantil I
Jogos e Brincadeiras
Saberes e Metodologias do Ensino
de História I
Saberes e Metodologias do Ensino
de Geografia II
DISCIPLINA
Físico-Química III
Química Inorgânica I
Transformação da matéria I
Química analítica I
Química e Sociedade
DISCIPLINA
Estatística Experimental
Melhoramento Animal
Nutrição Básica
Gênese e Classificação de Solos
Apicultura e Meliponicultura
Fertilidade dos Solos

Jussara Almeida de O. Baggio
Amanda Karine Barros Ferreira
Rodrigues
Thaysa Kelly Barbosa Vieira
Tomé
Jussara Almeida de Oliveira
Baggio
Aline Cavalcanti de Queiroz
Alysson Wagner Fernandes
Duarte
Franklin Gerônimo Bispo Santos

02

--

01

01

03

--

02

--

01

--

01

--

Carla Santos de Lima

03

--

Rafael Danyllo da Silva Miguel

01

--

Marley Gustavo C.Gonçalves

03

--

Sérgio Lopes da Silva

03

--

VOLUNTÁRIOS

BOLSISTAS

--

01

Fábio Hoffmann Pereira

01

--

Jane Marinho da Silva

02

--

--

01

ORIENTADOR (A)

VOLUNTÁRIOS

BOLSISTAS

Vinícius Del Colle
Rafael Saraiva Nunes
Diógenes Meneses dos Santos
Diógenes Meneses dos Santos
Iara Terra de oliveira

01
01
01
01
01

01
01
-01

ORIENTADOR (A)

VOLUNTÁRIOS

BOLSISTAS

Vítor Visintin Silva de Almeida
Vítor Visintin Silva de Almeida
Maria Josilaine M. dos S. Silva
Cícero Gomes dos Santos
Carolyny Batista Lima
Valdevan Rosendo dos Santos

01
01
-02
02
02

01
-01
----

ORIENTADOR (A)
Fábio Hoffmann Pereira

Jane Marinho da Silva

01

--

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
CAMPUS ARAPIRACA
COORDENAÇÃO DE GRADUAÇÃO
PROGRAMA DE MONITORIA
NORMAS COMPLEMENTARES Nº 02/2022
MONITORIA PARA O SEMESTRE LETIVO 2022.1

ANEXO B – PONTOS DE PROVA E BIBLIOGRAFIA INDICADA
ADMINISTRAÇÃO
DISCIPLINA

Metodologia da
Pesquisa em
Administração

PONTOS DE PROVA
1. Principais elementos envolvidos na
Pesquisa;
2. Como pesquisar: principais fontes e
mecanismos de pesquisa:
2.1 Introdução
2.2 Tema e Problema de pesquisa
2.3 Justificativa
2.4 Objetivos
2.5 Referencial teórico
2.6 Metodologia (questionários,
entrevistas)
2.7 Cronograma e orçamento
2.8 Referências, Anexos e Apêndices.

Teorias
Organizacionais
II

1. Gerações nas Organizações;
2. Terceiro Setor;
3. Teorias organizacionais contemporâneas.

Noções de
Cálculo
Diferencial e
Integral

1. Limites
2. Derivadas
3. Integrais.

Introdução à
Estatística

1. Estatística Descritiva
1.1. Variáveis qualitativas e variáveis
quantitativas
1.1.1. Tabela de Distribuição de Frequência
1.1.2. Representação gráfica para variáveis
qualitativas e quantitativas

BIBLIOGRAFIA INDICADA

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projeto de pesquisa. São Paulo:
Cortez, 2002.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico.
São Paulo: Cortez, 2002.

>>DAVEL, Eduardo, ALCADIPANI, Rafael. Estudos críticos em
administração: a produção brasileira nos anos 1990. São Paulo: RAE,
vol. 43, nº 4, 2003.
>>MARTINS, Michelle Diniz. A decisão organizacional no terceiro
setor: em busca de especificidades. Anais do 23º Encontro Anual da
Associação Brasileira dos Programas de Pós Graduação em
Administração. CD-ROM, Rio de Janeiro, ANPAD, 1999.
>>MORGAN, Gareth. Imagens da Organização. São Paulo: Atlas,
2002, 2ª. edição.
>>PAES DE PAULA, A. P. Teoria Crítica nas
Organizações. São Paulo: Thompson, 2008.
1- ANTON, H., Bivens, I., Davis, S. Cálculo, Volume 1, 10ª edição.
Porto Alegre: Bookman, 2014.
2- BOULOS, P. Cálculo diferencial e integral. Volume 1. São Paulo,
SP: Pearson Education, 1999.
3- STEWART, J. Cálculo, Volume 1, 7ª edição. São Paulo, Cengage
Learning, 2014.
1. ANDERSON, D.R.; SWEENEY, D.J.; WILLIAMS, T.A.; Estatística
Aplicada à Administração e Economia. São Paulo: Cengage
Learning, 2011.
2. BRUNI, A. L. Estatística aplicada à gestão empresarial. São Paulo:
Atlas, 2011.
3. LARSON, R.; FARBER, L. Estatística aplicada. São Paulo: Prentice

1.2. Medidas descritivas
1.2.1. Medidas de posição: Média, Mediana e
Moda
1.2.2. Medidas de dispersão: Amplitude,
Variância, Desvio Padrão e Coeficiente de
variação
2. Amostragem
2.1 Métodos de amostragem probabilística:
simples, estratificada, por conglomerado,
sistemática.
2.2 Métodos de amostragem não
probabilística: quotas, julgamento,
intencional, voluntários

Hall do Brasil, 2004.
4. TRIOLA, M.F. Introdução à Estatística, 9.ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos Editora S.A., 2005. 682p.

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
DISCIPLINA
Microeconomia

PONTOS DE PROVA

BIBLIOGRAFIA INDICADA

1. Teoria do consumidor
2. Teoria da Firma
3. Externalidades
4. Bens Públicos

PINDYCK, Robert; RUBINFELD, DanielL. Microeconomia. São Paulo:
VARIAN, Hal. Microeconomia: Uma abordagem moderna. 8.ed. Rio
de Janeiro: Campus/Elsevier, 2012 Pearson, 2010

Matemática
Financeira e
Análise de
Investimento

1. Juros simples e compostos
2. Equivalência de capitais a juros compostas
3. VPL e TIR
4. Métodos de análise de investimentos

Matemática I

Funções aplicadas à administração pública ·
Derivadas e Integrais aplicadas à
administração pública

>>ASSAF Neto, A. Matemática Financeira e suas aplicações. São
Paulo: Atlas, 2000. SAMANEZ, C.P. Matemática Financeira:
Aplicações à Análise de Investimentos. São Paulo: Makron Books –
1999.
>>VIEIRA SOBRINHO, J.D. Matemática Financeira. São Paulo: Atlas,
1997.
Bibliografia Complementar
>>BARROS, D. M. Matemática Financeira para concursos. 4ª ed. São
Paulo: Rideel, 2012.
>>CASTANHEIRA, N. P. e SERENATO V. S. Matemática Financeira e
Análise Financeira. 1ª ed. (ano 2005), 4ª reimpr./Curitiba: Juruá
2009.
>>FARIA, R.G. Matemática Comercial e Financeira. São Paulo:
Makron Books, 2000.
>>HUMMEL, P. e TASCNNER, M. Análise e Decisão sobre
Financiamento e Investimento. São Paulo: Atlas, São Paulo, 2002.
Larson, R. (2011). Cálculo aplicado. São Paulo. Editora: Cengage
Learning.
https://drive.google.com/file/d/1XBdv84XVTVXf9OeqJg5kYR7esGkZ
_HRd/view?usp=drivesdk

AGRONOMIA
DISCIPLINA

Olericultura I

Gênese e
Classificação de
Solos

PONTOS DE PROVA
Introdução à olericultura. O Universo da
Olericultura. Cultivo de hortaliças em
ambiente protegido.Produção de mudas de
hortaliças.Produção de alface.Produção de
coentro.
1.Fatores de Formação de Solos
2.Processos de Formação de Solos
3. Sistema Brasileiro de Classificação de Solos

BIBLIOGRAFIA INDICADA
FILGUEIRA, F. A. R. Novo manual de olericultura: agrotecnologia
moderna na produção e comercialização de hortaliças. 3. Ed.
Viçosa: UFV, 2007. 421 p.
>>BRADY, N.C.; WEIL, R.R. Elementos da Natureza e Propriedades
dos solos. Tradução Técnica:Igo Fernando Lepsch. 3.Ed. Porto
Alegre: Brookman, 2003. LEPSCH, I. F.19 Lições de Pedologia.
Oficina do texto, 2012. 456p.
>>OLIVEIRA, J. B. Pedologia Aplicada. 3ª Ed. FEALQ, Piracicaba.
2008. 592p.
>>EMBRAPA. Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. Brasília:
Embrapa, 2018. 428p.
>>LEPSCH, I. Formação e Conservação dos Solos. São Paulo: Oficina
de Textos, 2002. 178p.
>>RESENDE, M.; CURI, N.; REZENDE, S.B.; CORRÊA, G.F. Pedologia:
Bases para distinção de ambientes. 3. ed. Viçosa: NEPUT, 1999.

Conservação do
Solo

1.Práticas Conservacionistas
2.Classificação das terras de aptidão agrícola
das terras
3.Processos erosivos

1 – Citologia microbiana: eucariontes e
procariontes
Microbiologia
Agrícola

2 – Metabolismo microbiano
3 – Cultivo de Microrganismos
4 – Microscopia

Fitopatologia I

Tecnologia de
Produtos
Agropecuários I

Botânica Geral

Fisiologia
Vegetal

1 – Importância de doenças de plantas
2 – Conceito de doença, sintomatologia e
diagnose de doenças de plantas
3 – Ciclo de relações planta-patógeno
4 – Fungos fitopatogênicos

1-Conservação de alimentos com uso de frio
2-Conservação de alimentos com uso do
calor

1.Células e tecidos Vegetais
2.Embriogênese Vegetal
3.Morfoanatomia de órgãos vegetais
4.Evolução das Angiospermas
5.Taxonomia e sistemática Vegetal
6.Chaves de identificação

1 - Relações hídricas de plantas;
2 - Fotossíntese;
3- Nutrição Mineral;
4 – Respiração Celular

338P.
>>KIEHL, E. J. Manual de edafologia: relações solo-planta. São
Paulo: Agronomica Ceres, 1979. 262 p.
>>PRADO, H. Pedologia Fácil: Aplicações na agricultura. 2.ed. ver.
Ampl. Piracicaba: H. do Prado, 2008. 145p.
>>PIRES, F.R.; SOUZA, C.M. Práticas mecânicas de conservação do
solo e da água.2.ed. Rev. Ampliada. Viçosa: UFV, 2006. 216p.
>>RESENDE, M.; CURI, N.; REZENDE, S.B.; CORRÊA, G.F. Pedologia:
Bases para distinção de ambientes. 3. ed. Viçosa: NEPUT, 1999.
338P.
>>BRAD, N.C. Natureza e propriedades dos solos. Tradução Antônio
B. Neiva Figueiredo Filho.7ª ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1989.
878p.
>>BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservação do solo. São Paulo:
Ícone, 1990. 355p.
>>LEPSCH, I. Formação e Conservação dos Solos. São Paulo: Oficina
de Textos,2002. 178p.
>>Manual para levantamento utilitário e classificação de terras no
sistema de capacidade de uso. Editores Igo Fernando Lepsch... [et
al.]. – Viçosa, MG: SBCS,2015, 170p.
>>ALFENAS, A. C.; MAFIA, R. G. (ed.). Métodos em Fitopatologia. 2a
ed. Viçosa-MG: Editora UFV, 2016. 516 p.
>>MADIGAN, M. T.; MARTINKO, J. M.; BENDER, K. S.; BUCKLEY, D. H.
et al.Microbiologia de Brock. 14th ed.Artmed, 2016. 1160 p.
>>RIBEIRO, M. C.; SOARES, M. M. S. R. Microbiologia prática Roteiro e manual / bactérias e fungos. SãoPaulo - SP: Atheneu,
2005. 112 p.
>>SILVA FILHO, G. N.; OLIVEIRA, V. L. Microbiologia - Manual de
Aulas Práticas. Florianópolis-SC: Editora UFSC, 2004. 155 p.
>>TORTORA, G. J.; CASE, C. L.; FUNKE, B. R. Microbiologia. 12 th ed.
Porto Alegre - RS: Artmed, 2017. 964 p.
>>ALFENAS, A. C.; MAFIA, R. G. (ed.). Métodos em Fitopatologia. 2a
ed. Viçosa-MG: Editora UFV, 2016. 516 p.
>>AMORIM, L.; BERGAMIN FILHO, A.; REZENDE, J. A. M. (ed.).
Manual de Fitopatologia: Princípios e Conceitos. 5 th ed. São PauloSP: Editora Agronômica Ceres, 2018. 573 p.
>>AMORIM, L.; REZENDE, J. A. M.; BERGAMIN FILHO, A.; CAMARGO,
L. E. A. (ed.). Manual de Fitopatologia: Doenças das Plantas
Cultivadas. 5 ed. São Paulo-SP: Editora Agronômica Ceres, 2016. 810
p.
>>MIZUBUTI, E. S. G.; MAFFIA, L. A. Introdução à Fitopatologia.
Viçosa: Editora UFV, 2006. 190 p. (Cadernos Didáticos.
1-FRANCO, B.D.G.M. e LANDGRAF, M. Microbiologia dos alimentos.
São Paulo: Atheneu, 1996.182p. Acervo: 3587. 6 exemplares.
2-GAVA, A. J. ; SILVA, C. A. B.; FRIAS, J. R. G.; Tecnologia de
Alimentos: princípios e aplicações-São Paulo: Nobel, 2008. Acervo:
38180. 3 exemplares.
>>APPEZZATO-DA-GLÓRIA B., CARMELLO GUERREIRO S. M.
Anatomia Vegetal. Editora UFV 2006
>>RAVEN P. H. et al. Biologia Vegetal. Editora Guanabara Koogan
2007
>>SOUZA, V. C., LORENZI, H. Chave de Identificação para as
principais famílias de Angiospermas nativas e cultivadas do Brasil.
Ed. Instituto Plantarum de Estudos da Flora LTDA. 2007
>>SOUZA, V. C., LORENZI, H. Botânica Sistemática: Guia ilustrado
para identificação das famílias de Angiospermas da flora brasileira.
Ed. Nobel.2005.
Taiz et al, 2017. Fisiologia e Desenvolvimento Vegetal.

Estatística
Básica

População. Amostra. Variável. Tratamento
estatístico. Experimentos aleatórios e
experimentos sistêmicos. Vantagens,
desvantagens e aplicações dos
delineamentos experimentais inteiramente
casualizados, blocos casualizados e quadrado
latino. Medidas de tendência central e
medidas de variabilidade de dados.
Hipóteses estatísticas e tipos de erros em
testes de hipóteses. Teste do qui-quadrado.

Drenagem
Agrícola

Origem da salinidade do solo. Identificação e
classificação dos solos afetados por sais.
Efeitos dos sais nas plantas e sobre o solo.
Recuperação e manejo de solos salinos. Tipos
e espaçamento de drenos. Drenagem
superficial e drenagem subterrânea.
Biodrenagem e controle da salinidade do
solo.

Entomologia
Agrícola I

Morfologia externa, fisiologia e anatomia
internados insetos. Taxonomia e classificação
de insetos

Química Geral

ACE II
Máquinas e
Mecanização
Agrícola
Biologia e
Controle de
Plantas

1.Hidrocarbonetos
2.Compostos orgânicos
3.Isomeria

1.Lei de patentes
2.INPI
1 - Trator agrícola
2 - Máquinas para preparo do solo
3 - Máquinas para semeadura.
1- Biologia das Plantas invasoras.
2- Métodos de controle de plantas
daninhas
3- Herbicidas

>>BEIGUELMAN, B. Curso prático de bioestatística. 5a. Edição
Revisada. Ribeirão Preto, SP: Fundação de Pesquisas Científicas de
Ribeirão Preto, 272p. 2002.
>>BERQUÓ, E.S.; SOUZA, J.M.P. de; GOTLIEB, S.L.D. Bioestatística.
2a. Edição Revista. São Paulo: EPU, 350p. 1981.
>>BUSSAB, W. de O.; MORETTIN, P.A. Estatística básica. 5a. Edição.
São Paulo: Saraiva, 526p. 2002.
>>COSTA, J.R. Técnicas experimentais aplicadas às ciências agrárias.
Seropédica: Embrapa Agrobiologia, 2003. 102p. (Embrapa
Agrobiologia. Documentos, 163).
>>FERREIRA, P.V. Estatística experimental aplicada à agronomia.
Maceió: UFAL/EDUFAL/FUNDEPES, 547p. 2011.
>>BERNARDO, S. Manual de irrigação. 8. ed. Viçosa: UFV, 2006.
625p.
>>DUARTE, S. N.; SILVA, E. F. F. e; MIRANDA, J. H.; MEDEIROS, J. F.
de; COSTA, R. N. T.; GHEYI, H. R. Fundamentos de drenagem
agrícola. Fortaleza, CE: Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia
em Salinidade, 2015. 356p.
>>GHEYI, H. R.; DIAS, N. S.; LACERDA, C. F. de. GOMES FILHO, E.
Manejo da salinidade na agricultura: estudos básicos e aplicados. 2.
ed. Fortaleza, INCT Sal, 2016. 504p.
>>TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. 3. ed. Porto Alegre, RS:
Artmed, 2004. 719p.
>>DIAS, N. S.; GHEYI, H. R.; DUARTE, S. N. Prevenção, manejo e
recuperação dos solos afetados por sais. Piracicaba:
ESALQ/USP/LER, 2003.
>>EMBRAPA. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Manual
de métodos de análise de solo. Rio de Janeiro: Embrapa, 1997.
212p.
>>RICHARDS, L. A. (ed.). Diagnosis and improvement of saline and
alkali soils. Washington D.C.: U.S. Salinity Laboratory. 1954. 160p.
(USDA. Agriculture Handbook, 60)
>>BUZZI, Z. J.; MIYAZAKI, R. D. Entomologia didática. 4. ed. Curitiba:
UFPR, 2002. 347 p.
>>GALLO, D.; et al. . Entomologia Agrícola. FEALQ, São Paulo. 2002.
920p.
1- BRUICE, Paula Yurkanis. Química orgânica. 4. ed. São Paulo:
Person Prentice Hall, c2004.. 2 v. ISBN 8576050048
2- CONSTANTINO, Mauricio Gomes. Química orgânica: curso básico
universitário, volume 1. Rio de Janeiro: LTC, 2008. v. 1 ISBN
9788521615910
3 – MCMURRY, John. Química orgânica. São Paulo: Cengage
Learning, 2011. 2 v. ISBN 9788522110155
4 – SOLOMONS, T. W. Graham. Química orgânica. 9. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., c2009. nv. ISBN
9788521616771
5 - VOLLHARDT, K. Peter C.; SCHORE, Neil Eric. Química orgânica:
estrutura e função. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2004. 1112 p.
ISBN 8536304138
https://www.gov.br/inpi/pt-br
https://www.gov.br/planalto/pt-br
http://www.estante virtual.com.br/afiartestore/luiz-antoniobalastreire-maquinas-agricola s-3212474114?show_suggestion=0

Biologia e Manejo de Plantas Daninhas

ARQUITETURA E URBANISMO
DISCIPLINA

PONTOS DE PROVA

Teoria e História
da Arquitetura,
Arte e cidade II

1.Arquitetura Barroco
2.Estilo Rococó

Desenho
Arquitetônico

1. Normas de Desenho Arquitetônico;
2. Planta baixa, planta de locação e coberta;
3. Cortes e fachadas;
4. Cálculo de telhado;
5. Cálculo de escadas e rampas;

Modelagem
Computacional

Uso da ferramenta Autodesk Revit

Projeto de
Urbanismo II

1. Projeto de intervenção urbanística;
2. Representação gráfica no projeto
urbanístico.

Projeto
Arquitetônico III

Projeto de escola de ensino fundamental

BIBLIOGRAFIA INDICADA
1. HOPKINS, Owen. Arquitetura: Guia visual de estilos
arquitetônicos ocidentais do período clássico até o século XXI. São
Paulo: Publifolha Editora LTDA, 2017. https://drive.google.com/file/
d/1lsq8dFRdzB2xyHQFuLmX3pPeBHpinrs0/view?usp=sharing
2. LIMA, Laura. A Paris Regencial (1715-1723): o renascimento de
uma cidade. Revista Latino-Americana de História, v.2, n.7, 2013.
https://drive.google.com/file/d/1__W_3omcmdMpVN1cND33wEZCtnxTpRQ/view?usp=sharing
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 5984: Norma
geral de Desenho Técnico. Rio de Janeiro, 2004. ________. NBR
16752: Desenho técnico — Requisitos para apresentação em folhas
de desenho. Rio de Janeiro, 2020. ________. NBR 6492:
Documentação técnica para projetos arquitetônicos e urbanísticos Requisitos. Rio de Janeiro, 2021. ________. NBR 16861: Desenho
técnico — Requisitos para representação de linhas e escrita. Rio de
Janeiro, 2020.
PEDROSO, Emmanuel. Introdução ao Desenho Arquitetônico.
Universidade Federal de Juiz de Fora. Disponível em:
<https://www.ufjf.br/rmt1/files/2018/07/A07-e-08_Aula-Desenhoarquitet%C3%B4nico.pdf> Acesso em 06 de out de 2021. GOMES,
Pedro. Desenho Arquitetônico. Instituto Federal de Minas Gerais Ouro Preto, 2012. Disponível em:<
http://redeetec.mec.gov.br/images/stories/pdf/eixo_infra/tec_edifi
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1. SILVA, Arlindo (et al). Desenho técnico moderno. 4 ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2006.
2. SPECK, Henderson J; PEIXOTO, Virgílio V. Manual básico de
desenho técnico. 5 ed. Florianópolis: UFSC, 2009.
3. CAMBIAGHI, Henrique (org). Diretrizes gerais para
intercambialidade de projetos em CAD. São Paulo: Pini, 2002. (CDROM).
4. ______. BIM Cursos. 2014. Disponível em:
<https://www.youtube.com/c/BIMCURSOS/videos> Acesso em: fev,
2021.
5. ______. Layout Arquitetura. 2019. Disponível em:
<https://www.youtube.com/c/LayoutArquitetura/videos> Acesso
em: fev, 2021.
6. VENDRAMINI, Roberta. Roberta Vendramini & professores
convidados. 2011. Disponível em: <
https://www.youtube.com/c/robertavendramini/videos> Acesso
em: fev, 2021.
7. AÉCIO, Demétrio. Time ad cursos. 2011. Disponível em: <https://
www.youtube.com/c/TIMEADCURSOS/videos> Acesso em: fev,
2021.
LAMAS, J. M. R. G. Morfologia urbana e desenho da cidade. 2. ed.
Fundação Calouste Gulbenkian, 1993.
LYNCH, Kevin. A imagem da cidade. Trad. Jefferson Luiz Camargo.
São Paulo: Martins Fontes, 1997.
MASCARÓ, J. L. Infra-estrutura urbana. Porto Alegre: D. C. Luzzatto
Ed., 2005
1. ASSOCIAÇÃO BRASIEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 9050:
Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos
urbanos. Rio de Janeiro: ABNT, 2015.
2. BITTECOURT, Leonardo. Uso das cartas solares: diretrizes para
arquitetos. 4. Ed. Maceió: EDUFAL, 2004.
3. KOWALTOWS, Doris C. C. K. Arquitetura escolar: o projeto do
ambiente de ensino. São Paulo: Oficina de Textos, 2011.
4. SILVA, Mauri Luiz da. Luz, lâmpadas & iluminação. 3. Ed. Rio de

Janeiro: Ciência Moderna, 2004.
5. LAMBERTS, Roberto; DUTRA, Luciano; PEREIRA, Fernando O. R.
Eficiência Energética na Arquitetura. 3. Ed. PROCEL, 2013.
Disponível em:
http://www.labeee.ufsc.br/sites/default/files/apostilas/eficiencia_e
nergética_na_arquitetura.pdf
6. FNDE, Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. Manual
de orientações técnicas v1: Seleção de terrenos para edificações
escolares e implantação de obras. FNDE: Brasília, 2017. Disponível
em: https://www.fnde.gov.br/programas/proinfancia/areas-paragestores/manuais Acesso em: out, 2021.
7. FNDE, Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. Manual
de orientações técnicas v2: elaboração de projetos de edificações
escolares - educação infantil. FNDE: Brasília, 2017. Disponível em:
https://www.fnde.gov.br/programas/proinfancia/areas-paragestores/manuais Acesso em: out, 2021.
8. FNDE, Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. Manual
de orientações técnicas v3: elaboração de projetos de edificações
escolares – ensino fundamental (em desenvolvimento). Disponível
em: https://www.fnde.gov.br/programas/proinfancia/areas-paragestores/manuais Acesso em: out, 2021.
9. FNDE, Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. Manual
de orientações técnicas v7: mobiliário e equipamento escolar educação infantil. FNDE: Brasília, 2017. Disponível em:
https://www.fnde.gov.br/programas/proinfancia/areas-paragestores/manuais Acesso em: out, 2021.
10. ME, Ministério de Educação. Fundo Nacional de
Desenvolvimento da Educação FNDE – PROINFÂNCIA: projetos
arquitetônicos para construção.
https://www.gov.br/fnde/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-eprogramas/programas/proinfancia Acesso em: out, 2021.
11. BROWN, G. Z.; DEKAY, M. Sol, vento e luz: estratégias para o
projeto de arquitetura. Porto Alegre: Bookman, 2004.
12. CHING, Francis D. K.; ONOUYE, Barry S.; ZUBERBUHLER, Douglas.
Sistemas estruturais ilustrados: padrões, sistemas e projeto. Porto
Alegre: Bookman, 2010.
13. ENGEL, Heino. Sistemas de estructuras. Barcelona: Gustavo Gili,
2001.
14. FROTA, Anésia B; SCHIFFER, Sueli R. Manual de conforto
térmico. 7. ed. São Paulo: Nobel, 2003.
15. NEUFERT, Ernst. Arte de projetar em arquitetura: princípios,
normas, regulamentos sobre projeto, construções, forma,
necessidades e relações espaciais, dimensões de edifícios,
ambientes, mobiliário, objetos. 17. Ed. Barcelona: Gustavo Gilli,
2004.

CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO
DISCIPLINA
Sistemas
Operacionais

PONTOS DE PROVA
1. Arquiteturas de Sistemas Operacionais
2. Gerenciamento de processos
3. Gerenciamento de memória
4. Gerenciamento de entrada e saída

1. Simplificação de circuitos lógicos: Álgebra
Booleana, Mapa
Circuitos e
de Karnaugh
Sistemas Digitais
2. Circuitos lógicos combinacionais
3. Circuitos lógicos sequenciais

BIBLIOGRAFIA INDICADA
1. TANENBAUM, A. S. Sistemas Operacionais Modernos. 3. ed.
Pearson, 2009.
2. SILBERSCHATZ, G.. Sistemas Operacionais - Conceitos. PrenticeHall, 5a. Ed., 2000.
1. TOCCI, R. J , WIDMER N. S., MOSSO, G. L., MARTINS C. S.; Sistemas
Digitais - Princípios e Aplicações
2. FLOYD, T. L., Sistemas digitais: fundamentos e aplicações.
3. PATTERSON, D. A. & HENNESSY, J. L.. Computer Organization and
Design – The Hardware/Software Interface. Terceira Edição, Morgan
Kaufmann.

1. O sistema de computação - Memoria Cache, 1. STALLINGS, W. Arquitetura e Organização de Computadores – 8ª

Organização e
Arquitetura de
Computadores

Programação
Orientada a
Objetos

Memória Interna
2. A unidade central de processamento - A
unidade de lógica e aritmética
3. A unidade central de processamento Conjunto de Instruções
4. Computadores com um Conjunto Reduzido
de Instruções(RISC) - MIPS
1. Conceitos de Abstração de Dados; 2. Classes
e Objetos;
3. Encapsulamento;
4. Herança e Polimorfismo;
5. Princípios SOLID;
6. Padrões de Projetos Estratégia, Observer,
Adapter e Factory Method

Paradigmas de 1. Paradigmas Imperativo;
Linguagens de 2. Paradigma Orientado a Objetos;
Programação 3. Paradigma funcional

1. Lógica Proposicional: sintaxe, semântica,
tableau analítico e
Lógica Aplicada à dedução natural
Computação 2. Lógica de Predicados: sintaxe, semântica, e
dedução natural
Computação
Gráfica

1. Transformações Geométricas 2D
2. Transformações Geométricas 3D

Metodologia
Científica para 1. Fundamentos da metodologia científica
2. Trabalhos científicos
Ciência da
Computação

1. Conjuntos;
Fundamentos de 2. Equações;
Matemática 3. Funções;
4. Trigonometria

Estatística e
Probabilidade

1. Estatística Descritiva;
2. Distribuições de Probabilidade
Discretas e Contínuas;

Edição, São Paulo, Prentice Hall, 2005
2. TANENBAUM, A. S. Organização estruturada de computadores. 4.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
3. PATTERSON, D. A. & HENNESSY, J. L.. Computer Organization and
Design – The Hardware/Software Interface. Terceira Edição, Morgan
Kaufmann.
1. DEITEL, Harvey M. Java como programar. 6. e.d. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2005. 1110 p. ISBN 8576050196.
2. ARNOLD, Ken; GOSLING, James; HOLMES, David. A linguagem de
programação Java. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. 799 p. ISBN
9788560031641.
3. GAMMA, Erich; HELM, Richard; JOHNSON, Ralph; VLISSIDES, John.
Padrões de projeto: soluções reutilizáveis de software orientado a
objetos. Porto Alegre, RS: Bookman, 2005. 364 p.
1. SEBESTA, Robert W; . Conceitos de linguagens de programação.
Tradução José Carlos Barbosa dos Santos. 5. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2003. 638 p. ISBN 8536301716.
2. TUCKER, Allen B; NOONAN, Robert E; MARQUES, Eduardo;
FERNANDES, Márcio Merino. Linguagens de programação: princípios e
paradigmas. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2008. 599 p. ISBN
9788577260447.
3. SEBESTA, R. Conceitos de Linguagens de Programação. 9. ed.
Bookman, 2011. ISBN 9780136073475.
1. SOARES, F. S. C. da S. et al. Lógica para Computação. Ed Thomson.
2. SOUZA, J. N. de. Lógica para Ciência da Computação. Ed Campus,
2002.
3. Vídeos:
https://www.youtube.com/channel/UCza4e67iyixf3isI1wbnmhg
1. AZEVEDO E.; CONCI A.. Computação Gráfica: Teoria e Prática.
Elsevier, 2003.
2. FOLEY, J. et al. Computer graphics : principles and practice.2. ed.
Reading, MA: Addison-Wesley, 1997.
1. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos
de metodologia científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 297 p.
2. VOLPATO, Gilson L. Dicas para redação científica. 3. ed. São Paulo:
Cultura Acadêmica, 2010. 152 p.
3. VOLPATO, Gilson L. O Método Lógico para Redação Científica. Rev
Eletron de Comun Inf Inov Saúde (RECIIS), 9(1) , 2015.
BOULOS, P. Introdução ao cálculo. Rio de Janeiro: Edgard Blucher,
1974. 3 v. ISBN 8521202172.
BOULOS, P. Pré-cálculo. São Paulo: Pearson Makron Books, c2001. x,
101 p. ISBN 9788534612210.
IEZZI, G.; MURAKAMI, C. Fundamentos de matemática elementar, 1:
conjuntos e funções. 8. ed. São Paulo: Atual, 2004. 374 p. ISBN
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IEZZI, G. Fundamentos de matemática elementar, 3: trigonometria. 8.
ed. São Paulo: Atual, 2004. 312 p. ISBN 8535704574.
IEZZI, G. Fundamentos de matemática elementar, 6: complexos,
polinômios, equações. 7. ed. São Paulo: Atual, 2004. 250 p. ISBN
8525705481.
CARMO, M. P. do; MORGADO, A. C.; WAGNER, E. Trigonometria
números complexos. 3. ed. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de
Matemática, 2005. ISBN 8585818085.
GERSTING, J. L. Fundamentos matemáticos para a ciência da
computação: um tratamento moderno de matemática discreta. 5. ed.
Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 2004. 597 p.
ISBN 8521614227.
LARSON, Ron; FARBER, Betsy. Estatística aplicada . 2. ed. São Paulo:
Pearson education/Prentice hall, 2004. 476 p.
MEYER, Paul L. Probabilidade: aplicações à estatística. 2. ed. Rio de

Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A, 1983. 426 p.
WALPOLE, Ronald E et al. Probabilidade & estatística : para engenharia
e ciências. 8. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2009. 491 p.
1. RUSSEL, S. e NORVIG, P.. Artificial Intelligence - A Modern
1. Sistemas Especialistas; 2. Redes Neurais
Approach, 2nd edition. Prentice Hall, 2003.
Diretas; 3. Introdução à Sistemas Multiagentes;
2. LUGER, G. F.. Inteligência Artificial, Bookman, 4ed, 2004.
4. RBC; 5. Aprendizagem por Reforço.
3. HAYKIN, S., Redes Neurais: Princípios e Prática, Bookman, 2002.
3. Intervalo de Confiança;
4. Testes de Hipótese para Uma Amostra

Inteligência
Artificial

CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
DISCIPLINA

Química Geral

Metodologia
Científica I

Ecologia e Meio
Ambiente

Conservação e
Manejo de
Recursos
Naturais

PONTOS DE PROVA
Estrutura atômica
Ligações químicas
Interações intermoleculares
Ácidos, bases e sais
Cinética Química
Equilíbrio Químico

1 – Estudo científicos
2 – Como elaborar projeto de pesquisa e
tipos de projeto
3 – Normas ABNT
4 - Plágio

1. Ecologia, evolução e o Método Científico;
2. Adaptações a ambientes aquáticos,
terrestres e variáveis;
3. Climas, solos, biomas terrestres e
aquáticos;
4. Ecologia dos organismos;
5. Interações entre espécies;
6. Estrutura e sucessão da comunidade
1. Biologia da Conservação
2. Unidades de Conservação
3. Movimento de energia e de
elementos nos ecossistemas

Biologia Celular
e Molecular

Moléculas e macromoléculas, uso de energia
nas
células, fluxo de informação gênica, estrutura
e
função de proteínas, membranas (estrutura e
função), sistema de endomembranas e
endereçamento de proteínas, mitocôndrias e
cloroplastos, comunicação celular e
transdução
de sinal, o ciclo da divisão celular, câncer.

Prática de
Ciências

Aspectos históricos do Ensino de Ciências; A
situação do ensino de Ciências e Biologia na
realidade educacional brasileira; Práticas de
Ciências a serem desenvolvidas no 6o ano, 7o
ano, 8o ano e 9o ano; Parâmetros
Curriculares Nacionais; Diretrizes Curriculares
Nacionais.

BIBLIOGRAFIA INDICADA
ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química: questionando a vida
moderna e o meio ambiente. Porto Alegre: Bookman, 2001.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15287:
informação e documentação: projeto de pesquisa: apresentação.
Rio de Janeiro: ABNT, 2005. 6p.
BASTOS, L. da R., et al. Manual para elaboração de projetos e
relatórios de pesquisas, teses, dissertações e monografias. 6a ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2004. 222p.
CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A. e SILVA, R. Metodologia científica. 6a
ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009. 162p.
FACHIN, O. Fundamentos de metodologia. 3. ed. São Paulo: Saraiva,
2001.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. Metodologia do trabalho
científico. São Paulo: Atlas, 1995. 222p.
RICKLEFS, R. E. 2003. A economia da natureza. – 5a ed. – Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan.
ODUM, E. P. 1988. Ecología. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
BEGON, M. #E_COMERCIAL# HARPER, J. 2006. Fundamentos em
ecologia. -2a ed. – São Paulo: Artmed.
CAPRA, F. 1997. A teia da vida: uma nova compreensão científica
dos sistemas vivos. Rio de Janeiro: Cultrix.
DAJOZ, R. 2005. Princípios da ecologia. 7a ed. São Paulo: Artmed.
PRIMACK, R.B.; RODRIGUES, E. Biologia da Conservação. São Paulo:
Planta, 2001
RICKLEFS, R. E. 2003. A economia da natureza. – 5a ed. – Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan.
ALBERTS, B.; BRAY, D.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, R. &amp;
WATSON, J.D. Biologia molecular da célula. 5. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2010. xxxv, 1268 p.
ALBERTS, Bruce. Fundamentos da biologia celular. 2. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2006. xxi, 740, [102] p.
CARVALHO, Hernandes F; COLLARES- BUZATO, Carla Beatriz ((org.)).
Células: uma abordagem multidisciplinar. Barueri: Manole, c2005.
xv, 450 p.
DE ROBERTIS, E. M. Bases da biologia celular e molecular. 4a ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan. 2006.
GRIFFITHS, A. J. F.; SUZUKI, D. J.; MILLER, J. H.; LEWONTIN, R. C.
Introdução à genética. 7a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
2002.
ALVES, Rubem. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e suas
regras. 21ed. São Paulo ; ed. Brasiliense, 1995.
BIZZO, N. Graves erros de conceitos em livros didáticos de ciências.
Ciência Hoje, São Paulo, v. 21, n. 121, p.26-35, jun/1996.
BOUVET, J. et. al. Tem mesmo ferro no espinafre? São Paulo : Ática,
1998.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros

Fundamentos
da Sistemática e
da Filogenética

Escolas taxonômicas; Categorias
taxonômicas;
Forma e agrupamentos taxonômicos;
Semelhanças compartilhadas; Filogenias;
Cladogramas; Classificação filogenéticas;
Taxonomia numérica; Os cinco reinos.

Genética Geral

Genética Mendeliana
Variação Cromossômica
Determinação do Sexo

curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino
fundamental: introdução aos parâmetros curriculares nacionais /
Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília : MEC/SEF,
1998. 174 p.
CANIATO, Rodolfo. Com ciência na educação. Campinas-SP :
Papirus, 1987.
CACHAPUZ, Antônio. A necessária renovação do ensino de ciências.
1. ed. São Paulo: Cortez, 2005.
CAMPOS, Maria C. da C. Didática de Ciências: o ensino
aprendizagem como investigação. 1. ed. São Paulo: FTD, 1999.
CARVALHO, L. M. Para que ensinar Ciências no mundo
contemporâneo? Atas do I Encontro de Formação Continuada de
Professores de Ciências. Campinas, 1997. In: CUNHA, C. A .L. e
AMORIM, A. C. R. (editores). Campinas-SP : UNICAMP, 1998. p. 2947
KRASILCHIK, Myriam. O professor e o currículo de Ciências. 4. ed.
São Paulo: EPU, 2006. Diretrizes Curriculares Nacionais.
AMORIM, D. S. Fundamentos de sistemática filogenética. São Paulo:
Holos, 2002.
HICKMAN, C. P.; ROBERTS, L. S. &amp; LARSON, A. Princípios
integrados de zoologia. 11 a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2004.
MARGULIS, L. &amp; SCHWARTZ, K. V. (2001). Cinco reinos: um guia
ilustrado dos filos de vida na terra. –3a ed. – Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan.
PAPAVERO, N. Fundamentos práticos de taxonomia zoológica. 2 a
ed. 1994.
1- PIERCE, BENJANMIN. 2004. Genética – Um Enfoque Conceitual 3ª Ed. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro.
2- GRIFFITHS, A. J.; LEWONTIN, R. C.; WESSLER, S. R.; CARROLL S. B.
2006. Introdução a Genética. 8ª edição. Editora Guanabara Koogan

EDUCAÇÃO FÍSICA
DISCIPLINA

Metodologia do
Ensino da
Ginástica para
Todos

Pesquisa em
Educação Física

PONTOS DE PROVA

1.Características da Ginástica para todos.
2.Escolas ginásticas: francesa, sueca e alemã
3.Metodologia do ensino da Ginástica

1. O método científico contemporâneo:
hipotético-dedutivo, falseamento e verdade
científica provisória
2. Os diversos paradigmas científicos e a
pesquisa em educação física
3. Métodos de pesquisa em educação física

Metodologia do
Ensino dos
Esportes I

1. Cultura Corporal e o ensino dos esportes
2. Reflexão pedagógica
3. Princípios curriculares para o trato com o
conhecimento
4. Ciclos de escolarização

BIBLIOGRAFIA INDICADA
AYOUB, Eliana. Ginástica geral e educação física escolar. Campinas,
SP: UNICAMP, 2004. 136 p. ISBN 8526806297 : (Broch.)
Classificação: 796.41 A979g Ac.17644
SOARES, Carmen Lucia et al. (...). Metodologia do ensino de
educação física. São Paulo: Cortez, 1992.
PARAÍSO, Cristina de Souza. O trato com o conhecimento da
ginástica na escola: contribuições para uma proposta pedagógica
pautada na abordagem crítico-superadora da educação física. 2015.
Tese (Doutorado em Educação) –Faculdade de Educação,
Universidade Federal da Bahia, Salvador. Disponível
em:<https://repositorio.ufba.br/ri/bitstream/ri/23457/1/Tese
%20de%20Doutorado-CRISTINA%20SOUZA%20PARAISO.pdf>
CRESWELL, J. W. Investigação qualitativa e projeto de pesquisa:
escolhendo entre cinco abordagens. 3. ed. Porto Alegre: Penso,
2014. V. 13.
KUHN, T. S. A estrutura das revoluções científicas. 12. ed. São Paulo:
Perspectiva, 2013.
MARCONI, M.; LAKATOS, E. Fundamentos de metodologia científica.
[S.l.]: [s.n.], 2003.
THOMAS, J. R.; NELSON, J. K.; SILVERMAN, S. J. Métodos de
pesquisa em atividade física. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012.
COLETIVO DE AUTORES. A educação física no currículo escolar:
desenvolvimento da aptidão física oureflexão sobre a cultura
corporal. In: COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do ensino da
educação física. 2.ed. São Paulo: Cortez, 2012. p. 23-46.
COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do ensino da educação física:

Metodologia do
Ensino das Lutas

1.Diferenciação entre luta, arte marcial,
sistemas de combate e esportes de combate;
2.Transformação cultural das artes marciais
ao longo da história.
3.Estratégias teórico-metodológicas para o
ensino das artes marciais e esportes de
combate nas aulas de educação física.

a questão da organização do conhecimento e sua abordagem
metodológica. In: COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do ensino
da educação física. 2.ed. São Paulo: Cortez, 2012. p. 59-92
GAMA, C. N., PRATES, A. C. Currículo e trato com o conhecimento:
contribuições à luz da pedagogia histórico-crítica e da abordagem
crítico-superadora. Gesto Debate. vol. 19, n. 05, p. 57-83, jun. 2020.
COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do ensino da educação física.
2.ed. São Paulo: Cortez, 2012.
DARIDO, Suraya C.; RANGEL, Irene C. A. (orgs.) Educação física na
escolar: implicações para a prática pedagógica. 2 ed. Guanabara
Koogan, 2005.
NEIRA, Marcos G.; NUNES, Mário L. F. Pedagogia da cultura
corporal: críticas e alternativas. 2 ed. Phorte Editora, 2000.
REID, Howard; CROUCHER, Michael. O caminho do guerreiro: O
paradoxo das artes marciais. São Paulo: Cultrix, s.d.
WHITEHEAD, Margaret (org). Letramento corporal: atividades físicas
e esportivas para toda a vida. Porto Alegre: Penso, 2019.

ENFERMAGEM
DISCIPLINA

PONTOS DE PROVA

Saúde da
Criança e
Cuidados de
Enfermagem I

Processo de crescimento e
desenvolvimento infanto-juvenil;
antropometria pediátrica e exame físico do
recém-nascido

Processos de
Agressão e
Defesa do
Organismo
Humano,
integrados a
Farmacologia
//
Morfofisiologia
Humana II
integrada à
Bioquímica e
Processos
Patológicos
Gerais

1. Imunidade Inata e Adaptativa
2. Características gerais de bactérias, vírus e
fungos
3. Morfofisiologia do Sistema Circulatório
4. Morfofisiologia do Sistema Respiratório
5. Morfofisiologia do Sistema Digestório

Processo de
Enfermagem e
procedimentos
do cuidado

Módulos de
Saúde da
Mulher

1.Feridas
2.Sondas
3.Oxigenoterapia
4.Higiene corporal
5.Administração de medicamentos

- Atuação do Enfermeiro no Planejamento
reprodutivo;
- Atuação do Enfermeiro em Ginecologia\
Prevenção e Diagnóstico;
- Atuação do Enfermeiro no serviço de pré-

BIBLIOGRAFIA INDICADA
1. HOCKENBERRY, Marilyn J.; WILSON, David. Wong, fundamentos
de enfermagem pediátrica. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
2. FUJIMORI, E; OHARA, C.V.S. Enfermagem e a saúde da criança na
atenção básica. 85 Barueri/SP: Editora Manole, 2009.
3. SATANA, João C.; KIPPER, Délio J., FIORE, Renata W. Semiologia
Pediátrica. Porto Alegre: Artmed, 2002.
4. SCHIMTZ, E. M. A enfermagem em pediatria e puericultura. São
Paulo: Atheneu, 2000.
1.DÂNGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlo Américo. Anatomia
humana básica. São Paulo: Atheneu, 2006. ISBN 8573790709.
2. JUNQUEIRA, Luiz C., CARNEIRO, José. Histologia Básica - Texto &
Atlas, 13a edição. Guanabara Koogan, 2017.
3.SIlVERTON, D. Fisiologia Humana. Uma abordagem Integrada. 7
ed. Artmed, 2017

1. BRUNNER, Lilian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith; SMELTZER,
Suzanne C; BARE, Brenda G; HINKLE, Janice L.; CHEEVER, Kerry H.
Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 13. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2015.
2. PORTO, Celmo Celeno. Exame Clínico: Bases para a prática
médica. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
3. PORTO, Celmo Celeno. Semiologia Médica. 5. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005.
4. CARPENITO-MOYET, Lynda Juall. Manual de diagnósticos de
enfermagem. 11. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
5. CARPENITO-MOYET, Lynda Juall. Diagnósticos de enf
- Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Atenção Básica. Saúde sexual e saúde
reprodutiva /Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde,
Departamento de Atenção Básica. 1. ed., 1. reimpr. – Brasília:
Ministério da Saúde, 2013.

natal;
- Mecanismo do parto;
- Fases clínicas do trabalho de
parto;
- Assistência de Enfermagem ao parto
natural;
- Assistência de Enfermagem à mulher no
puerpério.

Módulos de
Saúde do adulto

1: Sistematização da assistência de
enfermagem ao paciente com trauma crânioencefálico;
2: Sistematização da assistência de
enfermagem ao paciente com queimaduras
3: Sistematização da assistência de
enfermagem ao paciente com insuficiência
renal crônica;
4. Segurança do paciente;
6. Vigilância epidemiológica.
7. Enfermagem perioperatória

- Brasil. Ministério da Saúde. Protocolos da Atenção Básica: Saúde
das Mulheres / Ministério da Saúde, Instituto SírioLibanês de Ensino
e Pesquisa – Brasília: Ministério da Saúde, 2016.
-Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Atenção Básica. Controle dos cânceres do
colo do útero e da mama / Ministério da Saúde, Secretaria de
Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – 2. ed.
–Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2013.
- Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento deAtenção Básica. Atenção ao pré-natal de baixo
risco / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Editora do Ministério
da Saúde, 2012.
- Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Pré-natal e
Puerpério: atenção qualificada e humanizada - manual
ténico/Ministério da Saúde – Brasília; ed. Brasília-DF: MS, 2006. NEME, B. Obstetrícia básica. São Paulo, Sarvier, 2005.
- REZENDE, J. Obstetrícia. 12a ed., Guanabara Koogan, 2008. - Ricci,
S. Enfermagem MaternoNeonatal e Saúde da Mulher. Guanabara
Koogan, 2008
Bibliografia: Smeltzer, S.C; Bare, B.G, Hinkle, J.L; Cheever , K.H.
Tratado de enfermagem médico- cirúrgica. 13ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2015.
ROUQUAYROL, M. Z.; GURGEL, M. Epidemiologia & saúde. 8 ed. Rio
de Janeiro: Medbook, 2017.

FÍSICA
DISCIPLINA

PONTOS DE PROVA

BIBLIOGRAFIA INDICADA

Fundamentos
de Física I

Movimento em duas e três dimensões. Leis
de Newton e suas aplicações. Conservação
de energia mecânica.

Fundamentos
de Física III

Carga Elétrica e Campo Elétrico.
Lei de Gauss.
Magnetismo.

>>Fundamentos de Física-Halliday e Resnick-10ªEd-Jearl WalkerVolume 1-Mecânica
>>Física para cientistas e engenheiros- Paul Tipler e Gene Mosca6ªEd-Volume 1-Mecânica
>>Fundamentos de Física- Halliday e Resnick-10ªEd-Jearl WalkerVolume 3-Eletromagnetismo
>>Sears e Zemansky , 2004.
FÍSICA 3 – Young e Freedman – 10ª Ed. PEARSON.
>>Fundamentos de Física-Halliday e Resnick-10ªEd-Jearl WalkerVolume IV-Mecânica
>>Sears, Zemansky. Física IV. Editora Pearson.
Física IV-Ótica e Física Moderna-14ª Ed.2016-Freedman, Roger A.;
Young, Hugh.

Fundamentos
de Física IV

Ondas Eletromagnéticas: Natureza e
propagação.
Fenômenos Ondulatórios: Interferência e
Difração.
A natureza Ondulatória das Partículas.

LETRAS
DISCIPLINA
Práticas de
Ensino de
Literatura de
Língua
Portuguesa

PONTOS DE PROVA
A escolarização da literatura. Estratégias
metodológicas de ensino da literatura.

BIBLIOGRAFIA INDICADA
CANDIDO, Antonio. Na sala de aula: caderno de análise literária. São
Paulo: Ática, 1985. (Fundamentos, 1)
COLOMER, Teresa. Andar entre livros: a leitura literária na escola.
São Paulo: Global, 2007.
COMPAGNON, Antoine. Literatura para quê?. Tradução Laura
Taddei Brandini. Belo Horizonte: UFMG, 2012.
COSSON, Rildo. Letramento literário: teoria e prática. São Paulo:

Contexto, 2021.
DALVI, Maria Amélia; REZENDE, Neide Luiza de; FELEIROS-JOVER,
Rita (org.). Leitura de literatura na escola. São Paulo: Parábola,
2013.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Base Nacional Comum Curricular.
Brasília, 2018.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Orientações curriculares para o ensino
médio: linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília: Secretaria
de Educação Básica, 2008.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Parâmetros curriculares nacionais:
língua portuguesa. Brasília: Secretaria de Educação Fundamental,
1997. v. 2.
LIBRAS

Linguística do
Texto e do
Discurso

Semântica e
Pragmática de
Língua
Portuguesa

Leitura e
Produção de
Gêneros
Acadêmicos

Práticas de
Ensino de
Língua
Portuguesa

Perguntas teóricas sobre a bibliografia
indicada; Apresentação básica em Libras.

1. Gêneros textuais, Intergenericidade e
Heterogeneidade Tipológica
2. Análise de discurso: AD (Pecheutiana) e
ADC

1. A investigação do significado: Semântica e
Pragmática;
2. Os atos de fala: linguagem e ação,
condições de felicidades, atos performativos,
atos locucionário, ilocucionário e
perlocucionário.
1. O fazer científico e a universidade
2. Gêneros acadêmicos: circulação e critérios
de usos
3. Normas acadêmicas gerais: Princípios e
parâmetros para o fazer acadêmico-científico
1. Encaminhamentos práticos do ciclo
docente:
métodos para a atuação no ensino de Língua
Portuguesa no Ensino Fundamental;
efetivação
dos planejamentos; regências simuladas
(microaulas) como aporte para a prática; e o
papel
da avaliação nessas atividades.

GESSER, Audrei, LIBRAS? Que língua é essa? Crenças e preconceitos
em torno da língua de sinais e da realidade surda. São Paulo,
Parábola Editorial, 2009.
BATISTA JR, José Ribamar Lopes,SATO, Denise Tamaê Borges, MELO,
Iran Ferreira de. Análise de discurso crítica: para linguistas e não
linguistas. São Paulo: Parábola, 2018
FLORÊNCIO, Ana Maria et al. Análise do discurso: fundamentos e
prática. Maceió: EDUFAL, 2009
Koch, I.G.V; ELIAS, V. M. Ler e compreender: os sentidos do texto.
São Paulo: Contexto, 2007.
_____. Ler e escrever: estratégias de produção textual. São Paulo:
Contexto, 2009.
BATISTA, Ronaldo de Oliveira. Introdução à Pragmática: a linguagem
e seu uso. São Paulo: Universidade Presbiteriana Mackenzie, 2012.
CANÇADO, Márcia. Manual de Semântica: noções básicas e
exercícios. São Paulo: Contexto, 2013.
FERRAREZI JR.,Celso, Semântica. São Paulo: Parábola, 2019.
TAVARES, Roseanne (org.). Linguagem em uso. Maceió: EDUFAL,
2009
CAMARA Jr. Joaquim Mattoso. Manual de expressão oral e escrita.
22ª Ed. Petrópolis: Vozes, 2003.
GARCIA, Othon Moacyr. Comunicação em prosa moderna. 22ª Ed.
Rio de Janeiro: FGV, 2002.
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane; ABRE-TARDELLI, Lília
Santos. Resenha. São Paulo: Parábola, 2004.
SALOMON, Délcio Vieira. Como se faz uma monografia. Belo
Horizonte, MG: Martins Fontes, 1994.
ANTUNES, I. Aula de Português: encontro e interação. São Paulo.
Parábola. 2005.
ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de
línguas sem pedras no caminho. São Paulo. Parábola. 2007.
GERALDI, João Wanderley. Linguagem e ensino: exercícios de
militância e divulgação. Campinas, SP: Mercado das Letras, 1996.
KRAMER, Sônia; OSWALD, Maria Luiza. Didática da linguagem:
ensinar a ensinar ou ler e escrever? Campinas: Papirus, 2001.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. Cortez, 1994.

MATEMÁTICA
DISCIPLINA

Cálculo II

Cálculo IV

PONTOS DE PROVA
1)Métodos de integração;
2) Aplicações da integral: Áreas, volumes e
Comprimentos;
3) Coordenadas polares;
4) Integrais impróprias;
5) Sequências e séries numéricas.
1) Teorema de Green,

BIBLIOGRAFIA INDICADA

STEWART, James. Cálculo volume 1 e 2.5a edição.
Cengage Learning.2006.
STEWART, James. Cálculo: volume 2. 8a ed. SÃO PAULO: Cengage

2) Teorema de Stokes
3) Teorema do Divergente.

Laboratório de
Ensino e
Aprendizagem I

Geometria
Euclidiana II

Pré-Cálculo

Álgebra Linear

Prova didática: Geometria Plana; Geometria
Espacial; Funções.
1) Teorema de Euller para poliedros
convexos.
2) Volumes e áreas
3) Sólidos de revolução
4) Teorema de Pappus
1) Funções do segundo grau;
2) Função exponencial;
3) Função logarítmica;
4) Funções trigonométricas;
5) Inequações.

Learning, 2016.
Leithold, O Cálculo com Geometria Analítica, Vol. II, 3a Edição,
Harbra 1994.
IEZZI, Gelson. Fundamentos de Matemática Elementar, Volume 1,
Funções. São Paulo: Editora Atual, 8a Edição, 2004;
IEZZI, Gelson. Fundamentos de Matemática Elementar, Volume 9,
Funções. São Paulo: Editora Atual, 8a Edição, 2004;
IEZZI, Gelson. Fundamentos de Matemática Elementar, Volume 10,
Funções. São Paulo: Editora Atual, 8a Edição, 2004.
IEZZI, Gelson. Fundamentos de Matemática
Elementar, Volume 10. São Paulo: Editora Atual, 8a
Edição, 2004;
ÁVILA, Geraldo. Introdução ao cálculo. Rio de Janeiro.
Livro Técnicos e Científicos Editora S.A.
Boulos, Paulo. Introdução ao cálculo. Rio de Janeiro:
Edgard Blucher, 1974.
CALLIOLI, Carlos A. Álgebra Linear e Aplicações.
7a edição. Atual.1990.
LIPSCHUTZ, Seymour. Álgebra Linear. 3a edição. Makron
Books.1994.
STEINBRUCH, Alfredo & WINTERLE, Paulo. Álgebra Linear. 2a
edição. Makron Books.1987.

1) Espaços e Subespaços Vetoriais
2) Base e Dimensão
3) Transformações Lineares
4) Autovalores e Autovetores
5) Produto Interno

MEDICINA
DISCIPLINA

PONTOS DE PROVA

BIBLIOGRAFIA INDICADA

Introdução à
Clínica
Ampliada

Clínica Ampliada.
Atenção Primária à saúde.
Princípios da Medicina de família e
Comunidade.
Método Clínico Centrado na Pessoa.
Territorialização e diagnóstico territorial em
saúde.

BRASIL. Ministério da saúde. Secretaria de Atenção à saúde. Clínica
ampliada e compartilhada. Brasília: Ministério da
saúde,2009.64 p.
GUSSO, Gustavo; LOPES, José MC, DIAS, Lêda C. Tratado de
Medicina de Família e Comunidade: Princípios, Formação e Prática.
Porto Alegre: ARTMED, 2019, 2388 p

Introdução às
Práticas
Ampliadas:
Habilidades
Médicas

Bases da técnica semiológica; Anamnese;
Exame
físico dos sistemas.

Introdução às
Práticas
Ampliadas:
Anatomia

Anatomia da pelve e do períneo; Anatomia
do
fígado e da vesícula biliar; Anatomia da boca
e da
faringe.

Introdução às
Práticas
Ampliadas:
Histologia

Histologia do Tecido Epitelial; Histologia do
Tecido Conjuntivo; Histologia do Fígado e do
Pâncreas

Funções Vitais
I // Funções
Biológicas I //
Crescimento e
Diferenciação
Celular

-Filtração glomerular; regulação da
osmolaridade; produção e ação dos
hormônios tireoidianos e hormônios
pancreáticos; formação, crescimento e
remodelamento ósseo; células sanguíneas:
produção e funções; ponto de controle do
ciclo celular; agressão, degeneração e morte
celular; princípio da carcinogênese e
angiogênese; processo de formação de
metástase.

BICKLEY, L. S. Bates – Propedêutica Médica. 11ª edição. Guanabara
Koogan, 2015.
PORTO, C. C. Semiologia Médica. Semiologia Médica - 7ª Edição.
Guanabara Koogan, 2013.
MOORE, K. L.; DALEY II, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 7ª
edição. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 2014

JUNQUEIRA, LC; CARNEIRO, J. Histologia básica. 12. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2013

BRASILEIRO FILHO, G. Bogliolo - Patologia. 8ª ed. Rio de Janeiro:
Gen, Guanabara Koogan, 2011.
GUYTON, A. C.; HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 12ª ed., Rio
de Janeiro, Elsevier, 2012.
SILVERTHORN, D. U. Fisiologia Humana: Uma abordagem integrada.
5ª Ed., Artmed, Porto Alegre, 2010.

Práticas
Ampliadas I Habilidades
médicas

Práticas
Ampliadas I –
Anatomia
Humana

Funções
Biológicas II //
Funções Vitais II

Práticas
Ampliadas II:
Habilidades
médicas

Práticas
Ampliadas II:
Anatomia

Funções Vitais
III //
Mecanismos de
Agressão e
Defesa

Práticas
Ampliadas III:
Habilidades
Médicas

1) Semiologia do aparelho locomotor
2) Semiologia do aparelho urinário
3) Semiologia da cabeça, pescoço e
Linfonodos

1. Anatomia do membro superior;
2. Anatomia do membro inferior;
3. Plexos Nervosos

Fisiologia
cardiovascular;
hemostasia
sanguínea;
hipertensão arterial sistêmica; dislipidemias;
trombose;
anti-hipertensivos;
hipolipemiantes;
e
anticoagulantes.
Fisiologia respiratória; inflamação; asma;
broncodilatadores;
anti-inflamatórios;
sinapses;
insônia; hipnóticos e sedativos.
Cardíaco e Respiratório

1. Morfologia externa e interna do coração;
2. Anatomia da Laringe;
3. Anatomia da Medula espinal

1. Infecção por Staphylococcus,
Streptococcus
e Mycobacterium tuberculosis
2. Esquistossomose;
3. Doença de Chagas.
Exame Neurológico:
-Estado mental: Nível de consciência e sinais
meníngeos;
-Exames dos Pares cranianos. Motricidade:
Força
muscular, Reflexos, e Tônus Muscular;
-Sensibilidade, Coordenação Motora,
Marchas e
Equilíbrio;
Exame Ginecológico:
-Anamnese Ginecológica e Ciclo menstrual;
Anamnese e Exame Físico das Mamas. Exame
da
Genitália Externa e Distopias. Exame
especular e
Coleta de citologia e Toque Vaginal;
Exame Obstétrico:
-Anamnese Obstétrica. Exame Físico
Obstétrico.

PORTO, C. C. Semiologia Médica. 8a edição, Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2019.
BICKLEY, L. S. Bates – Propedêutica Médica. 12a edição. Guanabara
Koogan, 2018
Anatomia Orientada para a Clínica. Moore, Keith L. 7a edição. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
Prometheus: Atlas de Anatomia –Sistema Locomotor. Schünke,
Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. 2a edição. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2013
Sobotta. Anatomia Geral e Sistema Muscular. Editora Guanabara
Koogan. 23ª Ed. Rio de Janeiro 2012.
Cinesiologia Clínica e Anatomia. Lippert, L.S. Editora Guanabara
Koogan, 5a Ed. Rio de Janeiro, 2013
GOODMAN; GILMAN. As bases farmacológicas da terapêutica. 11ª
ed., Rio de Janeiro, McGraw-Hill Interamericana do Brasil, 2006.
GOLAN, D.E., TASHJIAN, A.H., ARMSTRONG, E.J., ARMSTRONG, A.W.
Princípios de Farmacologia: A Base Fisiopatológica da
Farmacoterapia. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
SILVERTHORN, D. U. Fisiologia Humana: Uma abordagem
integrada. 5ª Ed., Artmed, Porto Alegre, 2010

PORTO, C. C. Semiologia Médica. 8a edição, Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2019.
BICKLEY, L. S. Bates – Propedêutica Médica. 12a edição. Guanabara
Koogan, 2018.
Anatomia Orientada para a Clínica. Moore, Keith L. 7a edição. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
Anatomia Texto e Atlas – Esplancnologia Fritsch, Helga e Kuhmel,
Wolfgang.. 9a edição. Artmed, 2008.
Sobotta. Atlas de Anatomia Humana: Órgãos internos. Editora
Guanabara Koogan. 23ª Ed. Rio de Janeiro 2012.
Neuroanatomia Funcional. Angelo Machado. 3ª edição. Atheneu,
2013
NEVES, D. P. Parasitologia Humana. 12ª Ed. Rio de Janeiro: Atheneu,
2011.
MURRAY, P. R., ROSENTHAL, K. S.; PFALLER, M. A. Microbiologia
Médica. 7ª Ed. Elsevier: Rio de Janeiro, 2014.
TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R; CASE, Christine L.
Microbiologia. 10. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012
BEREK, Jonathan S. Berek & Novak: tratado
de ginecologia. 14 ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara
Koogan, 2014.
MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa; REZENDE FILHO, Jorge de.
Rezende - Fundamentos de obstetrícia. 12. ed. Rio de Janeiro, RJ:
Guanabara Koogan, 2013.
PORTO, C. C. Semiologia Médica. Oitava edição, Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2019

Práticas
Ampliadas III:
Neuroanatomia

Patologia Clínica

Práticas
Ampliadas IV:
Bases da
Técnica
Cirúrgica e
Anestesiologia

1. Anatomia do diencéfalo;
2. Núcleos da base;
3. Grandes vias aferentes gerais

MACHADO, Ângelo B. M. Neuroanatomia funcional. 2 ed. São Paulo:
Atheneu Editora, 2007.

Introdução a patologia clínica; fases do
laboratório clínico: pré-analítica, analítica,
pós
analítica; estatística básica aplicada ao
laboratório clínico; uso racional de exames
laboratoriais; erros em laboratório clínico;
variáveis pré- analíticas; coleta de sangue
venoso; coleta de urina; princípios
metodológicos em patologia clínica.
1. Pré/pós-operatório
2. Infecção em cirurgia
3. Antissepsia e assepsia
4. Resposta metabólica ao trauma
5. Biologia da Cicatrização
6. Anestésicos Locais
7. Anestesia Geral

Henry's Clinical Diagnosis and Management by
Laboratory Methods 24th Edition

Tratado de anestesiologia SAESP.

PEDAGOGIA
DISCIPLINA

PONTOS DE PROVA

Saberes e
Metodologias
da Educação
Infantil I

1. Currículo para a Educação Infantil
2. Documentos curriculares para a Educação
Infantil no Brasil
3. Campos de Experiência na Educação
Infantil
4. Múltiplas linguagens expressivas e
comunicativas
5. Avaliação na educação infantil

Jogos e
Brincadeiras

1 – Brincar como experiência de cultura
2 – Desenvolvimento humano pela

BIBLIOGRAFIA INDICADA
NASCIMENTO, Anelise Monteiro do. Currículo e práticas
pedagógicas na educação infantil. Revista Criança do Professor de
Educação Infantil, Brasília, n. 43, p. 14-17, ago. 2007. Disponível
em:
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Educinf/revista43.pdf
BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação
Básica. Resolução CNE/CEB 05, de 17de dezembro de 2009. Fixa as
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil.
Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?
option=com_docman&view=download&alias=2298-rceb00509&category_slug=dezembro-2009-pdf&Itemid=30192.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular.
Brasília: MEC, 2017. Disponível em:
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/.
PEREIRA, Fábio Hoffmann. Campos de Experiência e a BNCC: Um
olhar crítico. Revista Zero-A-Seis, Florianópolis, v. 22, n. 41, jan-jun
2020, pp. 73-89. Disponível em:
https://periodicos.ufsc.br/index.php/zeroseis/article/view/19804512.2020v22n41p73.
PEIXOTO, Maria Cristina dos Santos; AZEVEDO, Leny Cristina Soares
Souza. Entrelaçando diferentes linguagens na educação infantil:
reflexões e práticas. In: UNESP; UNIVESP. Caderno de formação 08
(Formação de professores). Volume 3 – Educação Infantil:
Princípios e Fundamentos. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2011, pp.
75-90. Disponível em:
https://acervodigital.unesp.br/bitstream/unesp/337954/1/cadernoformacao-pedagogia_8.pdf.
PINAZZA, Mônica Appezzato; FOCHI, Paulo Sérgio.Documentação
Pedagógica: observar, registrar e (re)criar significados. Revista
Linhas. Florianópolis, v. 19, n. 40, p. 184-199, maio-ago 2018.
Disponível em:
http://www.revistas.udesc.br/index.php/linhas/article/view/19847
23819402018184/pdf.
BROUGÈRE, Gilles. O papel do brinquedo na impregnação cultural
da criança. In: BROUGÈRE, Gilles. Brinquedo e Cultura. São Paulo:

Cortez, 2010.Disponível em:https://drive.google.com/drive/folders/
1VPOmFwGkPbjCkYX2ZfTEAqtu6cSrIgkE
CERIZARA, Ana Beatriz. De como o Papai do Céu, o Coelhinho da
Páscoa, os anjos e o Papai Noel foram viver juntos no céu. In:
KISHIMOTO, Tizuko Morchida. O brincar e suas teorias. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 1998, pp. 123-138.Disponível em:
https://drive.google.com/drive/folders/1VPOmFwGkPbjCkYX2ZfTEA
qtu6cSrIgkE
TIRIBA, Léa. Educação infantil como direito e alegria. LAPLAGE em
Revista, Sorocaba, v. 3, n. 1, jan. abr. 2017, pp.72-86. Disponível
(alternativamente) em:
https://drive.google.com/drive/folders/1VPOmFwGkPbjCkYX2ZfTEA
qtu6cSrIgkE
BRASIL. PCN: história, geografia. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro051.pdf.

brincadeira
3 – Brincar na Educação Infantil

Saberes e
Metodologias
do Ensino de
História I

Saberes e
Metodologias
do Ensino de
Geografia II

1. Caracterização do ensino de história
2. História no ensino fundamental

SUERTEGARAY, Dirce Maria Antunes; ROSSATO, Maíra Suertegaray.
Natureza: concepções no ensino fundamental de Geografia, p. 153164. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?
option=com_docman&view=download&alias=7838-2011-geografiacapa-pdf&category_slug=abril-2011-pdf&Itemid=30192.
CALLAI, Helena Copetti. A geografia ensina: os desafios deuma
educação geográfica, p. 15-37. Disponível em:
http://nepeg.com/newnepeg/wp-content/uploads/2014/04/LIVROFORMA%C3%87%C3%83O-DE-PROFESSORES-CONTE%C3%9ADOS-EMETODOLOGIAS-NO-ENSINO-DE-GEOGRAFIA-2010.pdf.
MELLO, Márcia Cristina de Oliveira Uma aproximação à didática do
ensino de Geografia. Disponível em: https://acervodigital.unesp.br/
bitstream/123456789/47174/1/u1_d22_v9_t01.pdf

1. Ensino fundamental e a Geografia
2. Ensino de Geografia: planejamento e
avaliação

QUÍMICA
DISCIPLINA
Físico química III

PONTOS DE PROVA
1. Gases
2. Termodinâmica
3. Cinética Química

Química
Inorgânica I

Ligações químicas, ácidos e bases, química de
coordenação

Transformação
da matéria I

Forças intermoleculares e
interatômicas; Soluções aquosas: aspectos
qualitativos e quantitativos

Química
analítica I

Equilíbrios iônicos; Dissociação eletrolítica;
Equilíbrio e Volumetria ácido-base

Química e
Sociedade

Química e sociedade: a função da química na
sociedade contemporânea e a influência do
meio social na produção da química.

BIBLIOGRAFIA INDICADA
Peter Atkins e Julio de Paula, Volume 1, 2017.
LEE, J.D., Química Inorgânica não tão Concisa, 3ª edição, Editora
Edgard Blücher ltda, 1999, p. 409-411.
SHRIVER, D.F.; ATKINS, P.W. Química Inorgânica. Porto Alegre:
Bookman,. 2003
BROWN, T. L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, B. E.; BURDGE, J. R. Química:
a Ciência Central, 9a ed. São Paulo: Pearson-Prentice Hall, 2005.
KOTZ, J. C.; TREICHEL JR, P. M., Química Geral e Reações Químicas.
vls 1 e 2, 5a. ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005
FERREIRA, L. H.; HARTWIG, D. R.; GIBIN, G. B.; OLIVEIRA, R.
C. . Contém Química: pensar, fazer e aprender com experimentos.
São Carlos: Pedro & João
Harris, D. C. Análise Química Quantitativa. 6 ed. Rio de Janeiro: LTC,
2005.
SKOOG, D. A.; WEST, D. M.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S.
R. Fundamentos de Química Analítica. São Paulo: Pioneira, 2006;
VOGEL, A. I. Química Analítica Qualitativa, 5a ed. São Paulo: Mestre
Jou, 1981;
KING J. Análise Qualitativa: Reações, Separações e Experiências. Rio
de Janeiro: Interamericana, 1981.
SANTOS, W. L. P.; AULER, D. CTS e Educação Científica: Desafios,
Tendências e Resultados de Pesquisa. Brasília: Editora da UNB,
2011.

Química e tecnologia: mudanças no modo de
vida originadas do conhecimento químico.

SANTOS, W. L.; SCHNETZLER, R. P. Educação em Química:
compromisso com a cidadania. 4ª. Ed. Ijuí: Ed. Unijuí, 2014.

ZOOTECNIA
DISCIPLINA

PONTOS DE PROVA

Estatística
Experimental

Delineamentos: DIC, DBC e DQL

Melhoramento
Animal

Frequência Gênica; Ação gênica;
Herdabilidade; Seleção pelo desempenho;
Endogamia e Consanguinidade.

Nutrição Básica

1-Anatomia do trato gastrintestinal de aves e
bovinos
2-Digestão de carboidratos e proteínas em
aves e bovinos

Gênese e
Classificação de
Solos

1.Fatores de Formação de Solos
2.Processos de Formação de Solos
3.Sistema Brasileiro de Classificação de Solos

Apicultura e
Meliponicultura

1-Anatomia e fisiologia das abelhas
2-Produtos das abelhas
3-Comunicação e comportamento das
abelhas
4-Organização social da colmeia
5-Instalações e povoamento das abelhas

BIBLIOGRAFIA INDICADA
GOMES, F. P. Curso de estatística experimental. 14ª edição, Livraria
Nobel S.A.: São Paulo, 2000. 475 p.
BANZATTO, D. A.; KRONKA, S. N. Experimentação agrícola. FUNESP:
Jaboticabal, 1989. 249 p.
RIBEIRO JÚNIOR, J. I. Análises estatísticas no Excel – guia prático.
Editora UFV: Viçosa, 2004. 249 p.
-GIANNONI, M. A. et al. Genética e elhoramento de Rebanhos nos
Trópicos. 1. ed. Jaboticabal. 1983.
-GIANNONI, M. A. et al. Genética e Melhoramento de Rebanhos nos
Trópicos. Questões e exercícios. 5 ed. Jaboticabal. 686. Lavras,
1986.
-PEREIRA, J. C. C. Melhoramento Genético Aplicado à Produção
Animal. 3.ed. Belo Horizonte: FEPMVZ Editora,2012.
-Almeida e Silva, M. Conceitos de Genética Quantitativa e de
Populações Aplicados ao Melhoramento Genético Animal. Belo
Horizonte: FEPMVZ Editora, 2009.
-BRIQUET JÚNIOR, R. Melhoramento Genético Animal. São Paulo,
Editora Melhoramentos, 1967.
-FALCONER, D.S. Introdução à Genética Quantitativa. Trad.
Martinho A. Silva. Editora UFV Publicações, 1987.
FRANDSON, R.D. Anatomia e fisiologia dos animais domésticos. 7ª
ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
REECE, W. Dukes, Fisiologia dos Animais Domésticos. 12.ed. Rio de
Janeiro:Guanabara Koogan, 2006.
LEPSCH, I. F.19 Lições de Pedologia. Oficina do texto, 2012. 456p.
OLIVEIRA, J. B. Pedologia Aplicada. 3ª Ed. FEALQ, Piracicaba. 2008.
592p. EMBRAPA. Sistema Brasileiro de Classificação de Solos.
Brasília: Embrapa, 2018. 428p.
LEPSCH, I. Formação e Conservação dos Solos. São Paulo: Oficina de
Textos, 2002. 178p.
RESENDE, M.; CURI, N.; REZENDE, S.B.; CORRÊA, G.F. Pedologia:
Bases para distinção de ambientes. 3. ed. Viçosa: NEPUT, 1999.
338P.
KIEHL, E. J. Manual de edafologia: relações solo-planta. São Paulo:
Agronomica Ceres, 1979. 262 p.
ABRAMSON, C.I.; AQUINO, I.S. Atlas de Microscopia Eletrônica da
Abelha Africanizada “Assassina” (Apis mellifera L.): uma seleção de
fotografias para o público em geral. Campina Grande: Artexpress,
2002. 155 p.
-CAMARGO, J. M. F. Manual de Apicultura. São Paulo: Ed.
Agronômica Ceres, 1972. Crane, E. O Livro do Mel. São Paulo: Nobel
, 1983.
-FREITAS, B.M. A Vida das Abelhas. Fortaleza: Craveiro & Craveiro.
1999. (Livro em CDRom).
-FREITAS, B.M.; OLIVEIRA-FILHO, J.H. Criação Racional de
Mamangavas: para polinização em áreas agrícolas. Fortaleza: Banco
do Nordeste. 2001. 96p.
-HOOPER, T. Guia do Apicultor. São Paulo: Europa-América, 1981.
-MUXFELT, H. Apicultura para Todos. Porto Alegre: Sulina, 1982.
-NOGUEIRA-NETO, P. Vida e Criação de Abelhas Indígenas Sem
Ferrão. São Paulo:Nogueirapis, 1997. 446p.
WIESE, H. (Org.) Apicultura: Novos Tempos. Guaíba: Agrolivros. 2
ed. 2005, 378p.

Fertilidade dos
Solos

1 - Leis da fertilidade;
2 - Amostragem de solo para fins de
fertilidade;
3 - Acidez e calagem;
4 - Nitrogênio, fósforo e potássio.

NOVAIS, R.F.; ALVAREZ V, V.H.; BARROS, N.F.; FONTES, R.L.F.;
CANTARUTTI, R.B.; NEVES, J.C.L. Fertilidade do solo. Sociedade
Brasileira de Ciência do Solo. 1 ed. Viçosa, 2007. 1017p.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
CAMPUS ARAPIRACA
COORDENAÇÃO DE GRADUAÇÃO
PROGRAMA DE MONITORIA
NORMAS COMPLEMENTARES Nº 02/2022
MONITORIA PARA O SEMESTRE LETIVO 2022.1

ANEXO C – LINKS PARA FORMULÁRIOS DE INSCRIÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

https://forms.gle/UQyS7mNp4c4DFuHY9

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

https://forms.gle/58wn5U79AtcXKKzA9

AGRONOMIA

https://forms.gle/PusEqohqRhSsNyiMA

ARQUITETURA E URBANISMO

https://forms.gle/7H713u2dqCxv6c518

CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

https://forms.gle/vCQNa888P3p7RjJR9

CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

https://forms.gle/ceXUAdP9fRHdyjY36

EDUCAÇÃO FÍSICA

https://forms.gle/2pJVkvwnNg9htoVRA

ENFERMAGEM

https://forms.gle/pvA7RkfbneH2qTK16

FÍSICA

https://forms.gle/CUCgtDX7Bo9b7BZw9

LETRAS

https://forms.gle/r3hFBjdmhAfCV2tc9

MATEMÁTICA

https://forms.gle/c4JrtokJko2Pb6oy5

MEDICINA

https://forms.gle/Qt4izM2bd5vXyhSi8

PEDAGOGIA

https://forms.gle/kiSStdmiugcP9BWm9

QUÍMICA

https://forms.gle/qw8Ei9JERcLbcdgB7

ZOOTECNIA

https://forms.gle/ahZK6edUxSv6H3d17