PPC Zootecnia 2007

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PPC Zootecnia Arapiraca - 2006 - Atualizado 2017.pdf
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                    Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
NOME DO CURSO: Bacharelado em Zootecnia
TITULO CONFERIDO: Zootecnista
DOCUMENTO DE AUTORIZAÇÃO: Processo 23000 021478/2006-72. Parecer CES
52/2007 de 27 e 28 de fevereiro de 2007, publicado no D.O.U. em 14 de março de 2007.
TURNO: Diurno
CARGA HORARIA: 4.500 horas
DURAÇÃO: Mínima: 5 anos e Máxima: 8 anos
VAGAS: 40 (oferta anual)
PERFIL DO EGRESSO: O Zootecnista é capaz de desenvolver os conhecimentos
científicos e tecnológicos no campo da Zootecnia; porém dotado de consciência ética,
política, humanística, com visão crítica e global da conjuntura econômica, social, política,
ambiental e cultural da região onde atua, no Brasil e no mundo.
CAMPOS DE ATUACAO: Além de atuar diretamente junto aos produtores rurais,
podem ser requisitados por institutos e empresas, órgãos públicos ligados à pesquisa,
empresas ligadas à transformação e comercialização de produtos agropecuários, estações
experimentais, organismos de fomento da produção agropecuária, órgãos públicos de
defesa sanitária animal e vegetal, tais como secretarias municipais, estaduais, delegacias
regionais de agricultura, propriedades rurais, cooperativas agropecuárias, e em outros
setores da agricultura familiar ou do agronegócio.
FORMA DE INGRESSO: A primeira forma de acesso aos cursos da Universidade
Federal de Alagoas é normatizado pela Resolução nº 18/2005 – CEPE, de 11 de julho de
2005, que trata do Processo Seletivo da Universidade Federal de Alagoas. Outras
resoluções e legislações nacionais normatizam as demais formas de ingresso no curso
através de transferência, reopção, matrícula de diplomados, Programa de EstudantesConvênio de Graduação, ex-officio etc. Todas essas resoluções estão disponibilizadas no
endereço eletrônico: www.ufal.br, mais especificamente na página da PROGRAD, em
normas acadêmicas.
COLEGIADO OU EQUIPE DE ELABORAÇÃO:
Cícero Gomes dos Santos - coordenador
André Luiz Beserra Galvão - vice-coordenador
Márcio Aurélio Lins dos Santos
José Vieira Silva

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Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

SUMÁRIO

Páginas
1.

INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA......................................................

05

2.

PERFIL DO EGRESSO....................................................................

07

3.

HABILIDADES/COMPETÊNCIAS/ATITUDES.................................

08

4.

FORMAS DE ACESSO AO CURSO DE ZOOTECNIA....................

11

5.

CONTEUDO/MATRIZ CURRICULAR..............................................

14

6.

REPRESENTAÇÃO GRÁFICA........................................................

17

7.

ORDENAMENTO CURRICULAR.....................................................

18

8.

ESTÁGIO SUPERVISIONADO........................................................

69

9.

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC.........................

70

10.

ATIVIDADES COMPLEMENTARES................................................

71

11.

AVALIAÇÃO.....................................................................................

72

12.

PÓS-GRADUAÇÃO..........................................................................

75

13.

PESQUISA.......................................................................................

77

14.

EXTENSÃO......................................................................................

78

15.

BIBLIOGRÁFIAS..............................................................................

80

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1. INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA
As novas mudanças na ordem social, política e econômica que vêm passando a
sociedade promovida pelo processo de globalização. Mudanças essas que afetam o
cotidiano das populações até nos rincões do Brasil, não seria diferente para o estado de
Alagoas e em especial para a região do Agreste Alagoano, que tem parte de sua economia
centrada na agropecuária, com destaque para a cultura do fumo, que nos últimos anos vêm
atravessando sérios riscos a estabilidade socioeconômico da região.
Neste cenário nasce o Campus Arapiraca, da Universidade Federal de Alagoas,
através do processo de expansão das Universidades públicas federais, que tem como
missão o de promover ou fomentar o desenvolvimento local, com a introdução de
conhecimentos, técnicas e capacitação para a população em sua área de abrangência, desta
unidade de Ensino-Pesquisa-Extensão, tornando-se um instrumento na promoção das
mudanças sócio-econômicas da região do Agreste Alagoano.
O município de Arapiraca representa importância estratégica no processo de
interiorização da UFAL. Localizado no centro do Estado, na sua sub-região Agreste, e
distante 136 km de Maceió, trata-se do mais importante município do interior, estendendose por 614 km2. Concentrava no último Censo do IBGE (2000), uma população de 186.466
habitantes – 81,70% urbana, sendo de 361.037 habitantes a população de seus municípios
do entorno imediato. Estima-se que atualmente estes números ultrapassem 200.000 mil
habitantes na sede urbana e 400.000 habitantes, no seu entorno imediato.
Arapiraca é tradicionalmente produtora de fumo, ainda a sua maior fonte de
riqueza, sendo atividade praticada, sobretudo, por pequenos produtores. Tal estrutura
fundiária faz desta microrregião alagoana, a de melhor distribuição de renda e de terras em
Alagoas. Entretanto, o vigoroso modelo de desenvolvimento agrícola fundado na
monocultura fumageira, vem, nos últimos 15 anos, dando sinais de crise de natureza
estrutural e conjuntural, de raízes internas e externas, gerando instabilidade e exigindo
esforço local do empresariado e do poder público para revitalizar a economia local através
da diversificação agropecuária. Sendo, portanto, questões que refletem o cenário e as
vocações sócio-econômicas locais, os quais constituem indicadores importantes para a
definição da oferta de cursos universitários locais, especialmente aqueles relacionados à
produção animal.

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Neste contexto nasce o Curso de Zootecnia da Universidade Federal de Alagoas,
junto com a criação e conseguinte implantação do Campus Arapiraca e pólos aprovado
pela Resolução n° 20/2005 – CEPE/UFAL, de 01 de agosto de 2005, como primeira etapa
do seu processo de interiorização. O Curso de Zootecnia como os demais cursos do
Campus Arapiraca e pólos iniciaram-se suas atividades acadêmicas no mês de setembro de
2006, com uma turma de 40 alunos aprovados no primeiro vestibular.
O Curso de graduação em Zootecnia do Campus Arapiraca, nasce no âmbito do
projeto de expansão da UFAL, que interiorizou a oferta de ensino superior. Este Curso
constituem numa experiência inovadora, apresentando características distintas daquelas já
observadas nos cursos do Campus Central/Maceió. Respondem à necessidade de adoção de
um projeto acadêmico-administrativo inovador, flexível, mas sem sacrificar a qualidade do
Ensino-Pesquisa-Extensão, em sintonia com às novas fronteiras e as novas dinâmicas do
conhecimento, a consideração da pluralidade dos saberes e da interdisciplinaridade,
objetivando a formação competente e cidadã dos novos Zootecnistas.
O Projeto Pedagógico, não é, simplesmente, a articulação de uma série de itens
contendo meios e modos adotados por uma instituição de Ensino para implementar um
processo educacional, mas que seus elementos constituintes devem expressar conceitos e
práticas capazes de garantir a educação de um profissional.

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2. PERFIL DO EGRESSO

O Zootecnista dedica-se à pesquisas, prescrevendo normas técnicas que levam ao
aumento da produção e produtividade de animais domésticos; cuida da formação,
conservação e utilização de pastagens e culturas forrageiras; aperfeiçoa as técnicas de
reprodução e inseminação artificial, supervisionando Estações Experimentais destinadas à
criação dos animais; elabora projetos, tendo em vista melhorar as condições de
alimentação, higiene e outros aspectos importantes para a vida animal; supervisiona
Exposições Oficiais a que concorrem animais de variadas raças. Pode lecionar em Escolas
especializadas e em Instituições de Ensino Superior.

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3. HABILIDADES/COMPETÊNCIAS/ATITUDES
O currículo do Curso de Zootecnia deve dar condições a seus egressos para
adquirirem competências e habilidades a fim de:
a) fomentar, planejar, coordenar e administrar programas de melhoramento
genético das diferentes animais de interesse econômico e de preservação, visando a maior
produtividade, equilibro ambiental e respeitando as biodiversidades no desenvolvimento de
novas biotecnologias agropecuárias;
b) atuar na área de nutrição e alimentação animal, utilizando seus conhecimentos do
funcionamento do organismo animal, visando aumentar sua produtividade e o bem-estar
animal, suprindo suas exigências, com equilibro fisiológico;
c) responder pela formulação, fabricação e controle de qualidade das dietas e rações
para animais, responsabilizando-se pela eficiência nutricional das fórmulas;
d) planejar e executar projetos de construções rurais, formação e/ou produção de
pastos e forrageiras e controle ambiental;
e) pesquisar e propor formas mais adequadas de utilização dos animais silvestres e
exóticos, adotando conhecimentos de biologia, fisiologia, etologia, bioclimatologia,
nutrição, reprodução e genética, visando seu aproveitamento econômico ou sua
preservação;
f) administrar propriedades rurais, estabelecimentos industriais e comerciais ligados
à produção, melhoramento e tecnologias animais;
g) avaliar e realizar peritagem em animais, identificando taras e vícios, com fins
administrativos, de créditos, seguro e judiciais e elaborar laudos técnicos e científicos no
seu campo de atuação;
h) planejar, pesquisar e supervisionar a criação de animais de companhia , esporte
ou lazer, buscando seu bem-estar, equilibro nutricional e controle genealógico;
i) avaliar, classificar e tipificar produtos e subprodutos de origem animal, em todos
os seus estágios de produção;
j) responder técnica e administrativamente pela implantação e execução de rodeios,
exposições, torneios e feiras agropecuárias. Executar o julgamento, supervisionar e
assessorar inscrição de animais em sociedades de registro genealógico, exposições, provas
e avaliações funcionais e zootecnicas;

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k) realizar estudos de impacto ambiental, por ocasião da implantação de sistemas de
produções de animais, adotando tecnologias adequadas ao controle, aproveitando e
reciclando dos resíduos e dejetos animais;
l) desenvolver pesquisas que melhore as técnicas de criação, transporte,
manipulação e abate, visando o bem-estar animal e o desenvolvimento de produtos de
origem animal, buscando qualidade, segurança alimentar e economia;
m) atuar nas áreas de difusão, informação e comunicação especializada em
Zootecnia, esportes agropecuários, lazer e terapias humanas com uso de animais;
n) assessorar programas de controle sanitário, higiene, profilaxia e rastreabilidade
animal, públicos e privados, visando à segurança alimentar humana;
o) responder por programas oficiais e privados em instituições financeiras e de
fomento a agropecuária, elaborando projetos, avaliando propostas, realizando perícias e
consultas;
p) planejar, gerenciar ou assistir diferentes sistemas de produção animal e
estabelecimentos agro-industriais, inseridos desde o contexto de mercados regionais até
grandes mercados internacionalizados, agregando valores e otimizando a utilização dos
recursos potencialmente disponíveis e tecnologias sociais e economicamente adaptáveis;
q) atender às demandas da sociedade quanto a excelência na qualidade e segurança
dos produtos de origem animal, promovendo o bem-estar, a qualidade de vida e a saúde
pública;
r) viabilizar sistemas alternativos de produção animal e comercialização de seus
produtos ou subprodutos, que respondam a anseios específicos de comunidades à margem
da economia de escala;
s) pensar os sistemas produtivos de animais contextualizados pela gestão dos
recursos humanos e ambientais;
t) trabalhar em equipes multidisciplinares, possuir autonomia intelectual, liderança
e espírito investigativo para compreender e solucionar conflitos, dentro dos limites éticos
impostos pela sua capacidade e consciência profissional;
u) desenvolver métodos de estudos, tecnologias, conhecimentos científicos,
diagnósticos de sistemas produtivos de animais e outras ações para promover o
desenvolvimento cientifico e tecnológico;

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v) promover a divulgação das atividades da Zootecnia, utilizando-se dos meios de
comunicação disponíveis e da sua capacidade criativa em interação com outros
profissionais;
w) desenvolver, administrar e coordenar programas, projetos e atividades de ensino,
pesquisa e extensão, bem como estar capacitado para atuar nos campos científicos que
permitam a formação acadêmica do Zootecnista;
x) atuar com visão empreendedora e perfil pró-ativo, cumprindo o papel de agente
empresarial, auxiliando e motivando a transformação social e;
y) conhecer, interagir e influenciar as decisões de agentes e instituições na gestão
de políticas setoriais ligadas ao seu campo de atuação.

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4. FORMA DE ACESSO AO CURSO DE ZOOTECNIA
Os estudantes ingressam na graduação em Zootecnia através do Processo Seletivo,
que foi regulamentado pelo Resolução nº 18/2005 – CEPE, de 11 de julho de 2005, que
atualizou as normas referentes ao Processo Seletivo, como forma de ingresso nos cursos de
graduação da Universidade Federal de Alagoas.
O Art. 1 – O Processo Seletivo da Universidade Federal de Alagoas tem por
objetivo selecionar os candidatos aos cursos de graduação em função dos conhecimentos e
habilidades que demonstre nas áreas do conhecimento que constituem a base comum
nacional dos currículos de ensino médio.
Outras formas de acesso ao Curso de Zootecnia do Campus Arapiraca pode ser via
transferência como reopção de curso mediante edital entre os troncos inicial e
intermediário, em caso de transferência interferência intra e inter-institucional mediante
normas estabelecidas pela PROGRAD (Pró-Reitoria de Graduação) ou regulamentada pelo
CONSUNI (Conselho Universitário). O curso de Zootecnia garante por meio de medidas
específicas, a acessibilidade e a inclusão.
- Acessibilidade
A UFAL atualmente possui um núcleo de estudos voltado para o entendimento das
necessidades postas para o seu corpo social, no sentido de promoção de acessibilidade e de
atendimento diferenciado aos portadores de necessidades especiais em atenção à Política
de Acessibilidade adotada pelo MEC e à legislação pertinente.
O próprio dimensionamento dessas necessidades merece um cuidado especial, haja
vista a forma atual de identificação dos alunos como a auto declaração. Por outro lado, a
UFAL tem investido na capacitação técnica de seus servidores para o estabelecimento de
competências para diagnóstico, planejamento e execução de ações voltadas para essas
necessidades.
Ao esforço para o atendimento universal à acessibilidade arquitetônica, se junta,
agora, o cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela Política de
Acessibilidade, qual sejam a acessibilidade: pedagógica, metodológica, de informação e de
comunicação.

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A acessibilidade pedagógica e metodológica deve atentar para o art. 59 da Lei
9394/96, que afirma: “Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades
especiais: I - currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos,
para atender às suas necessidades”.
Neste sentido, a Nota Técnica nº 24 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE, de 21 de
março de 2013, orienta os sistemas de ensino no sentido de sua implantação. Em especial,
recomenda que os “PPC contemplem orientações no sentido da adoção de parâmetros
individualizados e flexíveis de avaliação pedagógica, valorizando os pequenos progressos
de cada estudante em relação a si mesmo e ao grupo em que está inserido”.
Para tal atendimento a UFAL assume o compromisso de prestar atendimento
especializado aos alunos portadores de deficiência auditiva, visual, visual e auditiva e
cognitiva sempre que for diagnosticada sua necessidade. Procura-se, desta forma, não
apenas facilitar o acesso, mas estar sensível às demandas de caráter pedagógico e
metodológico de forma a permitir sua permanência produtiva no desenvolvimento do
curso.
Neste sentido, o Núcleo de Atendimento Educacional – NAE – oferece o necessário
apoio pedagógico de forma a atender ao corpo social da UFAL em suas demandas
específicas de forma a promover a integração de todos ao ambiente acadêmico. O Curso de
Zootecnia do Campus Arapiraca está de acordo com as diretrizes e normas vigentes no
âmbito da Universidade Federal de Alagoas.
- Inclusão
Desde 1999 a UFAL preocupa-se com a questão da inclusão, tendo aprovado em
2003 a Resolução 33 – COSUNI, posteriormente modificada pelo Decreto 7.824, de 11
de outubro de 2012 que dispõe sobre a política de ingresso nas IFES. Ainda, a
Resolução 54/2012 – CONSUNI institucionaliza a reserva de vagas/cotas no processo
seletivo de ingresso nos cursos de graduação da UFAL.
Neste entendimento, em 2015, foram reservadas 40% (quarenta por cento) das
vagas de cada curso e turno ofertados pela UFAL para os alunos egressos das escolas
públicas de Ensino Médio. Destas, 50% (cinquenta por cento) das vagas foram destinadas
aos candidatos oriundos de famílias com renda igual ou inferior a 1,5 salários mínimo (um
salário mínimo e meio) bruto per capita e 50% (cinquenta por cento) foram destinadas aos

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candidatos oriundos de famílias com renda igual ou superior a 1,5 salários mínimo (um
salário mínimo e meio) bruto per capita. Nos dois grupos que surgem depois de aplicada a
divisão socioeconômica, serão reservadas vagas por curso e turno, na proporção igual à de
Pretos, Pardos e Indígenas (PPI) do Estado de Alagoas, segundo o último censo do
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, que corresponde a 67,22%
(sessenta e sete vírgulas vinte e dois por cento). A meta da UFAL é aumentar ainda mais
esse número de vagas para alunos egressos de escolas das redes públicas, até atingir um
índice de 50% do total de suas vagas. Estando inserido nessa instituição, o Curso de
Zootecnia do Campus Arapiraca adequa-se a todas essas normatizações vigentes.

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5. CONTEÚDOS/MATRIZ CURRICULAR
A elaboração do Projeto Pedagógico do Curso de Zootecnia do Campus Arapiraca
da Universidade Federal de Alagoas vem atender a uma exigência da Resolução nº 4, de 2
de fevereiro de 2006 e da Resolução nº 25/90 – CEPE, de 30 de outubro de 1990, que
estabeleceu as normas para reformulação curricular na UFAL. Diante disto, esclareceremos
que a estrutura curricular apresentada neste Projeto Pedagógico do Curso de Zootecnia foi
organizado em consonância com as referidas resoluções.
Considerando que o Curso de Zootecnia pode ser compreendido segundo a
Resolução nº 4, de 2 de fevereiro de 2006, no Art. 7. Os conteúdos curriculares do curso de
graduação em Zootecnia deverão contemplar, em seu projeto pedagógico e sua organização
curricular, os seguintes campos do saber: Morfologia e Fisiologia Animal; Higiene e
Profilaxia Animal; Ciências Exatas e Aplicadas; Ciências do Ambientais; Ciências
Agronômicas; Ciências Econômicas; Genética, Melhoramento e Reprodução Animal;
Nutrição e Alimentação; Produção Animal e Industrialização – estes conteúdos devem
estar inter-relacionados com os demais conteúdos inerentes a esta formação profissional,
esteve presente em todo o processo de discussão e formulação desta estrutura curricular a
preocupação com integração entre os conteúdos das disciplinas, tanto de forma horizontal
(no mesmo período) quanto vertical (entre períodos) entre os eixos.
Considerando o estabelecido na Resolução nº 4, de 2 de fevereiro de 2006,
MEC/CNE -Câmara Superior de Educação e da Resolução nº 25/90 – CEPE, de 30 de
outubro de 1990, que estabeleceu as normas para reformulação curricular na UFAL, o
Curso de Zootecnia do Campus Arapiraca da Universidade Federal de Alagoas tem
duração mínima de 4 anos e meio e máxima de 9 anos. Seu Currículo pleno esta
estruturado em nove semestres, de acordo com o proposto no Projeto de Interiorização da
UFAL, em um novo formato, onde primeiro período destina-se às disciplinas do TRONCO
INICIAL, o segundo às disciplinas do TRONCO INTERMEDIÁRIO (comuns ao Eixo das
Ciências Agrárias) e o restante, TRONCO PROFISSIONALIZANTE, com disciplinas de
formação do Zootecnista.
O curso terá um total de 4.500 horas/aulas, correspondendo a 56 disciplinas
obrigatórias (4.040 horas/aulas), Trabalho de Conclusão de Curso (80 horas/aulas) e um

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mínimo de 3 (três) disciplinas eletivas (180 horas/aulas). Facultando ao aluno cursar
disciplinas eletivas alem desse limite.
Será obrigatório ao aluno o cumprimento de uma carga horária referente a
realização de Atividades Complementares para cumprir uma exigência do Projeto do
Curso de 200 horas/aulas como Parte Flexível que podem ser complementada ao longo do
curso. Também será exigido o cumprimento de uma carga horária mínima de 160
horas/aulas relativas ao Estágio Curricular Obrigatório. Estas últimas são atividades que
abrangem a experiência prática em ambiente profissional, nas dependências da
Universidade e fora dela.
O aluno só poderá colar grau quando cumprida todas as exigências prevista pelo
Projeto do Curso de Zootecnia do Campus Arapiraca da Universidade Federal de Alagoas.
O PPC do curso garante a discussão e abordagem de temas atuais e exigidos pelo
MEC, conforme descrição a seguir:
- Língua Brasileira De Sinais - Libras
Em atendimento a Lei n. 10.436, de 24 de abril de 2002 e o Decreto n. 5.626 de 22
de dezembro de 2005, no Parágrafo 2º, Art. 3º, do Capítulo II – que orienta a inclusão da
disciplina de Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, nos cursos de graduação, em caráter
obrigatório para as Licenciaturas e Fonoaudiologia e eletiva (optativa) para os demais
cursos. O curso de Zootecnia oferta a disciplina de LIBRAS como disciplina eletiva, com
uma carga horária de 54 horas/aulas, ministrada por docentes do Curso de Letras do
Campus Arapiraca, sendo ofertada em todos os períodos.
- Educação Ambiental
O Decreto n. 4.281, de 25 de junho de 2002, que regulamenta a Lei no 9.795, de 27
de abril de 1999, institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras
providências. Em 2012, surgiu a Resolução CNE/CP nº 02/2012, que define normas da
implementação da Educação Ambiental nos currículos dos cursos superiores. Atendendo a
essas legislações, o curso de Zootecnia do Campus Arapiraca contempla o referido tema
nos conteúdos ministrados nas disciplinas obrigatórias de Ecologia Geral e de Legislação
Agrária e Ambiental, uma vez que o Parágrafo 1º, do Art. 10º desta lei, estipula que a
educação ambiental não deve ser implantada como disciplina específica no currículo de

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ensino. Os conteúdos serão abordados em atividades teóricas e práticas, na forma de aulas,
conferências, palestras, visitas técnicas ou de estudo e fóruns de discussão, em atendimento
ao Art. 7º, Inciso V da Resolução n. 1, de 2 de fevereiro de 2006.
- Educação Étnico-Raciais
Em atenção á Lei 10.639/2003, à Lei 11.645/2008 e da Resolução CNE/CP
01/2004, fundamentada no Parecer CNE/CP 03/2004 que dispõe sobre as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação de Relações Étnico Raciais e para o Ensino de
História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena, os PPC's da UFAL vem tratando a
temática de forma transversal. Essa temática é abordada no curso de maneira transversal e
interdisciplinar, devido à natureza de seu conteúdo, que busca discutir a formação da
sociedade contemporânea incluindo o individuo como parte integrante dos grupos étnicoraciais diferentes, que são representantes vivos da história e cultura do Brasil.
Os conteúdos serão abordados em atividades teóricas e práticas, na forma de aulas,
conferências, palestras, visitas técnicas ou de estudo e fóruns de discussão, em atendimento
ao Art. 7º, Inciso V da Resolução Nº 1, de 2 de fevereiro de 2006.
- Educação em Direitos Humanos
A Educação em Direitos Humanos na UFAL adequa-se à Resolução CNE/CP n.
01/2012 e está institucionalizada pelo Parecer 08/2012. No âmbito do Curso de Zootecnia
essa temática é tratada de acordo com normas internas da Universidade e através do
estímulo para capacitação dos docentes para abordagem do tema nas diversas disciplinas
durante curso.

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6. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA

Curso de Zootecnia da Universidade Federal de Alagoas – Campus Arapiraca regime semestral – Currículo 2006
Componentes curriculares
Disciplinas obrigatórias
Disciplinas eletivas
Estágio Supervisionado
Trabalho de Conclusão de Curso
Atividades Complementares
Carga Horária

Carga Horária
3880
180
160
40
240
4500

Representação Gráfica do Curso de Zootecnia Campus Arapiraca

3,72%

1,86%

4,65%

4,19%

85,58%

Disciplinas obrigatórias
Disciplinas eletivas
Estágio Supervisionado
Trabalho de Conclusão de Curso
Atividades Complementares

Figura 1. Representação gráfica do Curso de Zootecnia do Campus Arapiraca da
Universidade Federal de Alagoas, com a carga horária distribuída entre
disciplinas Obrigatórias, disciplinas Eletivas, Estágio Obrigatório, parte flexível
e Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

7. ORDENAMENTO CURRICULAR
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A estrutura e conteúdo curricular com as bibliografias do Curso de Zootecnia,
contempla uma oferta semestralizada de disciplinas, organizadas mediante a seguinte
configuração geral:
1 – Tronco Inicial – Conteúdo geral, mas com abordagem comum aos cursos
agrupados nos Eixos Temáticos. O Troco Inicial é a parte integrante, obrigatória e comum
do projeto pedagógico de todos os cursos de graduação do Campus Arapiraca, pertencentes
a cada Eixo temático. Articula-se em função de quatro unidades de formação básica que se
desdobram em disciplinas interdisciplinares e modulares, sendo a última unidade, um
seminário integrador, oferecido em dois momentos e abrangências. O conteúdo deste
Tronco compreende atividades desenvolvidas em 20 horas semanais, por um semestre (20
semanas), oferecendo-se ao final, 400 horas semestrais.
2 – Tronco Intermediário – Conteúdo comum aos Cursos de cada Eixo Temático. É
aparte integrante, obrigatória e comum do projeto de todos os cursos de graduação
pertencentes ao Eixo das Ciências Agrárias do Campus Arapiraca. Articula-se em
disciplinas, sendo uma delas um seminário integrador. O conteúdo este Tronco se
desenvolve ao longo de um semestre letivos (de 40 semanas), em atividades de 20 horas
semanais, obtendo-se ao final, 400 horas semestrais
3 – Tronco Profissionalizante – Conteúdo especifico da formação graduada do Curso.
Compreende conteúdos objetivos, diretos, específicos e profissionalizantes, ofertados
através de disciplinas que observam as características peculiares dos projetos pedagógicos
e traduzem as formações graduadas finais do curso.

7.1. ORGANIZAÇÃO DAS DISCIPLINAS POR SEMESTRE

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ORDENAMENTO CURRICULAR DE ZOOTECNIA NA UFAL/CAMPUS ARAPIRACA
REGIME SEMESTRAL – CURRÍCULO 2007
Perío
Código
do

1

2

3

4

5

6

7

Disciplina

Carga horária
Obrigat
Seman Teóri Práti Semestr
ória
al
ca
ca
al
Sim
06
120
120
Sim
06
120
120

TRIN00
SOCIEDADE, NATUREZA e
TRIN00
PRODUÇÃO DO
2
CONHECIMENTO: Ciência e Não
TRIN00
LÓGICA, INFORMÁICA e
Sim
TRIN00
SEMINÁRIO INTEGRADOR I
Sim
Carga horária total do período
AGRA0
BIOLOGIA GERAL
Sim
AGRA0
ECOLOGIA GERAL
Sim
AGRA0 MATEMÁTICA e ESTATISTICA
Sim
AGRA0 QUÍMICA GERAL, ANALÍTICA
Sim
AGRA0 SEMINÁRIO INTEGRADOR II
Sim
05
Carga horária total do período
ZOTA00
BIOFÍSICA
Sim
ZOTA00
BIOQUÍMICA
Sim
ZOTA00
BOTÂNICA GERAL
Sim
ZOTA00
CIÊNCIA DO SOLO I
Sim
ZOTA00 EXPERIMENTAÇÃO AGRÍCOLA
Sim
ZOTA00 INTRODUÇÃO À ZOOTECNIA
Sim
ZOTA00
ZOOLOGIA GERAL
Sim
Carga horária total do período
ZOTA
ANATOMIA e FISIOLOGIA
Sim
ZOTA
CIÊNCIA DO SOLO II
Sim
ZOTA
DESENHO TÉCNICO E
Sim
ZOTA
FISIOLOGIA VEGETAL
Sim
ZOTA
GENÉTICA ANIMAL
Sim
ZOTA
PARASITOLOGIA e HIGIENE
Sim
Carga horária total do período
ZOTA CONSTRUÇÕES ZOOTÉCNICAS
Sim
ZOTA
FARMACOLOGIA
Sim
ZOTA BIOQUÍMICA E FISIOLOGIA DA
SIM
ZOTA
MELHORAMENTO ANIMAL
Sim
ZOTA
METEOROLOGIA E
Sim
ZOTA
CIÊNCIA DO SOLO III
Sim
ZOTA
PLANTAS FORRAGEIRAS
Sim
Carga horária total do período
ZOTA
ALIMENTOS, ALIMENTAÇÃO
Sim
ZOTA
NUTRIÇÃO DE RUMINANTES
Sim
ZOTA
NUTRIÇÃO DE
Sim
ZOTA
FISIOLOGIA DA REPROD. e
Sim
ZOTA
PLANTAS TÓXICAS
Sim
ZOTA FORRAGICULTURA E MANEJO
Sim
ZOTA
MICROBIOLOGIA E
Sim
Carga horária total do período
ZOTA
BIOCLIMATOLOGIA
Sim

06
02
20
05
03
05
05
02
20
03
04
04
03
04
02
03
23
05
03
04
04
04
04
24
03
03
03
04
03
03
04
23
03
04
03
03
02
04
04
23
03

80

40
40

70
40
100
70

30
20

60
60
60
40
60
40
40

30
40
20
20
20
20
20

60
40
50
60
80

40
20
30
20

40
60
40
60
60
40
60

20
20
20
20
20

40
50
40
60
25
50
50

20
30
20
20
15
30
30

40

20

120
40
400 h
100
60
100
100
40
400 h
60
80
80
60
80
40
60
460 h
100
60
80
80
80
80
480 h
60
60
60
80
60
60
80
460
60
80
60
60
40
80
80
460 h
60
19

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

ZOTA
ZOTA
ZOTA
ELET
ZOTA
ZOTA
ZOTA

8

9

ZOTA
ZOTA
ZOTA
ZOTA
ZOTA
ZOTA
ZOTA
ZOTA
ZOTA
ELET
ELET
ZOTA
ZOTA
ZOTA
ZOTA

10
Total:

Campus Arapiraca - UFAL

AVICULTURA
Sim
04
60
20
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
Sim
03
50
30
CAPRINOCULTURA
Sim
03
40
20
ELETIVA 1
Sim
03
OVINOCULTURA
Sim
04
40
20
APICULTURA
SIM
02
20
20
LEGISLAÇÃO AGRÁRIA E
Sim
03
40
Carga horária total do período
24
BOVINOCULTURA DE LEITE
Sim
04
50
30
BOVINOCULTURA DE CORTE
Sim
03
50
30
EXTENSÃO e
Sim
03
40
20
T.P.O.A 1
Sim
02
40
20
EQUIDEOCULTURA
Sim
03
40
20
PISCICULTURA
Sim
04
40
20
EXTERIOR, RAÇAS E
Sim
04
40
20
Carga horária total do período
23
ADMINISTRAÇÃO E
Sim
03
40
20
ELABORAÇÃO e AVALIAÇAO
Sim
03
20
20
ELETIVA 2
Sim
03
ELETIVA 3
Sim
03
AGRONEGÓCIO E
Sim
03
40
20
EXTENSÃO E
Sim
03
T.P.O.A 2
Sim
04
50
30
AVALIAÇÃO E TIPIFICAÇÃO
Sim
03
40
20
Carga horária total do período
23
ESTÁGIO OBRIGATÓRIO
Sim
Carga horária total do período
44 disciplinas + Estágio
Disciplinas obrigatórias
Supervisionado
fixas e eletivas

80
80
60
60
60
40
40
480 h
80
80
60
60
60
60
60
460 h
60
40
60
60
60
60
60
60
460
160
160 h
4.220

Atividades
Complementares

240

Trabalho de Conclusão
de Curso - TCC

40

Carga Horária Total

4500

ORDENAMENTO CURRICULAR DA ZOOTECNIA NA UFAL/CAMPUS ARAPIRACA
REGIME SEMESTRAL
Carga horária
Períod Códi
Obrigató
Seman Teóric Práti Semestra
Disciplina Eletiva
o
go
ria
al
a
ca
l Total
QUESTÃO AGRÁRIA E
ELE DESENVOLVIMENTO SOCIAL:
Não
03
60
T
OCUPAÇÃO DO TERRITÓRIO E
USO DO SOLO
ELE
IRRIGAÇÃO DE PASTAGENS
Não
03
60
T
20

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

ELE
PLANEJAMENTO E USO DA
T
TERRA
ELE FITOPATOLOGIA APLICADO À
T
ZOOTECNIA
ELE
MELIPONICULTURA
T
ELE CUNICULTURA E ANIMAIS DE
T
BIOTÉRIO
ELE
BIOTECNOLOGIA
T
ELE
ANIMAIS SILVESTRE
T
ELE
INTEGRAÇAO LAVOURAT
PECUÁRIA
ELE
INFORMÁTICA NA
T
ZOOTÉCNIA
ELE
LÍNGUAS BRASILEIRA DE
T
SINAIS - LIBRAS
CÓDI

DISCIPLINA

GO

Campus Arapiraca - UFAL

Não

03

60

Não

03

60

Não

03

60

Não

03

60

Não

03

60

Não

03

60

Não

03

60

Não

03

60

Não

03

60

CÓDI

PRÉ-REQUISITO

GO
BIOQUÍMICA

AGRA

QUÍMICA

GERAL,

004

ANALÍTICA E ORGÂNICA

ZOTA

EXPERIMENTAÇÃO AGRÍCOLA E AGRA

MATEMÁTICA

005

ESTATISTICA

ESTATISTICA

ZOTA

CIÊNCIA DO SOLO II

ZOTA

CIÊNCIA DO SOLO III

ZOTA
ZOTA

CIÊNCIA DO SOLO I
CIÊNCIA DO SOLO II

ZOTA

FISIOLOGIA VEGETAL

ZOTA
ZOTA

BIOQUÍMICA
BOTÂNICA GERAL

ZOTA

CONSTRUÇÕES ZOOTÉCNICAS

ZOTA

FARMACOLOGIA

ZOTA

BIOQUÍMICA

MELHORAMENTO ANIMAL

ZOTA
ZOTA

GENÉTICA ANIMAL
EXPERIMENTAÇÃO

005

AGRÍCOLA E ESTATISTICA

ZOTA

FISIOLOGIA VEGETAL

ZOTA

BIOQUÍMICA E FISIOLOGIA
DA DIGESTÃO DE ANIMAIS

ZOTA

PLANTAS FORRAGEIRAS
ZOTA

NUTRIÇÃO DE RUMINANTES

003
ZOTA
004

e

CIÊNCIA DO SOLO I

DESENHO

TÉCNICO

E

TOPOGRÁFIA

21

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

ZOTA
ZOTA

FORRAGICULTURA E MANEJO

ZOTA

DE PASTAGENS

PLANTAS FORRAGEIRAS
PLANTAS FORRAGEIRAS

ZOTA

BOVINOCULTURA DE LEITE

ZOTA

NUTRIÇÃO DE RUMINATES

ZOTA

BOVINOCULTURA DE CORTE

ZOTA

NUTRIÇÃO DE RUMINATES

ZOTA

OVINOCULTURA

ZOTA

NUTRIÇÃO DE RUMINATES

ZOTA

CAPRINOCULTURA

ZOTA

NUTRIÇÃO DE RUMINATES

NUTRIÇÃO DE MONOGÁSTRICO

ZOTA

BIOQUÍMICA
ANATOMIA e FISIOLOGIA

ZOTA
ZOTA
ZOTA
ZOTA

ZOTA
APICULTURA

ZOTA

BIOCLIMATOLOGIA

CLIMATOLOGIA
PARASITOLOGIA

E

HIGIENE

ZOOTECNICA
E

IMUNOLOGIA ZOOTECNICA

ZOTA
ZOTA
ZOTA
ZOTA

ZOTA

ZOOLOGIA GERAL
METEOROLOGIA E

MICROBIOLOGIA

ZOTA

ANIMAIS DOMESTICO

AVICULTURA

ZOTA
ZOTA
ZOTA

SUINOCULTURA

ZOTA

EQUIDEOCULTURA

ZOTA

PISCICULTURA

ZOOLOGIA GERAL
ZOOLOGIA GERAL
NUTRIÇÃO DE
MONOGÁSTRICO
NUTRIÇÃO DE
MONOGÁSTRICO
NUTRIÇÃO DE
MONOGÁSTRICO
NUTRIÇÃO DE
MONOGÁSTRICO

EXTERIOR,

RAÇAS

E

JULGAMENTO
AVALIAÇÃO E TIPIFICAÇÃO DE
CARCAÇAS

ZOTA

ANATOMIA e FISIOLOGIA
ANIMAIS DOMESTICO

ZOTA

ANATOMIA e FISIOLOGIA

ZOTA
ZOTA
ZOTA

ANIMAIS DOMESTICO
BOVINOCULTURA
OVINOCULTURA
CAPRINOCULTURA

DE

22

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

7.2. EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIAS DAS DISCIPLINAS
7.2.1. TRONCO INICIAL
TRONCO INICIAL
Disciplina:
Semestre:
Código:

SOCIEDADE, NATUREZA E DESENVOLVIMENTO DA REALIDADE
LOCAL À REALIDADE GLOBAL
Primeiro
Carga horária: 120horas
TRIN001
Pré-requisito:

Ementa: Reflexão crítica sobre a realidade, tendo como base o conhecimento de mundo a
partir de um contexto local e sua inserção global, através de abordagem interdisciplinar
sobre sociedade, seu funcionamento, reprodução, manifestação diversas e suas relações
com a cultura, economia, política e natureza.
Bibliografia Básica
HALL, S. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 1998.
LIRA, F. Alagoas: formação da riqueza e da pobreza. Maceió: Edufal, 2008.
SORJ, B. A nova sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.
SANTOS, L. G. Politizar as novas tecnologias. Editora 34, 2003.
Bibliografia Complementar
DIEGUES, A. C. O mito moderno da natureza intocada. São Paulo:
Annablume/Hucitec, USP, 2002.
GONÇALVES, C. W. Paixão da Terra: ensaios críticos de ecologia e geografia. Rio de
Janeiro: Pesquisadores associados em Ciências Sociais, 1984.
RIBEIRO, D. O povo brasileiro. São Paulo: Cia das Letras, 2006.
SACHS, I. Estratégias de transição para o século XXI - desenvolvimento e meio
ambiente. São Paulo: Studio Nobel, 1993.
Disciplina:
Semestre:
Código:

PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO: CIÊNCIA E NÃO-CIÊNCIA
Primeiro
Carga horária: 120horas
TRIN002
Pré-requisito:

Ementa: Instrução e discussão sobre ciência e seus instrumentos e métodos científicos,
mas também sobre expressões, conhecimentos tradicionais, populares e locais, para o
reconhecimento de um diálogo de saberes e a internalização de novos paradigmas.
Bibliografia Básica
ARISTÓTELES. Metafísica. Trad. De Leonel Vallandro. Porto Alegre: Editora globo,
1969
DESCARTES, René. Discurso do método. Trad. De Maria E. Galvão. São Paulo: Martins
Fontes, 2003.
HUME. David. Investigação sobre o Entendimento Humano e sobre os princípios da
moral. São Paulo: UNESP, 2004.
23

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

PLATÃO. A República. Trad. de Carlos Alberto Nunes. 3 ed. Belém: Editora
universitária, 2001. Livro VII ( O Mito da Carverna).
POPPER, Karl R. A Lógica da Pesquisa Científica. Trad. de Leonidas Hegenberg e
Octanny S. da Mota. São Paulo: Cultrix/ EDUSP, 1975.
Bibliografia Complementar
BOMBASSARO, Luiz Carlos. As fronteiras da epistemologia: Como se produz o
conhecimento. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 1992.
CHALMERS, A. F. O que é ciência, afinal?. Trad. de Raul Fiker. São Paulo: Brasiliense,
1993.
DUTRA, Luís H. de A. Introdução à teoria da ciência. Florianópolis: Editora da UFSC,
1998.
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Científica: teoria da ciência e
iniciação à pesquisa. 21 ed. Petrópolis: Vozes, 2003.
Disciplina:
Semestre:
Código:

LÓGICA, INFORMÁTICA E COMUNICAÇÃO
Primeiro
Carga horária: 120horas
TRIN003
Pré-requisito:

Ementa: Oferta de instrumentais básicos requeridos pelo cursar da graduação
universitária, fundamentalmente: usos da linguagem, indução e dedução; novas tecnologias
de comunicação, usos do computador e da Internet; expressão escrita, análise, interpretação
e crítica textual
Bibliografia Básica
COPI, Irving M. Introdução à Lógica. ed.São Paulo: Mestre Jou Editora, 1981.
FURASTÉ, Pedro A. Normas Técnicas para o trabalho científico: elaboração e
formatação. 14 ed. Porto Alegre: ABNT, 2007.
LÉVY, Pierre. A conexão planetária: o mercado, o ciberespaço, a consciência.
São Paulo: Ed. 34, 2001.
MANZANO, José A. N. G. BrOffice.org 2.0: Guia Prático de Aplicação. São Paulo:
Editora
Érica, 2007.
NAVEGA, Sergio. Pensamento Crítico e Argumentação Sólida. São Paulo: Editora
Intelliwise, 2005.
Bibliografia Complementar
CASTELLS, Manuel. A Galáxia da Internet: Reflexões sobre a Internet, os negócios
e a sociedade, Jorge Zahar Editor,Rio de Janeiro, 2003.
JOHNSON, Steven. Cultura da interface: como o computador transforma nossa
maneira de criar e comunicar. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane Price. Sistemas de Informação. 4a. ed. São
Paulo: LTC, 1999.
SOUZA, João Nunes de. Lógica Para Ciência da Computação. 7ª ed. São Paulo:
Campus, 2002.
VANOYNE, Francis. Usos da Linguagem: Problemas e Técnicas na Produção Oral e
Escrita. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

24

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Disciplina:
Semestre:
Código:

Campus Arapiraca - UFAL

SEMINÁRIO INTEGRADOR 1
Primeiro
Carga horária:
TRIN004
Pré-requisito:

40horas
-

Ementa: Discussão local, interdisciplinar, de integração das atividades e de avaliação dos
progressos discentes de cada Eixo.
Bibliografia: a das demais disciplinas do período.
7.2.2. TRONCO INTERMÉDIARIO (Segundo Período)
Disciplina:
Semestre:
Código:

BIOLOGIA GERAL
Segundo
AGRA001

Carga horária:
Pré-requisito:

100horas
-

Ementa: Células, Estruturas e Funções. Divisão Celular. Tecidos epiteliais de
revestimento e glandular. Tecidos conjuntivos, adiposo, cartilaginoso e ósseo. Tecido
muscular e Tecido nervoso. Morfologia e Histofisiologia destes tecidos. Divisões e fases
da embriologia. Embriologia dos animais Domésticos, gastrulação de aves e mamíferos.
Bibliografia Básica
CARLSON, H. 1996. Embriologia humana e biologia do desenvolvimento, 1ª edição,
Rio de janeiro: Guanabara-Koogan, 480p.
DE ROBERTIS, E.M.F. & HIB, J. 2001. Bases da biologia celular e molecular. 3ª
edição, Rio de janeiro: Guanabara-Koogan, 418p.
GARCIA, S. M. L., JECKEL, E. & GARCIA C. B. 1991. Embriologia. 2ª edição, Porto
Alegre, Artmed Editora, 416p.
JUNQUEIRA, L. C. & CARNEIRO, J. 2004. Histologia Básica. 10ª edição, Rio de
janeiro: Guanabara-Koogan, 488p.
JUNQUEIRA, L. C. & CARNEIRO, J. 2005. Biologia Celular e Molecular. 8ª edição,
Rio de janeiro: Guanabara-Koogan, 332p.
Bibliografia Complementar
ALBERTS, B.; BRAY, D.; LEWIS,J.; RAFF, M.; ROBERTS, K. & WATSON, J. 1999.
Biologia molecular da célula, 3ª edição, Porto Alegre: Artmed Editora, 1549p.
MAIA, G. D. 1996. Embriologia Humana. 2ª edição, São Paulo, Editora Atheneu, 128p.
MOORE, K. L. & PERSAUD, T. V. N. 2000. Embriologia Básica. 5ª edição, Rio de
janeiro: Guanabara Koogan, 264p.
PIEZZI, R.S. & FORNÉS, M. W. 2008. Novo Atlas de Histologia Normal - de Di Fiori.
1ª edição, Rio de janeiro: Guanabara Koogan, 356p

Disciplina:
Semestre:
Código:

ECOLOGIA GERAL
Segundo
AGRA002

Carga horária:
Pré-requisito:

60horas
-

25

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

Ementa: Conceitos preliminares. Bases teóricas da recuperação e manejo de ecossistemas.
Técnicas de recuperação de ecossistemas; Manejo de ecossistemas; Recuperação de áreas
degradadas; exploração de áreas agrícolas.
Bibliografia Básica
BEGON, M.; HARPER, J. Fundamentos em Ecologia. 2.ed. São Paulo: Editora Artmed,
2006.
DAJOZ, R. Princípios de Ecologia. 7. ed. São Paulo: Editora Artmed. 2005.
LABOURIAU, M.L.S. História Ecológica da Terra. 2.ed. rev. São Paulo: Edgard
Blucher, 1994. 296p.
RICKLEFS, E. A Economia da Natureza. 5. ed. Rio de Janeiro: Editora GuanbaraKoogan, 2003. 503p.
Decifrando a Terra. Wilson Teixeira (Org.). São Paulo: Oficina de textos, 2003.
Bibliografia Complementar
ALTIERI, M. Agroecologia. Editora FAURGS. 2002.
BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservação do solo. São Paulo: Ícone, 1990.
355p.
CHASSOT, A.I. A Ciência através dos tempos. 2.ed. São Paulo: Moderna, 1994.
FORNARI, E. Manual prático de agroecologia. Editora aquariana, 2002.
GLIESSMAN, S.R. Agroecologia. Editora FAURGS, 2005.
GOLDEMBERG, J.; VILLANUEVA, L.D. Energia, Meio Ambiente e
Desenvolvimento. 2. ed. São Paulo: Editora Edusp. 2003. 226p.
LOVATO, P.R.; SCHMIDT, W. Agroecologia e sustentabilidade no meio rural. Editora
Jorge Tavares. 2006.
LIMA, J.R.T.; FIGUEREDO, M.AB. Agroecologia: conceitos e experiências. Editora
Jorge Tavares. 2006.
RSENDE, M.; CURI, N.; REZENDE, S.B.; CORRÊA, G.F. Pedologia: Bases para
distinção de ambientes. 3.ed. Viçosa: NEPUT, 1999. 338p.

Disciplina:
Semestre:
Código:

MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA 1
Segundo
Carga horária:
AGRA003
Pré-requisito:

100horas
-

Ementa: Funções, limites, derivadas, integral, estatística descritiva, probabilidade,
distribuição de probabilidade, amostragem, estimação, teste de hipótese e regressão e
correlação.
Bibliografía Básica
CARVALHO, S. Estatística básica. Editora Impetus Elsevier. 2005.
FERREIRA, R. S. Matemática aplicada às Ciências Agrárias: Análise de dados e
modelos. Viçosa: UFV, 1999. 333 p.
MILONE, G. Estatística Geral e Aplicada. 2003. 498p.
THOMAS G.B. Cálculo (Vol. 1). 10ª ed. Rio de Janeiro. Pearson Brasil, 2002.
STEWART, JAMES, Cálculo, Vol. 1, 4ª ed. São Paulo: Ed. Pioneira, 2001.
Bibliografía Complementar
26

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

ANDRIOTTI, J.L.S. Fundamentos de Estatística e Geoestatística. Editora Unisinos.
2004.
ANTON, H. Cálculo, um novo horizonte. Vol. 2. 6ªed. Porto Alegre: Ed. Bookman,
2000.
BOULOS, P. & ABUD, Z. I. Cálculo diferencial e integral. Vol.1 - São Paulo: Makron
Books, 1999.
COSTA NETO, P.L.O. Estatística. Editora Edgard Blucher. 2002.
FERREIRA, D.F. Estatística Básica. Editora Ufla. 2005. 664p.
LAPPONI, J.C. Estatística usando Excel. Editora Campus. 2005.
LIMA, C.P.; MAGALHAES, M.N. Noções de Probabilidade e Estatística. Editora
Edusp. 2005.
VIEIRA, S.M.; WADA, R. O que é Estatística. Editora Brasiliense.
FONSECA, J.S.; MARTIN, G.A.; Curso de Estatística. Editora Atlas. 1996.
TRIOLA, M.F. Introdução à Estatística. Editora LTC. 2005.

Disciplina:
Semestre:
Código:

QUÍMICA GERAL, ANALÍTICA E ORGÂNICA
Segundo
Carga horária: 100horas
AGRA004
Pré-requisito:

Ementa: Operações básicas de laboratório. Teoria estrutural. Análise elementar
qualitativa. Conceitos, propriedades e esrioisometria de hidrocarbonetos, compostos
halogenados, álcoois, éteres, fenóis, cetonas, carboidratos, ácidos carboxílicos, ésteres,
lipídios, aminas, amidas, nitrilas, aminoácidos, peptídeos e proteínas. Química dos
compostos biológicos, biossíntese de macromoléculas encontradas num ser vivo.
Bibliografia Básica
ATKINS, P. & JONES, L. Princípios de Química (Volume único) 3ª ed. Editora
BOOKMAN, 2006.
BRADY, J.E & HUMISTON,. G.E. Química Geral (Volume 1). 2ª ed. Editora LTC,
1995.
BRADY, J.E & HUMISTON,. G.E. Química Geral (Volume 2). Editora LTC, 1996.
RUSSELL, J.B. Química Geral (Volume 2). 2ª ed. Editora MAKRON, 1994.
SHRIVER, D. F.;W.ATKINS, P. Química Inorgânica, Editora Bookman
Bibliografia Complementar
BENSAUDE-VICENT, B. e STENGERS, I. História da Química, Instituto Piaget,
Lisboa, 1996
VANIN, J.A. - Alquimistas e Químicos (O Passado, o Presente e o Futuro). São Paulo:
Editora Moderna, 2005.
AFONSO-GOLDFARB, A. M. Da Alquimia à Química, 1a ed. São Paulo: Editora Landy,
2001.
CHASSOT, A.I. A Ciência Através dos Tempos. 2ª ed. São Paulo: Moderna,1994.

Disciplina:
Semestre:

SEMINÁRIO INTEGRADOR 2
Segundo
Carga horária:

40horas
27

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Código:

AGRA005

Campus Arapiraca - UFAL

Pré-requisito:

-

Ementa: Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo estruturado a partir
de atividades interdisciplinares em conformidade com a especificidade de cada curso.
Bibliografia: Contempla todo a bibliografia utilizadas pelas disciplinas do Eixo e mais a
bibliografia definida pelo tema a serem trabalhados.

7.2.3. TRONCO PROFISSIONALIZANTE
Terceiro Período
Disciplina: BIOFÍSICA
Terceiro
Carga horária:
60 horas
Semestre:
ZOTA 001
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
CIÊNCIAS EXATAS E APLICADAS
Ementa: Mecânica. Calorimetria. Termodinâmica. Eletricidade e suas Aplicações nas
áreas das Ciências Agrárias.
Bibliografia Básica
CAMBRAIA, J.; RIBEIRO, M.; OLIVEIRA, J.A.; PACHECO, S. Introdução à Biofísica.
2. ed. Viçosa: UFV, 2005.174p.DURÁN, J. E.R. Biofísica: Fundamentos e aplicações. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2003. 318p.
OKUNO, E.; CALDAS, I. L.; CHOW, C. Física para ciências biológicas e biomédicas.
São Paulo: Harper e Row do Brasil, 1982. 489p.
OKUNO, E. Radiação: Efeitos, Riscos e Benefícios. São Paulo: Editora HARBRA, 1998,
80P.
Bibliografia Complementar
CAMBRAIA, J.; RIBEIRO, M.; OLIVEIRA, J.A.; PACHECO, S. Introdução à Biofísica.
2. ed. Viçosa: UFV, 2005.174p.DURÁN, J. E.R. Biofísica: Fundamentos e aplicações. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2003. 318p.
OKUNO, E.; CALDAS, I. L.; CHOW, C. Física para ciências biológicas e biomédicas.
São Paulo: Harper e Row do Brasil, 1982. 489p.
OKUNO, E. Radiação: Efeitos, Riscos e Benefícios. São Paulo: Editora HARBRA, 1998,
80P.
Disciplina: BIOQUÍMICA
Terceiro
Carga horária:
80 horas
Semestre:
ZOTA002
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
CIÊNCIAS EXATAS E APLICADAS
Ementa: Bioquímica do tecido Animal, da nutrição, regulação hormonal, Esteróides.
Bioenergética. Respiração celular.
Bibliografia Básica
BRACHT, ADELAR. Métodos de Laboratório em Bioquímica. MANOLE, 2002.
28

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

CAMPBELL, Mary K. Bioquímica. 3ª ed. Editora ARTMED, 2001.
CHAMPE, P.C. HARVEY, R.A.; FERRIER,D.R. Bioquímica Ilustrada. 3ª ed. Editora
Artmed, 2006.
CONN, E. E. Introdução à Bioquímica. Tradução: Lélia Mennucci e outros. São Paulo:
Edgard Blucher, 2002.
MARZZOCO, A. & TORRES, B. B. Bioquímica básica. 2ª ed. Rio de Janeiro: GuanabaraKoogan, 1999.
Bibliografia Complementar
MACEDO, Gabriela Alves ; PASTORE, Gláucia Maria. Bioquímica experimental de
alimentos. 1ª ed. Editora VARELA, 2005.
LEHNINGER, A. L.; NELSON, D. L.; COX, M. M. Princípios de Bioquímica. Worth
Publishers, 3a. ed. 2002.
STRYER, L. Bioquímica, Freeman. 5a. ed. 1100p. 2002.
VOET, Judith G.; VOET, Donald; PRATT, Charlotte W. Fundamentos de bioquímica. 1ª
ed. Editora ARTMED, 2000.

Disciplina: BOTÂNICA GERAL
Terceiro
Carga horária:
Semestre:
AGRA003
Código:
Tronco:
Eixo temático:
CIÊNCIAS AMBIENTAIS

80 horas
Profissionalizante

Ementa: Organização interna do corpo vegetal: sumário dos tecidos e células;
Embriologia: do embrião à planta adulta; Raiz (morfologia externa e interna); Caule
(morfologia externa e interna); Folha (morfologia externa e interna); Flor (morfologia
externa); Inflorescência (morfologia externa); Fruto (morfologia externa); Semente
(morfologia externa); Sistemas Filogenéticos principais; Nomenclatura Botânica; Unidades
de um sistema de Classificação; Caracterização de Famílias e Espécies vegetais de
interesse econômico.
Bibliografia Básica
BALTAR, S.L.S.M. A. Manual Prático de Morfoanatomia vegetal. 2006.
FERRI, M.G. Botânica – morfologia externa das plantas. São Paulo: Nobel. 2000.
FERRI, M.G. Botânica – morfologia interna das plantas. São Paulo: Nobel. 1994.
WILHEM, N. Botânica Geral. 10. ed. São Paulo: Artmed. 2000.
SOUZA, V. C., LORENZI, H. Botânica Sistemática: Guia ilustrado para identificação das
famílias de Angiospermas da flora brasileira. São Paulo: Nobel, 2005.
Disciplina: CIÊNCIA DO SOLO 1
Terceiro
Carga horária:
Semestre:
ZOTA004
Código:
Tronco:
Eixo temático:
CIÊNCIAS AGRONÔMICAS

60 horas
Profissionalizante

29

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

Ementa: Introdução ao estudo de geologia e mineralogia. Gênese e geografia dos solos de
Alagoas, com ênfase nos solos da região de agreste Alagoano. O solo como sistema
disperso. Propriedades físicas e químicas e características do solo e da água. Estrutura do
solo. Complexo argilo-minerais do solo. Matéria orgânica, sua importância no solo. O solo
como fator ecológico. Princípios básicos de classificação. Sistema Brasileiro de
Classificação de Solos. Levantamentos de solos e aplicação e conhecimentos pedológicos à
conservação. Caracterização edafo-climatica do ambiente tropical: adaptabilidade dos
solos e usos agrícolas.
Bibliografia Básica
RESENDE, M.; CURI, N.; REZENDE, S.B.; CORRÊA, G.F. Pedologia:Bases para
distinção de ambientes. 3. ed. Viçosa: NEPUT, 1999. 338p.
OLIVEIRA, J.B. Pedologia Aplicada. 2.ed. Piracicaba:Fealq. 2005.
KIEHL, E.J. Manual de edafologia: Relação solo-planta. Livroscers. 1979.262p.
LEPSCH, I. Solos – formação e conservação. São Paulo: ed. Melhoramentos. Série prisma.
1990. 159p. EMBRAPA. Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. Brasília: Embrapa,
1999. 428p. EMBRAPA. Uso Agrícola dos solos Brasileiros. Embrapa. 2004.LUCHESE,
E.B.; FAVERO, L.OB.; LENZI, E. Fundamentos de química do solo. Rio de Janeiro:
Freitas Bastos, 2001. 182p.
CURI, N.; LARACH, J.O.I.; KAMPF, N.; MONIZ, A.C.; FONTES, L.E.C. Vocabulário
de ciência do solo. Editora SBCS. 89p.
Bibliografia Complementar
ALVAREZ V, V.H.; SCHAEFER, C.E.G.R.; BARROS, N.F.; MELO, J.W.V.; COSTA,
L.M. Tópicos de ciências do solo.volume 2. Editora SBCS. 2005. 692p.
AMAZONAS – Seus solos e outros recursos. Editora livroceres. 1987. 416p.
CURI, N.; MARQUES, J.J.; GUILERME, L.R.G.; LIMA, J.M.; LOPES, A.S.; ALVAREZ
V, V.H. Tópicos de ciências do solo. volume 3. Editora SBCS. 2005. 692p.
CURI, N.; MARQUES, J.J.; GUILERME, L.R.G.; LIMA, J.M.; LOPES, A.S.; ALVAREZ
V, V.H. Tópicos de ciências do solo. volume 4. Editora SBCS. 2005. 470p
OLIVEIRA, T.S.; ASSIS JR, R.N.; ROMERO, R.E.; SILVA, J.R.C. Agricultura,
Sustentabilidade e o Semi-Árido. Editora UFC. 1999. 406p.
PRIMAVESI, A. Manejo ecológico do solo. Editora Nobel, 1999. 549p.
SANTOS, R.D. Manual de descrição e coleta de solo no campo. Viçosa: SBSC. 2005.
XIII Reunião Brasileira de Manejo e Conservação do Solo e da Água. Editora SBCS. 2000.
(CD-ROM).
SBCS. O solo nos grandes domínios morfológicos do Brasil e o desenvolvimento
sustentado. Editores: Victor Hugo et al., SBCS: UFV, 1996.
Disciplina: EXPERIMENTAÇÃO AGRÍCOLA e ESTATÍSTICA
Terceiro
Carga horária:
80 horas
Semestre:
ZOTA005
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
CIÊNCIAS EXATAS E APLICADAS
Ementa: Estatística Descritiva. Princípios básicos de estatística: medidas de tendências
central e de dispersão, agrupamento de dados; contínuas e descontínuas; Distribuições
estatísticas. Distribuições teóricas de probabilidades, distribuição normal. Estimação de
30

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

amostragem. testes de hipóteses. Qui-quadrado. Princípios básicos de experimentação
agrícola: repetições, casualização e bloqueamento, unidade experimental, tratamento e
erro, delineamentos experimentais e análise da variância em diversos delineamentos
experimentais, testes de significância, elementos de regressão e correlação. Planejamento e
manejo de experimentos.
Bibliografia Básica
BANZATTTO, D.A.; KRONKA, S.N. Experimentação Agrícola. Jaboticabal: FUNEP,
3.ed., 1995. 247p.
BERQUÓ, E.S.; SOUZA, J.M.P.; GOTLIEB, S.L.D. Bioestatística – Ed. Pedagógica
Universitária, 1981. 350p.
BUSSAB, W. O.; MORETTIN, P.A. Estatística básica. São Paulo: Ed. Saraiva, 2003.
526p.
COSTA NETO, P.L.O. Estatística. São Paulo: Ed. Edgard Blücher Ltda., 1999. 264p.
DANTAS, C.A.B. Probabilidade: um curso introdutório. São Paulo: Ed. Atlas, 1996.
320p.
EMBRAPA. Estatística aplicada a pesquisa agrícola. Editora Embrapa. 2000.
GOMES, P.F. A estatística moderna na pesquisa agropecuária. Editora POTAFOS. 1987.
162p.
VIEIRA, S.; HOFFMAN, R. Elementos de estatística. Ed. Atlas, 1990. 159p
VIEIRA, S. Estatística experimental. São Paulo: Ed. Atlas, 1999. 185p.
INTRODUÇÃO À ZOOTECNIA
Disciplina:
Terceiro
Carga horária:
40 horas
Semestre:
AGRA006
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
PRODUÇÃO ANIMAL E INDUSTRIALIZAÇAO
Ementa: Processos de domesticação, espécies domésticas, diversidade. Processos
evolutivos das espécies de interesse para a Zootecnia. A profissão do Zootecnista e sua
relação com outras áreas do conhecimento; O Zootecnista e a Legislação; Código de Ética;
Revoluções biotecnologicas na área Zootécnica.
Bibliografia Básica
BEAVER, B.V. Comportamento canino. Editora ROCA, 2001.
CELE. Curso de Zootecnia. 1. ed. Editora ACRIBIA, 1980, 828p.
EMBRAPA. Sanidade animal: Seleta 1959-2000. Embrapa. 2001.
GONÇALVES, C.A. Zoonoses. Campinas: Cati, 1995. 121p.
KOZLOSKI, G.V. Bioquímica de ruminantes. Viçosa: UFV, 2002, 140p.
MOURA, J.C., FERRÃO NETO, V.A.A. Certificação de produtos agropecuários. São
Paulo: Fealq, 2005. 687p.
MILLEN, E. Veterinária e Zootecnia –Guia técnico Agropecuário. 1.ed. editora ICEA.
1993. 794p.
TORRES, A.P.; JARDIM, W.R.; JARDIM, L.F. Manual de zootecnia. 2.ed. editora
Manole. 303p.
VIEIRA, M.I. Pecuária lucrativa. ed. Prata. 2000.
CARTHY, J.D. Comportamento animal. V.14. São Paulo: EPU, 2002. 79p.
MORGADO, F.B. Adestramento de cavalo. Editora Nobel, 1990. 173p.
31

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

TAUSZ, B. Adestramento sem castigos. Editora Nobel, 2000, 186p.
PASCOE, D.C.K.R. Afecções e distúrbios do cavalo. Editora Manole. 1998. 432p.
THOMASSIAN, A. Enfermidades dos cavalos. Editora Varela. 2005. 608p.
FOLGRE, B. 100 Perguntas que seu cão faria ao veterinário. Editora Nobel, 2002, 141p.
TEIXEIRA, E.S. Princípios básicos para criação de cães. Editora Nobel. 2001. 96p.
LOXTON, H. Tudo sobre gatos – Um guia mundial de 100 raças. 2. ed. 2000, editora
Martins Fontes. 193p.
VINER, B. Tudo sobre seu cãozinho. Editora Nobel. 2000.32p.
VINER, B. Tudo sobre seu gatinho. Editora Nobel. 2000.32p.
WILLEMSE, T. Dermatologia clinica de cães e gatos. Editora Manole, 144p.
SANTOS, R.A. Adestramento de cães. Editora Nobel. 1990. 95p.
Disciplina:
ZOOLOGIA GERAL
Terceiro
Carga horária:
Semestre:
AGRA007
Código:
Tronco:
Eixo temático:
CIÊNCIAS AMBIENTAIS

60 horas
Profissionalizante

Ementa: Estudo Morfológicos, Sistemático e Biológico dos ramos de interesse imediato
para a Zootecnia.
Bibliografia Básica
BRUSCA, R. C.; BRUSCA, G. J. Invertebrados. Guanabara-Koogan. Rio de Janeiro. 2ed.
968p. 2007.
HICKMAN, C.P.; ROBERTS, L.S.; LARSON, A. Princípios integrados de zoologia.
Editora Guanabara-Koogan, 11. ed. 2004. 827p.
RIBEIRO-COSTA, C. S.; ROCHA, R.M. Invertebrados: Manual de Aulas Práticas.
Editora Holos, 2. ed. 2006. 271p.
RUPPERT, E.E.; BARNES, R.D.; FOX, R.S. Zoologia dos invertebrados.
Editora ROCA, 7. ed. 2005.
STORER, STEBBINS. Zoologia Geral. Editora IBEP Nacional. 6. ed. 2000. 816p.
Bibliografia Complementar
PAPAVERO, N. Fundamentos Práticos de Taxonomia Zoológica. 2ª ed. 1994.
FERRI, M.D.G. Zoologia: Protocardados e Vertebrados. Itatiaia Editora. 1. ed.195p.
FERNANDES, V. Zoologia. Editora EPU. 1.ed. 392p.
GARCIA, F.R.M. Zoologia Agrícola: Manejo ecológico de Pragas. Editora
RIGEL, 1. ed. 1999. 248p.
POR, F.D.; POR, M.S. A.P. O que é Zoologia. Editora Brasiliense. 1. ed. 1989. 72p.
HARDON, E. Zoologia Geral. Editora Calouste Gulbenkian.
TAUNAY, A.D. Zoologia fantástica do Brasil. Editora EDUSP. 1. ed. 108p.
MATEUS, A.M. Fundamentos de Zoologia Sistemática. 1. ed. Editora Calouste
Gulbenkian. 1989. 300p.
Quarto Período
Disciplina:
ANATOMIA E FISIOLOGIA DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS
Quarto
Carga horária:
100 horas
Semestre:
ZOTA008
Profissionalizante
Código:
Tronco:
32

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

Eixo temático:
MORFOLOGIA E FISIOLOGIA ANIMAL
Ementa: Anatomia do Aparelho locomotor. Sistema circulatório, linfático, respiratório,
digestivo, genito-urinário, endócrino, sensorial e tegumentar. Fisiologia do Sistema
Nervoso. Fisiologia dos Líquidos Orgânicos e Fisiologia Renal. Fisiologia dos Sistemas
cardiovascular e respiratório. Fisiologia do aparelho Digestivo e da Nutrição. Fisiologia
das Glândulas de Secreção Interna e Fisiologia da Reprodução.
Bibliografia Básica
ARAUJO, J.C. Anatomia dos animais doméstico – Aparelho locomotor. Editora Manole.
2002. 270p.
ASHDOWN, R.R.; DONE, S.H. Atlas colorido de anatomia veterinária – Os ruminantes.
Editora Manole. 2003, 200p.
CLAYTON, H.M.; FLOOD, P.F. Atlas coloridos de animais aplicada dos grandes animais.
Editora Manole. 1997. 3. ed. 160p.
CUNNINGHAM. Tratado de fisiologia veterinária. 3. ed. Editora Guanabara-Koogan.
2004, 528p.
CONSTANTINESCU, G.M. Anatomia clinica de pequeno animais. Editora GuanabaraKoogan, 2005.
Bibliografia Complementar
COUTO, R.W.N.C.G. Medicina interna de pequenos animais. Editora Guanabara-Koogan.
1084p.
HELLEBREKERS, I.J. Dor em animais. Editora Manole. 2002. 272p.
KOLB, E. Fisiologia veterinária. Editora Guanabara-Koogan,1987.
REED, S.M.; DWM WARWICK M. BAYLY. Medicina interna equine. Editora
Guanabara-Koogan. 937p.
REECE. Fisiologia de animais domésticos. Editora Roca. 1996. 856p.
SALOMON, F.V., GEYER, H. Atlas de anatomia aplicada dos animais domésticos.
Editora Guanabara-Koogan, 2006.
SWENSON, DUKES. Fisiologia dos animais domésticos. Editora Guanabara-Koogan.
1996. 856p.
SISSON-GROSSMAN. Anatomia dos animais domésticos. 2.vol. Editora GuanabaraKoogan, 3134p, vol. 1 e 2.
STICKLAND, N.C.; GOODY, P.C.; DONE, S.H.; EVANS, S.A. Atlas colorido de
anatomia veterinária do cão e do gato. Editora Manole. 2002, 450p.
CIÊNCIA DO SOLO 2
Disciplina:
Quarto
Carga horária:
Semestre:
ZOTA009
Código:
Tronco:
Eixo temático:
CIÊNCIAS AGRONÔMICAS

60 horas
Profissionalizante

Ementa: Visão geral sobre fertilidade do solo. Elementos essenciais às plantas. Transporte
de nutrientes de nutrientes no solo. Macro e micronutrientes no solo. Correção da acidez.
Avaliação da fertilidade do solo e recomendações de adubação de pastagens. Aspectos
econômicos e implicações ecológicas do uso de corretivos e de fertilizantes.
Bibliografia Básica
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Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

FURTINI NETO, A.E.; VALE, F.R.; RESENDE, A.V.; GUILHERME, L.R.G.; GUEDES,
G.A.A. Fertilidade do solo. Lavras: UFLA/FAEPE, 2001. 261p.
MALAVOLTA, E.; VITTI, G.C.; OLIVEIRA, S.A. Avaliação do estado nutricional de
plantas: princípios e aplicações. 2 ed. Piracicaba: Potafos, 1997. 319p.
NOVAIS, R.F.; ALVAREZ V, V.H.; BARROS, N.F.; FONTES, R.L.F.; CANTARUTTI,
R.B.; NEVES, J.C.L. Fertilidade do solo. Sociedade Brasileira de Ciência do Solo. 1 ed.
Viçosa, 2007. 1017p.
PEDREIRA, C. G. S.; MOURA, J. C.; PEDROSA, V. Fertilidade do solo para pastagens
produtivas. Piracicaba: FEALQ, 480p.
QUAGGIO, J. A. Acidez e calagem em solos tropicais. Campinas – IAC, 2000. 111p.
RAIJ, B. van. Fertilidade do solo e adubação. São Paulo: Ceres, 1991. 343p.
Bibliografia Complementar
MALAVOLTA, E.; KLIEMANN, H.J. Desordens nutricionais no cerrado. Piracicaba:
Potafos, 1985. 136p.
OLIVEIRA, I.P.; KLUTHCOUSKI, J.; YOKOYAMA, L.P.; BALBINO, L.C.; FARIA,
M.P.; MAGNABOSCO, C.U.; SCARPATI, M.T.V.; PORTES, T.A.; BUSO, L.H. Sistema
barreirão: calagem e gessagem em pastagem degradada. Goiás: Embrapa, 1999. 36p.
(Circular Técnica 32).
RAIJ, B. van. Avaliação da fertilidade do solo. Piracicaba: Potafos, 1981. 142p.

DESENHO TÉCNICO E TOPOGRAFIA
Disciplina:
Quarto
Carga horária:
60 horas
Semestre:
ZOTA010
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
CIÊNCIAS AGRONÔMICAS
Ementa: Definição e aplicação da topografia. Unidades de medidas, dos ângulos e escalas.
Sinalização e marcação de pontos. Instrumental. Levantamentos expeditos. Medição de
ângulos horizontais e distâncias, Planimetria. Levantamento de uma área, planilhas de
cálculo analítico e desenho de planta topográfica. Divisão de terras. Altimetria.
Taqueométrica. Curvas de nível. Localização de curvas. Noções de aerofotometria. Noções
de geometria descritiva. Normas para o desenho técnico. Utilização de instrumentos
gráficos. Vistas ortográficas. Perspectiva axonométrica. Noções de desenho para
construções zootécnicas.
Bibliografia Básica
FREDO, B. Noções de geometria e desenho técnico. 1. ed. Ícone editora. 1994, 138p.
MCCORMICK. Topografia. 5.ed. Editora LTC. 2007. 408p.
SILVA, E.O., ALBIERO, E. Desenho técnico fundamental. 1. ed. Editora EPU. 124p.
GARCIA, G.J., PIEDADE,G.C.R. Topografia aplicada às ciências agrárias. São Paulo:
Nobel, 1987.
Bibliografia Complementar
PEREIRA, Milton Fischer. Construções rurais. São Paulo: Nobel,1983
MONTENEGRO, Gildo. Desenho Arquitetônico. 4ª ed. São paulo: Edgard Blucher, 2001

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Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

SANTIAGO, A.C. Guia técnico agropecuário: Topografia e desenho. 1.ed. 1982. Editora
ICEA. 110p
FISIOLOGIA VEGETAL
Disciplina:
Quarto
Carga horária:
Semestre:
ZOTA011
Código:
Tronco:
Eixo temático:
CIÊNCIAS AGRONÔMICAS

80 horas
Profissionalizante

Ementa: Funções da planta, Fotossíntese. Respiração. Nutrição mineral. Assimilação do
nitrogênio. Relações hídricas. Transporte de solutos orgânicos. Desenvolvimento
vegetativo. Desenvolvimento reprodutivo. Dormência e germinação. Senescência e
abscissão. Fisiologia ambiental. A planta sob condições adversas. Água, Absorção e
circulação, nutrição mineral, fixação de carbono. Crescimento e desenvolvimento, fatores
endógenos e exógenos, reprodução.
Bibliografia Básica:
ESAÚ, K. Anatomia de Plantas com Sementes. 1976.
KERBAUY, G.B. Fisiologia Vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 452 p., 2004.
RAVEN, P.H.; EVERT, R.F.; EICHHORN, S.E. Biologia vegetal. 6º edição. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
TAIZ, L. ; ZEIGER, E. Fisiologia Vegetal. Porto Alegre: ArtMed, 2004.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Eixo temático:

GENÉTICA ANIMAL
Quarto
Carga horária:
80 horas
ZOTA012
Profissionalizante
Tronco:
GENÉTICA, MELHORAMENTO E REPRODUÇÃO ANIMAL

Ementa: Introdução e importância da genética na área Zootécnica. Cruzamento aleatórios
e a cinética do equilíbrio para dois locos com dois ou mais alelos. Cruzamentos não
aleatórios: efeitos populacionais do endocruzamento para sistemas unilocos, com dois ou
mais alelos. Genética molecular. Evolução: a diversidade biológica no planeta. As
evidencias e as explicações evolutivas. O contexto ecológico da mudança evolutiva.
Conceito de população. Lei de Hardy-Weinberg. Forças evolutivas. Variabilidade genética
em populações naturais. Raciação: estrutura genética das raças. Conceitos de espécie.
Mecanismos de isolamento reprodutivo.
Bibliografia
FALCONER, D.S. Introdução à genética quantitativa. Tradução Martinho de Almeida e
Silva e José Carlos Silva. Editora UFV. 1987. 279p.
RESENDE, M.D.V., ROSA-PEREZ, J.R.H. Genética e melhoramento de ovinos. Editora
UFPR. 2002.
VIANA, J.M.S., CRUZ, C.D., BARROS, E.C. Genética. Fundamentos. Vol. 1. 2.ed.
Editora UFV. 2004. 330p.

35

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

VIANA, J.M.S., CRUZ, C.D., BARROS, E.C. Genética. GBOL. Software para o ensino
e aprendizagem de genética (com CD-Rom). Vol. 2. 2.ed. Editora UFV. 2004. 330p.
PARASITOLOGIA E HIGIENE ZOOTECNICA
Disciplina:
Quarto
Carga horária:
80 horas
Semestre:
ZOTA013
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
HIGIENE E PROFILAXIA ANIMAL
Ementa: Protozoários. Artrópodes, Cestódeos de interesse zootécnico. Higiene e Saúde.
Importância da saúde Animal. Saneamento. Doenças dos animais transmissíveis ao
homem. Legislação Sanitária.
Bibliografia Básica
FORTES, E. Parasitologia Veterinária.4. ed. Editora Ícone. 2004. 670p.
FOREYT, W.J. Parasitologia Veterinária – Manual de referência. Editora Roca. 248p.
HOHEKJR, I. Guia de controle de parasitas internos em animais domésticos. Editora
Nobel. 1998. 111p.
CARLTON, W.W. Parasitologia veterinária especial de THOMSON. Editora ARTMED.
MLLER, W.; SCOTT, D.W.; GRIFFIN, G.E. Dermatologia de pequenos animais. Editora
Interlivros. 1996.
Bibliografia Complementar
BOWMAN, D. D.Parasitologia Veterinaria de Georgis. 8 ed. Ed. Manole. 2006. 422p.
CARLTON, W. W. Parasitologia Veterinaria especial de Thomson. Editora ARTMED.
FOREYT, E. Parasitologia Veterinaria- Manual de referencia. 5 ed. Ed. Roca. 2005. 248p.
HOHEKJR, I. Guia de controle de parasitas internos em animais domesticos. Editora
Nobel. 1998. 111p.
REY, L. Parasitologia – Parasitos e doencas parasitarias do homem nas Americas e na
Africa. 3 ed. Rio de Janeiro. Ed. Guanabara Koogan, 2001. 856p.
URQUHART, G.M. ARMOUR, J. DUCAN, J. L. DUNN, A.M., JENNINGS, F. W.
Parasitologia Veterinaria. 2 ed. Ed. Guanabara Koogan. 1996. 273p.
QUINTO PERÍODO
Disciplina:
CONSTRUÇÕES ZOOTÉCNICAS
Quinto
Carga horária:
60 horas
Semestre:
ZOTA
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
CIÊNCIAS AGRONÔMICAS
Ementa:Construções rurais. Materiais de construção. Instalações para bovinos, caprinos,
suínos, aves, ovinos, coelhos e abelhas. Instalações agrícolas. Construções diversas,
organização de orçamentos e projetos.
Bibliografia Básica
AGUIRRE, J.; GHELFI FILHO, H. Instalações para bovinos. Campinas: CATI, 1994,
106p.
CARNEIRO, O. Construções rurais. Nobel. São Paulo, 1982, 719 p.
36

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

PEREIRA, Milton Fischer. Construções Rurais. São Paulo: Nobel, 1979.
Bibliografia Complementar
FABICHAK, I. Pequenas construções rurais. 4. ed. São Paulo: Nobel, 2000. 60p.
CIÊNCIA DO SOLO 3
Disciplina:
Quinto
Carga horária:
Semestre:
ZOTA
Código:
Tronco:
Eixo temático:
CIÊNCIAS AGRONÔMICAS

60 horas
Profissionalizante

Ementa: Introdução ao estudo da erosão; Fatores que causam a erosão; grau de erosão e
formas de erosão; Práticas conservacionistas de conservação de solo e da água, Manejo de
solos tropicais, com ênfase nos solos dos Tabuleiros Costeiros e das regiões e Agreste e
Semi-árida, Modelos de previsão de perdas de solo; Pesquisa em conservação do solo;
Recuperação de áreas degradadas pela erosão; Levantamento e planejamento
Conservacionistas em microbacias hidrográficas; Poluição do solo e da água;
Sustentabilidade Agrícola.
Bibliografia Básica
AZEVEDO, A.C.; DALMOLIN, R.S.D. Solos e Ambiente: uma introdução. Santa Maria:
Ed. Pallotti, 2006. 100p.
BRAD, N.C. Natureza e propriedades dos solos. Tradução Antônio B. Neiva Figueiredo
Filho. 7ª ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1989. 878p.
BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservação do solo. São Paulo: Ícone, 1990.
355p.
LEPSCH, I. Formação e Conservação dos Solos. São Paulo: Oficina de Textos, 2002.
178p.
PIRES, F.R.; SOUZA, C.M. Práticas mecânicas de conservação do solo e da água. 2.ed.
Rev. Ampliada. Viçosa: UFV, 2006. 216p.
RAMALHO FILHO, A.; BEEK, K.J. Sistema de avaliação da aptidão agrícola das terras.
3. ed. Rio de Janeiro: EMBRAPA-CNPS, 1994. 65p.
Bibliografia Complementar
GUERRA, A.J.T.; SILVA, A.S.; BOTELHO, R.G.M. Erosão e Conservação dos solos:
conceitos, temas e aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999. 340p.
MOREIRA, E. Agricultura Familiar e Desertificação. João Pessoa: Editora
Universitária/UFPB, 2006. 300p.
PRUSKI, F.F.; BRANDÃO, V.S.; SILVA, D.D. Escoamento superficial. Viçosa: UFV,
2003. 88p.
RESENDE, M.; CURI, N.; REZENDE, S.B.; CORRÊA, G.F. Pedologia: Bases para
distinção de ambientes. 3. ed. Viçosa: NEPUT, 1999. 338P.
SANTOS, R.D.; LEMOS, R.C.; SANTOS, H.G.; KER, J.C.; ANJOS, L.H.C. Manual de
descrição e coleta de solos no campo. 5.ed. revisada e ampliada. Viçosa: Sociedade
Brasileira de Ciência do Solo, 2005. 100p.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIÊNCIA DO SOLO. Tópicos em Ciência do Solo. V.3.
Viçosa: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 2003.
Disciplina:

FARMACOLGIA
37

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Quinto
Carga horária:
Semestre:
ZOTA
Código:
Tronco:
Eixo temático:
CIÊNCIAS AGRONÔMICAS

Campus Arapiraca - UFAL

60 horas
Profissionalizante

Ementa: Características gerais da interação entre fármacos e o organismo.
Farmacocinética e farmacodinâmica. Prescrição medicamentos e o conhecimento da
legislação brasileira. Drogas simpatomiméticas, simpatolíticas, parassimpatomiméticas.
Anestésicos local. Relaxantes musculares.
Bibliografia Básica
DALE, M.M.; RANG, H.P. Farmacologia. 6. ed. Editora Elsevier, 2007.
K.ATZUNG, B.G. Farmacologia básica e clínica. 9. ed. 2006.
PIRES, R.C.Toxologia veterinária- Guia prático para clinica. Editora PAIDEIA. 2005.
SPINOSA, H.S. Farmacologia aplicada a medicina veterinária. Editora GuanabaraKoogan,2006.
WEBSTER, C.R.L Farmacologia clinica em medicina veterinária. Editora ROCA. 2005.
Bibliografia Complementar
BOOTH. Farmacologia e terapeuta em veterinária. Editora Guanabara-Koogan, 1992.
FERREIRA, F.M. Antibioticoterapia. Editora Ícone. 1997.
MAGALHÃES, H. Farmacologia veterinária temas escolhidos 1. Editora Agropecuária.
1998. 214p.
GOODMAN, GILMAN. As bases Farmacológicas da terapêutica. 11. ed. 2006.
MESSONNIER, S.P.; GFELLER, R.W. Manual de toxologia e envenenamentos. Editora
ROCA. 2006.
SILVA, P. Farmacologia. 7. ed. 2006.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Eixo temático:

MELHORAMENTO ANIMAL
Quinto
Carga horária:
80 horas
ZOTA
Profissionalizante
Tronco:
GENÉTICA, MELHORAMENTO E PRODUÇÃO ANIMAL

Ementa: Avaliação de materiais genéticos para exploração de bovinos de corte, bovinos
leiteiros, Ovinos, Caprinos e Búfalos em regiões tropicais; Importância do controle
zootécnico na implantação de programas de melhoramento genético nas diferentes
espécies. Critérios de escolha das características alvos da seleção.
Bibliografia
GAMA, L.T. Melhoramento genético animal. Editora escolar, 2002.
GIONNANI, M. Genética e melhoramento dos rebanhos nos trópicos. São Paulo:
Nobel, 2002.
RESENDE, M.D.V.; ROSA-PEREZ, J.R.H. Reprodução e melhoramento de ovinos.
Editora UFPR, 2002.
TORRES, A.P. Melhoramento dos rebanhos. São Paulo: Nobel, 1981.
Disciplina:
Semestre:
Código:

METEOROLOGIA E CLIMATOLOGIA
Quinto
Carga horária:
60 horas
ZOTA
Profissionalizante
Tronco:
38

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Eixo temático:

Campus Arapiraca - UFAL

CIÊNCIAS AGRONÔMICAS

Ementa: Introdução à Meteorologia e Climatologia. Aspectos meteorológicos dos
movimentos da Terra. Processos físicos, químicos e dinâmicos da atmosfera terrestre.
Conceito e evolução. Classificação climática do Brasil. Principais elementos do clima que
influenciam os animais.
Bibliografia Básica
OMETTO, J.C. Bioclimatologia Vegetal. São Paulo: Ed. Agronômica Ceres, 1981. 440 p.
PEREIRA, A.R.; ANGELOCCI, L.R.; SENTELHAS, P.C.. Agrometeorologia.
Fundamentos e Aplicações Práticas. Editora Agropecuária. Guaíba – RS. 2002. 478 p.
TUBELIS, A.; NASCIMENTO, F.J.L.. Meteorologia Descritiva. Fundamentos e
Aplicações. 1a edição. Editora Nobel. 1983. 374 p.
VAREJÃO-SILVA, M.A.. Meteorologia e Climatologia. Versão digital. INMET, RecifePE. 2005. 522 p.
VIANELLO, R.L.; ALVES, A.R. Meteorologia básica e aplicações. Viçosa: UFV, 2006.
449p.
Bibliografia Complementar
ALBRITTON, D.L. ET AL.. IPCC - Summary for Policymakers. A Report of Working
Group I of the Intergovernmental Panel on Climate Change. In: Framework Convention on
Climate Change, Sanghai, 17 a 20 Janeiro 2001.
ANGELOCCI, L.R.. Água na Planta e Trocas Gasosas/Energéticas com a Atmosfera –
Introdução ao tratamento biofísico. Edição do Autor. Piracicaba – SP. 272p. 2002.
Cadernos NAE. Mudança do Clima - Mercado internacional de créditos de carbono. Vol
II., Número 4 / 2005. NAE-Secom/PR, 2005.
Cadernos NAE. Mudança do Clima - Negociações internacionais, vulnerabilidade,
impactos e adaptação à mudança do clima. Vol I., Número 3 / 2005. NAE-Secom/PR,
2005.

PLANTAS FORRAGEIRAS
Disciplina:
Quinto
Carga horária:
Semestre:
ZOTA
Código:
Tronco:
Eixo temático:
CIÊNCIAS AGRONÔMICAS

80 horas
Profissionalizante

Ementa: Botânica das gramíneas e Leguminosas. Composição química e Valor nutritivo
das Plantas Forrageiras. Principais Plantas Forrageiras. Fisiologia das Plantas Forrageiras.
Formação, Recuperação e Manejo de Pastagens Nativas e Exóticas. Manejo de Capineiras.
Conservação de Forragem. Ensilagem. Fenação e Amonização.
Bibliografia
ALACANTARA, P.B.; BUFARH, G. Plantas forrageiras: Gramíneas e leguminosas.
São Paulo: Nobel. 1999. 162p.
EVANGELISTA, A.R., LIMA, J.A. Silagens: Do cultivo ao Silo. Lavras: UFLA, 2002.
200p.
PEIXOTO, A. M., MOURA, J.C., FARIA, V.P. (Editores). A Planta Forrageira no
39

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

Sistema de Produção. 394 Páginas. Fealq.
PEIXOTO, A. M., MOURA, J.C.,FARIA, V.P. (Editores). Fundamentos do Pastejo
Rotacionado. 327p. Fealq. 2005.
PEIXOTO, A. M., MOURA, J.C.,FARIA, V.P. (Editores). Pastagens de capim elefante:
utilização Intensiva. Editora FEALQ, 394 p.
PEIXOTO, A. M., MOURA, J.C., FARIA, V.P. (Editores). Manejo de Pastagens de
Tifton, Coastcross e Estrela. 2005. 296P.
PEIXOTO, A.M., PEDREIRA, C.G.S.; MOURA, J.C.; FARIA, V.P. A planta forrageira
no sistema de produção. Editora Fealq. 394p.
SIMPOSIO SOBRE PASTAGEM. Produção animal em pastagens: situação atual e
perspectiva. Piracicaba: Fealq. 2003. 354p.
TOKARNIA, C.H. Plantas tóxicas do Brasil. Editora Helianthus, 2000. 320p.
BIOQUÍMICA E FISIOLOGIA DA DIGESTÃO DE ANIMAIS DE
INTERESSE ZOOTECNICO
Quinto
Carga horária:
60 horas
Semestre:
ZOTA
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
CIÊNCIAS AGRONÔMICAS
Ementa: Bases da anatomia comparada do aparelho digestivo. Estrutura química dos
nutrientes. Mecanismos de ação dos hormônios gastrintestinais. Funções secretoras do trato
gastrintestinal. Digestão e absorção de carboidratos. Digestão e metabolização e absorção
de proteínas. Digestão e absorção de lipídeos. Regulação hormonal da digestão. Digestão e
metabolização de carboidratos, proteínas e lipídeos no rumem. Mecanismos de controle da
ingestão de alimentos. Desenvolvimento do estômago dos ruminantes. Mecanismos de
ação de fatores anti-nutricionais dos alimentos. Mecanismos de ação de aditivos de ração
sobre a digestão dos alimentos.
Disciplina:

Bibliografia Básica:
BERCHIELLI, T.T. Pires, A.V. Oliveira, S.G. Nutrição de Ruminantes. 1 ed. Jaboticabal:
FUNEP, 2006. 583p.
D’Mello, J.P.F. Farm Animal Metabolism and Nutrition. 1 ed. London, UK: CAB
International, 2000. 438p.
DUKES, H.H. Fisiologia dos animais domésticos. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1996. 856p.
FREEMAN, W.H. Stryer - Bioquímica. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996.
999p.
KOZLOSKI, G.V. Bioqúimica dos ruminantes. 1 ed. Santa Maria: UFMS, 2002. 140p.
Bibliografia Complementar:
SAUNDERS, W.B. Sison and Grosman’s The Anatomy of the Domestic Animals. 5 ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. 2000p
SEXTO PERÍODO
MICROBIOLOGIA e IMUNOLOGIA ZOOTÉCNICA
Disciplina:
Sexto
Carga horária:
80 horas
Semestre:
ZOTA
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
CIÊNCIAS AGRONÔMICAS

40

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

Ementa: Perspectiva da microbiologia. Classificação microbiana: Morfologia, citologia,
biologia, nutrição e composição química de bactérias e fungos. Caracteres gerais dos vírus.
Estrutura e reprodução de fungos. Nutrição, crescimento, metabolismo e resistência.
Introdução à agentes antimicrobianos e resistência. Introdução à imunologia. Antígeno,
anticorpos e sistema do complemento. Células e tecidos do sistema imune. Fisiologia das
respostas imunes nas infecções e tumores. Exacerbação das respostas imunológicas.
Imunodeficiência.
Bibliografia Básica
BEER, J. Doenças infecciosas em animas domésticos. v. 1. São Paulo: Roca, 1988.
COELHO, H.E. Patologia das aves. São Paulo:TECMED, 2006.
HIRSH, D.C., ZEE, Y.C. Microbiologia veterinária. Editora Guanabara-Koogan, 2003.
JANEWAY, CharlesBIER, O. Microbiologia e Imunologia. 24 ed. São Paulo:
Melhoramentos, 1994.
JORGE, A.O.C. Microbiologia – atividades práticas. São Paulo: Santos Livraria Editora.
1997.146p.
MARKEY, B.K., QUINN, P.J., DONNELLY, W.J.C. Microbiologia veterinária. Porto
Alegre: ARTMED, 2005.
PANDEY, R. Microbiologia veterinária. São Paulo: Editora Roca. 214p.
PELCZAR, JR., M. J. Microbiologia: conceitos e aplicações, 2ª ed. Rio de Janeiro: Makron
Books, 1997.
RUIZ, L.R. MICROBIOLOGIA
ZOOTÉCNICA . São Paulo: ROCCA , 1992, 326p.
SHARON, Jaqueline. Imunologia básica. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2000.
TRAVERS, Paul. Imunobiologia: o sitema imunologico na saúde e na doença. Porto
Alegre: Artes Médicas, 1997.
TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R.; CASE, C.I. Microbiologia. 6.ed. São Paulo: ARTMED,
2000. 827p.
TIZARD, I.R. Imunologia veterinária – Uma Introdução. São Paulo: Editora ROCA, 2002.
Bibliografia Complementar
ANTUNES, GB. Manual de diagnóstico bacteriológico. Porto Alegre: Editora da
Universidade, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 183p 2000.
BIBESTEIN,E. L.; YUAN, C. Z. Tratado de microbiologia veterinária. Zaragoza: Acribia,
1994.
KONEMAN et al. Diagnóstico Microbiológico – Texto e Atlas Colorido. Ed. Méd.
Panamericana, 1993.
ALIMENTOS, ALIMENTAÇÃO ANIMAL
Disciplina:
Sexto
Carga horária:
60 horas
Semestre:
ZOTA
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO
Ementa: Subsídios para a iniciação nesta área do conhecimento, serão enfocados os
aspectos: noções gerais da nomenclatura e classificação dos alimentos, medidas de
avaliação do valor nutritivos, alimentos volumosos naturais e conservados, concentrados
basais e concentrados protéicos, resíduos industriais e aditivos usados em rações.
Formulações e uso de rações.
41

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

Bibliografia Básica
ARAÚJO, J.M.A. Química de alimentos: Teoria e Prática. 3. ed. (atualizada e
ampliada). Viçosa: UFV. 2006. 478p.
BITTAR, C.M., MOURA, J.C., FARIA, V.P., ROBERT, W. Minerais e Aditivos para
bovinos. Editora Fealq. 2006. 373p.
INRA. Alimentação dos animais monogásticos. Editora Roca. 262p.
MAGALHÃES, K.A., PALULINO, P.V.R., VALADARES FILHO, S.C. Exigências
nutricionais de Zebuínos e Tabelas de composição de alimentos. Editora UFV. 2006.
142p.
SILVA, D.J., QUEIROZ, A.C. Análise de alimentos: Métodos químicos e biológicos. 3.
ed. Editora UFV. 2006. 235p.
Bibliografia Complementar
VALADARES FILHO, S.C.; PAULINO, P.V.R.; MAGALHÃES, K.A. Exigências
nutricionais de zebuínos e tabelas de composição de alimentos – BR CORTE. 1 ed. Viçosa
: UFV, Suprema Gráfica Ltda. 2006, 142p.
VALADARES FILHO, S.C.;MAGALHÃES, K.A. ROCHA
JÚNIOR,V.R;CAPELLE,E.R.Tabelas Brasileiras de Composição de Alimentos para
Bovinos. 2 ed. Viçosa : UFV, Suprema Gráfica Ltda. 2006, 329p.
NUTRIÇÃO DE RUMINANTES
Disciplina:
Sexto
Carga horária:
Semestre:
ZOTA
Código:
Tronco:
Eixo temático:
NUT RIÇÃO E ALIMENTAÇÃO

80 horas
Profissionalizante

Ementa: Análise bromatologica de alimentos, definição de padrões para cálculos
nutricionais, utilização de parâmetros para cálculos, cálculos de arraçoamento. A nutrição
animal e sua importância. Processos digestivos e nutrição. Energia: Digestibilidade, valor
energético, partição da energia dos alimentos. Técnicas sobre ensaios de digestibilidade
dos alimentos. Digestão e metabolismo dos nutrientes: água, carboidratos, proteínas,
minerais e vitaminas em diferentes espécies animais de interesse zootécnico. Exigências
nutricionais e tabelas de composição de alimentos. Formulação de rações para as diferentes
espécies de interesse zootécnico.
Bibliografia Básica
BERCHIELLI, T.T., PIRES, A.V., OLIVEIRA, S.G. Nutrição de ruminantes. Jaboticabal:
Funep. 2006. 583p.
LANA, R.P. Nutrição e Alimentação animal: Mitos e Realidades. Viçosa: UFV, 2005.
126p.
VALADARES FILHO, S.C.; PAULINO, P.V.R.; MAGALHÃES, K.A. Exigências
nutricionais de zebuínos e tabelas de composição de alimentos – BR CORTE. 1 ed. Viçosa:
UFV, Suprema Gráfica Ltda. 2006, 142p.
VALADARES
FILHO,
S.C.;MAGALHÃES,
K.A.
ROCHA
JÚNIOR,V.R;CAPELLE,E.R.Tabelas Brasileiras de Composição de Alimentos para
Bovinos. 2 ed. Viçosa : UFV, Suprema Gráfica Ltda. 2006, 329p.

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Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

VAN SOEST, P. J. Nutritional Ecology of the Ruminant, 2.ed. London:Constock Publising
Associates, USA, 1994.476p.
Bibliografia Complementar
ANDRIGUETO, B. Nutrição Animal vol. I . 4.ed. Editora Guanabara, 1994.
ANDRIGUETO, B. Nutrição Animal vol. II . 3.ed. Editora Guanabara, 1994.
CRUZ, J.C., PEREIRA FILHO, I.A., RODRIGUES, J.A.S.; FERREIRA, J.J. Produção e
utilização de silagem de milho e Sorgo. EMBRAPA, 544p.
HERANDE, F.I.L. Suplemento mineral para gado de corte. Editora Aprenda Fácil.
2001.
LOPES, D.C., SANTANA. M.C.A. Determinação de proteína em alimentos para
animais: Métodos químicos e físicos. Viçosa: UFV, 2005. 98p.

FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO E INSEMINAÇÃO ARTIFICAL
Disciplina:
Sexto
Carga horária:
60 horas
Semestre:
ZOTA
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
HIGIENE E PROFILAXIA ANIMAL
Ementa: Morfologia dos Sistemas genitais masculino e feminino e sua regulamentação
neuroendócrina. Processos reprodutivos das espécies domesticam de interesse zootécnico.
Manejo reprodutivo, técnica de inseminação artificial.
Bibliografia Básica
VALADARES FILHO, S.C.; PAULINO, P.V.R.; MAGALHÃES, K.A. Exigências
nutricionais de zebuínos e tabelas de composição de alimentos – BR CORTE. Viçosa :
UFV, Suprema Gráfica Ltda, 2006.
Bibliografia Complementar
KOLB, E. Fisiologia veterinária. Editora Guanabara-Koogan,1987.
REED, S.M.; DWM WARWICK M. BAYLY. Medicina interna eqüina. Editora
Guanabara-Koogan. 937p.
REECE. Fisiologia de animais domésticos. Editora Roca. 1996. 856p.
SALOMON, F.V., GEYER, H. Atlas de anatomia aplicada dos animais domésticos.
Editora Guanabara-Koogan, 2006.
PLANTAS TÓXICAS
Disciplina:
Sexto
Carga horária:
Semestre:
ZOTA
Código:
Tronco:
Eixo temático:
CIÊNCIAS AGRONÔMICAS

40 horas
Profissionalizante

Ementa: Conceitos fundamentais da toxicologia básica; Estudo dos principais agentes
tóxicos e plantas tóxicas; Origem, mecanismo de ação, sinais clínicos, tratamento das
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Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

intoxicações e meios profiláticos; Introdução a toxicologia e toxicações por plantas;
Conceitos, doses, crendices no meio rural; Modo de ação dos princípios tóxicos; Meios de
diagnóstico das intoxicações; Principais substâncias tóxicas que acometem o sistema
digestivo e hepatobiliar, neurológico, cardiovascular, respiratório, renal, sangue e órgãos
hematopoiéticos, pele e músculo-esquelético, englobando plantas tóxicas.
Bibliografia Básica
VALADARES
FILHO,
S.C.;MAGALHÃES,
K.A.
ROCHA
JÚNIOR,V.R;CAPELLE,E.R. Tabelas Brasileiras de Composição de Alimentos para
Bovinos. 2 ed. Viçosa : UFV, Suprema Gráfica Ltda, 2006.
Bibliografia Complementar
AULINO, V.T.; ALCÂNTARA, P.; ALCÂNTARA, V.B.G. Recuperação de pastagens.
2.ed. Nova Odessa. Instituto de Zootecnia, 1999. 151p.
PRIMAVESI, A. Manejo ecológico de pastagens. Editora Nobel, 1989.
VILELA, H. Pastagens: Seleção de plantas forrageiras, implantação e adubação. Editora
Aprendar Fácil, 2005.
ZAMBOLIM, L., SILVA, A.A., AGNES, E. Manejo integrado: Integração AgriculturaPecuária. Editora UFV, 2000.
TIBAU, A.O. Pecuária intensiva. 1 ed. Editora Nobel. 210p.
FORRAGICULTURA E MANEJO DE PASTAGENS
Disciplina:
Sexto
Carga horária:
80 horas
Semestre:
ZOTA
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
CIÊNCIAS AGRONÔMICAS
Ementa: Introdução ao manejo de pastagens. Viabilidade econômica das pastagens
plantadas. Calagem e adubação de pastagens. Principio de conservação do solo e da água
aplicados ao manejo das pastagens plantadas. Tipos de exploração do solo.
Bibliografia
BORGES, F.T.M. Do extrativismo a pecuária. Editora edição do Autor, 1. ed. 2001.
192p.
DIAS FILHO, M.B. Degradação de pastagens: processos, causas e estratégias de
recuperação. Embrapa. 2003. 152p.
EMBRAPA. Integração Lavoura-Pecuária. Embrapa. 570p.
LAZZARINI NETO, S. Manejo de pastagens. Editora Aprendar Fácil. 2000. 124p.
LAZZARINI NETO, S., NEHMI FILHO, V.A. Pecuária de corte moderna. Editora
edição do Autor. 1.ed. 72p.
PAULINO, V.T.; ALCÂNTARA, P.; ALCÂNTARA, V.B.G. Recuperação de pastagens.
2.ed. Nova Odessa. Instituto de Zootecnia, 1999. 151p.
PAULINO, V.T.; ALCÂNTARA, P.; ALCÂNTARA, V.B.G. A brachiaria no novo
século. 2.ed. Nova Odessa. Instituto de Zootecnia, 1999. 151p.
PEIXOTO, A. M., MOURA, J.C., Faria, V.P. (Editores). Planejamento de sistemas de
produção em pastagem. 369p.
PEIXOTO, A.M., MOURA, J.C., FARIA, V.P. Fundamentos da pastejo rotacionado.
Editora Fealq. 327p.
44

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

PEREIRA, J.C. Manejo de pastagens. Brasília: SENAR, 2003. 92p (Trabalhador na
bovinocultura de leite).
Bibliografia Complementar
PRIMAVESI, A. Manejo ecológico de pastagens. Editora Nobel. 1989. 188p.
VILELA, H. Pastagens: Seleção de plantas forrageiras, implantação e adubação.
Editora Aprendar Fácil. 2005. 283p.
ZAMBOLIM, L., SILVA, A.A., AGNES, E. Manejo integrado: Integração AgriculturaPecuária. Editora UFV. 2000. 530p.
TIBAU, A.O. Pecuária intensiva. 1 ed. Editora Nobel. 210p.
NUTRIÇAO DE MONOGÁSTRICOS
Disciplina:
Sexto
Carga horária:
Semestre:
ZOTA
Código:
Tronco:
Eixo temático:
NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO

80 horas
Profissionalizante

Ementa: Princípios fisiológicos da digestão, produção, da lactação, do crescimento e da
engorda. Processos de Digestão, absorção e metabolismo dos nutrientes. Avaliação do
estudo nutricional dos animais.
Bibliografia Básica
LOPES, D.C., SANTANA. M.C.A. Determinação de proteína em alimentos para animais:
Métodos químicos e físicos. Viçosa: UFV, 2005. 98p.
LIMA, R.P. Nutrição e Alimentação animal: Mitos e Realidades. Viçosa: UFV, 2005.
126p.
INRA. Alimentação dos animais monogásticos. Editora Roca. 262p.
MAGALHÃES, K.A., PALULINO, P.V.R., VALADARES FILHO, S.C. Exigências
nutricionais de Zebuínos e Tabelas de composição de alimentos. Editora UFV. 2006. 142p.
SILVA, D.J., QUEIROZ, A.C. Análise de alimentos: Métodos químicos e biológicos. 3.
ed. Editora UFV. 2006. 235p.
Bibliografia Complementar
MURAKAMI, A.E., ARIKI, J. Produção de Cordonas Japonesas. São Paulo: Funep, 1998,
79p.
ROSTAGNO, H.S. Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos. 2. ed. Com CD. 2005.
LANA, R.P. Nutrição e Alimentação animal: Mitos e Realidades. Viçosa: UFV, 2005.
126p.

SÉTIMO PERÍODO
BIOCLIMATOLOGIA ZOOTÉCNICA
Disciplina:
Sétimo
Carga horária:
60 horas
Semestre:
ZOTA
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
CIÊNCIAS AGRONÔMICAS

45

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

Ementa: Históricos e importância do estudo da bioclimatologia Zootécnica. Efeitos do
ambiente tropical sobre a ingestão de alimentos e água, crescimento e desenvolvimento,
reprodução, produção de ovos e produção de leite. Aspectos físicos e fisiológicos da
termorregulação nos animais de interesse Zootécnico. Homeotermia, balanço e fluxo de
calor. Índices bioclimáticos. Influência do ambiente térmico no equilíbrio ácido-base.
Partição das trocas de calor corporal nos animais de interesse Zootécnico. Ambiente
térmico e energética animal. Adaptação de neonatos ao ambiente térmico. Ondas
eletromagnéticas e ritmos biológicos nos animais de interesse Zootécnico.
Bibliografia Básica
BAETA, F.C.E. SOUZA,C.F. Ambiência em Edificações rurais. Conforto animal.
Viçosa, UFV, 1997, 246p.
BLAXTER,K. Energy metabolism in animals and man. Cabridge: Canbridge Univ.Press,
1989.
DUKES, H. H. Fisiologia dos animais domésticos. Ed. Guanabara Koogan. 11ª ed. Rio de
Janeiro.1996. 856p.
KOLB, E. Fisiologia veterinária Editora Guanabara Koogan. 4a. edição. 1987.467p.
SILVA, R.G. Introdução a bioclimatologia animal. São Paulo. Nobel. 2000. 286p.
Bibliografia Complementar
CURTIS, S.E. Environmental management in animal agriculture. USA Press, Ames: Iowa,
1983. 410p.
Cadernos NAE. Mudança do Clima - Negociações internacionais, vulnerabilidade,
impactos e adaptação à mudança do clima. Vol I., Número 3 / 2005. NAE-Secom/PR,
2005. CPTEC.
AVICULTURA
Disciplina:
Sétimo
Carga horária:
80 horas
Semestre:
ZOTA
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
PRODUÇÃO ANIMAL E INDUSTRIALIZAÇÃO
Ementa: Avicultura no Brasil e no mundo; raças de galinhas de interesse econômico;
Anatomia e fisiologia das aves; Instalações e equipamentos avícolas; Manejo na produção
de frangos de corte; Manejo na produção de poedeiras comerciais; Manejo na produção de
matrizes para corte e postura; Produção de pintos de um dia (incubação); sanidade avícola;
Melhoramento de aves; Controle da qualidade de ovos; Abate e processamento de frangos;
Aspectos comerciais e econômicos da exploração avícola; Administração de empresas
avícolas; Planejamento de empresas avícolas.
Bibliografia Básica
ALBINO, L.F.T. Criação de frango e galinha caipira: Avicultura alternativa. Viçosa: UFV,
2002. 126p.
COTTA, T. Reprodução da galinha e produção de ovos. UFLA – FAEPE, Lavras, 312p.
1997.
46

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

FABICHAK, I. Criação de galinha D’Angola. Editora Nobel. 1997. 48p.
LANA, G.R.Q. Avicultura. São Paulo: Ed. Livraria e Editora Rural. 2000. 268p.
MALVAZZI, G. Avicultura: Manual Prático. São Paulo: Nobel, 1997. 156p.
Bibliografia Complementar
ROSTAGNO, H.S. Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos. 2. ed. Com CD. 2005.
FABICHAK, I. Criação de pinto e seus cuidados. São Paulo: Nobel, 1996.
FABICHAK, I. Cordonas: Criação, Instalação e manejo. São Paulo: Nobel, 2005.
MALVAZZI, G. Criação Domestica de Patos, Marrecos e Perus. São Paulo: Nobel, 1999.
MALVAZZI, G. Manual de Criação de Frangos de Corte. São Paulo: Nobel, 1982.
MURAKAMI, A.E., ARIKI, J. Produção de Cordonas Japonesas. São Paulo: Funep, 1998.
APICULTURA
Disciplina:
Sétimo
Carga horária:
40 horas
Semestre:
ZOTA
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
PRODUÇÃO ANIMAL E INDUSTRIALIZAÇÃO
Ementa: Abrangerá estudos da situação apícola do Brasil e do mundo, comercialização
dos produtos apícolas, biologia, patologia de Apis melífera, planejamento e manejo de
apiários. Cunicultura como função Zootécnica: Evolução, finalidades, estudos das raças,
reprodução. Nutrição, instalações, sistemas de criações, manejo animal, doenças e
profilaxia, técnicas de abate e comercialização.
Bibliografia Básica
COSTA, P.S.C. Manual prático de criação de abelhas. Editora UFV.2005. 437p.
MUXFELD, H. Apicultura sempre. SAGRA-LUZZATTO. 1988. 165p.
SCHEREN, O.J. Apicultura racional. Editora Nobel. 112p.
SOUZA, D.T.M. Efeitos de atrativos e repelentes sobre o comportamento forrageiro
da abelha Apis mellifera. Jaboticabal: FCAV, 1996. 119p.
Bibliografia Complementar
VIEIRA, M.I. Apicultura atual. Editora Prata.
Disciplina: OVINOCULTURA
Sétimo
Carga horária:
60 horas
Semestre:
ZOTA
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
PRODUÇÃO ANIMAL E INDUSTRIALIZAÇÃO
Ementa: A ovinocultura no Brasil e no mundo. Principais raças. Principais produtos.
Caracterização do ovino tipo lã, tipo carne e misto. Características químicas e físicas da lã
e aspectos envolvidos com a sua produção. Sistemas de criação. Instalações e
equipamentos. Manejo reprodutivo, alimentar e sanitário. Doenças comuns.
Bibliografia Básica
AZEVEDO, J.M.T. Produção Ovina e Caprina I. Vila Real: UTAD, 1996.
BARBOSA, Carlos. O Sistema Tradicional de Exploração de Ovinos em Bragança.
Bragança: ESA, 1995.
47

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

EENGLERT, S. J. I. Ovinocultura: Tudo sobre raças, manejo e nutrição. 7 ª ed. Guaíba:
Agropecuária, 1998.
LIMA PEREIRAEBAeira, J. & Orlando Almeida (1976-1977). Desenvolvimento de
Bovinos e Ovinos – Sub-Região Interior (Trás-os-Montes). IPUR.
SOUZA, I.G. A Ovelha: Manual Prático Zootécnico. 2. ed. Ed. Gráfica e Editora Pallotti,
2005.
SILVA SOBRINHO. A.G. Criação de Ovinos. Ed. Funep, 2001.
Bibliografia Complementar
PONZONI, R.W. Bases para um bom manejo do rebanho ovino de cria. Porto Alegre.
Agropecuária Ltda. 1976. 40 p.
PUGH, D.G. Clinica de ovinos e caprinos. Editora ROCA, 2004.
VIEIRA, G.V.N. e SANTOS, V.T. Criação de ovinos e suas enfermidades. São Paulo:
Melhoramentos, 1967.
Disciplina: CAPRINOCULTURA
Sétimo
Carga horária:
60 horas
Semestre:
ZOTA
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
PRODUÇÃO ANIMAL E INDUSTRIALIZAÇÃO
Ementa: A caprinocultura no Brasil e no mundo. Principais raças. Principais produtos.
Caracterização do ovino tipo couro, tipo carne e misto. Características químicas e físicas
da lã e aspectos envolvidos com a sua produção. Sistemas de criação. Instalações e
equipamentos. Manejo reprodutivo, alimentar e sanitário. Doenças comuns.
Bibliografia Básica
EMBRAPA. Caprinos - 500 Perguntas, 500 Respostas. Rio de Janeiro: EMBRAPA, 2000.
EMBRAPA. Sistema de criação de caprinos em unidades agrícolas familiar. Rio de
Janeiro: Embrapa, 2000.
CASTRO, A. A cabra. 3. ed. Editora Freitas Bastos. 1984.
MEDEIROS, L.P. et. al. Caprinos. Princípios básicos para sua exploração. Brasília:
EMBRAPA-CPAMN/SPI, 1994.
NUNES, J.F. Produção de caprinos leiteiros. Recomendações técnicas. Maceió:
EPEAL/CODEVASF, 1985.
Bibliografia Complementar
PUGH, D.G. Clinica de ovinos e caprinos. Editora ROCA, 2004.
RIBEIRO, S.D.A. Caprinocultura. Criação Racional de Caprinos. São Paulo: Nobel, 1997.
MÁQUINAS E EQUIPAMETOS
Disciplina:
Sétimo
Carga horária:
Semestre:
ZOTA
Código:
Tronco:
Eixo temático:
CIÊNCIAS AGRONÔMICAS

80 horas
Profissionalizante

Ementa: Introdução ao estudo da mecanização agrícola. Desempenho operacional.
Seleção e controle operacional da maquina agrícola. Tipos. Princípios de operação,
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Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

regulagem e manutenção de maquinas agrícolas. Tração animal. Teoria da tração.
Mecânica do chassi. Sistema de engate, comandos hidráulicos, sistema de transmissão de
potencia de tratores agrícolas. Maquinas de colheita. Equipamentos para aplicação de
defensivos. Equipamentos de transporte agrícola. Comando hidráulico. Maquinas de
preparo do solo, semeadura, plantio e transporte.
Bibliografia Básica
GALETI, P. A. Mecanização agrícola: preparo do solo. Campinas: Instituto Campineiro de
Ensino Agrícola. 1981. 217p.
MIALHE, L. G. Manual de mecanização agrícola. São Paulo: Ceres, 1974. 301p.
MIALHE, L. G. Máquinas motoras na agricultura (volume I e II). Piracicaba: Edusp, 1980.
PORTELLA, J. A. Semeadoras para plantio direto. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2001.
249p.
PORTELLA, J. A. Colheita de grãos mecanizada: implementos, manutenção e regulagem.
Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2001. 190p.
Bibliografia Complementar
BALASTTREIRE. Máquinas agrícolas. ed. Manole, 1.ed.
BARETTA, C.C. Tração animal. Editora Nobel. 104p.
CUNHA, G.A.P. Instrumentação Agropecuária. Embrapa.2004, 291P.
RANGEL, C.LM. Arado: componentes e emprego. Editora Agropecuária. 1993. 79p.
SAAD, O. Máquinas e técnicas de preparo racional do solo. 1984. 98p.
SILVEIRA, G.M. Máquinas para a pecuária. São Paulo: Editora Nobel, 1997.168p.
SILVEIRA, G. M. Máquinas para plantio e condução das culturas. Viçosa, MG: Aprenda
Fácil, 2001. 334p.
VIZU, J.M. Padronização para máquinas e implementos agrícolas. 1 ed. Editora Hemus,
LEGISLAÇÃO AGRÁRIA E AMBIENTAL
Disciplina:
Sétimo
Carga horária:
40 horas
Semestre:
ZOTA
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
CIÊNCIAS ECONÔMICAS E SOCIAIS
Ementa: Noções legislação agrárias, Legislação ambiental, estatuto da terra e direito
agrário; legislação dos agrotóxicos; legislação de defesa sanitária animal. Código de defesa
do consumidor e estatuto do trabalhador rural. Código florestal.
Bibliografia Básica
COSTA NETO, N. D.C. et al. Crimes e Infrações Administrativas Ambientais. 2.ed.
Brasília : Editora Brasília Jurídica, 2001. 478p.
FARIAS, P. J. L. Água : bem jurídico Econômico ou Ecológico? Brasília : Editora
Brasília Jurídica, 2004. 534p
FARIAS, M. Terras Públicas: alienação e uso. Brasília : Editora Brasília Jurídica,
2005.240p.
GALLI, R.A. Direito constitucional ambiental: a função socioambiental da
propriedade rural. Ribeira Preto: UNAERP, 2004. 143p.
QUEIROZ, J.E.L.; SANTOS, M.W.B. Direito do Agronegócio. Editora Fórum. 2005.
701p.

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Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

VINAS, S. Lei Ambiental. vol. 4. Brasília : Editora Brasília Jurídica, 1998.96p. (Série
Legislação de Bolso; 4

OITAVO PERÍODO
BOVINOCULTURA DE CORTE
Disciplina:
Oitavo
Carga horária:
80 horas
Semestre:
ZOTA
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
PRODUÇÃO ANIMAL E INDUSTRIALIZAÇÃO
Ementa: Enfoques sistêmico sobre a criação de gado de corte no Brasil e no mundo.
Principais raças. Sistemas de exploração. Instalações e equipamentos. Manejo produtivo,
reprodutivo, alimentar e sanitário. Produção, comercialização e classificação de carne.
Escrituração Zootécnica. Provas zootécnicas.
Bibliografia Básica
GIR O gado sagrado na Índia. ASSOGIA-ICEA. 1990.
GOTTSCHAL, C.S. Produção de novilhos precoces. Editora Agrolivros. 2005.
MOURA, J.C., PEIXOTO, A.M.; FARIA, V.P. Confinamento de bovinos. São Paulo:
Editora Fealq, 2000.
PEIXOTO, A.M., MOURA, J.C., FARIA, V.P. confinamento de bovinos. São Paulo:
Editora Fealq, 2000.
SOUZA, J.S. 500 PERGUNTAS E 500 RESPOSTAS: BÚFALOS. 1. ed. Embrapa. 176p.
Bibliografia Complementar
CUNHA, M.T. Dicionário de bovinocultura. Editora EDUFU. 1997.
LAU, H.D. Doenças em búfalos no Brasil. Embrapa, 2000.
NICOLETTI, J.L.M. Manual de Podologia bovina. Editora Manole, 2003.
PAULIN, L.M.; F. NETO, J.S. O combate à brucelose bovino: Situação brasileira. Editora
Funep. 2003.
SCHILD, A.; RIET-CORREIA, F.; MENDEZ, M.C. Doenças dos ruminantes e equinos.
Vol. 2. editora Varela, 2002.
BOVINOCULTURA DE LEITE
Disciplina:
Oitavo
Carga horária:
80 horas
Semestre:
ZOTA
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
PRODUÇÃO ANIMAL E INDUSTRIALIZAÇÃO
Ementa: Enfoque sistêmico sobre a criação de gado de leite no Brasil e no mundo.
Principais raças. Sistemas de exploração. Instalações e equipamentos. Manejo produtivo,
reprodutivo, alimentar e sanitário. Melhoramento genético. Produção e comercialização de
leite. Escrituração Zootécnica. Provas zootécnicas.
Bibliografia Básica
AGUILAR, A.P.A., FRANCO, B. H.P.J. Produção de leite a pasto. Editora Aprenda Fácil.
50

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

1999.
PEIXOTO, A. M., MOURA, J.C., FARIA, V.P. (Editores).Bovinocultura leiteira:
fundamentos da exploração racional. 3.ed. São Paulo: Fealq, 2000.
PEIXOTO, A.M., MOURA, J.C., FARIA, V.P. Conceitos modernos de exploração leiteira.
São Paulo: Editora Fealq. 1996. 270p.
PEIXOTO, A.M., MOURA, J.C., FARIA, V.P. Confinamento de bovinos leiteiros. São
Paulo: Editora Fealq, 2000.
PEREIRA, J.C. Vacas leiteiras – Aspectos práticos da alimentação. Editora Aprenda Fácil.
1999.
Bibliografia Complementar
REBHUM, W.C. Doenças do gado leiteiro. Editora ROCA. 2000.
SANTOS, F.A.P., MOURA, J.C., FARIA, V.P. Visão técnica e econômica da produção
leiteira. São Paulo: Editora Fealq, 2005.
SOUZA, J.C., EGGELETON, C.M.J., MORAES, J.C.F. Bovinos: condição corporal e
controle de fertilidade. Embrapa.
EQUIDEOCULTURA
Disciplina:
Oitavo
Carga horária:
60 horas
Semestre:
ZOTA
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
PRODUÇÃO ANIMAL E INDUSTRIALIZAÇÃO
Ementa: Introdução. Aspectos gerais da equideocultura: origem, evolução, classificação e
domesticação, a equideocultura no Brasil e no mundo. Eqüinocultura no Brasil.
Reprodução. Criação e manejo de eqüídeos. Estudo das principais raças de trabalho e
esporte. Adestramento. Exterior e julgamento. Seleção e cruzamentos. Comportamento dos
eqüídeos. Ezoognósia. Instalações. Manejo alimentar.
Bibliografia Básica:
CARTHY, J.D. Comportamento animal. v.14. São Paulo: EPU, 2002. 79p.
MORGADO, F.B. Adestramento de cavalo. Editora Nobel, 1990. 173p.
PASCOE, D.C.K.R. Afecções e distúrbios do cavalo. Editora Manole. 1998. 432p.
TAUSZ, B. Adestramento sem castigos. Editora Nobel, 2000, 186p.
THOMASSIAN, A. Enfermidades dos cavalos. Editora Varela. 2005. 608p.
Bibliografia Complementar:
TORRES, A.P.; JARDIM, W.R.; JARDIM, L.F. Manual de zootecnia. 2.ed. editora
Manole. 303p.
Disciplina: TECNOLOGIA DOS PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL 1
Oitavo
Carga horária:
60 horas
Semestre:
ZOTA
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
PRODUÇÃO ANIMAL E INDUSTRIALIZAÇÃO
51

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

Ementa: Introdução à tecnologia de alimentos, histórico, conceitos, classificação da
mataria-prima de origem animal, composição química, métodos de conservação,
processamento, armazenamento, transporte, microbiologia de alimentos, aditivos,
embalagens, controle de qualidade: boas práticas de fabricação (BPF), análise de perigos e
pontos críticos de controle (APPCC), procedimento padrão de higiene operacional
(PPHO). Legislação, comercialização. Tecnologia da carne e produtos derivados.
Tecnologia do pescado e produtos derivados. Tecnologia do leite e produtos derivados.
Bibliografia Básica
ALENCAR, N. Embutidos e defumados de carne suína. Editora SENAR, 1997. 128p.
SHIMOKOMAKI, O, T.F. Atualidades em Ciência e Tecnologia da Carne. Editora Varela,
2006. 102p.
MONTEIRO, A.A.; PIRES, A.C.S.; ARAÚJO, E.A.Tecnologia de Produção de Derivados
de Leite. Série Caderno didático. Editora UFV, 2007. 81p.
ARAÚJO, J.M.A. Química de alimentos. 4.ed. Viçosa: Editora UFV. 2008, 596p.
CAMPOS, M.T.F.S. Prática de Higiene e Manipulação de Alimentos. Viçosa: Editora
UFV, 2000. 47p.
COELHO, D.T.; ROCHA, J.A.A. Práticas de Processamento de Produtos de Origem
Animal. Série Caderno Didático. Viçosa: Editora UFV, 2000. 64p.
Bibliografia Complementar
FERREIRA, C.L.L.F. Acidez em Leite e Produtos Lácteos - Aspectos Fundamentais. Série
Caderno Didático. Viçosa: Editora UFV, 2002. 26p.
PINTO, P.S.A. Inspeção e Higiene de carnes. Viçosa: Editora UFV. 2008, 320p.
TRONCO, V. M. Manual para Inspeção da Qualidade do Leite. 3. ed. Campo
Grande:UFSM, 2008, 203p.
EXTERIOR, RAÇAS E JULGAMENTO
Disciplina:
Oitavo
Carga horária:
60 horas
Semestre:
ZOTA
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
PRODUÇÃO ANIMAL E INDUSTRIALIZAÇÃO
Ementa: Exterior e raças de grandes e pequenos animais. Tipologia e mensurações.
Origens, particularidades, aptidões, padrões raciais e produtividade dos diferentes grupos
genéticos. Reconhecimento do exterior e das raças de interesse econômico e avaliação dos
tipos de acordo com a morfologia. Julgamento de animais domésticos. Organização de
exposições e competições.
Bibliográfia Básica
BARROS, G.C.de; VIANNI, M.da C.E. Tecnologia aplicada às carnes bovina, suína e de
aves, da produção ao consumo. Seropédica: UFRRJ/DTA, 1979. 116p.
BOGGS, D.L.; MERKEL, R.A.; DOUMIT, E.M. Livestock and carcasses. An integrated
approach to evaluation, grading, and ion, 5th ed. London: Kendall/Hunt, 1998. 589 p.

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Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Curso qualidade da carne e
dos produtos cárneos. Bagé: EMBRAPA
CPPSul. (Documentos, 24), 2000. 174 p.
GOMIDE, L.A.M.; RAMOS, E.M.; FONTES, P.R. Tecnologia de abate e tipificação de
carcaças. Viçosa: UFV, 2006. 370
Bibliografia Complementar
LUCHIARI FILHO, Albino. Pecuária da carne bovina. 1ª ed. São Paulo: LinBife, 2000.
134 p.
PRICE, J.F.; SCHWEIGERT, B.S. Ciencia de la carne y de los productos _ carnicol. 2 ed.,
Tradução de “The science of meat and meat products. Tradução de FUENTE. J.L.
Zaragoza:Acribia, 1994.
Disciplina: SUINOCULTURA
Oitavo
Carga horária:
80 horas
Semestre:
ZOTA
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
PRODUÇÃO ANIMAL E INDUSTRIALIZAÇÃO
Ementa: A Suinocultura no Brasil e no mundo. Raças. A carne na alimentação humana.
Manejo reprodutivo, alimentar e sanitário. Reprodutores machos. Matrizes e Marrãs.
Animais de abate.
Bibliografia Básica
SOBESTIANSKY. J.; WENTZ .I.; SESTI, L. A. C.; SILVEIRA, P. R. S. Suinocultura
Intensiva. Rio de janeiro: Embrapa, 1998. 388pg.
ROSTAGNO, H.S. Tabelas Brasileiras Para Aves e Suínos. Viçosa: UFV. 2 edição. 2005.
186 p.
FERREIRA, A.S.; LOPES, P.S.; FREITAS, R.T.F. Melhoramento de Suínos. 1, ed.
Viçosa: UFV, 1998. 39pg.
SEGANFREDO, M.A.; PAIVA, D.P. Gestão Ambiental na Suinocultura. Rio de janeiro:
Embrapa. 1998. 304pg.
REGAZZINI. P.S. Suinocultura - Como Planejar sua Criação. São Paulo: Funep, 1996.
44p.
Bibliografia Complementar
BONETT, L.P.; MONTICELLI, C.J. Suínos. Rio de janeiro: Embrapa, 1998. 243p.
FERREIRA. R.A. Maior Produção com Melhor Ambiente para Aves, Suínos e Bovinos.
São Paulo: Aprenda Fácil, 2005. 371pg.
REGAZZINI. P.S. Suinocultura - Como Planejar sua Criação. São Paulo:Funep, 1996.
44p.
PISCICULTURA
Disciplina:
Oitavo
Carga horária:
60 horas
Semestre:
ZOTA
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
PRODUÇÃO ANIMAL E INDUSTRIALIZAÇÃO

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Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

Ementa: Características físicas, químicas e biológicas da água. Anatomia e fisiologia de
peixe. Analise e preparo da água para o cultivo e integração entre as espécies e o meio
ambiente. Estruturas próprias de uma aquigranja; construção de tanques e açudes,
fertilização e calagem; coleta e transporte; nutrição; higiene e profilaxia; rotinas de
trabalho e planejamento.
Bibliografia Básica
ANZUATEGUI, I.A.; VALVERDE, C.C. Organismos aquáticos: Reações précalculadas. Ed. Agropecuária. 1998. 135p.
BALDISSEROTTO, B. Fisiologia de peixes aplicada a piscicultura. Editora UFSM.
2002.
BOTELHO, G.; FERREIRA, N. Glossário aquático: Água doce. Ed. Interciência. 1987.
135p
CYRINO, J.E.P. Piscicultura. São Paulo: SEBRAE, 82P.
DAMAZIO, A. Alimentando peixes ornamentais. Ed. Interciência. 1991. 71p.
KUBITZA, F. Sistema de Pesca Recreativa. São Paulo: SEBRAE, 2. ed. 75p.
Bibliografia Complementar
FERRAZ, J. Rações pré-calculadas para organismos aquáticos. Editora Agropecuária,
1998. 135p.
TEIXEIRA FILHO, A.R. Piscicultura: ao alcance de todos. Rio de Janeiro: Nobel, 1991,
212p.
Disciplina: ELETIVA 1
Semestre:
ZOTA
Código:
Eixo temático:
Eletivas

Carga horária:
Tronco:

60 horas
Profissionalizante

Obs.: Ver rol de disciplinas eletivas

NONO PERÍODO
ADMINISTRAÇÃO E ECONOMIA AGRICOLA
Disciplina:
Nono
Carga horária:
60 horas
Semestre:
ZOTA
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
CIÊNCIAS ECONÔMICAS E SOCIAIS
Ementa: Administração Rural: Definição e Objetivos, Capitais e Custos, Medidas e
Fatores que afetam o Resultado Econômico; Sistema Econômico, Economia Agrícola;
noções de Macroeconomia. PIB. Modelo Keynesiano, Política Econômica; Noções de
Microeconomia; Teoria do Consumidor, Oferta de Produtos Agro-industriais e Teoria de
Firma.

54

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

Bibliografia Básica
ARBAGE, A.P. Economia rural: Conceitos básicos. Editora GRIFOS. 2000.
ARBAGE, A.P. Fundamentos da economia rural. Editora Argos. 2006.
ARAÚJO, M. Fundamentos de agronegócios. São Paulo: Atlas, 2003.
MARION, J.C. Contabilidade da pecuária. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2004.
SLACK, N. Administração da produção.2. ed. São Paulo: Atlas, 2004. 747p
Bibliografia Complementar
BALHA, C.J.C. Economia e política agrícola. São Paulo: Atlas, 2000.
BORGES, E.C. Tributação no agronegocio. Editora Quartier Latin, 2005.
DUBY, G. Economia rural e vida no campo. vol. 1 e 2. Editora Edições 70, 1987.
DUBY, G. Economia rural y vida campesina. Editora Edições 62, 1991.
POLITANO, W.; LOPES, L.R.; AMARAL, C. Papel das estradas na economia rural. São
Paulo: Nobel, 1989.
VIAN, A. Novos instrumentos de financiamento do agronegócio. Editora Febraban, 2005.
ZYLBERSZTAJN, D.B.; NEVES, M.F.; NEVES, E.M. Agronegócios do Brasil. Editora
Saraiva. 2006. 168p.
AGRONEGOCIO E EMPREENDEDIRISMO
Disciplina:
Nono
Carga horária:
40 horas
Semestre:
ZOTA
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
CIÊNCIAS ECONÔMICAS E SOCIAIS
Ementa: Sistema Econômico, Economia Agrícola; noções de Macroeconomia. PIB.
Modelo Keynesiano, Política Econômica; Noções de Microeconomia; Teoria do
Consumidor, Oferta de Produtos Agro-industriais e Teoria de Firma.
Bibliografia Básica:
ARBAGE, A.P. Economia rural: Conceitos básicos. Editora GRIFOS, 2000.
ARBAGE, A.P. Fundamentos da economia rural. Editora Argos, 2006.
ARAÚJO, M. Fundamentos de agronegócios. Editora Atlas, 2003.
BALHA, C.J.C. Economia e política agrícola. Editora Atlas, 2000.
BORGES, E.C. Tributação no agronegócio. Editora Quartier Latin, 2005.
DUBY, G. Economia rural e vida no campo. vol. 1 e 2. Editora Edições 70. 1987.
DUBY, G. Economia rural y vida campesina. Editora Edições 62. 1991.
POLITANO, W.; LOPES, L.R.; AMARAL, C. Papel das estradas na economia rural.
Editora Nobel, 1989.
VIAN, A. Novos instrumentos de financiamento do agronegócio. Editora Febraban, 2005.
Bibliografia Complementar
NEVES, M.F. Agronegócios e Desenvolvimento Sustentável. São Paulo: Atlas, 2007.
172p.
AVALIAÇÃO E TIPIFICAÇÃO DE CARCAÇAS
Disciplina:
Nono
Carga horária:
60 horas
Semestre:
ZOTA
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
PRODUÇÃO ANIMAL E INDUSTRIALIZAÇÃO
55

Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

Ementa:Introdução ao estudo de avaliação e tipificação de carcaça, Instalações e
equipamentos necessários ao estudo e avaliação e tipificação. Principais conceitos.
Elementos e métodos utilizados na avaliação e tipificação. Tipificação e composição
físicas das carcaças das diferentes espécies. Técnicas e normas de pesquisa. Avaliação da
carne dos diversos grupos genéticos.
Bibliografia Básica
BARROS, G.C.de; VIANNI, M.da C.E. Tecnologia aplicada às carnes bovina, suína e de
aves, da produção ao consumo. Seropédica: UFRRJ/DTA, 1979. 116p.
BOGGS, D.L.; MERKEL, R.A.; DOUMIT, E.M. Livestock and carcasses. An integrated
approach to evaluation, grading, and ion, 5th ed. London: Kendall/Hunt, 1998. 589 p.
EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Curso qualidade da carne e
dos produtos cárneos. Bagé: EMBRAPA
CPPSul. (Documentos, 24), 2000. 174 p.
GOMIDE, L.A.M.; RAMOS, E.M.; FONTES, P.R. Tecnologia de abate e tipificação de
carcaças. Viçosa: UFV, 2006. 370
LUCHIARI FILHO, Albino. Pecuária da carne bovina. 1ª ed. São Paulo: LinBife, 2000.
134 p.
PRICE, J.F.; SCHWEIGERT, B.S. Ciencia de la carne y de los productos _ carnicol.
Tradução de FUENTE, J.L. Zaragoza: Acribia, 1994. 2 ed., Tradução de “The science of
meat and meat products.
Bibliografia Complementar
CASTILLO, C.J.C. et al. Qualidade da carne. São Paulo: Varela, 2006. 240 p.
PRICE, J.F.; SCHWEIGERT, B.S. Ciencia de la carne y de los productos _ carnicol.
Tradução de FUENTE, J.L. Zaragoza: Acribia, 1994. 2 ed., Tradução de “The science of
meat and meat products.
TERRA, Nelcindo N.; BRUM, Marco A.R. Carne e seus derivados: técnicas de controle de
qualidade. São Paulo: Nobel, 1988. 121.
EXTENSÃO e COOPERATIVISMO
Disciplina:
Nono
Carga horária:
60 horas
Semestre:
ZOTA
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
PRODUÇÃO ANIMAL E INDUSTRIALIZAÇÃO
Ementa: Cooperativismo. Fundamentos da Extensão. Comunicação. Difusão de
Inovações. Metodologias de extensão. Desenvolvimento de Comunidades.
Bibliografia Básica
ALVES, J.J.F. Cooperativismo e os princípios do cooperativismo. Editora Coimbra, 1980.
136p.
ANDRADE, I.R. Difusão de inovação e extensão rural. Editora Livros Horizonte, 1987.
FELICIO, A.A.Fundamentos do cooperativismo. Editora Paulista, 2000.
FONSECA, M.T.L. A extensão rural no Brasil. Edições Loyola.
MEINEN, E.; DOMINGUES, J.N.; DOMINGUES, J.A.S. Aspectos jurídicos do
cooperativismo. Editora Sagra-Luzzatto, 2002.
PERIUS, V. Cooperativismo e lei. Editora Unisinos. 2001.

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Projeto Político Pedagógico do Curso de Zootecnia

Campus Arapiraca - UFAL

Bibliografia Complementar
ALVES, M.A.P. Cooperativismo – Arte e Ciência. Editora LEUD.
BROSE, M. Participação na Extensão Rural. Editora TOMO editorial, 2004.
PRETTO, J.M. Cooperativismo de credito e microcredito rural. Editora FAURGS, 2003.
RIBEIRO, J.P. A saga da extensão rural em Minas Gerais. Editora Annablume, 2000.
ROSSI, A.C.S. Cooperativismo – A Luz dos princípios. JURUA Editora, 2005.

Disciplina: ELABORAÇÃO E AVALIAÇAO DE PROJETOS AGRÍCOLAS
Nono
Carga horária:
60 horas
Semestre:
ZOTA
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
CIÊNCIAS ECONÔMICAS E SOCIAIS
Ementa: Planejamento e projetos, projetos Empresariais e Projetos Públicos; Noções de
Matemática Financeira; Estudo de projetos; Processos produtivos e sistema econômico,
crescimento econômico e planejamento; Unidade de produção; Preparo de Projetos e suas
Etapas: investimento, estudo de mercado, engenharia, tamanho e localização; Métodos de
Seleção e Análise de Oportunidade de Investimento, Métodos de Depreciação; Aplicações
Práticas Aplicadas à Agropecuária; Critérios de elaboração e avaliação de Projetos
Agropecuários e Agro-industriais junto aos principais Bancos Oficiais; Projetos e o Meio
Ambiente; Projetos e Novas Tecnologias de Gestão e de Produção.
Bibliografia
BUARQUE, Cristovam. Avaliação Econômica de Projetos. Rio de Janeiro: 12ª edição,
Editora Campus, 1989, 266p.
CLEMENTE, Ademir (organizador). Projetos Empresariais e Públicos. 2ª ed. São Paulo,
ed. Atlas, 2002, 341p.
SILVA, C.A.B., FERNANDES, A.R. (Editores). Projetos de empreendimentos
agroindustriais de produtos de origem animal. Vol. 1. Viçosa: UFV, 2003, 308p.

Disciplina: TECNOLOGIA DOS PRODUTOS DE ORIGEM AGROPECUÁRIA2
Nono
Carga horária:
60 horas
Semestre:
ZOTA
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
PRODUÇÃO ANIMAL E INDUSTRIALIZAÇÃO
Ementa: Controle de qualidade: boas práticas de fabricação (BPF), análise de perigos e
pontos críticos de controle (APPCC), procedimento padrão de higiene operacional
(PPHO). Legislação, comercialização. Tecnologia da carne e produtos derivados.
Tecnologia do pescado e produtos derivados. Tecnologia do leite e produtos derivados.
Bibliografia Básica
ARAÚJO, J.M.A. Química de alimentos. 4.ed. Viçosa: UFV, 2008.
PINTO, P.S.A. Inspeção e Higiene de carnes. Viçosa: UFV, 2008.
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Tronco, V. M. Manual para Inspeção da Qualidade do Leite. 3. ed. Campo Grande:
UFSM, 2008.
Bibliografia Complementar
CAMPOS, M.T.F.S. Prática de Higiene e Manipulação de Alimentos. Viçosa: UFV, 2000.
COELHO, D.T.; ROCHA, J.A.A. Práticas de Processamento de Produtos de Origem
Animal. Série Caderno Didático. Viçosa: UFV, 2000.
Disciplina: ELETIVAS 2
Nono
Semestre:
ZOTA
Código:
Eixo temático:
Eletivas

Carga horária:
Tronco:

60 horas
Profissionalizante

Ementa: A ementa das disciplinas eletivas será proposta pelo professor que irá ministrar a
referida disciplina.
Bibliografia: As bibliografia ficaram a cargo do professor que irá ministrar a disciplina.
Disciplina: ELETIVA 3
Nono
Semestre:
ZOTA
Código:
Eixo temático:
Eletivas

Carga horária:
Tronco:

60 horas
Profissionalizante

Ementa: A ementa das disciplinas eletivas será proposta pelo professor que irá ministrar a
referida disciplina.
Bibliografia: As bibliografia ficaram a cargo do professor que irá ministrar a disciplina.
10º PERÍODO
Disciplina: ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
Décimo
Carga horária:
160 horas
Semestre:
ZOTA
Profissionalizante
Código:
Tronco:
Eixo temático:
Ementa: Prática de estágio supervisionado de escolha do(a) aluno(a) nas áreas de atuação
do Curso de Zootecnia (Empresas Agropecuárias Públicas ou Privadas como Indústrias de
Laticínios, Carnes e Derivados; Indústrias de Rações; Estações de Produção e Inseminação
Artificial; Matadouros e Instituições Oficiais de Pesquisas e Extensão), as quais estão
contempladas no curriculo do Curso.
Bibliografia Básica
Obs.: Serão utilizadas as bibliografias estudadas no curso.
DISCIPLINAS ELETIVAS
Disciplina: QUESTÃO AGRÁRIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL: OCUPAÇÃO
DO TERRITÓRIO E USO DO SOLO

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Carga horária: 60 h
Ementa: Introdução ao estudo da questão agrária no Brasil e no mundo, Evolução
Histórica da questão agrária no Brasil, As origens da propriedade da terra no Brasil, O
problema agrário no Brasil, A terra na sociedade capitalista moderna brasileira, A igreja e a
questão agrária, Os partidos políticos e a questão agrária no Brasil, Reforma agrária no
Brasil, A constituição e a reforma agrária no Brasil, O projeto brasileiro de reforma
agrária,

Os

assentamentos

de

reforma

agrária

e

o

desenvolvimento

social,

Desenvolvimento socioeconômico e os problemas agrários. O agronegócio e o
desenvolvimento econômico brasileiro: mitos e verdades, A questão agrária e os novos
modelos de desenvolvimento.
Bibliografia básica:
MARTINEZ, P. Reforma agrária: Questão de terra ou de gente?. 11 ed. São Paulo:
Moderna, 1987. (Coleção polêmica).
STÉDILE, J.P. A questão agrária no Brasil. 6. ed. São Paulo: Atual, 1997. (Espaço e
debate).
ESTATUDO DA TERRA. Legislação Agrária. São Paulo: sugestões literárias, 1979.
Bibliografia complementar
Centro de Estudos Bíblicos. Os pobres possuirão a terra: Pronunciamento de bispos e
pastores sinodais sobre a terra. São Paulo: Paulinias, 2006, 77p.
MELO FILHO, P.A. Agricultura em pequenas propriedades. Recife: UFRPE, 1998, 140p.

Disciplina: PLANEJAMENTO E USO DA TERRA
Carga horária: 60 h
Ementa: Introdução ao planejamento e uso, definições de planejamento e uso, Ambiente
agrícola: percepção e interpretação, Percepção e uso de ambientes naturais por
agricultores, O problema da transferência conhecimento na agropecuária, Avaliação da
terra, Sistema Brasileiro de Classificação de solo, Sistema de classificação de aptidão
agrícola das terras, Sistema de classificação da capacidade de uso dos solos agrícolas,
Considerações acerca dos sistemas de classificação e da legislação sobre uso, manejo e

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planejamento agrícola das terras. Avaliação do impacto ambiental por resíduos agrícolas,
Planejamento das unidades produtivas.
Bibliografia básica
AZEVEDO, A.C.; DALMOLIN, R.S.D. Solos e Ambiente: uma introdução. Santa Maria:
Ed. Pallotti, 2006. 100p.
EMBRAPA. Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. Brasília: Embrapa, 1999. 428p.
LEPSCH, I. Formação e Conservação dos Solos. São Paulo: Oficina de Textos, 2002.
178p.
RESENDE, M.; CURI, N.; REZENDE, S.B.; CORRÊA, G.F. Pedologia: Bases para
distinção de ambientes. 3. ed. Viçosa: NEPUT, 1999. 338P.
RAMALHO FILHO, A.; BEEK, K.J. Sistema de avaliação da aptidão agrícola das terras.
3. ed. Rio de Janeiro: EMBRAPA-CNPS, 1994. 65p.
Bibliografia complementar
BRAD, N.C. Natureza e propriedades dos solos. Tradução Antônio B. Neiva Figueiredo
Filho. 7ª ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1989. 878p.
AS-PTA. Cadernos de agroecologia, Coleção alternativas. Solos. Rio de Janeiro: AS-PTA.
2000.
BRASIL. Levantamento Exploratório-Reconhecimento de solos do estado de Alagoas.
JACOMINE, P.K.T. (Org.). Recife: Embrapa- Centro de Pesquisas Pedológicas, 1975.
(Boletim Técnico, 35).

Disciplina: IRRIGAÇÃO DE PASTAGEM
Carga horária: 60horas
Ementa: Princípios fundamentais de irrigação. Disponibilidade, aproveitamento e
qualidade da água para irrigação. Métodos de irrigação. Características, dimensionamento,
manejo e eficiência dos métodos de irrigação utilizados nas pastagens. Materiais,
equipamentos e máquinas para instalação de sistemas de irrigação em pastagens.

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Bibliografia Básica
BERNARDO, S. Manual de irrigação. 6ª ed. Viçosa: Ed. UFV, 1995.
OLITTA, A.F.L. Os métodos de irrigação. São Paulo: Nobel, 1989.
KRAMER, P. J.; BOYER, J. S. Water relations of plants and soils. Academic Press: 1995.
495p.
LIBARDI, P. L. Dinâmica da água no solo. Piracicaba: O Autor. 2004. 327p.
MIRANDA, J. H.; GONÇALVES, A. C.; CARVALHO, D. F. Relações água-plantaatmosfera. In: Miranda, J. H.; Pires, R. C. M. (eds.). Irrigação. Piracicaba: FUNEP, 2001.
cap.1, p. 1-62.
Bibliografia Complementar
ANDRADE, J.M.S. Efeito das adubações química e orgânica e da irrigação sobre a
produção e o valor nutritivo do capim-elefante “Mineiro” em latossolo roxo distrófico do
município de Ituiutaba, MG. Viçosa: UFV, 1972. 42p. Dissertação de Mestrado.
Universidade Federal de Viçosa, 1972.
FRIZZONE, J.A. Irrigação por Aspersão; Uniformidade e Eficiência. Piracicaba.
Departamento de Engenharia Rural, ESALQ, USP. (Série Didática, 003), 1992. 53p.
FRIZZONE, J.A. Irrigação por Superfície. Piracicaba. Departamento de Engenharia Rural,
ESALQ, USP. (Série Didática, 005), 1993. 183p.
GHELFI FILHO, H. Efeito da irrigação sobre a produtividade do capim-elefante
(Pennisetum purpureum) variedade Napier. Piracicaba: ESALQ, 1972. 77p. Tese de
Doutorado. Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, 1972.
OLITTA, A.F.L. Métodos de Irrigação. São Paulo, Nobel, 1977. 267p.
PEREIRA, R.M.A. Adubação, irrigação e produção de massa verde, em quatorze
gramíneas forrageiras, em quatro regiões de Minas Gerais. Viçosa: UFV, 1966. 88p.
Dissertação de Mestrado. Universidade Federal de Viçosa, 1966.
SANTOS, M.A.L. Irrigação suplementar da cana-de-açúcar (Sccharum ssp): um modelo de
análise de decisão para o Estado de Alagoas. 2005. 100p. Tese (Doutorado em Agronomia)
– Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, Universidade de São Paulo,
Piracicaba, 2005.
WHITHERS, B. e VIPOND, s. Irrigação: Projeto e Prática. São Paulo, EPU, Editora da
Universidade de São Paulo; tradução de Francisco da Costa Verdade. 1977. 339p.

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Campus Arapiraca - UFAL

Disciplina: FITOPATOLOGIA APLICADA À ZOOTECNIA
Carga horária: 60 h
Ementa: Fitopatologia, histórico e importância. Conceitos e classificação de doenças.
Sintomatologia. Epidemiologia e controle das principais doenças de interesse Zootécnico,
Postulado de Kock. Diagnose de doenças. Etiologia. Fungos. Bactérias. Vírus. Nematóides.
Fatores bióticos e abióticos. Interação patógeno-hospedeiro. Sintomatologia. Ciclos de
doença animais. Grupos de doenças de Interesse Zootécnico.
Bibliografia básica
MIZUBUTI, E.S.G.; MAFFIA. L. A. Introdução a Fitopatologia. Viçosa:UFV. 1 ed., 2006,
190p.,
ROMEIRO, R.S. Métodos em Bacteriologia de Plantas. Viçosa: UFV. 1 ed., 279p. 2001.
ACELINO COUTO ALFENAS, A.C.; MAFFIA, R.G. Métodos em Fitopatologia.
Viçosa:UFV. 1ed., 382p., 2007.
HOHEKJR, I. Guia de controle de parasitas internos em animais domésticos. Editora
Nobel. 1998. 111p.
MARKEY, B.K., QUINN, P.J., DONNELLY, W.J.C. Microbiologia veterinária. Editora
ARTMED. 2005.
Bibliografia complementar
PELCZAR, JR., M. J. Microbiologia: conceitos e aplicações, 2ª ed. Rio de Janeiro: Makron
Books, 1997.
FOREYT, W.J. Parasitologia Veterinária – Manual de referência. Editora Roca. 248p.
BERGAMIN FILHO, A.; KIMATI, H.; AMORIM, L. Manual de Fitopatologia. São Paulo:
Ceres. 3 ed., 1ed., 919p., 1995.
Disciplina: MELIPONICULTURA
Carga horária: 60 h
Ementa: Abrangerá estudos da situação apícola do Brasil e do mundo, comercialização
dos produtos apícolas, biologia, patologia de Abelhas urucu, planejamento e manejo de

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apiários. Vida e criação de abelhas indígenas sem ferrão, Importância das abelhas nativas
do Brasil.
Bibliografia básica
COUTO, R.H.N. Apicultura: manejo e produtos. Jaboticabal: FUNEP, 1996, 154p.
KEER, W.E.; CARVALHO, G.A.; ALMEIDA, V.A. Abelhas urucu: biologia, manejo e
conservação. Belo Horizonte: Acangaú, 1996, 143p.
MARTINS, M.A. Descobrindo a importância das abelhas. Salvador: Alecrim, 2000. 32p.
NOGUEIRA NETO, P. Vida e criação de abelhas indígenas sem ferrão. São Paulo:
Nogueirapis, 1997. 445p.
Bibliografia complementar
COSTA, P.S.C. Manual prático de criação de abelhas. Viçosa: UFV. 2005. 437p.
MUXFELD, H. Apicultura sempre. São Paulo: SAGRA-LUZZATTO. 1988, 165p.
SCHEREN, O.J. Apicultura racional. Rio de Janeiro: Nobel, 1998, 112p.
Disciplina: CUNICULTURA E ANIMAIS DE BIOTÉRIO
Carga horária: 60 h
Ementa: Cunicultura como função zootécnica: Evolução, finalidades, estudo das raças,
reprodução. Nutrição, instalações, sistemas de criações, manejo animal, doenças e
profilaxia, técnicas de abate e comercialização.
Bibliografia básica
D’ANGINA, R. Criação doméstica de coelhos. Editora Nobel. 64p.
HOBAICA, P.E.M. Como criar coelhos. Editora Ediouro, 2001. 118p.
MELLO, H.V.; SILVA, J.F. Criação de coelhos. Editora Aprenda fácil. 2003. 264p.
VIEIRA, M. I. Coelhário: instalações adequadas maiores lucros.
Bibliografia complementar
VINOR, B. Tudo sobre seu coelho. Editora Nobel. 2000. 32p.
VIEIRA, M.I. Produção de coelhos. Editora LIPEL. 1995.
VIEIRA, M.I. Doenças dos coelhos: manual prático.

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Disciplina:BIOTECNOLOGIA APLICADA A ZOOTECNIA
Carga horária: 60 h
Ementa: Introdução à biotecnologia. Reagentes e equipamentos. Segurança em
biotecnologia. Bases genéticas da herança. Isolamento de DNA e RNA. clonagem de
genes. Eletroforese não convencionais; a teoria dos campos pulsados. Géis de agarose a
acrilamida. Transferência de DNA para suportes sólidos. Marcação e detecção de ácidos
nucléicos. Reações de PCR e aplicações. Sequenciamento de DNA interpretação. Data
mining e softwareafins. A cultura de tecidos de animais e plantas e fungos filamentosos.
Plantas e animais transgênicos: produção e utilização. A genômica e suas aplicações no
mundo moderno. Projetos genoma. Noções de nanotecnologia molecular.
Bibliografia básica
ALMEIDA, M. R.; BOREM, A.; FRANCO, G. R. Biotecnologia e Saúde. 1. ed. Viçosa:
Folha de Viçosa, 2004. 232 p.
BORZANI, W.; SCHMIDELL, W.; LIMA, U. A.; AQUARONE, E. Biotecnologia
Industrial. Rio de Janeiro: Edgard Blucher. 1ed., 1v., 254p., 2001.
MALAJOVICH, M. A. Biotecnologia. Rio de Janeiro: Editora Axcel Books do Brasil,
2004.344p.
Bibliografia complementar
BORÉM, A. Biotecnologia e Meio Ambiente. São Paulo: Ceres, 2004. 425p.
BINSFELD, P. C. Biossegurança em Biotecnologia. 1ª ed. São Paulo: INTERCIENCIA, –
2004.
Disciplina: ANIMAIS SILVESTRES
Carga horária: 60 h
Ementa: Definição e importância dos recursos naturais: o processo de domesticação e
utilização dos animais domésticos e silvestres. Ecologia dos animais: biodiversidade.
Classificação zoológica e Zoogeografia. Objetivos da criação de animais silvestres: criação
com fins econômicos, com finalidade científica e de proteção de espécies ameaçadas.
Reprodução, alimentação e nutrição de animais silvestres em cativeiro. Genética e

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melhoramento de animais. Técnicas de manejo de algumas espécies selecionadas de
animais silvestres: capivaras, pacas, pecaris; teiú; jacarés; pequenos roedores; aves.
Experiências nacionais de criação de animais silvestres para fins econômicos e preservação
das espécies. O papel do técnico, das entidades e a legislação brasileira. Elaboração de
projetos de criação de animais silvestres.
Bibliografia básica
HOSLEN, F.M.; SILVEIRA, A.C. Criação de pacas. Viçosa: UFV, 2001, 259p.
HOSLEN, F.M.; SILVEIRA, A.C. Criação de emas. Viçosa: UFV, 2003, 366p.
HOSLEN, F.M.; SILVEIRA, A.C. Criação de cutias. Viçosa: UFV, 2001, 231p.
HOSLEN, F.M.; SILVEIRA, A.C. Criação de capivara. Viçosa: UFV, 2002, 296p.
SOUZA, J.D. Criação de avestruz. Viçosa: UFV, 2004. 211p.
Bibliografia complementar
MILLEN, E. Veterinária e Zootecnia –Guia técnico Agropecuário. 1.ed. editora ICEA.
1993. 794p.
TORRES, A.P.; JARDIM, W.R.; JARDIM, L.F. Manual de zootecnia. 2.ed. São Paulo:
Manole. 303p.
Disciplina: INTEGRAÇÃO LAVOURA-PECUÁRIA
Carga horária: 60 h
Ementa: Histórico e fundamentos da integração lavoura-pecuária. Princípios da integração
solo-planta-animal. Origens e oportunidades de uso. Possibilidades de intensificação do
sistema e aumento na lucratividade. Manejo de lavouras em sistemas de Integração
Lavoura-Pecuária. Rotações de culturas em sistemas integrados em diferentes regiões do
País. Planejamento estratégico para as lavouras em sistemas Integração Lavoura-Pecuária.
Aspectos biológicos e econômicos para escolha das combinações agrícolas e pecuárias na
integração lavoura-pecuária.
Bibliografia básica
KLUTHCOUSKI, J.; STONE, L.F.; AIDAR, H. Integração Lavoura-pecuária. Santo
Antônio de Goiais: Embrapa Arroz e Feijão, 2003. 570p.

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SILVA, A.A.; AGNES, E.L.; ZAMBOLIM, L. Manejo Integrado - Integração AgriculturaPecuária. Viçosa: UFV, 2004, 512p.
PEIXOTO, A.M.; MOURA, J.C.; FARIA, V.P. Manejo de Pastagens de Tifton, Coastcross
e Estrela. São Paulo: FEALQ, 2006, 296p. (Anais do 15º Simpósio sobre Manejo da
Pastagem).
Bibliografia complementar
PEDREIRA, C.G.S.; MOURA, J.C.; SILVEIRA, S.C. As pastagens e Meio Ambiente. São
Paulo: FEALQ. 2006, 560p.
PEIXOTO, A. M., MOURA, J.C., FARIA, V.P. (Editores). A Planta Forrageira no Sistema
de Produção. 394 Páginas. Fealq.
PEIXOTO, A. M., MOURA, J.C.,FARIA, V.P. (Editores). Fundamentos do Pastejo
Rotacionado. 327p. Fealq. 2005.
PEIXOTO, A. M., MOURA, J.C.,FARIA, V.P. (Editores). Pastagens de capim elefante:
utilização Intensiva. Editora FEALQ, 394 p.

Disciplina: INFORMÁTICA NA ZOOTECNIA
Carga horária: 60 h
Ementa:Introdução à informática. Uso de processadores de texto. Uso de planilhas
eletrônicas, Uso de programas para palestras e seminários. Noções de redes locais e
remotas de computadores. Conceitos básicos, ferramentas de apoio, gerenciamento e
processamento de banco de dados. Noções de programação de software aplicados a
Zootecnia. Utilização de Software aplicados à Zootecnia.
Bibliografia básica
COPI, Irving M. Introdução à Lógica. ed.São Paulo: Mestre Jou Editora, 1981.
FURASTÉ, Pedro A. Normas Técnicas para o trabalho científico: elaboração e
formatação. 14 ed. Porto Alegre: ABNT, 2007.
LOPES, M.A. Introdução à Agroinformática. 1 ed. Maceió: EDUFAL, 2005, 127p.
MANZANO, José A. N. G. Broffice.org 2.0: Guia Prático de Aplicação. São Paulo:
Editora Érica, 2007.
NORTON, P. Introdução à Informática. s/l: Makron Books, 1997.

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Bibliografia complementar
CASTELLS, Manuel. A Galáxia da Internet: Reflexões sobre a Internet, os negócios
e a sociedade, Jorge Zahar Editor,Rio de Janeiro, 2003.
JOHNSON, Steven. Cultura da interface: como o computador transforma nossa
maneira de criar e comunicar. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
VANOYNE, Francis. Usos da Linguagem: Problemas e Técnicas na Produção Oral e
Escrita. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
Disciplina: Língua Brasileira de SINAIS - LIBRAS
Carga horária: 60 h
Ementa: Estudo da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), de seu histórico, estrutura
gramatical, expressões manuais, gestuais e do seu papel para a comunidade surda.
Caracterização e reflexão sobre o uso e a importância da LIBRAS em sala de aula.
Bibliografia Básica:
BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramática de Língua de sinais. Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro:UFRJ, Departamento de Linguística e filosofia,1995.
COPOVILLA, F. C. & RAPHAEL, V. D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngüe de
Língua de Sinais Brasileira. Vol. I e II. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo,
2001.
COUTINHO, Denise. LIBRAS: língua brasileira de sinais e língua portuguesa
(semelhanças e diferenças). 2ª Ed. Idéia, 1998.
FERREIRA BRITO, L. Por uma gramática das línguas de sinais. Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro, 1995.
GOES, M. C. R. Linguagem, surdez e educação. Campinas, Autores Associados, 1996.
QUADROS, R. Muller. de. Educação de surdo: aquisição da linguagem. Porto Alegre: Ed.
Artes Médicas, 1997.
SACKS, O. Vendo vozes: uma jornada pelo mundo dos surdos. Rio de Janeiro: Imago,
1990.

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8. ESTÁGIO SUPERVISIONADO
O estágio curricular é regulamento na Universidade Federal de Alagoas pela
Resolução nº 71/2006-COSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006, que se fundamenta na

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Lei nº 6.494, de 07/12/1977 e regulamentada pelos Decretos nº 87.497, de 1808/1982 e
89.467, de 21/03/1984 e Resolução n° 4, de 02 de fevereiro de 2006, art. 8. (Conforme
anexo II),
No art. 3° - O estágio curricular tem como objetivo o desenvolvimento de competênciasconhecimentos teórico-conceituais, habilidades e atitudes – em situações de aprendizagem.
Conduzidas no ambiente profissional, sob a responsabilidade da Universidade e da
Instituição Concedente.
No Art. 2° - O estágio curricular de caráter formativo, que pode ser obrigatório ou
não obrigatório, constitui parte dos processos de aprendizagem teórico-prática que
integram os Projetos Pedagógicos dos Cursos, sendo inerente à formação acadêmicoprofissional.
Os estágios curriculares classificam-se como obrigatórios e não obrigatório,
oficializados através de parcerias com instituições públicas ou privadas da agricultura
familiar ou do agronegócio por meio de convênios registrados, devendo os mesmos serem
planejados, executados, acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos,
programas e calendários acadêmicos.
O Estágio Curricular do Curso de Zootecnia, será de no mínimo de 160 horas,
distribuídas da seguinte forma: nas dependências da UFAL (mínimo de 80 horas) e em
Empresas Agropecuárias Públicas ou Privadas como Indústrias de Laticínios, Carnes e
Derivados; Indústrias de Rações; Estações de Produção e Inseminação Artificial;
Matadouros e Instituições Oficiais de Pesquisas e Extensão (mínimo de 80 horas).
O aluno ao se matricular na disciplina estágio obrigatório, deverá entrar em contato
com um professor do Curso para ser seu orientador, este deverá ser aprovado pelo
colegiado do curso. A supervisão do estágio deverá ser, necessariamente realizada por um
profissional da instituição onde o aluno estiver realizando o estágio, este, cadastrado junto
ao Curso. Os supervisores deverão emitir um documento onde constará as atividades e
carga horária desenvolvidas pelo aluno.

9. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC

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O Trabalho de Conclusão de Curso é regulamentado pela Resolução nº 4, de 2 de
fevereiro de 2006, no Art. 10. O trabalho de curso é componente curricular obrigatório, a
ser realizado ao longo do último ano do curso, centrado em determinada área teóricaprática ou de formação profissional, como atividade de síntese e integração de
conhecimento e consolidação das técnicas de pesquisa.
A Resolução nº 25/2005 do CEPE, de 26 de outubro de 2005, no Art. 18, reza o
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular obrigatório em todos os
Projetos Pedagógicos dos Cursos da UFAL, assumindo a seguinte conformação:
I – O TCC não se constitui como disciplina, não tendo, portanto, carga horária fixa
semanal, sendo sua carga horária total prevista no PPC e computada para integralização do
Curso.
II – o aluno dará inicio as atividades do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) a partir do
oitavo período da matriz curricular do curso, não sendo necessária a realização de sua
matricula especifica no Sistema Acadêmico.
III – A avaliação do TCC será realizada através de 01 (uma) única nota, dada após a
entrega do trabalho definitivo, sendo considerada a nota mínima 7,0 (sete), nas condições
previstas no PPC.
IV – Caso o aluno não consiga entregar o TCC até o final do semestre letivo em que
cumprir todas as todas exigências da matriz curricular, deverá realizar matricula- vinculo
no inicio de cada semestre letivo subseqüente, até a entrega do TCC ou quando atingir o
prazo máximo para a integralização de seu curso, quando então o mesmo será desligado.
A carga horária prevista para o TCC é de 120 horas. O TCC será elaborado
individualmente.

10. ATIVIDADES COMPLEMENTARES

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As atividades complementares do Curso de Zootecnia do Campus Arapiraca, serão
compostas de 200 horas, onde será complementada com a participação em eventos de
pesquisa, ensino e extensão. Da seguinte forma:
a – Poderão ser consideradas como atividades complementares: Disciplinas
ofertadas por quaisquer cursos da UFAL ou por outras instituições reconhecidas,
seminários, simpósios, congressos, conferências, Núcleos Temáticos, Monitoria, Iniciação
Cientifica, Programas de extensão, participação em encontros regionais, nacionais e
internacionais de estudantes e administração de entidades estudantis, workshop, minicursos e outros eventos de caráter acadêmico.
b – A carga horária das atividades complementares poderá ser distribuída ao longo
do Curso e não poderá ser preenchida com um só tipo de atividade.
c – A integralização curricular será considerada efetivada após o aluno haver
cumprido, além do conteúdo programático da parte fixa, a carga horária referente às partes
fixa e flexível do Currículo pleno, consubstanciada na elaboração, apresentação e
aprovação de seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

11. AVALIAÇÃO

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11.1. Sistema de Avaliação do Projeto Político Pedagógico do Curso
A Lei n° 10.861, de 14 de abril de 2004, Art. 1. Fica instituído o Sistema Nacional
de Educação Superior - SINAES, com o objetivo de assegurar processo nacional de
avaliação das instituições de educação superior, dos cursos de graduação e do desempenho
acadêmico de seus estudantes, nos termos do art. 9, VI, VIII e XI, da Lei n° 9.394, de 20 de
dezembro de 1996.
Art. 2. O SINAES, ao promover a avaliação de instituições, de cursos e de
desempenho dos estudantes, deverá assegurar:
I – avaliação institucional, interna e externa, contemplando a análise global e
integrada das dimensões, estruturas, relações, compromisso social, atividades, finalidades e
responsabilidades sociais das instituições de educação superior e de seus cursos;
II – o caráter público de todos os procedimentos, dados e resultados dos processos
avaliados;
III – o respeito à identidade e à diversidade de instituições e de cursos;
IV – a participação do corpo discente, docente e técnico-administrativo das
instituições de educação superior, e da sociedade civil, por meio de suas representações.
Art. 4. A avaliação dos cursos de graduação tem por objetivo identificar as
condições de ensino oferecidas aos estudantes, em especial as relativas ao perfil do corpo
docente, às instalações físicas e à organização didático-pedagógica.
De acordo com a estrutura do Manual de Avaliação Institucional do INEP, os
aspectos a serem avaliados estão organizados em níveis hierárquicos, a saber: dimensões,
categorias de análise, indicadores e aspectos a serem avaliados:
As dimensões compreende três amplos níveis, que são: Organização Institucional,
corpo docente e instalações.
As categorias das análises são desdobrados das dimensões e, também, estão
organizados em três níveis que compreendem:
1 – Organização Institucional
a – Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI
b – Projeto Pedagógico dos Cursos e Articulação das Atividades Acadêmicas.
c – Avaliação Institucional (auto-avaliação).
2 – Corpo Docente
a – Formação acadêmica e profissional

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b – Condições de trabalho.
c – Desempenho acadêmico e profissional
3 – Instalações
a – Instalações gerais
b – Biblioteca
c – Laboratórios e instalações especiais
Art. 5 A Avaliação do desempenho dos estudantes em relação aos conteúdos
programáticos previstos nas diretrizes curriculares do respectivo curso de graduação, suas
habilidades para ajustamento às exigências decorrentes da evolução do conhecimento e
suas competências para compreender temas exteriores ao âmbito especifico de sua
profissão, ligados à realidade brasileira e mundial e a outras áreas do conhecimento.
§ 2° O ENADE será aplicado periodicamente, admitida a utilização de
procedimentos amostrais, aos alunos de todos os cursos de graduação, ao final do primeiro
e do último ano de curso.
Art. 8 A realização da avaliação das instituições, dos cursos e do desempenho dos
estudantes será responsabilidade do INEP.
Art. 9 O Ministério da Educação tornará público e disponível o resultado da
avaliação das instituições de ensino superior e de seus cursos.
Segundo Costa (2006), a Avaliação Institucional é uma ferramenta de auxilio à
administração das instituições educacionais que buscam a melhoria da qualidade de ensino.
Partindo-se desse pressuposto a Universidade Federal de Alagoas em seu Estatuto, no
capitulo III, no Art. 35 – a fim de preservar e aperfeiçoar continuamente os padrões de
qualidade acadêmica, a universidade mantém seu Programa de Avaliação Institucional,
com os seguintes princípios:
I – a avaliação é processual, formativa, permanente, global, conduzida de forma
ética, útil, viável, precisa, transparente, respeitando a pluralidade de concepções, métodos e
processos de trabalho acadêmico;
II – a avaliação é conhecida como um processo de autoconhecimento e de prestação
de contas permanente à comunidade, referenciada na missão e no plano institucional.
11.2. Sistema de Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem

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O conceito de avaliação da aprendizagem que tradicionalmente tem como alvo o
julgamento e a classificação do aluno. Neste sentido restrito, a avaliação da aprendizagem
é o procedimento docente que atribui símbolos a fenômenos, geralmente com referencia
algum padrão de natureza social, cultural ou cientifica.
O Processo de Avaliação de Aprendizagem na Universidade Federal de Alagoas
esta regulamentado pelo Estatuto, conforme Portaria n° 4.067, de 29 de dezembro de 2003,
no capitulo III, no Art. 35, no Parágrafo único – O Regimento Geral disporá sobre as
formas de avaliação.
O Regimento Geral da UFAL, seção III, Art. 41, que foi regulamentado pela Resolução n°
25/2005 – CEPE, de 26 de outubro de 2005, no Art. 11. Ambos definem avaliação da
seguinte forma:
Avaliação do rendimento escolar será feita através de:
a – Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
b – Prova Final (PF), quando for o caso;
c – Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

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12. PÓS-GRADUAÇÃO
A oferta de Cursos de Pós-Graduação nas várias modalidades é regulamentada na
UFAL pela Portaria nº 4.067, de dezembro de 2003, Estatuto da UFAL, no capitulo 3,
seção 1, no Art. 26. A Universidade Federal de Alagoas oferece cursos de educação
superior aberto aos diplomados em cursos de graduação, classificados mediante processo
seletivo, nos níveis: de aperfeiçoamento, de especialização, de mestrado, doutorado e
outros.
De acordo com Resolução nº 01/2006-CONSUNI/CEPE, de 16 de janeiro de 2006,
Regimento Geral da Universidade Federal de Alagoas, capitulo 2, Do Ensino de Pósgraduação, Art. 61. Os cursos de pós-graduação Lato Sensu, em nível de aperfeiçoamento e
especialização, e Sricto Sensu, em nível de mestrado e doutorado, são vinculados às
Unidades Acadêmicas que os ofertam.
O Curso de Zootecnia do Campus Arapiraca da Universidade Federal de Alagoas,
poderá ofertar curso de pós-graduação nos níveis que rezam o Art. 29, da Portaria nº 4.067
e do Art. 61, da Resolução nº 01/2006, e/ou participar de Programas de Pós-Graduação
deda própria UFAL ou de outras instituições.
Para oferta dos referidos cursos deverá levar em consideração as seguintes
situações:
I – Condições físicas de infraestrutura para funcionamento dos cursos a serem ofertados;
II – Recursos humanos para viabilização dos cursos a serem ofertados;
III – Demanda socioeconômica;
IV – Parceria com outros cursos ou outras Unidades de Ensino.
O Curso Zootecnia do Campus Arapiraca poderá ofertar cursos de pós-graduação
dentro dos campos de saber, com ênfase nas linhas de:
I – Nutrição e Produção de Não Ruminantes
II – Nutrição e Produção de Ruminantes
III – Genética e Melhoramento Animal;
IV – Reprodução Animal
V – Forragicultura
V – Produção Animal e Industrialização.

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Entendemos que estas linhas de oferta de cursos de pós-graduação nos diferentes
níveis pode contribuir de forma significativa para alavancar o desenvolvimento sustentável
da região de influencia deste Curso e das Ciências Agrárias do Campus Arapiraca.

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13. PESQUISA
A Pesquisa na Universidade Federal de Alagoas é regulamentada pela Portaria nº
4.067, de 29 de dezembro de 2003, Estatuto da UFAL, no Art. 32. Cabe à Universidade
assegurar o desenvolvimento da pesquisa e da produção acadêmica, respeitando a liberdade
cientifica artística e cultural, e consignação em seu orçamento recursos para este fim,
inclusive para fins de concessão de bolsas, levando em consideração as prioridades
acadêmicas definidas por sua comunidade.
As atividades de pesquisa a serem desenvolvidas ou que tenham potencial para sua
realização no Curso de Zootecnia do Campus Arapiraca da Universidade Federal de
Alagoas, num primeiro momento estão vinculadas às áreas de atuação dos professores, que
buscaram desenvolver suas atividades de pesquisas dentro dos editais da UFAL, através da
Pró-Reitoria de Pesquisa e das agências de fomento a pesquisa, além dos convênios com o
setor privados, público, organizações não-governamentais e outras.
Mas sem distanciar-se do principio do Art. 31, do Estatuto da UFAL e do Art. 63,
capitulo III, do Regimento Geral da UFAL, que define: A Pesquisa tem por objetivo
produzir, criticar e difundir de forma articulada com o ensino e a extensão, conhecimentos
culturais, artísticos, científicos e tecnológicos, voltados para os interesses coletivos,
particularmente aqueles relacionados com a região Nordeste e o Estado de Alagoas.
O Curso de Zootecnia do Campus Arapiraca tem com missão estimular a pesquisa
na região Agreste e do Semi-Árido, na busca de soluções para contribuir com o
desenvolvimento local, tornando-se instrumento na promoção das mudanças sócioeconômica.
Mas para consolidação da Pesquisa como instrumento de contribuição com o
desenvolvimento sócio-econômico da região, faz-se necessário a montagem de uma
estrutura de laboratórios e equipamentos que venham a possibilitar o desenvolvimento dos
trabalhos de pesquisas nas dependências do Curso de Zootecnia do Campus Arapiraca da
Universidade Federal de Alagoas e aproveitando todo potencial do seu corpo docente.

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14. EXTENSÃO
A oferta de Cursos de Extensão nas várias modalidades é regulamentada na UFAL
pela Portaria nº 4.067, de dezembro de 2003, Estatuto da UFAL, no capitulo 3, seção 1, no
Art. 26. A Universidade Federal de Alagoas oferece cursos de educação superior nos
seguintes níveis:
IV – cursos de extensão, abertos aos candidatos

que atendam aos requisitos

estabelecidos pela instituição no ato de sua criação, conforme suas finalidades.
Inciso 2. Os cursos de extensão são aprovados e ofertados pela Unidade Acadêmica
nas quais estão vinculados, conforme a área do conhecimento.
De acordo com Resolução nº 01/2006-CONSUNI/CEPE, de 16 de janeiro de 2006,
Regimento Geral da Universidade Federal de Alagoas, Capitulo 4, Art. 67. A Extensão
Universitária, enquanto processo educativo, cultural e cientifico que articula o Ensino e a
Pesquisa de forma indissociável e viabiliza a relação transformadora entre Universidade e
Sociedade. A extensão deve prezar pelos compromissos sociais, éticos e políticos com os
interesses coletivos da Sociedade e com os valores da cidadania, particularmente com os da
região Nordeste, e do Estado de Alagoas, e da área de atuação de cada Campus ou pólos
desta Instituição.
Art. 68. A extensão será desenvolvida sob a forma de ações integradas no
cumprimento de programas específicos, ou de cursos e atividades de formação nas
modalidades de atualização profissional e difusão cultural.
O Curso de Zootecnia das Ciências Agrárias do Campus Arapiraca da Universidade
Federal de Alagoas, ofertará cursos de extensão de forma individual ou em parceria com
outros cursos do Campus Arapiraca ou de outras Unidades Acadêmicas da UFAL, no que
reza o Parágrafo Único do Art. 68, da Resolução nº 01/2006-CONSUNI/CEPE, de 16 de
janeiro de 2006, Regimento Geral da Universidade Federal de Alagoas.
7. As atividades de extensão serão oferecidas sob a forma de atendimento, de consulta, de
realização de estudos, elaboração e orientação de projetos em matérias cientificas,
técnicas, educacionais, artísticas e culturais, bem como de participação em iniciativas
de quaisquer desses setores.
O Curso de Zootecnia assume a extensão como uma das dimensões da vida
acadêmica, como uma forma de vivenciar o processo ensino-aprendizagem além dos

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limites da sala de aula, articulando a Zootecnia às diversas organizações da sociedade,
numa enriquecedora troca de conhecimento e experiências que favoreça a visão sócioeconômica da realidade da área de influência do Curso.
A participação do aluno em ações de extensão é um dos instrumentos que
viabilizam enquanto prática profissional, consciência social e compromisso político,
integrados aos projetos advindos do Curso ou do Eixo das Ciências Agrárias do Campus
Arapiraca e da temática curricular, sendo computada para a integralização do respectivo
currículo dos alunos do Curso de Zootecnia das Ciências Agrárias do Campus Arapiraca da
Universidade Federal de Alagoas.
Os cursos de extensão deverão está dentro do que reza o Art. 7. da Resolução nº 4,
de fevereiro de 2006. que aprova as Diretrizes Curriculares do Nacionais para o curso de
graduação em Zootecnia e dá outras providências.

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15. BIBLIOGRAFIAS
Brasil, MEC. Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004. Institui o Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Superior – SINAES. Brasília, DF, 2004.
Brasil, UFAL. Portaria nº 4.067, de 29 de dezembro de 2003. Estatuto da Universidade
Federal de Alagoas. Maceió, 2006.
Brasil. MEC. CNE. CES. Resolução n° 4, de 2 de fevereiro de 2006.Diretrizes
Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Zootecnia, Brasília, DF, 2006.
Brasil, UFAL. Resolução nº 01/2006- CONSUNI/CEPE, de 26 de outubro de 2006.
Regimento Geral da Universidade Federal de Alagoas. Maceió, 2006.
Brasil, UFAL. Resolução nº 71/2006-CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006.
Disciplina os Estágios Curriculares dos Cursos de Graduação da Universidade Federal
de Alagoas. Maceió, 2006.
Brasil, UFAL. Resolução nº 25/2005-CEPE, de 26 de outubro de 2005. Regime Acadêmico
Semestral nos Cursos de Graduação da Universidade Federal de Alagoas. Maceió, 2005.
Brasil, UFAL. Resolução nº 18/2005-CEPE, de 11 de julho de 2005. Atualiza as normas
referentes ao Processo Seletivo para ingresso nos Cursos de Graduação da Universidade
Federal de Alagoas. Maceió, 2005.
Brasil, UFAL. Resolução nº 25/90-CEPE, de 30 de outubro de 1990. Estabelece normas
para reformulação curricular na UFAL. Maceió, 1990.
COLOMBO, S. S. Gestão educacional: uma nova visão. Porto Alegre: Artmed, 2004.
261p.
COSTA, A. R. F. et al., Orientações Metodológicas para Produção de Trabalhos
Acadêmicos. 7. ed. Maceió: EDUFAL, 2006. 99p.

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GUEDES, E.M. Curso de Metodologia Cientifica. Curitiba: HD Livros Editora, 1997,
224p.
ROMÃO, J.E. Avaliação dialógica: desafios e perspectivas. 6. ed. São Paulo: Cortez:
Instituto Paulo Freire, 2005 ((Guia da Escola Cidadã; v, 2).
UFAL. Projeto de interiorização da UFAL – campus Arapiraca: Uma expansão
necessária. Universidade Federal de Alagoas. Maceió – AL, 2006. 28p.

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