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                    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA
CONSELHO PROVISORIO

ATA DA REUNI AO ORDINARIA DO CONSELHO PRO^S46RIO DO CAMPUS
ARAPIRACA

Aos treze dias do mes de abril do ano de dois mil e onze, no Auditdrio do Campus de

Arapiraca-AL, as nove horas e trinta e cinco minutos, iniciou-se a Reuniao Ordinaria ds

Conselho Provisorio do Campus de Arapiraca, onde reuniram-se seus membros (convocadc s
previamente) conforme lista de presen^a anexa e sob a presidencia do Prof° Marcio Aurelio

Lins dos Santos, para deliberarem sobre a seguinte pauta: a) Informes Gerais,

>)

Homologa^ao dos processos de estagio probatorio docente de: Laura Cristiane de Souza
(Tavaliasao), Luciano Accioly Lemos Moreira (l°avalia?ao), Mario Hozano Lucas de Souza

(ravalia^So), Silvia Helena Cardoso (Pavalia^ao), Wander Gustavo Botero (Pavalia^ao), c)
J

Apresenta^So da proposta do Plano Diretor do Campus Arapiraca, d) Projeto de Fisiologia i

Genetica de cana-de-a?ucar para tolerancia a seca, e) Projetos de gradua^ao de Licenciatuias
em Filosofia e Sociologia e planilhas em versao final, f) Projeto de Especializagao 'San de

Coletiva e Ambiente*. O Presidente iniciou^Yeuniao fazendo a’lijfiufa da ordem do dia e

logo apresentou o ponto a) que tratou dos informes gerais. Em sua exposi^ao comentou que jd
existia no Campus de Arapiraca um organograma, e que este, nunca tinha sido seguido.

Mostrou atraves de slides um novo organograma que ja esta sendo elaborado pela comiss io.
Alguns setores como CRCA, Biblioteca entre outros, ja tinham funcionalidade e que exist! im

portarias que indicavam os nomes dos responsaveis por estes setores. O setor de infraestrut ira
SINFRA (Superintendencia de Inffaestrutura), sera um dos novos setores que vamos criar, e
pensamos em colocar a escrita do nome SINFRA com a letra C, ficando assim, CINFRA

(CoordenaQao de Infraestrutura). Desde que, assumiu a Dire^ao Geral, procurou entrar em
cdntato com a Prof1 Thaisa Francis Cesar de Oliveira para juntos estudarem o Plano Dire tor.

O Conselheiro Charles Carili Costa Silva disse que a discussao dos setores estaria contidc: no
regimento intemo do Campus, seguindo o que dispoe o Estatuto e o Regimento da UKAL..

Solicitou tambem que os Conselheiros fizessem uma revisao no Regimento. O Conselhsiro

Sergio Onofre Seixas de Araujo ressaltou qucro Regimento estava’travado, eles eram Fobs e

passaram a ser Unidades de Ensino, com isso, existia uma confusao de leitura, o MEC nao
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sabe exatamente o que eles sao. O Presidente disse que independente do que eles sao, o
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organograma vai ajudar a compreender e mostrar realmente quais os setores existentes e sua

funcionabilidade. Em seguida, o Presidente colocou em vota^ao a proposta de ser criada uma
nova comissao para a constru^ao do organograma e que os Coordenadores das Unidades de

Ensino participassem dela. Com 10 (dez) votos a favor a proposta foi referendada.
Continuando, o Presidente colocou mais uma vota^ao que tratou da aprova?ao da escrita d<)
nome SINFRA (Superintendencia de Infraestrutura), ser com a letra C no lugar do S,

CINFRA.(Coordena9ao de Infraestrutura). Com 13 (treze) votos foi referendada a nova
escrita. Acabado os informes o Presidente apresentou o item b) o qual tratou da homologa^S >
dos processes de Estagio Probatorio Docente. Depois de feita a leitura dos nomes des

professores, o Presidente colocou em vota?ao a homologa^ao dos processes. Com (12) doze

votos a favor foram homologados os processes de Estagio Probatorio Docente. Dando
continuidade o item c) foi apresentado e passada a apresenta^ao para a Conselheira Pro a

Thaisa Francis Cesar de Oliveira. Ela come^ou sua apresentado ressaltando que a ideia c a

elabora^ao do Plano Diretor tinha surgido no proprio Conselho e comentou tambem a cria?£ o
da portaria que deu origem a comissao do Plano Diretor. Em seguida, apresentou atraves < e

slides o Projeto do Plano Diretor do Campu^A^ Arapiraca. Comentqu o que seria o Plar o
Diretor, seus objetivos, metas, publico-alvo, demanda social que se pretende atingir, impac o

previsto e a metodologia. Mostrou tambem, o cronograma inicial, o organograma de
funciomamento, as atividades de mobiliza^ao, areas temdticas a serem trabalhadas e o
calendario de reunioes e oficinas publicas. Acrescentou que o projeto estava aberto para a

participado de quern quisesse. O Conselheiro Prof5 Sergio Onofre Seixas de Araujo sugeiiu

que fosse feitas reunioes tambem nas Unidades de Ensino. A Conselheira Prof8 Mai iz

Garibotti Lusa achou interessante a tematica e percebeu tambem que tern varios campos q|ue
eles podem atuar. Em seguida, o Presidente colocou em vota^ao a proposta de serem

referendadas nas proximas reunioes, as partes que fossem sendo elaboradas do Projeto io
Plano Diretor. Com 15 (quinze) votos a favor e 01 (uma) absten^ao a proposta foi referendadaJ
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Dando continuidade a ordem do dia o ponto d) Projeto de Fisiologia e Genetica de cana-dea?ucar para tolerancia a seca foi apresentado e passado a sua apresentado para o Conselhe ro
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Prof® Cicero Carlos de Souza Almeida. Este comentou que o recurso liberado para este projetc

seria depositado em uma conta da FUNDEPES. O projeto iria trazer beneficios para o
Campus de Arapiraca, como constru^ao de laboratdrio e equipamentos. O projeto ja foi

aprovado,, conforme edital ETENE/FUNDECI 04/2010 - Agroenergia. O Conselheirb Sergio
I*

Modesto Vechi fez um comentdrio em rela^ao aos equipamentos dos laboratorios, que na?
ficassem em um laboratorio especifico. Sugeriu que fosse criado um laboratorio multiusuario,

isto e, criar uma central analitica, temos tdcnico's capacitados para dpbrar estes equipamento >.

O Conselheiro Prof® Cicero Carlos de Souza Almeida falou que falta espa?o aqui no Campi’s
e o espa^o seria cedido para a constru^ao de uma central multiusuario. O Conselheiro Prof®

Cicero Ferreira Albuquerque fez um esclarecimento disse que ja tinha conversado com os
professores Cicero Carlos e Jos6 Vieira e que eles nao levassem para o lado pessoal. Cada un
tem uma trajetdria, o setor da cana-de-a^ucar nao seria o que e hoje se nao fosse a UFAL com

suas pesquisas de ponta na melhoria genetica. Porem, tudo isto, serve para o setor economic o.

Ninguem pesquisa como vive o cortador de cana. Pela sua histdria de vida nSo acha
socialmente relevante, por isso, achou o projeto inviavel. Acrescentou, que nao tem n; a
contra a culture da cana-de-a^ucar e, sim, o significado social. O Conselheiro Edmilson
Santos Silva disse que a parte social tinha um contexto alto, porem o que esta em jogo <: O
alicerce da UFAL e isso traz um contexto muito amplo. Comentou que no sertao tem dreas

que nao sao exploradas porque nao tem como. Ele viu a pesquisa como ganho social pan a
regiao. O Conselheiro Prof® Cicero Carlos del Souza Almeida disse' QUe respeitava o ponto de
vista dos conselheiros, porem o projeto apresentado nao foi para pesquisar o cultivo da cana-

de-a^ucar no Sertao, Agreste e nem em outro lugar. O que eles vao analisarem sao os gene ses
e os mecanismos que permitem os mesmos tolerar a seca, a pesquisa e de punho cientinco.
Acrescentou ainda, que ja foram enviados varies projetos, mas somente conseguem recursos e

aprova^ao, quando os projetos sdo de cana-de-a^ucar. O Conselheiro Prof® Sandro Alve > de

Medeiros disse que olhando o capital e o trabalho mais que a paixao e o que a vivencia le /a a

enxergar, nao deveriam deixar a oportunidade de criar um novo conhecimento. Porque se esta

pesquisa nao for realizada aqui, por eles, sera por outro. Na sua opiniao fazer ciencia vai
acontecer em qualquer lugar e se for aqui no Campus de Arapiraca melhor. Em segui( [a, o
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Presidente ,colocou em vota^ao o Projeto de Fisiologia e Genetica de cana-de-a^ucar pan

tolerancia A seca. Com 08 (oito) votes a favor, 05 (cinco) votos contra e 02 (duas) absten^oe;

foi referendado o Projeto de Fisiologia e Gendtica de cana-de-a^ucar para tolerancia & seca,
Continuando o item e) foi apresentado e passado ao Prof0 Marconi Tabosa de Andrade par; i
apresenta^So. Ele come^ou sua exposi^ao dizendo que foram feitas algumas altera$oes m
carga horaria e nas disciplinas. Em rela^ao a carga horaria foi complicado acertar e cada ve s

que olhavam encontravam erro. O Conselheiro Prof5 Cicero Carlos de Souza Almeida diss s
que tinha dificuldades de entender tecnicamente o projeto e se, era responsabilidade da

PROGRAD fazer esta analise e encaminhar para o CONSUNI. O Presidente esclareceu que 3
Conselho do Campus de Arapiraca era deliberativo para os projetos. O correto seria primeiio
os projetos passarem pela Dire^ao Academica para um parecer tecnico e depois ser
encaminhado ao Conselho. Em seguida, passou para a Diretora Academica, a apresenta?ao co
parecer tecnico. Esta, ressaltou um trecho da ata da reuniao anterior, o qual, parabenizou-os
por este pleito, e sugeriu que eles dessem mais uma lida nos projetos para que podessem s tr
feitas algumas modifica^oes tecnicas academicas adequadas. Na analise tecnica que foi feita

pela Dire?ao Academica, contastou-se que os erros continuavam, isto e,

falhas qie

compromentem a estrutura do projeto. O parecer tecnico que ela apresentou foi elaborado por

Monica Vanderlei dos Santos (Pedagoga), Everaldo Bezerra de Albuquerque (Secretaiio
Executive) e ela. Em seguida, fez a leitura da Aprecia^ao do Projeto Pedagogico do Curso de
Sociologia - Licenciatura. Terminada a leitura o professor Marconi Tabosa de Andrade fal du

que achou interessante a leitura, mas um tanto cansativa. Em sua opiniao esses detail es

tecnicos nao interessariam ao Conselho, ninguem e dono da escrita^cientifica. Eles deveriiim
ter recebido o parecer antes, porque assim, teriam tido tempo de fazer os acertos. O due
precisa ficar claro e se o projeto vai ser encaminhado para a aprova^ao ou nao. A Diretora

Academica respondeu ao professor Marconi Tabosa de Almeida que os projetos nao tinhim
sido encaminhados a Dire^ao Academica com antecedencia, sendo assim, nao teve cojno

emitir um parecer a tempo. Quanto a leitura do parecer tdcnico do Projeto do Curso de
Filosofia, acha interessante sim. O Presidente disse que a Diretora Academica precisava fezer

a leitura do parecer, uma vez que, era necessario o conhecimento da analise tecnica. Ressaltou
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ainda, que a Dire?ao Geral foi quern solicitou este parecer. Ficou claro, que os erros
apresentados foram os mesmos, nao levaram a serio anrevisad do processo. O profesor

Marconi Tabosa de Almeida disse que preferia Rear mais um mes para fazerem as corre^des
necessarias. A Conselheira Tereza Cristina Cavalcante de Albuquerque disse que em reunia j

com o colegiado do curso, ficou decidido que nao constassem na lista da planilha ds
aproveitamento e contrata^ao de professores os nomes deles. Porque eles ja tinham um|a
carga horaria bastante comprometida. O professor Marconi Tabosa de Almeida respondeu a
Conselheira que ja tinham retirado os nomes dos professores da planilha. Logo apos, O

Presidente sugeriu a proposta de refazerem as revisoes necessarias nos projetos dos Cursos < Le
Sociologia e Filosofia e que fossem apresentados na proxima reuniao. Sugestao aceita pelos
conselheiros presentes. O Conselheiro Sergio Modesto Vechi comentou que a reuniao tinlia
ficado muito tensa. Acrescentou ainda, que-’depois que ouviu a leitura do parecer tecnic o,

passou a ter receio de mandar um projeto dele para aprova^ao. Ficou esclarecido os tramites
necessaries para encaminhamento dos projetos, primeiro a Dire^ao Academica para o parec er
tecnico, e depois para aprova^ao do Conselho. Sugeriu tambem, que fosse criada uina

comissao para ajudar a Dire^ao Academica, quando fosse necessario fazer um parecer tecnico.

Dando sequencia, a ordem do dia, o ponto f) Projeto de Especializa^So ’Saude Coletivn e
Ambiente' foi apresentado. Porem, por nao ter o paracer tecnico da Dire?ao Academica fit ou

para se apresentado em uma outra Reuniao Ordinaria do Conselho. Em seguida, o Preside! te,

Prof. Dr. Marcio Aurelio Lins dos Santos, encerrou a Reuniao Ordindria do Conse ho
Provisorio do Campus de Arapiraca da qual eu, Maria Amelia Alvares de Azevedo Frei as,

Si

Secretaria Executiva do Conselho Provisorio do Campus Arapiraca, lavrei a presente ata due,

achada conforme, vai assinada por mim e pelo Senhor Presidente, bem como pelos dem;iais
conselheiros presentes nesta reuniao ordinaria.

Maria Amelia Alvares de Azevedo Freitas
Marcio Aurelio Lins dos Santos

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