PPC Física Atualizado

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                    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA
FÍSICA LICENCIATURA

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO (PPC)

ARAPIRACA – ALAGOAS
1

LISTAS DE QUADROS
Quadro 1 – Distribuição das ACEs e suas cargas horárias..............................................32
Quadro 2 - Disposição da carga horária das Dimensões Pedagógicas do Curso de Física
Licenciatura.....................................................................................................................45
Quadro 3 – Distribuição das ACEs do curso de Física Licenciatura...............................68
Quadro 4 - Programa de Extensão: Educação científica e seus desafios.........................89
Quadro 5 – Programa de Extensão do Curso...................................................................90

2

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO.............................................................................................................9
2 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA UNIVERSIDADE............................................12
3 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO.................................................................................12
4 RECURSOS HUMANOS EM 2018...........................................................................13
4.1.1 DOCENTES..................................................................................................13
4.1.2 DEMAIS DOCENTES ESPECÍFICOS DO CURSO DE FÍSICA...............14
4.1.3

DOCENTES DE OUTRAS COORDENAÇÕES QUE MINISTRAM

AULAS NO CURSO DE FÍSICA...........................................................................16
4.2 REPRESENTANTE DISCENTE NO COLEGIADO..........................................16
4.2.1 TITULAR......................................................................................................16
4.2.2 SUPLENTE...................................................................................................16
4.3 CORPO TÉCNICO...............................................................................................16
4.3.1 TÉCNICO DE LABORATÓRIO..................................................................16
4.3.2 TÉCNICO DE ASSUNTOS EDUCACIONAIS...........................................17
5 CONTEXTO INSTITUCIONAL................................................................................18
6 CONTEXTO REGIONAL..........................................................................................19
7 HISTÓRICO DO CURSO DE FÍSICA NO BRASIL.................................................20
8 CONTEXTO DO CURSO DE FÍSICA EM ARAPIRACA........................................24
8.1 JUSTIFICATIVA..................................................................................................25
9 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO...................................25

3

9.1 PESQUISA...........................................................................................................25
9.2 EXTENSÃO.........................................................................................................26
9.3 ACESSIBILIDADE..............................................................................................33
9.4 INCLUSÃO..........................................................................................................36
10 OBJETIVOS DO CURSO.........................................................................................37
10.1 GERAL...............................................................................................................37
10.2 ESPECÍFICOS....................................................................................................37
11 PERFIL DO EGRESSO.............................................................................................37
12 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES.....................................................................38
13 ÁREAS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL...............................................................41
14 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA.......................................................41
14.1 ESTRUTURA CURRICULAR..........................................................................41
14.1.1 Dimensões Pedagógicas – Conteúdos Curriculares Comuns aos Cursos de
Licenciatura da UFAL.....................................................................................................45
14.2 EDUCAÇÃO AMBIENTAL..............................................................................47
14.3

RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS E HISTÓRIA E CULTURA AFRO-

BRASILEIRA, AFRICANA E INDÍGENA................................................................49
14.4 EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS.......................................................50
14.5 LIBRAS..............................................................................................................51
15 METODOLOGIA......................................................................................................51
16 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO....................................................54
17 ATIVIDADES COMPLEMENTARES.....................................................................58
18 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)..............................................60
4

19 ATIVIDADES DE EXTENSÃO...............................................................................62
19.1 TÍTULO DO PROGRAMA...............................................................................64
19.2 ÁREAS TEMÁTICAS.......................................................................................64
19.3 LINHAS DE EXTENSÃO.................................................................................65
19.4 CURSO PROPONENTE....................................................................................65
19.5 UNIDADE (S) ACADÊMICA (S) ENVOLVIDA (S)........................................65
19.6 PARCEIROS INSTITUCIONAIS......................................................................65
19.7 RESUMO DO PROGRAMA.............................................................................65
19.8 OBJETIVO GERAL DO PROGRAMA............................................................66
19.9 JUSTIFICATIVA DO PROGRAMA..................................................................67
19.10 ABRANGÊNCIA DO PROGRAMA...............................................................67
19.11 ATIVIDADES CURRICULARES DA EXTENSÃO - ACES.........................68
19.11.1 ACE1 - Uso de tecnologias digitais para o ensino de física – parte 1.......69
ACE3 - Organização de Eventos Científicos..........................................................73
ACE4 – Confecção de materiais didáticos para o ensino de física – parte 1..........74
ACE5 – Confecção de materiais didáticos para o ensino de física – parte 2..........76
20 AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM.......................80
21 PROGRAMAS DE APOIO AO DISCENTE............................................................84
21.1 CURSO DE NIVELAMENTO...........................................................................85
21.2 MONITORIA.....................................................................................................86
22

GESTÃO DO CURSOS E OS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO INTERNA E

EXTERNA.......................................................................................................................86
22.1 COLEGIADO DO CURSO................................................................................86
5

23 COMPONENTES CURRICULARES OBRIGATÓRIOS DO CURSO...................88
24 MATRIZ CURRICULAR..........................................................................................90
25 EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS DAS DISCIPLINAS...........................................93
25.1 CÁLCULO 1......................................................................................................93
25.2 GEOMETRIA ANALÍTICA..............................................................................94
25.3 PROFISSÃO DOCENTE...................................................................................95
25.4 SOCIEDADE E CULTURA...............................................................................95
25.5 TECNOLOGIAS DIGITAIS PARA O ENSINO................................................96
25.6 METODOLOGIA CIENTÍFICA........................................................................98
25.7 CÁLCULO 2......................................................................................................99
25.8 ÁLGEBRA LINEAR 1.......................................................................................99
25.9 POLÍTICA E ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO BRASIL...100
25.10 LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS...........................................101
25.11 FUNDAMENTOS DE FÍSICA 1...................................................................102
25.12 CÁLCULO 3..................................................................................................103
25.13 DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM.............................................104
25.14 DIDÁTICA.....................................................................................................105
25.15 FUNDAMENTOS DE FÍSICA 2...................................................................106
25.16 LABORATÓRIO DE ENSINO DE FÍSICA 1...............................................107
25.17 CÁLCULO 4..................................................................................................108
25.18 GESTÃO DA EDUCAÇÃO E DO TRABALHO ESCOLAR.......................109
25.19 FUNDAMENTOS DE FÍSICA 3...................................................................110
6

25.20 LABORATÓRIO DE ENSINO DE FÍSICA 2................................................111
25.21 PRÁTICA PEDAGÓGICA 1: A FÍSICA ALÉM DA SALA DE AULA........112
25.22 FUNDAMENTOS DE FÍSICA 4...................................................................113
25.23 LABORATÓRIO DE ENSINO DE FÍSICA 3...............................................114
25.24

PRÁTICA PEDAGÓGICA 2: APROXIMAÇÃO ENTRE OS ENSINOS

SUPERIOR E MÉDIO..............................................................................................115
25.25 SOCIEDADE E DESENVOLVIMENTO......................................................116
25.26 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO 1......................................117
25.27 MECÂNICA CLÁSSICA 1............................................................................118
25.28 PESQUISA EDUCACIONAL........................................................................118
25.29 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO 2......................................119
25.30 QUÍMICA GERAL.........................................................................................120
25.31 FÍSICA MODERNA 1....................................................................................121
25.32 LABORATÓRIO DE ENSINO DE FÍSICA 4...............................................122
25.33

PRÁTICA PEDAGÓGICA 3: APROXIMAÇÃO ENTRE OS ENSINOS

SUPERIOR E MÉDIO..............................................................................................123
25.34 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO 3......................................124
25.35 ÉTICA............................................................................................................125
25.36 FÍSICA MODERNA 2....................................................................................126
25.37 PRÁTICA 4: INSTRUMENTAÇÃO PARA O ENSINO DE FÍSICA...........126
25.38 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO 4......................................127
26 EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS DE DISCIPLINAS ELETIVAS........................128
26.1 FILOSOFIA DA CIÊNCIA (54h).....................................................................128
7

26.2 HISTÓRIA DAS CIÊNCIAS (54h)..................................................................129
26.3 INTRODUÇÃO À FÍSICA COMPUTACIONAL (72h)..................................130
26.4 EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS (72h).....................................131
26.5 FÍSICA MATEMÁTICA 1 (72h)......................................................................132
26.6 ELETROMAGNETISMO 1 (72h)...................................................................132
26.7 ÓTICA (72h).....................................................................................................133
26.8 TERMODINÂMICA (72h)..............................................................................134
26.9 MECÂNICA QUÂNTICA 1 (72h)...................................................................134
26.10 FÍSICA ESTATÍSTICA (72h).........................................................................135
26.11 FÍSICA MATEMÁTICA 2 (72h)....................................................................136
26.12 INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO (54h)....................................................137
26.13 MECÂNICA CLÁSSICA 2 (72h)..................................................................137
26.14 ELETROMAGNETISMO 2 (72h).................................................................138
26.15 MECÂNICA QUÂNTICA 2 (72h).................................................................139
26.16 FÍSICA DO ESTADO SÓLIDO (72h)...........................................................139
26.17 ÁLGEBRA LINEAR 2 (72h).........................................................................140
27 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS....................................................................143

8

1

INTRODUÇÃO

O Projeto Pedagógico de Curso (PPC) é um documento público que tem por
finalidade apresentar os cursos da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) para a
comunidade, baseando-se nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). Deve ser
elaborado de forma participativa e incluir representantes de todos os segmentos
envolvidos na organização do curso (Colegiado e NDE), tendo como base o Plano de
Desenvolvimento Institucional (PDI) e o Projeto Pedagógico Institucional (PPI),
evidenciando, ainda, os seguintes princípios:
1. Indissociabilidade entre pesquisa, ensino e extensão;
2. Interdisciplinaridade e articulação entre as diversas atividades desenvolvidas sejam
elas pedagógicas e/ou científicas;
3. Flexibilização curricular;
4.Contextualização e criticidade dos conhecimentos;
5. Ética como orientação das ações educativas;
6. Prática de avaliação qualitativa, sistemática e processual do PPC.
Vale ressaltar que, segundo Veiga (2004, p.17), “não existe um projeto de curso
isolado. Ele é parte de um projeto institucional, que é parte de uma universidade, que é
parte de um sistema de educação, que é parte de um projeto de sociedade”. Além disso,
o PPC, organizado coletivamente pelo Colegiado de Curso e pelo NDE, apresenta-se
como um documento que revela a identidade e a intencionalidade da formação
intelectual e profissional. Precisa demonstrar, em seu texto, a COESÃO entre as
legislações vigentes, o perfil profissional do curso, as atividades didático-pedagógicas,
as concepções pedagógicas, as orientações metodológicas, os procedimentos didáticos
de ensino e aprendizagem, as formas de avaliação, as atividades que ocorrem no curso,
ou seja, a “vida” do curso. Além desses elementos, o PPC de cada curso deverá atender
às Diretrizes Curriculares Nacionais específicas, bem como todas as outras legislações
exigidas pelo Ministério da Educação (MEC) e Conselho Nacional de Educação (CNE),
a saber:
9

Carga horária mínima: Resolução CONSUNI/UFAL Nº 06, de 18 de fevereiro
de 2018. Resolução CNE/CP N° 2, de 1° de julho de 2015 (Formação inicial em
nível superior - cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para
graduados e cursos de segunda licenciatura - e formação continuada).
Tempo de integralização: Resolução CONSUNI/UFAL Nº 06, de 18 de
fevereiro de 2018. Resolução CNE/CP N° 2, de 1° de julho de 2015 (Formação
inicial em nível superior - cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica
para graduados e cursos de segunda licenciatura - e formação continuada).
Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações ÉtnicoRaciais e para o Ensino de História e Cultura AfroBrasileira, Africana e
Indígena, nos termos da Lei Nº 9.394/96, com a redação dada pelas Leis Nº
10.639/2003 e N° 11.645/2008, e da Resolução CNE/CP N° 1/2004,
fundamentada no Parecer CNE/CP Nº 3/2004.
Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, conforme
disposto no Parecer CNE/CP N° 8, de 06/03/2012, que originou a Resolução
CNE/CP N° 1, de 30/05/2012.
Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista,
conforme disposto na Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012.
Condições de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade
reduzida, conforme disposto na CF/88, art. 205, 206 e 208, na NBR 9050/2004,
da ABNT, na Lei N° 10.098/2000, na Lei N° 13.146/2015, nos Decretos N°
5.296/2004, N° 6.949/2009, N° 7.611/2011 e na Portaria N° 3.284/2003.
Disciplina de Libras (Dec. N° 5.626/2005).
Políticas de educação ambiental (Lei Nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e
Decreto Nº 4.281 de 25 de junho de 2002).
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da
Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena.
Resolução CNE/CP N° 2, de 1° de julho de 2015 (Formação inicial em nível

10

superior - cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados
e cursos de segunda licenciatura - e formação continuada).
A fim de ilustrar a importância de um PPC, as palavras de Veiga (2004, p. 25) se fazem
importantes:
O projeto político-pedagógico é mais do que uma formalidade
instituída: é uma reflexão sobre a educação superior, sobre o ensino, a
pesquisa e a extensão, a produção e a socialização dos conhecimentos,
sobre o aluno e o professor e a prática pedagógica que se realiza na
universidade. O projeto político-pedagógico é uma aproximação maior
entre o que se institui e o que se transforma em instituinte. Assim, a
articulação do instituído com o instituinte possibilita a ampliação dos
saberes.

11

2

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA UNIVERSIDADE

Mantenedora: Ministério da Educação (MEC)
Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF)
CNPJ: 00.394.445/0188-17
Dependência: Administrativa Federal
Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Código: 577
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço do Campus sede:
Campus A. C. Simões – Cidade Universitária Maceió /AL
Rodovia BR 101, km 14 CEP: 57.072-970
Fone: (82) 3214 - 1100 (Central)
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br
3

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

Curso: Física
Modalidade: Licenciatura - Presencial
Título oferecido: Licenciado em Física
Nome da Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
12

Campus: Arapiraca
Município Sede: Arapiraca
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço de funcionamento do curso: Universidade Federal de Alagoas – Campus
Arapiraca. Av. Manoel Severino Barbosa s\n – Bairro Bom Sucesso – Arapiraca CEP
57.309-005.
Portal eletrônico do curso: www.ufal.br
Autorização: Resolução Nº 20/2005 DOU: 01/08/2005.
Portaria de reconhecimento: Nº 296 de 28/07/2011 DOU: 29/09/2011.
Portaria de renovação de reconhecimento: 1096 de 24/12/2015 DOU: 30/12/2015
Número de vagas autorizadas: 50 vagas
Turno de funcionamento: Diurno
Carga horária total do curso em hora/relógio: 3444 h.
Tempo de integralização do curso: mínimo 8 (oito) períodos. Máximo 12 (doze)
períodos.
Perfil do egresso: Físico-educador ou Licenciado em Física
Campo de atuação: Escolas de Educação Básica em Geral
4

RECURSOS HUMANOS EM 2018

4.1.1

DOCENTES

COORDENADOR
Nome: André de Lima Moura

13

Formação acadêmica: Bacharel em Física
Titulação: Doutor
Regime de trabalho: 40 DE (Dedicação Exclusiva)
Tempo de exercício na UFAL: 16 de abril de 2009 (Data da posse).
Início do exercício na função de coordenador do curso: 01 de junho de 2017

VICE COORDENADOR
Nome: Samuel Silva de Albuquerque
Formação acadêmica: Bacharel em Física
Titulação: Doutor
Regime de trabalho: 40 DE (Dedicação Exclusiva)
Tempo de exercício na UFAL: 12 anos
Início do exercício na função de vice-coordenador do curso: 01 de junho de 2017
4.1.2

DEMAIS DOCENTES ESPECÍFICOS DO CURSO DE FÍSICA

Nome: Askery Alexandre Canabarro Barbosa da Silva
Formação acadêmica: Bacharel em Física
Titulação: Doutor
Regime de trabalho: 40 DE (Dedicação Exclusiva)
Tempo de exercício na UFAL: 8 anos.

Nome: Caio Leite Faustino
Formação acadêmica: Bacharel em Física
14

Titulação: Doutor
Regime de trabalho: 40 DE (Dedicação Exclusiva)
Tempo de exercício na UFAL: 8 anos.

Nome: Emerson de Lima
Formação acadêmica: Bacharel em Física
Titulação: Doutor
Regime de trabalho: 40 DE (Dedicação Exclusiva)
Tempo de exercício na UFAL: 9 anos

Nome: José Henrique Araújo Lopes de Andrade
Formação acadêmica: Bacharel em Física
Titulação: Doutor
Regime de trabalho: 40 DE (Dedicação Exclusiva)
Tempo de exercício na UFAL: 4 anos

Nome: Lidiane Maria Omena da Silva Leão
Formação acadêmica: Bacharel em Física
Titulação: Doutor
Regime de trabalho: 40 DE (Dedicação Exclusiva)
Tempo de exercício na UFAL: 4 anos

15

Nome: Willamys Cristiano Soares da Silva
Formação acadêmica: Bacharel em Física
Titulação: Doutor
Regime de trabalho: 40 DE (Dedicação Exclusiva)
Tempo de exercício na UFAL: 9 anos
4.1.3

DOCENTES DE OUTRAS COORDENAÇÕES QUE MINISTRAM
AULAS NO CURSO DE FÍSICA

Além dos docentes mencionados acima, docentes vinculados a outras coordenações
ministram disciplinas no curso de Física Licenciatura.
4.2

REPRESENTANTE DISCENTE NO COLEGIADO

4.2.1

TITULAR

Nome: Evilásio da Silva Almeida
Ano de ingresso no curso: 2016.
4.2.2

SUPLENTE

Nome: Emanuel Pinheiro Santos
Ano de ingresso no curso: 2016.
4.3

CORPO TÉCNICO

4.3.1

TÉCNICO DE LABORATÓRIO

Nome: Andrew Fabian Babosa da Silva
Formação acadêmica: Técnico em Eletrônica
Titulação: Licenciado em Matemática
16

Regime de trabalho: 40 h
Tempo de exercício na UFAL: 9,5 anos
Nome: Marcelo Marques Alves
Formação acadêmica: Engenheiro Eletricista
Titulação: Especialista
Regime de trabalho: 40 h
Tempo de exercício na UFAL: 9 anos
4.3.2

TÉCNICO DE ASSUNTOS EDUCACIONAIS

Nome: Maria José dos Santos
Formação acadêmica: Letras
Titulação: Especialista
Regime de trabalho: 40 h
Tempo de exercício na UFAL: 7 anos
Nome: Adlany Keliny Barbosa Freire
Formação acadêmica: Pedagogia
Titulação: Especialista
Regime de trabalho: 40 h
Tempo de exercício na UFAL: 7 anos

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5

CONTEXTO INSTITUCIONAL

A Universidade Federal de Alagoas - UFAL é Pessoa Jurídica de Direito Público
– Federal, CNPJ: 24.464.109/0001-48, com sede à Avenida Lourival de Melo Mota,
S/N, Campus A. C. Simões, no Município de Maceió, no Estado de Alagoas, CEP
57.072-970, além de uma Unidade Educacional (UE) em Rio Largo, município da
região metropolitana da Capital. Foi criada pela Lei Federal nº 3.867, de 25 de janeiro
de 1961, a partir do agrupamento das então Faculdades de Direito (1933), Medicina
(1951), Filosofia (1952), Economia (1954), Engenharia (1955) e Odontologia (1957),
como instituição federal de educação superior, de caráter pluridisciplinar de ensino,
pesquisa e extensão, vinculada ao Ministério da Educação, mantida pela União, com
autonomia assegurada pela Constituição Brasileira, pela Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional – Lei 9394/96 e por seus Estatuto e Regimento Geral.
Possui estrutura multicampi, com sede localizada no Campus A. C. Simões, em
Maceió, e onde são ofertados 114 cursos de graduação. O processo de interiorização,
iniciado em 2006, expandiu sua atuação para o Agreste, com o Campus de Arapiraca e
com Unidades Educacionais em Palmeira dos Índios, Penedo e Viçosa e a oferta de 23
cursos. Em 2010 chegou ao Sertão, instalando-se em Delmiro Gouveia e uma Unidade
Educacional em Santana do Ipanema e a oferta de 08 cursos, todos presenciais. Além
dos cursos presenciais, 11 cursos são ofertados na modalidade de Educação à Distância,
através do sistema Universidade Aberta do Brasil - UAB. A pós-graduação contribui
com 35 programas de Mestrado e 12 de Doutorado, além dos cursos de especialização
nas mais diferentes áreas do conhecimento. A pesquisa vem crescendo anualmente com
a participação de linhas e grupos de pesquisa nas mais diferentes áreas do
conhecimento. A extensão contribui com diversos programas e dentre eles, podemos
citar o Programa Institucional de Iniciação à Docência (PIBID), que se tornou um dos
principais contribuidores para a melhoria na formação acadêmica dos Bolsistas de
Iniciação à Docência (ID), que são acadêmicos do curso de licenciatura bem como
formação continuada dos chamados professores supervisores, que são professores da
rede estadual de ensino no município de Arapiraca. A atividade de extensão, também, é
uma atividade em constante expansão.

18

O ingresso no curso de Física Licenciatura do campus Arapiraca é efetivado por
meio de processo seletivo, sendo a prova do ENEM o meio de seleção e a plataforma
SISu/MEC (Sistema de Seleção Unificada) o meio de inscrição, respeitados os critérios
de cotas em vigor. A UFAL poderá adotar outros processos de seleção, simplificados ou
não, para o preenchimento de vagas ociosas ou em casos de convênios firmados no
interesse público. Dentre outros, aqueles que dizem respeito à formação de professores
que atuam na rede pública de ensino e à formação de gestores públicos. Em todos os
casos, a igualdade de oportunidade de acesso é garantida por meio de editais. A UFAL
adota uma perspectiva de não produzir nenhuma vaga ociosa, utilizando,
periodicamente, conforme o seu calendário acadêmico, editais de reopção, de
transferência e de reingresso (nesse caso só para os cursos que possuem as duas
modalidades: licenciatura e bacharelado).
6

CONTEXTO REGIONAL

Com uma extensão territorial de 27.768 km2, o Estado de Alagoas é composto
por 102 municípios distribuídos em 03 mesorregiões (Leste, Agreste e Sertão alagoano)
e 13 microrregiões. De acordo com o Censo de 2010 do IBGE, apresentava população
residente 3.120.922 habitantes, sendo 73,64% em meio urbano.
A inserção espacial da UFAL leva em consideração as demandas apresentadas
pela formação de profissionais em nível superior e a divisão do Estado em suas meso e
microrregiões. Essa configuração espacial é contemplada com uma oferta acadêmica
que respeita as características econômicas e sociais de cada localidade, estando as suas
unidades instaladas em cidades polo consideradas fomentadoras do desenvolvimento
local.
Com a interiorização a UFAL realiza cobertura universitária significativa em
relação à demanda representada pelos egressos do Ensino Médio em Alagoas, à exceção
do seu litoral norte, cujo projeto de instalação do campus no município de Porto Calvo
se encontra em tramitação na SESu/MEC.
O PIB per capita estadual era de R$ 6.728,00, em 2009, sendo o setor de serviços o
mais importante na composição do valor agregado da economia, com participação de
72%. Os restantes 28% estão distribuídos em atividades agrárias – tradicionalmente
19

policultura no Agreste, pecuária no Sertão e cana-de-açúcar na Zona da Mata, além do
turismo, aproveitando o grande potencial da natureza do litoral.
7

HISTÓRICO DO CURSO DE FÍSICA NO BRASIL1

A preocupação de se ter no Brasil um profissional de nível superior capaz de
contemplar ao mesmo tempo o conhecimento técnico-científico, específico de uma
determinada ciência, e a técnica adequada de sua transmissão, surge com mais evidência
a partir da década de 30. Assim tem início em 1934 o primeiro curso de graduação em
Física, o qual era oferecido pela Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de São
Paulo. Esse curso tinha duração de 3 anos, onde eram abordados os conteúdos
específicos, relativos à ciência física, e era comum a bacharelandos e licenciandos. Para
aqueles que tinham como objetivo o ensino de Física, era necessário frequentar mais um
ano o Curso de Formação Pedagógica do Professor Secundário, este já no Instituto de
Educação de São Paulo. Assim, o sistema utilizado para a formação do profissional
habilitado para ensinar no antigo secundário, passou mais tarde a ser chamado de 3 + 1,
dessa forma os Cursos de Física que surgiram nas décadas seguintes tinham esse
arcabouço, o Bacharel poderia obter a Licenciatura, se no quarto ano cursasse as
disciplinas pedagógicas dentre elas Psicologia e Didática. Seguindo a legislação oficial,
uma regulamentação importante para as licenciaturas no Brasil, entre elas a de Física,
ocorreu em 1962, através do parecer 296 de 17/11/62, o Conselho Federal de Educação,
fixou um currículo mínimo para 22 cursos, com isso caberia a instituição de ensino uma
complementação. A partir desse ponto surge uma nítida separação entre os currículos de
Bacharelado e Licenciatura em Física. Tal dicotomia tinha como objetivo a formação de
um maior número de professores secundários aptos a ensinar Física, suprindo assim
uma carência cada vez mais crescente no país. Destacam-se dois fatores que
contribuíram para o aumento dessa demanda por professores Licenciados: “Primeiro, já
no início da década de 60, ocorreu a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases
Educacionais, que estabelecia a obrigatoriedade do ensino para os primeiros 4 anos,
com complementaridade facultativa de mais dois anos, com isso existia a expectativa de
mais jovens chegando com a possibilidade de entrar no curso colegial (hoje ensino
1

Esta introdução foi baseada em Barbosa (2005), sendo vários textos incluídos em sua íntegra.
Agradecemos aos autores que participaram efetivamente na elaboração do primeiro Projeto
Pedagógico do curso.

20

médio), e esse contingente aumentaria substancialmente depois de 1968, com a abolição
dos exames de admissão ao ginásio, uma espécie de vestibular para entrar no curso
ginasial. Segundo, foi introduzida no curso ginasial uma disciplina chamada de
Iniciação Científica, aumentando, portanto, a carga horária de Física, Química e
Biologia, o que necessitava de mais professores qualificados e com Licenciatura. Outra
questão muito debatida nos meios acadêmicos, em especial entre os professores de
Física da época, e que certamente influenciou na reformulação do currículo das
Licenciaturas em ciências, era a qualidade na formação do professor secundário, a
intenção era que o ensino de Física deixasse de ser meramente descritivo, e pudesse ser
mais rico em experimentos. Dessa forma, com o objetivo de melhor qualificar o
Licenciado em Física, passa a existir nos currículos as chamadas disciplinas
integradoras tais como: Prática de Ensino e Instrumentação para o Ensino de Física.
Além disso, foi incluída no currículo de Física a disciplina Química, podendo o
licenciado em Física também ensinar esta matéria no secundário. Um fato relevante é
que a disciplina de Instrumentação para o Ensino de Física ficou com seu programa em
aberto, ou seja, as instituições de ensino deveriam dentro da sua realidade (professores
capacitados, laboratórios, oficinas), organizar a programação para essa disciplina.
Assim, surgiram vários programas em diferentes universidades, seminários, estudos de
projetos de ensino, oficina de construção de equipamentos, elaboração de projetos,
preparação de textos, recursos visuais, métodos dedutivos e indutivos, trabalhos
individuais e em grupos e aulas convencionais.
Na década de 70, anos do chamado milagre econômico do Brasil, surgem os
primeiros sinais da globalização da economia, avanço rápido dos meios de
comunicação, e nesse contexto as políticas educacionais são voltadas às necessidades de
qualificação profissional e os avanços da industrialização demandam mão de obra.
Assim, ampliam-se consideravelmente as matrículas para o ensino médio, agravando
ainda mais a falta de professores qualificados para o ensino de ciências, principalmente,
em Física. Para tentar resolver este problema algumas medidas foram adotadas, o
Ministério de Educação e Cultura aprovou a licenciatura de curta duração,
regulamentada pela Resolução CFE no 30/74 que, seguindo os moldes sugeridos pelo
Banco Mundial, atribuía um papel secundário ao professor a ser formado com uma
iniciação muito limitada às disciplinas ensinadas, em particular às científicas. Essa
mesma resolução Nº 30/74, que criou as chamadas licenciaturas curtas, estabeleceu que
21

as Licenciaturas Plenas em Física, Química, Biologia e Matemática se transformassem
obrigatoriamente, em Licenciaturas em Ciências, com suas respectivas habilitações. Ou
seja, o curso de Ciências foi estruturado como licenciatura de 1º grau, de curta duração,
ou como licenciatura plena, ou ainda abrangendo simultaneamente ambas as
modalidades de duração, de acordo com os planos das instituições que o ministram.
Com esse novo arcabouço o currículo de Física passou a ser composto por uma parte
comum a todas as áreas científicas, uma parte diversificada correspondente às
habilitações específicas, e uma parte relativa à instrumentação para o Ensino.
Portanto, o diploma do curso de Ciências permitia o direito à docência, no
estudo das Ciências pertinentes ao ensino de 1º grau, quando obtido em duração curta
ou plena, sendo que na Licenciatura de curta duração o estudante deveria cumprir mil e
oitocentas horas (1800), de dois a quatro anos. Já para o diplomado com a Licenciatura
plena, ao qual caberia ensinar nas disciplinas científicas do 2º grau, nessa modalidade de
licenciatura, deveriam ser cumpridas duas mil e oitocentas horas (2800), num tempo
variável de três a sete anos. As reações a esse novo modelo de Licenciatura foram
imediatas, e logo se iniciou nos meios acadêmicos e científicos um movimento contrário
à implantação da resolução no 30/74, mas os resultados dessa mobilização só ocorreram
em 1978, quando nova resolução suspende a obrigatoriedade dessa lei controversa. E
isto ocorre depois de muitas instituições, que já tinham licenciatura em Física, adotarem
o novo currículo, e constatarem que as qualidades de seus cursos sofreram uma sensível
piora.
A Universidade Federal de Alagoas (UFAL), criada em 25 de janeiro de 1961,
foi fruto de uma mobilização de vários setores da sociedade alagoana, desejosos de que
seus filhos pudessem chegar a um curso de nível superior, e principalmente gratuito e
com qualidade. Na época, escolas particulares de ensino superior formavam a elite
acadêmica do Estado de Alagoas, no entanto era crescente a quantidade de jovens, de
menor poder aquisitivo, que chegavam com possibilidades de ter acesso ao ensino
superior. Esse pleito foi assim encaminhado por autoridades locais. Assim, durante o
governo de Juscelino Kubitschek de Oliveira, através da lei no 3.687/61, as faculdades
de Direito, Medicina, Engenharia, Odontologia, Ciências Econômicas e Farmácia de
Alagoas, passam a formar a Universidade Federal de Alagoas (UFAL), com o Professor
Aristóteles Calazans Simões nomeado e empossado como primeiro Reitor. Com
respaldo na LDB nº 5.692 de 1971, e mesmo sem uma estrutura material e pessoal
22

adequada, foram criados na UFAL, no ano de 1974, vários cursos, e entre eles a
Licenciatura em Física, que nasceu através da resolução no 15/74 do Conselho
Coordenador de Ensino e Pesquisa (CCEP) de 24 de setembro de 1974. Essa resolução
instituía e estabelecia a estrutura curricular do curso de Licenciatura em Ciências,
Habilitação em Física, conforme a legislação federal vigente, que incluía a polêmica
resolução 30/74 do Conselho Federal de Educação. Na resolução 15/74 de CCEP da
UFAL, verifica-se:
Art. 1º - O curso de Licenciatura Plena em Física, de que resultará o diploma
de licenciado, destina-se à formação de professores para o ensino de Física e
outras atividades, áreas e disciplinas, previstas na legislação em vigor, no 1º e
2º graus.
Art. 2º - O curso será ministrado no mínimo de 2.800 horas-aula, com
integralização de três a sete anos letivos.
Art. 3º - O curso abrangerá o 1º Ciclo e o Ciclo Profissional.
Art. 4º - A estrutura curricular será constituída das disciplinas, atividades e
estágios.
Assim, como determina a resolução 30/74 do CFE, tem-se o 1º Ciclo comum a
todas as Licenciaturas, o 2º Ciclo que corresponde à parte obrigatória da habilitação em
Física, juntamente as disciplinas pedagógicas num total de oito. Este é, portanto, o
primeiro currículo da Licenciatura em Ciências – Habilitação Física da UFAL. Mais
recentemente, discussões sobre a formação inicial de professores de Física vêm
adquirindo nacionalmente um destaque especial. Este debate obteve um motivador
adicional após a promulgação da Lei 9394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional - LDB) e das discussões e aprovação do parecer do Conselho Nacional de
Educação nº 009/2001 que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, licenciatura plena,
fazendo com que todas as licenciaturas das instituições de ensino superior brasileiras
reconstruíssem seus projetos pedagógicos de acordo com a nova legislação.

23

8

CONTEXTO DO CURSO DE FÍSICA EM ARAPIRACA

As novas mudanças na ordem social, política e econômica que vêm passando a
sociedade, promovida pelo processo de globalização têm afetado o cotidiano das
populações até nos rincões do Brasil, não seria diferente para o estado de Alagoas e em
especial para a região do Agreste Alagoano, que tem parte de sua economia centrada na
agropecuária, com destaque para a cultura do fumo, que nos últimos anos vêm
atravessando sérios riscos à estabilidade socioeconômica da região.
Arapiraca é tradicionalmente produtora de fumo, ainda a sua maior fonte de
riqueza, sendo atividade praticada, sobretudo, por pequenos produtores. Tal estrutura
fundiária faz desta microrregião alagoana, a de melhor distribuição de renda e de terras
em Alagoas. Entretanto, o vigoroso modelo de desenvolvimento agrícola fundado na
monocultura fumageira, vem, nos últimos 15 anos, dando sinais de crise de natureza
estrutural e conjuntural, de raízes internas e externas, gerando instabilidade e exigindo
esforço local do empresariado e do poder público para revitalizar a economia local
através da diversificação agropecuária. Sendo, portanto, questões que refletem o cenário
e as vocações socioeconômicas locais, os quais constituem indicadores importantes para
a definição da oferta de cursos universitários locais.
Neste cenário nasce o Campus Arapiraca, da Universidade Federal de Alagoas,
através do processo de expansão das Universidades Públicas Federais, que tem como
missão o de promover ou fomentar o desenvolvimento local, com a introdução de
conhecimentos, técnicas e capacitação para a população em sua área de abrangência,
desta unidade de Ensino-Pesquisa-Extensão, tornando-se um instrumento na promoção
das mudanças socioeconômicas da região do Agreste Alagoano. O município de
Arapiraca representa importância estratégica no processo de interiorização da UFAL.
Localizado no centro do Estado, na mesorregião do Agreste, e distante 136 km de
Maceió, trata-se do mais importante município do interior, estendendo-se por 351,5
km2. Concentrava no último Censo do IBGE (2010), uma população de 181.481
habitantes – 84,80% urbana e 32.525 habitantes (15,20%) na zona rural, totalizando
214.006 habitantes no município. O município de Arapiraca é uma cidade polo, devido a
sua importância econômica e social, estima-se que a população ultrapasse 400.000
habitantes, no seu entorno imediato.
24

8.1

JUSTIFICATIVA
De acordo com o último censo escolar de 2015 do INEP (Instituto de Estudos e

Pesquisas Educacionais), quase 50% dos profissionais não possuem formação específica
nas áreas em que leciona. Na área de Física, os dados apontam que apenas 27%
possuem dos professores possuem formação específica na área. Este dado é apenas uma
caricatura chocante da situação do ensino de Física em nosso país, fruto de equívocos
acumulados há tempos na conduta de sua política educacional, em vários aspectos, entre
outros, a valorização profissional, estímulo à formação continuada, padrão salarial
digno, diminuição da carga didática excessiva sem prejuízo dos rendimentos. Com
relação à política global, os professores universitários, podem apenas investir na
qualidade de ensino dos cursos de licenciatura e participar de programas de formação
continuada.
Até pouco tempo, no Estado de Alagoas, a única instituição que vinha formando
professores para atuarem no ensino de Física é a Universidade Federal de Alagoas, a
qual apresenta historicamente um número muito baixo de formandos. Assim, desde seu
nascimento, o Curso de Física, formou 75 profissionais (dados do ano de 2004), sendo
49 licenciados e 26 bacharéis. Esse quadro, de poucos profissionais licenciados em
Física formados no Estado de Alagoas, vem melhorando com a política de interiorização
da UFAL, onde o funcionamento do novo curso de Física Licenciatura no Campus
Arapiraca UFAL, situado na cidade de Arapiraca numa região central e estratégica do
Estado, formando profissionais na área além de dar oportunidades aqueles que não
podiam ou não podem estudar no Campus sede em Maceió. Atualmente, o Instituto
Federal de Alagoas está contribuindo para a redução da carência de Professores de
Física no Ensino Médio, uma vez que foi criado o curso Física Licenciatura.
9

POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO

9.1

PESQUISA
Dado o caráter interdisciplinar que lhe é inerente, a Universidade Federal de

Alagoas promove a pesquisa nas mais diversas áreas de conhecimento, incentivando a

25

formação de grupos e núcleos de estudo que atuam nas mais diversificadas linhas de
pesquisa, considerando a classificação das áreas de conhecimento do CNPq.
Os docentes do curso de Física Licenciatura estimulam a criação de ambientes de
produção acadêmica científica, com a participação de discentes e técnicos, inseridos em
grupos de pesquisa reconhecidos e certificados pela UFAL/CAPES/CNPq. As atividades
de pesquisa apresentam foco em Física fundamental e aplicada. Os trabalhos
desenvolvidos apresentam relevância internacional que pode ser acompanhada pelos
fatores de impacto dos periódicos e pelo índice de qualidade (QUALIS) atribuído pela
CAPES. O fator de impacto da maioria das publicações é em torno de 2,000 e os
QUALIS (área de avaliação: Astronomia /Física) estão distribuídos principalmente entre
A1, A2, B1 e B2. Além das pesquisas com foco em Física, os discentes podem
participar de trabalhos voltados para o Ensino de Física, com orientação dos docentes
com formação em Física e/ou docentes com pós-graduação em áreas correlacionadas,
como Pedagogia.
9.2

EXTENSÃO

A Universidade pública desempenha um importante papel quanto produtora do
conhecimento. Estas devem ser capazes de oferecer aos governos e à sociedade as
tecnologias, teorias e processos, assim como os profissionais capazes de propulsionar o
desenvolvimento, de forma abrangente não restringindo-se apenas à esfera econômica,
que seja sustentável e tenha um caráter ético. Para isso, é preciso que suas ações estejam
alinhados com os valores e interesses sociais. Isto é possível através da interação
dialógica promovida por ações extensionistas.
O conceito das ações extensionistas apresentado pelo FORPROEX às Universidades
Públicas e à sociedade, após um debate amplo e aberto, desenvolvido nos XXVII e
XXVIII Encontros Nacionais, realizados em 2009 e 2010, respectivamente, é enunciado
da seguinte forma:
A Extensão Universitária, sob o princípio constitucional da
indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, é um processo
interdisciplinar, educativo, cultural, científico e político que

26

promove a interação transformadora entre Universidade e outros
setores da sociedade.
De modo que, as ações extensionistas promove a interação dialógica com as demandas
sociais, pois sem ela a Universidade corre o risco de ficar isolada, ensimesmada,
descolada dos problemas sociais mais prementes e incapaz de oferecer à sociedade e aos
governos o conhecimento, as inovações tecnológicas e os profissionais que o
desenvolvimento requer.
DIRETRIZES PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA:
As diretrizes que devem orientar a formulação e implementação das ações de Extensão
Universitária, pactuadas no FORPROEX, de forma ampla e aberta (NOGUEIRA,
2000), são:
• Interação Dialógica,
• Interdisciplinaridade e Interprofissionalidade,
• Indissociabilidade Ensino-Pesquisa-Extensão,
• Impacto na Formação do Estudante, e
• Impacto e Transformação Social.
INTERDISCIPLINARIDADE/INTERPROFISSIONALIDADE:
A diretriz de Interdisciplinaridade e Interprofissionalidade para as ações extensionistas
busca superar essa dicotomia, combinando especialização e consideração da
complexidade inerente às comunidades, setores e grupos sociais, com os quais se
desenvolvem as ações de Extensão, ou aos próprios objetivos e objetos dessas ações.
INDISSOCIABILIDADE ENSINO-PESQUISA-EXTENSÃO:
A diretriz que refere-se a Indissociabilidade Ensino - Pesquisa - Extensão reafirma a
Extensão Universitária como processo acadêmico. Nessa perspectiva, a extensão
acadêmica corresponde a um dos pilares da Universidade, de modo que as ações de
extensão adquirem maior efetividade se estiverem vinculadas ao processo de formação
de pessoas (Ensino) e de geração de conhecimento (Pesquisa).
27

No que se refere à indissociabilidade entre Extensão e Ensino, o estudante é posto como
protagonista de sua formação técnica e cidadã, onde sua formação técnica está
vinculada ao processo de obtenção de competências necessárias à atuação profissional e
sua formação cidadã vinculada ao processo que lhe permite reconhecer-se como agente
de garantia de direitos e deveres e de transformação social.
No que se refere à indissociabilidade entre Extensão e Pesquisa, as ações extensionistas
articula o conhecimento científico com o conhecimento popular, numa troca em que
ambos são favorecidos. Deste modo, a Indissociabilidade Ensino - Pesquisa – Extensão
possui um papel importante na formação profissional do aluno, gerando de
conhecimento e possibilitando o atendimento das demandas sociais.
FORMAÇÃO DO ESTUDANTE:
A formação acadêmica em consonância com a realidade contemporânea, devem
acompanhar as transformações sociais e as oportunidades. Desta forma, as atividades de
Extensão Universitária constituem aportes decisivos à formação do estudante, uma vez
que estas proporcionam uma ampliação do universo de referência que ensejam, como
também, o contato direto com as grandes questões contemporâneas que a possibilitam.
Esses resultados promovem o enriquecimento da experiência discente em termos
teóricos e metodológicos, ao mesmo tempo em que abrem espaços para reafirmação e
materialização dos compromissos éticos e solidários da Universidade Pública brasileira.
TRANSFORMAÇÃO SOCIAL:
A Extensão Universitária torna-se um mecanismo por meio do qual se estabelece a
inter-relação da Universidade com os outros setores da sociedade, com vistas a uma
atuação transformadora, voltada para os interesses e necessidades da maioria da
população e propiciadora do desenvolvimento social e regional, assim como para o
aprimoramento das políticas públicas. Neste exercício não é apenas sobre a sociedade
que se almeja produzir impacto e transformação com a Extensão Universitária. A
própria Universidade Pública, enquanto parte da sociedade, também deve sofrer
impacto, ser transformada. O alcance desses objetivos - impacto e transformação da
sociedade e da Universidade é potencializado nas ações que se orientam pelas diretrizes
de Interação Dialógica, Interdisciplinaridade e Interprofissionalidade e, por fim,
Indissociabilidade Ensino-Pesquisa-Extensão.
28

POLÍTICAS DE EXTENSÃO
O Plano Nacional de Educação – PNE (2001-2011) aprovado pela Lei 10.172 de
09 de Janeiro de 2001, no capítulo que trata da Educação superior na Meta 23, aponta o
dever de Implantar o Programa de Desenvolvimento da Extensão Universitária em todas
as instituições federais de ensino superior no quadriênio de 2001-2004 e assegura que,
no mínimo, 10% do total de créditos exigidos para a graduação no ensino superior no
país será reservado para a atuação dos alunos em ações extensionistas. Nessa
perspectiva a UFAL em seu PDI (2013-2017), aponta que: “[…] as ações de extensão
devem ser parte integrante dos currículos dos cursos de graduação, assegurando, no
mínimo, 10% do total de créditos curriculares exigidos na forma de programas e
projetos de extensão universitária como preconiza a Meta 12.7 do Plano Nacional de
Educação para o decênio 2011 a 2020.” Porém, o novo PNE só entrou em vigor em
2014 e está em vigor até o ano de 2024, reafirmando os princípios básicos da extensão
em sua Meta 12.7, a qual traz a seguinte estratégia para subsidiar a extensão, “[…]
assegurar, no mínimo, dez por cento do total de créditos curriculares exigidos para a
graduação em programas e projetos de extensão universitária, orientando sua ação,
prioritariamente, para áreas de grande pertinência social; […].”
Conforme os documentos apontados acima e de acordo com a resolução nº 04 de
2018 aprovada pelo Conselho da Universidade Federal de Alagoas as práticas
extensionistas do Curso de Física Licenciatura, continuarão acontecendo conforme as
demandas que visão suprir a expressiva carência de profissionais formados e o baixo
índice de conhecimentos científicos por parte dos indivíduos da comunidade,
promovendo o desenvolvimento social e assim diminuindo a disparidade com outras
regiões do país ou ainda de outros países. No entanto, as ações poderão ser
materializadas por intermédio de programas, projetos, eventos, cursos, prestação de
serviços e/ou produtos, os quais deverão estar cadastradas no Sistema Integrado de
Gestão de Atividades Acadêmicas – SIGAA da pró-reitoria de Extensão – PROEX.”
POLÍTICAS DE EXTENSÃO NO CURSO
A Universidade Federal de Alagoas atua em todas as oito áreas temáticas de extensão
classificadas pelo Plano Nacional de Extensão: Comunicação, Cultura, Direitos
Humanos e justiça, Educação, Meio Ambiente, Saúde, Tecnologia e Produção e
29

Trabalho, tendo, em 2011, realizado 802 destas ações. O curso de Física Licenciatura
atua preferencialmente nas áreas temáticas de educação, meio ambiente e tecnologia.
Visando à disseminação do saber científico em diferentes instâncias sociais, o
curso vem desenvolvendo ações extensionistas através de novas formas de educação
científica. Buscando sempre, junto a sociedade, meios e ferramentas educacionais
facilitadoras

do

processo

de

ensino-aprendizagem.

Citamos

algumas

ações

extensionistas desenvolvidas nos últimos anos:
(i) FÍSICA EM MOVIMENTO
(ii) PREPARAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE MATERIAIS DIDÁTICOS E
AMOSTRAS CIENTÍFICAS BASEADOS EM EXPERIMENTOS PARA A
DIFUSÃO DOS FENÔMENOS QUE ENVOLVEM A LUZ NAS ESCOLAS
PÚBLICAS DO ESTADO DE ALAGOAS
(iii) INSERÇÃO DE TÓPICOS DE FÍSICA MODERNA NO ENSINO MÉDIO:
desafios, necessidade e importância na promoção da ciência entre as novas
gerações.
(iv) CARTILHA DE EXPERIMENTOS ÓPTICOS
A participação do aluno nas atividades extensionistas consiste em um dos pilares das
ações que viabiliza a extensão como momento da prática profissional, da consciência
social e do compromisso político, o que faz desta uma componente obrigatória para
todos os cursos, que podem implementar as atividades extensionistas desde o primeiro
semestre, se possível, e está integrada a programas decorrentes das Unidades
Acadêmicas e à temática curricular, sendo computada para a integralização do currículo
dos discentes. Desta forma, as atividades de extensão constitui parte integrante do
currículo do curso de Física Licenciatura, assegurando, no mínimo, 10% do total de
créditos curriculares exigidos na forma de programas e projetos de extensão
universitária como preconiza a Meta 12.7 do Plano Nacional de Educação para o
decênio 2014 a 2024.
O curso de Física Licenciatura propõe o programa de extensão intitulado:
Educação científica e seus desafios que tem por objetivo reunir os projetos e demais
ações de extensão deste curso visando torná-los mais homogêneos as diversas atividades
de extensão, cujo principal objetivo é articular os conhecimentos adquiridos juntamente
30

com ensino e pesquisa desenvolvidos dentro da universidade com as diversas demandas
sociais.

As

atividades

extensionistas

propostas

no

programa

visão

a

interdisciplinaridade. Desta forma, é desejável que além da atuação de discente e
docentes do curso de Física Licenciatura, as equipes tenham formação multidisciplinar
envolvendo alunos de graduação de outros cursos como também, alunos de pósgraduação levando em consideração as características do projeto.
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO:
A extensão transcende a sala de aula tradicional e promove a interação com os diversos
setores da sociedade, favorecendo a produção, inovação e a difusão do conhecimento,
permitindo a ampliação do acesso ao saber e ao desenvolvimento tecnológico e social
do país. Cabe à extensão vincular a pesquisa e ao ensino, as necessidades da sociedade
e, ao mesmo tempo, buscar a construção e produção de conhecimento, visando à
transformação da sociedade em que está inserida. Dentro desse balizamento, a produção
de conhecimento, via extensão, se dá na troca de saberes sistematizados - acadêmico e
popular, tendo a participação efetiva da comunidade na atuação da universidade com a
consequente produção resultante do confronto com a realidade. Vale salientar que a
pesquisa é parte indissociável da extensão. Contudo, essa pesquisa deve ser concebida
como método investigativo de trabalho voltado às transformações sociais e à produção
de conhecimentos.
Caracteriza-se, efetivamente, como um processo educativo, reafirmando o
compromisso da UFAL com a sociedade.
PÚBLICO ALVO
O público-alvo são, além dos alunos do curso de Física Licenciatura, toda a comunidade
acadêmica interessada, professores de Ciências e de Física e discentes de escolas de
Educação Básica. As ações extensionistas visa alcançar diferentes grupos sociais, órgãos
e agentes públicos, movimentos sociais, organizações governamentais e não
governamentais, tanto no município de Arapiraca como nas demais cidades do estado de
Alagoas.
DINÂMICA CURRICULAR

31

O Curso oferece em seis momentos seguidos (do 3º ao 8º período) atividades
curriculares de extensão de caráter obrigatório identificadas como – Atividade
Curricular da Extensão (ACE) 1, 2, 3, 4, 5 e 6, descrita conforme tabela abaixo. Estas
possuem atividades diversificadas, voltadas para o estudo, planejamento e realização
das ações extensionistas, visando proporcionar aos discentes atividades de campo,
coletas e tratamento de dados para a construção de diagnósticos e de pesquisas com
metodologias participativas e de intervenção que aproximem o aluno da comunidade ou
tragam a comunidade até a Universidade. Estas atividades e ações serão implementadas
na forma de três (3) tipos distintos. Serão dois (2) projetos distintos (cada um
executados por no mínimo dois semestres) com foco no uso de tecnologias digitais para
o ensino de física e confecção de materiais didáticos para o ensino de física. As
especificações destes programas e projetos de extensão ficarão a cargo do Núcleo de
Extensão do curso. Outras formas de atividades extensionistas serão: cursos de extensão
e organização de eventos científicos, ambos com período de execução de um semestre.
Devido às especificidades da matriz curricular, as atividades de extensionistas
terão carácter OBRIGATÓRIO, com carga horária presencial e prática que serão
atribuídas a execução e cumprimento das metas estabelecidas em cada atividade
curricular de extensão. Os encontros presenciais servirão para o coordenador dos
projetos traçar os objetivos, metas e metodologias com os discentes matriculados.
Salienta-se que cada um desses projetos computarão uma carga-horária efetiva
especificada para cada estudante que integralizar as atividades. Em outra frente serão
realizadas atividades atendendo a interdisciplinaridade da pesquisa e do ensino.
Quadro 1 – Distribuição das ACEs e suas cargas horárias
ACEs

Período

ACE1 - Uso de tecnologias digitais para o
ensino de física (Parte 1)

3º

12

26

38

ACE2 - Uso de tecnologias digitais para o
ensino de física (Parte 2)

4º

14

40

54

ACE3 Científicos

Eventos

5º

12

24

36

ACE4 - Confecção de materiais didáticos
para o ensino de física (Parte 1)

6º

20

52

72

ACE5 - Confecção de materiais didáticos

7º

20

52

72

Organização

de

CH teórica CH prática

CH Total

32

para o ensino de física (Parte 2)
ACE6 – ) Curso de Extensão

8º

Total

20

52

72

344

QUANTIDADE DE PROGRAMAS E QUANTITATIVOS DE ACEs
O programa de extensão do curso de Física Licenciatura propõe seis Atividades
Curriculares da Extensão – ACEs. Destas atividades teremos dois projetos de longo
prazo, onde cada projeto será desenvolvido no período de dois semestres letivos
consecutivos. As atividades englobam ainda a organização de eventos científicos e
cursos de extensão. As ACEs estão descritas em detalhes no seção 19.
FORMA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO.
A avaliação do discente participante das atividades de extensão será feita tendo
como referenciais

itens

subjetivos

como grau de envolvimento, iniciativa,

responsabilidade, interesse e itens objetivos como pontualidade, assiduidade, avaliados
principalmente por meio de relatórios e reuniões. Considerando a ação individual como
também a atuação no conjunto de projetos, de forma que seja respeitadas as
especificidades ao mesmo tempo em que se tem um referencial global da avaliação.
9.3

ACESSIBILIDADE
A UFAL possui um núcleo de estudos (Núcleo de Acessibilidade - NAC) voltado

para o entendimento das necessidades postas para o seu corpo social, no sentido de
promoção de acessibilidade e de atendimento diferenciado a pessoa com deficiência, em
atenção à Política de Acessibilidade adotada pelo MEC e à legislação pertinente e
vigente.
Assim, o Núcleo de Acessibilidade foi criado em outubro de 2013 e desde então
tem consolidado suas ações na Instituição, e, de acordo com a Lei 13.146/2015 visa
“assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das
liberdades fundamentais da pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e
cidadania”.

33

Em 17 de fevereiro de 2017 foi inaugurada a sua nova sede, no Centro de
Interesse Comunitário (CIC), com 3 salas, as quais são utilizadas para reuniões com
estudantes, professores, coordenadores e familiares, bem como há a produção de
materiais demandados por discentes com deficiência atendidos.
Atualmente, o NAC conta com uma coordenação, um revisor em Braille, bolsistas
de apoio ao estudante com deficiência (selecionados por edital específico) e um
psicólogo clínico. O estudante que necessite de atendimento deve procurar a
coordenação do curso e Núcleo de Assistência Estudantil para que sejam tomadas as
providências necessárias.
O próprio dimensionamento dessas necessidades merece um cuidado especial,
haja vista a forma atual de identificação dos alunos: a autodeclararão. Assim,
professores e estudantes com deficiência, precisam solicitar atendimento educacional
especializado e, este ocorre continuamente e de acordo com as suas necessidades. O
NAC ainda disponibiliza o empréstimo de equipamentos de acessibilidade, como livros
e máquina para escrita em Braile, por exemplo. Os acompanhamentos são avaliados ao
final de cada semestre por professores dos estudantes com deficiência e pelos próprios
estudantes, com a finalidade de aperfeiçoar os serviços oferecidos.
Além deste acompanhamento, o NAC tem investido na formação da comunidade
universitária com a proposição de projetos, cursos e oficinas (Tecnologia Assistiva Deficiência Visual e Deficiência Física, Estratégias de Ensino do Surdo Cego, Práticas
Inclusivas na Educação Superior, Sextas Inclusivas, entre outros).
Por outro lado, a UFAL tem investido na capacitação técnica de seus servidores
para o estabelecimento de competências para diagnóstico, planejamento e execução de
ações voltadas para essas necessidades. Ao esforço para o atendimento universal à
acessibilidade arquitetônica, se junta, agora, o cuidado de fazer cumprir as demais
dimensões exigidas pela Política de Acessibilidade, qual sejam a acessibilidade:
pedagógica, metodológica, de informação e de comunicação. A acessibilidade
pedagógica e metodológica deve atentar para o art. 59 da Lei 9394/96, que afirma: “Os
sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades especiais: I currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para
atender às suas necessidades”. Neste sentido, a Nota Técnica nº 24 / 2013 / MEC /
34

SECADI / DPEE, de 21 de março de 2013, orienta os sistemas de ensino no sentido de
sua implantação. Em especial, recomenda que os “PPCs contemplem orientações no
sentido da adoção de parâmetros individualizados e flexíveis de avaliação pedagógica,
valorizando os progressos de cada estudante em relação a si mesmo e ao grupo em que
está inserido”.
Para tal atendimento a UFAL assume o compromisso de prestar atendimento
especializado aos alunos com deficiência auditiva, visual, visual e auditiva e cognitiva
sempre que for diagnosticada sua necessidade. Procura-se, desta forma, não apenas
facilitar o acesso, mas estar sensível às demandas de caráter pedagógico e metodológico
de forma a permitir sua permanência produtiva no desenvolvimento do curso. À luz do
Decreto Nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004 – Regulamenta a Lei n. 10.048, de 8 de
novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e a Lei
n. 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos
para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com
mobilidade reduzida, e dá outras providências.
A partir de 2016, o NAC ainda tem atuado na intermediação com os diferentes
órgãos da UFAL, principalmente junto à SINFRA, PROGRAD e PROEST, para a
minimização de possíveis barreiras (físicas e acadêmicas) à permanência do estudante
com deficiência, como preconiza a Lei 10.098/2000, que estabelece normas gerais e
critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de
deficiência ou com mobilidade reduzida.

Aqui, merece destaque a construção de

calçadas táteis, rampas de acesso aos prédios, corrimãos, adaptações de banheiros e
salas de aula, entre outras obras necessárias à permanência dos estudantes e professores
com deficiência na universidade.
Com relação ao atendimento de discentes com Transtorno do Espectro Autista,
conforme disposto na Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012, incluso no
instrumento de avaliação dos cursos de graduação do INEP de junho de 2015, a
Universidade Federal de Alagoas, nesse momento fomenta estudos e debates no intuito
de constituir uma política institucional que explicite ações neste âmbito e que
fundamente os cursos de graduação desta instituição em metodologias e ações
atitudinais que visem a inclusão de pessoas com este transtorno. Os discentes com
transtorno do espectro autista também são atendidos pelo NAC.
35

Para ampliar o número de estudantes acompanhados, está em andamento visita às
coordenações do curso para a distribuição de materiais de divulgação do NAC, bem
como a elaboração de campanha institucional para difundir o Núcleo nas redes sociais,
pela Assessoria de Comunicação (ASCOM). O curso Física Licenciatura/Campus
Arapiraca está de acordo com as diretrizes e normas vigentes no âmbito da
Universidade Federal de Alagoas.
9.4

INCLUSÃO
Desde 1999 a UFAL preocupa-se com a questão da inclusão, tendo aprovado em

2003 a Resolução 33 – COSUNI, posteriormente modificada pelo Decreto 7.824, de 11
de outubro de 2012 que dispõe sobre a política de ingresso nas IFES. Ainda, a
Resolução 54/2012 – CONSUNI institucionaliza a reserva de vagas/cotas no processo
seletivo de ingresso nos cursos de graduação da UFAL. Neste entendimento, em 2015,
foram reservadas 40% (quarenta por cento) das vagas de cada curso e turno ofertados
pela UFAL para os alunos egressos das escolas públicas de Ensino Médio. Destas, 50%
(cinquenta por cento) das vagas foram destinadas aos candidatos oriundos de famílias
com renda igual ou inferior a 1,5 salários mínimo (um salário mínimo e meio) bruto per
capita e 50% (cinquenta por cento) foram destinadas aos candidatos oriundos de
famílias com renda igual ou superior a 1,5 salários mínimo (um salário mínimo e meio)
bruto per capita. Nos dois grupos que surgem depois de aplicada a divisão
socioeconômica, serão reservadas vagas por curso e turno, na proporção igual à de
Pretos, Pardos e Indígenas (PPI) do Estado de Alagoas, segundo o último censo do
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, que corresponde a
67,22% (sessenta e sete vírgulas vinte e dois por cento). A partir de 2016 a reserva de
vagas da UFAL destinada à inclusão é de 50% atendendo plenamente à Lei nº
12.711/2012, inclusive no que tange às cotas para pessoas com deficiência.

O Curso Física Licenciatura da Universidade Federal de Alagoas, Campus
Arapiraca, promove a inclusão dos discentes através das diretrizes estabelecidas no
âmbito da Universidade. A metodologia de ensino e avaliação pode ser adaptada às
necessidades dos discentes. Em acordo entre docentes e discentes, define-se as
metodologias apropriadas de forma que o discente consiga executar as atividades e
possa apresentar um bom desempenho no curso.
36

10 OBJETIVOS DO CURSO

10.1 GERAL
O principal objetivo do curso de Física Licenciatura é formar profissionais
habilitados a atuar tanto na atividade do magistério, no ensino fundamental e médio,
como na de pesquisa em Ensino de Física.
10.2 ESPECÍFICOS
Formar um profissional de qualidade em conhecimento e ensino de Física,
dominando tanto os seus aspectos conceituais, como os históricos/epistemológicos e em
Educação, de forma a dispor de elementos que lhe garantam o exercício competente e
criativo da docência nos diferentes níveis do ensino formal e espaços não formais. Um
profissional que possa atuar tanto na disseminação dos conhecimentos desenvolvidos
pela Física, enquanto instrumento de leitura da realidade e construção da cidadania,
como na produção de novos conhecimentos relacionados ao seu ensino de Física e
divulgação científica. Que se permita criar e adaptar metodologias de apropriação e de
transferência do conhecimento científico, motivando-se a realizar pesquisas em ensino
de Física.
11 PERFIL DO EGRESSO

O Físico-Educador tem seu perfil, competências e habilidades definidas no Parecer
1304/2001, base da Resolução CNE/CES nº 9, de 11 de março de 2002, cujo Art. 3º
determina a necessidade de adequação da distribuição da carga horária da Licenciatura
(Módulo Educador, sequencial Licenciatura) ao que dispõe a Resolução CNE/CP no
2/2002, de 19 de fevereiro de 2002. Além dessa Resolução o curso se embasa nas
Diretrizes Curriculares para a Formação do Professor de Educação Básica - Resolução
CNE/CP nº 01/2002 e CNE/CP 2/2002.
A concepção do curso de Física Licenciatura parte do princípio de que não basta ao
professor ter conhecimentos sobre o seu trabalho. Um profissional com uma formação
37

sólida em Física, dominando tanto os seus aspectos conceituais, como os históricos e
epistemológicos e em Educação, de forma a dispor de elementos que lhe garantam o
exercício competente e criativo da docência nos diferentes níveis do ensino formal e
espaços não formais, atuando tanto da disseminação dos conhecimentos desenvolvidos
pela Física enquanto instrumento de leitura da realidade e construção da cidadania,
como na produção de novos conhecimentos relacionados ao seu ensino e divulgação e
nos conteúdos pedagógicos que permitam atualização contínua, a criação e adaptação de
metodologias de apropriação do conhecimento científico e, aperfeiçoando-se, realizar
pesquisa de ensino de física.
Com esse propósito, a estrutura curricular do curso de Física Licenciatura apresenta
toda a fundamentação teórica articulada com a prática, ao mesmo tempo em que procura
manter no licenciando uma postura de reflexão acerca de sua futura atuação como
professor. Com essa finalidade, os conteúdos da Física serão abordados desde o início
do curso de forma articulada aos diferentes conhecimentos pedagógicos que
proporcionam um alicerce sólido à formação docente. Além disso, um diferencial na
nova estrutura do curso é a associação direta e constante da parte teórica de cada
disciplina com a parte experimental. Como consequência, ao longo do curso o futuro
professor desenvolverá uma rede de significados necessários à prática docente e, acima
de tudo, uma postura investigativa e reflexiva sobre o seu papel na formação dos seus
futuros alunos.
Este Curso de Licenciatura é voltado para a formação de professores de Física para
as séries finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. É importante salientar que a
nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação exige o diploma de licenciado para o
exercício da profissão de professor nos Ensinos Fundamental e Médio. O número de
profissionais licenciados em Alagoas é ainda muito pequeno. Desta forma a demanda
por novos profissionais é grande e tende a ser maior num futuro próximo.
12 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

O Curso de Física Licenciatura compreende conteúdos, atividades e práticas que
constituem base consistente para a formação do professor e contempla as atribuições
definidas acima de uma forma ampla o suficiente para que este desenvolva
38

competências e habilidades segundo as expectativas atuais e, ao mesmo tempo, de uma
forma flexível para que possa adaptar-se a diferentes perspectivas futuras, tendo em
vista as novas demandas de funções sociais e novos campos de atuação que vêm
emergindo continuamente. Com este propósito, competências e habilidades devem ser
desenvolvidas.
 Dominar princípios gerais e fundamentos da Física, estando familiarizado com
suas áreas clássicas, modernas e contemporâneas.
 Dominar conhecimentos específicos em Física e suas relações com a Matemática
e outras Ciências.
 Dominar conhecimentos de conteúdo pedagógico que os possibilitem
compreender, analisar e gerenciar as relações internas aos processos de ensino e
aprendizagem assim como aquelas externas que os influenciam.
 Descrever e explicar fenômenos naturais, processos e equipamentos
tecnológicos em termos de conceitos, teorias e princípios físicos gerais.
 Diagnosticar, formular e encaminhar a solução de problemas físicos,
experimentais ou teóricos, práticos ou abstratos, fazendo uso dos instrumentos
laboratoriais ou matemáticos apropriados.
 Manter atualizada sua cultura científica geral e sua cultura técnica profissional
específica.
 Desenvolver uma ética de atuação profissional e a consequente responsabilidade
social, compreendendo a Ciência como conhecimento histórico, desenvolvido
em diferentes contextos sócio-políticos, culturais e econômicos.
 Desenvolver metodologias e materiais didáticos de diferentes naturezas,
coerentemente com os objetivos educacionais almejados.
 Desenvolver uma ética de atuação profissional e a consequente responsabilidade
social, respeitando direitos individuais e coletivos, diferenças culturais, políticas
e religiosas e comprometendo-se com a preservação da biodiversidade.
 Aprender de forma autônoma e contínua, mantendo atualizada sua cultura geral,
científica e pedagógica, e sua cultura técnica específica.
 Articular ensino e pesquisa na produção e difusão do conhecimento em ensino
de física e na sua prática pedagógica.
 Estabelecer diálogo entre a área de física e as demais áreas do conhecimento no
âmbito educacional.
 Articular as atividades de ensino de física na organização, planejamento,
execução e avaliação de propostas pedagógicas da escola.
 Planejar e desenvolver diferentes atividades, reconhecendo os elementos
relevantes às estratégias adequadas.
39

Para que o profissional possa desenvolver as competências listadas acima, é
imprescindível que ele adquira habilidades básicas listadas a seguir.
 Utilizar a matemática como uma linguagem para a expressão dos fenômenos
naturais.
 O reconhecimento, realização de medidas e análise de resultados de problemas
experimentais.
 Concentrar esforços e persistir na busca de soluções para problemas de solução
elaborada e demorada.
 Domínio da linguagem científica utilizando-a na expressão de conceitos físicos,
na descrição de procedimentos de trabalhos científicos e na divulgação de seus
resultados.
 Utilização de recursos de informática dispondo de noções de linguagem
computacional.
 Reconhecer as relações do desenvolvimento da Física com outras áreas do saber,
tecnologias e instâncias sociais, especialmente contemporâneas.
 Conhecer e absorver novas técnicas, métodos ou uso de instrumentos, seja em
medições, seja em análise de dados (teóricos ou experimentais).
 Proceder diagnóstico sócio-econômico-cultural do campo de atuação e para a
adoção de técnicas e procedimentos educacionais adequados.
 Diagnosticar, formular e propor solução problemas no processo ensinoaprendizagem de física.
 Propor, elaborar e utilizar modelos físicos, reconhecendo seus domínios de
validade.
 Apresentar resultados científicos em distintas formas de expressão, tais como
relatórios, trabalhos para publicação, seminários e palestras.
13 ÁREAS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL

O profissional formado pelo Curso de Licenciatura em Física terá como área de
atuação profissional a docência na educação básica, nas séries finais do ensino
fundamental e no ensino médio. Além disso, o licenciado em Física terá competência e
habilidade para o exercício profissional em outras áreas, tais como:
 Atuar em modalidades de ensino até agora pouco exploradas, como ensino a
distância, educação especial, ensino de física para pessoas com deficiência,
educação indígena, centros e museus de ciências e divulgação científica.
40

 Produzir e difundir conhecimento na área de ensino de Física.
14 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA

Os

conteúdos

curriculares,

constantes

no

PPC,

promovem

o

efetivo

desenvolvimento do perfil profissional do egresso, considerando a atualização da área, a
adequação das cargas horárias (em horas-relógio), a adequação da bibliografia, a
acessibilidade metodológica, a abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de
educação ambiental, de educação em direitos humanos e de educação das relações
étnico-raciais e o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena,
diferenciam o curso dentro da área profissional e induzem o contato com conhecimento
recente e inovador. Esses conteúdos serão discutidos dentro dos programas das
disciplinas Sociedade e Desenvolvimento, fazendo uma explanação e discussão sobre as
relações Étnico-Raciais, Cultura e notas antropológicas e na disciplina Sociedade e
Desenvolvimento, onde será discutida a questão da sociedade e seu desenvolvimento
social, as contradições na formação da sociedade além da questão do seu
desenvolvimento e junto a este, a questão do meio ambiente.
14.1 ESTRUTURA CURRICULAR
Esse projeto pedagógico é a terceira versão do curso de Física Licenciatura do
campus Arapiraca. Vigente desde o período letivo 2018.1 (junho de 2018). A primeira
versão (2006.2) continha uma estrutura de troncos – inicial, intermediário e
profissionalizante. O tronco inicial era de conteúdo geral, mas com abordagem comum
aos cursos agrupados nos eixos temáticos com disciplinas de cunho interdisciplinares
com discussão crítica de conhecimentos desenvolvidas ao longo de um semestre letivo
referentes a: 1) sociedade, natureza e desenvolvimento na perspectiva das relações
locais e globais; 2) produção do conhecimento da ciência e não-ciência; 3) lógica,
informática e comunicação; 4) seminário integrador 1, visando discussão local,
interdisciplinar e integração das atividades e avaliações. O tronco intermediário, com
atividades desenvolvidas ao longo de um semestre letivo, tinha como objetivo a oferta e
a discussão crítica de conhecimentos referentes à formação básica comum aos cursos do
eixo da educação, através de disciplinas instrumentais – química geral, biologia geral,
física geral, fundamentos da matemática, profissão docente, fundamentos educacionais e
41

seminário integrador 2. Já o tronco profissionalizante, compreendia conteúdos objetivos,
diretos, específicos e profissionalizantes, apresentados através de disciplinas que
guardam características particulares objetos da formação final do graduado licenciado
em Física. Com a reformulação em 2010.1, as disciplinas do Tronco Intermediário
Biologia Geral, Física Geral, Fundamentos da Matemática 1 e Química Geral foram
excluídas das disciplinas obrigatórias. Esse tronco passou a ter um caráter pedagógico
com a oferta das disciplinas Profissão Docente; Política e Organização da Educação
Básica; Desenvolvimento e Aprendizagem; Projeto Pedagógico, Organização e Gestão
do Trabalho Escolar; Língua Brasileira de Sinais; e Projetos Integradores 1. O PPC
atual busca uma atualização desses dois, e além de contemplar questões como Inclusão,
procura otimizar a distribuição de disciplinas ao longo dos períodos. Isso possibilita um
desenvolvimento gradual das disciplinas específicas do curso.
O curso de Física licenciatura na UFAL Campus Arapiraca tem matriz curricular
desenvolvida ao longo de oito semestres. As disciplinas são ofertadas no próprio
Campus. A carga horária mínima exigida de 3.444 horas, sua integralização prevista
deve ser feita em no mínimo oito semestres e no máximo doze semestres. Como
requisito obrigatório, a carga horária exigida está subdividida em: 2.394 horas de
disciplinas obrigatórias; 54 horas de disciplinas eletivas; 400 horas de Estágio
Supervisionado; 54 horas para Trabalho de Conclusão de Curso; 344 horas de
Atividades de Extensão e mais 200 horas de Atividades Complementares.
A prática como componente curricular (total de 414 horas), no curso de Física
Licenciatura da UFAL – Campus Arapiraca, é constituída por um conjunto de
disciplinas que visam a construção de competências e o desenvolvimento de
habilidades que tornem o aluno apto a realizar com sucesso a transposição didática, isto
é a transformação dos objetos de conhecimento em objetos de ensino.
No curso de Física, a prática como componente curricular inicia-se no 4 o
semestre e ao longo do curso trabalhará os conteúdos de Mecânica, Eletricidade, Ótica,
Termodinâmica, Física Moderna e a parte experimental, para aplicação ao ensino nas
escolas de Ensinos Fundamental e Médio. Nesse sentido, as disciplinas relativas às
“Práticas Pedagógicas 1, 2, 3 e 4" proporcionarão ao licenciando uma completa
seleção e avaliação de metodologias, estratégias e recursos adequados ao ensino, nas
Escolas de Ensinos Fundamental e Médio. Dentro dessas disciplinas serão discutidos e
analisados os grandes projetos de ensino de Física nos níveis Fundamental e Médio, os
42

livros didáticos e paradidáticos, os parâmetros curriculares dos Ensinos Fundamental e
Médio e as iniciativas e contribuições ao ensino de Física, como a “Física Conceitual”,
“Física do Cotidiano”, “História no Ensino de Física”, “Inserção da Física Moderna,
Aplicada e Contemporânea”, dentre outros. Segundo a Resolução nº 02/2015 –
CNE/MEC:
Art. 12. Os cursos de formação inicial, respeitadas a diversidade nacional e a
autonomia pedagógica das instituições, constituir-se-ão dos seguintes núcleos:
I - Núcleo de estudos de formação geral, das áreas específicas e interdisciplinares, e
do campo educacional, seus fundamentos e metodologias, e das diversas realidades
educacionais
II - Núcleo de aprofundamento e diversificação de estudos das áreas de atuação
profissional, incluindo os conteúdos específicos e pedagógicos, priorizadas pelo projeto
pedagógico das instituições, em sintonia com os sistemas de ensino, que, atendendo às
demandas sociais sociológico, o político, o econômico, o cultural;
III - núcleo de estudos integradores para enriquecimento curricular
Art. 13. Os cursos de formação inicial de professores para a educação básica em nível
superior, em cursos de licenciatura, organizados em áreas especializadas, por componente
curricular ou por campo de conhecimento e/ou interdisciplinar, considerando-se a
complexidade e multirreferencialidade dos estudos que os englobam, bem como a formação
para o exercício integrado e indissociável da docência na educação básica, incluindo o
ensino e a gestão educacional, e dos processos educativos escolares e não escolares, da
produção e difusão do conhecimento científico, tecnológico e educacional, estruturam-se
por meio da garantia de base comum nacional das orientações curriculares.
§ 1º Os cursos de que trata o caput terão, no mínimo, 3.200 (três mil e duzentas) horas de
efetivo trabalho acadêmico, em cursos com duração de, no mínimo, 8 (oito) semestres ou 4
(quatro) anos, compreendendo:
I - 400 (quatrocentas) horas de prática como componente curricular, distribuídas ao longo
do processo formativo;
II - 400 (quatrocentas) horas dedicadas ao estágio supervisionado, na área de formação e
atuação na educação básica, contemplando também outras áreas específicas, se for o caso,
conforme o projeto de curso da instituição;

43

III - pelo menos 2.200 (duas mil e duzentas) horas dedicadas às atividades formativas
estruturadas pelos núcleos definidos nos incisos I e II do artigo 12 desta Resolução,
conforme o projeto de curso da instituição;
IV - 200 (duzentas) horas de atividades teórico-práticas de aprofundamento em áreas
específicas de interesse dos estudantes, conforme núcleo definido no inciso III do artigo 12
desta Resolução, por meio da iniciação científica, da iniciação à docência, da extensão e da
monitoria, entre outras, consoante o projeto de curso da instituição.
§ 2º Os cursos de formação deverão garantir nos currículos conteúdo específicos da
respectiva área de conhecimento ou interdisciplinares, seus fundamentos e metodologias,
bem como conteúdos relacionados aos fundamentos da educação, formação na área de
políticas públicas e gestão da educação, seus fundamentos e metodologias, direitos
humanos, diversidades étnico-racial, de gênero, sexual, religiosa, de faixa geracional,
Língua Brasileira de Sinais (Libras), educação especial e direitos educacionais de
adolescentes e jovens em cumprimento de medidas socioeducativas.
§ 3º Deverá ser garantida, ao longo do processo, efetiva e concomitante relação entre teoria
e prática, ambas fornecendo elementos básicos para o desenvolvimento dos conhecimentos
e habilidades necessários à docência.
§ 4º Os critérios de organização da matriz curricular, bem como a alocação de tempos e
espaços curriculares, se expressam em eixos em torno dos quais se articulam dimensões a
serem contempladas, como previsto no artigo 12 desta Resolução.
§ 5º Nas licenciaturas, curso de Pedagogia, em educação infantil e anos iniciais do ensino
fundamental a serem desenvolvidas em projetos de cursos articulados, deverão preponderar
os tempos dedicados à constituição de conhecimento sobre os objetos de ensino, e nas
demais licenciaturas o tempo dedicado às dimensões pedagógicas não será inferior à quinta
parte da carga horária total.

14.1.1 Dimensões Pedagógicas – Conteúdos Curriculares Comuns aos Cursos de
Licenciatura da UFAL
Conforme a Resolução Nº 06/2018 – CONSUNI/UFAL, em seu Artigo 2º, inciso I,
as Dimensões Pedagógicas, referentes aos fundamentos e práticas pedagógicas comuns
às demais licenciaturas, correspondendo a uma carga horária não inferior à quinta parte
da carga horária total do curso. Essas dimensões é composta por um conjunto de
disciplinas que tem como objetivo contribuir para formação didático-pedagógica e
profissional do licenciado, tendo como base o perfil e habilidades que o egresso do
curso deve apresentar.
44

Ainda de acordo com essa resolução, os componentes curriculares que compõe as
Dimensões Pedagógicas incluem tanto as disciplinas de caráter político-pedagógica, sob
responsabilidade dos docentes vinculados aos cursos de Pedagogia, Letras e ao Núcleo
de Estudos Humanísticos Transdisciplinares do Campus, quanto as disciplinas que
compõem o caráter didático-pedagógico sob responsabilidade, preferencialmente, do
curso de Física.
No âmbito do curso de Física Licenciatura, em atendimento a essa resolução, a
carga horária total da dimensão pedagógica do curso totaliza 738h, conforme a
disposição das disciplinas no quadro a seguir, sendo assim, superior a um quinto da
carga horária total do curso 3444h.

Quadro 2 - Disposição da carga horária das Dimensões Pedagógicas do Curso de
Física Licenciatura
Período

Componente curricular

Carga Horária

Profissão docente

54 h

Sociedade e cultura

54 h

Tecnologias digitais para o ensino

54 h

Política e Organização da Educação Básica no Brasil

72 h

Língua Brasileira de Sinais – Libras

54 h

Desenvolvimento e Aprendizagem

72 h

Didática

72 h

4º

Gestão da Educação e do Trabalho Escolar

72 h

5º

Sociedade e desenvolvimento

54 h

Pesquisa Educacional

54 h

Didática no Ensino da Física

72 h

Ética

54 h

1º

2º

3º

6º

7º

45

Dessa forma, essa proposta pedagógica/curricular aqui apresentada foi desenvolvida
para que o licenciando em Física, desde o início da sua formação, desenvolva uma
postura investigatória, reflexiva e crítica frente ao conhecimento, vivenciando
atividades didáticas diversificadas e, sobretudo, compreendendo os problemas da
realidade educativa nacional e, segundo a Resolução nº 02/2015 – CNE/MEC, em seu Art.
15,
§ 6º O estágio curricular supervisionado é componente obrigatório da organização
curricular das licenciaturas, sendo uma atividade específica intrinsecamente articulada com
a prática e com as demais atividades de trabalho acadêmico.

Figura 1: Gráfico dos componentes curriculares do curso divididos por núcleos.
O Projeto Pedagógico do curso de Física Licenciatura, oferecido pelo campus
Arapiraca, atende ao Parágrafo 1º, Inciso I, do Art. 13º, da Resolução CNE/CP 2, de 1º
de julho de 2015, contemplando as 400 horas de prática como componente curricular
vivenciadas ao longo dos semestres do curso segundo a Resolução CEPE/UFAL 06, de
18 de fevereiro de 2018, que estabelece os Componentes Curriculares Comuns para os
cursos de Formação de Professores da UFAL a partir do ano letivo de 2018, que assim
se expressa:
“Art. 1º - Estabelecer os Componentes Curriculares Comuns aos cursos de
Formação de Professores para a Educação Básica da UFAL, a partir do ano letivo de
2006, observando o disposto na legislação federal, nas normas acadêmicas e nos
fundamentos filosóficos e políticos desta Universidade, contidos em seu Projeto
Pedagógico Institucional.
46

Art. 2º - Os Componentes Curriculares Comuns serão desenvolvidos através das
seguintes disciplinas:
1 – Profissão Docente
2 – Política e Organização da Educação Básica no Brasil
3 – Desenvolvimento e Aprendizagem
4 – Didática
5 – Gestão da Educação e do Trabalho Escolar
6 – Pesquisa Educacional.
14.2 EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Desde os anos de 1970, estamos envolvidos em transformações sem precedentes
nas esferas econômica, política, sociocultural e ambiental. Essas transformações,
configuradas pela reestruturação produtiva do processo capitalista, encerradas no
pensamento neoliberal e do processo de globalização, desestruturam conquistas sociais
importantes e tornam ainda mais evidentes quão frágeis são a economia, a política e a
organização social da maioria dos estados nacionais do Planeta.
Resgata-se de Carvalho (2002), a ideia de que toda educação é ambiental, pois se
a Educação não vier acompanhada pela dimensão ambiental, “perde sua essência e
pouco pode contribuir para a continuidade da vida humana” (p. 36).
Assim, a Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, regulamentada pelo Decreto nº
4.281, de 25 de junho de 2002, dispõe especificamente sobre a Educação Ambiental
(EA) e institui a Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), como componente
essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma
articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo. As DCNs de
Educação Ambiental (Resolução CNE/CP Nº2/2012) destacam que “o papel
transformador e emancipatório da Educação Ambiental se torna cada vez mais visível
diante do atual contexto nacional e mundial em que a preocupação com as mudanças
climáticas, a degradação da natureza, a redução da biodiversidade, os riscos
47

socioambientais locais e globais, as necessidades planetárias evidenciam-se na prática
social”.
Isso posto, nota-se a necessidade de inserir no processo educativo do curso de
Física

Licenciatura

as

discussões

de

educação

ambiental,

na

visão

da

interdisciplinaridade. O trabalho interdisciplinar de educação ambiental se caracteriza
pela ampliação do espaço social e visa a disseminação crítica dos conhecimentos
socioambientais, culturais e políticos, articulando-os à realidade local, nacional e global,
com a formação cidadã e ética.
Busca-se superar a mera ideia de ecologizar o processo educativo, pois o
trabalho de educação ambiental não se limita ao acúmulo de conceitos de ecologia ou ao
trabalho com problemas ambientais.
A relação entre a sociedade e o meio ambiente e que consequências e impactos
essa relação acarretará é um assunto de primordial importância a ser discutido. Com a
globalização, crescimento populacional e avanço tecnológico, grande parte de nossos
recursos naturais estão se esgotando, incluindo a água própria para consumo humano e
nossas fontes de energia natural como o petróleo. De modo a tornar o cidadão ou
cidadã consciente de que suas ações podem causar danos à natureza, e que em muitos
aspectos são irreversíveis, faz-se necessário a criação de um processo educativo sobre o
tema e de possíveis estratégias para reverter ou pelo menos minimizar os danos
causados pela ação humana. A melhor estratégia para atingir tal objetivo é incluir na
formação dos docentes elementos relacionados à ciência, que possam contribuir para a
conscientização da sociedade para esta questão de tamanha gravidade. Dentro da
formação acadêmica do Físico Educador, vários conceitos são importantes e
fundamentais para serem tratados dentro deste contexto. Dentre eles, podemos citar: a
energia e suas fontes; fontes esgotáveis de energia, fontes renováveis de energia, a
radiação oriunda do sol e sua relação com a geração de energia elétrica; processos de
transformação de energia; processos de geração de lixo e sua relação com os conceitos
de entropia; a energia nuclear incluindo as vantagens e desvantagens com respeito ao
meio ambiente e etc. O assunto será abordado no curso de Licenciatura em Física, de
modo transversal, dentro das disciplinas de Física Básica como: Fundamentos de Física
1, Fundamentos de Física 2, Fundamentos de Física 3, Fundamentos de Física 4 bem
como as disciplinas de Física moderna 1 e física moderna 2, além da disciplina
48

Sociedade e Desenvolvimento. As disciplinas estão distribuídas ao longo do curso,
tendo início no primeiro período do curso, chegando até o período final, que é o oitavo.
Destaca-se ainda que a UFAL possui um Núcleo de Educação Ambiental (NEA),
ligado ao Centro de Educação, mas que está aberto a apoiar o trabalho de educação
ambiental em diversos cursos. O NEA desenvolve atividades com o Coletivo Jovem,
cursos de formação para professores e estudantes sobre Educação Ambiental, curso de
especialização em Educação Ambiental (2012).
14.3 RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS E HISTÓRIA E CULTURA AFROBRASILEIRA, AFRICANA E INDÍGENA
Além de cumprir com as exigências normativas educacionais brasileiras, a
proposta de uma Educação para as Relações Étnico-raciais (ERER), incorporada aos
currículos dos cursos de licenciatura e bacharelado desta instituição de ensino superior,
por meio dos Projetos Pedagógicos de Cursos (PPCs), estimula a integração entre
saberes étnicos constitutivos de nossa cultura brasileira (branco, indígena, negro e
cigano), em destaque a nossa cultura alagoana, além de possibilitar a produção de novos
conhecimentos científico, cultural, tecnológico e artístico, ou a revisão dos
conhecimentos existentes, de modo a promover condutas e políticas de formação
profissional que valorizem as diversidades étnico-raciais. Em decorrência dessa
proposta, referendar-se-á o compromisso firmado pela UFAL, dentre outros, de
aperfeiçoamento das políticas de ações afirmativas, dos cursos de graduação à pósgraduação, implementadas, oficialmente, desde 11 de novembro de 2003, por meio da
Resolução CONSUNI/UFAL nº 33, que aprovou o Programa Ações Afirmativas para
Afro-descendentes (PAAF) nesta instituição, com o empenho do Núcleo de Estudos
Afro-brasileiros (NEAB-UFAL), criado em 1981, inicialmente Centro de Estudos Afrobrasileiros (CEAB), que atua tanto internamente à UFAL, com o papel de promover
cursos de formação/capacitação, debates, disponibilização de acervo (documental e
bibliográfico) para consulta e coordenação geral de editais sobre ERER; quanto
externamente, em parceria com outras instituições educacionais do estado, do país e/ou
outros países, e com os movimentos sociais.
Em atenção á Lei 10.639/2003, à Lei 11.645/2008 e da Resolução CNE/CP
01/2004, fundamentada no Parecer CNE/CP 03/2004 que dispõe sobre as Diretrizes
49

Curriculares Nacionais para a Educação de Relações Étnico Raciais e para o Ensino de
História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena, os PPC da UFAL vem tratando a
temática de forma transversal, o presente PPC tratará as questões das Relações ÉtnicoRaciais no âmbito da transversalidade e da indisciplinaridades devido à natureza do
tema, que busca discutir a formação da sociedade contemporânea que inclui o indivíduo
como parte integrante dos grupos étnico-raciais diferentes, que são representantes vivos
da história e cultura do Brasil. Na matriz curricular do Curso o tema está contemplado
de forma direta nas disciplinas obrigatórias, “Sociedade e Cultura”, “Sociedade e
Desenvolvimento” e “Ética”. Os conteúdos serão abordados em atividades teóricas e
práticas, na forma de aulas, conferências, palestras, visitas técnicas ou de estudo e
fóruns de discussão, em atendimento ao Art. 7º, Inciso V da Resolução Nº 1, de 2 de
fevereiro de 2006.
14.4 EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS
A Educação em Direitos Humanos na UFAL adéqua-se à Resolução CNE/CP n.
01/2012 e está institucionalizada pelo Parecer 08/2012. Sua inserção nos PPC dos
cursos deve ocorrer pela transversalidade, por meio de temas relacionados aos Direitos
Humanos e tratados interdisciplinarmente; II como um conteúdo específico de uma das
disciplinas já existentes no currículo escolar; III de maneira mista, ou seja, combinando
transversalidade e disciplinaridade.
No âmbito do Curso de Física Licenciatura a temática dos direitos humanos na
educação é tratada seguindo as diretrizes estabelecidas pela legislação vigente e normas
internas da Universidade. O conteúdo será tratado de modo a combinar a
transversalidade

com

disciplinaridade

dentro

das

disciplinas

Sociedade

e

Desenvolvimento e Ética
14.5 LIBRAS
De acordo com o Art. 3º do Decreto n. 5.626 de 22 de dezembro de 2005 Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua
Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000.
O presente PPC em atendimento a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002 e o Decreto nº
5.626 de 22 de dezembro de 2005, no Parágrafo 2º, Art. 3º, do Capítulo II – que orienta
50

a inclusão da disciplina de Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, nos cursos de
graduação, em caráter obrigatório para as Licenciaturas e Fonoaudiologia e eletiva
(optativa) para os demais cursos. Assim, a disciplina de LIBRAS é obrigatória para o
presente curso. Essa oferta está regulamentada no âmbito da UFAL, pela Resolução Nº
06, de 18 de fevereiro de 2018. A oferta da disciplina no curso de Física é no 2º
período, com carga horária de 54 h.
15 METODOLOGIA

A metodologia, constante no PPC (e de acordo com as DCN, quando houver),
atende ao desenvolvimento de conteúdo, às estratégias de aprendizagem, ao contínuo
acompanhamento das atividades, à acessibilidade metodológica e à autonomia do
discente, coaduna-se com práticas pedagógicas que estimulam a ação discente em uma
relação teoria-prática, e é claramente inovadora e embasada em recursos que
proporcionam aprendizagens diferenciadas dentro da área.
Cabe à instituição assumir o papel de mediador e buscar articular as trocas de
conhecimentos, pois reconhece o discente como um agente principal de sua própria
aprendizagem, sendo capaz de construir satisfatoriamente sua aprendizagem quando
participa ativamente do processo ensino-aprendizagem. Assim, o curso de Física
Licenciatura visa à qualificação e competência do egresso, adotando para tal, métodos
de ensino e aprendizagem diversificados e criativos. Para isto, são utilizadas as
metodologias seguintes.
Seminários: Metodologia utilizada como uma forma de avaliação, preparando o
discente para a prática expositiva, sistematizada de ideias, clareza ao discorrer sobre o
assunto em pauta.
Palestrantes: Metodologia utilizada após o professor aprofundar determinado
assunto, tendo o palestrante a finalidade de contribuir para a integração dos aspectos
teóricos com o mundo do trabalho.
Ciclo de Palestras: Metodologia utilizada na busca de integração de turmas e
avanço do conhecimento, trazendo assuntos novos e enriquecedores, além de

51

proporcionar aos alunos a prática de montagem de apresentações dos conteúdos sob
orientação do professor.
A metodologia adotada no Curso levará em consideração a flexibilidade necessária
para atender domínios diversificados de aplicação e as vocações institucionais de cada
discente no âmbito do curso.
Vale ressaltar que a escolha das metodologias de ensino-aprendizagem adotada no
âmbito de cada disciplina é de responsabilidade de cada docente do Curso. O docente
ficará livre para escolher as estratégias de ensino-aprendizagem mais adequadas aos
conteúdos a serem abordados na sua disciplina. Compete ao docente ainda, buscar fazer
com que suas estratégias de ensino-aprendizagem e de avaliação sejam por si só, formas
de desenvolvimento de competências dos discentes. Para tanto o que se requer dos
docentes do curso é: foco nos objetivos do curso e no perfil desejado do egresso e nas
competências relacionadas; foco nos objetivos da disciplina; visão sistêmica
(capacidade de ver a importância de sua disciplina, no conjunto das disciplinas do curso
e a importância destas para os objetivos do curso e para realização do perfil desejado do
egresso); estimulando o trabalho em grupo; as habilidades de liderança (da classe) pela
competência e pelo exemplo; atualizando e atratividade das aulas com foco na
otimização da aprendizagem dos discentes.
Os conteúdos curriculares serão ministrados em diversas formas de organização,
conforme proposta pedagógica, ressaltando as metodologias de ensino-aprendizagem,
em especial as abordagens que promovam a participação, a colaboração e o
envolvimento dos discentes na constituição gradual da sua autonomia nos processos de
aprendizagem. Esses conteúdos devem ser organizados, em termos de carga horária e de
planos de estudo, em atividades práticas e teóricas, desenvolvidas individualmente ou
em grupo, na própria instituição ou em outras, envolvendo também pesquisas temáticas
e bibliográficas.
Aos alunos que requeiram metodologias de ensino diferenciadas, o colegiado do
curso ao identificar, por meio de observação dos professores e técnicos e/ou
manifestação do estudante, elaborará juntamente com o estudante um plano de trabalho
individual e adequação das metodologias de ensino de acordo com as necessidades.
A UFAL adota políticas que garantam:
52

 Acessibilidade
“Possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e
autonomia, de espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações,
transportes, informação e comunicação, inclusive seus sistemas e tecnologias,
bem como de outros serviços e instalações abertos ao público, de uso público ou
privados de uso coletivo, tanto na zona urbana como na rural, por pessoa com
deficiência ou com mobilidade reduzida” (Lei 13.146/2015 – art. 3º, inciso I).
 Acessibilidade atitudinal
Ausência de barreiras impostas por preconceitos, estigmas, estereótipos e
discriminações.
 Acessibilidade comunicacional
Ausência de barreiras na comunicação interpessoal, na comunicação escrita e na
comunicação virtual (acessibilidade no meio digital). Para garantir essa
dimensão de acessibilidade, é importante a aprendizagem da língua de sinais,
utilização de textos em Braille, textos com letras ampliadas para quem tem baixa
visão, uso do computador com leitor de tela, etc.
 Acessibilidade digital
Ausência de barreiras na disponibilidade de comunicação, de acesso físico, de
tecnologias assistivas, compreendendo equipamentos e programas adequados, de
conteúdo e apresentação da informação em formatos alternativos.
 Acessibilidade Instrumental
Ausência de barreiras nos instrumentos, utensílios e ferramentas de trabalho
(profissional), estudo (escolar), lazer e recreação (comunitária, turística,
esportiva, etc.) e de vida diária. Auxiliam na garantia dessa dimensão da
acessibilidade os recursos de tecnologia assistiva incorporados em lápis, caneta,
régua, teclados de computador e mouses adaptados, pranchas de comunicação
aumentativa e alternativa, etc.
 Acessibilidade metodológica
Com relação às tecnologias de informação e comunicação (TICs) no processo ensinoaprendizagem no curso de Física Licenciatura
 Docentes e discentes fazem o uso de recursos tecnológicos para o
desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão.
53

 É feito o uso de plataformas digitais com o uso repositórios virtuais; mídias
eletrônicas; simulações computacionais com animações que permitem um
melhor rendimento dos estudantes.
 A UFAL disponibiliza um Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), na
qual docentes e discentes ampliam a comunicação indo além da sala de aula.
 A UFAL disponibiliza Projetores de Multimídia e computadores interligadas
para utilização em sala de aula.
 Está disponível internet sem fio com acesso liberado à todos os
frequentadores do campus Arapiraca.
 Os discentes têm à disposição computadores para realizar os mais diversos
estudos, em laboratórios de ensino e pesquisa.
 O campus Arapiraca dispões de uma sala para a gravação de vídeos e
produção de materiais didáticos que podem ser disponibilizados na rede
virtual de computadores.
 Existe um canal de comunicação do curso com a comunidade em geral
disponível através da rede social Facebook.
16 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO

A Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008 – Lei do Estágio, define o “estágio
como o ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho,
que visa à preparação para o trabalho produtivo do estudante”.
Na UFAL os estágios curriculares supervisionados são regulamentados a partir da
Lei do Estágio em conjunto com a Resolução nº 71/2006-CONSUNI/UFAL, de 18 de
dezembro de 2006, ficando definido como componente curricular, presente nos cursos
de graduação, sendo dividido em estágios curriculares supervisionados, obrigatório e
não obrigatório, desde que previstos nos projetos pedagógicos dos cursos.
O estágio curricular supervisionado obrigatório para o curso de Física Licen ciatura
está previsto e orientado a partir da (Resolução CNE/CP Número 2, de Julho de 2015,
segundo a Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008) Inc. II, do Art. 1º das Diretrizes
54

Curriculares Nacionais para o Curso Superior de Graduação em Física, sendo esse
supervisionado periodicamente por um professor do curso com formação ou experiência
na área de atuação das atividades do estágio. Essas atividades deverão ser orientadas e
programadas a partir de um plano de atividades, com a obrigatoriedade de avaliações
periódicas previstas nas normativas institucionais e dos cursos da UFAL. Além disso,
enfatizamos que a carga horária mínima do estágio curricular deverá atingir 400 horas
para o curso.
O Estágio Supervisionado Obrigatório do Curso de Física Licenciatura do campus
Arapiraca, possui 400 horas mínimas de atividades, podendo ser realizado entre o 5º e o
8º período do curso, sendo que seu principal objetivo é proporcionar ao aluno a
oportunidade de aplicar seus conhecimentos acadêmicos em situações da prática
profissional, possibilitando-lhe, assim, o exercício de atitudes em situações vivenciadas
e a aquisição de uma visão crítica de sua área de atuação profissional futura, seja no seu
desenvolvimento pessoal, interpessoal , de ordem formal e não formal.
Em relação as condições de exequibilidade, ressalta-se que as atividades do estágio
serão desenvolvidas de forma teórico/prática, podendo ser nas dependências da UFAL,
como prevê o §3º do Art. 2º da Lei do Estágio, além de empresas públicas, privadas ou
junto a profissionais liberais de nível superior, desde que devidamente registrados em
seus respectivos conselhos de fiscalização profissional, cadastrados e/ou conveniados de
acordo com a legislação vigente, sob a supervisão de um funcionário da empresa
(supervisor) e de um professor da UFAL (orientador).
A estruturação do estágio formaliza-se através de atividades compreendendo,
obrigatoriamente, as seguintes etapas:
•

Apresentação de termo de compromisso: o estágio só será valido a partir do

preenchimento e assinatura do Termo de Compromisso de Estágio (TCE), celebrado
entre o estudante, o docente orientador e a instituição concedente de estágio. Esse termo
é um documento institucional, contendo os dados gerais do estágio em questão, o
número da apólice de seguros que o discente tem direito, disponibilizado, anualmente,
pela Gerência de Estágio (GEST)

55

•

Elaboração do plano de trabalho: o estágio deve estar no contexto da formação

acadêmica e ser apresentado para registro pelo Colegiado e devidamente aprovado e
acompanhado por um docente orientador.
•

Desenvolvimento das ações programadas: o estágio deve ressaltar o lado da

qualidade formal, no aprimoramento das condições instrumentais do exercício
profissional.
•

A avaliação final do estágio: deverá ser apresentado um relatório completo das

atividades ao Coordenador de Estágio e ao Colegiado do Curso, avaliado e assinado
pelo orientador e pelo supervisor do estágio.
Sobre o Estágio Curricular Supervisionado Não Obrigatório é atividade opcional
integrante do conjunto de possibilidades previstas para as atividades complementares. A
carga horária será de no máximo 30 horas semanais, desde que não haja prejuízo nas
atividades acadêmicas obrigatórias. Nos períodos de férias escolares poderão ocorrer
atividades de estágios não obrigatórios, sendo a jornada de trabalho estabelecida entre o
estagiário e a parte concedente, com interveniência da UFAL, através da Coordenação
de Estágios Curriculares do curso.
O Estágio Não-Obrigatório poderá, respeitada a Resolução nº 71/2006CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006, ser transformado em Estágio
Obrigatório, mediante parecer favorável do Colegiado de Curso, a depender da análise e
apreciação da coordenação do curso, aprovado no Colegiado do respectivo curso. De
acordo com a instrução normativa prograd/ Fórum das Licenciaturas Nº 01, de 27 de
setembro de 2013 que disciplina a redução da carga horária de estágio curricular
supervisionado para os alunos dos cursos de Licenciatura da UFAL que exercem
atividade docente regular na Educação Básica:
Art 5º Os alunos poderão solicitar redução da carga horária de estágio curricular
supervisionado em até, no máximo, 200 (duzentas) horas.
Art 6º A redução da carga horária de estágio curricular supervisionado dos alunos da
UFAL que exercem atividade docente regular na Educação Básica deverá ser elaborada
e disciplinada pelo Colegiado de cada Curso, considerando suas especificidades:
I – O tempo do exercício de atividade docente regular será regulamentado pelo
colegiado de cada curso;
56

II – Cabe ao aluno apresentar vínculo de trabalho, regular e vigente, contratual ou
estatutário, junto aos órgãos do respectivo sistema de ensino ou à unidade escolar;
III- Considera-se exercício de atividade docente na educação básica, atividade ou
disciplina equivalente à atividade docente regular efetivamente em exercício;
IV- Se a atividade docente regular exercida pelo aluno corresponder à atividade docente
a que o seu curso de Licenciatura habilita e seja concomitante a realização do estágio e
no nível de ensino do estágio.
Parágrafo Único: Não serão consideradas atividades docentes exercidas sob a forma
eventual de estágio curricular não obrigatório ou de trabalho voluntário.
Art 7º Compete às Coordenações de Estagio analisarem as solicitações dos(as)
alunos(as) e autorizarem ou indeferirem a redução de carga horária de estágio curricular,
em conformidade com as disposições desta Instrução Normativa, bem como julgar os
recursos de solicitações indeferidas.
Parágrafo Único: As solicitações dos(as) alunos(as) e a respectiva documentação
comprobatória, bem como a decisão da Coordenação de Estágio serão encaminhadas
ao DRCA para os devidos assentamentos escolares e arquivamento.
Art 8º Caberá aos Colegiados de Curso o estabelecimento de normas específicas, em
adição às previstas nesta instrução normativa, para regulamentar a atividade de estágio.
16. 1 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO – RELAÇÃO COM A
REDE DE ESCOLAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA
O estágio curricular supervisionado deve ser realizado em escola de educação
básica, em Alagoas, e em particular, no município de Arapiraca, que sedia o campus da
UFAL de Arapiraca, tendo início na segunda metade do curso e ser avaliado juntamente
pela instituição formadora e escola campo de estágio. É na prática de ensino que os
licenciados têm efetivamente oportunidade de vivenciar a ação docente, através de
participação em reuniões de professores. No conjunto, busca-se dar uma formação
pedagógica integrada, articulando-se às atividades dos estágios com as das demais
disciplinas que compõem a área. As atividades são acompanhadas pelo professor
Regente das disciplinas nas escolas, bem como o professor da disciplina estágio
supervisionado, que faz parte do grupo de professores das disciplinas pedagógicas além
de um professor da área específica, que é denominado de coordenador de estágio que
fazem parte do corpo docente Instituição de Ensino Superior, no caso a Universidade

57

Federal de Alagoas (UFAL). As partes envolvidas no processo, realizam reuniões
periódicas, para discutir as práticas pedagógicas aplicadas.
16.2 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO – RELAÇÃO TEORIA E
PRÁTICA
A ciência Física e essencialmente experimental. Desta forma, torna-se impraticável
compreender os efeitos e fenômenos físicos, apenas descrevendo as leis Físicas Teóricas
e manipulações matemáticas aparentemente abstratas. Deste modo, o estágio curricular
supervisionado no curso de licenciatura em Física da UFAL Campus de Arapiraca,
promove uma relação entre teoria e prática e contempla a articulação entre o currículo
do curso e aspectos práticos da Educação Básica, o embasamento teórico das atividades
planejadas no campo da prática, a participação do licenciando em atividades de
planejamento, desenvolvimento e avaliação realizadas pelos docentes da Educação
Básica, a reflexão teórica acerca de situações vivenciadas pelos licenciados e a criação e
divulgação de produtos que articulam e sistematizam a relação teoria e prática.
17 ATIVIDADES COMPLEMENTARES

As Atividades Complementares estão institucionalizadas e consideram a carga
horária, a diversidade de atividades e de formas de aproveitamento, a aderência à
formação geral e específica do discente, constante no PPC, e a existência de
mecanismos comprovadamente exitosos ou inovadores na sua regulação, gestão e
aproveitamento.
As Atividades Complementares da UFAL estão institucionalizadas através da
Resolução 4.122 e previstas para se integralizarem em 200 horas. Compreendem-se
como atividades complementares todas e quaisquer atividades não previstas entre as
atividades e disciplinas, fixas e eletivas obrigatórias, da matriz curricular do curso, as
quais poderão ser desenvolvidas em qualquer período do curso, contemplando
atividades/modalidades de ensino, pesquisa e extensão.
As atividades complementares são obrigatórias para integralização curricular do
curso, devendo está fundadas no objetivo de flexibilização do currículo pleno,
propiciando

ao

aluno

enriquecimento

curricular,

diversificação

temática

e

aprofundamento interdisciplinar, abrangendo a prática de estudo e atividades
58

independentes, transversais, opcionais, interdisciplinares, permanente contextualização
e atualização, possibilitando ao aluno vivências acadêmicas compatíveis com as
relações do mercado de trabalho, estabelecida ao longo do curso, notadamente
integrando-as as diversas peculiaridades regionais e culturais, ajudando os alunos na
aquisição de suas competências e habilidades.
O aluno deverá cursar, pelo menos duas das modalidades complementares desde
o início do curso, apresentando atestado/certificado/declaração de realização. Assim,
será evitada acumulação no final do curso para o aproveitamento de carga horária.
A integralização curricular será considerada efetivada após o aluno cumprir,
além do conteúdo programático da parte fixa, a carga horária referente às partes fixa e
flexível do Currículo pleno, consubstanciada na elaboração, apresentação e aprovação
de seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
Neste projeto são aceitos as seguintes atividades e respectivas cargas horárias
máximas, relacionadas com o Curso de Física, em atendimento a DCN da formação de
professores, Art. 13, Parágrafo 1º, Inciso IV:
IV - 200 (duzentas) horas de atividades teórico-práticas de aprofundamento em áreas
específicas de interesse dos estudantes, conforme núcleo definido no inciso III do artigo
12 desta Resolução, por meio da iniciação científica, da iniciação à docência, da
extensão e da monitoria, entre outras, consoante o projeto de curso da instituição.
No âmbito da UFAL tem-se a Resolução nº 113/95 – CEPE, de 13 de novembro
de 1995. No curso de Física Licenciatura do campus Arapiraca, as atividades
complementares são exigidas conforme descrição a seguir.


Disciplinas ofertadas por quaisquer cursos da UFAL ou por outras instituições
reconhecidas em áreas correlacionadas com o curso de Física Licenciatura – 120
h.



Participação em eventos: seminários, simpósios, congressos, conferências,
workshop, mini-cursos e outros eventos de caráter acadêmico – 120h.



Participação em encontros regionais, nacionais e internacionais de estudantes –
60h
59



Participação em organização de eventos institucionais – 60 h



Administração de entidades estudantis – 60 h



Núcleos ou módulos temáticos- 100 h



Monitoria – 120 h



Iniciação cientifica – 120 h



Iniciação pesquisa-ação – 120 h



Programas de extensão não-obrigatórios – 120 h



Estágio supervisionado não-obrigatório – 120 h

18 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)

A Resolução nº 25/2005 do CEPE, de 26 de outubro de 2005, no Art. 18, reza o
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular obrigatório em todos
os Projetos Pedagógicos dos Cursos da UFAL, assumindo a seguinte conformação:
I – O TCC não se constitui como disciplina, não tendo, portanto, carga horária fixa
semanal, sendo sua carga horária total prevista no PPC e computada para
integralização do Curso.
II – A matrícula no TCC se dará automaticamente a partir do período previsto no
PPC para sua elaboração, não tendo número limitado de vagas, nem sendo
necessária a realização de sua matricula especifica no Sistema Acadêmico.
III – A avaliação do TCC será realizada através de 01 (uma) única nota, dada após a
entrega do trabalho definitivo, sendo considerada a nota mínima 7,0 (sete), nas
condições previstas no PPC.
IV – Caso o aluno não consiga entregar o TCC até o final do semestre letivo em
que cumprir todas as todas as exigências da matriz curricular, deverá realizar
matricula-vínculo no início de cada semestre letivo subsequente, até a entrega do
60

TCC ou quando atingir o prazo máximo para a integralização de seu curso, quando
então o mesmo será desligado.
A carga horária prevista para o TCC é de 52 horas. O TCC será elaborado
individualmente.
O TCC será apresentado perante uma banca examinadora composta pelo Orientador
e dois outros componentes com conhecimentos e atuação em áreas afins, podendo estes
não pertencer ao quadro de professores da UFAL. Deverá observar os seguintes
preceitos:
a – Trabalho individual, com tema de livre escolha do aluno, obrigatoriamente
relacionado com as atribuições profissionais;
b – Desenvolver trabalho sob a supervisão de professores orientadores, escolhidos
pelo estudante entre os docentes do curso;
c – Avaliação pela Coordenação de TCC;
d – A presidência da banca examinadora será do orientador;
e – O trabalho deverá está dentro das normas de TCC do Curso de Física
Licenciatura (em anexo); V
f – O TCC deverá assumir caráter monográfico;
g – O discente divulgará data e hora da defesa 15 (quinze) dias antes, através de
cartaz (conforme modelo em anexo) no Campus;
h – O docente de outros centros ou pesquisadores de outras instituições deverá ser
credenciado pelo Colegiado do Curso;
i – A versão final do TCC deverá ser entregue em arquivo digital via em CD-ROM,
com arquivo em PDF em repositórios da biblioteca setorial do campus sede do
curso, no caso, o Campus de Arapiraca;
j – Os trabalhos de conclusão de curso são disponibilizados eletronicamente através
do site ud.arapiraca.ufal.br

61

19 ATIVIDADES DE EXTENSÃO

A Universidade Federal de Alagoas, orientada pela base legal da Extensão
Universitária Nacional, como preceitua a Constituição (1988), a Lei de Diretrizes de
Bases da Educação Nacional (1996), a meta 12.7 do Plano Nacional de Educação - PNE
(2014) e a Resolução Consuni-UFAL 04/2018 que estabelecem em seus objetivos
institucionais consolidar e expandir os programas de extensão das unidades acadêmicas,
articulando-os às demandas sociais. A consolidação dessa finalidade passa,
obrigatoriamente, pela formação do estudante, sujeito da construção do conhecimento.
A UFAL assume o compromisso, legitimado por seu Estatuto (2003), e dimensiona a
extensão como a vivência do processo ensino-aprendizagem, com a participação da
comunidade acadêmica e de toda a sociedade, utilizando como meio, os Programas e os
Projetos que são elaborados e executados pelas Unidades Acadêmicas.
Atividade de extensão é um processo interdisciplinar, educativo, cultural, científico
e político que promove a interação transformadora entre a Universidade e outros setores
da sociedade, além de serem configuradas como componentes curriculares, que podem
ser creditadas no histórico dos Discentes de Graduação, projetos, cursos, eventos,
produtos, todos relacionados a um Programa de Extensão com ementa e objetivos
formativos definidos nos Projetos Pedagógicos de Cursos (PPCs), sendo denominadas
de ACE (Atividades Curriculares de Extensão).
A Coordenação de Extensão tem a competência de Planejar, Coordenar e/ou
Assessorar todas as atividades de Extensão desenvolvidas pelos Docentes e Técnicos
Administrativos e também vinculada a Coordenação do Curso de Física Licenciatura
coordenando as atividades desenvolvidas pelos Discentes nesses e outros projetos e/ou
programas de Extensão. A ela compete trabalhar em consonância com a Coordenação do
Curso de Física Licenciatura, ao qual deverá estar inteiramente ligada, tendo direito ao
livre acesso as pastas e a toda a vida acadêmica do aluno, para as finalidades a que se
propõe. É também da sua competência e/ou Coordenar Programas e Projetos ligados a
Extensão no âmbito do Centro e das Empresas e setores a ele conveniados (Centro ×
Empresa) ou (Centro × PROEST).
Em atendimento as diretrizes da Política Nacional de Extensão Universitária
(2012), o Curso de Física Licenciatura propõe a criação do programa de extensão com o
62

intuito de aprimorar estratégias político-pedagógicas que viabilizem e consolide as
ações extensionistas que já vem sendo desenvolvidas no curso, tornando-as o principal
instrumento de interação entre Universidade e Sociedade, bem como o alicerce da
recíproca transformação. Neste sentido, o curso propõe um programa que visa reunir as
atividades de extensão cujos objetivos tenham um perfil comum. Desta forma, após
levantamento e detalhamento das ações desenvolvidas pelo conjunto dos docentes e
discentes do curso, foram estabelecidos um conjunto de ações, descritas no tópico a
seguir, que se articulam em torno do objetivo de identificar as diversas demandas
sociais. As atividades de extensão propostas no presente programa, serão articuladas aos
componentes curriculares de extensão que obrigatoriamente os estudantes deverão
cursar de modo a lhes garantir uma formação extensionista. Enfatiza-se que o Programa
pretende consolidar ações docentes e discentes desenvolvidas pelo curso com a parceria
e/ou a colaboração/participação de outros cursos localizados no Campus Arapiraca UFAL e/ou de outras instituições de ensino, dando ênfase e estimulando, assim,
interdisciplinariedade e a consolidação de parceiras com outras instituições públicas ou
privadas, desde que sua presença seja pertinente aos projetos e aos objetivos do referido
Programa.
As atividades curriculares de extensão no Curso Física Licenciatura serão
contempladas, intrinsecamente às ações de ensino e de pesquisa, na forma de programas
e projetos de extensão utilizando-se, dentre outras, atividades de disciplinas obrigatórias
ou eletivas para execução dos mesmos, sendo computada em pelo menos 10% da carga
mínima estabelecida para o curso. As atividades serão diversificadas e voltadas para o
estudo, planejamento e realização das ações extensionistas, visando proporcionar aos
discentes, atividades de campo, coletas e tratamento de dados para a construção de
diagnósticos e de pesquisas com metodologias participativas e de intervenção que
aproximem o aluno da comunidade ou tragam a comunidade até a Universidade. Os
discentes participarão de projetos inseridos no programa institucionalizado de extensão
da unidade acadêmica, pela vivência junto às comunidades de forma coletiva a partir do
terceiro período totalizando uma carga horária mínima de 342 horas. Devido às
especificidades da matriz curricular, as atividades de extensionistas terão carácter
obrigatório, com uma carga horária teórica e prática, onde estas serão atribuídas a
execução e cumprimento das metas estabelecidas em cada atividade curricular de
extensão. Os encontros presenciais que computam a carga horária teórica servirão para
63

o coordenador dos projetos traçar os objetivos, metas e metodologias com os discentes
matriculados. Salienta-se que cada um desses projetos computarão uma carga-horária
efetiva especificada para cada estudante que integralizar as atividades. Em outra frente
serão realizadas atividades atendendo a interdisciplinaridade da pesquisa e do ensino.
Além das atividades obrigatórias de extensão, os estudantes podem participar de
outras atividades curriculares vinculados às comunidades, em qualquer período do
curso, tais como: Pesquisa, Trabalho de Conclusão de Curso e Atividades de
Complementares. Todas as ações de extensão devem ser registradas junto à coordenação
de extensão da Unidade Acadêmica e na Pró-Reitoria de Extensão – PROEX.
PROGRAMA DE EXTENSÃO DO CURSO DE FÍSICA LICNCIATURA –
CAMPUS ARAPIRACA
19.1 TÍTULO DO PROGRAMA
Educação científica e seus desafios
19.2 ÁREAS TEMÁTICAS
Formação e prática profissional do professor de Física
Tecnologias da informação e comunicação e o ensino de Física
Didática, Currículo e inovação educacional no ensino de Física
19.3 LINHAS DE EXTENSÃO
Espaços de ciências
Formação de professores
Metodologias e estratégias de ensino/aprendizagem
Educação profissional
Divulgação científica e tecnológica

64

Formação de professores
Jovens e adultos
19.4 CURSO PROPONENTE
Física Licenciatura
19.5 UNIDADE (S) ACADÊMICA (S) ENVOLVIDA (S)
Campus Arapiraca
19.6 PARCEIROS INSTITUCIONAIS
Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Alagoas
19.7 RESUMO DO PROGRAMA
O Programa de Extensão do curso de Física Licenciatura – Campus Arapiraca,
denominado Educação científica e seus desafios, tem por objetivo reunir os projetos e
demais ações de extensão deste curso visando torná-los mais homogêneos as diversas
atividades de extensão, cujo principal objetivo é articular os conhecimentos adquiridos
juntamente com ensino e pesquisa desenvolvidos dentro da universidade com as
diversas demandas sociais.
19.8 OBJETIVO GERAL DO PROGRAMA
Geral: Dar continuidade à política de extensão no curso de Física Licenciatura de modo
a consolidar, na formação discente, a relação entre pesquisa e ação social na atuação do
professor licenciado. Uma vez que a extensão articula o conhecimento científico com o
conhecimento popular, numa troca em que ambos são favorecidos.
Específicos:

65

i. Estimular o estudante de Física Licenciatura a participar de intervenções sociais
orientadas, como compromisso de identificar grupos em situação de vulnerabilidade, de
modo a contribuir para a emancipação da sociedade;
ii. Desenvolver atividades mediante grupos de aprendizagem tutorial de natureza
coletiva e interdisciplinar;
iii. Aprimorar técnico-metodologicamente, a partir de intervenções diretas e orientadas,
as ferramentas de diagnóstico apresentadas e discutidas em sala de aula;
iii. Estabelecer maior organicidade entre as esferas do Ensino, da Pesquisa e da
Extensão universitária;
iv. Estimular a formação de profissionais e docentes de elevada qualificação técnica,
científica tecnológica e acadêmica;
v. Formular novas estratégias de desenvolvimento e modernização do ensino de física;
vi. Estimular debates e ações de extensão que enfatizem a construção de conhecimento
através de um processo dialógico junto aos grupos sociais.
vii. Possibilitar a organização de ações de extensão que possam ser desenvolvidas no
âmbito dos componentes curriculares obrigatórios de extensão, garantindo a efetiva
participação e, consequente formação, dos estudantes em atividades extensionistas.
19.9 JUSTIFICATIVA DO PROGRAMA
Em atendimento as diretrizes da Política Nacional de Extensão Universitária
(2012), o Curso de Física Licenciatura propõe a criação do programa de extensão com o
intuito de aprimorar estratégias político-pedagógicas que viabilizem e consolide as
ações extensionistas que já vem sendo desenvolvidas no curso, tornando-as o principal
instrumento de interação entre Universidade e Sociedade, bem como o alicerce da
recíproca transformação. Neste sentido, o presente projeto visa reunir as atividades de
extensão cujos objetivos tenham um perfil comum. Desta forma, após levantamento e
detalhamento das ações desenvolvidas pelo conjunto dos docentes e discentes do curso,
foram estabelecidos um conjunto de ações, descritas no tópico a seguir, que se articulam
em torno do objetivo de identificar as diversas demandas sociais. As atividades de
66

extensão propostas no presente programa serão articuladas aos componentes
curriculares de extensão que obrigatoriamente os estudantes deverão cursar de modo a
lhes garantir uma formação extensionista. Enfatiza-se que o Programa pretende
consolidar ações docentes e discentes desenvolvidas pelo curso com a parceria e/ou a
colaboração/participação de outros cursos localizados no Campus Arapiraca - UFAL
e/ou de outras instituições de ensino, dando ênfase e estimulando, assim,
interdisciplinaridade e a consolidação de parceiras com outras instituições públicas ou
privadas, desde que sua presença seja pertinente aos projetos e aos objetivos do referido
Programa.
19.10 ABRANGÊNCIA DO PROGRAMA
As ações a serem desenvolvidas no programa visão a interdisciplinaridade, trabalhando
os conhecimentos físicos em conjuntos com os conhecimentos matemáticos, químicos,
biológicos, computacionais, pedagógicos entre outros. Esta comunhão entre
conhecimentos possibilitará interação entre alunos, técnicos e professores de diferentes
cursos do campus Arapiraca - sede, assim como também com suas unidades acadêmicas
e ainda, entre os demais campi (Sertão e A.C. Simões).
19.11 ATIVIDADES CURRICULARES DA EXTENSÃO - ACES
No curso de Física Licenciatura as atividades de Extensão desenvolvidas nos âmbitos
dos cursos de graduação da Universidade Federal de Alagoas, terão que contabilizar no
mínimo 10% da carga horária total do curso. De acordo com a Resolução
CONSUNI/UFAL Nº 04, de 18 de fevereiro de 2018, que regulamenta as atividades de
extensão como componente curricular obrigatório nos cursos de graduação da UFAL.
Em atendimento a esta exigência, o Projeto Pedagógico do Curso de Física Licenciatura
contempla uma carga horária mínima de 360 horas, em atendimento ao Plano Nacional
de Educação (PNE).
As atividades curriculares de extensão (ACEs) propostas pelo curso contemplam dois
projetos a serem executados no período de dois semestres letivos, um curso de extensão
e um evento, ambos com duração de um semestre letivo. Na tabela abaixo, seguem a
descrição das atividades de extensão que o discente deverá se matricular

67

obrigatoriamente, a carga horária referente a cada atividade e o período no qual será
ofertado.
Quadro 3 – Distribuição das ACEs do curso de Física Licenciatura
ACEs

Período

ACE1 - Uso de tecnologias digitais para o
ensino de física (Parte 1)

3º

12

26

38

ACE2 - Uso de tecnologias digitais para o
ensino de física (Parte 2)

4º

14

40

54

ACE3 Científicos

Eventos

5º

12

24

36

ACE4 - Confecção de materiais didáticos
para o ensino de física (Parte 1)

6º

20

52

72

ACE5 - Confecção de materiais didáticos
para o ensino de física (Parte 2)

7º

20

52

72

ACE6 – Curso de Extensão

8º

20

52

72

Organização

de

CH teórica CH prática

Total

CH Total

344

19.11.1ACE1 - Uso de tecnologias digitais para o ensino de física – parte 1
Ementa: Identificação e utilização de objetos educacionais digitais no ensino de Física.
Desenvolvimento de novas ferramentas digitais facilitadoras para o ensino: jogos
digitais, simulações, entre outros. Utilização de plataformas digitais de ensino.
Objetivo Geral:
- Articular teoria e prática;
- Incentivar os alunos no aprendizado da Física;
Objetivos Específicos:
- Promover metodologias alternativas para as aulas de física;
- Explorar o uso de recursos digitais para trabalhar os conceitos de física;
- Tornar perceptível a todos que as teorias físicas estão próximas do cotidiano.
68

Metodologia:
A atividade de curricularização da extensão 1 - ACE1 será desenvolvida através de
encontros presenciais semanais no âmbito da universidade totalizando 12 horas das
carga horária total referente a ACE (ver tabela). Neste encontros serão realizadas as
explanações sobre as ações/metas propostas, acompanhamento das ações realizadas e
orientações quanto a condução da mesma. Tais encontros serão supervisionados sempre
pelo professor coordenador da ACE. Além dos encontros presenciais, teremos atividades
extra sala de aula, que nortearão os momentos de intervenções do grupo junto ao
público. Além disso, o aluno participará efetivamente das atividades junto a
comunidade. Estes por sua vez, contabilizarão as 26 horas restantes da carga horária
total do presente projeto.
Avaliação:
A avaliação será feita tendo como referenciais itens subjetivos como grau de
envolvimento,

iniciativa,

responsabilidade,

interesse

e

itens

objetivos

como

pontualidade, assiduidade, avaliados principalmente por meio de relatórios e reuniões.
Bibliografia Básica:
ANDRADE, Luiz Antônio Botelho; SILVA, Edson Pereira. A Universidade e sua
relação com o outro: um conceito para extensão universitária. Educação Brasileira, v.
23, n. 47, p. 65-79, 2001.
FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983, 93p.
PIERSON, Alice Helena Campos; CORTEGOSO, Ana Lucia; ARAÚJO FILHO,
Targino de. Flexibilização curricular: experiências e perspectivas. In: THIOLLENT,
Michel; CASTELO
BERNARDO, J. C. Dispositivos móveis digitais na incrementação do processo de
ensino e aprendizagem: mobile-learning no rompimento de paradigmas. Revista
EDaPECI, v. 13, n.1, p.141-157, 2013.
COLL, César, MONEREO, Charles. Psicologia da educação virtual: Aprender e ensinar
com as tecnologias da informação e da comunicação. Artmed Editora, 2010.

69

Bibliografia Complementar:
REDE NACIONAL DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Documentos. Plano Nacional
de Extensão Universitária, 2001. Disponível em: <http://www.renex.org.br> Acesso em:
15 dez. 2004. [6] GURGEL, R. M. Extensão Universitária: Comunicação ou
domesticação? São Paulo: Cortez, 1986.
BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre universidade e
comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 9, n.1, p. 157-169, jan./jun. 2007.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Fórum de Pró-Reitores de Extensão das
Universidades Públicas Brasileiras e SESu/MEC. Política Nacional de Extensão
Universitária, Manaus, 2012.
PERES, C. M.; ANDRADE, A. S.; GARCIA, S. B. Atividades extracurriculares:
multiplicidade e diferenciação necessárias ao currículo. Rev. Bras. Ed. Med. v.3, n.3, p.
203- 11.
GURGEL, R. M. (1986) Extensão Universitária: Comunicação ou Domesticação? São
Paulo: Cortez Autores Associados.
ACE2 - Uso de tecnologias digitais para o ensino de física – parte 2
Ementa: Identificação e utilização de objetos educacionais digitais no ensino de Física.
Desenvolvimento de novas ferramentas digitais facilitadoras para o ensino: jogos
digitais, simulações, entre outros. Utilização de plataformas digitais de ensino.
Objetivo Geral:
- Articular teoria e prática;
- Incentivar os alunos no aprendizado da Física;
Objetivos Específicos:
- Promover metodologias alternativas para as aulas de física;
- Explorar o uso de recursos digitais para trabalhar os conceitos de física;
70

- Tornar perceptível a todos que as teorias físicas estão próximas do cotidiano.
Metodologia:
A atividade de curricularização da extensão 2 - ACE2 será desenvolvida através de
encontros presenciais semanais no âmbito da universidade totalizando 14 horas das
carga horária total referente a ACE (ver tabela). Nestes encontros serão realizadas as
explanações sobre as ações/metas propostas, acompanhamento das ações realizadas e
orientações quanto a condução da mesma. Tais encontros serão supervisionados sempre
pelo professor coordenador da ACE. Além dos encontros presenciais, teremos atividades
extra sala de aula, que nortearão os momentos de intervenções do grupo junto ao
público. Além disso, o aluno participará efetivamente das atividades junto a
comunidade. Estes por sua vez, contabilizarão as 40 horas restantes da carga horária
total do presente projeto.
Avaliação:
A avaliação será feita tendo como referenciais itens subjetivos como grau de
envolvimento,

iniciativa,

responsabilidade,

interesse

e

itens

objetivos

como

pontualidade, assiduidade, avaliados principalmente por meio de relatórios e reuniões.
Bibliografia Básica:
JESUS, K. E.; ALVES, A. L.; PORTO, C. Tecnologias móveis em educação: um
experimento por meio da sala de aula invertida. Revista EDaPECI, v. 17, n. 1, p. 96-109,
2017.
KENSKI, Vani Moreira; Educação e Tecnologias: o novo ritmo da informação. 8ªed. –
Campinas, SP: Papirus, 2012.
FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983, 93p.
PIERSON, Alice Helena Campos; CORTEGOSO, Ana Lucia; ARAÚJO FILHO, Targino
de. Flexibilização curricular: experiências e perspectivas. In: THIOLLENT, Michel;
CASTELO
BRANCO, Alba Lúcia; GUIMARÃES, Regina Guedes Moreira; ARAÚJO FILHO,
Targino de. (org.). Extensão universitária: conceitos, métodos e práticas. Rio de Janeiro,
71

v. 1, p. 41-55, 2003.
Bibliografia Complementar:
REDE NACIONAL DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Documentos. Plano Nacional
de Extensão Universitária, 2001. Disponível em: <http://www.renex.org.br> Acesso em:
15 dez. 2004. [6] GURGEL, R. M. Extensão Universitária: Comunicação ou
domesticação? São Paulo: Cortez, 1986.
BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre universidade e
comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 9, n.1, p. 157-169, jan./jun. 2007.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades
Públicas Brasileiras e SESu/MEC. Política Nacional de Extensão Universitária, Manaus,
2012.
PERES, C. M.; ANDRADE, A. S.; GARCIA, S. B. Atividades extracurriculares:
multiplicidade e diferenciação necessárias ao currículo. Rev. Bras. Ed. Med. v.3, n.3, p.
203- 11.
GURGEL, R. M. (1986) Extensão Universitária: Comunicação ou Domesticação? São
Paulo: Cortez Autores Associados.
ACE3 - Organização de Eventos Científicos
Ementa: Tópicos de pesquisa atuais com os avanços mais recentes em cada área de
pesquisa.
Objetivo Geral:
- Introduzir, ilustrar e reforçar definições e conceitos físicos abrangendo de forma
introdutória os conteúdos abordados.
Objetivo Específico:
- Desenvolver habilidades para a organização de eventos acadêmicos;
Metodologia:

72

A atividade de curricularização da extensão 3 - ACE3 será desenvolvida através de
encontros presenciais semanais no âmbito da universidade totalizando 12 horas das
carga horária total referente a ACE (ver tabela). Neste encontros serão realizadas as
explanações sobre as ações/metas propostas, acompanhamento das ações realizadas e
orientações quanto a condução da mesma. Tais encontros serão supervisionados sempre
pelo professor coordenador da ACE. Além dos encontros presenciais, teremos atividades
extra sala de aula, que nortearão os momentos de intervenções do grupo junto ao
público. Além disso, o aluno participará efetivamente das atividades junto a
comunidade. Estes por sua vez, contabilizarão as 24 horas restantes da carga horária
total do presente projeto.
Avaliação:
A avaliação será feita tendo como referenciais itens subjetivos como grau de
envolvimento,

iniciativa,

responsabilidade,

interesse

e

itens

objetivos

como

pontualidade, assiduidade, avaliados principalmente por meio de relatórios e reuniões.
Bibliografia Básica:
CESCA, Cleuza G. Gimenes. Organização de eventos: manual para planejamento e execução. 10. ed. São Paulo: Summus, 2008.
ALLEN, Johnny; KRAMER, Adriana; TOLEDO, Marise Philbois (Trad.). Organização e
gestão de eventos. Rio de Janeiro: Elsevier, Campus, 2008.
ZITTA, Carmem; GONÇALVES, Carmem Lúcia Alves. Organização de eventos: da ideia
à realidade. 3. ed. Brasília: Senac Distrito Federal, 2011.

Bibliografia Complementar:
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Fórum de Pró-Reitores de Extensão das
Universidades Públicas Brasileiras e SESu/MEC. Política Nacional de Extensão
Universitária, Manaus, 2012.
PERES, C. M.; ANDRADE, A. S.; GARCIA, S. B. Atividades extracurriculares:
multiplicidade e diferenciação necessárias ao currículo. Rev. Bras. Ed. Med. v.3, n.3, p.
203- 11.
GURGEL, R. M. (1986) Extensão Universitária: Comunicação ou Domesticação? São
Paulo: Cortez Autores Associados.
73

GIACAGLIA, Maria Cecília. Organização de eventos: teoria e prática. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003.
MATIAS, Marlene. Organização de eventos: procedimentos e técnicas. 4. ed. Barueri: Manole, 2007.
ZANELLA, Luiz Carlos. Manual de organização de eventos: planejamento e
operacionalização. São Paulo: Atlas, 2011.

ACE4 – Confecção de materiais didáticos para o ensino de física – parte 1
Ementa: Elaboração de ferramentas facilitadoras para o ensino: jogos, equipamentos,
experimentos, entre outros.
Objetivo Geral:
- Desenvolvimento de materiais didáticos para o ensino de física e inclusão no ensino de
física.
Objetivo Específico:
- Disponibilizar materiais didáticos instrumentais para serem utilizados junto às escolas
de ensino médio;
- Desenvolver materiais didáticos visando a inclusão no ensino de física;
- Apoiar as disciplinas profissionalizantes do curso de Licenciatura em Física com a
produção de material didático;
Metodologia:
A atividade de curricularização da extensão 2 - ACE2 será desenvolvida através de
encontros presenciais semanais no âmbito da universidade totalizando 20 horas das
carga horária total referente a ACE (ver tabela). Neste encontros serão realizadas as
explanações sobre as ações/metas propostas, acompanhamento das ações realizadas e
orientações quanto a condução da mesma. Tais encontros serão supervisionados sempre
pelo professor coordenador da ACE. Além dos encontros presenciais, teremos atividades
extra sala de aula, que nortearão os momentos de intervenções do grupo junto ao
público. Além disso, o aluno participará efetivamente das atividades junto a
74

comunidade. Estes por sua vez, contabilizarão as 52 horas restantes da carga horária
total do presente projeto.
Avaliação:
A avaliação será feita tendo como referenciais itens subjetivos como grau de
envolvimento,

iniciativa,

responsabilidade,

interesse

e

itens

objetivos

como

pontualidade, assiduidade, avaliados principalmente por meio de relatórios e reuniões.
Bibliografia básica
HALLIDAY, et al. 2006. Fundamentos de Física 1: mecânica. -7a ed. – São Paulo:
LTC.
HALLIDAY, et al. 2006. Fundamentos de Física 2: Gravitação, Ondas e
Termodinâmica. -7a ed. – São Paulo: LTC.
TIPLER, P. A. & MOSCA, G. 2006. Física Vol I: Mecânica, Oscilações e Ondas,
Termodinâmica. -5a ed. – São Paulo: LTC.
Symon, K. R.. MECÂNICA- Editora Campus, Rio de Janeiro. 1982.
Tipler, P. A. ; Llewellyn, Ralph A.. Física Moderna – 3ª Ed. LTC, 2001.
Bibliografia complementar
HEWITT, G. P. 2002. Física conceitual. – 9a ed. – Bookman.
RAMALHO JÚNIOR, Francisco; FERRARO, Nicolau Gilberto; SOARES, Paulo
Antônio de Toledo. Os fundamentos da física. 8. ed. São Paulo: Moderna, 2003.
FEYMMAN, Richard P; LEIGHTON, Robert B; SANDS, Matthew L. The Feynman:
lectures on physics. Menlo Park: Addison-Wesley, c1963. 3 v.
PIERSON, Alice Helena Campos; CORTEGOSO, Ana Lucia; ARAÚJO FILHO,
Targino de. Flexibilização curricular: experiências e perspectivas. In: THIOLLENT,
Michel; CASTELO
BRANCO, Alba Lúcia; GUIMARÃES, Regina Guedes Moreira; ARAÚJO FILHO,
Targino de. (org.). Extensão universitária: conceitos, métodos e práticas. Rio de Janeiro,
75

v. 1, p. 41-55, 2003.
ACE5 – Confecção de materiais didáticos para o ensino de física – parte 2
Ementa: Elaboração de ferramentas facilitadoras para o ensino: jogos, equipamentos,
experimentos, entre outros.
Objetivo Geral:
- Desenvolvimento de materiais didáticos para o ensino de física e inclusão no ensino de
física.
Objetivo Específico:
- Disponibilizar materiais didáticos instrumentais para serem utilizados junto às escolas
de ensino médio;
- Desenvolver materiais didáticos visando a inclusão no ensino de física;
- Apoiar as disciplinas profissionalizantes do curso de Licenciatura em Física com a
produção de material didático;
Metodologia:
A atividade de curricularização da extensão 2 - ACE2 será desenvolvida através de
encontros presenciais semanais no âmbito da universidade totalizando 20 horas das
carga horária total referente a ACE (ver tabela). Neste encontros serão realizadas as
explanações sobre as ações/metas propostas, acompanhamento das ações realizadas e
orientações quanto a condução da mesma. Tais encontros serão supervisionados sempre
pelo professor coordenador da ACE. Além dos encontros presenciais, teremos atividades
extra sala de aula, que nortearão os momentos de intervenções do grupo junto ao
público. Além disso, o aluno participará efetivamente das atividades junto a
comunidade. Estes por sua vez, contabilizarão as 52 horas restantes da carga horária
total do presente projeto.
Avaliação:

76

A avaliação será feita tendo como referenciais itens subjetivos como grau de
envolvimento,

iniciativa,

responsabilidade,

interesse

e

itens

objetivos

como

pontualidade, assiduidade, avaliados principalmente por meio de relatórios e reuniões.
Bibliografia básica
HALLIDAY, et al. 2006. Fundamentos de Física 3: eletromagnetismo. -7a ed. – São
Paulo: LTC.
HALLIDAY, et al. 2006. Fundamentos de Física 4: Óptica e Física Moderna. -6a ed.
– São Paulo: LTC.
REDE NACIONAL DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Documentos. Plano Nacional
de Extensão Universitária, 2001. Disponível em: <http://www.renex.org.br> Acesso em:
15 dez. 2004. [6] GURGEL, R. M. Extensão Universitária: Comunicação ou
domesticação? São Paulo: Cortez, 1986.
Symon, K. R.. MECÂNICA- Editora Campus, Rio de Janeiro. 1982.
Tipler, P. A. ; Llewellyn, Ralph A.. Física Moderna – 3ª Ed. LTC, 2001.
Bibliografia complementar
HEWITT, G. P. 2002. Física conceitual. – 9a ed. – Bookman.
FEYMMAN, Richard P; LEIGHTON, Robert B; SANDS, Matthew L. The Feynman:
lectures on physics. Menlo Park: Addison-Wesley, c1963. 3 v.
PIERSON, Alice Helena Campos; CORTEGOSO, Ana Lucia; ARAÚJO FILHO,
Targino de. Flexibilização curricular: experiências e perspectivas. In: THIOLLENT,
Michel; CASTELO
BRANCO, Alba Lúcia; GUIMARÃES, Regina Guedes Moreira; ARAÚJO FILHO,
Targino de. (org.). Extensão universitária: conceitos, métodos e práticas. Rio de Janeiro,
v. 1, p. 41-55, 2003.
PIERSON, Alice Helena Campos; CORTEGOSO, Ana Lucia; ARAÚJO FILHO,
Targino de. Flexibilização curricular: experiências e perspectivas. In: THIOLLENT,
Michel; CASTELO
77

ACE6 – Curso de Extensão
Ementa: Tópicos de Física; Representação gráfica de dados experimentais; Leitura e
discussão de textos científicos; Atividades participativas em seminários.
Objetivo Geral:
- Introduzir, ilustrar e reforçar definições e conceitos físicos abrangendo de forma
introdutória os conteúdos abordados.
Objetivo Específico:
- Proporcionar ao aluno a oportunidade de aplicar experiência de uma sala de aula;
- Proporcionar ao aluno uma consolidação dos conceitos aprendidos em sala de aula;
Metodologia:
A atividade de curricularização da extensão 3 - ACE3 será desenvolvida através de
encontros presenciais semanais no âmbito da universidade totalizando 20 horas das
carga horária total referente a ACE (ver tabela). Neste encontros serão realizadas as
explanações sobre as ações/metas propostas, acompanhamento das ações realizadas e
orientações quanto a condução da mesma. Tais encontros serão supervisionados sempre
pelo professor coordenador da ACE. Além dos encontros presenciais, teremos atividades
extra sala de aula, que nortearão os momentos de intervenções do grupo junto ao
público. Além disso, o aluno participará efetivamente das atividades junto a
comunidade. Estes por sua vez, contabilizarão as 52 horas restantes da carga horária
total do presente projeto.
Avaliação:
A avaliação será feita tendo como referenciais itens subjetivos como grau de
envolvimento,

iniciativa,

responsabilidade,

interesse

e

itens

objetivos

como

pontualidade, assiduidade, avaliados principalmente por meio de relatórios e reuniões.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, et al. 2006. Fundamentos de Física 1: mecânica. -7a ed. – São Paulo:
LTC.
78

HALLIDAY, et al. 2006. Fundamentos de Física 2: Gravitação, Ondas e
Termodinâmica. -7a ed. – São Paulo: LTC.
HALLIDAY, et al. 2006. Fundamentos de Física 3: eletromagnetismo. -7a ed. – São
Paulo: LTC.
HALLIDAY, et al. 2006. Fundamentos de Física 4: Óptica e Física Moderna. -6a ed.
– São Paulo: LTC.
Symon, K. R.. MECÂNICA- Editora Campus, Rio de Janeiro. 1982.
Tipler, P. A. ; Llewellyn, Ralph A.. Física Moderna – 3ª Ed. LTC, 2001.
Bibliografia Complementar:
REDE NACIONAL DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Documentos. Plano Nacional
de Extensão Universitária, 2001. Disponível em: <http://www.renex.org.br> Acesso em:
15 dez. 2004. [6] GURGEL, R. M. Extensão Universitária: Comunicação ou
domesticação? São Paulo: Cortez, 1986.
BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre universidade e
comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 9, n.1, p. 157-169, jan./jun. 2007.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Fórum de Pró-Reitores de Extensão das
Universidades Públicas Brasileiras e SESu/MEC. Política Nacional de Extensão
Universitária, Manaus, 2012.
PERES, C. M.; ANDRADE, A. S.; GARCIA, S. B. Atividades extracurriculares:
multiplicidade e diferenciação necessárias ao currículo. Rev. Bras. Ed. Med. v.3, n.3, p.
203- 11.
GURGEL, R. M. (1986) Extensão Universitária: Comunicação ou Domesticação? São
Paulo: Cortez Autores Associados.

79

20 AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

Os procedimentos de acompanhamento e de avaliação, utilizados nos processos de
ensino-aprendizagem, atendem à concepção do curso definida no PPC, permitindo o
desenvolvimento e autonomia do discente de forma contínua e efetiva, e resultam em
informações sistematizadas e disponibilizadas aos estudantes, com mecanismos que
garantam sua natureza formativa, sendo adotadas ações concretas para a melhoria da
aprendizagem em função das avaliações realizadas.
A avaliação do processo de ensino e aprendizagem é fundamental para o
planejamento educacional, pois é ela que permite diagnosticar e verificar o desempenho
acadêmico do aluno e também da instituição, contribuindo para a melhoria e
desenvolvimento das aulas e dos resultados qualitativo e quantitativo da Instituição de
Ensino.
Esta avaliação dar-se-á conforme o que preceitua a atual LDB, Lei nº 9394/96.
A avaliação será contínua e cumulativa com a prevalência dos aspectos qualitativos
e quantitativos ao longo do período escolar e de forma terminativa através das eventuais
avaliações finais.
Exigir-se-á a frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) de horas
letivas para aprovação, conforme Art. 24, VI da Lei 8394/96.
Para aferição de notas o docente submeterá o acadêmico às mais diversas e
continuadas formas de avaliação, tais como: Provas escritas objetivas e dissertativas,
trabalhos individuais e em grupo, seminários, painéis, relatórios, pesquisas
bibliográficas, trabalhos práticos de pesquisa, bem como outros meios de avaliação do
ensino-aprendizagem para verificar o desempenho do aluno quanto à capacidade
analítica, criatividade, visão crítica, produção teórica e prática. No plano interno, a
avaliação da aprendizagem atende ao Art. 9º. da Resolução 25/05 – CEPE que
determina que o regime de aprovação do aluno em cada disciplina será efetivado
mediante a apuração da frequência às atividades didáticas e do rendimento escolar.
Neste entendimento, o Art. 10 afirma que: “Será considerado reprovado por falta o

80

aluno que não comparecer a mais de 25% (vinte e cinco por cento) das atividades
didáticas realizadas no semestre letivo.
Parágrafo Único - O abono, compensação de faltas ou dispensa de frequência, só
será permitido nos casos especiais previstos nos termos do Decreto-Lei no 1.044
(21/10/1969), Decreto-Lei no 6.202 (17/04/1975) e no Regimento Geral da
UFAL.
A mesma resolução apresenta um capítulo detalhando como se efetiva a
apuração do rendimento escolar.
Art. 11 - A avaliação do rendimento escolar se dará através de:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
(b) Prova Final (PF), quando for o caso;
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
§ 1o – Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação, inclusive prova
final, após a divulgação antecipada de, pelo menos, 48 (quarenta e oito) horas,
das notas obtidas pelo aluno em avaliações anteriores.
§ 2o - O aluno terá direito de acesso aos instrumentos e critérios de avaliação e,
no prazo de 02 (dois) dias úteis após a divulgação de cada resultado, poderá
solicitar revisão da correção de sua avaliação, por uma comissão de professores
designada pelo Colegiado do Curso.
Art. 12 - Será também considerado, para efeito de avaliação, o Estágio
Curricular Obrigatório, quando previsto no PPC.
Art. 13 - Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que
possível, aos conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante
de mais de 01 (um) instrumento de avaliação, tais como: provas escritas e provas
práticas, além de outras opções como provas orais, seminários, experiências
clínicas, estudos de caso, atividades práticas em qualquer campo utilizado no
processo de aprendizagem.

81

§ 1o - Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais
dos instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB)
respectiva, calculada considerando-se a média das avaliações programadas e
efetivadas pela disciplina.
§ 2o - Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em uma
das 02 (duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre letivo, a
ser reavaliado naquela em que obteve menor pontuação, prevalecendo, neste
caso, a maior
Art. 14 - A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética,
apurada até centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais.
§ 1o - Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF)
das Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
§ 2o - Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
Art. 15 - O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual
ou superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a Prova
Final (PF).
Parágrafo Único - A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina
ministrada e será realizada no término do semestre letivo, em época posterior às
reavaliações, conforme o Calendário Acadêmico da UFAL.
Art. 16 - Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF), em
cada disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco
inteiros e cinco décimos).
Parágrafo Único - O cálculo para a obtenção da média final é a média ponderada
da Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da nota da
Prova Final (PF), com peso 4 (quatro).
Art. 17 - Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não tendo
comparecido à Prova Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo de
82

doença, devendo requerê-la ao respectivo Colegiado do Curso no prazo de 48
(quarenta e oito) horas após a realização da prova.
Parágrafo Único - A Prova Final, em segunda chamada, realizar-se-á até 05
(cinco) dias após a realização da primeira chamada, onde prevalecerá o mesmo
critério disposto no Parágrafo único do Art. 16.
Os mecanismos de avaliação interna e as ações sistemáticas de avaliação externa
devem estar consoantes com o Sistema de Avaliação do Ensino Superior (SINAES).
Para tanto, o curso considerará o perfil do alunado, as possibilidades profissionais no
mercado de trabalho, a finalidade educativa do projeto pedagógico quanto aos seus
objetivos e estratégias de implementação curricular, análise dos índices de evasão,
repetência, desempenho discente, desempenho do egresso e seu aproveitamento
profissional, desempenho docente, relação dos profissionais do curso: professor-alunoservidor.
Assim a avaliação será significativa e eficaz ao analisar e apontar o desempenho
interno e externo entre projeto pedagógico institucional e a gestão operacional do curso,
promovendo a qualidade compatível na tríade universitária: ensino, pesquisa e extensão,
rumo à eficácia e efetividade acadêmica e social quanto à formação profissional,
produção acadêmica, artística e cultural expressa na construção do saber técnicocientífico e social no âmbito do curso de Física - Licenciatura.
21 PROGRAMAS DE APOIO AO DISCENTE

As políticas de apoio aos discentes se fundamentam no PDI/UFAL e nos
princípios e diretrizes estabelecidos pelo Plano Nacional de Assistência Estudantil –
PNAES, que objetiva viabilizar a igualdade de oportunidades entre todos os estudantes
e contribuir para a melhoria do desempenho acadêmico, a partir de medidas que buscam
combater situações de repetência e evasão (Decreto nº 7.234, de 19 de julho de 2010).
Apoia, prioritariamente, a permanência de estudantes em situação de vulnerabilidade e
risco social matriculados em cursos de graduação presencial das Instituições Federais de
Ensino Superior –IFES. Sua instância de discussão e resolução é o Fórum Nacional de
Pró-reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis – FONAPRACE, realizado
anualmente e no qual a UFAL tem assento. Na ocasião são feitos diagnósticos e
83

reflexões sobre a realidade estudantil nas IFES e se estabelecem as diretrizes e linhas de
ação das Pró-Reitorias em nível nacional.
De acordo com o PDI/UFAL as políticas discentes da instituição vão além do
PNAES, pois trabalham também com a perspectiva de universalidade no atendimento
dos estudantes que frequentam o espaço universitário. Assim, podem ser identificadas:
- Apoio pedagógico - buscam reforçar e/ou orientar o desenvolvimento acadêmico;
apoio ao acesso às tecnologias de informação e línguas estrangeiras, com a oferta de
cursos para capacitação básica na área. Atenção aos discentes como forma de orientá-los
na sua formação acadêmica e/ou encaminhá-los/as a profissionais específicos para
atendimento através da observação das expressões da questão social. Articulação com as
Coordenações de Curso sobre dificuldades pedagógicas desses alunos e planejamento
para superação das mesmas. Ex.: PAINTER, Monitoria, Tutoria.
- Estímulo à permanência - atendimento às expressões da questão social que produzem
impactos negativos na subjetividade dos estudantes e que comprometem seu
desempenho

acadêmico;

atendimento

psicossocial

realizado por profissionais

qualificados, com vistas ao equilíbrio pessoal para a melhoria do desempenho
acadêmico; promoção de atividades relacionadas à arte e cultura no espaço
universitário; implementação de bolsas institucionais que visam ao aprimoramento
acadêmico. Ex.: Bolsa Permanência (Pró-Graduando).
- Apoio financeiro - disponibilização de bolsa institucional a fim de incentivar os
talentos e potenciais dos estudantes de graduação, mediante sua participação em
projetos de assuntos de interesse institucional, de pesquisa e/ou de extensão
universitária que contribuam para sua formação acadêmica; disponibilização de bolsas
aos discentes em situação de risco e vulnerabilidade social, prioritariamente, a fim de
ser provida uma condição favorável aos estudos, bem como ser uma fonte motivadora
para ampliação do conhecimento, intercâmbio cultural, residência e restaurante
universitários. Ex.: PIBID, PIBIC, PET.
- Organização estudantil – ação desenvolvida por intermédio de projetos e ações
esportivos, culturais e acadêmico-científicos quer sejam promovidos pela universidade
quer sejam promovidos pelos estudantes.

84

Plano de acompanhamento do assistido – proporciona uma maior segurança para o
aluno quanto à sua possibilidade de sucesso na instituição, evitando assim um aumento
da retenção e/ou da evasão. Evita também a acomodação do mesmo ao longo do curso.
Busca a reorientação e a preparação para a saída dos mesmos, diminuindo a ansiedade
entre a academia e o mercado de trabalho. Ex.: Estágios.
21.1 CURSO DE NIVELAMENTO
O sucesso da experiência do curso de nivelamento que já ocorre no curso Física
Licenciatura, que tem como objetivo promover uma melhoria no desempenho
acadêmico dos ingressos no curso de Física, além de promover a integração entre os
calouros e os demais integrantes do corpo discente leva ainda em consideração os
seguintes objetivos:



Mostrar a estrutura acadêmica e administrativa da Universidade;
Apresentar informações sobre a estrutura curricular do curso, do Colegiado do
Curso, Centro Acadêmico e outros programas de interesse dos alunos.

Os alunos deverão ser avaliados pelas mesmas regras de um curso regular e deverá
contar como carga horária da parte flexível.
21.2 MONITORIA
Um programa de monitoria coordenado pelo setor competente da UFAL
possibilitará ao aluno o desenvolvimento de atividade de ensino-aprendizagem em
determinada disciplinada e supervisionada por um professor, que fará a interação
docente e discente, proporcionando ao monitor uma visão globalizada da disciplina a
partir do aprofundamento, questionamento e sedimentação de seus conhecimentos,
desenvolvendo habilidades didático-pedagógicas e uma visão crítica sobre a
metodologia do ensino.

85

22 GESTÃO DO CURSOS E OS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO INTERNA E
EXTERNA

A gestão do curso é realizada considerando a auto avaliação institucional e o
resultado das avaliações externas como insumo para aprimoramento contínuo do
planejamento do curso, com evidência da apropriação dos resultados pela comunidade
acadêmica e existência de processo de auto avaliação periódica do curso.
Na UFAL existe uma Comissão Própria de Avaliação (CPA) e Comissão de Auto
Avaliação (CAA), e os procedimentos utilizados para avaliar o projeto de curso,
conforme disposto na Lei nº 10.861/2004 (Lei do Sinaes). No curso de Física
Licenciatura, a auto avaliação ocorre com reuniões periódicas, questionários, debates,
ouvidorias e utilização dos resultados obtidos no Exame Nacional de Desempenho dos
Estudantes.
22.1 COLEGIADO DO CURSO
Considerando os artigos 25 e 26 do Regimento Geral da UFAL.
Art. 25. O Colegiado de Curso de Graduação é órgão vinculado à Unidade
Acadêmica, com o objetivo de coordenar o funcionamento acadêmico de Curso de
Graduação, seu desenvolvimento e avaliação permanente, sendo composto de:
05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus respectivos
suplentes, que estejam no exercício da docência, eleitos em Consulta
efetivada com a comunidade acadêmica, para cumprirem mandato de 02
(dois) anos, admitida uma única recondução;
 01 (um) representante do Corpo Discente, e seu respectivo suplente, escolhido
em processo organizado pelo respectivo Centro ou Diretório Acadêmico,
para cumprir mandato de 01 (um) ano, admitida uma única recondução;
 01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu respectivo
suplente, escolhidos dentre os Técnicos da unidade acadêmica, eleito
pelos seus pares, para cumprir mandato de 02 (dois) anos, admitida uma
única recondução.

86

Parágrafo Único – O Colegiado terá 01 (um) Coordenador e seu Suplente,
escolhidos pelos seus membros dentre os docentes que o integram.
Art. 26. São atribuições do Colegiado de Curso de Graduação:
 Coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do Projeto Pedagógico
do Curso, com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais, no perfil do
profissional desejado, nas características e necessidades da área de
conhecimento, do mercado de trabalho e da sociedade;
 Coordenar o processo de ensino e de aprendizagem, promovendo a integração
docente-discente, a interdisciplinaridade e a compatibilização da ação
docente com os planos de ensino, com vistas à formação profissional
planejada;
 Coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos dos resultados
obtidos, executando e/ou encaminhando aos órgãos competentes as
alterações que se fizerem necessárias;
 Colaborar com os demais Órgãos Acadêmicos;
 Exercer outras atribuições compatíveis
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) foi criado no Curso de
Licenciatura em Física do Campus de Arapiraca em função da Resolução Nº
52/2012-CONSUNI/UFAL, de 05 de novembro de 2012. A atual composição
do mesmo, segundo a PORTARIA Nº 1372, DE 04 DE AGOSTO DE 2017 é:
ANDRÉ DE LIMA MOURA (Coordenador)
EMERSON DE LIMA
JOSÉ HENRIQUE ARAÚJO LOPES DE ANDRADE
LIDIANE MARIA OMENA DA S. LEÃO
SAMUEL SILVA DE ALBUQUERQUE

87

O objeto do NDE, no curso de Física, tem sido direcionado à manutenção
e desenvolvimento do Projeto Político Pedagógico do Curso, visando acompanhar
as principais mudanças nos direcionamentos curriculares da educação no Brasil,
com a finalidade de manter a coerência entre os currículos dos docentes em Física
no país. Além disso, o Núcleo tem se preocupado em observar e acompanhar os
alunos do curso de Física, promovendo discussões, cursos de nivelamento para
melhorar o rendimento acadêmico bem como cursos de aprimoramento dos
conhecimentos para alunos concluintes.
23 COMPONENTES CURRICULARES OBRIGATÓRIOS DO CURSO

Habilitação: Licenciatura
Regime: Semestral
Turno: Vespertino
Carga Horária Mínima no Período: 301 h.
Carga Horária Máxima no Período: 450 h.
Número Máximo de Períodos: 12.
Número Mínimo de Períodos: 8.
Carga Horária Obrigatória: 2394 h.
Carga Horária Estágio: 400 h.
Carga Horária Eletiva: 54 h.
Carga Horária Flexível: 200 h.
Carga Horária TCC: 52 h
Carga Horária Extensão: 344 h.
Carga horária total: 3444 h – de acordo com a resolução Nº 06/2018.

88

Figura 2: Gráfico de integralização curricular do curso de Física Licenciatura
totalizando 3444h.
Onde as atividades curriculares de extensão do curso de Física Licenciatura podem
ser organizadas em da seguinte forma:
Quadro 4 - Programa de Extensão: Educação científica e seus desafios
ACEs

Áreas Evolvidas
Área Temática Principal

Área Temática
Secundária

Uso de tecnologias digitais para Tecnologias da informação Formação e prática
o ensino de física
e comunicação e o ensino profissional
do
de Física
professor de Física
Confecção
de
materiais Didática,
Currículo
e Formação e prática
didáticos para o ensino de física inovação educacional no profissional
do
ensino de Física
professor de Física
Curso de Extensão

Organização
Científicos

de

Didática,
Currículo
e Formação e prática
inovação educacional no profissional
do
ensino de Física
professor de Física
Eventos Divulgação
tecnológica

científica

e Formação e prática
profissional
do
professor de Física

89

A lista de componentes curriculares - as atividades curriculares de extensão (ACEs)
propostas no programa de extensão do curso de Física Licenciatura consistem em dois
projetos vinculados a duas ACEs cada, um curso de extensão vinculado à uma ACE e a
organização de evento científico vinculado a uma ACE, na tabela abaixo podemos
verificar os períodos a serem ofertados e suas respectivas carga horária.
Quadro 5 – Programa de Extensão do Curso
Programa de Extensão: Qtde de Período
Educação científica e seus ACEs
letivo
desafios
Projetos de extensão

04

Carga
horária
teórica

Carga
horária
prática

Carga
horária
total

3º

12

26

38

4°

14

40

54

6°

20

52

72

7°

20

52

72

Curso de extensão

01

8º

20

52

72

Evento

01

5º

12

24

36

24 MATRIZ CURRICULAR

Período Código

1

2

3

Disciplina

Carga horária
(h)

Cálculo 1
Geometria analítica
Profissão docente

72
72
54

Sociedade e cultura

54

Tecnologias digitais para o ensino

54

Metodologia científica

36

Total
Cálculo 2
Álgebra Linear 1
Política e Organização da Educação Básica no
Brasil
Libras - Língua Brasileira De Sinais
Fundamentos de Física 1
Total
Cálculo 3
Desenvolvimento e Aprendizagem

342
72
72
72
54
108
378
72
72
90

4

5

6

7

8

Didática

72

Fundamentos de Física 2
Laboratório de Ensino de Física 1
ACE1 - Uso de tecnologias digitais para o ensino
de física (Parte 1)
Total
Cálculo 4
Gestão da Educação e do Trabalho Escolar

108
36

Fundamentos de Física 3
Laboratório de Ensino de Física 2
Prática Pedagógica 1: A Física Além da Sala de
Aula
ACE2 - Uso de tecnologias digitais para o ensino
de física (Parte 2)
Total
Fundamentos de Física 4
Laboratório de Ensino de Física 3
Prática Pedagógica 2: Aproximação entre os
Ensinos Superior e Médio

108
36

Sociedade e Desenvolvimento

54

Estágio Curricular Supervisionado 1
ACE3 - Organização de Eventos Científicos
Total
Mecânica Clássica 1
Pesquisa Educacional
Estágio Curricular Supervisionado 2
Laboratório de Ensino de Física 4
Didática no Ensino de Física
ACE4 - Confecção de materiais didáticos para o
ensino de física (Parte 1)
Total
Física Moderna 1
Química Geral
Prática Pedagógica 3: Aproximação entre os
Ensinos Superior e Médio
Estágio Curricular Supervisionado 3

100
36
388
72
54
100
36
72

Ética

54

ACE5 - Confecção de materiais didáticos para o
ensino de física (Parte 2)
Total
Física Moderna 2
Prática Pedagógica 4: Instrumentação para o
Ensino de Física
Estágio Curricular Supervisionado 4
Eletiva

38
398
72
72

108
54
450
72
36
90

72
406
54
54
108
100

72
442
54
108
100
54

91

ACE6 – Curso de Extensão

72

Total

388

Relação completa das disciplinas eletivas.
Código

Disciplina

Carga Horária
(h)

FILOSOFIA DA CIÊNCIA

54

HISTÓRIA DAS CIÊNCIAS

54

INTRODUÇÃO À FÍSICA COMPUTACIONAL

72

EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS

72

FÍSICA MATEMÁTICA 1

72

ELETROMAGNETISMO 1

72

ÓPTICA

72

TERMODINÂMICA

72

MECÂNICA QUÂNTICA 1

72

FÍSICA ESTATÍSTICA

72

ENADE - EXAME NACIONAL DE DESEMPENHO DOS
ESTUDANTES

54

FÍSICA MATEMÁTICA 2

72

INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO

54

MECÂNICA CLÁSSICA 2

72

MECÂNICA QUÂNTICA 2

72

ELETROMAGNETISMO 2

72

FÍSICA DO ESTADO SÓLIDO

72

ÁLGEBRA LINEAR 2

72

BIOFÍSICA

54

INTRODUÇÃO À ASTRONOMIA

54

INTRODUÇÃO A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

54

92

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO
CONTEXTO ESCOLAR

54

25 EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS DAS DISCIPLINAS

25.1 CÁLCULO 1
Período

1

Código

Carga horária (h)

72

Pré-requisito

---

EMENTA: Familiarizar o aluno com a linguagem matemática básica dos problemas de
continuidade e diferenciação, que são conceitos imprescindíveis no estudo da física
moderna e das ciências em geral. Apresentar ao aluno as primeiras aplicações do cálculo
diferencial nas ciências físicas e aplicadas. Utilizar programas computacionais para
cálculos

algébricos

e

aproximados,

visualizações

gráficas

e

experimentos

computacionais, ligados à teoria do cálculo diferencial e funções reais de uma variável.
Os conteúdos abordados serão: Limites de funções; Continuidade de funções reais de
uma variável. Derivadas e aplicações. Máximos e mínimos. Fórmula de Taylor e
aproximação de funções. A integral indefinida, a integral de Riemann e aplicações.
Bibliografia Básica
STEWART, James. Cálculo volume 1.5ª edição.Cengage Learning, 2006.
LEITHOLD,

Louis.

O

Cálculo

com

Geometria

Analítica

volume

1.

3ª

edição.Harbra,1994.
SIMMONS, George F. Cálculo com Geometria Analítica volume 1. 1ª edição. Makron
Books,1988.
Bibliografia Complementar
ÁVILA, Geraldo. Funções de uma Variável volume 1.7ª edição.LTC.2003.
BOULOS, Paulo. Introdução ao cálculo. Rio de Janeiro: Edgard Blucher.

93

GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5.ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos Editora S. A., 2001.
25.2

GEOMETRIA ANALÍTICA
Período

1

Código

Carga horária (h)

72

Pré-requisito

---

EMENTA: Prover ao aluno conhecimentos básicos de cálculo vetorial elementar e de
geometria analítica plana e espacial. Principais tópicos: Matrizes e sistemas lineares:
operações com matrizes, método de Gauss-Jordan, matrizes equivalentes por linhas,
determinantes. Vetores no plano: componentes de um vetor, operações com vetores,
condições de paralelismo e perpendicularíssimo, produto escalar, módulo de um vetor,
produto vetorial, interpretação geométrica, aplicações. Geometria Analítica Plana:
equação da reta, paralelismo e ângulos entre retas, condições de ortogonalidade,
circunferência. Geometria Analítica Espacial: equação geral do plano, paralelismo,
equações paramétricas do plano, ângulos de dois planos, ângulo de uma reta com um
plano, intersecção de dois planos, intersecção de reta com plano. Distâncias: distância
entre dois pontos, distância entre ponto e reta, distância entre duas retas, distância entre
ponto e plano, distância entre reta e plano. Secções Cônicas: parábola, elipse, hipérbole.
Estudo das superfícies quádricas: equações, classificação.
Bibliografia básica
STEINBRUCH, Alfredo & WINTERLE, Paulo. Geometria Analítica. 2ª edição. Makron
Books.1987
CAMARGO, Ivan de & BOULOS, Paulo.Geometria Analítica: Um Tratamento
Vetorial.3º edição.Pearson Education.2005.
REIS, Genésio Lima dos & SILVA, Valdir Vilmar da. Geometria Analítica. 2ª
edição.LTC.1996.
Bibliografia complementar
CONDE, Antonio.Geometria Analítica.1ªedição.Atlas.2004.

94

LEHMANN, Charles. Geometria Analítica.edição. Globo.1998.
LIMA, Elon Lages. Coordenadas no plano: geometria analítica, vetores e
transformações geométricas. Rio de Janeiro: IMPA, 1992.
25.3 PROFISSÃO DOCENTE
Período

1

Código

Carga horária (h)

54

Pré-requisito

EMENTA: Estudo da constituição histórica e da natureza do trabalho docente,
articulando o papel do Estado na formação e profissionalização docente e da escola
como lócus e expressão desse trabalho.
Bibliografia Básica
COSTA, Marisa V. Trabalho docente e profissionalismo. Porto Alegre: Sulina, 1996. In:
MACIEL, LizeteShizneBomura; SHIGUNOV NETO, Alexandre (org.) Formação de
professores: passado, presente e futuro. São Paulo: Cortez, 2004.
NETO, Edgard; SOUZA, Gilberto; COSTA, Áurea. A proletarização do professor –
neoliberalismo na educação. São Paulo: Sundermann, 2009.
TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis/RJ: Vozes,
2012.
Bibliografia Complementar
VICENTINI, Paula; LUGLI, Rosário. História da profissão docente no Brasil:
representações em disputa. São Paulo: Cortez, 2009.
ORSO, P; GONÇALVES, S. R; VALCI, M. M. Educação e luta de classes. São Paulo:
Expressão popular, 2008.
25.4

SOCIEDADE E CULTURA
Período
Código

1

Carga horária (h)

54

Pré-requisito

95

EMENTA: Sociedade como lócus das relações sociais. Conceito de cultura e notas
antropológicas. Reflexões sobre o conceito de sociedade e sua interface com a cultura. A
indústria cultural de massa e seu lugar na sociedade capitalista. Cultura e democracia.
Discussão sobre a formação sociocultural brasileira. Relações étnico-raciais no Brasil e
no Nordeste.
Bibliografia Básica
CANCLINI. Nestor Garcia. As culturas populares no capitalismo. São Paulo:
Brasiliense, 1983.
CHAUÍ, Marilena. Cultura e democracia. Salvador: Fundação Pedro Calmon, 2009.
LARAIA, Roque de Barros. Cultura, um conceito antropológico. Rio de janeiro:
Zahar, 1999.
Bibliografia Complementar
CHINOY, Ely. Sociedade: Uma introdução à sociologia. São Paulo. Ed. Cultrix, 2002
DAMATTA, Roberto. O que faz o brasil, Brasil?. Rio de Janeiro: Editora Rocco,
2005.
FREYRE, Gilberto. Casa-Grande & Senzala, 50ª edição. Global Editora. 2005.
25.5 TECNOLOGIAS DIGITAIS PARA O ENSINO
Período
Código

1

Carga horária (h)

54

Pré-requisito

---

Contextualização histórica do avanço das tecnologias digitais. Apresentação de
conceitos básicos sobre sistemas operacionais e redes de computadores. O uso de
ferramentas de software para a construção/apresentação do conhecimento e para a
gestão das atividades de ensino no cotidiano do professor. Reflexão sobre os impactos
no uso de software livre e software proprietário.
Bibliografia básica

96

Sebben, A. e Marques, A. C H. Introdução à informática : uma abordagem com
Libreoffice. Universidade Federal da Fronteira Sul. Chapecó: UFFS, 2012.
<ftp://ftp.feis.unesp.br/softwarelivre/libreoffice/Writer/Apostila/Introducao-aInformatica-com-LibbreOffice.pdf>
Bastos, B. et al. Introdução à educação digital: caderno de estudo e prática. Brasília:
Ministério da Educação, Secretaria de Educação à Distância; 2008. 268 p.
<http://webeduc.mec.gov.br/Proinfo-integrado/Material%20de
%20Apoio/apostila_press.pdf>
Filho, C. F. História da computação: O Caminho do Pensamento e da Tecnologia. Porto
Alegre:
EDIPUCRS, 2007. <http://www.pucrs.br/edipucrs/online/historiadacomputacao.pdf>
Bibliografia complementar
Fernanda Borguezan Candaten. TRAJETÓRIAS E SABERES DOCENTES NA
CONCEPÇÃO SOBRE USO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS NO ENSINO
SUPERIOR: O CASO DA URI – CAMPUS DE FREDERICO WESTPHALEN/RS
<http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cp030646.pdf>
Sonia Aguiar. Redes sociais e tecnologias digitais de informação e comunicação. 2006.
<http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/oi000015.pdf>
Regina Mara Ribeiro Cruz. LIMITES E POSSIBILIDADES DAS TECNOLOGIAS
DIGITAIS

NA

EDUCAÇÃO

DE

JOVENS

E

ADULTOS.

2008.

<http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cp107477.pdf>
Claudio de Oliveira Gusmão. Design e Tecnologias Digitais Facebook como ambientes
potencialmente

colaborativos.

2010.

<http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cp147172.pdf>
FILOMENA MARIA RATES SOARES. COMPETÊNCIAS DO PROFESSOR
FRENTE À INSERÇÃO DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS NA PRÁTICA DOCENTE
DO

ENSINO

SUPERIOR.

2009.

<http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cp109251.pdf>
97

25.6 METODOLOGIA CIENTÍFICA
Período

1

Código

Carga horária (h)

36

Pré-requisito

---

EMENTA: As diferentes formas de conhecimento. O conhecimento científico.
Métodos. O processo de pesquisa. Metodologia de estudos. Trabalhos científicos. O
objetivo é habilitar o futuro profissional para a compreensão da metodologia científica
para o planejamento, execução, análise e interpretação de pesquisa científica.
Bibliografia básica
LAKATOS, Eva Maria e MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de
metodologia científica. São Paulo: Atlas, 1991.
NUNES, Rizatto. Manual de monografia jurídica – Como se faz uma monografia, uma
dissertação, uma tese. São Paulo: Saraiva, 2013.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. 22ª ed. São Paulo:
Cortez, 2000.
Bibliografia complementar
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. BUZZI, Arcângelo R.
Introdução ao pensar. Petrópolis: Vozes, 2003. CARVALHO, Maria Cecília M.
Construindo o saber. Metodologia científica fundamentos e técnicas. São Paulo:
Papirus, 1997.
DEMO, Pedro. Metodologia científica em ciências sociais. 3ª ed. São Paulo: Atlas,
1995. ECO, Umberto. Como se Faz uma Tese. 14ª ed. São Paulo: Perspectiva S.A.
1996.
LAKATOS, Eva Maria e MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica. 4ª ed.
São Paulo: Atlas, 1993.

98

25.7

CÁLCULO 2
Período

2

Código

Carga horária (h)

72

Pré-requisito

---

EMENTA: Desenvolver os conceitos e técnicas ligadas ao cálculo integral e suas
aplicações. Apresentar ao aluno as primeiras aplicações do cálculo integral nas ciências
físicas e aplicadas esboçar curvas utilizando coordenadas polares. Utilizar programas
computacionais para cálculo algébrico e aproximado, visualizações gráficas e
experimentos computacionais, ligados à teoria da integração. Desenvolvimento de
habilidade na resolução de problemas aplicados. Os principais conteúdos são: Métodos
de integração. Aplicações da integral: Áreas e volumes. Coordenadas polares. Integrais
impróprias. Sequências e séries numéricas.
Bibliografia Básica:
STEWART, James. Cálculo volume 1 e 2. 5ª edição.Cengage Learning.2006.
LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica volume 1. 3ª edição.Harbra
SIMMONS, George F. Cálculo com Geometria Analítica volume 1. 1ª edição. Makron
Books.1988.
Bibliografia Complementar
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um Curso de Cálculo volume 1 e 2. 5ª edição.
LTC.2001.
ÁVILA, Geraldo. Funções de uma Variável volume 1 e 2. 7ª edição.LTC.2003.
ÁVILA, Geraldo. Introdução ao cálculo. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos
Editora S. A., 1998 2
25.8

ÁLGEBRA LINEAR 1
Período
Código

2

Carga horária (h)

72

Pré-requisito

---

99

EMENTA: Levar o aluno a entender e reconhecer as estruturas da Álgebra Linear que
aparecem em diversas áreas da Matemática, e a trabalhar com essas estruturas, tanto
abstrata como concretamente (através de cálculo com representações matriciais).
Estabelecer conexões entre as propriedades dos vetores e as estruturas algébricas.
Principais conteúdos: Sistemas Lineares e Matrizes: escalonamento, discussão e
resolução de um sistema linear, sistemas de Cramer. Espaços Vetoriais: propriedades,
subespaços vetoriais, combinações lineares, geradores, espaços vetoriais de dimensão
finita. 3. Base e Dimensão: dependência linear, dimensão, coordenadas, mudança de
base. 4. Transformações Lineares: núcleo e imagem, isomorfismo de espaços vetoriais.
5. Autovalores, auto vetores e aplicações. 6. Produto interno.
Bibliografia Básica
CALLIOLI, Carlos A..Álgebra Linear e Aplicações. 7ª edição. Atual.1990.
STEINBRUCH, Alfredo & WINTERLE, Paulo. Álgebra Linear.2ª edição.Makron
Books.1987.
LIPSCHUTZ, Seymour. Álgebra Linear. 3ª edição. Makron Books.1994.
Bibliografia Complementar
LIMA, Elon Lages. Álgebra Linear. 7ª edição. IMPA.2004.
KOLMAN, Bernard & HILL, David R. Introdução à Álgebra Linear com Aplicações. 8ª
edição. LTC.2008.
COELHO, Flávio Ulhoa; LOURENÇO, Mary Lilian. Um curso de álgebra linear. 2.
ed.rev.eampl. São Paulo: EDUSP, 2007. 261 p. (Acadêmica; 34).
25.9

POLÍTICA E ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO BRASIL
Período
Código

2

Carga horária (h)

72

Pré-requisito

---

EMENTA:

100

Estudo da organização escolar brasileira, nos diversos níveis e modalidades da
Educação Básica, no contexto histórico, político, cultural e socioeconômico da
sociedade brasileira
Bibliografia Básica
ARANHA, Maria Lucia de Arruda. História da educação e da pedagogia: geral e
Brasil. São Paulo, SP: Moderna, 2011.
SAVIANI, Dermeval. História das ideias pedagógicas no Brasil. Campinas, SP:
Autores Associados, 2010.
SAVIANI, Dermeval. PDE-Plano de Desenvolvimento da Educação: análise crítica
da política do MEC. Campinas, SP: Autores Associados, 2009.
Bibliografia Complementar
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e Legislação
Bibliografia complementar
LIBÂNEO, José C. Educação Escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo:
Cortez, 2007.
NETO, Edgard; SOUZA, Gilberto; COSTA, Áurea. A proletarização do professor –
neoliberalismo na educação. São Paulo: Sundermann, 2009.
SAVIANI, D. Da nova LDB ao FUNDEB: por uma outra política educacional. 3 ed.
Campinas, SP: Autores Associados, 2008.
25.10 LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
Período
Código

1

Carga horária (h)

54

Pré-requisito

---

EMENTA: Desmistificação de ideias concebidas acerca das línguas de sinais. Estudo
dos fundamentos gramaticais da LIBRAS (características básicas da fonologia e noções
básicas de léxico) e os aspectos sobre cultura e identidade surda. Leis que respaldam
linguisticamente e culturalmente a comunidade surda. Visão geral sobre história de
101

educação de surdos no Brasil e no mundo. Bem como, a escrita do português dos
sujeitos surdos como L2.
Bibliografia Básica
BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramática de Língua de sinais. Rio de Janeiro:
Tempo Brasileiro: UFRJ, Departamento de Linguística e filosofia,1995.
COPOVILLA, F. C. & RAPHAEL, V. D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado
Trilíngue de Língua de Sinais Brasileira. Vol. I e II. São Paulo: Editora da
Universidade de São Paulo, 2001.
FERREIRA BRITO, L. Por uma gramática das línguas de sinais. Rio de Janeiro:
Tempo Brasileiro, 1995.
GOES, M. C. R. Linguagem, surdez e educação. Campinas, Autores Associados, 1996.
QUADROS, R. M. e KARNOPP, L. B. Língua de sinais Brasileira: Estudos
Linguísticos. Porto Alegre: Artemed, 2004.
QUADROS, R. Muller. de. Educação de surdo: aquisição da linguagem. Porto Alegre:
Ed. Artes Médicas, 1997.
Bibliografia complementar
GESSER, Audrei, LIBRAS? que língua é essa? crenças e preconceitos em torno da
língua de sinais e da realidade surda. São Paulo, Parábola Editorial, 2009.
CHOI, Daniel...[ et al.] org. Libras – conhecimento além dos Sinais. – 1. Ed- São
Paulo: Person Prentice Hall, 2011.
SKLIAR, C. (org.) A surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre, Mediação,
1998.
25.11 FUNDAMENTOS DE FÍSICA 1
Período
Código

2

Carga horária (h)

108

Pré-requisito

---

102

EMENTA: Grandezas, unidades. Estudo do movimento dos corpos (Cinemática).
Dinâmica - as leis de Newton e suas aplicações ao movimento dos corpos. Energia:
Trabalho, energia cinética, Energia potencial e conservação de energia. Sistemas de
partículas: Momento linear, Colisões e conservação do momento linear. Rotações:
Rolamentos, Torque e momento angular.
Temas transversais (Educação, Energia e o Meio Ambiente): RECURSOS
ENERGÉTICOS e suas Transformações – Combustíveis Fósseis, Fontes Renováveis e
não Renováveis de Energia, Atividades Humanas relacionadas ao processo de produção
de trabalho e energia e Impactos Ambientais, A Preservação do Ambiente.
Bibliografia básica
HALLIDAY, et al. 2006. Fundamentos de Física 1: mecânica. -7a ed. – São Paulo:
LTC.
TIPLER, P. A. & MOSCA, G. 2006. Física Vol I: Mecânica, Oscilações e Ondas,
Termodinâmica. -5a ed. – São Paulo: LTC.
Sears e Zemansky , 2004. FÍSICA I – Young e Freedman – 10ª Ed. PEARSON
Bibliografia complementar
HALLIDAY, et al. 2006. Fundamentos de Física 2: Gravitação, Ondas e
Termodinâmica. -7aed. – São Paulo: LTC.
HEWITT, G. P. 2002. Física conceitual. – 9a ed. – Bookman.
RAMALHO JÚNIOR, Francisco; FERRARO, Nicolau Gilberto; SOARES, Paulo
Antônio de Toledo. Os fundamentos da física. 8. ed. São Paulo: Moderna, 2003.
FEYMMAN, Richard P; LEIGHTON, Robert B; SANDS, Matthew L. The Feynman:
lectures on physics. Menlo Park: Addison-Wesley, c1963. 3 v.
25.12 CÁLCULO 3
Período
Código

3

Carga horária (h)

72

Pré-requisito

---

103

EMENTA: Estender os conceitos de limite e continuidade, bem como as técnicas do
cálculo diferencial de funções reais de uma variável para funções reais de várias
varáveis. Apresentar aplicações do cálculo diferencial em várias variáveis na física e
outras ciências. Os principais conteúdo a serem tratados são: Curvas parametrizadas:
comprimento de arco, curvatura e torção. Funções de várias variáveis: gráficos, limite e
continuidade. Derivação de funções de várias variáveis: derivadas parciais, diferenciais,
derivada direcional, gradiente, regra da cadeia e o Teorema da função implícita.
Máximos e Mínimos: generalidades sobre extremos locais e absolutos, caracterização
dos extremos locais e Multiplicadores de Lagrange.
Bibliografia Básica
LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica volume 2. 3ª edição.
Harbra,1994.
SIMMONS, George F. Cálculo com Geometria Analítica volume 2. 1ª edição.Makron
Books, 1988.
STEWART, James. Cálculo volume 2.5ª edição. Cengage Learning, 2006.
Bibliografia Complementar
ÁVILA, Geraldo. Funções de uma Variável volume 2.7ª edição. São Paulo: LTC.2003.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um Curso de Cálculo volume 3.5ª edição. São Paulo:
LTC.2001.
HOFFMANN, Laurence D.; BRADLEY, Gerald L.,1940-. Cálculo: um curso moderno e
suas aplicações. 10. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e científicos Editora S. A.,
2010.
LIMA, Elon Lages. Análise real. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Instituto Nacional de
Matemática Pura e Aplicada, c2008.
25.13 DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM
Período

3

Carga horária (h)

72

104

Código

Pré-requisito

---

EMENTA:
Estudo dos processos psicológicos do desenvolvimento humano na infância, na
adolescência e na fase adulta segundo as teorias da Psicologia do desenvolvimento e da
Educação em articulação com as concepções de aprendizagem.
Bibliografia Básica
CUNHA, M. V. Psicologia da Educação. Rio de Janeiro: DP& A, 2000.
KUPFER, Maria Cristina Machado. Freud e a educação: o mestre do impossível.
3.ed. São Paulo: Scipione, 1995.
OLIVEIRA, Marta Kohl de. Vygotsky: Aprendizado e desenvolvimento. Um
processo sócio-histórico. 5.ed. São Paulo: Scipione, 1997. (Pensamento e ação na sala
de aula).
Bibliografia Complementar
CARRARA, Kester (Org.). Introdução à Psicologia da Educação: seis abordagens.
São Paulo: Avercamp, 2004.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 2002.
ROGERS, Carl. Tornar-se pessoa. 5ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
SKINNER, F.B. Máquinas de Ensinar. In: Morse, W. Leituras de Psicologia
Educacional. São Paulo: Editora Nacional, 1979.
25.14 DIDÁTICA
Período
Código

3

Carga horária (h)

72

Pré-requisito

---

EMENTA: Estudo da prática pedagógica e dos aspectos envolvidos no ato educativo,
considerando a contextualização e evolução histórica da didática, a perspectiva sócio
histórica das concepções teórico-metodológicas presentes em nosso ideário pedagógico
105

e suas implicações no processo de ensino-aprendizagem, tendo em vista a formação do
educador para atuação e intervenção na realidade educacional brasileira.
Bibliografia Básica
COMENIUS, A. Didática Magna. Tradução de Ivone Castilho Benedetti. São Paulo:
Martins Fontes, 2006. In: FARIAS, I. M. S. de; et. al. Didática e Docência: aprendendo
a profissão. Brasília: Liber Livros, 2009.
FRANCO, M. A. S.; PIMENTA, S. G. (orgs.) Didática, embates contemporâneos. São
Paulo: Edições Loyola, 2010.
LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.
Bibliografia Complementar
CANDAU, V. (org.). A Didática em questão. Petrópolis: Vozes, 1997.
CHARLOT, B. Relação com o saber, Formação dos professores e globalização:
questões para a educação hoje. Porto Alegre: ARTMED, 2005.
ROSA,D.; GONÇALVES, E & SOUZA, V. C. (Orgs.). Didática e práticas de
ensino: interfaces com diferentes saberes e lugares formativos. XI ENDIPE, Rio de
Janeiro: DP&A, 2002.
VEIGA, I. P. ALENCASTRO, J. (Org.). Repensando a didática. 20ª ed., Campinas-SP:
Papirus, 2003.
25.15 FUNDAMENTOS DE FÍSICA 2
Período
Código

3

Carga horária (h)

108

Pré-requisito

---

EMENTA: Equilíbrio dos corpos rígidos; fluidos; gravitação; oscilações e ondas;
termodinâmica.
Temas Transversais: (Processos Físicos e Impactos no Meio Ambiente): Corpo humano
e trocas de calor. Aquecimento global. Energia Solar Térmica. Fonação e audição
(poluição sonora). Geração de Lixo e o Processo Entrópico Local.
106

Bibliografia básica
HALLIDAY, et al. 2006. Fundamentos de Física 2: Gravitação, Ondas e
Termodinâmica. -7aed. – São Paulo: LTC.
TIPLER, P. A. & MOSCA, G. 2006. Física Vol I: Mecânica, oscilações e ondas
termodinâmicas. -5a ed. – São Paulo: LTC.
Sears e Zemansky , 2004. FÍSICA II – Young e Freedman – 10ª Ed. PEARSON
Bibliografia complementar
HEWITT, G. P. 2002. Física conceitual. – 9a ed. – Bookman.
FEYNMAN, Richard Philips. The Feynman lectures on physics. San Francisco, Calif.:
Pearson Addison Wesley, c2006. 3 v.
GASPAR, Alberto. Física.: Ática, 2000-2004. 3v.
25.16 LABORATÓRIO DE ENSINO DE FÍSICA 1
Período

3

Código

Carga horária (h)

36

Pré-requisito

EMENTA: Medidas e Desvios. Escalas e Gráficos. Velocidade Média e Velocidade
Instantânea. Movimento Retilíneo Uniforme e Movimento Retilíneo Uniformemente
Variado. Queda Livre. 2ª Lei de Newton. Lei de Hooke. Equilíbrio estático de um Corpo
Rígido. Conservação da Energia Mecânica. Conservação do Momento linear.
Conservação do Momento Angular.
O estudante realizará experimentos de cunho científico e de divulgação científica, em
local apropriado como o laboratório experimental de ensino. No referido espaço, o
discente será instruído a construir seus experimentos, utilizando os materiais existentes
no laboratório bem como a confeccionar seus próprios materiais. Após a montagem dos
experimentos, o mesmo realizará medidas das quantidades Físicas relacionadas aos
fenômenos observados nos experimentos. Após efetuarem as medidas e observações, os
discentes serão instruídos a redigir um texto em forma de relatório científico sobre seus
resultados e observações, validando ou não as teorias físicas relacionadas aos
107

fenômenos observados, para posteriormente ser analisado pelo professor. Todo o
processo é acompanhado pelo professor, técnico de laboratório e quando disponível, um
monitor da disciplina.
Bibliografia básica
HALLIDAY, et al. 2006. Fundamentos de Física 1: mecânica. -7a ed. – São Paulo:
LTC.
TIPLER, P. A. & MOSCA, G. 2006. Física Vol I: Mecânica, oscilações e ondas
termodinâmicas. -5a ed. – São Paulo: LTC.
Sears e Zemansky , 2004. FÍSICA I – Young e Freedman – 10ª Ed. PEARSON
Bibliografia complementar
“Livro de atividades experimentais – Colchão de ar linear”, cidepe, 2007.
“Livro de atividades experimentais – Conjunto Queda dos Corpos”, cidepe, 2007.
HEWITT, G. P. 2002. Física conceitual. – 9a ed. – Bookman.
GASPAR, Alberto. Física. : Ática, 2000-2004. 3v.
25.17 CÁLCULO 4
Período
Código

4

Carga horária (h)

72

Pré-requisito

---

EMENTA: Estender os conceitos e técnicas do cálculo integral de funções reais de uma
variável para funções reais de várias varáveis. Apresentar aplicações do cálculo
diferencial em várias variáveis na física e outras ciências. Familiarizar o discente com o
conceito de superfície e a integração sobre tal estrutura. Iniciar o estudo dos campos
vetoriais. Os principais conteúdos a serem tratados são: Integração: Integrais duplas e
integrais interadas, integrais múltiplas, mudança de variável em integrais múltiplas.
(Coordenadas polares, cilíndricas e esféricas) e integrais impróprias. Integrais de linha:
Definição de integral de linha, campos vetoriais conservativos e independência do
caminho e o Teorema de Green no plano. Superfícies: Parametrização, orientação,
108

integrais de superfície e áreas de superfície. Gradiente, Rotacional e Divergente.
Identidade de Green, o Teorema de Stokes e o Teorema de Gauss.
Bibliografia Básica
LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica volume 2. 3ª ed.Harbra,1994.
STEWART, James. Cálculo volume 2.5ª ed.Cengage Learning, 2006.
SIMMONS, George F. Cálculo com Geometria Analítica volume 2. Makron Books,
1988.
Bibliografia Complementar
AVILA, Geraldo. Funções de uma Variável volume 3.7ª ed. São Paulo: LTC, 2003.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um Curso de Cálculo volume 4.5ª ed. São Paulo: LTC,
2001.
HOFFMANN, Laurence D.; BRADLEY, Gerald L.,1940-. Cálculo: um curso moderno e
suas aplicações. 10. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A.,
2010.
25.18 GESTÃO DA EDUCAÇÃO E DO TRABALHO ESCOLAR
Período
Código

4

Carga horária (h)

72

Pré-requisito

---

EMENTA: Estudo da escola como organização social e educativa: concepções,
características e elementos constitutivos do sistema de organização e gestão do trabalho
escolar, segundo os pressupostos teóricos e legais vigentes, na perspectiva do
planejamento participativo.
Bibliografia Básica
PARO, Vitor Henrique. Administração escolar: introdução crítica. 17. ed. São Paulo:
Cortez, 2012. 232 p.

109

PARO, Vitor Henrique. Gestão democrática da escola pública. São Paulo: Ática,
2000.
PRADO, Edna; DIÓGENES, Elione. Avaliação de políticas públicas: interface entre
educação e gestão escolar. Maceió, AL: Edufal, 2011.
Bibliografia Complementar
LIBÂNEO, J. C. Organização e Gestão da Escola: teoria e prática. 5.ed. Goiânia:
Alternativa, 2004.
SAVIANI, Dermeval. Escola e democracia: teorias da educação, curvatura da vara,
onze teses sobre a educação política. 35. Ed. revista – Campinas, SP: Autores
Associados, 2002 (Coleção Polêmicas do Nosso Tempo; vol. 5).
25.19 FUNDAMENTOS DE FÍSICA 3
Período

4

Código

Carga horária (h)

108

Pré-requisito

---

EMENTA: Cargas elétricas, campos elétricos, lei de Gauss, potencial elétrico,
capacitância, corrente e resistência elétrica, circuitos elétricos, campos magnéticos,
campos magnéticos induzidos, indução e indutância, oscilações eletromagnéticas e
corrente alternada. Equações de Maxwell.
Temas Transversais (O Meio Ambiente e Processos Eletromagnéticos): Geração de
Energia Elétrica e as Usinas Hidrelétricas (a indutância e a Lei de Faraday). A Radiação
Solar e Suas consequências ao Corpo Humano. Tecnologias: Micro-ondas; Ondas de
Rádio AM e FM; Raio-X. Interação das radiações e o corpo Humano.
Bibliografia básica
HALLIDAY, et al. 2006. Fundamentos de Física 3: Eletromagnetismo. -7a ed. – São
Paulo: LTC.
TIPLER, P. A. & MOSCA, G. 2006. Física Vol II: Eletricidade e Magnetismo, Ótica.
-5a ed. – São Paulo: LTC.

110

Sears e Zemansky , 2004. FÍSICA 3 – Young e Freedman – 10ª Ed. PEARSON.
Bibliografia complementar
HEWITT, G. P. 2002. Física conceitual. –9a ed. – Bookman.
FEYNMAN, Richard P; LEIGHTON, Robert B; SANDS, Matthew L. The Feynman:
lectures on physics. Menlo Park: Addison-Wesley, c1963. 3 v.
25.20 LABORATÓRIO DE ENSINO DE FÍSICA 2
Período
Código

4

Carga horária (h)

36

Pré-requisito

---

EMENTA: Condições de equilíbrio do corpo rígido. Composição de força. Movimento
Harmônico Simples, a partir do MCU. O MHS executado num sistema massa mola. A
gravitação e as leis de Kepler. O Princípio de Arquimedes. Velocidade de propagação de
uma onda transversal e de uma onda longitudinal numa mola longa. Pulso, freqüência e
comprimento de onda num meio líquido. Reflexão e refração de uma onda num meio
líquido. Escalas termométricas. Equilíbrio térmico, capacidade térmica (calorífica).
Mudanças de estado. Transmissão de calor ou transferência de calor. Determinação do
coeficiente de dilatação linear. Determinação do calor específico dos sólidos e do
equivalente em água de um calorímetro. Determinação do equivalente mecânico do
calor. Termodinâmica. Transformação isobárica. Determinação do calor específico de
um líquido.
O estudante realizará experimentos de cunho científico e de divulgação científica, em
local apropriado como o laboratório experimental de ensino. No referido espaço, o
discente será instruído a construir seus experimentos, utilizando os materiais existentes
no laboratório bem como a confeccionar seus próprios materiais. Após a montagem dos
experimentos, o mesmo realizará medidas das quantidades Físicas relacionadas aos
fenômenos observados nos experimentos. Após efetuarem as medidas e observações, os
discentes serão instruídos a redigir um texto em forma de relatório científico sobre seus
resultados e observações, validando ou não as teorias físicas relacionadas aos
fenômenos observados, para posteriormente ser analisado pelo professor. Todo o

111

processo é acompanhado pelo professor, técnico de laboratório e quando disponível, um
monitor da disciplina.
Bibliografia básica
HALLIDAY, et al. 2006. Fundamentos de Física 2: Gravitação, Ondas e
Termodinâmica. -7aed. – São Paulo: LTC.
TIPLER, P. A. & MOSCA, G. 2006. Física Vol I: Mecânica, oscilações e ondas
termodinâmicas. -5a ed. – São Paulo: LTC.
Sears e Zemansky , 2004. FÍSICA II – Young e Freedman – 10ª Ed. PEARSON
Bibliografia complementar
“Livro de atividades experimentais – Colchão de ar linear”, cidepe, 2007.
“Livro de atividades experimentais – Balança de torção”, cidepe, 2007.
“Livro de atividades experimentais – Conjunto de acústica”, cidepe, 2007.
“Livro de atividades experimentais – Conjunto de termodinâmica”, cidepe, 2007.
25.21 PRÁTICA PEDAGÓGICA 1: A FÍSICA ALÉM DA SALA DE AULA
Período

4

Código

Carga horária (h)

108

Pré-requisito

---

EMENTA: Levar o aluno a compreender e identificar os conceitos físicos além do
âmbito da sala de aula, trabalhando de forma prática os conteúdos como Cinemática,
Dinâmica, Energia, Oscilações, Hidrostática e Diagnóstico das aplicações físicas locais.
Bibliografia Básica
HEWITT, G. P. 2002. Física conceitual. –9a ed. – Bookman.
EINSTEIN, Albert. A teoria da relatividade especial e geral. Rio de Janeiro,
RJ: Contraponto, 1999.

112

HALLIDAY, et al.. Fundamentos de Física 1, 2,3 e 4: 7a ed. – São Paulo: LTC.
2006
Bibliografia Complementar:
GASPAR, Alberto. Física. : Ática, 2000-2004. 3v.
RAMALHO JÚNIOR, Francisco; FERRARO, Nicolau Gilberto; SOARES, Paulo
Antônio de Toledo. Os fundamentos da física. 8ª ed. São Paulo.
Além dos já citados, o professor pode deixar Livre para o discente fazer sua escolha.
Sugerem-se os livros utilizados nas escolas onde serão realizados os Estágios
Curriculares Supervisionados.
25.22 FUNDAMENTOS DE FÍSICA 4
Período
Código

5

Carga horária (h)

108

Pré-requisito

---

EMENTA: Ondas eletromagnéticas. Óptica geométrica. Óptica física. Introdução a
Física Moderna.
Temas transversais (Educação Ambiental): A PERCEPÇÃO DO AMBIENTE. Natureza
e Propagação da Luz, Reflexão, Refração e Absorção da Luz – Instrumentos ópticos,
Espectro Eletromagnético. Espectro Solar, Espectroscopia e Meio Ambiente, Luz e Cor
na Natureza. Física da visão.
Bibliografia básica
HALLIDAY, et al. 2006. Fundamentos de Física 4: Óptica e Física Moderna. -6a ed.
– São Paulo: LTC.
TIPLER, P. A. & MOSCA, G. 2006. Física Vol II: Eletricidade e Magnetismo, Ótica.
-5a ed. – São Paulo: LTC.
Sears e Zemansky , 2004. FÍSICA 4 – Young e Freedman – 10ª Ed. PEARSON.
Bibliografia complementar

113

HEWITT, G. P. 2002. Física conceitual. –9a ed. – Bookman.
EINSTEIN, Albert. A teoria da relatividade especial e geral. Rio deJaneiro, RJ:
Contraponto, 1999.
RAMALHO JÚNIOR, Francisco; FERRARO, Nicolau Gilberto; SOARES, Paulo
Antônio de Toledo. Os fundamentos da física. 8. ed. São Paulo:
25.23 LABORATÓRIO DE ENSINO DE FÍSICA 3
Período
Código

5

Carga horária (h)

36

Pré-requisito

---

EMENTA: Processos de eletrização. Lei de Coulomb. Campo elétrico. Configurações
de linhas de força entre eletrodos, o funcionamento de um para-raios, a gaiola de
Faraday. A lei de Ohm Associação de resistores em série, paralela e mista. Associação
de lâmpadas em série em paralelo. Medições em circuitos mistos e potência elétrica. O
campo magnético de um imã. O campo magnético. O eletromagnetismo - fenômenos
eletromagnéticos e a indução eletromagnética. A força eletromagnética, a regra da mão
direita. O motor elétrico de corrente contínua. A indução magnética B devida á corrente
elétrica que circula um condutor retilíneo. A indução magnética entre dois condutores
paralelos percorridos por uma corrente elétrica. Indução magnética ao redor de espiras
circulares percorridas por uma corrente elétrica. As leis de Faraday e de Lenz – o
princípio do transformador.
O estudante realizará experimentos de cunho científico e de divulgação científica, em
local apropriado como o laboratório experimental de ensino. No referido espaço, o
discente será instruído a construir seus experimentos, utilizando os materiais existentes
no laboratório bem como a confeccionar seus próprios materiais. Após a montagem dos
experimentos, o mesmo realizará medidas das quantidades Físicas relacionadas aos
fenômenos observados nos experimentos. Após efetuarem as medidas e observações, os
discentes serão instruídos a redigir um texto em forma de relatório científico sobre seus
resultados e observações, validando ou não as teorias físicas relacionadas aos
fenômenos observados, para posteriormente ser analisado pelo professor. Todo o
114

processo é acompanhado pelo professor, técnico de laboratório e quando disponível, um
monitor da disciplina.
Bibliografia Básica
HALLIDAY, et al. 2006. Fundamentos de Física 3: Eletromagnetismo. -7a ed. – São
Paulo: LTC.
TIPLER, P. A. & MOSCA, G. 2006. Física Vol II: Eletricidade e Magnetismo, Ótica.
-5a ed. – São Paulo: LTC.
Bibliografia Complementar
“Livro de atividades experimentais – Gerador de Van der Graaff”, cidepe, 2007.
“Livro de atividades experimentais – Balança de torção”, cidepe, 2007.
“Livro de atividades experimentais – Conjunto Lei de Ohm”, cidepe, 2007.
“Livro de atividades experimentais – Conjunto magnetismo”, cidepe, 2007.
“Livro de atividades experimentais – Conjunto eletromagnetismo”, cidepe, 2007.
25.24 PRÁTICA PEDAGÓGICA 2: APROXIMAÇÃO ENTRE OS ENSINOS
SUPERIOR E MÉDIO
Período
Código

5

Carga horária (h)

90

Pré-requisito

---

EMENTA: Análise dos livros didáticos de Física utilizados no Ensino Médio,
observando sua metodologia e contextualização dos conteúdos relacionados à Mecânica,
Dinâmica, Cosmologia, Termologia, Oscilações e Ondas.
Bibliografia Básica
HEWITT, G. P. 2002. Física conceitual. –9a ed. – Bookman.
EINSTEIN, Albert. A teoria da relatividade especial e geral. Rio de Janeiro, RJ:
Contraponto, 1999.
115

HALLIDAY, et al.. Fundamentos de Física 1, 2,3 e 4: 7a ed. – São Paulo: LTC. 2006
Bibliografia Complementar:
GASPAR, Alberto. Física. : Ática, 2000-2004. 3v.
HALLIDAY, et al.. Fundamentos de Física 1, 2,3 e 4: 7a ed. – São Paulo: LTC. 2006
Além do Livro citado, o professor junto a turma fica Livre para escolher. Sugerem-se os
livros utilizados nas escolas onde serão realizados os Estágios Curriculares
Supervisionados.
25.25 SOCIEDADE E DESENVOLVIMENTO
Período
Código

5

Carga horária (h)

54

Pré-requisito

---

EMENTA: Discussão sobre a sociedade brasileira a partir de seu desenvolvimento e as
contradições assumidas por esse na sua formação social. O Estado e suas intervenções
na sociedade brasileira. Relações de trabalho. Desenvolvimento e meio ambiente.
Flexibilização das relações de trabalho. Os processos de trabalho no capitalismo
contemporâneo. Direitos humanos e democracia.
Bibliografia básica
CHAUÍ, Marilena; SANTOS, Boaventura de Souza. Direitos humanos, democracia e
desenvolvimento. São Paulo: CORTEZ, 2013.
OLIVEIRA, Francisco. Crítica à razão dualista: O ornitorrinco. São Paulo.
Boitempo editorial, 2003.
PRADO JR., Caio. Formação do Brasil contemporâneo. São Paulo: Brasiliense, 2003.
Bibliografia complementar
BARBOSA, Alexandre de Freitas (Org.) O Brasil real: a desigualdade para além dos
indicadores. São Paulo: Outras expressões, 2012.

116

DIEGUES, A. C. O mito moderno da natureza intocada. São Paulo:
Annablume/Hucitec, USP, 2002.
FURTADO, Celso. O Mito do desenvolvimento Econômico. Rio de Janeiro, Paz e
Terra, 1974.
25.26 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO 1
Período
Código

5

Carga horária (h)

100

Pré-requisito

---

EMENTA: Estágio em escolas de ensino básico para prática de atividades relacionadas
a situações de ensino-aprendizagem, identificando e vivenciando problemas enfrentados
pelo professor nos momentos de ensino aprendizagem e formas adequadas para
solucioná-los.
Bibliografia Básica:
BIANCHI, A. C.; ALVARENGA, M. & BIANCHI, R. Orientação para Estágio em
Licenciatura. São Paulo: Pioneira Thomson, 2005.
LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.
PICONEZ, S. C. B. A Prática de Ensino e o Estágio Supervisionado. 12ª ed. São
Paulo: Papirus, 2002. (Coleção Magistério: formação e trabalho pedagógico).
PIMENTA, S. G. & LIMA, M. S. L. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2008.
(Coleção docência em formação: série saberes pedagógicos).
PIMENTA, S. G. O Estágio na Formação de Professores. 6ª ed. São Paulo: Cortez,
2006.
Bibliografia Complementar
ANDRÉ, M. & OLIVEIRA, M. R. N. Alternativas no ensino de didática. Campinas,
SP: Papirus, 1997.
VEIGA, I. P. A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.

117

25.27 MECÂNICA CLÁSSICA 1
Período

6

Código

Carga horária (h)

108

Pré-requisito

---

EMENTA: Dinâmica de uma partícula. Dinâmica de um sistema de partículas.
Gravitação. Oscilações. O princípio Variacional e a formulação de Lagrange e de
Hamilton.
Bibliografia Básica
Symon, K. R.. MECÂNICA- Editora Campus, Rio de Janeiro. 1982.
Marion, J. B..Classical Dynamics of Particles and Systems-4th ed, Saunders College,
1995.
Goldstein, H.. Classical Mechanics – 2th.ed.. Addison-Wesley, 1980.
BibliografiaComplementar
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl.Fundamentos de física. 8. ed.
Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, c2009, Vols(1-3)
HEWITT, Paul G. Fundamentos de física conceitual. Porto Alegre: Bookman, 2009.
KITTEL, Charles; KNIGHT, Walter D; RUDERMAN, Malvin A. Mecánica.2. ed.
Barcelona, España: Reverte, 2005. 4
25.28 PESQUISA EDUCACIONAL
Período
Código

6

Carga horária (h)

54

Pré-requisito

---

EMENTA: Estudo das diferentes abordagens teórico-metodológicas da pesquisa em
educação, compreendendo as fontes e etapas de produção do projeto de pesquisa
educacional visando a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso.
Bibliografia Básica

118

FAZENDA, I. (Org.) Metodologia da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez, 1989.
GAMBOA, Silvio Sánchez (Org.). Pesquisa Educacional: quantidade – qualidade. 6
ed. São Paulo: Cortez, 2007.
GATTI, B. A construção da pesquisa em educação no Brasil. Brasília: Plano, 2007.
Bibliografia Complementar
ANDRÉ, Marli E. D. A. Etnografia da prática escolar. Campinas: Papirus, 1995.
CHIZZOTTI, Antônio. Pesquisa qualitativa em ciências humanas e sociais. 2ª ed.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.
SANTOS-FILHO, José e GAMBOA, Silvio. (Orgs.) Pesquisa educacional:
quantidade-qualidade. SP: Cortez,1995.
25.29 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO 2
Período
Código

6

Carga horária (h)

100

Pré-requisito

---

EMENTA: Estágio em escolas de ensino fundamental e médio para prática de
atividades relacionadas a situações de ensino-aprendizagem, identificando e
vivenciando problemas enfrentados pelo professor nos momentos de ensino
aprendizagem, assim como, desenvolver metodologias adequadas para solucioná-los.
Bibliografia Básica
BIANCHI, A. C.; ALVARENGA, M. & BIANCHI, R. Orientação para Estágio em
Licenciatura. São Paulo: Pioneira Thomson, 2005.
LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.
PICONEZ, S. C. B. A Prática de Ensino e o Estágio Supervisionado. 12ª ed. São
Paulo: Papirus, 2002. (Coleção Magistério: formação e trabalho pedagógico).
PIMENTA, S. G.; LIMA, M. S. L. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2008.
(Coleção docência em formação: série saberes pedagógicos).

119

Bibliografia Complementar
ANDRÉ, M & OLIVEIRA, M. R. N. Alternativas no ensino de didática. Campinas,
SP: Papirus, 1997.
MASETTO, M. Didática: a aula como centro. São Paulo: FTD, 1996.
VEIGA, I. P. A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
25.30 QUÍMICA GERAL
Período
Código

6

Carga horária (h)

72

Pré-requisito

---

EMENTA: Teoria Atômica e Estequiometria. Estrutura Eletrônica. Tabela Periódica.
Ligação Química. Gases, Sólidos e Líquidos. Soluções.
Bibliografia básica
ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o
meio ambiente. Porto Alegre: Bookman, 2001.
BRADY, J. E; HUMISTON,. G.E. Química Geral. vls 1 e 2, Rio de Janeiro : LTC,
1996.
BROWN, T. L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, B. E.; BURDGE, J. R..Química: a
Ciência Central, 9ª ed. São Paulo: Pearson-Prentice Hall, 2005.
Bibliografia Complementar
HALL, N. Neoquímica: a química moderna e suas aplicações. Porto Alegre: Artmed,
2004.
MATEUS, A. L. Química na cabeça. Belo Horizonte: Editora da UFMG,2001.
ROSENBERG, J.L; EPSTEIN, L.M. Química Geral. Porto Alegre: Edgard Blucher,
2002. (Coleção Schaum).
25.40 - DIDÁTICA NO ENSINO DE FÍSICA
120

Período

8

Código

Carga horária (h)

72

Pré-requisito

---

EMENTA: Pedagogia das competências no ensino de física: métodos e técnicas;
Projetos didáticos no ensino de física; Técnicas de ensino; Como desenvolver a prática
como projetos didáticos; Técnicas de ensino.
Bibliografia Básica
LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.
CANDAU, V. Didática em questão. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 1986.
MASETTO, M. Didática: a aula como centro. São Paulo: FTD, 1996.
Bibliografia Complementar
ANDRÉ, M. & OLIVEIRA, M. R. N. Alternativas no ensino de didática. Campinas,
SP: Papirus, 1997.
VEIGA, I. P. A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
MERCADO, L. P. L. Novas Tecnologias na educação: reflexões sobre a prática.
Maceió: EDUFAL, 2002.
OLIVEIRA, I.S. Mundo de ciências. Ciência hoje. Vol.35, nº207, 2009.

25.31 FÍSICA MODERNA 1
Período

7

Código

Carga horária (h)

72

Pré-requisito

---

EMENTA: Cinemática e dinâmica relativística. Fótons. Introdução ao átomo. Ondas de
matéria. Introdução à teoria quântica.
Bibliografia Básica
Tipler, P. A. ; Llewellyn, Ralph A.. Física Moderna – 3ª Ed. LTC, 2001.
121

Brehm, John J. and Mullin, William J..Introduction to the structure of matter.Wiley,
1989.
EISBERG, Robert Martin; RESNICK, Robert. Física quântica: átomos, moléculas,
sólidos, núcleos e partículas. Rio de Janeiro: Elsevier, 1979.
BibliografiaComplementar
Leighton , R.B. and Sands, M.. The Feynman lectures on physics, Vols. I, II e III.
Addison-Wesley, 1963, 1964 e 1965.
GRIFFITHS, David J. Mecânica quântica. 2. ed. São Paulo: Pearson Education do
Brasil, 2011.
Leighton , R.B. and Sands, M.. The Feynman lectures on physics, Vols. I, II e III.
Addison-Wesley, 1963, 1964 e 1965.
GILMORE, Robert; MOREIRA, Ildeu de Castro (Rev). Alice no país do quantum: a
física ao alcance de todos . Rio de Janeiro: Jorge Zahar, c1998.
25.32 LABORATÓRIO DE ENSINO DE FÍSICA 4
Período
Código

6

Carga horária (h)

36

Pré-requisito

---

EMENTA: Oscilações eletromagnéticas. Circuitos de corrente alternada: RC, RL, LC e
RLC. A óptica da visão. Introdução à óptica geométrica. A reflexão e suas leis. Espelhos
planos. A refração e suas leis. Lentes esféricas e suas principais características.
Formação de imagens. Óptica física – o espectro contínuo resultante da decomposição
da luz branca e os espectros de absorção de filtros. Interferência. Difração.
O estudante realizará experimentos de cunho científico e de divulgação científica, em
local apropriado como o laboratório experimental de ensino. No referido espaço, o
discente será instruído a construir seus experimentos, utilizando os materiais existentes
no laboratório bem como a confeccionar seus próprios materiais. Após a montagem dos
experimentos, o mesmo realizará medidas das quantidades Físicas relacionadas aos
fenômenos observados nos experimentos. Após efetuarem as medidas e observações, os
122

discentes serão instruídos a redigir um texto em forma de relatório científico sobre seus
resultados e observações, validando ou não as teorias físicas relacionadas aos
fenômenos observados, para posteriormente ser analisado pelo professor. Todo o
processo é acompanhado pelo professor, técnico de laboratório e quando disponível, um
monitor da disciplina.
Bibliografia Básica
HALLIDAY, et al. 2006. Fundamentos de Física 3: Eletromagnetismo. -7a ed. – São
Paulo: LTC.
HALLIDAY, et al. 2006. Fundamentos de Física 4: Óptica e Física Moderna. -6a ed.
– São Paulo: LTC.
TIPLER, P. A. & MOSCA, G. 2006. Física Vol II: Eletricidade e Magnetismo, Ótica.
-5a ed. – São Paulo: LTC.
Bibliografia Complementar
“Livro de atividades experimentais – Banco Óptico”, cidepe, 2007.
HEWITT, G. P. 2002. Física conceitual. – 9a ed. – Bookman.
Sears e Zemansky , 2004. FÍSICA 3 e 4 – Young e Freedman – 10ª Ed. PEARSON.
25.33 PRÁTICA PEDAGÓGICA 3: APROXIMAÇÃO ENTRE OS ENSINOS
SUPERIOR E MÉDIO
Período

7

Código

Carga horária (h)

108

Pré-requisito

---

EMENTA: Analisar os livros didáticos utilizados no ensino de Física, observando sua
metodologia e contextualização dos conteúdos relacionados ao Eletromagnetismo, Ótica
e Física Moderna e Contemporânea.
Bibliografia Básica
HALLIDAY, et al. Fundamentos de Física 3: Eletromagnetismo. -7a ed. – São Paulo:
LTC.2006.
123

HALLIDAY, et al.. Fundamentos de Física 4: Óptica e Física Moderna. -6a ed. – São
Paulo: LTC. 2006
TIPLER, P. A. & MOSCA, G. . Física Vol II: Eletricidade e Magnetismo, Ótica. -5a
ed. – São Paulo: LTC. 2006
Bibliografia complementar
A bibliografia complementar a ser utilizada, é dinâmica e depende, por exemplo, das
referências adotadas pelas escolas onde o aluno está desenvolvendo o estágio
supervisionado. Podemos destacar algumas possíveis referências:
RAMALHO JÚNIOR, Francisco; FERRARO, Nicolau Gilberto; SOARES, Paulo
Antônio de Toledo. Os fundamentos da física. 8. ed. São Paulo:Moderna, 2003.
Sears e Zemansky , 2004. FÍSICA 3 e 4 – Young e Freedman – 10ª Ed. PEARSON.
25.34 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO 3
Período
Código

7

Carga horária (h)

100

Pré-requisito

EMENTA: Diagnóstico escolar – pesquisa. Elaboração de projetos de intervenção no
Ensino Fundamental (planos e seleção de conteúdos). O professor e sua regência no
Ensino Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental.
Bibliografia Básica
BIANCHI, A. C.; ALVARENGA, M. & BIANCHI, R. Orientação para Estágio em
Licenciatura. São Paulo: Pioneira Thomson, 2005.
LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.
PICONEZ, S. C. B.. A Prática de Ensino e o Estágio Supervisionado. 12ª ed. São
Paulo: Papirus, 2002. (Coleção Magistério: formação e trabalho pedagógico).
PIMENTA, S. G. & LIMA, M. S. L. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2008.
(Coleção docência em formação: série saberes pedagógicos).

124

PIMENTA, S. G. O Estágio na Formação de Professores. 6ª ed. São Paulo: Cortez,
2006.
Bibliografia Complementar
ANDRÉ, M. & OLIVEIRA, M. R. N. Alternativas no ensino de didática. Campinas,
SP: Papirus, 1997.
CANDAU, V. Didática em questão. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 1986.
MASETTO, M. Didática: a aula como centro. São Paulo: FTD, 1996.
VEIGA, I. P. A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
25.35 ÉTICA
Período

7

Código

Carga horária (h)

54

Pré-requisito

---

EMENTA: Estudo filosófico-investigativo da ética voltado ao entendimento das
questões morais e das problemáticas contemporâneas fundamentais que envolvem a
pesquisa científica e a prática profissional.
Bibliografia básica
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. São Paulo: abril Cultural, 1973.
DUSSEL, Enrique. Ética da Libertação na Idade da Globalização e da Exclusão.
Petrópolis: Vozes, 2000.
Bibliografia complementar
CARNEIRO, F. (org.). A moralidade dos atos científicos. Rio de Janeiro: Fiocruz,
1999.
OLIVEIRA, M. A. (Org.). Correntes fundamentais da ética contemporânea.
Petrópolis: Vozes, 2000.
KANT, Immanuel. Fundamentação da Metafísica dos costumes. Lisboa: Edições 70,
ELETIVA
125

Período

7

Código

Carga horária (h)

Mínima 54

Pré-requisito

---

O discente deverá solicitar à coordenação do curso oferta uma disciplina da grade de
eletivas.
25.36 FÍSICA MODERNA 2
Período

8

Código

Carga horária (h)

108

Pré-requisito

---

EMENTA: Momento angular. Átomos de um elétron. Átomos complexos. Spin e
interações magnéticas. Processos nucleares. Partículas elementares.
Bibliografia Básica
Tipler, P. A. ; Llewellyn, Ralph A.. Física Moderna – 3ª Ed. LTC, 2001.
Brehm, John J. and Mullin, William J.: Introduction to the structure of matter. Wiley,
1989.
Alonso, M. e Finn, E. J..Fundamental University Physics Vol III
Quantum and Statistical Physics. Massachussetts: Addison-Wesley, 1968.
BibliografiaComplementar
Leighton , R.B. and Sands, M.. The Feynman lectures on physics, Vols. I, II e
III.Addison-Wesley, 1963, 1964 e 1965.
25.37 PRÁTICA 4: INSTRUMENTAÇÃO PARA O ENSINO DE FÍSICA
Período
Código

8

Carga horária (h)

108

Pré-requisito

EMENTA: Estudo e elaboração de alguns projetos inovadores para o ensino
fundamental e médio(disciplinar e com inserções interdisciplinares), envolvendo
atividades teóricas, experimentais, audiovisuais, e computacionais, de forma
126

globalizada, que utilizem experimentos direcionados para justificar a ciência e a
tecnologia utilizada no dia a dia, e façam uso das novas tecnologias educacionais (rede
internet, simulação computacional através de softwares, a pesquisa e a interação a
distância pela internet, a utilização de programas e filmes científicos).
Bibliografia Básica
CARVALHO, A. M. P DE (Org.) “Ensino de Ciências: Unindo a Pesquisa e á
Prática” São Paulo: Thompson Learning, 2004.
CHALMERS, A F. A fabricação da ciência. EDNUSP, São Paulo, 1996.
DELIZOICOV, D.& ANGOTTI, J. Metodologia do ensino de ciências. São Paulo:
Cortez,1990.
GREF, Grupo de Reelaboração do Ensino de Física: Física 1- Mecânica, Física 2Física Térmica e Óptica, Física 3- Eletromagnetismo. São Paulo. Edusp, 1993.
Bibliografia Complementar
JUNIOR, F. R. et al. Fundamentos da Física. 8a. Edição Revista e Ampliada, Volumes
1, 2 e3, São Paulo: Moderna, 2003.
PIETRICOLA, M. (Org.) Ensino de Física: Conteúdo, Metodologia e Epistemologia
em uma Concepção Integradora. 2a. Edição, Florianópolis, Editora da UFSC, 2005.
NEWTON, I. Principia: Princípios matemáticos de filosofia natural. São Paulo:
EDUSP,1990.
HEWITT, P. G. Física Conceitual, 9ª. edição, (São Paulo, Bookman, 2002).
GASPAR, A. FÍSICA. Volumes 1, 2 e 3. São Paulo: Ática, 2002.
25.38 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO 4
Período
Código

8

Carga horária (h)

100

Pré-requisito

---

127

EMENTA: Diagnóstico escolar – pesquisa. Elaboração de projetos de intervenção no
Ensino Médio (planos e seleção de conteúdo). O professor e sua regência no Ensino
Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental.
Bibliografia Básica
BIANCHI, A. C.; ALVARENGA, M. & BIANCHI, R. Orientação para Estágio em
Licenciatura. São Paulo: Pioneira Thomson, 2005.
LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.
PICONEZ, S. C. B. A Prática de Ensino e o Estágio Supervisionado. 12ª ed. São
Paulo: Papirus, 2002. (Coleção Magistério: formação e trabalho pedagógico).
PIMENTA, S. G. & LIMA, M. S. L. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2008.
(Coleção docência em formação: série saberes pedagógicos).
PIMENTA, S. G. O Estágio na Formação de Professores. 6ª ed. São Paulo: Cortez,
2006.
Bibliografia Complementar
ANDRÉ, M. & OLIVEIRA, M. R. N. Alternativas no ensino de didática. Campinas,
SP: Papirus, 1997.
CANDAU, V. Didática em questão. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 1986.
MASETTO, M. Didática: a aula como centro. São Paulo: FTD, 1996.
VEIGA, I. P. A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
26 EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS DE DISCIPLINAS ELETIVAS

26.1 FILOSOFIA DA CIÊNCIA (54h)
EMENTA: Apresentação crítica das questões fundamentais do período de
desenvolvimento e consolidação da filosofia da ciência, explicitando sua atividade, seu

128

alcance e sua confiabilidade no processo da pesquisa científica, além de visualizar os
limites extrínsecos e intrínsecos de sua práxis.
Bibliografia Básica
DESCARTES, René. Discurso do Método. 2. ed. Tradução Maria Ermentina Galvão.
São Paulo: Martins Fontes, 2003.
OMNÈS, Roland. Filosofia da ciência contemporânea. Tradução de Roberto Leal
Ferreira. São Paulo: UNESP, 1996 (Biblioteca Básica).
PLATÃO. Teeteto. 3. ed. Tradução Adriana Manoela Nogueira e Marcelo Boeri.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2010.
Bibliografia Complementar
CARNAP, Rudolf; HAHN, Hahn; NEURATH, Otto. A concepção científica do
mundo: o Círculo de Viena. Tradução de Luiz Carlos Rocha. 2015 (Texto em avaliação
para publicação).
HEISENBERG, Werner. Física e Filosofia. Tradução de Jorge Leal Ferreira. 4. ed.
Brasília: Universidade de Brasília, 1999. (Edições Humanidades, Série Métis).
POPPER, Karl R. A Lógica da Pesquisa Científica. Tradução de Leonidas Hegenberg
e Octanny S. da Mota. São Paulo: Cultrix, 1975.
26.2

HISTÓRIA DAS CIÊNCIAS (54h)
EMENTA: Pretende-se apresentar neste curso com se organiza o conhecimento a partir
do classicismo grego, passando pela idade média árabe e idade média européia. O
NovumOrganum, de Francis Bacon, inaugura um período pré-renacentista, que segue
com os pensadores como Descartes, Hume, Leibnitz e Kant. Após este período, o
positivismo ganha força como teoria do conhecimento, influenciando os pensadores do
século XIX e do início do século XX. A filosofia da ciência de Popper, Lakatos, Khun,
Feyerabend se fundam na história da ciência para justificar suas ideias de evolução do
conhecimento científico.
Bibliografia Básica
129

ALFONSO-GOLDFARB, Ana Maria. O que é História da Ciência. Editora
Brasiliense, 1994.
CHASSOT, Attico. A Ciência Através dos Tempos. Editora Moderna, 1996.
KUHN, Thomas. A Estrutura das Revoluções Científicas. Editora Perspectiva, 1987.
DESCARTES, René. Discurso Sobre o Método. Hemus Editora, 1968.
Bibliografia Complementar
GUERRA, Andréia; BRAGA, Marco; REIS, José Cláudio. Uma Breve História da
Ciência Moderna. Jorge Zahar Editores, 2003.
ROSMORDUC, J. Uma História da Física e da Química. Jorge Zahar Editores, 1988.
26.3

INTRODUÇÃO À FÍSICA COMPUTACIONAL (72h)
EMENTA: Introdução ao sistema operacional UNIX. Métodos de Cálculo Numérico.
Autômatos Celulares e Simulação Monte-Carlo em Física.
Bibliografia Básica
Manzano, J. A. N. G.e Oliveira, J. F. Estudo Dirigido de Algoritmos. Editora Érica
Ltda, 10ª ed, 2005.
Kernighan, B. W. e Ritchie, D. M. C A linguagem de Programação, Padrão ANSI.
Editora Campus, 2ª ed, 1989.
Ruggiero, M. A. Gomes e Lopes, V. L. R. Cálculo Numérico, Aspectos Teóricos e
Computacionais.Pearson Makron Books, 2ª ed 1996.
Bibliografia complementar
Tremblay, Jean-Paul e Bunt, R. B.Ciência dos Computadores, Uma abordagem
Algorítmica. EditoraMacGraw-Hill, 1ª ed, 1983.
Philips, G. M. E Taylor, P. J. Theory and Applications of Numerical
Analisys.Academic Press, 2ª ed., 1996.
130

Landau, D. P. e Binder, K.A guide to Monte Carlo Simulations Physics.Cambridge
University Press, 1ª ed, 2002.
26.4

EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS (72h)
EMENTA: Discutir a filosofia científica da modelagem matemática através de
problemas que se apresentam em situações concretas. Analisar integralmente modelos
simples de problemas de mecânica, biologia, química, eletricidade, ciências médicas,
etc., através de equações diferenciais ordinárias. Apresentar de uma forma concisa
métodos elementares de resolução de equações diferenciais ordinárias.
Bibliografia Básica
DIPRIMA, Richard C. & BOYCE, William E. Equações Diferenciais Elementares e
Problemas de Valores de Contorno.8ª ed. São Paulo: LTC, 2006.
EDWARDS, CAROLYN. Equações Diferenciais Elementares e com Problemas de
Contorno. 3ª edição. São Paulo: LTC, 1995
ZILL, Dennis& CULLEN, Michael R. G.EquaçõesDifrenciais volume 1.3ª edição.
Makron Books, 2000.
Bibliografia Complementar
DIACU, Florine. Introdução a Equações Diferenciais.1ª edição. São Paulo: LTC, 2004.
DOERING, Claus I., LOPES, Arthur O. Equações Diferenciais Ordinárias. Rio de
Janeiro: IMPA, 2005.
FIGUEIREDO, Djairo Guedes de; NEVES, Aloisio Freiria. . Equações diferenciais
aplicadas. Rio de Janeiro, RJ: IMPA, c2008.
SIMMONS, George Finlay; KRANTZ, Steven G. Equações diferenciais: teoria, técnica
e prática. São Paulo, SP: McGraw-Hill, c2008.

131

26.5

FÍSICA MATEMÁTICA 1 (72h)
EMENTA: Análise Vetorial, Análise Vetorial em Sistemas de Coordenadas Curvilíneos,
Análise Tensorial, Séries infinitas, Teoria das Funções Analíticas. Teoria de resíduos.
Folhas de Riemann, Equações diferenciais ordinárias.
Bibliografia Básica
George B. Arfken e Hans J. Weber.Mathematical Methods for Physicists. Academic
Press, 6a ed, 2005.
K. F. Riley, M. P. Hobson e S. J. Bence. Mathematical Methods for Physics and
Engineering, 3a ed., Cambridge University Press, 2006.
Mary L. Boas. Mathematical Methods in the Physical Science. John Wiley & Sons,
2a ed, 1983.
Bibliografia Complementar
Philippe Dennery e Andre Krzywicki.Mathematics for Physicists, Dover Publications,
Inc. 1996.
R. V. Churchill. Fourier series and boundary value problems, McGraw-Hill, 3a ed,
1978.
DIPRIMA, Richard C. & BOYCE, William E. Equações Diferenciais Elementares e
Problemas de Valores de Contorno.8ª ed. São Paulo: LTC, 2006.
ZILL, Dennis G.; CULLEN, Michael R. Equações diferenciais. [3. ed.]. São Paulo:
MAKRON Books, 2008.
26.6 ELETROMAGNETISMO 1 (72h)
EMENTA:
Estudo da Eletrostática e Magnetostática. Estudo da eletrodinâmica e Magnetodinâmica.
Bibliografia Básica

132

David Griffiths. Introduction to Electrodynamics. Prentice Hall,1999.
P. Lorrain and D. Corson. Eletromagnetic Fields and Waves.Editor W. H. Freeman
and Company 2a ed., 1970.
Reitz,J.

R.

Milford,

F;

Robert,

W. C.

FUNDAMENTOS

DA TEORIA

ELETROMAGNÉTICA. Ed Campus, 1ª ED. 1982.
Bibliografia complementar
Philippe Dennery e Andre Krzywicki. Mathematics for Physicists, Dover Publications,
Inc. 1996.
DIPRIMA, Richard C. & BOYCE, William E. Equações Diferenciais Elementares e
Problemas de Valores de Contorno.8ª ed. São Paulo: LTC, 2006.
HALLIDAY, et al. Fundamentos de Física 3: Eletromagnetismo. -7a ed. – São Paulo:
LTC.2006.
GRIFFITHS, David J. Eletrodinâmica. 3.ed. São Paulo: Pearson, 2011.
26.7 ÓTICA (72h)
EMENTA:

Óptica

geométrica

e

instrumentos

óticos.

Óptica

ondulatória,

interferometria e difração. Holografia, processamento óptico e funções de transferência,
lasers, óptica não-linear e guias de onda.
Bibliografia Básica
E. Hecht e A. Zajac, Optics.Addison-Wesley, 2000.
M. Born e E. Wolf. Principles of Optics.Pergammon Press, 1964.
Bibliografia complementar
L. D. Landau e E. M. Lifshitz.Electrodynamics of continuous media. Pergammon
Press, 1960.
L. D. Landau e E. M. Lifshitz. The classical theory of fields.Addison-Weslely,1951.
133

26.8 TERMODINÂMICA (72h)
EMENTA: Variáveis de estado e leis da termodinâmica. Equação fundamental da
termodinâmica. Potenciais termodinâmicos. Relações de Maxwell. Funções resposta.
Equilíbrio e transições de fase
Bibliografia Básica
F. Reif. Fundamentals of Statistical and Thermal Physics. McGraw-Hill,1996.
F. Reif. Curso de Física de Berkeley, Vol V, Física Estatística. McGraw-Hill,1990.
CALLEN, Herbert B. Thermodynamics and an introduction to thermostatistics. 2. ed.
New York: John Wiley & Sons, c1985.
Bibliografia Complementar
TIPLER, P. A. & MOSCA, G. 2006. Física Vol I: Mecânica, Oscilações e Ondas,
Termodinâmica. -5a ed. – São Paulo: LTC.
Reichl .L. E. A MODERN COURSE IN STATISTICAL PHYSICS. Ed. John Wiley,
2009.
SALINAS, Silvio R. A. Introdução à física estatística. 2. ed. São Paulo: EDUSP, 1999
26.9 MECÂNICA QUÂNTICA 1 (72h)
EMENTA: Introdução aos conceitos quânticos. Observáveis. Equações de Evolução.
Partículas quânticas em uma dimensão. Partículas quânticas em 3 dimensões. A notação
de Dirac. O oscilador harmônico em uma dimensão. O momento angular. Potenciais
centrais. O átomo de hidrogênio.
Bibliografia Básica
Claude Cohen-Tannoudji, Bernard Diu e Franck Laloe. Quantum Mechanics Vol I,
John Wiley & Sons, 1990.
L.I. Schiff. Quantum Mechanics.McGraw-Hill, 1968.

134

Leighton , R.B. and Sands, M.. The Feynman lectures on physics, Vols. I, II e III.
Addison-Wesley, 1963, 1964 e 1965.
Bibliografia Complementar
Leighton , R.B. and Sands, M.. The Feynman lectures on physics, Vols. I, II e III.
Addison-Wesley, 1963, 1964 e 1965.
Griffiths, D. Quantum Mechanics, Pearson Education, 2Ed. 2011.
26.10 FÍSICA ESTATÍSTICA (72h)
Formalismo microcanônico. Formalismo canônico. Gás ideal clássico monoatômico.
Mecânica estatística clássica. Gás ideal clássico de moléculas diatômicas. Modelo de
Debye para o calor específico dos sólidos. Radiação do corpo negro. Formalismo grande
canônico. Gases ideais quânticos. Gás ideal de férmions - gás de elétrons. Gás ideal de
bósons - gás de fótons.
BibliografiaBásica
F. Reif. Fundamentals of Statistical and Thermal Physics. McGraw-Hill,1996.
L. E. Reich. A Modern Course in Statistical Physics. John Wiley & Sons, Inc,2a
edition,1998.
Salinas, S.R. Introdução a Física Estatística. Edusp, 2013.
Bibliografia Complementar
Kittel, C. Elementary Statistical Physics. Dover, 2004.
CALLEN, Herbert B. Thermodynamics and an introduction to thermostatistics. 2. ed.
New York: John Wiley & Sons, c1985

135

26.11 FÍSICA MATEMÁTICA 2 (72h)
EMENTA: Espaço de funções, Polinômios ortogonais, Equações diferenciais parciais,
Funções especiais, Análise de Fourier, transformadas integrais, Cálculo variacional e
Introduçãoà Probabilidade e estatística.
Bibliografia Básica
George B. Arfken e Hans J. Weber.Mathematical Methods for Physicists. Academic
Press, 6a ed, 2005.
K. F. Riley, M. P. Hobson e S. J. Bence. Mathematical Methods for Physics and
Engineering, 3a ed., Cambridge University Press, 2006.
Mary L. Boas. Mathematical Methods in the Physical Science. John Wiley & Sons,
2a ed, 1983.
Bibliografia Complementar
Philippe Dennery e Andre Krzywicki.Mathematics for Physicists, Dover Publications,
Inc. 1996.
R. V. Churchill. Fourier series and boundary value problems. McGraw-Hill, 3a ed,
1978.
ZILL, Dennis G.; CULLEN, Michael R. Equações diferenciais. [3. ed.]. São Paulo:
MAKRON Books, 2008.
26.12 INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO (54h)
Ementa: Estudo de componentes básicos de um sistema de computação. Introdução à
organização dos computadores: Arquitetura, Sistemas Operacionais e Compiladores.
Algoritmos Estruturados e Estruturas de Dados. Linguagens de Programação: Teoria e
Prática em Laboratório.
Bibliografia Básica

136

Setzer, V. Introdução à Computação e à Construção de Algoritmos. McGraw-Hill,
São Paulo, 1991.
Forbellone, André. Lógica de Programação.Makron Books, São Paulo, 2000.
KNUTH, D..Art of Computer Programming, Volume 1: Fundamental Algorithms.
3a. Edição.Editora Addison-Wesley Professional.1997.
Bibliografia Complementar
EVARISTO, J, CRESPO, S.. Aprendendo a Programar: Programando Linguagem
Algorítmica Executável.
26.13 MECÂNICA CLÁSSICA 2 (72h)
EMENTA: Dinâmica de muitas partículas dentro dos formalismos Lagrangeano e
Hamiltoniano. Teorema de Liouville. Teorema do Virial. Formulação Covariante.
Grupos de Galileo e de Lorentz e o princípio da Relatividade.
Bibliografia Básica
Symon, K. R.. MECÂNICA- Editora Campus, Rio de Janeiro. 1982.
Marion, J. B..Classical Dynamics of Particles and Systems-4th ed, Saunders College,
1995.
Bibliografia Complementar
KITTEL, Charles; KNIGHT, Walter D; RUDERMAN, Malvin A. Mecánica.2. ed.
Barcelona, España: Reverte, 2005. 4
Goldstein, H..Classical Mechanics – 2th.ed.. Addison-Wesley, 1980.
26.14 ELETROMAGNETISMO 2 (72h)
EMENTA: Estudo da eletrodinâmica e Magnetodinâmica. Equações de Maxwell e
Radiação. Propagação de ondas eletromagnéticas. Propagação de ondas em meios
limitados.

137

Bibliografia Básica
David Griffiths. Introduction to Electrodynamics. Prentice Hall,1999.
P. Lorrain and D. Corson. Eletromagnetic Fields and Waves.Editor W. H. Freeman
and Company 2a ed., 1970.
Reitz,J.

R.

Milford,

F;

Robert,

W. C.

FUNDAMENTOS

DA TEORIA

ELETROMAGNÉTICA. Ed Campus, 1ª ED. 1982.
Bibliografia Complementar
Philippe Dennery e Andre Krzywicki. Mathematics for Physicists, Dover Publications,
Inc. 1996.
George B. Arfken e Hans J. Weber.Mathematical Methods for Physicists. Academic
Press, 6a ed, 2005.
26.15 MECÂNICA QUÂNTICA 2 (72h)
EMENTA: Espalhamento por um potencial. Spin eletrônico. Adição de momentum
angular. Teoria de perturbação estacionária. A estrutura fina e hiperfina do átomo de
hidrogênio.
Bibliografia Básica
Claude Cohen-Tannoudji, Bernard Diu e Franck Laloe. Quantum Mechanics Vol II,
John Wiley & Sons, 1990.
L.I. Schiff. Quantum Mechanics.McGraw-Hill, 1968.
Leighton , R.B. and Sands, M.. The Feynman lectures on physics, Vols. I, II e III.
Addison-Wesley, 1963, 1964 e 1965.
Bibliografia Complementar
Griffiths, D. Quantum Mechanics, Pearson Education, 2Ed. 2011.
Landau, L.D. and Lifshitz. Quantum Mechanics: Non-Relativistic Theory. 3Ed.1977.
138

26.16 FÍSICA DO ESTADO SÓLIDO (72h)
EMENTA: As teorias de Drude e Sommerfeld, Redes Cristalinas e Rede Recíproca,
Difração de raios X por Cristais, Potencial Periódico e Estruturas de Bandas, Dinâmica
de Rede, Semicondutores, Propriedades ópticas e Dielétricas dos Sólidos e Propriedades
Magnéticas dos Sólidos.
Bibliografia Básica
Ashcroft N.W. e Mermin N.D. Solid State Physics.SaundersCollege, 1985.
Kittel, C. Introdução à Física do Estado Sólido. Guanabara Dois, 1997.
Bibliografia Complementar
L.I. Schiff. Quantum Mechanics.McGraw-Hill, 1968.
Claude Cohen-Tannoudji, Bernard Diu e Franck Laloe. Quantum Mechanics Vol I,II,
John Wiley & Sons, 1990.
David Griffiths. Introduction to Electrodynamics. Prentice Hall,1999.
26.17 ÁLGEBRA LINEAR 2 (72h)
EMENTA: Estudar operadores lineares em espaços vetoriais e complexos de dimensão
finita e com produto interno. Descrever operadores lineares em termos de sub-espaço
invariantes. Relacionar espaços vetoriais e espaços duais, bem como transformações
lineares e suas adjuntas. Conteúdos: Espaços com Produto Interno: produto interno,
norma de um vetor, ortogonalidade, complemento ortogonal, projeção ortogonal,
aplicações. Determinantes: permutações, determinantes, cofatores, matriz transposta,
matriz adjunta, matriz inversa, regra de Cramer, aplicações.
Bibliografia Básica
LIPSCHUTZ, Seymour. Álgebra Linear. 3ª edição. Makron Books.1994.
LIMA, Elon Lages. Álgebra Linear. 7ª edição. IMPA.2004.
Bibliografia complementar
139

CALLIOLI, Carlos A..Álgebra Linear e Aplicações. 7ª edição. Atual.1990.
STEINBRUCH, Alfredo & WINTERLE, Paulo. Álgebra Linear. 2ª edição. Makron
Books.1987.
KOLMAN, Bernard & HILL, David R. Introdução à Álgebra Linear com Aplicações. 8ª
edição. LTC.2008.
26.18

BIOFÍSICA (54h)

EMENTA: Grandezas físicas, cinemática, leis de Newton, trabalho e energia,
Conservação da energia, conceitos de termodinâmica, hidrostática, conceitos de
eletricidade e magnetismo, biomecânica, transformações de energia nos sistemas
biológicos; bioeletricidade; interação das radiações com os sistemas biológicos;
biofísica da circulação sanguínea; biofísica da respiração; biofísica da visão; biofísica
da fono-audição.
Bibliografia básica:
DURÁN, J. E. R. Biofísica: Fundamentos e Aplicações. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2003.
E. Okuno, I. Caldas e Chow, Física para as Ciências Biológicas e Biomédicas.
TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para cientistas e engenheiros. Ed.6. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 2009.
Bibliográfica complementar:
HENEINE, I.F. Biofísica Básica. São Paulo: Atheneu, 2003.
MOURÃO JR, C. A.; ABRAMOV, D. M. Biofísica Essencial. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2012
GARCIA, E.A.C. Biofísica. São Paulo: Sarvier, 2002.
Sears e Zemanski, física, vol. 1 e 2.

26.19 INTRODUÇÃO A ASTRONOMIA (54 h)

140

EMENTA: Breve histórico da Astronomia, o sistema solar, Leis de Kepler, estrelas suas
estruturas

internas

e

evolução. Galáxias,

estrutura

e

evolução. Astronomia

Observacional.
Bibliografia Básica
Astronomia e Astrofísica, Kepler, S. O., e Saraiva, M. F., Ed. Livraria da Física, 2004
Fundamentos de Astrofísica, Cid, R., Kanaan, A., EdUFSC, 2001
Friaça, A.; Dal Pino, E.; Sodré Jr., L.; Jatenco-Pereira, V. (org) Astronomia – Uma Visão
Geral do Universo. São Paulo: Edusp, 2000.
Bibliografia Complementar
Friaça, A.; Dal Pino, E.; Sodré Jr., L.; Jatenco-Pereira, V. (org) Astronomia – Uma Visão
Geral do Universo. São Paulo: Edusp, 2000.
Oliveira Filho, K.; Saraiva, M. Astronomia e Astrofísica. Porto Alegre: Ed.
Universidade/UFRGS, 2000
Boczko, R. Conceitos de Astronomia. São Paulo: Edgard Blücher, 1984 • Kartumen, H.
et al Fundamental Astronomy. Springer Verlag, 1995.
26.20 INTRODUÇÃO A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA (54 h)
EMENTA: Fundamentos teóricos e metodológicos da Educação a distância; Ambientes
virtuais de aprendizagem; Histórico da Educação a Distância; Avaliação em ambientes
virtuais de aprendizagem apoiados pela Internet.
Bibliografia básica
BEHAR,P. A. Competências Em Educação A Distância. Editora Penso, 2013.
LITTO, Fredric Michael Litto; FORMIGA, Marcos. Educação à Distância: o estado da
arte. Pearson Education, 2009.
FREIRE, Wendel. Tecnologia E Educação - As Mídias Na Prática Docente. Wak, 2008.
COMPETÊNCIAS em educação a distância. Porto Alegre: Penso, 2013. 312 p. ISBN
9788565848428.
141

KENSKI, Vani Moreira. Educação e Tecnologias. Ed. Papirus, 2007.
SILVA, Robson Santos da. Gestão de EAD: educação a distância na era digital. 1. ed.
São Paulo: Novatec, 2013. 133 p. ISBN 9788575223611.
TAJRA, Sanmya Feitosa. Informática Na Educação: Novas Ferramentas Pedagógicas
Para O Professor Na Atualidade. 8 Ed. Erica, 2008.
26.21

TECNOLOGIAS

DA

INFORMAÇÃO

E

COMUNICAÇÃO

NO

CONTEXTO ESCOLAR (54 h)
EMENTA: As novas tecnologias da comunicação e informação e suas aplicações na
educação, tecnologias digitais no processo ensino e aprendizagem. Ensino de física,
mídias e ludicidade. Ferramentas para EaD. Análise de softwares educativos. Análise de
materiais didáticos digitais.
Bibliografia Básica
BELLONI, Maria Luiza. Educação à distância. - 2. ed. – Campinas, SP: Autores
Associados, 2001.
GIORDAN, Marcelo. Computadores e linguagens nas aulas de ciências: Estudos
socioculturais e a Teoria da Ação Mediada. Ijuí: Unijuí, 2008.
PRETTO, N. D., & SILVEIRA, S. A. (2008). Além das redes de colaboração: internet,
diversidade cultural e tecnologias do poder. Salvador: EDUFBA.

142

27 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

VEIGA, Ilma. Passos Alencastro. Educação Básica e Educação Superior: projeto
político-pedagógico. Campinas, SP: Papirus, 2004.
BARBOSA, J. I. de L.; SERRA, K. C. e FIREMAN, E. C O Curso de Física da
Universidade Federal de Alagoas: Surgimento, Mudanças e Concepções. Revista de
Estudos da Educação, v. , n. ,EDUFAL:Maceió, 2004.

143