PPC 2018

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PPC QUÍMICA EAD - 09.05.18.pdf
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                    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
QUÍMICA LICENCIATURA - MODALIDADE SEMIPRESENCIAL

Pró-Reitor de Graduação: Sandra Regina Paz da Silva
Coordenador de cursos de graduação: Giana Raquel Rosa
Revisão Técnica do PPC: Jean Luiz Davino dos Santos

COMISSÃO DE ELABORAÇÃO:
Prof. Dr. Rafael Saraiva Nunes / Campus Arapiraca – UFAL
Prof. Dra. Andrea Pires Fernandes/ IQB – UFAL
Prof. Dr. Wander Gustavo Botero / Campus Arapiraca - UFAL
Prof. Dr. Vinicius Del Colle / Campus Arapiraca – UFAL
Prof. Dra. Laura Cristiane de Souza / Campus Arapiraca – UFAL
Prof. Dra. Silvia Helena Cardoso / Campus Arapiraca – UFAL
Prof. Dr. Sérgio Modesto Vechi / Campus Arapiraca – UFAL
Prof. Dr. Wilmo Ernesto Francisco Junior / Campus Arapiraca – UFAL
Prof. Dr. Paulo Cesar Costa de Oliveira / IQB – UFAL
ARAPIRACA-AL / 2013

CAMPUS ARAPIRACA
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO

INSTITUIÇÃO MANTENEDORA
Mantenedora: Ministério da Educação (MEC)
Município sede: Brasilia – DF
CNPJ: 00.394.445/0188-17
Dependência: Administrativa Federal
Título Ofertado: Licenciado

INSTITUIÇÃO MANTIDA
Mantida: Universidade Federal de Alagoas
Código: 577
Município sede: Arapiraca/AL
Endereço: Av. Manoel Severino Barbosa, S/N, Bairro Bom Sucesso, CEP:
57309-005, Arapiraca – AL
Fone: (82) 3482-1800
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br

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IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

NOME DO CURSO: LICENCIATURA EM QUÍMICA À DISTÂNCIA
Modalidade: Licenciatura a distância
Reconhecimento:
Título oferecido: Licenciado em Química
Nome da Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Campus: Arapiraca
Município-Sede: Arapiraca
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço de funcionamento do curso:
 Polo Arapiraca (sede):
Av. Manoel Severino Barbosa, S/N, Bairro Bom Sucesso, CEP: 57309-005,
Arapiraca – AL, Tel: (82) 3482-1800. Portal eletrônico do curso:
www.ufal.edu.br
 Polo São José da Laje:
Rua Eneias Marinho. Nº: s/n, Bairro: Novo Centro Comercial, CEP: 57860000,
Município: SAO JOSE DA LAJE/AL
 Polo Olho d´água das Flores:
Rua 06 de Fevereiro. Nº: s/n, Bairro: Centro, CEP: 57442000, Município: OLHO
D'AGUA DAS FLORES/AL

Portal eletrônico do curso: www.ufal.edu.br/arapiraca/graduacao/quimica-ead

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Coordenador do Curso
Nome: Rafael Saraiva Nunes
Formação acadêmica: Licenciado em Química (UFC)
Titulação: Doutor em Ciências (UFAL)
Regime de trabalho: 40h D.E

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SUMÁRIO:
1.INTRODUÇÃO ............................................................................................................09
1.1. CONTEXTO INSTITUCIONAL .....................................................................09
1.2. CONTEXTO REGIONAL ...............................................................................10
1.3. JUSTIFICATIVA. ............................................................................................10
1.4. HISTÓRICO DA EAD NA UFAL...................................................................11
2. CONCEPÇÃO DO CURSO ........................................................................................15
2.1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO .......................................................................15
2.2. OBEJTIVO GERAL ..........................................................................................16
2.3. OBJETIVOS ESPECIFÍCOS ............................................................................16
2.4. PERFIL DO CURSO .........................................................................................16
2.5. PERFIL DO EGRESSO ....................................................................................17
2.6. HABILIDADES – COMPETÊNCIAS - ATITUDES .......................................19
2.7. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES COM RELAÇÃO À FORMAÇÃO
PESSOAL ........................................................................................................................19
2.8. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES COM RELAÇÃO À COMPREENSÃO
DA QUÍMICA: ................................................................................................................21
2.9. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES COM RELAÇÃO À BUSCA DE
INFORMAÇÃO E ÀCOMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO .............................................21
2.10. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES COM RELAÇÃO AO ENSINO DE
QUÍMICA: ......................................................................................................................21
2.11. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES COM RELAÇÃO À PROFISSÃO:.. 22
3. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA ..........................................................................23
3.1. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE: ......................................................24
3.1. RECURSOS HUMANOS: ................................................................................26
4.ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ..............................................................................27
4.1. CAMPOS DE ATUAÇÃO:.. .............................................................................28
4.2. MATRIZ E PROPOSTA CURRICULAR:.. .....................................................29
4.2.1. CONTEÚDOS CURRICULARES:.. ........................................................29
5

4.2.2. RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS E PARA O ENSINO DE HISTÓRIA E
CULTURA AFRO-BRASILEIRA, AFRICANA E INDÍGENA:.. ................................30
4.2.3. EDUCAÇÃO AMBIENTAL:.. ..................................................................31
4.2.4. EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS:.. ...........................................32
4.2.5. LIBRAS:.. ...................................................................................................33
4.3. ESTRUTURA CURRICULAR:.. .......................................................................37
4.3. ESTRUTURA CURRICULAR:.. .......................................................................37
4.4. MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE QUÍMICA LICENCIATURA
SEMIPRESENCIAL:.. ....................................................................................................39
4.5. DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA POR COMPONENTE
CURRICULAR:.. ............................................................................................................44
4.6. FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR:.. .............................................................45
4.7. INTERDISCIPLINARIDADE:.. ........................................................................46
4.8. RELAÇÃO TEORIA PRÁTICA:.. ....................................................................47
4.9. PRÉ REQUISITOS DE DISCIPLINAS:............................................................52
4.10. INTERNACIONALIZAÇÃO DO CURSO:.. ..................................................53
4.11. ESTÁGIO CURRICULAR:.. ...........................................................................53
4.12. INTEGRAÇÃO COM AS REDES PÚBLICAS DE ENSINO:.. .....................56
4.13. RELAÇÃO ENTRE LICENCIANDOS, DOCENTES E SUPERVISORES DA
REDE DE ESCOLAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA:.. .....................................................57
4.14. RELAÇÃO TEORIA E PRÁTICA:.. ...............................................................59
4.15. ATIVIDADES COMPLEMENTARES:.. ........................................................59
4.16. EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS:.. .................................................................62
4.17. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC:.. ...............................117
4.18. NORMAS GERAIS PARA ELABORAÇÃO DO TCC:.. .............................118
4.19. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO:.. ...................120
4.19.1. O ENSINO:.. ..........................................................................................120
4.19.2. A PESQUISA:.. ......................................................................................122
4.19.3. A EXTENSÃO:.. ....................................................................................122
6

4.19.4. ACESSIBILIDADE:.. ............................................................................123
4.19.5. NÚCLEO DE ACESSIBILIDADE:.. .....................................................124
4.19.6. INCLUSÃO:.. .........................................................................................126
5. METODOLOGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM .........................................126
5.1. CAMPOS DE ATUAÇÃO:.. .............................................................................28
6. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ....................................................................128
7. A ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO E
APRENDIZAGEM ........................................................................................................135
8. OUTRAS AVALIAÇÕES.........................................................................................136
8.1. AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO:.. ..........................................136
9. APOIO AOS DISCENTES .......................................................................................137
10. INFRAESTRUTURA..............................................................................................137
10.1. SALA DE PROFESSORES E SALA DE REUNIÕES:.. .............................140
10.2. GABINETES DE TRABALHO PARA PROFESSORES:.. .........................140
10.3. SALAS DE AULA:.. .....................................................................................141
10.4. LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA:.. ..................................................142
10.5. REGISTROS ACADÊMICOS:.. ...................................................................142
10.6. LIVROS DA BIBLIOGRAFIA BÁSICA:.. ..................................................142
10.7. LIVROS DA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:..................................143
10.8. PERIÓDICOS ESPECIALIZADOS, INDEXADOS E CORRENTES:.. .....143
10.9. LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS. SALAS DE AULA:.. ..................144
10.10. INFRAESTRUTURA E SERVIÇOS DOS LABORATÓRIOS
ESPECIALIZADOS:.. ...................................................................................................141
10.11. MATERIAL DIDÁTICO DO CURSO:.. ....................................................141
11. REFERÊNCIAS ......................................................................................................150
12. ANEXO ...................................................................................................................151

7

1. INTRODUÇÃO
1.1.

CONTEXTO INSTITUCIONAL

A Universidade Federal de Alagoas - UFAL é Pessoa Jurídica de Direito
Público – Federal, CNPJ: 24.464.109/0001-48, com sede à Avenida Lourival de
Melo Mota, S/N, Campus A. C. Simões, no Município de Maceió, no Estado de
Alagoas, CEP 57.072-970, além de uma Unidade Educacional (UE) em Rio
Largo, município da região metropolitana da Capital.
Foi criada pela Lei Federal nº 3.867, de 25 de janeiro de 1961, a partir
do agrupamento das então Faculdades de Direito (1933), Medicina (1951),
Filosofia (1952), Economia (1954), Engenharia (1955) e Odontologia (1957),
como instituição federal de educação superior, de caráter pluridisciplinar de
ensino, pesquisa e extensão, vinculada ao Ministério da Educação, mantida
pela União, com autonomia assegurada pela Constituição Brasileira, pela Lei
de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei 9394/96 e por seus Estatuto
e Regimento Geral.
Possui estrutura multicampi, com sede localizada no Campus A. Simões,
em Maceió, onde são ofertados 102 cursos de graduação. O processo de
interiorização, iniciado em 2006, expandiu sua atuação para o Agreste, com o
Campus de Arapiraca e com Unidades Educacionais em Palmeira dos Índios,
Penedo e Viçosa e a oferta de 23 cursos. Em 2010, chegou ao Sertão,
instalando-se em Delmiro Gouveia e uma Unidade Educacional em Santana do
Ipanema e a oferta de 08 cursos, todos presenciais.
Além dos cursos presenciais, há 11 ofertados na modalidade de
Educação à Distância, através do sistema Universidade Aberta do Brasil - UAB.
A pós-graduação contribui com 31 programas de Mestrado e 09 de Doutorado,
além dos cursos de especialização nas mais diferentes áreas do conhecimento.
A pesquisa vem crescendo anualmente com a participação de linhas e
grupos de pesquisa nas mais diferentes áreas do conhecimento. A extensão
contribui com diversos programas e, também, é uma atividade em constante
8

expansão.
O ingresso dos estudantes na UFAL se efetiva por meio de processo
seletivo através do ENEM e da plataforma SISU/MEC (Sistema de Seleção
Unificada).
1.2.

CONTEXTO REGIONAL

Com uma extensão territorial de 27.767.661 km 2, o Estado de Alagoas é
composto por 102 municípios distribuídos em 03 mesorregiões (Leste, Agreste
e Sertão alagoano) e 13 microrregiões. De acordo com o Censo de 2016 do
IBGE, apresentava população residente 3.358.963 habitantes, sendo 73,64%
em meio urbano.
A inserção espacial da UFAL leva em consideração as demandas
apresentadas pela formação de profissionais em nível superior e a divisão do
Estadoem suas meso e microrregiões. Essa configuração espacial é
contemplada com uma oferta acadêmica que respeita as características
econômicas e sociais de cada localidade, estando as suas unidades instaladas
em cidades polo consideradas fomentadoras do desenvolvimento local.
Com a interiorização a UFAL realiza cobertura universitária significativa
em relação à demanda representada pelos egressos do Ensino Médio em
Alagoas, à exceção do seu litoral norte, cujo projeto de instalação do campus
no município de Porto Calvo se encontra em tramitação na SESu//MEC.
O PIB per capita estadual era de R$ 6.728,00, em 2009, sendo o setor
de serviços o mais importante na composição do valor agregado da economia,
com participação de 72 %. Os restantes 28% estão distribuídos em atividades
agrárias – tradicionalmente policultura no Agreste, pecuária no Sertão e canade-açúcar na Zona da Mata, além do turismo, aproveitando o grande potencial
da natureza do litoral.
1.3.

JUSTIFICATIVA

O estado de Alagoas possui uma população de 3.358.963 de habitantes,
9

dos quais 26,36% residem na zona rural (IBGE; senso 2016). A taxa de
analfabetismo é a maior do país: analfabetismo, 24,6%; analfabetismo
funcional, 36,5%. De acordo com dados do MEC, para o ano de 2007, 4,5%
dos professores de Química do Estado possuem formação superior.
Ainda segundo o MEC, há atualmente, nas salas de aula das escolas
das redes estadual e municipal, 81 pessoas sem formação lecionando a
disciplina de Química, 112 docentes têm formação superior, mas não a
licenciatura específica e 28 professores têm nível superior, mas sem
licenciatura. (MEC, 2013).
Este percentual tende a crescer quando considerarmos que esta
estatística não leva em consideração os casos em que o professor leciona uma
disciplina diferente daquela inerente ao curso de licenciatura no qual foi
formado. Uma consideração adicional é a de que este público alvo é
profissionalmente ativo e dificilmente poderia dispor do tempo necessário à
freqüência de um curso de licenciatura na modalidade presencial. Para os
professores locados nas regiões rurais, o problema agrava-se devido à
dificuldade de acesso às instalações físicas de um curso presencial de
licenciatura.
Estes dados apontam para a necessidade de uma resposta por parte da
UFAL no sentido de corrigir este quadro de modo eficiente, rápido e com
resultados de elevada qualidade. Cursos à distância, proporcionarão um novo
conjunto de oportunidades e opções aos professores que desejam alcançar as
qualificações ou aperfeiçoamentos necessários ao melhor desempenho da
docência.
1.4.

HISTÓRICO DA EAD NA UFAL.

A EAD na UFAL inicia em 1998, no Centro de Educação, através das ações do
Programa de Assessoria Técnica aos Municípios Alagoanos (PROMUAL) junto aos
municípios alagoanos, com o objetivo de viabilizar uma formação em nível superior
capaz de tornar real a possibilidade de qualificar professores da rede pública,
diminuindo o grave quadro de menos de 10% dos professores com graduação e a
maioria serem leigos ou terem formação em ensino médio.
Diante dessa realidade e da experiência já existente no Curso de Pedagogia a

10

Distância da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), pioneiro na formação de
licenciados nessa modalidade no país, duas professoras do Centro de Educação da
UFAL foram capacitadas junto ao Consórcio Brasilead na Universidade de Brasília e
ao final do Curso de Especialização em Educação a Distância, elaboraram como
trabalho final a proposta do Curso de Pedagogia a Distância da UFAL (ALMEIDA apud
MERCADO, 2007).
A ideia do curso foi se ampliando, envolvendo um número maior de professores
do Centro de Educação – CEDU/UFAL e passou a ser incentivada pela Pró-Reitoria de
Graduação, que viabilizou uma formação inicial na área, através do curso de
capacitação de professores que trabalhavam no Núcleo de Educação a Distância –
NEAD e professores que tivessem interesse em atuar na EAD.
Nesses mais de dez anos de existência o NEAD desenvolveu uma
competência teórico-metodológica a respeito da modalidade a distância, o que lhe
credenciou para assessorar e preparar equipes de outras instituições do estado para o
trabalho com à EAD, capacitando professores da rede pública.
Em 2002 a UFAL é credenciada para ofertar cursos na modalidade à distância,
pela Portaria nº 2.631 de 19.09.2002. Nesse período ocorre a descentralização dos
Núcleos via Pólos para oferta do Curso de Pedagogia a Distância (Mercado et all,
2004).
Como fator impulsionador da ampliação da EAD/UFAL podemos citar a
introdução de disciplinas semipresenciais nos cursos da UFAL, possibilitados pela
Portaria n. 4.059, de 10 de dezembro de 2004, que permite inovações e
experimentações no trabalho com disciplinas presenciais, complementando as
atividades de aprendizagem em sala de aula com atividades virtuais, supervisionadas
pelos professores, combinando o melhor do presencial com a flexibilidade que o virtual
permite.
Até 2005, a EAD da UFAL estava vinculada ao CEDU através do NEAD. Nesse
ano, começam a surgir novas demandas de outras áreas, entre elas, ofertas de cursos
de graduação, como Matemática, Química e Física. (CIED, UFAL, 2013)
O ano de 2006 é um divisor na história da EAD da UFAL, pois esta deixa de ser
uma ação quase que exclusiva do NEAD/CEDU e entra na ordem do dia de várias
Unidades Acadêmicas e outras áreas, tendo em vista os editais das agências de

11

fomento, da extinta Secretaria Especial de Educação a Distância - Seed/MEC e do
início das discussões da constituição de uma Universidade Aberta do Brasil (UAB).
Neste ano foram aprovados os projetos de pólos de apoio presencial e cursos de
bacharelado, passando a funcionar desde 2007, cursos de aperfeiçoamento,
especialização, bacharelado/licenciatura e bacharelado graduação em diversas áreas,
através dos polos espelhados pelo estado.
Neste caminho, a UFAL apresenta necessidades da criação de novos
processos formativos, junto ao seu corpo docente, ampliando a utilização das TIC
incorporadas às práticas pedagógicas nas atividades dos diversos cursos e também
formar professores para trabalharem em ambientes virtuais de aprendizagem,
utilizando objetivos virtuais de aprendizagem.

Este

projeto,

refletindo

a

conjuntura

socioeconômica

da

contemporaneidade, principalmente no que se refere ao aumento de matriculas
no ensino fundamental e médio e ao número reduzido de professores com
licenciatura plena em química na região do agreste/sertão de Alagoas, busca
com a criação do Curso Química Licenciatura na modalidade a distância na
Universidade Federal de Alagoas melhorar esse panorama, ofertando 150
vagas anuais deste curso à comunidade dessas regiões e buscando atender
também às exigências criadas pelo Decreto nº 5.622, de 19 de dezembro de
2005, que regulamenta o art. 80 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (LDB), nº 9394 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e
bases da educação nacional e a distância.
A introdução do curso de Química Licenciatura na modalidade distância,
vinculado à Universidade Aberta do Brasil, tendo como referência as novas
diretrizes curriculares, baseadas no PARECER CNE/CES 1.303/2001.e
RESOLUÇÃO CD/FNDE Nº 26, DE 5 DE JUNHO DE 2009; e nas Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica,
em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena, definidos no
Pareceres CNE/CP 9 de 8 de maio de 2001; CNE/CP 27 e CNE/CP 28 de 02
outubro de 2001; Resolução CNE/CP 1 de 18 de fevereiro de 2002; e
Resolução CNE/CP 2 de 19 de fevereiro de 2002.
Este curso se insere no âmbito do Plano Nacional de Formação dos
Professores (PARFOR), vinculado ao Ministério da Educação (MEC), tendo a
12

Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), sua
autarquia, como organizadora das atividades de formação do magistério da
educação básica da rede pública. Visa atender à significativa demanda de
docentes que estão atuando em sala de aula, mas ainda não têm formação
superior, infringindo, assim, a legislação em vigor. Com este curso, esses
profissionais terão a oportunidade de concluir seus estudos, utilizando o
aparato tecnológico do ensino a distância, que permitirá a ampliação da
capacidade de compartilhar conhecimento e informação.
O Projeto Político Pedagógico do curso leva em consideração também
os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s) para a Área de Química, do
MEC, bem como, os Referenciais de Qualidade para Cursos a Distância –
SEEC/MEC, que enfatizam a formação para o uso didático de Tecnologias de
Informação e Comunicação (TIC).
Considerando que a educação sofre mudanças socioculturais no tempo
e no espaço, comandadas pelo desenvolvimento técnico‐científico, a partir do
século XXI o aparato tecnológico das TIC’s foi gradativamente incorporado ao
processo ensino‐aprendizagem. A mais vigorosa expressão desse processo é
a educação a distância em várias modalidades de ensino. A experiência
adquirida pelo Curso de Química em 15 anos de existência no Estado de
Alagoas lhe dá o respaldo necessário para viabilizar uma renovação que
atenda às diretrizes de que se constitui este projeto. A EaD utiliza‐se de novos
padrões de intercâmbio entre os professores e alunos, com a utilização de
fóruns, charts, pesquisa de opinião, wiki, diário, etc., meios comunicacionais
que possibilitam maior interação entre os envolvidos no processo com trocas e
enriquecimento de experiências.
O Curso de Química da UFAL tem procurado formar profissionais para
atuarem na educação com as competências e habilidades esperadas. Esse
histórico o capacita a estruturar o curso, cuja relevância da implantação da
Licenciatura de Química a Distância confluiu com a política de expansão e
interiorização da oferta do ensino superior gratuito e de qualidade, efetuada
pela UFAL nos últimos anos.
A metodologia da inclusão digital constitui‐se em uma alternativa para
minimizar as necessidades de formação teórico‐prática na atualização e
capacitação docente em Química, propiciando uma postura integradora e
13

transformadora da realidade. Neste sentido, as tecnologias aplicadas aos
meios técnico‐científico‐informacionais participam de todas as etapas do
processo: coordenação e organização do curso, preparação das aulas,
instruções dos tutores, elaboração das avaliações, dentre outras.
Conforme já foi observado, a concepção do curso está vinculada às
diretrizes da LDB. Partindo desse princípio, estabeleceu‐se que o curso deve
formar profissionais para integrar o sistema educacional capazes de contribuir,
conscientemente, para o exercício da cidadania. Este propósito está também
em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs), que
ressaltam o papel da escola e seu compromisso com a formação do cidadão
integral, entendendo‐a como um processo que ultrapassa, no ensino, os
aspectos cognitivos.

2. CONCEPÇÃO DO CURSO
2.1.

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO CURSO:

NOME DO CURSO: LICENCIATURA EM QUÍMICA À DISTÂNCIA
Modalidade: Licenciatura a distância
Reconhecimento:
Título oferecido: Licenciado em Química
Nome da Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Campus: Arapiraca
Endereço de funcionamento do curso:
 Polo Arapiraca (sede):
Av. Manoel Severino Barbosa, S/N, Bairro Bom Sucesso, CEP: 57309-005,
Arapiraca – AL, Tel: (82) 3482-1800. Portal eletrônico do curso:
www.ufal.edu.br
 Polo São José da Laje:
Rua Eneias Marinho. Nº: s/n, Bairro: Novo Centro Comercial, CEP: 57860000,
Município: SAO JOSE DA LAJE/AL
14

 Polo Olho d´água das Flores:
Rua 06 de Fevereiro. Nº: s/n, Bairro: Centro, CEP: 57442000, Município: OLHO
D'AGUA DAS FLORES/AL

Portal eletrônico do curso: www.ufal.edu.br/arapiraca/graduacao/quimica-ead

2.2.

OBJETIVO GERAL:

Formar licenciados em Química em condições de atuarem nas escolas
das redes públicas e das redes privadas, de acordo com as atuais exigências
pedagógicas.

2.3.



OBJETIVOS ESPECIFÍCOS:

Oferecer uma formação em Química conforme as condições e
exigências que caracterizam o mundo contemporâneo.



Propiciar condições ao alunado de atualização constante em relação ao
conhecimento químico e à dinâmica do processo ensino-aprendizagem,
particularmente na perspectiva voltada ao entendimento da ciência,
propiciando a sua positiva intervenção na perspectiva interdisciplinar.



Formar professores de Química com habilidades desenvolvidas na
perspectiva

dos

fundamentos

didático/pedagógicos,

capazes

de

contribuírem, efetivamente, para a formação e exercício da cidadania.

2.4.

PERFIL DO CURSO

O curso de Química Licenciatura EAD da UFAL - Campus Arapiraca
destinar-se-á

formar

professores

para

atuarem

na

educação

básica,

especificamente a disciplina Ciências nos anos finais do ensino fundamental e
Química, no ensino médio. Campo de trabalho: escolas públicas e privadas do
Ensino Fundamental e Médio. O curso tem como objetivos formar profissionais
que tenham conhecimentos sólidos em Química e que sejam capazes de
resolver problemas no contexto da Química, que sejam capazes de refletir
sobre a sua prática pedagógica e de intervir na realidade regional buscando
15

transformá-la.
O curso de Química Licenciatura a distância tem a sua duração mínima
prevista para quatro anos, sendo de 7 anos o tempo máximo de sua
integralização, descontado o tempo regimental de trancamento do curso. O
total de carga horária do curso está fixado em 3760 horas distribuídas em 8
semestres.
O currículo do curso é constituído por uma seqüência de disciplinas e
atividades ordenadas por matrículas semestrais. O Currículo Pleno inclui as
disciplinas que atendem às bases curriculares da nova Lei de Diretrizes e
Bases, sendo complementado por outras disciplinas de caráter obrigatório.

2.5.

PERFIL DO EGRESSO

O Licenciado em Química deve ter formação ampla para propagar os
conteúdos nas diversas áreas de Química e áreas afins, como também uma
adequada preparação na área pedagógica, trabalhando a interdisciplinaridade.
Deve estar capacitado a atuar de maneira crítica e participativa, pautado em
princípios éticos, no magistério da Educação Básica, seja na docência ou na
gestão do trabalho educativo, utilizando metodologia de ensino variada,
contribuindo para o desenvolvimento intelectual dos estudantes e para
despertar o interesse científico em adolescentes. O egresso do curso de
Química Licenciatura deverá ser capaz de produzir conhecimentos e refletir
sobre sua prática pedagógica, lidar de maneira eficiente para superar os
desafios de sua profissão e da educação brasileira. Busca-se estimular a
formação de egressos que apresentem as seguintes características:


Ler, compreender e interpretar textos, especialmente textos científicos,
em língua portuguesa e em língua estrangeira, principalmente em língua
inglesa;



Compreender e se expressar corretamente utilizando linguagem
científica (símbolos, expressões, fórmulas, tabelas, gráficos, etc.);



Saber buscar e selecionar informações em diferentes fontes (livros,
enciclopédias, dicionários, mídia eletrônica, etc.);



Compreender a Química e suas relações com o contexto social,
16

econômico, político, cultural e ambiental;


Saber trabalhar em laboratório de Química e conhecer as normas de
segurança, além de saber usar a experimentação como estratégia
didática para o ensino de Química;



Refletir sobre sua prática educativa, identificando problemas e
construindo soluções visando uma aprendizagem significativa;



Saber avaliar os materiais e recursos didáticos, como livros, apostilas,
―kits‖ experimentais, programas computacionais, a fim de usá-los para
potencializara aprendizagem;



Ter consciência que a educação é um processo contínuo, ao longo de
toda a vida, e procurar oportunidades de se atualizar;



Ser capaz de elaborar projetos e trabalhar coletivamente visando a
melhoria da escola e consequentemente da realidade em que vive;



Ter formação humanística e cultura geral que permita articular-se no
ambiente social, de forma política, ética e humana, exercendo a
responsabilidade social;



Conhecer teorias psico-pedagógicas que fundamentam o processo de
ensino-aprendizagem,

em

como

os

princípios

de

planejamento

educacional;


Atuar no magistério, conhecendo os principais problemas educacionais
brasileiros,

de

acordo

com

a

legislação

específica,

utilizando

metodologia de ensino variada, contribuindo para o desenvolvimento
intelectual dos estudantes e para despertar o interesse científico em
adolescentes;


Exercer a sua profissão com espírito dinâmico, criativo, na busca de
novas

alternativas

educacionais,

enfrentando

como

desafio,

as

dificuldades do magistério.

Além disso, o curso obedece a Resolução CNE/CP nº 2, de 1º de julho de
2015, em seu artigo 8º, que trata das aptidões do egresso dos cursos de
formação inicial em nível superior:
VII - identificar questões e problemas socioculturais e educacionais, com
postura investigativa, integrativa e propositiva em face de realidades
17

complexas, a fim de contribuir para a superação de exclusões sociais, étnicoraciais, econômicas, culturais, religiosas, políticas, de gênero, sexuais e outras;
VIII - demonstrar consciência da diversidade, respeitando as diferenças de
natureza ambiental-ecológica, étnico-racial, de gêneros, de faixas geracionais,
de classes sociais, religiosas, de necessidades especiais, de diversidade
sexual, entre outras; IX - atuar na gestão e organização das instituições de
educação básica, planejando, executando, acompanhando e avaliando
políticas, projetos e programas educacionais; X - participar da gestão das
instituições

de

educação

básica,

contribuindo

para

a

elaboração,

implementação, coordenação, acompanhamento e avaliação do projeto
pedagógico;
2.6.

HABILIDADES – COMPETÊNCIAS – ATITUDES

As diretrizes para os cursos de formação de professores, bem como as
diretrizes e os PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais) do ensino básico, em
consonância com o trabalho de vários pesquisadores da área de educação
apontam

a

necessidade

de

centrar

o

ensino

e

aprendizagem

no

desenvolvimento de competências e habilidades. Entende-se por competência
a capacidade de mobilizar conhecimentos a fim de se enfrentar uma
determinada situação desenvolvendo-se respostas inéditas, criativas, eficazes
para problemas. As habilidades são consideradas como algo menos amplo do
que as competências. Assim, a competência estaria constituída por várias
habilidades. Entretanto, uma habilidade não "pertence" a determinada
competência, uma vez que uma mesma habilidade pode contribuir para o
desenvolvimento de competências diferentes.

2.7.

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES COM RELAÇÃO À FORMAÇÃO
PESSOAL:



Possuir conhecimento sólido e abrangente na área de atuação, com
domínio das técnicas básicas de utilização de laboratórios, bem como
dos procedimentos necessários de primeiros socorros, nos casos dos
acidentes mais comuns em laboratórios de Química.
18



Possuir capacidade crítica para analisar de maneira conveniente os seus
próprios conhecimentos; assimilar os novos conhecimentos científicos
e/ou educacionais e refletir sobre o comportamento ético que a
sociedade espera de sua atuação e de suas relações com o contexto
cultural, socioeconômico e político.



Identificar os aspectos filosóficos e sociais que definem a realidade
educacional.



Identificar o processo de ensino/aprendizagem como processo humano
em construção.



Ter uma visão crítica com relação ao papel social da Ciência e à sua
natureza epistemológica, compreendendo o processo histórico-social de
sua construção.



Saber trabalhar em equipe e ter uma boa compreensão das diversas
etapas que compõem uma pesquisa educacional.



Ter

interesse

no

auto-aperfeiçoamento

contínuo,

curiosidade

e

capacidade para estudos extra-curriculares individuais ou em grupo,
espírito investigativo, criatividade e iniciativa na busca de soluções para
questões individuais e coletivas relacionadas com o ensino de Química,
bem como para acompanhar as rápidas mudanças tecnológicas
oferecidas pela interdisciplinaridade, como forma de garantir a qualidade
do ensino de Química.


Ter formação humanística que permita exercer plenamente sua
cidadania e, enquanto profissional, respeitar o direito à vida e ao bemestar dos cidadãos.



Ter habilidades que o capacitem para a preparação e desenvolvimento
de recursos didáticos e instrucionais relativos à sua prática e avaliação
da qualidade do material disponível no mercado, além de ser preparado
para atuar como pesquisador no ensino de Química.

2.8.

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES COM RELAÇÃO À COMPREENSÃO
DA QUÍMICA:

 Compreender os conceitos, leis e princípios da Química.
 Conhecer as propriedades físicas e químicas principais dos elementos e
19

compostos, que possibilitem entender e prever o seu comportamento
físico-químico, aspectos de reatividade, mecanismos e estabilidade.
 Acompanhar e compreender os avanços científico-tecnológicos e
educacionais.
 Reconhecer a Química como uma construção humana e compreender
os aspectos históricos de sua produção e suas relações com o contexto
cultural, socioeconômico e político.
2.9.

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES COM RELAÇÃO À BUSCA DE
INFORMAÇÃO E ÀCOMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO:

 Saber identificar e fazer busca nas fontes de informações relevantes
para a Química, inclusive as disponíveis nas modalidades eletrônica e
remota, que possibilitem a contínua atualização técnica, científica,
humanística e pedagógica.
 Ler, compreender e interpretar os textos científico-tecnológicos em
idioma pátrio e estrangeiro (especialmente inglês e/ou espanhol).
 Saber interpretar e utilizar as diferentes formas de representação
(tabelas, gráficos, símbolos, expressões, etc.).
 Saber escrever e avaliar criticamente os materiais didáticos, como livros,
apostilas, "kits", modelos, programas computacionais e materiais
alternativos.
 Demonstrar bom relacionamento interpessoal e saber comunicar
corretamente projetos e resultados de pesquisas na linguagem
educacional, oral e escrita (textos, relatórios, pareceres, ―posters‖,
internet, etc.) em idioma pátrio.

2.10.

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES COM RELAÇÃO AO ENSINO DE
QUÍMICA:



Refletir de forma crítica a sua prática em sala de aula, identificando
problemas de ensino/aprendizagem.



Compreender e avaliar criticamente os aspectos sociais, tecnológicos,
ambientais, políticos e éticos relacionados às aplicações da Química na
20

sociedade.


Saber trabalhar em laboratório e saber usar a experimentação em
Química como recurso didático.



Possuir conhecimentos básicos do uso de computadores e sua
aplicação em ensino de Química.



Possuir conhecimento dos procedimentos e normas de segurança no
trabalho.



Conhecer teorias psico-pedagógicas que fundamentam o processo de
ensino aprendizagem, bem como os princípios de planejamento
educacional.



Conhecer os fundamentos, a natureza e as principais pesquisas de
ensino de Química.



Conhecer e vivenciar projetos e propostas curriculares de ensino de
Química.



Ter atitude favorável à incorporação, na sua prática, dos resultados da
pesquisa educacional em ensino de Química, visando solucionar os
problemas relacionados ao ensino/aprendizagem.

2.11.



COMPETÊNCIAS E HABILIDADES COM RELAÇÃO À PROFISSÃO:

Ter consciência da importância social da profissão como possibilidade
de desenvolvimento social e coletivo.



Ter capacidade de disseminar e difundir e/ou utilizar o conhecimento
relevante para a comunidade.



Atuar no magistério, em nível de ensino fundamental e médio, de acordo
com legislação específica, utilizando metodologia de ensino variada,
contribuir para o desenvolvimento intelectual dos estudantes e para
despertar o interesse científico em adolescentes; organizar e usar
laboratórios de Química; escreve reanalisar criticamente livros didáticos
e paradidáticos e indicar bibliografia para o ensino de Química; analisar
e elaborar programas para esses níveis de ensino.



Exercer a sua profissão com espírito dinâmico, criativo, na busca de
novas

alternativas

educacionais,

dificuldades do magistério.
21

enfrentando

como

desafio

as



Conhecer criticamente os problemas educacionais brasileiros.



Identificar no contexto da realidade escolar os fatores determinantes no
processo educativo, tais como o contexto socioeconômico, política
educacional, administração escolar e fatores específicos do processo de
ensino-aprendizagem de Química.



Assumir conscientemente a tarefa educativa, cumprindo o papel social
de preparar os alunos para o exercício consciente da cidadania



Desempenhar outras atividades na sociedade, para cujo sucesso uma
sólida formação universitária seja importante fator.

3. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
Considerando os artigos 25 e 26 do Regimento Geral da UFAL.
Art. 25. O Colegiado de Curso de Graduação é órgão vinculado à Unidade
Acadêmica, com o objetivo de coordenar o funcionamento acadêmico de Curso
de Graduação, seu desenvolvimento e avaliação permanente, sendo composto
de:
I.

05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus respectivos

suplentes, que estejam no exercício da docência, eleitos em Consulta efetivada
com a comunidade acadêmica, para cumprirem mandato de 02 (dois) anos,
admitida uma única recondução;
II.

01 (um) representante do Corpo Discente, e seu respectivo suplente,

escolhido em processo organizado pelo respectivo Centro ou Diretório
Acadêmico, para cumprir mandato de 01 (um) ano, admitida uma única
recondução;
III.

01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu

respectivo suplente, escolhidos dentre os Técnicos da unidade acadêmica,
eleito pelos seus pares, para cumprir mandato de 02 (dois) anos, admitida uma
única recondução.
Parágrafo Único – O Colegiado terá 01 (um) Coordenador e seu Suplente,
escolhidos pelos seus membros dentre os docentes que o integram.

22

Art. 26. São atribuições do Colegiado de Curso de Graduação:
I.

coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do Projeto

Pedagógico do Curso, com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais, no perfil
do profissional desejado, nas características e necessidades da área de
conhecimento, do mercado de trabalho e da sociedade;
II.

coordenar o processo de ensino e de aprendizagem, promovendo a

integração docente-discente, a interdisciplinaridade e a compatibilização da
ação docente com os planos de ensino, com vistas à formação profissional
planejada;
III.

coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos dos resultados

obtidos, executando e/ou encaminhando aos órgãos competentes as
alterações que se fizerem necessárias;
IV.

colaborar com os demais Órgãos Acadêmicos;

V.

exercer outras atribuições compatíveis
No âmbito do curso de química EaD, as reuniões do curso ocorrem

periodicamente (mensal), onde as decisões são sumarizadas em ata e
encaminhadas para as devidas implementações.
3.1.

NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE

Em atendimento à Portaria 147/2007, ao Parecer CONAES 04/2010 e a
Resolução CONAES 01/2010 a UFAL instituiu, através da Resolução 52/2012
no âmbito de seus cursos de graduação os Núcleos Docentes Estruturantes –
NDE – em conformidade com as especificações legais. Neste sentido, os NDE
são compostos pelo mínimo de cinco membros, todos docentes com titulação
de pós-graduação stricto sensu e formação na área do curso. Considera-se,
igualmente, a afinidade da produção científica com o eixo do curso e sua
dedicação ao mesmo. Os membros de NDE possuem mandatos de três anos,
com uma tarefa acadêmica de acompanhamento, consolidação e atualização
permanente do Projeto Político Pedagógico do Curso - PPC. O Núcleo Docente
Estruturante - NDE do curso de Licenciatura em química EaD se reune
23

ordinariamente na terceira sexta-feira de cada mês, no horário das 13:30 às
15:30 e extraordinariamente, sempre que for necessário. A concepção e
elaboração deste PPC é de responsabilidade do referido núcleo que o
acompanhará na implantação deste documento pelo Colegiado do curso.
Compete ao Núcleo Docente Estruturante as seguintes atribuições:
I- Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
II- Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades
de ensino constantes no currículo;
III- Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e
extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado
de trabalho e consoantes com as políticas públicas relativas à área de
conhecimento do curso;
IV- Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Curso
de Graduação;
V- Elaborar e/ou reformular o Projeto Pedagógico do Curso assim como
acompanhar e avaliar a implantação e implementação do referido documento,
propondo as alterações necessárias a sua melhor consecução;
VI- Apreciar e encaminhar para homologação do Colegiado e das instâncias
deliberativas superiores, projetos de Pesquisa, de Cursos de Pós-Graduação
Latu e Strictu Sensu e de cursos e/ou atividade de extensão, com o objetivo de
tornar efetiva a aplicação do princípio da indissociabilidade entre ensino,
pesquisa e extensão;
VII- Emitir pareceres sobre as propostas de ensino, pesquisa e extensão no
âmbito do curso;
VIII- Participar da elaboração do Plano Anual de Trabalho do Curso, que será
apreciado pelo Colegiado e aprovado pelos Órgãos competentes da UFAL,
bem como acompanhar sua execução;
IX- Recomendar as diretrizes dos programas das disciplinas do curso de
Graduação e suas respectivas ementas, encaminhando à Coordenação,
24

modificações dos programas para fins de compatibilização;
X- Fazer parte de bancas de avaliação em processos de seleção para docentes
do curso;
XI- Coordenar a elaboração e recomendar a aquisição de lista de títulos
bibliográficos e outros insumos necessários ao curso;

3.2.

RECURSOS HUMANOS:

Docente

Título

Regime

Área do conhecimento

de
Trabalho
Ana Paula Agapito

Mestre

DE

Pedagógicas

André Luis Galvão

doutor

DE

Estágio supervisionado

Marques Doutor

DE

Pedagógicas e química

Andrea

Vanderlei Ferreira
Andrea

orgânica
Pires Doutor

DE

Química ambiental

Silva Mestre

DE

LIC

Mestre

DE

Cálculo

de mestre

DE

Pedagógicas

José Henrique Araújo Doutor

DE

Física

Fernandes
Fabiane

Da

Queiroz
Ingrid Araújo Sampaio
Ivanise

Gomes

Souza Bittencourt

Lopes

25

Luís Carlos Ferreira de mestre

DE

Química inorgânica

Mestre

DE

Libras

Noélia Rodrigues dos mestre

DE

Pedagógicas

Oliveira
Nagib José Mendes

Santos

e

Estágio

supervisionado

Rafael Saraiva Nunes
Ricardo

Doutor

DE

Química inorgânica

Alexandre Doutor

DE

LIC

Afonso
Sergio Modesto Vechi

Doutor

DE

Físico química

Thiago Barros Da Silva

Doutor

DE

Química geral e química
orgânica

Vicente

José

Barreto Mestre

De

pedagógicas

DE

Físico química

Guimarães
Vinicius Del Colle

Doutor

4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
4.1.

CAMPO DE ATUAÇÃO

 No documento ―Subsídios para a elaboração de proposta de Diretrizes
Curriculares Gerais para as Licenciaturas‖, que atende à solicitação da
Secretaria de Ensino Superior/SESU e se insere no conjunto das ações
de

articulação

demandadas

pelo

Projeto

Estratégico

Integrador

―Flexibilização Curricular no Ensino Superior/99‖, coordenado pela
SESU,

encontram-se

pressupostos

fundamentais

para

atuação

profissional do licenciado. Entre eles, cita que o professor deverá
exercer uma atividade profissional de natureza pública (que diz respeito
a toda a sociedade), uma prática compartilhada que terá dimensão
coletiva e pessoal e que implicará simultaneamente em autonomia e
responsabilidade.
26

 Para esse profissional, o campo de atuação são as instituições públicas
e privadas de educação básica, ensino profissionalizante, instituições de
educação informal, movimentos sociais, propaganda, órgãos de
entretenimento público e privado e, produção teatral em geral.
 O curso de Química Licenciatura EaD da UFAL - Campus Arapiraca
destina-se a formar professores para atuar na educação básica, mais
especificamente a disciplina Ciências nos anos finais do ensino
fundamental e Química, no ensino médio. Campo de trabalho: escolas
públicas e privadas do ensino fundamental e médio. O curso tem como
objetivos formar profissionais que tenham conhecimentos sólidos em
Química e que sejam capazes de resolver problemas no contexto da
Química, que sejam capazes de refletir sobre a sua prática pedagógica e
de intervir na realidade regional buscando transformá-la.
 Sendo curso de licenciatura, o curso de química cumpre as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação
Básica (DCNFPEBs), considerando as:
a) 400 (quatrocentas) horas de prática como componente curricular,
distribuídas ao longo do processo formativo;
b) 400 (quatrocentas) horas dedicadas ao estágio supervisionado, na
área de formação e atuação na educação básica, contemplando também
outras áreas específicas, se for o caso, conforme o projeto de curso da
instituição;
c)

200

(duzentas)

horas

de

atividades

teórico-práticas

de

aprofundamento em áreas específicas de interesse dos estudantes,
conforme núcleo definido no inciso III do artigo 12 das DCNFPEBs, por
meio da iniciação científica, da iniciação à docência, da extensão e da
monitoria, entre outras, consoante o projeto de curso da instituição; e
d) pelo menos 2.200 (duas mil e duzentas) horas dedicadas às
atividades formativas estruturadas pelos núcleos definidos nos incisos I
e II do artigo 12 das DCNFPEBs, conforme o projeto de curso da
instituição;
4.2.

MATRIZ E PROPOSTA CURRICULAR

A Transversalidade se caracteriza por temáticas que atravessam e
27

perpassam os diferentes campos do conhecimento. Porém, para atender a esta
demanda social, não se trata de qualquer temática, mas àquelas relacionadas
a conceitos ético político-sociais, atrelados para a melhoria da sociedade e da
humanidade. Os temas transversais podem ser voltados à educação em
valores; voltados a respostas aos problemas sociais, conectando a escola à
vida das pessoas; e devem ser abertos à incorporação de novos problemas
sociais.
O curso de licenciatura em química EaD trata da transversalidade nos
conteúdos abordados na disciplina de sociedade, natureza e desenvolvimento,
ofertada já no primeiro semestre do curso e na disciplina Política e organização
da educação básica no Brasil, ofertada no segundo período.

4.2.1. CONTEÚDOS CURRICULARES
Quanto à transversalidade, as temáticas Educação Ambiental, Relações
Étnicas, Educação em Direitos Humanos e Libras, dialogam no curso da
seguinte forma:

4.2.2. RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS E PARA O ENSINO DE HISTÓRIA E
CULTURA AFRO-BRASILEIRA, AFRICANA E INDÍGENA
Em atenção à Lei 10.639/2003, à Lei 11.645/2008 e da Resolução
CNE/CP 01/2004, fundamentada no Parecer CNE/CP 03/2004 que dispõe
sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Relações Étnico
Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e
Indígena, a Universidade Federal de Alagoas, em 2014, atualizou a Resolução
Interna que regulamenta os componentes curriculares comuns aos cursos de
formação de professores para a Educação Básica, no âmbito da UFAL RESOLUÇÃO Nº 59/2014-CONSUNI/UFAL, de 06 de outubro de 2014.
No âmbito do curso de Química Licenciatura EaD do Campus Arapiraca
– UFAL, a temática é tratada em diversos momentos do curso. O primeiro deles
se dá na disciplina de Sociedade, Natureza e Conhecimento, como pode ser
verificado no PPC atual do curso e no plano da disciplina (Anexo 6).
A disciplina de História da Química aprofunda a discussão com
exemplos do conhecimento químico produzido em sociedades africanas bem
28

como povos indígenas do Brasil e América Latina, como pode ser verificado no
plano de curso anexo. Na disciplina são realizadas leituras de textos bases que
possibilitam tal discussão, a citar:
CHASSOT, A. I. Outro marco zero para a história da Ciência latinoamericana. Química Nova na Escola, São Paulo, v. 7, n.13, p. 42-45, 2001.
FRANCISCO JUNIOR, W. E.; Educação anti-racista: reflexões e
contribuições possíveis do ensino de ciências e de alguns pensadores. Ciência
e Educação, v. 14, p. 397-416, 2008.
FRANCISCO JUNIOR, W. E. Opressores-Oprimidos: Um diálogo para
além da igualdade étnica. Química Nova na Escola, v. 26, p. 10-12, 2007.
Essas discussões permitem redirecionar o olhar para conhecimentos
científicos pouco explorados, proporcionando tanto uma discussão sobre
aspectos da historiografia da ciência, como também o atendimento de aspectos
legais. Por exemplo, há registros no campo da metalurgia de habitantes de
uma região onde hoje é a Tanzânia sobre a produção de aço em fornos que
atingiam temperaturas 200ºC a 400ºC superiores aos fornos europeus até o
século XIX. Tal tecnologia de fundição e produção de aço é bastante utilizada
atualmente, e envolve conhecimentos físico-químicos acerca das propriedades
periódicas de elementos. Registros de 1879 sobre uma região que hoje
compreende a Uganda mostram uma cesariana realizada, o que demonstra a
necessidade de conhecimentos sobre conceitos e técnicas de assepsia,
anestesia, cauterização etc.
Na disciplina de Bioquímica também são discutidos aspectos da história
e cultura africana, especialmente explorando moléculas químicas que dizem
respeito aos fenótipos (cor da pele, estrutura capilar, cor de olhos),
destacando-se o caráter social de não se considerar diferença como
inferioridade, mas como fruto da diversidade cultural. O uso de condimentos e
bebidas de matriz africana se fazem presentes na discussão da culinária e
religião, com a introdução do texto:
Moreira, P. F. S. D.; Rodrigues-Filho, G.; Fusconi, R.; Jacobucci, D. F. C.
A Bioquímica do candomblé? possibilidades didáticas de aplicação da lei
federal 10.639/03. Química Nova na Escola, v. 33, p. 85-92, 2011.
Sendo assim, salienta-se que o curso atua em conformidade com
aspectos preconizados pela lei 10.639. Atualizações do PPC do curso já foram
29

conduzidas em relação a tal aspecto, de forma a explicitar como são
contemplados os aspectos supracitados.
4.2.3. EDUCAÇÃO AMBIENTAL
O Decreto n. 4.281, de 25 de junho de 2002, regulamenta a Lei no
9.795, de 27 de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação
Ambiental, e dá outras providências. A Resolução CNE/CP nº 02/2012 define
formas de sua implementação nos currículos dos cursos superiores.
A educação ambiental tornou-se constituinte essencial da formação pela
lei Nº 9.795 de 27 de abril de 1999, Lei da Educação Ambiental. Em seu Art. 2º
afirma: ― A educação ambiental é um componente essencial e permanente da
educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada em todos os
níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal ou não-formal.‖
A mesma lei do Art. 10º, inciso 1º estabelece que a educação ambiental não
deve ser implantada como disciplina específica no currículo de ensino.
O curso de Química atende à legislação acima citada e de forma a
atender as especificidades da mesma, todas as disciplinas de Química, do
curso de Licenciatura em Química serão desenvolvidas dentro do conceito de
Química Verde. Para tanto será demonstrado o impacto de cada área no
aspecto ambiental, visando a minimização do mesmo.

4.2.4. EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS.
A Educação em Direitos Humanos na UFAL adéqua-se à Resolução
CNE/CP n. 01/2012.

Para os cursos de LICENCIATURA, a Resolução

CONSUNI/UFAL 59/2014 estabelece que a temática dos direitos humanos
deverá atender à legislação específica.

Nesta perspectiva, o art. 8º da

Resolução CNE/CP 01/2012 determina:
Art. 8º A Educação em Direitos Humanos deverá orientar a formação
inicial e continuada de todos (as) os (as) profissionais da educação, sendo
componente curricular obrigatório nos cursos destinados a esses profissionais.
Assim, sua inserção nos cursos de licenciatura deve ocorrer sob a forma
de disciplina de oferta obrigatória, contribuindo para a formação de
30

professores. Ainda em atendimento ao art 12 da mesma resolução podem ser
programadas ações de extensão voltadas para a promoção de direitos
humanos considerando o contexto em que a IES se insere.
Assim, os PPC deverão tratar a temática de modo transversal e
conforme ainda o art.7º da mesma resolução:
A inserção dos conhecimentos concernentes à Educação em Direitos
Humanos na organização dos currículos da Educação Básica e da Educação
Superior poderá ocorrer das seguintes formas:
I - Pela transversalidade, por meio de temas relacionados aos Direitos
Humanos e tratados interdisciplinarmente;
II - como um conteúdo específico de uma das disciplinas já existentes no
currículo escolar;
III - de maneira mista, ou seja, combinando transversalidade e
disciplinaridade.
Parágrafo único. Outras formas de inserção da Educação em Direitos
Humanos poderão ainda ser admitidas na organização curricular das
instituições educativas desde que observadas as especificidades dos níveis e
modalidades da Educação Nacional.
O curso de licenciatura em química EaD trata a temática de Educação
de Direitos Humanos de forma de forma transversal nos conteúdos abordados
na disciplina de sociedade, natureza e desenvolvimento, ofertada já no primeiro
semestre do curso e na disciplina Política e organização da educação básica
no Brasil, ofertada no segundo período. As bibliografias referentes a essa
temática constam nas ementas das disciplinas citadas. O tema Educação em
Direitos Humanos pode ser abordado em outras disciplinas de forma
multidisciplinar e indireta.

4.2.5. LIBRAS
De acordo com o Art. 3º do Decreto n. 5.626 de 22 de dezembro de
2005 - Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre
a Língua Brasileira de Sinais - Libras como disciplina curricular obrigatória nos
cursos de formação de professores para o exercício do magistério, em nível
31

médio e superior, e nos cursos de Fonoaudiologia, de instituições de ensino,
públicas e privadas, do sistema federal de ensino e dos sistemas de ensino dos
Estados, do Distrito Federal e dos Municípios., e o art. 18 da Lei no 10.098, de
19 de dezembro de 2000. O curso de licenciatura em química EaD trabalha a
temática de libras através de uma disciplina obrigatória no segundo semestre.

11.8.5. Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro
Autista
A UFAL possui o Núcleo de Acessibilidade - NAC voltado para a
promoção de acessibilidade e de atendimento diferenciado aos estudantes com
deficiência e Transtorno do Espectro Autista, em atenção à Política de
Acessibilidade adotada pelo MEC e à legislação pertinente.
Criado em outubro de 2013, O NAC tem consolidado suas ações, de
acordo com a Lei 13.146/2015, visando ―assegurar e a promover, em
condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais
da pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania‖.
Atualmente está localizado no Centro de Interesse Comunitário (CIC), no
campus A. C. Simões, com 3 salas, as quais são utilizadas para reuniões com
estudantes, professores, coordenadores e familiares, bem como há a produção
de materiais demandados por discentes com deficiência atendidos. O NAC
busca desenvolver ações de orientação aos docentes de todos os campus da
Universidade.
Atualmente, o NAC conta com uma coordenação, um revisor em Braille,
12 bolsistas de apoio ao estudante com deficiência (selecionados por edital
específico) e um psicólogo clínico.
O próprio dimensionamento dessas necessidades merece um cuidado
especial, haja vista a forma atual de identificação dos alunos: a auto
declaração. Assim, professores e estudantes com deficiência, precisam solicitar
atendimento educacional especializado e, este ocorre continuamente e de
acordo com as suas necessidades. O NAC ainda disponibiliza o empréstimo de
equipamentos de acessibilidade, como livros e máquina para escrita em Braile,
por exemplo. Os acompanhamentos são avaliados ao final de cada semestre
32

por professores dos estudantes com deficiência e pelos próprios estudantes,
com a finalidade de aperfeiçoar os serviços oferecidos.
Além deste acompanhamento ao discente e discente, o NAC tem
investido na formação da comunidade universitária com a proposição de
projetos, cursos e oficinas (Tecnologia Assistiva - Deficiência Visual e
Deficiência Física, Estratégias de Ensino do surdo, cego, Práticas Inclusivas na
Educação Superior, Sextas Inclusivas, entre outros).
Por outro lado, a UFAL tem investido na capacitação técnica de seus
servidores para o estabelecimento de competências para o planejamento e
execução de ações voltadas para essas necessidades. Ao esforço para o
atendimento universal à acessibilidade arquitetônica, se junta, agora, o cuidado
de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela Política de Acessibilidade,
qual sejam a acessibilidade: pedagógica, metodológica, de informação e de
comunicação. A acessibilidade pedagógica e metodológica deve atentar para o
art. 59 da Lei 9394/96, que afirma: ―Os sistemas de ensino assegurarão aos
educandos com necessidades especiais: I - currículos, métodos, técnicas,
recursos educativos e organização específicos, para atender às suas
necessidades‖. Neste sentido, a Nota Técnica nº 24 / 2013 / MEC / SECADI /
DPEE, de 21 de março de 2013, orienta os sistemas de ensino no sentido de
sua implantação. Em especial, recomenda que os ―PPC contemplem
orientações no sentido da adoção de parâmetros individualizados e flexíveis de
avaliação pedagógica, valorizando os pequenos progressos de cada estudante
em relação a si mesmo e ao grupo em que está inserido‖.
Para tal atendimento a UFAL assume o compromisso de prestar
atendimento especializado aos estudantes com deficiência auditiva, visual,
visual e auditiva e cognitiva, como também os estudantes com Transtorno do
Espectro Autista, sempre que for diagnosticada sua necessidade. Procura-se,
desta forma, não apenas facilitar o acesso, mas estar sensível às demandas de
caráter pedagógico e metodológico de forma a permitir sua permanência
produtiva no desenvolvimento do curso. À luz do Decreto Nº 5.296, de 2 de
dezembro de 2004 – Regulamenta a Lei n. 10.048, de 8 de novembro de 2000,
que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e a Lei n. 10.098,
33

de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos
para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com
mobilidade reduzida, e dá outras providências.
A partir de 2016, o NAC ainda tem atuado na intermediação com os
diferentes órgãos da UFAL, principalmente junto à SINFRA, PROGRAD e
PROEST, para a minimização de possíveis barreiras (físicas e acadêmicas) à
permanência do estudante com deficiência, como preconiza a Lei 10.098/2000,
que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da
acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. Aqui,
merece destaque a construção de calçadas táteis, rampas de acesso aos
prédios, corrimãos, adaptações de banheiros e salas de aula, entre outras
obras necessárias à permanência dos estudantes e professores com
deficiência na universidade.
Com relação ao atendimento de discentes com Transtorno do Espectro
Autista, conforme disposto na Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012,
incluso no instrumento de avaliação dos cursos de graduação do INEP de
junho de 2015, a Universidade Federal de Alagoas, nesse momento fomenta
estudos e debates no intuito de constituir uma política institucional que explicite
ações neste âmbito e que fundamente os cursos de graduação desta instituição
em metodologias e ações atitudinais que visem a inclusão de pessoas com
este transtorno. Os discentes com transtorno do espectro autista também são
atendidos pelo NAC.
Para ampliar o número de estudantes acompanhados, está em
andamento visita às coordenações do curso para a distribuição de materiais de
divulgação do NAC, bem como a elaboração de campanha institucional para
difundir o Núcleo nas redes sociais, pela Assessoria de Comunicação
(ASCOM).
A

Unidade

Educacional

Arapiraca

baseia-se

no

Plano

de

Desenvolvimento Institucional 2013-2017 da UFAL que estabelece algumas
metas, no sentido de promoção de acessibilidade e de atendimento
diferenciado as pessoas com deficiência e tem investido em infraestrutura
34

adequada e na capacitação técnica de seus servidores para o estabelecimento
de competências para diagnóstico, planejamento e execução de ações
voltadas para essas necessidades.
Na Unidade de Arapiraca, o Núcleo de Acessibilidade atende aos cursos
de graduação do polo e é composto pelo Núcleo de Assistência Estudantil –
NAE. Este, oferece suporte ao corpo discente, em articulação com docentes e
técnicos para o atendimento diferenciado, de acordo com demanda específica.
No curso de química EaD, existe a preocupação constante em apoiar os
estudantes com deficiência, planejando material didático que contemplam às
suas necessidades.
Além disso, são desenvolvidas atividades de leitura e discussão na
disciplina Projetos integradores I e Libras, onde aborda a Educação Especial
na perspectiva inclusiva. São realizadas atividades de pesquisa de campo nas
Escolas e Instituições municipais, bem como ações de intervenção nesses
espaços.
4.3.

ESTRUTURA CURRICULAR:

Com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais para Formação inicial em
nível superior e para a formação continuada, Resolução nº 2 de 1º de julho de
2015 CNE/CP 2/2015, esta proposta apoia-se em três núcleos:
I - Núcleo de Estudos de Formação Geral;
II - Núcleo de aprofundamento e diversificação de estudos das áreas de
atuação profissional;
III - Núcleo de estudos integradores para enriquecimento curricular.
Vejamos, a seguir, os quadros com os detalhamentos sobre cada núcleo
e sua relação com os conteúdos:

Carga Horária

Disciplina
teórica

prática

Semestral
total

35

Sociedade, natureza e

120

0

120

120

0

120

120

0

120

Tic para ensino de química

60

0

60

Introdução à educação à

60

0

60

Profissão docente

60

0

60

Política e organização da

80

0

80

80

0

80

80

0

80

60

0

60

Matemática fundamental

60

0

60

Química geral 1

120

0

120

Cálculo 1

80

0

80

Organização do trabalho

60

0

60

Física geral

80

0

80

Planejamento currículo e

80

0

80

Química geral experimental

30

30

60

Física geral 2

80

80

80

Pesquisa Educacional

50

10

60

desenvolvimento: da
realidade local a realidade
global
Produção do conhecimento:
ciência e não-ciência
Lógica, informática e
comunicação

distância

Núcleo 1

educação básica no Brasil
Desenvolvimento e
aprendizagem
Projeto pedagógico,
organização e gestão do
trabalho escolar
Língua brasileira de sinais libras

acadêmico

avaliação da aprendizagem

36

60

0

60

60

0

60

Química ambiental

60

0

60

Química Analítica 1

80

0

80

História da química

40

0

40

Química inorgânica 1

80

0

80

Química Orgânica 1

50

50

100

Química Inorgânica 2

30

30

60

Química analítica 2

60

60

120

Química Orgânica 2

80

0

80

Físico química 1

80

0

80

Química Orgânica

0

60

60

Físico-química 2

80

0

80

Bioquímica

80

0

80

Instrumentação para ensino

60

0

60

0

60

60

Seminário integrador 1

40

0

40

Projeto integrador 1

40

0

40

Projeto integrador 2

40

0

40

Projeto integrador 3

40

0

40

Projeto integrador 4

40

0

40

Projeto integrador 5

40

0

40

Metodologias ensino química
Instrumentação para o ensino

Núcleo 2

de química

Experimental

de Química

Núcleo 3

Físico química experimental

37

4.4.

Perío

Projeto integrador 6

40

0

40

Projeto integrador 7

40

0

40

MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE QUÍMICA LICENCIATURA
SEMIPRESENCIAL:

Código

Disciplina

do

Obrigat

Carga horária

ória
Seman Teóri Prátic Semestr

Sociedade,

1

1

1

TRID001

natureza e

TRID002

desenvolvim
Produção do
ento:
da
conheciment

TRID003

realidade
o:
ciência e
Lógica,
local a
não-ciência
informática
realidade e

al

ca

a

al

Sim

6

120

0

120

Sim

6

120

0

120

Sim

6

120

0

120

Sim

2

40

0

40

Sim

3

60

0

60

Sim

3

60

0

60

comunicação
global
1

TRID004

Seminário 1
TIC para

1

QULD034 ensino de
química
Introdução à

1

QULD035 educação à
distância

38

Carga
horária do

520

Período:
2

EDUD001 Profissão

Sim

3

50

10

60

Sim

4

70

10

80

Sim

4

70

10

80

Sim

4

80

0

80

Sim

3

50

10

60

Sim

2

40

0

40

Sim

3

60

0

60

Sim

6

120

0

120

Sim

2

40

0

40

docente
Política e
2

EDUD002 organização
da educação

2

2

básica no
EDUD003 Desenvolvim
Brasil
ento e
Projeto
aprendizage
EDUD004 pedagógico,
m
organização
e
gestão do
Língua

2

EDUD006 brasileira
trabalho de
escolar- libras
sinais

2

EDUD005

Projetos
integradores

2

QULD036

1
Matemática
fundamental

2

QULD037

Química
geral 1
Carga
horária do

580

período:
3

QULD001 Projeto
integrador 2

3

QULD002 Cálculo 1

Sim

4

80

0

80

3

QULD003 Organização
do trabalho

Sim

3

60

0

60

acadêmico
39

3

QULD004 Química
ambiental

Sim

3

60

0

60

3

QULD005 Física geral

Sim

4

80

0

80

Sim

4

80

0

80

Sim

3

30

30

60

Planejament
o currículo e
3

QULD006 avaliação da
aprendizage
m
Química

3

QULD007 geral
experimental
Carga
horária do

460

período:
4

QULD008 Química

Sim

4

80

0

80

4

analítica 1
QULD009 Projeto

Sim

2

40

0

40

integrador 3
4

QULD010 Cálculo 2

Sim

4

80

0

80

4

QULD011 Química
inorgânica 1

Sim

4

80

0

80

4

QULD012 História da

Sim

2

40

0

40

Sim

4

80

0

80

química
4

QULD013 Física geral
2
Carga
horária do

400

período:

40

5

QULD014 Química

Sim

5

60

40

100

Sim

3

30

30

60

Sim

2

40

0

40

Sim

6

60

60

120

Sim

5

0

100

100

Sim

4

80

0

80

Sim

3

50

10

60

Sim

4

80

0

80

Sim

2

0

40

40

5

0

100

100

Orgânica 1
5

QULD015 Química
Inorgânica II
Projeto

5

QULD016

5

QULD018 Química
analítica 2

Integrador 4

Estágio
5

QULD017 Supervisiona
do 1

Carga
horária do

420

período:

6

QULD019 Química
Orgânica 2

6

QULD020 Pesquisa
Educacional

6

QULD021 FísicoQuímica 1

6

QULD022 Projeto
Integrador 5
Estágio

6

QULD023 Supervisiona

Sim

do 2

41

Carga
horária do

360

período:
7

QULD024 Química

Sim

3

0

60

60

Sim

3

60

0

60

Orgânica
7

Experimental
QULD025 Metodologia
s ensino

7

química
QULD026 Físicoquímica 2

Sim

4

80

0

80

7

ELET178 Disciplina
Eletiva 1

Sim

3

60

0

60

7

QULD027 Projeto
Integrador 6

Sim

2

0

40

40

5

0
100

100

0

80

Estágio
7

QULD028 Supervisiona

Sim

do 3
Carga
horária do

400

período:
8

QULD029 Bioquímica

Sim

Instrumentaç
8

QULD030 ão para
ensino de

4

80

3

60

Sim

60
0

Química
8

8

QULD031 FísicoQuímica
Experimental
ELET200 Disciplina
Eletiva 2

Sim

3

0

60

60

Sim

2

40

0

40

42

8

QULD032

Projeto

Sim

2

0

40

40

Integrador 7
Estágio
QULD033 Supervisiona

8

5
Sim

100
0

100

do 4
Carga
horária do

380

período:

4.5.

DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA POR COMPONENTE
CURRICULAR

COMPONENTES
CURRICULARES
Disciplinas obrigatórias

HORA AULA (60 MIN)

PERCENTUAL (%)

3020

80,32

Disciplinas eletivas

100

2,66

Estágio supervisionado

400

10,63

Atividades

200

5,31

TCC

40

1,08

Atividades curriculares

(370)

--

3760

100

complementares

de extensão*
Carga horária total

* A carga horária das atividades curriculares de extensão já está inclusa em
outros componentes curriculares, como orienta a Meta 12 do Plano Nacional de
Educação (Lei nº 13.005/2014), que preconiza a obrigatoriedade de 10% da
carga horária dos cursos de graduação, para atividades de extensão.

4.6.

FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR:

De acordo com o Projeto Pedagógico Institucional – PPI da UFAL, a
flexibilização curricular é um dos princípios básicos da formação do graduando
43

que no exercício de sua autonomia pode e deve incorporar outras formas de
aprendizagem na sua formação profissional. A oferta das disciplinas eletivas
não se caracteriza como a única opção para uma flexibilização curricular, no
entanto, oferece uma ampliação de conteúdos relacionados a área de química
que contribuirão para a formação do profissional.
Além da oferta de disciplinas eletivas, o Curso de Licenciatura em
Química EaD da UFAL, aplica o princípio da flexibilização curricular a partir das
seguintes ações:
1 - Análise cuidadosa da utilização ou não de pré-requisitos entre as
disciplinas, para facilitar ao aluno uma melhor organização do seu currículo.
Assim, os discentes ficarão mais livres para cumprir disciplinas que fazem parte
dos semestres diferentes do que ele está cursando, ajudando-os, desta forma,
a atualizar e/ou adiantar o seu processo de integralização no curso;
2 - Aproveitamento de atividades extracurriculares, devidamente comprovadas,
para contabilização de carga horária e dispensa de disciplinas, tais como:
disciplinas cursadas em outros cursos, atividades de prática docente,
programas de mobilidade
ou intercâmbio estudantil.

DISCIPLINAS ELETIVAS:

Disciplinas

Carga Horária

Eletivas

Obrigatória Semanal Teórica Prática

Química
Analítica

Semestral
Total

3

40

20

60

2

40

0

40

Não

Instrumental
Inglês
Instrumental

Não

44

Tópicos em
Química

2

40

0

40

Não

Computacional

4.7.

INTERDISCIPLINARIDADE

A interdisciplinaridade, outro princípio básico da formação do discente,
pressupõe estratégias conciliadoras dos conhecimentos próprios de cada área,
com o objetivo de estabelecer conexões entre elas, para uma melhor
complementariedade e colaboração na resolução de problemas.
Pensando na interdisciplinaridade dos conteúdos ofertados pelo Curso de
Licenciatura

em

química,

semestralmente,

são

realizadas

reuniões

pedagógicas do Núcleo Docente Estruturante - NDE, em parceria com os
docentes do curso, no intuito
de compartilhar os conteúdos que serão trabalhados em cada semestre,
buscando uma conexão entre os mesmos, que auxiliarão os discentes a
pensarem de modo sistemático e flexível. Assim, a partir das reuniões onde
cada docente toma conhecimento dos conteúdos das disciplinas que serão
trabalhadas no semestre, articulam-se ações que fortaleçam as conexões entre
elas. A exemplo disto, podemos citar a interdisciplinaridade entre a disciplina de
Organização do Trabalho Acadêmico com as demais disciplinas do semestre,
onde, os conteúdos de elaboração de resumos, resenhas e fichamentos são
aplicados por todos os docentes responsáveis pelas demais disciplinas.
Os Projetos Integradores que integram a estrutura curricular do curso, do
primeiro ao sétimo semestre, se estabelecem como uma ponte entre o
ambiente da química e a escola, a partir da articulação entre todos os
conhecimentos desenvolvidos nas disciplinas de cada semestre.
4.8.

RELAÇÃO TEORIA PRÁTICA

A articulação entre teoria e prática, possibilita que os discentes entrem
em contato com diversas situações-problema e os preparem para resolvê-las.
Essa experiência retira o discente da condição de mero receptor de
45

informações, tornando o sujeito na produção do conhecimento. Assim, toda
atividade prática se constituirá em oportunidade para o discente refletir e
teorizar, amparado por conteúdos teóricos e metodológicos, que servirão de
aporte na sua atuação prática.
Nas licenciaturas dos cursos de exatas, as articulações entre a teoria e a
prática possuem especificidades na formação de professores. Tomando como
base as Diretrizes Gerais para as Licenciaturas/SESU e os PCN, o Curso de
Licenciatura em química está pautado, metodologicamente, na articulação
teórico-prática, na solução de situações-problema e na reflexão sobre a
atuação profissional. A cada semestre, o curso pretende garantir os meios
necessários para que as experiências práticas permitam a construção de
conhecimentos fundamentais para a atuação do professor, atrelando, assim, o
antigo binômio teoria e prática.
Desde a sua criação, o grupo de professores do curso de Química
Licenciatura

EaD vem observando a flexibilização das disciplinas e a

integração entre a parte pedagógica e específica do curso. A estrutura
organizacional curricular obedece uma distribuição das disciplinas pedagógicas
ao longo da matriz curricular buscando seguir as orientações do MEC. Logo no
primeiro e segundo período do curso, existem disciplinas de nivelamento em
química (seminário integrador 1) e matemática (matemática fundamental),
fazendo com que não ocorra o distanciamento dos conteúdos específicos do
curso.
Ao mesmo tempo, é importante assinalar que não cabe as disciplinas
pedagógicas e nem as disciplinas específicas de química a integração do
conhecimento para a promoção de reflexões sobre a prática pedagógica. Como
amplamente discutido e debatido pela comunidade científica da educação
química brasileira (vide algumas publicações: A formação de professores de
Química no estado de Rondônia: necessidades e apontamentos. Química Nova
na Escola, v. 31, p. 113-122, 2009; Formação de professores de Química:
concepções e proposições, Química Nova na Escola, n. 27, p. 26-29, 2008; O
espaço da prática de ensino e do estágio curricular nos cursos de formação de
professores de Química das IES paulistas. Química Nova, v. 31, n. 3, p. 694,
699, 2008.), essa integração é função das horas destinadas à Prática
Pedagógica

como

Componente

Curricular,
46

assim

como

ao

Estágio

Supervisionado.
Em atendimento às exigências legais (Resolução n° 2 CNE/CP de 1 de
julho de 2015 que substitui as Resoluções CNE/CP nº 1, de 18 de fevereiro de
2002, CNE/CP nº 2, de 19 de fevereiro de 2002 ), as atividades de PECC
devem ser integralizadas em no mínimo 400 horas permeando a formação
desde o início do curso, estando presente em toda a estrutura curricular, no
interior das áreas ou disciplinas de provimento dos componentes curriculares,
que não somente as disciplinas pedagógicas. Isso tem por objetivo não
restringir a prática em um espaço isolado, mas vincular atividades de
observação e reflexão que visem à atuação em situações contextualizadas. Em
outras palavras, esse é um espaço para o licenciando observar, refletir,
produzir e, porque não, colocar em prática atividades e/ou situações de ensino
que visem transformar o conhecimento científico específico em conhecimento
escolar.

Conforme tabela de ordenamento curricular anexa pode-se

verificar que a PECC encerra carga horária de 410 horas, perpassando todo o
curso, desde as disciplinas de conteúdo pedagógico puro (Profissão Docente,
Pesquisa Educacional), disciplinas específicas de química (Química Geral) e
disciplinas de conhecimento pedagógico de conteúdo (Instrumentação para o
Ensino e Metodologia de Ensino).
Tal distribuição é de certa forma homogênea e está em acordo com o
preconizado pela comunidade brasileira de educação química, conforme as
inúmeras pesquisas publicadas, entre elas: Formação de professores de
Química: concepções e proposições, Química Nova na Escola, n. 27, p. 26-29,
2008; A formação de professores de Química no estado de Rondônia:
necessidades e apontamentos. Química Nova na Escola, v. 31, p. 113-122,
2009; O espaço da prática de ensino e do estágio curricular nos cursos de
formação de professores de Química das IES paulistas. Química Nova, v. 31,
n. 3, p. 694, 699, 2008; Conteúdos das disciplinas de interface atribuídos a
Prática como Componente Curricular em Cursos de Licenciatura em Química.
Alexandria, v. 5, p. 95/2-123, 2012; Diretrizes para a formação de professores
da educação básica em interface com a licenciatura em química: em contexto
as possibilidades formativas. Química Nova, v. 37, p. 1072-1077, 2014.
Especificamente sobre ―resolver problemas no contexto da química e
refletir sobre sua prática pedagógica‖, na disciplina de Química Geral, por
47

exemplo, conforme consta em sua ementa, são realizadas as leituras de artigos
que contemplam reflexões pedagógicas de conceitos químicos. Entre a
bibliografia estão:

FERNANDEZ, C.; MARCONDES, M R. Concepções dos Estudantes
sobre Ligação Química. Química Nova na Escola, v. 24, p. 20-24, 2006.
DUARTE,

Carga

nuclear

efetiva

e

sua

consequência

para

a

compreensão da estrutura eletrônica dos átomos. Química Nova na Escola, n.
17 p. 22-26, 2003.
MARCONDES, M. E. R ; CARMO, M. P. DO . Concepções de alunos de
ensino médio sobre soluções. Química Nova na Escola, v. 28, p. 37-41, 2008.
ROCHA, W. R. Interações intermoleculares. Cadernos Temáticos de
Química Nova na Escola. n. 4, 31-36, 2001.
Na disciplina de Metodologia de Ensino, os estudantes envolvem-se em
atividades práticas de preparo de execução de aulas, fato que se configura em
resolução de problemas do contexto da química conectados à prática
pedagógica:

EMENTA:
1. Diferentes enfoques da química e suas implicações no processo
educativo; 2. Abordagem e discussão de questões fundamentais relativas ao
ensino básico

de química:

objetivos,

conteúdos e processo

ensino-

aprendizagem; 3. Abordagem tradicional e propostas alternativas no ensino de
química: pressupostos teóricos e aspectos metodológicos; 4. Implicações das
abordagens e instrumentos de ensino no processo educativo; 5. Atividades
didático-metodológicas para o aperfeiçoamento da aprendizagem em química.

V - METODOLOGIA A disciplina é configurada a partir de atividades
práticas de elaboração e execução de planos de aula com vistas a promover
melhor aprendizagem, dividindo-se em 3 etapas: Planejamento e execução de
planos de aulas: em grupo e utilizando diferentes abordagens teóricometodológicas, os estudantes planejam e executam uma aula de química com
tema livre (duração média de 50 minutos). A aula é executada na própria turma
da disciplina. Após a aplicação da aula dos grupos, realiza-se um debate com
48

toda a turma sobre a aula, explicitando assim o conhecimento prévio. Pautado
nos aspectos elencados pelo grupo, são propostas leituras que os aprofundem,
especialmente. Cada grupo será responsável inicialmente pelo planejamento e
execução de uma aula em que temas e instrumentos pedagógicos não podem
ser coincidentes. Isso permite debater conjuntamente aos recursos de ensino
os conceitos químicos das aulas e em maior amplitude.
Aulas debate: as aulas debates são configuradas a partir da leitura e
discussão dos textos selecionados, visando aprofundar as temáticas de cada
aula. Texto síntese: produção textual que discute os conceitos estudados em
termos de abordagens de ensino e análise da materiais e documentos
educacionais.

VI - AVALIAÇÃO
A avaliação será contínua em todo processo, consistindo basicamente
de três partes: Produção textual - Planos de aula (15%); - Atividades escritas
relacionadas aos textos lidos (15 %); Participação e apresentação das aulas Evolução das aulas (incorporação do conhecimento abordado na disciplina na
execução dos planos de aula) (15%); - Leitura e participação nos debates dos
textos (15%).
Por sua vez, na disciplina de Instrumentação para o Ensino são
realizados: A) debates em sala de aula de casos vivenciados pelos estudantes
na realidade escolar, discutindo os dilemas e desafios enfrentados, a partir de
literatura pertinente sobre educação e ensino de química; B) análise, pelos
alunos, de materiais didáticos e instrumentos de ensino disponíveis aos
professores nas escolas, tendo como referenciais as tendências atuais do
ensino de química; C) socialização, por meio de comunicações escritas e orais,
dos resultados e reflexões produzidos a partir dos casos concretos e análise de
materiais.
Ademais, a Universidade Federal de Alagoas dispõe das disciplinas de
Projetos Integradores, em que a carga horária é destinada especificamente a
discussões de caráter pedagógico, sendo a maior delas em conexão ao
conhecimento químico, promovendo a resolução de problemas práticos no
contexto da química. Nestas disciplinas são produzidos experimentos, vídeos e
oficinas que em grande parte são aplicados no ensino de química na Educação
49

Básica. Uma análise dos planos de curso revela a variedade de ações
arroladas.
Em Projetos Integradores 2 (plano de curso, Anexo 1) os estudantes
fazem a busca e seleção de experimentos que são apresentados e discutidos
em sala de aula. Toda a atividade é permeada pela discussão de elementos
teóricos sobre o papel da experimentação, como as questões envolvendo
segurança, descarte de materiais, intencionalidade pedagógica.
Na disciplina de Projetos Integradores 4 (Plano de curso, Anexo 2), a
partir da leitura de artigos científicos que discutem o ensino de conceitos
químicos em nível médio, os estudantes produzem experimentos relacionados
a estes conceitos. Tais experimentos são gravados em vídeos e posteriormente
discutidos com toda a sala. O enfoque da discussão é fundamentalmente a
prática pedagógica, a partir de um problema no contexto da química. Alguns
estão disponíveis pelos links:

https://www.youtube.com/watch?v=-rnEaUgwz1I
https://www.youtube.com/watch?v=gQq3NXXOzqA&feature=youtu.be
https://www.youtube.com/watch?v=DoS3kj4XP3A&feature=youtu.be
https://drive.google.com/file/d/0B10QqXvLO4ytTXhJRy1rTmZqamc/view
?ts=5645e900;
https://www.youtube.com/watch?v=1ILeC5DiBy8

Por sua vez, na disciplina de Projetos Integradores 6, após a realização
de leituras de artigos científicos em língua inglesa, os estudantes produzem
textos de divulgação científica (Plano de Curso Projetos Integradores 6, Anexo
3), cujo público é o estudante da Educação Básica.
Reforça-se, ainda, o papel que o Estágio Supervisionado, em que o
estudante vivencia a realidade escolar tendo foco no ensino da química.
Diante do exposto afirmamos que, a despeito das dificuldades que a separação
das disciplinas nos eixos possa provocar, em hipótese alguma se pode dizer
que a integração de conhecimentos relacionados ao ensino de química é frágil.
Longe disso, podemos afirmar que a distribuição de certa forma homogênea
das reflexões sobre Prática de Ensino como Componente Curricular permite
uma integração favorável.
50

4.9.

PRÉ REQUISITOS DE DISCIPLINAS
Disciplina

Pré-Requisito

Química geral experimental

Química geral

Cálculo 1

Matemática fundamental

Química inorgânica e experimental

Química geral

Cálculo 2

Cálculo 1

Química orgânica 1

Química geral 2

Química orgânica 2

Química orgânica 1

Química analítica 1

Química geral 2

Química analítica 2

Química analítica 1

Físico-química 1

Cálculo 2

Físico-química 1

Quïmica geral 2

Físico-química 2

Físico-química 1

Bioquimica 1

Química orgânica 2

Fisico-química experimental

Físico-química 2

química analítica instrumental

Química analítica 2

Métodos

espectrométricos

em Química orgânica 2

química orgânica
Química ambiental

4.10.

Química geral

INTERNACIONALIZAÇÃO DO CURSO

Apesar de não dispor diretamente de disciplinas de línguas estrangeiras
no curso, mas existe constantemente o contato dos alunos com línguas
estrangeiras, sobretudo o inglês. Este contato ocorre através do estudo de
51

artigos científicos em língua estrangeira em disciplinas de projetos integradores
e também disciplinas específicas do curso como química inorgânica, orgânica,
bioquímica, físico química e química analítica. Além disso, vários professores
tiveram experiência internacional através da participação em eventos
internacionais e programas de capacitação no exterior (programa de
licenciatura internacional, ciência sem fronteiras, etc).
4.11.

ESTÁGIO CURRICULAR

O Estágio supervisionado deve possibilitar ao futuro professor vivenciar
situações de ensino–aprendizagem, refletir sobre estas situações juntamente com os
orientadores do Estágio e a equipe de professores da Escola, a fim de buscar novas
alternativas para sua prática educativa.
De acordo com a Resolução CNE/CP 1, este estágio deverá ser realizado em
escolas de Educação básica a partir do início da segunda metade do curso e deverá
resultar num intercambio de colaboração Universidade/Escola. A Resolução CNE/CP 2
estabelece que a carga horária do Estágio Curricular Supervisionado deve ser de 400
(quatrocentas) horas, embora para os alunos que já exerçam atividade docente regular
na educação básica, esta carga horária possa ser reduzida em até 200 (duzentas)
horas.
O planejamento e a execução das práticas realizadas durante o Estágio,
deverão estar apoiados nas reflexões desenvolvidas durante todo o curso de
formação. As avaliações dos resultados obtidos (que podem ser apresentadas na
forma de relatório final do Estágio) poderão servir para avaliar e redirecionar a
estrutura curricular do curso. Portanto, esta avaliação deve ser feita por uma equipe de
professores formadores e, sempre que possível, com professores das escolas onde os
estágios foram feitos a fim de analisar os problemas encontrados, propor soluções
etc., contribuindo assim para a melhoria do ensino nas mesmas.
O que deve ficar bem claro é que o Estágio Curricular não deve ser a única
etapa do curso em que os alunos terão a oportunidade de vivenciar a prática
educativa. Muito pelo contrário, durante todo e desenvolvimento das atividades do
Curso a prática pedagógica deverá estar presente em no mínimo 400 (quatrocentas)
horas como institui a resolução CNE/CP 1 e 2, que estabelece:
―A prática, na matriz curricular, não poderá ficar reduzida a um
espaço isolado, que a restrinja ao estágio, desarticulado do

52

restante do curso‖.
―A prática deverá estar presente desde o início do curso e
permear toda a formação do professor‖.
―No interior das áreas ou das disciplinas que constituírem os
componentes curriculares de formação, e não apenas nas
disciplinas pedagógicas, todas terão a sua dimensão prática‖.
―Em tempo e espaço curricular específico, a coordenação da
dimensão prática transcenderá o estágio e terá como finalidade
promover

a

articulação

das

diferentes

práticas,

numa

perspectiva interdisciplinar‖.
―A prática será desenvolvida com ênfase nos procedimentos de
observação e reflexão, visando à atuação em situações
contextualizadas,

com

o

registro

dessas

observações

realizadas e a resolução de situações-problema.‖
―A presença da prática profissional na formação do professor,
que não prescinde da observação e ação direta, poderá ser
enriquecida com tecnologias da informação, incluídos o
computador e o vídeo, narrativas orais e escritas de
professores, produções de alunos, situações simuladoras e
estudo de casos‖.

Portanto, cada disciplina ou atividade do curso deverá ter sua dimensão
prática. Isto é particularmente importante para as disciplinas da área específica
de Química. Os professores destas disciplinas, ao mesmo tempo que
desenvolverão os conteúdos específicos, deverão desenvolver atividades tais
como: realização de seminários, planejamento e execução de unidades
didáticas, elaboração de textos didáticos, análise de livros didáticos, análise e
utilização de kits experimentais etc.
Em conformidade com a Resolução nº 71/2006 – CONSUNI/UFAL, de
18 de dezembro de 2006, que disciplina os estágios curriculares dos cursos de
graduação da Universidade Federal de Alagoas, para inserção do aluno do
campo de estágio será necessário a celebração de convênio entre a
Universidade e a Unidade de Ensino concedente. O curso terá uma
Coordenação de Estágio, cujo Coordenador será indicado entre os docentes
em atividade no Colegiado do Curso e este terá a função de tratar dos
assuntos

relacionados

aos

estágios,
53

junto

ao

Colegiado

do

Curso,

Coordenador de Curso, Unidade Acadêmica e outros setores da Universidade,
bem com, deverá selecionar as Unidades de Ensino e celebrar os convênios
necessários a realização dos mesmos. Na Unidade de Ensino, lócus da
realização do estágio, o aluno deverá contar com a orientação e
acompanhamento do Supervisor de Campo -professor responsável pela
regência da disciplina.
Para validade do estágio faz-se necessário ainda, a existência de:


Plano de estágio: elaborado pelo aluno sob orientação do Coordenador
de Estágio e pelo Supervisor de Campo. No plano deverá conter os
objetivos, a descrição detalhada das atividades, o período (inicio e
término do estágio), o local e a caracterização da Unidade de Ensino
concedente, o horário de estágio, o nome e a formação de Supervisor de
Campo.



Documento de encaminhamento: do estagiário à Unidade de Ensino
concedente, feito pelo Coordenador de Estágio do Curso.



Seguro de acidentes pessoais: em favor do estagiário é obrigatório e
deverá ser providenciado pela UFAL no período anterior ao ato de
efetivação do mesmo.



Termo de compromisso: assinado pelo estagiário, pelo Coordenador de
Estágio e pelo representante legal de Unidade de Ensino concedente do
estágio.
O Estágio obrigatório será normatizado pelo Colegiado do Curso sob

forma de Resolução. Será realizado, presencialmente, no município de
residência do aluno. Ao final de cada estágio o aluno deverá entregar um
relatório para avaliação dos procedimentos e atividades desenvolvidas,
totalizando ao final do processo 4(quatro) relatórios de estágio. Os mesmos
deverão ser aprovados pelo Coordenador de Estágio a cada etapa, para que o
aluno possa dar prosseguimento às outras fases do estágio.
De acordo com o Artigo 4º da Instrução Normativa, 001/2009, o Estágio
Curricular Supervisionado, terá carga horária de 400 horas e será oferecido a partir do
quinto semestre letivo, sendo distribuídas da seguinte forma:
- Estágio Supervisionado 1 (100 horas) – Abrange os estudos teóricos das
Leis e dos PCN;

54

- Estágio Supervisionado 2 (100 horas) - 40 horas de regência, 40 horas de
observação e 20 horas para seminários.
- Estágio Supervisionado 3 (100 horas) - 40 horas de regência, 40 horas de
observação e 20 horas para seminários.
- Estágio Supervisionado 4 (100 horas) - 40 horas de regência, 40 horas de
observação e 20 horas para seminários.
Esse Artigo possui quatro parágrafos que complementam as instruções do
Artigo, acima citado. No parágrafo primeiro, as disciplinas do Estágio Supervisionado
1, 2, 3 e 4, serão pré-requisitos para a matrícula de cada semestre. No parágrafo
segundo a carga horária de Estágio poderá ser reduzida em até 200 horas da carga
prevista, para integralização do Estágio Curricular Supervisionado, quando o
estudante atuar na docência em química, conforme o parágrafo único do Artigo 1º da
Resolução CNE/CP nº 02, de 19 de fevereiro de 2002, assim como da Instrução
Normativa nº 01 PROGRAD/Fórum dos Colegiados, que disciplina a redução da carga
horária de estágio curricular supervisionado para os alunos dos cursos de
Licenciatura da UFAL que exercem atividade docente, regular, na Educação Básica.
Esta Instrução Normativa está disponível nos anexos deste Projeto.

4.12.

INTEGRAÇÃO COM AS REDES PÚBLICAS DE ENSINO

O estágio curricular supervisionado previsto/implantado na Licenciatura em
química está regulamentado/institucionalizado e promove, de maneira excelente,
relação com a rede de escolas da Educação Básica, considerando, os aspectos:
acompanhamento pelo docente nas atividades no campo da prática, ao longo do
semestre, com vivência da realidade escolar de forma integral, incluindo participação
em conselhos de classe/reunião de professores; parceria entre docentes da UFAL,
licenciandos e docentes da Educação Básica, incluindo o supervisor de estágio,
acompanhamento e participação do licenciando em atividades de planejamento,
desenvolvimento e avaliação realizadas pelos docentes da Educação Básica,
participação dos docentes da Educação Básica no processo de orientação e formação
dos licenciandos; articulação entre o currículo do curso e aspectos práticos da
Educação Básica, embasamento teórico das atividades planejadas e desenvolvidas no
campo da prática, reflexão teórica acerca de situações vivenciadas pelos licenciandos
em contextos de educação formal e não formal e produção acadêmica que articula a
teoria estudada e a prática vivenciada.
O curso cumpre com as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica
(DCNBs). As disciplinas da dimensão pedagógica do curso (Profissão Docente;

55

Política e Organização da Educação Básica no Brasil; Planejamento, currículo e
avaliação da aprendizagem; e Pesquisa Educacional) incluem em seus currículos e
programas os temas indicados pelas DCNBs, a saber:
a) o conhecimento da escola como organização complexa que tem a função de
promover a educação para e na cidadania;
b) a pesquisa, a análise e a aplicação dos resultados de investigações de interesse da
área educacional;
c) a participação na gestão de processos educativos e na organização e
funcionamento de sistemas e instituições de ensino;
d) a temática da gestão democrática, dando ênfase à construção do projeto políticopedagógico, mediante trabalho coletivo de que todos os que compõem a comunidade
escolar são responsáveis.
Ademais, as temáticas acima citadas são vivenciadas e ampliadas, também,
nas disciplinas de Estágios Supervionados (1 ao 4).
4.13.

RELAÇÃO ENTRE LICENCIANDOS, DOCENTES E SUPERVISORES DA
REDE DE ESCOLAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA

O estágio supervisionado em nosso curso traz como foco dialogar com o
real pedagógico o estudante das licenciaturas desenvolva formas de agir
reflexivamente, considerando as emergências e singularidades do espaço
escolar, tendo em vista uma transformação efetiva da realidade da qual se
aproxima e com a qual interage, espera-se ainda que seja transformado por
ela, vivenciando um processo formativo a partir da troca de conhecimentos com
os diversos atores que constituem a instituição escolar.
A aproximação à realidade só tem sentido quando tem conotação de
envolvimento, de intencionalidade, isso aponta para a necessidade de um
aprofundamento conceitual do estágio e das atividades que nele se realizam.
Entende-se que os estagiários nas escolas atuam no coletivo, junto a seus
pares, essa apropriação da realidade será uma trilha para a proposição de
novas experiências, partindo sobretudo de pesquisas realizadas em escolas o
que introduz a discussão de práxis, na tentativa de superar a decantada
56

dicotomia entre teoria e prática. Nesse sentido, o estágio como atividade
curricular

é,

da

mesma

forma

atividade

teórica

de

conhecimento,

fundamentação, diálogo e intervenção na realidade, ou seja, é no trabalho
docente do contexto da escola, do sistema de ensino e da sociedade que a
práxis se dá.
Nesta concepção acreditamos que o estágio faz parte de um processo
em que o estudante das licenciaturas possa se reconhecer como partícipe do
processo pedagógico, ao reconhecer o outro como aquele que, na interação,
contribui para ele ocupe tal lugar.
Assim, o Estágio Curricular Supervisionado deverá possibilitar ao futuro
professor de química a oportunidade de vivenciar diferentes situações durante
o desenvolvimento do processo ensino–aprendizagem, assim como, refletir
sobre estas situações juntamente com os orientadores do Estágio e a equipe
de professores da Escola, a fim de que, possa buscar novas alternativas para
sua prática educativa.
Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está
regulamentado/institucionalizado, de maneira excelente, considerando, em uma
análise sistêmica e global, os aspectos: parceria entre docentes da IES,
licenciandos e docentes da Educação Básica, incluindo o supervisor de
estágio; acompanhamento/participação do licenciando em atividades de
planejamento, desenvolvimento e avaliação realizadas pelos docentes da
Educação Básica; participação dos docentes da Educação Básica no processo
de orientação/formação dos licenciados.

4.14.

RELAÇÃO TEORIA E PRÁTICA

Quando o estágio curricular supervisionado previsto/implantado está
regulamentado/institucionalizado, de maneira excelente, a relação teoria e
prática, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos:
articulação entre o currículo do curso e aspectos práticos da Educação Básica;
embasamento teórico das atividades planejadas/desenvolvidas no campo da
prática; reflexão teórica acerca de situações vivenciadas pelos licenciandos em
57

contextos de educação formal e não formal; produção acadêmica que articule a
teoria estudada e a prática vivenciada.
Para promover a integração com as escolas de educação básica das
redes públicas de ensino foram firmados convênios com as Prefeituras onde o
curso é ofertado e Secretaria de Educação do Estado, Resoluções da Ufal,
Pareceres do MEC, Projetos Pedagógicos de Cursos de Graduação da UFAL,
Lei e Diretrizes Étnico-raciais, Meio Ambiente e outros.
Além disso, existe uma integralização dos conteúdos vistos em sala de aula
com atividades realizadas nas escolas públicas dos municípios onde o curso
existe, onde os alunos do curso colocam em prática conteúdos ministrados na
disciplinas de projeto integrador. Nesse sentido, atividades como elaboração de
seminários, minicursos, experimentos de baixo custo e interpretação de artigos
são aplicadas nessas escolas, promovendo a prática docente dos alunos do
curso, além de manter uma relação de feedback entre os discentes do curso e
alunos de escolas públicas de Alagoas.

4.15.

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

O Colegiado do Curso de Química Licenciatura EaD da Universidade
Federal de Alagoas – Campus Arapiraca, no uso de suas atribuições, instrui
referente às Atividades Complementares conforme Resolução 113/95 – CEPE
de 13 de novembro de 1995, resolve que:


As atividades complementares devem contemplar mais de um grupo de
atividades, citadas na Resolução 113/95 – CEPE de 13 de novembro de
1995, dentre as atividades de Ensino, Extensão, Pesquisa e
Representação Estudantil;



As atividades devem ser obrigatórias na área do curso;



Fica limitado a 10% (dez por cento) da carga horária total referente às
atividades de Representação Estudantil;



Não poderá contar na carga horária das Atividades Complementares,
aquelas provenientes de vínculo empregatício e estágios curriculares;



Os alunos deverão dar entrada com o processo com os formulários
específicos

e

os

documentos

58

comprobatórios

ao

Professor

Coordenador de Atividades Complementares;


colegiado do curso de Química Licenciatura EaD irá deferir e homologar
o referido pedido, e encaminhar a Coordenação do curso para
continuidade do processo e inclusão da carga horária no sistema
acadêmico.

As atividades complementares constituem-se em uma oportunidade de
vivenciar no universo acadêmico um ritmo diferenciado daquele vivido restritamente
em sala de aula.
A tabela abaixo mostra a equivalência entre as atividades desenvolvidas e o
cômputo das horas que serão correspondentes:

GRUPO 1 – ATIVIDADES DE ENSINO – FLX 001
SUBGRUPO

ATIVIDADE

VALORAÇÃO

1

Disciplinas ofertadas em
regime seriado e que
integrem, como parte
flexível, a grade curricular
do curso.

Aproveitamento integral da carga
horária, desde que o aluno tenha
sido aprovado. Discriminar no
Histórico Escolar código e nome das
disciplinas, e as notas obtidas.

2

Monitoria.

Aproveitamento máximo da carga
horária da disciplina objeto da
monitoria, mediante relatório do
professor orientador. Deverá constar
no Histórico Escolar a atividade, o
nome da disciplina e a carga horária
consignada.

GRUPO 2 – ATIVIDADES DE EXTENSÃO – FLX 002
SUBGRUPO

ATIVIDADE

VALORAÇÃO

59

1

Disciplinas ofertadas em
regime seriado e que
integrem, como parte
flexível, a grade curricular
do curso.

Consignação integral da carga
horária, desde que o aluno tenha
sido aprovado. Será emitido
certificado contendo código e nome
da disciplina, carga horária e o
aproveitamento obtido pelo aluno.

2

Participação em Jornadas,
Simpósios, Congressos,
Seminários, Encontros,
Palestras, Conferências,

Aproveitamento da carga horária
pelo Colegiado de Curso, mediante
certificado de freqüência, tipo de
participação e relatório individual

Debates, Mesas Redondas circunstanciado e avaliativo.
e outros.
3

Outras atividades de
extensão

GRUPO 3 – ATIVIDADES DE PESQUISA – FLX 003
SUBGRUPO

ATIVIDADE

1

Iniciação Científica

2

PET

3

Núcleos Temáticos

4

Outras atividades de
pesquisa

VALORAÇÃO
Aproveitamento de carga horária
pelo Colegiado de Curso, mediante
relatório de desempenho do
Professor Orientador, responsável
pela atividade.

GRUPO 4 – ATIVIDADES DE ADMINISTRAÇÃO ESTUDANTIL – FLX 004
SUBGRUPO

ATIVIDADE

VALORAÇÃO

1

Participação em Entidades
Estudantis

Aproveitamento da carga horária
pelo Colegiado de Curso, mediante
relatório circunstanciado da

2

Colegiados de Curso

60

3

Câmaras Departamentais

4

Conselhos de Centro

5

Conselhos Superiores

4.16.

EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS

Disciplina:

atividade.

Sociedade, natureza e desenvolvimento:
da realidade local a realidade global

Semestre:

1º Período

Carga horária:

120h

EMENTA:

Reflexão crítica sobre a realidade, tendo como base o conhecimento de
mundo a partir de um contexto local e sua inserção global, através de
abordagem interdisciplinar sobre sociedade, seu funcionamento, reprodução,
manifestação diversas e suas relações com a cultura, economia, política e
natureza. "História da África e dos africanos no Brasil. História indígena e
indigenismo no Brasil. Relações étnico-raciais no Brasil. Culturas afrobrasileiras e indígena".
Bibliografia Básica:
HALL, S. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A,
1998.
LIRA, F. Alagoas: formação da riqueza e da pobreza. Maceió: Edufal, 2008.
FREYRE, Gilberto. Casa-grande & senzala: formação da família brasileira
sob o regime da economia patriarcal. 51. ed. São Paulo: Global, 2006. 727
p. (Introdução a história da sociedade patriarcal no Brasil; 1). ISBN
8526008692
Bibliografia Complementar:
SANTOS, L. G. Politizar as novas tecnologias. Editora 34, 2003.
GONÇALVES, C. W. Paixão da Terra: ensaios críticos de ecologia e geografia.
Rio de Janeiro: Pesquisadores associados em Ciências Sociais, 1984.

61

SORJ, B. A nova sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.
CHIAVENATO, J. J. O Negro no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1988.
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil.
Companhia das Letras, 2006 Companhia de bolso 433 p. ISBN 8535907815
SILVA, Aracy Lopes & GRUPIONI, Luís Donisete Benzi. A Temática Indígena
na Escola. Novos Subsídios para Professores de 1° e 2° Graus.
Brasília,MEC/MARI/UNESCO, 1995

Disciplina:

Introdução a educação a distância

Semestre:

1º Período

Carga horária:

60h

EMENTA:
Concepções de educação à distância. Evolução histórica. O aluno de EaD.
Tutoria em EaD. Metodologia da EaD. Avaliação na EaD. Perspectivas atuais
de educação à distância: mídias interativas e plataformas de aprendizagem
online.
Bibliografia Básica:
BELLONI, M. L. Educação a distância. 2.ed. Campinas, SP: Autores
Associados, 2001.
CHAVES, E. Conceitos Básicos: educação a distância..EdutecNet: Rede de
Tecnologia da Educação. Disponível em http://www.edutecnet.com.br. Acesso
em 12 dez. 2004.
CHAVES, E.O. C. Tecnologia na Educação, Ensino a Distância, e
Aprendizagem Mediada pela Tecnologia: conceituação básica. Revista
Educação. Faculdade de Educação da Pontifícia Universidade Católica de
Campinas, Ano III, Número 7 nov.1999.
Bibliografia Complementar:
DOWBOR, L. Tecnologias do conhecimento: os desafios da educação.
62

Petrópolis: Vozes, 2001
FISCHER, R. M. Televisão e Educação: Fruir e Pensar a TV. Belo Horizonte:
Autêntica, 2001.
TOSCHI, M. S. Linguagens midiáticas em sala de aula e a formação de
professores. In: ROSA, D. E. G. (org.) Didática e práticas de ensino:
interfaces com diferentes saberes e lugares formativos. Rio de Janeiro:
DP&A, 2002
FURASTÉ, Pedro A. Normas Técnicas para o trabalho científico:
elaboração e formatação. 14 ed. Porto Alegre: ABNT, 2007.
Disciplina:

TIC para o ensino de química

Semestre:

1º Período

Carga horária:

60h

EMENTA:

As Tecnologias da Informação e da Comunicação e a Educação. A
instrumentação pedagógica do processo de ensino e aprendizagem por meio
das novas tecnologias. Utilização das novas tecnologias na educação
considerando duas dimensões intrínsecas: a teórica, por meio do estudo das
principais teorias e conceitos, das mudanças sociais e educacionais,
das concepções pedagógicas, da competência docente e da relação professoraluno no processo de ensino e aprendizagem; e a prática por meio do
desenvolvimento de conhecimentos para a elaboração de atividades de uso
das novas tecnologias como recurso didático-pedagógico no processo de
ensino e aprendizagem. Atividades de Prática como Componente Curricular.
Bibliografia Básica:
DOWBOR, L. Tecnologias do conhecimento: os desafios da educação.
Petrópolis: Vozes, 2001
FISCHER, R. M. Televisão e Educação: Fruir e Pensar a TV. Belo Horizonte:
Autêntica, 2001.
63

TOSCHI, M. S. Linguagens midiáticas em sala de aula e a formação de
professores. In: ROSA, D. E. G. (org.) Didática e práticas de ensino:
interfaces com diferentes saberes e lugares formativos. Rio de Janeiro:
DP&A, 2002
Bibliografia Complementar:
LÉVY, P. Cibercultura São Paulo: 34ª. Edição. 1999.
FURASTÉ, Pedro A. Normas Técnicas para o trabalho científico:
elaboração e formatação. 14 ed. Porto Alegre: ABNT, 2007.
CHAVES, E. Conceitos Básicos: educação a distância..EdutecNet: Rede de
Tecnologia da Educação. Disponível em http://www.edutecnet.com.br. Acesso
em 12 dez. 2004.
CASTELLS, Manuel. A galáxia da internet: reflexões sobre a internet, os
negócios e a sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003. 243 p. ISBN
9788571107403
JOHNSON, Steven. Cultura da interface: como o computador transforma
nossa maneira de criar e comunicar. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, c2001.
189 p. (Interface). ISBN 8571105898

Disciplina:

Lógica, Informática e Comunicação

Semestre:

1º Período

Carga horária:

120h

EMENTA:
Oferta de instrumentais básicos requeridos pelo cursar da graduação
universitária, fundamentalmente: usos da linguagem, indução e dedução; novas
tecnologias de comunicação, usos do computador e da Internet; expressão
escrita, análise, interpretação e crítica textual.

Bibliografia Básica:
COPI, Irving M. Introdução à Lógica.ed.São Paulo: Mestre Jou Editora, 1981.
64

FURASTÉ, Pedro A. Normas Técnicas para o trabalho científico:
elaboração e formatação. 14 ed. Porto Alegre: ABNT, 2007.
MANZANO, José A. N. G. Broffice.org 2.0: Guia Prático de Aplicação. São
Paulo: Editora Érica, 2007.
Bibliografia Complementar:
CASTELLS, Manuel. A galáxia da internet: reflexões sobre a internet, os
negócios e a sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003. 243 p. ISBN
9788571107403
JOHNSON, Steven. Cultura da interface: como o computador transforma
nossa maneira de criar e comunicar. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, c2001.
189 p. (Interface). ISBN 8571105898
LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane Price. Sistemas de informação
gerenciais. 11. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. xx, 484 p. ISBN
9788576059233
SOUZA, João Nunes de. Logica para ciência da computação: fundamentos
de linguagem, semântica e sistemas de dedução. Rio de Janeiro: Elsevier:
Campus, c2002 309 p. : ISBN 8535210938
SOUZA, João Nunes de. Logica para ciencia da computação: uma
introdução concisa. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, c2008. ISBN 8535229615
VANOYE, Francis. Usos da linguagem: problemas e técnicas na produção
oral e escrita. 13. ed. S?o Paulo: Martins Fontes, 2007. ISBN 9788535622552.
Disciplina:

Produção do conhecimento: ciência e não-ciência

Semestre:

1º Período

Carga horária:

120h

EMENTA:
Instrução e discussão sobre ciência e seus instrumentos e métodos
científicos, mas também sobre expressões, conhecimentos tradicionais,
populares e locais, para o reconhecimento de um diálogo de saberes e a
internalização de novos paradigmas.

65

Bibliografia Básica:
ARISTÓTELES. Metafisica. São Paulo: Edipro, 2006. 363 p. (Clássicos Edipro)
ISBN 8572835474
ESCARTES, Rene. Discurso do metodo. Petropolis, RJ: Vozes, c2008. 70 p.
(Coleção textos filosóficos) ISBN 9788532636980
HUME, David. Investigações sobre o entendimento humano e sobre os
principios da moral. São Paulo: UNESP, 2004. 438p. ISBN 8571395268
Bibliografia Complementar:
POPPER, Karl Raimund. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix:
EDUSP, 1975.. 567 p.
CHALMERS, Alan Francis. O que e ciência, afinal? São Paulo: Brasiliense,
c1983. 224 p ISBN 8511120610
DUTRA, Luiz Henrique de A. Introdução a teoria da ciência. 3. ed.
Florianopolis, SC: UFSC, 2009.. 219 p. ISBN 9788532804600
KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da
ciência e iniciação a pesquisa. 27. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, c2002.. 182 p.
ISBN 9788532618047
REALE, Gionanni, ANTISERI, Dario. História da Filosofia. 3 ed. São Paulo:
Paulus, 2007.
Disciplina:

Seminário Integrador 1

Semestre:

1º Período

Carga horária:

40h

EMENTA:
Discussão local, interdisciplinar, de integração das atividades e de
avaliação dos progressos discentes de cada Eixo.
Bibliografia Básica:
LEITE, L. H. A. Pedagogia de projetos: intervenções no presente. Presença
Pedagógica, v. 2, n. 8. mar/abr, 1996.
ABLAS, L. A. Q. Intercâmbio Desigual e Subdesenvolvimento regional no
66

Brasil. São Paulo: FIPE/Pioneira, 1985.
FRANCIS, D. G et al. Comunicação profissional: o ensino, a extensão e a
pesquisa como práticas de construção do conhecimento. Uberlândia/ MG:
Unimas, 2004.

Bibliografia Complementar:
SILVA, A. M.

et al. Guia para normatização de trabalhos técnico-

científicos: projetos de pesquisas, monografias, dissertações e teses. 4ª
ed. Uberlândia: EDUFU, 2004. 158p.
VIEIRA, S., Como escrever uma tese. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2008.
HALL, N. Neoquímica: a química moderna e suas aplicações. Porto Alegre:
Artmed, 2004.
MATEUS, A. L. Química na cabeça. Belo Horizonte, Editora da UFMG. 2001.
Obs.: Essa disciplina contempla toda a bibliografia utilizada pelas disciplinas do
Eixo, além da bibliografia específica que o projeto necessitar.
Disciplina:

Profissão Docente

Semestre:

2º Período

Carga horária:

60h

EMENTA:
A constituição histórica do trabalho docente. A natureza do trabalho
docente. Trabalho docente e relações de gênero. A autonomia do trabalho
docente. A proletarização do trabalho docente. Papel do Estado e profissão
docente. A formação e a ação política do docente no Brasil. A escola como
lócus do trabalho docente. Profissão docente e legislação.

Bibliografia Básica:
COSTA, M. V. Trabalho docente e profissionalismo. Porto Alegre: Sulina,
1996.
MACIEL, L.S. B; NETO, A. S. (Org.). Formação de professores: passado,
presente e futuro. São Paulo: Cortez, 2005.
VEIGA, I. P. A; CUNHA, M. I. Desmistificando a profissionalização do
magistério. Campinas, SP: Papirus, 1999. (Coleção Magistério: Formação e
67

Trabalho Pedagógico),
TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2002.
Bibliografia Complementar:
ABDALLA, M. F. B. O senso prático de ser e estar na profissão. São Paulo:
Cortez, 2006. (Coleção Questões na Nossa Época).
ARROYO, M. Ofício de mestre. São Paulo: Vozes, 2001.
BRZEZINSKI, I. LDB interpretada: diversos olhares se intrecruzam. São
Paulo: Cortez, 1997.
CHARLOT, B. Formação dos professores e relação com o saber. Porto
Alegre: ARTMED, 2005.
ESTRELA, M. T. (Org.). Viver e construir o trabalho docente. Portugal:
Porto, 1997.
IMBERNÓN, F. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança
e a incerteza. São Paulo:São Paulo: Cortez, c2000. 119 p. (Coleção Questões
da Nossa Época).
LESSARD, C; TARDIFF, M. O trabalho docente. São Paulo: Vozes, 2005.
PESSANHA, E. C. Ascensão e queda do professor. São Paulo: Cortez, 2001.
(Coleção Questões de nossa Época).
Disciplina:

Política e Organização da Educação Básica

Semestre:

2° Período

Carga horária:

80h

EMENTA:
Caracterização da educação escolar brasileira no contexto das
transformações da sociedade contemporânea. Análise histórico–crítica das
políticas educacionais, das reformas de ensino e dos planos de diretrizes para
educação escolar brasileira. Estudo da estrutura e da organização do sistema
de ensino brasileiro em seus aspectos legais, organizacionais, pedagógicos,
68

curriculares, sobre tudo, a LDB (Lei n° 9.349/96) e legislação complementar
pertinente.
Bibliografia Básica:
ARANHA, Maria Lucia de Arruda. Historia da educação e da pedagogia:
geral e Brasil. 3. ed. rev. ampl. São Paulo, SP: Moderna, 2011. 384 p. ISBN
8516050203
BRZENZINSKI, I. (Org.). LDB interpretada: diversos olhares se entrecruzam.
8ª ed. São Paulo: Cortez, 2003.
LIBÂNEO, J. C; OLIVEIRA, J. F; TOSCHI, M. S. Educação escolar: políticas,
estrutura e organização. 3ª ed. São Paulo: Cortez, 2006.
Bibliografia Complementar:
XAVIER, M. E; RIBEIRO, M. L.; NORONHA, O. M. História da educação: a
escola no Brasil. São Paulo: FTD, 1994.
FÁVERO, O. (Org.). A educação nas constituintes brasileiras: 1823-1988. 2
ed. São Paulo: Autores Associados, 2001.
ROMANELLI, O. de O. História da Educação no Brasil – 1930/ 1973. 30 ed.
Petrópolis: Vozes, 2006.
VEIGA, I. P. A; CUNHA, M. I. Desmistificando a profissionalização do
magistério. Campinas, SP: Papirus, 1999. (Coleção Magistério: Formação e
Trabalho Pedagógico),
TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2002.
Disciplina:

Matemática Fundamental

Semestre:

2º Período

Carga horária:

60h

EMENTA:
Revisão de conceitos matemáticos do Ensino Fundamental e Médio. Conjuntos
numéricos. Relações. Funções elementares. Trigonometria. Inserção no
69

cotidiano escolar da Educação Básica.
Referências Bibliográficas:
IEZZI,

Gelson e MURAKAMI,

Carlos.

Fundamentos

de Matemática

Elementar, vol. 1. São Paulo: Atual Editora, 2006.
IEZZI, G. et all. Fundamentos da Matemática Elementar. Logaritmos,
volume 2, Atual Editora, 2004.
IEZZI, G. et all. Fundamentos da Matemática Elementar. Trigonometria,
volume 3, Atual Editora, 2004
Bibliografia Complementar:
LIMA, Elon Lajes. A Matemática do Ensino Médio, vol. 1 Rio de Janeiro:
Sociedade Brasileira de Matemática, 2003.
STEWART, J. Cálculo, v1. 5ª ed., São Paulo: Thomson, 2006.STEWART,
James. Calculo. 6. ed. São Paulo: CENGAGE Learning, 2008. 2 v. ISBN
9788522106608
LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica, v. 1. 3ª ed. São
Paulo: Harbra, 1994.
SIMMONS, George F. Cálculo com Geometria Analítica, v1. 1ª ed. São
Paulo: Makron Books, 1988.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um Curso de Cálculo, v1. 5ª ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2001.
Disciplina:

Desenvolvimento e Aprendizagem

Semestre:

2º Período

Carga horária:

80h

EMENTA:
Estudo dos processos psicológicos do desenvolvimento humano e da
aprendizagem na adolescência e na fase adulta, relacionando-os com as
diversas concepções de homem e de mundo, identificando a influência das
diferentes teorias psicológicas na educação, numa perspectiva histórica.
Relação entre situações concretas do cotidiano do adolescente e do adulto
70

com as concepções teóricas de aprendizagem estudadas, considerando os
fundamentos psicológicos do desenvolvimento nos aspectos biológico,
cognitivo, afetivo e social na adolescência e na fase adulta através das
principais teorias da Psicologia do Desenvolvimento.

Bibliografia Básica:
BOCK, Ana Merces Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes.
Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. 14 ed. São Paulo:
Saraiva, c2009.. 368 p. ISBN 9788502078512
GOULART, Iris Barbosa. Psicologia da educação: fundamentos teoricos e
aplicações a prática pedagógica. 17. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011.. 214 p.
ISBN 9788532600653
MILHOLLAN, Frank; FORISHA, Bill E. Skinner x Rogers: maneiras
contrastantes de encarar a educação. 8. ed. São Paulo: Summus, 1978. 193 p
ISBN 8532300359
VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos
processos psicologicos superiores. 7. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
xxxviii, 182 p. (Psicologia e pedagogia). ISBN 9788533622647
Bibliografia Complementar
CARRAHER, Terezinha; CARRAHER, David; SCHLIEMANN, Analúcia. Na
Vida Dez, Na Escola Zero. São Paulo: Editora Cortez, 1988. 6ª edição.
LEITE, Luci Banks (org.). Piaget e a Escola de Genebra. São Paulo: Cortez,
1987.
LEONTIEV, Alexis; VYGOTSKY, L. S.; LURIA, Alexandre Romanovich.
Psicologia e Pedagogia: bases psicológicas da apendizagem e do
desenvolvimento. São Paulo: Editora Moraes. 1991
KUPFER, Maria Cristina Machado; FREUD, Sigmund. Freud e a educação: o
mestre do impossível. 3. ed. São Paulo: Scipione, 1995. 103 p. (Pensamento e
ação no magistério) ISBN 852621473X
71

OLIVEIRA, Marta Kohl de. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento um
processo sócio-histórico. 5. ed. São Paulo: Scipione, 1997. 112 p. (Pensamento
e ação na sala de aula;)

Disciplina:

Química Geral

Semestre:

2º Período

Carga horária:

120h

EMENTA:
Teoria Atômica e Estequiometria. Estrutura Eletrônica. Tabela Periódica.
Ligação Química. Forças intermoleculares. Gases, Sólidos e Líquidos.
Soluções.

Bibliografia Básica:
BROWN, T. L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, B. E.; BURDGE, J. R..Química: a
Ciência Central, 9ª ed. São Paulo: Pearson-Prentice Hall, 2005.
KOTZ, John C; TREICHEL, Paul M; WEAVER, Gabriela C. Quimica geral e

72

reações químicas. São Paulo: CENGAGE Learning, 2010. 2v. ISBN
9788522106912
BRADY, J. E; HUMISTON,. G.E. Química Geral. vls 1 e 2, Rio de Janeiro :
LTC, 1996.
Bibliografia Complementar:
HALL, N. Neoquímica: a química moderna e suas aplicações. Porto Alegre:
Artmed, 2004.
Mateus, A. L. Química na cabeça. Belo Horizonte, Editora da UFMG. 2001.
RUSSELL, J. W. Química Geral. vl 1, São Paulo: Makron, 1994.
RUSSELL, J. W. Química Geral. vl 2, São Paulo: Makron, 1994.
ATKINS, P. W. (Peter William); JONES, Loretta. Princípios de química:
questionando a vida moderna e o meio ambiente. 3. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2006. 965 p. ISBN 8536306688
Disciplina:

Língua Brasileira de Sinais

Semestre:

2° Período

Carga horária:

60h

EMENTA:
Estudo da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), da sua estrutura
gramatical, de expressões manuais, gestuais e do seu papel para a
comunidade surda. Caracterização e reflexão sobre o uso e a importância da
LIBRAS em sala de aula.
Bibliografia Básica:
FERREIRA, Lucinda. Por uma gramática de línguas de sinais. 2. ed. Rio de
Janeiro, RJ: Tempo Brasileiro, 2010. 273 p. ISBN 8528200698.
CAPOVILLA, F. C e RAPHAEL, V. D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado
Trilingüe da Língua de Sinais Brasileira. V. I e II. São Paulo: Edusp, 2013.
GOES, Maria Cecilia Rafael de. Linguagem, surdez e educação. 3. ed.
Campinas, SP: Autores Associados, 2002. 97 p. (Educação Contemporânea)
73

ISBN 9788585701208
Bibliografia Complementar:
QUADROS, Ronice Muller de. Educação de surdos: a aquisição da
linguagem. Porto Alegre: ARTMED, c1997. 126 p. ISBN 9788573072655
SACKS, Oliver W; MOTTA, Laura Teixeira. Vendo vozes: uma viagem ao
mundo dos surdos.. S?o Paulo: Companhia das Letras, 1998. 215 p ISBN
9788535916089
FURASTÉ, Pedro A. Normas Técnicas para o trabalho científico:
elaboração e formatação. 14 ed. Porto Alegre: ABNT, 2007.
DUTRA, Luiz Henrique de A. Introdução a teoria da ciência. 3. ed.
Florianopolis, SC: UFSC, 2009.. 219 p. ISBN 9788532804600
KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da
ciência e iniciação a pesquisa. 27. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002. 182 p.
ISBN 9788532618047
Disciplina:

Projeto

Pedagógico,

Organização

e

Gestão

do

Trabalho Escolar
Semestre:

2º Período

Carga horária:

80h

EMENTA:
Estudo da escola como organização social e educativa: Concepções,
características e elementos constitutivos do sistema de organização e gestão
do trabalho escolar, segundo os pressupostos teóricos e legais vigentes, na
perspectiva do planejamento participativo.
Bibliografia Básica:
FULLAN, Michael; HARGREAVES, Andy. A escola como organização
aprendente: buscando uma educação de qualidade. 2. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2000. 136 p. ISBN 8573076348
LIBÂNEO, J. Organização e gestão da escola: teoria e prática. 5ª ed.
74

Goiânia: Alternativa, 2004.
VASCONCELLOS,

Celso

dos

S.

Planejamento:

projeto

de

ensino-

aprendizagem e projeto político-pedagógico. São Paulo: Libertad, 2005.. 205 p.
(Cadernos Pedagógicos do Libertad ; 1). ISBN 8585819073
Bibliografia Complementar:
LIMA, L. A escola como organização educativa. São Paulo: Cortez, 2001.LIMA,
Licinio C. A escola como organização educativa: uma abordagem
sociológica. 2. ed. Cortez, 2003. 189 p. ISBN 8524908025
DAVIS, Claudia. Gestão da escola: desafios a enfrentar. Rio de Janeiro:
ANPAE, DP&A, 2002. 141 p. (Biblioteca ANPAE). ISBN 9788574902012
VEIGA, Ilma Passos Alencastro; VEIGA, Ilma Passos Alencastro; FONSECA,
Marilia; SANTIAGO, Anna Rosa Fontanella (Org.). As dimensões do projeto
político-pedagógico: novos desafios para a escola. 8. ed. São Paulo: 2010.
256 p. ISBN 8530806565
ESCOLA: espaco do projeto político-pedagógico. Campinas, SP: Papirus,
1998. 2013. 200 p. (Magistério: formação e trabalho pedagógico) ISBN
8530805321
CHARLOT, B. Formação dos professores e relação com o saber. Porto
Alegre: ARTMED, 2005.
Disciplina:

Projeto Integrador 1

Semestre:

2º Período

Carga horária:

40

EMENTA:
Discussão interdisciplinar sobre temas definido pelo colegiado do curso.
Integração das atividades desenvolvidas, assim como, a avaliação progressiva
dos discentes.
Bibliografia Básica:
LEITE, L. H. A. Pedagogia de projetos: intervenções no presente. Presença
Pedagógica, v. 2, n. 8. mar/abr, 1996.
75

ABLAS, L. A. Q. Intercâmbio Desigual e Subdesenvolvimento regional no
Brasil. São Paulo: FIPE/Pioneira, 1985.
FRANCIS, D. G et al. Comunicação profissional: o ensino, a extensão e a
pesquisa como práticas de construção do conhecimento. Uberlândia/ MG:
Unimas, 2004.

Bibliografia Complementar:
SILVA, A. M.

et al. Guia para normatização de trabalhos técnico-

científicos: projetos de pesquisas, monografias, dissertações e teses. 4ª
ed. Uberlândia: EDUFU, 2004. 158p.
VIEIRA, S., Como escrever uma tese. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2008.
HALL, N. Neoquímica: a química moderna e suas aplicações. Porto Alegre:
Artmed, 2004.
MATEUS, A. L. Química na cabeça. Belo Horizonte, Editora da UFMG. 2001.
FURASTÉ, Pedro A. Normas Técnicas para o trabalho científico:
elaboração e formatação. 14 ed. Porto Alegre: ABNT, 2007.
Obs.: Essa disciplina contempla toda a bibliografia utilizada pelas disciplinas do
Eixo, além da bibliografia específica que o projeto necessitar.

Disciplina:

Organização do trabalho acadêmico

Semestre:

3º Período

Carga horária:

60h

EMENTA:
As ciências e o conhecimento científico: sua natureza e o modo de construção
nas ciências humanas e sociais. Diferentes formas de conhecimento da
realidade. A construção do conhecimento científico e a pesquisa em educação.
Aspectos técnicos do trabalho científico. Diretrizes para leitura, análise e
interpretação de textos.

Bibliografia Básica:
DEMO, P. Pesquisa: princípio científico e educativo. 11. ed. São Paulo: Cortez,
2005.
76

FAZENDA, Ivani Catarina Arantes (Org.). Novos enfoques da pesquisa
educacional. 6. ed. Cortez, 2007. 150 p. ISBN 8524904631
LAVILLE, C.; DIONNE, J. Construção do saber: manual de metodologia da
pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre: Editora Artes Médicas Sul; Belo
Horizonte: Editora UFMG, 1999.

Bibliografia Complementar:
BRANDÃO, Zaia; BONAMINO, Alicia Catalano de. A crise dos paradigmas e
a educação. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2005. 108 p (Questões da nossa época
;35) ISBN 8524905328
GUEDES, E. M. Curso de metodologia científica. 2. Ed. Curitiba: HD Livros
Editora, 2000.
PADUA, Elisabete Matallo Marchesini de. Metodologia da pesquisa:
abordagem teórico-prática. 17. ed. Campinas, SP: Papirus, 2014. 127 p.
(Magistério: formação e trabalho pedagógico). ISBN 9788530806071
FURASTÉ, Pedro A. Normas Técnicas para o trabalho científico:
elaboração e formatação. 14 ed. Porto Alegre: ABNT, 2007.
SILVA, A. M.

et al. Guia para normatização de trabalhos técnico-

científicos: projetos de pesquisas, monografias, dissertações e teses. 4ª
ed. Uberlândia: EDUFU, 2004. 158p.
Disciplina:

Cálculo 1

Semestre:

3º Período

Carga horária:

80h

EMENTA:
Funções reais de uma variável real. Limite. Continuidade. Derivação.
Aplicações de derivadas (traçado de gráficos, máximos e mínimos) Integral
indefinida. Integral definida e o Teorema Fundamental do Cálculo. Aplicação da
Integral definida (Cálculo de áreas e volume)

Bibliografia básica:
STEWART, J. Cálculo, v1. 5ª ed., São Paulo: Thomson, 2006.STEWART,
James. Calculo. 6. ed. São Paulo: CENGAGE Learning, 2008. 2 v. ISBN
9788522106608
77

STEWART, J. Cálculo, v2. 5ª ed., São Paulo: Thomson, 2006.STEWART,
James. Calculo. 6. ed. São Paulo: CENGAGE Learning, 2008. 2 v. ISBN
9788522106608
LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica, v. 1. 3ª ed. São
Paulo: Harbra, 1994.
Bibliografia complementar:

McQUARRIE, Donald A. Mathematics for Physical Chemistry. New York:
University Science Books. 2008.
MORTIMER, Robert G. Mathematics for Physical Chemistry, 3rd ed. New
York: Academic Press, 2005.
SIMMONS, George F. Cálculo com Geometria Analítica, v1. 1ª ed. São
Paulo: Makron Books, 1988.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um Curso de Cálculo, v1. 5ª ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2001.
AVILA, Geraldo. Calculo das funções de uma variável. 7. ed. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 2003. 3 v. ISBN 8521613709
Disciplina:

Química Ambiental

Semestre:

3º Período

Carga horária:

60h

EMENTA:
Ciclos biogeoquímicos. Química dos solos, águas e atmosfera; sua dinâmica.
Poluição ambiental: prevenção e tratamento. Reações químicas e processos de
interesse para a saúde humana nas águas, no solo e na atmosfera. Legislação
e poluição ambiental. Prevenção e processos de tratamento (remediação).
Bibliografia Básica:
BAIRD, Colin; CANN, Michael. Environmental Chemistry, 4th ed. New York:
W. H. Freeman, 2008.
ROCHA, Julio Cesar; ROSA, Andre Henrique; CARDOSO, Arnaldo Alves.
78

Introdução a química ambiental. 2. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2009.
256 p. ISBN 9788577804696
BAIRD, Colin; CANN, Michael. Química ambiental. 4. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2011. xi, 844 p. ISBN 9788577808489
Bibliografia Complementar:
TAUK, Samia Maria; GOBBI, Nivar; FOWLER, Harold Gordon. Analise
ambiental:
uma visão multidisciplinar. 2. ed. São Paulo: Ed. da UNESP, 1995. 206 p.
ISBN 8571390991
BRANCO, S. M. O meio Ambiente em Debate, Coleção Polêmica, 22ª ed. São
Paulo: Moderna, 1998.
KING J. Análise Qualitativa: Reações, Separações e Experiências. Rio de
Janeiro: Interamericana, 1981.
BACCAN, N, GODINHO, O. E. S; BARONE J. S., Química Analítica
Quantitativa Elementar, 2ª ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1985.
Disciplina:

Física Geral

Semestre:

3º Período

Carga horária:

80h

EMENTA:
Grandezas,
decaimento,

unidades,

crescimento

padrões,

escalas

exponenciais;

escala

e

tamanhos.

biológica.

Gráficos,

Movimentos,

biomecânica e elasticidade. Dinâmica: vôos, trabalho, energia e potência
mecânica. Energia potencial, outras formas de energia e conservação de
energia no corpo humano. Fluidos. Bioacústica e comunicação sonora.
Bioeletricidade. Radiação eletromagnética. Biofísica da visão e instrumentos
ópticos.

Bibliografia básica:
HALLIDAY, et al. 2006. Fundamentos de Física 1: mecânica. 7a ed. São
79

Paulo: LTC.
OKUNO, E.; CALDAS, I. & CHOW, C. Física para ciências biológicas e
biomédicas. São Paulo: Harbra, 1986.
TIPLER, P. A. & MOSCA, E. Física Vol I: Mecânicas, oscilações e ondas
termodinâmicas. 5a ed. São Paulo: LTC, 2006.

Bibliografia complementar:
HALLIDAY, et al. Fundamentos de Física 2: Gravitação, Ondas e
Termodinâmica. 7aed. São Paulo: LTC, 2006.
HEWITT, G. P. Física conceitual. 9a ed. Bookman, 2002.
MORTIMER, Robert G. Mathematics for Physical Chemistry, 3rd ed. New
York: Academic Press, 2005.
SIMMONS, George F. Cálculo com Geometria Analítica, v1. 1ª ed. São
Paulo: Makron Books, 1988.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um Curso de Cálculo, v1. 5ª ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2001.
Disciplina:

Projeto Integrador 2

Semestre:

3º Período

Carga horária:

40h

EMENTA:
Discussão interdisciplinar sobre temas definido pelo colegiado do curso.
Integração das atividades desenvolvidas, assim como, a avaliação progressiva
dos discentes.
Bibliografia Básica:
LEITE, L. H. A. Pedagogia de projetos: intervenções no presente. Presença
Pedagógica, v. 2, n. 8. mar/abr, 1996.
ABLAS, L. A. Q. Intercâmbio Desigual e Subdesenvolvimento regional no
Brasil. São Paulo: FIPE/Pioneira, 1985.
FRANCIS, D. G et al. Comunicação profissional: o ensino, a extensão e a
80

pesquisa como práticas de construção do conhecimento. Uberlândia/ MG:
Unimas, 2004.

Bibliografia Complementar:
SILVA, A. M.

et al. Guia para normatização de trabalhos técnico-

científicos: projetos de pesquisas, monografias, dissertações e teses. 4ª
ed. Uberlândia: EDUFU, 2004. 158p.
VIEIRA, S., Como escrever uma tese. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2008.
HALL, N. Neoquímica: a química moderna e suas aplicações. Porto Alegre:
Artmed, 2004.
MATEUS, A. L. Química na cabeça. Belo Horizonte, Editora da UFMG. 2001.
FURASTÉ, Pedro A. Normas Técnicas para o trabalho científico:
elaboração e formatação. 14 ed. Porto Alegre: ABNT, 2007.
Obs.: Essa disciplina contempla toda a bibliografia utilizada pelas disciplinas do
Eixo, além da bibliografia específica que o projeto necessitar.

Disciplina:

Química Geral Experimental

Semestre:

3º Período

Carga horária:

60h

EMENTA:
Técnicas de laboratório. Preparo e padronização de soluções. Reações
químicas. Equilíbrio químico. Eletroquímica. Cinética de reação.

Bibliografia Básica:
BROWN, T. L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, B. E.; BURDGE, J. R..Química: a
Ciência Central, 9ª ed. São Paulo: Pearson-Prentice Hall, 2005.
KOTZ, John C; TREICHEL, Paul M; WEAVER, Gabriela C. Quimica geral e
reações quimicas. São Paulo: CENGAGE Learning, 2010. 2v. ISBN
9788522106912
BRADY, J. E; HUMISTON,. G.E. Química Geral. vls 1 e 2, Rio de Janeiro :
LTC, 1996.

81

Bibliografia Complementar:
HALL, N. Neoquímica: a química moderna e suas aplicações. Porto Alegre:
Artmed, 2004.
MATEUS, A. L. Química na cabeça. Belo Horizonte, Editora da UFMG. 2001.
RUSSELL, J. W. Química Geral. vl 1, São Paulo: Makron, 1994.
RUSSELL, J. W. Química Geral. vl 2, São Paulo: Makron, 1994.
ATKINS, P. W. (Peter William); JONES, Loretta. Princípios de química:
questionando a vida moderna e o meio ambiente. 3. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2006. 965 p. ISBN 8536306688.
Disciplina:

Planejamento, Currículo e Avaliação da Aprendizagem

Semestre:

3º Período

Carga horária:

80h

EMENTA:
Estudo dos princípios e fundamentos teóricos do planejamento, do
currículo e da avaliação, bem como dos seus procedimentos. Análise dos
paradigmas e normas legais vigentes nas construção do currículo, do processo
avaliativo e do planejamento escolar.
Bibliografia Básica:
COSTA, M. V. (Org.). O currículo nos limiares do contemporâneo. 2ª ed.
Rio de Janeiro: DP & A, 1999.
LIBANEO, José Carlos. Didática. Cortez, 1994. 263p. ((Magistério 2º. grau.
Serie

formato

do

professor.)).

ISBN

8524902981MENEGOLLA,

M.;

SANT'ANNA, I. M. Por que planejar? Como planejar? Petrópolis/RJ: Vozes,
1991.
MENEGOLLA, Maximiliano; SANT'ANNA, Ilza Martins. Por que planejar?
Como planejar?: currículo, área, aula. 18. ed. Petrópolis: Vozes, c1991. 157 p.
ISBN 9788532607768
Bibliografia Complementar:
82

SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução as
teorias do currículo. 3. ed. Belo Horizonte, MG: Autentica, 2005. 154 p ISBN
9788586583445
VASCONCELLOS,

Celso

dos

S.

Planejamento:

projeto

de

ensino-

aprendizagem e projeto político-pedagógico. São Paulo: Libertad, 2005.. 205 p.
(Cadernos Pedagógicos do Libertad ; 1). ISBN 8585819073
MASETTO, Marcos T. (Marcos Tarcisio). Didatica: a aula como centro. 4. ed.
São Paulo: FTD, 1997. 111 p. (Coleção aprender e ensinar.). ISBN
8532211720 (broch.).
SAUL, Ana Maria. Avaliação emancipatória: desafio a teoria e a prática da
avaliação e reformulação de curriculo. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2006. 151 p. :
ISBN 8524901217
FURASTÉ, Pedro A. Normas Técnicas para o trabalho científico:
elaboração e formatação. 14 ed. Porto Alegre: ABNT, 2007.
Disciplina:

Cálculo 2

Semestre:

4º Período

Carga horária:

80h

EMENTA:
Funções transcendentes (trigonométricas, logarítmicas, exponenciais).
Métodos e técnicas de integração. Integrais impróprias. Áreas planas em
coordenadas polares. Seqüências e séries numéricas. Fórmula de Taylor e
aplicações. Série de Taylor. Curvas no plano e no espaço (velocidade,
acelerações, curvatura).

Bibliografia básica:
STEWART, J. Cálculo, v1. 5ª ed., São Paulo: Thomson, 2006.STEWART,
James. Calculo. 6. ed. São Paulo: CENGAGE Learning, 2008. 2 v. ISBN
9788522106608
STEWART, J. Cálculo, v2. 5ª ed., São Paulo: Thomson, 2006.STEWART,
James. Calculo. 6. ed. São Paulo: CENGAGE Learning, 2008. 2 v. ISBN
9788522106608
83

LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica, v. 1. 3ª ed. São
Paulo: Harbra, 1994.
Bibliografia complementar:
McQUARRIE, Donald A. Mathematics for Physical Chemistry. New York:
University Science Books. 2008.
MORTIMER, Robert G. Mathematics for Physical Chemistry, 3rd ed. New
York: Academic Press, 2005.
SIMMONS, George F. Cálculo com Geometria Analítica, v1. 1ª ed. São
Paulo: Makron Books, 1988.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um Curso de Cálculo, v1. 5ª ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2001.
AVILA, Geraldo. Cálculo das funções de uma variável. 7. ed. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 2003. 3 v. ISBN 8521613709.
Disciplina:

Física Geral 2

Semestre:

4° Período

Carga horária: 80h

EMENTA:
Oscilações, gravitação, estática dos fluidos, dinâmica dos fluidos, ondas
em meios elásticos, ondas sonoras, temperatura, Campo elétrico, potencial
elétrico, corrente elétrica, campo magnético, indução eletromagnética, leis de
Maxwell.

Bibliografía básica:
HALLIDAY, et al. 2006. Fundamentos de Física 1: mecânica. 7a ed. São
Paulo: LTC.
OKUNO, E.; CALDAS, I. & CHOW, C. Física para ciências biológicas e
biomédicas. São Paulo: Harbra, 1986.
TIPLER, P. A. & MOSCA, E. Física Vol I: Mecânicas, oscilações e ondas
termodinâmicas. 5a ed. São Paulo: LTC, 2006.

84

Bibliografia complementar:
HALLIDAY, et al. Fundamentos de Física 2: Gravitação, Ondas e
Termodinâmica. 7aed. São Paulo: LTC, 2006.
HEWITT, G. P. Física conceitual. 9a ed. Bookman, 2002.
MORTIMER, Robert G. Mathematics for Physical Chemistry, 3rd ed. New
York: Academic Press, 2005.
SIMMONS, George F. Cálculo com Geometria Analítica, v1. 1ª ed. São
Paulo: Makron Books, 1988.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um Curso de Cálculo, v1. 5ª ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2001.
Disciplina:

História da Química

Semestre:

4º Período

Carga horária:

40h

EMENTA:
As origens da química. As artes práticas na protoquímica. Alquimia
Alexandrina, Islâmica, Hindu e chinesa. Alquimia Medieval Européia. Aspectos
da química prática no século XVI.A química como ciência independente no
século XVII.A química como ciência racional no século XVIII. Lavoisier e a
evolução da química. A consolidação da química com ciência no século XIX.A
química moderna a partir do século XX.

Bibliografia básica:
BENSAUDE-VINCENT, B., STENGERS, I. História da Química. Lisboa:
Instituto Piaget, 1992.
VANIN, Jose Atilio. Alquimistas e químicos: o passado, o presente e o futuro.
2.

ed.

São

Paulo:

Moderna,

2006.

119

p.

(Polemica)

ISBN

8516010732GOLDFARB, A. M. A. Da Alquimia à Química, 2ª ed. São Paulo:
Landy, 2001.
GOLDFARB, A. M. A. Da Alquimia à Química, 2ª ed. São Paulo: Landy, 2001.
Bibliografia Complementar:
85

CHASSOT, Attico. A ciência através dos tempos. 2. ed. São Paulo: Moderna,
2004. 280p. (Polemica) ISBN 8516039471
Artigos diversos encontrados nos periódicos Química Nova e Journal of
Chemical Education (Publicações da Sociedade Brasileira de Química e da
Divisão de Educação Química da Sociedade Americana de Química,
respectivamente).
BROWN, T. L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, B. E.; BURDGE, J. R..Química: a
Ciência Central, 9ª ed. São Paulo: Pearson-Prentice Hall, 2005.
KOTZ, John C; TREICHEL, Paul M; WEAVER, Gabriela C. Quimica geral e
reações quimicas. São Paulo: CENGAGE Learning, 2010. 2v. ISBN
9788522106912
BRADY, J. E; HUMISTON,. G.E. Química Geral. vls 1 e 2, Rio de Janeiro:
LTC, 1996.
Disciplina:

Química Inorgânica I

Semestre:

4º Período

Carga horária:

80h

EMENTA:
Propriedades de Átomos Isolados e Ligados. Teorias de Ligação e
Estereoquímica. Fundamentos de Química de Coordenação. Sistemas ácidobase. Obtenção, caracterização e reatividade de: compostos de coordenação e
organometálicos, materiais com propriedades magnéticas e ópticas.

Bibliografia Básica:
SHRIVER, Duward F. (Duward Felix); ATKINS, P. W. (Peter William). Química
inorgânica. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2008.. 847 p. ISBN 9788577801992
LEE, J. D., Química Inorgânica não tão concisa, São Paulo: Edgard Blucher,
2000.
MAHAN, Bruce M.; MYERS, Rollie J. Química: um curso universitário. São
Paulo: Edgard Blucher, 1995.. xxi, 582 p. ISBN 8521200366
Bibliografia Complementar:
COTTON, F. A.; Wilkinson, F; Murilo, C. A. and Bochmann, M. Advanced
86

Inorganic Chemistry, 6th ed. Chichester: Wiley, 1999.
FARIAS,

Robson

Fernandes

de

(org.).

Química

de

Coordenação:

fundamentos e atualidades. 2. ed. Campinas: Átomo, 2009.
BROWN, T. L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, B. E.; BURDGE, J. R..Química: a
Ciência Central, 9ª ed. São Paulo: Pearson-Prentice Hall, 2005.
KOTZ, John C; TREICHEL, Paul M; WEAVER, Gabriela C. Quimica geral e
reações quimicas. São Paulo: CENGAGE Learning, 2010. 2v. ISBN
9788522106912
BRADY, J. E; HUMISTON,. G.E. Química Geral. vls 1 e 2, Rio de Janeiro :
LTC, 1996.
Disciplina:

Química Analítica 1

Semestre:

4º Período

Carga horária:

80h

EMENTA:
Introdução à análise qualitativa. Equilíbrios iônicos. Equilíbrios que
envolvem ácidos e bases fracas. Solubilidade. Íons complexos e reações de
óxido-redução. Aplicações desses conceitos à análise química. Separação e
identificação de cátions e ânions mais comuns
Experimentação: Experiências que ilustram conceitos básicos tratados na parte
teórica. Elaboração de Kits pedagógicos.

Bibliografia Básica:
HARRIS, Daniel C. Analise química quantitativa. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC,
c2008. 868 p. ISBN 9788521616252
SKOOG, D. A.; WEST, D. M.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos
de Química Analítica. São Paulo: Pioneira, 2006.
VOGEL, A. I. Química Analítica Qualitativa, 5ª ed. São Paulo: Mestre Jou,
1981.
Bibliografia Complementar:
SKOOG, Douglas A.; HOLLER, F. James; NIEMAN, Timothy A. Princípios de
87

análise instrumental. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. xv, 836p. ISBN
8573079762
CHRISTIAN, G. D. Analytical Chemistry, 5th ed. New York: John Wiley &
Sons, 1994.
ALEXÉEV, V. Análise Qualitativa. Porto: Lopes da Silva, 1982.
KING J. Análise Qualitativa: Reações, Separações e Experiências. Rio de
Janeiro: Interamericana, 1981.
BACCAN, N, GODINHO, O. E. S; BARONE J. S., Química Analítica
Quantitativa Elementar, 2ª ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1985.

Disciplina:

Projeto Integrador 3

Semestre:

4º Período

Carga horária:

40h

EMENTA:
Discussão interdisciplinar sobre temas definido pelo colegiado do curso.
Integração das atividades desenvolvidas, assim como, a avaliação progressiva
dos discentes.
Bibliografia Básica:
LEITE, L. H. A. Pedagogia de projetos: intervenções no presente. Presença
Pedagógica, v. 2, n. 8. mar/abr, 1996.
ABLAS, L. A. Q. Intercâmbio Desigual e Subdesenvolvimento regional no
Brasil. São Paulo: FIPE/Pioneira, 1985.
FRANCIS, D. G et al. Comunicação profissional: o ensino, a extensão e a
pesquisa como práticas de construção do conhecimento. Uberlândia/ MG:
Unimas, 2004.

Bibliografia Complementar:
SILVA, A. M.

et al. Guia para normatização de trabalhos técnico-

científicos: projetos de pesquisas, monografias, dissertações e teses. 4ª
ed. Uberlândia: EDUFU, 2004. 158p.
VIEIRA, S., Como escrever uma tese. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2008.
88

HALL, N. Neoquímica: a química moderna e suas aplicações. Porto Alegre:
Artmed, 2004.
MATEUS, A. L. Química na cabeça. Belo Horizonte, Editora da UFMG. 2001.
FURASTÉ, Pedro A. Normas Técnicas para o trabalho científico:
elaboração e formatação. 14 ed. Porto Alegre: ABNT, 2007.
Obs.: Essa disciplina contempla toda a bibliografia utilizada pelas disciplinas do
Eixo, além da bibliografia específica que o projeto necessitar.

Disciplina:

Projeto Integrador 4

Semestre:

5º Período

Carga horária:

40h

EMENTA:
Discussão interdisciplinar sobre temas definido pelo colegiado do curso.
Integração das atividades desenvolvidas, assim como, a avaliação progressiva
dos discentes.
Bibliografia Básica:
LEITE, L. H. A. Pedagogia de projetos: intervenções no presente. Presença
Pedagógica, v. 2, n. 8. mar/abr, 1996.
ABLAS, L. A. Q. Intercâmbio Desigual e Subdesenvolvimento regional no
Brasil. São Paulo: FIPE/Pioneira, 1985.
FRANCIS, D. G et al. Comunicação profissional: o ensino, a extensão e a
pesquisa como práticas de construção do conhecimento. Uberlândia/ MG:
Unimas, 2004.

Bibliografia Complementar:
SILVA, A. M.

et al. Guia para normatização de trabalhos técnico-

científicos: projetos de pesquisas, monografias, dissertações e teses. 4ª
ed. Uberlândia: EDUFU, 2004. 158p.
VIEIRA, S., Como escrever uma tese. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2008.
HALL, N. Neoquímica: a química moderna e suas aplicações. Porto Alegre:
Artmed, 2004.
MATEUS, A. L. Química na cabeça. Belo Horizonte, Editora da UFMG. 2001.
89

FURASTÉ, Pedro A. Normas Técnicas para o trabalho científico:
elaboração e formatação. 14 ed. Porto Alegre: ABNT, 2007.
Obs.: Essa disciplina contempla toda a bibliografia utilizada pelas disciplinas do
Eixo, além da bibliografia específica que o projeto necessitar.
Disciplina:

Estágio Supervisionado 1

Semestre:

5º Período

Carga horária:

100h

EMENTA:
Reflexão sobre a prática pedagógica na ÁREA ESPECÍFICA, na
educação básica, a partir do conhecimento da escola e dos sujeitos que nela
interagem, para prática de atividades relacionadas a situações de ensinoaprendizagem, identificando e vivenciando problemas enfrentados pelo(a)
professor (a)nos momentos de ensinos aprendizagem e formas adequadas
para solucioná-los. Caracterização e análise da dinâmica da escola enquanto
organização social, em como dos sujeitos nela inseridos.
Bibliografia Básica:
BIANCHI, Ana Cecília; ALVARENGA, Marina; BIANCHI, Roberto. Orientação
para Estágio em Licenciatura. São Paulo: Pioneira Thomson, 2005.
LIBANEO, Jose Carlos. Didática. Cortez, 1994. 263p. ((Magistério 2o.grau.
Serie formato do professor.)). ISBN 8524902981
PICONEZ,

Stela

C. Bertholo.

A Prática

de

Ensino

e

o

Estágio

Supervisionado. 12ª ed. São Paulo: Papirus, 2002. (Coleção Magistério:
formação e trabalho pedagógico).
Bibliografia complementar:
PIMENTA, Selma Garrido; PIMENTA, Selma Garrido. Estagio e docencia. 6.
ed. São Paulo: Cortez, 2011. 296 p (Coleção Docência em formação.) ISBN
9788524910708.
O Estágio na Formação de Professores. 6ª ed. São Paulo: Cortez, 2006.

90

VEIGA, Ilma P. A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed,
1998.
MASETTO, Marcos. Didática: a aula como centro. São Paulo: FTD, 1996.
ANDRÉ, Marli; OLIVEIRA, Maria R. N. Alternativas no ensino de didática.
Campinas, SP: Papirus, 1997.
Disciplina:

Química Inorgânica II

Semestre:

5º Período

Carga horária:

60h

EMENTA:
Descoberta, ocorrência, obtenção, propriedades físicas, aspectos das ligações
químicas,

propriedades

químicas

e

aplicações

dos

elementos

dos

blocos s e p e dos seus principais compostos. Experimentos relacionados aos
conteúdos teóricos.
Experimentação: Experiências que ilustram conceitos básicos tratados na parte
teórica. Elaboração de kits pedagógicos.
Bibliografia Básica:
SHRIVER, Duward F. (Duward Felix); ATKINS, P. W. (Peter William). Química
inorgânica. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2008.. 847 p. ISBN 9788577801992
LEE, J. D., Química Inorgânica não tão concisa, São Paulo: Edgard Blucher,
2000.
MAHAN, Bruce M.; MYERS, Rollie J. Química: um curso universitário. São
Paulo: Edgard Blucher, 1995.. xxi, 582 p. ISBN 8521200366
Bibliografia Complementar:
COTTON, F. A.; Wilkinson, F; Murilo, C. A. and Bochmann, M. Advanced
Inorganic Chemistry, 6th ed. Chichester: Wiley, 1999.
FARIAS,

Robson

Fernandes

de

(org.).

Química

de

Coordenação:

fundamentos e atualidades. 2. ed. Campinas: Átomo, 2009.
BROWN, T. L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, B. E.; BURDGE, J. R..Química: a
Ciência Central, 9ª ed. São Paulo: Pearson-Prentice Hall, 2005.
91

KOTZ, John C; TREICHEL, Paul M; WEAVER, Gabriela C. Quimica geral e
reações quimicas. São Paulo: CENGAGE Learning, 2010. 2v. ISBN
9788522106912
BRADY, J. E; HUMISTON,. G.E. Química Geral. vls 1 e 2, Rio de Janeiro:
LTC, 1996.
Disciplina:

Química Orgânica 1

Semestre:

5º Período

Carga horária:

100h

EMENTA:
Introdução da disciplina: alguns aspectos históricos e de teoria
estrutural. Estrutura Eletrônica e Ligação Química. Estruturas Orgânicas.
Reações Orgânicas. Alcanos. Reações de alcanos. Estereoquímica. Haletos de
alquila e organometálicos. Estrutura e propriedades físicas de haletos de
alquila. Uso de hidrocarbonetos halogenados, nomenclatura e estrutura de
substâncias

organometálicas,

propriedades

físicas

e

preparação

de

organometálicos, reações de organometálicos. Substituição nucleofílica e
eliminações. Álcoois e éteres. Alcenos (alquenos). Alcinos (alquinos) e nitrila.
Experimentação: Experiências que ilustram conceitos básicos tratados na parte
teórica; Introdução ao laboratório de química orgânica: Métodos de separação,
purificação e identificação de compostos orgânicos. Elaboração de Kits
pedagógicos.

Bibliografia Básica:
SOLOMONS, T. W. Graham. Química orgânica. 10.ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos Editora S. A., c2012. v. ISBN 9788521620334BRUICE,
P. Y. Química Orgânica. 4ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.
BRUICE, P. Y. Química Orgânica. Volume 1. 4.ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2006.
BRUICE, P. Y. Química Orgânica. Volume 2. 4.ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2006.
Bibliografia Complementar:
92

PAVIA, D. L.; LAMPMAN, G. M., KRIZ, G. S. Introduction to Organic
Laboratory Techniques. A contemporary Approach, 3rd. ed., New York:
Saunders College, 1988.
SILVERSTEIN, R. M.; BASSLER, G. C.; MORRIL, T. C., Spectrometric
Identification of Organic Compounds. 4th. ed. New York: John Wiley, 1997.
PAVIA, D. L.; LAMPAMAN, G. M.; KRIZ, G. S., Introduction to Spectroscopy,
2nd ed. Philadelphia: Saunders College Publishers, 1996
PAVIA, Donald L. et al. Introdução a espectroscopia. 4. ed. São Paulo:
CENGAGE Learning, 2013. 692 p. ISBN 9788522107087
MCMURRY, John. Química orgânica. 7. ed. São Paulo: Cengage Learning,
2011. 2 v. ISBN 9788522110155
Disciplina:

Química Analítica 2

Semestre:

5º Período

Carga horária:

120h

EMENTA:
Métodos

da

química

analítica

quantitativa.

Fundamentos

da

amostragem. Escala de trabalho. Substâncias padrão. Aparelhos, operações e
reagentes comuns. Volumetria de neutralização. Volumetria de precipitação.
Volumetria de oxi-redução. Volumetria complexométrica
Experimentação: Experiências que ilustram conceitos básicos tratados na parte
teórica. Elaboração de Kits pedagógicos.

Bibliografia Básica:
HARRIS, Daniel C. Análise química quantitativa. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC,
c2008. 868 p. ISBN 9788521616252
SKOOG, D. A.; WEST, D. M.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos
de Química Analítica. São Paulo: Pioneira, 2006.
VOGEL, A. I. Química Analítica Qualitativa, 5ª ed. São Paulo: Mestre Jou,
1981.
93

Bibliografia Complementar:
SKOOG, Douglas A.; HOLLER, F. James; NIEMAN, Timothy A. Princípios de
análise instrumental. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. xv, 836p. ISBN
8573079762
CHRISTIAN, G. D. Analytical Chemistry, 5th ed. New York: John Wiley &
Sons, 1994.
ALEXÉEV, V. Análise Qualitativa. Porto: Lopes da Silva, 1982.
KING J. Análise Qualitativa: Reações, Separações e Experiências. Rio de
Janeiro: Interamericana, 1981.
BACCAN, N, GODINHO, O. E. S; BARONE J. S., Química Analítica
Quantitativa Elementar, 2ª ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1985.
Disciplina:

Pesquisa Educacional

Semestre:

6º Período

Carga horária:

60h

EMENTA:
Estudo dos pressupostos, características e diferentes abordagens
metodológicas da pesquisa em educação, com foco na formação do
profissional da educação frente aos desafios atuais no campo da pesquisa
educacional: bibliotecas, meios informatizados, literatura e produção de textos
e artigos com diferentes abordagens teóricas, bem como das etapas de
projetos de pesquisas educacional para o trabalho de conclusão de curso TCC.
Bibliografia Básica:
FAZENDA, Ivani (Org.) Metodologia da pesquisa educacional. São Paulo:
Cortez,
1994.
(Org.) Novos enfoques da pesquisa educacional. 2.ed. São Paulo, Cortez,
1994.
GAMBOA, S.S.; SANTOS FILHO, J.C. Pesquisa educacional: quantidade –
94

qualidade. São Paulo: Cortez, 1995.
Bibliografia Complementar:
LÜDKE, M,; ANDRÉ, M.; E.D. Pesquisa em educação: abordagens
qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.
ANDRÉ, M. Papel da pesquisa na formação e na prática dos professores.
Campinas: Papirus, 2005.
GATTI, Bernadete A. Implicações e perspectivas da pesquisa educacional no
Brasil. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, n. 113, p.65-81, JUL 2001.
GATTI, Bernardete Angelina. A construção da pesquisa em educação no
Brasil. Brasília: Plano, v.1, 2002. 86 p. (Série Pesquisa em Educação).
POPPER, Karl Raimund. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix:
EDUSP, 1975.. 567 p.
Disciplina:

Química Orgânica 2

Semestre:

6º Período

Carga horária:

80h

EMENTA:
Aldeídos e cetonas. Ácidos carboxílicos. Derivados dos ácidos
carboxílicos. Conjugação, sistemas alílicos, dienos e polienos, compostos
carbonílicos insaturados, reações do tipo Diels-Alder. Benzeno e o anel
aromático. Substituição eletrofílica aromática. Haletos de arila e substituição
nucleofílica aromática. Fenóis. Aminas. Outras funções nitrogenadas.

Bibliografia Básica:
SOLOMONS, T. W. Graham. Química orgânica. 10.ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos Editora S. A., c2012. v. ISBN 9788521620334BRUICE,
P. Y. Química Orgânica. 4ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.
BRUICE, P. Y. Química Orgânica. Volume 1. 4.ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2006.
BRUICE, P. Y. Química Orgânica. Volume 2. 4.ed. São Paulo: Pearson
95

Prentice Hall, 2006.
Bibliografia Complementar:
PAVIA, D. L.; LAMPMAN, G. M., KRIZ, G. S. Introduction to Organic
Laboratory Techniques. A contemporary Approach, 3rd. ed., New York:
Saunders College, 1988.
SILVERSTEIN, R. M.; BASSLER, G. C.; MORRIL, T. C., Spectrometric
Identification of Organic Compounds. 4th. ed. New York: John Wiley, 1997.
PAVIA, D. L.; LAMPAMAN, G. M.; KRIZ, G. S., Introduction to Spectroscopy,
2nd ed. Philadelphia: Saunders College Publishers, 1996
PAVIA, Donald L. et al. Introdução a espectroscopia. 4. ed. São Paulo:
CENGAGE Learning, 2013. 692 p. ISBN 9788522107087
MCMURRY, John. Química orgânica. 7. ed. São Paulo: Cengage Learning,
2011. 2 v. ISBN 9788522110155
Disciplina:

Físico-Química 1

Semestre:

6º Período

Carga horária:

80h

EMENTA:
Sólidos, Líquidos Gases e Vapores. Termodinâmica Química, Soluções
e Equilíbrio.

Bibliografia Básica:
ATKINS, P. W. (Peter William); PAULA, Julio de. Físico-química. 9. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., c2012.. vol1.
ATKINS, P. W. (Peter William); PAULA, Julio de. Físico-química. 9. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., c2012.. vol2.
MOORE, Walter J; JORDAN, Ivo (Supervisão). Físico-química. São Paulo:
Edgard Blucher, c1976. Vol 1.
MOORE, Walter J; JORDAN, Ivo (Supervisão). Físico-química. São Paulo:
96

Edgard Blucher, c1976. Vol 2.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
McQUARRIE, D. A.; SIMON, J. D. Physical chemistry: a molecular
approach. California: University Science Books, 1997.
PRICE, N. C.; DWEK, R. A.; RATCLIFFE, R. G.; WORMALD, M. R. Principles
and problems in physical chemistry for biochemists, 3rd ed. Oxford: Oxford
University Press, 2001.
McQUARRIE, Donald A. Mathematics for Physical Chemistry. New York:
University Science Books. 2008.
MORTIMER, Robert G. Mathematics for Physical Chemistry, 3rd ed. New
York: Academic Press, 2005.
SHOEMAKER, D. P.; GARTLAND, C. W. Experiments in Physical
Chemistry, 7thed, New York: McGraw-Hill; 2002.

Disciplina:

Projeto Integrador 5

Semestre:

6º Período

Carga horária:

40h

EMENTA:
Discussão interdisciplinar sobre temas definido pelo colegiado do curso.
Integração das atividades desenvolvidas, assim como, a avaliação progressiva
dos discentes.
Bibliografia Básica:
LEITE, L. H. A. Pedagogia de projetos: intervenções no presente. Presença
Pedagógica, v. 2, n. 8. mar/abr, 1996.
ABLAS, L. A. Q. Intercâmbio Desigual e Subdesenvolvimento regional no
Brasil. São Paulo: FIPE/Pioneira, 1985.
FRANCIS, D. G et al. Comunicação profissional: o ensino, a extensão e a
pesquisa como práticas de construção do conhecimento. Uberlândia/ MG:
Unimas, 2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SILVA, A. M.

et al. Guia para normatização de trabalhos técnico97

científicos: projetos de pesquisas, monografias, dissertações e teses. 4ª
ed. Uberlândia: EDUFU, 2004. 158p.
VIEIRA, S., Como escrever uma tese. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2008.
HALL, N. Neoquímica: a química moderna e suas aplicações. Porto Alegre:
Artmed, 2004.
MATEUS, A. L. Química na cabeça. Belo Horizonte, Editora da UFMG. 2001.
FURASTÉ, Pedro A. Normas Técnicas para o trabalho científico:
elaboração e formatação. 14 ed. Porto Alegre: ABNT, 2007.
Obs.: Essa disciplina contempla toda a bibliografia utilizada pelas disciplinas do
Eixo, além da bibliografia específica que o projeto necessitar.
Disciplina:

Estágio Supervisionado 2

Semestre:

6º Período

Carga horária:

100h

EMENTA:
Reflexão sobre a prática pedagógica na educação básica, objetivando a
observação e sistematização das práticas de ensino relacionadas a situações
de ensino - aprendizagem, identificando e vivenciando problemas enfrentados
pelo professor nos momentos de ensino e aprendizagem e formas adequadas
para

solucioná-los.

Desenvolvimento

de

micro-

aulas,

construção

e

desenvolvimento de projetos.
Bibliografia Básica:
BIANCHI, Ana Cecília; ALVARENGA, Marina; BIANCHI, Roberto. Orientação
para Estágio em Licenciatura. São Paulo: Pioneira Thomson, 2005.
LIBANEO, Jose Carlos. Didática. Cortez, 1994. 263p. ((Magistério 2º grau.
Serie formato do professor.)). ISBN 8524902981
PICONEZ,

Stela

C. Bertholo.

A Prática

de

Ensino

e

o

Estágio

Supervisionado. 12ª ed. São Paulo: Papirus, 2002. (Coleção Magistério:
formação e trabalho pedagógico).
Bibliografia complementar:
98

PIMENTA, Selma Garrido; PIMENTA, Selma Garrido. Estagio e docencia. 6.
ed. São Paulo: Cortez, 2011. 296 p (Coleção Docência em formação.) ISBN
9788524910708.
O Estágio na Formação de Professores. 6ª ed. São Paulo: Cortez, 2006.
VEIGA, Ilma P. A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed,
1998.
MASETTO, Marcos. Didática: a aula como centro. São Paulo: FTD, 1996.
ANDRÉ, Marli; OLIVEIRA, Maria R. N. Alternativas no ensino de didática.
Campinas, SP: Papirus, 1997.
Disciplina:

Química Orgânica Experimental

Semestre:

7º Período

Carga horária:

60h

EMENTA:
Estudos das propriedades físicas de compostos orgânicos.

Técnicas

fundamentais de laboratório. Análise qualitativa orgânica e identificação de
alguns grupos funcionais. Síntese de compostos orgânicos.
Bibliografia Básica:
SOLOMONS, T. W. Graham. Química orgânica. 10.ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos Editora S. A., c2012. v. ISBN 9788521620334BRUICE,
P. Y. Química Orgânica. 4ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.
BRUICE, P. Y. Química Orgânica. Volume 1. 4.ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2006.
BRUICE, P. Y. Química Orgânica. Volume 2. 4.ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2006.
Bibliografia Complementar:
PAVIA, D. L.; LAMPMAN, G. M., KRIZ, G. S. Introduction to Organic
Laboratory Techniques. A contemporary Approach, 3rd. ed., New York:
Saunders College, 1988.

99

SILVERSTEIN, R. M.; BASSLER, G. C.; MORRIL, T. C., Spectrometric
Identification of Organic Compounds. 4th. ed. New York: John Wiley, 1997.
PAVIA, D. L.; LAMPAMAN, G. M.; KRIZ, G. S., Introduction to Spectroscopy,
2nd ed. Philadelphia: Saunders College Publishers, 1996
PAVIA, Donald L. et al. Introdução a espectroscopia. 4. ed. São Paulo:
CENGAGE Learning, 2013. 692 p. ISBN 9788522107087
MCMURRY, John. Química orgânica. 7. ed. São Paulo: Cengage Learning,
2011. 2 v. ISBN 9788522110155
Disciplina:

Metodologia para o Ensino de Química
7° Período

Carga horária:

60h

EMENTA:
Diferentes enfoques da química e suas implicações no processo
educativo. Abordagem e discussão de questões fundamentais relativas ao
ensino básico

de química:

objetivos,

conteúdos e processo

ensino-

aprendizagem. Parâmetros para seleção e estruturação do conteúdo.
Abordagem tradicional e propostas alternativas no ensino de química:
pressupostos teóricos e aspectos metodológicos. Materiais instrucionais para o
ensino de química. Análise do papel da experimentação na construção de
conceitos químicos. O ensino da química e o currículo escolar (análise crítica
de currículos e programas de química no ensino básico). Alternativas
metodológicas e enfoques no ensino de médio. O trabalho do professor em
diversas modalidades didáticas. Avaliação do ensino de química e construção
de instrumentos de avaliação. Atividades para o aperfeiçoamento da
aprendizagem de química.
Bibliografia Básica:
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de; GIL-PEREZ, Daniel. Formacão de
professores de ciências: tendências e inovacões. 10. ed. São Paulo: Cortez,
2011. 127 p. (Questões da nossa época) ISBN 9788524917257CHASSOT, A. I.
Para quem é útil o ensino de Química? Canoas: Ed. Ulbra, 1995.
100

MALDANER, Otavio Aloisio. A formação inicial e continuada de professores
de química: professores/pesquisadores. Ijuí: Ed. UNIJUÍ, 2000. 424 p. :
(Coleção Educação em Química) ISBN 8574291269 (Broch.)
SANTOS, Wildson Luiz Pereira dos; SCHNETZLER, Roseli Pacheco.
Educação em química: compromisso com a cidadania. 4. ed. Ijuí, RS: UNIJUÍ,
2010. 159 p. (Coleção educação em química.) ISBN 9788574298894 (broch.).

Bibliografia Complementar:
CHASSOT, A. I. Catalisando transformações na educação. Ijuí: Editora UNIJUÍ,
1990.
CHASSOT, A. I. A educação no ensino de Química. Ijuí: Ed. Unijuí, 1990.
FURASTÉ, Pedro A. Normas Técnicas para o trabalho científico:
elaboração e formatação. 14 ed. Porto Alegre: ABNT, 2007.
POPPER, Karl Raimund. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix:
EDUSP, 1975.. 567 p.
CHALMERS, Alan Francis. O que e ciência, afinal? São Paulo: Brasiliense,
c1983. 224 p ISBN 8511120610
Artigos da Revista Química Nova na escola e Química Nova.
Disciplina:

Físico-Química 2

Semestre:

7° Período

Carga horária:

80h

EMENTA:
Eletroquímica, Condutância de Eletrólitos e força eletromotriz, Química
das Superfícies, Cinética Química.
Bibliografia Básica:
ATKINS, P. W. (Peter William); PAULA, Julio de. Físico-química. 9. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., c2012.. vol1.

101

ATKINS, P. W. (Peter William); PAULA, Julio de. Físico-química. 9. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., c2012.. vol2.
MOORE, Walter J; JORDAN, Ivo (Supervisão). Físico-química. São Paulo:
Edgard Blucher, c1976. Vol 1.
MOORE, Walter J; JORDAN, Ivo (Supervisão). Físico-química. São Paulo:
Edgard Blucher, c1976. Vol 2.

Bibliografia Complementar:
McQUARRIE, D. A.; SIMON, J. D. Physical chemistry: a molecular
approach. California: University Science Books, 1997.
PRICE, N. C.; DWEK, R. A.; RATCLIFFE, R. G.; WORMALD, M. R. Principles
and problems in physical chemistry for biochemists, 3rd ed. Oxford: Oxford
University Press, 2001.
McQUARRIE, Donald A. Mathematics for Physical Chemistry. New York:
University Science Books. 2008.
MORTIMER, Robert G. Mathematics for Physical Chemistry, 3rd ed. New
York: Academic Press, 2005.
SHOEMAKER, D. P.; GARTLAND, C. W. Experiments in Physical
Chemistry, 7thed, New York: McGraw-Hill; 2002.

Disciplina:

Projeto Integrador 6

Semestre:

7º Período

Carga horária:

Código:

QIMA019

Pré-requisito:

40h

EMENTA:
Discussão interdisciplinar sobre temas definido pelo colegiado do curso.
Integração das atividades desenvolvidas, assim como, a avaliação progressiva
dos discentes.
Bibliografia Básica:
LEITE, L. H. A. Pedagogia de projetos: intervenções no presente. Presença
Pedagógica, v. 2, n. 8. mar/abr, 1996.
ABLAS, L. A. Q. Intercâmbio Desigual e Subdesenvolvimento regional no
102

Brasil. São Paulo: FIPE/Pioneira, 1985.
FRANCIS, D. G et al. Comunicação profissional: o ensino, a extensão e a
pesquisa como práticas de construção do conhecimento. Uberlândia/ MG:
Unimas, 2004.

Bibliografia Complementar:
SILVA, A. M.

et al. Guia para normatização de trabalhos técnico-

científicos: projetos de pesquisas, monografias, dissertações e teses. 4ª
ed. Uberlândia: EDUFU, 2004. 158p.
VIEIRA, S., Como escrever uma tese. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2008.
HALL, N. Neoquímica: a química moderna e suas aplicações. Porto Alegre:
Artmed, 2004.
MATEUS, A. L. Química na cabeça. Belo Horizonte, Editora da UFMG. 2001.
FURASTÉ, Pedro A. Normas Técnicas para o trabalho científico:
elaboração e formatação. 14 ed. Porto Alegre: ABNT, 2007.
Obs.: Essa disciplina contempla toda a bibliografia utilizada pelas disciplinas do
Eixo, além da bibliografia específica que o projeto necessitar.
Disciplina:

Estágio Supervisionado 3

Semestre:

7° Período

Carga horária:

100h

EMENTA:
Sistematização da intervenção do estágio na ÁREA ESPECÍFICA no
Ensino Fundamental, através da construção e desenvolvimentos de Projetos de
intervenção na escola campo de estágio, objetivando identificar e vivenciar
problemas enfrentados pelo professor nos momentos de ensino aprendizagem
e formas adequadas para solucioná-los.
Bibliografia Básica:
BIANCHI, Ana Cecília; ALVARENGA, Marina; BIANCHI, Roberto. Orientação
para Estágio em Licenciatura. São Paulo: Pioneira Thomson, 2005.
LIBANEO, Jose Carlos. Didática. Cortez, 1994. 263p. ((Magistério 2o.grau.
103

Serie formato do professor.)). ISBN 8524902981
PICONEZ,

Stela

C. Bertholo.

A Prática

de

Ensino

e

o

Estágio

Supervisionado. 12ª ed. São Paulo: Papirus, 2002. (Coleção Magistério:
formação e trabalho pedagógico).
Bibliografia complementar:
PIMENTA, Selma Garrido; PIMENTA, Selma Garrido. Estagio e docencia. 6.
ed. São Paulo: Cortez, 2011. 296 p (Colec?o Docencia em formação.) ISBN
9788524910708
O Estágio na Formação de Professores. 6ª ed. São Paulo: Cortez, 2006.
VEIGA, Ilma P. A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed,
1998.
MASETTO, Marcos. Didática: a aula como centro. São Paulo: FTD, 1996.
ANDRÉ, Marli; OLIVEIRA, Maria R. N. Alternativas no ensino de didática.
Campinas, SP: Papirus, 1997.
Disciplina:

Físico-Química Experimental

Semestre:

8º Período

Carga horária:

60h

EMENTA:
Experiências que ilustram conceitos básicos tratados na parte teórica.
Bibliografia Básica:
ATKINS, P. W. (Peter William); PAULA, Julio de. Físico-química. 9. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., c2012.. vol1.
ATKINS, P. W. (Peter William); PAULA, Julio de. Físico-química. 9. ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., c2012.. vol2.
MOORE, Walter J; JORDAN, Ivo (Supervisão). Físico-química. São Paulo:
Edgard Blucher, c1976. Vol 1.
MOORE, Walter J; JORDAN, Ivo (Supervisão). Físico-química. São Paulo:
Edgard Blucher, c1976. Vol 2.
104

Bibliografia Complementar:
McQUARRIE, D. A.; SIMON, J. D. Physical chemistry: a molecular
approach. California: University Science Books, 1997.
PRICE, N. C.; DWEK, R. A.; RATCLIFFE, R. G.; WORMALD, M. R. Principles
and problems in physical chemistry for biochemists, 3rd ed. Oxford: Oxford
University Press, 2001.
McQUARRIE, Donald A. Mathematics for Physical Chemistry. New York:
University Science Books. 2008.
MORTIMER, Robert G. Mathematics for Physical Chemistry, 3rd ed. New
York: Academic Press, 2005.
SHOEMAKER, D. P.; GARTLAND, C. W. Experiments in Physical
Chemistry, 7thed, New York: McGraw-Hill; 2002.

Disciplina:

Estágio Supervisionado 4

Semestre:

8º Período

Carga horária:

100h

EMENTA:
Sistematização da intervenção do estágio na ÁREA ESPECÍFICA no
Ensino Médio através da construção e desenvolvimentos de Projetos de
intervenção na escola campo de estágio, objetivando identificar e vivenciar
problemas enfrentados pelo professor nos momentos de ensino aprendizagem
e formas adequadas para solucioná-los.
Bibliografia Básica:
BIANCHI, Ana Cecília; ALVARENGA, Marina; BIANCHI, Roberto. Orientação
para Estágio em Licenciatura. São Paulo: Pioneira Thomson, 2005.
LIBANEO, Jose Carlos. Didática. Cortez, 1994. 263p. ((Magistério 2o.grau.
Serie formato do professor.)). ISBN 8524902981
PICONEZ,

Stela

C. Bertholo.

A Prática

de

Ensino

e

o

Estágio

Supervisionado. 12ª ed. São Paulo: Papirus, 2002. (Coleção Magistério:
formação e trabalho pedagógico).
105

Bibliografia complementar:
PIMENTA, Selma Garrido; PIMENTA, Selma Garrido. Estagio e docência. 6.
ed. São Paulo: Cortez, 2011. 296 p (Coleção Docência em formação.) ISBN
9788524910708
O Estágio na Formação de Professores. 6ª ed. São Paulo: Cortez, 2006.
VEIGA, Ilma P. A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed,
1998.
MASETTO, Marcos. Didática: a aula como centro. São Paulo: FTD, 1996.
ANDRÉ, Marli; OLIVEIRA, Maria R. N. Alternativas no ensino de didática.
Campinas, SP: Papirus, 1997.
Disciplina:

Instrumentação para Ensino de Química

Semestre:

8° Período

Carga horária:

60h

EMENTA:
1. Objetivos do Ensino de Química.
a.

Tendências do ensino de Química nos últimos anos.

b.

O que ensinar no ensino médio.

c.

O Ensino de Química e a formação do cidadão.

d.

Cotidiano e Ensino de Química.

2. Natureza do conhecimento científico e Ensino de Química.
a.

Conhecimento científico e senso comum.

b.

Relação entre natureza do conhecimento químico e Ensino de

Química.
c.

Distinção entre conceitos, teorias e modelos.

d.

Aspectos específicos do ensino de conceitos químicos.

106

e.

Importância de Modelos em Ciência.

f.

Importância de Modelos na perspectiva da pesquisa em Ensino de

Ciências.
3.Ensino-Aprendizagem de Química.
a.

Concepções alternativas dos alunos em relação aos principais

conceitos químicos ensinados no nível médio.
b.

Origens das concepções alternativas dos alunos.

c.

Ensino de Química a partir das concepções alternativas dos alunos

4. Metodologias para o Ensino de Química - Parte B.
1.

Introdução de modelos no Ensino de Química.

2.

Modelos de ensino: definição e análise da presença em livros didáticos.

3.

Papel da História da Química no Ensino de Química.

4.

Materiais paradidáticos no Ensino de Química.

5.

Utilização de multimídia e Internet no Ensino de Química.
5. Avaliação no Ensino de Química.

Bibliografia Básica:
SANTOS, Wildson Luiz Pereira dos; SCHNETZLER, Roseli Pacheco.
Educação em química: compromisso com a cidadania. 4. ed. Ijui, RS: UNIJUI,
2010. 159 p. (Coleção educação em química.) ISBN 9788574298894
USBERCO, J. E SALVADOR, E., Química, 2ª ed., Editora Saraiva, São Paulo,
1996.
BESSLER, K.E.; NEDER, A.V.F.; Química em tubos de ensaio. São Paulo:
Edgard Blücher, 2004.

Bibliografia Complementar:
MATEUS, A. L.; Química na cabeça; 1a ed.; Editora UFMG; Belo Horizonte,
107

2002;
MACIEL, L.S. B; NETO, A. S. (Org.). Formação de professores: passado,
presente e futuro. São Paulo: Cortez, 2005.
VEIGA, I. P. A; CUNHA, M. I. Desmistificando a profissionalização do
magistério. Campinas, SP: Papirus, 1999. (Coleção Magistério: Formação e
Trabalho Pedagógico),
HALL, N. Neoquímica: a química moderna e suas aplicações. Porto Alegre:
Artmed, 2004.
MATEUS, A. L. Química na cabeça. Belo Horizonte, Editora da UFMG. 2001.

Disciplina:

Bioquímica

Semestre:

8º Período

Carga horária:

80h

EMENTA:
Água e tampões, Carboidratos, Lipídios, Aminoácidos e peptídeos, ínas,
Ácidos nucléicos, Vitaminas e sais minerais, Enzimas.

Bibliografia Básica:
CAMPBELL, M. K. Bioquímica. 3ª ed. Vol 1. Porto Alegre: Artmed, 2001.
CAMPBELL, M. K. Bioquímica. 3ª ed. Vol 2. Porto Alegre: Artmed, 2001.
LEHNINGER, Albert L. (Albert Lester); NELSON, David L.; COX, Michael M.
Principios de bioquimica. 4. ed. S?o Paulo: Sarvier, 2006.. xxiii, 1202 p. ISBN
8573781661
Biografia Complementar:
NELSON, D; COX, M.M. Princípios de Bioquímica. 3a. ed. São Paulo:
Sarvier, 2002.
BERG, JM.; TYMOCZKO, JL.; STRYER, L.,M. Fundamentos de bioquímica;
Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2004.
108

RODWELL ; M., ROBERT K.; GRANNER, D. K.; MAYES, PETER A..
Bioquímica, 9ª ed. São Paulo: Atheneu, 2002.
BRACHT, A. Métodos de laboratório em bioquímica. Barueri: Manole, 2003.
MACEDO, G. A.; PASTORE, G. M. Bioquimica experimental de alimentos.
São Paulo: Varela, 2005.
VOET, J. G.; VOET, D.; PRATT, C. W. Fundamentos de bioquímica. Porto
Alegre: Artmed, 2000.
Disciplina:

Projeto Integrador 7

Semestre:

8º Período

Carga horária:

40h

EMENTA:
Discussão interdisciplinar sobre temas definido pelo colegiado do curso.
Integração das atividades desenvolvidas, assim como, a avaliação progressiva
dos discentes.
Bibliografia Básica:
LEITE, L. H. A. Pedagogia de projetos: intervenções no presente. Presença
Pedagógica, v. 2, n. 8. mar/abr, 1996.
ABLAS, L. A. Q. Intercâmbio Desigual e Subdesenvolvimento regional no
Brasil. São Paulo: FIPE/Pioneira, 1985.
FRANCIS, D. G et al. Comunicação profissional: o ensino, a extensão e a
pesquisa como práticas de construção do conhecimento. Uberlândia/ MG:
Unimas, 2004.

Bibliografia Complementar:
SILVA, A. M.

et al. Guia para normatização de trabalhos técnico-

científicos: projetos de pesquisas, monografias, dissertações e teses. 4ª
ed. Uberlândia: EDUFU, 2004. 158p.
VIEIRA, S., Como escrever uma tese. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2008.
HALL, N. Neoquímica: a química moderna e suas aplicações. Porto Alegre:
Artmed, 2004.
MATEUS, A. L. Química na cabeça. Belo Horizonte, Editora da UFMG. 2001.
109

FURASTÉ, Pedro A. Normas Técnicas para o trabalho científico:
elaboração e formatação. 14 ed. Porto Alegre: ABNT, 2007.
Obs.: Essa disciplina contempla toda a bibliografia utilizada pelas disciplinas do
Eixo, além da bibliografia específica que o projeto necessitar.
EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS ELETIVAS
Disciplina:

Química Analítica Instrumental

Semestre:

8º Período

Carga horária:

80h

EMENTA:
Métodos eletroanalíticos: Eletrogravimetria, condutimetria, coulometria,
potenciometria e polarografia. Métodos espectroanalíticos: colorimetria e
espectrofotometria

no

visível

e

ultravioleta,

espectrofluorímetria,

espectrofotometria no infravermelho, espectroscopia de emissão atômica,
espectroscopia de absorção atômica.
Bibliografia Básica:
HARRIS, Daniel C. Analise química quantitativa. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC,
c2008. 868 p. ISBN 9788521616252
SKOOG, D. A.; WEST, D. M.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos
de Química Analítica. São Paulo: Pioneira, 2006.
VOGEL, A. I. Química Analítica Qualitativa, 5ª ed. São Paulo: Mestre Jou,
1981.
Biblografia Complementar:
SKOOG, Douglas A.; HOLLER, F. James; NIEMAN, Timothy A. Princípios de
análise instrumental. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. xv, 836p. ISBN
8573079762
CHRISTIAN, G. D. Analytical Chemistry, 5th ed. New York: John Wiley &
Sons, 1994.
ALEXÉEV, V. Análise Qualitativa. Porto: Lopes da Silva, 1982.
110

KING J. Análise Qualitativa: Reações, Separações e Experiências. Rio de
Janeiro: Interamericana, 1981.
BACCAN, N, GODINHO, O. E. S; BARONE J. S., Química Analítica
Quantitativa Elementar, 2ª ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1985.
Disciplina:

Inglês instrumental

Semestre:

8º Período

Carga horária:

40h

EMENTA:
Introdução e prática das estratégias de compreensão escrita que
favoreçam uma leitura mais eficiente e independente de textos variados.
Bibliografia Básica:
KERNERMAN, LIONEL. Password: English Dictionary for Speakers of
Portuguese, 3nd. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
PINTO, Dilce et al. Compreensão inteligente de textos. Grasping the meaning.
vls. 1 e 2. Rio de Janeiro: Ao livro técnico, 1991.
DIAS, R. Inglês Instrumental – Leitura crítica – Uma Abordagem Construtivista.
Belo horizonte: Editora da UFMG, 1990.
Bibliografia Complementar:
HORNBY, A. S. Oxford advanced learner´s dictionary, 7th ed. São Paulo:
Oxford do Brasil, 2005.
MURPHY, Raymond. Essential grammar in use: a self-study reference and
practice book for elementary students of English. GreatBritain, Cambridge,
1990.
DAINTITH, John. Oxford Dictionary of Chemistry. 6th ed. New York: Oxford
University Press, 2008.
WERTHEIM, Jane; Oxlade, Chris; STOCKLEY, Corinne. Illustrated Dictionary
of Chemistry. USA: Usborne Books, 2008.

111

Obs.: A bibliografia será enriquecida de textos de divulgação científica, extratos
de

textos

científicos

e

jornalísticos

e

de

explicações

gramaticais,

acrescentando-se ainda tarefas elaboradas com o fim de explorar o conteúdo
lingüístico dos textos selecionados para as aulas.
Disciplina:

Métodos espectrométricos em química orgânica

Semestre:

8º Período

Carga horária:

80h

EMENTA:
Métodos espectroscópicos na elucidação estrutural de substâncias orgânicas:
Fundamentos teóricos de: espectroscopia na região do ultravioleta/visível;
espectroscopia na região do infravermelho; espectrometria de massas;
espectroscopia de ressonância magnética nuclear. Aplicação das técnicas em
conjunto com métodos espectrométricos para determinação de estruturas e
identificação de substâncias orgânicas.
Bibliografia Básica:
SOLOMONS, T. W. Graham. Química orgânica. 10.ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos Editora S. A., c2012. v. ISBN 9788521620334BRUICE,
P. Y. Química Orgânica. 4ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.
BRUICE, P. Y. Química Orgânica. Volume 1. 4.ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2006.
BRUICE, P. Y. Química Orgânica. Volume 2. 4.ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2006.
Bibliografia Complementar:
PAVIA, D. L.; LAMPMAN, G. M., KRIZ, G. S. Introduction to Organic
Laboratory Techniques. A contemporary Approach, 3rd. ed., New York:
Saunders College, 1988.
SILVERSTEIN, R. M.; BASSLER, G. C.; MORRIL, T. C., Spectrometric
Identification of Organic Compounds. 4th. ed. New York: John Wiley, 1997.
PAVIA, D. L.; LAMPAMAN, G. M.; KRIZ, G. S., Introduction to Spectroscopy,
112

2nd ed. Philadelphia: Saunders College Publishers, 1996
PAVIA, Donald L. et al. Introdução a espectroscopia. 4. ed. São Paulo:
CENGAGE Learning, 2013. 692 p. ISBN 9788522107087
MCMURRY, John. Química orgânica. 7. ed. São Paulo: Cengage Learning,
2011. 2 v. ISBN 9788522110155
Disciplina:

Tópicos em química computacional

Semestre:

8º Período

Carga horária:

40h

EMENTA:
Evolução dos computadores. O uso do computador no ensino de Química.
Construção de modelos moleculares e sua visualização no computador.
Manipulação de estruturas químicas no computador. Coordenadas cartesianas
e matriz Z. Superfície de energia potencial. Fundamentos básicos de métodos
computacionais aplicados à Química. Softwares utilizados em química
computacional.
Bibliografia Básica:
YOUNG, David. Computational Chemistry: A practical guide for applying
techniques to real world problems. New York: Wiley-Interscience, 2001.
LEACH, Andrew R. Molecular Modeling, Principles and Applications, New York:
Longman, 1996.
CRAMER, C. J. Essentials of Computational Chemistry, Theories and Models,
2nd ed. New York, Wiley, 2004.
Bibliografia Complementar:
GRANT, G. H.; RICHARDS, W. G. Computational Chemistry. Oxford: Oxford
University Press, 1995.
JENSEN, F. Introduction to Computational Chemistry, 2nd ed. New York: Wiley,
2006.
McQUARRIE, Donald A. Mathematics for Physical Chemistry. New York:
113

University Science Books. 2008.
MORTIMER, Robert G. Mathematics for Physical Chemistry, 3rd ed. New
York: Academic Press, 2005.
SHOEMAKER, D. P.; GARTLAND, C. W. Experiments in Physical
Chemistry, 7thed, New York: McGraw-Hill; 2002
Disciplina:

História das Ciências

Semestre:

8º Período

Carga horária:

40h

EMENTA:
O Homem e a natureza. Desenvolvimento da Metalurgia. Grécia e seus
filósofos. Surgimento e Desenvolvimento da Alquimia. Iatroquímica. Origem da
Ciência Moderna. Desenvolvimento da Química Moderna. As grandes áreas da
Química Moderna. Aplicações Variadas na Vida Moderna.
Bibliografia básica:
BENSAUDE-VINCENT, B., STENGERS, I. História da Química. Lisboa:
Instituto Piaget, 1992.
VANIN, Jose Atilio. Alquimistas e químicos: o passado, o presente e o futuro.
2.

ed.

São

Paulo:

Moderna,

2006.

119

p.

(Polemica)

ISBN

8516010732GOLDFARB, A. M. A. Da Alquimia à Química, 2ª ed. São Paulo:
Landy, 2001.
GOLDFARB, A. M. A. Da Alquimia à Química, 2ª ed. São Paulo: Landy, 2001.
Bibliografia Complementar:
CHASSOT, Attico. A ciência através dos tempos. 2. ed. São Paulo: Moderna,
2004. 280p. (Polemica) ISBN 8516039471
Artigos diversos encontrados nos periódicos Química Nova e Journal of
Chemical Education (Publicações da Sociedade Brasileira de Química e da
Divisão de Educação Química da Sociedade Americana de Química,
respectivamente).
BROWN, T. L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, B. E.; BURDGE, J. R..Química: a
114

Ciência Central, 9ª ed. São Paulo: Pearson-Prentice Hall, 2005.
KOTZ, John C; TREICHEL, Paul M; WEAVER, Gabriela C. Quimica geral e
reações quimicas. São Paulo: CENGAGE Learning, 2010. 2v. ISBN
9788522106912
BRADY, J. E; HUMISTON,. G.E. Química Geral. vls 1 e 2, Rio de Janeiro:
LTC, 1996.
Artigos diversos encontrados nos periódicos Química Nova e Journal of
Chemical Education (Publicações da Sociedade Brasileira de Química e da
Divisão de Educação Química da Sociedade Americana de Química,
respectivamente).
Disciplina:

Cálculo 3

Semestre:

8º Período

Carga horária:

80h

EMENTA:
Desenvolvimento da extensão natural de conceitos do cálculo diferencial e
integral de funções reais de uma variável às funções de várias variáveis.
Funções de várias variáveis, derivadas parciais, plano tangente a uma
superfície, problemas de máximo e mínimo, multiplicadores de Lagrange,
equação de Laplace, equação do calor e equação da onda. Integrais múltiplas:
volume, integrais duplas e integrais iteradas, aplicações à Química, áreas de
superfícies curvas, mudança de variáveis, jacobiano. Integrais de linha e
teorema de Green: integrais de linha no plano, independência do caminho,
teorema da divergência.
Bibliografia básica:
STEWART, J. Cálculo, v1. 5ª ed., São Paulo: Thomson, 2006.STEWART,
James. Calculo. 6. ed. São Paulo: CENGAGE Learning, 2008. 2 v. ISBN
9788522106608
STEWART, J. Cálculo, v2. 5ª ed., São Paulo: Thomson, 2006.STEWART,
James. Calculo. 6. ed. São Paulo: CENGAGE Learning, 2008. 2 v. ISBN
9788522106608

115

LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica, v. 1. 3ª ed. São
Paulo: Harbra, 1994.
Bibliografia complementar:
McQUARRIE, Donald A. Mathematics for Physical Chemistry. New York:
University Science Books. 2008.
MORTIMER, Robert G. Mathematics for Physical Chemistry, 3rd ed. New
York: Academic Press, 2005.
SIMMONS, George F. Cálculo com Geometria Analítica, v1. 1ª ed. São
Paulo: Makron Books, 1988.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um Curso de Cálculo, v1. 5ª ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2001.
AVILA, Geraldo. Calculo das funções de uma variável. 7. ed. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 2003. 3 v. ISBN 8521613709

4.17.

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC

O Trabalho de Conclusão de Curso está institucionalizado através da
Resolução Nº 25/2005 - CEPE, de 26 de outubro de 2005 que em seu Art. 18
afirma:
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular
obrigatório em todos os Projetos Pedagógicos dos Cursos da UFAL.
Além disso, o TCC também é normatizado pela instrução Normativa Nº
02 PROGRAD/Fórum das Licenciaturas, de 27 de setembro de 2013, que
disciplina a construção dos TCCs nos cursos de graduação da UFAL. Bem
como o inciso III, parágrafo 1º do Decreto 5622: A educação a distância
organiza-se segundo metodologia, gestão e avaliação peculiares, para as quais
deverá estar prevista a obrigatoriedade de momentos presenciais para: III –
defesa de trabalhos de conclusão de curso, quando previstos na legislação
pertinente.
O TCC não se constitui como disciplina, não tendo, portanto, carga
horária fixa semanal, sendo sua carga horária total prevista no PPC e
116

computada para a integralização do Curso.
Nesta perspectiva, cada PPC toma a para si a responsabilidade de
definir a forma de realização, acompanhamento. Apresentação e avaliação do
TCC, estabelecendo normas próprias.
O curso de Licenciatura em química a Distância terá uma Coordenação
de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), composta por coordenador e
vice‐coordenador, indicados e aprovados pelo Colegiado do Curso. Serão
normatizadas pelo Colegiado, sob a forma de Resolução, tanto as atribuições
do coordenador quanto as regras a serem seguidas no TCC.
O Trabalho de Conclusão de Curso é uma monografia realizada pelo
aluno e orientada por um professor da UFAL e que engloba atividades práticas
e/ou teóricas permitindo ao aluno a ampliação, aplicação e demonstração dos
conhecimentos adquiridos ao longo do curso e também aplicar a metodologia
científica na execução deste trabalho. A matriz curricular sugere algumas
disciplinas que darão subsídios para que os alunos desenvolvam os TCC’s tais
como, Produção do conhecimento: Ciência e não-ciência, História das
Ciências, bem como as disciplinas específicas da área de Química. Os temas
abordados nos TCC’s deverão preferencialmente ser direcionados para a área
de formação dos alunos, que é o Ensino de Química. O TCC computará 40
horas de atividades a serem integralizadas no PPC de Química.

4.18.

NORMAS GERAIS PARA ELABORAÇÃO DO TCC

Requisito obrigatório para integralizar o Curso de Química, em quaisquer
modalidades Licenciatura ou Bacharelado, o Trabalho de Conclusão de Curso,
TCC, tem como objetivo orientar o graduando em Química na redação de uma
monografia, onde devem ser valorizadas dentre outras habilidades, redação,
encadeamento de idéias e leitura de textos em outro idioma. Esta atividade
perfaz uma carga horária de 40 horas.
 Deverá exigir do aluno demonstração de sua capacidade criativa
e habilidade na aplicação de conhecimentos químicos ou áreas
afins;
 Caberá ao aluno escolher, em comum acordo com seu
Orientador, o tema do seu TCC.
117

 A orientação de um TCC por um professor externo ao curso de
Química da UFAL será permitido desde que desenvolva
atividades relacionadas com os domínios de conhecimento
envolvidos no tema;
 Os orientadores deverão, obrigatoriamente, ter domínio do tema
bem como disponibilidade de tempo para o exercício de
Orientação.
 A elaboração do anteprojeto de pesquisa será feita no projeto
integrador 7 (8º período), acompanhada pelo professor da
disciplina e apresentada oralmente em sala e deve conter os
seguintes itens: título, introdução, objetivo geral, objetivos
específicos,

justificativa,

perspectiva

teórico-metodológica,

cronograma e referências. O anteprojeto deve conter entre cinco
e oito páginas, em formato A-4, espaçamento 1,5, fonte Times
new Roman ou Arial, N° 12. Na capa do anteprojeto deverá ser
indicado o nome do discente, o título da pesquisa, a linha de
pesquisa e dois possíveis nomes de Professores Orientadores,
cujas áreas de atuação tenham alguma relação com o tema
pesquisado.
 Cada aluno deverá elaborar junto com seu orientador uma
proposta de Plano de Trabalho que contenha os objetivos, as
etapas a serem cumpridas (cronograma) e a bibliografia a ser
consultada.
 A proposta do Plano de Trabalho deverá ser apresentada ao
Colegiado do Curso de Química no prazo máximo de 90
(noventa) dias após a matrícula, podendo ser entregue no ato da
matrícula;
 O Colegiado se reunirá para aprovar ou não o Plano de Trabalho,
podendo ouvir o Orientador e fazer sugestões.
 O TCC será apresentado pelo aluno em forma de defesa pública,
na presença de uma banca examinadora que julgará e emitirá
nota sobre o mesmo;
 O conteúdo do trabalho final deverá ser escrito na forma de um
118

editor de texto (Word, Scientific Word Place, WinEdt, etc)
obedecendo ao modelo de padrão para elaboração de teses e
afins;
 O aluno deverá entregar um resumo do TCC ao Colegiado do
Curso de Química, junto com um requerimento do Orientador
contendo a data da defesa, no mínimo 15 (quinze) dias antes da
data pretendida para a exposição; o Orientador poderá neste
requerimento indicar os membros da banca Examinadora que
será designada pelo Colegiado do Curso;
 A banca Examinadora será constituída por 3 (três) titulares, onde
um deles é o Orientador e um (1) suplente.
 No prazo máximo de 15 (quinze) dias o aluno deverá entregar
uma cópia do trabalho com as devidas correções à Coordenação
do Curso, cópia esta que será colocada na biblioteca setorial
para eventuais consultas. O TCC é normatizado pelas resoluções
56/1995 CEPE e 25/2005 CEPE/UFAL.

POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO
O funcionamento do curso se estrutura baseado em alguns princípios

4.19.

filosóficos e técnico metodológicos gerais que norteiam as práticas acadêmicas
da Universidade Federal de Alagoas – UFAL previstos pelo Projeto Pedagógico
Institucional

–

PPI,

tais

como:

articulação

entre

teoria

e

prática;

interdisciplinaridade; flexibilidade curricular e articulação entre ensino, pesquisa
e extensão. O planejamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão,
dirigidas a formação do educador, deverá estar voltado para o desenvolvimento
e aprendizagem de uma proposta integradora, partindo da observação, da
vivência e interação da realidade da química, estimulando a produção de novos
conhecimentos, abarcando gradativamente outras dimensões científicas e
tecnológicas.

4.19.1.

O ENSINO

Na graduação, o ensino adota políticas baseadas em três grandes eixos,
119

que passam pela inovação e qualificação, internacionalização e gestão
acadêmica. Essas políticas visam a contínua melhoria da oferta de cursos, a
formação cidadã, o reconhecimento pela sociedade e a garantia de uma
formação adequada ao perfil de egresso desejado. No eixo inovação e
qualificação, de acordo com o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI, a
UFAL recomenda uma permanente revisão do Projeto Pedagógico do Curso PPC, para que ele esteja sempre adequado as tendências e desafios da
sociedade contemporânea incluindo, para uma formação completa do
profissional,

temas

que

tragam

as

questões

dos

direitos

humanos,

acessibilidade, as questões étnico – raciais e afrodescendentes, entre outras.
No âmbito do Curso, ações foram implementadas para se adequarem as
recomendações do PDI, tais como:
• Uma primeira revisão do PPC, que definiu direcionamentos para o
desenvolvimento das Disciplinas de Projetos Integradores;
• Revisão de ementas incluindo conteúdos relacionados as questões étnicoraciais e
Afrodescendentes, Gênero e Identidade Racial que vem complementar as
discussões relacionadas a Lei 11.645/ 2008 que estabelece a inclusão no
currículo oficial da rede de ensino, a obrigatoriedade da temática histórica e
Cultura Afro-brasileira e indígena.
• Oferta de monitoria com ou sem bolsa, anualmente, como forma de incentivo
a prática docente.
No eixo gestão acadêmica do ensino de graduação, a Coordenação do Curso
conta com seu Colegiado e o Núcleo Docente Estruturante – NDE, para
planejar a oferta das disciplinas e as ações pedagógicas a cada semestre,
buscando construir uma relação de interdisciplinaridade entre as disciplinas de
cada semestre. No que diz respeito aos itens relacionados as avaliações, como
atuação dos docentes, aproveitamento dos discentes, processos de ensinoaprendizagem e indicadores de evasão e retenção, o Núcleo Docente
Estruturante - NDE, tem a responsabilidade de acompanhar, diagnosticar e
buscar soluções para as demandas pedagógicas do Curso.

120

4.19.2.

A PESQUISA

Dado o caráter interdisciplinar que lhe inerente, a Universidade Federal
de Alagoas promove a pesquisa nas mais diversas áreas de conhecimento,
incentivando a formação de grupos e núcleos de estudo que atuam nas mais
diversificadas linhas de pesquisa, considerando a classificação das áreas de
conhecimento do CNPq.
No âmbito do curso de licenciatura em química EaD, o curso possui
professores que atuam nas mais diversas áreas de pesquisa em parceria com
órgãos de formento como CNPQ, CAPES, FAPEAL, dentre outros. No caso do
coordenador do curso, o professor Rafael Nunes atua na área de catálise,
biocombustíveis e biomassa. A coordenadora de tutoria, prof. Andrea
Fernandes, atua na área de química analítica e química ambiental juntamente
com o professor Wander Botero. Além disso, o curso possui linhas de pesquisa
nas áreas de química computacional, ensino de química, química orgânica e
dos produtos naturais. Além disso, o curso dispõe de professores que atuam
em outras áreas como espalhamento acústico (física), meio ambiente e
economia solidária (sociologia), pesquisa educacional e formação docente
(psicologia), dentre outras.
4.19.3.

A EXTENSÃO

A LDB (lei 9.394/96) traz entre seus princípios a necessidade da
diversificação dos cursos superiores e a flexibilização dos projetos acadêmicos,
permitindo às IES adequarem os projetos pedagógicos às respectivas
naturezas institucionais, às realidades regionais e às finalidades inerentes aos
cursos, tanto se voltados à formação profissional quanto às ciências ou às
artes. Cumpre destacar que tais diretrizes se associam à premissa da
educação continuada, a qual afirma que a graduação superior é apenas uma
etapa do processo de ensino e aprendizagem e não o seu término. Deve-se
salientar também que, como contrapeso à tendência de diversificar e
flexibilizar, o aparato normativo define a necessidade de existirem processos
de avaliação permanentes para identificar desvios e propor correções de rumo.
A Universidade Federal de Alagoas atua em todas as oito áreas
121

temáticas de extensão classificadas pelo Plano Nacional de Extensão:
Comunicação, Cultura, Direitos Humanos e justiça, Educação, Meio Ambiente,
Saúde, Tecnologia e Produção e Trabalho, tendo, em 2011, realizado 802
destas ações.
As atividades curriculares de extensão no Curso de licenciatura em
química EaD serão contempladas, intrinsecamente às ações de ensino e de
pesquisa, na forma de programas e projetos de extensão utilizando-se, dentre
outras, atividades de disciplinas obrigatórias ou eletivas para execução dos
mesmos, sendo computada em pelo menos 10% da carga horária do curso.
Os

estudantes participarão

de

projetos inseridos no

programa

institucionalizado de extensão da Unidade Acadêmica, pela vivência junto às
comunidades de forma coletiva em 4 semestres letivos do curso a partir do 3º
período totalizando uma carga horária de 376 horas.
Para a complementação da carga horária mínima das atividades de
extensão, os estudantes podem participar de outras atividades curriculares
vinculados às comunidades, em qualquer período do curso, tais como:
Pesquisa, Trabalho de Conclusão de Curso e Atividades de Complementares.
Todas as ações de extensão são registradas junto a coordenação de extensão
da Unidade Acadêmica e na Pró-Reitoria de Extensão – PROEX.
No âmbito do curso, Projetos de bolsas tipo PIBID, PET e o PIBIC-ação
são parte de projetos de extensão que também contribuem significativamente
na formação dos estudantes do curso de licenciatura em química.

4.19.4.

ACESSIBILIDADE

A UFAL atualmente possui um núcleo de estudos voltado para o
entendimento das necessidades postas para o seu corpo social, no sentido de
promoção de acessibilidade e de atendimento diferenciado aos portadores de
necessidades especiais em atenção à Política de Acessibilidade adotada pelo
MEC e à legislação pertinente.
O próprio dimensionamento dessas necessidades merece um cuidado
especial, haja vista a forma atual de identificação dos alunos: a auto
declaração.
122

Por outro lado, a UFAL tem investido na capacitação técnica de seus
servidores para o estabelecimento de competências para diagnóstico,
planejamento e execução de ações voltadas para essas necessidades.
Ao esforço para o atendimento universal à acessibilidade arquitetônica,
se junta, agora, o cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela
Política

de

Acessibilidade,

qual

sejam

a

acessibilidade:

pedagógica,

metodológica, de informação e de comunicação.
A acessibilidade pedagógica e metodológica deve atentar para o art. 59
ida Lei 9394/96, que afirma: ―Os sistemas de ensino assegurarão aos
educandos com necessidades especiais: I - currículos, métodos, técnicas,
recursos educativos e organização específicos, para atender às suas
necessidades‖.
Neste sentido, a Nota Técnica nº 24 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE, de
21 de março de 2013, orienta os sistemas de ensino no sentido de sua
implantação. Em especial, recomenda que os ―PPC contemplem orientações
no sentido da adoção de parâmetros individualizados e flexíveis de avaliação
pedagógica, valorizando os pequenos progressos de cada estudante em
relação a si mesmo e ao grupo em que está inserido‖.
Para tal atendimento a UFAL assume o compromisso de prestar
atendimento especializado aos alunos portadores de deficiência auditiva,
visual, visual e auditiva e cognitiva sempre que for diagnosticada sua
necessidade. Procura-se, desta forma, não apenas facilitar o acesso, mas estar
sensível às demandas de caráter pedagógico e metodológico de forma a
permitir sua permanência produtiva no desenvolvimento do curso.
Neste sentido o Núcleo de Atendimento Educacional – NAE – oferece o
necessário apoio pedagógico de forma a atender ao corpo social da UFAL em
suas demandas específicas de forma a promover a integração de todos ao
ambiente acadêmico.

4.19.5.

NÚCLEO DE ACESSIBILIDADE

O Núcleo atua de forma a oferecer Atendimento Educacional
Especializado – AEE- aos estudantes público-alvo (pessoas com deficiência,
123

pessoas com Transtornos Globais de Desenvolvimento e pessoas com Altas
Habilidades).

Esse

atendimento

tanto

pode

ser

feito

através

de

acompanhamento nas salas de aulas que os alunos frequentam, quanto em
atividades na sala do NAC em horário oposto ao das aulas, para assessorar na
confecção de trabalhos acadêmicos. Podemos fazer adaptação de materiais
didáticos, além de capacitar para o uso de tecnologias assistivas, como por
exemplo, recursos de informática para transformar textos em áudio para
pessoas cegas.
O NAC também promove cursos sobre recursos didáticos e assistência
educacional à pessoas com deficiência, além de eventos sobre Educação
Inclusiva abertos à toda a comunidade acadêmica. Em parceria com a Próreitoria de Gestão de Pessoas e do Trabalho – PROGEP, promove cursos para
corpo técnico e docentes da universidade. Atua em parceria com o O Grupo de
Estudo e Extensão em Atividade Motora Adaptada (GEEAMA) e o Núcleo de
Estudos em Educação e Diversidade (NEEDI).

Em relação a proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do
Espectro Autista, conforme disposto na Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de
2012, o NAC será consultado para que a metodologias sejam adequadas a
esses alunos com deficiências, para que se atenda as especificidades de cada
aluno.
O AEE - Atendimento Educacional Especializado é um serviço da
Educação Especial que identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e
de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos
alunos, considerando as suas necessidades específicas. O AEE complementa
e/ou suplementa a formação do aluno com vistas à autonomia e independência
na escola e fora dela. Atendendo, prioritariamente, os estudantes de
graduação, podendo ser atendidos estudantes da pós-graduação. De maneira
geral, a comunidade acadêmica no sentido de trabalhar a compreensão de
como devemos contribuir para a inclusão destes no universo acadêmico, o que
envolve não só os professores, mas também o corpo técnico e os demais
estudantes.

124

4.19.6.

INCLUSÃO

Desde 1999 a UFAL preocupa-se com a questão da inclusão, tendo
aprovado em 2003 a Resolução 33 – COSUNI, posteriormente modificada pelo
Decreto 7.824, de 11 de outubro de 2012 que dispõe sobre a política de
ingresso nas IFES. Ainda, a Resolução 54/2012 – CONSUNI institucionaliza a
reserva de vagas/cotas no processo seletivo de ingresso nos cursos de
graduação da UFAL.
Neste entendimento, em 2015, Conforme a Resolução CNE/CP nº 2, de
1º de julho de 2015, em seu artigo 5º, que trata da formação de profissionais do
magistério, que deve assegurar a base comum nacional, a consolidação
inclusiva se pauta pelo ―[,,,] respeito às diferenças, reconhecendo e valorizando
a diversidade étnico-racial, de gênero, sexual, religiosa, de faixa geracional,
entre outras;‖, foram reservadas 40% (quarenta por cento) das vagas de cada
curso e turno ofertados pela UFAL para os alunos egressos das escolas
públicas de Ensino Médio. Destas, 50% (cinquenta por cento) das vagas foram
destinadas aos candidatos oriundos de famílias com renda igual ou inferior a
1,5 salários mínimo (um salário mínimo e meio) bruto per capita e 50%
(cinquenta por cento) foram destinadas aos candidatos oriundos de famílias
com renda igual ou superior a 1,5 salários mínimo (um salário mínimo e meio)
bruto per capita. Nos dois grupos que surgem depois de aplicada a divisão
socioeconômica, serão reservadas vagas por curso e turno, na proporção igual
à de Pretos, Pardos e Indígenas (PPI) do Estado de Alagoas, segundo o último
censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, que
corresponde a 67,22% (sessenta e sete vírgulas vinte e dois por cento). A meta
da UFAL é destinar até o ano de 2016 50% de suas vagas a alunos egressos
de escolas das redes públicas.

5. METODOLOGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
De acordo com a Resolução de Nº 2, de julho de 2015:
Art. 5º A formação de profissionais do magistério deve assegurar a base
comum nacional, pautada pela concepção de educação como processo
emancipatório e

permanente,

bem
125

como pelo reconhecimento da

especificidade do trabalho docente, que conduz à práxis como expressão
da articulação entre teoria e prática e à exigência de que se leve em conta a
realidade dos ambientes das instituições educativas da educação básica e
da profissão, para que se possa conduzir o(a) egresso(a): I - à integração e
interdisciplinaridade

curricular,

dando

significado

e

relevância

aos

conhecimentos e vivência da realidade social e cultural, consoantes às
exigências da educação básica e da educação superior para o exercício da
cidadania e qualificação para o trabalho; II - à construção do conhecimento,
valorizando a pesquisa e a extensão como princípios pedagógicos
essenciais ao exercício e aprimoramento do profissional do magistério e ao
aperfeiçoamento da prática educativa;
Buscando a concretização dos objetivos propostos para a formação
generalista do licenciado em química envolvido com sua realidade,
propomos

uma

linha

metodológica

pedagógica

da

vertente

do

ensino

fundamentada

na

abordagem

tecnológico/ambiental/científico,

pretendendo favorecer uma educação integral e integradora, que atinja as
necessidades cognitivas e de desenvolvimento de aptidões para uma
atividade

responsável

e

ética

do

indivíduo

como

agente

social

transformador, que visa à construção de um futuro mais equilibrado em
relação ao uso dos recursos naturais, e mais justo quanto às relações entre
os homens.
Assim, a metodologia adotada no curso de licenciatura em química
prioriza o estudo das interrelações, o caráter multi e interdisciplinar das
ações, preconiza o enfoque por situações problema, grupos de estudo e
pesquisa, uso das atividades práticas em unidades/laboratórios de
produção e pesquisa educacional e científica, utilizando ainda o trabalho em
equipe como instrumento essencial para a consecução dos objetivos,
empregando orientações metodológicas da modalidade de pesquisa
participativa, a qual propõe a prática pedagógica de organização da
comunidade no processo de construção de conhecimentos necessários à
transformação da realidade social, e a solução concreta de seus problemas.
Dentro da perspectiva do ensino a distância, são realizadas aulas
126

semipresenciais

com

suporte

das

Tecnologias

de

Informação

e

Comunicação (TIC) e EaD, uso da Plataforma Moodle e outras ferramentas
tecnológicas que permitem ao discente uma expansão do conhecimento,
permitindo a busca de conteúdos em outras universidades e centros de
pesquisa.
Além disso, são contempladas atividades complementares, ações de
extensão e estágios no curso de licenciatura em química EaD, as quais são
componentes

curriculares

que

possibilitem

o

reconhecimento

de

habilidades, conhecimentos, competências e atitudes do estudante,
inclusive adquiridos fora do ambiente acadêmico.
Tomando se por princípio que o conhecimento pode ser gerado por
processos indutivos e dedutivos, verifica-se que atividades desenvolvidas
fora dos conteúdos elencados nas disciplinas oferecidas no curso podem
contribuir em muito para a formação do profissional.

6. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
A avaliação do processo ensino-aprendizagem insere-se na própria dinâmica
curricular. A avaliação é, portanto, uma atitude de responsabilidade da instituição, dos
professores e dos alunos acerca do processo formativo. A avaliação que aqui se
propõe não é uma atividade puramente técnica, ela deve ser processual e formativa; e,
manter coerência com todos os aspectos do planejamento e execução do Projeto
Pedagógico do curso.
A avaliação da aprendizagem considera os aspectos legais determinados na
Lei de DBEN no que concerne à aferição quantitativa do percentual de 75% de
presença às atividades de ensino previstas pela carga horária de cada disciplina e no
total da carga horária do curso e qualitativa em relação ao total de pontos obtidos pelo
aluno em cada disciplina.
No plano interno, a avaliação da aprendizagem atende ao Art. 9º. da Resolução
25/05 – CEPE que determina que o regime de aprovação do aluno em cada disciplina
será efetivado mediante a apuração da frequência às atividades didáticas e do
rendimento escolar.
Neste entendimento, o Art. 10 afirma que: ―Será considerado reprovado por
falta o aluno que não comparecer a mais de 25% (vinte e cinco por cento) das

127

atividades didáticas realizadas no semestre letivo.
Parágrafo Único - O abono, compensação de faltas ou dispensa de frequência,
só será permitido nos casos especiais previstos nos termos do Decreto-Lei no 1.044
(21/10/1969), Decreto-Lei no 6.202 (17/04/1975) e no Regimento Geral da UFAL.
A mesma resolução apresenta um capítulo detalhando como se efetiva a
apuração do rendimento escolar.
Art. 11 - A avaliação do rendimento escolar se dará através de:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
(b) Prova Final (PF), quando for o caso;
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
§ 1o – Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação, inclusive prova
final, após a divulgação antecipada de, pelo menos, 48 (quarenta e oito) horas, das
notas obtidas pelo aluno em avaliações anteriores.
§ 2o - O aluno terá direito de acesso aos instrumentos e critérios de avaliação e,
no prazo de 02 (dois) dias úteis após a divulgação de cada resultado, poderá solicitar
revisão da correção de sua avaliação, por uma comissão de professores designada
pelo Colegiado do Curso.
Art. 12 - Será também considerado, para efeito de avaliação, o Estágio Curricular
Obrigatório, quando previsto no PPC.
Art. 13 - Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que possível,
aos conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante de mais de 01
(um) instrumento de avaliação, tais como: provas escritas e provas práticas, além de
outras opções como provas orais, seminários, experiências clínicas, estudos de caso,
atividades práticas em qualquer campo utilizado no processo de aprendizagem.
§ 1o - Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais dos
instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB) respectiva,
calculada considerando-se a média das avaliações programadas e efetivadas pela
disciplina.
§ 2o - Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em uma
das 02 (duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre letivo, a ser
reavaliado naquela em que obteve menor pontuação, prevalecendo, neste caso, a
maior
Art. 14 - A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética,
apurada até centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais.
§ 1o - Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
§ 2o - Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das

128

Avaliações Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
Art. 15 - O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou
superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a Prova Final (PF).
Parágrafo Único - A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina
ministrada e será realizada no término do semestre letivo, em época posterior às
reavaliações, conforme o Calendário Acadêmico da UFAL.
Art. 16 - Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF), em
cada disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros
e cinco décimos).
Parágrafo Único - O cálculo para a obtenção da média final é a média ponderada
da Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da nota da Prova
Final (PF), com peso 4 (quatro).
Art. 17 - Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não tendo comparecido
à Prova Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo de doença, devendo
requerê-la ao respectivo Colegiado do Curso no prazo de 48 (quarenta e oito) horas
após a realização da prova.
Parágrafo Único - A Prova Final, em segunda chamada, realizar-se-á até 05 (cinco)
dias após a realização da primeira chamada, onde prevalecerá o mesmo critério
disposto no Parágrafo único do Art. 16.
Ao nível do PPC do curso de lic. Em química EaD, a avaliação da
aprendizagem é condizente com a concepção de ensino aprendizagem que norteia a
metodologia adotada para a consecução da proposta curricular, de forma a fortalecer a
perspectiva da formação integral dos alunos respeitando a diversidade e a pluralidade
das suas formas de manifestação e participação nas atividades acadêmicas, sem se
distanciar, entretanto, das determinações legais e institucionais.
Seguem algumas características gerais de cada modalidade de avaliação:



Exercícios avaliativos – São exercícios pertinentes às unidades
didáticas. A cada unidade haverá uma lista de exercícios. A ideia
fundamental é que o aluno possa se auto-avaliar no acompanhamento
da disciplina (testes sem notas). A interatividade dos alunos entre si e
com os tutores deve ser fortemente estimulada na realização dos
exercícios avaliativos, visando implementar processos de ensino e
aprendizagem de sucesso. Nos polos, deve-se também incentivar os
alunos a trabalhar em grupo, utilizando também os microcomputadores
disponíveis.



Avaliações a distância — São essencialmente de caráter formativo e
129

devem ser realizadas, basicamente, nos finais do primeiro e do terceiro
meses. Podem se constituir, de acordo com a essência da disciplina e
de decisões de ordem pedagógica, de trabalhos enviados para os polos
pelos tutores e por eles corrigidos, e de exames a distância, com prazo
para retorno das soluções elaboradas pelos alunos.


Para cada módulo e/ou disciplina do curso será elaborado material
impresso com o conteúdo que o aluno precisa estudar, além de
exercícios. Este material será colocado a disposição dos alunos nos
polos e será de uso obrigatório. Além desses textos principais serão
indicadas outras referências, que estarão nas bibliotecas dos polos.
Na plataforma Moodle, o aluno dispõe de diversas ferramentas de

interação e de suporte aos estudos, utilizadas conforme as necessidades do
processo ensino‐aprendizagem, dentre as quais:


Chat;



Fórum;



Glossário;



Pesquisa de avaliação;



Questionário;



Lição.
O Moodle é uma plataforma de aprendizagem a distância Baseada em

software livre. É um acrônimo de Modular Object-Oriented Dynamic Learning
Environment (ambiente modular de aprendizagem dinâmica orientada a
objetos). Ele foi e continua sendo desenvolvido continuamente por uma
comunidade de centenas de programadores em todo o mundo, que também
constituem um grupo de suporte aos usuários, acréscimo de novas
funcionalidades,

etc.,

sob

a

filosofia

GNU

de

software

livre.

Uma

fundação(www.moodle.org) e uma empresa (www.moodle.com) fornecem,
respectivamente, o apoio para o desenvolvimento do software e sua tradução
para dezenas de idiomas, e apoio profissional à sua instalação.
O curso utilizará, prioritariamente, tecnologias web. Nessa proposta, o
ambiente virtual de aprendizagem (AVA) – Moodle funcionará como elo de
interação

entre

professor‐aluno,

professor‐aluno‐tutor,

aluno‐aluno

e

aluno‐conteúdo de forma ativa, critica e participativa, buscando sempre novas
130

alternativas para o processo ensino‐aprendizagem. No modelo proposto de
educação virtual, serão incentivados, primordialmente, os estudos autônomos
no decorrer do curso. O estudo a distância será realizado pelo estudante por
meio de leitura individual e coletiva, na interação com o sistema de
acompanhamento e também pela realização de atividades individuais e
coletivas no ambiente de aprendizagem Moodle.
Além do Moodle, são utilizados também ferramentas complementares
como you tube e skype para busca de vídeo aulas e web conferências e
também sites de busca (google, sciello, web of science) onde os alunos,
professores e tutores poderão buscar fontes de estudo como livros, artigos e
outros materiais de estudo.
Avaliações presenciais — Devem ser aplicadas no final do quarto mês.
Essas avaliações têm, no entanto, planejamento temporal rígido. Realizadas
nos polos regionais, devem ocorrer em dias e horários preestabelecidos. Tais
avaliações devem seguir o rigor próprio dos exames presenciais realizados
pela UFAL, tanto no que se refere à fiscalização, quanto à elaboração,
aplicação e correção das provas. Sugere-se que o peso da avaliação
presencial seja de 60% (sessenta por cento) do total da nota final. Pode ocorrer
uma avaliação suplementar presencial, que deve acontecer um mês após a
prova presencial. Constitui-se em segunda chance para o aluno que não
obteve nota suficiente para aprovação nas avaliações anteriores.
Será feita através de consulta permanente aos especialistas de cada
sub-área da química (Química Geral/ Físico-química, Química Inorgânica,
Química Analítica e Química Orgânica), e também dos outros departamentos
que oferecem disciplinas para o curso, e analisadas em reuniões do Colegiado.

7. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO
E APRENDIZAGEM

7.1.

AVALIAÇÃO DOS CONTEÚDOS E DAS BIBLIOGRAFIAS

Será feita através de consulta permanente aos especialistas de cada
sub-área da química (Química Geral/ Físico-química, Química Inorgânica,
131

Química Analítica e Química Orgânica), e também dos outros departamentos
que oferecem disciplinas para o curso, e analisadas em reuniões do Colegiado.

8. OUTRAS AVALIAÇÕES
8.1. AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO
As ações visando à avaliação dos cursos se orientam pelas normatizações
oriundas da Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior - CONAES e se expressa de diferentes formas. Assim, o processo de avaliação do PPC do
Curso de lic. em química EaD é realizada por uma comissão representativa dos
diferentes segmentos da comunidade acadêmica, com predomínio de
docentes, identificada no Projeto de Auto-avaliação da UFAL como Comissão
de Auto-avaliação – CAA, instalada em cada Unidade Acadêmica e/ou Unidade
Educacional, no caso dos campi interioranos.
O Curso de lic. em química EaD é avaliado anualmente pela citada
Comissão e, em caráter permanente, pelos membros do Núcleo Docente
Estruturante – NDE. Na primeira situação, o processo é conduzido em primeira
instância pela CAA que coleta dados através de diferentes estratégias junto ao
corpo docente, discente e técnico administrativo da UA ou EU. Há, também, o
acesso espontâneo da comunidade acadêmica através de formulários on-line,
disponibilizados, segundo cronograma de desempenho divulgado pela CPA.
Em ambas as situações os participantes se expressam sobre a condução do
Projeto Pedagógico do Curso, entre outros aspectos como a atuação, a
qualificação e a relação com os docentes e as condições da infraestrutura
disponibilizada para a realização das atividades acadêmicas. Desta forma, os
dados computados são organizados e analisados pela Comissão de AutoAvaliação – CAA e enviados para serem consolidados pela CPA/UFAL e
incorporados ao Relatório de Avaliação Institucional, de periodicidade anual.
Em

relação

ao

NDE,

há

um

acompanhamento

permanente

da

implementação e desenvolvimento do PPC de forma a garantir a melhor
qualidade educativa em todas as suas etapas. Através de reuniões periódicas
os seus membros avaliam a pertinência das disciplinas, seu ordenamento, a
atualização da bibliografia referenciada e as condições de realização de
132

práticas e estágios supervisionados, de modo a ter condições concretas de
intervir sempre que necessária no sentido do aperfeiçoamento do PPC.

9. APOIO AOS DISCENTES
As políticas de apoio aos discentes se fundamentam no PDI/UFAL e nos
princípios e diretrizes estabelecidos pelo Plano Nacional de Assistência
Estudantil – PNAES, que objetiva viabilizar a igualdade de oportunidades
entre todos os estudantes e contribuir para a melhoria do desempenho
acadêmico, a partir de medidas que buscam combater situações de
repetência e evasão (Decreto nº 7.234, de 19 de julho de 2010). Apoia,
prioritariamente,

a

permanência

de

estudantes

em

situação

de

vulnerabilidade e risco social matriculados em cursos de graduação
presencial das Instituições Federais de Ensino Superior –IFES.

Sua

instância de discussão e resolução é o Fórum Nacional de Pró-reitores de
Assuntos Comunitários e Estudantis –FONAPRACE, realizado anualmente
e no qual a UFAL tem assento. Na ocasião são feitos diagnósticos e
reflexões sobre a realidade estudantil nas IFES e se estabelecem as
diretrizes e linhas de ação das Pró-Reitorias em nível nacional.
De acordo com o PDI/UFAL as políticas discentes da instituição vão
além do PNAES, pois trabalham também com a perspectiva de
universalidade no atendimento dos estudantes que frequentam o espaço
universitário. Assim, podem ser identificadas:
- Apoio pedagógico - buscam reforçar e/ou orientar o desenvolvimento
acadêmico; apoio ao acesso às tecnologias de informação e línguas
estrangeiras, com a oferta de cursos para capacitação básica na área.
Atenção aos discentes como forma de orientá-los na sua formação
acadêmica

e/ou

encaminhá-los/as

a

profissionais

específicos

para

atendimento através da observação das expressões da questão social.
Articulação com as Coordenações de Curso sobre dificuldades pedagógicas
desses alunos e planejamento para superação das mesmas. Ex.: PAINTER,
Monitoria, Tutoria.

133

- Estímulo à permanência - atendimento às expressões da questão social
que produzem impactos negativos na subjetividade dos estudantes e que
comprometem seu desempenho acadêmico; atendimento psicossocial
realizado por profissionais qualificados, com vistas ao equilíbrio pessoal
para a melhoria do desempenho acadêmico; atendimento do estudante na
área da saúde através da assistência médico odontológica; fomento à
prática de atividades física e de esporte; promoção de atividades
relacionadas à arte e cultura no espaço universitário; implementação de
bolsas institucionais que visam ao aprimoramento acadêmico. Ex.: Bolsa
Permanência (Pró-Graduando).
- Apoio financeiro - disponibilização de bolsa institucional a fim de incentivar
os talentos e potenciais dos estudantes de graduação, mediante sua
participação em projetos de assuntos de interesse institucional, de pesquisa
e/ou de extensão universitária que contribuam para sua formação
acadêmica; disponibilização de bolsas aos discentes em situação de risco e
vulnerabilidade social, prioritariamente, a fim de ser provida uma condição
favorável aos estudos, bem como ser uma fonte motivadora para ampliação
do

conhecimento,

intercâmbio

cultural,

residência

e

restaurante

universitários. Ex.: PIBID, PIBIC, PET.
- Organização estudantil – ação desenvolvida por intermédio de projetos e
ações esportivos, culturais e acadêmico-científicos quer sejam promovidos
pela universidade quer sejam promovidos pelos estudantes. Alguns
espaços físicos são reservados para as atividades dos centros acadêmicos,
vindo a colaborar com a ampliação dos espaços de discussão e diálogo que
contribuam para a formação política dos estudantes. Ex.: Centros
Acadêmicos, DCE.
- Plano de acompanhamento do assistido – proporciona uma maior
segurança para o aluno quanto à sua possibilidade de sucesso na
instituição, evitando assim um aumento da retenção e/ou da evasão. Evita
também a acomodação do mesmo ao longo do curso. Busca a reorientação
e a preparação para a saída dos mesmos, diminuindo a ansiedade entre a
academia e o mercado de trabalho. Ex.: Estágios.
134

Além das ações já citadas, o curso de licenciatura em química EaD
dispõe de estrutura específica de assistência ao estudante de química a
exemplo:
Cursos de nivelamento - Este programa tem como finalidade ofertar aulas
de nivelamento sobre conteúdos de ensino médio para alunos ingressantes
e é voltado principalmente para alunos dos primeiros períodos, bem como
para aqueles que irão iniciar apenas no semestre seguinte, geralmente
sendo ofertados conteúdos relacionados as disciplinas de matemática,
física e química. O objetivo principal é o de revisar os conteúdos do ensino
médio, de forma a possibilitar um melhor aproveitamento das disciplinas
afins que o aluno irá cursar no decorrer da graduação. Com isso se
vislumbra diminuir os índices de reprovação em disciplinas de graduação e
reduzir a evasão nos cursos.
Tutoria – Como já foi citado anteriormente, o curso de química a distância
possui tutores presenciais e a distância que dão assistência direta ao aluno.
A relação tutor/aluno para o curso de Licenciatura em química segue os
parâmetros indicados no Ofício Circular 20/2011 DED/CAPES, sendo 1 tutor
a cada 30 hora/aula por grupo de 25 alunos para atividades online e 2
tutores presenciais por pólo (mínimo 50 alunos).
Apoio a participação em eventos e atividades de extensão – O curso de
química EaD/campus Arapiraca dispõe de ônibus próprio que é utilizado a
partir da demanda comunicada pelos estudantes do curso para viagens
para eventos e congressos relacionados ao curso, além de ser estimulado a
criação e a participação em cursos, simpósios e outros eventos
relacionados a extensão universitária e que visam a melhor formação do
aluno.
Os discentes do curso de licenciatura em química EaD ainda têm
participação efetiva e permanente, com direito a voz e voto, no Colegiado
do curso, seja nas reuniões mensais ou extraordinárias, assim, também
como nas reuniões do Conselho da Unidade Acadêmica. A escolha dos
representantes discentes se faz através de indicação dos tutores
presenciais, sendo um titular e um suplente.
135

10. INFRAESTRUTURA
10.1.

SALA DE PROFESSORES E SALA DE REUNIÕES

O Campus Arapiraca da UFAL possui 01 (uma) sala de reunião, a qual é
utilizada para as reuniões previamente agendadas, dentre elas, destacamos:
reuniões de colegiados, extensão, pesquisa, grupos de estudo, orientações de
monitoria e o fórum dos coordenadores de colegiados. A sala de reuniões é um
ambiente amplo que mede (2,25 x 7,44)m2, com cadeiras e uma mesa.
O auditório do Campus Arapiraca mede (15,3 x 9,95)m 2, contendo 185
(cento e oitenta e cinco) cadeiras, 05 (cinco) mesas, 02 (dois) microfones, 01
(uma) caixa de som, 02 (dois) condicionadores de ar tipo split, 01 (uma) tela
para projeção, 01 (um) quadro branco e 01 (um) datashow, composto também
por uma bateria de sanitários medindo (3,10 x 5,44)m 2, com 02 (duas)
divisórias. As reuniões plenárias, assim como as do Conselho do Campus,
ocorrem no auditório. Não há sala individual para professores. As salas ou
gabinetes de trabalho são compartilhadas.
10.2.

GABINETES DE TRABALHO PARA PROFESSORES

Para um número total de cerca de 170 docentes, o Campus Arapiraca
possui 26 gabinetes (salas), os quais são compartilhados por 3 (três), 4
(quatro), podendo chegar a 06 docentes por sala, dependendo da dimensão da
mesma. Os gabinetes são divididos pelos docentes de acordo com o tamanho
de cada sala. A quantidade destes gabinetes é distribuída por bloco (no bloco A
– 07, bloco B – 9 e bloco C – 10).
Os gabinetes do bloco A, medem aproximadamente 12m 2, com
03/04escrivaninhas

com

gavetas,

cadeiras

(tipo

secretária)

armários,

microcomputadores, ar-condicionado, etc.
Os gabinetes do bloco B, medem aproximadamente 14,3m 2, com 03/04
escrivaninhas

com

gavetas,

cadeiras
136

(tipo

secretária)

armários,

microcomputadores, ar-condicionado, etc.
No último bloco, que é o C, os gabinetes medem aproximadamente
15,4m2, com 03/04 escrivaninhas com gavetas, cadeiras (tipo secretária)
armários e microcomputadores.
Especificamente para os docentes do Curso de Química, os mesmos
estão distribuídos em dois gabinetes compartilhados no bloco C.

10.3.

SALAS DE AULA

O Campus Arapiraca atualmente possui em pleno funcionamento 51
salas de aula, as quais são, amplas e ventiladas, distribuídas em 03 blocos (A,
B e C). O Bloco A, possui 13 salas, as quais são numeradas e distribuídas
paralelamente. Cada uma mede aproximadamente 69,98m2, com 50 carteiras,
01 escrivaninha com uma cadeira tipo secretária, um quadro branco (1,2 x 2,0)
m2 e 04 ventiladores fixados nas paredes (02 em cada lado). Para a melhor
acomodação dos acadêmicos, encontra-se ainda no Bloco A, duas baterias de
sanitários (cada uma com 04 compartimentos), os quais são divididos em
masculino e feminino.
O Bloco B possui 15 salas, as quais, são numeradas e distribuídas
paralelamente. Cada uma mede aproximadamente 59,97m 2, com 40 carteiras,
01 escrivaninha com uma cadeira tipo secretária, um quadro branco (1,2 x 2,0)
m2 e 04 ventiladores fixados nas paredes (02 em cada lado). Para a melhor
acomodação dos acadêmicos, encontra-se ainda no Bloco B, duas baterias de
sanitários (cada uma com 04 compartimentos), os quais, são divididos em
masculino e feminino.
No último Bloco (C), a quantidade de salas é maior, sendo um total de
23, sendo este bloco com dois pavimentos (térreo e um andar superior). De um
modo geral, as salas possuem tamanhos variados, sendo em média de 63m2
cada. Possuem em seu interior, 50 carteiras, 01 escrivaninha com cadeira tipo
secretária, quadro branco (1,2 x 2,0) m2 e ventiladores fixados nas paredes.
Assim como os demais blocos, também possui duas baterias de sanitários
(cada uma com 04 compartimentos), os quais são divididos em masculino e
feminino.
137

10.4.

LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA

No tocante aos equipamentos de informática, o Campus Arapiraca
possui 05 (cinco) laboratórios de informática, sendo 04 (quatro) no Bloco A e 01
(um) no Bloco B, que possuem dimensões variáveis, apresentando um
tamanho médio de 56,4m2. Neles encontram-se distribuídos em média 25
microcomputadores conectados à internet, assim como, mesas, cadeiras (tipo
secretária) e quadro branco.
Esses laboratórios funcionam em tempo integral (manhã e tarde) para
todos os cursos do Campus. Neles os acadêmicos possuem acesso livre
(desde que não estejam sendo utilizados para aulas práticas). Vale ressaltar,
que, em cada laboratório encontra-se um técnico especializado e um bolsista,
os quais auxiliam os acadêmicos em suas atividades.
10.5.

REGISTROS ACADÊMICOS

Todos os registros (pagelas, planos de disciplinas, relatórios docentes,
relatórios iniciação cientifica) estão arquivados na coordenação do curso.

10.6.

LIVROS DA BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Conforme o Projeto Pedagógico Curricular a Matriz Curricular do Curso
de Química Licenciatura dispõe de 41 disciplinas obrigatórias.
O acervo disponível para a bibliografia básica das disciplinas do Tronco
Inicial é de 59 exemplares, sendo esta quantidade compartilhada pelos outros
15 cursos do Campus Arapiraca.
Para as disciplinas do Tronco Intermediário a quantidade corresponde a
82 exemplares, sendo estes compartilhados pelas outras 04 licenciaturas que
compõem o Eixo da Educação.
Para as 29 disciplinas específicas da área de Química que compõem o
Tronco Profissionalizante, o total é de 550 exemplares da bibliografia básica.
138

Ainda no Tronco Profissionalizante, a bibliografia básica das disciplinas
Planejamento, currículo e avaliação, Pesquisa educacional e Estágio
supervisionado 1, 2, 3 e 4, constam de um acervo de 57 exemplares, sendo
estes também compartilhados com as demais licenciaturas do Eixo da
Educação.

10.7.

LIVROS DA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

Conforme o Projeto Pedagógico Curricular a Matriz Curricular do Curso
de Química Licenciatura EaD dispõe de 42 disciplinas obrigatórias.
O acervo disponível para a bibliografia complementar das disciplinas do
Tronco Inicial é de 17 exemplares, sendo esta quantidade compartilhada pelos
outros 15 cursos do Campus Arapiraca.
Para as disciplinas do Tronco Intermediário a quantidade corresponde a
104 exemplares, sendo estes compartilhados pelas outras 04 licenciaturas que
compõem o Eixo da Educação.
Para as 29 disciplinas específicas da área de Química que compõem o
Tronco Profissionalizante, o total é de 140 exemplares da bibliografia
complementar. Ainda no Tronco Profissionalizante, a bibliografia complementar
das disciplinas Planejamento, currículo e avaliação, Pesquisa educacional e
Estágio supervisionado 1, 2, 3 e 4, constam de um acervo de 13 exemplares,
sendo estes também compartilhados com as demais licenciaturas do Eixo da
Educação.

10.8.

PERIÓDICOS ESPECIALIZADOS, INDEXADOS E CORRENTES

O campus Arapiraca não dispõe de nenhum periódico na área de
Química em formato papel, entretanto, a universidade possui acesso ao portal
de periódicos CAPES, onde o aluno pode encontrar a grande maioria de
periódicos nacionais e internacionais indexados.

139

10.9.

LABORATÓRIOS ESPECIALIZADOS

O Curso de Química Licenciatura EaD da UFAL – Campus Arapiraca
dispõe de um laboratório especializado em Química, onde ocorrem as
atividades práticas do curso de Química e de outros cursos que apresentam
disciplinas experimentais de Química. O laboratório apresenta cerca de 50 m 2 e
se encontra no bloco de laboratórios do Campus.
No tocante aos equipamentos de informática, o Campus Arapiraca
possui 05 (cinco) laboratórios de informática, sendo 04 (quatro) no Bloco A e 01
(um) no Bloco B, que possuem dimensões variáveis, apresentando um
tamanho médio de 56,4m2. Neles encontram-se distribuídos em média 25
microcomputadores conectados a internet, assim como, mesas, cadeiras (tipo
secretária) e quadro branco.
Esses laboratórios funcionam em tempo integral (manhã e tarde) para
todos os cursos do Campus. Neles os acadêmicos possuem acesso livre
(desde que não estejam sendo utilizados para aulas práticas). Vale ressaltar,
que, em cada laboratório encontra-se um técnico especializado e um bolsista,
os quais auxiliam os acadêmicos em suas atividades.

10.10. INFRAESTRUTURA

E

SERVIÇOS

DOS

LABORATÓRIOS

ESPECIALIZADOS
O uso dos laboratórios especializados (informática e didático de química)
se dá de forma compartilhada entre os cursos presenciais do campus Arapiraca
e o curso de química EaD, porém sem concomitância de uso, pois a utilização
é feita em turnos alternados.
O Laboratório Didático de química é usado em aulas experimentais de
química. Ele oferece total acessibilidade para pessoas com deficiência. O
espaço possui mobília pertinente (mesa, cadeira tipo escritório, bancada em
mármore, pias, bancos e quadro branco). O laboratório possui 20m2, e
comporta somente 15 alunos por vez, sendo necessário o revezamento de
turmas na sua utilização. As vezes a utilização se dá no contra turno, porém
sem prejuízos para os alunos. Estão à disposição dos docentes equipamentos
como destilador, phametros de bancada, espectrofotômetro, estufa, mufla,
140

capela com exaustão, além de vidraria e reagentes para as aulas práticas. O
laboratório está equipado ainda com geladeira (com congelador). Em relação
aos insumos, o laboratório é periodicamente (períodos distintos) abastecido de
acordo com a demanda solicitada. Em relação às normas de segurança, o
Laboratório possui normas de segurança e utilização aprovadas em reunião de
Unidade. Quanto aos equipamentos de segurança possui chuveiro e lava
olhos.
No tocante aos equipamentos de informática, o Campus Arapiraca
possui 05 (cinco) laboratórios de informática, sendo 04 (quatro) no Bloco A e 01
(um) no Bloco B, que possuem dimensões variáveis, apresentando um
tamanho médio de 56,4m2. Neles encontram-se distribuídos em média 25
microcomputadores conectados a internet, assim como, mesas, cadeiras (tipo
secretária) e quadro branco. A relação entre equipamentos e usuários chega
ao máximo de 2 discentes por máquina, dependendo do tamanho da turma.
Porém, o laboratório só possui 35 cadeiras. Além disso o laboratório possui
quadro branco para auxiliar nas aulas que por ventura sejam lecionadas neste
ambiente. O Laboratório está localizado na parte térrea da Unidade e oferece
total acessibilidade para pessoas com deficiência. A velocidade atual do link de
dados que serve a Unidade é de 100mb. Há um regulamento de uso do
laboratório, seguindo as regras do documento intitulado ―Políticas de Uso de
Recursos Tecnológicos do Campus Arapiraca‖. Este documento pretende
instruir participantes da comunidade acadêmica do Campus Arapiraca da UFAL
(incluindo suas unidades descentralizadas) no bom uso dos recursos de
Tecnologia da Informação. O Laboratório está disponível para aula e atividades
acadêmicas em geral, sendo liberado mediante agendamento prévio. O
responsável pela solicitação recebe as chaves da segurança. O Laboratório só
pode ser agendado para servidores ou monitores/bolsistas devidamente
autorizados, que se responsabilizem por seu uso. O responsável pelo uso do
Laboratório não deve abandoná-lo sem antes encerrar todas as atividades,
fechá-lo e devolver a chave. Em caso de desistência de uso da reserva, o NTI
deve ser informado imediatamente. Os computadores do Laboratório de
Informática não devem ser utilizados para jogos e bate-papo, exceto quando for
parte de alguma atividade acadêmica.

141

Os computadores do Laboratório de Informática não devem ser
utilizados para consulta a sites pornográficos, nem para a realização de
qualquer atividade, download de arquivos ou programas que infrinjam qualquer
lei vigente. É proibida a retirada, remoção ou empréstimo de qualquer
equipamento, incluindo mouse, filtro de linha, teclado, etc. do laboratório, sem
autorização prévia e registro do NTI, sob pena de responsabilidade legal; A
política de utilização de softwares é fundamentada na Lei de Direitos Autorais e
na Lei do Software, sendo a utilização de software livre de maior prioridade;
não é permitida ao usuário mudança na configuração dos computadores, bem
como a instalação ou remoção de programas. Neste caso, deve ser realizada
uma solicitação ao NTI para a devida atualização. Solicitação de instalação de
programa no laboratório de informática deve ser feita com pelo menos uma
semana de antecedência pelo servidor público responsável pela atividade
pretendida.
Todos os laboratórios estão em conformidade com as diretrizes
curriculares nacionais.
No tocante ao Laboratório Didático Multidisciplinar, em relação aos
reagentes e vidrarias, o laboratório é periodicamente (períodos distintos e
incertos) abastecido de acordo com a demanda solicitada. Em relação às
normas de segurança, o Laboratório possui normas de segurança e utilização
aprovadas em reunião de Unidade. Quanto aos equipamentos de segurança
possui chuveiro e lava olhos. O laboratório está sob supervisão de dois
servidores técnicos em química. Em relação ao Laboratório de Informática, ele
é equipado com 25 computadores de mesa. A relação entre equipamentos e
usuários chega ao máximo de 2 discentes por máquina, dependendo do
tamanho da turma. Nos computadores são fornecidos os seguintes softwares:
Sistema

Operacional:

Dual

Boot

Windows

10

com

Ubuntu

16.

Softwares:Logisim 2.7 (para simulação de circuitos lógicos); GCC (GNU
Compiler Collection) (Compilador em C) ou (MinGW | Minimalist GNU for
Windows); CodeBlocks 16.01; Java Platform (JDK) 8; Netbeans Versão Full;
SOsim: Simulador para o Ensino de Sistemas Operacionais; Aplicativos do
Office (LibreOffice); Compactador de Arquivos rar; Leitor de PDF; MikTex e
TeXStudio; VisualG; Python, IDLE; Wireshark (versão 2.2.7); Android Studio;
Genymotion (versão free); Notepad++.
142

Além disso, praticamente todas as máquinas dos laboratórios de
informática possuem instalados um software que é um laboratório virtual de
química da empresa Pearson, onde os alunos podem fazer simulações de
experimentos de química, além de montar procedimentos experimentais.
Para gerenciar os serviços do laboratório temos o coordenador do NTIArapiraca, um docente formado em Ciência da Computação. Todas as
demandas de manutenção e atualização são tratadas conforme foram sendo
solicitadas. Há uma sala de apoio do NTI ao lado do laboratório, usada para
realização de testes e atualizações nos computadores. Todos os laboratórios
estão em conformidade com as diretrizes curriculares nacionais, além de
possuírem acesso a rede via Wi-Fi disponibilizados para a Comunidade
Acadêmica.
Os serviços de limpeza e conservação são diariamente realizados por
servidores terceirizados, em todos os espaços descritos. Os serviços de
manutenção, tais como, pintura, revisão elétrica e hidráulica, dentre outras, são
realizadas conforme demandas apresentadas.
10.11. MATERIAL DIDÁTICO DO CURSO

A elaboração do material didático é responsabilidade do professor da
disciplina, este deve levar em conta a ementa definida para a disciplina,
buscando sempre na elaboração do plano de curso incorporar a evolução dos
conceitos e os novos paradigmas emergentes e introduzir as novas
bibliografias, não esquecendo os autores clássicos da temática trabalhada.
Todos os materiais no curso serão elaborados pelo Professor
Pesquisador, trazendo, assim, o ineditismo, fator que amplia a sua
responsabilidade pedagógica.
Visando garantir que todos os materiais produzidos tenham uma
interface compatível com o modelo de EaD apresentado, os mesmos serão
elaborados pelos Professores Pesquisadores e serão encaminhados para
avaliação e aprovação pelo Colegiado do curso. Essa avaliação tem por
finalidade identificar se os objetivos propostos para a disciplina foram
alcançados, indicando as revisões necessárias e incorporando as sugestões do
143

grupo de trabalho. O material didático terá como base um sistema de utilização
de multimeios e consistirá sobretudo de hipertextos e videoconferências
disponibilizados na Plataforma Moodle, ambiente de larga utilização em vários
projetos de EAD, instrumentos de avaliação, credenciamento e autorização do
INEP/MEC, etc. As disciplinas estarão organizadas em aulas sequenciais,
seguindo a ementa da disciplina e o plano de curso do professor.
Os livros indicados pelo professor pesquisador, como leitura obrigatória
e/ou complementar, estarão à disposição dos alunos na biblioteca dos Pólos.
Serão disponibilizados ainda materiais de apoio impresso ou organizados em
CD‐ROM.
Materiais impressos serão cedidos aos alunos nos encontros presenciais
de acordo com a demanda e necessidade de cada professor. Também serão
usadas como ferramenta de interação de apoio as redes sociais e a construção
de blogs temáticos.Para a produção dos hipertextos que constituirão as aulas
será seguida as seguintes etapas:


estruturação do plano de curso pelo professor;



produção dos hipertextos das aulas seqüenciais;



apresentação do material ao colegiado do curso para avaliação;



criação do projeto visual a ser aprovado pelo professor;



diagramação do material para inserção no AVA;



aprovação do material pelo Colegiado de Curso;



inserção no AVA.

Para produção das videoconferências, serão seguidos os seguintes
procedimentos:


elaboração de um roteiro a partir do plano de curso estruturado pelo
professor;



filmagem e edição do material;



avaliação do Colegiado do Curso;



inserção no AVA.

O conteúdo elaborado será organizado e distribuído em aulas
seqüenciais, cujo número está definido a partir da carga horária da disciplina –
já definida no quadro de Ordenamento Curricular Modular. Na elaboração das
144

aulas, é fundamental que o Professor Pesquisador‐Autor esteja atento à Lei de
Direitos Autorais e faça uso como material de apoio à pesquisa e indicação de
leitura, principalmente, dos diversos materiais disponíveis, gratuitamente, na
internet. O material completo (plano, conjunto de aulas seqüenciais, todos os
materiais que fazem parte da estrutura das aulas) deve ser entregue á
Coordenação do Curso, impresso e em meio digital, 45 (quarenta e cinco) dias
antes do inicio da disciplina no ambiente virtual, para que seja avaliado em
reunião de Colegiado com a presença do professor, posteriormente, corrigido,
diagramado e inserido no AVA.
Além disso, é disponibilizado aos alunos o seguinte material didático:
Guia do aluno - Traz os direitos e deveres dos alunos, vantagens e
compromissos e esclarece os passos da vida acadêmica do aluno. Inclui
orientações quanto à coordenação do curso, secretaria acadêmica, biblioteca e
avaliação da aprendizagem.
Guia do curso - Contêm informações específicas do curso, tais como objetivos,
estrutura organizacional do curso, sistema de avaliação e frequência, grade
curricular, recursos e materiais didáticos, orientações do que é e como estudar
à distância, sistemática operacional, interatividade, comunicação, tutoria e
acompanhamento.
Livros - Disponibilização dos livros indicados nas ementas das disciplinas,
como leitura obrigatória e complementar na biblioteca do pólo e/ou bibliotecas
próximas ao pólo.
Laboratório virtual de química - praticamente todas as máquinas dos
laboratórios de informática possuem instalados um software que é um
laboratório virtual de química da empresa Pearson, onde os alunos podem
fazer simulações de experimentos de química, além de montar procedimentos
experimentais.
Ambientes de Aprendizagem - Para possibilitar a comunicação contínua entre
alunos, professores e tutores nos cursos a serem oferecidos pela UFAL, será
utilizada a plataforma Moodle, a qual é indicada como plataforma de apoio para
cursos de EAD. Esta plataforma tem como objetivo o desenvolvimento de um
145

ambiente multimídia para educação presencial, semipresencial e a distância
numa arquitetura cliente-servidor e multicamadas, baseado na Internet. A
escolha desta plataforma deve-se aos objetivos do projeto: fornecer
mecanismos de comunicação assíncronos, permitindo assim que o educando
trabalhe dentro de seu próprio ritmo de aprendizagem e em seu tempo
disponível, além das comunicações síncronas, que exigem dele uma
participação efetiva no grupo de trabalho para uma avaliação do seu progresso
pelo educador; disponibilizar mecanismos ao educador para avaliar e
acompanhar o progresso da aprendizagem dos alunos, permitindo-lhe, assim,
criar

alternativas

individuais,

quando

necessário,

na

construção

do

conhecimento do educando; superar o ambiente de sala de aula tradicional,
apresentando a informação de uma forma mais interativa, propiciando ao
educando participar mais ativamente da elaboração e construção do
conhecimento, tanto individual como em grupo.
Os fóruns de discussão serão organizados e mediados pelos tutores tendo em
vista a troca de ideias e o aprofundamento de conteúdos que estão sendo
estudados pelos alunos ou das atividades que estão sendo por eles
desenvolvidas. Os alunos que não tiverem acesso à Internet a partir de suas
residências poderão acessar a plataforma, a partir do laboratório de informática
do pólo a que estão vinculados.
Nos momentos a distância, o aluno realizará estudos individuais sobre
os assuntos específicos e as atividades pedagógicas previstas para cada área
de conhecimento. Nesses momentos, ele poderá contar com os tutores a
distância através de plantões pedagógicos na plataforma.

11. REFERÊNCIAS
MERCADO, Luis Paulo Leopoldo. Percursos na formação de professores com
tecnologias da informação e comunicação na educação. Maceió: Edufal, 2007,
261p. ISBN 978-85-7177-346-2
Disponível em <http://www.ufal.edu.br/cied/historico> acesso em 05. out .2016.
Disponível em http://censo2016.ibge.gov.br acesso em 6 fev .2016.

146

Disponível em <http://www.mec.gov.br> acesso em 6 fev .2016.

12. ANEXOS
RESOLUÇÃO Nº 18/2005 – CEPE, DE 11 DE JULHO DE 2005
Atualiza as normas referentes ao Processo Seletivo para ingresso nos
Cursos de Graduação

da

UFAL.

http://www.ufal.edu.br/estudante/graduacao/legislacao/normas/documentos/
resolucoes/resolucao_18_2005_cepe
DECRETO Nº 5.622, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2005
Autoria: Presidência

da

República

-

Casa

Civil.

Dispõe sobre: Regulamenta o art. 80 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro
de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.
http://uab.capes.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=61:
decreto-no-5622-19122006-decreto&catid=14:decretos&Itemid=44

PNE, LEI Nº 13005, DE 25 DE JUNHO DE 2014
Uso de 10% da carga horária total do curso em atividades de extensão.

RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 2, DE 1º DE JULHO DE 2015 EM SEU ARTIGO 8º
Trata das aptidões do egresso dos cursos de formação inicial em nível
superior:
http://portal.mec.gov.br/secretaria-de-regulacao-e-supervisao-da-educacaosuperior-seres/323-secretarias-112877938/orgaos-vinculados82187207/21028-resolucoes-do-conselho-pleno-2015

PARECER CNE/CES 1.303/2001
Diretrizes

Curriculares

Nacionais
147

do

curso

de

química

http://portal.mec.gov.br/sesu/arquivos/pdf/130301Quimica.pdf

PARECER N.º: CNE/CES 1363/2001
Retificação do Parecer CNE/CES 492/2001, que trata da aprovação
das Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Filosofia, História,
Geografia,

Serviço Social,

Comunicação

Social,

Ciências

Sociais,

Letras, Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia.
http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/2001/pces1363_01.pdf

PARECER N.º: CNE/CP 009/2001
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da
Educação
Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena
http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/009.pdf

PARECER N.º: CNE/CP 28/2001
Dá nova redação ao Parecer CNE/CP 21/2001, que estabelece a duração e
a carga horária dos cursos de Formação de Professores da Educação
Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena
http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/028.pdf

RESOLUÇÃO Nº 25/2005 - CEPE, DE 26 DE OUTUBRO DE 2005
Institui e regulamenta o funcionamento do Regime Acadêmico Semestral
148

nos Cursos de Graduação da UFAL, a partir do ano letivo de 2006
http://www.ufal.edu.br/estudante/graduacao/legislacao/normas/documentos/
resolucoes/resolucao_25_2005_CEPE

PORTARIA Nº 4.059, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2004
http://portal.mec.gov.br/sesu/arquivos/pdf/nova/acs_portaria4059.pdf
DECRETO Nº 5.296 DE 2 DE DEZEMBRO DE 2004.
Regulamenta as Leis nos 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá
prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de
dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a
promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com
mobilidade reduzida, e dá outras providências.
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/decreto/d5296.htm

RESOLUÇÃO Nº 56/95 – CEPE, DE 18 DE JULHO DE 1995
Define normas referentes à implantação e implementação do regime
acadêmico seriado anual quanto à organização e funcionamento dos cursos
de graduação da Universidade Federal de Alagoas.
http://www.ufal.edu.br/estudante/graduacao/legislacao/normas/documentos/
resolucoes/resolucao_56_95_cepe

RESOLUÇÃO Nº 113/95 – CEPE, DE 13 DE NOVEMBRO DE 1995
Estabelece normas para o funcionamento da parte flexível do sistema
seriado dos cursos de graduação.
http://www.ufal.edu.br/estudante/graduacao/legislacao/normas/documentos/
resolucoes/resolucao_113_95_cepe
149

RESOLUÇÃO CD/FNDE Nº 26, DE 5 DE JUNHO DE 2009
Estabelece orientações e diretrizes para o pagamento de bolsas de estudo
e de pesquisa a participantes da preparação e execução dos cursos dos
programas de formação superior, inicial e continuada no âmbito do Sistema
Universidade Aberta do Brasil (UAB), vinculado à Coordenação de
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a serem pagas
pelo FNDE a partir do exercício de 2009

http://uab.capes.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=71
%3Aresolucao-cdfnde-no-26-de-5-de-junho-de2009&catid=15%3Aresolucoes&Itemid=29

RESOLUÇÃO Nº 71/2006-CONSUNI/UFAL, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2006.
Disciplina os estágios curriculares dos cursos de graduação da ufal.
http://www.ufal.edu.br/estudante/graduacao/legislacao/normas/documentos/
resolucoes/resolucao_71_2006_consuni

RESOLUÇÃO Nº 2 DE 1º DE JULHO DE 2015 CNE/CP 2/2015, EM SEU
ARTIGO 12
Diretrizes Curriculares Nacionais para Formação inicial em nível superior e
para a formação continuada.
http://portal.mec.gov.br/secretaria-de-regulacao-e-supervisao-da-educacaosuperior-seres/323-secretarias-112877938/orgaos-vinculados82187207/21028-resolucoes-do-conselho-pleno-2015

RESOLUÇÃO CD/FNDE Nº 26, DE 5 DE JUNHO DE 2009
150

Estabelece orientações e diretrizes para o pagamento de bolsas de estudo
e de pesquisa a participantes da preparação e execução dos cursos dos
programas de formação superior, inicial e continuada no âmbito do Sistema
Universidade Aberta do Brasil (UAB), vinculado à Coordenação de
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a serem pagas
pelo FNDE a partir do exercício de 2009.
http://uab.capes.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=71:
resolucao-cdfnde-no-26-de-5-de-junho-de2009&catid=15:resolucoes&Itemid=47

REFERENCIAIS DE QUALIDADE PARA A EDUCAÇÃO SUPERIOR NO BRASIL
http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/legislacao/refead1.pdf

RESOLUÇÃO CNE/CP 2, DE 19 DE FEVEREIRO DE 2002.
Institui a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura, de
graduação plena, de formação de professores da Educação Básica em nível
superior
http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CP022002.pdf

RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006.
Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em
Pedagogia, licenciatura
http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/rcp01_06.pdf

LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996.
Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.
151

http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/tvescola/leis/lein9394.pdf

PARECER

CNE/CP

N°

8,

DE

06/03/2012,

QUE

ORIGINOU

A

RESOLUÇÃO CNE/CP N° 1, DE 30/05/2012;
Diretrizes nacionais para a Educação em Direitos Humanos
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&ali
as=10889-rcp001-12&category_slug=maio-2012-pdf&Itemid=30192

LEI Nº 9.394/96, COM A REDAÇÃO DADA PELAS LEIS Nº 10.639/2003
E

N°

11.645/2008,

E

DA

RESOLUÇÃO

CNE/CP

N°

1/2004,

FUNDAMENTADA NO PARECER CNE/CP Nº 3/2004;
Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações ÉtnicoRaciais e para o Ensino de História e Cultura AfroBrasileira, Africana e
Indígena.
http://www.seppir.gov.br/portal-antigo/arquivos-pdf/diretrizes-curriculares

LEI Nº 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999 E DECRETO Nº 4.281 DE 25 DE
JUNHO DE 2002
Políticas de educação ambiental
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2002/d4281.htm

INSTRUÇÃO

NORMATIVA

Nº

02

PROGRAD/FÓRUM

DAS

LICENCIATURAS, DE 27 DE SETEMBRO DE 2013
Disciplina a construção dos TCC’s nos cursos de graduação da UFAL
http://www.ufal.edu.br/estudante/graduacao/normas/tcc-1/instrucaonormativa-no-02-prograd-forum-das-licenciaturas-de-27-de-setembro-de2013/view
152

13. APÊNDICES

153