PPC 2014
PPC Engenharia de Producao_2014.pdf
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Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
1
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS DE ARAPIRACA
UNIDADE EDUCACIONAL PENEDO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Penedo - Alagoas
Maio de 2018
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
2
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS DE ARAPIRACA
UNIDADE EDUCACIONAL PENEDO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação
em Engenharia de Produção, do Campus de
Arapiraca, Unidade Educacional Penedo,
elaborado tendo como base as Diretrizes
Curriculares Nacionais, com o objetivo de sua
oferta pela Universidade Federal de Alagoas.
Penedo – Alagoas
Maio de 2018
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
3
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS DE ARAPIRACA
UNIDADE EDUCACIONAL PENEDO
Reitora
Maria Valéria Costa Correia
Vice-Reitor
José Vieira da Cruz
Pró-Reitora de Graduação
Sandra Regina Paz da Silva
Diretora Geral do Campus de Arapiraca
Eliane Aparecida Holanda Cavalcanti
Coordenador Acadêmica do Campus de Arapiraca
Arnaldo Tenório da Cunha Júnior
Coordenador da Unidade de Educação Penedo
Alexandre Ricardo Oliveira
Comissão de Elaboração do Projeto Pedagógico
Profª. Dra. Eliane Aparecida Holanda Cavalcanti
Profª Me. Tânia Maria Gomes Voronkoff Carnaúba
Prof. Me. Heder Cleber de Castro Rangel
Marcius Antônio de Oliveira - Técnico em Assuntos Educacionais
Mônica Vanderlei dos Santos Bezerra – Pedagoga
Cledja Santos de Almeida – Pedagoga
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
EQUIPE DE REVISÃO DO PROJETO:
Profª. Me. Adriana Carla de Oliveira Lopes
Profª. Me. Ana Carolina de Lucena Christiano
Prof. Me. Dalgoberto Miquilino Pinho Júnior
Profª. Me Flora Magna no Monte Vilar
Profª. Me. Rochelly Sirremes Pinto
Prof. Dr. Romildo dos Santos Escarpini Filho
Márcia Valéria Oliveira Gonçalves - Técnica em Assuntos Educacionais
4
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
5
SUMÁRIO
1
IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ............................................................................................................. 7
2
INTRODUÇÃO .................................................................................................................................. 9
3
JUSTIFICATIVA DA OFERTA DO CURSO........................................................................................... 12
4
OBJETIVOS DO CURSO ................................................................................................................... 14
5
METODOLOGIA ............................................................................................................................. 16
6
COMPETÊNCIAS, HABILIDADES E ATITUDES................................................................................... 19
7
PERFIL DO EGRESSO ...................................................................................................................... 22
8
CAMPO DE ATUAÇÃO .................................................................................................................... 23
9
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO ....................................................................................... 24
9.1
Estrutura Pedagógica .................................................................................................................... 25
9.2
Estrutura Curricular ...................................................................................................................... 29
9.3
Tempo de Integralização do Curso ............................................................................................... 33
9.4
Matriz Curricular ........................................................................................................................... 34
9.4.1 Disciplinas Obrigatórias/Tronco Inicial ......................................................................................... 34
9.4.2 Disciplinas Obrigatórias/Tronco Intermediário – Eixo da Tecnologia ............................................... 34
9.4.3 Disciplinas Obrigatórias/Tronco Profissionalizante .......................................................................... 34
9.4.4 Disciplinas Eletivas ........................................................................................................................... 37
9.5
Matriz de Equivalência entre a matriz curricular 2014 e 2018 ..................................................... 38
9.6
Representação Gráfica do Perfil de Formação ............................................................................. 45
9.7
Fluxograma do Curso Graduação em Engenharia de Produção .................................................... 46
10
EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS ........................................................................................................... 48
10.1
Disciplinas Obrigatórias ................................................................................................................ 48
Primeiro Período - Tronco Inicial .......................................................................................................... 48
Segundo Período - Tronco Intermediário ............................................................................................. 51
Terceiro Período - Tronco Profissionalizante........................................................................................ 58
Quarto Período - Tronco Profissionalizante .......................................................................................... 66
Quinto Período - Tronco Profissionalizante .......................................................................................... 74
Sexto Período - Tronco Profissionalizante............................................................................................. 81
Sétimo Período - Tronco Profissionalizante .......................................................................................... 90
Oitavo Período - Tronco Profissionalizante ........................................................................................... 98
Nono Período - Tronco Profissionalizante ........................................................................................... 105
Décimo Período - Tronco Profissionalizante ....................................................................................... 111
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
6
10.2
Disciplinas Eletivas ...................................................................................................................... 111
11
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO .................................................................. 139
11.1
Ensino, Pesquisa e Extensão ....................................................................................................... 139
11.2
Responsabilidade Social .............................................................................................................. 141
11.3
Acessibilidade ............................................................................................................................. 142
11.4
Núcleo de Acessibilidade - NAC................................................................................................... 143
11.5
Inclusão e Política de Cotas ......................................................................................................... 144
12
INTERDISCIPLINARIDADE ............................................................................................................ 145
12.1
Tecnologias da Informação e da Comunicação – TIC’S ................................................................. 146
12.2
Educação Ambiental ................................................................................................................... 147
12.3
Tratamento das Relações Étnico-Raciais..................................................................................... 147
12.4
Educação em Direitos Humanos ................................................................................................. 148
12.5
Disciplina de Libras ..................................................................................................................... 149
13
ATIVIDADES COMPLEMENTARES – ACO ...................................................................................... 150
14
ESTÁGIO SUPERVISIONADO......................................................................................................... 152
15
TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO – TCC ............................................................................. 154
16
POLÍTICA DE APOIO AO DOCENTE ............................................................................................... 156
17
POLÍTICA DE APOIO AO DISCENTE ............................................................................................... 158
18
COLEGIADO DO CURSO ............................................................................................................... 161
19
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE .................................................................................. 163
20
AVALIAÇÃO ................................................................................................................................. 165
20.1
Avaliação do Projeto Pedagógico ................................................................................................ 165
20.2
Avaliação dos Docentes .............................................................................................................. 166
20.3
Avaliação dos Discentes .............................................................................................................. 166
20.4
Autoavaliação do Curso .............................................................................................................. 167
20.5
Exame Nacional de Desempenho de Estudantes – ENADE .......................................................... 167
21
CONDIÇÕES DE VIABILIZAÇÃO DO CURSO ................................................................................... 169
21.1
Infraestrutura de Docentes ......................................................................................................... 169
21.2
Técnicos-administrativos ............................................................................................................. 169
21.3
Recursos materiais ...................................................................................................................... 169
22
INFRAESTRUTURA ....................................................................................................................... 170
23
REFERÊNCIAS .............................................................................................................................. 171
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
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7
IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
Instituição Mantenedora
- Denominação: Ministério da Educação (MEC)
- Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF)
- Dependência: Administrativa Federal
Instituição Mantida
- Denominação: Universidade Federal de Alagoas (UFAL) Município-Sede: Maceió
- Estado: Alagoas Região: Nordeste
- Endereço: Rodovia BR 101, Km 14 Campus A. C. Simões – Cidade Universitária,
Maceió /AL - CEP: 57.072 – 970. Telefone: (82) 3214 - 1100 (Central).
Portal
eletrônico: www.ufal.edu.br
Unidade Acadêmica: Campus de Arapiraca/Unidade Educacional Penedo
- Endereço: Escola Municipal de Educação Básica Vereador Manoel Soares de Melo,
Rua Floriano Rosa, nº 263-369, Vila Matias - Dom Constantino, Penedo - AL, CEP:
57200-000 Portal eletrônico: www.ufal.edu.br/arapiraca/graduacao/engenharia-deproducao
-
Direção
Acadêmica:
Eliane
Aparecida
Holanda
Cavalcanti.
E-mail:
elianehcavalcanti@yahoo.com.br
Denominação: Engenharia de Produção
- Modalidade: Presencial
- Título: Bacharel em Engenharia de Produção
- Portaria de Autorização: Criação: em 07/10/2013, através da Resolução
CONSUNI/UFAL Nº. 63/2013
- Turno de Funcionamento: Integral
- Formas de acesso no curso: O ingresso no Curso de Engenharia de Produção é
efetivado por meio de processo seletivo, sendo a prova do ENEM o meio de seleção
e a plataforma SISu/MEC (Sistema de Seleção Unificada) o meio de inscrição,
respeitados os critérios de cotas em vigor. A UFAL adota uma perspectiva de não
produzir nenhuma vaga ociosa, utilizando, periodicamente, conforme o seu
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
8
calendário acadêmico, editais de reopção e de transferência.e de reingresso.
- Vagas anuais: uma entrada de 50 alunos.
- Carga Horária do Curso: 4.380 horas
Compenentes Curriculares
CH
H/A
Carga horária disciplinas obrigatórias
3.720
4.464
Carga horária disciplinas eletivas
60
72
Estágio Supervisionado
200
240
Atividades Complementares
200
240
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
200
240
TOTAL
4.380
5.256
- Carga horária semestral: mínima – 292 horas/ máxima – 438 horas
- Duração do curso: 10 (dez) períodos
- Integralização Mínima: 10 (dez) períodos / Máxima: 15 (quinze) períodos
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
9
2 INTRODUÇÃO
O surgimento e a consolidação da Engenharia de Produção no país estão
intimamente ligados ao desenvolvimento da indústria e da economia brasileira o que não
é uma peculiaridade do caso brasileiro vez que algo semelhante ocorreu em países
como Estados Unidos e Grã-Bretanha. Além disso, dado o desenvolvimento tardio da
indústria brasileira, a evolução da Engenharia de Produção no país seguiu os moldes do
movimento observado nesses dois países.
As raízes da Engenharia de Produção datam antes de sua constituição como uma
nova disciplina no campo da Engenharia. A sua prática surgiu com a estruturação de
sistemas de produção na Revolução Industrial ao final do século XVIII. Nessa época,
fábricas na Inglaterra empregavam métodos de custeio, de estudo do arranjo físico das
máquinas e de programação da produção.
Contudo, o que marcou o desenvolvimento da Engenharia de Produção no Brasil
foi a instalação de empresas multinacionais que trouxeram no seu organograma funções
tipicamente desempenhadas por engenheiros industriais, tais como tempos e métodos,
planejamento e controle da produção, controle de qualidade, por exemplo. Isto
influenciou o mercado de trabalho que passou a demandar profissionais que ainda não
eram formados pelas faculdades e escolas de engenharia da época.
Além da instalação das multinacionais, o crescimento das empresas nacionais e
estatais criou uma maior demanda por administradores e engenheiros industriais. Isto
culminou na criação da Escola de Administração de Empresas na Fundação Getulio
Vargas (FGV) no estado de São Paulo e do primeiro curso de Administração de
Empresas, em 1954. Quatro anos depois foi criado o primeiro curso de graduação em
Engenharia de Produção do país, na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo
(USP). Inicialmente, o curso era uma opção do curso de Engenharia Mecânica.
Posteriormente foi criado o curso de graduação em Engenharia de Produção.
As atividades do engenheiro de produção têm se voltado para o processo de
organização e administração dos recursos na produção de bens e serviços. Desta forma,
o engenheiro de produção possui como característica principal a atuação na produção
diretamente dita, ou seja, enquanto as outras engenharias trabalham na fase de
invenção dos produtos, dos processos e da tecnologia que serão colocados em prática
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
10
na produção, o engenheiro de produção entra em cena muito mais para reduzir custos
e melhorar a qualidade dos produtos, cuidar da distribuição e da gestão dos processos
produtivos de forma geral. Portanto, atuando numa interface entre as áreas das
engenharias e das ciências da administração.
Vale ainda ressaltar que os setores de atuação do engenheiro de produção
mantêm uma grande similaridade com as áreas da Engenharia de Produção definidas
pela Associação Brasileira de Engenharia de Produção - ABEPRO. São elas: Gerência
da Produção, Qualidade, Engenharia Econômica, Gestão Econômica, Ergonomia e
Segurança do Trabalho, Engenharia do Produto, Pesquisa Operacional, Estratégia e
Organizações, Gestão de Tecnologia, Sistemas de Informação, Gestão Ambiental e
Ensino de Engenharia de Produção.
Ressalta-se a importância para a sociedade brasileira da formação de engenheiros
de produção que possam atuar em diversos setores da economia sob a temática da
sustentabilidade e seus preceitos: social, cultural, político, econômico e ecológico. Assim,
“Compete à Engenharia de Produção o projeto, a modelagem, a implantação, a
operação, a manutenção e a melhoria de sistemas produtivos integrados de bens e
serviços, envolvendo homens, recursos financeiros e materiais, tecnologia, informação e
energia. Compete ainda especificar, prever e avaliar os resultados obtidos destes
sistemas para a sociedade e o meio ambiente, recorrendo a conhecimentos
especializados da matemática, física, ciências humanas e sociais, conjuntamente com
os princípios e métodos de análise e projeto da engenharia.” (elaborado a partir de
definições do International Institute of Industrial Engineering - IIIE - e Associação
Brasileira de Engenharia de Produção - ABEPRO).
Além disso, em tempo de globalização financeira e dos mercados, crescimento da
importância do setor de serviços e do potencial do agronegócio brasileiro, surgimento de
evidente preocupação e necessidade de utilização racional dos recursos naturais, esse
profissional será de fundamental importância para exercer um papel de liderança no
projeto, controle e organização de sistemas de produção e de prestação de serviços que
primam pelo desenvolvimento sustentável. Produzir é mais que simplesmente utilizar
conhecimento científico e tecnológico. É necessário integrar fatores de natureza
diversas, atentando para critérios de qualidade, produtividade, custos, responsabilidade
social, etc. A Engenharia de Produção, ao voltar a sua ênfase para características de
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
11
produtos (bens e/ou serviços) e de sistemas produtivos, vincula-se fortemente com as
ideias de projetar e viabilizar produtos e sistemas produtivos, planejar a produção,
produzir e distribuir produtos que a sociedade valoriza. Essas atividades, tratadas em
profundidade e de forma integrada pela Engenharia de Produção, são fundamentais para
a elevação da qualidade de vida e da competitividade do país.
Neste contexto, vem se despontando pelos arranjos institucionais, como território
inserido nas mesorregiões dos Ministérios de Desenvolvimento Agrário, da Integração
Nacional e Meio Ambiente; pela implantação das novas institucionalidades, a exemplo
dos fóruns, comitês, formas associativas, sedes de arranjos produtivos da apicultura,
caprinovicultura, da piscicultura; pelo potencial natural e beleza cênica; as juventudes e
outros sujeitos que desejam participar do desenvolvimento de seu lugar e não serem
obrigados a se afastarem em busca de uma formação profissional e consequentemente
melhorar suas condições de vida.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
12
3 JUSTIFICATIVA DA OFERTA DO CURSO
Com o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das
Universidades Federais (Reuni), o governo federal adotou uma série de medidas para
retomar o crescimento do ensino superior público, criando condições para que as
universidades federais promovessem a expansão física, acadêmica e pedagógica da
rede federal de educação superior. Os efeitos da iniciativa podem ser percebidos pelos
expressivos números da expansão, iniciada em 2003. As ações do programa
contemplam o aumento de vagas nos cursos de graduação, a promoção de inovações
pedagógicas e o combate à evasão, entre outras metas que têm o propósito de
diminuir as desigualdades sociais no país.
Mapa da Expansão das Universidades e Institutos Federais
Fonte: Reuni (2017)
A partir dessa demanda, a Universidade Federal de Alagoas (UFAL), considerada
uma das mais importantes e mais qualificadas instituição de ensino superior em atuação
no Estado de Alagoas, exercendo forte influência estadual e regional, elaborou seu
Projeto de Interiorização, em 2005, pois ainda se encontrava espacialmente restrita aos
Centros e Unidades Acadêmicas situados nos municípios de Maceió, Rio Largo e Viçosa.
Neste sentido, a Resolução Nº 20-A/2005-CONSUNI, de 01 de agosto de 2005,
aprovou a criação e a implantação do Campus de Arapiraca da Universidade Federal de
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
13
Alagoas, constituindo-se na primeira etapa do Programa de Interiorização desta
Universidade, e que, além de outros Pólos, criou também o Pólo Penedo, localizado no
Município de Penedo. Como continuidade desse processo de expansão das Instituições
de Ensino Superior (IES), a Resolução Nº 63/2013-CONSUNI/UFAL, de 07 de outubro
de 2013, aprovou a criação e implantação do Cursos de Graduação Engenharia de
Produção (Unidade Penedo).
A Cidade de Penedo, localizada ao Sul do Estado, às margens do Rio São
Francisco, fazendo divisa com o Estado de Sergipe, possui população de
aproximadamente 64.292 habitantes, distribuídos numa área territorial de 689.875 km².
As estatísticas do Cadastro Central de Empresas (Zoneamento Industrial em Alagoas
/FIEA, 2014), calculam 759 empresas de diversos portes e segmentos atuantes no
Município, empregando 6.909 pessoas. Além disso, o Município conta ainda com
unidades produtivas e de beneficiamento de alimentos, como o arroz, sendo que sua
principal fonte de renda adivinda desses meios produtivos é através do cultivo de canade-açúcar, chegando a produzir 1.542.850 toneladas por ano, além do cultivo de
mandioca, a bovinocultura, a avicultura, produção de artefatos de concreto e cimento,
entre outros (Zoneamento Industrial em Alagoas /FIEA, 2014; IBGE, 2017).
Além do exposto acima, a micro região de Penedo, que é composta pelas
cidades de Igreja Nova, Feliz Deserto, Piaçabuçu e Porto Real do Colégio,
permanecendo com o maior número de empresas e empregos em toda a micro região,
além disso, faz divisa com o Município de Coruripe e fica situada próximo ao de
Arapiraca (Zoneamento Industrial em Alagoas /FIEA, 2014).
A região de Arapiraca, possui 1.482 indústrias, empregando de forma direta
12.055 trabalhadores, sendo a cidade pólo de Arapiraca a que possui a maior oferta de
empregados no setor, 6.952 empregos. Os destaques industriais na micro região são
a fabricação de produtos de fumo; construção civil; fabricação de produtos de material
plástico; fabricação de refrigerantes e refrescos; e o abate de aves. Além disso, podemse considerar como atividades predominantes a fabricação de móveis de madeira;
produtos de padaria, confeitaria e pastelaria; farinha de mandioca e derivados;
esquadrias de madeira e de metal; produção de cana-de-açúcar; edição, impressão e
execução de serviços gráficos; sorvetes; confecções e artefatos de concreto, cimento,
fibrocimento, gesso e estuque; e confecção, além de diversas outras atividades
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
14
complementares (Cadastro dos Pólos, Distritos e Núcleos Industriais em Alagoas /
FIEA, 2009; Zoneamento Industrial em Alagoas /FIEA, 2014).
Já o setor industrial do Município de Coruripe emprega de forma direta 3.176
trabalhadores, em 39 unidades de produção instaladas. Podem-se destacar as
atividades sucroalcooleiras; produção de sucos de frutas e oleaginosas; predominância
de produtos de padaria, confeitaria e pastelaria; plantação de abacaxi e mandioca; a
bovinocultura; a avicultura, entre outros. E como atividades complementares se tem os
produtos farmoquímicos; e os artefatos de concreto e cimento; e a pesca artesanal
(Cadastro dos Pólos, Distritos e Núcleos Industriais em Alagoas / FIEA, 2009;
Zoneamento Industrial em Alagoas /FIEA, 2014), além da perspectiva de construção de
um estaleiro.
Logo, a oferta do Curso de Graduação em Engenharia de Produção na Cidade
de Penedo se justifica em função da necessidade de atendimento à toda essa demanda
da região, conforme acima descrito, além do atendimento aos demais Municípios
próximos, incluindo outras micro regiões e as cidades limítrofes no Estado de Sergipe,
que também possuem atividades industriais, trazendo benefícios tanto na qualificação
dos estudantes, bem como na questão ambiental e social das regiões envolvidas.
Neste sentido, o Projeto do Curso de Engenharia de Produção foi pensado com o
propósito de apresentar à comunidade acadêmica interna e externa o seu projeto
pedagógico, dotado de flexibilidade, capaz de ajustar-se à dinâmica do desenvolvimento
local e regional, enquanto proposta transformadora, que possibilite a dinamização das
ações de pesquisa, pós-graduação e extensão, objetivando o atendimento às novas
demandas da sociedade, do meio ambiente e do mercado, no contexto dos avanços
decorrentes e dos avanços do processo de desenvolvimento socioeconômico e
tecnológico do Brasil, e em particular no Baixo São Francisco.
4 OBJETIVOS DO CURSO
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
15
De forma geral, o Curso de Graduação em Engenharia de Produção da
UFAL/Unidade Penedo tem como foco principal a formação de profissionais para projetar,
implantar e gerenciar sistemas de produção, considerando-se os aspectos econômicos,
sociais e ambientais, bem como a adequação às exigências do mercado e da sociedade
locais e das proximidades.
Logo, de forma explícita, o objetivo geral do Curso de Graduação em Engenharia
de Produção da UFAL/Unidade Penedo é:
Formar engenheiros com sólida base matemática, tecnológica, econômica e social,
de modo a capacitá-lo para analisar, avaliar, projetar, otimizar e gerenciar sistemas
integrados por pessoas, materiais, equipamentos, finanças e informações, de
forma competente, ética e socialmente responsável, considerando ainda os
aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais envolvidos.
Como objetivos específicos destacam-se:
Conscientizar o discente de sua condição de futuro engenheiro, experimentando,
desde as primeiras disciplinas, a prática de participação em atividades de extensão
e/ou pesquisa que o envolva com a profissão e com a realidade de mercado,
contribuindo com o desenvolvimento científico e tecnológico em todas as áreas de
conhecimento da Engenharia de Produção.
Propiciar aos discentes condições de se tornar, além de um profissional
qualificado, um cidadão com pleno conhecimento da realidade de seu país e das
medidas a serem adotadas na promoção do bem estar da sociedade, atendendo
às necessidades regionais e nacionais em termos da formação de recursos
humanos em Engenharia de Produção.
Desenvolver raciocínio lógico e a capacidade empreendedora para solucionar
problemas apresentados dentro do escopo de atuação do Engenheiro de
Produção, adotando os princípios da sustentabilidade.
Promover no futuro profissional o desejo constante de se aperfeiçoar
continuamente, integrando os conhecimentos adquiridos de forma crítica, criativa,
ética e humana, em atendimento às demandas da sociedade.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
16
Capacitar o egresso para a concepção, projeto, desenvolvimento, implantação,
manutenção, acompanhamento, avaliação e melhoria da gestão integrada de
produtos e processos.
Incentivar a participação discente em projetos de pesquisa e extensão, provendo
os resultados destas ações na comunidade científica e na sociedade.
Transmitir, ao egresso, princípios e valores sociais, humanos e ambientais, no
sentido de melhorar as condições de sustentabilidade da sociedade e das
organizações.
5 METODOLOGIA
A metodologia definida para desenvolver as atividades do curso, leva em
consideração a flexibilidade necessária para atender os domínios diversificados de
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
17
aplicação e as vocações institucionais, em expressa coerência com os objetivos do
curso, com os princípios institucionais e com sua estrutura curricular. Está
comprometida com a interdisciplinaridade, com o desenvolvimento do espírito científico
e com a formação dos sujeitos autônomos e cidadãos.
A instituição assume assim seu papel de mediador e busca articular tais trocas,
pois reconhece o educando como um agente principal de sua própria aprendizagem,
sendo capaz de construir satisfatoriamente seu aprendizado quando participa ativamente
do processo. Assim, o Curso de Graduação em Engenharia de Produção da
UFAL/Unidade Penedo visa à qualificação e competência do egresso, adotando para tal,
métodos de ensino e aprendizagem diversificados e criativos. Sendo assim, as seguintes
metodologias são empregadas no curso:
Seminários: Metodologia utilizada como uma forma de avaliação, preparando o
aluno para a prática expositiva, sistematização de ideias, clareza ao discorrer sobre o
assunto em pauta. Auxilia na comunicação e expressão oral.
Palestras: Metodologia utilizada após o professor aprofundar determinado
assunto, tendo o palestrante a finalidade de contribuir para a integração dos aspectos
teóricos com o mundo do trabalho.
Ciclo de Palestras: Metodologia utilizada na busca de integração de turmas e
avanço do conhecimento, trazendo assuntos novos e enriquecedores, além de
proporcionar aos alunos a prática de cerimonial e organização de eventos, já que estes
ciclos são elaborados pelos próprios alunos, sob a orientação do professor da disciplina
competente.
Dinâmicas de Grupo: Metodologia que visa ao preparo dos alunos para a vivência
profissional, com estimulação do desenvolvimento da contextualização crítica, tomada de
decisões e liderança. Ativa a criatividade, a iniciativa, o trabalho em equipe e a habilidade
em negociação.
Práticas em Laboratórios: O curso utiliza laboratórios básicos e laboratórios
aplicados ao desenvolvimento das competências e habilidades práticas das disciplinas.
Dessa forma, o aluno, ao se formar, poderá aplicar, em sua vida profissional, os
conhecimentos úteis e importantes adquiridos nas aulas práticas.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
18
Visitas Técnicas: Realização de visitas a empresas, órgãos e instituições visando
a integrar teoria e prática, além de contribuir para o estreitamento das relações entre
instituição de ensino e as esferas sociais relacionadas a área do curso, estabelecendo,
dessa forma, uma visão sistêmica, estratégica e suas aplicações nas áreas do curso.
Estudo de Casos: Atividade de aplicação dos conteúdos teóricos, a partir de
situações práticas, visando o desenvolvimento da habilidade técnica, humana e
conceitual, além da possibilidade de avaliar resultados práticos obtidos.
Projetos Culturais: Projetos desenvolvidos pelos alunos, em prol da sociedade
regional, a serem desenvolvidos durante a implantação do curso, pelo coordenador, em
conjunto com as demais turmas da Unidade de Ensino e instituições correlatas.
Aulas Expositivas: Método tradicional de exposição de conteúdos, porém com a
utilização de recursos tecnológicos que auxilia no processo de ensino e aprendizagem,
utilizando-se de recursos audiovisuais – data-show, TV, Internet e vídeo.
Estas práticas apoiam-se numa metodologia que busca uma interação entre
discente – docente – conteúdo. Preza-se que o educando conheça os primeiros passos
do caminho para aprender a aprender. Os estudantes são encorajados a definir seus
próprios objetivos de aprendizagem e tomar a responsabilidade por avaliar seus
progressos pessoais. No entanto, o aluno é acompanhado e avaliado, e essa avaliação
inclui a habilidade de reconhecer necessidades educacionais especiais, desenvolver um
método próprio de estudo, utilizar adequadamente uma diversidade de recursos
educacionais e avaliar criticamente os progressos obtidos.
É importante ressaltar que a escolha das metodologias de ensino- aprendizagem
é de responsabilidade de cada docente. Cabe a cada docente escolher as estratégias
de ensino-aprendizagem mais adequadas aos conteúdos a serem desenvolvidos na
sua disciplina. Cabe ainda, buscar fazer com que suas estratégias de ensinoaprendizagem e de avaliação sejam por si só, formas de desenvolvimento de
competências dos discentes. Para tanto o que se requer dos docentes do curso é:
foco nos objetivos do curso e no perfil desejado do egresso e nas competências
relacionadas; foco nos objetivos da disciplina; visão sistêmica (capacidade de ver a
importância de sua disciplina, no conjunto das disciplinas do curso e a importância
destas para os objetivos do curso e para realização do perfil desejado do egresso);
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
19
trabalho em equipe; liderança (da classe) pela competência e
pelo
exemplo;
e atualização e atratividade das aulas com foco na otimização do aprendizado dos
discentes.
Os conteúdos curriculares serão ministrados em diversas formas de organização,
conforme
proposta
pedagógica,
ressaltando
as
metodologias
de
ensino-
aprendizagem, em especial as abordagens que promovam a participação, a
colaboração e o envolvimento dos discentes na constituição gradual da sua
autonomia nos processos de aprendizagem. Esses conteúdos devem ser organizados,
em termos de carga horária e de planos de estudo, em atividades práticas e
teóricas, desenvolvidas individualmente ou em grupo, na própria instituição ou em
outras, envolvendo também pesquisas temáticas e bibliográficas.
6 COMPETÊNCIAS, HABILIDADES E ATITUDES
A formação do Engenheiro de Produção da Unidade Educacional Penedo, Campus
de Arapiraca, da Universidade Federal de Alagoas, está ancorada no desenvolvimento
de competências – que com base na Resolução CONFEA nº1.010/2005, podem ser
interpretadas como um conjunto delimitado e característico de conhecimentos,
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
20
habilidades e atitudes que influenciam a realização de atividades e seus resultados.
Ainda, de acordo com a Resolução CNE/CES N.º11, de 11 de março de 2002, que institui
as diretrizes curriculares nacionais dos cursos de graduação em engenharia, e em seu
Art. 4º estabelece que a formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos
conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades
gerais. Logo, como competências que devem estar presentes no Engenheiro de
Produção formado pela UFAL/Unidade Penedo, destacam-se aquelas que também são
elencadas pela ABEPRO, conforme se segue:
Dimensionar e integrar recursos físicos, humanos e financeiros para produzir
com eficiência e ao menor custo, considerando a possibilidade de melhorias
contínuas;
Utilizar ferramentas da matemática e estatística para modelar sistemas de
produção e auxiliar na tomada de decisões;
Projetar, implementar e aperfeiçoar sistemas, produtos e processos, levando-se
em consideração os limites e as características das comunidades envolvidas;
Prever e analisar demandas, selecionar conhecimento científico e tecnológico,
projetando produtos ou melhorando suas características e funcionalidades;
Incorporar conceitos e técnicas da qualidade em todo o sistema produtivo, tanto
nos seus aspectos tecnológicos quanto organizacionais, aprimorando produtos
e processos, além de produzir normas e procedimentos de controle e auditoria;
Prever a evolução dos cenários produtivos, percebendo a interação entre
organizações e os impactos sobre a competitividade;
Acompanhar os avanços tecnológicos, organizando-os e colocando-os a serviço
da demanda das empresas e da sociedade;
Compreender a inter-relação dos sistemas de produção com o meio ambiente,
tanto no que se refere à utilização de recursos escassos quanto à disposição
final de resíduos e rejeitos, atentando-se para a exigência de sustentabilidade;
Utilizar indicadores de desempenho e sistemas de custeio, bem como realizar a
viabilidade econômica e financeira de projetos; e
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
21
Gerenciar e otimizar o fluxo de informação nas empresas, utilizando tecnologias
e ferramentas adequadas.
Ainda, segundo a ABEPRO, as competências centrais são desdobradas em
habilidades que também serão trabalhadas no decorrer da formação profissional,
habilidades estas que também fazem parte da formação do Engenheiro de Produção
egresso da UFAL/Unidade Penedo, a saber:
Iniciativa empreendedora;
Iniciativa para auto-aprendizado e educação continuada;
Comunicação oral e escrita;
Leitura, interpretação e expressão por meios gráficos;
Visão crítica de ordens de grandeza;
Domínio de técnicas computacionais;
Conhecimento, em nível técnico, de língua estrangeira;
Conhecimento da legislação pertinente;
Capacidade de trabalhar em equipes multidisciplinares;
Capacidade de identificar, modelar e resolver problemas.
Compreensão dos problemas administrativos, sócio-econômicos e do meio
ambiente;
“Pensar globalmente, agir localmente”.
Ainda, algumas atitudes são desejáveis dentro da conduta profissional do
Engenheiro de Produção da UFAL/ Unidade Penedo, norteando padrões almejados de
comportamento. Tais atitudes podem ser assim elencadas:
Postura ética;
Permanente busca de atualização profissional;
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
22
Postura inovadora, com aptidão para desenvolver soluções originais e criativas
para problemas relativos à Engenharia;
Busca permanente de eficiência e de eficácia;
Antecipação de ações (postura proativa);
Busca permanente da racionalização do aproveitamento de recursos;
Busca de melhorias progressivas no desempenho de produtos e processos;
Persistência na obtenção de solução dos problemas;
Senso empreendedor, de iniciativa e de busca autônoma de soluções;
Senso do comprometimento para com os colegas e para com a instituição em
que venha a trabalhar; e
Comportamento
investigativo
para
acompanhar
e
contribuir
com
o
desenvolvimento científico e tecnológico.
7 PERFIL DO EGRESSO
A Resolução do Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Superior
(CNE/CES) 11, de 11 de Março de 2002, em seu artigo 3º define o perfil dos formandos
do Curso de Graduação em Engenharia. A formação deve ser generalista, humanista,
crítica e reflexiva, capacitando a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando
a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando
seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e
humanística, em atendimento às demandas da sociedade.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
23
Assim, da forma como apregoa os Referenciais Nacionais dos Cursos de
Engenharia, o Engenheiro de Produção formado na UFAL/Unidade Penedo é um
profissional de formação generalista, que projeta, implanta, opera, otimiza e mantém
sistemas integrados de produção de bens e serviços, envolvendo homens, materiais,
tecnologias, custos e informação, bem como a sua interação com o meio ambiente;
analisa a viabilidade econômica, incorporando conceitos e técnicas da qualidade em
sistemas produtivos.
Pode ainda, coordenar e/ou integrar grupos de trabalho na solução de problemas
de engenharia, englobando aspectos técnicos, econômicos, políticos, sociais, éticos,
ambientais e de segurança; coordenar e supervisionar equipes de trabalho; realizar
estudos de viabilidade técnico-econômica; executar e fiscalizar obras e serviços técnicos;
e efetuar vistorias, perícias e avaliações, emitindo laudos e pareceres. Em suas
atividades, deve considerar a ética, a segurança, a legislação e os impactos ambientais.
Desta forma, o profissional formado estará apto a desempenhar funções nas
áreas tecnológicas e de inovação dentro de empresas e/ou indústrias nacionais e/ou
internacionais, bem como em órgãos federais, estaduais e municipais, atuando de
forma direta ou através de consultorias visando minimizar gastos e aumentar o
faturamento.
8 CAMPO DE ATUAÇÃO
O Bacharel em Engenharia de Produção formado na Unidade Educacional
Penedo, Campus de Arapiraca, da Universidade Federal de Alagoas, pode atuar em
diversas áreas, tais como engenharia do produto; ergonomia e segurança do trabalho;
estratégia e organização; gerência de produção; gestão ambiental; gestão econômica;
gestão de tecnologia; modelagem, análise e simulação de sistemas; pesquisa
operacional; processos de fabricação; qualidade; sistemas de informação; transporte e
logística; controle estatístico do processo; gerência de projetos; gestão do conhecimento;
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
24
gestão de custos; instalações industriais; planejamento do processo; planejamento e
controle da produção, entre outras.
Pode atuar, ainda, em diversos setores da economia sob a temática da
sustentabilidade e seus preceitos: social, cultural, político, econômico e ecológico. Desta
forma, está habilitado para trabalhar em empresas de manufatura dos mais diversos
setores, como metalúrgica, mecânica, química, construção civil, eletro-eletrônica,
agroindústria; em organizações de prestação de serviços, como bancos; empresas de
comércio; instituições de pesquisa e ensino e órgãos governamentais; redes de fast-food;
hospitais; shoppings; aeroportos; grandes redes de supermercados; lojas de
departamentos; clínicas médicas; cargos de gestão em geral; e diversos outros
segmentos que possuam algum tipo de processo produtivo de bens ou serviços.
Dentro das organizações o egresso pode atuar em diversas áreas da empresa
exercendo, por exemplo, algumas funções operacionais (distribuição de produto, controle
da qualidade do produto e da matéria-prima); funções de planejamento (expansão da
capacidade, alterações na força de trabalho, análise de investimentos em equipamentos);
funções financeiras (controle orçamentário, formação dos custos de produção, retorno
sobre o investimento); funções logísticas (controle de estoques, administração de
materiais; gestão de transportes); funções de marketing (projeto do produto, nichos de
mercado a serem atendidos, integração do setor de distribuição), além da função
manutenção (planos de manutenção, controle de indicadores). A demanda pelo egresso
em EP vem crescendo de modo representativo em vários segmentos econômico.
9 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO
A elaboração do Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção, do
Campus de Arapiraca, Unidade Educacional de Penedo, da Universidade Federal de
Alagoas, atende às exigências da Resolução nº 25/90 – CEPE, de 30 de outubro de
1990, da Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002, e da Resolução Nº 2, de 18
de junho de 2007, que estabelecem normas para as diretrizes curriculares. Diante disto,
se esclarece que a estrutura curricular apresentada neste projeto pedagógico do Curso
Engenharia de Produção está organizada em consonância com as referidas resoluções.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
9.1
25
Estrutura Pedagógica
No projeto de expansão da UFAL, os cursos de graduação oferecidos no interior
constituem uma experiência inovadora, apresentando características distintas daquelas
dos cursos do Campus Maceió. Tal proposta se embasa na necessidade de adoção de
um projeto acadêmico-administrativo inovador, racional, flexível e econômico em
recursos humanos e materiais, mas sem sacrificar a qualidade nem deixar de ser
apropriado às novas condições de operação da instituição.
Os cursos de graduação implantados nos Campi e Pólos do interior são agrupados
em Eixos Temáticos. Esses Eixos Temáticos agrupam classes de cursos que guardam
identidades, atividades e formações disciplinares comuns. O Curso de Engenharia de
Produção está localizado no Eixo de Tecnologia.
Características gerais dos Troncos de Conhecimento:
Flexibilidade curricular: possibilita mobilidade docente (atuação) e discente
(aquisição de conhecimentos do Tronco inicial e conhecimentos complementares disciplinas dos variados Troncos - entre os Pólos e Campi do interior);
Tronco profissionalizante: práticas, estágios e TCCs, preferencialmente com
intervenção na realidade local; competência aferida mediante monografia com banca
docente e defesa pública;
Pesquisa e extensão: consideradas princípios pedagógicos, devem estar
obrigatoriamente presentes nas atividades curriculares dos troncos Intermediário e
Profissionalizante;
Na matriz curricular do Curso de Engenharia de produção ofertado pela Unidade
Educacional de Penedo (Campus Arapiraca) observa-se os fundamentos da estética da
sensibilidade, política da igualdade e a ética da identidade, como também os princípios
específicos de flexibilidade, autonomia, interdisciplinaridade e transversalidade.
A identidade supõe uma inserção no meio social que leva à definição de vocações
próprias, que se diversificam ao incorporar as necessidades locais e as características
dos alunos e a participação dos professores e das famílias no desenho institucional.
A diversidade é necessária para contemplar as desigualdades nos pontos de
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
26
partida dos alunos, que requerem diferenças de tratamento como forma mais eficaz de
garantir um resultado comum nos pontos de chegada. Com a flexibilidade procurar-se-á
promover a adaptação às diferenças individuais, respeitar os diversos ritmos de
aprendizagem, integrar as diferenças locais e os contextos culturais.
A interdisciplinaridade baseia-se na interdependência, na interação e no diálogo
permanente entre os vários ramos do conhecimento, e deve buscar a integração do
conhecimento num todo harmônico e significativo. O princípio pedagógico da
contextualização permite à Universidade pensar o currículo de forma flexível, com uma
ampla rede de significações, e não apenas como um lugar de transmissão do saber. O
conteúdo de ensino deve provocar aprendizagens significativas que mobilizem o aluno
e estabeleçam entre ele e o objeto do conhecimento uma relação de reciprocidade. A
contextualização evoca, por isso, áreas, âmbitos ou dimensões presentes na vida
pessoal, social e cultural, e mobiliza competências cognitivas já adquiridas.
Esses princípios pedagógicos visam contribuir para a formação da totalidade
humana em consonância com as novas demandas do mundo contemporâneo. Também
é observado como eixos estruturais na organização dos cursos, o “aprender a aprender,
aprender a fazer, aprender a viver, aprender a ser“, eixos encaminhados pela UNESCO
que orientarão a seleção dos conteúdos significativos.
Neste sentido, a interdisciplinaridade propicia o diálogo entre os vários campos do
conhecimento e a integração do saber. Visa superar uma organização curricular
tradicional, que coloca as disciplinas como realidades estanques, fragmentadas,
isoladas e dificulta a apropriação do conhecimento pelo aluno. A interdisciplinaridade
favorece uma visão contextualizada e uma percepção sistêmica da realidade, permitindo
uma compreensão mais abrangente do saber.
Logo, a interdisciplinaridade integra o saber, propiciando a compreensão da
relevância e do significado dos problemas estudados, favorecendo, consequentemente,
os processos de intervenção e busca de soluções. Expressa ainda a necessidade de
reconstruir o pensamento em novas bases, recuperando dimensões como a criatividade,
a imaginação e a capacidade de lidar com a incerteza. A interdisciplinaridade não
significa uma justaposição de saberes, nem implica uma comunicação reduzida entre as
disciplinas. Envolve a elaboração de um contexto mais geral, no qual as disciplinas em
contato são modificadas, passando a dependerem claramente uma das outras.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
27
Promove, portanto, intercâmbios mútuos e recíprocas integrações entre as disciplinas.
O ensino baseado na interdisciplinaridade tem um grande poder estruturador, pois,
as definições, os contextos e os procedimentos que são estudados pelos alunos são
organizados em torno de unidades mais globais, que agregam estruturas de conceitos
e metodologias compartilhadas por várias disciplinas, capacitando os alunos para
enfrentar problemas que transcendem os limitem de uma disciplina concreta e para
detectar, analisar e solucionar novas questões. Além disso, a interdisciplinaridade
favorece a realização de transferência das aprendizagens já adquiridas em outros
contextos e amplia a motivação para aprender. Adicionalmente, as disciplinas do Curso
estão interrelacionadas e se integram em função dos objetivos do Curso e do perfil do
egresso.
A transversalidade busca a adequação do currículo às características dos alunos
e do ambiente socioeconômico e cultural, permitindo relacionar as atividades
curriculares com o cotidiano dos alunos e com o contexto social. Para atender a esse
princípio, buscou-se adequar o processo ensino-aprendizagem à realidade local e
regional, articulando as diferentes ações curriculares às características, demandas e
necessidades de cada contexto.
Desenvolveu-se estratégias para articular o processo de ensino à realidade dos
alunos, propiciando uma aprendizagem referida aos diferentes âmbitos e dimensões da
vida pessoal, social e cultural dos discentes. Nessa perspectiva, as práticas curriculares
implementadas no curso estão pautadas no conhecimento das características dos
alunos, buscando respeitar sua personalidade e sua identidade.
O princípio da transversalidade permitiu ainda pensar um currículo de forma
abrangente, com uma ampla rede de significações, e não apenas como um lugar de
transmissão e reprodução do saber. A transversalidade envolve o estabelecimento de
uma relação de reciprocidade entre o aluno e o objeto de conhecimento, favorecendo
uma aprendizagem significativa, uma vez que está baseada nos diferentes âmbitos e
dimensões da vida pessoal, social e cultural dos alunos.
A educação relativa às relações étnico-raciais, bem como o tratamento de questões
e temáticas relacionadas a afro-descendentes e indígenas estão sendo abordadas forma
interdisciplinar e transdisciplinar e buscam discutir a formação da sociedade
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
28
contemporânea que incluem a importância de pessoas que pertencem a grupos étnicoraciais diferentes, as quais contribuíram para formação histórica e cultural do Brasil.
As inovações são sempre uma característica da Educação Superior, visto que o
conhecimento é dinâmico e reflete as mudanças que homens e sociedades produzem
em sua história. Nesse sentido, tais inovações são também acionadas numa perspectiva
de inclusão social de setores que exigem, por direito, o respeito às suas demandas
sociais. Considerando que a Educação é um dos mais importantes espaços para garantir
essa inclusão, a organização curricular do Curso Superior de Engenharia de Produção
da Universidade Federal de Alagoas – Unidade Educacional de Penedo (Campus
Arapiraca), contempla também às exigências do Decreto Nº. 5626, publicado no DOU
de 23/12/2005, que Regulamenta a Lei Nº. 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe
sobre a disciplina de LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais e o art. 18 da Lei Nº. 10.098,
de 19 de Dezembro de 2000, com carga horária de 60 horas, na condição de Disciplina
Eletiva. O cumprimento do referido Decreto visa garantir o direito à educação das
pessoas com deficiência auditiva, bem como instrumentalizar o egresso para atender
clientes e/ou familiares, que possam apresentar esta necessidade especial, como
cidadãos.
Assim, a Unidade Educacional de Penedo do Campus Arapiraca – Universidade
Federal de Alagoas, reúne uma oportuna combinação de fatores: a modernidade de sua
proposta educacional interdisciplinar, que valoriza a formação humanista, crítica e
reflexiva; o envolvimento da sua equipe docente, composta por doutores, mestres e
especialistas; e as instalações, que incluem salas de aula, além de biblioteca e
laboratórios para a formação acadêmica do corpo discente.
Essa concepção exige de todos os colaboradores da Universidade a necessidade
de um olhar mais abrangente, uma visão de totalidade, um esforço de distinguir para
unir, e, no que diz respeito ao ensino, à articulação estreita dos saberes e
potencialidades, à necessidade do trabalho interdisciplinar; à relação teoria e prática e a
uma avaliação permanente.
Estão inseridos nesse olhar os valores éticos, políticos e estéticos. A organização
didática, as formas de convivência acadêmica, a organização do currículo e das
situações de aprendizagem e os procedimentos de avaliação que devem estar
coerentes com esses valores que agregam a sensibilidade, a igualdade e a identidade.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
9.2
29
Estrutura Curricular
O Curso de Engenharia de Produção t e m s u a matriz curricular baseada na
proposta de interiorização da UFAL, que divide a estrutura em três troncos de
disciplinas: Inicial, Intermediário e Profissionalizante.
Estrutura curricular semestral possui duração mínima de 5 (cinco) anos, dividido
em 10 períodos. Com oferta semestral de 50 vagas por ano, os alunos ingressam no
curso tendo contato, no 1º período, com disciplinas do Tronco Inicial que oportunizam
a contextualização do conhecimento em nível amplo e integrado.
O Tronco Inicial oferece conteúdo geral, mas com abordagem comum a todos os
cursos do Campus de Arapiraca. O Tronco Inicial, parte integrante e obrigatória do
PPC, articula-se em função de quatro unidades de formação básica (disciplinas):
• Lógica, Informática e Comunicação;
• Sociedade, Natureza e Desenvolvimento: da realidade local à realidade global;
• Produção do Conhecimento: ciência e não-ciência;
• Seminário Integrador 1.
Esta última unidade de formação básica consolida de forma transversal a
interdisciplinaridade preconizada pelo projeto pedagógico nas demais unidades de
formação básica deste tronco.
O conteúdo deste Tronco compreende atividades desenvolvidas em 20 horas
semanais, por um semestre (20 semanas), totalizando 400 horas ofertadas no primeiro
semestre do curso. As disciplinas contidas no Tronco Inicial devem estimular
abordagens interdisciplinares que versem sobre reflexões críticas da realidade social;
sobre a produção do conhecimento e metodologias de estudo e pesquisa; sobre
instrumentalização básica de apoio à graduação no tocante ao estudo da expressão
escrita, análise, interpretação e crítica textual, informática; e sobre discussões
interdisciplinares.
O Tronco Intermediário oferece conteúdo comum, no segundo semestre, aos
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
30
cursos agrupados dentro de Eixos Temáticos: Agrárias, Educação, Gestão,
Humanidades, Saúde e Tecnologia.
O curso de Engenharia de Produção da Unidade Educacional de Penedo está
inserido no Eixo da Tecnologia, juntamente com os cursos de Arquitetura e Urbanismo,
e Engenharia de Pesca. Neste contexto, as disciplinas ofertadas são:
Seminário integrador 2;
Expressão gráfica;
Introdução à computação;
Estatística e probabilidade;
Geometria analítica;
Elementos do cálculo;
Ética e exercício profissional.
O conteúdo deste tronco desenvolve, ao longo do segundo semestre letivo,
atividades de 20 horas semanais, totalizando 400 horas semestrais. Este tronco
objetiva a oferta e a discussão crítica de conhecimentos referentes à formação
básica do Eixo Temático da Tecnologia, através de disciplinas instrumentais de
síntese.
Por fim, o Tronco Profissionalizante compreende um núcleo de conteúdos
básicos, um núcleo de conteúdos profissionalizantes e um núcleo de conteúdos
específicos da área de formação em Engenharia de Produção.
Assim, o Tronco Profissionalizante é composto por disciplinas distribuídas nos três
núcleos de formação, conforme descrito acima, os quais seguem detalhados abaixo.
O núcleo de conteúdos básicos, compõe 35% da carga horária mínima,
atendendo a Resolução nº 11, de 11 de março de 2002, que estabelece cerca de 30%,
atendendo também as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação
em engenharia, podendo também ser complementado por algumas disciplinas dos
Troncos Inicial e Intermediáro, tais como Lógica, Informática e Comunicação;
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
31
Sociedade, Natureza e Desenvolvimento: da realidade local à realidade global; e
Introdução à computação, versando ainda sobre os tópicos que seguem:
NÚCLEO DE CONTEÚDOS BÁSICOS
NOME DA DISCIPLINA
Elementos de cálculo 2
Elementos de cálculo 3
Elementos de cálculo 4
Cálculo numérico
Álgebra linear
Física 1
Física 2
Física 3
Laboratório de física 1
Laboratório de física 2
Eletrotécnica
Expressão gráfica 2
Química tecnológica
Laboratório de química
Microeconomia
Administração científica
Metodologia científica
Noções de direito
Elemento de mecânica dos sólidos
Ciência e tecnologias dos materiais
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA
PRÁTICA SEMESTRAL
60
60
60
30
60
60
60
60
0
0
30
40
60
0
40
60
60
40
40
40
0
0
0
10
0
0
0
0
40
40
10
20
0
40
20
0
0
0
20
20
60
60
60
40
60
60
60
60
40
40
40
60
60
40
60
60
60
40
60
60
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
Resistência dos materiais
Fenômenos de transporte
Fenômenos de transferência
TOTAL
32
40
40
40
20
20
20
60
60
60
980
280
1260
O núcleo de conteúdos profissionalizantes, constitui-se de 48% da carga
horária mínima, atendendo a Resolução nº 11, de 11 de março de 2002, que estabelece
cerca de 15%, e versa sobre um subconjunto coerente dos tópicos discriminados nas
Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de graduação em engenharia, sendo
composto das disciplinas abaixo elencadas:
NÚCLEO DE CONTEÚDOS PROFISSIONALIZANTES
NOME DA DISCIPLINA
Engenharia econômica
Contabilidade de custos
Gestão financeira 1
Gestão financeira 2
Planejamento estratégico
Planejamento empresarial
Marketing
Logística e cadeia de suprimentos
Gestão de inovação tecnológica
Empreendedorismo
Engenharia do produto 1
Engenharia do produto 2
Processos produtivos
Engenharia de métodos
Planejamento e controle da produção
Organização do trabalho e produção
Automação da produção
Projeto de fabricação e layout
Gestão da manutenção
Ergonomia
CARGA HORÁRIA
TEÓRICA PRÁTICA SEMESTRAL
20
60
40
60
40
40
40
40
60
60
30
40
60
60
40
30
30
40
20
40
20
0
20
0
20
20
0
20
0
0
30
20
0
0
20
30
30
20
20
0
40
60
60
60
60
60
40
60
60
60
60
60
60
60
60
60
60
60
40
40
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
O
33
Engenharia de segurança do trabalho
Sistema de informação em engenharia
de produção 1
Sistemas de informação em engenharia
de produção 2
Pesquisa operacional
Modelagem e simulação
Controle de qualidade
Sistemas de gestão de qualidade
Gestão ambiental
Gestão de resíduos sólidos
TOTAL
núcleo
se
de
conteúdos
específicos
40
20
60
40
20
60
40
20
60
40
40
60
40
60
40
1250
20
20
0
20
0
20
410
60
60
60
60
60
60
1660
constitui
em
extensões
e
aprofundamentos dos conteúdos do núcleo de conteúdos profissionalizantes, bem
como de outros conteúdos destinados a caracterizar modalidades. Estes conteúdos
consubstanciam o restante da carga horária total, e constituem-se em conhecimentos
científicos, tecnológicos e instrumentais necessários para a definição do Curso de
Engenharia de Produção da UFAL, Campus Arapiraca, Unidade de Ensino Penedo, e
garantem o desenvolvimento das competências e habilidades estabelecidas nas
Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos de graduação em engenharia, conforme
NÚCLEO DE
CONTEÚDOS
ESPECÍFICOS
abaixo:
CONTEÚDO
Trabalho de conclusão de curso (TCC)
Estágio supervisionado
Atividades complementares
TOTAL
9.3
CARGA HORÁRIA (horas)
200
200
200
600
Tempo de Integralização do Curso
A carga horária mínima de integralização curricular do curso é de 4.380 (quatro mil
trezentos e oitenta) horas, distribuídas em, no mínimo 10 (dez) períodos ou 5 (cinco)
anos e no máximo 15 (quinze) períodos ou 7,5 (sete e meio) anos, sendo 3.720 (três
mil e setecentos e vinte) horas de disciplinas obrigatórias, 60 (sessenta) horas de
disciplinas eletivas, 200 (duzentas) horas de atividades complementares (ACO), 200
(duzentas) horas para estágio supervisionado e 200 (duzentas) horas destinadas ao
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
34
trabalho de conclusão de curso (TCC).
9.4
Matriz Curricular
A matriz curricular do Curso de Engenharia de Produção da UFAL, Campus de
Arapiraca, Unidade de Educação Penedo contempla, contempla os conteúdos teóricos,
bem como conteúdos práticos necessários a algumas disciplinas.
9.4.1 Disciplinas Obrigatórias/Tronco Inicial
PRIMEIRO PERÍODO
Semestre
Nome da disciplina
1º
Sociedade, natureza e desenvolvimento:
da realidade local à realidade global
Produção do conhecimento: ciência e nãociência
Lógica, informática e comunicação
Seminário integrador 1
Total de carga horária do período
Carga horária
Semanal
Teórica
Prática Semestral
6
120
0
120
6
120
0
120
6
2
80
0
40
40
120
40
20
320
80
400
9.4.2 Disciplinas Obrigatórias/Tronco Intermediário – Eixo da Tecnologia
SEGUNDO PERÍODO
Semestre
Nome da disciplina
Carga horária
Semanal
Teórica
Seminário integrador 2
Expressão gráfica
Introdução à computação
Estatística e probabilidade
Geometria analítica
Elementos do cálculo
Ética e exercício profissional
2
3
3
3
3
4
2
20
40
30
40
60
80
40
20
20
30
20
0
0
0
40
60
60
60
60
80
40
Total de carga horária do período
20
310
90
400
2º
Prática Semestral
9.4.3 Disciplinas Obrigatórias/Tronco Profissionalizante
TERCEIRO PERÍODO
Semestre
Nome da disciplina
Carga horária
Semanal
Teórica
Prática Semestral
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
35
Elementos de cálculo 2
Álgebra linear
Laboratório de física 1
Física 1
Expressão gráfica 2
Cálculo numérico
Química tecnológica
Engenharia econômica
3º
Total de carga horária do período
3
3
2
3
3
2
3
2
60
60
0
60
40
30
60
20
0
0
40
0
20
10
0
20
60
60
40
60
60
40
60
40
21
330
90
420
QUARTO PERÍODO
Semestre
Nome da disciplina
Carga horária
Semanal
Teórica
3
3
3
3
3
3
2
3
60
60
40
40
40
60
0
60
0
0
20
20
20
0
40
0
60
60
60
60
60
60
40
60
23
360
100
460
Elementos do cálculo 3
Física 2
Elemento de mecânica dos sólidos
Fenômenos de transporte
Ciência e tecnologias dos materiais
Metodologia científica
Laboratório de química
Contabilidade de custos
4º
Total de carga horária do período
Prática Semestral
QUINTO PERÍODO
Semestre
Nome da disciplina
Carga horária
Semanal
Teórica
Elementos de cálculo 4
Física 3
Resistência dos materiais
Laboratório de física 2
Engenharia de métodos
Fenômenos de transferência
Processos produtivos
Administração científica
3
3
3
2
3
3
3
3
60
60
40
0
50
40
60
60
0
0
20
40
10
20
0
0
60
60
60
40
60
60
60
60
Total de carga horária do período
23
370
90
460
Semanal
Teórica
3
40
5º
Prática Semestral
SEXTO PERÍODO
Semestre
Nome da disciplina
6º
Sistema de informação em engenharia de
Carga horária
Prática Semestral
20
60
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
36
produção 1
Pesquisa operacional
Modelagem e simulação
Microeconomia
Empreendedorismo
Ergonomia
Engenharia do produto 1
Planejamento estratégico
Total de carga horária do período
3
3
3
3
2
3
3
40
40
40
60
30
30
40
20
20
20
0
10
30
20
60
60
60
60
40
60
60
23
320
140
460
SÉTIMO PERÍODO
Semestre
Nome da disciplina
7º
Sistemas de informação em engenharia de
produção 2
Organização do trabalho e produção
Controle de qualidade
Automação da produção
Eletrotécnica
Gestão ambiental
Planejamento e controle da produção
Engenharia do produto 2
Carga horária
Semanal
Teórica
3
40
20
60
3
3
3
2
3
3
3
60
60
30
40
60
40
40
0
0
30
0
0
20
20
60
60
60
40
60
60
60
23
370
90
460
Total de carga horária do período
Prática Semestral
OITAVO PERÍODO
Semestre
Nome da disciplina
Carga horária
Semanal
Teórica
Sistemas de gestão de qualidade
Planejamento empresarial
Gestão financeira 1
Gestão da manutenção
Projeto de fabricação e layout
Logística e cadeia de suprimentos
Gestão de resíduos sólidos
3
3
3
2
3
3
3
40
40
40
20
40
40
40
20
20
20
20
20
20
20
60
60
60
40
60
60
60
Total de carga horária do período
20
260
140
400
8º
Prática Semestral
NONO PERÍODO
Semestre
9º
Nome da disciplina
Gestão financeira 2
Carga horária
Semanal
Teórica
3
60
Prática Semestral
0
60
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
37
Noções de direito
Gestão de inovação tecnológica
Engenharia de segurança do trabalho
Marketing
Total de carga horária do período
2
3
3
2
40
60
40
40
0
0
20
0
40
60
60
40
13
240
20
260
DÉCIMO PERÍODO
Semestre
10º
Carga horária
Nome da disciplina
Eletiva
Estágio supervisionado
Total de carga horária do período
Semanal
Teórica
Prática Semestral
3
10
30
0
30
200
60
200
13
30
230
260
9.4.4 Disciplinas Eletivas
ELETIVAS
Nome da disciplina
Plano de negócios
Análise de decisões e riscos
Introdução a confiabilidade de sistemas
Processos de fabricação
Gestão de recursos hídricos
Metrologia
Equações diferenciais
Sensoriamento remoto aplicado à engenharia
Tópicos aplicados à engenharia de produção
Língua brasileira de sinais - libras
Pré-cálculo
Introdução à engenharia de produção
Gestão do conhecimento organizacional
Gestão fiscal
Carga horária
Semanal
Teórica
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
3
40
40
60
40
40
20
60
40
40
30
60
60
60
60
Prática Semestral
20
20
0
20
20
40
0
20
20
30
0
0
0
0
60
60
60
60
60
60
60
60
60
60
60
60
60
60
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
38
Engenharia de produção na micro, pequena e média
empresa
Conometragem e cronoanálise
Produção enxuta
Fluidos e termodinâmica
Tópicos aplicados às finanças
Tópicos especiais em automação e robótica
Gestão de serviços
Tópicos de probabilidade e estatística aplicados à
engenharia
Inglês instrumental
Sociologia do trabalho
Psicologia do trabalho
Comunicação e expressão
Total de Carga Horária do período
9.5
3
40
20
60
3
3
3
3
3
3
30
40
40
60
40
40
30
20
20
0
20
20
60
60
60
60
60
60
3
60
0
60
3
3
3
3
60
60
60
60
0
0
0
0
60
60
60
60
78
1240
320
1560
Matriz de Equivalência entre a matriz curricular 2014 e 2018
Como forma de melhor organizar as ofertas de disciplinas similares nos
semestres em que são sobrepostas as matrizes 2014 e 2018, é proposta uma matriz de
equivalência entre disciplinas das duas matrizes, que podem ser cursadas por alunos de
ambas as matrizes. A proposta se baseia nas orientações do Estatuto e Regimento Geral
da UFAL quanto a não permitir menos de 20% (vinte por cento) da carga horária e dos
conteúdos das disciplinas para aproveitamento de estudos, conforme segue:
DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DAS MATRIZES CURRICULARES 2014 E 2018
1º PERÍODO
COMPONENTES
CURRICULARES 2018
COMPONENTES
CURRICULARES 2014
CR
MICROECONOMIA
60
INTRODUÇÃO À ECONOMIA
54
ELEMENTOS DO CÁLCULO
80
CÁLCULO 1
72
INTRODUÇÃO À
COMPUTAÇÃO
60
INTRODUÇÃO À
COMPUTAÇÃO
54
CR
JUSTIFICATIVA
Revisão dos conteúdos;
mudança de período e de
nome.
Retirada de conteúdos
(derivadas de funções
exponenciais, logarítmicas,
trigonométricas e
trigonométricas inversas.
Integração, a integral
definida, teorema
fundamental do cálculo.
Cálculo de áreas e
volumes); mudança de
período e de nome.
Mudança de período.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
INTRODUÇÃO À
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
39
60
INTRODUÇÃO À
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
54
QUÍMICA TECNOLÓGICA
GEOMETRIA ANALÍTICA
60
60
QUÍMICA TECNOLÓGICA
GEOMETRIA ANALÍTICA
72
54
ÉTICA E EXERCÍCIO
PROFISSIONAL
40
ÉTICA E EXERCÍCIO
PROFISSIONAL
36
COMPONENTES
CURRICULARES 2014
CR
2º PERÍODO
COMPONENTES
CURRICULARES 2018
CR
ELEMENTOS DE CÁLCULO 2
60
CÁLCULO 2
72
ÁLGEBRA LINEAR
CÁLCULO NUMÉRICO
LABORATÓRIO DE QUÍMICA
FÍSICA 1
60
40
40
60
ÁLGEBRA LINEAR
CÁLCULO NUMÉRICO
LABORATÓRIO DE QUÍMICA
FÍSICA 1
54
36
36
54
LABORATÓRIO 1 DE FÍSICA
40
LABORATÓRIO DE FÍSICA 1
36
EXPRESSÃO GRÁFICA 2
60
DESENHO TÉCNICO
54
ESTATÍSTICA E
PROBABILIDADE
60
ESTATÍSTICA E
PROBABILIDADE APLICADA À
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
54
COMPONENTES
CURRICULARES 2014
ELEMENTOS DO CÁLCULO 3
CR
60
3º PERÍODO
COMPONENTES
CURRICULARES 2018
CÁLCULO 3
Disciplinas anteriormente
optativa, torna-se
obrigatória.
Mudança de período.
Mudança de período.
Retirada de conteúdos
(Fundamentação e
conceituação filosófica de
moral, ética e valores.
Legislação profissional.
Atribuições profissionais
do engenheiro.
Responsabilidade Técnica.
Sistema Profissional
CONFEA/CREAs. A ética e a
discriminação social e
racial. Propriedade
intelectual).
JUSTIFICATIVA
Retirada de conteúdos
(Séries de potências e
séries de Taylor;
Coordenadas Polares);
mudança de período e de
nome.
Mudança de período.
Mudança de período.
Mudança de período.
Mudança de período.
Mudança de período e de
nome.
Mudança de período e de
nome.
Revisão da bibliografia e
dos conteúdos; mudança
de período e de nome.
CR
JUSTIFICATIVA
72
Retirada de conteúdos
(Comprimento de arco.
Triedro de Frenet.
Teorema das funções
implícitas. Matriz
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
40
METODOLOGIA CIENTÍFICA
60
METODOLOGIA CIENTÍFICA
54
FÍSICA 2
60
FÍSICA 2
54
LABORATÓRIO 2 DE FÍSICA
40
LABORATÓRIO DE FÍSICA 2
36
CIÊNCIA E TECNOLOGIAS
DOS MATERIAIS
60
CIÊNCIA E TECNOLOGIAS
DOS MATERIAIS
54
ENGENHARIA ECONÔMICA
40
ENGENHARIA ECONÔMICA 1
54
COMPONENTES
CURRICULARES 2014
CR
4º PERÍODO
COMPONENTES
CURRICULARES 2018
CR
ELEMENTOS DE CÁLCULO 4
60
CÁLCULO 4
72
FÍSICA 3
60
FÍSICA 3
54
LABORATÓRIO DE FÍSICA 3
36
ELEMENTO DE MECÂNICA
DOS SÓLIDOS
60
MECÂNICA DOS SÓLIDOS
54
GESTÃO FINANCEIRA 1
60
ENGENHARIA ECONÔMICA 2
54
Jacobiana, teorema da
função inversa. Máximos e
mínimos.); mudança de
período e de nome.
Mudança de
Período.
Mudança de
Período.
Mudança de período e de
nome.
Mudança de
Período.
Revisão dos conteúdos;
mudança de nome e
aumento de carga horária.
JUSTIFICATIVA
Revisão e retirada de
conteúdos (Integrais
múltiplas, mudança de
variáveis em integrais
múltiplas. Integração em
campos vetoriais, campos
vetoriais conservativos,
integrais de linha);
mudança de período e de
nome.
Mudança de período e de
nome.
Disciplina acrescentada de
forma estratégica para
fortalecer a formação
básica.
Revisão da bibliografia e
mudança de nome.
Revisão da bibliografia e
dos conteúdos; Retirada
de conteúdos (Introdução
a Administração
Financeira. Conceitos
fundamentais de finanças
corporativas. Tributos.
Controle e administração
de estoques e duplicatas.
Equivalência de Capitais.
Desenvolvimento de
projeto junto à empresas,
com elaboração de
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
41
PLANEJAMENTO E
CONTROLE DA PRODUÇÃO
60
PLANEJAMENTO E
CONTROLE DA PRODUÇÃO 1
54
SOCIOLOGIA DO TRABALHO
60
INTRODUÇÃO À SOCIOLOGIA
DO TRABALHO
54
5º PERÍODO
COMPONENTES
CURRICULARES 2018
relatório de resultados);
Mudança de período e de
nome.
Divisão dos conteúdos da
disciplina “Planejamento e
controle da produção”
entre “Planejamento e
controle da produção 1” e
“Planejamento e controle
da produção 2”.
Disciplinas anteriormente
eletiva, torna-se
obrigatória. Revisão dos
conteúdos e Retirada de
conteúdos (O conceito de
trabalho, divisão do
trabalho. Organização do
trabalho. A sociologia e as
diversas escolas da
administração. Taylorismo,
fordismo e as novas
tendências na organização
do trabalho.
Reestruturação produtiva
e mercado de trabalho.
Organização dos
trabalhadores. As
mutações da classe
trabalhadora e movimento
sindical).
COMPONENTES
CURRICULARES 2014
CR
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS
60
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS
54
PROCESSOS PRODUTIVOS
60
SISTEMAS DE PRODUÇÃO
54
FENÔMENOS DE
TRANSPORTE
60
FENÔMENOS DE
TRANSPORTE 1
54
SISTEMA DE INFORMAÇÃO
GERENCIAL
72
União de disciplinas.
54
Divisão dos conteúdos da
disciplina “Planejamento e
controle da produção”
SISTEMA DE INFORMAÇÃO
EM ENGENHARIA DE
PRODUÇÃO 1
SISTEMA DE INFORMAÇÃO
EM ENGENHARIA DE
PRODUÇÃO 2
PLANEJAMENTO E
CONTROLE DA PRODUÇÃO
CR
JUSTIFICATIVA
Revisão da bibliografia e
dos conteúdos
Mudança de período e de
nome.
Revisão da bibliografia e
dos conteúdos; mudança
de período e de nome.
60
60
60
PLANEJAMENTO E
CONTROLE DA PRODUÇÃO 2
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
CONTABILIDADE DE CUSTOS
60
42
CUSTOS DA PRODUÇÃO
6º PERÍODO
COMPONENTES
CURRICULARES 2018
54
COMPONENTES
CURRICULARES 2014
CR
ELETROTÉCNICA
40
ELETROTÉCNICA
54
INGLÊS INSTRUMENTAL
60
INGLÊS INSTRUMENTAL
54
FENÔMENOS DE
TRANSFERÊNCIA
60
FENÔMENOS DE
TRANSPORTE 2
54
LOGÍSTICA E CADEIA DE
SUPRIMENTOS
60
LOGÍSTICA E CADEIA DE
SUPRIMENTOS
54
ENGENHARIA DE MÉTODOS
ORGANIZAÇÃO DO
TRABALHO DE PRODUÇÃO
60
60
COMPONENTES
CURRICULARES 2014
CR
PESQUISA OPERACIONAL
60
AUTOMAÇÃO DA
PRODUÇÃO
60
ENGENHARIA DE MÉTODOS
ORGANIZAÇÃO DO
TRABALHO
7º PERÍODO
COMPONENTES
CURRICULARES 2018
CR
54
54
entre “Planejamento e
controle da produção 1” e
“Planejamento e controle
da produção 2”.
Revisão da bibliografia e
dos conteúdos; mudança
de período e de nome.
JUSTIFICATIVA
Mudança de período e
aumento de carga horária.
Disciplinas anteriormente
eletiva, torna-se
obrigatória.
Mudança de período e de
nome.
Mudança de período;
Retirada de conteúdo
(Desenvolvimento de
projeto junto a empresas,
com elaboração de
relatório de resultados) e
Revisão da bibliografia.
Mudança de período.
Mudança de período e de
nome.
CR
JUSTIFICATIVA
PESQUISA OPERACIONAL
54
Revisão da bibliografia e
Mudança de período.
AUTOMAÇÃO DA
PRODUÇÃO
54
Mudança de período.
ERGONOMIA
40
ERGONOMIA
54
GESTÃO AMBIENTAL
60
GESTÃO AMBIENTAL
54
ENGENHARIA DO PRODUTO
1
60
ENGENHARIA DO PRODUTO
1
54
Revisão da bibliografia e
dos conteúdos; mudança
de período e aumento de
carga horária.
Revisão da bibliografia e
retirada de conteúdo
(Desenvolvimento de
projeto junto à empresas,
com elaboração de
relatório de resultados).
Revisão da bibliografia e
retirada de conteúdos
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
CONTROLE DE QUALIDADE
COMPONENTES
CURRICULARES 2014
PLANEJAMENTO
ESTRATÉGICO
ENGENHARIA DE
SEGURANÇA DO TRABALHO
ENGENHARIA DO PRODUTO
2
PROJETO DE FÁBRICA E
LAYOUT
60
CR
60
GESTÃO DA QUALIDADE
8º PERÍODO
COMPONENTES
CURRICULARES 2018
ESTRATÉGIA
ORGANIZACIONAL
43
54
CR
JUSTIFICATIVA
54
Mudança de nome.
60
HIGIENE E SEGURANÇA DO
TRABALHO
54
Mudança de nome;
mudança de período e
retirada de conteúdo
(desenvolvimento de
projeto, com elaboração
de relatório de
resultados).
60
ENGENHARIA DO PRODUTO
2
54
-
PROJETO DE FÁBRICA
54
Mudança de nome.
MODELAGEM E SIMULAÇÃO
60
MODELAGEM E SIMULAÇÃO
54
-
-
CONTROLE ESTATÍSTICO DO
PROCESSO
54
COMPONENTES
CURRICULARES 2014
CR
9º PERÍODO
COMPONENTES
CURRICULARES 2018
CR
-
-
GERENCIAMENTO DE
PROJETOS
54
GESTÃO DO
CONHECIMENTO
ORGANIZACIONAL
60
GESTÃO DO CONHECIMENTO
ORGANIZACIONAL
54
GESTÃO DA MANUTENÇÃO
40
GESTÃO DA MANUTENÇÃO
54
GESTÃO DE INOVAÇÃO
TECNOLÓGICA
TRABALHO DE CONCLUSÃO
(Desenvolvimento de
projeto junto à empresas,
com elaboração de
relatório de resultados).
Revisão da bibliografia e
mudança de nome.
60
200
GESTÃO DA INOVAÇÃO
TECNOLÓGICA
ELETIVA 1
ELETIVA 2
ELETIVA 3
TRABALHO DE CONCLUSÃO
Revisão da bibliografia e
mudança de período.
Disciplina acrescentada de
forma estratégica para
fortalecer a formação
específica.
JUSTIFICATIVA
Disciplina acrescentada de
forma estratégica para
fortalecer a formação
específica.
Disciplinas anteriormente
optativa, torna-se
obrigatória.
Mudança de período e
aumento de carga horária.
54
Mudança de período.
54
54
54
216
-
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
DE CURSO
44
DE CURSO
COMPONENTES
CURRICULARES 2014
CR
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
60
10º PERÍODO
COMPONENTES
CURRICULARES 2018
ESTÁGIO CURRICULAR
SUPERVISIONADO
CR
JUSTIFICATIVA
216
Aumento de carga horária.
CR
JUSTIFICATIVA
36
Permanece igual
Deixa de ser obrigatória e
passa a ser eletiva.
Permanece igual
Mudança de nome;
Revisão da bibliografia e
conteúdos e Retirada de
conteúdos (Histórico e
conceitos básicos.
Controle de Qualidade.
Evolução dos sistemas de
qualidade. Certificação
das organizações.
Responsabilidade social.
Desenvolvimento de
projeto junto à empresas,
com elaboração de
relatório de resultados).
DISCIPLINAS ELETIVAS
COMPONENTES
CURRICULARES 2014
MARKETING
GESTÃO DE RESÍDUOS
SÓLIDOS
PLANO DE NEGÓCIOS
CR
40
60
60
COMPONENTES
CURRICULARES 2018
MARKETING
GESTÃO DE RESÍDUOS
SÓLIDOS
PLANO DE NEGÓCIOS
54
54
SISTEMAS DE GESTÃO DA
QUALIDADE
60
SISTEMAS INTEGRADOS DE
GESTÃO
54
ANÁLISE DE DECISÕES E
RISCOS
60
ANÁLISE DE DECISÕES E
RISCOS
54
Permanece igual
54
Permanece igual
54
Permanece igual
54
Permanece igual
54
54
Permanece igual
Permanece igual
54
Permanece igual
54
Permanece igual
54
Permanece igual
54
54
Permanece igual
Permanece igual
INTRODUÇÃO A
CONFIABILIDADE DE
SISTEMAS
PROCESSOS DE FABRICAÇÃO
GESTÃO DE RECURSOS
HÍDRICOS
METROLOGIA
EQUAÇÕES DIFERENCIAIS
SENSORIAMENTO REMOTO
APLICADO À ENGENHARIA
TÓPICOS APLICADOS À
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
LÍNGUA BRASILEIRA DE
SINAIS - LIBRAS
PRÉ-CÁLCULO
GESTÃO FISCAL
60
60
60
60
60
60
60
60
60
60
INTRODUÇÃO A
CONFIABILIDADE DE
SISTEMAS
PROCESSOS DE FABRICAÇÃO
GESTÃO DE RECURSOS
HÍDRICOS
METROLOGIA
EQUAÇÕES DIFERENCIAIS
SENSORIAMENTO REMOTO
APLICADO À ENGENHARIA
TÓPICOS APLICADOS À
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
LÍNGUA BRASILEIRA DE
SINAIS - LIBRAS
PRÉ-CÁLCULO
GESTÃO FISCAL
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
NA MICRO, PEQUENA E
MÉDIA EMPRESA
CONOMETRAGEM E
CRONOANÁLISE
PRODUÇÃO ENXUTA
FLUIDOS E TERMODINÂMICA
TÓPICOS APLICADOS ÀS
FINANÇAS
TÓPICOS ESPECIAIS EM
AUTOMAÇÃO E ROBÓTICA
GESTÃO DE SERVIÇOS
NOÇÕES DE DIREITO
TÓPICOS DE PROBABILIDADE
E ESTATÍSTICA APLICADOS À
ENGENHARIA
PSICOLOGIA DO TRABALHO
45
60
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
NA MICRO, PEQUENA E
MÉDIA EMPRESA
CONOMETRAGEM E
CRONOANÁLISE
PRODUÇÃO ENXUTA
FLUIDOS E TERMODINÂMICA
TÓPICOS APLICADOS ÀS
FINANÇAS
TÓPICOS ESPECIAIS EM
AUTOMAÇÃO E ROBÓTICA
GESTÃO DE SERVIÇOS
40
NOÇÕES DE DIREITO
60
60
60
60
60
60
54
Permanece igual
54
Permanece igual
54
54
Permanece igual
Permanece igual
54
Permanece igual
54
Permanece igual
54
Permanece igual
Deixa de ser obrigatória e
passa a ser eletiva.
36
60
TÓPICOS DE PROBABILIDADE
E ESTATÍSTICA APLICADOS À
ENGENHARIA
PSICOLOGIA DO TRABALHO
-
-
CORROSÃO
54
EMPREENDEDORISMO
60
EMPREENDEDORISMO
54
FRANCÊS I
FRANCÊS II
FRANCÊS III
60
60
60
FRANCÊS I
FRANCÊS II
FRANCÊS III
54
54
54
9.6
60
54
Permanece igual
54
Permanece igual
Disciplina acrescentada
de forma estratégica para
fortalecer a formação
básica.
Deixa de ser obrigatória e
passa a ser eletiva.
Permanece igual
Permanece igual
Permanece igual
Representação Gráfica do Perfil de Formação
Considerando as disciplinas obrigatórias, as eletivas, bem como as Atividades
Complementares, o Estágio Supervisionado Obrigatório e o Trabalho de Conclusão de
Curso, o resumo da distribuição da carga horária, bem como os percentuais
equivalentes, por componente curricular do Curso de Graduação em Engenharia de
Produção da UFAL, Campus de Arapiraca, Unidade de Ensino Penedo, são
apresentados no quadro abaixo com a carga horária mínima por componente e total
para integralização do curso.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
46
DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA POR COMPONENTE CURRICULAR
SIE WEB
COMPONENTES CURRICULARES
CH
E-MEC
HORA/AULA
PERCENTUAL
Disciplinas Obrigatórias
3.720
4.464
84%
Estágio Supervisionado
200
240
5%
Trabalho de Conclusão de Curso
200
240
5%
4.120
4.944
94%
Disciplinas Eletivas
60
72
1%
Atividades Complementares
200
240
5%
PARTE MÓVEL
260
312
6%
4.380
5.256
100%
PARTE FIXA
Carga horária total
Neste sentido, a representação gráfica do perfil de formação do graduado no
Curso de Engenharia de Produção da Unidade de Educação Penedo, Campus
Arapiraca, pode ser visualizada a seguir.
9.7
Fluxograma do Curso Graduação em Engenharia de Produção
O fluxograma relativo ao Curso de Graduação em Engenharia de Produção da
UFAL/Unidade de Ensino Penedo, com a discriminação das disciplinas obrigatórias dos
troncos inicial, intermediário e profissionalizante, assim como os conteúdos flexíveis,
estágio supervisionado e eletivo, encontra-se a seguir.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
47
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
10
48
EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS
10.1 Disciplinas Obrigatórias
Primeiro Período - Tronco Inicial
Disciplina:
Sociedade, natureza e desenvolvimento: da realidade local à
realidade global
Semestre:
1º
Carga Horária
Código:
TRIN001
Pré-Requisito
120h
Ementa
Reflexão crítica sobre a realidade, tendo como base o conhecimento de mundo a
partir de um contexto local e sua inserção global, através de abordagem
interdisciplinar sobre sociedade, seu funcionamento, reprodução, manifestação
diversas e suas relações com a cultura, economia, política e natureza.
Bibliografia Básica
ESTEVA, Gustavo. Dicionário do desenvolvimento: guia para o conhecimento como
poder. Trad. Vera Lúcia M. Joscelyne; Susana de Gyalokay; Jaime A. Clasen. PetrópolisRJ: Vozes, 2000.
SANTOS, Milton. Por outra globalização: do pensamento único à consciência universal.
Rio de Janeiro: Record, 2011.
SEN, Amartya. Desenvolvimento como liberdade. Trad. Laura Teixeira Mota. São
Paulo: Companhia das letras, 2000.
Bibliografia Complementar
GONÇALVES, C. W. Paixão da Terra: ensaios críticos de ecologia e geografia. Rio de
Janeiro: Pesquisadores associados em Ciências Sociais, 1984.
RIBEIRO, D. O povo brasileiro. São Paulo: Cia das Letras, 2006.
SACHS, I. Estratégias de transição para o século XXI- Desenvolvimento e meio
ambiente. São Paulo: Studio Nobel, 1993.
SANTOS, Milton. A natureza do espaço: técnica e tempo. Razão e emoção. São Paulo:
Hucitec, 2009.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
49
VEIGA, José Ely. Desenvolvimento sustentável: o desafio do século XXI. 3 ed. Rio de
Janeiro: Garamond, 2008.
Disciplina:
Produção conhecimento: ciência e não-ciência
Semestre:
1º
Carga Horária
Código:
TRIN002
Pré-Requisito
120h
Ementa
Instrução e discussão sobre ciência e seus instrumentos e métodos científicos, mas
também sobre expressões, conhecimentos tradicionais, populares e locais, para o
reconhecimento de um diálogo de saberes e a internalização de novos paradigmas.
Bibliografia Básica
ARISTÓTELES. Metafísica. Trad. De Leonel Vallandro. Porto Alegre: Editora globo,
1969
DESCARTES, René. Discurso do método. Trad. De Maria E. Galvão. São Paulo:
Martins Fontes, 2003.
HUME. David. Investigação sobre o Entendimento Humano e sobre os princípios
da moral. São Paulo: UNESP, 2004.
Bibliografia Complementar
BOMBASSARO, Luiz Carlos. As fronteiras da epistemologia: Como se produz o
conhecimento. 3 ed. Petrópolis: Vozes, 1992.
CHALMERS, A. F. O que é ciência, afinal? Trad. de Raul Fiker. São Paulo:
Brasiliense, 1993.
DUTRA, Luís H. de A. Introdução à teoria da ciência. Florianópolis: Editora da
UFSC, 1998.
PLATÃO. A República. Trad. de Carlos Alberto Nunes. 3 ed. Belém: Editora
universitária, 2001. Livro VII (O Mito da Carverna).
POPPER, Karl R. A Lógica da Pesquisa Científica. Trad. de Leonidas Hegenberg e
Octanny S. da Mota. São Paulo: Cultrix/ EDUSP, 1975.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
50
Disciplina:
Lógica, informática e comunicação
Semestre:
1º
Carga Horária
Código:
TRIN003
Pré-Requisito
120h
Ementa
Oferta de instrumentais básicos requeridos pelo cursar da graduação universitária,
fundamentalmente: usos da linguagem, indução e dedução; novas tecnologias de
comunicação, usos do computador e da Internet; expressão escrita, análise,
interpretação e crítica textual.
Bibliografia Básica
COPI, Irving M. Introdução à Lógica. São Paulo: Mestre Jou Editora, 1981.
FURASTÉ, Pedro A. Normas Técnicas para o trabalho científico: elaboração e
formatação. 14 ed. Porto Alegre: ABNT, 2007.
OLIVEIRA, Rômulo Nunes de; OLIVEIRA, Elthon Allex da Silva. Lógica no Cotidiano:
Ampliando o seu Alcance. Florianópolis: Bookess, 2012. 181 p.
Bibliografia Complementar
CASTELLS, Manuel. A Galáxia da Internet: Reflexões sobre a Internet, os negócios e
a sociedade, Jorge Zahar Editor, Rio de Janeiro, 2003.
JOHNSON, Steven. Cultura da interface: como o computador transforma nossa
maneira de criar e comunicar. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane Price. Sistemas de Informação. 4 ed. Rio de
Janeiro: LTC, 1999.
LÉVY, Pierre. A conexão planetária: o mercado, o ciberespaço, a consciência. 34 ed.
São Paulo, 2001.
NAVEGA, Sergio. Pensamento Crítico e Argumentação Sólida. São Paulo: Editora
Intelliwise, 2005.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
51
Disciplina:
Seminário integrador I
Semestre:
1º
Carga Horária
Código:
TRIN004
Pré-Requisito
40h
Ementa
Conteúdo integrador das disciplinas do semestre letivo com estabelecimento de relações
entre os conteúdos teóricos abordados e atividades práticas de tecnologia.
Desenvolvimento de competências e estratégias para a prática profissional. Elaboração
e execução de atividades práticas e desenvolvimento de recursos didáticos: trabalhos de
campo, construção de recursos didáticos, elaboração de textos, vídeos.
Bibliografia
Conjunto das bibliografias básicas das demais disciplinas do Tronco Inicial.
Segundo Período - Tronco Intermediário
Disciplina:
Seminário integrador 2
Semestre:
2º
Carga Horária
Código:
TECN006
Pré-Requisito
40h
Ementa
Conteúdo integrador das disciplinas do semestre letivo com estabelecimento de relações
entre os conteúdos teóricos abordados e atividades práticas de tecnologia.
Desenvolvimento de competências e estratégias para a prática profissional. Elaboração
e execução de atividades práticas e desenvolvimento de recursos didáticos: trabalhos de
campo, construção de recursos didáticos, elaboração de textos, vídeos.
Bibliografia
Conjunto das bibliografias básicas das demais disciplinas do Tronco Intermediário.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
52
Disciplina:
Expressão gráfica
Semestre:
2º
Carga Horária
Código:
TECN007
Pré-Requisito
60h
Ementa
Instrumentos e materiais para desenho. Introdução sistemas de projeção. Método
Mongeano. Projeção ortogonal do ponto, reta e plano. Pertinência. Traços de reta e de
plano. Rebatimento. Sombra nas projeções Ortogonais. Projeções oblíquas e
axonométricas. Normas do desenho técnico. Uso de escalas gráficas e numéricas.
Cotagem e dimensionamento. Vistas principais, auxiliares e seccionais.
Bibliografia Básica
BARETA, D. R. Fundamentos de Desenho Técnico Mecânico. 1 ed. Editora: EDUCS,
2010.
MACHADO, S. R. B. Expressão Gráfica Instrumental: Desenho Geométrico Desenho
Técnico Desenho de Edificação e Termos. Editora Ciência Moderna, 2014.
MORLING, K. Desenho Técnico e Geométrico. 1 ed. Editora Alta Books, 2016.
Bibliografia Complementar
LEAKE, J. Manual de Desenho Técnico Para Engenharia: Desenho, Modelagem e
Visualização. 2 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2015.
MONTENEGRO, G. A. A Perspectiva dos Profissionais. 2 ed. Editora: Edgard Blucher,
2010.
MONTENEGRO, G. A. Geometria Descritiva. Volume 1, 2 ed. Editora: Blucher, 2016.
MORIOKA, C. A. CRUZ, M. D. CRUZ, E. C. A. Desenho Técnico: Medidas e
Representação. 1 ed. Editora: Érica, 2014.
MUNIZ, C. MANZOLI, A. Desenho Técnico. 1 ed. Editora: Lexikon, 2015.
Disciplina:
Introdução à computação
Semestre:
2º
Carga Horária
Código:
TECN008
Pré-Requisito
60h
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
53
Ementa
Estudo de componentes básicos de um sistema de computação. Introdução à
organização dos computadores: arquitetura, sistemas operacionais e compiladores.
Algorítimos estruturados e estrutura de dados. Linguagens de programação: teoria e
prática em laboratório.
Bibliografia Básica
ARAÚJO, E. C. Algoritmos - Fundamento e Prática. 3 ed. Editora Visual Books, 2007.
BEAZLEY, D. JONES, B. K. Python Cookbook. Editora Novatec, 2013.
FORBELLONE, A. L. V. EBERSPÄCHER, H. F. Lógica de Programação: A Construção
de Algoritmos e Estruturas de Dados. 3 ed. Editora Pearson Prentice Hall, 2005.
Bibliografia Complementar
BARRY, P. Use a Cabeça! - Python. 1 ed. Editora Alta Books, 2013.
KNUTH, D. E. The Art of Computer Programming: Fundamental Algorhitms. 3 ed.
Editora Addison Wesley Publishing Company, 1997
MATTHES, E. Curso Intensivo de Python. 1 ed. Editora Novatec, 2016.
MENEZES, N. N. C. Introdução a Programação com Python. 2 ed. Editora Novatec,
2014.
PALM III, W. J. Introdução ao Matlab para Engenheiros. 3 ed. Porto Alegre: Editora
AMGH, 2013.
Disciplina:
Estatística e probabilidade
Semestre:
2º
Carga Horária
Código:
TECN009
Pré-Requisito
60h
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
54
Ementa
Distribuição de freqüência aplicada à Engenharia de produção. Representação gráfica.
Medidas de tendências centrais e dispersão aplicada à Engenharia de produção.
Experimentos aleatórios. Espaço amostral e eventos. Noções de probabilidade. Principais
distribuições discretas e contínuas aplicada à Engenharia de produção.
Bibliografia Básica
CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. 19 ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Estatística geral e aplicada. 5 ed. São Paulo: Atlas,
2014.
WALPOLE, R. E. MYERS, R. H. MYERS, S.L. YE, K. Probabilidade e estatística para
engenharia e ciências. 8 ed. São Paulo: Pearson, 2009.
Bibliografia Complementar
ANDERSON, D. R.; SWEENEY, D. J.; WILLIAMS, T. A.
Estatística aplicada à
administração e economia. 3 ed. São Paulo: Cengage, 2013.
MAGALHÃES, M. N.; LIMA, A. C. P. Noções de Probabilidade e Estatística. 6 ed.
São Paulo: EDUSP, 2005.
MILONE G. Estatística Geral e Aplicada. São Paulo: Thomson Learning, 2006.
MONTGOMERY, D. C. RUNGER, G.
C.
Estatística Aplicada e Probabilidade Para
Engenheiros. 6 ed. São Paulo: LTC, 2016.
MORETTIN, L. G. Estatística Básica – Probabilidade e Inferência. São Paulo: Pearson,
2010.
Disciplina:
Geometria analítica
Semestre:
2º
Carga Horária
Código:
TECN010
Pré-Requisito
60h
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
55
Ementa
Estudo de vetores no IR² e no IR³, sistema cartesiano de coordenadas, produtos de
vetores. Estudo da reta e do plano, posição relativa de retas e planos, ângulos e
distâncias. Curvas cônicas e superfícies quádricas.
Bibliografia Básica
CAMARGO, I. de; BOULOS, P. Geometria Analítica: um tratamento vetorial. 3 ed. São
Paulo: Editora Pearson, 2004.
STEINBRUSH, A.; WINTERLE, P. Geometria Analítica. 2 ed. São Paulo: Makron Books,
1987.
WINTERLE, P. Vetores e Geometria Analítica. 2 ed. São Paulo: Editora Pearson, 2013.
Bibliografia Complementar
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Volume 2, 3 ed. São Paulo: Editora
Harbra, 1994.
LIMA, E. L. Geometria Analítica e Álgebra Linear. 2 ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2015.
REIS, G. L.; SILVA, V. V. Geometria Analítica. 2 ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996.
SANTOS, F. J.; FERREIRA, S. F. Geometria Analítica. Porto Alegre: Bookman, 2009.
Disciplina:
Elementos do cálculo
Semestre:
2º
Carga Horária
Código:
TECN011
Pré-Requisito
80h
Ementa
Funções reais de uma variável real. Limite e continuidade. A derivada e a derivação,
derivadas de funções exponenciais, logarítmicas, trigonométricas e trigonométricas
inversas, aproximações lineares, a diferencial, funções hiperbólicas. Valores extremos de
funções, técnicas de construção de gráficos, problemas de otimização. Integração, a
integral definida, teorema fundamental do cálculo. Cálculo de áreas e volumes.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
56
Bibliografia Básica
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo, Volume 1, 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
STEWART, J. Cálculo. Volume 1. São Paulo: Cengage Learning, 2015.
THOMAS, G. B.; WEIR, M. D.; HASS, J. Cálculo. Volume 1, 12 ed. São Paulo: Editora
Pearson, 2013.
Bibliografia Complementar
ÁVILA, G. Cálculo das funções de uma variável. Volume 1, 7 ed. Rio de Janeiro: LTC,
2003.
DAVIS, A. B. Cálculo. Volume 1, 10 ed. Porto Alegre: Bookman, 2014.
FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A: funções limite, derivação e
integração. 6 ed. São Paulo: Editora Pearson, 2006.
LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. Volume 1, 3 ed. Editora Harbra, 1994.
ROGAWSKI, J. Cálculo. Volume 1. Porto Alegre: Bookman, 2008.
Disciplina:
Ética e exercício profissional
Semestre:
2º
Carga Horária
Código:
TECN012
Pré-Requisito
40h
Ementa
Estudo de fundamentos de ética e sociabilidade humana. Valores e princípios éticos na
cultura organizacional e na cadeia produtiva. Conduta. Obrigações e responsabilidades.
Cidadania e organização profissional. Controle do exercício profissional. Codificação ética
da profissão. Normas de responsabilidade social: ISO 26000, SA 8000. Modelo
participativo de Gestão. Atuação dos Sindicatos.
Bibliografia Básica
REGO, Arménio. BRAGA, Jorge. Ética para Engenheiros. 1 ed. Editora Lidel, 2014.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
57
SÁ, Antônio Lopes. Ética Profissional. 9 ed. Revista e ampliada. São Paulo: Atlas, 2009.
VALLS, Álvaro L. M. O que é ética. 9 ed. São Paulo: Brasiliense, 2006.
Bibliografia Complementar
ALEXANDER, Charles K. James Watson. Habilidades Para Uma Carreira de Sucesso
na Engenharia. 1 ed. Editora McGraw-Hill, 2014.
BARSANO, Paulo Roberto. Suerlane Pereira da Silva Soares. Ética Profissional. 1 ed.
Editora Érica, 2014.
BENNETT, Ronald. MILLAM, Elaine. Liderança Para Engenheiros. 1 ed. Editora Mc
Graw Hill, 2014.
CONFEA/CREA. Código de Ética Profissional da Engenharia, da Agronomia, da
Geologia,
da
Geografia
e
da
Meteorologia.
Disponível
em:
http://www.confea.org.br/media/codigo_etica_sistemaconfea_8edicao_2015.pdf. Acesso
em: 22/04/2017.
CONFEA/CREA. RESOLUÇÃO CONFEA Nº 114, de 30/12/1957. Disponível em:
http://normativos.confea.org.br/ementas/visualiza.asp?idEmenta=163&idTipoEmenta=5
&Numero=. Acesso em: 22/04/2017.
CONFEA/CREA. Resolução CONFEA Nº 0453 de 15/12/2000. Disponível em:
http://normativos.confea.org.br/downloads/0453-00.pdf. Acesso em: 22/04/2017.
CONFEA/CREA. Resolução CONFEA Nº 1002 de 26/11/2002. Disponível em:
http://normativos.confea.org.br/ementas/visualiza.asp?idEmenta=542.
Acesso
em:
22/04/2017.
CONFEA/CREA. Resolução CONFEA Nº 1004 DE 27/06/2003. Disponível em:
http://normativos.confea.org.br/downloads/1004-03.pdf. Acesso em: 22/04/2017.
CONFEA/CREA. Resolução CONFEA Nº 1008 DE 09/12/2004. Disponível em:
http://normativos.confea.org.br/ementas/visualiza.asp?idEmenta=548&idTipoEmenta=5
&Numero=. Acesso em: 22/04/2017.
CONFEA/CREA. Resolução CONFEA Nº 1.010, de 22 de agosto de 2005. Disponível
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
58
em: http://normativos.confea.org.br/ementas/visualiza.asp?idEmenta=550. Acesso em:
22/04/2017.
ROBINSON, Dave. GARRATT, Chris. Entendendo Ética: Um Guia Ilustrado. Editora
LeYa, 2013.
VÁZQUEZ, Adolfo Sanches. Ética. 20 ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000.
Terceiro Período - Tronco Profissionalizante
Disciplina:
Elementos de cálculo 2
Semestre:
3º
Carga Horária
Código:
EGPA002
Pré-Requisito
60h
Ementa
A Integral indefinida. Mudança de variável. Algumas técnicas de integração. Aplicações
da integral. Integrais Impróprias. Coordenadas Polares. Sequências e séries de números
reais. Séries de potências e séries de Taylor.
Bibliografia Básica
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo. Volume 1, 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
STEWART, J. Cálculo. Volume 1, 7 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2015.
STEWART, J. Cálculo. Volume 2, 7 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013.
THOMAS, G. B.; WEIR, M. D.; HASS, J.; GIORDANO, F. R. Cálculo. Volume 2, 11 ed.
São Paulo: Editora Pearson, 2013.
THOMAS, G. B.; WEIR, M. D.; HASS, J.l. Cálculo. Volume 1, 12 ed. São Paulo: Editora
Pearson, 2013.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
59
Bibliografia Complementar
ÁVILA, G. Cálculo das funções de uma variável. Volume 2, 7 ed. Rio de Janeiro: LTC,
2004.
DAVIS, A. B. Cálculo. Volume 2, 10 ed. Porto Alegre: Bookman, 2014.
LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. Volume 1, 3 ed. São Paulo: Editora
Harbra, 1994.
LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. Volume 2, 3 ed. São Paulo:
Editora Harbra, 1994.
ROGAWSKI, J. Cálculo. Volume 2, 1 ed. Porto Alegre: Editora Artmed, 2009.
Disciplina:
Álgebra linear
Semestre:
3º
Carga Horária
Código:
EGPA003
Pré-Requisito
60h
Ementa
Sistemas lineares e noções sobre determinantes. Espaços vetoriais. Aplicações lineares.
Matrizes e aplicações lineares. Autovalores e autovetores. Operadores diagonalizáveis.
Bibliografia Básica
ANTON, H.; RORRES, C. R. Álgebra linear com aplicações. 10 ed. Porto Alegre:
Bookman, 2012.
BOLDRINI, J. L. et al. Álgebra Linear. 3 ed. São Paulo: Editora Harbra, 1986.
LIMA, E. L. Álgebra Linear. 9 ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2016.
Bibliografia Complementar
KOLMAN, B.; HILL, D. R. Álgebra linear com aplicações. 9 ed. Rio de Janeiro: LTC,
2013.
LEON, S. J. Álgebra linear com aplicações. 8 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
60
LIMA, E. L. Geometria analítica e álgebra linear. 2 ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2015.
PINTO, C. M. A. Álgebra linear e geometria analítica. Portugal: Escolar Editora, 2014.
SHIFRIN, T.; ADAMS, M. R. Álgebra linear: uma abordagem geométrica. 2 ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2013.
Disciplina:
Laboratório de física 1
Semestre:
3º
Carga Horária
Código:
EGPA004
Pré-Requisito
40h
Ementa
Medidas e Erros. Gráficos. Cinemática e Dinâmica. Queda livre. Colisões. Conservação
de Momento Linear e angular.
Bibliografia Básica
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física mecânica. Volume
1, 10 ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2016.
PIACENTINI, J. J. et al. Introdução ao laboratório de física. 5 ed. São Carlos: Editora
UFSC, 2013.
SCHNEIDER, J. F. Laboratório de física I: livro de práticas. São Carlos: Instituto de
Física de São Carlos. 2013.
Bibliografia Complementar
JEWETT, J. W.; SERWAY R. A. Física para cientistas e engenheiros: mecânica.
Volume 1. 8 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
KELLER, F. Física. Volume 1. São Paulo: Makron Books, 1999.
NUSSENZVEIG, H. M. Mecânica: curso de física básica. Volume 1. São Paulo: Editora
Blucher, 2013.
WOLFGANG B.; GARY W.; HELIO D. Física Para Universitários: mecânica. Volume 1.
Nova York: Editora McGraw Hill, 2012.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
61
YOUNG, H. D. FREEDMAN, R. A. Física 1: mecânica. Volume 1. 12 ed. São Paulo:
Editora Pearson, 2008.
Disciplina:
Física 1
Semestre:
3º
Carga Horária
Código:
EGPA005
Pré-Requisito
60h
Ementa
Grandezas físicas. Vetores. Cinemática e dinâmica da partícula. Trabalho e energia.
Sistema de partículas. Rotações: Rolamentos, Torque e momento angular.
Bibliografia Básica
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física: mecânica. Volume
1. 10 ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2016.
JEWETT, J. W.; SERWAY R. A. Física para cientistas e engenheiros: mecânica.
Volume 1. 8 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física: mecânica. Volume 1. 12 ed. São Paulo: Editora
Pearson, 2008.
Bibliografia Complementar
ALONSO, M.; FINN, E. J. Física, um Curso Universitário: mecânica. Volume 1, 2 ed.
São Paulo: Editora Blucher, 2014.
BAUER, W.; WESTFALL, G. D.; DIAS, H. Física para universitários: mecânica. Volume
1. São Paulo: McGraw Hill, 2012.
KELLER, F. Física. Volume 1. São Paulo: Makron Books, 1999.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. Volume 1. São Paulo: Editora Blucher,
2013.
TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para Cientistas e Engenheiros: mecânica, oscilações
e ondas, termodinâmica. Volume 1, 6 ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
62
Disciplina:
Expressão gráfica 2
Semestre:
3º
Carga Horária
Código:
EGPA006
Pré-Requisito
60h
Ementa
Noções de projeto por computador. Desenho arquitetônico. Plantas de situação. Planta
baixa. Planta de coberta. Cortes longitudinal e transversal. Fachadas. Representação de
objetos, peças mecânicas, escritórios, objetos industriais e layout de postos de trabalhos.
Levantamento métrico. Desenho de projetos complementares. Leitura, interpretação e
integração de projetos.
Bibliografia Básica
ODEBRECHT, S. Projeto Arquitetônico: Conteúdos Técnicos Básicos. 2 ed. Editora
EDIFURB, 2011.
RIBEIRO, A. C. PERES, M. P. NACIR, I. Curso de Desenho Técnico e AutoCAD. 1 ed.
Editora Pearson, 2013.
SILVA, A. Desenho Técnico Moderno. 4 ed. Editora LTC, 2006.
Bibliografia Complementar
LEAKE, J. Manual de Desenho Técnico Para Engenharia: Desenho, Modelagem e
Visualização. 2 ed. Editora LTC, 2015.
MONTENEGRO, G. A. A Perspectiva dos Profissionais. 2 ed. Editora Edgard Blucher,
2010.
MONTENEGRO, G. A. Geometria Descritiva. Volume 1, 2 ed. Editora Blucher, 2016.
MUNIZ, C. MANZOLI, A. Desenho Técnico. 1 ed. Editora Lexikon, 2015.
PRATINI, E. F. Do Desenho Técnico a Modelos 3D: Uma Introdução Prática e Interativa.
1 ed. Editora UNB, 2014.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
63
Disciplina:
Cálculo numérico
Semestre:
3º
Carga Horária
Código:
EGPA007
Pré-Requisito
40h
Ementa
Sistemas numéricos e erros. Raízes de funções a uma variável. Solução de sistemas de
equações lineares. Autovalores e autovetores. Interpolação e aproximação. Integração
numérica. Diferenciação numérica.
Bibliografia Básica
CUNHA, Maria Cristina C. Métodos Numéricos. Editora Campinas, 2000.
GILAT, Amos; SUBRAMANIAM, Vish. Métodos Numéricos Para Engenheiros e
Cientistas – Uma Introdução com Aplicações Usando o Matlab. Editora Bookman, 2008.
RUGGIERO, Márcia A. Gomes. LOPES, Vera Lúcia da Rocha. Cálculo Numérico
Aspectos Teóricos e Computacionais. 2 ed. Editora Makron Books, 1997.
Bibliografia Complementar
ARENALES, Selma; DAREZZO, Artur. Cálculo Numérico - Aprendizagem Com Apoio
de Software. 2 ed. Editora Cengage Learning, 2015.
BIRAN, Adrian; BREINER, Moshe. Matlab for Engineers. 2 ed. Editora Addison Wesley
Publishing Company, 1999.
CHARLES, F.; LOAN, Van. Introduction to Scientific Computing. 2 ed. Editora Prentice
Hall, 1999.
DORNELLES FILHO, Adalberto Ayjara. Fundamentos De Cálculo Numérico. 1 ed.
Editora Bookman, 2016.
FRANCO, Neide Maria Bertoldi. Cálculo Numérico. 1 ed. Editora Pearson, 2006.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
64
Disciplina:
Química tecnológica
Semestre:
3º
Carga Horária
Código:
EGPA008
Pré-Requisito
60h
Ementa
Estequiometria: fórmulas químicas. Estrutura atômica. Tabela periódica. Ligação química.
Química orgânica: polímeros. Gases. Termodinâmica: equilíbrio químico. Equilíbrio
heterogêneo, regras das fases. Equilíbrio químico em soluções. Análise físico-químicas
de água e esgoto.
Bibliografia Básica
ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio
ambiente. 5 ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.
KOTZ, J. C. et. al. Química geral e reações químicas. Volume 1, 3 ed. São Paulo:
Cengage CTP, 2015.
KOTZ, J. C. et. al. Química geral e reações químicas. Volume 2, 3 ed. São Paulo:
Cengage CTP, 2015.
RUSSEL, J. B. Química Geral. Volume 1, 2 ed. São Paulo: Makron Books, 1994.
Bibliografia Complementar
BROWN, T. L. et al. Química: a ciência central. 9 ed. São Paulo: Prentice Hall, 2005.
GENTIL, V. Corrosão. 6 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
HILSDORF, J. W.; BARROS, N. D.; COSTA, I. Química Tecnológica. São Paulo:
Cengage CTP, 2003.
MAIA, D. J.; BIANCHI, J. C. A. Química Geral: Fundamentos. 1 ed. São Paulo: Prentice
Hall Brasil, 2007.
SPENCER, J. N.; BODNER, G. M.; RICKARD, L. H. Química: estrutura e dinâmica. 3 ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2007.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
65
Disciplina:
Engenharia econômica
Semestre:
3º
Carga Horária
Código:
EGPA009
Pré-Requisito
40h
Ementa
Introdução à Matemática financeira: juros, taxa de juros, juros simples e compostos,
diagrama de fluxo de capitais e equivalência entre fluxo de capitais; Critério do Valor
Presente Líquido (VPL). Critério da Taxa interna de retorno (TIR). Critério do Payback
Period. Depreciação.
Bibliografia Básica
ASSAF NETO, A. Matemática financeira e suas aplicações. 13 ed. São Paulo: Atlas,
2016.
CRESPO, A. A. Matemática financeira fácil. 14 ed. São Paulo: Saraiva, 2010.
SAMANEZ, C. P. Engenharia Econômica. 1 ed. São Paulo: Prentice-Hall, 2009.
VANUCCI, L. R. Matemática financeira e engenharia econômica: princípios e
aplicações. 2 ed. São Paulo: Blucher, 2017.
Bibliografia Complementar
BRANCO, A. C. C. Matemática financeira aplicada: metodo algébrico, HP-12C, Microsoft
Excel. 4 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2016.
HIRSCHFELD, H. Engenharia econômica e análise de custos. 7 ed. São Paulo: ATLAS,
2000.
NEWNAN, D. G.; LAVELLE, J. P. Fundamentos de engenharia econômica. Rio de
Janeiro: LTC, 2000.
PILÃO, N. E.; HUMMEL, P. R. V. Matemática financeira e engenharia econômica. São
Paulo: Cencage Learning, 2012.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
66
SAMANEZ, C. P. Matemática Financeira: aplicações à análise de investimentos. 5 ed.
São Paulo: Prentice-Hall, 2010.
Quarto Período - Tronco
- Profissionalizante
Disciplina:
Elementos do cálculo 3
Semestre:
4º
Carga Horária
Código:
EGPA010
Pré-Requisito
60h
Ementa
Curvas parametrizadas. Comprimento de arco. Funções vetoriais de uma variável real,
limite, continuidade, derivada e integral de funções vetoriais de uma variável real,
curvatura e torsão, triedro de Frenet. Funções de várias variáveis reais, limite e
continuidade de funções de várias variáveis reais, cálculo diferencial de funções reais de
várias variáveis reais, teorema das funções implícitas. Funções vetoriais, matriz
Jacobiana, teorema da função inversa. Máximos e mínimos. Multiplicadores de Lagrange.
Formula de Taylor.
Bibliografia Básica
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo. Volume 2, 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
STEWART, J. Cálculo. Volume 2, 7 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013.
THOMAS, G. B.; WEIR, M. D.; HASS, J.; GIORDANO, F. R. Cálculo. Volume 2, 11 ed.
São Paulo: Editora Pearson, 2013.
Bibliografia Complementar
ÁVILA, G. Cálculo das Funções de Múltiplas Variáveis. Volume 3, 7 ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2006.
DAVIS, A. B. Cálculo. Volume 2, 10 ed. Porto Alegre: Bookman, 2014.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
67
FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo B: funções de várias variáveis, integrais
múltiplas, integrais curvilíneas e de superfície. 2 ed. São Paulo: Editora Pearson, 2007.
LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. Volume 2, 3 ed. São Paulo: Harbra,
1994.
ROGAWSKI, J. Cálculo. Volume 2, 1 ed. Porto Alegre: Editora Artmed, 2009.
Disciplina:
Física 2
Semestre:
4º
Carga Horária
Código:
EGPA011
Pré-Requisito
60h
Ementa
Equilíbrio dos corpos rígidos; Gravitação. Mecânica dos Fluidos. Movimentos oscilatórios
e Ondas. Termodinâmica e Teoria Cinética dos Gases.
Bibliografia Básica
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física: gravitação, ondas
e termodinâmica. Volume 2, 10 ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2016,
JEWETT, J. W.; SERWAY R. A. Física para Cientistas e Engenheiros: oscilações,
ondas e termodinâmica. Volume 2, 8 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física: termodinâmica e ondas. Volume 2, 12 ed. São
Paulo: Pearson, 2008.
Bibliografia Complementar
ALONSO, M.; FINN, E. J. Física: um curso universitário - campos e ondas. Volume 2, 2
ed. São Paulo: Blucher, 2014.
BAUER, W.; WESTFALL, G.; DIAS, H. Física para universitários: relatividade,
oscilações, ondas e calor. São Paulo: Mcgraw-hill, 2013.
KELLER, F. Física. Volume 2. São Paulo: Makron books, 1999.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
68
NUSSENZVEIG, H. M. Fluidos, Oscilações e Onda, Calor: curso de física básica.
Volume 2, 5 ed. São Paulo: Blucher, 2014.
TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para Cientistas e Engenheiros: mecânica, oscilações
e ondas, termodinâmica. Volume 1, 6 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
Disciplina:
Elemento de mecânica dos sólidos
Semestre:
4º
Carga Horária
Código:
EGPA012
Pré-Requisito
60h
Ementa
Objetivos da mecânica dos sólidos rígidos e deformáveis. Estática dos pontos materiais.
Estática dos corpos rígidos. Características geométricas dos corpos.
Bibliografia Básica
BEER, Ferdinand P. et al. Mecânica Vetorial Para Engenheiros – Estática. 9 ed. Editora
McGraw-Hill, 2012.
BEER, Ferdinand P.; JOHNSTON, Russell E. Mecânica Vetorial Para Engenheiros –
Estática. 5 ed. Editora Makron Books, 1994.
FONSECA, Adhemar. Curso de Mecânica – Volume II – Estática. Editora Livros
Técnicos e Científicos. 3 ed. Editora S/a, 1976.
Bibliografia Complementar
BEER, Ferdinand P. et al. Estática e Mecânica dos Materiais. 1 ed. Editora McGraw-Hill,
2013.
BEER, F. P.; JOHNSTON, R. E. Mecânica Vetorial Para Engenheiros – Estática. 5 ed.
Editora Makron Books, 1994.
CAMPANARI, F. A. Teoria das Estruturas. 1 ed. Editora Guanabara Dois, 1985.
GORFIN, B.; OLIVEIRA, M. M. Estruturas Isostáticas. Editora Livros Técnicos e
Científicos. 3 ed. Editora S/a, 1983.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
69
HIBBELER, R. C. Estática. Mecânica Para Engenharia. 12 ed. Editora Pearson, 2010.
Disciplina:
Fenômenos de transporte
Semestre:
4º
Carga Horária
Código:
EGPA013
Pré-Requisito
60h
Ementa
Propriedades dos fluidos; Estática dos fluidos; Cinemática dos fluidos; Equação da
energia para regime permanente; Medida da vazão; Escoamento permanente de fluido
incompressível em condutos forçados.
Bibliografia Básica
BRAGA FILHO, W. Fenômenos de transporte para engenharia. 2 ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2012.
BRUNETTI, F. Mecânica dos fluidos. 2 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008.
FOX, R. W.; PRITCHARD, P. J.; MCDONALD, A. T. Introdução à mecânica dos fluídos.
8 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014.
Bibliografia Complementar
AZEVEDO NETTO, J. M.; ARAUJO, R. Manual de Hidráulica. 8 ed. São Paulo: Edgard
Blucher Ltda, 1998.
CANEDO, E. L. Fenômenos de Transporte. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
ÇENGEL, Y. A.; CIMBALA, J. M. Mecânica de Fluidos: fundamentos e aplicações. 3 ed.
São Paulo: McGraw-Hill, 2015.
MASSEY, B. S. Mecânica dos Fluidos. Lisboa: Fundação Caulouste Gulbenkian, 2002.
MUNSON, B. R.; YOUNG, D. F.; OKIISHI, T. H. Fundamentos da Mecânica dos
Fluidos. São Paulo: Edgard Blücher, 2004.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
70
Disciplina:
Ciência e tecnologias dos materiais
Semestre:
4º
Carga Horária
Código:
EGPA014
Pré-Requisito
60h
Ementa
Introdução à Ciência dos Materiais. Estrutura e Propriedades dos Materiais Metálicos.
Estrutura e Propriedades dos Materiais Poliméricos. Estrutura e Propriedades dos
Materiais Cerâmicos. Estrutura e Propriedades dos Materiais Compósitos. Propriedades
Eletrônicas dos Materiais. Propriedades Térmicas dos Materiais. Propriedades Ópticas
dos Materiais.
Bibliografia Básica
ASKELAND, D. R.; Phulé, P.P. Ciência e Engenharia dos Materiais. São Paulo:
Cengage Learning, 2008.
CALLISTER JR., W. D. Ciência e Engenharia dos Materiais: uma Introdução. 8 ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2012.
VAN VLACK, L. Princípios de ciências dos materiais. São Paulo: Campus, 1994.
Bibliografia Complementar
BAUER, L. A. F. Materiais de construção. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos,1999.
BERTOLINI, L. Material de construção: patologia, reabilitação, prevenção. São Paulo:
Oficina de Textos, 2010.
PARETO, L. Resistência e ciência dos materiais. 1 ed. São Paulo: Hemus, 2003.
PHILPOT, T. A. Mecânica dos materiais: um sistema integrado de ensino. 2 ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2013.
SMITH, W. F. Princípios de ciência e engenharia dos materiais. 3 ed. Lisboa: McGrawHill, 1998.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
71
Disciplina:
Metodologia científica
Semestre:
4º
Carga Horária
Código:
EGPA015
Pré-Requisito
60h
Ementa
A pesquisa científica em Engenharia de Produção. Tipos de trabalhos científicos. Plágio.
Normas técnicas para a elaboração de documentos científicos, monografias e relatórios
de estágio. Planejamento do projeto de pesquisa. As etapas do projeto de pesquisa.
Procedimentos metodológicos: abordagens qualitativa e quantitativa, métodos de
pesquisa em Engenharia de Produção, unidade de análise, da amostra (ou seleção de
casos) e técnicas de coleta e análise de dados. Apresentação dos resultados da pesquisa.
Bibliografia Básica
CAUCHIK M. P. A. et al. Metodologia de Pesquisa em Engenharia de Produção. 2 ed.
Editora Elsevier Brasil, 2011.
MARCONI, M. A.; Lakatos, E. M. Fundamentos de Metodologia Científica. 8 ed. Editora
Atlas. 2017.
POPPER, K. A Lógica da Pesquisa Científica. 2 ed. Editora Cultrix, 2013.
SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. 24 ed. Editora Cortez, 2016.
Bibliografia Complementar
BAPTISTA, M. N. CAMPOS, D. C. Metodologias de Pesquisa em Ciências: Análises
Quantitativa e Qualitativa. 2 ed. Editora LTC, 2016.
FLICK, U. Introdução à Metodologia de Pesquisa: Um Guia para Iniciantes. 1 ed.
Editora: Penso, 2012.
KOLLER, S. H. Manual de Produção Científica. 1 ed. Editora Penso, 2014.
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia do Trabalho Científico. 7 ed. Editora
Atlas, 2007.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
72
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de Pesquisa: Planejamento, Execução e
Amostragens, Elaboração e Interpretação de Dados. 7 ed. Editora Atlas, 2008.
VERGARA, S. C. Projetos e Relatórios de Pesquisa em Administração. 16 ed. Editora
Atlas, 2016.
Disciplina:
Laboratório de química
Semestre:
4º
Carga Horária
Código:
EGPA016
Pré-Requisito
40h
Ementa
Introdução ao laboratório de química. Reações químicas. Estequiometria. Equilíbrio
químico. Preparo de soluções ácido-base.
Bibliografia Básica
ATKINS, P.W. et al. Química Inorgânica. 4 ed. Porto Alegre: Bookman, 2008.
FAVERO, L.O.B.; TANAKA, A. S.; LENZI, E. Química Geral Experimental. 2 ed. São
Paulo: Freitas Bastos, 2012.
MORITA, T.; ASSUMPÇÃO, R. M. V. Manual de Soluções, Reagentes e Solventes. 2
ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1969.
Bibliografia Complementar
BRACHT, A.; IWAMOTO, E. L. I. Métodos de laboratório em bioquímica. Barueri:
Manole, 2003.
BRUICE, P. Y. Química Orgânica. Volume 1, 4 ed. São Paulo: Pearson, 2006.
BRUICE, P. Y. Química Orgânica. Volume 2, 4 ed. São Paulo: Pearson, 2006.
CASTELLAN, G. W. Fundamentos de Físico-Química. Rio de Janeiro: LTC, 2017.
SKOOG, D. A.; WEST, D. M.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos de Química
Analítica. São Paulo: Cengage CTP, 2014).
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
73
SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. Química Orgânica. Volume 1, 10 ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2012.
SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. Química Orgânica. Volume 2, 10 ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2012.
Disciplina:
Contabilidade de custos
Semestre:
4º
Carga Horária
Código:
EGPA035
Pré-Requisito
60h
Ementa
Introdução à Contabilidade de Custos. Terminologia e classificação de custos. Elementos
e formação de custos. Métodos de custeio: Absorção, Variável, Total. Sistemas de
acumulação de custos. Sistemas de Alocação de Custos Indiretos: Departamentalização,
Custeio Baseado em Atividades (ABC). Análise custo-volume-lucro do sistema produtivo.
Bibliografia Básica
BRUNI, A. L.; FAMÁ, R. Gestão de Custos e Formação de Preços: aplicações na
calculadora HP 12C e excel. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2012.
MARTINS, E. Contabilidade de Custos. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2010.
RIBEIRO, O. M. Contabilidade de Custos Fácil. 9 ed. São Paulo: Saraiva, 2014.
Bibliografia Complementar
CREPALDI, S. A. Curso Básico de Contabilidade de Custos. 5 ed. São Paulo: Atlas,
2010.
DUTRA, R. G. Custos: Uma Abordagem Prática. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MEGLIORINI, E. Custos: análise e gestão. 3 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2013.
NEVES, S. das; VICENCONTI, P. E. V. Contabilidade de Custos: um Enfoque Direto e
Objetivo. 11 ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
SANTOS, J. J. Manual de Contabilidade e Análise de Custos. 7 ed. São Paulo: Atlas,
2017.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
74
Quinto Período - Tronco Profissionalizante
Disciplina:
Elementos de cálculo 4
Semestre:
5º
Carga Horária
Código:
EGPA017
Pré-Requisito
60h
Ementa
Integrais múltiplas, mudança de variáveis em integrais múltiplas. Integração em campos
vetoriais, campos vetoriais conservativos, integrais de linha. Teorema de Green.
Superfícies parametrizadas. Integrais de superfície. Teorema de Stokes. Teorema de
Gauss ou do divergente. Equações diferenciais de primeira e segunda ordem. Métodos
elementares de solução. Equações diferenciais lineares.
Bibliografia Básica
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de Cálculo, Volume 3, 5 ed. Rio de Janeiro: LTC,
2002.
STEWART, James. Cálculo. Volume 2, Tradução da 7 edição norte-americana. São
Paulo: Cengage Learning, 2013.
THOMAS, George B.; WEIR, Maurice D.; HASS, Joel; GIORDANO, Frank R. Cálculo –
Volume 2, 11 ed. São Paulo: Editora Pearson, 2013.
Bibliografia Complementar
ÁVILA, Geraldo. Cálculo das Funções de Múltiplas Variáveis. Volume 3, 7 ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2006.
DAVIS, Anton Bivens. Cálculo. Volume 2, 10 ed. Porto Alegre: Bookman, 2014.
FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo B: Funções de várias
variáveis, integrais múltiplas, integrais curvilíneas e de superfície. 2 ed. São Paulo:
Pearson, 2007.
LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica. Volume 2, 3 ed. São Paulo:
Harbra, 1994.
ROGAWSKI, Jon. Cálculo. Volume 2, São Paulo: Artmed, 2009.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
75
Disciplina:
Física 3
Semestre:
5º
Carga Horária
Código:
EGPA018
Pré-Requisito
60h
Ementa
Princípios de eletrostática, campos elétricos, lei de Gauss, potencial elétrico,
capacitância. Corrente elétrica: condutores, resistores e capacitores. Força eletromotriz.
Circuitos elétricos. Magnetostática. Equações de Maxwell.
Bibliografia Básica
HALLIDAY, Davi; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de Física:
eletromagnetismo. Volume 3, 10 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
JEWETT , J. W. Jr.; SERWAY R. A. Física para Cientistas e Engenheiros: eletricidade
e magnetismo. Volume 3, 8 ed. São Paulo: Cengage Learning. 2012.
SEARS; ZEMANSKY Hugh D. YOUNG; Roger A. FREEDMAN, Física: eletromagnetismo.
Volume 3. 12 ed. São Paulo: Pearson, 2008.
Bibliografia Complementar
ALONSO, Marcelo; FINN, E. J. Física um curso universitário: campos e ondas. Volume
2, 2 ed. São Paulo: Blucher, 2014.
BAUER, W.; WESTFALL, G.; DIAS, H. Física para Universitários: eletricidade e
magnetismo. São Paulo: McGraw-Hill, 2012.
CUTNELL, J.; JOHNSON, K. Física. Volume 3, 9 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
NUSSENZVEIG, H. M. Eletromagnetismo: curso de física básica. Volume 3, 2 edição.
São Paulo: Blucher, 2015.
TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para Cientistas e Engenheiros: eletricidade, e
magnetismo, óptica. Volume 2, 6 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
Disciplina:
Administração científica
Semestre:
5º
Carga Horária
Código:
EGPA049
Pré-Requisito
60h
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
76
Ementa
Contextualização histórica da administração. A administração como função social e arte
liberal. As dimensões da administração. A finalidade e os objetivos de uma empresa. A
teoria da empresa. O governo das corporações. Impactos e problemas sociais. Os novos
paradigmas da administração. A administração por objetivos e controle. A administração
da empresa familiar. Estratégias empreendedoras. A empresa empreendedora. Tipos de
organização. Funções organizacionais. Eficiência e eficácia. Competências gerenciais.
Cultura organizacional. Liderança. Grupos. Tópicos especiais em administração.
Bibliografia Básica
CHIAVENATO, I. Introdução à Teoria Geral da Administração. 9 ed. São Paulo:
Manole, 2014.
FAYOL, H. Administração industrial e geral: Previsão, Organização, Comando,
Coordenação e Controle. 10 ed. São Paulo: Atlas, 1990.
TAYLOR, F.W. Princípios de Administração Cientifica. 8 ed. São Paulo: Atlas, 1990.
Bibliografia Complementar
DECENZO, David A.; STEPHEN P. Robbins; WOLTER, Robert M. A Nova
Administração: Mudanças e Perspectivas. São Paulo: Saraiva, 2014.
LACOMBE, F. Teoria Geral da Administração. São Paulo: Saraiva, 2009.
MAXIMIANO, A. C. A. Teoria Geral da Administração: da revolução urbana à
revolução digital. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2012.
MONDEN, Y. Sistema Toyota de Produção: uma abordagem integrada ao just-in-time.
4 ed. Porto Alegre: Bookman, 2014.
MOTTA. Fernando C. P. Teoria das Organizações: Evolução e Crítica. 2 ed. São
Paulo: Cengage Learning, 2001.
Disciplina:
Resistência dos materiais
Semestre:
5º
Carga Horária
Código:
EGPA020
Pré-Requisito
60h
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
77
Ementa
Análise de tensões e de deformações. Relações constitutivas. Energia especifica de
deformação. Tração e compressão. Torção.
Bibliografia Básica
BEER, Ferdinand P. et al. Estática e Mecânica dos Materiais. 1 ed. São Paulo: McGrawHill, 2013.
GRECO, Marcelo; MACIEL, Daniel Nelson. Resistência dos Materiais. 1 ed. São Paulo:
Elsevier, 2016.
HIBBELER, Russell C. Resistência dos Materiais. 7 ed. São Paulo: Pearson Education
do Brasil LTDA, 2010.
Bibliografia Complementar
BEER, Ferdinand P. et al. Mecânica dos Materiais. 7 ed. São Paulo: McGraw Hill, 2015.
BEER, Ferdinand P.; JOHNSTON, Russell E. Mecânica Vetorial Para Engenheiros –
Estática. 5 ed. São Paulo: Makron Books, 1994.
BEER, Ferdinand P.; JOHNSTON, Russell E. Resistência dos Materiais. 3 ed. São
Paulo: Pearson, 1996.
BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Resistência dos Materiais. Para Entender e
Gostar. 3 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2015.
CAMPANARI, Flávio Antônio. Teoria das Estruturas. Volume 1, 1 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Dois, 1985.
Disciplina:
Laboratório de física 2
Semestre:
5º
Carga Horária
Código:
EGPA021
Pré-Requisito
40h
Ementa
Condições de equilíbrio. Fluidos: Principio de Arquimedes. Movimento harmônico
Simples:
sistema
Termodinâmica.
massa-mola.
Experimentos
sobre
ondas.
Experimentos
de
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
78
Bibliografia Básica
HALLIDAY, Davi; RESNICK, Robert. WALKER, Jearl. Fundamentos de Física:
Gravitação, Ondas e Termodinâmica. Volume 2, 10 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
SCHNEIDER, J. F., AZEVEDO, E. R. Laboratório de Física II: livro de práticas. São
Carlos: Instituto de Física de São Carlos, 2013.
SEARS, Francis. ZEMANSKY, Mark. Física: termodinâmica e ondas. Volume 2, 12 ed.
São Paulo: Editora Pearson, 2008.
Bibliografia Complementar
BAUER, W. WESTFALL, G. DIAS, H., Física para Universitários: Relatividade,
Oscilações, Ondas e Calor. São Paulo: McGraw-Hill, 2013.
JEWETT JR, John W. SERWAY, Raymond A. Física para Cientistas e Engenheiros:
Oscilações, Ondas e Termodinâmica. Volume 2. Tradução da 8 edição norte-americana.
São Paulo: Cengage Learning, 2012.
KELLER, F. Física, Volume 2, São Paulo: MAKRON BOOKS, 1999.
NUSSENZVEIG, H. M. Fluidos, Oscilações e Onda, Calor: Curso de Física Básica.
Volume 2, 5 ed. São Paulo: Blucher, 2014.
TIPLER, Paul. MOSCA, Gene. Física para Cientistas e Engenheiros: Mecânica,
Oscilações e Ondas, Termodinâmica. Volume 1, 6 ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2009.
Disciplina:
Engenharia de métodos
Semestre:
5º
Carga Horária
Código:
EGPA022
Pré-Requisito
60h
Ementa
Conceito e evolução histórica. Fases de um projeto do trabalho. Métodos de resolução de
problemas. Técnicas de registro e análise do trabalho. Estudo, medida e avaliação do
trabalho. Análise das operações. Estudo dos micromovimentos. Princípios de economia
dos movimentos. Projeto de postos de trabalho. Cronometragem. Atividades práticas.
Desenvolvimento de projeto junto às empresas, com elaboração de relatório de
resultados.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
79
Bibliografia Básica
BARNES, Ralph M.. Estudo de Movimento e de Tempos. Tradução da 6 Edição
Americana. 1 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1969.
IIDA, Itiro. BUARQUE, Lia. Ergonomia: Projeto e Produção. 3 ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2016.
KROEMER, Karl. GRANDJEAN, E.. Manual de Ergonomia: Adaptando o Trabalhando
ao Homem. 5 ed. Porto Alegre: Bookman, 2004.
TÁLAMO, José Roberto. Engenharia de Métodos: O Estudo de Tempos e Movimentos.
1 ed. Curitiba Intersaberes, 2016.
Bibliografia Complementar
Equipe Atlas. Segurança e Medicina do Trabalho. 78 ed. São Paulo: Atlas, 2017.
GUÉRIN, François et al. Compreender o Trabalho para Transformá-lo. 1 ed. São
Paulo: Edgard Blucher, 1969.
MÁSCULO, Francisco. VIDAL, Mario. Ergonomia: Trabalho Adequado e Eficiente. 1 ed.
São Paulo: Elsevier; 2011.
MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da Produção e Operações. 2 ed. São Paulo:
Saraiva, 2012.
SLACK, N. et al. Administração da produção. São Paulo: Atlas, 2009.
VIEIRA, Jair Lot. Manual de Ergonomia: Manual de Aplicação da Nr-17. São Paulo:
Edipro, 2011.
Disciplina:
Fenômenos de transferência
Semestre:
5º
Carga Horária
Código:
EGPA023
Pré-Requisito
60h
Ementa
Fundamentos da transferência de calor, equação de Fourier, relações experimentais.
Fundamentos da transferência de massa: equação de Fick, relações experimentais para
convecção. Fundamentos de radiação. Fundamentos da transferência de massa:
equação de Fick e relações experimentais.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
80
Bibliografia Básica
BIRD, R. B.; STEWARD, W. E. LIGHTFOOT, E. N. Fenômenos de Transporte, 2. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2004.
INCROPERA, Frank P. Fundamentos de transferencia de calor e de massa. 7 ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2014.
KRETITH, F. Princípios da Transmissão de Calor. 7 ed. São Paulo: Edgard Blucher
Ltda, 2014.
Bibliografia Complementar
ÇENGEL, Yunus A. GHAJAR, Afshin J. Transferência de Calor e Massa – Uma
Aborgadem Prática. São Paulo: McGrawHill, 2012.
CREMASCO, M. A. Fundamentos de Transferência de Massa, 3 ed. São Paulo: São
Paulo: Editora Blucher, 2016.
LIVI, Celso Pohlmann. Fundamentos de Fenômenos de Transporte. Rio de Janeiro:
LTC, 2004.
ROMA, W. N. L. Fenômenos de Transporte para Engenharia, 2. ed. São Carlos: Rima,
2006.
WELTY, J. R.; WICKS, C. E.; WILSON, R. E. Fundamentals of Momentum, heat and
Mass Transfer. 5 ed. New York: John Wiley & Sons Inc., 2007.
Disciplina:
Processos produtivos
Semestre:
5º
Carga Horária
Código:
EGPA027
Pré-Requisito
60h
Ementa
Histórico, conceitos e a visão sistêmica dos processos produtivos. Sistemas de produção
de bens e serviços. Papel estratégico dos processos produtivos e objetivos. Processos
produtivos discretos e contínuos de produtos (bens e serviços). Tecnologia de processo
para transformação de materiais, informações e consumidores. Automação, Operação e
Integração nos processos produtivos. Racionalização de processos. Processos por
projeto, por lotes de produção em massa. Serviços profissionais. Desenvolvimento de
projeto junto a empresas, com elaboração de relatório de resultados.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
81
Bibliografia Básica
CORRÊA, Carlos H. Administração de produção e operações: manufatura e serviços:
uma abordagem estratégica. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2013.
MOREIRA, Daniel A. Administração da Produção e Operações. 1 ed. São Paulo:
Saraiva, 2012.
SLACK, Nigel et al. Administração da produção. São Paulo: Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar
FITZSIMMONS, J. A. Administração de serviços. Mc Graw Hill. 2014.
GAITHER, Norman. Administração da produção e operações. São Paulo: Pioneira,
2001.
JUNIOR, E. L. C. Gestão do Processo Produtivo. 2 ed. I São Paulo: bpex, 2008.
MARTINS, P. G. LAUGENI, F. P. Administração da produção. 3 ed. São Paulo: Saraiva,
2015.
TUBINO, D. F. Planejamento e Controle da Produção: Teoria e Prática. 2 ed. São
Paulo: Atlas, 2008.
Sexto Período - Tronco Profissionalizante
Disciplina:
Engenharia do produto 1
Semestre:
6º
Carga Horária
Código:
EGPA031
Pré-Requisito
60h
Ementa
Produto e projetos: Conceituação. Metodologia de projeto, processos e formas de
representação do projeto. Ciclo de vida do produto. Desenvolvimento de Projetos em
Equipe; Processo de Desenvolvimento de produto: Modelos e metodologias de apoio ao
PDP; Modelos de referência ao PDP; Ferramentas de apoio ao PDP; Engenharia
Simultânea. Análise de testes e falhas; ergonomia do produto, design do produto. Estudo
e analise de materiais no PDP, construção de protótipos. Desenvolvimento de projeto
junto a empresas, com elaboração de relatório de resultados.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
82
Bibliografia Básica
BAXTER, Mike. Projeto de produto: guia prático para o desenvolvimento de novos
produtos. 2. ed. São Paulo: E. Blücher, 2001. 261 p.
ROMEIRO FILHO, Eduardo (Coord.). Projeto do produto. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier,
2010. 376 p. (Coleção Campus - ABEPRO Engenharia de produção);
ROZENFELD, H.; FORCELLINI, F.A.; AMARAL, D.C.; TOLEDO, J.A.; SILVA, S.L.;
ALLIPRANDINI, D.H.; SCALICE, R.K. Gestão de desenvolvimento de produtos: uma
referência para a melhoria do processo. São Paulo: Saraiva, 2006.
Bibliografia Complementar
BERND, L. Design Industrial: bases para a configuração dos produtos industriais. São
Paulo:Edgard Blucher, 2001.
CHENG, L.; MELO FILHO, L. QFD: Desdobramento da Função Qualidade na Gestão de
Desenvolvimento de Produtos, São Paulo: Editora Blucher, 2007.
MATTAR, Fauze Najib- Gestão de produtos, serviços, marcas e mercados. São
Paulo: Atlas – 2009.
TAKAHASHI, Sérgio; TAKAHASHI, Vânia Passarini. Gestão de inovação de produtos:
estratégia, processo, organização e conhecimento. Rio de Janeiro: Elsevier, Campus,
2007.
VOLPATO, Neri: Prototipagem Rápida (Tecnologias e aplicações). 1. Ed. São Paulo:
Blucher, 2007.
Disciplina:
Pesquisa operacional
Semestre:
6º
Carga Horária
Código:
EGPA025
Pré-Requisito
60h
Ementa
Conceitos e aplicações básicas de Programação Linear. Pesquisa Operacional para
Engenharia de Produção. Conceitos de modelagem e otimização de sistemas de
produção (bens e serviços). Teoria de filas aplicados à logística e cadeia de suprimentos.
Bibliografia Básica
ANDRADE, Eduardo Leopoldino. Introdução à Pesquisa Operacional: Métodos e
Modelos Para análise de Decisões. São Paulo: LTC, 5ª ed., 2015.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
83
HILLIER, Frederick S.; LIEBERMAN, Gerald J. Introdução à Pesquisa Operacional.
Porto Alegre: Editora AMGH, 9ª ed., 2012.
LACHTERMACHER, Gerson. Pesquisa Operacional Na Tomada de Decisões:
modelagem em Excel. Editora LTC, 5ª ed., 2016.
Bibliografia Complementar
ARENALES, Marcos; ARMENTANO, Vinícius. Pesquisa Operacional Para Cursos de
Engenharia. Editora Elsevier, 2ª ed., 2015.
BELFIORE, Patrícia; FÁVERO, Luiz Paulo. Pesquisa Operacional Para Cursos de
Engenharia. Editora Elsevier, 1ª ed., 2012.
COLIL, Emerson Carlos. Pesquisa Operacional-170 Aplicações em Estratégia, Finanças,
Logística, Produção, Marketing e Vendas. Editora LTC, 1ª ed., 2007.
GONÇALVES, Valter et al. Pesquisa Operacional Para os Cursos de Administração
e Engenharia. Programação Linear e Simulação. Editora Atlas, 4ª ed., 2010.
TAHA, Hamdy A. Pesquisa Operacional. Editora Pearson, 8ª ed., 2007.
Disciplina:
Modelagem e simulação
Semestre:
6º
Carga Horária
Código:
EGPA026
Pré-Requisito
60h
Ementa
Aplicações Computacionais para Simulação de Problemas de Pesquisa Operacional
Determinística e Estocástica.
Bibliografia Básica
HILLIER, F. S; LIEBERMAN, G.J. Introdução à Pesquisa Operacional. Porto Alegre:
Editora AMGH, 9ª ed., 2013.
MOREIRA, Daniel Augusto. Pesquisa Operacional - curso introdutório. Editora
Cengage Learning, 2ª ed., 2010.
REGSDALE, Cliff T. Modelagem e Análise da Decisão. Editora Cengage Learning, 1ª
ed., 2010.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
84
Bibliografia Complementar
CHWIF, Leonardo; MEDINA, Afonso C. Modelagem e Simulação de Eventos
Discretos. Editora Elsevier Campus, 4ª ed., 2015.
FREITAS FILHO, Paulo José de. Introdução à Modelagem e Simulação de Sistemas
com aplicações em Arena. Editora Visual Books, 2ª ed., 2008.
GARCIA, Cláudio. Modelagem e Simulação de Processos Industriais e de Sistemas
Eletromecânicos. Editora Edusp, 2ª ed., 2013.
PUCCINI, Abelardo de Lima; PIZZOLATO, Nelio Domingues. Programação Linear.
Editora LTC, 1ª ed., 1987.
SCHAFRANSKI, Luiz Erley; TUBINO, Dalvio Ferrari. Simulação empresarial em gestão
de produção: Jogos Empresariais. Editora Atlas, 1ª ed., 2013.
Disciplina:
Sistema de informação em engenharia de produção 1
Semestre:
6º
Carga Horária
Código:
EGPA019
Pré-Requisito
60h
Ementa
Conceituação e classificação de sistemas. Sistemas de informação em Engenharia de
Produção. Banco de Dados para sistemas de produção. Aplicações de sistemas de
informação na Engenharia de Produção.
Bibliografia Básica
BALTZAN, Paige. PHILLIPS, Amy. Sistemas de informação. Porto Alegre: AMGH
Editora, 2012.
LAUDON, K.C.; LAUDON, J. P. Sistemas de Informações Gerenciais. 11ª Ed., São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2015.
RAINER JR, R. K.; CEGIELSKI, Casey G. Introdução a Sistemas de Informação:
apoiando e transformando negócios na era da mobilidade. 3 ed. Rio de Janeiro:
Elsevier-Campus, 2012.
Bibliografia Complementar
ALBERTIN, Alberto Luiz. ALBERTIN, Rosa Maria de Moura. Desafios da tecnologia de
informação aplicada aos negócios. São Paulo: Atlas, 2005.Gráfica LCR, 2011.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
85
CORTES, Pedro Luiz. Administração de Sistemas de Informação. São Paulo, Saraiva,
2008
PRADO, Edmir. SOUZA, Cesar Alexandre. Fundamentos de sistemas de informação.
Vol. 1. Elsevier Brasil, 2014.
REZENDE, D. A.; ABREU, A. F. Tecnologia da Informação Aplicada a Sistemas de
Informações Empresariais. São Paulo ed. Atlas 2008.
TURBAN, E. T., RAINER Jr; R. K.; POTTER, R. E. Introdução a Sistemas de
Informação: uma abordagem gerencial. Rio de Janeiro, Editora Campus 2007.
Disciplina:
Microeconomia
Semestre:
6º
Carga Horária
Código:
EGPA028
Pré-Requisito
60h
Ementa
Conceitos de economia. Princípios de Microeconomia. Sistemas Econômicos.
Mecanismos de Mercado e Formação dos Preços. Teoria do consumidor. Teoria da firma.
Teoria dos jogos. Estruturas de Mercado e Eficiência Econômica: Concorrência Perfeita,
Monopólio, Oligopólio e Concorrência Monopolística.
Bibliografia Básica
KRUGMAN, P.; WELLS, R. Microeconomia. 3 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
MANKIW, N. G. Introdução à Economia. 6 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013.
VASCONCELLOS, M. A. S.; OLIVEIRA, R. G.; BARBIERI, F. Manual de Microeconomia.
3 ed. São Paulo: Atlas, 2011.
Bibliografia Complementar
MANKIW, N. G. Princípios de Microeconomia. 6 ed. São Paulo: Cengage Learning,
2014.
PINDYCK, R. S.; RUBINFELD, D. L. Microeconomia. 8 ed. São Paulo: Pearson, 2014.
VARIAN, H. R. Microeconomia: Uma abordagem Moderna. 9 ed. Rio de Janeiro: ElsevierCampus, 2015.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
86
VASCONCELLOS, M. A. S. Economia: micro e macro. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2015.
VASCONCELLOS, M. A. S.; GARCIA, M. E. Fundamentos de Economia. 5 ed. São
Paulo: Saraiva, 2014.
Disciplina:
Empreendedorismo
Semestre:
6º
Carga Horária
Código:
EGPA029
Pré-Requisito
60h
Ementa
Histórico e conceituação geral. Evolução. Processos de Investigação, entendimento e
internalização da ação empreendedora: autoconhecimento, perfil empreendedor,
criatividade, desenvolvimento da visão e identificação de oportunidades, validação de
uma ideia. Empreendedorismo e sua importância para o desenvolvimento econômico.
Oportunidade versus necessidade. Cenário brasileiro para o empreendedorismo. Plano
de negócios. Novos modelos e ferramentas para o empreendedorismo. Desenvolvimento
de projeto junto a empresas, com elaboração de relatório de resultados.
Bibliografia Básica
BIZZOTTO, C. E. N. Plano de Negócios para Empreendimentos Inovadores. 1 ed.
São Paulo: Atlas, 2008.
DORNELAS, J. C. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. 6 ed. São
Paulo: Atlas, 2016.
DRUCKER, P. F. Inovação e Espírito Empreendedor: Prática e Princípios. 1 ed.
São Paulo: Cengage, 2016.
OLIVEIRA, D. P. R. Empreendedorismo: Vocação, Capacitação e Atuação
Direcionadas para o Plano de Negócios. 1 ed. São Paulo: Atlas, 2014.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
87
Bibliografia Complementar
BAKER, M. J. Administração de Marketing. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
DOLABELA, F. O Segredo de Luísa. 1 ed. Rio de Janeiro: Sextante, 2008.
HASHIMOTO, M.; LOPES, R.; ANDREASSI, T. Práticas de Empreendedorismo:
Casos e Planos de Negócios. 1 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.
KATZ, T. BROWN, B. Design Thinking: Uma Metodologia Poderosa para Decretar o
Fim das Velhas Ideias. 1 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
PERIN, B. A Revolução das Startups: O Novo Mundo do Empreendedorismo de
Alto Impacto. 1 ed. Editora: Alta Books, 2015.
PORTO, G. Gestão da Inovação e Empreendedorismo. 1 ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2013.
Disciplina:
Ergonomia
Semestre:
6º
Carga Horária
Código:
EGPA030
Pré-Requisito
40h
Ementa
Histórico: origem, desenvolvimento, correntes atuais e campo de aplicação da ergonomia.
Produtividade. Divisão do trabalho. Desenvolvimento de projetos e a ergonomia.
Organismo
humano.
Sistema
homem-máquina.
Antropometria
e
Biomecânica
Ocupacional. Posto de trabalho. Dispositivos de informação e controle. Fatores Humanos
no Trabalho. Fatores ambientais no Trabalho. Metodologia de análise ergonômica e
análise da tarefa. Norma Regulamentadora – 17. Desenvolvimento de projeto junto a
empresas, com elaboração de relatório de resultados.
Bibliografia Básica
IIDA, I.; BUARQUE, L. Ergonomia: Projeto e Produção. 3 ed. São Paulo: Edgard Blucher,
2016.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
88
KROEMER, K.; GRANDJEAN, E. Manual de Ergonomia: Adaptando o Trabalhando ao
Homem. 5 ed. Porto Alegre: Bookman, 2004.
MÁSCULO, F.; VIDAL, M. Ergonomia: Trabalho Adequado e Eficiente. 1 ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2011.
VIEIRA, J. L. Manual de Ergonomia. Manual de Aplicação da Nr-17. Editora: São Paulo:
Edipro, 2011.
Bibliografia Complementar
CORRÊA, V. M. BOLETTI, R. R. Ergonomia: Fundamentos e Aplicações. 1 ed. Porto
Alegre: Bookman, 2015.
EQUIPE ATLAS. Segurança e Medicina do Trabalho. 78 ed. São Paulo: Atlas, 2017.
GUÉRIN, F. et al. Compreender o Trabalho para Transformá-lo. 1 ed. São Paulo:
Edgard Blucher, 1969.
SLACK, N. et al. Administração da produção. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009
STANTON, N. et al. Manual de Fatores Humanos e Métodos Ergonômicos. 1 ed. São
Paulo: Phorte, 2016.
Disciplina:
Planejamento estratégico
Semestre:
6º
Carga Horária
Código:
EGPA039
Pré-Requisito
60h
Ementa
Administração estratégica e planejamento estratégico. O processo estratégico.
Governança
corporativa:
conselho
administrativo;
diretoria;
stakeholders;
responsabilidade social e ética empresarial. Visão, missão, objetivos estratégicos,
controle estratégico e desempenho. Análise SWOT. Análise das cinco forças. Análise da
concorrência. Grupos estratégicos. Cadeia de valores e vantagem competitiva. Recursos,
capacidades, competências e vantagem competitiva. Estratégias corporativas e de
unidade
de
negócios.
Estratégias
adaptativas,
competitivas
e
colaborativas.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
89
Planejamento estratégico. Desenvolvimento de projeto junto à empresas, com elaboração
de relatório de resultados.
Bibliografia Básica
CHIAVENATO, I.; SAPIRO, A. Planejamento estratégico: fundamentos e aplicações.
2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
MINTZBERG, H.; AHLSTRAND, B.; LAMPEL, J. Safári de estratégia: um roteiro pela
selva do planejamento estratégico. 2 ed. Porto Alegre: Bookman, 2010.
OLIVEIRA, D. P. R. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia e práticas. 33
ed. São Paulo: Atlas, 2015.
PORTER, M. E. Estratégia Competitiva: Técnicas Para Análise de Indústrias e da
Concorrência. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
SLACK, N.; LEWIS, M. Estratégia de Operações. 2 ed. Porto Alegre: Bookman, 2009.
Bibliografia Complementar
BARNEY, J. B.; HESTERLY, W. S. Administração estratégica e vantagem
competitiva. 3 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
CERTO, S. C; PETER, J. P. Administração estratégica: planejamento e implantação de
estratégias. 3 ed. São Paulo: Makron Books, 2010.
EVANS, V. Ferramentas Estratégicas: Guia Essencial Para Construir Estratégias
Relevantes. 1 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.
HITT, M. A.; IRELAND, R. D., HOSKISSON, R. E. Administração estratégica. 2ª ed.
São Paulo: Thomson Learning, 2008.
KAPLAN, R. S.; Norton, D. P. A. Estratégia em Ação: Balanced Scorecard. 1 ed. Rio
de Janeiro: Elsevier, 1997.
KIM, W. C. Renée Mauborgne. A Estratégia do Oceano Azul. 1 ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2015.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
90
MIEDZINSKI, J. C. Planejamento empresarial: observando a teoria e construindo a
prática. 1 ed. São Paulo: Atlas, 2015.
SLACK, N. et al. Administração da produção. São Paulo: Atlas, 2009
TZU, S.; MAQUIAVEL, N.; MUSASHI, M. O Essencial da Estratégia. 1 ed. Editora: Novo
Século, 2016.
Sétimo Período - Tronco Profissionalizante
Disciplina:
Planejamento e controle da produção
Semestre:
7º
Carga Horária
Código:
EGPA038
Pré-Requisito
60h
Ementa
Contextualização do planejamento e controle da produção nos sistemas de produção.
Previsão de demanda. Planejamento e controle de estoques. Planejamento da
capacidade produtiva. Planejamento agregado. Programação-mestre da produção.
Planejamento de necessidades de materiais. Planejamento de Recursos de Materiais
(MRP I); Planejamento de Recursos de Manufatura (MRP II). Sequenciamento, emissão
e liberação de ordens de produção. Controle do chão de fábrica. Desenvolvimento de
projeto junto à empresas, com elaboração de relatório de resultados.
Bibliografia Básica
CORRÊA, H. L.; GIANESI, I. G. N. CAON, M. Planejamento, programação e controle
da produção MRP II / ERP: conceitos, uso e implantação. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2009.
DIAS, Marco Aurélio P. Administração de Materiais: Princípios, Conceito e Gestão. 6
ed. São Paulo: Atlas, 2009.
TUBINO, D. F. Planejamento e controle da produção: teoria e prática. 2. ed. São
Paulo: Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar
CHIAVENATO, Idalberto. Administração de Materiais: Uma Abordagem Introdutória. 3
ed. São Paulo: Campus, 2014.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
91
CORRÊA, H. L.; CORRÊA, C. A. Administração de produção e operações:
manufatura e serviços - uma abordagem estratégica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
FERNANDES, F. C. F.; FILHO, M. G. Planejamento e controle da produção: dos
fundamentos ao essencial. São Paulo: Atlas, 2010.
GONCALVES, Paulo Sérgio. Administração de Materiais. 5 ed. São Paulo: Campus,
2016.
MARTINS, Petrônio G. ALT; Paulo Renato Campos. Administração de Materiais e
Recursos Patrimoniais. 3 ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
Disciplina:
Organização do trabalho de produção
Semestre:
7º
Carga Horária
Código:
EGPA032
Pré-Requisito
60h
Ementa
Evolução da organização do trabalho na produção. Princípios ergonômicos aplicadas à
organização industrial. Formas tradicionais e modernas de organização do trabalho
industrial. Polivalência, alargamento e enriquecimento do trabalho. Trabalho em equipe e
grupos semiautônomos. Motivação, estresse, satisfação e qualidade de vida no trabalho.
Aspectos da discriminação étnico e racial no ambiente de trabalho. Aplicações em
Engenharia de Produção. Desenvolvimento de projeto junto à empresas, com elaboração
de relatório de resultados.
Bibliografia Básica
CHIAVENATO, I. Introdução à Teoria Geral da Administração. 9.ed.; São Paulo:
Manole, 2014.
HELOANI, Roberto. Organização do Trabalho e Administração. Editora: Cortez;
Edição: 2011.
MARX, Roberto. Organização do Trabalho para a Inovação: Uma Avaliação Crítica
dos Projetos e da Implantação Editora: Atlas; Edição: 1ª (2011).
MONDEN, Yasuhiro. Sistema Toyota de Produção: Uma Abordagem Integrada ao
Just-in-Time. Editora: Bookman; Edição: 4ª (2014).
RODRIGUES, Marcus V. Entendendo, Aprendendo e Desenvolvendo: Sistema de
Produção Lean Manufacturing. Editora: Elsevier; Edição: 2ª (2015).
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
92
SHINGO, Shigeo. O Sistema Toyota de Produção: Do Ponto de Vista da
Engenharia de Produção. Editora: Bookman; Edição: 1ª (1996).
Bibliografia Complementar
CAMPOS, Vicente Falconi. Gerenciamento da rotina de trabalho do dia-a-dia.
Editora: INDG. 9ª ed. 2011.
DECENZO, David A. ROBBINS, Stephen P. WOLTER, Robert M. A Nova
Administração: Mudanças e Perspectivas. Editora Saraiva. 1ª ed. 2014.
FAYOL, H. Administração industrial e geral: Previsão, Organização, Comando,
Coordenação e Controle. 10.ed.; São Paulo: Atlas. (1990).
LACOMBE, F. Teoria Geral da Administração. Editora: Saraiva; Edição: 1 (2009).
MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da Produção e Operações. Editora:
Saraiva. 2 ed, 2012.
MOTTA, Fernando C. P. Teoria das Organizações: Evolução e Crítica. 2ª ed.
Revista e ampliada. Cengage Learning, 2001.
OHNO, Taiichi. Gestão dos Postos de Trabalho. Editora: Bookman; Edição: 1ª
(2015).
SLACK, N. et al. Administração da produção. São Paulo: Atlas, 2009
TAYLOR, F.W. Princípios de Administração Cientifica. São Paulo: Atlas, Edição: 8ª
(1990).
Disciplina:
Controle de qualidade
Semestre:
7º
Carga Horária
Código:
EGPA033
Pré-Requisito
60h
Ementa
Contextualização histórica do controle da qualidade. Conceitos básicos e principais
linhas de pensamentos. Gestão da Qualidade Total e modelos de excelência.
Gerenciamento das diretrizes, por processos e da rotina. Ferramentas de gestão da
qualidade. Controle estatístico da qualidade. Custos da qualidade. Ambientes de
atuação da gestão da qualidade: serviços, indústria, pequena empresa, serviço público
e ONG´s. Desenvolvimento de projeto junto a empresas, com elaboração de relatório
de resultados.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
93
Bibliografia Básica
CAMPOS, Vicente Falconi. TQC: Controle da Qualidade Total no estilo japonês. 9 ed.
2013.
CARPINETTI, Luiz Cesar Ribeiro. EPPRECHT, Eugenio Kahn. COSTA, Antonio
Fernando Branco. Controle Estatístico de Qualidade. Editora: Atlas; Edição: 2ª
(2005).
PALADINI, Edson P. Controle de qualidade: uma abordagem abrangente. São
Paulo: Atlas, 1990.
RAMOS, Alberto Wunderler. CEP para processos contínuos e em bateladas. São
Paulo: Edgard Blücher, 2002.
SAMOHYL, Robert Wayne. Controle Estatístico de Qualidade. 1ª ed. Editora
Campus, 2009.
Bibliografia Complementar
CAMPOS, Vicente Falconi. Gerenciamento da rotina de trabalho do dia-a-dia. 9ª
ed. 2013.
CARPINETTI, Luiz Cesar Ribeiro. Gestão da qualidade: conceitos e técnicas. 3 ed.
São Paulo: Atlas, 2016.
JURAN, Joseph M. Fundamentos da Qualidade Para Lideres. Editora: Bookman;
Edição: 1ª (2015).
LOBO, Renato Nogueirol. Gestão da Qualidade: Diretrizes, Ferramentas, Métodos e
Normatização. Editora: Érica; Edição: 1 (2014).
LOUZADA, Francisco et al. Controle Estatístico de Processos: Uma Abordagem
Prática Para Cursos de Engenharia e Administração. Editora: LTC; Edição: 1ª (2013).
SANTOS, Marcio Bambirra, Mudanças organizacionais: técnicas e métodos para a
inovação. Curitiba: Juruá; Edição: 3 (2011).
SILVA, Arthur Pereira de Gouveia. CEP - Controle Estatístico de Processos:
Aplicações Práticas. Editora: Nelpa; Edição: 1 (2011).
Disciplina:
Automação da produção
Semestre:
7º
Carga Horária
Código:
EGPA034
Pré-Requisito
60h
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
94
Ementa
Os desafios da automação industrial moderna, Classificação de sistemas industriais em
função à capacidade de produção, Operações, modelos e métricas da produção,
Elementos básicos e funções avançadas de automação, Níveis de automação. Sistemas
analógicos e sistemas digitais. Sensores e atuadores industriais.
Introdução ao
controlador lógico programável. Introdução à automação eletromecânica, pneumática e
hidráulica. Robótica industrial. Sistemas de controle e supervisão de processos
industriais.
Bibliografia Básica
ALVES, J. L. L. Instrumentação, controle e automação de processos. 2 ed. Rio de
Janeiro, RJ: LTC, 2010.
CAPELLI, A. Automação industrial: controle do movimento e processos contínuos.
2 ed. São Paulo: Érica, 2008.
GROOVER, M. P. Automação industrial e sistemas de manufatura. 3 ed., São Paulo,
Pearson Prentice Hall, 2011.
Bibliografia Complementar
CASTRUCCI, P.; MORAES, C. C. Engenharia de Automação Industrial. 2 ed. Rio de
Janeiro: LTC. 2007.
NATALE, F. Automação industrial. 2ª, 3ª, 8ª e 10ª ed., São Paulo: Érica, 2000, 2001,
2006, 2008. 234 p. 252 p. (Série Brasileira de tecnologia).
NIKU, S. B. Introdução à robótica: análise, controle, aplicações. 2ª ed. Rio de Janeiro,
RJ: LTC. xvii, 382 p, 2013.
PRUDENTE, F. Automação industrial: PLC: programação e instalação. Rio de Janeiro,
RJ: LTC. xvi, 347 p, 2010.
SELEME, R. B. Automaçao da Produção. 2 ed. São Paulo: Ibpex, 2011.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
95
Disciplina:
Sistemas de informação em engenharia de produção 2
Semestre:
7º
Carga Horária
Código:
EGPA024
Pré-Requisito
60h
Ementa
Estruturação, gerenciamento e manutenção de sistemas de informação na engenharia de
produção. Planejamento, segurança e gestão de projetos de sistemas de informação na
produção. Tendências e novas tecnologias da informação aplicadas a gestão das
operações. Comercio eletrônico.
Bibliografia Básica
BALTZAN, Paige. PHILLIPS, Amy. Sistemas de informação. Porto Alegre: AMGH
Editora, 2012.
LAUDON, K.C.; LAUDON, J. P. Sistemas de Informações Gerenciais. 11ª Ed., São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2015.
RAINER JR, R. K.; CEGIELSKI, Casey G. Introdução a Sistemas de Informação:
apoiando e transformando negócios na era da mobilidade. 3 ed. Rio de Janeiro:
Elsevier-Campus, 2012.
Bibliografia Complementar
ALBERTIN, Alberto Luiz. ALBERTIN, Rosa Maria de Moura. Desafios da tecnologia de
informação aplicada aos negócios. São Paulo: Atlas, 2005.Gráfica LCR, 2011.
CORTES, Pedro Luiz. Administração de Sistemas de Informação. São Paulo, Saraiva,
2008
PRADO, Edmir. SOUZA, Cesar Alexandre. Fundamentos de sistemas de informação.
Vol. 1. Elsevier Brasil, 2014.
REZENDE, D. A.; ABREU, A. F. Tecnologia da Informação Aplicada a Sistemas de
Informações Empresariais. São Paulo: ed. Atlas 2008.
TURBAN, E. T., RAINER Jr; R. K.; POTTER, R. E. Introdução a Sistemas de
Informação: uma abordagem gerencial. Rio de Janeiro, Editora Campus 2007.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
96
Disciplina:
Eletrotécnica
Semestre:
7º
Carga Horária
Código:
EGPA036
Pré-Requisito
40h
Ementa
Circuitos elétricos de corrente contínua. Circuitos elétricos de corrente alternada. Circuitos
elétricos trifásicos. Aspectos básicos de transformadores.
Bibliografia Básica
GUSSOW, M. Eletricidade Básica. 2ª ed. Lisboa: McGraw-Hill, 2009.
MENDONÇA, R. G.; SILVA, R. V. R. Eletricidade básica. 1ª ed. Curitiba: Editora do
Livro Técnico, 2010.
WOLSKI, B. Eletricidade Básica. 1ª ed. Curitiba: Base Editorial, 2007.
Bibliografia Complementar
ALBUQUERQUE, Rômulo Oliveira. Análise de circuitos em corrente contínua. 21. ed.
São Paulo: Érica, 2011.
CHAPMAN, Stephen J. Fundamentos de máquinas elétricas. 5. ed. Porto Alegre:
AMGH, 2013.
NISKIER, Julio; MACINTYRE, A. J. Instalações elétricas. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2013.
O’MALLEY, J. Análise de Circuitos. Ed. McGraw Hill. 2ª Edição. São Paulo. 1991.
SAY, M. G. Eletricidade geral: eletrotécnica. 13. ed. São Paulo: Hemus, 2009.
Disciplina:
Gestão ambiental
Semestre:
7º
Carga Horária
Código:
EGPA037
Pré-Requisito
60h
Ementa
Gestão ambiental: Conceito, histórico e princípios. Inter-relação entre a engenharia de
produção e o meio ambiente. Desenvolvimento sustentável e sustentabilidade. Eco
design, produção mais limpa e análise do ciclo de vida. Sistemas de gestão ambiental.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
97
Avaliação de impactos ambientais. Desenvolvimento de projeto junto à empresas, com
elaboração de relatório de resultados.
Bibliografia Básica
ABDALLA, L. A. M. Qualidade e gestão ambiental: sustentabilidade e ISO 14.001. 6
ed. São Paulo: Juarez de Oliveira, 2011.
BARBIERI, J. C. Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e instrumentos. 4
ed. São Paulo: Saraiva, 2016.
DIAS, R. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. 2 ed. São
Paulo: Atlas, 2011.
Bibliografia Complementar
DONAIRE, D. Gestão ambiental na empresa. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 1999.
FENKER, E. A. et al. Gestão ambiental: incentivos, riscos e custos. 1ª ed. São Paulo:
Atlas, 2015.
VALLE, C. E. Como se preparar para as normas ISO 14000. 3ª ed. São Paulo:
Pioneira, 2000.
VIEIRA, P. F.; WEBER, J. Gestão de recursos naturais renováveis e
desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3ª ed São Paulo: Cortez,
1996.
VITERBO JUNIOR, E. Sistema integrado da gestão ambiental: como implementar um
sistema de gestão que atenda à norma ISO 14001, a partir de um sistema baseado na
norma ISO 9000. 2ª ed. São Paulo: Aquariana, 1998.
Disciplina:
Engenharia do produto 2
Semestre:
7º
Carga Horária
Código:
EGPA043
Pré-Requisito
60h
Ementa
Engenharia do produto e inovação tecnológica: Propriedade intelectual; Registro de
Marca e Patentes. Criatividade e inovação no PDP, técnicas de criatividade. Estudos de
caso em empresas; Visão geral do detalhamento do projeto; Testes de desempenho;
softwares em gestão de desenvolvimento de produtos. Prototipação:
construção de
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
98
protótipos. Tipos de protótipos. Prototipagem rápida. Ferramentas de apoio ao PDP;
Engenharia Simultânea. Análise de testes e falhas; ergonomia do produto, design do
produto. Estudo e análise de materiais no PDP. Custos dos produtos, Análise a viabilidade
econômico financeira. Desenvolvimento de projeto junto a empresas, com elaboração de
relatório de resultados.
Bibliografia Básica
CORRÊA, C. H. Administração de produção e operações: manufatura e serviços:
uma abordagem estratégica. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2013.
MOREIRA, D. A. Administração da Produção e Operações. 1ª ed. São Paulo:
Saraiva, 2012.
SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. 3ª ed. São
Paulo: Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar
FITZSIMMONS, J. A. Administração de serviços. São Paulo: Mc Graw Hill, 2014.
GAITHER, N. Administração da produção e operações. São Paulo: Pioneira, 2001.
JUNIOR, E. L. C. Gestão do Processo Produtivo. 2° ed. São Paulo: Ibpex, 2008.
MARTINS, P. G.; LAUGENI, F. P. Administração da produção. 3ª ed. São Paulo:
Saraiva, 2015.
TUBINO, D. F. Planejamento e Controle da Produção: Teoria e Prática. 2ª ed. São
Paulo: Atlas, 2008.
Oitavo Período - Tronco Profissionalizante
Disciplina:
Projeto de fábricação e layout
Semestre:
8º
Carga Horária
Código:
EGPA045
Pré-Requisito
60h
Ementa
Demanda. Localização. Arranjo físico geral e detalhado. Estimativa de áreas.
Dimensionamento do centro produtivo. Estudo dos fluxos. Armazenamento. Aspectos de
prevenção e combate a incêndios, conforto ambiental, ciclo de vida e sustentabilidade em
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
99
projetos de instalações. Desenvolvimento de projeto junto a empresas, com elaboração
de relatório de resultados.
Bibliografia Básica
MUTHER, Richard. WHEELER, John D. Planejamento Simplificado de Layout:
Sistema SLP. 3. Ed. Editora: São Paulo: IMAM, 2012.
NEUMANN, Clóvis. SCALICE, Regis Kovacs. Projeto de Fábrica e Layout. 1ª Edição.
São Paulo: Elsevier, 2015.
PERRETTI, Osvaldo D. O planejamento dos recursos e das instalações industriais.
São Paulo: Editora Senai, 2014.
Bibliografia Complementar
ACKERMAN, Ken. 350 Dicas para Gerenciar seu Armazém: Almoxarifado, Depósito,
Centro de Distribuição. Editora: IMAM (2008).
AMBROSE, Gavin. HARRIS, Paul. Layout. Editora: Bookman; Edição: 2ª (2011).
Equipe Atlas. Segurança e Medicina do Trabalho. Edição: 78ª. Ano: 2017. Editora:
Atlas.
MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da Produção e Operações. Editora:
Saraiva. 2 ed, 2012.
SLACK, N. et al. Administração da produção. São Paulo: Atlas, 2009.
TOMPKINS, James A. et al. Planejamento de Instalações. Edição: 4 (2013) Editora:
LTC.
VILLAR, Antonio de Melo. NÓBREGA JÚNIOR, Claudino Lins. Planejamento das
Instalações Empresariais. João Pessoa: Editora da UFPB, 2014.
Disciplina:
Logística e cadeia de suprimentos
Semestre:
8º
Carga Horária
Código:
EGPA046
Pré-Requisito
60h
Ementa
Logística e cadeia de suprimentos: conceito, histórico e aplicações na empresa. Gestão
da cadeia de suprimentos. Nível de serviço e custos logísticos. Aquisição, movimentação
e armazenagem de materiais na cadeia logística. Localização industrial. Distribuição
Física. Modalidades de transporte na distribuição de produtos. Componentes dos
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
100
sistemas de distribuição. Canais de distribuição. Funções e propriedades dos canais de
distribuição.
Roteirização
de
veículos.
Introdução
ao
transporte
de
cargas.
Gerenciamento de frotas e custos. Operação de transporte rodoviário. Modelagem de
fluxos logísticos. Ferramentas quantitativas para projeto e análise de sistemas logísticos
através de aplicativos. Introdução à logística reversa. Desenvolvimento de projeto junto a
empresas, com elaboração de relatório de resultados.
Bibliografia Básica
BALLOU, R. H. Logística Empresarial: transportes, administração de materiais e
distribuição física. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 1993.
CHOPRA, S.; MEINDL, P. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: estratégia,
planejamento e operações. 6ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2016.
PIRES, S. R. Gestão da Cadeia de Suprimentos: conceitos, estratégias, práticas e
casos. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2016.
Bibliografia Complementar
BALLOU, R. H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: planejamento,
organização e logística empresarial. 4ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2003.
BERTAGLIA, P. R. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. 2ª ed.
São Paulo: Saraiva, 2009.
FIGUEIREDO, K. F.; FLEURY, P. F.; WANKE, P. Logística e gerenciamento da
cadeia de suprimentos: planejamento do fluxo de produtos e dos recursos. 1ª ed. São
Paulo: Atlas, 2003.
FLEURY, Paulo Fernando. Logística empresarial: a perspectiva brasileira. São Paulo:
Atlas, 2000.
KRAJEWSKI, L. P. R.; L. J. Administração da produção e operações. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2003.
Disciplina:
Sistemas de gestão de qualidade
Semestre:
8º
Carga Horária
Código:
EGPA040
Pré-Requisito
60h
Ementa
Histórico e conceitos básicos. Controle de Qualidade. Evolução dos sistemas de
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
101
qualidade. Sistemas e modelos de gestão da qualidade. Certificação das organizações.
Sistemas de gestão integrados: qualidade, ambiental, responsabilidade social e
segurança e saúde ocupacional. Desenvolvimento de projeto junto a empresas, com
elaboração de relatório de resultados.
Bibliografia Básica
CARPINETTI, Luiz Cesar Ribeiro. GEROLAMO, Mateus Cecílio. Gestão da Qualidade
ISO 9001:2015. Requisitos e Integração com a ISO 14001:2015. São Paulo: Atlas;
Edição: 1ª (2016).
CERQUEIRA, Jorge Pedreira. Sistemas de Gestão Integrados. 2 ed. São Paulo:
Qualitymark, 2010.
CICCO, Francesco. ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015 - Requisitos Comuns e Diretrizes
para a Implantação e Integração de Sistemas de Gestão. 2ª ed. Risk Tecnologia Editora
Ltda., 2016.
RIBEIRO NETO, João Batista M. TAVARES, José da Cunha. HOFFMANN, Silvana
Carvalho. Sistema de Gestão Integrados. 4 ed. São Paulo: Senac, 2014.
SEIFFERT, Mari Elizabete Bernardini. Sistemas de Gestão Ambiental (ISO 14001) e
Saúde e Segurança Ocupacional (OHSAS 18001). 2 ed. São Paulo: Atlas, 2010.
Bibliografia Complementar
CICCO, Francesco. Auditoria Baseada em Riscos - Como implementar a ABR nas
organizações: uma abordagem inovadora. Risk Tecnologia Editora Ltda. 2007.
OLIVEIRA, Claudinei. STACHELSKI, Leonardo. Sistema Integrado de Gestão. 1
Edição.São Paulo: All Print; 2011.
SANTOS, Gilberto. Sistemas Integrados de Gestão: Qualidade, Ambiente e
Segurança. Editora: Publindústria; Edição: 2ª (2013).
SANTOS, Marcio Bambirra, Mudanças organizacionais: técnicas e métodos para a
inovação. Curitiba: Juruá; Edição: 3 (2011).
SEIFFERT, Mari Elizabete Bernardini. Auditoria de Sistemas de Gestão. Princípios,
Procedimentos e Práticas com Ênfase nas Normas ISO 9001, 14001, 22000 e Ohsas
18001. Editora: Atlas; Edição: 1ª (2013).
Disciplina:
Planejamento empresarial
Semestre:
8º
Carga Horária
Código:
EGPA041
Pré-Requisito
60h
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
102
Ementa
Localização industrial: requisitos físicos internacionais, nacionais, regionais e locais.
Análise de mercado e investimentos. Processos industriais: requisitos ambientais,
regionais e urbanos. Plano industrial: requisitos processuais e condições ambientais do
trabalho e fluxograma de produção. Gestão de conhecimento na empresa. Propriedade
intelectual. Desenvolvimento de projeto junto a empresas, com elaboração de relatório de
resultados.
Bibliografia Básica
EHRLICH, P. J. Engenharia Econômica: avaliação e seleção de projetos de
investimento. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2005.
NEUMANN, C.; SCALICE, R. K. Projeto de Fábrica e Layout. Rio de Janeiro: Elsevier,
2015.
PERRETTI, O. D. O planejamento dos recursos e das instalações industriais. São
Paulo: Senai, 2014.
TAKEUCHI, H.; NONAKA, I. Gestão do Conhecimento. Porto Alegre: Bookman, 2008.
Bibliografia Complementar
ACKERMAN, K. 350 Dicas para Gerenciar seu Armazém: Almoxarifado, Depósito,
Centro de Distribuição. São Paulo: IMAM, 2008.
AMBROSE, G. HARRIS, P. Layout. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.
MOREIRA, D. A. Administração da Produção e Operações. 2ª ed. São Paulo:
Saraiva, 2012.
MUTHER, R.; WHEELER, J. D. Planejamento Simplificado de Layout: Sistema SLP.
3ª ed. São Paulo: IMAM, 2012.
SLACK, N. et al. Administração da produção. São Paulo: Atlas, 2009.
TOMPKINS, J. A. et al. Planejamento de Instalações. 4ª ed. Rio de Janeiro: LTC,
2013.
VILLAR, A. M.; NÓBREGA JÚNIOR, C. L. Planejamento das Instalações
Empresariais. João Pessoa: Editora da UFPB, 2014.
Disciplina:
Gestão financeira 1
Semestre:
8º
Carga Horária
Código:
EGPA042
Pré-Requisito
60h
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
103
Ementa
Introdução a Administração Financeira. Conceitos fundamentais de finanças corporativas.
Ferramentas de análise e gestão financeira: análise das demonstrações financeiras e
fluxo de caixa. Gerenciamento e financiamento do Capital de Giro. Tributos. Controle e
administração de estoques e duplicatas. Equivalência de Capitais. Desenvolvimento de
projeto junto a empresas, com elaboração de relatório de resultados.
Bibliografia Básica
CASAROTTO FILHO, Nelson; KOPITTKE, Bruno Hartmut. Análise de Investimentos:
Matemática Financeira, Engenharia Econômica, Tomada de Decisão, Estratégia
Empresarial. 11ª ed. São Paulo: Atlas, 2010.
GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. 12ª ed. São Paulo:
Pearson, 2010.
SAMANEZ, Carlos Patrício. Matemática Financeira: aplicações à análise de
investimentos. 5a ed. São Paulo: Prentice-Hall, 2010.
Bibliografia Complementar
BRITO, Paulo. Análise e Viabilidade de Projetos de Investimento. 2ª ed. São Paulo:
Atlas, 2007.
EHRLICH, P. J. Engenharia Econômica: Avaliação e Seleção de Projetos de
Investimento. 6ª ed. Editora Atlas. 2005.
FERREIRA, Roberto G. Matemática Financeira Aplicada: Mercado De Capitais,
Administração Financeira, Finanças Pessoais. São Paulo: Editora Freitas Bastos, 2015.
FONSECA, José Wladimir Freitas da. Elaboração e Análise de Projetos: A Viabilidade
Econômico-financeira. 1ª edição. São Paulo: Atlas: 2012.
MEGLIORINI, Evandir; VALLIM, Marco Aurélio. Administração financeira: uma
abordagem brasileira. 1ª ed. São Paulo: Pearson, 2009.
Disciplina:
Gestão de resíduos sólidos
Semestre:
8º
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Caracterização e classificação dos resíduos sólidos. Gestão de resíduos sólidos urbanos:
coleta regular e coleta seletiva; tratamento e destino final de resíduos domiciliares. Gestão
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
104
de resíduos da construção civil. Gestão de resíduos de serviços de saúde. Gestão de
resíduos industriais. Caracterização, legislação e tratamento de efluentes líquidos.
Sistemas de tratamento de esgoto. Composição e estrutura da atmosfera. Classificação
dos poluentes. Fontes e efeitos da poluição atmosférica. Métodos de controle da poluição.
Desenvolvimento de projeto junto a empresas, com elaboração de relatório de resultados.
Bibliografia Básica
BARTHOLOMEU, D. B.; FILHO, C. J. V. Logística ambiental de resíduos sólidos. São
Paulo, SP: Atlas, 2011.
LIMA, J. D. Gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil. 1 ed. João Pessoa:
Abes.S.n.t., 2001.
PHILLIPI JÚNIOR, A. Política Nacional, Gestão e Gerenciamento de Resíduos
Sólidos – 1 ed. Col. Ambiental. – IMPRESSO. 2012.
Bibliografia Complementar
CONTO, S. M. Gestão de resíduos em universidades. ABES, 319 p. 1ª ed., 2010.
GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B.; Impactos ambientais urbanos no Brasil. 6 ed. Rio
de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010.
JACOBI, P. R. Gestão compartilhada dos resíduos sólidos no Brasil: inovação com
inclusão social. São Paulo, SP: Annablume. 163 p., 2006.
LANDGRAF, M. D.; MESSIAS, R. A.; REZENDE, M. O. O. A importância ambiental da
vermicompostagem: vantagens e aplicações. 1 ed. São Carlos: Rima. 2005.
SOUSA, G. H. Gestão ambiental de áreas degradadas. São Paulo: Bertrand Brasil,
2005.
Disciplina:
Gestão da manutenção
Semestre:
8º
Carga Horária
Código:
EGPA044
Pré-Requisito
40h
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
105
Ementa
A manutenção como uma função estratégica dos sistemas de produção. Confiabilidade
de sistemas. Técnicas de análise de falhas: análise do efeito e modo de falhas (FMEA),
análise da árvore de falhas (FTA). Abordagens básicas de manutenção: manutenção
corretiva, manutenção preventiva, manutenção preditiva. Manutenção Produtiva Total
(TPM). Manutenção Centrada em Confiabilidade (RCM). Elaboração e análise de planos
de manutenção. Desenvolvimento de projeto junto a empresas, com elaboração de
relatório de resultados.
Bibliografia Básica
KARDEC, A.; NASCIF, J. Manutenção: função estratégica. 4 ed. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 2012.
LAFRAIA, J. R. B. Manual de confiabilidade, mantenabilidade e disponibilidade. 3
ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2008.
SIQUEIRA, I. P. Manutenção centrada na confiabilidade: manual de implementação.
Rio de Janeiro: QualityMark, 2005.
Bibliografia Complementar
CABRAL, José Paulo Saraiva. Gestão da Manutenção de Equipamentos, Instalações
e Edifícios. 3 ed. Lisboa: Lidel, 2013.
CABRAL, J. S. Organização e gestão da manutenção: dos conceitos à prática. 6 ed.
Lisboa: Lidel Edições Técnicas, 2006.
FARIA, J. G. A. Administração da manutenção: sistema pis. São Paulo: Edgard
Blucher, 1994.
FOGLIATTO, F. S.; RIBEIRO, J. L. D. Confiabilidade e manutenção industrial. Rio de
Janeiro: Campus, 2009.
SOUZA, V. C. Organização e gerência da manutenção: planejamento, programação e
controle da manutenção. 5 ed. São Paulo: All Print, 2013.
Nono Período - Tronco Profissionalizante
Disciplina:
Engenharia de segurança do trabalho
Semestre:
9º
Carga Horária
Código:
EGPA052
Pré-Requisito
60h
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
106
Ementa
Noções sobre higiene e medicina do trabalho. Acidentes de trabalho: conceitos, causas
e custos. Agentes causadores de prejuízo à saúde. Doenças profissionais. Riscos
Ocupacionais. Métodos de prevenção individual e coletiva. Metodologia para avaliação
de condições de trabalho. Proteção contra incêndios e explosões. Atividade prática:
levantamento das condições de higiene e segurança do trabalho de uma organização
produtiva, bem como desenvolvimento de projeto, com elaboração de relatório de
resultados.
Bibliografia Básica
BARSANO, P. R.; BARBOSA, R. P. Segurança do trabalho: guia prático e didático.
São Paulo: Editora Érica, 2012.
Equipe Atlas. Segurança e Medicina do Trabalho. Edição: 78ª. Ano: 2017. São Paulo:
Atlas.
MATTOS, U. A. O. et al. Higiene e segurança do trabalho. Rio de Janeiro: Elsevier,
2011.
SALIBA, T. M. Curso básico de segurança e higiene ocupacional. 6 ed. São
Paulo: LTR, 2015.
Bibliografia Complementar
ASFAHL, C. R. Gestão de segurança do trabalho e de saúde ocupacional. São
Paulo: Reichmann e autores, 2005.
BARBOSA, R. P; BARSANO, P. R. Higiene e segurança do trabalho. São Paulo:
Editora Érica, 2014.
BREVIGLIERO, E.; SPINELLI, R.; POSSEBON, J. Higiene ocupacional: agentes
biológicos, químicos e físicos. 8 ed. São Paulo: Senac, 2015.
LEAL, P. Descomplicando a segurança do trabalho: ferramentas para o dia a dia. 2
ed. São Paulo: LTR, 2014.
PAOLESCHI, B. CIPA: guia prático de segurança do trabalho. São Paulo: Editora Érica,
2010.
Disciplina:
Marketing
Semestre:
9º
Carga Horária
Código:
EGPA053
Pré-Requisito
40h
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
107
Ementa
Estrutura do Plano de Marketing, Análise do mercado. Desenvolvimento do mix de
marketing. Propagação do Marketing. Administração do esforço do Marketing. Análise
dos mercados potenciais e estudos de casos. Ampliação do Marketing. Estudos de Caso.
Estratégias de Marketing. Análise do mercado competitivo. Identificando posições
competitivas
atuais
e
futuras.
Estratégias
de
posicionamento
competitivo.
Desenvolvimento de projeto junto à empresas, com elaboração de relatório de resultados.
Bibliografia Básica
CHURCHILL, C.; G. A. J; PETER, J. P. Marketing: Criando Valor Para os Clientes. São
Paulo: Saraiva, 2013.
KOTLER, P. Administração de Marketing. 14 ed. São Paulo: Atlas, 2012.
KOTLER, P.; ARMSTRONG, G. Princípios de Marketing. São Paulo: Pearson, 2014.
Bibliografia Complementar
BAKER, M. J. Administração de Marketing. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
LAS CASAS, A. L. Marketing - Conceitos, Exercícios, Casos. 8 ed. São Paulo: Atlas,
2009.
KOTLER, P. Marketing Para o Século XXI - Como Criar, Conquistar e Dominar Mercados.
Rio de Janeiro: Ediouro, 2009.
KOTLER, P.; KARTAJAYA, H.; SETIAWAN, I. Marketing 3.0 - As Forças Que Estão
Definindo o Novo Marketing Centrado No Ser Humano, 1 ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2010.
VICENTE, A. Plano de Marketing - Um Roteiro Para a Ação. São Paulo: Saraiva, 2008.
Disciplina:
Gestão financeira 2
Semestre:
9º
Carga Horária
Código:
EGPA047
Pré-Requisito
60h
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
108
Ementa
Planejamento e controle financeiro. Valor do Dinheiro no tempo. Investimento: orçamento
de capital e custo de capital. Financiamento de atividades empresariais. Alavancagem e
estrutura de capital. Amortização. Análise da receita e do custo. Formação do preço de
vendas. Desenvolvimento de projeto junto a empresas, com elaboração de relatório de
resultados.
Bibliografia Básica
ASSAF NETO, Alexandre. Fundamentos de Administração Financeira. 3ª ed. São
Paulo: Atlas, 2017.
FONSECA, José Wladimir Freitas da. Elaboração e Análise de Projetos: A Viabilidade
Econômico-financeira. 1ª edição. São Paulo: Atlas: 2012.
HOJI, Masakazu. Administração financeira e orçamentária: matemática financeira
aplicada, estratégias financeiras, orçamento empresarial. 12ª ed. São Paulo: Atlas,
2017.
Bibliografia Complementar
ASSAF NETO, Alexandre. Finanças Coorporativas e Valor. 7ª ed. São Paulo: Atlas,
2014.
BRITO, Paulo. Análise e Viabilidade de Projetos de Investimento. 2ª ed. São Paulo:
Atlas, 2007.
DANTAS, Inácio. Depreciação, Amortização e Exaustão do Ativo ImobilizadoIntangível: Contabilidade Societária e Fiscal. 1ª ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos,
2017.
GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. 12ª ed. São Paulo:
Pearson, 2010.
MEGLIORINI, Evandir; VALLIM, Marco Aurélio. Administração financeira: uma
abordagem brasileira. 1ª ed. São Paulo: Pearson, 2009.
Disciplina:
Noções de direito
Semestre:
9º
Carga Horária
Código:
EGPA048
Pré-Requisito
40h
Ementa
Bases do direito. Direito constitucional. Direito administrativo. Direito civil. Direito do
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
109
trabalho. Lei e penalidade para o racismo no Brasil. Introdução ao direito de propriedade
e de construir. Considerações sobre proteção ambiental. Licitação.
Bibliografia Básica
DALLARI, D. A. Elementos da Teoria Geral do Estado. 33 ed. São Paulo: Saraiva, 2016.
DOWER, N. G. B. Instituições de Direito Público e Privado. 15 ed. São Paulo: Saraiva,
2017.
MARTINS, F. Curso de direito comercial. 40 ed. Rio de Janeiro: Forense, 2016.
SILVA, J. A. Curso de Direito Constitucional Positivo. 40 ed. São Paulo: Malheiros,
2017.
Bibliografia Complementar
BONAVIDES, P. Curso de direito constitucional. 32 ed. São Paulo: Malheiros, 2017.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. 54 ed. São Paulo: Saraiva,
2017.
MARTINS, S.P. Instituições de Direito Público e Privado. 15 ed. São Paulo: Atlas, 2015.
MEIRELLES, H. L. Direito Administrativo Brasileiro. 42 ed. São Paulo: Malheiros, 2016.
NASCIMENTO, A.M.; NASCIMENTO, S. M. Iniciação ao Direito do Trabalho. 40 ed. São
Paulo: LTr., 2015.
SARAIVA, R.; MANFREDINI, A.; TONASSI, R. CLT - Consolidação Das Leis do
Trabalho. 19 ed. São Paulo: Método, 2017.
Disciplina:
Gestão de inovação tecnológica
Semestre:
9º
Carga Horária
Código:
EGPA050
Pré-Requisito
60h
Ementa
Inovação e tecnologia. A relação universidade-empresa. Fontes de inovação na empresa
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
110
e formas de acesso à inovação. Inovação tecnológica e estratégia competitiva. Avaliação
de tecnologias e de mercados para novas tecnologias. Apropriação dos ganhos com
inovação.
Estratégias
de
financiamento
para
a
inovação.
Alianças.
Formas
organizacionais para a inovação. Inovação na micro e pequena empresa. Processo de
inovação. Cultura de inovação. Capacidades dinâmicas de inovação. Exploração de
trajetórias tecnológicas. Aspectos legais da inovação e apropriação de seus resultados.
Desenvolvimento de projeto junto à empresas, com elaboração de relatório de resultados.
Bibliografia Básica
BURGELMAN, Robert A.; CHRISTENSEN, Clayton M.; WHEELWRIGTH, Steven C.
Gestão Estratégica da Tecnologia e da Inovação. 5. ed. Porto Alegre: McGraw-Hill,
2012.
TIDD, Joe. BESSANT, Jonh. Gestão da Inovação: Integrando Tecnologia. Porto
Alegre: Bookman; Edição: 5ª (2015).
TIGRE, Paulo Bastos. Gestão da Inovação: A Economia da Tecnologia no Brasil. 2ª
ed., 2014. Rio de Janeiro: Campus.
Bibliografia Complementar
BIZZOTTO, Carlos Eduardo Negrão. Plano de Negócios para Empreendimentos
Inovadores. Editora: Atlas; Edição: 1ª (2008).
CRUZ, Renato. O Desafio da Inovação: A Revolução do Conhecimento nas
Empresas Brasileiras. 1ª ed. São Paulo: Editora Senac (2011).
DRUCKER, Peter F. Inovação e Espírito Empreendedor: Prática e Princípios. São
Paulo: Cengage; Edição: 1ª (2016).
GOVINDARAJAM, Vijay. TRIMBLE, Chris. O Desafio da Inovação. Rio de Janeiro:
Elsevier; Edição: 1ª (2013).
KOTLER, Philip. BES, Fernando Trías. A Bíblia da Inovação. São Paulo: LeYa;
Edição: 1ª (2011).
PORTO, Geciane. Gestão da Inovação e Empreendedorismo. Rio de Janeiro:
Elsevier; Edição: 1ª (2013).
PROENÇA, Adriano et al. Gestão da Inovação e Competitividade no Brasil. Porto
Alegre: Bookman; Edição: 1ª (2015).
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
111
Décimo Período - Tronco Profissionalizante
Disciplina:
Estágio supervisionado
Semestre:
10º
Carga Horária
Código:
EGPA066
Pré-Requisito
200h
Ementa
Execução de trabalhos em empresas produtoras de bens ou prestadoras de serviços,
instituições, escritórios, bancos, etc., podendo ser no setor público e/ou privado, entre
outros, devendo ser supervisionado por professor orientador pertencente ao qradro de
professores do Curso de Engenharia de Produção, Unidade Ensino Penedo, com
elaboração de relatório individual por parte do aluno.
Bibliografia Básica
Todas as bibliografias básicas das disciplinas obrigatórias.
Bibliografia Complementar
Todas as bibliografias complementares das disciplinas obrigatórias.
10.2 Disciplinas Eletivas
Disciplina:
Plano de negócios
Semestre:
10º
Carga Horária
Código:
EGPA054
Pré-Requisito
60h
Ementa
Necessidade do Plano de negócios. Fundamentação do Plano de negócios. Projeto
Conceitual. Construção do Plano de negócios aplicando os conhecimentos acumulados
ao longo do curso: ambientes; demanda; oferta; sistema de valor análise das atividades
da indústria e da concorrência; macroambiente e microambiente; concepção do negócio
(definição, visão, missão e valores); estratégias competitivas e mercadológicas; cadeia
de valor; dimensionamento das operações; análise de viabilidade econômico-financeira.
Desenvolvimento de projeto junto a empresas, com elaboração de relatório de resultados.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
112
Bibliografia Básica:
BIZZOTTO, C. E. N. Plano de Negócios para Empreendimentos Inovadores. 1ª ed.
São Paulo: Atlas, 2008.
DORNELAS, J. Plano de Negócios com o Modelo Canvas: Guia Prático de Avaliação
de Ideias de Negócio a Partir de Exemplos. 1 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2015.
DORNELAS, J. Plano de Negócios: Seu Guia Definitivo. 2ª ed. São Paulo: Empreende
Editora, 2016.
MARSHALL, I. J. Plano de Negócios Integrado: Guia Prático de Elaboração. 1ª ed. Rio
de Janeiro: FGV, 2014.
Bibliografia Complementar
ASSIS, D. J. C. Plano de Negócios: Exemplos Práticos. 1ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2013.
BIAGIO, L; BATOCCHIO, A. Plano de Negócios: Estratégia para Micro e Pequenas
Empresas. 2 ed. MANOLE: São Paulo, 2012.
DEUTSCHER, J. A. et al. Plano de Negócios. 1. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2012.
HASHIMOTO, M.; LOPES, R. ANDREASSI, T. Práticas de Empreendedorismo: Casos
e Planos de Negócios. 1 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.
NERI, C.M. O Plano: Um Guia para o Empreendedor Montar seu Plano de Negócios
e para o Investidor Avaliar seu Empreendimento. 1 ed. São Paulo: Letras do
Pensamento, 2015.
OLIVEIRA, D. P. R. Empreendedorismo: Vocação, Capacitação e Atuação Direcionadas
para o Plano de Negócios. 1 ed. São Paulo: Atlas, 2014.
Disciplina:
Análise de decisões e riscos
Semestre:
10º
Carga Horária
Código:
EGPA055
Pré-Requisito
60h
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
113
Ementa
Introdução: fatores dificultadores de decisões; tipos de problemas de decisão; decisão
sob incerteza e sob risco; critérios conflitantes; escala do problema. Modelagem de
decisões: elementos de problemas de decisão; estruturação de decisões; processo de
escolha; análise de sensibilidade; criatividade e estruturação de decisões. Modelagem da
incerteza: probabilidade subjetiva; modelos probabilísticos de decisão; utilização dos
dados; método de Monte Carlo; valor da informação. Modelagem de preferências: atitudes
face ao risco; axiomas da utilidade, paradoxos resultantes e outras implicações; objetivos
múltiplos e conflitantes (técnicas básicas); modelos de utilidade para atributos múltiplos.
Desenvolvimento de projeto junto a empresas, com elaboração de relatório de resultados.
Bibliografia Básica
ALMEIDA, A. T. Processo de Decisão nas Organizações – Construindo modelos de
decisão multicritério. 1 ed. São Paulo: Atlas, 2013.
DAMODARAN, A. Gestão Estratégica do Risco. 1 ed. Porto Alegre: Bookman, 2008.
KERZNER, H. Gestão de Projetos: As melhores Práticas. Porto Alegre: Bookman, 2002.
RUPRECHT, B. O. Análise Estatística da Decisão. 1 ed. São Paulo: Edgard Blucher,
2009.
Bibliografia Complementar
ALMEIDA, A. T.; MORAIS, D. C.; COSTA, A. P. C. S.; ALENCAR, L. H.; DAHER, S. F. D.
Decisão em Grupo e Negociação: Métodos e Aplicações. 1 ed. São Paulo: Atlas, 2012.
BUARQUE, C. Avaliação econômica de projetos. 1 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 1984.
KARRER, D.; MACIEIRA, A. Gestão de Riscos Positivos. 1 ed. São Paulo: Sicurezza,
2011.
PARMIGIANI, G.; INOUE, L. Decision Theory: Principles and Approaches. 1 ed.
Chinchester: John Wiley & Sons, 2009.
RAGSDALE, C. T. Modelagem de Planilha e Análise de Decisão: Uma Introdução
Prática a Business Analytics. 1 ed. São Paulo: Cengage CTP, 2014.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
114
SAMANEZ, C. P. Matemática Financeira: Aplicações à Análise de Investimentos. 4
ed. São Paulo: Pearson, 2006.
Disciplina:
Introdução a confiabilidade de sistemas
Semestre:
10º
Carga Horária
Código:
EGPA056
Pré-Requisito
60h
Ementa
Apresentação dos principais conceitos da área de confiabilidade e suas aplicações à
Engenharia. Ferramentas matemáticas para a modelagem de dados de confiabilidade.
Análise de confiabilidade. Avaliação da confiabilidade de sistemas e componentes.
Definição de taxa de falha. Análise de várias fases da taxa de falha. Função densidade
de confiabilidade. Modelos MTTF e MTBF. Associação em série, em paralelo e mista.
Determinação do tamanho crítico. Noções de manutenção centrada em confiabilidade.
Disponibilidade. Manutenibilidade. Análise de modos de falha.
Bibliografia Básica
FOGLIATTO, F. S.; RIBEIRO, J. L. D. Confiabilidade e manutenção industrial. Rio
de Janeiro: Campus, 2009.
LAFRAIA, J. R. B. Manual de confiabilidade, mantenabilidade e disponibilidade. 3
ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2008.
SIQUEIRA, I. P. Manutenção centrada na confiabilidade: manual de implementação.
Rio de Janeiro: QualityMark, 2005.
Bibliografia Complementar
CABRAL, J. P. S. Gestão da Manutenção de Equipamentos, Instalações e
Edifícios. 3 ed. Lisboa: Lidel, 2013.
FARIA, J. G. A. Administração da manutenção: sistema P.I.S. São Paulo: Edgard
Blucher, 1994.
KARDEC, A.; NASCIF, J. Manutenção: função estratégica. 4 ed. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 2012.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
115
SOUZA, V. C. Organização e gerência da manutenção: planejamento, programação
e controle da manutenção. 5 ed. São Paulo: All Print, 2013.
XENOS, H.G. Gerenciando a Manutenção Produtiva. 2 ed. Nova Lima: Falconi, 2014.
Disciplina:
Processos de fabricação
Semestre:
10º
Carga Horária
Código:
EGPA057
Pré-Requisito
60h
Ementa
Classificação dos processos de fabricação mecânica. Introdução à metalurgia extrativa
do ferro, do alumínio e do cobre. Processos de fundição (em areia, em moldes
permanentes, etc.). Processos de conformação Plástica (laminação, extrusão, trefilação,
estampagem e corte, forjamento).
Processos de usinagem (torneamento, fresamento,
perfuração, etc). Processos de metalurgia do pó. Processos de tratamento térmico.
Processos de tratamento superficiais. Processos de soldagem. Desenvolvimento de
projeto junto a empresas, com elaboração de relatório de resultados.
Bibliografia Básica
CETLIN, P.R. Fundamentos da Conformação Mecânica dos Metais. Editora: Artliber,
2ª ed., 2005.
GROOVER, M. P. Introdução aos Processos de Fabricação. 1 ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2014.
KIMINAMI, C. S; Castro, W. B.; Oliveira, M. F. Introdução aos Processos de
Fabricação de Produtos Metálicos. 1 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1969.
Bibliografia Complementar
BEER, F. P.; DEWOLF, J. T.; JOHNSTON JR., E. R.; MAZUREK, D. F. Estática e
Mecânica dos Materiais. 1 ed. Porto Alegre: Mc Graw Hill, 2013.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
116
BOOKER, J.D. SWIFT, K.G. Seleção de Processos de Manufatura. 1 ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2014.
BOTELHO, M. H. C. Resistência dos Materiais: Para Entender e Gostar. 3 ed. São
Paulo: Edgard Blucher, 2015.
SCHAEFFER, L. Conformação de Chapas Metálicas. 1 ed. Porto Alegre: Imprensa
Livre, 2005.
SENAI-SP. Processos de Fabricação Mecânica. São Paulo: SENAI-SP, 2016.
Disciplina:
Gestão de recursos hídricos
Semestre:
10º
Carga Horária
Código:
EGPA058
Pré-Requisito
60h
Ementa
Gestão de recursos hídricos: conceitos, marco referencial e desenvolvimento sustentável.
Legislação para uso dos recursos hídricos: formas de gestão, organização dos processos
e aspectos institucionais. Modelos de avaliação/gestão de recursos hídricos (MAG’s).
Gerenciamento de recursos hídricos no brasil: fundamentos e objetivos. Diretrizes e
planos da política nacional dos recursos hídricos. Classificação das águas, outorgas e
cobrança pela água. Aspectos técnicos relacionados ao planejamento e manejo
integrados dos recursos hídricos. Utilização de sistema de informações geográficas para
o planejamento de recursos hídricos. Desenvolvimento de projeto junto a empresas, com
elaboração de relatório de resultados.
Bibliografia Básica
CECH, T. V. Recursos Hídricos: História, Desenvolvimento, Política e Gestão. 3
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
COELHO, R. M. P.; HAVENS, K. Gestão de Recursos Hídricos em Tempos de Crise.
1 ed. Porto Alegre: Artmed, 2016.
ZUFFO, A. C.; ZUFFO, M. S.R. Gerenciamento de Recursos Hídricos. 1 ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2016.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
117
Bibliografia Complementar
CAUBET, C. G. A Água, a Lei, a Política... E o Meio Ambiente? 1 ed. Curitiba: Juruá,
2004.
DIAS, N. S.; SILVA, M. R. F.; HANS, R. G. Recursos Hídricos: Usos e Manejos.1 ed.
São Paulo: Livraria da Física, 2012.
FELICIDADE, N.; MARTINS, R. C.; LEME, A. A. Uso e Gestão dos Recursos Hídricos
no Brasil. São Carlos: Rima, 2006.
GOUVEIA, E. L.; VIANNA, P. Quadro Ambiental e Gestão de Recursos Hídricos.
Editora: Novas Edições Acadêmicas, 2015.
VIEIRA, P. F.; WEBER, J. Gestão de recursos naturais renováveis e
desenvolvimento: novos desafios para a pesquisa ambiental. 3 ed. São Paulo:
Cortez, 1996.
Disciplina:
Metrologia
Semestre:
10º
Carga Horária
Código:
EGPA059
Pré-Requisito
60h
Ementa
Conceitos de metrologia; Sistema Internacional de Unidades de Medidas; Análise
dimensional; Operação e técnicas de medição; Erros e incerteza de medição; Seleção
do Instrumento de medição; Tolerância; Sistemas de medição: mecânicos, elétricos,
óticos, pneumáticos, máquinas de medição. Medição de grandezas: temperatura,
pressão, deslocamento, dimensão, elétricas.
Bibliografia Básica
AGOSTINHO, O. L. et al. Tolerâncias, ajustes, desvios e análise de dimensões. São
Paulo: Edgard Blucher, 1977.
ALBERTAZZI, A. et al. Fundamentos da metrologia científica e industrial. São Paulo:
Manole, 2008.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
118
LIRA, F. A. Metrologia na indústria. 10 ed. São Paulo: Érica, 2016.
Bibliografia Complementar
BEGA, E. A. Instrumentação Industrial. 3 ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2011.
FIALHO, A. B. Instrumentação Industrial: conceitos, aplicações e análises. São Paulo:
Érica, 2002.
GUEDES, P. Metrologia Industrial. São Paulo: Zamboni, 2011.
LIRA, F. A. Metrologia: conceitos e práticas de instrumentação. São Paulo: Érica, 2014.
SANTANA, R. G. Metrologia. Curitiba: LT, 2012.
Disciplina:
Equações diferenciais
Semestre:
10º
Carga Horária
Código:
EGPA060
Pré-Requisito
60h
Ementa
Equações diferenciais ordinárias. Métodos de soluções explícitas. Equações diferenciais
lineares de ordem superior. O método da variação dos parâmetros. Transformada de
Laplace. O método de Laplace para resolução de equações diferenciais. Solução de
equações diferenciais ordinárias por séries - Equações de Legendre e Bessel. Equações
diferenciais parciais Clássicas: Equação da onda, equação do calor e equação de
Laplace. Solução de equações diferenciais ordinárias por séries. Série de Fourier.
Bibliografia Básica
BOYCE, W. E.; DIPRIMA, R. C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de
Valores de Contorno. 10 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2015.
ZILL, D. G.; CULLEN, M. R. Equações Diferenciais. 3 ed. Vol. 1. São Paulo: Pearson,
2001.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
119
ZILL, D. G.; CULLEN, M. R. Equações Diferenciais. 3 ed. Vol. 2. São Paulo: Pearson,
2001.
Bibliografia Complementar
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo. 5 ed. Vol. 4. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
NAGLE, R. K.; SAFF, E. B.; SNIDER, A. D. EQUAÇÕES DIFERENCIAIS. 8 ed. São Paulo:
Editora Pearson, 2013.
STEWART, James. Cálculo. 7 ed. Vol. 2. São Paulo: Cengage Learning, 2013.
THOMAS, G. B.; WEIR, M. D.; HASS, J.; GIORDANO, F. R. Cálculo. 11 ed. Vol. 2. São
Paulo: Pearson, 2013.
ZILL, D. G. EQUAÇÕES DIFERENCIAIS – com aplicações em modelagem. 9 ed. São
Paulo: Cengage Learning, 2011.
Disciplina:
Sensoriamento remoto aplicado à engenharia
Semestre:
10º
Carga Horária
Código:
EGPA061
Pré-Requisito
60h
Ementa
Introdução. Conceito de sistemas e sensoriamento remoto. Interação da radiação
eletromagnética com as superfícies naturais. Princípios de fotogrametria. Fundamentos
de interpretação de sensores fotográficos e não fotográficos aplicado à engenharia.
Reconhecimento em imagens de satélite e fotografias aéreas dos alvos espectrais
terrestres (solos, rochas, reservatórios, sites de barragens e estradas, vegetação, etc.).
Aplicações técnicas do sensoriamento remoto: ambiência, previsão de safras, projetos
de engenharia e ambiental (inventários de recursos florestais), e na gestão e
planejamento regional.
Bibliografia Básica
FLORENZANO, T.G. Iniciação em Sensoriamento Remoto. 3 ed. São Paulo: Oficina
de Textos, 2011.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
120
LOCH, C. A Interpretação de Imagens Aéreas. Florianópolis: UFSC, 2008.
NOVO, E. M. L. M. Sensoriamento Remoto: Princípios e Aplicações. 4 ed. São Paulo:
Edgard Blucher, 1969.
Bibliografia Complementar
CANCELIER, M. Propriedade Intelectual e o Sensoriamento Remoto: A Proteção
Jurídica das Imagens Geradas por Satélites. 1 ed. São José dos Campos: Empório
do Direito, 2015.
FITZ, P. R. Geoprocessamento sem Complicação. 1 ed. Editora: Oficina de Textos,
2008.
KHORRAM, S. et al. Remote Sensing. Springer, 2012.
LANG, S.; BLASCHKE, T. Análise da Paisagem com Sig. 1 ed. São Paulo: Oficina de
Textos. 2009.
LORENZZETTI, J. A. Princípios Físicos de Sensoriamento Remoto. 1 ed. São Paulo:
Edgard Blucher, 1969.
Disciplina:
Tópicos aplicados à engenharia de produção
Semestre:
10º
Carga Horária
Código:
EGPA062
Pré-Requisito
60h
Ementa
Conteúdo variável com abordagem atualizada de temas relevantes em Engenharia de
Produção. Desenvolvimento de projeto junto a empresas, com elaboração de relatório de
resultados.
Bibliografia Básica
CORRÊA, H. L.; CORRÊA, C. A. Administração de produção e operações:
manufatura e serviços - uma abordagem estratégica. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2010.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
121
MOREIRA, D. A. Administração da Produção e Operações. 2 ed. Editora: Saraiva.
2012.
SLACK, N. et al. Administração da produção. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009.
Bibliografia Complementar
BATALHA, M. O. Introdução à engenharia de produção. Rio de Janeiro: Elsevier,
2008.
DAVIS, M. M.; AQUILANO, N. J.; CHASE, R. B. Fundamentos da administração da
produção. 3 ed. Porto Alegre: Bookman, 2003.
KRAJEWSKI, L. P. R. Administração da produção e operações. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2003.
MARTINS, P. G.; LAUGENI, F. P. Administração da produção. 3 ed. São Paulo:
Saraiva, 2015.
SILVA, O. R.; VENANZI, D. Introdução à engenharia de produção: conceitos e casos
práticos. São Paulo: Atlas, 2016.
Disciplina:
Língua brasileira de sinais - LIBRAS
Semestre:
10º
Carga Horária
Código:
EGPA063
Pré-Requisito
60h
Ementa
Estudo da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), de seu histórico, estrutura gramatical,
expressões manuais, gestuais e do seu papel para a comunidade surda.
Caracterização e reflexão sobre o uso e a importância da LIBRAS na inclusão social e
digital da pessoa surda.
Bibliografia Básica
CAPOVILLA, F. C. Novo Deit-libras Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilingue. 3
ed. Vol.1,2. São Paulo: EDUSP, 2013.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
122
GESSER, A. Libras, que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da língua
de sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.
QUADROS, R. M.; KARNOPP, L. B. Língua de Sinais Estudos linguísticos. Porto
Alegre: Artmed, 2004.
Bibliografia Complementar
BRASIL. Lei nº 10.436 de 24 de Abril de 2002. Diário Oficial da República Federativa
do Brasil. Poder Legislativo, Brasília, DF. 2002
BRASIL. Decreto nº 5626 de 22 de Dezembro de 2005. Diário Oficial da República
Federativa do Brasil. Poder Legislativo, Brasília, DF. 2005.
GESSER, A. O ouvinte e a surdez: sobre ensinar e aprender a Libras. 1 ed. São Paulo:
Parábola Editorial, 2012.
HONORA, M.; FRIZANCO, M. L. E.; SARUTA, F. B. S. Livro Ilustrado de Língua
Brasileira de Sinais. 2 ed. V. 2. São Paulo: Ciranda Cultural, 2010.
LACERDA, C.B.F.; SANTOS, L.F.S.; CAETANO, J. F. Tenho um aluno surdo, e
agora? Introdução à Libras e educação de surdos. 1 ed. São Carlos: EDUFSCar,
2013.
MACHADO, P. C. A Política Educacional de Integração/Inclusão: Um Olhar do
Egresso Surdo. Florianópolis: UFSC, 2008.
STROBEL, K. As imagens do outro sobre a cultura surda. 2 ed. Florianópolis: UFSC,
2009.
Disciplina:
Pré-cálculo
Semestre:
10º
Carga Horária
Código:
EGPA065
Pré-Requisito
60h
Ementa
O estudo das funções reais de uma variável real, funções afins, funções quadráticas,
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
123
função modular, funções exponenciais, funções trigonométricas.
Bibliografia Básica
AXLER, S. Pré-Cálculo – Uma Preparação para o Cálculo. Tradução e revista técnica
de Maria Cristina Varriale e Naira Maria Balzaretti. 2 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
MEDEIROS, Z. V.; CALDEIRA, A. M.; SILVA, L. M. O.; MACHADO, M. A. S. Pré-Cálculo:
revista e ampliada. 3 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2013.
ROSARIO, A. V. Pré-Cálculo. 1 ed. Aracaju: Criação, 2017.
Bibliografia Complementar
ADAMI, A. M. Pré-cálculo. Porto Alegre: Bookman, 2015.
ADAMI, A.M.; FILHO, A. A. D.; LORANDI, M. M. Pré-Cálculo. 1ed. Boorman Companhia
Editora Ltda., 2015.
DAMANA, F. D.; WALTS, B. K.; FOLEY, G. D; KENNEDY, D. Pré-Cálculo, Tradução de
Aldy Fernandes da Silva e Eliana Crepaldi Yazawa. 2 ed. São Paulo: Pearson, 2013.
FRED, S. Pré-Cálculo. 2 ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.
HUETTENMUELLER, R. Pré-Cálculo sem mistério. Tradução de Gabriela Mei para
leigos. 1 ed. Editora Alta Books, 2011.
Disciplina:
Introdução à engenharia de produção
Semestre:
10º
Carga Horária
Código:
EGPA068
Pré-Requisito
60h
Ementa
O curso de Engenharia de Produção da UFAL/Penedo: estrutura, currículo e normas.
História da engenharia de produção. A engenharia de produção no Brasil. O profissional
de engenharia de produção. A Engenharia de Produção e suas grandes áreas de
conhecimento. Papel social do engenheiro de produção e regulamentação profissional.
Áreas de atuação do engenheiro de produção. Código de ética da Engenharia.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
124
Bibliografia Básica
BATALHA, M. O. Introdução à engenharia de produção. Rio de Janeiro: Elsevier,
2008.
BAZZO, W. A.; PEREIRA, L. T. V. Introdução à engenharia. 6 ed. Florianópolis:
Editora da UFSC, 1996.
SILVA, O. R.; VENANZI, D. Introdução à engenharia de produção: conceitos e casos
práticos. São Paulo: Atlas, 2016.
Bibliografia Complementar
DAVIS, M. M.; AQUILANO, N. J.; CHASE, R. B. Fundamentos da administração da
produção. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2003.
KRAJEWSKI, L. P. R.; L. J. Administração da produção e operações. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2003.
MARTINS, P. G.; LAUGENI, F. P. Administração da produção. 3 ed. São Paulo:
Saraiva, 2015.
MOREIRA, D. A. Administração da produção e operações. 2. ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2008.
SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. 3 ed. São
Paulo: Atlas, 2009.
Disciplina:
Gestão do conhecimento organizacional
Semestre:
10º
Carga Horária
Código:
EGPA069
Pré-Requisito
60h
Ementa
Conceituação, teorias e princípios. Sociedade do conhecimento e o novo paradigma
gerencial: visão estratégica e evolução da informação; criação de conhecimento e
barreiras organizacionais para a produção de conhecimento. Crítica à gestão do
conhecimento. Capital humano, aprendizagem, treinamento, cargos, competências.
Modelos e ferramentas de GCO. Inteligência competitiva.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
125
Bibliografia Básica
TAKEUCHI, Hirotaka. NONAKA, Ikujiro. Gestão do Conhecimento. Editora: Bookman;
Edição: 1ª, 2008.
ROSSATO, Maria Antonieta. Gestão do Conhecimento. Editora: Interciência; Edição:
1ª, 2003.
FLEURY, Maria Tereza Leme. OLIVEIRA JR, Moacir de Miranda. Gestão Estratégica
do Conhecimento: Integrando Aprendizagem, Conhecimento e Competências.
Editora: Atlas; Edição: 1ª, 2001.
DAVENPORT, Thomas H. PRUSAK, Laurence. Conhecimento Empresarial: Como as
Organizações Gerenciam o Seu Capital Intelectual. Editora: Elsevier; Edição: 1ª, 1998.
Bibliografia Complementar
TAKEUCHI, Hirotaka. NONAKA, Ikujiro. Criação de Conhecimento na Empresa.
Editora: Elsevier, edição: 1ª, 1997.
NONAKA, Ikujiro. TOYAMA, Ryoco. HIRATA, Toru. Managing Flow: Teoria e Casos
de Empresas Baseadas no Conhecimento. Editora: Bookman, edição: 1ª, 2010.
REZENDE, José Francisco de Carvalho. Gestão do Conhecimento, Capital
Intelectual e Ativos Intangíveis. Editora: Elsevier, edição: 1ª, 2014.
RODRIGUES, Martius Vicente. Gestão do Conhecimento e Inovação nas Empresas.
Editora: QualityMark, edição: 1ª, 2011.
BRANDÃO, Hugo Pena et al. Gestão por Competências e Gestão do Conhecimento.
Editora: FGV, edição: 3ª, 2011.
QUEIROZ, Cecília et al. Gestão do Conhecimento: A Mudança de Paradigmas
Empresariais no Século XXI. Editora: Senac SP, edição: 1ª, 2014.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
Disciplina:
Gestão fiscal
Semestre:
10º
Código:
126
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Sistema tributário nacional. Fator gerador, base de cálculo, alíquota e generalidades.
Tributação sobre o lucro. Modalidades de pagamento. Incentivos fiscais. Impostos
cumulativos
e
não
cumulativos.
Encargos
sociais.
Obrigações
acessórias.
Planejamento tributário. Contencioso fiscal e fiscalização.
Bibliografia Básica
AGUIAR, A. G. Tratado da Gestão Fiscal. Belo Horizonte: Fórum, 2007.
OLIVEIRA, D.R. Gestão Fiscal na Prática. São Paulo: IOB; Edição: 3ª, 2014.
REZENDE, F. Política e a Economia da Despesa Pública: Escolhas Orçamentárias,
Ajuste Fiscal e Gestão Pública. Rio de Janeiro: FGV; Edição: 1ª, 2015.
Bibliografia Complementar
BAZZI, S. Gestão Tributária. São Paulo: Pearson, 2016.
BORGES, H. B. Gerência de Impostos - IPI, ICMS e ISS. 8 ed. São Paulo: Atlas, 2015.
CALIJURI, M. S. S.; LOPES, A. B. Gestão Tributária: Uma Abordagem
Multidisciplinar. 1 ed. São Paulo: Atlas, 2011.
CHAVES, F. C. C. Planejamento Tributário na Prática: Gestão Tributária Aplicada.
3 ed. São Paulo: Atlas, 2014.
CORREIA, A.; Fernandes, V., Vanice, R. L.; Flammarion, E. P. Despesa de Pessoal:
A Chave da Gestão Fiscal. Editora Forense. 1ª ed., 2001.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
127
Disciplina:
Engenharia de produção na micro, pequena e média empresa
Semestre:
10º
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Classificações e especificidades de micro, pequenas e médias empresas (MPME’s).
A estrutura organizacional da micro, pequena e média empresa. Características de gestão
da micro, pequena e média empresa. Importância da micro, pequena e média empresa
no sistema econômico. Programas e políticas públicas para promover o desempenho
competitivo e inovador das MPMEs. Métodos e técnicas da Engenharia de Produção
aplicados à micro, pequena e média empresa. Desenvolvimento de projeto junto à
empresas, com elaboração de relatório de resultados.
Bibliografia Básica
LUCATO, W.C. A Gestão da Pequena e Média Empresa com Dificuldades
Financeiras. 1 ed. Editora: Artliber, 2013.
PREVIDELLI, J. J. MEURER, V. Gestão da Micro Pequena e Média Empresa no
Brasil. 1 ed. Editora: Unicorpore, 2005.
SITA, M. Estratégias Empresariais para Pequenas e Médias Empresas. Editora: Ser
Mais, 2015.
Bibliografia Complementar
BARROS, A. Gestão Estratégica nas Pequenas e Médias Empresas. 1 ed. CIENCIA
MODERNA, 2005.
FARIA, M. S.; TACHIZAWA, E. T. Criação de Novos Negócios: Gestão de Micro e
Pequenas Empresas. 2 ed. Rio de Janeiro: FGV, 2004.
LEMES, A. B. J.; PISA, B. J. Administrando Micro e Pequenas Empresas. Editora:
Elsevier, 1ª ed., 2010.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
128
LUCATO, W. C. Gestão de Pequenas e Médias Empresas: Como Resolver Questões
Financeiras Sem Traumas. 1 ed. Editora: Artliber, 2003.
PASCHOAL, L. Gestão de Pessoas nas Micros, Pequenas e Médias Empresas. 1
ed. Editora: QualityMark, 2006.
Disciplina:
Cronometragem e cronoanálise
Semestre:
10º
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Origens e influências dos estudos de Cronoanálise e Cronometragem. Definição de
produtividade. Definição de eficiência. Aplicabilidade da cronoanálise e cronometragem.
Conceito de tempo normal. Avaliação de ritmo. Conceito de tempo padrão. Amostragem
do trabalho. Folha de coleta de tempos. Separação dos elementos da operação.
Definição, classificação e separação dos tempos. Critérios de definição do tamanho
amostral. Cálculo do tempo padrão. Apresentação dos equipamentos de uso do
cronometrista. Execução da cronometragem. Cálculo de necessidade de mão de obra.
Balanceamento de carga de trabalho. Desenvolvimento de projeto junto a empresas, com
elaboração de relatório de resultados.
Bibliografia Básica
BARNES, R. M. Estudo de movimentos e de tempos. São Paulo: Blucher, 1969.
SLACK, N.; CHAMBERS, S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. 3 ed. São
Paulo: Atlas, 2009.
TÁLAMO, J. R. Engenharia de Métodos: o estudo de tempos e movimentos.
Curitiba: Intersaberes, 2016.
Bibliografia Complementar
DAVIS, M. M.; AQUILANO, N. J.; CHASE, R. B. Fundamentos da administração da
produção. 3 ed. Porto Alegre: Bookman, 2003.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
129
GAITHER, N. Administração da produção e operações. São Paulo: Pioneira, 2001.
KRAJEWSKI, L. P. R.; L. J. Administração da produção e operações. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2003.
MARTINS, P. G.; LAUGENI, F. P. Administração da produção. 3 ed. São Paulo:
Saraiva, 2015.
MOREIRA, D. A. Administração da produção e operações. 2 ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2008.
Disciplina:
Produção enxuta
Semestre:
10º
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Histórico da Produção Enxuta. Tipos de desperdícios. Sistema de produção enxuta. Just
in time. Kanban. Nivelamento da produção. Células de manufatura. Equipes
multifuncionais. Autonomação (Jidoka). Operações padronizadas. Gerenciamento visual.
Controle da qualidade zero defeito. Kaizen. Manutenção produtiva total. Troca rápida de
ferramentas. Integração da cadeia de fornecedores. Desenvolvimento do produto enxuto.
Mapeamento do fluxo de valor.
Bibliografia Básica
OHNO, T. O sistema toyota de produção: além da produção em larga escala. Porto
Alegre: Bookman, 1997.
SHINGO, S. O sistema Toyota de produção: do ponto de vista da engenharia de
produção. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 1996.
WOMACK, J. P.; JONES, D. T. Soluções enxutas: como empresas e clientes podem
juntos criar valor e riqueza. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
130
Bibliografia Complementar
ANTUNES, J. Sistemas de produção: conceitos e práticas para projeto e gestão da
produção enxuta. Porto Alegre: Bookman, 2007.
LIKER, J. K.; FRANZ, J. K. O Modelo Toyota de Melhoria Contínua. Porto Alegre:
Bookman, 2012.
MONDEN, Y. Sistema toyota de produção: uma abordagem integrada ao just-in-time.
4 ed. Porto Alegre: Bookman, 2014.
RODRIGUES, M. V. Sistema de produção lean manufacturing: entendendo,
aprendendo e desenvolvendo. 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
WOMACK, J. P.; JONES, D. T. A mentalidade enxuta nas empresas: elimine o
desperdício e crie riqueza. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
Disciplina:
Fluidos e termodinâmica
Semestre:
10º
Carga Horária
Código:
60h
Pré-Requisito
Ementa
Modelo molecular dos gases: teoria cinética. Definição microscópica de pressão,
temperatura e energia interna. Equações de estado. Calores específicos dos gases.
Princípios
da
termodinâmica:
energia
interna
e
entropia:
reversibilidade
e
irreversibilidade. Modelo macroscópico dos fluidos não compressíveis: estatística e
dinâmica dos fluidos. Ondas em meios materiais em uma dimensão; equação diferencial
da corda sob tensão e da propagação do som no ar. Ondas estacionárias. Efeito Doppler.
Bibliografia Básica
BRUNETTI, F. Mecânica dos fluidos. 2 ed. Pearson Prentice Hall, revisada, 2008.
SEARS, Z.; YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A, Física - Termodinâmica e Ondas. 12 ed.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
131
Vol.2. São Paulo: Pearson, 2008.
TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para Cientistas e Engenheiros. Vol.1, Mecânica,
Oscilações e Ondas, Termodinâmica. 6 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
Bibliografia Complementar
AZEVEDO NETTO, J. M.; ARAUJO, R. Manual de Hidráulica. 8 ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 1998.
CANEDO, E. L. Fenômenos de Transporte. Rio de Janeiro: LTC (Grupo GEN), 2010.
ÇENGEL, Y.A.; CIMBALA, J.M. Mecânica de Fluidos. Fundamentos e Aplicações. Ed.
McGraw-Hill, 3ª ed., 2015.
JEWETT, J. W., SERWAY R. Física para Cientistas e Engenheiros Vol. 2: Oscilações,
Ondas e Termodinâmica – 8 ed. Vol. 2. Editora: Cengage Learning, 2012.
NUSSENZVEIG, M. H. Fluidos, Oscilações e Onda, Calor. Curso de Física Básica. 5 ed.
Vol. 2. São Paulo: Blucher, 2014.
Disciplina:
Tópicos aplicados às finanças
Semestre:
10º
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Diagramas de fluxo de caixa; Taxas de juros simples e compostas. Regimes de
capitalização discreta e continua; Séries de pagamento uniformes e não uniformes.
Sistemas de amortização de dividas: americano, Price, SAC; v. Métodos de avaliação de
investimento: VPL e TIR; VI. Taxas de juros nominais, efetivas e reais.
Bibliografia Básica
BENJAMIN, C. Matemática Financeira. 9 ed. Editora Impetus, 2012.
BODIE, Z.; KANE, A.; MARCUS, A. J. Essentials of Investments. 6 ed. New York:
McGraw-Hill International Edition, 2007.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
132
KUHNEN, O.L.; BAUER, U.R. Matemática Financeira Aplicada e Análise de
Investimentos. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2001.
Bibliografia Complementar
CARMONA, C. U. M. Finanças corporativas e mercados. São Paulo: Atlas, 2009.
CRESPO, A. A. MATEMATICA FINANCEIRA FACIL. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
HOJI, M. Administração Financeira e Orçamentária: matemática financeira aplicada,
estratégias financeiras e orçamento empresarial. 10 ed. São Paulo: Atlas, 2012.
KUHNEN, O. L. Finanças empresariais. São Paulo: Atlas, 2 ed., 2008.
LEMES, A.B. J.; RIGO, C. M.; CHEROBIM, A. P. M. S. Administração financeira:
princípios, fundamentos e práticas brasileiras. 3 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
Disciplina:
Tópicos especiais em automação e robótica
Semestre:
10º
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Conceitos básicos de circuitos eletrônicos. Microcontroladores (Arduino, etc.) e
Microprocessadores (Raspberry Pi, etc.). Sensores e Atuadores. Placa de Circuito de
Impresso. Introdução à Automação e Robótica.
Bibliografia Básica
EVANS, M.; NOBLE, J.; HOCHENBAUM, J. Arduino em Ação. 1 ed. Editora Novatec,
2013.
KARVINEN, K.; KARVINEN, T. Primeiros Passos com Sensores. 1 ed. Editora Novatec,
2014.
MCROBERTS, M. Arduino Básico. 2 ed. Editora Novatec, 2015.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
133
Bibliografia Complementar
DONAT, W. Learn Raspberry Pi Programming with Python. 1 ed. Editora Apress, 2014.
GOODWIN, S. Smart Home Automation with Linux and Raspberry Pi. 2 ed. Editora
Apress, 2014.
MONK, S. Raspberry Pi Cookbook: Software and Hardware Problems and Solutions.
2 ed. Editora O'Reilly Media, 2016.
MONK, S.; ADAS, C. J. Movimento, Luz e Som com Arduino e Raspberry Pi. 1 ed.
Editora Novatec, 2016.
STEVAN, S.L. J.; SILVA, R. A. Automação e Instrumentação Industrial com Arduino.
Teoria e Projetos. 1 ed. Editora Érica, 2015.
Disciplina:
Gestão de serviços
Semestre:
10º
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
O papel e a importância dos serviços na economia. Os serviços como diferencial
competitivo em empresas de manufatura. Conceito de servitização. A natureza e os tipos
de serviços. Estratégia de operações em serviços. Critérios competitivos para operações
de serviços. Áreas de decisão estratégica para um sistema de operações de serviço.
Métodos e ferramentas de planejamento e controle de operações em serviços.
Bibliografia Básica
CORRÊA, H. L.; CAON, M. Gestão de serviços. São Paulo: Atlas, 2002.
FITZSIMMONS, J.; FITZSIMMONS, M. Administração de serviços: operações,
estratégia e tecnologia de informação. 7 ed. Porto Alegre: Mc Graw Hill, 2014.
JOHNSTON, R.; CLARK, G. Administração de Operações de Serviço. 1 ed. São Paulo:
Atlas, 2002.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
134
Bibliografia Complementar
CORRÊA, C. Administração de produção e operações: manufatura e serviços: uma
abordagem estratégica. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2013.
GRONROOS, C. Marketing, Gerenciamento e Serviços. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
MELLO, C. H. P.; NETO, P. L. O. C. Gestão do Processo de Desenvolvimento de
Serviços. 1 ed. São Paulo: Atlas, 2010.
PINTO, J. P. Gestão de Operações na Indústria e nos Serviços. 3 ed. Lidel, 2010.
SLACK, N.; CHAMBERS S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. 3 ed. São
Paulo: Atlas, 2009.
Disciplina:
Tópicos de probabilidade e estatística aplicados à engenharia
Semestre:
10º
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Distribuição de frequência. Representação gráfica. Medidas de tendências centrais e
dispersão.
Experimentos aleatórios.
Espaço amostral e eventos.
Noções
de
probabilidade. Principais distribuições discretas e contínuas.
Bibliografia Básica
CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. 19. ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Estatística geral e aplicada. 5. ed. São Paulo: Atlas,
2014.
WALPOLE RE; MYERS RH; MYERS SL; YE K. Probabilidade e Estatística para
engenharia e ciências. Pearson. 8ª ed. São Paulo, 2009.
Bibliografia Complementar
ANDERSON DR; SWEENEY DJ; WILLIAMS TA. Estatística Aplicada à Administração
e Economia. Cengage. 3ª ed. São Paulo, 2013.
MAGALHÃES MN; LIMA ACP. Noções de Probabilidade e Estatística. EDUSP. 6ª ed.
São Paulo, 2005.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
135
MILONE G. Estatística Geral e Aplicada. Thomson Learning. São Paulo, 2006.
Montgomery, Douglas C.; Runger, G. C.; Estatística Aplicada e Probabilidade Para
Engenheiros. 6ª ed. São Paulo: LTC, 2016.
MORETTIN LG. Estatística Básica – Probabilidade e Inferência. Pearson. São Paulo,
2010.
Disciplina:
Inglês instrumental
Semestre:
10º
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Conscientização do Processo de Leitura. Exploração de Informação Não-Linear, Não
Linguística, Cognatos e Contextos. Seletividade do Tipo de Leitura; "Skimming/Scanning".
Levantamento de Hipótese sobre o Texto. Abordagem de Pontos Gramaticais
Problemáticos para Leitura. Uso do Dicionário como Estratégia de Leitura. Estratégias de
leitura. Leitura de textos acadêmicos e jornalísticos nos três níveis de compreensão:
geral, pontos principais e detalhados. Estruturas linguísticas básicas, usadas em textos
de nível pré-intermediário.
Bibliografia Básica
IBBOTSON, M. DAY, J. Cambridge English for Engineering. 1 ed. Editora:
Cambridge University Press, 2008.
IBBOTSON, M. Professional English in Use Engineering with Answers: Technical
English for Professionals. 1 ed. Editora: Cambridge University Press, 2009.
JOHANNSEN, K. L.; MILNER, Martin. Professional English: English for Science and
Engineering - Student´s Book. 1 ed. Editora: Cengage, 2007.
MCKEOWN, A.; WRIGHT, R. Professional English in Use Management with
Answers. 1 ed. Editora: Cambridge University Press, 2011.
Souza, Adriana Grade Fiori et al. Leitura em Língua Inglesa: Uma Abordagem
Instrumental. 2 ed. São Paulo: DISAL, 2010.
Bibliografia Complementar
CIOCAR, R. M. Inglês Instrumental. Apostila. Universidade Aberta do Brasil. Instituto
Federal Sul-rio-grandense, 2011. Disponível em:
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
136
http://tics.ifsul.edu.br/matriz/conteudo/disciplinas/_pdf/ingles_instrumental.pdf. Acesso
em: 23/04/2017.
CRUZ, D. T. Inglês Instrumental Para Informática: English Online. 1 ed. São Paulo:
DISAL, 2013.
GALLO, L. R. Inglês Instrumental para Informática - Módulo I. São Paulo: Ícone,
2008.
LAMCOBE, F. Dicionário de Negócios. Editora: Saraiva; Edição: 1ª (2012).
PERES, L. Dicionário de Termos de Negócios. 1 ed. Editora: Saraiva, 2012.
PHILIPPSBORN, H. E. Dicionário de Tecnologia Industrial: Inglês-Português.
Editora: Interciência (2006).
THOMPSON, M. A. Inglês Instrumental: Estratégias de Leitura para Informática e
Internet. 1 ed. São Paulo: Erica – Saraiva, 2015.
Disciplina:
Sociologia do trabalho
Semestre:
10º
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
O conceito de trabalho, divisão do trabalho. Organização do trabalho. A sociologia e as
diversas escolas da administração. Taylorismo, fordismo e as novas tendências na
organização do trabalho. Concepções clássicas e contemporâneas da sociologia do
trabalho e da divisão social, racial e sexual do trabalho. Processo de trabalho e
inovação tecnológica. Reestruturação produtiva e mercado de trabalho. Organização
dos trabalhadores. As mutações da classe trabalhadora e movimento sindical.
Bibliografia Básica
DURKHEIM, E. Da Divisão do Trabalho Social. Editora: WMF Martins Fontes;
Edição: 4ª (2010).
FERREIRA, M. C. Dominação e Resistência no Contexto Trabalho-Saúde. Editora:
Mackenzie (2011).
HOLZMANN, L. Controle e Disciplinamento da Força de Trabalho: Estratégias e
Resistências. Editora: Escritos (2015).
POCHMANN, M. Classes do Trabalho em Mutação. Editora: Revan; Edição: 1
(2012).
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
137
SANTANA, M. A. S.; RAMALHO, J. R. Sociologia do Trabalho. Editora: Zahar;
Edição: 1 (2004).
Bibliografia Complementar
ANTUNES, R. Os Sentidos do Trabalho. Editora: Boitempo; Edição: 5 (2000).
CARDOSO, A. M. Ensaios de Sociologia do Mercado de Trabalho Brasileiro. Rio de
Janeiro: FGV; Edição: 1ª (2013).
CUNHA, F. S. TORRES JR., R. D. O Diálogo dos Clássicos: Divisão do Trabalho e
Modernidade na Sociologia. Editora: C/ Arte (2004).
GRINT, K. Sociologia do Trabalho. 1ª Edição. Editora: Instituto Piaget; 2002.
VATIN, F. Epistemologia e Sociologia do Trabalho. 1ª Edição. Editora: Instituto
Piaget; 2002.
Disciplina:
Psicologia do trabalho
Semestre:
10º
Código:
Carga Horária
60h
Pré-Requisito
Ementa
Fundamentos do comportamento humano. Compreensão pessoal e do outro. Relações
Interpessoais e Intergrupais. Fatores psicológicos relacionados a discriminação social e
racial no trabalho. Motivação. Liderança. Comunicação Interpessoal. Qualidade de vida e
Saúde Mental no Trabalho. Ética profissional.
Bibliografia Básica
BERGAMINI, C. W. Psicologia aplicada à administração de empresas: psicologia do
comportamento organizacional. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2005.
CHIAVENATO, I. Comportamento Organizacional: a dinâmica do sucesso das
organizações. 3 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
ROBBINS, S.; JUDGE, T. A.; SOBRAL, F. Comportamento organizacional: teoria e
prática no contexto brasileiro. 14 ed. Rio de Janeiro: Pearson Education, 2011.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
138
Bibliografia Complementar
DEJOURS, C. Psicodinâmica do Trabalho. São Paulo: Atlas, 1997.
MACKAY, I. Como ouvir as pessoas. São Paulo: Nobel, 2000.
MOSCOVICI, F. Desenvolvimento Interpessoal: treinamento em grupo. 17 ed. Rio de
Janeiro: José Olympio, 2008.
RODRIGUES, A.; ASSMAR, E. M. L.; JABLONSKI, B. Psicologia Social. 22 ed. Rio de
Janeiro: Vozes, 2000.
SÁ, A. L. Ética Profissional. 9ed. São Paulo: Atlas, 2009.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
11
139
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO
O funcionamento do Curso de Engenharia de Produção, Unidade de Ensino
Penedo, Campus de Arapiraca, é estruturado tomando como base alguns princípios
filosóficos e técnico metodológicos gerais que norteiam as práticas acadêmicas da
Universidade Federal de Alagoas – UFAL, previstos pelo Projeto Pedagógico
Institucional – PPI, tais como: articulação entre teoria e prática; interdisciplinaridade;
flexibilidade curricular e articulação entre ensino, pesquisa e extensão.
Além desses princípios, a UFAL também considera questões que dizem respeito
à responsabilidade social, à acessibilidade, à inclusão, bem como às políticas de cotas,
conforme pode ser observado nos tópicos a seguir.
11.1 Ensino, Pesquisa e Extensão
A articulação entre ensino, pesquisa e extensão que aqui se defende
pressupõe um projeto de formação cujas atividades curriculares transcendam a
tradição das disciplinas. A defesa da prática como parte inerente, integrante e
constituinte do questionamento sistemático, crítico e criativo e, da pesquisa como
atitude cotidiana, como princípio científico e educativo, está presente na concepção de
prática educativa do Curso de Engenharia de Produção.
A capacidade de contemplar o processo de produção do conhecimento por
meio da dimensão investigativa (pesquisa) e a abertura ao meio externo à
Universidade (extensão) oferece uma nova referência para a dinâmica na relação
professor-aluno
e
desenha
um
novo
contexto
para
o
processo
de
ensino/aprendizagem.
A LDB (lei 9.394/96) traz entre seus princípios a necessidade da diversificação dos
cursos superiores e a flexibilização dos projetos acadêmicos, permitindo aos cursos
adequarem seus projetos pedagógicos às respectivas naturezas institucionais, às
realidades regionais e às finalidades inerentes aos cursos, tanto se voltados à formação
profissional quanto às ciências ou às artes. Cumpre destacar que tais diretrizes se
associam à premissa da educação continuada, a qual afirma que a graduação superior
é apenas uma etapa do processo de ensino e aprendizagem e não o seu término.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
140
Dado o caráter pluri e multidisciplinar que lhe inerente, a Universidade Federal de
Alagoas promove a pesquisa nas mais diversas áreas de conhecimento, incentivando a
formação de grupos e núcleos de estudo que atuam nas mais diversificadas linhas de
pesquisa, considerando a classificação das áreas de conhecimento do CNPq.
No âmbito do Curso de Engenharia de Produção, a pesquisa pode ser
desenvolvida com significativa importância a partir da colaboração dos professores, no
auxílio e orientação dos trabalhos de conclusão de curso dos estudantes de graduação.
Além disso, o Curso de Graduação em Engenharia de Produção participa de programas
institucionais de bolsas de inovação tecnológica e iniciação cientifica através de
professor cadastrado em Grupos de Pesquisa da UFAL, ao qual existe participação de
estudantes do curso através dos projetos submetidos pelos referidos professores. A
pesquisa no setor das universidades públicas basicamente se dá por financiamentos em
editais de pesquisa, ao qual no curso vem ocorrendo por meio dos editais como: CNPq,
FAPEAL, entre outros.
No caso da extensão universitária, esta é entendida como prática acadêmica que
a torna um parâmetro de articulação com o ensino e a pesquisa, desdobrando-se em
processos educativos, cultural e científico que se constituem como um conjunto de ações
sistemáticas e interativas, as quais viabilizam a relação transformadora entre
Universidade e Sociedade, permitindo uma maior flexibilização deste projeto
pedagógico. Neste sentido o curso de Engenharia de Produção é participativo em nível
de comunidades e das políticas de Governo e de Estado.
Essa participação contribui para a solução dos problemas comunitários e
retroalimenta a pesquisa e o processo educacional. A articulação entre ensino, pesquisa
e extensão que aqui se defende pressupõe um projeto de formação cujas atividades
curriculares transcendam a tradição das disciplinas. A defesa da prática como parte
inerente, integrante e constituinte do questionamento sistemático, crítico e criativo e, da
pesquisa como atitude cotidiana, como princípio científico e educativo, está presente na
concepção de prática educativa do Curso de Engenharia de Produção.
O Curso de Engenharia de Produção, com apoio da Pró-reitoria de Extensão
(PROEX) da UFAL, atende as demandas da sociedade e tem como visão propor
programas e ações de extensão, viabilizando sua execução.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
141
Os estudantes de Engenharia de Produção estão aptos a participarem e
executarem de projetos inseridos no programa institucionalizado de extensão da
Unidade Acadêmica, e pela vivência junto às comunidades de forma individual e/ou
através da participação em eventos institucionalizados e gratuitos a exemplo dos
eventos científicos voltados à engenharia.
Logo, estes estudantes podem participar de outras atividades curriculares
vinculados às comunidades, em qualquer período do curso, tais como Pesquisa e
Trabalho de Conclusão de Curso. O curso de Engenharia de Produção também incentiva
os professores a criarem projetos e programas de extensão ligados às áreas da do
Curso. Todas as ações de extensão são registradas junto a coordenação de extensão
da Unidade Acadêmica e na Pró-Reitoria de Extensão – PROEX, obedecendo as
diretrizes da Resolução nº. 65/2014-CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014.
11.2 Responsabilidade Social
A Universidade Federal de Alagoas não se considera proprietária de um saber
pronto e acabado que vai ser oferecido à sociedade, mas, ao contrário, ao participar dessa
sociedade, é sensível aos seus saberes, problemas e apelos, quer através dos grupos
sociais com os quais interage, quer através das questões que surgem de suas próprias
atividades de ensino, de pesquisa e de extensão.
Atenta aos movimentos sociais, priorizando ações que visem à superação das
atuais condições de desigualdade e exclusão existentes em Alagoas, no Nordeste e no
Brasil, a ação cidadã da UFAL não pode prescindir da efetiva difusão do conhecimento
nela produzidos. Portanto, as populações, cujos problemas tornam-se objeto da pesquisa
acadêmica são, também, consideradas sujeito desse conhecimento, o que lhes assegura
pleno direito de acesso às informações e produtos então resultantes.
Neste sentido, a prestação de serviços pelo Curso de Engenharia de Produção da
UFAL, Unidade de Ensino Penedo, é considerada produto de interesse acadêmico,
científico e tecnológico do ensino, da pesquisa e da extensão, devendo ser a realidade,
produzindo conhecimentos que visem à transformação social.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
142
11.3 Acessibilidade
A UFAL atualmente possui um núcleo de estudos voltado para o entendimento das
necessidades postas para o seu corpo social, no sentido de promoção de acessibilidade
e de atendimento diferenciado aos portadores de necessidades especiais em atenção à
Política de Acessibilidade adotada pelo MEC e à legislação pertinente.
O próprio dimensionamento dessas necessidades merece um cuidado especial,
haja vista a forma atual de identificação dos alunos: auto-declaração. Por outro lado, a
UFAL tem investido na capacitação técnica de seus servidores para o estabelecimento
de competências para diagnóstico, planejamento e execução de ações voltadas para
essas necessidades.
Ao esforço para o atendimento universal à acessibilidade arquitetônica, junta-se
agora o cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela Política de
Acessibilidade, qual sejam a acessibilidade: pedagógica, metodológica, de informação e
de comunicação.
A acessibilidade pedagógica e metodológica deve atentar para LEI Nº 9.394 de 20
de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e bases para a educação), que afirma: os
sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades especiais: currículos,
métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às suas
necessidades.
Neste sentido, a Nota Técnica nº 24 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE, de 21 de
março de 2013 orienta os sistemas de ensino no sentido de sua implantação. Em especial,
recomenda que os “PPCs contemplem orientações no sentido da adoção de parâmetros
individualizados e flexíveis de avaliação pedagógica, valorizando os pequenos
progressos de cada estudante em relação a si mesmo e ao grupo em que está inserido”.
Para tal atendimento, a UFAL assume o compromisso de prestar atendimento
especializado aos alunos portadores de deficiência auditiva, visual, cognitiva ou autista
sempre que for diagnosticada sua necessidade. Procura-se, desta forma, não apenas
facilitar o acesso, mas estar sensível às demandas de caráter pedagógico e metodológico
de forma a permitir sua permanência produtiva no desenvolvimento do curso.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
143
Neste sentido, a Unidade Educacional de Penedo também dispõe do Núcleo de
Assistência Educacional – NAE – que oferece o necessário apoio pedagógico de forma a
atender ao corpo social da UFAL em suas demandas específicas de forma a promover a
integração de todos ao ambiente acadêmico.
Desde sua implementação, no ano de 2014, o Curso de Engenharia de Produção
da UFAL, sediado em Penedo, nunca teve demanda de alunos com algum tipo de
deficiência física, no entanto, o prédio onde o curso funciona, possui rampas de acesso,
banheiros adaptados, bem como elevador para dar acesso ao primeiro andar.
Também são desenvolvidas ações especificas de adaptações das instalações que
comportam o curso, que estão sendo realizadas com o apoio da Coordenação Geral da
Unidade de Ensino Penedo, para melhor adequação das estruturas físicas, salas de aula,
laboratórios, etc.
De forma a atender alguma demanda que venha a surgir, podendo ser relacionada
à comunicação, locomoção e cuidados individualizados às pessoas com transtorno do
espectro autista ou outra deficiência, será também disponibilizado um profissional pela
UFAL para apoio nos termos da legislação 12.764/2012.
Ainda, a coordenação do curso poderá buscar ações junto ao Núcleo de
Acessibilidade da UFAL, para atendimento legal aos discentes. Neste sentido, de forma
institucional, os coordenadores e professores do curso vem sendo estimulados a
participar de capacitações pedagógicas e humanísticas relacionadas às políticas de
inclusão da pessoa com deficiência na educação, aos quais os demais estudantes
também têm acesso.
11.4 Núcleo de Acessibilidade - NAC
O Núcleo de Acessibilidade da UFAL, situado no Campus A. C. Simões, na cidade
de Maceió, atua de forma a oferecer Atendimento Educacional Especializado – AEE - aos
estudantes que fazem parte do público-alvo, tais como, pessoas com deficiência, pessoas
com Transtornos Globais de Desenvolvimento e pessoas com Altas Habilidades. Esse
atendimento tanto pode ser feito através de acompanhamento nas salas de aulas que os
alunos frequentam, quanto em atividades na sala do NAC, para assessorar na confecção
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
144
de trabalhos acadêmicos. Podendo também serem feitas adaptações de materiais
didáticos, além de capacitações para o uso de tecnologias assistivas, como por exemplo,
recursos de informática para transformar textos em áudio para pessoas cegas.
O NAC também promove cursos sobre recursos didáticos e assistência
educacional à pessoas com deficiência, além de eventos sobre Educação Inclusiva
abertos à toda a comunidade acadêmica. Em parceria com a Pró-reitoria de Gestão de
Pessoas e do Trabalho – PROGEP, promove cursos para corpo técnico e docentes da
universidade. Atua em parceria com o Grupo de Estudo e Extensão em Atividade Motora
Adaptada – GEEAMA e o Núcleo de Estudos em Educação e Diversidade – EEDI.
O Atendimento Educacional Especializado – AEE é um serviço da Educação
Especial que identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade que
eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando as suas
necessidades específicas. O AEE complementa e/ou suplementa a formação do aluno
com vistas à autonomia e independência na escola e fora dela, atendendo,
prioritariamente, os estudantes de graduação.
De maneira geral, existe a preocupação de se trabalhar a comunidade acadêmica
quanto à compreensão de como se deve contribuir para facilitar o acesso das pessoas
com alguns tipos de deficiência no universo acadêmico, o que envolve não só os
professores, mas também o corpo técnico e os demais estudantes.
No Curso de Engenharia de Produção do Campus de Arapiraca, Unidade de
Ensino Penedo, as adequações das tecnologias assistivas serão feitas mediante as
devidas necessidades, onde Professores e técnicos serão capacitados para que a
execução das atividades ensino, pesquisa e extensão aconteçam em sua plenitude, de
acordo com o art. 59 da Lei 9394/96.
11.5 Inclusão e Política de Cotas
Desde 1999 a UFAL preocupa-se com a questão da inclusão, tendo aprovado em
2003 a Resolução 33 – CONSUNI, posteriormente modificada pelo Decreto 7.824, de 11
de outubro de 2012 que dispõe sobre a política de ingresso nas IFES. Ainda, a Resolução
54/2012 – CONSUNI institucionaliza a reserva de vagas/cotas no processo seletivo de
ingresso nos cursos de graduação da UFAL.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
145
Neste entendimento, em 2018, conforme o Edital nº 3/2018, de 25 de janeiro de
2018, estão sendo reservadas no mínimo 50% (cinquenta por cento) das vagas do curso
ofertadas pela UFAL, em conformidade com a Lei nº 12.711/2012, com o Decreto nº
7.824/2012 e com as Portarias Normativas MEC nº 18, de 11 de outubro de 2012, e nº
21, de 05 de novembro de 2012. Do percentual total ainda, 50% (cinquenta por cento)
das vagas estão destinadas aos candidatos oriundos de famílias com renda per capita
igual ou inferior a 1,5 salário mínimo (um salário mínimo e meio) bruto e 50% (cinquenta
por cento) serão destinadas aos candidatos oriundos de famílias com renda per capita
igual ou superior a 1,5 salário mínimo (um salário mínimo e meio) bruto.
Nos dois grupos que surgem depois de aplicada a divisão socioeconômica, serão
reservadas vagas no curso, na proporção igual à de Pretos, Pardos e Indígenas – PPI do
Estado de Alagoas, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística – IBGE de 2010, que corresponde a 67,22% (sessenta e sete inteiros e vinte
e dois centésimos por cento).
Nos quatro grupos que surgem depois de aplicadas a divisão, estão reservadas
vagas no curso, na proporção igual à de pessoas com deficiência do Estado de Alagoas,
também segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE
de 2010, que corresponde a 27,55% (vinte e sete inteiros e cinquenta e cinco centésimos
por cento).
Seguindo o Compromisso Social da Universidade Federal de Alagoas, o Curso de
Engenharia de Produção, Unidade de Ensino Penedo, recebe a cada nova turma oriunda
do ENEM, alunos cotistas advindos de toda parte de Alagoas e de outros Estados
brasileiros.
12
INTERDISCIPLINARIDADE
A interdisciplinaridade não nega a existência das disciplinas. Ao contrário, ela
deve ser compreendida enquanto estratégia conciliadora dos domínios próprios de
cada
área
com
a
necessidade
de
alianças
entre
eles
no
sentido
de
complementaridade e de cooperação para solucionar problemas, encontrando a
melhor
forma
de
responder
aos
desafios
da
complexidade
da
sociedade
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
146
contemporânea.
A diversidade de componentes curriculares assume então a característica de
viabilizar não apenas o projeto pedagógico específico desse curso, mas também sua
dimensão ética, valor fundamental na construção da autonomia do aluno capaz de saber
pensar de modo sistemático e flexível; ela implica, portanto, em rever a linearidade
e a hierarquização na proposição das estruturas curriculares.
12.1 Tecnologias da Informação e da Comunicação – TIC’S
A implantação de plataforma de ensino e a capacitação dos docentes do Curso de
Engenharia de Produção para o uso das ferramentas da Tecnologia da Informação e
da Comunicação têm sido pontos estruturantes para a transformação das aulas
tradicionais, levando a universidade para um novo patamar de interação e facilitando a
acessibilidade e a melhor integração de docentes e discentes às atividades
acadêmicas.
Para essa consolidação a UFAL está se comprometendo com duas ações básicas
preponderantes: a) a substituição dos seus sistemas informatizados acadêmicos e
administrativos; e b) reestruturação da rede lógica, em especial o aumento de
velocidade e o alcance da rede. Está, portanto, atenta a novas tendências e desafios
para a sociedade em um mundo contemporâneo e buscando sempre novas práticas
pedagógicas.
As ferramentas de Tecnologia da Informação e da Comunicação estão
disponibilizadas por meio de Ambientes Virtuais de Aprendizagem, a Plataforma
Moodle, para disponibilização de material por parte do professor, bem como troca de
experiências e orientações docente/discente.
O uso das TICs, por parte dos estudantes com necessidades educacionais
favorece não só o aprendizado, mas a participação com autonomia na vida acadêmica.
Assim, a UFAL possui o Núcleo de Assistência Educacional – NAE – visando promover
e facilitar a acessibilidade pedagógica, metodológica de informação e comunicação
conforme previstas na Política de Acessibilidade. Desta forma, os docentes são
incentivados a buscar junto a esses núcleos orientações sobre o uso devido dessas
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
147
tecnologias.
A unidade educacional de Penedo conta com um laboratório de informática
com computadores conectados à internet e disponíveis para uso. Assim, os acadêmicos
de Engenharia de Produção contam com a disciplina Lógica, Informática e Comunicação
compondo o Tronco Inicial, a qual introduz o aluno ao uso de tecnologias da informação
e uso de computador e internet.
Além dessa, outras disciplinas da matriz curricular abordam e exploram o uso de
tecnologias da informação e comunicação, tais como Introdução à Computação,
Estatística e probabilidade, Expressão gráfica 2, Cálculo numérico, Modelagem e
simulação, entre outras que dependem direta ou indiretamente dos recursos da
informática para seu bom andamento.
12.2 Educação Ambiental
O Curso de Engenharia de Produção da Unidade de Educação Penedo, Campus
de Arapiraca, da Universidade Federal de Alagoas, detém como um de seus pilares os
pressupostos oriundos da Educação Ambiental – de acordo com o que demanda a Lei
nº. 9.795 de 27 de abril de 1999, e a Resolução nº. 2, de 15 de junho de 2012, do
Conselho Nacional de Educação, que estabeleceu as Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Educação Ambiental.
Deste modo, as questões ambientais são abordadas de forma interdisciplinar em
algumas disciplinas obrigatórias tais como: Sociedade, Natureza e Desenvolvimento,
Gestão Ambiental, Sistemas de Gestão de Qualidade, Planejamento Empresarial,
Gestão de Resíduos Sólidos, Gestão de Inovação Tecnológica e Noções de Direito e na
disciplina de Seminário Integrador I. Também podem ser ofertadas disciplinas eletivas
que abordam questões da educação ambiental, sendo que uma delas já proposta é a de
Gestão de Recursos Hídricos.
12.3
Tratamento das Relações Étnico-Raciais
Em atenção à Lei 10.639/2003, à Lei 11.645/2008 e à Resolução CNE/CP 01/2004,
fundamentada no Parecer CNE/CP 03/2004 que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
148
Nacionais para a Educação de Relações Étnico Raciais e para o Ensino de História e
Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena, o PPC do Curso de Engenharia de Produção
do Campus de Arapiraca/UFAL vem tratando a temática de forma transversal.
A educação relativa às relações étnico-raciais, bem como o tratamento de questões
e temáticas relacionadas aos afro-descendentes e indígenas estão sendo abordadas em
algumas disciplinas e atividades curriculares do curso, por exemplo, Seminário
Integrador I, Ética e Exercício Profissional, Organização do Trabalho e Produção e
Noções de Direito, bem como em algumas disciplinas eletivas, tais como Sociologia do
Trabalho e Psicologia do Trabalho.
Tais disciplinas são ministradas de forma interdisciplinar e transdisciplinar e
buscam discutir a formação da sociedade contemporânea que incluem a importância
de pessoas que pertencem a grupos étnico-raciais diferentes, as quais contribuíram
para formação histórica e cultural do Brasil. São esclarecidos conceitos para o
fortalecimento da igualdade básica do ser humano e superação de preconceitos e
desqualificações com que os negros e os povos indígenas sofreram ao longo do tempo.
Além disso, existe a busca de esforços para a organização de palestras e visitas a
povoados quilombolas e tribos indígenas da região.
12.4 Educação em Direitos Humanos
A Educação em Direitos Humanos na UFAL adequa-se à Resolução CNE/CP n.
01/2012. Nos PPC dos cursos deve ocorrer pela transversalidade, por meio de temas
relacionados aos Direitos Humanos e tratados interdisciplinarmente, também como
conteúdo específico de uma das disciplinas já existentes no currículo escolar, bem
como de maneira mista, ou seja, combinando transversalidade e disciplinaridade.
O Curso de Engenharia de Produção trata a temática de educação em direitos
humanos de forma transversal nos conteúdos abordados nas disciplinas obrigatórias de
Sociedade, Natureza e Desenvolvimento: da Realidade Local à Realidade Global e
Seminário Integrador 1, ofertadas já no primeiro semestre do curso, e nas disciplinas
de Ética e Exercício Profissional e Noções de Direito. Algumas disciplinas eletivas
também abordam assuntos relacionados às questões dos direitos humanos, tais como
Gestão do Conhecimento Organizacional, Sociologia do Trabalho e Psicologia do
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
149
Trabalho, bem como pode também ser abordado em outras disciplinas de forma
multidisciplinar e indireta.
12.5 Disciplina de Libras
O Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção, em conformidade
com o Parágrafo 2º, do Art. 3º, do Capítulo II – Da Inclusão de LIBRAS como
disciplina curricular, do Decreto 5.626, de 22 de dezembro de 2005, contempla a
disciplina de LIBRAS como componente curricular optativo, de oferta permanente.
Por se tratar de disciplina de matrícula facultativa, a mesma não se insere na
grade curricular do curso, mas compõe sua integralização curricular ao fazer parte do
rol de disciplinas eletivas do curso. Nesta perspectiva, traduz um dos princípios
orientadores da organização da matriz curricular dos cursos de graduação da UFAL,
segundo o Projeto Pedagógico Institucional, qual seja, a flexibilidade que permite a
cada aluno compor seu próprio currículo, ao eleger disciplinas de sua escolha. Sua
oferta permanente garante ao aluno, que assim o desejar, matricular-se em qualquer
um dos semestres do curso.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
150
ATIVIDADES COMPLEMENTARES – ACO
13
O aluno deverá cumprir carga horária referente à realização de Atividades
Complementares, constituídas de no mínimo 200 horas, que somadas a carga horária
dos estágios não deverá ultrapassar 20% da carga horária total do curso, de acordo com
a Resolução CNE nº 2, de 18 de junho de 2007, obedecendo também as diretrizes da
Resolução nº 113/95 – CEPE, de 13 de novembro de 1995.
As atividades complementares de natureza obrigatória, segundo as novas
Diretrizes, são recomendáveis por estimularem práticas e estudos independentes, de
acordo com o interesse acadêmico ou profissional do formando.
Nesta perspectiva, as atividades complementares que os alunos do curso de
Engenharia de Produção, da Unidade Educacional Penedo, Campus de Arapiraca, devem
desenvolver, são classificadas nos seguintes grupos:
GRUPO 1 - ATIVIDADES DE ENSINO - compreende as seguintes atividades:
Disciplinas oferecidas pela UFAL e por outras instituições de ensino ou de
regulamentação e supervisão do exercício profissional, desde que em cursos
reconhecidos;
Disciplinas ou conteúdos que não estejam previstos neste projeto, em cursos
reconhecidos;
Estudos desenvolvidos em cursos sequenciais ou em cursos de pósgraduação em Engenharia de Produção ou em áreas correlatas;
Monitoria.
GRUPO 2 - ATIVIDADES DE EXTENSÃO - compreende as seguintes atividades:
Conhecimentos e competências adquiridas fora do ambiente acadêmico,
incluindo
atividades
independentes,
transversais,
opcionais,
de
interdisciplinaridade, sobretudo, com o mundo do trabalho e com as ações de
extensão junto à comunidade;
Programas da instituição com relação à comunidade;
Participação em programas de governo;
Participação em Jornadas, Simpósios, Congressos, Seminários, Encontros,
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
151
Palestras, Conferências, Debates, Mesas Redondas, Fóruns, e outros;
Participação em Empresas Júnior e/ou em estágios curriculares não-obrigatórios
em instituições diversas.
GRUPO 3 - ATIVIDADES DE PESQUISA - compreende as seguintes atividades:
Participação em Programa de Iniciação Científica;
Participação em Programas Especiais de Treinamento (PET);
Participação em Núcleos Temáticos de Pesquisa;
Participação em outras atividades de pesquisa.
GRUPO 4 - ATIVIDADES DE REPRESENTAÇÃO ESTUDANTIL - compreende as
seguintes atividades:
Participação em Entidades Estudantis;
Participação no Colegiado do Curso;
Participação conjunta na organização de eventos e semanas acadêmicas.
Além das atividades que compõem esses quatro grupos, ficará reservado ao
Colegiado do curso a definição de outras atividades complementares, tais como
trabalhos de iniciação científica, projetos multidisciplinares, visitas técnicas,
trabalhos em equipe, desenvolvimento de protótipos, monitorias, participação em
empresas juniores e outras atividades empreendedoras, considerando ainda que os
alunos devam participar de pelo menos dois grupos dos explicitados acima.
As ACO’s do Curso de Engenharia de Produção da Unidade de Ensino Penedo,
Campus de Arapiraca, são regulamentadas pela Normativa Interna N° 03/2018 –
CEPROD, de 21 de agosto de 2018.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
14
152
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
A Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, define o “estágio como o ato educativo
escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação
para o trabalho produtivo do estudante”. A Resolução nº 71/2006-CONSUNI/UFAL, de 18
de dezembro de 2006, trata sobre a questão do estágio na UFAL.
A Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002, que Institui Diretrizes
Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Engenharia, em seu Art. 7º salienta
que “a formação do engenheiro incluirá, como etapa integrante da graduação, estágios
curriculares obrigatórios sob supervisão direta da instituição de ensino, através de
relatórios técnicos e acompanhamento individualizado durante o período de realização da
atividade”. Além disso, enfatiza que a carga horária mínima do estágio curricular deverá
atingir 160 (cento e sessenta) horas.
Neste sentido, o Estágio Supervisionado Obrigatório do Curso de Engenharia de
Produção da Unidade de Ensino Penedo, possui 200 (duzentas) horas, podendo ser
realizado entre o 7º e o 10º período do curso, sendo que seu principal objetivo é
proporcionar ao aluno a oportunidade de aplicar seus conhecimentos acadêmicos em
situações da prática profissional clássica, possibilitando-lhe o exercício de atitudes em
situações vivenciadas e a aquisição de uma visão crítica de sua área de atuação
profissional.
Em relação as condições de exequibilidade, ressalta-se que as atividades do
estágio serão desenvolvidas de forma teórico/prática, podendo ser nas dependências da
UFAL ou em empresas públicas, privadas ou junto a profissionais liberais habilitados,
conveniadas de acordo com as normas da UFAL, sob a supervisão de um funcionário da
empresa (supervisor) e de um professor da UFAL (orientador).
A estruturação do estágio formaliza-se através de atividades compreendendo as
seguintes etapas:
•
Elaboração do plano de trabalho: o estágio deve estar no contexto da formação
acadêmica e ser apresentado para registro pelo Colegiado do Curso de Engenharia de
Produção e devidamente aprovado por um docente orientador.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
•
153
Desenvolvimento das ações programadas: o estágio deve ressaltar o lado da
qualidade formal, no aprimoramento das condições instrumentais do exercício
profissional.
•
A avaliação final do estágio: deverá ser apresentado um relatório completo das
atividades ao Coordenador de Estágio e ao Colegiado do Curso, avaliado e assinado pelo
orientador ou supervisor/orientador.
O Estágio Não Obrigatório é atividade opcional integrante do conjunto de
possibilidades previstas para as atividades complementares. A carga horária será de no
máximo 20 horas semanais, desde que não haja prejuízo nas atividades acadêmicas
obrigatórias. Nos períodos de férias escolares, a jornada de trabalho será estabelecida
entre o estagiário e a parte concedente, com interveniência da UFAL. O Estágio NãoObrigatório poderá, respeitada a Resolução nº 71/2006-CONSUNI/UFAL, de 18 de
dezembro de 2006, ser transformado em Estágio Obrigatório, mediante parecer favorável
do Colegiado de Curso.
Os estágios do Curso de Engenharia de Produção da Unidade de Ensino Penedo,
Campus de Arapiraca, são regulamentados pela Normativa Interna N° 04/2018 –
CEPROD, de 21 de agosto de 2018.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
15
154
TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO – TCC
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é um estudo realizado pelo aluno e
orientado por um professor da UFAL, o qual engloba atividades práticas e/ou teóricas
permitindo ao aluno a ampliação, aplicação e demonstração dos
conhecimentos
adquiridos ao longo do curso e também aplicar a metodologia científica na execução
do mesmo. Os temas abordados nos TCC’s deverão ser direcionados para a área
de formação dos alunos, que é Engenharia de Produção.
O Trabalho de Conclusão de Curso está institucionalizado na UFAL através da
Resolução Nº 25/2005 - CEPE, de 26 de outubro de 2005 e é componente curricular
obrigatório em todos os Projetos Pedagógicos dos Cursos da UFAL. De acordo com a
ref e ri da resolução, o TCC não constitui uma disciplina, não tendo, portanto, carga
horária fixa semanal, no entanto, de acordo com este projeto, possui uma carga horária
de 200h (duzentas horas) semestrais e é considerado um componente curricular
obrigatório para a integralização do curso.
Neste sentido, após a integralização de 3060 (três mil e sessenta) horas,
preferencialmente durante o oitavo período do curso de Engenharia de Produção, o
aluno deverá apresentar à Coordenação do Curso de TCC, um projeto para o seu TCC,
contemplando, dentre outros aspectos, um tema e um breve levantamento bibliográfico,
sendo opcional colocar possível orientador.
O TCC deverá ser realizado pelo graduando sob a orientação de um professor
orientador e resultará numa monografia com conteúdo que caracterize a abordagem de
problemas tipicamente de Engenharia de Produção, como o desenvolvimento de um
projeto de viabilidade de possíveis soluções, sem deixar de considerar os aspectos
econômicos, os impactos sociais, ambientais e outros que sejam considerados
necessários. Far-se-á necessário, para que os créditos sejam integralizados, que o
graduando entregue a monografia aos professores orientadores e que realize a defesa
pública do TCC.
A orientação de um TCC por um professor externo ao curso de Engenharia
de Produção da UFAL, Campus de Arapiraca, Unidade Educacional de Penedo será
permitida desde que sua solicitação como Professor-Orientador tenha sido aprovada
pelo Colegiado do Curso.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
155
O Colegiado do Curso deverá estabelecer, através de normativa específica,
critérios claros de avaliação dos trabalhos, considerando os resultados de uma forma
mais abrangente, uma vez que, como etapa final de integralização curricular, o TCC deve
contribuir para uma avaliação em instância privilegiada do processo formativo
proporcionado pelo Curso.
Os TCC’s do Curso de Engenharia de Produção da Unidade de Ensino Penedo,
Campus de Arapiraca, são regulamentados pela Normativa Interna N° 05/2018 –
CEPROD, de 21 de agosto de 2018.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
16
156
POLÍTICA DE APOIO AO DOCENTE
Com a promulgação da Constituição Federal de 1988, o Estado Brasileiro passou
a ter uma nova configuração, privilegiando os deveres sociais e repercutindo prontamente
na Administração Pública. Entre seus princípios - legalidade, impessoalidade, moralidade,
publicidade e eficiência -, este último, traduzido no aperfeiçoamento da prestação do
serviço público de qualidade, diz respeito diretamente às ações institucionais das IFES,
para o apoio ao seu quadro de pessoal. Desta forma, a UFAL, produtora e disseminadora
do conhecimento e do desenvolvimento econômico e social no estado de Alagoas, precisa
abraçá-lo e materializá-lo em suas ações cotidianas.
Considerando a previsão legal expressa na Lei 5707/06, que dispõe sobre a
Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da Administração Pública
Federal, a UFAL ajusta seu PDI a este novo paradigma, tendo como objetivo, sem
prejuízo de outros, o desenvolvimento permanente do seu servidor.
A UFAL considera o desenvolvimento do servidor como uma atividade essencial
para a melhoria de seu desempenho profissional, bem como de seu crescimento
pessoal. Realizando ações de desenvolvimento, a Política de Gestão de Pessoas
busca, principalmente, melhorar a qualidade dos serviços prestados ao cidadão
e orienta-se pelo alinhamento da competência do servidor com os objetivos da
instituição, pela divulgação e gerenciamento das ações de capacitação e pela
racionalização e efetividade dos gastos com treinamentos (2013, p.71).
O PDI dos Servidores compõe-se de eixos integrados: Dimensionamento das
Necessidades Institucionais de Pessoal, Capacitação, Avaliação de Desempenho e
Qualidade de Vida no Trabalho, recortados por diretrizes e princípios, muitos deles
diretamente relacionados à atividade docente.
No que concerne ao dimensionamento das necessidades institucionais, diz
respeito à otimização dos Recursos Humanos, a fim de garantir o cumprimento dos
objetivos institucionais. A capacitação, por seu turno, atua em duas frentes: por um lado,
melhorar o desempenho do servidor e por outro, assegurar um quadro mais confiante,
motivado e consequentemente, mais satisfeito. A capacitação é realizada em diferentes
momentos e modalidades: iniciação ao serviço público, formação geral, educação formal,
gestão, inter-relação entre os ambientes e formação específica.
Outra ação voltada para o servidor é a avaliação de desempenho que objetiva
redimensionar as ações desenvolvidas pelos servidores no exercício do cargo e auferir
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
157
seu desempenho, deixando-o ciente de suas fragilidades e potencialidades e oferecendo
subsídios para a organização do plano de capacitação.
No plano social, o Programa de Qualidade de Vida no Trabalho (PQVT), promove
ações embasadas na Política de Atenção à Saúde do Servidor (PASS), baseadas no
conceito de prevenção de doenças como garantia de condições mais justas de trabalho,
valorizando o servidor e garantindo o pleno exercício de suas funções.
Dentre as políticas de apoio ao servidor, uma se destaca por ter como enfoque o
docente: o Programa de Formação Continuada em Docência do Ensino Superior
(PROFORD), que consiste em um plano de capacitação contemplando desde os
docentes recém empossados, até aqueles com mais tempo na Instituição. O objetivo é
incentivá-los à reflexão sobre suas práticas, estabelecendo uma intersecção entre ensino,
pesquisa e extensão, dentro de dois enfoques: a prática docente e a atuação destes
profissionais na gestão acadêmica e institucional.
Esta Política de Apoio ao Docente consolidada é objeto contínuo de avaliação, a
fim de garantir a satisfação do professor e o respeito ao Princípio Constitucional da
Eficiência, do qual nenhuma Instituição de Ensino Superior pode se furtar.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
17
158
POLÍTICA DE APOIO AO DISCENTE
As políticas de apoio aos discentes se fundamentam no PDI/UFAL e nos princípios
e diretrizes estabelecidos pelo Plano Nacional de Assistência Estudantil – PNAES, que
objetiva viabilizar a igualdade de oportunidades entre todos os estudantes e contribuir
para a melhoria do desempenho acadêmico, a partir de medidas que buscam combater
situações de repetência e evasão (Decreto nº 7.234, de 19 de julho de 2010). Apoia,
prioritariamente, a permanência de estudantes em situação de vulnerabilidade e risco
social matriculados em cursos de graduação presencial das Instituições Federais de
Ensino Superior (IFES).
Sua instância de discussão e resolução é o Fórum Nacional de Pró-reitores de
Assuntos Comunitários e Estudantis –FONAPRACE, realizado anualmente e no qual a
UFAL tem assento. Na ocasião são feitos diagnósticos e reflexões sobre a realidade
estudantil nas IFES e se estabelecem as diretrizes e linhas de ação das Pró-Reitorias em
nível nacional.
De acordo com o PDI/UFAL as políticas discentes da instituição vão além do
PNAES, pois trabalham também com a perspectiva de universalidade no atendimento dos
estudantes que frequentam o espaço universitário.
Assim, a UFAL por meio da Pró-Reitoria Estudantil – PROEST tem ampliado o
atendimento, operacionalizado e fortalecido a política de assistência estudantil, uma vez
que dados estatísticos comprovam que 41,37% dos nossos discentes têm a renda familiar
compreendida entre um e quatro salários-mínimos (pesquisa realizada em 2007) e
destes, 86,22% tem na composição familiar de três a seis membros. Assim, constata-se
que parcela significativa da comunidade universitária advém de camadas com baixo
poder aquisitivo e que demandam assistência social. Os discentes do curso de
Engenharia de Produção podem desfrutar dos diversos programas e de ações de
assistência estudantil da PROEST. Os programas e ações da PROEST têm atuado nos
aspectos mais relacionados às desigualdades sociais, inserindo-os nas políticas de
assistência à saúde, moradia, alimentação, nos programas de formação profissional e
cidadã, cuja ajuda financeira permite o custeio das despesas com transporte, material
acadêmico bem como nas atividades culturais, científicas e acadêmicas. Entre as
políticas desenvolvidas e trabalhadas pela PROEST estão:
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
159
Apoio pedagógico – buscam reforçar e/ou orientar o desenvolvimento acadêmico,
cuja finalidade é dar atenção aos discentes como forma de orientá-los na sua formação
acadêmica e/ou encaminhá-los/as a profissionais específicos para atendimento através
da observação das expressões da questão social. Existe, portanto, articulação com as
Coordenações de Curso sobre dificuldades pedagógicas desses alunos e planejamento
para superação das mesmas. Ex.: Monitorias e tutorias.
Políticas na Área da Saúde – atendimento psicossocial realizado por profissionais
qualificados pela PROEST, com vistas ao equilíbrio pessoal para a melhoria do
desempenho acadêmico; assistência odontológica prestada pelo Gabinete Odontológico
da UFAL, que tem na sua composição 08 (oito) profissionais odontólogos e 06 (seis) na
área de apoio (05 auxiliares e 01 estagiária). A assistência médica é realizada por meio
do Hospital Universitário, de acordo com a demanda apresentada, com o
encaminhamento do discente pela PROEST e articulação com a Secretaria da Direção
do Hospital Universitário que agenda as consultas.
Programa Restaurante Universitário – este programa proporciona à comunidade
universitária condições de permanência aos discentes de graduação ao garantir o direito
a alimentação com qualidade. Em sua dinâmica, este programa tem contribuído para o
atendimento das diferentes realidades postas: (i) minimizando os efeitos das
desigualdades sociais ao selecionar comensais da graduação; (ii) proporcionando o
desenvolvimento das ações das atividades estudantis com a concessão de 20 (vinte)
cortesias diárias para o Diretório Central dos Discentes; (iii) realizando pesquisas para o
cálculo das necessidades calóricas junto a comunidade do restaurante por meio da
disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso do curso de nutrição. A política de
alimentação é fundamental como processo de inclusão, pelo seu raio de abrangência,
que visa atender às necessidades socioeconômicas do discente de graduação,
incentivando e apoiando eventos acadêmicos, culturais e como espaço de integração e
convivência. Atualmente, este programa é restrito aos discentes do Campus A. C.
Simões.
Apoio Financeiro – disponibilização de bolsa institucional a fim de incentivar os
talentos e potenciais dos estudantes de graduação, mediante sua participação em
projetos de assuntos de interesse institucional, de pesquisa e/ou de extensão universitária
que contribuam para sua formação acadêmica; disponibilização de bolsas aos discentes
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
160
em situação de risco e vulnerabilidade social, prioritariamente, a fim de ser provida uma
condição favorável aos estudos, bem como ser uma fonte motivadora para ampliação do
conhecimento, intercâmbio cultural, residência e restaurante universitários. Ex.: PIBIC,
PIBITI, PIBIP-ação..
Programa Cultural e Desportivo – O resgate do programa de assuntos
desportivos junto ao curso de Educação Física do Campus A. C. Simões, realizado
durante 2007 comprovou a sua importância, por meio da adesão da comunidade
universitária, proporcionando a integração, a melhoria da qualidade de vida e a
reafirmação que o desenvolvimento dessas atividades devem ser estendidas para os
Campi interiorizados reforçando a visão da universidade como espaço de convivência.
Garantir a presença do discente o maior tempo possível na universidade é muito
importante para melhorar o desempenho acadêmico e a prática esportiva, contribuindo
para fixá-lo na universidade. Com a prática de esportes e a formação de equipes, os
discentes são ajudados a abraçar a instituição na sua plenitude e, com a identidade
institucional fortalecida pelo esporte, aumentando as chances de êxito acadêmico. Outra
perspectiva é a realização de festival universitário de música, inclusive com etapas
realizadas na cidade de Penedo e o desenvolvimento de projetos culturais elaborados por
discentes.
Programa de Apoio e Incentivo a Participação em Eventos – Este programa
tem proporcionado o intercâmbio cultural e a disseminação de novos conhecimentos, pela
apresentação de trabalhos científicos e a promoção de eventos estudantis e acadêmicos.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
18
161
COLEGIADO DO CURSO
Este PPC toma como base as orientações institucionais do Regimento Geral da
UFAL, que no seu Art. 25 dispõe que o Colegiado de Curso de Graduação é órgão
vinculado à Unidade Acadêmica, com o objetivo de coordenar o funcionamento
acadêmico de Curso de Graduação, seu desenvolvimento e avaliação permanente, sendo
composto de:
I.
05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus respectivos
suplentes, que estejam no exercício da docência, eleitos em Consulta
efetivada com a comunidade acadêmica, para cumprirem mandato de 02
(dois) anos, admitida uma única recondução;
II.
01 (um) representante do Corpo Discente, e seu respectivo suplente,
escolhido em processo organizado pelo respectivo Centro ou Diretório
Acadêmico, para cumprir mandato de 01 (um) ano, admitida uma única
recondução;
III.
01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu respectivo
suplente, escolhidos dentre os Técnicos da unidade acadêmica, eleito pelos
seus pares, para cumprir mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única
recondução.
Parágrafo Único – O Colegiado terá 01 (um) Coordenador e seu Suplente,
escolhidos pelos seus membros dentre os docentes que o integram.
Já no Art. 26, o referido Regimento Geral salienta que são atribuições do
Colegiado de Curso de Graduação:
I.
Coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do Projeto
Pedagógico do Curso, com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais, no
perfil do profissional desejado, nas características e necessidades da área
de conhecimento, do mercado de trabalho e da sociedade;
II.
Coordenar o processo de ensino e de aprendizagem, promovendo a
integração docente-discente, a interdisciplinaridade e a compatibilização da
ação docente com os planos de ensino, com vistas à formação profissional
planejada;
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
III.
162
Coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos dos resultados
obtidos, executando e/ou encaminhando aos órgãos competentes as
alterações que se fizerem necessárias;
IV.
Colaborar com os demais Órgãos Acadêmicos;
V.
Exercer outras atribuições compatíveis.
O Colegiado do Curso de Engenharia de Produção da Unidade de Educação
Penedo, vem atuando diretamente sobre a gestão do curso e com a participação ativa da
Coordenação do Curso, sendo que sua composição e ações seguem rigorosamente o
que dispõem o regimento geral da UFAL.
O Colegiado no âmbito de suas ações realiza pelo menos seis reuniões ordinárias
por ano e a frequência de reuniões extraordinárias é estabelecida de acordo com a
necessidade advinda do curso e das demandas do NDE do Curso, tendo em vista o
processo de atualização e reorganização do Projeto Pedagógico. Há a participação
frequente de discentes, técnicos e outros membros docentes do curso, mediante convite
da coordenação ou de forma voluntária, além de reuniões conjuntas e parcerias com o
NDE do curso.
As decisões advindas do Colegiado são encaminhadas à Coordenação do Curso,
além de também serem possíveis a criação de comissões simplificadas para a resoluções
de demandas especificas do curso. Todas as atas das reuniões são disponibilizadas na
Coordenação do Curso. O Colegiado do Curso de Engenharia de Produção da Unidade
de Ensino Penedo, Campus de Arapiraca, é regulamentado pela Normativa Interna N°
01/2018 – CEPROD, de 21 de março de 2018.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
19
163
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE
Em atendimento à Portaria 147/2007, ao Parecer CONAES 04/2010 e a Resolução
CONAES 01/2010 a UFAL instituiu, através da Resolução 52/2012 CONSUNI/UFAL no
âmbito de seus cursos de graduação, os Núcleos Docentes Estruturantes (NDE), em
conformidade com as especificações legais.
Neste sentido, os NDE são compostos pelo mínimo de cinco membros, todos
docentes com titulação de pós-graduação stricto senso e formação na área do curso.
Considera-se, igualmente, a afinidade da produção científica com o eixo do curso e sua
dedicação ao mesmo.
O Núcleo Docente Estruturante do Curso de Engenharia de Produção da Unidade
Educacional de Penedo, Campus de Arapiraca, da Universidade Federal de Alagoas,
detém como premissa a consolidação do Curso, através da busca constante por
excelência acadêmica, pela instrumentalização profissional cujo objetivo é habilitar os
egressos a atuarem baseados em conhecimento das questões sociais, profissionais,
legais, éticas, políticas e humanísticas, da compreensão do impacto da computação e
suas tecnologias na sociedade no que concerne ao atendimento e à antecipação
estratégica das necessidades da sociedade, de visão crítica e criativa na identificação e
resolução de problemas contribuindo para o desenvolvimento de sua área atuar de forma
empreendedora, abrangente e cooperativa no atendimento às demandas sociais da
região onde atua do Brasil e do mundo.
O NDE do Curso de Graduação em Engenharia de Produção, do Campus de
Arapiraca, vem agindo de maneira atuante junto ao curso, deliberando sob orientação de
docentes qualificados a contribuir com a dinâmica e a concepção do mesmo, e realiza
pelo menos seis reuniões ordinárias por ano e a frequência de reuniões extraordinárias é
estabelecida de acordo com a necessidade advinda do curso e das demandas do
Colegiado do Curso, tendo em vista o processo de atualização e reorganização do Projeto
Pedagógico. Pode haver a participação de discentes e outros membros docentes do
curso, mediante convite da coordenação, além de reuniões conjuntas e parceria com o
Colegiado do curso.
As sugestões de revisões parciais do PPC são colocadas para a provação do
Colegiado do Curso, do Conselho Unidade Acadêmica e encaminhada à Coordenadoria
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
164
dos Cursos de Graduação (CCG), sob responsabilidade da Pró-reitoria de Graduação
(PROGRAD), para apreciação e aprovação final. O NDE do Curso de Engenharia de
Produção da Unidade de Ensino Penedo, Campus de Arapiraca, deverá ser
regulamentado pela Normativa Interna N° 02/2018 – CEPROD, de 21 de março de 2018.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
20
165
AVALIAÇÃO
20.1 Avaliação do Projeto Pedagógico
A avaliação permanente deste Projeto Pedagógico é de importância fundamental
para aferir o sucesso do currículo proposto para o Curso, como também, para se certificar
da necessidade de alterações futuras que venham a aprimorar o Projeto, tendo em vista
o seu caráter dinâmico e a necessidade de adaptar-se às constantes avaliações que terá
de enfrentar.
Logo, seguindo a orientação dos Conselhos Superiores da UFAL, devem ser
inseridos mecanismos que possibilitem uma avaliação institucional e uma avaliação do
seu desempenho acadêmico – ensino e aprendizagem – de acordo com as normas
vigentes na Instituição, possibilitando a realização de uma análise diagnóstica e formativa,
durante todo o processo de implantação do atual Projeto Pedagógico. Tal processo de
avaliação deve utilizar estratégias e táticas que possibilitem uma discussão ampla,
visando detectar e sanear as deficiências que porventura ocorram.
Neste sentido, é adotado para fins de avaliação do Projeto Pedagógico, o roteiro
proposto pelo INEP/MEC para as condições de ensino. A avaliação permanente do
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção é vista, portanto, como uma
atitude de responsabilidade da instituição, do Colegiado, do NDE e dos alunos acerca do
processo formativo (PPI 2006).
Assim, a implementação e o desenvolvimento do projeto pedagógico do Curso de
Engenharia de Produção deve ser institucionalmente acompanhado e permanentemente
avaliado, com vistas a verificar o atendimento dos objetivos estabelecidos nos projetos
pedagógicos e permitir os ajustes necessários ao seu aperfeiçoamento.
Em relação ao NDE, há um acompanhamento permanente da implementação e
desenvolvimento do PPC de forma a garantir a melhor qualidade educativa em todas as
suas etapas. Através de reuniões periódicas os seus membros avaliam a pertinência das
disciplinas, seu ordenamento, a atualização da bibliografia referenciada e as condições
de realização de práticas e estágios supervisionados, de modo a ter condições concretas
de intervir sempre que necessária no sentido do aperfeiçoamento do PPC.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
166
20.2 Avaliação dos Docentes
A avaliação do desempenho docente deve ser efetivada pelos alunos/disciplinas
através de formulário próprio e obedecendo aos critérios do processo de avaliação
Institucional. A avaliação do processo de ensino-aprendizagem e do próprio projeto
pedagógico do curso deve ser realizada periodicamente, em conexão com as avaliações
institucionais, de acordo com as metodologias e os critérios definidos pela respectiva
Instituição de Educação Superior.
20.3 Avaliação dos Discentes
A verificação de aprendizagem será realizada pela frequência e pelo
aproveitamento nos estudos, os quais deverão ser atingidos conjuntamente. Essa
verificação é aplicada segundo as resoluções vigentes. A avaliação de rendimento do
aluno segue a resolução da UFAL, CEPE 25/2005, de 26 de outubro de 2005, conforme
abaixo:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
(b) Prova Final (PF), quando for o caso;
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
Onde cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que possível, aos
conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante de mais de 01 (um)
instrumento de avaliação, tais como: provas escritas e provas práticas, além de outras
opções como provas orais, seminários, experiências clínicas, estudos de caso, atividades
práticas em qualquer campo utilizado no processo de aprendizagem.
Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais dos
instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB) respectiva,
calculada considerando-se a média das avaliações programadas e efetivadas pela
disciplina. Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em uma das
02 (duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre letivo, a ser reavaliado
naquela em que obteve menor pontuação, prevalecendo, neste caso, a maior nota.
A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética, apurada até
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
167
centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais. Será aprovado, livre de prova
final, o aluno que alcançar Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, igual ou superior a
7,00 (sete). Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou superior a
5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a Prova Final (PF). A Prova Final
(PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina ministrada e será realizada no término do
semestre letivo, em época posterior às reavaliações, conforme o Calendário Acadêmico
da UFAL.
Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF), em cada
disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e cinco
décimos). O cálculo para a obtenção da média final é a média ponderada da Nota Final
(NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da nota da Prova Final (PF), com
peso 4 (quatro).
20.4 Autoavaliação do Curso
A autoavaliação do curso deve ser realizada pela Comissão Própria de Avaliação
(CPA) da UFAL, formada por membros representantes do corpo docente, do técnicoadministrativo e do discente. É um processo de análise interna do curso, sistematizado
na forma de questionário que verificará sua organização, administração e execução,
ordenando informações para interpretá-las, assim como as possíveis omissões e
equívocos, no intuito de evitá-los no futuro, bem como dar um feedback à comunidade. A
importância deste processo é permitir ao curso definir seus próprios elementos de
avaliação, buscando a excelência sem perder a sua identidade.
20.5 Exame Nacional de Desempenho de Estudantes – ENADE
Com base nas determinações contidas na Portaria Normativa Nº 40, de 12 de
dezembro de 2007, foi insitutido o e-MEC, sistema eletrônico de fluxo de trabalho e
gerenciamento de informações relativas aos processos de regulação, avaliação e
supervisão da educação superior no sistema federal de educação, e o Cadastro e-MEC
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
168
de Instituições e Cursos Superiores e consolida disposições sobre indicadores de
qualidade, banco de avaliadores (Basis) e o Exame Nacional de Desempenho de
Estudantes (ENADE) e outras disposições.
Desta forma, o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE), que
integra o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), tem o objetivo
de aferir o rendimento dos alunos dos cursos de graduação em relação aos conteúdos
programáticos, suas habilidades e competências. O Exame Nacional de Desempenho
dos Estudantes, deve aplicado periodicamente a todos os alunos dos cursos de
graduação, conforme legislação definida pelo MEC, estando sob responsabilidade do
INEP.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
21
169
CONDIÇÕES DE VIABILIZAÇÃO DO CURSO
21.1 Infraestrutura de Docentes
Atualmente, o curso de Engenharia de Produção é atendido por 10 (dez)
professores efetivos, contando com professores comuns a outros cursos e alguns que
atendem somente ao Curso, com formação em diversas áreas, devido à diversidade
das disciplinas. Destes professores, 2 possuem doutorado e outros 2 estão atualmente
cursando e os demais são mestres.
21.2 Técnicos-administrativos
A
Unidade Educacional de Penedo conta com uma equipe de técnicos-
administrativos para dar apoio à Comunidade Acadêmica nas mais diversas
necessidades. Dentre as principais atividades estão: abertura de processos, reopção
e trancamento de curso.
21.3 Recursos materiais
A infraestrutura para a viabilização do curso, oferece salas de aula, pesquisa,
extensão e gestão, algumas climatizadas, laboratórios equipados e climatizados,
assim como, biblioteca na Unidade d e Educação Penedo. O corpo docente é
formado por mestres e doutores, ou seja, a grande maioria possui pós-graduação
stricto sensu. Já o corpo técnico, é formado por profissionais em áreas específicas
para dar suporte às operações e atividades desenvolvidas no âmbito do curso.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
22
170
INFRAESTRUTURA
Item
Descrição
Quantidade
01
Sala de aula (sem ar-condicionado/com ventiladores)
00
02
Sala de aula (com ar-condicionado)
05
03
Sala de apoio (Pesquisa e Extensão)
02
04
Biblioteca
01
05
Sala do NAE (Núcleo de Apoio ao Estudante)
01
06
Sala de reunião
01
07
Sala para Empresa Jr.
01
08
Sala de coordenação de curso
01
09
Laboratório de informática com 20 computadores, data-show e
caixa de som
01
10
Data-show para a sala de aula
05
11
Computador para apoio acadêmico/administrativo
01
12
Impressora Laser
02
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
23
171
REFERÊNCIAS
ABEPRO – Associação Brasileira de Engenharia de Produção. Engenharia de Produção:
Grande área e diretrizes curriculares. Disponível em: http://www.abepro.org.br/. Acesso
em: 15 de maio de 2017.
BRASIL, Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Resolução nº.
2, de 15 de junho de 2012, estabelece Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação Ambiental. Diário Oficial da União, Brasília, 18 jun. 2012,
Brasil, UFAL. Resolução nº 25/2005-CEPE, de 26 de outubro de 2005. Regime
Acadêmico Semestral nos Cursos de Graduação da Universidade Federal de
Alagoas. Maceió, 2005.
Brasil, UFAL. Resolução nº 25/90-CEPE, de 30 de outubro de 1990. Estabelece
normas para reformulação curricular na UFAL. Maceió, 1990.
Brasil, UFAL. Resolução nº 71/2006-CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006.
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Universidade Federal de Alagoas. Maceió, 2006.
Brasil. MEC. Referenciais de Qualidade para a Educação Superior a Distância.
Brasília. 2007.
Decreto n. 5.626 de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei no 10.436, de
24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e
o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. 2005.
Decreto nº 5.296/2004. Regulamenta as Leis nos 10.048, de 8 de novembro de
2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098,
de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos
para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou
com mobilidade reduzida, e dá outras providências. 2004.
DUTRA, C. P. et al. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva
da Educação Inclusiva. Ministério da Educação, [s.d.]. Disponível
em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/politica.pdf. Acesso em: 8 nov. 2013.
FIEA - Federação das Indústrias do Estado de Alagoas. Cadastro dos Pólos,
Distritos e Núcleos Industriais em Alagoas/FIEA. Maceió: IEL, 2009.
FIEA - Federação das Indústrias do Estado de Alagoas. Zoneamento Industrial
em Alagoas/FIEA. Maceió, 2014.
IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Disponível em:
http://cidades.ibge.gov.br/xtras/perfil.php?codmun=270670. Acesso em: 15 de
maio de 2017.
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
172
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03 PROGRAD/Fórum dos Colegiados, de 20 de
setembro de 2013. Dispõe sobre os procedimentos para reformulação dos
projetos pedagógicos dos cursos de graduação da UFAL. 2013.
Lei 10.639/2003. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para
incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática
"História e Cultura Afro-Brasileira" e dá outras providências. 2003.
Lei 11.645/2008. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para
incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática
“História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena. 2008.
Lei nº 10.172/2001- Plano Nacional de Educação. Aprova o Plano Nacional de
Educação e dá outras providências. 2001.
Lei nº 10.436 de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais
- Libras e dá outras providências. 2002.
Lei Nº 12.319, de 1º de setembro de 2010. Regulamenta a profissão de Tradutor
e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. 2010.
MEC – Ministério da Educação. Referenciais nacionais dos cursos de engenharia.
Disponível
em:
http://abepro.org.br/arquivos/websites/1/referenciais
_engenharias_MEC.pdf. Acesso em: 15 de maio de 2017.
MINISTERIO DA EDUCAÇÃO - MEC. Decreto nº 5626 de 22/12/2005.
Regulamenta a Lei nº 10436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua
Brasileira de Sinais e o art.18 da Lei nº 10098 de 19/12/2000. 2005
Parecer CONAES N° 4, de 17 de junho de 2010. Dispõe sobre o Núcleo Docente
Estruturante – NDE. 2010.
Parecer n. 329/2004 do CNE/CEE. Carga horária mínima dos Cursos de
Graduação, Bacharelado na modalidade presencial. 2004.
Parecer n. 67/2003 do CNE/CEE. Referencial para as Diretrizes Curriculares
dos Cursos de Graduação. 2003.
Portaria nº 2.678/02. Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da
Educação Inclusiva. 2002.
Portaria Normativa n°2, de 10 de janeiro de 2007.
Resolução CNE/CES n. 02/2007. Dispõe sobre carga horária mínima e
procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação,
bacharelados, na modalidade presencial. 2007.
Resolução CONFEA nº1.010/2005. Dispõe sobre a regulamentação da atribuição de
títulos profissionais, atividades, competências e caracterização do âmbito de atuação
dos profissionais inseridos no Sistema Confea/Crea, para efeito de fiscalização do
exercício profissional. 2005.
Resolução do Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Superior
(CNE/CES) 11, de 11 de Março de 2002. Institui Diretrizes Curriculares
Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Produção
173
Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia. 2002.
Resolução nº 1, de 17 de junho de 2004. Diretrizes Curriculares Nacionais para
a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura
Afro-Brasileira e Africana. 2004.
Resolução nº 113/95 – CEPE, de 13 de novembro de 1995. Estabelece normas
para o funcionamento da parte flexível do sistema seriado dos cursos de
graduação. Plano de Desenvolvimento Institucional da UFAL 2013-2017. 1995.
RESOLUÇÃO Nº 20-A/2005-CONSUNI, de 01 de agosto de 2005. Aprova a criação e a
Implantação do Campus de Arapiraca da UFAL. 2005.
Resolução Nº 25/2005 - CEPE, de 26 de outubro de 2005. Institui e regulamenta
o funcionamento do Regime Acadêmico Semestral nos Cursos de Graduação
da UFAL, a partir do ano letivo de 2006. 2005.
RESOLUÇÃO Nº 52/2012-CONSUNI/UFAL. Dispõe sobre o Núcleo Docente
Estruturante – NDE no âmbito da UFAL. 2012.
RESOLUÇÃO Nº 63/2013-CONSUNI/UFAL, de 07 de outubro de 2013. Aprova a criação
e implantação dos cursos de graduação em: Engenharia Florestal (CECA), Engenharia
de Energias Renováveis (CECA), Agroecologia (CECA), Engenharia de Produção
(Unidade Penedo), Ciências Biológicas (Unidade Penedo) e Letras/LIBRAS - Língua
Brasileira de Sinais (FALE). 2013.
Resolução nº 71/2006-CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006. Disciplina os
estágios curriculares dos cursos de graduação da ufal. 2006.
Reune – Reestruturação e Expansão das Universidades Federais. Disponível em:
http://reuni.mec.gov.br/expansao. Acesso em: 13/06/2017.
UFAL – Universidade Federal de Alagoas. Projeto Pedagógico do Curso de
Sistemas de Informação. Penedo, Alagoas, 2017.
UFCG - Universidade Federal de Campina Grande. Projeto Pedagógico do
Curso de Engenharia de Produção. Sumé, Paraíba, 2011.
UFGD – Universidade Federal da Grande Dourados. Projeto Pedagógico do
Curso de Engenharia de Produção - Bacharelado. Dourados, Mato Grasso do
Sul, 2017.