Projeto Pedagógico 2019

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PPC - Turismo - UFAL - 2019 - completo.pdf
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                    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA - UNIDADE EDUCACIONAL DE PENEDO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
GRADUAÇÃO EM TURISMO

EQUIPE ELABORADORA:
Prof. Dr. Daniel Arthur Lisboa de Vasconcelos
(Coordenador do NDE)
Profa. Me. Cleidijane Siqueira Santos
Profa. Dra. Fabiana de Oliveira Lima
Prof. Dr. Rafael Denes Arruda
Profa. Dra. Renata Mayara Moreira de Lima
Prof. Dr. Sandro Alves de Medeiros
Profa. Dra. Silvana Pirillo Ramos

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA - UNIDADE EDUCACIONAL DE PENEDO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO

REITOR(A):
Maria Valéria Costa Correia
VICE‐REITOR(A):
José Vieira da Cruz

UNIDADE PENEDO

COORDENADOR DA UNIDADE:
Alexandre Ricardo de Oliveira
VICE‐ COORDENADORA DA UNIDADE:
Fabiana de Oliveira Lima

GRADUAÇÃO EM TURISMO

COORDENADOR DO CURSO:
Rafael Denes Arruda

SUMÁRIO

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
CONTEXTO INSTITUCIONAL
CONTEXTO REGIONAL
CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO
HISTÓRICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO
HABILITAÇÃO E ÊNFASE
JUSTIFICATIVA DO CURSO
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO
O ENSINO
A PESQUISA
A EXTENSÃO
A RESPONSABILIDADE SOCIAL
ACESSIBILIDADE
INCLUSÃO
POLITICA DE COTAS
OBJETIVOS DO CURSO
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
PERFIL DO EGRESSO
CAMPO DE ATUAÇÃO
CONTEÚDOS CURRICULARES
METODOLOGIA
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS E HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA, AFRICANA E INDÍGENA
EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS
LIBRAS
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA
ESTRUTURA CURRICULAR
COMPONENTES CURRICULARES OBRIGATÓRIOS DO CURSO
MATRIZ CURRICULAR

4
5
5
6
6
8
9
9
9
10
10
10
11
12
14
14
15
15
16
16
17
17
19
20
21
22
22
22
23
24

DISTRIBUIÇÃO DE DISCIPLINAS

26

ROL DE DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
ROL DE DISCIPLINAS ELETIVAS
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TIC
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
ESTÁGIO
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
ATIVIDADES DE EXTENSÃO
AVALIAÇÃO NO CONTEXTO INSTITUCIONAL
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM
AVALIAÇÃO DO CURSO

26
47
52
53
53
54
54
60
61
62

COLEGIADO DO CURSO
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
POLÍTICAS DE APOIO AOS DOCENTES E TÉCNICOS
POLÍTICAS DE APOIO AOS DISCENTES
REFERÊNCIAS CONSULTADAS
APÊNDICES

66
67
68
69
70
72
75

Projeto Político Pedagógico-Curso de Graduação em Turismo-UFAL

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DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Contextualização da Instituição de Ensino Superior
Mantenedora: Ministério da Educação (MEC)
Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF)
CNPJ: 00.394.445/0188-17
Dependência: Administrativa Federal
Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Código: 577
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço do Campus sede:
Campus A. C. Simões – Cidade Universitária Maceió /AL
Rodovia BR 101, Km 14 CEP: 57.072 - 970
Fone: (82) 3214 - 1100 (Central)
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br
Docentes do Curso
SITUAÇÃO
FUNCIONAL E
CARGA HORÁRIA
SEMANAL

NOME

TITULAÇÃO

Cleidijane Siqueira
Santos

Graduação em Ciências Econômicas;
Mestrado
em
Administração
e
Desenvolvimento Rural Sustentável.
Graduação em Turismo; Mestrado em
Sociologia; Doutorado em Arquitetura e
Urbanismo (Cidades).

Docente
horas-DE

Daniel Arthur
Lisboa de
Vasconcelos
Fabiana de Oliveira
Lima
Mac-Dawison
Buarque Lins Costa
Rafael Denes
Arruda
Renata Mayara
Moreira de Lima
Sandro Alves de
Medeiros
Silvana Pirillo
Ramos

EMAIL

40

cleidijane@hotmail.com

Docente 40
horas-DE.

daniel_tur@hotmail.com

Graduação em Turismo; Mestrado e
Doutorado em Antropologia.

Docente 40
horas-DE.

fabiana.lima@penedo.ufal.br

Graduação em Direito e Comunicação
Social. Mestrado em Periodismo e
Ciências da Comunicação. Doutorado
em Comunicação e Periodismo.
Graduação em Turismo. Mestre e
Doutor em Educação.

Docente 40
horas-DE.

macdawison@hotmail.com

Docente 40
horas-DE.

arrudarafael@yahoo.com.br

Graduação em Turismo; Mestrado e
Doutorado em Ciências Sociais.

Docente 40
horas-DE.

renata.lima@penedo.ufal.br

Graduação em Administração de
Empresas. Mestre e Doutor em
Administração.
Graduação em Comunicação Social e
em Ciências Sociais. Mestrado em
Ciência Política e Doutorado em
Sociologia.

Docente 40
horas-DE.

sandromedeiros@gmail.com

Docente 40
horas-DE.

silvanapirillo@uol.com.br

Coordenação do Curso na elaboração do PPC: Prof(a). Dr(a). Fabiana de Oliveira Lima
Coordenação do Curso eleita em 2019: Prof. Dr. Rafael Denes Arruda
Suplente de Coordenação do Curso eleita em 2019: Profa. Dra. Renata Mayara Moreira de Lima

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DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
Curso: Graduação em TURISMO.
Modalidade: Bacharelado. Presencial.
Título oferecido: Bacharel em Turismo.
Nome da Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL).
Campus: Arapiraca.
Município-Sede: Penedo.
Estado: Alagoas.
Região: Nordeste.
Endereço de funcionamento do curso: Avenida Beira-Rio, s.n., Penedo-AL.
Portal do curso: http://www.ufal.edu.br/arapiraca/graduacao/turismo
Atos Legais:
Autorização: Processo nº 23000.021478/2006-72 - Parecer CES nº 52/2007.
Data da Publicação: 14/03/2007.
Portaria de Reconhecimento: Portaria MEC 471 de 22/11/2011.
Portarias de Renovação de Reconhecimento: Portaria MEC 706, de 18/12/2013 e Portaria
MEC 272, DE 3 /04/ 2017.
Número de Vagas autorizadas: 50 vagas anuais.
Turnos de Funcionamento: Vespertino.
Carga horária total do curso: 2710 horas.
Tempo de integralização do curso: mínimo de 04 anos (oito períodos) e máximo de 06 anos.
Coordenador do Curso
Nome: Fabiana de Oliveira Lima.
Formação acadêmica: Graduação em Turismo.
Titulação: Doutorado.
Regime de trabalho: 40h DE.
CONTEXTO INSTITUCIONAL
A Universidade Federal de Alagoas - UFAL é Pessoa Jurídica de Direito Público –
Federal, CNPJ: 24.464.109/0001-48, com sede à Avenida Lourival de Melo Mota, S/N,
Campus A. C. Simões, no Município de Maceió, no Estado de Alagoas, CEP 57.072-970, além
de uma Unidade Educacional (UE) em Rio Largo, município da região metropolitana da
Capital.
Foi criada pela Lei Federal nº 3.867, de 25 de janeiro de 1961, a partir do
agrupamento das então Faculdades de Direito (1933), Medicina (1951), Filosofia (1952),
Economia (1954), Engenharia (1955) e Odontologia (1957), como instituição federal de
educação superior, de caráter pluridisciplinar de ensino, pesquisa e extensão, vinculada ao
Ministério da Educação, mantida pela União, com autonomia assegurada pela Constituição
Brasileira, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei 9394/96 e por seus
Estatuto e Regimento Geral.
Possui estrutura multicampi, com sede localizada no Campus A. Simões, em Maceió,
onde são ofertados 102 cursos de graduação. O processo de interiorização, iniciado em
2006, expandiu sua atuação para o Agreste, com o Campus de Arapiraca e com Unidades
Educacionais em Palmeira dos Índios, Penedo e Viçosa e a oferta de 23 cursos. Em 2010,

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chegou ao Sertão, instalando-se em Delmiro Gouveia e uma Unidade Educacional em
Santana do Ipanema e a oferta de 08 cursos, todos presenciais.
Além dos cursos presenciais, há 11 ofertados na modalidade de Educação à Distância,
através do sistema Universidade Aberta do Brasil - UAB. A pós-graduação contribui com 31
programas de Mestrado e 09 de Doutorado, além dos cursos de especialização nas mais
diferentes áreas do conhecimento.
A pesquisa vem crescendo anualmente com a participação de linhas e grupos de
pesquisa nas mais diferentes áreas do conhecimento. A extensão contribui com diversos
programas e, também, é uma atividade em constante expansão.
O ingresso dos estudantes na UFAL se efetiva por meio de processo seletivo através
do ENEM e da plataforma SISU/MEC (Sistema de Seleção Unificada).
CONTEXTO REGIONAL
Com uma extensão territorial de 27.767.661 km 2, o Estado de Alagoas é composto
por 102 municípios distribuídos em 03 mesorregiões (Leste, Agreste e Sertão alagoano) e 13
microrregiões. De acordo com o Censo de 2010 do IBGE, apresentava população residente
3.120.922 habitantes, sendo 73,64% em meio urbano.
A inserção espacial da UFAL leva em consideração as demandas apresentadas pela
formação de profissionais em nível superior e a divisão do Estado em suas meso e
microrregiões. Essa configuração espacial é contemplada com uma oferta acadêmica que
respeita as características econômicas e sociais de cada localidade, estando as suas unidades
instaladas em cidades polo consideradas fomentadoras do desenvolvimento local.
Com a interiorização a UFAL realiza cobertura universitária significativa em relação à
demanda representada pelos egressos do Ensino Médio em Alagoas.
Em Alagoas, o setor de serviços é o mais importante na composição do valor
agregado da economia, com participação de 72 %. Os restantes 28% estão distribuídos em
atividades agrárias – tradicionalmente policultura no Agreste, pecuária no Sertão e cana-deaçúcar na Zona da Mata, além do turismo que se territorializa, em maior escala, no litoral, a
partir de Maceió.
CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO
De acordo com a Organização Mundial do Turismo, a atividade turística é de grande
importância para setor de serviços, em âmbito global. Estamos diante de um fenômeno
complexo, que gera grandes números, mas que para serem revertidos em benefícios sociais
devem ser estudados, constituindo parte do planejamento turístico.
No cenário mundial, percebe-se uma crescente transformação dos consumidores de
serviços turísticos, que se tornam cada vez mais exigentes e com expectativas muito
peculiares com relação a uma oferta diversificada. Trabalhar com estes consumidores, mais
exigentes, informados e convictos de seus anseios, na área da hospitalidade, é algo que
demanda uma série de capacidades, e extrema sensibilidade do profissional para conseguir
perceber e atingir tais expectativas.
Dessa forma, o desenvolvimento do setor da hospitalidade, com planejamento
estratégico, aprimoramento da infraestrutura, e dos serviços, e principalmente com gestores
capazes de liderarem, constituírem e avaliarem equipes permitindo com criatividade e
eficiência, seu permanente aprimoramento, é elemento fundamental exigido por um
mercado em franca expansão.

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Também sendo um fenômeno socioeconômico da segunda metade do século XX,
com desdobramentos nos territórios onde se estabelece, o turismo necessita de
profissionais comprometidos com a ética ambiental e com critérios de sustentabilidade,
através dos quais as comunidades locais possam perceber a importância e gerir seu próprio
desenvolvimento através do turismo.
O Estado de Alagoas é o estado com maior crescimento do fluxo turístico do
nordeste. Segundo os dados da Infraero, o fluxo de turistas no Aeroporto Internacional
Zumbi dos Palmares cresceu 0,76% no primeiro semestre de 2017, sendo o terceiro que mais
recebeu turistas entre os estados nordestinos. Por lá passaram mais de 1,3 milhão de
pessoas que movimentam a economia alagoana. Os números são positivos também quando
observados os dados de fluxo de turistas internacionais. Somente no mês de julho de 2017,
o número de estrangeiros que passaram pelo Aeroporto Zumbi dos Palmares subiu 358%. No
acumulado do ano, esse crescimento chega a 209,45%.
Penedo é um município do estado de Alagoas, localizado ao sul, às margens do Rio
São Francisco, na divisa com o estado de Sergipe, distante 171 km de Maceió e 70 km de
Arapiraca. Cana-de-açúcar, pesca e turismo constituem a sua base econômica. Sua
população estimada em 2017 pelo IBGE era de 64.497 habitantes.
O nome Penedo originou-se de uma grande pedra, onde o povoado assentou-se
inicialmente. O povoado, fundado por Duarte Coelho de Albuquerque (filho de Duarte
Coelho Pereira), foi elevado a vila de São Francisco em 1636 e em fins do século XIX passou a
ser denominada Penedo do Rio São Francisco. A cidade também tem parte de seu
patrimônio histórico preservado, com destaque para o Paço Imperial, hospedagem de Dom
Pedro II, em 1859, onde estão expostas porcelanas, mobiliário e objetos que contam parte
da história da cidade e do Brasil. Outras edificações de destaque são a Igreja e o Convento
de Nossa Senhora dos Anjos, do século XVIII, com detalhes barrocos; e a Igreja de São
Gonçalo Garcia. A cultura ribeirinha, expressa pela localização da cidade às margens do Rio
São Francisco, também é encontrada nos casarios e ruas de Penedo. O sítio histórico de
Penedo foi tombado como patrimônio nacional em 1995.
A cidade de Penedo foi incluída como um dos sete destinos turísticos pelo fórum
mundial de turismo de 2005 do Movimento Brasil de Turismo e Cultura (MBTC). O MBTC, é
uma iniciativa de ação contínua, que tem como missão estimular o desenvolvimento local
sustentável através do turismo e da valorização da cultura. Em função de seu patrimônio
cultural e do potencial para o turismo, Penedo foi beneficiária de Programas federais de
revitalização do patrimônio como o Programa Monumenta (2002) e o Programa de
Aceleração do Crescimento Cidades Históricas (PAC_CH), recebendo o maior volume de
recursos da história do Estado de Alagoas para preservação de patrimônio cultural.
Diante do cenário apresentado, O curso de Graduação em Turismo da UFAL foi
implantado em 2006 justamente para dinamizar o planejamento e desenvolvimento do
turismo em Alagoas, a partir da cidade de Penedo, tendo em vista a potencialidade dessa
localidade para o desenvolvimento da atividade turística, como é possível perceber através
da sua representatividade histórico-cultural para o estado, como mencionado nos
parágrafos anteriores.
Assim, um curso de Graduação em Turismo deve estar sintonizado com a
necessidade da formação de um profissional crítico, dinâmico, socialmente responsável, e
que saiba identificar a demanda de clientes e colaboradores que consomem e produzem
produtos e serviços tão peculiares e trabalhá-las com sensibilidade. Um gestor que tenha a
dimensão de que o produto turístico tem muitas especificidades em sua elaboração e que o
bom desempenho de sua organização, que oferta hospitalidade, depende de políticas

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públicas que organizem o ambiente maior, contribuindo para o desenvolvimento da
cidadania, de um plano de educação coletiva, e principalmente do incentivo ao
desenvolvimento social autossustentável, considerando as particularidades locais.
Em uma área complexa e ampla como a de turismo e hospitalidade, em que a visão
crítica da realidade e a pesquisa são fundamentais, o Curso de Graduação em Turismo se
propõe a produzir conhecimento e criar pontes entre o conhecimento acadêmico e o
mercado, possibilitando um maior campo de trabalho para os egressos e possibilitando
oportunidades de atuação conectadas com demandas de natureza política, econômica,
social e ambiental.
HISTÓRICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO
No que se refere ao ensino superior de Turismo no Brasil, no ano de 1971, o Conselho
Federal de Educação – CFE. através do parecer nº. 35/71 criou o curso superior de Turismo.
O primeiro curso do País surgiu na Universidade Anhembi- Morumbi, nesse mesmo ano, na
cidade de São Paulo. A partir daí surgem outros cursos espalhados pelo país, durante as
décadas posteriores, em consonância com um crescente interesse pela atividade turística no
país, principalmente num sentido político e mercadológico. Entre os anos de 1970 e 1990,
ideologias desenvolvimentistas do mercado turístico influenciaram profundamente o ensino
superior de turismo no Brasil.
Ainda no Brasil, na transição do século XX para o século XXI, o discurso predominante
era de que o turismo seria o campo das “profissões do futuro”. Entre os anos de 1990 e os
anos 2000 houve um “boom” na abertura de faculdades ofertando cursos de graduação em
turismo, na modalidade bacharelado. Em Alagoas, os primeiros cursos surgiram nesse
período, na capital, Maceió, em instituições privadas, obedecendo uma lógica de expansão
nacional.
Contudo, após os anos 2000, inicia-se um movimento de baixa de demanda para os
cursos de Turismo em instituições privadas. Por outro lado, registra-se, nacionalmente, um
crescimento na oferta de bacharelados em turismo nas Universidades e outras instituições
públicas. É nesse contexto que surge o curso de Graduação em Turismo da Universidade
Federal de Alagoas.
Com sua autorização publicada em 2007, através do DOCUMENTO DE AUTORIZAÇÃO:
Processo 23000 021478/2006-72 e Parecer CES 52/2007 de 27 e 28 de fevereiro de 2007,
publicado no D.O.U. em 14 de março de 2007, o curso de Turismo da UFAL iniciou suas
atividades no segundo semestre desse mesmo ano. Desde então, esse curso tem funcionado
na cidade de Penedo, em uma unidade acadêmica vinculada ao Campus Arapiraca da UFAL,
em horário vespertino.
Posteriormente, consolidando-se, o curso foi reconhecido pelo Ministério da
Educação em 2011, através da Portaria MEC 471 de 22/11/2011. A renovação de
reconhecimento veio com a emissão das portarias MEC número 706, de 18/12/2013 e
número 272, de 3 /04/ 2017.
Atualmente, a duração mínima para integralização do Curso é de 8 semestres e,
máxima de 12 semestres. Oferta-se, ao discente, uma formação generalista para um gestor
de turismo, no sentido tanto do conhecimento geral, das ciências humanas, sociais, políticas
e econômicas; como também uma formação especializada, constituída de conhecimentos
específicos, sobretudo em áreas de disciplinas vinculadas a saberes culturais, históricos,
ambientais, bem como da gastronomia, do agenciamento de viagens, da gestão de meios de
hospedagem, da organização de eventos, do planejamento turístico, dentre outras.

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HABILITAÇÃO E ÊNFASE
Os currículos dos cursos de nível superior para habilitação profissional em Turismo
devem possibilitar ao aluno uma ampla formação acadêmica, habilitando-o ao pleno
exercício das diversas atividades profissionais junto à sociedade.
Este Projeto Político-Pedagógico defende como eixo da formação do Turismólogo a
modalidade do Bacharel em Turismo. Dessa forma, o título conferido pelo Curso de
Graduação em Turismo da UFAL é o de Bacharel em Turismo, de modo a promover a
formação de um profissional apto a atuar em mercados altamente competitivos e em
constante transformação, cujas opções possuem impactos profundos na vida social,
econômica e no meio ambiente.
Em face das necessidades regionais e do contexto em que se insere o Curso de
Graduação em Turismo da UFAL, seu projeto dá ênfase ao Planejamento Turístico (enquanto
ênfase de formação do curso), contemplando o estudo e a intervenção das práticas de
atividades turísticas voltadas para o patrimônio natural e cultural, sobretudo no que diz
respeito a sua relação com o lazer e o desenvolvimento sustentável.
Esta preocupação decorre da constatação da necessidade do planejamento do
turismo, visto que a atividade turística ocorre em diferentes escalas geográficas, regionais ou
locais, dentro de um mesmo país. O turismo abrange diversos territórios, como: a cidade, o
campo, zonas glaciais, cadeias terciárias, florestas, desertos, oceanos, mares, lagos, rios,
regiões submarinas e regiões litorâneas, criando e recriando esses territórios diversificados,
movimentando enorme volume de pessoas e de capital.
No Brasil, o turismo vem se desenvolvendo em escala crescente; exemplos são
conhecidos desde o Acre até o litoral brasileiro, e desde o Chuí aos mais longínquos rincões
de Roraima, assim como o litoral brasileiro, por suas longas extensões, paisagens
exuberantes e concentrações de capitais de estados, onde se observa que ocorre de forma
mais intensa esta atividade. O advento dos voos fretados e a descoberta de novos destinos
turísticos também propiciaram um crescimento do turismo nacional.
No caso do estado de Alagoas, o turismo começou a atingir um grau de
desenvolvimento a partir da década de 1980 com a criação da Empresa Alagoana de Turismo
(EMATUR) e com a implantação do Hotel Jatiúca (marco da iniciativa privada) na capital
Maceió. Posteriormente a atividade se consolidou e se expandiu em Alagoas. Contudo, para
além da turistificação do litoral alagoano, há outras regiões turísticas no Estado de Alagoas,
sendo que Penedo, com seu potencial de recursos turísticos, situa-se em uma região às
margens do Rio São Francisco, a qual se configura num potencial campo de atuação
profissional.
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO
Em cumprimento às Diretrizes Curriculares Nacionais o Projeto Pedagógico do curso
de graduação em Turismo desta IES, desenvolve a integração das suas atividades de ensino,
pesquisa e extensão. Nessa perspectiva, no que concerne ao ensino, foram apresentadas as
ementas das disciplinas contemplando a Resolução CNE/CP nº 1/2004, fundamentada no
Parecer CNE/CP nº 3/2004 e buscando que essa atividade seja desenvolvida observando as
demandas sociais, históricas e culturais da região em que se insere o curso.
O ENSINO

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O ensino visa à melhoria contínua da oferta de um curso de graduação, a formação
cidadã, o reconhecimento pela sociedade e a garantia de formação adequada ao perfil de
egresso desejado.
Assim, o curso de graduação em Turismo da UFAL garante a oferta semestral das
disciplinas, além de possibilitar uma revisão permanente do seu projeto pedagógico,
incluindo nesse debate os novos desenhos curriculares, buscando sempre novas práticas
pedagógicas mediante: Uso das ferramentas de Tecnologia da Informação e da
Comunicação; Produção de material instrucional pelos docentes; Implantação de sistemas
de tutoria e reforço das monitorias; criando assim uma ampla rede de atendimento didático
pedagógico. Fomentando estruturas didático-pedagógicas, também intensifica-se a
mobilidade intra, interinstitucional e a internacionalização como forma de ampliar
conhecimentos, saberes e culturas.
O Curso de Turismo, alinhado com as demandas necessárias nos cursos de graduação
da UFAL, também leva em consideração a inclusão dos estudos dos direitos humanos, da
acessibilidade, das questões étnico-raciais e da educação ambiental.
A PESQUISA
Dado o caráter interdisciplinar que lhe é inerente, a Universidade Federal de Alagoas
promove a pesquisa nas mais diversas áreas do conhecimento, incentivando a formação de
grupos e núcleos de estudo que atuam nas mais diversificadas linhas de pesquisa,
considerando a classificação das áreas de conhecimento do CNPq.
Quanto à pesquisa, o Observatório Transdisciplinar de Pesquisas em Turismo,
constituído em 2011, certificado pelo CNPq, é o grupo de pesquisa do curso que integra
professores de distintas áreas do conhecimento. Sua principal proposta é “articular
diferentes áreas de pesquisa em torno da temática do turismo contemplando as interrelações com a cultura, a hospitalidade, as transformações espaciais, o desenvolvimento
econômico, a política e o processo de comunicação”. Desse modo, os projetos de pesquisa
desenvolvidos estão vinculados a este grupo, a fim de que seja consolidado o diálogo entre a
comunidade acadêmica, de modo abrangente, junto às características da comunidade
externa, suas experiências, particularidades e problemas.
A EXTENSÃO
A LDB (lei 9.394-96) traz entre seus princípios a necessidade da diversificação dos
cursos superiores e a flexibilização dos projetos acadêmicos, permitindo às IES adequarem
os projetos pedagógicos às respectivas naturezas institucionais, às realidades regionais e às
finalidades inerentes aos cursos, tanto se voltados à formação profissional quanto às
ciências ou às artes. Cumpre destacar que tais diretrizes se associam à premissa da educação
continuada, a qual afirma que a graduação superior é apenas uma etapa do processo de
ensino e aprendizagem e não o seu término. Deve-se salientar também que, como
contrapeso à tendência de diversificar e flexibilizar, o aparato normativo define a
necessidade de existirem processos de avaliação permanentes para identificar desvios e
propor correções de rumo.
A Universidade Federal de Alagoas atua em todas as oito áreas temáticas de extensão
classificadas pelo Plano Nacional de Extensão: Comunicação, Cultura, Direitos Humanos e
justiça, Educação, Meio Ambiente, Saúde, Tecnologia e Produção e Trabalho, tendo, em
2011, realizado 802 destas ações.

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O curso de Turismo está inserido na grande área de conhecimento “Ciências Sociais
Aplicadas”. Os trabalhos de extensão desenvolvidos pelos docentes e discentes desse curso
estão dentro dessa grande área de conhecimento. Assim, Procura-se desenvolver projetos
de extensão multidisciplinares que envolvam os temas debatidos nas diversas disciplinas do
curso, além de outros cursos de graduação da UFAL, que se realizam através de pesquisasação, eventos, e outras modalidades extensionistas
Ainda referente às atividades de extensão, estas são desenvolvidas a partir de
demandas da comunidade discente e também da comunidade externa, principalmente, da
microrregião Penedo e do Baixo São Francisco. No segundo semestre de 2016 foi
formalizado o Núcleo de Extensão em Desenvolvimento e Turismo a fim de reunir e
estimular ações direcionadas ao incremento de melhorias sociais a partir da integração e
interação com a comunidade externa, de modo interdisciplinar e contínuo, com atividades
diversas (programa de extensão, projeto, curso, produto acadêmico, evento, conforme
prevê a conceituação da Universidade Federal de Alagoas, através da Secretaria Executiva
dos Conselhos Superiores -SESC-UFAL, representada na Resolução 04/2018 do CONSUNIUFAL.
A RESPONSABILIDADE SOCIAL
A Universidade Federal de Alagoas não se considera proprietária de um saber pronto
e acabado que vai ser oferecido à sociedade, mas, ao contrário, ao participar dessa
sociedade, é sensível aos seus saberes, problemas e apelos, quer através dos grupos sociais
com os quais interage, quer através das questões que surgem de suas próprias atividades de
ensino, de pesquisa e de extensão.
Atenta aos movimentos sociais, priorizando ações que visem à superação das atuais
condições de desigualdade e exclusão existentes em Alagoas, no Nordeste e no Brasil, a ação
cidadã da UFAL não pode prescindir da efetiva difusão do conhecimento nela produzido.
Portanto, as populações, cujos problemas tornam-se objeto da pesquisa acadêmica são,
também, consideradas sujeito desse conhecimento, o que lhes assegura pleno direito de
acesso às informações e produtos então resultantes.
Neste sentido, a prestação de serviços pelo curso de Graduação em Turismo é
considerada produto de interesse acadêmico, científico, filosófico, tecnológico e artístico do
ensino, da pesquisa e extensão, devendo considerar a realidade objetiva, produzindo
conhecimentos que visem à transformação social, não apenas na região do baixo São
Francisco, mas em todo o território alagoano e sua zona de influência. Nesse sentido, podese relatar os avanços advindos do trabalho dos egressos do curso, dos serviços de assessoria
técnica, feitos pelos estudantes com acompanhamento dos professores em visitas técnicas,
no trabalho da empresa júnior do curso, nos eventos organizados pelos docentes e discentes
do curso, nos serviços prestados pelas diversas atividades do curso, ações de extensão,
dentre outros.
ACESSIBILIDADE
A UFAL atualmente possui um núcleo de estudos voltado para o entendimento das
necessidades postas para o seu corpo social, no sentido de promoção de acessibilidade e de
atendimento diferenciado aos portadores de necessidades especiais em atenção à Política
de Acessibilidade adotada pelo MEC e à legislação pertinente.

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U F A L | 12

O próprio dimensionamento dessas necessidades merece um cuidado especial, haja
vista a forma atual de identificação dos alunos: a auto declaração.
Por outro lado, a UFAL tem investido na capacitação técnica de seus servidores para
o estabelecimento de competências para diagnóstico, planejamento e execução de ações
voltadas para essas necessidades.
Ao esforço para o atendimento universal à acessibilidade arquitetônica, se junta,
agora, o cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela Política de
Acessibilidade, qual sejam a acessibilidade: pedagógica, metodológica, de informação e de
comunicação.
A acessibilidade pedagógica e metodológica deve atentar para o art. 59 da Lei
9394/96, que afirma: “Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades
especiais: I - currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos,
para atender às suas necessidades”.
Neste sentido, a Nota Técnica nº 24 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE, de 21 de março de
2013, orienta os sistemas de ensino no sentido de sua implantação. Em especial, recomenda
que os “PPC contemplem orientações no sentido da adoção de parâmetros individualizados
e flexíveis de avaliação pedagógica, valorizando os pequenos progressos de cada estudante
em relação a si mesmo e ao grupo em que está inserido”.
Para tal atendimento a UFAL assume o compromisso de prestar atendimento
especializado aos alunos portadores de deficiência auditiva, visual, auditiva e cognitiva
sempre que for diagnosticada sua necessidade. Procura-se, desta forma, não apenas facilitar
o acesso, mas estar sensível às demandas de caráter pedagógico e metodológico de forma a
permitir sua permanência produtiva no desenvolvimento do curso.
Neste sentido o Núcleo de Atendimento Educacional – NAE – oferece o necessário
apoio pedagógico de forma a atender ao corpo social da UFAL em suas demandas específicas
de forma a promover a integração de todos ao ambiente acadêmico.
O Núcleo atua de forma a oferecer Atendimento Educacional Especializado – AEEaos estudantes público-alvo (pessoas com deficiência, pessoas com Transtornos Globais de
Desenvolvimento e pessoas com Altas Habilidades). Esse atendimento tanto pode ser feito
através de acompanhamento nas salas de aulas que os alunos frequentam, quanto em
atividades na sala do NAC em horário oposto ao das aulas, para assessorar na confecção de
trabalhos acadêmicos. Podemos fazer adaptação de materiais didáticos, além de capacitar
para o uso de tecnologias assistivas, como por exemplo, recursos de informática para
transformar textos em áudio para pessoas cegas.
A UFAL também possui um núcleo de estudos (Núcleo de Acessibilidade - NAC)
voltado para o entendimento das necessidades postas para o seu corpo social, no sentido de
promoção de acessibilidade e de atendimento diferenciado aos portadores de necessidades
especiais em atenção à Política de Acessibilidade adotada pelo MEC e à legislação
pertinente.
Assim, o Núcleo de Acessibilidade foi criado em outubro de 2013 e desde então tem
consolidado suas ações na Instituição, e, de acordo com a Lei 13.146/2015 visa “assegurar e
a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades
fundamentais da pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania”.
Em 17 de fevereiro de 2017 foi inaugurada a sua nova sede, no Centro de Interesse
Comunitário (CIC), com 3 salas, as quais são utilizadas para reuniões com estudantes,
professores, coordenadores e familiares, bem como há a produção de materiais
demandados por discentes com deficiência atendidos.

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

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U F A L | 13

Atualmente, o NAC conta com uma coordenação, um revisor em Braille, 12 bolsistas
de apoio ao estudante com deficiência (selecionados por edital específico) e um psicólogo
clínico.
Assim, professores e estudantes com deficiência, precisam solicitar atendimento
educacional especializado e, este ocorre continuamente e de acordo com as suas
necessidades. O NAC ainda disponibiliza o empréstimo de equipamentos de acessibilidade,
como livros e máquina para escrita em Braile, por exemplo. Os acompanhamentos são
avaliados ao final de cada semestre por professores dos estudantes com deficiência e pelos
próprios estudantes, com a finalidade de aperfeiçoar os serviços oferecidos.
Além deste acompanhamento, o NAC tem investido na formação da comunidade
universitária com a proposição de projetos, cursos e oficinas (Tecnologia Assistiva Deficiência Visual e Deficiência Física, Estratégias de Ensino do Surdo cego, Práticas
Inclusivas na Educação Superior, Sextas Inclusivas, entre outros).
Por outro lado, a UFAL tem investido na capacitação técnica de seus servidores para
o estabelecimento de competências para diagnóstico, planejamento e execução de ações
voltadas para essas necessidades.
À luz do Decreto Nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004 – Regulamenta a Lei n. 10.048,
de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e a
Lei n. 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos
para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade
reduzida, e dá outras providências.
A partir de 2016, o NAC ainda tem atuado na intermediação com os diferentes órgãos
da UFAL, principalmente junto à SINFRA, PROGRAD e PROEST, para a minimização de
possíveis barreiras (físicas e acadêmicas) à permanência do estudante com deficiência, como
preconiza a Lei 10.098/2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a
promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade
reduzida. Aqui, merece destaque a construção de calçadas táteis, rampas de acesso aos
prédios, corrimãos, adaptações de banheiros e salas de aula, entre outras obras necessárias
à permanência dos estudantes e professores com deficiência na universidade.
Com relação ao atendimento de discentes com Transtorno do Espectro Autista,
conforme disposto na Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012, incluso no instrumento de
avaliação dos cursos de graduação do INEP de junho de 2015, a Universidade Federal de
Alagoas, nesse momento fomenta estudos e debates no intuito de constituir uma política
institucional que explicite ações neste âmbito e que fundamente os cursos de graduação
desta instituição em metodologias e ações atitudinais que visem a inclusão de pessoas com
este transtorno. Os discentes com transtorno do espectro autista também são atendidos
pelo NAC.
Para ampliar o número de estudantes acompanhados, está em andamento visita às
coordenações do curso para a distribuição de materiais de divulgação do NAC, bem como a
elaboração de campanha institucional para difundir o Núcleo nas redes sociais, pela
Assessoria de Comunicação (ASCOM).
O NAC também promove cursos sobre recursos didáticos e assistência educacional a
pessoas com deficiência, além de eventos sobre Educação Inclusiva abertos à toda a
comunidade acadêmica. Em parceria com a Pró-reitoria de Gestão de Pessoas e do Trabalho
– PROGEP promove cursos para o corpo técnico e docentes da universidade. Atua em
parceria com o Grupo de Estudo e Extensão em Atividade Motora Adaptada (GEEAMA) e o
Núcleo de Estudos em Educação e Diversidade (NEEDI).

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

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O AEE - Atendimento Educacional Especializado é um serviço da Educação Especial
que identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as
barreiras para a plena participação dos alunos, considerando as suas necessidades
específicas. O AEE complementa e/ou suplementa a formação do aluno com vistas à
autonomia e independência na escola e fora dela. Atendendo, prioritariamente, os
estudantes de graduação, podendo ser atendidos estudantes da pós-graduação. De maneira
geral, atua com a comunidade acadêmica no sentido de trabalhar a compreensão de como
devemos contribuir para a inclusão destes no universo acadêmico, o que envolve não só os
professores, mas também o corpo técnico e os demais estudantes.
Especificamente no que se refere à infraestrutura para acessibilidade, no curso de
Graduação em Turismo, situado no edifício sede da U.E. Penedo, contamos com rampas para
acesso de cadeirantes no piso térreo, piso tátil nos corredores do prédio, banheiro adaptado
para cadeirante, elevador, duas salas de aula no andar térreo, além de biblioteca e
laboratório de informática acessíveis, no andar térreo. O laboratório de informática da
unidade conta com a disponibilidade de softwares para acessibilidade visual e auditiva, a
exemplo do NVDA (para windows) e do Orca (para Linux). Ainda, no âmbito pedagógico do
referido curso, tem sido regularmente ofertada a disciplina eletiva de Libras, preparando os
discentes para atuarem com futuras demandas profissionais de acessibilidade.
INCLUSÃO
Desde 1999 a UFAL preocupa-se com a questão da inclusão, tendo aprovado em 2003
a Resolução 33 – COSUNI, posteriormente modificada pelo Decreto 7.824, de 11 de outubro
de 2012 que dispõe sobre a política de ingresso nas IFES. Ainda, a Resolução 54/2012 –
CONSUNI institucionaliza a reserva de vagas/cotas no processo seletivo de ingresso nos
cursos de graduação da UFAL.
POLÍTICA DE COTAS
No ano de 2015 foram reservadas 40% (quarenta por cento) das vagas de cada curso
e turno ofertados pela UFAL para os alunos egressos das escolas públicas de Ensino Médio.
Destas, 50% (cinquenta por cento) das vagas foram destinadas aos candidatos oriundos de
famílias com renda igual ou inferior a 1,5 salário mínimo (um salário mínimo e meio) bruto
per capita e 50% (cinquenta por cento) foram destinadas aos candidatos oriundos de
famílias com renda igual ou superior a 1,5 salário mínimo (um salário mínimo e meio) bruto
per capita. Nos dois grupos que surgem depois de aplicada a divisão socioeconômica, serão
reservadas vagas por curso e turno, na proporção igual à de Pretos, Pardos e Indígenas (PPI).
No Estado de Alagoas, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE) de 2010, que corresponde a 67,22% (sessenta e sete vírgulas vinte e dois
por cento).
OBJETIVOS DO CURSO
•

Oferecer a possibilidade de formação de profissionais capazes de (re)pensar o
conhecimento do turismo, em suas interfaces com diversas áreas do saber, assim
como gestores nos setores de turismo e hospitalidade, importante setor econômico
no estado de Alagoas, que carece de mão-de-obra qualificada;

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

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U F A L | 15

•

gerar profissionais que possuam habilidades e competências universais;

•

auxiliar no desenvolvimento turístico do território influenciado pelo município de
Penedo, onde estes profissionais também possam vir a atuar;

•

promover o desenvolvimento de concepções humanísticas de gestão, de valores de
responsabilidade social e ética profissional, com prestadores de serviços, clientes e
colaboradores;

•

oferecer, por meio de um corpo docente qualificado, uma visão global das tendências do
mercado turístico, do planejamento estratégico e da importância da liderança eficaz, em
comprometimento com excelência e qualidade de produtos e serviços;

•

formar profissionais sensíveis às necessidades da sociedade global e da reestruturação
capitalista, principalmente aos princípios do desenvolvimento sustentável e a efetiva política
como “a espinha dorsal do formular (Planejamento), do pensar (plano), do fazer (projetos e
programas), do executar (preservação, conservação, utilização e ressignificação dos
patrimônios natural e cultural e sua sustentabilidade), do reprogramar (estratégia) e do
fomentar (investimentos e vendas) e do desenvolvimento turístico de um país ou de uma
região e seus produtos finais”.

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
O curso de graduação em Turismo, conforme a legislação citada em item anterior
(Resolução CNE/CES/ 13/2006, publicada no DOU em 28 de Novembro de 2006) deve
ofertar, aos seus egressos, as seguintes competências e habilidades:










compreensão das políticas nacionais, regionais e locais sobre turismo e
contribuição na elaboração dos planos municipais, estaduais e federal de
turismo;
utilização de metodologia adequada para o planejamento das ações turísticas,
abrangendo projetos, planos e programas, com os eventos locais, regionais,
nacionais e internacionais;
domínio das técnicas indispensáveis ao planejamento e à operacionalização
do Inventário Turístico, detectando áreas de novos negócios e de novos
campos turísticos e de permutas culturais, além de planejamento e
operacionalização de estudos de viabilidade econômico-financeira para os
empreendimentos e projetos turísticos;
classificação, sobre critérios prévios e adequados, de estabelecimentos
prestadores de serviços turísticos, incluindo meios de hospedagens,
transportadoras, agências de turismo, empresas promotoras de eventos e de
outras áreas, postas com segurança à disposição do mercado turístico e de
sua expansão;
domínios de técnicas relacionadas com a seleção e avaliação de informações
geográficas, históricas, artísticas, esportivas, recreativas e de entretenimento,
folclóricas, artesanais, gastronômicas, religiosas, políticas e outros traços
culturais, como diversas formas de manifestação da comunidade humana,
como também técnicas indispensáveis ao estudo dos diferentes mercados

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo





-

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turísticos, identificando os prioritários, inclusive para efeito de oferta
adequada a cada perfil do turista;
habilidade no manejo com a informática e com outros recursos tecnológicos,
referentes aos diversos sistemas de informações aplicados/utilizados pelo
campo do turismo e da hospitalidade; e
integração nas ações de equipes interdisciplinares e multidisciplinares
interagindo criativamente nos diferentes contextos organizacionais e sociais.

PERFIL DO EGRESSO
O Curso de Graduação em Turismo da unidade Penedo, do Campus Arapiraca da
UFAL, modalidade Bacharelado, incorpora ao seu Projeto Político-Pedagógico o perfil
profissional presente no documento de suas Diretrizes Curriculares (Resolução CNE/CES/
13/2006, publicada no DOU em 28 de Novembro de 2006), que enfatiza um egresso com
“aptidão para compreender as questões científicas, técnicas, sociais, econômicas e culturais,
relacionadas com o mercado turístico, sua expansão e seu gerenciamento, observados os
níveis graduais do processo de tomada de decisão, apresentando flexibilidade intelectual e
adaptabilidade contextualizada no trato de situações diversas, presentes ou emergentes,
nos vários segmentos do campo de atuação profissional.”
Assim, o perfil do egresso se apresenta com ênfase em Planejamento Turístico,
considerando em sua formação um duplo aspecto: formação generalista, no sentido tanto
do conhecimento geral, das ciências humanas, sociais, políticas e econômicas, como também
uma formação especializada, constituída de conhecimentos específicos, em áreas do
conhecimento como, História, Ciências Sociais, Meio Ambiente, Patrimônio Histórico e
Cultural, bem como agenciamento, organização e gerenciamento de eventos, gestão de
meios de hospedagem e administração do fluxo turístico. Desse modo, o egresso deverá ter
compreensão de aspectos teóricos e práticos que envolvem o turismo e suas relações com a
sociedade, o mercado e a pesquisa científica.
CAMPO DE ATUAÇÃO
A lei 12.591 de 2012, que reconhece a profissão de Turismólogo no Brasil, considera
em seu Art. 2º, as atividades desse profissional:
I - planejar, organizar, dirigir, controlar, gerir e operacionalizar instituições e
estabelecimentos ligados ao turismo;
II - coordenar e orientar trabalhos de seleção e classificação de locais e áreas de
interesse turístico, visando ao adequado aproveitamento dos recursos naturais e
culturais, de acordo com sua natureza geográfica, histórica, artística e cultural, bem
como realizar estudos de viabilidade econômica ou técnica;
III - atuar como responsável técnico em empreendimentos que tenham o turismo e
o lazer como seu objetivo social ou estatutário;
IV - diagnosticar as potencialidades e as deficiências para o desenvolvimento do
turismo nos Municípios, regiões e Estados da Federação;
V - formular e implantar prognósticos e proposições para o desenvolvimento do
turismo nos Municípios, regiões e Estados da Federação;
VI - criar e implantar roteiros e rotas turísticas;
VII - desenvolver e comercializar novos produtos turísticos;
VIII - analisar estudos relativos a levantamentos socioeconômicos e culturais, na
área de turismo ou em outras áreas que tenham influência sobre as atividades e

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

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serviços de turismo;
IX - pesquisar, sistematizar, atualizar e divulgar informações sobre a demanda
turística;
X - coordenar, orientar e elaborar planos e projetos de marketing turístico;
XI - identificar, desenvolver e operacionalizar formas de divulgação dos produtos
turísticos existentes;
XII - formular programas e projetos que viabilizem a permanência de turistas nos
centros receptivos;
XIII - organizar eventos de âmbito público e privado, em diferentes escalas e
tipologias;
XIV - planejar, organizar, controlar, implantar, gerir e operacionalizar empresas
turísticas de todas as esferas, em conjunto com outros profissionais afins, como
agências de viagens e turismo, transportadoras e terminais turísticos,
organizadoras de eventos, serviços de animação, parques temáticos, hotelaria e
demais empreendimentos do setor;
XV - planejar, organizar e aplicar programas de qualidade dos produtos e
empreendimentos turísticos, conforme normas estabelecidas pelos órgãos
competentes;
XVI - emitir laudos e pareceres técnicos referentes à capacitação ou não de locais e
estabelecimentos voltados ao atendimento do turismo receptivo, conforme
normas estabelecidas pelos órgãos competentes;
XVII - lecionar em estabelecimentos de ensino técnico ou superior;
XVIII - coordenar e orientar levantamentos, estudos e pesquisas relativamente a
instituições, empresas e estabelecimentos privados que atendam ao setor turístico.

Dessa forma, o profissional egresso do Curso de Graduação em Turismo, tornando-se
um Turismólogo, poderá atuar nesses, e em outros campos profissionais correlatos.
CONTEÚDOS CURRICULARES
METODOLOGIA
A metodologia definida para desenvolver as atividades do curso, leva em
consideração a flexibilidade necessária para atender domínios diversificados de aplicação e
as vocações institucionais, expressa coerência com os objetivos do curso, com os princípios
institucionais e com sua estrutura curricular. Está comprometida com a interdisciplinaridade,
com o desenvolvimento do espírito científico e com a formação dos sujeitos autônomos e
cidadãos.
A instituição assume assim seu papel de mediador e busca articular tais trocas, pois
reconhece o educando como um agente principal de sua própria aprendizagem, sendo capaz
de construir satisfatoriamente seu aprendizado quando participa ativamente do processo.
Assim, o curso de graduação visa à qualificação e competência do egresso, adotando para
tal, métodos de ensino e aprendizagem diversificados e criativos. Sendo assim, no Curso, as
seguintes metodologias são empregadas.
Aulas Expositivas: Método tradicional de exposição de conteúdos, porém com a
utilização de recursos tecnológicos que auxilia no processo de ensino e aprendizagem, tais
como: audiovisuais, como, Datashow, TV, Internet e vídeo. Estas práticas apoiam-se numa
metodologia que busca uma interação entre aluno – professor – conteúdo.
Seminários: Metodologia utilizada como uma forma de avaliação, preparando o aluno
para a prática expositiva, sistematização de ideias, clareza ao discorrer sobre o assunto em
pauta. Auxilia na Comunicação e Expressão Oral;

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

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Palestras: Metodologia utilizada após o professor aprofundar determinado assunto,
tendo o palestrante a finalidade de contribuir para a integração dos aspectos teóricos com o
mundo do trabalho;
Ciclo de Palestras: Metodologia utilizada na busca de integração de turmas e avanço
do conhecimento, trazendo assuntos novos e enriquecedores, além de proporcionar aos
alunos a prática de cerimonial e organização de eventos, já que estes ciclos são elaborados
pelos próprios alunos, sob a orientação do professor da disciplina competente;
Dinâmicas de Grupo: Metodologia que visa ao preparo dos alunos para a vivência
profissional, com estimulação do desenvolvimento da contextualização crítica, tomada de
decisões e liderança. Ativa a criatividade, iniciativa, o trabalho em equipe e a habilidade em
negociação;
Práticas em Laboratórios: O curso utilizará laboratórios básicos e laboratórios
aplicados ao desenvolvimento das competências e habilidades práticas de suas disciplinas.
Esses laboratórios serão montados de forma a possibilitar um ensino de alto nível e
atualizado, colocando o aluno em contato com instrumentos e práticas regularmente
utilizados na sua realidade profissional. Dessa forma, o aluno, ao se formar, poderá aplicar,
em sua vida profissional, os conhecimentos úteis e importantes adquiridos nas aulas
práticas;
Visitas Técnicas: Realização de visitas a localidades turísticas, empresas, órgãos e
instituições visando a integrar teoria e prática, além de contribuir para o estreitamento das
relações entre instituição de ensino e as esferas sociais relacionadas a área do curso,
estabelecendo, dessa forma, uma visão sistêmica, estratégica e suas aplicações na área do
curso;
Estudo de Casos: Atividade de aplicação dos conteúdos teóricos, a partir de situações
práticas, visando ao desenvolvimento da habilidade técnica, humana e conceitual, além da
possibilidade de avaliar resultados obtidos;
Projetos Culturais: Projetos desenvolvidos pelos alunos, em prol da sociedade
regional a serem desenvolvidos durante o curso, pelo coordenador, em conjunto com as
demais turmas da escola e instituições correlatas;
Preza-se que o educando conheça os primeiros passos do caminho para aprender a
aprender. Os estudantes são encorajados a definir seus próprios objetivos de aprendizagem
e tomar a responsabilidade por avaliar seus progressos pessoais. No entanto, o aluno é
acompanhado e avaliado, e essa avaliação inclui a habilidade de reconhecer necessidades
educacionais pessoais, desenvolver um método próprio de estudo, utilizar adequadamente
uma diversidade de recursos educacionais e avaliar criticamente os progressos obtidos. É
importante ressaltar que a escolha das metodologias de ensino-aprendizagem é de
responsabilidade de cada docente. Cabe a cada docente escolher as estratégias de ensinoaprendizagem mais adequadas aos conteúdos a serem desenvolvidos na sua disciplina. Cabe
ainda, buscar fazer com que suas estratégias de ensino-aprendizagem e de avaliação sejam
por si só, formas de desenvolvimento de competências dos discentes. Para tanto o que se
requer dos docentes do curso é: foco nos objetivos do curso e no perfil desejado do egresso
e nas competências relacionadas; foco nos objetivos da disciplina; visão sistêmica
(capacidade de ver a importância de sua disciplina, no conjunto das disciplinas do curso e a
importância destas para os objetivos do curso e para realização do perfil desejado do
egresso); trabalho em equipe; liderança (da classe) pela competência e pelo exemplo;
atualização e atratividade das aulas com foco na otimização do aprendizado dos discentes.
Os conteúdos curriculares serão ministrados em diversas formas de organização,
conforme proposta pedagógica, ressaltando as metodologias de ensino-aprendizagem, em

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

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especial as abordagens que promovam a participação, a colaboração e o envolvimento dos
discentes na constituição gradual da sua autonomia nos processos de aprendizagem. Esses
conteúdos devem ser organizados, em termos de carga horária e de planos de estudo, em
atividades práticas e teóricas, desenvolvidas individualmente ou em grupo, na própria
instituição ou em outras, envolvendo também pesquisas temáticas e bibliográficas.
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Desde os anos de 1970, estamos envolvidos em transformações sem precedentes nas
esferas econômica, política, sociocultural e ambiental. Essas transformações, configuradas
pela reestruturação produtiva do processo capitalista, encerradas no pensamento neoliberal
e do processo de globalização, desestruturam conquistas sociais importantes e tornam ainda
mais evidentes quão frágeis são a economia, a política e a organização social da maioria dos
estados nacionais do Planeta.
Assim, a Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, regulamentada pelo Decreto nº 4.281,
de 25 de junho de 2002, dispõe especificamente sobre a Educação Ambiental (EA) e institui a
Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), como componente essencial e permanente
da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e
modalidades do processo educativo. As DCNs de Educação Ambiental (Resolução CNE/CP
Nº2/2012) destacam que “o papel transformador e emancipatório da Educação Ambiental
torna-se cada vez mais visível diante do atual contexto nacional e mundial em que a
preocupação com as mudanças climáticas, a degradação da natureza, a redução da
biodiversidade, os riscos socioambientais locais e globais, as necessidades planetárias
evidenciam-se na prática social”.
A Ufal possui um Núcleo de Educação Ambiental (NEA), ligado ao Centro de
Educação, mas que está aberto a apoiar o trabalho de educação ambiental em diversos
cursos. O NEA desenvolve atividades com o Coletivo Jovem, cursos de formação para
professores e estudantes sobre Educação Ambiental, curso de especialização em Educação
Ambiental (2012). Além disso, a U.E. Penedo ofertou a especialização lato sensu em Gestão
de Meio Ambiente (2019).
Isso posto, nota-se a necessidade de inserir no processo educativo do curso de
graduação em Turismo as discussões de educação ambiental, na visão da
interdisciplinaridade. O trabalho interdisciplinar de educação ambiental se caracteriza pela
ampliação do espaço social e visa à disseminação crítica dos conhecimentos
socioambientais, culturais e políticos, articulando-os à realidade local, nacional e global, com
a formação cidadã e ética.
Busca-se superar a mera ideia de ecologizar o processo educativo, pois o trabalho de
educação ambiental não se limita ao acúmulo de conceitos de ecologia ou ao trabalho com
problemas ambientais, por isso, as disciplinas obrigatórias como: Teoria Geral do Turismo;
Turismo e Meio Ambiente; Economia e Turismo; Tópicos de História do Brasil; Sociologia do
Lazer e do Turismo; Geografia e Turismo; Política e Turismo; Legislação Aplicada ao Turismo;
Patrimônio Cultural e Turismo; Antropologia e Turismo; Meios de hospedagem;
Planejamento e Desenvolvimento Turístico 1 e 2; dentre outras eletivas deste curso, como
Educação Ambiental, Gestão ambiental, Ecoturismo e Turismo Rural, são disciplinas que
possibilitam um contínuo diálogo do campo do Turismo com os mais diversos temas ligados
ao meio ambiente, visando à formação de um profissional preparado para atuar com uma
ética ligada à preservação do meio ambiente, na sua interface com o fenômeno turístico.
Além dessas disciplinas, a temática ambiental também vem sendo trabalhada, para além da

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

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sala de aula, em eventos, ações extensionistas e em pesquisas realizadas no âmbito desse
curso de graduação.
RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS E HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA, AFRICANA E
INDÍGENA.
Em atenção à Lei 10.639/2003, à Lei 11.645/2008 e da Resolução CNE/CP 01/2004,
fundamentada no Parecer CNE/CP 03/2004 que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação de Relações Étnico Raciais e para o Ensino de História e Cultura
Afro-Brasileira, Africana e Indígena, os PPC da UFAL vêm tratando a temática de forma
transversal.
Além de cumprir com as exigências normativas educacionais brasileiras, a proposta
de uma Educação para as Relações Étnico-raciais (ERER), incorporada aos currículos dos
cursos de licenciatura e bacharelado desta instituição de ensino superior, por meio dos
Projetos Pedagógicos de Cursos (PPCs), estimula a integração entre saberes étnicos
constitutivos de nossa cultura brasileira (branco, indígena, negro e cigano), em destaque a
nossa cultura alagoana, além de possibilitar a produção de novos conhecimentos científico,
cultural, tecnológico e artístico, ou a revisão dos conhecimentos existentes, de modo a
promover condutas e políticas de formação profissional que valorizem as diversidades
étnico-raciais. Em decorrência dessa proposta, referendar-se-á o compromisso firmado pela
UFAL, dentre outros, de aperfeiçoamento das políticas de ações afirmativas, dos cursos de
graduação à pós-graduação, implementadas, oficialmente, desde 11 de novembro de 2003,
por meio da Resolução CONSUNI/UFAL nº 33, que aprovou o Programa Ações Afirmativas
para Afrodescendentes (PAAF) nesta instituição, com o empenho do Núcleo de Estudos Afrobrasileiros (NEAB-UFAL), criado em 1981, inicialmente Centro de Estudos Afro-brasileiros
(CEAB), que atua tanto internamente à UFAL, com o papel de promover cursos de
formação/capacitação, debates, disponibilização de acervo (documental e bibliográfico) para
consulta e coordenação geral de editais sobre ERER; quanto externamente, em parceria com
outras instituições educacionais do estado, do país e/ou outros países, e com os movimentos
sociais.
Nesse sentido, algumas disciplinas como: Tópicos de História do Brasil; Sociologia do
Lazer e do Turismo; Política e Turismo; Legislação Aplicada ao Turismo; Patrimônio Cultural e
Turismo; Gastronomia; Antropologia e Turismo; Planejamento e Desenvolvimento Turístico 1
e 2, dentre outras deste curso, como a eletiva História de Alagoas e História e
Territorialização do Turismo em Alagoas, possibilitam conteúdos que podem ser atrelados a
uma Educação para as Relações Étnico-raciais, em conjunto com projetos de pesquisa e
ações extensionistas realizadas no âmbito desse curso de graduação em Turismo.
EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS
A Educação em Direitos Humanos na UFAL adequa-se à Resolução CNE/CP n. 01/2012.
Para os cursos de bacharelado, o Art. 9 da Resolução CNE 01/2014, estabelece:
A Educação em Direitos Humanos deverá estar presente na formação inicial e
continuada de todos (as) os (as) profissionais das diferentes áreas do
conhecimento.

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

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Assim, os PPC deverão tratar a temática de modo transversal e conforme ainda o art.7º da
mesma resolução:
A inserção dos conhecimentos concernentes à Educação em Direitos
Humanos na organização dos currículos da Educação Básica e da Educação
Superior poderá ocorrer das seguintes formas:
I - pela transversalidade, por meio de temas relacionados aos Direitos
Humanos e tratados interdisciplinarmente;
II - como um conteúdo específico de uma das disciplinas já existentes no
currículo escolar;
III - de maneira mista, ou seja, combinando transversalidade e
disciplinaridade.
Parágrafo único. Outras formas de inserção da Educação em Direitos
Humanos poderão ainda ser admitidas na organização curricular das
instituições educativas desde que observadas as especificidades dos níveis e
modalidades da Educação Nacional.
O curso de Graduação em Turismo trata a temática de Educação de Direitos Humanos de
forma transversal nos conteúdos abordados em disciplinas como: Tópicos de História do
Brasil, Sociologia do Turismo e do Lazer, Antropologia e Turismo, Política e Turismo,
Comunicação e Turismo, Planejamento e Desenvolvimento Turístico 1 e 2, Ética Profissional,
e mais especificamente em Legislação Aplicada ao Turismo. Além dessas, o tema Educação
em Direitos Humanos pode ser abordado em outras disciplinas eletivas de forma
multidisciplinar e indireta.
LIBRAS
O curso de Graduação em Turismo oferece a disciplina de Libras como disciplina
eletiva/optativa, podendo também a disciplina ser considerada parte dos componentes
curriculares complementares. A instituição também utiliza de eventos periódicos que são
realizados na Universidade, sendo estimulado a participação da comunidade como um todo,
para a qualificação de docentes e estudantes e que também servem para o esclarecimento
da necessidade da humanização e inclusão das pessoas com algum tipo de deficiência.
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA
ESTRUTURA CURRICULAR
A estrutura curricular apresentada neste Projeto Político-Pedagógico Curso de
Graduação em Turismo está organizada em consonância com as determinações contidas nas
Diretrizes Curriculares estabelecidas na Resolução do Conselho Nacional de
Educação/CNE/CES 13/2006, publicado no DOU em 28 de Novembro de 2006.
O Curso de Graduação em Turismo, da Unidade Penedo - Campus Arapiraca da UFAL,
modalidade Bacharelado, tem a duração mínima de 04 e máxima de 06 anos, com carga
horária total de 2710 horas-relógio, ou 3252 horas-aula. Seu currículo pleno está
estruturado em 8 semestres/períodos letivos. Durante esse tempo, o graduando irá

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

-

U F A L | 22

debruçar-se sobre disciplinas teóricas e práticas, que enfatizam a importância de uma
compreensão integrada do Turismo a outras áreas do conhecimento, também visando a ser
inserido num contexto de mercado de trabalho.
A matriz curricular está organizada de modo que alguns elementos essenciais a
formação profissional do Bacharel em Turismo seja contemplada, quais sejam:
FLEXIBILIDADE atrelada às disciplinas optativas e atividades de pesquisa e extensão;
RELAÇÃO TEORIA e PRÁTICA que está prevista nas disciplinas com carga horária prática, nas
atividades de estágio e na relação ensino-pesquisa-extensão; INTERNACIONALIZAÇÃO nas
disciplinas que proporcionam, ao discente, conhecimentos de língua estrangeira e das bases
internacionais do fenômeno turístico e de sua pesquisa; INTERDISCIPLINARIDADE intrínseca
a essa área do conhecimento, com a oferta normal de disciplinas atreladas com projetos
integradores de ensino/pesquisa/extensão; e TRANSVERSALIDADE com temas do debate
contemporâneo, a exemplo das questões ambientais, sociais, culturais e tecnológicas.
Também é imprescindível que o aluno desenvolva atividades ligadas aos conteúdos
específicos a exemplo de excursões técnicas, que são laboratórios reais do fenômeno
turístico, experiências relacionadas à pesquisa e extensão e, para isso, atividades ligadas aos
projetos de Iniciação Científica e de Extensão.
A integralização do Curso de Graduação em Turismo corresponde a 33 (trinta e três)
disciplinas obrigatórias, além das Atividades Curriculares de Extensão, da realização do
Estágio Curricular Supervisionado (260 horas), e um mínimo de 3 (três) disciplinas eletivas,
além da realização de Atividades Acadêmico- Científico-Culturais e da realização do
Trabalho de Conclusão de Curso, nas modalidades de monografia, artigo científico, relatório
de pesquisa, plano de negócios e carga horária de Extensão Curricularizada.
Fica facultada, ao aluno, a possibilidade de cursar outras disciplinas eletivas
ofertadas, bem com realizar atividades para consignação de carga horária no decorrer do
curso. No elenco de disciplinas eletivas o aluno deverá cursar aquelas que são oferecidas
pelo curso, ou em outros cursos (a exemplo da disciplina de libras), e/ou buscar outras de
interesse na área em que deseja atuar criando condições para que este futuro profissional,
na sua fase de formação, ganhe autonomia e iniciativa a partir de um currículo mais flexível
que possibilite a construção da sua prática profissional. As horas/aula de disciplinas eletivas
cursadas e/ou as atividades realizadas quanto a carga horária flexível que ultrapassarem a
carga horária total serão lançadas no histórico escolar do aluno, somando-se à sua
integralização curricular.
A cada semestre, sugere-se que sejam realizadas atividades, procurando promover e
discutir a associação entre os conteúdos das disciplinas, na busca de articular ao máximo os
conteúdos formadores e as experiências individuais e coletivas, permitindo
experimentações, aberturas a interdisciplinaridade e contatos com as práticas a serem
desenvolvidas na futura atividade profissional. Tais atividades complementares,
denominadas de Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (AACC) deverão compor carga
horária mínima correspondente a 180 (cento e oitenta) horas.
Após a integralização dos conteúdos obrigatórios é exigida a elaboração e defesa de
um trabalho, construído individualmente ou em dupla (TRABALHO DE CONCLUSÃO DE
CURSO - TCC), com temática relacionada ao exercício profissional e com a orientação de um
professor orientador. O TCC é previsto como atividade obrigatória, tendo carga horária para
integralização correspondente a 140 (cento e quarenta) horas.

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

COMPONENTES CURRICULARES OBRIGATÓRIOS DO CURSO
Componentes Curriculares
Disciplinas Obrigatórias

Carga Horária

Disciplinas Eletivas
TCC
Estágio Supervisionado
Atividades Complementares
Atividades Curriculares de
Extensão
Total geral

2268
108
140
230
180
326
32521

GRÁFICO 1
Distribuição percentual dos componentes curriculares do curso

1

Carga horária total em horas-aula. Equivalente a 2710 horas-relógio.

-

U F A L | 23

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

-

U F A L | 24

MATRIZ CURRICULAR
CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO
Período

1

Disciplina

Pré-requisito

Introdução aos Estudos de
Turismo e Hospitalidade

4

Metodologia de Estudo

4

Introdução à Administração

4

Tópicos de História do Brasil

4

Tecnologias Digitais Aplicadas
ao Turismo

4

Teoria Geral do Turismo

Introdução aos
Estudos de Turismo e
Hospitalidade

Turismo e Meio Ambiente
2
Metodologia da Pesquisa

3

4
4

Metodologia de
Estudo

4

Noções de Estatística

4

Língua Inglesa Aplicada ao
Turismo 1

4

Geografia e Turismo

4

Sociologia do Turismo e do
Lazer

4

Economia e Turismo

4

Língua Inglesa Aplicada ao
Turismo 2
Informação Contábil para a
Gestão
ACE 1 (projeto 1)

4

C.H.
Semanal

Língua Inglesa
Aplicada ao Turismo 1

4
2
4

Antropologia e Turismo

4

Política e Turismo

4

Noções e Práticas de
Empreendedorismo
Língua Inglesa Aplicada ao
Turismo 3
Eletiva 1
ACE 2 (projeto 1)

4
Língua Inglesa
Aplicada ao Turismo 2
ACE 1 (projeto 1)

4
2
4

C. H.
Semestral Total
72 (72 Teórica)
72 (72 Teórica)
72 (72 Teórica)
72 (72 Teórica)
72 (72 Teórica)

72 (72 Teórica)
72 (54 Teórica)
(18 Prática)
72 (54 Teórica)
(18 Prática)
72 (72 Teórica)
72 (36 Teórica)
(36 Prática)
72 (72 Teórica)
72 (54 Teórica)
(18 Prática)
72 (72 Teórica)
72 (36 Teórica)
(36 Prática)
36 (36 Teórica)
72 (prática)

72 (36 Teórica)
(36 Prática)
72 (72 Teórica)
72 (36 Teórica)
(36 Prática)
72 (36 Teórica)
(36 Prática)
36
72 (prática)

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

5

72 (72 Teórica)

4

Patrimônio Cultural e Turismo

4

Meios de Hospedagem

4

Gestão de qualidade em
Turismo

4

Eletiva 2

2

ACE 3 (projeto 2)

4

72 (prática)

Gastronomia

4

72 (36 Teórica)
(36 Prática)

4

72 (54 Teórica)
(18 Prática)

Agencias de Turismo e
Elaboração de Roteiros

Teoria Geral do
Turismo e
Metodologia da
Pesquisa
Teoria Geral do
Turismo

4

Comunicação e Turismo

4

Legislação Aplicada ao Turismo

2

Eletiva 3

2

ACE 4 (projeto 2)

7

U F A L | 25

Marketing e Turismo

Planejamento e
Desenvolvimento Turístico 1
6

-

ACE 3 (projeto 2)

4

Ética Profissional

2

Gestão de Lazer e
Entretenimento

4

Gestão de Eventos

4

Seminários de Pesquisa
Planejamento e
Desenvolvimento Turístico 2
ACE 5 (evento)

8

Estágio Curricular
Supervisionado

Total:

36 disciplinas + Estágio

Metodologia
Científica
Planejamento e
Desenvolvimento
Turístico 1

4

72 (72 Teórica)
72 (36 Teórica)
(36 Prática)
72 (72 Teórica)
36

72 (36 Teórica)
(36 Prática)
72 (72 Teórica)
36 (36 Teórica)
36
72 (prática)
36 (36 Teórica)
72 (54 Teórica)
(18 Prática)
72 (36 Teórica)
(36 Prática)
72 (18 Teórica)
(54 Prática)

4

72 (36 Teórica)
(36 Prática)

2

38 (prática)

230

2636

Disciplinas obrigatórias
Disciplinas eletivas

2.268
108

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

-

Trabalho de Conclusão de Curso

140

Atividades Complementares

180

Estágio Curricular Supervisionado

230

+ Extensão Obrigatória (10% C.H.
total)

326

TOTAL

3252

U F A L | 26

DISTRIBUIÇÃO DE DISCIPLINAS
ROL DE DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
1º Período

Disciplina: INTRODUÇÃO AO ESTUDOS
DE TURISMO E HOSPITALIDADE

Pré requisito: não se aplica

CH TOTAL

CH TEÓRICA

72

72

PRÁTICA

Período: 1
Ementa: História da Hospitalidade e do Turismo. Os conceitos de Hospitalidade e Turismo: origem,
natureza e desenvolvimento. Turismo, Hospitalidade e atividade profissional.
Bibliografia Básica:
BOYER, M. História do turismo de massa. Bauru: EDUCS, 2003
URRY, J. O Olhar do Turista, SP: Nobel, 1996.
CAMARGO, L. O L. Hospitalidade. São Paulo, Aleph, 2004.
Bibliografia Complementar:
BUENO, M. S. Hospitalidade: cenários e oportunidades. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003.
DIAS, C. M. de M. (org.) Hospitalidade: reflexões e perspectivas. São Paulo, Manole, 2002.
GRINOVER, L. A hospitalidade, a cidade e o turismo. São Paulo, Aleph, 2007.
IGNARRA, L. R. Fundamentos do Turismo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002.
LASHLEY, C.; MORRISON, A. Em busca da hospitalidade: perspectivas para um mundo
globalizado. São Paulo, Manole, 2004.

Disciplina: METODOLOGIA DE ESTUDO

Pré requisito: não se aplica

CH TOTAL
Período: 1
72

CH
TEÓRICA

PRÁTICA

72

Ementa: Ciência e senso comum. A função social da Universidade: pesquisa e extensão. A

comunicação no meio acadêmico-científico. Abordagem de leitura e escrita. Produção de

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

-

U F A L | 27

documentos acadêmicos segundo as normas da ABNT. Apresentação de trabalhos
acadêmicos impressos e orais.
Bibliografia básica:
BRASILEIRO, A. M. Manual de Produção de Textos Acadêmicos e Científicos. São Paulo: Ed. Atlas, 2013.
COELHO, F.A.; PALOMANES, R. Ensino de Produção Textual. São Paulo: Ed. Contexto, 2016.

KOCH, I.G.V. A coesão textual. 17a ed. São Paulo: Contexto, 2002.
Bibliografia Complementar:
KOCH, I.G.V. Desvendando os segredos do texto. 2a ed. São Paulo: Cortez, 2002.
FARACO, C. A.; TEZZA, C. Prática de texto: para estudantes universitários. Petrópolis: Vozes, 1992.
MARCUSCHI, L.A. Da fala para a escrita. Atividades de retextualização. São Paulo: Cortez Editora,
2001.
REY, L. Planejar e redigir trabalhos científicos. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher. 1997.
DEMO, Pedro. Metodologia do Conhecimento Científico. São Paulo: ATLAS, 2000.

Disciplina:
INTRODUÇÃO
ADMINISTRAÇÃO

À
Pré requisito: não se aplica

CH TOTAL
Período: 1
72

CH
TEÓRICA

PRÁTICA

72

Ementa: Administração enquanto área do conhecimento científico. Escolas e teorias da administração.
Aspectos gerais das atividades administrativas no que diz respeito aos aspectos de: planejamento,
organização, direção e controle.
Bibliografia Básica:
ARAÚJO, L. Teoria Geral da Administração. São Paulo: Atlas, 2006.
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 5. ed. Rio de Janeiro: Campus,
1999.
MAXIMIANO, Antônio César Amauri. Introdução à Administração. 6. ed. ver. e ampl. São Paulo, Atlas,
2005.
Bibliografia Complementar:
KWASNICKA, E. L. Introdução à Administração. São Paulo: Atlas, 1995.
LACOMBE, F. J.M.; HEILBORN, Gilberto Luiz J. Administração: princípios e tendências. São Paulo:
Saraiva, 2006.
MOTTA, F. C. P. Teoria geral da administração. 3. ed.rev. Thomson, 2006.
PARK, K. H.; BONIS, D. F. De; ABUD, M. Introdução ao estudo da Administração. 3.ed. São Paulo:
Pioneira, 2000.
SOUZA, C. Você é do tamanho dos seus sonhos: estratégias para concretizar projetos empresariais e
comunitários. São Paulo: Agir, 2005.

Disciplina: TÓPICOS DE HISTÓRIA DO
Pré requisito: não se aplica
BRASIL

Período: 1

CH TOTAL

CH

PRÁTICA

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

72

-

U F A L | 28

TEÓRICA
72

Ementa: Os períodos históricos e o território brasileiro. Formação histórica do Brasil com ênfase nos
aspectos culturais, socioeconômicos e políticos. Etnias e cultura. Aspectos da História para
compreender a formação cultural brasileira e sua relação com os principais destinos e produtos
turísticos disponíveis na atualidade.
Bibliografia Básica:
COSTA, E. V. Da senzala a colônia. São Paulo: UNESP, 1998.
BERNARDES, D. Um império entre repúblicas. Coleção: HISTÓRIA POPULAR. Rio de Janeiro: Global
Editora, 2004.
PRADO JÚNIOR, C. Formação do Brasil contemporâneo: colônia. 23. ed. Brasiliense, 1994.
Bibliografia Complementar:
APRATTO, D. A Metamorfose das Oligarquias. Curitiba: HD Livros Editora, 1997.
FREIRE, G. Casa grande e senzala. Rio de Janeiro: Record, 1989.
GASPARI, E. A ditadura envergonhada. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
LINDOSO, D. Interpretação da Província: Estudo da Cultura Alagoana. Maceió: EdUFAL, 2005.
PRADO JUNIOR, C. História econômica do Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1945.

Disciplina: TECNOLOGIAS
APLICADAS AO TURISMO

DIGITAIS
Pré requisito: não se aplica

CH TOTAL
Período: 1
72

CH
TEÓRICA

PRÁTICA

72

Ementa: Tecnologia. Tecnologia da Informação e Comunicação. Comunicação e Turismo. Tecnologia
Digital. Marketing Turístico e Tecnologia. Tecnologia e Turismo
Bibliografia Básica:
LAUDON, K.C.; LAUDON, J.P. Sistemas de Informações Gerenciais. Prentice Hall, 2004.
TURBAN, E. Administração de Tecnologia da Informação para Gestão. Transformando os negócios na
economia digital. 3ª edição. Porto Alegre: Bookman, 2004.
ROSINI, A. M. PALMISIANO, Ângelo. Administração de Sistemas de Informações e a Gestão do
Conhecimento. 2ª edição. São Paulo: Cengage Learning, 2008.
Bibliografia Complementar:
CASTELLS, M. A Sociedade em Rede. São Paulo: Paz e Terra, 2000.
CASTELLS, M. A galáxia da internet. Reflexões sobre a Internet, os negócios e a sociedade. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar: 2003.
COBRA, M. Marketing de Turismo. 1ª edição. São Paulo: Cobra, 2005.
COPI, I. M. Introdução à Lógica. Curitiba: Mestre Jou Editora, 1981.
JOHNSON, S. Cultura da interface. Como o computador transforma nossa maneira de criar e
comunicar. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
2° Período
Disciplina:
TURISMO

TEORIA

GERAL

DO Pré requisito: Introdução aos Estudos de
Turismo e Hospitalidade

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

CH TOTAL

CH TEÓRICA

72

72

-

U F A L | 29

PRÁTICA

Período: 2
Ementa: Epistemologia do Turismo. Definições de turismo em suas diversas escolas. Tipos de
turismo e segmentação mercadológica; Turistas, classificação e tipologias; Modelos e sistemas de
Turismo.
Bibliografia Básica:
BENI, M. C. Análise Estrutural do Turismo. São Paulo: SENAC, 1998.
IGNARRA, L. R. Fundamentos do Turismo. São Paulo: Thomson Pioneira, 2003.
MOLINA, S. Turismo: metodologia e planejamento. Bauru, SP: EDUSC, 2005.
Bibliografia Complementar:
ACERENZA, M. A. Administração do Turismo. Bauru, SP: EDUSC, 2002. Vol. 1.
COOPER, C. Turismo: princípios e prática. 2. ed., Porto Alegre: Bookman, 2001.
DIAS, R. Introdução ao Turismo. São Paulo: Atlas, 2005.
OURIQUES, H. Produção do Turismo, ao fetichismo e dependência. São Paulo: Alínea, 2006.
THEOBALD, W. F., Org. Turismo global. São Paulo: SENAC, 2001.
Disciplina:
AMBIENTE

TURISMO

E

MEIO
Pré requisito: não se aplica

CH TOTAL
Período: 2
72

CH
TEÓRICA
54

PRÁTICA
18

Ementa: Relações entre Turismo e meio ambiente. Turismo e Desenvolvimento Sustentável. Áreas de
predomínio natural como territórios de turísticos. Impactos ambientais da atividade turística. Práticas
de educação ambiental e Turismo.
Bibliografia Básica:
DIAS, R. Turismo Sustentável e Meio Ambiente. São Paulo: Atlas, 2003. P.9-27, 51-75, 103- 128, 159181.
NETZ, S. (Trad.) Guia de desenvolvimento do turismo sustentável. São Paulo: Bookman, 2003
SWARBROOKE, J. Turismo Sustentável: Conceitos e Impacto Ambiental. Volume 1, 3ª edição, São
Paulo: Editora Aleph, 2002.
Bibliografia Complementar:
FONTELES, J. O. Turismo e impactos socioambientais. São Paulo: Aleph, 2004. 218
LEFF, E. (Coord.). A complexidade ambiental. São Paulo: Cortez, 2003. 342 p
MAGALHÃES, C. Freitas. Diretrizes para o turismo sustentável em municípios. São Paulo: Roca, 2002.
SWARBROOKE, J. Turismo Sustentável: Turismo Cultural, Ecoturismo e Ética. Volume 5, 2ª edição, São
Paulo: Editora Aleph, 2002.
VEIGA, J. E. da. Desenvolvimento sustentável: o desafio do século XXI. Rio de Janeiro: 2005.
Disciplina:
PESQUISA

METODOLOGIA

DA
Pré requisito
METODOLOGIA DE ESTUDO

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

Período:

CH TOTAL

2

72

CH
TEÓRICA
54

-

U F A L | 30

PRÁTICA
18

Ementa: Metodologias e estratégias para o desenvolvimento da pesquisa, elaboração de
instrumentos para trabalho de campo da pesquisa e sua apresentação pública. Instrumentalização em
pesquisa científica para o campo do turismo e da hospitalidade. Desenvolvimento de projetos de
pesquisa de acordo com as normas técnicas para trabalhos acadêmicos.
Bibliografia Básica:
DENCKER, A.F.M. Métodos e Técnicas de Pesquisa em Turismo. São Paulo: Futura, 2001.
KÖCHE, J. C. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e iniciação à pesquisa. 27. ed.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.
MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos,
pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. 7. ed. rev. e ampl. São
Paulo: Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar
GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5.ed. São Paulo: Atlas, 1999.
MINAYO, M. C. Pesquisa Social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes, 1994.
RICHARDSON, R. J. Pesquisa Social: métodos e técnicas. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1999.
SCHLÜTER, R.G. Metodologia da Pesquisa em Turismo e Hotelaria. São Paulo: Aleph, 2002.
SEVERINO, A. Metodologia do trabalho científico. 21. ed. São Paulo: Cortez, 2000.
Disciplina: NOÇÕES DE ESTATÍSTICA

Pré requisito: não se aplica

Período:

CH TOTAL

2

72

CH
TEÓRICA

PRÁTICA

72

Ementa: Conceitos básicos de estatística. Séries estatísticas e Medidas Descritivas.
Bibliografia Básica:
ANDERSON, D.R.; SWEENEY, D.J.; WILLIAMS, T.A.; Estatística Aplicada à Administração e Economia.
São Paulo: Cengage Learning, 2011.
FONSECA, J. S. da. MARTINS, G. de A. Curso de estatística. São Paulo: Atlas, 1995.
MARTINS, G.A; OSMAR, D. Estatística Aplicada. São Paulo: Atlas, 2011.
Bibliografia Complementar:
BARBETTA, P.A. Estatística aplicada às ciências sociais. Florianópolis. Editora da UFSC, 2008. BRUNI,
A.L. Estatística Aplicada à Gestão Empresarial. São Paulo: Atlas, 2011.
LARSON, R.; FARBER, L. Estatística aplicada. São Paulo: Prentice Hall do Brasil, 2004.
TRIOLA, M.F. Introdução à Estatística. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
FERREIRA, D.F. Estatística Básica. Lavras. Editora UFLA, 2005.
Disciplina:
LÍNGUA
INGLESA
APLICADA AO TURISMO 1

Pré requisito: não se aplica

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

Período:

CH TOTAL

2

72

CH
TEÓRICA

-

U F A L | 31

PRÁTICA
36

36

Ementa: Estudos básicos da língua inglesa com ênfase nas habilidades linguísticas de produção (fala e
escrita) e seus aspectos gramaticais. Vocabulário e conversação para viagem. Leitura e
interpretação de textos no nível básico na área de Turismo e Hospitalidade.
Bibliografia Básica:
CATUREGLI, M. G. Dicionário Inglês-Português. Turismo, Hotelaria, Comércio Exterior. São Paulo:
Aleph,
2004.
GALVEZ, J. A. Dicionário Larrouse Inglês-Português Português-Inglês. São Paulo: Larro, 2009.
SCHUMACHER, C.; COSTA, F. Inglês para turismo e hotelaria. A comunicação essencial para o dia-adia. São Paulo: Campus, 2006.
Bibliografia Complementar:
EVANS, Virginia J. D. Reading & writing Targets 2. Student book-Express Publishing, 2011.
DE BIAGGI, E.; STAVALE, E. Enjoy your stay! Inglês básico para Hotelaria e Turismo. São Paulo:
DISAL, 2003.
___________. English Grammar in Use: A self-study reference and practice book for elementary
students in English. 2nd.Edition. London: Cambridge University Press, 2004
MARTINEZ, R. Como dizer tudo em inglês em viagens. São Paulo: Campus, 2005.
MURPHY, Raymond. English Grammar in Use: A self-study reference and practice book for elementary
students in English. 2nd.Edition. London: Cambridge University Press, 2004.
3º Período
Disciplina: GEOGRAFIA E TURISMO

Pré requisito: não se aplica

Período:

CH TOTAL

3

72

CH
TEÓRICA

PRÁTICA

72

Ementa: Geografia e Turismo: aspectos conceituais, aportes teóricos e metodológicos. A paisagem
como recurso turístico. Regionalização e turismo. Turismo: apropriação e reorganização do território.
A mundialização do Turismo: implicações socioespaciais. O Lugar turístico no mundo contemporâneo.
Turismo e Geografia no Brasil contemporâneo.
Bibliografia Básica:
CASTRO, I. E.; CORRÊA, R. L.; GOMES, P. C. C. Geografia: conceitos e temas. Rio de Janeiro: Bertrand
Brasil, 1995.
CRUZ, R. C. A. da. Geografias do Turismo: de Lugares a Pseudo-lugares. São Paulo: Roca, 2007.
PEARCE, D. G. Geografia do Turismo – Fluxos e Regiões no Mercado de Viagens. São Paulo: Aleph,
2003.
Bibliografia complementar:
AB'SABER, A. N. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. Cotia: Ateliê, 2003
SANTOS, M. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. 17ª ed. Rio de
Janeiro: Record, 2008.
SANTOS, M. Por uma geografia nova: da crítica da geografia a uma geografia crítica. 6. ed. São Paulo,

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

-

U F A L | 32

SP: EDUSP, 2004. 285 p.
SANTOS, M. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. 4. ed. São Paulo: EDUSP, 2009
YÁZIGI, E.; CARLOS, A.F.A; CRUZ, R. C. A. da (orgs). Turismo: espaço, paisagem e cultura. 2ª ed. São
Paulo: Hucitec, 1999.
Disciplina: SOCIOLOGIA DO TURISMO
Pré requisito: não se aplica
E DO LAZER

Período:

CH TOTAL

3

72

CH
TEÓRICA
54

PRÁTICA
18

Ementa: Teorias e métodos do pensamento sociológico. A perspectiva sociológica da modernidade.
Lazer, Turismo e sociedade. O lazer, o trabalho e o consumo. A sociologia do turismo. As motivações
humanas no turismo e os efeitos dos deslocamentos. O olhar do turista. Os simulacros e os nãolugares. Pós-turismo e pós turista.
Bibliografia Básica:
GIDDENS, A. Sociologia. 6. ed. Porto Alegre, RS: Penso, 2012.
KRIPENDORF, J. Sociologia do Turismo: para uma nova compreensão do lazer e das viagens, SP,
Aleph,2001
URRY, J. O Olhar do Turista: lazer e viagens nas sociedades contemporâneas. 2 ª ed, São Paulo: Studio
Nobel: SESC, 1999
Bibliografia Complementar:
ARON, R. As etapas do pensamento sociológico São Paulo, Martins Fontes,1993.
COHN, G.(org). Sociologia para ler os clássicos Rio de Janeiro: LTC, 1977.
COVRE. M. de L. O que é cidadania? São Paulo:Brasiliense.1991.
LALLEMENT, M. História das idéias sociológicas – de Durkhein a Max Weber. São Paulo: Loyola, 2004.
DE MASI, D. Desenvolvimento sem Trabalho, São Paulo: Sulina, 1999.
Disciplina: ECONOMIA E TURISMO

Pré requisito: não se aplica

CH TOTAL
Período: 3
72

CH
TEÓRICA

PRÁTICA

72

Ementa: E c o n o m i a , e v o l u ç ã o d a d i s c i p l i n a , d e f i n i ç õ e s e c o n c e i t o s b á s i c o s .
Oferta, demanda e turismo. Elasticidades. Estruturas de mercados. Contas nacionais. Inflação.
Políticas econômicas (fiscal, monetária, cambial). Balanço de pagamentos. Turismo, crescimento e
desenvolvimento. Turismo no Brasil: políticas econômicas direcionadas ao setor e o financiamento
público. Análise da proposta do turismo como fator de desenvolvimento regional: potencial turístico,
políticas indutoras, avaliação de custos e benefícios sociais.
Bibliografia Básica:
LAGE, B.; MILONE, P. C. Economia do turismo. São Paulo: Atlas, 2001.
MANKIW, N. G. Introdução à Economia: princípios de micro e macroeconomia. 2.ed. Rio de Janeiro:
Campus, 2001.
VASCONCELLOS, M. A. S. de; CARVALHO, L . C. Pereira de. Introdução à economia do turismo. São

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

-

U F A L | 33

Paulo: Saraiva, 2006.
Bibliografia Complementar
ANDRADE, J. P. A. et.al. (orgs.). A economia do Turismo no Brasil. Brasília: SENAC/DF, 2008.
BEZERRA, M. M. O. Turismo e Financiamento: o caso brasileiro à luz das experiências internacionais.
1ª. ed. Campinas, SP: Papirus, 2005. 160 p.
LAGE, B.H.G. e MILONE, P.C. (orgs.) Turismo: Teoria e Prática. São Paulo: Atlas, 1999.
OLIVEIRA, A. P. Turismo e desenvolvimento: planejamento e organização. 3.ed. São Paulo:
Atlas,2000.
TRIBE, J. Economia do lazer e do turismo. (2a ed.). São Paulo: Manole, 2003.

Disciplina: LÍNGUA INGLESA APLICADA Pré requisito
AO TURISMO 2
LÍNGUA INGLESA APLICADA AO TURISMO 1

Período:

CH TOTAL

3

72

CH
TEÓRICA
36

PRÁTICA
36

Ementa: Estudos intermediários da língua inglesa com ênfase nas habilidades linguísticas de
produção (fala e escrita) e seus aspectos gramaticais. Vocabulário e conversação para recepção
turística (gestão de eventos e gestão de alimentos e bebidas). Leitura e interpretação de textos no
nível intermediário na área de Turismo e Hospitalidade.
Bibliografia Básica:
CATUREGLI, M. G. Dicionário Inglês-Português. Turismo, Hotelaria, Comércio Exterior. São Paulo:
Aleph, 2004.
GALVEZ, J. A. Dicionário Larrouse Inglês-Português Português-Inglês. São Paulo: Larro, 2009.
SCHUMACHER, C.; COSTA, F. Inglês para turismo e hotelaria. A comunicação essencial para o dia-adia. São Paulo: Campus, 2006.
Bibliografia Complementar:
EVANS, Virginia J. D. Reading & writing Targets 2. Student book-Express Publishing, 2011.
DE BIAGGI, E.; STAVALE, E. Enjoy your stay! Inglês básico para Hotelaria e Turismo. São Paulo:
DISAL, 2003.
___________. English Grammar in Use: A self-study reference and practice book for elementary
students in English. 2nd.Edition. London: Cambridge University Press, 2004
MARTINEZ, R. Como dizer tudo em inglês em viagens. São Paulo: Campus, 2005.
MURPHY, Raymond. English Grammar in Use: A self-study reference and practice book for elementary
students in English. 2nd.Edition. London: Cambridge University Press, 2004
Disciplina: INFORMAÇÃO
PARA GESTÃO

CONTÁBIL
Pré requisito: não se aplica

Período:

CH TOTAL

3

36

CH
TEÓRICA

PRÁTICA

36

Ementa: Contabilidade: conceitos, objetos, objetivos. Informação Contábil: conceitos, tipos e

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

-

U F A L | 34

usuários. O patrimônio: conceito, aspectos, situação patrimonial e representação gráfica. Fatos
Contábeis. Procedimentos contábeis básicos. Livros da Escrituração. Débito e Crédito. Contas: Ativo,
Passivo e Patrimônio Líquido. Plano de Contas. As variações do Patrimônio Líquido. Receitas e
Despesas. Noções das operações típicas de uma empresa. Balancete de Verificação. Noções de
Demonstrações Contábeis: Balanço Patrimonial e Demonstração de Resultado do Exercício
Introdução à Análise das Demonstrações Contábeis: conceito, objetivo, usuários; Desempenho
Financeiro Aplicado a Empresas de Turismo; Técnica de Análise Vertical e Horizontal, Indicadores de
Gestão: Índices de Liquidez, de Estrutura, de Capital, de Rentabilidade.
Bibliografia Básica:
MARION, José Carlos. Contabilidade Básica. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2015
PADOVEZE, Clóvis Luis. Análise das Demonstrações Financeiras 3ª edição; São Paulo: Cengage
Learning, 2011.
RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade Geral Fácil. 29ª ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
Bibliografia Complementar:
ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e Análise de Balanços: Um Enfoque Econômico-Financeiro. 10
ed.; São Paulo: Atlas, 2012.
IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos. Curso de Contabilidade para não Contadores. 7. ed. São
Paulo: Atlas, 2011.
IUDÍCIBUS, et al. Contabilidade Introdutória. 11ª ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MATARAZZO, Dante Carmine. Análise Financeira de Balanços: Abordagem Básica e Gerencial - 7ª ed.
São Paulo: Atlas 2010.
SILVA, José Pereira da. Análise Financeira Das Empresas - 13ª Ed. Cengage Learning, 2016.
Disciplina: ACE 1 (Projeto)

Pré requisito: não se aplica

Período: 3

CH TOTAL

CH
TEÓRICA

72

PRÁTICA
72

Ementa: projeto(s) de extensão universitária envolvendo diferentes temáticas relacionadas às
interfaces entre turismo e sustentabilidade, visando a um processo educativo, cultural e cientifico que
articule o ensino e a pesquisa de forma indissociável com as atuais demandas sociais. Práticas que
democratizem o conhecimento acadêmico e o cumprimento da função social da Universidade na
dinâmica local e regional. Elaboração e execução de projeto(s) extensionista(s), norteado(s) pelo
amplo conceito de meio ambiente, o qual deve englobar questões relativas às relações entre
sociedade, natureza e desenvolvimento sócio-econômico-cultural do turismo em âmbito local e
regional.
Bibliografia Básica: a ser definida de acordo com a oferta.
Bibliografia complementar: a ser definida de acordo com a oferta.
4º Período

Disciplina:
TURISMO

ANTROPOLOGIA

E

Pré requisito: não se aplica

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

Período:

CH TOTAL

4

72

CH
TEÓRICA
36

-

U F A L | 35

PRÁTICA
36

Ementa: A Cultura. As especificidades da antropologia. A diversidade e o relativismo cultural como
campo teórico. Heterogeneidade, alteridade, autenticidade e identidade cultural. O
trabalho de campo como metodologia. A antropologia como ferramenta de pesquisa e reconhecimento das
diferenças culturais atreladas ao estudo e produção do turismo. Encontros de cultura e turismo.
Bibliografia Básica:
DA MATTA, R. A Antropologia no quadro das ciências. Em: Relativizando: uma introdução a
antropologia social. Rio de Janeiro: Rocco, 1990.
GEERTZ, C. “O Impacto do Conceito de Cultura sobre o Conceito de Homem”. Em: A
Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: LTC, 1989.
TAVARELA, A. S. Antropologia do Turismo: Analogias, Encontros e Relações. São Paulo: Editora Aleph,
2009.
Bibliografia Complementar:
BRASILEIRO, M.D.S., MEDINA, J.C.C., and CORIOLANO, L. N., orgs. Turismo, cultura e desenvolvimento
[online]. Campina Grande: EDUEPB, 2012. 233 p.
CARDOSO DE OLIVEIRA, R. O trabalho do Antropólogo. Brasília: Paralelo 15; São Paulo: Editora UNESP,
1998.
GRABURN, N., et al. Turismo e Antropologia – novas abordagens. São Paulo: Editora Papirus, 2009.
LARAIA, R. de B. Cultura: um conceito antropológico. 14 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.
NUNES, E. de O. (org.). A Aventura Sociológica. Rio de Janeiro: Zahar.

Disciplina: POLÍTICA E TURISMO

Pré requisito: não se aplica

Período:

CH TOTAL

4

72

CH
TEÓRICA

PRÁTICA

72

Ementa: políticas públicas para o turismo. Plano de desenvolvimento turístico local e suas
implicações sociais e econômicas na indústria da hospitalidade. Plano Nacional de Turismo/
Planejamento Estratégico e Desenvolvimento Sustentável para o Nordeste, com foco principal de
análise no Estado de Alagoas.
Bibliografia Básica:
BENI, M.C. Política e Planejamento de Turismo no Brasil. São Paulo, Aleph, 2005
CORIOLANO, L. N. O Turismo nos Discursos, nas Políticas e no Combate à pobreza, São Paulo, Anna
Blume, 2006
HALL, C.M. Planejamento Turístico: Políticas, Processos e Relacionamentos, São Paulo, Contexto, 2004
Bibliografia Complementar:
CRUZ, R. de C. A. da. Política de Turismo e Território. São Paulo: Contexto, 2002.
LEMOS, L. A. de. Os Sete Mitos do Turismo: a busca de alguns conceitos fundamentais in GASTAL,
Suzana e outros. Turismo: 9 propostas para um saber fazer, Porto Alegre: EDIPUCRS, 2000.
PANOSSO NETO, A. e TRIGO, L. G. Reflexões sobre um novo Turismo: política, ciência e sociedade,
São Paulo: Aleph, 2003.

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

-

U F A L | 36

RODRIGUES, A. B. (Org.). Turismo e desenvolvimento local. São Paulo: HUCITEC, 1997
SWARBROOKE, J. Turismo Sustentável: Gestão e Marketing. São Paulo: Aleph, 2000.

Disciplina: NOÇÕES E PRÁTICAS DE Pré requisito: não se aplica
EMPREENDEDORISMO

Período:

CH TOTAL

3

72

CH
TEÓRICA
36

PRÁTICA
36

Ementa: Conceitos básicos de empreendedor e empreendedorismo. Inovação e criatividade.
Desenvolvimento econômico e empreendedorismo. Aspectos legais e tributários para registro de
negócios. Plano de negócios. Fontes de financiamento para negócios.
Bibliografia básica:
DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro: Campus,
2005.
DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo na prática: mitos e verdades do empreendedor de sucesso.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
PAGE, S; ATELJEVIC, J; ALMEIDA, M. Turismo e Empreendedorismo. Coleção Eduardo Sanovicz de
Turismo. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
Bibliografia complementar:
DRUCKER, P. Inovação e espírito empreendedor: práticas e princípios. 7ª ed. São Paulo: Cengage
Learning, 2008.
SARKAR, S. O Empreendedor Inovador: Faça diferente e conquiste seu espaço no mercado. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2008.
TIDD, J; BESSANT, J. Gestão da Inovação. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2015.
DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: Transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro: Elsevier,
2008.
BARON, Robert A.; SHANE, Scott A. Empreendedorismo: Uma visão de processo. Cengage Learning,
SP, 2011.

Disciplina: LÍNGUA INGLESA APLICADA Pré requisito
AO TURISMO 3
LÍNGUA INGLESA APLICADA AO TURISMO 2

Período:

CH TOTAL

4

72

CH
TEÓRICA
36

PRÁTICA
36

Ementa: Estudos avançados da língua inglesa com ênfase nas habilidades linguísticas de
produção (fala e escrita) e seus aspectos gramaticais. Vocabulário e conversação para recepção
turística (gestão de hotelaria e gestão de agências de viagens). Leitura e interpretação de textos no
nível avançado na área de Turismo e Hospitalidade.
Bibliografia Básica:
CATUREGLI, M. G. Dicionário Inglês-Português. Turismo, Hotelaria, Comércio Exterior. São Paulo:

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

-

U F A L | 37

Aleph, 2004.
GALVEZ, J. A. Dicionário Larrouse Inglês-Português Português-Inglês. São Paulo: Larro, 2009.
SCHUMACHER, C.;
COSTA, F. Inglês para turismo e hotelaria. A comunicação essencial para o dia-a-dia. São Paulo:
Campus, 2006.
Bibliografia Complementar:
EVANS, Virginia J. D. Reading & writing Targets 2. Student book-Express Publishing, 2011.
DE BIAGGI, E.; STAVALE, E. Enjoy your stay! Inglês básico para Hotelaria e Turismo. São Paulo:
DISAL, 2003.
___________. English Grammar in Use: A self-study reference and practice book for elementary
students in English. 2nd.Edition. London: Cambridge University Press, 2004
MARTINEZ, R. Como dizer tudo em inglês em viagens. São Paulo: Campus, 2005.
MURPHY, Raymond. English Grammar in Use: A self-study reference and practice book for elementary
students in English. 2nd.Edition. London: Cambridge University Press, 2004.
Disciplina: ACE 2 (projeto)

Pré requisito: ACE 1

Período:

CH TOTAL

4

72

CH
TEÓRICA

PRÁTICA
72

Ementa: a ser definida de acordo com a oferta. Projeto(s) de extensão universitária envolvendo
diferentes temáticas relacionadas às interfaces entre turismo e sustentabilidade, visando a um
processo educativo, cultural e cientifico que articule o ensino e a pesquisa de forma indissociável com
as atuais demandas sociais. Práticas que democratizem o conhecimento acadêmico e o cumprimento
da função social da Universidade na dinâmica local e regional. Avaliação da execução e continuidade
do(s) projeto(s) extensionista(s) proposto(s) na ACE1, norteado pelo amplo conceito de meio
ambiente, o qual deve englobar questões relativas à relação entre sociedade, natureza e
desenvolvimento sócio-econômico-cultural do turismo em âmbito local e regional.
Bibliografia Básica: a ser definida de acordo com a oferta.
Bibliografia complementar: a ser definida de acordo com a oferta.
5° Período

Pré requisito: não se aplica
Disciplina: MARKETING E TURISMO

Período:
5

CH TOTAL
72

CH
TEÓRICA

PRÁTICA

72

Ementa: Marketing e Turismo: conceitos; O macrosistema e microsistema de marketing no turismo;
O composto de marketing - 4 P's: produto, preço, praça e promoção objetivos de marketing;

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

-

U F A L | 38

marketing de relacionamento; Marketing social Distribuição e comercialização. Pesquisa de
Mercado; Políticas de Comunicação; Princípios básicos de formação de preço; Segmentação de
Mercado turístico; estudo de demanda do produto básico. Estudo do comportamento mercadológico
do turista. Análise das oportunidades de marketing em turismo. Análise e confecção de planos de
marketing na área do turismo.
Bibliografia Básica:
COBRA, M. Marketing de turismo. São Paulo: Cobra Editora & Marketing, 2001.
KOTLER, F. Administração de marketing – análise, planejamento, implementação e controle. 10a ed.
São
Paulo: Atlas, 2001.
LARA, S.B. Marketing & vendas na hotelaria. São Paulo: Futura, 2001.
Bibliografia Complementar:
ACERENZA, M. A. Administração do Turismo. Bauru, SP: EDUSC, 2002. vol 1.
BENI, M. C. Análise Estrutural do Turismo. São Paulo: SENAC, 1998.
CASTELLI, G. Excelência em hotelaria: uma abordagem prática. São Paulo: Qualitymark, 2001.
SWARBROOKE, J. Comportamento do consumidor no turismo. São Paulo: Aleph, 2002.
THEOBALD, W. F., Org. Turismo global. São Paulo: SENAC, 2001.

Disciplina: PATRIMONIO CULTURAL E
TURISMO

Pré requisito: não se aplica

Período:

CH TOTAL

5

72

CH
TEÓRICA

PRÁTICA

72

Ementa: Patrimônio Material e Imaterial/ Políticas de gestão de Patrimônio e desenvolvimento local/
Imagens e representações do patrimônio na sociedade/ Patrimônio como “Produto Turístico” e
Relações sócias espaciais; Educação Patrimonial.
Bibliografia Básica:
CAMARGO, H. Patrimônio, história e cultura. São Paulo: Aleph, 2000.
LIMA FILHO, M.F.L. e outros, Antropologia e Patrimônio Cultural: diálogos e desafios
contemporâneos. Blumenau: Nova Letra, 2007
MURTA, S.M & ALBANO. C. (orgs) Interpretar o Patrimônio: um exercício do olhar. Belo Horizonte:
UFMG, 2002
Bibliografia Complementar:
BARRETTO, M. Turismo e legado cultural: as possibilidades do planejamento. Campinas, Papirus,
2000.
CANCLINI, N G. A sociedade sem relato: Antropologia e estética da iminência. São
Paulo: Edusp, 2012
DRUMMOND, S; YEONAN, I. Questões de qualidade nas atrações de visitação a patrimônio. Rio de
Janeiro: Rocca, 2005.
IPHAN Inventário nacional de referências culturais: manual de aplicação. – Brasília: Instituto do
Patrimônio
Histórico
e
Artístico
Nacional,
2000.
<
http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Manual_do_INRC.pdf>
LUCHIARI, M.T.D.P. A reinvenção do patrimônio arquitetônico no consumo das cidades. In GEOUSP Espaço e Tempo, São Paulo, Nº 17, pp. 95 - 105, 2005.

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

Disciplina: MEIOS DE HOSPEDAGEM

-

U F A L | 39

Pré requisito: não se aplica

Período:

CH TOTAL

5

72

CH
TEÓRICA
36

PRÁTICA
36

Ementa: Evolução histórica dos meios de hospedagem. Conceitos, tipos e classificação dos meios de
hospedagem. Cadeias nacionais e internacionais de hotéis. Estrutura e organização geral de acordo
com o porte. Os setores dos meios de hospedagem e seu funcionamento. Sistemas de gerenciamento
hoteleiro. Aspectos referentes ao planejamento estratégico desses empreendimentos.
Bibliografia Básica:
CASTELLI, G. Administração hoteleira. 9. ed. Caxias do Sul: EDUCS, 2003.
ISMAIL, A. Hospedagem: Front Office e governança. São Paulo: Cengage Learning, 2015.
PETROCCHI, M. Hotelaria - planejamento e gestão. São Paulo: Futura, 2002.
Bibliografia complementar:
CANDIDO, I e VIEIRA, E. Gestão de hotéis: técnicas, operações e serviços. São Paulo: EDUCS, 2000.
CASTELLI, G. Excelência em hotelaria: uma abordagem prática. São Paulo: Qualitymark, 2001.
DIAS, R. e VIEIRA FILHO, N. A.Q. Hotelaria e turismo - elementos de gestão e competitividade. São
Paulo: Editora Alinea, 2006.
MARQUES, J. A. Manual de hotelaria - políticas e procedimentos. São Paulo: Thex Editora, 2004.
MARQUES, J. Albano. Introdução à hotelaria. São Paulo: EDUSC, 2002.

Disciplina: GESTÃO DA QUALIDADE EM
TURISMO

Pré requisito: não se aplica

Período:

CH TOTAL

5

72

CH
TEÓRICA

PRÁTICA

72

Ementa: Definição, princípios, métodos da administração e modelos de qualidade. O conceito de
qualidade no turismo. Qualidade na “cadeia” turística: qualidade dos prestadores de serviço,
qualidade das destinações. Atendimento e responsabilidade social como atributos da qualidade do
turismo. Exigências internacionais e padrões nacionais de qualidade. Planejamento, gestão e controle
da qualidade: qualidade total; auditoria de qualidade; avaliação e certificação da qualidade - ISO
9000, ISO 14000, ISO 26000, entre outros.
Bibliografia básica:
CARPINETTI, L. C. R. Gestão da Qualidade: conceitos e técnicas. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
CASAS, A. L. Qualidade Total em Serviços. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
GUERTZENSTEIN, V. Planejamento avançado da Qualidade: Sistemas de gestão, Técnicas e
Ferramentas. Rio de Janeiro: Alta Books, 2018.
Bibliografia complementar:
ABRANTES, J. Gestão da Qualidade. Rio de Janeiro: Ed. Interciência, 2009.
CRATO, C. Turismo – Qualidade: condição de competitividade. Porto, Portugal: Sociedade Portuguesa
de Inovação, 2010.
DANTAS, J. C. de S. Qualidade do atendimento nas agências de viagens: uma questão de gestão

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

-

U F A L | 40

estratégica. São Paulo: Roca, 2008.
SANTOS, R. ISO 9000 na Hotelaria: o primeiro passo para atingir a excelência. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 2004.
DEMING, W.E. Qualidade: a revolução da administração. Rio de Janeiro: Marques Saraiva, 1990.

Disciplina: ACE 3 (Projeto)

Pré requisito: não se aplica

Período:

CH TOTAL

5

72

CH
TEÓRICA

PRÁTICA
72

Ementa: Projeto(s) de extensão universitária envolvendo diferentes temáticas relacionadas às
interfaces entre turismo e sustentabilidade, visando a um processo educativo, cultural e cientifico que
articule o ensino e a pesquisa de forma indissociável com as atuais demandas sociais. Práticas que
democratizem o conhecimento acadêmico e o cumprimento da função social da Universidade na
dinâmica local e regional. Elaboração e execução de projeto(s) extensionista(s), norteado(s) pelo
amplo conceito de cultura, o qual deve englobar questões relativas à relação entre sociedade,
natureza e desenvolvimento sócio-econômico-cultural do turismo em âmbito local e regional.
Bibliografia Básica: a ser definida de acordo com a oferta.
Bibliografia complementar: a ser definida de acordo com a oferta.
6º Período
Disciplina: GASTRONOMIA

Pré requisito: não se aplica

Período:

CH TOTAL

6

72

CH
TEÓRICA
36

PRÁTICA
36

Ementa: História da gastronomia. Utilização da gastronomia como atrativo turístico. Cozinhas
regionais do Brasil. Conceituação, tipologias e estrutura organizacional de estabelecimentos de
alimentos e bebidas (A&B). Gestão dos estabelecimentos voltados ao serviço de A&B. Utensílios e
materiais de cozinha e restaurante. Tipos de serviços e atendimento. Elaboração de fichas técnicas
e cardápios. Supervisão de higiene e manipulação de alimentos.
Bibliografia Básica:
BECK, H. A arte e a ciência do serviço. São Paulo: Editora Anhembi Morumbi, 2005.
FRANCO, A. De Caçador a Gourmet: uma história da gastronomia. São Paulo: Senac, 2001.
VENTURI, J. L. Gerenciamento de bares e restaurantes. Porto Alegre: Bookman, 2010.
Bibliografia Complementar:
FAGLIARI, G. S. Turismo e alimentação: análises introdutórias. 1. ed. São Paulo: Roca, 2005.
KNIGHT, J. B. Gestão, planejamento e operação de restaurantes. São Paulo: Roca, 2005.
MARQUES, J. A. Manual de restaurante e bar. Rio de Janeiro: Thex, 2002.
SCHLüTER, R. G. Gastronomia e Turismo. Aleph, São Paulo, 2003.
TEICHMANN, I. M. Cardápios, técnicas e criatividade. Caxias do Sul: EDUC, 2000.

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

Disciplina:
PLANEJAMENTO
DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO 1

E

-

U F A L | 41

Pré requisito
TEORIA
GERAL
DO
METODOLOGIA CIENTÍFICA

Período:

CH TOTAL

6

72

CH
TEÓRICA
54

TURISMO

e

PRÁTICA
18

Ementa: Conceitos introdutórios de planejamento; Importância do planejamento para a
atividade turística; Planejamento e as interfaces com outros campos do turismo; Etapas do
planejamento turístico; Arquitetura Organizacional (Aglomerados e Cluster Turístico); Gestão Pública
da atividade Turística.
Bibliografia Básica:
BENI, M. C (org). Planejamento estratégico e capacidade de Gestão. Barueri, SP: Editora Manole,
2012.
BENI, M. C. Política e planejamento de turismo no Brasil. São Paulo: Aleph, 2006.
PETROCCHI, M. Turismo: planejamento e gestão. Rio de Janeiro: Pearson Education, 2009.
Bibliografia Complementar:
ANDRADE, N. A. Planejamento governamental para municípios. São Paulo: Atlas, 2005.
CORIOLANO, L. N. M. T.; ARAÚJO, A. N. M; VASCONCELOS, F. P. et al. Arranjos Produtivos Locais do
Turismo Comunitário: atores e cenários em mudança. Fortaleza: EDUECE, 2009.
DIAS, R. Planejamento do turismo: prática e desenvolvimento do turismo no Brasil. São Paulo:
Atlas, 2003.
HAYLLAR, B; GRIFFIN, T; EDWARDS, D; ALDRIGUI, M. Turismo em Cidades. Coleção Eduardo
Sanovicz de Turismo. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
RUSCHMANN, D. Turismo e Planejamento Sustentável: a proteção do meio ambiente. São Paulo:
Coleção Turismo: Editora Papirus, 2008.
Disciplina: AGÊNCIAS DE TURISMO E
Pré requisito
ELABORAÇÃO DE ROTEIROS
TEORIA GERAL DO TURISMO
Período:

CH TOTAL

6

72

CH
TEÓRICA
36

PRÁTICA
36

Ementa: Evolução histórica das agências de turismo. Conceitos, definições e classificações das
agências. Novas tecnologias e mudanças do setor. Perfil do profissional das agências de turismo.
Estrutura organizacional, administrativa, funções e atividades das agências. Processos operacionais.
Legislação específica. Tendências e perspectivas do mercado. Elaboração de roteiros turísticos.
Bibliografia Básica:
LA TORRE, F. Agências de viagens e transportes. São Paulo: Roca, 2003.
MAMEDE, G. Agências, viagens e
excursões: regras jurídicas, problemas e soluções. São Paulo: Manole, 2003.
PETROCCHI, M.; BONA, A. Agências de Turismo: Planejamento e Gestão. São Paulo: Futura, 2003.

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

-

U F A L | 42

Bibliografia complementar:
BRAGA, D. C. (org). Agências de Viagens e Turismo: práticas de mercado. Rio de Janeiro: Elsevier,
2008.
BRASIL. Ministério do Turismo. Programa de Regionalização do Turismo - Roteiros do Brasil: Módulo
Operacional 7: Roteirização Turística. Ministério do Turismo. Brasília: Ministério do Turismo, 2007.
CANDIOTO, M. F. Agências de turismo no Brasil: embarque imediato pelos portões dos desafios. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2012.
FERRAZ, J. A. Obrigações e contratos em viagens e turismo. São Paulo: IPETURIS, 2005.
TOMELIN, C. A. Mercado de agências de viagens e turismo: como competirdiante das novas tecnolo
gias. Coleção: TURISMO. São Paulo: Aleph, 2001.

Disciplina: COMUNICAÇÃO E TURISMO Pré requisito: não se aplica

Período:

CH TOTAL

6

72

CH
TEÓRICA

PRÁTICA

72

Ementa: Ciências da Comunicação e Ciências da Informação. Conceito de Comunicação. Linguagem,
comunicação e expressão. Comunicação Internacional. Modalidades e especialidades da
Comunicação. Meios de Comunicação de Massa. Formatos de mídia, produção e difusão de
conteúdos. Comunicação Audiovisual, Radiodifusão e Telecomunicações. Comunicação Digital e
Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação – NTIC’s. Comunicação Organizacional e
Comunicação Dirigida. Mix da Comunicação. Comunicação e Marketing. Comunicação aplicada ao
Turismo. Turismo de Massa e segmentação de mercado: tendências e perspectivas na sociedade
pós-industrial. Jornalismo de Viagens e Jornalismo de Turismo. Mídia digital, Cyber Turismo e Turismo
Virtual On-Line. O uso responsável da Comunicação para a promoção do Turismo e do
desenvolvimento social sustentável.
Bibliografia Básica:
BIGNAMI, R. A imagem do Brasil no turismo. Editora Aleph, São Paulo. 2002.
BORDENAVE, J. D. O que é comunicação. Brasiliense, São Paulo. 1994.
GASTAL, S. Turismo, imagens e imaginários. Editora Aleph, São Paulo, 2005.
Bibliografia Complementar:
AZEVEDO, I. B. Primeira viagem ao mundo da comunicação. Editora Central da Universidade Gama
Filho, Rio de Janeiro. 1998.
DORTA, L. e DROGUETT, J. (Orgs.) (). Mídia, Imagens do Turismo: Uma proposta de desenvolvimento
teórico para as áreas de comunicação e turismo. Editora Texto novo, São Paulo. 2004.
LULL, J. Medios, comunicación, cultura: aproximación global. Ed. Amorrortu Editores, Buenos Aires.
1997.
MARUJO, N. Turismo e Comunicação. Editora RVJ, Évora. 2008.
PEREZ, C. e BAIRON, S. Comunicação & Marketing. Ed. Futura, São Paulo. 2002.
Disciplina: LEGISLAÇÃO APLICADA AO
Pré requisito: não se aplica
TURISMO

Período:

CH TOTAL

CH

PRÁTICA

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

6

36

-

U F A L | 43

TEÓRICA
36

Ementa: Direito do Turismo. Noções de Direito Internacional Público e de Direito Internacional
Privado. Legislação aplicada às relações internacionais e Direito Migratório. Legislação aplicada ao
Turismo no Brasil. Lei Geral do Turismo. Direito do Consumidor. Noções de Direitos Humanos, Direitos
Sociais, Direito Civil, Penal, Empresarial, Ambiental e demais ramos específicos do Direito aplicados
ao Turismo.
Bibliografia Básica:
BADARÓ, R. A. de L. Direito do Turismo: história e legislação no Brasil e no exterior. Editora Senac,
São Paulo. 2003.
FERRAZ, J. A. Regime Jurídico do Turismo. Ed. Papirus, Campinas. 1992.
FERRAZ, J. A. Obrigações e contratos em viagens e turismo. Editora Ipeturis, São Paulo. 2005.
Bibliografia Complementar:

CONSTITUIÇÃO FEDERAL [198]). Constituição da República Federativa do Brasil. Ed. Saraiva, São
Paulo. 2011.
PATRÍCIO, M. Direito do Turismo e Alojamento Turístico. Editora Almedina Brasil, São Paulo. 2016.
QUINTAS, P. Direito do Turismo. Editora Almedina, Lisboa. 2003.
PORTELA, P. H. Gonçalves. Direito internacional público e privado: Incluindo noções de direitos
humanos e de direito comunitário. Editora Juspodivm, Bahia. 2017
VIEIRA, Inácio Conceição (Org.) Código de Defesa do Consumidor – Lei nº 8.078, de 11 de Setembro
de 1990. Ed. Lipel, São Paulo. 2014.
Disciplina: ACE 4 (projeto)

Pré requisito: ACE 3

Período:
CH TOTAL
6

CH
TEÓRICA

72

PRÁTICA
72

Ementa: Projeto(s) de extensão universitária envolvendo diferentes temáticas relacionadas às
interfaces entre turismo e sustentabilidade, visando a um processo educativo, cultural e cientifico que
articule o ensino e a pesquisa de forma indissociável com as atuais demandas sociais. Práticas que
democratizem o conhecimento acadêmico e o cumprimento da função social da Universidade na
dinâmica local e regional. Avaliação da execução e continuidade do(s) projeto(s) extensionista(s)
proposto(s) na ACE3, norteado(s) pelo amplo conceito de cultura, o qual deve englobar questões
relativas à relação entre sociedade, natureza e desenvolvimento sócio-econômico-cultural do turismo
em âmbito local e regional.
Bibliografia Básica: a ser definida de acordo com a oferta.
Bibliografia complementar: a ser definida de acordo com a oferta.
7º Período
Disciplina: ÉTICA PROFISSIONAL

Pré requisito: não se aplica

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

Período:

CH TOTAL

7

36

CH
TEÓRICA

-

U F A L | 44

PRÁTICA

36

Ementa: Ética, moral e deontologia. Questões éticas na sociedade contemporânea, nas organizações
e no mercado de trabalho. Código de Ética Mundial do Turismo. Código de Ética do Bacharel em
Turismo. Ética profissional e turismo.
Bibliografia Básica:
ARANHA, M. L. De A.; MARTINS, M. H. P. . Filosofando: introdução à filosofia. 3. ed. rev. São Paulo:
Moderna, 2003.
KANAANE, R.; SEVERINO, Fátima R. G.. Ética em turismo e hotelaria. São Paulo: Atlas, 2006.
MORIN, E. O método 6: Ética. Porto Alegre: Editora Sulina, 2006.
Bibliografia Complementar
CHAUÍ, M. Convite à Filosofia. 13 ed. São Paulo: ED Ática, 2005.
DESCARTES, R.. Discurso do método. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes; 1999.
DILTHEY, W.. Teoria das concepções do mundo: a consciencia historica e as concepções do mundo :
tipos de concepção do mundo e a sua formação metafisica.
Lisboa: Edições 70, 1992.
KARKOTLI, G.; ARAGÃO, S. D. Responsabilidade social: uma contribuição à gestão transformadora das
organizações. Petrópolis: Vozes, 2005.
MORIN, E. A cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. 12. ed. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 2006.
Disciplina: GESTÃO DE
ENTRETENIMENTO

LAZER

E
Pré requisito: não se aplica

Período:

CH TOTAL

7

72

CH
TEÓRICA
54

PRÁTICA
18

Ementa: Apresenta o significado do lazer e do tempo livre em diferentes momentos históricos e sua
relação com o mundo do trabalho. Discute o lazer como um produto para a sociedade de consumo no
sistema capitalista, a relação turismo e lazer, o lazer no espaço público e na esfera privada, a
construção do conceito de lazer associado a qualidade de vida na modernidade. Técnicas para o
planejamento e desenvolvimento da gestão de lazer em diferentes espaços e organizações.
Bibliografia Básica
BACAL, S. Lazer e o Universo dos Possíveis, SP: Aleph, 2003.
LAFARGE, P. O Direito a Preguiça, SP: Hucitec, 2000.
PADILHA, V. Tempo Livre e Capitalismo: um par imperfeito, São Paulo, Alínea, 2000
Bibliografia Complementar
DAMINELLI,M. (org) Lazer numa Sociedade Globalizada:SESC/WRLA,2000
PINA, L.W. & RIBEIRO, O.C Lazer e Recreação na Hotelaria, SP:SENAC,2007.
SILVA, M.G. Cidades Turísticas: Identidades e Cenários de Lazer, SP, Aleph, 2004
MARCELLINO, N.C Lazer e Empresa, Campinas, SP:Papirus,1999
MARCELINO, N.C. Lazer e Educação, Campinas, SP: Papirus, 1995.
Disciplina: GESTÃO DE EVENTOS

Pré requisito: não se aplica

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

Período:

CH TOTAL

7

72

CH
TEÓRICA
36

-

U F A L | 45

PRÁTICA
36

Ementa: Evolução histórica dos eventos. A importância do turismo de eventos. Aspectos conceituais.
Classificações e tipologias. As fases de um evento. Planejamento, organização e implementação de
eventos. As comissões de um evento e suas funções. Comunicação e Marketing de Eventos.
Criatividade em Eventos. Calendário de eventos. Os espaços para eventos. Arte de Negociação e da
Captação de Eventos. Elaboração de projetos de eventos. A empresa de eventos: organização e
funcionamento. Cerimonial, protocolo e etiqueta em eventos.
Bibliografia Básica:
LUKOWER, Ana. Cerimonial e protocolo. 3. ed. São Paulo, SP: Contexto, 2010.
MARTIN, V. Manual prático de eventos. São Paulo: Atlas, 2003.
MATIAS, M. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. 5.ed. Barueri, SP: Manole, 2010.
Bibliografia Complementar:
ALLEN, J. Organização e gestão de evento. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
CESCA, Cleuza G. Gimenes. Organização de eventos. São Paulo: Summus Editorial, 2001.
GIACAGLIA, M. C. Organização de eventos - teoria e prática. São Paulo: Thomson, 2002.
GIACAGLIA, Maria Cecília. Gestão estratégica de eventos: teoria, prática, casos e atividades. São
Paulo: Cengage Learning, 2010.
ZANELLA, L. C. Manual de organização de eventos: planejamento e operacionalização. 5. ed. São
Paulo: Atlas, 2011.
Disciplina: SEMINÁRIO DE PESQUISA

Pré requisito
METODOLOGIA CIENTÍFICA

Período:

CH TOTAL

7

72

CH
TEÓRICA
18

PRÁTICA
54

Ementa: disciplina lecionada em modo de seminários de elaboração e discussão dos projetos
discentes de pesquisa, em subsídio à elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso em semestre
letivo sequencial. Os seminários serão coordenados pelos regentes da disciplina, por definição
semestral do Colegiado do Curso, e terão, como foco principal, a consolidação da postura crítica dos
alunos em relação ao planejamento e execução de seus projetos de pesquisa.
Bibliografia Básica:
DENCKER, A. Métodos e Técnicas de Pesquisa em Turismo. São Paulo: Futura, 2001
GIL, A. C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. São Paulo: Atlas: 1996
GUEDES, E. M. Padrão UFAL de normalização. Maceió: Edufal: 2012.
Bibliografia Complementar:
DEMO, P. Metodologia científica em ciências sociais. São Paulo: Atlas, 2005.
MINAYO, M. C. de S. (org.) Pesquisa Social: Teoria, Método e Criatividade, RJ: Vozes, 2012.
MOESCH, M.M. A produção do saber turístico. São Paulo: Contexto, 2000.
REJOWSKI, M. Turismo e pesquisa científica. São Paulo: Papirus, 1999.
SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez, 1996.

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

Disciplina:
PLANEJAMENTO
DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO 2

E

-

U F A L | 46

Pré requisito
PLANEJAMENTO
TURÍSTICO 1

Período:

CH TOTAL

7

72

E

DESENVOLVIMENTO

CH
TEÓRICA

PRÁTICA
36

36

Ementa: Apresenta o processo de elaboração do Plano de Desenvolvimento Turístico de Municípios
em todas as suas etapas por vivência de atividades práticas. Caracteriza as metodologias de
Planejamento Participativo. Elabora proposta de intervenção turística para uma localidade.
Bibliografia Básica:
BENI, M. C (org). Planejamento estratégico e capacidade de Gestão. Barueri, SP: Editora Manole,
2012.
BENI, M. C. Política e planejamento de turismo no Brasil. São Paulo: Aleph, 2006.
PETROCCHI, Mário. Turismo: planejamento e gestão. Rio de Janeiro: Pearson Education, 2009.
Bibliografia Complementar:
ALLIS, T. Turismo, Arquitetura e Cidade. Coleção Intervenções Urbanas. Barueri, SP: Manole, 2016.
ANDRADE, N. A. Planejamento governamental para municípios. São Paulo: Atlas, 2005.
DIAS, R. Planejamento do turismo: prática e desenvolvimento do turismo no Brasil. São Paulo: Atlas,
2003.
HAYLLAR, B; GRIFFIN, T; EDWARDS, D; ALDRIGUI, M. Turismo em Cidades. Coleção Eduardo Sanovicz de
Turismo. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
HALL, C. M. Planejamento Turístico: políticas, processos e relacionamentos. São Paulo: Contexto, 2001.
Disciplina: ACE 5 (evento)

Pré requisito: não se aplica

Período:

CH TOTAL

7

38

CH
TEÓRICA

PRÁTICA
38

Ementa: Realização de evento extensionista que proporcione diálogos e interações entre a
comunidade acadêmica do curso de Graduação em Turismo, a academia em geral e a sociedade, em
seus diversos segmentos. O Evento deverá contemplar áreas temáticas relativas às interfaces entre o
fenômeno turístico e as suas dinâmicas sócio-economico-ambientais.
Bibliografia Básica: a ser definida de acordo com a oferta.
Bibliografia complementar: a ser definida de acordo com a oferta.

ROL DE DISCIPLINAS ELETIVAS
Disciplina: DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM – 36H

C. H. Teórica
36

C. H. Prática

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

-

U F A L | 47

Ementa: Estudo das Dificuldades da Aprendizagem (Dislexia, Discalculia e o Transtorno do Déficit
de Atenção e Hiperatividade – TDAH), dos Transtornos Globais do Desenvolvimento (Autismo e a
Síndrome de Asperger), das deficiências sensoriais (deficiência física, deficiência visual e baixa
visão, deficiência intelectual), Síndrome de Down e Altas Habilidades e Superdotação. Discussão
dos diferentes perfis de aprendizagem e identificação precoce das dificuldades e dos
transtornos. Abordagem sobre as teorias psicológicas de B. F. Skinner e Lev Vygotsky para a
intervenção pedagógica. Análise das políticas públicas da Educação Inclusiva no Brasil. Atuação
dos educadores frente às Dificuldades e Transtornos de Aprendizagem na educação básica/no
ensino superior.
Bibliografia Básica:
DONVAN, J. Outra sintonia: a história do autismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.
MUSZKAT, M.; MIRANDA, M. C.; RIZZUTTI, S. Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade.
São Paulo: Cortez, 2012.
ROTTA, N. T.; BRIDI FILHO, C. A.; BRIDI, F. R. de S. (Orgs.). Neurologia e Aprendizagem:
abordagem multidisciplinar. Porto Alegre: ArtMed, 2016.
Bibliografia Complementar:
BRASIL. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Documento
pelo grupo de trabalho nomeado pela Portaria Ministerial no 555, de 5 de junho de 2007,
prorrogada pela Portaria no 948, de 09 de outubro de 2008. Disponível em:
<portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/política.pdf>. Acesso em: 10 abr. 2016.
BRASIL. Constituição Federal do Brasil de 1988. Disponível em: <www.senado.gov.br/con1988>.
Acesso em: 12 abr. 2016.
BRASIL. Educação Especial Legislação. 1997. Disponível em: <www.mec.gov.br>. VIGOTSKI, Lev
Semionovitch. A defectologia e o estudo do desenvolvimento e da educação da criança anormal.
In: Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 37, n. 4, p. 861-870, dez. 2011.
Disciplina: ECOTURISMO E TURISMO RURAL – 36H

C. H. Teórica
18

C. H. Prática
18

Ementa: Conceitos de Ecoturismo e Turismo Rural. Identificação e delimitação dos bens naturais
propícios ao turismo ecológico em meios rurais. Gestão e planejamento ambientais na prática do
ecoturismo. O perfil do ecoturista e do turista rural. Envolvimento da população humana local no
ecoturismo e no turismo rural. Diversidades do turismo no meio rural no Brasil e no mundo.
Bibliografia Básica:
FENNELL, D.A. Ecoturismo: Uma introdução. São Paulo: Ed. Contexto, 2002.
SALLES, M.M.G. Turismo Rural: Inventário turístico no meio rural. Campinas: Editora Alínea, 2003.
SWARBROOKE, J. Turismo Sustentável: Turismo Cultural, Ecoturismo e Ética. Volume 5, 2ª edição, São
Paulo: Editora Aleph, 2002.
Bibliografia Complementar:
FONTELES, J. O. Turismo e impactos socioambientais. São Paulo: Aleph, 2004. 218
KINKER, S. Ecoturismo e Conservação da Natureza em Parques Nacionais. Campinas: Papirus, 2002.
NEIMAN, Z. (Org.) Meio Ambiente: Educação e Ecoturismo. São Paulo: Manole, 2002.
PORTUGUEZ, A.P. Agroturismo e Desenvolvimento Regional. São Paulo: Hucitec, 1999.
SWARBROOKE, J. Turismo Sustentável: Conceitos e Impacto Ambiental. Volume 1, 3ª edição, São
Paulo: Editora Aleph, 2002.
Disciplina: EDUCAÇÃO AMBIENTAL – 36H

C. H. Teórica
18

C. H. Prática
18

Ementa: Metodologias em Educação Ambiental, educação ambiental como eixo do
desenvolvimento sustentável. Educação Ambiental Formal e Não Formal. Ética e Valores

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

-

U F A L | 48

ambientais e práticas sociais. Elaboração de Projetos e Atividades em Educação Ambiental ou
Pesquisa em Educação Ambiental.
Bibliografia Básica:
ANDRADE, M. C. A Terra e o Homem do Nordeste. São Paulo: Ed. Cortez, 2005.
BARBIERI, J.C. 2000. Desenvolvimento e Meio Ambiente: as Estratégias de Mudanças da Agenda
21. Petrópolis: Vozes, 156 p.
RICKLEFS, R. E. A economia da natureza. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.

Bibliografia Complementar:
BEGON, M. & Harper, J. 2006. Fundamentos em Ecologia. 2ª ed. São Paulo. Artmed.
DAJOZ, R. 2005. Princípios da Ecologia. 7ª ed. São Paulo. Artemed.
DAWKINS, R. O Gene Egoísta. 1ª ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 2001.
LEBOURIAU, M. L. S. 1994. História Ecológica da Terra. 2ª ed. São Paulo. Edgar Blücher. 296p.
Odum, E.P. Ecologia. Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 1988.
Disciplina: ENOLOGIA – 36H

C. H. Teórica
18

C. H. Prática
18

Ementa: Enologia como área de conhecimento, enoturismo; conceito e história do vinho; vinho no
Brasil; técnicas e tecnologias de produção e armazenamento do vinho; políticas públicas de
incentivo à produção e comercialização do vinho.
Bibliografia Básica:
FAVERO, I. M.R. Políticas de Turismo: Planejamento na Região da Uva e do Vinho. Caxias do Sul:
EdUCS, 2006.
PACHECO, A. de O. Iniciação a Enologia. 4ª edição. São Paulo: SENAC, 2006.
RIBEIRO, C. M. A. Gastronomia: História e Cultura. São Paulo: Hotec, 2006.
Bibliografia Complementar:
FREITAS, N. Dicionário Oboé de Vinhos. Fortaleza: Newton Freitas, 2004.
JOHNSON, H. A história do vinho. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.
NOVAKOSKI, D.; FREIRE, R. Enogastronomia: a arte de harmonizar cardápios e vinhos. Rio de Janeiro:
Senac Nacional, 2007.
SCHLUTER, R. Gastronomia e Turismo. São Paulo: Aleph, 2003.
SLOAN, D. Gastronomia, Restaurantes e Comportamento do Consumidor. São Paulo: Manole, 2005.
Disciplina: GESTÃO AMBIENTAL – 36H

C. H. Teórica
27

C. H. Prática
09

Ementa: Problemas relacionados à gestão de recursos naturais; legislações estaduais, federais;
Impactos; Estudo de Impactos Ambientais e Relatório de Impactos Ambientais; Relação entre setor
público e privado na gestão ambiental; Ferramentas tecnológicas utilizadas na análise ambiental.
Bibliografia Básica:
DIAS, G.F. Educação e Gestão Ambiental. Rio de Janeiro: Ed. Gaia, 2006.
DIAS, R. Gestão Ambiental – Responsabilidade Social e Sustentabilidade. São Paulo: Atlas, 2006.
GONÇALVES, L.C. Gestão Ambiental em Meios de Hospedagem. São Paulo: Aleph, 2004.
Bibliografia Complementar:
FONTELES, J. O. Turismo e impactos socioambientais. São Paulo: Aleph, 2004. 218
GUERRA, A.J.T., ARAUJO, G.H. de S. e ALMEIDA, J.R. de Gestão Ambiental de Áreas Degradadas. Rio
deJaneiro: Bertrand Brasil, 2007.
NEIMAN, Z. (Org.) Meio Ambiente: Educação e Ecoturismo. São Paulo: Manole, 2002.
SEIFERT, M.E.B. Gestão Ambiental. São Paulo: Atlas, 2007.
SWARBROOKE, J. Turismo Sustentável: Conceitos e Impacto Ambiental. Volume 1, 3ª edição, São
Paulo: Editora Aleph, 2002.
Disciplina: HISTÓRIA E TERRITORIALIZAÇÃO DO TURISMO EM

C. H. Teórica

C. H. Prática

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

-

ALAGOAS – 36H

09

27

U F A L | 49

Ementa: Os primórdios da turistificação em terras alagoanas; O turismo de sol e praia em Alagoas, do
passado à atualidade; Potencialidades do turismo em Alagoas: para além do “sol e praia”;
Possibilidades e destinos alternativos em Alagoas.
Bibliografia Básica:
CÂMARA, G. Turismo é para quem sabe: quem sabe? Maceió: Imprensa Oficial, 2006. 134 p.
MARTINS, A. A. C. Turismo nas Alagoas: uma alternativa econômica. Maceió: SERGASA, 1991.
MÉRO, E. O Barão do Penedo: a missão da palavra. Maceió: SERGASA, 1992. 205.
Bibliografia Complementar:
CAETANO, A. F. P.; SANTOS, J. B. (Org.). Dimensão histórico-cultural do desenvolvimento territorial
sustentável do norte de Alagoas. Maceió: EDUFAL, 2011. 138p.
CRUZ, R. C. A. da. Geografias do turismo de lugares a pseudo-lugares. São Paulo: Roca, 2007
CORIOLANO, L. N. O turismo nos discursos, nas políticas e no combate à pobreza. São Paulo, SP:
Annablume, 2006. 238 p. ISBN
8574195979 (broch.).
OURIQUES, H. C. A Produção do turismo: fetichismo e dependência. Campinas: Alínea, 2005.
VERAS FILHO, L. História do Turismo de Alagoas. Maceió: SERGASA, 1991.
Disciplina: HISTÓRIA DE ALAGOAS – 36H

C. H. Teórica
18

C. H. Prática
18

Ementa: Formação política e social de Alagoas: períodos históricos do Brasil Colônia, Império e
República. A relação da cana-de-açúcar com o poder. Alagoas no contexto regional nordestino e
no contexto nacional. As Etnias e a história de Alagoas. O Turismo e sua construção histórica no
estado.
Bibliografia Básica:
COSTA, E. V. Da senzala a colônia. São Paulo: UNESP, 1998.
BERNARDES, D. Um império entre repúblicas. Coleção: História Popular. Rio de Janeiro: Global
Editora, 2004.
DIEGUES JR. M. O Bangüê nas Alagoas: Traços da Influência do Sistema Econômico do Engenho de
Açúcar na vida e na Cultura Regional. Maceió: EdUFAL, 2006.
Bibliografia Complementar:
APRATTO, D. A Metamorfose das Oligarquias. Curitiba: HD Livros Editora, 1997.
ALMEIDA, L. S. de. Alagoas nos tempos do cólera. São Paulo: Escrituras, 1996.
COSTA, C. História das Alagoas. 2ed. São Paulo: Melhoramentos, 1983.
LINDOSO, D. Interpretação da Província: Estudo da Cultura Alagoana. Maceió: EdUFAL, 2005.
MÉRO, E. O Barão do Penedo: a missão da palavra. Maceió: SERGASA, 1992.
Disciplina: INTRODUÇÃO AO ESPANHOL BÁSICO – 36H

C. H. Teórica
27

C. H. Prática
09

Ementa: Estudo da origem do Idioma Espanhol, sua expansão histórica, a unidade e variedade do
Espanhol, a difusão espanhola e expansão da Língua Espanhola no mundo globalizado, proporcionar
ao estudante as bases necessárias para aquisição da Língua Espanhola em nível básico,
desenvolvendo e estimulando a capacidade de comunicação tanto no campo da linguagem escrita
quanto na linguagem falada.
Bibliografia básica:
CASTRO, F. Uso de la gramática. (Elemental, intermedio, avanzado). Madrid. Edelsa, 2004.
GARCÍA. M. de L. A. Español sin Fronteiras, vol.I,II,III,IV. Scipione. São Paulo, 2013.
MORENO FERNÁNDEZ, Francisco. Historia social de las lenguas de España. Barcelona: Ariel, 2005.

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

-

U F A L | 50

Bibliografia Complementar
ALARCOS L. E. Gramática de la lengua española. Madrid, Espasa-Calpe, 2001.
GARCÍA MOUTON. Lenguas y dialectos de España. Madrid: ArcoLibros, 1994. GONZÁLEZ HERMOSO,
C. R. & SÁNCHEZ Alfaro, M. Gramática de Español lengua extranjera. Normas y recursos para la
comunicación. Madrid. Edelsa. MATTE BON, F. Gramática comunicativa del español I: de la lengua a la
idea. Madrid. Edelsa, 2000.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Esbozo de una nueva gramática de la lengua española. Madrid, Real
Academia, s/d.
SECO, Manuel. Gramática esencial del español. Madrid. Aguilar.
Disciplina: LABORATÓRIO DE TURISMO E CRIATIVIDADE – C. H. Teórica
36H
27

C. H. Prática
09

Ementa: Introdução ao conceito de criatividade. O pensar e o agir criativos. Economia, cidade e
territórios criativos. O Advento do turismo criativo. Turismo e criatividade na elaboração de roteiros e
produtos turísticos.
Bibliografia Básica:
PREDEBOM, J. Criatividade – Abrindo o lado Inovador da mente. São Paulo: Atlas, 2005.
RICHARDS, G.; Creativity and Tourism - The State of the Art. Annals of Tourism Research, Vol. 38, No.
4, pp. 1225–1253, Elsevier Ltd. All rights reserved, 2011.
ZUGMAN, F. O Mito da Criatividade. São Paulo: Campus, 2007.
Bibliografia Complementar:
BRASIL. Ministério da Cultura. Plano da Secretaria da Economia Criativa: políticas, diretrizes e ações
2011 – 2014. Brasília: Ministério da Cultura, 2012. Edição revisada. Disponível em:
<http://cultura.gov.br/documents/10913/636523/PLANO+DA+SECRETARIA+DA
+ECONOMIA+CRIATIVA/81dd57b6-e43b-43ec-93cf-2a29be1dd071>. Acesso em: 02 set.2017.
GOLEMAN, D. O Espírito Criativo. São Paulo: Cultrix, 1992.
RICHARDS, G.; WILSON, J. Developing creativity in tourists experiences: A solution to the serial
reproduction of culture? Tourism Management, v.27, n.6, p.1209-1223, 2006.
REIS, A.C.F. (Org.) Cidades Criativas - da Teoria à prática. São Paulo: Ed. SESI, 2012.
UNESCO. United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization. Creative Cities Network.
2015a. Disponível em: <http://www.unesco.org/new/en/culture/themes/ creativity/creative-citiesnetwork/who-are-the-members/>. Acesso em: 02 set. 2017.

Disciplina: LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS) – 36H

C. H. Teórica
18

C. H. Prática
18

Ementa: Estudo da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), de seu histórico, estrutura gramatical,
expressões manuais, gestuais e do seu papel para a comunidade surda. Atendimento aos turistas
Surdos e Deficientes Auditivos através da Língua de Sinais e outras formas de comunicação, em

situações de hotelaria e restaurantes, garantindo a inclusão social.
Bibliografia Básica:
CAPOVILLA, F. C.; RAPHAEL, W. D. Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da língua de sinais
brasileira. 3. ed. São Paulo: USP, 2008. V.1.
FERREIRA, L. Por uma gramática de línguas de sinais. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Tempo Brasileiro,
2010.
GESSER, A. Libras, que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da
realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.
QUADROS, R. M.; KARNOPP, L. B. Língua de Sinais Estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed
2004.
Bibliografia Complementar:

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

-

U F A L | 51

BRASIL. Lei nº 10.436 de 24 de Abril de 2002. Diário Oficial da República Federativa do Brasil.
Poder Legislativo, Brasília, DF. 2002
BRASIL. Decreto nº 5626 de 22 de Dezembro de 2005. Diário Oficial da República Federativa do
Brasil. Poder Legislativo, Brasília, DF. 2005
FELIPE, T.; MONTEIRO, M. LIBRAS em Contexto: Curso Básico: Livro do Professor. 4. ed. Rio de
Janeiro: LIBRAS Editora Gráfica, 2005
QUADROS, R. M. de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: ARTMED,
1997.
STROBEL, K. As imagens do outro sobre a cultura surda. 2. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2009.
Disciplina: TÓPICOS ESPECIAIS EM TURISMO – 36H

C. H. Teórica
A definir

C. H. Prática
A definir

Ementa: Disciplina aplicada em modo de oficina, de acordo com os conteúdos de discussão da
definição semestral do Colegiado do Curso, conteúdos flexíveis contemporâneos ligados às Ciências
da Hospitalidade e do Turismo, suas especificidades, em atenção às demandas profissionais mais
atuais.
Bibliografia:
De acordo com os conteúdos de discussão da disciplina.

Disciplina: TRANSPORTES TURÍSTICOS – 36H

C. H. Teórica
18

C. H. Prática
18

Ementa: A legislação dos sistemas de transportes em turismo: contextos internacional e nacional.
As relações dos modais de transportes e o Turismo. Tipologia de transportes. Fluxos e problemas
encontrados nos transportes turísticos brasileiros.
Bibliografia Básica:
BENI, M. C. Análise Estrutural do Turismo. São Paulo: SENAC, 1998.
DE LA TORRE, F. Sistemas de Transporte Turístico. São Paulo, Editora Roca.
. Agências de Viagens e Transportes. São Paulo: Roca, 2003.
DI RONÁ, R. Transportes no Turismo. São Paulo: Editora Manole, 2002.
Bibliografia Complementar:
ACERENZA, M. A. Administração do Turismo. Bauru, SP: EDUSC, 2002. Vol. 1.
COOPER, C. Turismo: princípios e prática. 2. ed., Porto Alegre: Bookman, 2001.
LOHMANNN PALHARES, G. Transportes Turísticos. São Paulo: Editora Aleph, 2002.
_____________________. Transporte Aéreo e Turismo – Gerando desenvolvimento Socioeconômico.
São Paulo: Editora Aleph,
2001.
THEOBALD, W. F., Org. Turismo global. São Paulo: SENAC, 2001.
Disciplina: TURISMO E CINEMA – 36H

C. H. Teórica
18

C. H. Prática
18

Ementa: turismo e cinema na História. Turismo cinematográfico no mundo e no brasil. Destinos
internacionais e nacionais consagrados pelo cinema; Elaboração de projetos de turismo
cinematográfico e roteiros temáticos
Bibliografia básica:
AMANCIO, T. O brasil dos gringos: imagens no cinema. Niterói: Intertexto, 2000.
BRASIL. MINISTÉRIO DO TURISMO. Turismo cinematográfico brasileiro. Brasília, 2007.
NASCIMENTO, F. M. Cineturismo. São Paulo: Aleph – coleção abc do turismo, 2009.
Bibliografia complementar:
COOPER, C. Turismo: princípios e prática. 2. ed., Porto Alegre: Bookman, 2001.
FRARE, V. EUROPA DE CINEMA: Roteiros e dicas de viagem inspirados em grandes filmes. Curitiba:

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

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U F A L | 52

pulp edições, 2011.
FREIRE-MEDEIROS, B. O Rio de Janeiro que Hollywood inventou. Rio de janeiro: zahar, 2005.
MASCARELLO, FERNANDO. (ORG.). História do cinema mundial. Campinas, sp: Papirus, 2006.
RAMOS, FERNANDO P. História do cinema brasileiro. 3 ed. Sp: Art editora, 1990. XAVIER, ISMAIL. O
cinema brasileiro moderno. Sp: Paz e terra, 2001.
Disciplina: TURISMO, RELIGIÃO E ESPIRITUALIDADE – 36H

C. H. Teórica
27

C. H. Prática
09

Ementa: Fundamentos conceituais para se pensar as relações entre turismo, religião e espiritualidade a
partir de conceitos como "sagrado", "profano", “religião” e "espiritualidade". A s p eregrinações no
decorrer da história; Turismo como forma de peregrinação. Religião, espiritualidade e destinos
turísticos; Festas religiosas e fluxos de turismo.
Bibliografia Básica:
DIAS, R. e SILVEIRA, E. J.S. da. Turismo Religioso. São Paulo: Alínea, 2003.
OLIVEIRA, C.D.M. de Turismo Religioso. São Paulo Aleph, Coleção ABC do Turismo, 2004.
SWARBROOKE, J. Turismo Sustentável: Turismo Cultural, Ecoturismo e Ética. Volume 5, 2ª edição, São
Paulo: Editora Aleph, 2002.
Bibliografia Complementar:
CAPRA, F. O Ponto de Mutação. São Paulo, Cultrix, 1982.
ELIADE, M. O sagrado e o profano: a essência das religiões. Tradução Rogério Fernandes. – 3ª Ed. –
São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2010.
ROSENDAHL, Z. 1999. O espaço, o sagrado e o profano. Em Manifestações da cultura no
espaço, orgs. Roberto Lobato Corrêa e Zeny Rosendahl, 231-247. Rio de Janeiro: UERJ.
URRY, J. O Olhar do Turista: Lazer e Viagens nas sociedades contemporâneas. 2ª Edição. São Paulo:
Studio Nobel, 1996.
WERNET, A. “Peregrinação a Aparecida: Das romarias programadas ao turismo religioso”. In:
RODRIGUES, A.B. Turismo. Modernidade. Globalização. São Paulo: Hucitec, 1992.

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TIC
A implantação de plataforma de ensino e a capacitação dos docentes da UFAL para o
uso das ferramentas da Tecnologia da Informação e da Comunicação têm sido pontos
estruturantes para a transformação das aulas tradicionais, levando a universidade para um
novo patamar de interação e facilitando a acessibilidade e a melhor integração de docentes
e discentes às atividades acadêmicas.
Para essa consolidação a UFAL está se comprometendo com duas ações básicas
preponderantes: a) a substituição dos seus sistemas informatizados acadêmicos e
administrativos; b) reestruturação da rede lógica, em especial o aumento de velocidade e o
alcance da rede, permitindo salas de aula verdadeiramente eletrônicas.
Está, portanto, atenta a novas tendências e desafios para a sociedade em um mundo
contemporâneo e buscando sempre novas práticas pedagógicas.
Embora as ferramentas de Tecnologia da Informação e da Comunicação estejam
disponibilizadas por meio de Ambientes Virtuais de Aprendizagem, a Plataforma Moodle,
para aulas na modalidade a Distância e ou semi presencias não ultrapassando os 20% (vinte
por cento) da carga horária total do curso, conforme orienta a Portaria MEC Nº 4.059, de 10
de dezembro de 2004, o curso não faz uso das mesmas.
O uso das TICs, por parte dos estudantes com necessidades educacionais favorece
não só o aprendizado, mas a participação, com autonomia, na vida acadêmica. Assim, o
curso de Graduação em Turismo utiliza a Tecnologia da Informação e comunicação como

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

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ferramenta de trabalho do professor e do aluno, como: softwares, redes sociais, blogs,
dentre outros recursos, assim como o laboratório de Informática.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As Atividades complementares estão institucionalizadas através da Resolução nº
113/95 – CEPE, de 13 de novembro de 1995. São componentes curriculares que possibilitam
o reconhecimento, por avaliação, de habilidades, conhecimentos e competências do aluno,
inclusive adquiridas fora do ambiente escolar, incluindo a prática de estudos e atividades
independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas relações
com o mundo do trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade.
As Atividades Acadêmicas Complementares oferecidas pela Instituição estarão
estreitamente associadas às dimensões de Ensino, Pesquisa e Extensão.
O parecer do CNE/CES nº 108, de 7 de maio de 2003 estabelece um percentual de
20% da carga horária total do curso destinado ao estágio curricular e atividades
complementares e/ou práticas. Contudo, as mesmas não podem exceder aos mesmos 20%,
salvo determinações legais específicas. Para o Curso de Graduação em Turismo fica
estabelecido um percentual que obedece desse limite específico da carga horária total do
curso, com atividades complementares, como:
a) Atividades voluntárias desenvolvidas com organizações privadas, públicas e não
governamentais;
b) Monitorias;
c) Participação com bolsa ou voluntária em projetos de iniciação científica;
d) Estágios curriculares não-obrigatórios;
e) Participação em projetos de extensão;
f) Viagens de estudos;
g) Palestras;
h) Seminários ou fóruns;
i) Módulos temáticos.
As Atividades Acadêmicas Complementares são constituídas por atividades
extracurriculares, que podem ser integralizadoras ou adicionais ao currículo do curso, desde
que comprovadas pela documentação necessária correspondente e devem ser
desenvolvidas durante o curso de graduação, sem prejuízo das demais aulas e de outras
atividades curriculares.
As Atividades Complementares se constituem componentes curriculares
enriquecedores e implementadores do próprio perfil do formando, sem que se confundam
com estágio curricular supervisionado.
A organização das Atividades Acadêmicas Complementares visa garantir ao discente
o acesso às atividades relevantes de sua formação acadêmica, profissional e cidadã.
ESTÁGIO
De acordo com a Lei 11.788 de 25 de setembro de 2008 e com a Resolução Nº
71/2006-CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006, Estágio é ato educativo escolar
supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o
trabalho produtivo de estudantes que estejam frequentando o ensino regular em
instituições de educação superior. Ele faz parte do projeto pedagógico do curso, além de
integrar o itinerário formativo do discente e visa ao aprendizado de competências próprias

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

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da atividade profissional e à contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do
educando para a vida cidadã e para o trabalho.
O estágio poderá ser obrigatório ou não-obrigatório, conforme determinação das
diretrizes curriculares da etapa, modalidade e área de ensino e do projeto pedagógico do
curso. Estágio obrigatório é aquele definido como tal no projeto do curso, cuja carga horária
é requisito para aprovação e obtenção de diploma. Estágio não-obrigatório é aquele
desenvolvido como atividade opcional, acrescida à carga horária regular e obrigatória.
O Estágio Curricular obrigatório fica definido como parte integrante da carga horária
obrigatória do Curso de Graduação em Turismo com duração mínima de 230 horas/aula,
sendo regido pelo disposto na Lei 11.788/2008 e na Resolução CONSUNI-UFAL 71/2006, e
por regulamento elaborado pelo NDE do curso e aprovado pelo Colegiado, o qual segue nos
apêndices deste documento.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é um estudo realizado pelo aluno e
orientado por um professor da UFAL, que engloba atividades práticas e/ou teóricas
permitindo ao aluno a ampliação, aplicação e demonstração dos conhecimentos adquiridos
ao longo do curso e também aplicar a métodos e técnicas de pesquisa na sua execução.
O Trabalho de Conclusão de Curso está institucionalizado através da Resolução Nº
25/2005 - CEPE, de 26 de outubro de 2005 que em seu Art. 18 afirma: o Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular obrigatório em todos os Projetos
Pedagógicos dos Cursos da UFAL. Os temas abordados nos TCC’s deverão contemplar
alguma das áreas de formação dos alunos.
As Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Turismo, instituídas
pela Resolução nº 13, de 24 de novembro de 2006, estabelecem para o Trabalho de
Conclusão de Curso – TCC, quando instituído no Projeto Pedagógico do Curso (PPC), é
obrigatório para a integralização da formação discente.
O TCC não se constitui como disciplina, não tendo, portanto, carga horária fixa
semanal, sendo sua carga horária total prevista neste PPC (140 horas) e computada para a
integralização do Curso. Nesta perspectiva, cada PPC toma para si a responsabilidade de
definir a forma de realização, acompanhamento, apresentação e avaliação do TCC,
estabelecendo normas próprias. No curso de Graduação em Turismo da UFAL, estabelece-se
o Regulamento para planejamento e desenvolvimento do TCC com regulamentação própria,
elaborada pelo NDE e aprovada pelo colegiado do curso, que segue nos apêndices deste
documento.
ATIVIDADES DE EXTENSÃO
A universidade é uma instituição responsável pela geração e gestão do conhecimento
a serviço da humanidade. Na missão da UFAL, cabe a produção de conhecimento, a
formação de profissionais, a transformação da sociedade e da própria universidade e a
produção, preservação e difusão cultural.
A Extensão por sua vez, trata da promoção do diálogo de saberes entre a academia e
outros setores da sociedade por meio do ensino e da pesquisa, de forma que a universidade
possa cumprir a sua missão. Extensão é a universidade em diálogo com a sociedade por meio
do ensino e da pesquisa.

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

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EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA NO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
A Resolução 65/2014 - CONSUNI/UFAL, no art. 3°, trata que “a Extensão Universitária,
inspirada no princípio constitucional da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão,
é um processo interdisciplinar, educativo, cultural, científico e político que promove a
interação transformadora entre a Universidade e outros setores da sociedade”.
O Plano Nacional de Educação – PNE (2001-2011) aprovado pela Lei 10.172 de 09 de
Janeiro de 2001, no capítulo que trata da Educação superior na Meta 23, aponta o dever de
Implantar o Programa de Desenvolvimento da Extensão Universitária em todas as
instituições federais de ensino superior no quadriênio de 2001-2004 e assegura que, no
mínimo, 10% do total de créditos exigidos para a graduação no ensino superior no país será
reservado para a atuação dos alunos em ações extensionistas. Nessa perspectiva a UFAL em
seu PDI (2013-2017), aponta que: “[…] as ações de extensão devem ser parte integrante dos
currículos dos cursos de graduação, assegurando, no mínimo, 10% do total de créditos
curriculares exigidos na forma de programas e projetos de extensão universitária como
preconiza a Meta 12.7 do Plano Nacional de Educação para o decênio 2011 a 2020.” Porém,
o novo PNE só entrou em vigor em 2014 e está em vigor até o ano de 2024, reafirmando os
princípios básicos da extensão em sua Meta 12.7, a qual traz a seguinte estratégia para
subsidiar a extensão, “[…] assegurar, no mínimo, dez por cento do total de créditos
curriculares exigidos para a graduação em programas e projetos de extensão universitária,
orientando sua ação, prioritariamente, para áreas de grande pertinência social; […].”
Sendo a atividade turística a segunda maior fonte de movimentação econômica em
Alagoas, evidencia-se a sua importância, também, no contexto social, visto que em Alagoas
muitas regiões potencialmente turísticas estão situadas em realidades sociais carentes de
desenvolvimento socioeconômico, como é o caso de Penedo e sua área de influência. No
âmbito deste curso de Graduação em Turismo, diversas ações extensionistas têm sido
desenvolvidas com o objetivo de contribuir na formação dos estudantes, de forma a se
contemplar aspectos sócio-economico-ambientais do turismo e suas áreas afins, em Alagoas,
envolvendo comunidades, e visando melhorias de qualidade de vida dessas, atreladas ao
desenvolvimento do turismo e de sua cadeia produtiva.
Como o curso possui características multidisciplinares, essas ações perpassam pelas
mais variadas áreas do conhecimento, mas sem perder o foco na formação de profissionais
gestores do turismo, levando em consideração as demandas sócio-cultural-ambientais da
realidade onde se apresenta o fenômeno turístico. Assim, as ações extensionistas se
desenvolvem a partir das possibilidades que um gestor de turismo tem de contemplar, no
planejamento dessa atividade, áreas temáticas como “Cultura” e “Meio Ambiente”, com
foco no desenvolvimento regional dos patrimônios culturais, históricos e naturais.
Conforme os documentos apontados anteriormente, e de acordo com a resolução nº
04 de 2018, aprovada pelo Conselho da Universidade Federal de Alagoas, as práticas
extensionistas do Curso de Graduação em Turismo continuarão acontecendo conforme as
demandas que se apresentarem ao longo do curso. No entanto, as ações poderão ser
materializadas por intermédio de programas, projetos, eventos, cursos, prestação de
serviços e/ou produtos, os quais deverão estar cadastrados no Sistema Integrado de Gestão
de Atividades Acadêmicas – SIGAA da pró-reitoria de Extensão - PROEX.”
EXTENSÃO CURRICULAR OBRIGATÓRIA

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

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As atividades curriculares de extensão no Curso de graduação em turismo serão
contempladas, intrinsecamente às ações de ensino e de pesquisa, na forma de um programa
e de projetos e eventos.
Os discentes participarão de Atividades Curriculares Extensionistas (ACE´s) inseridas
no programa institucionalizado de extensão desse curso, em 5 semestres letivos do curso a
partir do 3º período, totalizando uma carga horária de 326 horas. As ACE´s serão
desenvolvidas contemplando dois projetos e um evento, envolvendo cada turma da
graduação, conforme os quadros a seguir:
Programas de Extensão
Programa

Desenvolvendo bases para a construção de um turismo
sustentável.
Atividades Curriculares de Extensão – ACE
Programa de Extensão: Desenvolvendo bases para a

Áreas Envolvidas
Área Temática
Área Temática
Principal
Secundária
Cultura
Meio Ambiente
Qtde.

Período letivo

1
1
1

3º e 4º
5º e 6º
7º

construção de um turismo sustentável.
ACE 01 e 02: Projeto de Extensão 1
ACE 03 e 04: Projeto de Extensão 2
ACE 05: Evento

Para além da complementação da carga horária mínima das atividades de extensão,
os estudantes podem participar de outras atividades vinculados às comunidades, em
qualquer período do curso, tais como: Pesquisa, Trabalho de Conclusão de Curso e
Atividades de Complementares. Todas as ações de extensão são registradas junto a
coordenação de extensão da Unidade Acadêmica e na Pró-Reitoria de Extensão – PROEX.
Ressalte-se que todas as atividades curriculares de extensão estarão articuladas ao
Programa de Extensão do curso, o qual será apresentado a seguir.
SOBRE O PROGRAMA DE EXTENSÃO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO
Título do Programa: Desenvolvendo bases para a construção de um turismo sustentável.
Justificativa:
O curso de Graduação em Turismo da UFAL tem funcionado em uma região com
elevado potencial para o desenvolvimento do turismo, como é o caso da região de influência
de Penedo-AL. Esse potencial se justifica com a presença, nessa região, de recursos
turísticos, tanto de ordem natural quanto cultural.
Para um efetivo desenvolvimento turístico dessa região, o ideal é a busca de
princípios calcados na sustentabilidade sócio-economico-ambiental. Por isso, as ações
extensionistas desse curso de graduação devem estar alinhadas com tais princípios, os quais
permitem uma aproximação efetiva entre a Universidade e as demandas sociais da região,
que podem ser representadas por diversos atores sociais, ligados ao poder público, à
iniciativa privada e à população local.
Além disso, no que se refere à formação discente, o programa de extensão aqui
proposto visa a proporcionar ao estudante uma prática atrelada diretamente ao ensino e à

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

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pesquisa realizadas no âmbito do curso de Graduação em Turismo, em uma contínua
aproximação com demandas sócio-econômico-ambientais da realidade direta ou
potencialmente influenciada pelo fenômeno turístico.
Abrangências do Programa de Extensão
Interdisciplinaridades: envolverá docentes e/ou pesquisadores de dentro ou de fora
da UFAL, de áreas distintas, no desenvolvimento das atividades de extensão.
Intersetorial: envolverá setores distintos no desenvolvimento das ações de Extensão
ou profissionais de setores/departamentos diversos ligados à governança do turismo local.
Interinstitucional: envolvimento de organizações institucionais distintas no
desenvolvimento das ações de Extensão, tanto na forma de coparticipação nas ações de
extensionistas quanto no envolvimento direto de profissionais destes órgãos, através de
representantes dos setores público, privado, e da população local.
Áreas Temáticas do Programa:
Área temática principal: Cultura; área temática secundária: Meio Ambiente. Através
da área temática principal focada em aspectos culturais e ambientais, pode-se contemplar
ações extensionistas que visem ao desenvolvimento regional, através da valorização dos
patrimônios culturais, históricos e naturais.
Linhas de Extensão do Programa:
Desenvolvimento regional e Patrimônio cultural, histórico e natural.
Objetivos do Programa:
Objetivo Geral:
Congregar e aplicar os saberes produzidos no curso de graduação em Turismo, em
sintonia com demandas socioculturais e ambientais da realidade de Penedo e suas áreas de
influência, visando a colaborar com o desenvolvimento da região.
Objetivos Específicos:


Executar atividades extensionistas que capacitem os discentes ao desenvolvimento de
competências para a construção dos pilares para o desenvolvimento de um turismo
sustentável na região;



realizar projetos, cursos e eventos extensionistas vinculados às áreas temáticas de
“Cultura” e “Meio Ambiente”, e às linhas de extensão “Desenvolvimento Regional” e
Patrimônio cultural, histórico e natural”;

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo



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potencializar impactos positivos do desenvolvimento do turismo, através de ações
relacionados ao patrimônios culturais e ambientais, nas comunidades e instituições
envolvidas, efetiva ou potencialmente, com atividades relacionadas direta ou
indiretamente ao turismo.

Ementa do Programa:
O programa se propõe a desenvolver ações nas áreas de: turismo, meio ambiente e
sustentabilidade; turismo, cultura e sociedade; turismo, planejamento e políticas públicas;
turismo e alternativas para o desenvolvimento econômico, empreendimentos turísticos e
demandas sócio-econômico-ambientais.
Metodologia:
Público-alvo e local de atuação: o público alvo será composto por atores sociais
ligados à atividade turística, do poder público, da iniciativa privada e da população local.
Período de Realização: a duração do programa será a de um ciclo do curso, ou seja,
quatro (04) anos.
Tipos de ACE’s associadas: as Atividades Curriculares Extensionistas (ACE´s) poderão
ser desenvolvidas através de projetos, eventos, cursos ou com a elaboração de produtos
provenientes dessas ACE´s, sendo que, obrigatoriamente ocorrerão, simultaneamente na
execução do programa, dois projetos (cada um com 144h, divididos em dois semestres
letivos com ACE´s de 72h), e um evento (com 38h), como indicado na matriz curricular.
Acompanhamento e Avaliação:
Serão realizados registros (escritos, orais, visuais…), relatórios, ou quaisquer outras
definidas pelos docentes responsáveis por conduzir as ACE´s. Também poderão ser
elaborados instrumentos embasados em indicadores de avaliação, alinhados aos Indicadores
gerais de Extensão, conforme a Política Nacional de Extensão 2.
Referências para o programa de extensão e ACE´s:
Básicas:
BARRETTO, M. Turismo e legado cultural: as possibilidades do planejamento. Campinas,
Papirus, 2000.
BENI, M. C. Análise Estrutural do Turismo. São Paulo: SENAC, 1998.
COOPER, C. Turismo: princípios e prática. 2. ed., Porto Alegre: Bookman, 2001.
2

Vide Indicadores Brasileiros de Extensão Universitária (IBEU):
https://www.ufmg.br/proex/renex/images/documentos/Relat%C3%B3rio_de_Pesquisa_Forproex_EBOOK.pdf

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

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U F A L | 59

CORIOLANO, L. N. O Turismo nos Discursos, nas Políticas e no Combate à pobreza, São
Paulo, Anna DENCKER, A.F.M. Métodos e Técnicas de Pesquisa em Turismo. São Paulo:
Futura, 2001.
DIAS, R. Turismo Sustentável e Meio Ambiente. São Paulo: Atlas, 2003. P.9-27, 51-75, 103128, 159-181. Blume, 2006.
HALL, C.M. Planejamento Turístico: Políticas, Processos e Relacionamentos, São Paulo,
Contexto, 2004.
IGNARRA, L. R. Fundamentos do Turismo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002.
KRIPENDORF, J. Sociologia do Turismo: para uma nova compreensão do lazer e das viagens,
SP, Aleph, 2001.
LAGE, B.H.G. e MILONE, P.C. (orgs.) Turismo: Teoria e Prática. São Paulo: Atlas, 1999.
NETZ, S. (Trad.) Guia de desenvolvimento do turismo sustentável. São Paulo: Bookman, 2003.
PANOSSO NETO, A. e TRIGO, L. G. Reflexões sobre um novo Turismo: política, ciência e
sociedade, São Paulo: Aleph, 2003.
RODRIGUES, A. B. (Org.). Turismo e desenvolvimento local. São Paulo: HUCITEC, 1997.
SWARBROOKE, J. Comportamento do consumidor no turismo. São Paulo: Aleph, 2002.
SWARBROOKE, J. Turismo Sustentável: Conceitos e Impacto Ambiental. Volume 1, 3ª edição,
São Paulo: Editora Aleph, 2002.
SWARBROOKE, J. Turismo Sustentável: Turismo Cultural, Ecoturismo e Ética. Volume 5, 2ª
edição, São Paulo: Editora Aleph, 2002.
SWARBROOKE, J. Turismo Sustentável: Gestão e Marketing. São Paulo: Aleph, 2000.
URRY, J. O Olhar do Turista, SP: Nobel, 1996.
VASCONCELLOS, M. A. S. de; CARVALHO, L . C. Pereira de. Introdução à economia do
turismo. São Paulo: Saraiva, 2006.
Complementares:
ANDRADE, Luiz Antônio Botelho; SILVA, Edson Pereira. A Universidade e sua relação com o
outro: um conceito para extensão universitária. Educação Brasileira, v. 23, n. 47, p. 65-79,
2001.

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

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BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre universidade e comunidade.
EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 9, n.1, p. 157-169, jan./jun. 2007
FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983, 93p.
GUIMARÃES, Regina Guedes Moreira; ARAÚJO FILHO, Targino de. (org.). Extensão
universitária: conceitos, métodos e práticas. Rio de Janeiro, v. 1, p. 41-55, 2003.
GURGEL, R. M. Extensão Universitária: Comunicação ou domesticação? São Paulo: Cortez,
1986.
HARVEY, D. Condição Pós-Moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural. São
Paulo, Loyola, 1993.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas
Brasileiras e SESu/MEC. Política Nacional de Extensão Universitária, Manaus, 2012.
PERES, C. M.; ANDRADE, A. S.; GARCIA, S. B. Atividades extracurriculares: multiplicidade e
diferenciação necessárias ao currículo. Rev. Bras. Ed. Med. v.3, n.3, p. 203- 11.
PIERSON, Alice Helena Campos; CORTEGOSO, Ana Lucia; ARAÚJO FILHO, Targino de.
Flexibilização curricular: experiências e perspectivas. In: THIOLLENT, Michel; CASTELO
BRANCO, Alba Lúcia;
REDE NACIONAL DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Documentos. Plano Nacional de Extensão
Universitária, 2001. Disponível em: <http://www.renex.org.br> Acesso em: 15 dez. 2004.
AVALIAÇÃO NO CONTEXTO INSTITUCIONAL
A avaliação conforme concebida no Projeto Pedagógico Institucional – PPI – é um
fator de gestão no sentido de possibilitar correções, reorientar práticas pedagógicas, refletir
sobre os projetos pedagógicos, delimitar os obstáculos administrativos e se processa no
âmbito do curso pelo acompanhamento do Projeto Pedagógico e pela avaliação do processo
ensino/aprendizagem. Deste modo, ela se explicita, de forma clara e objetiva, no Projeto
Pedagógico de Curso que, deverá prever tempo amplo para o processo de sua autoavaliação
pedagógica.
A avaliação é um mecanismo que contribui para as respostas dadas às demandas da
sociedade e da comunidade científica e deve ser entendida como um processo amplo e coparticipativo, respeitando os critérios estabelecidos no regulamento geral dos cursos de
graduação.
Ela transcende a concepção de avaliação da aprendizagem e deve ser integrada ao
PPC como dado que interfira consistentemente na ação pedagógica do curso, de maneira
que garanta a flexibilização curricular e que permita a adequação do desenvolvimento
acadêmico à realidade na qual se insere a UFAL. A avaliação requer, portanto, por parte de
todos os atores envolvidos com o processo educacional, uma permanente aferição avaliativa
do Projeto Pedagógico em relação aos fins pré-constituídos, às metas e às ações definidas.
Assim, a avaliação deve ser percebida como movimento de reflexão sobre os constitutivos
do processo de ensino-aprendizagem, do plano político-pedagógico e das atividades
curriculares.

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

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PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM
A avaliação do processo ensino-aprendizagem insere-se na própria dinâmica
curricular. A avaliação é, portanto, uma atitude de responsabilidade da instituição, dos
professores e dos alunos acerca do processo formativo. A avaliação que aqui se propõe não
é uma atividade puramente técnica, ela deve ser processual e formativa; e, manter
coerência com todos os aspectos do planejamento e execução do Projeto Pedagógico do
curso.
A avaliação da aprendizagem considera os aspectos legais no que concerne à aferição
quantitativa do percentual de 75% de presença às atividades de ensino previstas pela carga
horária de cada disciplina e no total da carga horária do curso e qualitativa em relação ao
total de pontos obtidos pelo aluno em cada disciplina.
No plano interno, a avaliação da aprendizagem atende ao Art. 9º. da Resolução 25/05
– CEPE que determina que o regime de aprovação do aluno em cada disciplina será efetivado
mediante a apuração da frequência às atividades didáticas e do rendimento escolar.
Neste entendimento, o Art. 10 afirma que: “Será considerado reprovado por falta o
aluno que não comparecer a mais de 25% (vinte e cinco por cento) das atividades didáticas
realizadas no semestre letivo.
Parágrafo Único - O abono, compensação de faltas ou dispensa de frequência, só será
permitido nos casos especiais previstos nos termos do Decreto-Lei no 1.044 (21/10/1969),
Decreto-Lei no 6.202 (17/04/1975) e no Regimento Geral da UFAL.
A mesma resolução apresenta um capítulo detalhando como se efetiva a apuração do
rendimento escolar.
Art. 11 - A avaliação do rendimento escolar se dará através de:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
(b) Prova Final (PF), quando for o caso;
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
§ 1o – Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação, inclusive prova final,
após a divulgação antecipada de, pelo menos, 48 (quarenta e oito) horas, das notas obtidas
pelo aluno em avaliações anteriores.
§ 2o - O aluno terá direito de acesso aos instrumentos e critérios de avaliação e, no
prazo de 02 (dois) dias úteis após a divulgação de cada resultado, poderá solicitar revisão da
correção de sua avaliação, por uma comissão de professores designada pelo Colegiado do
Curso.
Art. 12 - Será também considerado, para efeito de avaliação, o Estágio Curricular
Obrigatório, quando previsto no PPC.
Art. 13 - Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que possível, aos
conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante de mais de 01 (um)
instrumento de avaliação, tais como: provas escritas e provas práticas, além de outras
opções como provas orais, seminários, experiências clínicas, estudos de caso, atividades
práticas em qualquer campo utilizado no processo de aprendizagem.

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

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U F A L | 62

§ 1o - Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais dos
instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB) respectiva, calculada
considerando-se a média das avaliações programadas e efetivadas pela disciplina.
§ 2o - Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em uma das
02 (duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre letivo, a ser reavaliado
naquela em que obteve menor pontuação, prevalecendo, neste caso, a maior.
Art. 14 - A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética, apurada
até centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais.
§ 1o - Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
§ 2o - Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das Avaliações
Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
Art. 15 - O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou
superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a Prova Final (PF).
Parágrafo Único - A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina
ministrada e será realizada no término do semestre letivo, em época posterior às
reavaliações, conforme o Calendário Acadêmico da UFAL.
Art. 16 - Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF), em cada
disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e cinco
décimos).
Parágrafo Único - O cálculo para a obtenção da média final é a média ponderada da
Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da nota da Prova Final (PF),
com peso 4 (quatro).
Art. 17 - Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não tendo comparecido à
Prova Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo de doença, devendo requerê-la ao
respectivo Colegiado do Curso no prazo de 48 (quarenta e oito) horas após a realização da
prova.
Parágrafo Único - A Prova Final, em segunda chamada, realizar-se-á até 05 (cinco)
dias após a realização da primeira chamada, onde prevalecerá o mesmo critério disposto no
Parágrafo único do Art. 16.
No PPC do curso de Graduação em Turismo a avaliação da aprendizagem é
condizente com a concepção de ensino aprendizagem que norteia a metodologia adotada
para a consecução da proposta curricular, de forma a fortalecer a perspectiva da formação
integral dos alunos respeitando a diversidade e a pluralidade das suas formas de
manifestação e participação nas atividades acadêmicas, sem se distanciar, entretanto, das
determinações legais e institucionais.
AVALIAÇÃO DO CURSO
SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO
EM TURISMO DA UFAL

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

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U F A L | 63

A Lei n° 10.861, de 14 de abril de 2004, Art. 1. Fica instituído o Sistema Nacional de
Educação Superior - SINAES, com o objetivo de assegurar processo nacional de avaliação das
instituições de educação superior, dos cursos de graduação e do desempenho acadêmico de
seus estudantes, nos termos do art. 9, VI, VIII e XI, da Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de
1996.
Art. 2. O SINAES, ao promover a avaliação de instituições, de cursos e de desempenho dos
estudantes, deverá assegurar:
I – avaliação institucional, interna e externa, contemplando a análise global e integrada das
dimensões, estruturas, relações, compromisso social, atividades, finalidades e
responsabilidades sociais das instituições de educação superior e de seus cursos;
II – o caráter público de todos os procedimentos, dados e resultados dos processos avaliados;
III – o respeito à identidade e à diversidade de instituições e de cursos;
IV – a participação do corpo discente, docente e técnico-administrativo das instituições de
educação superior, e da sociedade civil, por meio de suas representações.
Art. 4. A avaliação dos cursos de graduação tem por objetivo identificar as condições de
ensino oferecidas aos estudantes, em especial as relativas ao perfil do corpo docente, às
instalações físicas e à organização didático-pedagógica.
De acordo com a estrutura do Manual de Avaliação Institucional do INEP, os aspectos a
serem avaliados estão organizados em níveis hierárquicos, a saber: dimensões, categorias
de análise, indicadores e aspectos a serem avaliados:
As dimensões compreendem três amplos níveis, que são: Organização Institucional, corpo
docente e instalações.
As categorias das análises estão organizadas em três níveis que compreendem:
1 – Organização Institucional
a – Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI
b – Projeto Político-Pedagógico dos Cursos e Articulação das Atividades
Acadêmicas.
c – Avaliação Institucional (auto avaliação).
2 – Corpo Docente
a – Formação acadêmica e profissional b – Condições de trabalho.
b – Desempenho acadêmico e profissional

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

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U F A L | 64

3 – Instalações
a – Instalações gerais
b – Biblioteca
c – Laboratórios e instalações especiais
Art. 5 A Avaliação do desempenho dos estudantes em relação aos conteúdos programáticos
previstos nas diretrizes curriculares do respectivo curso de graduação, suas habilidades para
ajustamento às exigências decorrentes da evolução do conhecimento e suas competências
para compreender temas exteriores ao âmbito específico de sua profissão, ligados à
realidade brasileira e mundial e a outras áreas do conhecimento.
§ 2° O ENADE será aplicado periodicamente, admitida a utilização de procedimentos
amostrais, aos alunos de todos os cursos de graduação, ao final do primeiro e do último ano
de curso.
Art. 8 A realização da avaliação das instituições, dos cursos e do desempenho dos estudantes
será responsabilidade do INEP.
Art. 9 O Ministério da Educação tornará público e disponível o resultado da avaliação das
instituições de ensino superior e de seus cursos.
A Avaliação Institucional é uma ferramenta de auxílio à administração das instituições
educacionais que buscam a melhoria da qualidade de ensino. Partindo-se desse pressuposto
a Universidade Federal de Alagoas em seu Estatuto, no capítulo III, no Art. 35 – a fim de
preservar e aperfeiçoar continuamente os padrões de qualidade acadêmica, a universidade
mantém seu Programa de Avaliação Institucional, com os seguintes princípios:
I – a avaliação é processual, formativa, permanente, global, conduzida de forma ética, útil,
viável, precisa, transparente, respeitando a pluralidade de concepções, métodos e processos
de trabalho acadêmico;
II – a avaliação é conhecida como um processo de autoconhecimento e de prestação de
contas permanente à comunidade, referenciada na missão e no plano institucional.
Os dados recolhidos a partir dos métodos de avaliação citados colaboram na gestão do curso,
a partir de seu colegiado, a fim de que as lacunas sejam minimizadas.
INSTRUMENTOS COMPLEMENTARES DE AVALIAÇÃO
Objetivando verificar como o Projeto Político-Pedagógico vem contribuindo no processo
de formação do aluno, o acompanhamento de alguns pontos é extremamente fundamental.
Entre estes pontos, destacam-se:
• Índice de retenção dos alunos;
• Tempo de inserção do aluno no mercado;
• Desvio funcional do aluno;
• Mesas redondas anuais com alunos, professores e representantes da sociedade;

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

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• Número de projetos de extensão registrados na Unidade Administrativa;
• Número de pesquisas registradas na Unidade Administrativa;
• Número de alunos envolvidos em projeto de pesquisa e em projeto de extensão;
• Tempo médio de permanência do aluno no curso.
INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DO PROFESSOR E DO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM
• Pelos alunos da disciplina através de instrumento específico;
• Pelo provão anual realizado pela coordenação do curso;
• Pelo número de faltas do professor a atividades pedagógicas e administrativas;
• Pelo acompanhamento do seu plano de aula e o preenchimento do seu boletim;
• Pelo cumprimento do calendário acadêmico;
• Pelo plano de trabalho semestral desenvolvido pelo professor.
INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
• Formação profissional do corpo docente;
• Condições de trabalho;
• Atuação e desempenho acadêmico e profissional;
• Instalações gerais;
• Biblioteca;
• Instalações e laboratórios específicos.
AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO
A cada 2 (dois) anos letivos o Colegiado do Curso de Graduação em Turismo
designará uma Comissão Interna de Avaliação do Curso, podendo ser reconduzida por uma
única vez, composta por 4 (quatro) membros titulares e seus respectivos suplentes
pertencentes à comunidade acadêmica na seguinte proporção: 2 (dois) docentes vinculados
ao Curso de Graduação em Turismo Comissão Interna de Avaliação do Curso; 1 (um)
representante dos servidores técnicos e seu respectivo suplente; e 1 (um) representante
discente e seu respectivo suplente.
Para exercício da Comissão Interna de Avaliação do Curso de Graduação em Turismo
seus membros não precisam participar efetivamente do Colegiado do Curso, tendo como
função a desempenhar o acompanhamento da avaliação do curso, aplicar instrumentos de
avaliação das disciplinas e seus docentes a cada semestre, emitindo relatório de avaliação
semestral do curso com destino a apreciação do Colegiado do Curso e sua divulgação.
As ações visando à avaliação dos cursos se orientam pelas normatizações oriundas da
Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior - CONAES - e se expressa de diferentes
formas. Assim, o processo de avaliação do PPC do Curso de Graduação em Turismo será
realizado por uma comissão representativa dos diferentes segmentos da comunidade
acadêmica, com predomínio de docentes, identificada no Projeto de Auto avaliação da UFAL
como Comissão de Auto avaliação – CAA, instalada em cada Unidade Acadêmica e/ou
Unidade Educacional, no caso dos campi interioranos.
O Curso de Graduação em Turismo deve ser avaliado semestralmente pela citada
Comissão e, em caráter permanente, pelos membros do Núcleo Docente Estruturante – NDE.
Na primeira situação, o processo é conduzido em primeira instância pela CAA que coleta

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

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U F A L | 66

dados através de diferentes estratégias junto ao corpo docente, discente e técnico
administrativo da UA ou EU. Há, também, o acesso espontâneo da comunidade acadêmica
através de formulários on-line, disponibilizados, segundo cronograma de desempenho
divulgado pela CPA. Em ambas as situações os participantes se expressam sobre a condução
do Projeto Pedagógico do Curso, entre outros aspectos como a atuação, a qualificação e a
relação com os docentes e as condições da infraestrutura disponibilizada para a realização
das atividades acadêmicas. Desta forma, os dados computados serão organizados e
analisados pela Comissão de Auto Avaliação – CAA e enviados para serem consolidados pela
CPA/UFAL e incorporados ao Relatório de Avaliação Institucional, de periodicidade anual.
Em relação ao NDE, objetiva-se um acompanhamento permanente da implementação
e desenvolvimento do PPC de forma a garantir a melhor qualidade em todas as suas etapas.
Através de reuniões periódicas, os seus membros devem avaliar a pertinência das disciplinas,
seu ordenamento, a atualização da bibliografia referenciada e as condições de realização de
práticas e estágios supervisionados, de modo a ter condições concretas de intervir sempre
que necessária no sentido do aperfeiçoamento do PPC.
COLEGIADO DO CURSO
Considerando os artigos 25 e 26 do Regimento Geral da UFAL.
Art. 25. O Colegiado de Curso de Graduação é órgão vinculado à Unidade Acadêmica,
com o objetivo de coordenar o funcionamento acadêmico de Curso de Graduação, seu
desenvolvimento e avaliação permanente, sendo composto de:
05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus respectivos suplentes, que
estejam no exercício da docência, eleitos em Consulta efetivada com a comunidade
acadêmica, para cumprirem mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única recondução;
01 (um) representante do Corpo Discente, e seu respectivo suplente, escolhido em
processo organizado pelo respectivo Centro ou Diretório Acadêmico, para cumprir mandato
de 01 (um) ano, admitida uma única recondução;
01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu respectivo suplente,
escolhidos dentre os Técnicos da unidade acadêmica, eleito pelos seus pares, para cumprir
mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única recondução.
Parágrafo Único – O Colegiado terá 01 (um) Coordenador e seu Suplente, escolhidos
pelos seus membros dentre os docentes que o integram.
Art. 26. São atribuições do Colegiado de Curso de Graduação:
coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do Projeto Pedagógico do
Curso, com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais, no perfil do profissional desejado, nas
características e necessidades da área de conhecimento, do mercado de trabalho e da
sociedade;
coordenar o processo de ensino e de aprendizagem, promovendo a integração
docente-discente, a interdisciplinaridade e a compatibilização da ação docente com os
planos de ensino, com vistas à formação profissional planejada;
coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos dos resultados obtidos,
executando e/ou encaminhando aos órgãos competentes as alterações que se fizerem
necessárias;
colaborar com os demais Órgãos Acadêmicos;
exercer outras atribuições compatíveis.
O Colegiado do curso de Graduação em Turismo vem atuando diretamente sobre a

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

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gestão do curso, em colaboração com a coordenação do curso e o núcleo docente
estruturante. A aprovação da composição do Colegiado do curso pelo Conselho Superior da
Unidade Acadêmica da Unidade Penedo se dá a cada dois anos, sendo eleita por consulta
direta com os segmentos docentes, discente e de técnicos-administrativos, pelo Conselho da
Unidade Acadêmica.
O Colegiado no âmbito de suas ações realiza, periodicamente, reuniões ordinárias e
extraordinárias, com a frequência estabelecida de acordo com a necessidade advinda das
demandas. Há participação frequente de discentes e outros membros docentes do curso,
mediante convite da coordenação ou de forma voluntária, além de reuniões conjuntas e
parceria com o NDE do curso.
As decisões advindas do Colegiado são registradas em ATA e encaminhadas à
coordenação do curso, a direção da Unidade Acadêmica ou a instância administrativa
competente para a sua posterior execução, além de também serem possíveis a criação de
comissões simplificadas para as resoluções de demandas específicas do curso. Todas as atas
das reuniões são disponibilizadas na coordenação do curso. Segue a composição do colegiado,
eleito para o biênio 2019-2021:












Profa. Dra. Fabiana de Oliveira Lima
Profa. Dra. Renata Mayara Moreira de Lima
Prof. Dr. Rafael Denes Arruda (Presidente do Colegiado)
Profa. Ms. Rosemeire Lima Secco
Prof. Dr. Daniel Arthur Lisboa de Vasconcelos
Prof. Dr. Mac-Dawison Buarque Lins Costa (1º suplente)
Prof. Ms. Sérgio Onofre de Araujo Seixas (2º suplente)
Prof. Dr. Sandro Alves de Medeiros (3º suplente)
Tamires Fausto Menezes (Representante dos Servidores Técnicos)
Robson dos Santos (Representante Discente)

NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
Em atendimento à Portaria 147/2007, ao Parecer CONAES 04/2010 e a Resolução
CONAES 01/2010 a UFAL instituiu, através da Resolução 52/2012 no âmbito de seus cursos de
graduação os Núcleos Docentes Estruturantes – NDE – em conformidade com as
especificações legais.
Neste sentido, os NDE deverão ser compostos pelo mínimo de cinco membros, todos
docentes com titulação de pós-graduação stricto sensu e formação na área do curso.
Considera-se, igualmente, a afinidade da produção científica com o eixo do curso e sua
dedicação ao mesmo.
O NDE do curso de graduação em Turismo, atuando junto ao curso, delibera sob
orientação de docentes qualificados a contribuir com a dinâmica e a concepção do referido
curso. Esse NDE realiza periódicas reuniões ordinárias e extraordinárias, com sua frequência
estabelecida de acordo com a necessidade advinda das demandas do Colegiado do Curso, tendo
em vista o processo de atualização e reorganização do Projeto Pedagógico.
Seguem os docentes que compõe o atual quadro, após o último ato regulatório do
NDE.


Prof. Dr. Daniel Arthur Lisboa de Vasconcelos (coordenador do NDE)

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo






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Profa. Dra. Fabiana de Oliveira Lima (atual coordenadora do curso)
Profa. Dra. Silvana Pirillo Ramos
Prof. Dra. Renata Mayara Moreira de Lima
Profa. Mestre Cleidijane Siqueira Santos

Devido aos afastamentos para qualificação das docentes Silvana Pirillo Ramos e
Cleidijane Siqueira Santos, a coordenação desse NDE solicitou ao colegiado do curso
providências para a inserção dos docentes Rafael Denes Arruda e Sandro Alves de Medeiros.
Desde o último ato regulatório desse NDE, há o acompanhamento permanente da
implementação e do desenvolvimento do PPC. Através de reuniões periódicas os seus membros
avaliam a pertinência das disciplinas, seu ordenamento, a atualização da bibliografia
referenciada e as condições de realização de práticas e estágios supervisionados, de modo a ter
condições concretas de intervir sempre que houver necessidade, no sentido do aperfeiçoamento
do PPC. Também serão pensadas, no âmbito do NDE, a utilização dos resultados do Enade
como forma de avaliação do curso.

ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
Suporte Administrativo: Campus Arapiraca / Unidade Penedo.
Técnicos-Administrativos - Unidade Penedo/Campus Arapiraca
Secretaria Executiva

Adriana de Oliveira Dias

Rh

Tamires Fausto Meneses
Alex Pereira de Melo
José Moyses Ferreira

Crca
Márcio Alexandre dos Santos Silva
Maíra Farias Ferreira Moraes
Joelma Trajano dos Santos
Nae
Janegeyce da Costa Petuba
Infraestrutura E Patrimônio

Maria Cristina Ferreira Silva Pires

Nti

Carlos Rafael Araújo Silva

Compras E Almoxarifado

Luis Claudio Trajano Oliveira
Kyra Mohanna Soares Lopes

Transportes
Sebastiana Luciene Silva dos Santos
Eliúde Maria da Silva
Biblioteca
Edjames Alves Santos
Ewerton Vieira dos Santos

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

Laboratório Didático

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Heloísa de Carvalho Matos
Marinalva dos Santos Silva
Alexandre Muniz Siqueira de Souza
José Anderson dos Santos Freitas

Extensão – Audiovisual

Ricardo José Oliveira Ferro

POLÍTICAS DE APOIO AOS DOCENTES E TÉCNICOS
Com a promulgação da Constituição Federal de 1988, o Estado Brasileiro passou a ter uma
nova configuração, privilegiando os deveres sociais e repercutindo prontamente na
Administração Pública. Entre seus princípios - legalidade, impessoalidade, moralidade,
publicidade e eficiência, este último, traduzido no aperfeiçoamento da prestação do serviço
público de qualidade, diz respeito diretamente às ações institucionais das IFES, para o apoio
ao seu quadro de pessoal. Desta feita, a UFAL, produtora e disseminadora do conhecimento e
do desenvolvimento econômico e social no estado de Alagoas, precisa abraçá-lo e
materializá-lo em suas ações cotidianas.
Considerando a previsão legal expressa na Lei 5707/06, que dispõe sobre a Política e
as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da Administração Pública Federal, a UFAL
ajusta seu PDI a este novo paradigma, tendo como objetivo, sem prejuízo de outros, o
desenvolvimento permanente do seu servidor.
A UFAL considera o desenvolvimento do servidor como uma atividade essencial para
a melhoria de seu desempenho profissional, bem como de seu crescimento pessoal.
Realizando ações de desenvolvimento, a Política de Gestão de Pessoas busca, principalmente,
melhorar a qualidade dos serviços prestados ao cidadão e orienta-se pelo alinhamento da
competência do servidor com os objetivos da instituição, pela divulgação e gerenciamento
das ações de capacitação e pela racionalização e efetividade dos gastos com treinamentos.
No que concerne ao dimensionamento das necessidades institucionais, diz respeito à
otimização dos Recursos Humanos, a fim de garantir o cumprimento dos objetivos
institucionais. A capacitação, por seu turno, atua em duas frentes: por um lado, melhorar o
desempenho do servidor e por outro, assegurar um quadro mais confiante, motivado e
consequentemente, mais satisfeito. A capacitação é realizada em diferentes momentos e
modalidades: Iniciação ao serviço público, formação geral, educação formal, gestão, interrelação entre os ambientes e formação específica.
Outra ação voltada para o servidor é a avaliação de desempenho que objetiva redimensionar
as ações desenvolvidas pelos servidores no exercício do cargo e auferir seu desempenho,
deixando-o ciente de suas fragilidades e potencialidades e oferecendo subsídios para a
organização do plano de capacitação.
No plano social, o Programa de Qualidade de Vida no Trabalho (PQVT), promove ações
embasadas na Política de Atenção à Saúde do Servidor (PASS), baseadas no conceito de
prevenção de doenças como garantia de condições mais justas de trabalho, valorizando o
servidor e garantindo o pleno exercício de suas funções.
Dentre as políticas de apoio ao servidor, uma se destaca por ter como enfoque o
docente: o Programa de Formação Continuada em Docência do Ensino Superior (PROFORD),
que consiste em um plano de capacitação contemplando desde os docentes recém
empossados, até aqueles com mais tempo na Instituição. O objetivo é incentivá-los à

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

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U F A L | 70

reflexão sobre suas práticas, estabelecendo uma intersecção entre ensino, pesquisa e
extensão, dentro de dois enfoques: a prática docente e a atuação destes profissionais na
gestão acadêmica e institucional.
Esta Política de Apoio ao Docente consolidada é objeto contínuo de avaliação, a fim
de garantir a satisfação do professor e o respeito ao Princípio Constitucional da Eficiência, do
qual nenhuma Instituição de Ensino Superior pode se furtar.
POLÍTICAS DE APOIO AOS DISCENTES
As políticas de apoio aos discentes se fundamentam no PDI/UFAL e nos princípios e
diretrizes estabelecidos pelo Plano Nacional de Assistência Estudantil – PNAES, que objetiva
viabilizar a igualdade de oportunidades entre todos os estudantes e contribuir para a
melhoria do desempenho acadêmico, a partir de medidas que buscam combater situações
de repetência e evasão (Decreto nº 7.234, de 19 de julho de 2010). Apoia, prioritariamente, a
permanência de estudantes em situação de vulnerabilidade e risco social matriculados em
cursos de graduação presencial das Instituições Federais de Ensino Superior – IFES. Sua
instância de discussão e resolução é o Fórum Nacional de Pró-reitores de Assuntos
Comunitários e Estudantis – FONAPRACE, realizado anualmente e no qual a UFAL tem
assento. Na ocasião são feitos diagnósticos e reflexões sobre a realidade estudantil nas IFES e
se estabelecem as diretrizes e linhas de ação das Pró-Reitorias em nível nacional.
De acordo com o PDI/UFAL as políticas discentes da instituição vão além do PNAES, pois
trabalham também com a perspectiva de universalidade no atendimento dos estudantes que
frequentam o espaço universitário. Assim, podem ser identificadas:
- Apoio pedagógico - buscam reforçar e/ou orientar o desenvolvimento acadêmico; apoio ao
acesso às tecnologias de informação e línguas estrangeiras, com a oferta de cursos para
capacitação básica na área. Atenção aos discentes como forma de orientá-los na sua
formação acadêmica e/ou encaminhá-los/as a profissionais específicos para atendimento
através da observação das expressões da questão social. Articulação com as Coordenações
de Curso sobre dificuldades pedagógicas desses alunos e planejamento para superação das
mesmas. Ex.: PAINTER, que promove ações de extensão interdisciplinares a fim de
demonstrar e estimular o trabalho com objetivos voltados aos benefícios coletivos;
Monitoria e Tutoria, a fim de aproximar o discente da prática docente, aprimorando e
valorizando suas habilidades com determinada disciplina.
- Estímulo à permanência - atendimento às expressões da questão social que produzem
impactos negativos na subjetividade dos estudantes e que comprometem seu desempenho
acadêmico; atendimento psicossocial realizado por profissionais qualificados, com vistas ao
equilíbrio pessoal para a melhoria do desempenho acadêmico; atendimento do estudante na
área da saúde através da assistência médico odontológica; fomento à prática de atividades
física e de esporte; promoção de atividades relacionadas à arte e cultura no espaço
universitário; implementação de bolsas institucionais que visam ao aprimoramento
acadêmico. Ex.: Bolsa Permanência (Pró-Graduando).
- Apoio financeiro - disponibilização de bolsa institucional a fim de incentivar os talentos e
potenciais dos estudantes de graduação, mediante sua participação em projetos de assuntos
de interesse institucional, de pesquisa e/ou de extensão universitária que contribuam para
sua formação acadêmica; disponibilização de bolsas aos discentes em situação de risco e

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

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U F A L | 71

vulnerabilidade social, prioritariamente, a fim de ser provida uma condição favorável aos
estudos, bem como ser uma fonte motivadora para ampliação do conhecimento, intercâmbio
cultural, residência e restaurante universitários. Ex.: PIBID, PIBIC, PET.
- Organização estudantil – ação desenvolvida por intermédio de projetos e ações esportivos,
culturais e acadêmico-científicos quer sejam promovidos pela universidade quer sejam
promovidos pelos estudantes. Alguns espaços físicos são reservados para as atividades dos
centros acadêmicos, vindo a colaborar com a ampliação dos espaços de discussão e diálogo
que contribuam para a formação política dos estudantes. Ex.: Centros Acadêmicos, DCE.
- Plano de acompanhamento do assistido – proporciona uma maior segurança para o aluno
quanto à sua possibilidade de sucesso na instituição, evitando assim um aumento da
retenção e/ou da evasão. Evita também a acomodação do mesmo ao longo do curso. Busca a
reorientação e a preparação para a saída dos mesmos, diminuindo a ansiedade entre a
academia e o mercado de trabalho. Ex.: Estágios.
- Os discentes também contam com programas como o programa institucional de monitoria e o
programa de educação tutorial (PET).
O programa institucional de monitoria é coordenado pela Pró-Reitoria Estudantil
(PROEST), cuja principal finalidade é possibilitar ao aluno o desenvolvimento de atividades de
ensino-aprendizagem em determinada disciplina supervisionada por um professor orientador,
tendo os seguintes objetivos: assessorar o professor nas atividades docentes; possibilitar a
interação entre docentes e discentes; proporcionar ao monitor uma visão globalizada da
disciplina a partir do aprofundamento, questionamento e sedimentação de seus conhecimentos;
desenvolver habilidades didático-pedagógicas e uma visão crítica sobre a metodologia do
ensino; desenvolver o estudante em trabalho de pesquisa associado ao ensino.
Uma vez que o aluno encontra-se apto a inscrever-se para o processo seletivo, este
candidato deverá atender às seguintes condições: submissão à prova escrita e prova prática, se a
disciplina assim o exigir; exame do histórico escolar com ênfase no estudo da disciplina; e análise
dos dados referentes às suas atividades discentes constantes no histórico escolar. No final do
período de monitoria o aluno recebe um Certificado do exercício assinado pelo Pró-Reitor
Estudantil.

O Programa de Educação Tutorial - PET é um programa acadêmico direcionado a
alunos regularmente matriculados em cursos de graduação. Foi criado e implantado em 1979
pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Os discentes
são selecionados pelas IES que participam do PET e se organizam em grupos, recebendo
orientação acadêmica de Professores-Tutores. O PET tem como objetivo envolver os
estudantes que dele participam num processo de formação integral, propiciando-lhes uma
compreensão abrangente e aprofundada em suas áreas de estudos. As atividades
desenvolvidas pelo programa visam a melhoria do ensino de graduação; a formação
acadêmica ampla do aluno; a interdisciplinaridade; a atuação coletiva; o planejamento e a
execução em grupos sob tutoria, com base em um programa diversificado de atividades
acadêmicas.
No que se refere à acessibilidade metodológica, metodologias e técnicas de
aprendizagem tem sido priorizadas por meio de adaptações curriculares de conteúdos
programáticos do curso de Graduação em Turismo da UFAL. Os docentes concebem o
conhecimento, a avaliação e a inclusão educacional; promovendo processos de diversificação

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

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U F A L | 72

curricular, flexibilização do tempo e a utilização de outros recursos a fim de viabilizar a
aprendizagem de estudantes, com base no tripe ensino-pesquisa-extensão. Com o
amadurecimento e a rediscussão do processo pedagógico, no âmbito do colegiado e do NDE,
almeja-se que os docentes do curso ofertem cada vez mais acessibilidade metodológica aos
discentes.
O nivelamento para alunos, no curso de Turismo, também objetiva promover
melhorias no desempenho acadêmico dos discentes. A própria matriz curricular foi
redesenhada visando a um melhor acolhimento discente no início do curso, ao enfatizar a
importância de disciplinas básicas para a formação profissional. Também podem ser
ofertados cursos de nivelamento para alunos recém-ingressos, os quais auxiliam na
integração destes alunos entre si e os docentes do curso, de forma a incentivá-los a participar
das várias atividades desenvolvidas pela Universidade.
A inserção discente se dá, ainda, através do Centro Acadêmico de Turismo – CATUR e
da empresa Júnior do Curso – Way Turismo. Além disso, busca-se a oferta de intercâmbios a
partir de editais internos da IES e também de financiamento externo. Há incentivo do corpo
docente a publicação junto com o corpo discente, estimulando a produção acadêmica, e
também se incentiva a busca de estágios não obrigatórios, tendo em vista o aprimoramento
profissional dos discentes. Já o apoio psicopedagógico do curso é assessorado pelo NAE.
REFERÊNCIAS CONSULTADAS
Cadastro de denominações consolidadas para Cursos de Graduação (bacharelado e
licenciatura) do Ministério da Educação.
Decreto 4.281 de 25 de junho de 2002. Regulamenta a Lei no 9.795, de 27 de abril de 1999,
que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras providências.
Decreto 5.296/04. Regulamenta as Leis nos 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá
prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000,
que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das
pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências;
Decreto 5.622/2005. Regulamenta o art. 80 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que
estabelece as diretrizes e bases da educação nacional - referente a EaD.
Decreto 5.622, de 19 de dezembro de 2005. Regulamenta o art. 80 da Lei nº 9.394, de 20 de
dezembro de 1996 (LDB). (Oferta de disciplinas semipresenciais).
Decreto 5.626/2005. Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a
Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei 10.098, de 19 de dezembro de 2000.
Instrução Normativa Nº 03 Prograd/Fórum dos Colegiados, de 20 de setembro de 2013 Dispõe sobre os procedimentos para reformulação dos projetos pedagógicos dos cursos de
graduação da UFAL.
Instrução Normativa Nº 02 Prograd/Fórum das Licenciaturas, de 27 de setembro de 2013 Disciplina a construção de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) nos cursos de graduação da
UFAL;
Instrução Normativa Nº 01 Prograd/Fórum dos Colegiados - Disciplina a redução da carga

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

-

U F A L | 73

horária de estágio curricular supervisionado para os alunos dos cursos de Licenciatura da
UFAL que exercem atividade docente regular na Educação Básica.
Lei 9.795/1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação
Ambiental e dá outras providências.
Lei 9.394/1996, Art. 66. Referente a titulação do corpo docente. Outras legislações podem ser
encontradas no site do MEC e da UFAL.
Lei 10.172/2001. Plano Nacional de Educação - Aprova o Plano Nacional de Educação e dá
outras providências.
Lei 10.436 de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá
outras providências;
Lei 10.639. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo
oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira", e
dá outras providências.
Lei 11.645. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo
oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e
Indígena;
Lei 12.319 / 2010. Regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de
Sinais – LIBRAS;
Lei 12.764 / 2012. Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.
Lei 12.591 / 2012. Reconhece a profissão de Turismólogo no Brasil.
Parecer CNE/CES 261, de 09/11/2006. Esclarecimentos sobre o conceito de hora e hora-aula
tendo em vista questionamentos sobre aplicabilidade do Parecer CNE/CES N° 575/2001.
PARECER CNE/CP 09/2001. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores
da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação.
PARECER CNE/CES 52/2007. Trata da autorização para o funcionamento de campus fora de
sede da Universidade Federal de Alagoas.
Resolução nº 113/95 – CEPE, de 13 de novembro de 1995. Estabelece normas para o
funcionamento da parte flexível do sistema seriado dos cursos de graduação.
Plano de Desenvolvimento Institucional da UFAL 2013-2017.
Parecer CNE/CES 8 de 31.01.2007. Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos
relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade
presencial.
Parecer CONAES 4, de 17 de junho de 2010. Dispõe sobre o Núcleo Docente Estruturante –
NDE;

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

-

U F A L | 74

Portaria 2.678/2002. Política Nacional de educação Especial na perspectiva da Ed. Inclusiva.
Portaria 10/2006.
Tecnologia;

Aprova em extrato o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de

Portaria 1024/2006. As atualizações do Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de
Tecnologia serão divulgadas no sítio eletrônico oficial do Ministério da Educação e outras
providências.
Portaria Normativa 40 de 12/12/2007. Institui o e-MEC, sistema eletrônico de fluxo de
trabalho e gerenciamento de informações relativas aos processos de regulação, avaliação e
supervisão da educação superior no sistema federal de educação, e o Cadastro e-MEC de
Instituições e Cursos Superiores e consolida disposições sobre indicadores de qualidade,
banco de avaliadores (Basis) e o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) e
outras disposições.
Referenciais Curriculares Nacionais dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura do MEC.
Referenciais de Acessibilidade na Educação Superior e a Avaliação in Loco do Sistema
Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).
Resolução CNE/CP 1/ 2002. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de
Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena;
Resolução CNE/CES 2/2007. Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à
integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial.
Resolução MEC 13, de 24 de novembro de 2006. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais
dos Cursos de Graduação em Turismo e da outra providencias.
Resolução N. 1, DE 17 DE JUNHO DE 2004. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação
das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana.
Resolução N. 25/2005 - CEPE, de 26 de outubro de 2005. Institui e regulamenta o
funcionamento do Regime Acadêmico Semestral nos Cursos de Graduação da UFAL, a partir
do ano letivo de 2006.
Resolução N. 4/2018 CONSUNI/UFAL, de 19 de fevereiro de 2018. Define os Componentes
Curriculares Comuns aos Cursos de Graduação de Formação de Professores para a Educação
Básica, no Âmbito da UFAL.
Resolução N. 52/2012-CONSUNI/UFAL. Dispõe sobre o Núcleo Docente Estruturante – NDE no
âmbito da UFAL.
Resolução N. 6/2018 CONSUNI/UFAL, de 19 de fevereiro de 2018. Regulamenta as Ações de
Extensão como Componente Curricular Obrigatório nos Projetos Pedagógicos dos Cursos de
Graduação da UFAL.

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo

APÊNDICES

-

U F A L | 75

REGULAMENTO DE
ESTÁGIO OBRIGATÓRIO
GRADUAÇÃO EM TURISMO
UFAL

PENEDO - AL
2019.1

R e g u l a m en t o d e E s tá g i o O br i g a tó r io – Gr adu a çã o e m Tu ri s mo - U FA L |1

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA - UNIDADE EDUCACIONAL DE PENEDO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO
Normativa Interna N° 01/2019 – CGT, de 12 de Julho de 2019.
Regulamenta a realização de estágio curricular
obrigatório no âmbito do curso de Graduação
em Turismo - Campus Arapiraca – Unidade
Educacional de Penedo.
O Colegiado do Curso de Turismo, no uso de suas atribuições legais, de acordo com a
deliberação tomada em reunião extraordinária do dia 12 de julho de 2019;

Considerando o artigo 1º da Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, que define o estágio
como
o ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho,
que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam
frequentando o ensino regular em instituições de educação superior, de educação
profissional, de ensino médio, da educação especial e dos anos finais do ensino
fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos.
Considerando que o parágrafo primeiro do mesmo artigo estabelece que “o estágio faz parte
do projeto pedagógico do curso, além de integrar o itinerário formativo do educando”, ao
passo que o parágrafo segundo esclarece que “O estágio visa ao aprendizado de competências
próprias da atividade profissional e à contextualização curricular, objetivando o
desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho”.

Considerando a Resolução nº 13, de 24 de novembro de 2006, da Câmara de Educação
Superior do Conselho Nacional de Educação institui as Diretrizes Curriculares Nacionais dos
Cursos de Graduação em Turismo, e em seu Artigo 7º e parágrafos definem a atividade de

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Estágio como um componente curricular obrigatório, bem como apontando a possibilidade de
realização do Estágio na própria Instituição de Educação Superior e sua execução de forma
flexibilizada, segundo os seguintes termos:

Art. 7º O Estágio Curricular Supervisionado é um componente curricular obrigatório,
indispensável à consolidação dos desempenhos profissionais desejados, inerentes
ao perfil do formando, devendo cada Instituição, por seus colegiados superiores
acadêmicos, aprovar o respectivo regulamento de estágio, com suas diferentes
modalidades de operacionalização.
§ 1º O estágio de que trata este artigo poderá ser realizado na própria IES, mediante
laboratórios especializados, sem prejuízo das atividades de campo, nos diversos
espaços onde possam ser inventariados e coligidos traços significativos do acervo
turístico, segundo as diferentes áreas ocupacionais de que trata o § 2º do art. 2º
desta Resolução, abrangendo as diversas ações teórico-práticas, desde que sejam
estruturadas e operacionalizadas, de acordo com a regulamentação própria
prevista no caput deste artigo.
§ 2º As atividades de estágio poderão ser reprogramadas e reorientadas de acordo
com os resultados teórico-práticos gradualmente revelados pelo aluno, até que os
responsáveis pelo estágio curricular possam considerá-lo concluído, resguardando,
como padrão de qualidade, os domínios indispensáveis ao exercício da profissão.
Considerando que no âmbito da Universidade Federal de Alagoas, a Resolução nº 71 de 18 de
dezembro de 2006, do CONSUNI – UFAL, e a Portaria nº 1 de 15 de dezembro de 2011 da PróReitoria de Graduação, ditam as normas gerais para atividade de Estágio na Instituição, e
levando-se em conta esses instrumentos, e fundamentando-se no texto legal e nas Diretrizes
Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Turismo, o Projeto Político-pedagógico
do Curso de Graduação em Turismo da Universidade Federal de Alagoas (2019) estabelece os
seguintes objetivos para a atividade de Estágio Curricular Supervisionado (Estágio
Obrigatório):

a) Proporcionar ao aluno estagiário experiências práticas, viabilizando sua
atuação em empresas públicas e/ou privadas;
b) Favorecer o desenvolvimento das capacidades intelectuais do aluno,
imprescindíveis ao desempenho da profissão;
c) Aprofundar os conhecimentos do aluno em subáreas do turismo,
proporcionando uma atuação efetiva no campo de estágio;

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d) Oportunizar a vivência profissional e a aproximação do aluno com o mercado
de trabalho, contribuindo para a atuação em uma atividade específica;
e) Promover a discussão das dimensões teóricas e sua relação com a prática
através das experiências do aluno no estágio supervisionado e nos relatórios
parciais elaborados.

Considerando os parâmetros legais e institucionais previamente apresentados, o Colegiado
do Curso de Graduação em Turismo da Universidade Federal de Alagoas, no uso de suas
atribuições legais e regimentais, por meio deste, resolve instituir as normas gerais para a
atividade de Estágio Curricular Supervisionado (Estágio Obrigatório) no Curso de Graduação
em Turismo, segundo os seguintes dispositivos.

CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1º - O Estágio Curricular Supervisionado (Estágio Obrigatório) do Curso de Graduação em
Turismo da Universidade Federal de Alagoas é um componente curricular obrigatório,
indispensável à consolidação dos desempenhos profissionais desejados, inerentes ao perfil do
formando, constituindo-se de um mecanismo de aperfeiçoamento dos conhecimentos
adquiridos pelo aluno ao longo de seu percurso acadêmico, e de oportunidade para a reflexão
crítica e cidadã entre a teoria e a prática.

Art. 2º - O Estágio Curricular Supervisionado (Estágio Obrigatório) é parte integrante do
Projeto Político Pedagógico do Curso de Turismo da Universidade Federal de Alagoas,
totalizando 230 horas, que deverão ser cumpridas no mesmo período, de forma contínua.

§ 1º – Em caráter excepcional, o Estágio Obrigatório poderá ser cumprido de forma
descontínua, em, no máximo, duas etapas, devendo ambas as etapas cumpridas no mesmo
semestre letivo, desde que devidamente justificado e mediante a apreciação e autorização do
Colegiado do Curso.

§ 2º– No caso do estágio realizado em duas etapas, conforme § 1º anterior, fica o alunoestagiário obrigado a apresentar Relatório Parcial de Estágio Supervisionado ao término da

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primeira etapa, em prazo não superior a 30 (trinta) dias após término dessa, anexando ao
documento, a avaliação (no formulário de avaliação) feita pelo supervisor da instituição
concedente e a folha de frequência, também assinada pelo supervisor da instituição
concedente.

Parágrafo único – O Relatório Parcial de Estágio Supervisionado de que trata os parágrafos 1º
e 2º anteriores, deverá ser revisado e avaliado pelo professor-orientador, que
subsequentemente autorizará sua entrega à Coordenação de Estágio, por parte do aluno.

Art. 3º - O aluno realizará o Estágio Curricular Supervisionado (Estágio Obrigatório) a partir do
término do 7º período do Curso.

§1º - Alunos que tiverem totalizado 85% da carga horária total prevista para a integralização
do Curso poderão solicitar ao Colegiado autorização para realização do Estágio Obrigatório,
mediante justificativa, a ser apreciada pelos membros do Colegiado.

Parágrafo único – Para a solicitação de que trata o parágrafo anterior, o aluno encaminhará
requerimento assinado à Coordenação de Estágio, que o remeterá ao Colegiado do Curso.

Art. 4º - A carga horária relativa à atividade de estágio propriamente dita não pode ultrapassar
6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais, devendo compatibilizar-se com as atividades
acadêmicas e com o horário das disciplinas curriculares do curso em que o estagiário estiver
matriculado.

§ 1º – A carga horária semanal poderá ter até 40 (quarenta) horas semanais quando não
estiverem programadas aulas presenciais no Curso, de forma a viabilizar a realização do
Estágio Obrigatório em instituições concedentes distantes do Município de Penedo.

§ 2º – A autorização das solicitações de Estágio Obrigatório em instituições concedentes
distantes do Município de Penedo, tal como tratada no § 1º do Artigo 4º, estará condicionada

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à existência de condições logísticas necessárias à viabilização da supervisão presencial do
estágio pelo professor-orientador.

Art. 5º - O aluno não poderá realizar o Estágio Curricular Supervisionado (Estágio Obrigatório)
concomitantemente ao Estágio Não-Obrigatório.

Art. 6º - O Estágio Curricular Supervisionado (Estágio Obrigatório) não cria vínculo
empregatício de qualquer natureza, conforme o que estabelece o Artigo 3º da Lei nº
11.788/2008.

Art. 7º - O Estágio Curricular Supervisionado (Estágio Obrigatório) é não remunerado, sendo
facultado à Instituição Concedente a concessão de bolsa ou outra forma de contraprestação
ao aluno-estagiário.

Art. 8º - O aluno-estagiário deverá estar obrigatoriamente segurado contra acidentes pessoais
durante o período de realização do Estágio Obrigatório, que será garantido pela Universidade
Federal de Alagoas por meio de contrato firmado previamente com empresa de seguros.

Parágrafo único: Nenhum aluno-estagiário poderá iniciar as atividades do Estágio Curricular
Supervisionado (Estágio Obrigatório) sem que esteja devidamente coberto por seguro contra
acidentes pessoais pelo período previsto para o estágio.

CAPÍTULO II
DOS PROCEDIMENTOS E DOCUMENTAÇÃO

Art. 9º - Constituem documentação obrigatória para a efetivação do Estágio Obrigatório:

i)

O Termo de Compromisso assinado em 3 (três) vias;

ii)

O Plano de atividades do estágio;

iii)

Encaminhamento de estágio assinado pelo Coordenador de Estágio ou pelo
Coordenador do Curso.

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Art. 10º - A escolha do local de estágio é de responsabilidade do aluno.

Art. 11º - Caberá ao aluno o preenchimento da documentação obrigatória (itens i e ii
anteriores), que deverá ser submetida à análise da Coordenação de Estágio e posterior
autorização.

Art. 12º - O aluno encaminhará documentação devidamente preenchida e assinada à
Coordenação de Estágio até no máximo 30 dias após o início do semestre no calendário
acadêmico vigente (8º período).

Art. 13º - O Estágio Obrigatório somente terá início após análise da documentação entregue
pelo aluno à Coordenação de Estágio, que a avaliará e, subsequentemente, autorizará o
estágio, mediante entrega ao aluno de documento de Encaminhamento de Estágio assinado,
para apresentação ao responsável da Instituição Concedente do estágio.

Art. 14º - O Termo de Compromisso e demais formulários, bem como documentos
relacionados à atividade de estágio na Universidade Federal de Alagoas, encontram-se
disponíveis

na

página

da

instituição

[<http://www.ufal.edu.br/estudante/graduacao/estagios>] e deverão ser utilizados nos
procedimentos de formalização do estágio.

CAPÍTULO III
DOS CAMPOS DE ESTÁGIO E DAS INSTITUIÇÕES CONCEDENTES

Art. 15º - Campos de estágio são áreas e setores da economia em que as atividades relativas
ao Turismólogo são normalmente requeridas, consistindo de instituições e organizações
públicas, privadas ou de interesse social nas quais os alunos podem realizar o estágio por meio
de Termo de Convênio de Estágio.

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Art. 16º - As instituições e organizações que atuam em segmentos os quais são pertinentes ao
profissional Turismólogo e condizentes com o Projeto Político Pedagógico do Curso são
prioritárias para a realização do Estágio Obrigatório.

Art. 17º - De acordo com as disciplinas constantes na matriz curricular do curso, os segmentos
de atuação são os seguintes:

i)

Planejamento Turístico: Empresas privadas e órgãos oficiais de turismo do
município, do Estado e/ou da Federação;

ii)

Eventos: Centros de eventos, Setor de Eventos de hotéis, Empresas Organizadoras
de Eventos, Centros Culturais e Convention Visitors & Bureau;

iii)

Meios de Hospedagem: Inclui os diversos meios de hospedagem: hotéis, resorts,
hotéis fazendas, pousadas, albergues, campings, entre outros (estagiando em
setores de lazer e entretenimento, de recursos humanos, de governança, de
recepção, de gerência e de alimentos e bebidas),

iv)

Lazer e Recreação: Hotéis, clubes, empresas de animação, entre outros;

v)

Agenciamento turístico: Agências de viagens e operadoras turísticas;

vi)

Transportes turísticos: Empresas aéreas, rodoviárias, ferroviárias e aquáticas;

vii)

Alimentos e Bebidas: Restaurantes, casas noturnas, bares temáticos, entre outros;

viii)

Meio Ambiente (Patrimônio Natural, Histórico e Cultural): órgãos ambientais,
museus, parques nacionais, estaduais e municipais;

ix)

Universidade: Laboratórios da UFAL, Empresa Júnior.

x)

Gestão: setores administrativos (administração geral, marketing, finanças,
recursos humanos, produção, sistemas de informação, etc.) de organizações
públicas, privadas ou de interesse social, preferencialmente que atuem no setor
do turismo.

Art. 18º - As organizações já cadastradas no Módulo Gerenciador de Estágios (MGE) da UFAL
terão preferência para a escolha como local de estágio, por preencherem os requisitos legais
necessários.

R e g u l a m en t o d e E s tá g i o O br i g a tó r io – Gr adu a çã o e m Tu ri s mo - U FA L |8

Art. 19º - Para instituições e organizações não cadastradas no MGE, a efetivação de convênio
com a UFAL é condição prévia para que o aluno realize seu estágio nessas instituições.

§1º – Caberá ao aluno estabelecer contato com a instituição/organização a qual pretende
realizar seu estágio obrigatório, encaminhando a documentação necessária para que o
convênio com a UFAL seja firmado.

§2º – As instituições/organizações de que trata o Art. 15, sejam elas públicas, privadas ou de
interesse social, devem, obrigatoriamente, cumprir os requisitos legais para que o convênio
com a UFAL seja viabilizado.

CAPÍTULO IV
DO TERMO DE COMPROMISSO

Art. 20º - O Termo de Compromisso assinado pelo estagiário, pelo representante da
Instituição Concedente e pela Coordenação de Estágios ou Coordenação do Curso de Turismo
da UFAL é documento oficial obrigatório que valida o estágio como atividade acadêmica,
segundo os termos da Lei n. 11.788/2008.

Parágrafo único - O aluno é responsável pelo preenchimento das três vias do Termo de
Compromisso.

Art. 21º - Anexo ao Termo de Compromisso deverá constar, obrigatoriamente, o Plano de
Atividades a serem desempenhadas pelo aluno, indicando e descrevendo cada uma, segundo
o campo teórico pertinente, e especificando os resultados esperados para cada atividade.

Parágrafo único - O Plano de Atividades será definido pela área de estágio cadastrada pela
Instituição Concedente e previamente aprovada pelo Professor-orientador, em acordo com o
Coordenador de Estágio do Curso.

CAPÍTULO V

R e g u l a m en t o d e E s tá g i o O br i g a tó r io – Gr adu a çã o e m Tu ri s mo - U FA L |9

DA AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO

Art. 22º - Ao final do Estágio Obrigatório o aluno deve apresentar, COMPULSORIAMENTE, um
Relatório Final de Estágio Supervisionado, anexando a este a avaliação (no formulário de
avaliação) feita pelo supervisor da instituição concedente e a folha de frequência, também
assinada pelo supervisor da instituição concedente.

Parágrafo único – o relatório deverá ser revisado e avaliado pelo professor-orientador, que
subsequentemente autorizará sua entrega à Coordenação de Estágio, por parte do aluno.

Art. 23º - O prazo para a entrega do Relatório Final de Estágio Supervisionado é de 30 (trinta)
dias contados a partir do primeiro dia útil após o término da atividade de estágio na instituição
concedente.

Art. 24º - A Avaliação Final do estagiário levará em conta:

i)

A avaliação do Relatório Final de Estágio.

ii)

A avaliação do supervisor da instituição concedente.

iii)

A folha de frequência assinada pelo supervisor da instituição concedente.

Parágrafo único – Para aprovação, o aluno deverá ter no mínimo nota 7,0 (sete), a ser
atribuída conjuntamente entre o Professor-orientador e a Coordenação de Estágio.

CAPÍTULO VI
DAS PARTES ENVOLVIDAS E SUAS ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES

Art. 25º - As partes envolvidas e necessárias à realização da atividade de Estágio na
Universidade Federal de Alagoas são as seguintes:

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i)

Coordenador de Estágio – professor indicado pelo Colegiado do Curso,
responsável pela dimensão administrativa e pedagógica da atividade de estágio no
curso e pelo estabelecimento e cumprimento das normas relativas ao estágio.

ii)

Aluno-estagiário – estudante com matrícula ativa no 7º período do curso ou que
possua 85% da carga horária total do curso integralizada.

iii)

Professor-orientador de Estágio – professor responsável pelo acompanhamento
didático-pedagógico-profissional do estudante durante a realização do estágio.

iv)

Instituição Concedente – ente (instituição ou organização) de caráter público,
privado ou de interesse social, ou profissional liberal, que recebe/contrata o alunoestagiário.

v)

Supervisor de campo – pessoa designada pela Instituição Concedente como
responsável pelo acompanhamento e avaliação do estagiário no local de realização
do estágio. Deve ser alguém com formação na área de atuação do estágio, segundo
definido pelo Artigo 17 deste regulamento, ou atuante há pelo menos 5 anos como
gestor e responsável pelo setor que receberá o aluno-estagiário.

vi)

Gerência de Estágio – órgão da Pró-reitoria de Graduação da UFAL responsável
pela gestão dos convênios e do seguro de vida dos estudantes, adequando-os às
normas legais. Tem como função, orientar os envolvidos quanto às regras e
procedimentos para a atividade de estágio.

Art. 26º - São atribuições e responsabilidades do Coordenador de Estágio:

i)

Assinar o Termo de Compromisso de Estágio e zelar pelo seu cumprimento;

ii)

Indicar um professor-orientador para acompanhar o aluno no seu campo de
estágio;

iii)

Garantir que o estágio seja realizado por uma Instituição Concedente conveniada;

iv)

Garantir que o estágio seja regulamentado no Projeto Político-Pedagógico do
curso, estabelecendo normas complementares e instrumentos de avaliação dos
estagiários;

v)

Garantir a existência do Seguro contra Acidentes Pessoais aos estagiários;

R e g u l a m e n t o d e E s t á g i o O b r i g a t ó r i o – G r a d u a ç ã o e m T u r i s m o - U F A L | 11

vi)

Orientar o estudante quanto ao registro e aproveitamento da atividade de estágio
no histórico acadêmico;

vii)

Reorientar o estagiário para outro local, em caso de descumprimento das normas
de estágio.

Art. 27º - São atribuições e responsabilidades do aluno-estagiário:

i)

Firmar e cumprir o Termo de Compromisso de Estágio e o Plano de Atividades;

ii)

Elaborar os relatórios semestral e final;

iii)

Estabelecer contatos com os professores do curso para escolha de um orientador;

iv)

Seguir as normas de segurança e saúde do trabalho;

v)

Agir de maneira ética e profissional.

Art. 28º - São atribuições e responsabilidades do Professor-orientador:

i)

Assinar o Plano de Atividades anexado ao Termo de Compromisso de Estágio e
zelar pelo seu cumprimento;

ii)

Avaliar as instalações da parte concedente do estágio e sua adequação à formação
do estudante;

iii)

Acompanhar e orientar as atividades de estágio;

iv)

Exigir do estudante a apresentação periódica, em prazo não superior a 6 (seis)
meses, do relatório de atividades;

v)

Garantir que a Instituição Concedente indique um supervisor de campo e
responsável pelo aluno-estagiário;

vi)

Comunicar ao Supervisor de campo, no início do período letivo, as datas de
realização das avaliações acadêmicas;

vii)

Avaliar o estágio, comunicando o resultado à Coordenação de Estágio.

Art. 29º - São atribuições e responsabilidades da Instituição Concedente:

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i)

Assinar o Termo de Compromisso de Estágio e o Plano de Atividades, garantindo
seu cumprimento;

ii)

Formalizar convênio junto à UFAL;

iii)

Ofertar instalações que tenham condições de proporcionar ao aluno-estagiário
atividades de aprendizagem social, profissional e cultural;

iv)

Indicar funcionário de seu quadro de pessoal, com formação e experiência
profissional na área de atuação do estágio, para atuar como Supervisor de campo,
orientando e supervisionando estagiários, devendo obedecer limite de até 10 (dez)
estagiários, simultaneamente, por supervisor;

v)

Por ocasião do desligamento do estagiário, entregar termo de realização do
estágio, com indicação resumida das atividades desenvolvidas, dos períodos e da
avaliação de desempenho do estagiário.

Art. 30º - São atribuições e responsabilidades do Supervisor de campo:

i)

Receber e acompanhar o aluno-estagiário em suas atividades durante o estágio;

ii)

Orientar o aluno-estagiário em suas atribuições e tarefas no local de estágio,
prezando por seu aprimoramento técnico-profissional;

iii)

Acompanhar a assiduidade do aluno-estagiário;

iv)

Realizar avaliação de desempenho do aluno-estagiário;

v)

Comunicar-se com o Professor-orientador para avaliação conjunta e eventuais
sugestões que venham a contribuir para o melhor aproveitamento da atividade de
estágio por parte do aluno-estagiário;

vi)

Entregar nos prazos definidos os relatórios e avaliações assinados, relativos ao
desempenho do aluno-estagiário.

Art. 31º - São atribuições e responsabilidades da Gerência de Estágio:

i)

Manter à disposição da fiscalização, documentos que comprovem a relação de
estágio;

ii)

Firmar convênio de estágio;

R e g u l a m e n t o d e E s t á g i o O b r i g a t ó r i o – G r a d u a ç ã o e m T u r i s m o - U F A L | 13

iii)

Elaborar o Termo de Compromisso dos estágios não-obrigatórios;

iv)

Orientar os Coordenadores, Orientadores, estudantes e Instituições Concedentes
quanto a questões legais e normas institucionais relativas à atividade de estágio;

v)

Providenciar seguro contra acidentes pessoais para os estágios obrigatórios.

CAPÍTULO VII
DA DISPENSA DA ATIVIDADE DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO

Art. 32 – As disposições acerca da possibilidade de dispensa e/ou aproveitamento da atividade
de Estágio Curricular Supervisionado (Estágio Obrigatório) serão estabelecidas por norma
complementar, a ser adicionada a este regulamento.

CAPÍTULO VIII
DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 33º - Casos omissos serão analisados pela Coordenação de Estágio e pela Coordenação
do Curso de Turismo, e apreciados pelo Colegiado do Curso, salvaguardados os dispositivos
estabelecidos pela Lei 11.788/2008 e pelos Regimentos, Resoluções, Portarias e demais
normas Institucionais da UFAL em vigência, que tratem da atividade acadêmica de estágio.

Art. 34º - Este regulamento entra em vigor nesta data, revogadas as disposições em contrário.

Penedo, 12 de julho de 2019.

REGULAMENTO DE ESTÁGIO
NÃO OBRIGATÓRIO
GRADUAÇÃO EM TURISMO
UFAL

PENEDO - AL
2019.1

Regulamento de Estágio Não Obrigatório

– G r a d u a ç ã o

em Turismo - UFALl 1

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA - UNIDADE EDUCACIONAL DE PENEDO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO
Normativa Interna N° 02/2019 – CGT, de 12 de Julho de 2019.
Regulamenta a realização de estágio curricular
não obrigatório no âmbito do curso de
Graduação em Turismo - Campus Arapiraca –
Unidade Educacional de Penedo.
O Colegiado do Curso de Turismo, no uso de suas atribuições legais, de acordo com a
deliberação tomada em reunião extraordinária do dia 12 de julho de 2019;

Considerando a Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008 define e estabelece o estágio nos
seguintes termos:

Art. 1º - Estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no
ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de
educandos que estejam frequentando o ensino regular em instituições de
educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação
especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da
educação de jovens e adultos.
§ 1º O estágio faz parte do projeto pedagógico do curso, além de integrar o
itinerário formativo do educando.
§ 2º O estágio visa ao aprendizado de competências próprias da atividade
profissional e à contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do
educando para a vida cidadã e para o trabalho.
Art. 2º O estágio poderá ser obrigatório ou não-obrigatório, conforme
determinação das diretrizes curriculares da etapa, modalidade e área de ensino
e do projeto pedagógico do curso.
§ 1º Estágio obrigatório é aquele definido como tal no projeto do curso, cuja carga
horária é requisito para aprovação e obtenção de diploma.

Regulamento de Estágio Não Obrigatório

– G r a d u a ç ã o

em Turismo - UFALl 2

§ 2º Estágio não-obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional,
acrescida à carga horária regular e obrigatória.
§ 3º As atividades de extensão, de monitorias e de iniciação científica na educação
superior, desenvolvidas pelo estudante, somente poderão ser equiparadas ao
estágio em caso de previsão no projeto pedagógico do curso.
Art. 3º O estágio, tanto na hipótese do § 1º do Art. 2º desta Lei quanto na prevista
no § 2º do mesmo dispositivo, não cria vínculo empregatício de qualquer natureza,
observados os seguintes requisitos:
I – matrícula e frequência regular do educando em curso de educação superior, de
educação profissional, de ensino médio, da educação especial e nos anos finais do
ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos
e atestados pela instituição de ensino;
II – celebração de termo de compromisso entre o educando, a parte concedente
do estágio e a instituição de ensino;
III – compatibilidade entre as atividades desenvolvidas no estágio e aquelas
previstas no termo de compromisso.
§ 1º O estágio, como ato educativo escolar supervisionado, deverá ter
acompanhamento efetivo pelo professor orientador da instituição de ensino e por
supervisor da parte concedente, comprovado por vistos nos relatórios referidos
no inciso IV do caput do art. 7º desta Lei e por menção de aprovação final.
Considerando que no âmbito da Universidade Federal de Alagoas, a Resolução nº 71 de 18 de
dezembro de 2006, do CONSUNI – UFAL, e a Portaria nº 1 de 15 de dezembro de 2011 da PróReitoria de Graduação, ditam as normas gerais para atividade de Estágio na Instituição.

Considerando que a Resolução nº 13, de 24 de novembro de 2006, da Câmara de Educação
Superior do Conselho Nacional de Educação institui as Diretrizes Curriculares Nacionais dos
Cursos de Graduação em Turismo, e em seu Artigo 8º e parágrafo único definem as Atividades
Complementares da seguinte forma:

Art. 8º As Atividades Complementares são componentes curriculares que
possibilitam o reconhecimento, por avaliação, de habilidades, conhecimentos e
competências do aluno, inclusive adquiridas fora do ambiente acadêmico,
abrangendo a prática de estudos e atividades independentes, transversais,
opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas relações com o mundo do

Regulamento de Estágio Não Obrigatório

– G r a d u a ç ã o

em Turismo - UFALl 3

trabalho, com as peculiaridades das diversas áreas ocupacionais que integram os
segmentos do mercado do turismo, bem assim com as ações culturais de extensão
junto à comunidade.
Parágrafo único. As Atividades Complementares se constituem componentes
curriculares enriquecedores e implementadores do próprio perfil do formando,
sem que se confundam com estágio curricular supervisionado.
Considerando que desde 1995, por meio da Resolução nº 113/95 – CEPE, de 13 de novembro
de 1995, a Universidade Federal de Alagoas instituiu normas para o funcionamento da
chamada “parte flexível” dos cursos de graduação do então regime seriado. Contudo, a
Resolução não explicita a atividade de estágio não obrigatório como Atividade Complementar,
deixando a cargo dos Colegiados de Curso a definição do que seria classificado no “subgrupo
3” como “outras atividades de extensão”, tal como expõe o quadro intitulado “GRUPO 2 –
ATIVIDADES DE EXTENSÃO – FLX 002” do referido documento.

Considerando que o Projeto Político Pedagógico do Curso de Graduação em Turismo (2019)
preencheu a lacuna deixada pela Resolução nº 113/95 – CEPE/UFAL, assumindo a definição
de Atividade Complementar fornecida pela Resolução nº 13, de 24/11/2006, da Câmara de
Educação Superior do CNE, e assim as define:

As Atividades Acadêmicas Complementares são constituídas por atividades
extracurriculares, que podem ser integralizadoras ou adicionais ao currículo do
curso, desde que comprovadas pela documentação necessária correspondente e
devem ser desenvolvidas durante o curso de graduação, sem prejuízo das demais
aulas e de outras atividades curriculares.
As Atividades Complementares se constituem componentes curriculares
enriquecedores e implementadores do próprio perfil do formando, sem que se
confundam com estágio curricular supervisionado.
A organização das Atividades Acadêmicas Complementares visa garantir ao
discente o acesso às atividades relevantes de sua formação acadêmica,
profissional e cidadã.
Considerando que entre as 9 (nove) categorias de “Atividades Acadêmicas Complementares”
definidas pelo Projeto Político Pedagógico do Curso de Turismo, a atividade de nº 4 (alínea
“d”), consiste de “Estágios curriculares não-obrigatórios”, ficando assim estabelecido que, no

Regulamento de Estágio Não Obrigatório

– G r a d u a ç ã o

em Turismo - UFALl 4

âmbito do Curso de Graduação em Turismo, os Estágios não-obrigatórios constituem uma
Atividade Acadêmica Complementar prevista, podendo fazer parte do currículo do aluno,
quando devidamente exercido.

Considerando, ainda, os parâmetros legais e institucionais previamente apresentados, o
Colegiado do Curso de Graduação em Turismo da Universidade Federal de Alagoas, no uso de
suas atribuições legais e regimentais, por meio deste, resolve instituir as normas gerais para
a atividade de Estágio curricular não obrigatório (Estágio não obrigatório) no Curso de
Graduação em Turismo, segundo os seguintes dispositivos:

CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1º - O Estágio curricular não obrigatório (Estágio não obrigatório) do Curso de Graduação
em Turismo da Universidade Federal de Alagoas é um componente curricular complementar
à formação acadêmica e profissional do aluno, adjuvante na consolidação dos desempenhos
profissionais desejados, constituindo-se em mecanismo de aperfeiçoamento dos
conhecimentos adquiridos pelo aluno ao longo de seu percurso acadêmico, e de oportunidade
para a reflexão crítica e cidadã entre a teoria e a prática.

Art. 2º - O Estágio curricular não obrigatório (Estágio não obrigatório) é desenvolvido como
atividade opcional, acrescida à carga horária regular e obrigatória.

Art. 3º - O aluno só poderá realizar o Estágio não obrigatório após ter integralizado a carga
horária total dos dois primeiros períodos do curso.

Parágrafo único – A aprovação em todas as disciplinas do 1º e do 2º período é condição
obrigatória para que o aluno possa requerer a realização do Estágio não obrigatório, seguindo
os trâmites administrativos descritos neste regulamento.

Regulamento de Estágio Não Obrigatório

– G r a d u a ç ã o

em Turismo - UFALl 5

Art. 4º - O Estágio não obrigatório não poderá interferir no desempenho acadêmico do aluno,
sendo este auferido pelo coeficiente acumulado de aproveitamento acadêmico e pela
aprovação conseguida pelo aluno nas disciplinas matriculadas no mesmo semestre letivo que
ocorrer o estágio.

Parágrafo único: Caberá ao Professor-orientador encaminhar parecer à Coordenação de
Estágio sugerindo a não renovação do Estágio não obrigatório para o aluno que apresentar
desempenho acadêmico insatisfatório ou acentuadamente declinante, segundo os critérios
apontados pelo Art. 4º anterior.

Art. 5º - Em conformidade com o que estabelece a Lei 11.788 de 25/07/2008, em seu Artigo
10º, item II, § 2º, em períodos de avaliação previstos no calendário acadêmico da UFAL, a
carga horária do estágio será reduzida pelo menos à metade, levando-se em conta a carga
horária definida no Termo de Compromisso de Estágio, a fim de garantir o bom desempenho
acadêmico do estudante.

Art. 6° - A duração do Estágio não obrigatório será de 01 (um) semestre, podendo ser
prorrogada por até mais 03 (três) semestres, desde que cumpridas as exigências legais e
institucionais para renovação.

Art. 7º - A carga horária relativa à atividade de Estágio não obrigatório propriamente dita não
pode ultrapassar 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais, devendo compatibilizar-se
com as atividades acadêmicas e com o horário das disciplinas curriculares do curso em que o
estagiário estiver matriculado.

Art. 8º - O aluno não poderá realizar o Estágio Curricular Supervisionado (Estágio Obrigatório)
concomitantemente ao Estágio não obrigatório.

Art. 9º - O Estágio curricular não obrigatório não cria vínculo empregatício de qualquer
natureza, conforme o que estabelece o Artigo 3º da Lei nº 11.788/2008.

Regulamento de Estágio Não Obrigatório

– G r a d u a ç ã o

em Turismo - UFALl 6

Art. 10º - A concessão de bolsa ou outra forma de contraprestação, desde que acordada no
Termo de Compromisso de Estágio, é compulsória para a Instituição Concedente do Estágio
curricular não obrigatório.

§ 1º A eventual concessão de benefícios relacionados a transporte, alimentação e saúde, entre
outros, não caracteriza vínculo empregatício.

Art. 11º - É assegurado ao estagiário, sempre que o estágio tenha duração igual ou superior a
1 (um) ano, período de recesso de 30 (trinta) dias, a ser gozado preferencialmente durante
suas férias escolares, conforme Artigo 13º da Lei nº 11.788/2008.

§ 1º O recesso de que trata este artigo deverá ser remunerado, conforme estabelece o § 1º
do Artigo 13º da Lei nº 11.788/2008.

§ 2º Os dias de recesso previstos neste artigo serão concedidos de maneira proporcional, nos
casos de o estágio ter duração inferior a 1 (um) ano, conforme previsto no § 2º do Artigo 13º
da Lei nº 11.788/2008.

Art. 12. Aplicar-se-á ao aluno-estagiário a legislação relacionada à saúde e segurança no
trabalho, sendo sua implementação de responsabilidade da Instituição Concedente do estágio
não obrigatório, conforme estabelecido pelo Artigo 14º da Lei nº 11.788/2008.

Art. 13º - O aluno-estagiário deverá estar obrigatoriamente segurado contra acidentes
pessoais durante o período de realização do Estágio não obrigatório, sendo responsabilidade
da Instituição Concedente do estágio prover o seguro, conforme institui o inciso IV do Artigo
9º da Lei nº 11.788/2008, informando a identificação da empresa seguradora contratada e o
número da apólice, para que constem no Termo de Compromisso de Estágio.

Parágrafo único: Nenhum aluno-estagiário poderá iniciar as atividades de Estágio curricular
não obrigatório sem que esteja devidamente coberto por seguro contra acidentes pessoais
pelo período previsto para o estágio.

Regulamento de Estágio Não Obrigatório

– G r a d u a ç ã o

em Turismo - UFALl 7

CAPÍTULO II
DOS CAMPOS DE ESTÁGIO E DAS INSTITUIÇÕES CONCEDENTES

Art. 14º - Campos de estágio são áreas e setores da economia em que as atividades relativas
ao Turismólogo são normalmente requeridas, consistindo de instituições e organizações
públicas, privadas ou de interesse social nas quais os alunos podem realizar o estágio por meio
de Termo de Convênio de Estágio.

Art. 15º - As instituições e organizações que atuam em segmentos os quais são pertinentes ao
profissional Turismólogo e condizentes com o Projeto Político Pedagógico do Curso são
prioritárias para a realização do Estágio não obrigatório.

Art. 16º - De acordo com as disciplinas constantes na matriz curricular do curso, os segmentos
de atuação são os seguintes:

i)

Planejamento Turístico: Empresas privadas e órgãos oficiais de turismo do
município, do Estado e/ou da Federação;

ii)

Eventos: Centros de eventos, Setor de Eventos de hotéis, Empresas Organizadoras
de Eventos, Centros Culturais e Convention Visitors & Bureau;

iii)

Meios de Hospedagem: Inclui os diversos meios de hospedagem: hotéis, resorts,
hotéis fazendas, pousadas, albergues, campings, entre outros (estagiando em
setores de lazer e entretenimento, de recursos humanos, de governança, de
recepção, de gerência e de alimentos e bebidas),

iv)

Lazer e Recreação: Hotéis, clubes, empresas de animação, entre outros;

v)

Agenciamento turístico: Agências de viagens e operadoras turísticas;

vi)

Transportes turísticos: Empresas aéreas, rodoviárias, ferroviárias e aquáticas;

vii)

Alimentos e Bebidas: Restaurantes, casas noturnas, bares temáticos, entre outros;

viii)

Meio Ambiente (Patrimônio Natural, Histórico e Cultural): órgãos ambientais,
museus, parques nacionais, estaduais e municipais;

ix)

Universidade: Laboratórios da UFAL, Empresa Júnior.

Regulamento de Estágio Não Obrigatório

x)

– G r a d u a ç ã o

em Turismo - UFALl 8

Gestão: setores administrativos (administração geral, marketing, finanças,
recursos humanos, produção, sistemas de informação, etc.) de organizações
públicas, privadas ou de interesse social, preferencialmente que atuem no setor
do turismo.

Art. 17º - As organizações já cadastradas no Módulo Gerenciador de Estágios (MGE) da UFAL
terão preferência para a escolha como local de estágio, por preencherem os requisitos legais
necessários.

Art. 18º - Para instituições e organizações não cadastradas no MGE, a efetivação de convênio
com a UFAL é condição prévia para que o aluno realize seu estágio nessas instituições.

§1º – Caberá ao aluno estabelecer contato com a instituição/organização a qual pretende
realizar seu estágio obrigatório, encaminhando a documentação necessária para que o
convênio com a UFAL seja firmado.

§2º – As instituições/organizações de que trata o Art. 14, sejam elas públicas, privadas ou de
interesse social, devem, obrigatoriamente, cumprir os requisitos legais para que o convênio
com a UFAL seja viabilizado.

Art. 19º - A oferta de vagas de estágio é de responsabilidade única das instituições e
organizações que atuam nos respectivos setores da economia, independentemente de sua
natureza jurídica (se públicas, privadas, de interesse social ou se profissionais liberais).

Parágrafo único – Em hipótese alguma a Universidade Federal de Alagoas participará de
qualquer tipo de processo seletivo para preenchimento de vaga(s) ofertada(s) por instituições
e organizações de que trata o Art. 19º anterior, a não ser no fornecimento de informações
conforme previsto em Lei.

CAPÍTULO III
DOS PROCEDIMENTOS E DOCUMENTAÇÃO

Regulamento de Estágio Não Obrigatório

– G r a d u a ç ã o

em Turismo - UFALl 9

Art. 20º - Constituem documentação obrigatória para a efetivação do Estágio Obrigatório:

i)

O Termo de Compromisso assinado em 3 (três) vias;

ii)

O Plano de atividades do estágio;

iii)

Encaminhamento de estágio assinado pelo Coordenador de Estágio ou pelo
Coordenador do Curso.

Art. 21º - A escolha do local de estágio é de responsabilidade do aluno.

Art. 22º - Caberá ao aluno o preenchimento da documentação obrigatória (itens i e ii
anteriores), que deverá ser submetida à análise da Coordenação de Estágio e posterior
autorização.

Art. 23º - O Estágio não obrigatório somente terá início após análise da documentação
entregue pelo aluno à Coordenação de Estágio, que a avaliará e, subsequentemente,
autorizará o estágio, mediante entrega ao aluno de documento de Encaminhamento de
Estágio assinado, para apresentação ao responsável da Instituição Concedente do estágio.

Art. 24º - O Termo de Compromisso de Estágio e demais formulários, bem como documentos
relacionados à atividade de estágio na Universidade Federal de Alagoas, encontram-se
disponíveis

na

página

da

instituição

[<http://www.ufal.edu.br/estudante/graduacao/estagios>] e deverão ser utilizados nos
procedimentos de formalização do estágio.

CAPÍTULO IV
DO TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO

Art. 25º - O Termo de Compromisso de Estágio assinado pelo aluno, pelo representante da
Instituição Concedente e pela Coordenação de Estágios ou Coordenação do Curso de Turismo

Regulamento de Estágio Não Obrigatório

– G r a d u a ç ã o

em Turismo - UFALl

10

da UFAL é documento oficial obrigatório que valida o estágio como atividade acadêmica,
segundo os termos da Lei n. 11.788/2008.

Parágrafo único - O aluno é responsável pelo preenchimento das três vias do Termo de
Compromisso.

Art. 26º - Anexo ao Termo de Compromisso deverá constar, obrigatoriamente, o Plano de
Atividades a serem desempenhadas pelo aluno, indicando e descrevendo cada uma, segundo
o campo teórico pertinente, e especificando os resultados esperados para cada atividade.

Parágrafo único - O Plano de Atividades será definido pela área de estágio cadastrada pela
Instituição Concedente e previamente aprovada pelo Professor-orientador de campo, em
acordo com o Coordenador de Estágio do Curso.

CAPÍTULO V
DA AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO

Art. 27º - Independentemente da modalidade, se obrigatório ou não obrigatório, toda a
atividade curricular de estágio pressupõe supervisão e acompanhamento de um professororientador e de um supervisor de campo, e a avaliação de desempenho do aluno-estagiário,
tanto por parte do professor-orientador, quanto pelo supervisor de campo.

Art. 28º - O aluno-estagiário está obrigado a apresentar Relatório Parcial relacionado ao
exercício do estágio na primeira metade do tempo total, tal como previsto no Termo de
Compromisso de Estágio.

Art. 29º - O Relatório Parcial referido no Art. 28 anterior deve ser entregue à Coordenação de
Estágio em prazo não superior a 30 (trinta) dias após o término da primeira metade do tempo
total previsto para o estágio, anexando-se ao documento, a avaliação (no formulário de
avaliação) feita pelo supervisor da instituição concedente e a folha de frequência, também
assinada pelo supervisor da instituição concedente.

Regulamento de Estágio Não Obrigatório

– G r a d u a ç ã o

em Turismo - UFALl

11

Parágrafo único – O Relatório Parcial de Estágio de que trata os Artigos 28 e 29 anteriores,
deverá ser avaliado pelo Professor-orientador, que subsequentemente autorizará sua entrega
à Coordenação de Estágio, por parte do aluno.

Art. 30º - Ao final do Estágio não obrigatório o aluno deverá apresentar, compulsoriamente,
um Relatório Final de Estágio, anexando a este a avaliação (no formulário de avaliação) feita
pelo supervisor da instituição concedente e a folha de frequência, também assinada pelo
supervisor da instituição concedente.

Parágrafo único – o relatório deverá ser avaliado pelo Professor-orientador, que
subsequentemente autorizará sua entrega à Coordenação de Estágio, por parte do aluno.

Art. 31º - O prazo para a entrega do Relatório Final de Estágio é de 30 (trinta) dias contados a
partir do primeiro dia útil após o término da atividade de estágio na instituição concedente.

Art. 32º - A Avaliação Final do estagiário levará em conta:

i)

A avaliação do Relatório Final de Estágio.

ii)

A avaliação do supervisor da instituição concedente.

iii)

A folha de frequência assinada pelo supervisor da instituição concedente.

Parágrafo único – Para aprovação, o aluno deverá ter no mínimo nota 7,0 (sete), a ser
atribuída conjuntamente entre o Professor-orientador e a Coordenação de Estágio.

Art. 33º - O aluno reprovado fica impedido de renovar o estágio ou de realizar outro estágio
por um semestre letivo, a fim de adquirir e desenvolver habilidades e competências desejáveis
para a sua melhor inserção profissional no mercado de trabalho.

CAPÍTULO VI
DAS PARTES ENVOLVIDAS E SUAS ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES

Regulamento de Estágio Não Obrigatório

– G r a d u a ç ã o

em Turismo - UFALl

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Art. 34º - As partes envolvidas e necessárias à realização da atividade de Estágio na
Universidade Federal de Alagoas são as seguintes:

i)

Coordenador de Estágio – professor indicado pelo Colegiado do Curso,
responsável pela dimensão administrativa e pedagógica da atividade de estágio no
curso e pelo estabelecimento e cumprimento das normas relativas ao estágio.

ii)

Aluno-estagiário – estudante com matrícula ativa a partir do 3º período do curso,
tendo integralizado a carga horária total dos dois primeiros semestres do curso,
com todas as disciplinas desses dois primeiros semestres aprovadas ou
aproveitadas.

iii)

Professor-orientador de Estágio – professor responsável pelo acompanhamento
didático-pedagógico-profissional do estudante durante a realização do estágio.

iv)

Instituição Concedente – ente (instituição ou organização) de caráter público,
privado ou de interesse social, ou profissional liberal, que recebe/contrata o alunoestagiário.

v)

Supervisor de campo – pessoa designada pela Instituição Concedente como
responsável pelo acompanhamento e avaliação do estagiário no local de realização
do estágio. Deve ser alguém com formação na área de atuação do estágio, segundo
definido pelo Artigo 16 deste regulamento, ou atuante há pelo menos 5 anos como
gestor e responsável pelo setor que receberá o aluno-estagiário.

vi)

Gerência de Estágio – órgão da Pró-reitoria de Graduação da UFAL responsável
pela gestão dos convênios e do seguro de vida dos estudantes, adequando-os às
normas legais. Tem como função, orientar os envolvidos quanto às regras e
procedimentos para a atividade de estágio.

Art. 35º - São atribuições e responsabilidades do Coordenador de Estágio:

i)

Assinar o Termo de Compromisso de Estágio e zelar pelo seu cumprimento;

ii)

Indicar um professor-orientador para acompanhar o aluno no seu campo de
estágio;

Regulamento de Estágio Não Obrigatório

– G r a d u a ç ã o

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iii)

Garantir que o estágio seja realizado por uma Instituição Concedente conveniada;

iv)

Garantir que o estágio seja regulamentado no Projeto Político-Pedagógico do
curso, estabelecendo normas complementares e instrumentos de avaliação dos
estagiários;

v)

Garantir a existência do Seguro contra Acidentes Pessoais aos estagiários;

vi)

Orientar o estudante quanto ao registro e aproveitamento da atividade de estágio
no histórico acadêmico;

vii)

Reorientar o estagiário para outro local, em caso de descumprimento das normas
de estágio.

Art. 36º - São atribuições e responsabilidades do aluno-estagiário:

i)

Firmar e cumprir o Termo de Compromisso de Estágio e o Plano de Atividades;

ii)

Elaborar os relatórios parcial e final;

iii)

Estabelecer contatos com os professores do curso para escolha de um orientador;

iv)

Seguir as normas de segurança e saúde do trabalho;

v)

Agir de maneira ética e profissional.

Art. 37º - São atribuições e responsabilidades do Professor-orientador:

i)

Assinar o Plano de Atividades anexado ao Termo de Compromisso de Estágio e
zelar pelo seu cumprimento;

ii)

Avaliar as instalações da parte concedente do estágio e sua adequação à formação
do estudante;

iii)

Acompanhar e orientar as atividades de estágio;

iv)

Exigir do estudante a apresentação periódica, em prazo não superior a 6 (seis)
meses, do relatório de atividades;

v)

Garantir que a Instituição Concedente indique um supervisor de campo e
responsável pelo aluno-estagiário;

vi)

Comunicar ao Supervisor de campo, no início do período letivo, as datas de
realização das avaliações acadêmicas;

Regulamento de Estágio Não Obrigatório

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em Turismo - UFALl

14

vii)

Avaliar o estágio, comunicando o resultado à Coordenação de Estágio.

Art. 38º - São atribuições e responsabilidades do Supervisor de campo:

i)

Receber e acompanhar o aluno-estagiário em suas atividades durante o estágio;

ii)

Orientar o aluno-estagiário em suas atribuições e tarefas no local de estágio,
prezando por seu aprimoramento técnico-profissional;

iii)

Acompanhar a assiduidade do aluno-estagiário;

iv)

Realizar avaliação de desempenho do aluno-estagiário;

v)

Comunicar-se com o Professor-orientador do aluno-estagiário para avaliação
conjunta e eventuais sugestões que venham a contribuir para o melhor
aproveitamento da atividade de estágio por parte do aluno-estagiário;

vi)

Entregar nos prazos definidos os relatórios e avaliações assinados, relativos ao
desempenho do aluno-estagiário.

Art. 39º - São atribuições e responsabilidades da Instituição Concedente:

i)

Assinar o Termo de Compromisso de Estágio e o Plano de Atividades, garantindo
seu cumprimento;

ii)

Formalizar convênio junto à UFAL;

iii)

Ofertar instalações que tenham condições de proporcionar ao aluno-estagiário
atividades de aprendizagem social, profissional e cultural;

iv)

Prover seguro contra acidentes pessoais em favor do aluno-estagiário;

v)

Indicar funcionário de seu quadro de pessoal, com formação e experiência
profissional na área de atuação do estágio, para atuar como Supervisor de campo,
orientando e supervisionando estagiários, devendo obedecer limite de até 10 (dez)
estagiários, simultaneamente, por supervisor;

vi)

Por ocasião do desligamento do estagiário, entregar termo de realização do
estágio, com indicação resumida das atividades desenvolvidas, dos períodos e da
avaliação de desempenho do estagiário.

Regulamento de Estágio Não Obrigatório

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Art. 40º - São atribuições e responsabilidades da Gerência de Estágio:

i)

Manter à disposição da fiscalização, documentos que comprovem a relação de
estágio;

ii)

Firmar convênio de estágio;

iii)

Elaborar o Termo de Compromisso dos estágios não-obrigatórios;

iv)

Orientar os Coordenadores, Orientadores, estudantes e Instituições Concedentes
quanto a questões legais e normas institucionais relativas à atividade de estágio;

CAPÍTULO VIII
DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 41º - Casos omissos serão analisados pela Coordenação de Estágio e pela Coordenação
do Curso de Turismo, e apreciados pelo Colegiado do Curso, salvaguardados os dispositivos
estabelecidos pela Lei 11.788/2008 e pelos Regimentos, Resoluções, Portarias e demais
normas Institucionais da UFAL em vigência, que tratem da atividade acadêmica de estágio.

Art. 42º - Este regulamento entra em vigor nesta data, revogadas as disposições em contrário.

Penedo, 12 de julho de 2019.

REGULAMENTO DE TCC
GRADUAÇÃO EM TURISMO
UFAL

PENEDO – AL
2019.1

Regulamento de TCC – Graduação em Turismo - UFAL|1

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA - UNIDADE EDUCACIONAL DE PENEDO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM TURISMO
Normativa Interna N° 03/2019 – CGT, de 12 de Julho de 2019.

Dispõe sobre a elaboração e avaliação do Trabalho de
Conclusão de Curso para o Curso de Graduação em
Turismo, do Campus Arapiraca – Unidade Educacional de
Penedo, da Universidade Federal de Alagoas.
O Colegiado do Curso de Turismo, no uso de suas atribuições legais, de acordo com a
deliberação tomada em reunião extraordinária do dia 12 de julho de 2019;

Considerando as orientações das Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação
em Turismo instituídas pela Resolução nº 13, de 24 de novembro de 2006 para o Trabalho
de Conclusão de Curso – TCC;

Considerando a necessidade de complementação ao disposto no Projeto Pedagógico do
Curso, que trata do Trabalho de Conclusão de Curso;
RESOLVE:
CAPÍTULO I
Das disposições preliminares
Art. 1º O Trabalho de Conclusão de Curso constitui-se em atividade obrigatória a ser
desenvolvida individualmente pelo formando, referindo-se a uma temática que tenha
relação com áreas afins ao Turismo, a partir da qual é explicitado um conjunto de ações a
serem implementadas, com vistas a atingir objetivos previamente definidos.

Art. 2º São objetivos da orientação do Trabalho de Conclusão de Curso:

Regulamento de TCC – Graduação em Turismo - UFAL|2

I. Oportunizar a (o) formando (a) do Curso de Turismo revisão, aprofundamento,
sistematização e integração de conteúdos estudados durante o curso;
II. Oportunizar ao acadêmico a elaboração de um trabalho científico baseado em estudos
e/ou pesquisas realizadas na literatura especializada da área de conhecimento do
Turismólogo, ou ainda, decorrente de observações e análises de situações, hipóteses, dados
e outros aspectos contemplados pela prática e pela teoria;
III. Contribuir para o aperfeiçoamento técnico, profissional e cultural do (a) formando (a) do
Curso de Turismo tendo em vista o seu projeto de vida profissional.

Art. 3° O Trabalho de Conclusão de Curso será desenvolvido individualmente nas
modalidades abaixo descritas:
I. Monografia;
II. Relatório de Projeto de Pesquisa e/ou Extensão (quando o aluno for bolsista ou
colaborador oficialmente cadastrado em projeto de professor da Unidade Educacional de
Penedo);
III. Artigo Científico;
IV. Plano de Negócios.

Parágrafo único: A definição das modalidades será acrescida em Norma Complementar.
CAPÍTULO II
Das partes envolvidas e suas atribuições

Art. 4º Da Coordenação de TCC: o Coordenador de TCC é indicado pelo Colegiado do Curso,
sendo preferencialmente o (a) docente ministrante da disciplina obrigatória “Seminários de
Pesquisa”, a qual é ofertada no sétimo período do curso.

Art. 5º O Coordenador de TCC possui as seguintes atribuições:
I. Elaborar a cada semestre o planejamento das atividades relativas ao TCC, levando em
consideração o calendário acadêmico e a aprovação do Colegiado do Curso, tais quais:
a) Período para formalização e conclusão de orientação;
b) Período para mudança de orientação durante o calendário acadêmico vigente;

Regulamento de TCC – Graduação em Turismo - UFAL|3

c)

Período de defesa pública de TCC, quando necessário.

Parágrafo único: A vigência do que trata a alínea “a” é de um semestre letivo.

II. Orientar os discentes matriculados na disciplina Seminários de Pesquisa ou aqueles em
fase final de conclusão de curso, sobre os aspectos relacionados ao TCC, a saber:
a) Escolha de temas;
b) Orientadores disponíveis e áreas de pesquisa/estudo;
c) Calendário semestral de TCC.
III. Divulgar e prezar pelo cumprimento do presente regulamento entre seus pares e
discentes;
IV. Convocar, quando julgar necessário, reuniões com orientador-orientando;
V. Formalizar a orientação e a mudança de orientação.

Art. 6º Das atribuições do(s) orientador(es): a orientação do Trabalho de Conclusão de Curso
tem a duração estabelecida conforme Estrutura Curricular do Curso, sendo pré-requisito o
discente ter sido aprovado na disciplina Seminários de Pesquisa, na qual o (a) discente
estrutura o projeto de pesquisa.

Art. 7º A formalização da orientação do Trabalho de Conclusão de Curso deve ser feita pelo
aluno exclusivamente no semestre em que cursa a disciplina Seminários de Pesquisa.

Art. 8º Para a formalização do sistema de orientação, o orientador deverá confirmar junto à
coordenação de TCC sua anuência, por meio do “Formulário de Formalização da Orientação
do Trabalho de Conclusão de Curso” (Apêndice I).

Art. 9º A orientação do Trabalho de Conclusão de Curso deve estar relacionada a uma das
áreas abrangidas pelo campo profissional do (a) Bacharel em Turismo previstas na proposta
do curso.

Art. 10º Os orientadores do Trabalho de Conclusão de Curso serão exclusivamente
professores da Universidade Federal de Alagoas, preferencialmente do Curso de Turismo,

Regulamento de TCC – Graduação em Turismo - UFAL|4

com aval do Colegiado do Curso de Turismo, não sendo admitidos orientadores externos à
UFAL.

Parágrafo único: O discente poderá contar com a colaboração de um co-orientador, cujos
casos e condições serão descritos em Norma Complementar.

Art. 11º A distribuição de orientação será definida semestralmente pelo Coordenador de
TCC levando em consideração, preferencialmente, a divisão proporcional à demanda de
orientandos com o quadro disponível de docentes ligados ao curso.

Art.12° São atribuições do orientador:
I. Orientar o aluno no Trabalho de Conclusão de Curso, de acordo com a modalidade prevista
no Artigo 3º;
II. Fornecer as orientações gerais deste regulamento aos alunos e acompanhá-los durante o
semestre;
III. Organizar e presidir a Banca Avaliadora do TCC;
IV. Verificar as alterações realizadas pelo aluno no momento da entrega definitiva do
trabalho;
V. Proceder aos registros acadêmicos necessários e demais atividades decorrentes.

Art. 13º Das atribuições dos discentes em fase de realização de TCC: elaborar o TCC,
seguindo a supervisão do orientador e cumprindo o cronograma devidamente estabelecido
pelas partes.

Parágrafo único: Caso o aluno não conclua o Trabalho de Conclusão de Curso no prazo
estabelecido terá de efetuar nova matrícula no semestre seguinte.

Art. 14º É possível realizar a troca de orientação no decorrer do semestre, desde que seja
preenchido formulário específico contendo a justificativa, a ciência do orientador e o aceite
do novo orientador, conforme formulário do apêndice II.

Regulamento de TCC – Graduação em Turismo - UFAL|5

Parágrafo único: O disposto no artigo anterior deve ser apreciado pela Coordenação de TCC
e aprovado pelo Colegiado do Curso.

Art. 15º Os trabalhos desenvolvidos deverão estar em consonância com o padrão UFAL de
normatização de trabalhos acadêmicos, que utiliza como referência as normas da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.

Art. 16º A defesa pública de TCC somente será agendada com, no mínimo, 30 dias após a
entrega final ao orientador.

Art. 17º O Trabalho de Conclusão de Curso deve ser entregue em quatro vias idênticas, que
serão destinadas ao professor orientador e, por ele, aos demais membros da Banca
Avaliadora.
Art.18º Das atribuições da Coordenação do Curso:
I. Cadastrar o TCC no sistema acadêmico;
II. Assinar a Declaração de Participação em Banca Examinadora, conforme Apêndice III;
III. Inserir a nota final do TCC no sistema acadêmico.

Art. 19º Das atribuições da Banca Examinadora: a Banca Examinadora, presidida pelo
Orientador, será constituída pelos seguintes membros:
I.

Orientador que presidirá os trabalhos;

II.

Dois professores examinadores, com aval do Colegiado do Curso de Turismo;

III.

Professor suplente examinador, com aval do Colegiado do Curso de Turismo.

Parágrafo único: Alternativamente, um dos membros da banca avaliadora pode ser externo
à UFAL, desde que com aval do Colegiado do Curso, devendo, obrigatoriamente, ser
portador de diploma de nível superior.

Art. 20º Cabe ao orientador propor, por escrito, à Coordenação de TCC, a data e o horário da
apresentação, com uma antecedência mínima de quinze dias da próxima Reunião Ordinária
do Colegiado, bem como a sugestão de membros para formação da Banca Examinadora.

Regulamento de TCC – Graduação em Turismo - UFAL|6

Parágrafo único: A Coordenação de TCC encaminhará ao Colegiado do Curso, para
apreciação e autorização, os pedidos de que trata o artigo anterior.

Art. 21º Estão impedidos de orientar e participar como examinador em banca avaliadora, o
cônjuge ou parente do aluno até terceiro grau, a qualquer título. A mesma restrição aplicase em relação ao orientador e professores indicados, que forem parentes entre si.

CAPÍTULO III
Da apresentação do TCC

Art. 22º O(s) examinando(s) fará(ão) uma apresentação oral do TCC, na modalidade
desenvolvida, abrangendo a parte de objetivos, justificativas, metodologia empregada na
pesquisa, conteúdo e conclusões, vedada a sua leitura, no prazo de 20 (vinte) minutos,
prorrogáveis, a critério do Presidente da Banca, por mais 5 (cinco) minutos.

Art. 23º Após a exposição oral do TCC, o Presidente da Banca concederá a palavra aos
demais membros da banca para as suas considerações e arguições ao Examinando.

Parágrafo único: o orientador (Presidente da Banca) retomará a palavra, após as arguições
dos demais membros, para proferir suas considerações.

Art. 24º Esgotada a etapa das arguições, passar-se-á à avaliação do Examinando, em sessão
privada.

Art. 25º O Presidente da Banca Examinadora preencherá em 01 (uma) via a Ata (Apêndice
IV) com o resultado final que será assinada pelos demais membros.

Art. 26º Após a sessão privada, o resultado final da avaliação será divulgado ao Examinando,
aprovado ou reprovado, e uma nota de zero a dez, sendo facultado o uso da palavra aos
membros da Banca e Examinando, para considerações finais.

Regulamento de TCC – Graduação em Turismo - UFAL|7

Art. 27º O trabalho, com as correções e revisões sugeridas pela banca, será entregue na
Secretaria da Unidade Educacional de Penedo, no prazo não superior a 30 (trinta) dias
corridos, devendo manter os padrões metodológicos e formais exigidos, considerando as
recomendações da Banca Examinadora.

§ 1 O trabalho final deve ser entregue com anuência do(a) orientador(a).

CAPÍTULO IV
Da avaliação do TCC

Art. 28º A nota final do Trabalho de Conclusão de Curso é composta pela média aritmética
das notas de cada um dos membros da Banca.

Art. 29º Cada membro da Banca Examinadora atribuirá duas notas de zero a dez e as
registrará na “Ficha de Avaliação do Trabalho de Conclusão de Curso” (Apêndice V),
referente à avaliação do trabalho escrito (peso 06) e da apresentação oral (peso 04),
respectivamente.

Art. 30ª Para ser considerado aprovado, o aluno necessita alcançar média igual ou superior a
7,0 (sete vírgula zero), obedecendo aos critérios previstos no Sistema de Avaliação da
Universidade.

§ 1 A qualidade da linguagem utilizada, a clareza de expressão e a coerência lógica no
desenvolvimento dos conteúdos são características fundamentais a serem observadas na
elaboração do TCC.

Art. 31ª A Banca Avaliadora, considerando o resultado do julgamento do Trabalho de
Conclusão de Curso, apresentará um parecer final.

Art. 32º Caso não haja a solicitação de correções no TCC o discente deverá providenciar, no
prazo de 7 (sete) dias, a entrega do material de acordo com as exigências da biblioteca da

Regulamento de TCC – Graduação em Turismo - UFAL|8

UFAL, a qual se constituirá em documento oficial da realização do Trabalho de Conclusão de
Curso.

Art. 33º O discente reprovado em TCC deverá efetuar nova matrícula e reiniciar todo o
processo de orientação.

Art. 34º Ao discente reprovado cabe o direito a recurso, mediante requerimento à
Coordenação do Curso de Turismo, fundamentando as razões de sua discordância, num
prazo de até 10 (dez) dias, contados a partir da data de divulgação da nota.

§ 1º Uma vez deferido o pedido de recurso pela Coordenação do Curso de Turismo, este
deverá sugerir dois professores entre seus pares, não integrantes da Banca, para a
constituição de uma Comissão de Revisão.
§ 2º Esta Comissão, após considerar as alegações do aluno, ouvir os pronunciamentos do
Orientador e da Banca Avaliadora e verificar o TCC, emitirá um parecer final quanto à nota
do discente.
§ 3º A Comissão de Revisão terá um prazo máximo de quinze (15) dias para apresentar seu
parecer sobre a nota da Orientação Individual do Trabalho de Conclusão de Curso.

Art. 35º Nos casos em que se comprovar plágio, o trabalho será imediatamente reprovado e
encaminhado aos órgãos universitários competentes para a análise das penalidades cabíveis.

CAPÍTULO V
Das disposições finais

Art. 36º Uma vez finalizados todos os processos de elaboração, desenvolvimento,
apresentação e revisão, o TCC fica disponível, após a devida catalogação, na biblioteca da
UFAL U.E. Penedo, pelo site da Biblioteca, o qual pode ser acessado pelo link
<http://ud10.arapiraca.ufal.br/repositorio/publicacoes/?curso_id__id=31>.

Art. 37º Os casos omissos neste Regulamento serão resolvidos pelo Colegiado do Curso de
Turismo.

Regulamento de TCC – Graduação em Turismo - UFAL|9

Art. 38º Este regimento entra em vigor na data de sua aprovação, ficando revogadas todas
as disposições contrárias.
Penedo, 12 de julho de 2019.

R e g u l a m e n t o d e T C C – G r a d u a ç ã o e m T u r i s m o - U F A L | 10

APÊNDICE I

FORMULÁRIO DE FORMALIZAÇÃO DA ORIENTAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE
CURSO
Discente
Orientador (a)
Co-orientador (a)
Titulo do TCC
Início das
atividades

Discente: __________________________________________________________________

Orientador(a): ______________________________________________________________

Co-orientador(a): ____________________________________________________________

Coord. de TCC do Curso: _______________________________________________________

Penedo – AL, ______de _______________ de _________.

R e g u l a m e n t o d e T C C – G r a d u a ç ã o e m T u r i s m o - U F A L | 11

APÊNDICE II

SOLICITAÇÃO DE MUDANÇA DE ORIENTAÇÃO

Discente
Orientador (a)
Co-Orientador
Título do TCC

Solicita-se deferimento da Coordenação de TCC e do Colegiado do Curso de Turismo para a
alteração de orientação, conforme dados abaixo:
Novo (a) Orientador (a)
Início das atividades

Discente: __________________________________________________________________
Orientador(a): ______________________________________________________________
Co-orientador(a): ____________________________________________________________
Coord. de TCC do Curso: _______________________________________________________
Coordenador (a) do Curso de Turismo: ____________________________________________
em Reunião do Colegiado, ______de ___________________ de ______________.

R e g u l a m e n t o d e T C C – G r a d u a ç ã o e m T u r i s m o - U F A L | 12

Apêndice III

DECLARAÇÃO

Declaro para os devidos fins que o Trabalho de Conclusão de Curso, na modalidade
___________________________________________________________________,intitulado
“___________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________”,
de autoria do (a) discente ______________________________________________________
________________________________, defendido em ____ de _____________ de _______,
foi examinado e aprovado pelos seguintes membros da banca examinadora.

Orientador (a):

Examinador (a):

Examinador (a):

Penedo – AL, ______de __________________ de __________.

___________________________________________
Coord. do Curso de Turismo

R e g u l a m e n t o d e T C C – G r a d u a ç ã o e m T u r i s m o - U F A L | 13

APÊNDICE IV
ATA DE DEFESA DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
TÍTULO DO TRABALHO
NOME DO ALUNO
Trabalho

de

Conclusão

de

Curso,

Modalidade_______________________________

submetido à banca examinadora designada pelo curso de Graduação em Turismo, como
requisito parcial à obtenção do título de Bacharel em Turismo por esta Instituição Federal de
Educação Superior, em _______ de _________________ de ______________.
Para os membros da Banca Examinadora, esta(e) _________________ foi julgada ________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________
tendo obtido nota _______ (__________________________________________________ ).
CONCEITO: __________________________________________________________.
Banca Examinadora:

_______________________________________________________
Orientador(a)

_______________________________________________________
Professor(a) Examinador(a)

________________________________________________________
Professor(a) Examinador(a)

R e g u l a m e n t o d e T C C – G r a d u a ç ã o e m T u r i s m o - U F A L | 14

APÊNDICE V
FICHA DE AVALIAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Modalidade: (

) Artigo Científico (

) Monografia (

) Plano de Negócios

( ) Relatório de Projeto de Pesquisa ( ) Relatório de projeto de Pesquisa e Extensão
Título do Trabalho:
Autor(a):
Avaliador(a):
Data:

1ª Etapa: Nota de zero a dez, atribuída pela Banca Avaliadora, decorrente do exame do TCC, levando
em consideração a qualidade do trabalho. Peso 06 (seis).
Critérios de Avaliação do Trabalho Escrito
1. Formatação/adequação as normas do Manual da UFAL (número de páginas,
configuração, margens, espaçamento, resumo, palavras-chave, citações,
referências) (até 1 ponto)
2. Qualidade da redação e revisão ortográfica (até 1 ponto)
3. Organização do texto (Sequência e interligação entre os capítulos propostos) (até 1
ponto)
4. Introdução (adequação do título, definição e apresentação do problema de pesquisa,
justificativa) (até 1 ponto)
5. Clareza e desenvolvimento dos objetivos propostos (até 1 ponto)

Nota

6.
7.
8.
9.

Qualidade da revisão bibliográfica e do referencial teórico (até 1 ponto)
Descrição e adequação da metodologia (até 1 ponto)
Análise e discussão de resultados (até 1 ponto)
Coerência das conclusões com os objetivos e o problema de pesquisa proposto (até 1
ponto)
10. Considerações finais, recomendações e propostas (até 1 ponto)
Nota do Trabalho Escrito:
2ª Etapa: Nota de zero a dez, atribuída pela Banca Avaliadora, decorrente da apresentação oral, por
parte do autor, de uma síntese de seu trabalho. Peso 04 (quatro).
Critérios de Avaliação da Apresentação Oral
1. Organização da apresentação e adequação ao tempo (até 2,5 pontos)
2. Adequação da linguagem e capacidade de expressão (até 2,5 pontos)
3. Segurança e domínio de conteúdos (até 2,5 pontos)
4. Arguição (até 2,5 pontos)
Nota da Apresentação Oral:
Nota Final do Avaliador = (Nota 1 x 6) + (Nota 2 x 4) / 10 =

Assinatura: