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                    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA
CONSELHO PROVISORIO

ATA DA REUNIAO ORDINARIA DO CONSELHO PROYISOrio DO CAMPUS
ARAPIRACA
™’”
Aos dezesseis dias do mes de fevereiro do ano de dois mil e onze, na Unidade de Ensino de

ViQosa do Campus Arapiraca-AL, as dez boras e vinte minutos, iniciou-se a reuniao do

Conselho Provisorio do Campus de Arapiraca, onde se reuniram seus membros (convocado ;
previamente) conforme lista de presen^a anexa e sob a presidencia do Prof0 Marcio Aurelii >
Lins dos Santos, para deliberarem sobre a seguinte pauta: a) Informes gerais, b) Homologa^ao
dos Processes de Estagio Probatorio Docente de Antonio Alves Filho, Ana Carolina Fari i

Coutinho Gleria, Danielle Oliveira da Nobrega, Eben Alves da Silva, Flavia Regina Guedes
Ribeiro, Gustavo Camelo Neto, Janaina Azevedo Martuscello, Jose Arnaldo dos Santos, Joss
da Silva Barros Marines Coral, Maria Adriana da Silva Torres, Teresa Cristina Cavalcanti d s

Albuquerque e Willian de Siqueira Piaui, c) Desvincula^ao do Curso de Medicina Veterinarii
do Campus Arapiraca (Unidade de Ensino Vi^osa) e sua vincula^ao ao Centro de Ciencias

Agrarias (CECA Rio-Largo), d) Cria^ao de fem'^ao gratificada pafa^coordena^ao do Troncj
Inicial, e) Afastamento superior a 30 dias e Regimento do Conselho Provisorio do Campis

Arapiraca. O Presidente iniciou a reuniao apresentando uma Orienta^ao Normativa de numeio
01 (um) de um de fevereiro de dois mil e onze, que tratava das solicita^oes de afastamento
dos servidores do Campus Arapiraca-AL, com ou sem recursos. Depois da leitura algur s

conselheiros apresentaram algumas duvidas e tambem solicitaram altera^oes no texto. Ein

seguida, o Presidente lan?ou duas propostas para vota^So. A primeira apresentar o texto coin
as altera^oes sugeridas para aprova?ao na prdxima reuniao. A segunda se os conselheiros

achavam necessario uma nova discussao e aprova?ao. A primeira proposta teve 08 (oito)

votos, a segunda 06 (seis) votos e 01 (um) voto de absten^ao. Assim, com 08 (oito) votes a
favor, foi definida a primeira proposta de apresentar o texto com as altera^oes sugeridas pa 'a

aprova?ao na prdxima reuniao. Logo apos, o item b) o qual tratou da homologa^ao dos
processos de Estagio Probatorio Docente. Depois de feita a leitura dos nomes dos pro fessorc s,
o Presidente eoloeou em vota^ao a homologa^ao dos processos. Coiff*(l 7) dezessete votos a

favor foram homologados os processos de Estagio Probatorio Docente. Dando continuidade. o
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Presidente sugeriu aos conselheiros que o ponto c) fosse apresentado por ultimo, uma vez que
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seria necessario uma discussao. maior. Sugestao aceita pelos conselheiros presentes. C
Presidente apresentou o ponto d) e passou a fala para a Diretora Academica, Profa. Eliant

Aparecida Holanda Cavalcanti. Ela iniciou sua exposi?ao dizendo.que era de acordo e que
defendia o pedido de fun^So gratificada para o Tronco Inicial. Sugeriu se pensar uma planilha

com as fun^oes gratificadas. O Conselheiro Cicero Ferreira Albuquerque comentou que tinh i
gente que possui fun^o gratificada e nao faz nada. O que aconteceu e que foi criada umi

estrutura e nao foi pensado nisso. E importante saber que existe um quadro de gestao, e ess;
quadro deve ser pensado. O Conselheiro

Sdrgio Onofre Seixas de Araujo disse que )

Conselho deveria pedir esclarecimentos ao Diretor Geral. O Presidente respondeu que as
fun^oes gratificadas nMo estavam presente no banco de dados. Disse tambem que a Reitora e
autonoma e da as fim^oes para quern quiser. O que o Conselho pode fazer e solicitar <s

fun^oes gratificadas do Campus Arapiraca, e ai, se negadas, pedir justificativas. O

Conselheiro Cicero Ferreira Albuquerque concondou com o que o Presidente, sugerindo qi e
f.

fosse elaborado um documento acerca de gratifica^oes para

Campus, consolidado rlo

Conselho e enviado para a Reitora. O Presidente lan^ou a proposta de vota^ao em que fos* e
criado um documento com um quadro de fun^oes gratificadas, incluindo as Unidades de

Ensino(Palmeira dos Indios, Viposa e Penedo), para ser apresentado numa proxima reunia?.
Com 17 (dezessete) votos foi homologada a proposta apresentada. Dando continuidade, 0

Presidente passou o ponto e) e passou para a Diretora Academica. Esta, por sua vez,

apresentou o processo que tratava do afastamento superior a 30 dias do professor Tercio de

Morais Sampaio Silva, para qualifica^ao profissional para fins de curso de Pos-gradua? io
Strict© Sensu, no periodo de mar^o de 2011 a fevereiro de 2013, sendo o curso em referent ia
o Doutorado em Ciencia da Computa^So, na UFPE (Universidade Federal de Pernambuco).

Acrescentou que a Dire^ao Academica tinha dado o Ad Referendum

ao processo io

professor, tendo em vista os prazos de entrada na PROPEP (Pro-Reitoria de Pesquisa). E m

seguida, solicitou aprova?ao do referido afastamento, sendo referendando com 17 (dezesse:e)

votos. Na sequencia, a Diretora Academica comentou que o professor Parmenides Justino
Pereira se encontrava afastado de suas atividades para seu doutorado. Porem, ate o presente
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momento nao tinha recebido nenhum documento solicitando seu afastamento. Lembrou que o

professor no ano anterior teve sua solicita^ao de afastamento negado pela PROPEP, e o
proprio estava ciente. Lembrou que ele precisava formalizar o processo e tambem ter
aprova^ao.deste Conselho parapoder se afastar. O Conselheiro Cicero Ferreira Albuquerque

disse que concordava com a Diretora Academica, porem, nao teve como enviar con
antecedencia os documentos necessarios para aprova^ao deste Conselho, uma vez que ,

somente tinha tido acesso a tais documentos-seio dia anterior. Comefitou que achou absurda a
nega^ao do processo anterior pela PROPEP. Em seguida, o Presidente eoloeou em vota?So a

proposta de apresenta^So e discussao de solicita^ao de afastamento do professor Parmenide s
Justino Pereira para uma outra reuniao. Com 17 (dezessete) votos a favor foi decidida a

proposta apresentada. Na sequencia, o Presidente apresentou o ponto c) que tratou da
Desvinculagjio do Curso de Medicina Veterindria do Campus Arapiraca (Unidade de Ensir o
Vi^osa) e sua vincula?ao ao Centro de Ciencias Agrarias (CECA Rio-Largo). Passou en

seguida sua exposi^ao para o Prof° Thiago Barros Correia da Silva. Este iniciou sua fa la
agradecendo a presensa de todos na Unidade de Ensino de Vi?osa. Fez um breve relate da
situa^ao que eles se encontravam. Disse tambem que nao sabia o porque do Curso de
Medicina Veterinaria ter sido o primeiro a ser avaliado. O resultado da avalia^So, sern
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conceito, pesou muito na decisao deles de desejarem migrar para o CECA. O Prof5. Diogo

Ribeiro Camara comentou que a situa^ao era dificil, mas que precisavam colocar press? o.
Sentiu que depois da ultima reuniao do Conselho no mes de dezenibro de dois mil e dez, os

procedimentos esfiaram. Muito pouco foi feito, as salas de aulas melhoram um pouco, a ol ra

para constru^ao do hospital embargou, a constru?ao dos laboratorios parada. Na ultima
reuniao, com o CT-INFRA o conselheiro ficou sabendo que existe muito dinheiro e nao se
sabem o que fazer. A proposta do CECA nao partiu da Uniadde de Vi^osa e se sabe tambem

que se trata de questSes politicas. A unidade esta procurando o que e melhor para o curso.

Alguns professores presentes na reuniao tambem apresentaram suas indigna^Ses. A Pi of
Karla Patricia Chaves da Silva falou que se sentem isolados e esquecidos., percebe que os

docentes e os discentes sao os que realmente se preocupam com a qualidade do curso eque

eles estavam bricando de fazer medicina veterinaria. O que se possui de bom e o laboratc rio
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de anatomia. Se forem para o CECA vao compartilhar os laboratorios existentes la. Algun:;

dos alunos presentes se posicionaram, um deles disse que se sentia triste de ser aluno eni

Vi^osa. Comentou das dificuldades enfrentadas e que os alunos somente estavam fazendo o
minimo do que era para ser feito. Nao estavam tendo aulas praticas e a teoria somente nao

garante aprendizagem. Que tipo de medicos serao formados? Disse que eles estavam decide s
a nao assistirem mais as aulas, enquanto nSo fosse tomadas as decisdes necessarias. A Prop

Marcia Kikuyo Notoni falou das dificuldades administrativas de se estar em Vi^osa, como i
demora no envio e recebimento de documentos em geral e a falta de logistica. Acrescentoi

ainda que, nem agua para consumo e adequada para o uso. Quanto a.agua de beber, a maiori a

das vezes, tem-se que comprar. Enfim, um verdadeiro descaso. O Prof0.Diogo Ribeiro

Camara falou que tern consciencia de que se forem para o CECA tambem nao serd faci .
Antes de levarem est£ situate para o Conselho, foi tudo bem discutido entre eles. Pediu
sensibilidade aos Conselheiros, acha que se tiverem uma decisSo positiva sera uma forma ce

pressao. Um das alunas pediu para os presentes na reunilo fazerem a seguinte reflexSo: O qi e
seria a vida sem o medico veterinario? O Prof0 Cicero Ferreira Albuquerque disse que em si a
visao, o primeiro erro de origem e a separa^ao do Curso de Medicina Veterinaria es a

separado dos cursos de Agronomia e Zootecnia. Ele esta convencido que eles estao certoj.
Pordm, nSo esta de acordo com a ida deles para o CECA. A Diretora Academica cometou qi e
se e de fato para o Campus Arapiraca fechar essa luta, eles nao tern autonomia para isto. 3
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Conselho pode referendar, mas nao pode definir. Quanto a decisao dos alunos em nao mais
assistirem as aulas, disse que nao estava de acordo, o movimento que eles estao fazendo niio

tinha amparo em lei e eles poderiam ser prejudicados com faltas. Se o curso for pa*a
Arapiraca, eles tambem terao todo apoio, compartilharMo os laboratorios e serao be tn

recebidos, porem os recursos sao limitados. A Prof8 Vannina de Oliveira Assis verificou qi ie
a situa^ao era pior do que ela imaginava. Perguntou se eles tinham tudo documentado. E q ie

diante da situa^ao qualquer decisSo do Conselho fosse respaldado em documentos. Ela nao se
sentiria segura em assinar nada que nao estivesse documentado. A Prof8 Cintia Bast ds

Ferreira, que faz parte do Curso de Enfermagem, disse que a grande vantagem la
Enfermagem em rela^Mo a Vi?osa, d que possui uma area de cobertura na cidade de Arapirajca
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para as aulas praticas. No momento, nao tinha uma opiniao formada, porem constatou que k
situa^ao em Vi^osa e precaria. O.Prof0 Cicero Carlos de Souza Almeida disse que o curso d :

Agronomia tambem estava sem conceito. O historico que trata das demandas foi o mesmo do
curso de Medicina Veterinaria. Ele achou que o Conselho deveria se posicionar e mandar sui
decisSo para o CONSUNI (Conselho Universitario). Ele sugeriu que fosse solicitado un

ponto de pauta com a situa^So do curso para o CONSUNI.. O Prof0 Giuliano Gustavo Lesnau
do curso de Medicina Veterinaria falou que no ano de dois mil e sete em uma das reunions

com a Reitora, levaram um documento que mostrava todos os impactos. E atd hoje neo
tiveram retomo. Eles ja estavam cansados de fazerem estudo de viabilidade. A Reitora chegcU

a dizer para eles que se tivessem de sair para Vi^osa iriam para o Campus do SertSo. O Prof°

Sergio Onofre Seixas de Araujo falou do deslumbramento de quern esta chegando, achanc o
que pode tudo e de repente ve as paredes da^Bfirocacia. O que viu-emcVi^osa quando chegc u

foi predio velho reaproveitado. Destacou a importancia dos Conselheiros e afirmou que el ss

tinham um papel institutional de propor e encontrar saidas. Os problemas sao iguais e
agravados pela distancia. O que foi oferecido aqui foi oportunismo politico. Por que o CECA

n3o ofereceu antes? A ideia de levar um ponto de pauta ao CONSUNI foi perfeita. O Pro D
Diogo Ribeiro Camara disse que concordadva com o que a Prof1 Vannina de Oliveira Asuis

disse que eles precisavam estar documentados. O que faltou neles foi malicia institucional. ]>'e
repente nelo souberam se organizar para o movimento dar certo. Ele tern duvidas quantq ;a

constru?ao do hospital universitario. Deseja o apoio do Conselho, e se isso nao acontecer ,ai

sim, vao se sentir isolados totalmente. O Presidente disse que estava sem a?ao diante de tudo
que tinha sido exposto. O Campus apoia a luta de Vi^osa. Se eles forem para a sede do
Campus Arapiraca sera mais um grupo para fortalecer o Campus. O Prof3 Sergio Onofre

Seixas de Araujo sugeriu uma pausa na reuniSo e que os que fazem parte da Unidade de
Ensino de Vi^osa fizessem um documento

marcasse a presen$a<do Conselho e o apt io.

Sugestao aceita pelos conselheiros. As quatorze horas foi dado um intervalo e as quatorze
horas e vinte e cinco minutos foi retomata a sessao. A Prof8. Marcia Kikuyo Notoni disse que
tinha encontrado o Diretor do CECA e tinha pedido a ele que desse uma palavra na reuni ao.

Este iniciou sua fala fazendo um breve relate de sua chegada na UFAL ate o presente
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momento. Disse tambem que era! um dos candidates a Reitor na proxima eleicSo. E que estav; t

ali para se unirem e encontrarem uma solu^So^porque defendia uma universidade forte. Em

seguida a Diretora Academica fez a leitura do documento, Tftulo Mo^ao. O Presidents
eoloeou em vota^So a aprova^ao'do documento. Com 17 (dezessete) votes foi referendado )

documento Tftulo Mo^ao, pelos conselheiros presentes. Dando continuidade, o Presidente fez

um novo encaminhamento que tratava da solicita^ao de um ponto de pauta em uma reunite do
CONSUNI que tivesse como tema a realidade da interioriza^ao. Com 16 (dezesseis) votes a
favor, foi referendada a solicita^o do ponto de pauta no CONSUNI.: realidade da
interioriza^ao. O ponto f), que tratava do Regimento do Conselho Provisorio do Campi s

Arapiraca ficou para uma outra reuniao, por conta do adiantado da hora. Em seguida, o
Presidente, Prof. Dr. Marcio Aurdlio Lins dos Santos, encenou a Reuniao Ordindria do
•

d

Conselho Provisorio do Campus Arapiraca da qual eu, Maria Amelia Alvares de Azevedo
Freitas, Secretaria Executiva do Conselho Provisorio do Campus Arapiraca, lavrei a presen e

ata que, achada conforme, vai assinada por mim e pelo Senhor Presidente, hem como pelos
demais conselheiros presentes nesta reuniao drdinaria.

Maria Amelia Alvares de Azevedo Freitas
Marcio Aurelio Lins dos Santos

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