Reunião 01.2020 - com cursos

ATA DA REUNIÃO DA DIREÇÃO ACADÊMICA DO CAMPUS ARAPIRACA COM OS COORDENADORES DOS CURSO DE GRADUAÇÃO DO CAMPUS E UNIDADES PARA APRECIAÇÃO DA PROPOSTA DE ATIVIDADES ESPECIAIS (PAE) NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UFAL, OCORRIDA EM 29/05/2020

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                    ATA DA REUNIÃO DA DIREÇÃO ACADÊMICA DO CAMPUS ARAPIRACA COM OS COORDENADORES DOS
CURSO DE GRADUAÇÃO DO CAMPUS E UNIDADES PARA APRECIAÇÃO DA PROPOSTA DE ATIVIDADES
ESPECIAIS (PAE) NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UFAL, OCORRIDA EM 29/05/2020.
Às 16(dezesseis) horas do dia 29 (vinte e nove) de maio de 2020 (dois mil e vinte), teve início uma
reunião envolvendo a Direção Acadêmica do Campus Arapiraca e as coordenações de cursos de
graduação do Campus (sede e unidades educacionais). Inicialmente, o Diretor Acadêmico, professor
Elthon procedeu a abertura da reunião dando as boas-vindas a todo, e fez algumas sugestões para
otimizar o tempo da reunião e produtividade: usar o chat apenas para inscrições; habilitar o microfone
apenas quando tiver direito a fala; deixar a câmera sempre desabilitada, a não ser que deseje usá-la
enquanto estiver falando; obedecer o tempo estipulado de 02 minutos (1º ponto) e 03minutos (2º
ponto); limitar-se ao ponto que estiver sendo tratado na reunião; não repetir posicionamentos; a
concordância seria expressa em voto; as sugestões seriam o anotadas pelos mediadores, no chat ou
enviadas por e-mail. Caso alguma sugestão não fosse posta em votação, o responsável pela sugestão
poderia habilitar o microfone e chamar a atenção do mediador. Informou também que a reunião seria
gravada e que os servidores técnicos administrativos Cledja Almeida e Marcius Oliveira estariam
encarregados de fazer anotações sobre a reunião e controlar as falas, no momento das inscrições. As
16:20, houve a chamada para verificação do quórum, procedida pelo servidor Marcius oliveira que a
fez citando as secretarias e os respectivos cursos nelas existentes. Verificando-se, então a presença de
36 participantes que representavam a maioria dos cursos do Campus e unidades. A partir de então,
começaram-se os trabalhos oficialmente: o professor Elthon apresentou os dois pontos a serem
discutidos naquela ocasião: PONTO 1 - Proposta de ações acadêmicas do Campus e das unidades de
pandemia/COVID-19; PONTO 2 - Posicionamento do Campus em relação à minuta sobre o Programa de
Atividades Especiais (PAE) nos cursos de graduação da UFAL, e, na sequência, fez algumas proposições:
sugeriu que o foco principal fossem as defesas dos TCCs, priorizando os estudantes matriculados nos
últimos períodos ou matricula vínculo. No da oferta de disciplinas, que essas sejam totalmente
teóricas, desde que haja a devida capacitação para uso do AVA e das TICs. Também falou sobre a
progressão funcional docente. Soube que há uma lei que proíbe progressões funcionais durante a
pandemia. Caso não exista proibição, visto que a extensão tem pontuação maior no barema, atribuir
60% para extensão e 40% para ensino/orientação de TCC que os docentes se programassem para
realizar, por exemplo, 02 minicursos(extensão) e 06 orientações de TCC, no mínimo, para alcançar um
conceito bem na avaliação. As discussões tiveram início, passando a fala para as coordenações de
curso, obedecendo a ordem alfabética do nome dos cursos. Inicialmente, falou a professora Maria
Amélia, de Administração que informou ter chamado uma conversa com os possíveis concluintes em
2020 e dessa conversa, obteve que 15 estão formados, fez um estudo para identificar os que estão
aptos, fez reunião por web conferência, para sensibilização dos alunos para a necessidade se
dedicarem a finalizar conclusão nesse período de isolamento, no total, 64 alunos estão aptos. Desses,
14 já apresentaram TCC e aguardam colação de grau, restando 50 alunos concluírem e apresentarem o
TCC, sendo que 09 alunos ainda estão sem matricula vínculo e sem orientação. Houve uma reunião do
colegiado para discutir a minuta elaborada pela PROGRAD e ficou acertado que só ofertariam
disciplinas teóricas e por professores que que dominem o AVA e as TICs. Em consulta aos discentes
para saber se teriam condições de assistirem as aulas online, apenas 07 disseram não ter condições
para tal. O professor Acúrcio, coordenador de Administração Pública, informou que o referido curso
realizou reunião do colegiado, recentemente, para analisar a minuta e verificar as situações pendentes.
Segundo ele, o direcionamento sugerido é semelhante ao do curso de Administração. Fizeram o
levantamento dos alunos com pendências e verificaram a existência de 40 alunos necessitando concluir
TCC e disciplinas complementares. Informou que estão se ajustando dentro do curso com o intuito de
realizar as orientações e auxiliar os discentes, no que for possível, para que concluam o curso o quanto
antes. O coordenador do curso de Arquitetura, professor Edler, informou que o curso só conseguiu se
reunir no dia 29, por que nos anteriores estavam sem condições e em solidariedade à professora Beth,
que perdeu sua mãe recentemente, a também professora Yasmim, que foi vítima do COVID-19. Nessa
reunião, foi discutido PAE. Ele informou que o curso já oferta minicursos e orientações e defesas de TCC
e pretende continuar essas atividades e sem ofertar disciplinas on-line. Ele explicou que a maioria das
disciplinas do curso de Arquitetura tem a necessidade de realização de atividades práticas, necessita da
realização de visitas as comunidades as e orientação presencial, inviabilizando a oferta de disciplinas

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não presenciais. O coordenador de Agronomia, professor André Galvão, por sua vez, disse que na
reunião do colegiado do curso foi consenso que concordam com a minuta, mesmo sabendo que essas
atividades só teriam validades após o retorno. Disse, também, que pretendem continuar ofertando
conteúdos complementares e orientações de TCC, no entanto, alertaram para a questão de que alguns
do curso não dispõem de acesso à internet. O professor Ricardo Afonso, do curso de Ciência da
Computação reportou que o colegiado do curso concorda em trabalhar com os cursos de atividades
complementares, não obrigatórias, resolver os problemas de TCC e um abacaxi que jogaram no colo
dos coordenadores dos cursos, que são os alunos reintegrados. Foi criada matricula nova para esses
alunos e sequer foi definida qual a matriz a qual eles pertencem. A professora Maria Aliete,
coordenadora de Ciências Biológicas de Arapiraca, informou que o curso já está trabalhando com os
TCCs e apertando os alunos para que concluam: “Neste semestre estamos com os alunos do 7º
período, e orientando os alunos do 8º período do ano passado de forma remota”. Ela informou
também que o colegiado é a favor da minuta, desde que não sejam trabalhadas disciplinas eletivas ou
obrigatórias, visto que vai contra o PPC do curso, pois, a maioria de suas disciplinas tem atividades
práticas dentro de seu programa. Também frisou a preocupação do curso em relação aos alunos com o
fato de que Arapiraca dispõe de internet de péssima qualidade e que isso pode atrapalhar as
atividades. A vice coordenadora do curso de Ciências Biológicas da unidade de Penedo, professora Ana
Paula Silva informou que o colegiado se reuniu para avaliar a minuta e discorda do que está posto
nesse documento pois os membros do colegiado entendem que é necessário realizar uma
reformulação e que haja a participação de representantes de toda a comunidade acadêmica na
elaboração desse documento. Informou que os professores estão orientando os TCCs dos alunos que
estariam cursando o 8º período neste semestre e outros que já estão no percentual para conclusão.
Sugeriu também que, se essa minuta for aprovada, sejam realizadas capacitações direcionadas a alunos
e professores que ainda não se sentem familiarizados com o AVA e as TICs, para que possam então
começar as atividades. Outra sugestão é que seja feito um levantamento das necessidades dos alunos
em relação ao acesso à internet e a qualidade dessa internet para que elas possam assistir essas aulas.
Ela também informou que o curso tem uma grande carga horária de disciplinas práticas e precisariam
se organizar no sentido de ofertar apenas disciplinas teóricas. O coordenador de Educação Física,
professor Bruno Giudicelli informou que o colegiado se posicionou contrário à minuta do jeito que ela
está. Não são contrários ao ensino remoto, mas entendem que precisa de um estudo aprofundado
sobre o ensino remoto, com a opinião de pessoas ligadas a EAD e estudiosos da área. Também
questionaram a situação do calendário acadêmico, se ele haveria sincronização desse calendário com
todas as unidades acadêmicas, a precarização do ensino, a comparação entre docentes e cursos; como
ficará a desigualdade de professores e discentes em relação ao acesso à internet e o acesso para alunos
deficientes. A professora Janaína Pereira, coordenadora do curso de Enfermagem, falou que o curso
está com forte demanda de pesquisa, de apoio aos profissionais de saúde, tem a demanda dos
serviços, tem deixado o curso muito envolvido com o momento atual. O colegiado entendeu que não
há condições de enfrentar as aulas remotas, com a matriz curricular ainda em mudança, além da
grande quantidade atividades práticas presenciais que o curso exige. Informou, ainda, que estão
realizando mini cursos, tiveram a semana de enfermagem e estão orientando os TCCs, montando
cursos para a rede de saúde, entre outros. Dando continuidade as falas, o professor Luciano Amorim,
do curso de Engenharia de pesca disse que não teve como realizar reunião com o corpo docente
porque todos estavam empenhados em cursos e mini cursos que irão até dia 29 de junho. Seu
sentimento é que há a necessidade de fazer um estudo conjunto entre os cursos para saber as
condições de alunos e professor, quais disciplinas poderiam ser ministradas online. Se isso não for feito
isso agora, poderemos ter problemas no futuro. Esse evento on-line da unidade de penedo, tem sido
muito importante. A seguir a professora Ana Christiano, Coordenadora do Curso de Engenharia de
Produção, informou que levou a minuta para análise do colegiado do curso e que os membros não
aceitam um cronograma fixo por entenderem que o tempo estipulado para a organização das
atividades está muito apertado. Disse que o curso já tem um cronograma de orientações e defesas de
TCCs organizado, com defesas marcadas para o mês de julho, sendo que só poderão agilizar aqueles
cujas visitas e as pesquisa já foram concluídas e os que são teóricos. Informou também que Engenharia
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de Produção está participando do evento promovido pela unidade, e, paralelamente, está realizando
cursos de nivelamento das disciplinas nas quais os alunos tem mais dificuldades, tem cursos já
inseridos no moodle e está organizando outras atividades dessa natureza. Na próxima semana irá
realizar um levantamento individual por aluno para saber sobre suas condições de acessibilidade para
assistir às aulas online. Uma preocupação externado pela professora Ana Christiano foi em relação aos
estágios probatórios dos professores do curso, visto que Engenharia de produção tem em seu quadro
05 professores nessa situação. Em seguida, foi passada a fala para a professora Lidiane Omena,
Coordenadora do curso de Física, que iniciou sua fala informando que o curso está fazendo
levantamento dos alunos com acesso internet, quais são os alunos concluintes, quais as atividades que
o alunado gostaria de ver nesse momento. Muitos alunos se interessaram por disciplinas eletivas e os
concluintes por disciplina do final do curso, pois muitos tem reprovações que precisam sanar para se
formar. Ofertar nivelamento de Matemática Básica e de Introdução a Física. Professor Samuel já vem
trabalhando junto aos alunos, de forma voluntária, esse tipo de nivelamento. O curso de se mostrou a
favor da minuta e acredita que pode ofertar disciplinas que possam favorecer os discentes. Professor
Emerson reforçou a fala da professora Lidiane. Professora Eliane Oliveira foi a próxima a se pronunciar,
representando o curso de Letras (Língua Portuguesa). Ela, inicialmente, reportou que o colegiado do
curso se reuniu e discutiu não só a minuta, mas, também, a forma como chegar até os alunos nesse
momento. Informou sobre estarem priorizando as orientações especialmente daqueles alunos que já
cumpriram todos os créditos, faltando só o TCC. Também estão realizando ações que, de certa forma
vão ao encontro da minuta; criaram um perfil numa rede, no qual estão com ações pontuais como lives
com convidados, bate papos, vídeos falando de Linguística, Literatura e também deste momento em
que estamos vivendo. A professora Eliane informou ainda que o curso de Letras tem dois minicursos
organizados e que não sabem qual plataforma usar porque tem que se pensar que a maioria dos
alunos acessam as atividades apenas pelo celular. Relatou também que a Associação Brasileira de
linguística, ABRALIN, está com um evento online, e que estão incentivando os alunos a participarem
como ouvintes, assim como a publicarem seus trabalhos nesse evento. Alegou estarem tentando
levantar o número de alunos que têm acesso à internet e, inclusive, junto aos calouros. O colegiado do
curso é a favor da minuta desde que se tenha a garantia de que as ações chegarão a todo todos os
alunos, não só em relação ao acesso tecnologia, mas também às pessoas com deficiência. Em sua fala o
professor Moreno Bonutti, coordenador do curso de Matemática informou que grande parte do corpo
docente do curso de Matemática e contrário a uma volta presencial nesse momento, por diversos
motivos, concorda em parte com a minuta e a proposta segue em linha com a sugestão da Direção
Acadêmica que é ter um foco nos possíveis formandos e, nos moldes da minuta, ter um
acompanhamento semestral. Para diminuir o dano causado, ofertar duas disciplinas por período,
sendo: 02 no primeiro, 02 no terceiro e 02 no sétimo período. Além disso, os professores Rinaldo e
Alcindo, em parceria com o professor Isnaldo, do Instituto de Matemática de Maceió, estão ofertando
um curso de LaTeX. Basicamente, decidiram acatar a minuta com ressalvas porque tem muito o que ser
corrigido ali que precisa ser discutida quando Amauri apresentar a nova versão. Além disso fizerem um
levantamento estatístico dos alunos e verificaram que tiveram 158 alunos matriculados. Foi feito um
questionário e conseguiram que 126 alunos respondessem neste semestre. Do total de alunos
matriculados, 20 estão apenas na dependência do TCC para se formarem. Esses foram orientados a não
responder ao questionário. Os dados foram bons em prol do ensino remoto, 96% deles disseram que
tem acesso à internet em suas residências. Apenas 04 disseram não ter internet. 80% responderam
que a conexão de internet é, ao menos regular. Outro dado importante é que mais de 98% dos alunos
querem que seja realizado alguma atividade no período quarentena. Das atividades, o curso colocou
atividades extracurriculares (palestras, curso, minicursos, mesas redondas) e também as disciplinar
obrigatórias do curso, que os alunos também apontaram interesse nessas disciplinas. Para finalizar,
para eles fica um pouco mais fácil trabalhar nesse período de oito semanas porque a matemática já
trabalha assim. Grande parta das seleções mestrado e doutorados da matemática são feitas em cursos
com carga horária de 60 a 80 horas, nos chamados cursos de verão. Nesse momento o curso de
Medicina ainda não tinha representantes presentes na reunião e foi passada a palavra para o professor
Marcelo Karloni, representante do Núcleo de Estudos Humanísticos Transdisciplinares-NEHT, iniciou
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sua fala desejando que todos estivessem bem e se solidarizando com as professoras Beth e Betânia, de
Arquitetura e Pedagogia respectivamente, pela perda recente de suas mães, ambas vitimadas pelo
COVID-19. Depois ele continuou sua fala, chamando a atenção para a questão da tolerância em relação
as tecnologias. Segundo o professor Karloni, somos tolerantes entres nós, mas nem sempre
exercitamos essa tolerância com os alunos”, pois muitos não têm acesso à internet. Ele continuou
dizendo que os professores do NEHT se reuniram recentemente e são favoráveis a resolução, mas com
algumas restrições: questões de natureza pedagógica e de acesso, que serão encaminhadas mais
detalhadamente em documento que será enviado a PROGRAD, com cópias para a Direção Acadêmica e
COGRAD. Ele reforçou as falas que o antecederam, frisando alguns aspectos que considerou
importantes: o retrabalho, que terão que preparar atividades diferenciadas para atender alunos com
acesso e outras para atender aos alunos que não tiverem condições de realizar as tarefas online, a
questão da invasão do espaço da casa e a precariedade dos serviços, principalmente das professoras
que são mães. Pesquisas indicam que a produção acadêmica das professoras nas universidades
federais caiu muito nesse período de pandemia, porque, ao mesmo tempo, elas têm que participar dos
webnarios, realizar suas atividades acadêmicas e cuidar dos filhos. Ele sugeriu que essa professoras
que são mãe considerem essa jornada de trabalho em suas casas. Também disse que temos que evitar
a dicotomia de que quem é contra o trabalho online seja contra trabalhar. Não é isso, todos querem
trabalhar. Ele sugeriu que fosse feito um mural com a programação das atividades que já estão em
andamento. Informou que toda quarta feira o NETH tem um horário no qual eles fazem webinarios e
completou dizendo que se for feita divulgação a pressão externa, inclusive, do governo federal será
atenuada e a universidade conseguirá seguir cumprindo o seu papel. Na sequência, o curso de
Pedagogia, representado por sua vice-coordenadora, professora Tereza Albuquerque, informou que
antes daquela primeira reunião com a PROGRAD para tratar sobre o PAE, convocaram o pleno do curso,
junto com a representação estudantil para debater sobre a minuta e, como já se posicionaram
anteriormente, são contra a oferta de disciplinas regulares eletivas ou obrigatórias neste momento e
são a favor da oferta de mini cursos e atividades complementares. Já fizeram um levantamento com os
estudantes das turmas que finalizaram o curso em 2017, 2018 e 2019 e verificaram que há 46
estudantes que não finalizaram o TCC e desses, 11 sem orientadores. Os professores já foram
contatados e estão abrindo vagas para orientação dos TCC destes estudantes. A coordenação está
vinculando um estudante sem orientação aos novos orientadores com o prazo de conclusão dos
trabalhos em novembro deste ano. Na conversa com os estudantes observou-se que muitos deles
estão sobrecarregados por conta das atividades que estão assumindo nas escolas, visto que muitas
delas já atuam em escolas pequenas da rede privada e estão dando aulas remotas dessa forma
precarizada que todo mundo conhece, que é essa invasão das casas dos professores, do seu tempo de
trabalho e de seu tempo com a família também. Como proposta, entendem que é preciso ter um
tempo para pensar em um currículo de emergência, fazendo uma projeção das disciplinas que
poderiam ser ofertadas de maneira remota, porque não acreditam ser possível passar muito tempo
sem as aulas regulares. Esse currículo seria construído com o apoio da PROGRAD. Ela disse que acham
que o tempo proposto na primeira versão do PAE pela PROGRAD, inclusive para a elaboração dos
minicursos e atividades foi também um tempo curto, pois sabe-se que se tem que tem de dar uma
resposta a sociedade, mas, tem de ser uma resposta de qualidade. Não dá para fazer de qualquer jeito,
porque é ruim para todo mundo. A professora Danielle Nóbrega, do curso de Psicologia, informou que
no dia anterior houve uma reunião com os colegiados dos cursos Psicologia e Serviço Social e
mantiveram uma posição de serem contrários à minuta mas entendendo que devem organizar
atividades para esse período, que não sejam eletivas ou obrigatórias. Ela disse também que os liderem
dos CAAs começaram a fazer um levantamento das condições dos estudantes nesse período de
pandemia e o curso está pensando em ampliar esse levantamento também para professores e
técnicos, para ter um panorama da situação deles também, pois se tivermos que estender por mais
tempo esse isolamento, precisamos saber as reis condições de todos. Os TCCs, continuam sendo
orientados. O foco principal dos colegiados é que não se fique no modelo disciplinar, mas que sejam
planejadas atividades que não seja disciplinas obrigatórias e eletivas, com outras atividades como,
projetos interdisciplinares que vão compor a formação, pensando também na realidade e na
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responsabilidade social, fazendo uma formação contextualizada, pensando, buscando envolver os
estudantes em atividades não presenciais que nas demandas que envolvem os estudantes nas
demandas principalmente nesse período pandemia. Prosseguindo, A coordenadora do curso de
Química, professora Silvia Cardoso, informou que o curso de Química também havia realizado uma
reunião do colegiado e também propuseram fazer um levantamento da situação do perfil de acesso à
internet e do interesse dos estudantes em cursar disciplinas complementares, eletivas e as
obrigatórias. Nesse sentido o curso tentou buscar a especificidade dos alunos do curso, por entender
que no Campus Arapiraca existem diferentes perfis de estudantes e, nesse sentido, se surpreenderam
por, semelhantemente ao curso de Matemática, mais de 90% dos alunos demonstraram interesse em
cursar disciplinas eletivas, obrigatórias e que o curso oferte disciplinas complementares para eles
cursarem nesse período de pandemia, Esses dados foram organizados em um documento. Ela
complementou dizendo que o curso tem focado bastante no acompanhamento dos alunos que estão
devendo TCC, com o intuito auxiliá-los na conclusão das orientações e finalização dos trabalhos. Na
sequência, a professora Adielma Nascimento, Coordenadora do curso de Serviço Social, informou que
houve duas reuniões do colegiado do curso e com os alunos. Dessas reuniões foram tirados alguns
direcionamentos: compreendem a necessidade do debate nesse momento novo, mas também um
novo que nos dê a oportunidade de conhecer os nossos alunos e suas necessidades. O curso tem
alunos desempregado e que estão sem condições mínimas de atender até as suas necessidades
básicas, como a alimentação, por exemplo. É a hora de conhecer melhor o alunado e de ampliar a
inclusão e o acesso. Nesse sentido, o colegiado do curso de Serviço Social não acata a minuta, por ela
trazer uma precarização do ensino e amplia a não garantia universal de acesso ao ensino pelos
discentes e também os docentes. Como alternativa a isso, os estudantes e professores. O colegiado
sugeriu um levantamento sobre as condições de acesso e de vida alunos, bem as condições de
enfrentamento do COVID-19 pelos alunos e seus familiares e a ênfase nas orientações de TCC. Também
sugerido o caráter social da universidade, que ela possa reverter os recursos do RU em cestas básicas
para distribuir com os alunos. O professor Ivon Wilson, do curso de Sistemas de Informação, relatou
que os docentes se envolveram em um grande evento, realizado de forma integrada entre os do curso
da unidade de Penedo, chamado UFAL Penedo Conectando Experiências e Saberes e estão tendo uma
boa impressão sobre a participação dos estudantes e da comunidade. Sobre a questão das orientações
de TCC, o professor Ivon informou que elas estão mantidas e os professores estão envolvidos. Inclusive,
o professor ivon foi o primeiro orientador de alunos de Penedo na plataforma RNP, havendo duas
orientações previstas para o mês de junho. Quanto à questão da minuta, apesar de ser uma opinião
pessoal do professor Ivon, e sim, ser fruto do resultado da reunião do colegiado, o curso é favorável A
esse documento. Porém, Ivon externou certa preocupação com alguns cenários internos do curso. De
06 votantes (docentes e técnicos, pois os representantes discentes não compareceram), 03 foram a
favor da minuta, 02 contra e 01 abstinência. Segundo ele, é preocupante a situação de acessibilidades,
pois em Penedo e nos povoados circunvizinhos o acesso à internet é complicado. Continuando, o
professor Rafael Arruda, do curso de Turismo, informou que, o colegiado do curso se reunião antes da
reunião com a PROGRAD e não se reuniu novamente porque não houveram grandes mudanças de
posicionamento sobre a minuta. O curso concorda em manter as atividades complementares, no
formato relatado pelo professor Ivon, um evento integrado realizado pela unidade que ofertou várias
atividades, como: conferências, debates, cursos, etc. Isso está envolvendo bastante o grupo de
professores e descorda da minuta do jeito que está. Em conversa com os alunos, eles se demostraram
contrários a oferta de disciplinas eletivas ou obrigatórias, tendo em vista as condições de acesso à
internet. As orientações de TCC continuam e o curso pretende fazer um diagnóstico das condições de
acesso e traçar o perfil do alunado. Em seguida, o professor Tobyas Mariz, coordenador do curso de
Zootecnia, informou que o curso é a favor do foco na continuação das orientações de TCC, mas, não
concorda com a oferta de disciplinas eletivas e obrigatórias. Professor Elthon sintetizou as falas que lhe
antecederam dizendo que, com exceção da questão referente as disciplinas eletivas e obrigatórias, o
restante das ações apresentadas já estão regulamentadas e podem ser realizadas. Professor Arnaldo
Tenório fez uma fala rápida e externou suas condolências aos professores que perderam seus entes
queridos por ocasião da pandemia e que a Direção ratificará o posicionamento da maioria e que, como
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muitos coordenados colocaram, é importante conhecer o perfil dos alunos e as condições que a
universidade tem para oferecer, não somente para esse período da pandemia mas, também, que esses
dados sirvam para, no retorno as aluas presenciais, melhorar a qualidade dos serviços que são
oferecidos, tanto no aspecto acadêmico, quanto administrativo. Professor Arnaldo aproveitou para
agradecer aos professores Diógenes e Neto, coordenador e vice da unidade penedo, pela parceria que
vem ocorrendo visando justamente melhorar a interlocução, com o intuito de que as atividades que
sejam ofertadas sejam da melhor qualidade. Por fim, ele parabenizou ao professor Elthon, pela forma
como está conduzindo a reunião, mencionando que está ocorrendo de forma mais satisfatória uma
anterior conduzida pela PROGRAD. Disse, ainda, que a ideia é estar sempre atentos e brigar por
melhores condições para o Campus Arapiraca. Professor Diógenes Santos, coordenador da Unidade
Penedo disse não ter participado da reunião com a PROGRAD, mas soube do ocorrido. Disse acatará o
que for decidido pelos colegiados de curso de Penedo e que considera importante ouvir o
posicionamento dos estudantes, fazendo menção a uma carta recebida do DCE Maceió, com o
posicionamento dos estudantes, principalmente na hora da tomada de decisão. Na sequência,
professor Elthon deu continuidade aos trabalhos falando que, nesse momento, reduzir a discussão em
aprovar os desaprovar a minuta seria confuso porque, percebeu na fala de todos que há uma coisa em
comum, todos os cursos concordam em continuar trabalhando as orientações de TCC e quaisquer
atividades que possam ser aproveitadas como carga horária flexível cursos, mini cursos, palestras,
webnarios. O que se tem de debater é em relação à oferta de disciplinas no formato EAD. Ele observou
que poucos cursos foram favoráveis a oferta de disciplinas obrigatórias no formato EAD e que seria
necessário naquele momento se concentrar nessa discussão para dar andamento as atividades. Em um
levantamento rápido, professor Elthon citou que apenas alguns cursos se manifestaram a favor ou
parcialmente da oferta de disciplinas obrigatórias no formato EAD: Agronomia apoia, Ciência da
Computação, Física apoiam com ressalvas, Administração aceita se for aprovado e Letras apoia se a
universidade garantir o acesso a todos os alunos. Dando continuidade, foram abertas as falas, com
tempo de 03 minutos para cada participante, com possiblidade de reinscrição em uma segunda
rodada. Professor Elthon informou, então, ele ficaria fazendo o controle do tempo e que a pedagoga
Cledja ficaria a cargo do controle das inscrições. Professora Tereza falou que o curso de Pedagogia
oferta disciplinas eletivas e obrigatórias para todos os cursos de licenciatura e são contrários à oferta
dessas disciplinas nesse momento. Marcius Oliveira falou que devido a possibilidade de o prazo de
retorno às aulas presenciais poder ser estendido, e que ao retornar, haverá protocolos de
distanciamento e outras medidas preventivas a serem seguidas, a recomendação é que, nos grupos de
trabalho, se comece a pensar em cenários a médio e longo prazo porque não se tem ainda nenhum
tipo de remédio ou tratamento preventivo contra o COVID-19. Marcius destacou que considerou
importante a realização dos levantamentos sobre as condições dos alunos e finalizou dizendo que há
necessidade de considerar o fato de que a maioria dos alunos tem celular e não tem computador em
casa, logo, se deve escolher ferramentas que atendam as necessidades desse alunos. Professora Maria
Cora disse que os alunos de Administração sentem da universidade, mas se mostraram receptivos a
possibilidade das atividades online, menos para as aulas de cálculo. Os professores se mostraram
receptivos, porém, com ressalvas, pela possibilidade do retrabalho, por terem que ofertar a mesma
disciplina duas vezes e como funcionaria o calendário. Ela finalizou dizendo que essas ausências de
esclarecimentos da portaria dificulta a decisão, parabenizou pelo formato da reunião e disse que os
curso de Administração e Administração Pública participaram de um encontro nacional de
pesquisadores em gestão social e que as discussões giraram sobre o fato de os participantes não
vislumbram um retorno as atividades tão cedo porque as universidades públicas não estão prontas
para cumprir as exigência que garantam a saúde dos alunos e professores. A professora Eliane reforçou
a fala anterior sobre as ressalvas em relação ao acesso dos alunos e necessidade que isso seja
considerado na hora da escolha das ferramentas e plataformas que serão utilizadas para as atividades
online. Aproveitou para, também parabenizar pelo formato da reunião. Professor Ricardo Afonso disse
que Ciência da Computação pode ofertar disciplinas eletivas e obrigatórias principalmente para os
alunos que estão finalizando o curso e para aqueles que foram reintegrado. Ele disse que essa
reintegração é um problema porque os alunos recebem nova matrícula e não se consegue associar as
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disciplinas cursadas anteriormente a matrícula atual. Professor Luciano Amorim, se absteve da votação
pois não teve condições de reunir o colegiado do curso por problemas com a operadora de internet
local. Ele sugeriu que a Direção Acadêmica capitaneasse os levantamentos de dados dos alunos, por
entender que seria mais prudente e prático. Professora Ana Silva disse que Ciências Biológicas de
Penedo é a favor do retorno ao calendário, porém, precisa investigar o acesso dos alunos e ajustar a
oferta por conta das disciplinas práticas que, nesse tempo de pandemia não poderão ser ofertadas e
que a minuta deveria ser refeita de uma forma mais adequada para atender as necessidades dos
alunos professores. Professora Sílvia reforçou o posicionamento do curso a minuta pensando que isso
deveria ser conduzida de maneira gradual começando com as atividades complementares,
aprimoramento ou nivelamento para nas disciplinas como maior índice de retenção para, então partir
para as atividades obrigatórias, pautadas em dados de frequência dos alunos e levantamentos de
acesso. Os resultados das coletas de dados é que darão o direcionamento das atividades. Professor
Moreno Bonutti questionou se as atividades serão de atividades online serão remotas ou a distância e
as características dessas atividades especiais. O colegiado da Matemática questionou porque deve
realizar essas atividades se elas não são de caráter obrigatório. Há o receio de que os alunos debandem
por acreditarem que a qualidade dos cursos poderia cair. Professor Tobyas leu um documento
elaborado na reunião do colegiado do curso de Zootecnia que estabelecia o apoio do curso a minuta
apenas para atividades complementares e não para disciplinas eletivas e obrigatórias. Professora
Danielle Nóbrega, encaminhou solicitação para que houvesse apenas uma reunião de colegiado as
terças feiras e não duas, como vinha ocorrendo. Depois passou a justificar o porquê de o curso de
Psicologia ter sido contrário a minuta. Segundo ela, o colegiado entende que a minuta é prematura,
não se baseia em estudos palpáveis, os alunos não foram ouvidos e eles consideram a minuta elitista e
excludente quando não aponta uma política de acessibilidade aos alunos, nem todos os cursos
poderão aderir devido as suas peculiaridades e entendem também que a adesão voluntária tira a
responsabilidade da UFAL e coloca em cima dos cursos e do professores, que focam numa posição
fragilizada perante a comunidade acadêmica mascarando a exclusão, dando a impressão de que o
aluno aderirá ou não de acordo com a sua vontade mas, o alunos poderá não aderir por não ter
condições. Professor Marcelo Karloni ratificou as falas dos professores Adielma e Moreno, leu um
documento elaborado pelo colegiado do NETH explicava o posicionamento do grupo em relação a
minuta. Na sequência, Professora Tereza se reinscreveu para reforçar a proposta apresentada pelo
curso de química, que consistia em iniciar as atividades de forma gradual e construir um calendário
diferente do que foi apresentado pela PROGRAD. Dando continuidade, professora Francine, do curso
de Medicina reforçou a fala de outros colegas a respeito da questão do acesso à internet para os alunos
e relatou a situação dos profissionais de saúde nesse momento de pandemia, principalmente em
relação aos EPIs e sugeriu que fossemos começando a contribuir com a produção desses itens e
reforçou a fala de alguns colegas que antecederam a respeito da verificação do posicionamento dos
estudantes e da necessidade. Na sequência, professor Elthon sintetizou as falas que o antecederam e
explicou que havia observado nos posicionamentos da maioria a preocupação com a forma como a
minuta estava posta e que é inevitável que em algum momento se tenha que dar as aulas no modo
EAD mas, também sentiu a preocupação de todos com o acesso dos alunos á internet, dizendo que é
preciso fazer uma investigação mais aprofundada sobre isso e que atividades precisam ser
sistematizadas, levando em conta sugestão da professora Silvia, que iniciariam oferecendo atividades
que cubram a carga horária flexível e cursos de nivelamento. Depois, pautados em dados consistentes
em relação as condições de acesso dos alunos, seriam ofertadas disciplinas eletivas e, conforme a
experiência comas eletivas, se começaria a oferecer as disciplinas obrigatórias. Ele também fez menção
à fala do professor Moreno, que seja solicitado à PROGRAD que explicite qual modalidade de ensino se
pretende adotar. Se será ensino remoto ou EAD, pois ambos se configuram de forma distinta e é
preciso esclarecer qual das modalidades será adotada. Elthon continuou dizendo que é preciso que a
PROGRAD faça um planejamento adequado para o desenvolvimento das atividades para que não
aconteçam de maneira atropelada como vem ocorrendo até o momento. Ele concluiu dizendo a
necessidade de documentar todos esses depoimentos em um documento para ser enviado PROGRAD.
Marcius fez um a parte e sugerindo que, como a reunião ficou acertada para terminar as 16:30 e, já
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passavam das 16h, que fossem adiantados os encaminhamentos. Caso houvesse necessidade, seria
marcada uma nova data para dar continuidade à reunião. Também sugeriu que caso os cursos
desejassem, poderiam enviar a complementação documentada para o e-mail da Direção Acadêmica,
pois será elaborada uma ata a partir da gravação da reunião. Concluiu passando um informe
encaminhado pelo pró reitor Amauri, da PROGRAD, que informou que a proposta da minuta ainda
estava em construção e pode ser modificada, que já está recebendo contribuições para a melhoria do
documento e reforçou que a adesão de professores e alunos é voluntária, que no retorno as aulas
presencias, as disciplinas ofertada em EAD poderão ser repostas gradativamente para atender aos
alunos que não puderam aderir participar dessas atividades. Também informou que os alunos
ingressantes tem prioridade nos nivelamentos, bem como aquelas disciplinas cujo nível de retenção
seja alto. Marcius comunicou que solicitará a COPEVE as listas dos alunos ingressantes, com respectivos
números de telefone para que as coordenações tentem entrar em contato com esses alunos e, a partir
disso, planejarem a acolhidas aos novatos. Professora Danielle, se reinscreveu para um esclarecimento.
Ela disse acreditar que algumas propostas talvez não possam caminhar devido as suas especificidades e
citou o exemplo do curso de Psicologia, que é contra a minuta, mas apontas outros caminhos para dar
andamento as atividades. Professor Bruno Giudicelli chamou a atenção para o fato de se estar em uma
universidade pública, onde se pratica a pesquisa, a extensão e o ensino. A questão não é discutir a
minuta e sim como está sendo elaborada, sem ouvir, professores nem alunos, sem consultar
especialistas nem conhecer experiências que já existem nessa área. Ele enfatizou a necessidade de que
é preciso primar pelo maior nível de qualidade nessa formação avaliar os ganhos e as perdas de um
retorno precipitado, e as condições que se tem para isso. Na opinião do professor Giudicelli, a coisa
está sendo posta na forma do vai quem quer, faz quem quer, pra quem puder. Ele questionou o quanto
valeria a pena retornar naquele momento, com um prejuízo iminente ou esperar mais um pouco e
construir uma proposta com, ao menos, um mínimo de qualidade. Segundo ele, isso teria que estar
estabelecido, protocolado, apresentando as condições quem serão ofertadas para cada situação, para
os alunos ingressantes, para os concluintes, para os alunos com deficiência, para aqueles com
dificuldades de acesso à internet, tudo isso consolidado de maneira clara e objetiva. Ele entende que é
necessário reunir a comunidade acadêmica, discutir, planejar e aplicar para todo mundo. Professor
Tobyas acrescentou que acha difícil colocar em um só documento as especificidades de todos os
cursos. Ele questionou o que acontecerá com os professores que optarem por aderirem ou não a
minuta, por que a universidade apresenta o documento da proposta mas, os professores são os
responsáveis pela condução das atividades, passam a ser responsáveis pelos alunos podem ser
questionados e Responsabilizados pelos prejuízos sofridos pelos alunos. Ele entende que essa Minuta é
segregadora e pode causar problemas tanto para alunos quanto professores, pois considera impossível
que algum curso consiga obter 100% de acesso dos alunos. Após a fala do professor Tobyas, professor
Elthon respondeu à professora Danielle, dizendo que a sua preocupação poderia estar contemplada na
fala do professor Marcelo Karloni, que a minuta deve ser muito detalhada onde os professores e
professoras podem estar protegidos. Professora disse que sua preocupação está melhor contemplada
na fala do professor Bruno, que acha que a proposta da universidade precisa ser consolidada de
maneira clara e objetiva. Dito isto foi colocado em votação a proposta do professor Elthon, de que os
cursos permaneceriam desenvolvendo as atividades de minicurso, palestras, orientações de TCC e
outras, exceto ministração de disciplinas eletivas e/ou obrigatórias. Ficou acertado com os professores
que, se aguardaria a reunião com a PROGRAD, marcada para 02 de junho e, caso necessário, seria
organizado outro momento com os coordenadores de curso do Campus Arapiraca e unidades para
aprofundar a discussão. Ele disse que acrescentaria as sugestões dos professores em relação as
condições para a oferta das disciplinas e também a de reverter os recursos do RU para a doação de
cestas básicas para os alunos. Professor André Galvão Sugeriu que seria interessante produzir um
formulário para um levantamento de dados que seria encaminhada aos alunos, por meio dos
coordenados, para que se verifique as suas reais condições. Depois de todos os questionamentos,
sugestões e encaminhamentos, por sugestão do professor Moreno Bonutti, professor Elthon resolveu
finalizar a reunião e documentar aos coordenadores de curso, via e-mail o extrato do que foi até esse
momento e, caso a maioria não estivesse de acordo com o que estivesse posto, seria marcado outro
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momento para concluir o debate. Corroborando com a fala do professor Elthon, professora Silvia
Cardoso enfatizou a importância de que as coordenações de curso encaminhassem as atas das
reuniões dos colegiados tratando sobre a minuta para embasar o documento que seria construído pelo
professor Elthon para enviar à PROGRAD. Feitas as considerações finais, nada mais havendo a ser
tratado, foi finalizada a reunião.
Presentes e assinaturas
Elthon Allex da Silva Oliveira – Direção
Acadêmica
Cledja – COGRAD
Marcius – COGRAD
Moreno Bonutti – Matemática
Tobyas Maia de Albuquerque Mariz –
Zootecnia
Danielle Nobrega – Psicologia
Ivon Wilson da Silva Júnior – Sistemas
de Informação
Maria Amelia Jundurian Corá –
Administração
Eliane Vitorino de Moura Oliveira –
Letras
Marcelo Karloni – Núcleo de Estudos
Humanísticos Transdisciplinares
Lidiane Omena – Física
Maria Aliete Machado – Ciências
Biológicas (Arapiraca)
Tereza Albuquerque – Pedagogia
Bruno Giudicelli – Educação Física
André Galvão - Agronomia
Acurcio Castelo David - Administração
Pública
Adielma Lima do Nascimento –
Serviço Social

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Ricardo Afonso – Ciência da
Computação
Ana Christiano – Engenharia de
Produção

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