PPC Educação Física 2009

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                    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
CAMPUS ARAPIRACA

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA
LICENCIATURA

Projeto Pedagógico do Curso de Educação
Física Licenciatura cadastrado no Instituto
Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais
Anísio Teixeira (INEP), do Ministério da
Educação (MEC), como requisito parcial ao
Reconhecimento do Curso.

Arapiraca, Abril, 2009.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
CAMPUS ARAPIRACA

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA
LICENCIATURA

Projeto Pedagógico do Curso de Educação
Física Licenciatura cadastrado no Instituto
Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais
Anísio Teixeira (INEP), do Ministério da
Educação (MEC), como requisito parcial ao
Reconhecimento do Curso.

Arapiraca, Abril, 2009.

SUMÁRIO

SUMÁRIO

II

1. INTRODUÇÃO / JUSTIFICATIVA

04

2. PERFIL DO EGRESSO

12

3. HABILIDADES – COMPETÊNCIAS - ATITUDES

13

4. CONTEÚDOS – MATRIZ CURRICULAR

15

4.1. Estruturação do Curso

15

4.2. Conteúdos Curriculares

17

4.3. Representação do Perfil de Formação

21

5. ORDENAMENTO CURRICULAR

22

5.1. Ordenamento Curricular em Regime Semestral

22

5.2. Quadro das Disciplinas Eletivas

26

5.3. Ementário e Bibliografia

32

6. ESTÁGIO SUPERVISIONADO

83

7. TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO

86

8. ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS

87

9. AVALIAÇÃO

88

9.1. Do Processo de Ensino e Aprendizagem

88

9.2. Do Projeto Político Pedagógico do Curso

89

REFERÊNCIAS

91

ANEXOS

93

4
1. INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA

A formação do profissional de Educação Física estruturou-se no Brasil desde o início
do século passado, tendo sido influenciada pela Instituição Militar a criação dos três primeiros
cursos em nosso País. A ampliação do número de Instituições formadoras iniciou-se a partir da
década de 30 do século XX, quando foi criada a primeira Escola de Educação Física e Desportos
(EEFD), na Universidade de São Paulo.

Inicialmente, as escolas de Educação Física brasileiras eram, em sua maioria,
representadas por Instituições Públicas Militares que objetivavam a formação de
professores de Educação Física, absorvidos pelas escolas e/ou pelo ambiente desportivo.
Na década de 40, período em que a formação dos professores na área estava fortemente
associada ao desenvolvimento dos desportos, observou-se o primeiro aumento
significativo das escolas de Educação Física. Mais uma vez, desta feita nas décadas de
60 e 70, observou-se um aumento considerável na criação de novos cursos. Enquanto,
no início dos anos 60, registravam-se em torno de 10 cursos de formação superior, ao
final da década de 70 existiam mais de 90 cursos em funcionamento. Este crescimento
explosivo pode ser explicado pela entrada em cena da iniciativa privada e pela
ampliação da Rede Pública.
Nesse contexto, destacou-se como fator determinante o fato da Educação Física
tornar-se componente curricular, culminando com a publicação do Parecer nº 894/69
do CFE e a Resolução do CFE nº 69/69 que fixou o currículo mínimo, a duração e a
estrutura curricular mínima dos cursos superiores de graduação em Educação Física.
Este modelo, ampliado pelo Parecer do CFE nº 672/69, propunha a formação em
Educação Física sob duas perspectivas: a licenciatura plena e a formação do técnico
desportivo (habilitação obtida simultaneamente à licenciatura, com acréscimo de mais
duas matérias desportivas). Em decorrência destas mudanças, bem como, devido à
ampliação e diversificação do mercado de trabalho, antes concentrado na educação
escolar e no emergente campo profissional esportivo, surgiram diversos encontros de
debates entre especialistas da área (1979-1984) que, mais tarde culminou com um
anteprojeto encaminhado ao Conselho Federal de Educação, propondo a superação da

5
concepção de currículo mínimo em favor da autonomia e da flexibilidade das
Instituições de Ensino Superior (IES) na elaboração de seu próprio currículo e com
liberdade para ajustar-se, numa visão mais realista, às peculiaridades regionais, ao
contexto institucional e às características, interesses e necessidades das comunidades
discente e docente inseridas no processo escolar.
Até 1987, a formação superior em Educação Física pautou-se em um currículo,
denominado de mínimo, implantado em 1961 pela Lei 4.024 (Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional), antes desta época, a aprovação dos currículos era feita por decreto
presidencial. A partir de 1987, o governo apresenta uma nova proposta para a formação em
Educação Física, através da Resolução nº 03/87 do Conselho Federal de Educação. Esta
alteração foi precedida por um longo debate nacional e procurou alterar a formação, no
sentido de propiciar um maior equilíbrio entre os conhecimentos tratados ao longo do curso.
Para tanto, o espaço das chamadas ciências sociais e humanas no currículo foi ampliado,
superando assim, o espaço acanhado que ocupavam, anteriormente, estas disciplinas, no
currículo mínimo em relação às ciências naturais (TAFFAREL, 1993).
A Resolução nº CFE 03/87 ampliou a formação do professor de Educação Física, a
medida em que passa a lhe conferir o título de Bacharel e/ou Licenciado (Art. 1º). No que diz
respeito aos referenciais curriculares, a Resolução nº 03/87 é reconhecida como um
importante avanço por ter assegurado a autonomia e a flexibilidade para que as Instituições de
Ensino Superior pudessem estabelecer seus marcos conceituais, os perfis profissionais
desejados, bem como, elaborar as ementas, fixar carga horária para cada disciplina e definir
nomenclaturas, enriquecendo o currículo pleno, sem desrespeitar as peculiaridades regionais.
Devido a esta resolução, além da revisão dos clássicos cursos de licenciatura,
puderam ser criados os cursos de bacharelados em diversas áreas, à exemplo: de Esportes, de
Treinamento Desportivo, de Lazer e Recreação, dentre outros.
O relator do Parecer CNE/CES 0138/2002, Éfrem Maranhão, revisando o caminho
legal percorrido por esta formação adverte que,

Mesmo com esse reconhecido avanço, e com a possibilidade de
diferenciar a formação profissional em Educação Física, a indefinição
quanto ao tipo e à especificidade de formação permanece em muitos

6
cursos de graduação, na medida em que a formação em Licenciatura
Plena tem sido, ao longo dos anos, o locus de uma formação única e
generalista para atender à diversidade de campos de intervenção
acadêmico-profissional. Esta indefinição, em grande medida, deve-se
ao fato da Resolução no 03/87 ter possibilitado a proposição de
projetos curriculares que objetivavam a formação do licenciado, a
formação do bacharel ou a formação concomitante de ambos. Ao
licenciado, concebido numa perspectiva ampliada, assegurou-se a
possibilidade de atuação em qualquer campo de intervenção
acadêmico-profissional, enquanto ao bacharel coube a atuação nos
diferentes espaços de intervenção acadêmico-profissional nãoescolar (p. 2).

Esta resolução representou uma tentativa para corrigir o modelo curricular
denominado: “três em um”, característico da formação generalista, ou seja, tentando fazer
frente às crescentes exigências dos diversos setores da sociedade, as escolas de formação,
utilizando-se da mesma carga horária de um curso de licenciatura, tentam formar, além do
professor, um profissional com conhecimentos especializados para outras práticas. Daí o nome
de “professor de Educação Física com formação generalista”, profissional que acreditamos,
não temos conseguido preparar para atuar, com plenitude, desenvoltura e efetividade, nas
duas áreas.
Esta polêmica arrasta-se na comunidade profissional até o início da revisão do ensino
superior proposta nas novas diretrizes curriculares para este fim (Parecer CNE/CES no 776/97)
apontando para a necessidade de uma avaliação mais global das reformulações curriculares no
âmbito do ensino superior.
Coube às Comissões de Especialistas vinculadas à Secretaria de Ensino Superior do
Ministério da Educação (MEC/SESU), sistematizar, debater e definir as propostas de Diretrizes
Curriculares e encaminha-las ao Conselho Nacional de Educação para análise de mérito e
decisões cabíveis.
Logo após o encaminhamento da proposta de Diretrizes Curriculares para os Cursos
de Graduação em Educação Física, o Conselho Nacional de Educação decidiu sobre a nova
política e a concepção de organização e de formação dos profissionais de educação, ao aprovar
a Resolução sobre os Institutos Superiores de Educação (Resolução CNE/CP no 01/99) e o

7
Parecer sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da
Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. (Parecer
CNE/CP no 009/2001).
A nova concepção e a proposta de organização para a Formação de Professores da
Educação Básica atingiram, substancialmente, a tradição da formação do professor e do
profissional de Educação Física, na medida em que na esfera dos cursos de Licenciatura em
Educação Física, a concepção de formação do profissional passou a pautar-se na atual política
de concepção de organização e de formação dos profissionais de educação adotada pelo
Conselho Federal de Educação ao aprovar a Resolução sobre os Institutos Superiores de
Educação – Resolução CNE/CP nº 001/1999 e o Parecer sobre as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em Nível Superior, curso de
Licenciatura, Graduação Plena, Parecer CNE/CP n.º 009/2001 pondo por terra as diretrizes
encaminhadas pelo CONFEF, resultando em novo ciclo de debates e proposições .
Esta nova concepção de organização e orientação acerca das diretrizes curriculares
para os cursos de formação em Licenciatura em Educação Básica propõe a formação de um
professor que articule os saberes que definem sua identidade profissional, a saber: os
conhecimentos dos conteúdos de formação específicos, pedagógicos e integradores para que
possa refletir sobre sua prática profissional e intervir, a partir desta prática, melhorando-a de
forma coletiva sempre na direção de facilitar as aprendizagens dos seus alunos. Esta formação
proposta com essa nova legislação deve garantir terminalidade e integralidade própria em
relação ao Bacharelado, constituindo-se, assim em um projeto específico.

Entendemos que, a Educação Física é um campo de intervenção profissional
abrangente, que por meio das diferentes manifestações e expressões das atividades
físicas (movimento, motricidade humana) pode prestar variados e importantes serviços à
sociedade, não só no ambiente escolar, mas também fora deste, permitindo, quando bem
orientada, o favorecimento da socialização, exercício da cidadania, desenvolvimento da
consciência corporal, das potencialidades físicas, da promoção da saúde e da qualidade
de vida.
A luta pela qualidade do processo educacional é função de toda a sociedade,
especialmente, dos órgãos responsáveis pela execução das ações educativas. Consciente da
responsabilidade neste processo, através do Senso Escolar, a Secretaria de Estado da

8
Educação, em parceria com o Conselho Estadual de Educação realizaram um diagnóstico da
realidade educacional no interior do Estado de Alagoas e os dados coletados junto às DRE’s
(Diretorias Regionais de Ensino), revelaram um quadro pessimista em relação à formação
pedagógica dos professores para as funções que desempenham. Esta situação se revela
também, no âmbito à formação dos educadores físicos atuantes nas unidades educacionais
das redes de ensino nos Municípios do interior do Estado.
Muitos fatores contribuem para esta realidade, tais como: o insuficiente número de
concursos públicos municipais e estaduais nesta área de conhecimento em relação à demanda;
a ausência de uma política de incentivo à qualificação do professor; as precárias condições de
trabalho ofertadas ao magistério; as dificuldades materiais da população do interior do Estado
para buscar formação na capital, entre outros. É importante admitir que houve, da parte da
Universidade Federal de Alagoas (UFAL), até agora, pouco investimento em iniciativas junto ao
Estado de Alagoas em relação a ações para capacitação de profissionais de Educação Física no
interior do Estado.
Diante desta realidade e, incentivados pela iniciativa do CEDU/UFAL (Centro de
Educação), que já vem, há alguns anos, levando a Universidade Federal de Alagoas a diversos
municípios do interior do Estado, o Departamento de Educação Física vem apresentar uma
proposta de qualificação docente em nível de Licenciatura plena na busca de qualificação dos
profissionais em serviço e de novos profissionais que desejem atuar com esta área de
conhecimento na escola.
Na tentativa de minimizar o preenchimento das vagas para a docência nas redes de
ensino dos Municípios do interior do Estado por professores sem a formação adequada, é
iminente garantir ações que visem uma formação de qualidade de docentes para fazer jus às
necessidades da população que anseia por uma escola que responda a permanente
transformação científica e social que vive hoje a nossa sociedade.

O primeiro aspecto para a compreensão da concepção de formação e de Educação
Física a nortear esse projeto é que a humanidade se caracteriza pela capacidade de produzir
conhecimentos e tecnologias visando atender suas necessidades e interesses. A idéia
central desse pressuposto é a dimensão histórica da produção do conhecimento. Assim
como em todas as áreas, no âmbito da Educação Física, especialistas vêm produzindo

9
conhecimentos teórico-práticos específicos, de modo a atender aos interesses e às
necessidades de políticas públicas dominantes, ou de grandes grupos privados, ou de
determinados grupos comunitários, ou até de segmentos historicamente marginalizados.
Interessa saber que, a despeito das propostas pedagógicas que surgiram desde a
instituição da Educação Física na escola brasileira, algumas se sobressaem a outras, muitas
continuam a ser trabalhadas nas escolas, bem como novas propostas de intervenção estão sendo
formuladas em crítica àquelas de pretensão hegemônica e às de caráter tradicional. Portanto,
vendo a sociedade como algo dinâmico, comungamos com o pressuposto de que toda a produção
humana está condicionada a circunstâncias e demandas histórico-sociais. Provocado pelo
movimento histórico, outras circunstâncias e demandas se impõem (quer pelos interesses
dominantes, quer pelas pressões sociais) exigindo novas elaborações, novas práticas.

Em cada momento de definição da ordem vigente ou, especificamente, dos
pressupostos educacionais,
novas concepções são formuladas veiculando um conjunto de outros
valores que busquem justificá-las, sem, fazer desaparecer,
necessariamente, as antigas elaborações enraizadas no plano do discurso
e da prática social, bem como sem impedir o surgimento de outras teses
de contraposição a essas ‘novas’ concepções (RESENDE, 1994, p. 21).

Desta forma, novas considerações e proposições acerca da especificidade e do
conhecimento da Educação Física Escolar precisam levar em consideração as
fundamentações e proposições históricas a este respeito. Estas devem ser mediadas pelas
exigências contextuais de cada momento, não só no sentido sócio-cultural, como também
no político-econômico, sem que se perca de vista os valores identificados com a
construção de uma sociedade democrática.
Como exemplo dessa vinculação com a realidade, chamamos a atenção para o fato de
que as pessoas estão freqüentando academias de ginástica, fazendo musculação, praticando
variados tipos de atividades físicas nos espaços públicos e privados, praticando esportes em
clubes comunitários, e assim por diante. Quem deve transmitir os instrumentos e promover os
esclarecimentos sobre as possibilidades e limitações dessas atividades corporais no sentido de
uma prática autônoma, consciente e adequada? Quem deve dar os subsídios básicos para que os
indivíduos tenham condições de avaliar a qualidade do trabalho a que estão sendo submetidos?
Quem deve esclarecer os indivíduos sobre os benefícios, os malefícios e as crenças acerca dessas
práticas? Quem deve oportunizar um processo reflexivo sobre os paradoxos entre

10
prazer/sacrifício, ludicidade/competitividade, individualismo/cooperação, espectador/praticante?
Quem pode relativizar as correlações fundadas em crenças de que a atividade física e o esporte
afastam os indivíduos do consumo de drogas, do álcool, da marginalidade, da ignorância, etc?
ideologia, etnia, credo, condições sócio-econômicas, etc; cabe a escola socializar os indivíduos
com o patrimônio científico e cultural produzido historicamente pela humanidade, de modo que
os homens possam adquirir a autonomia necessária para sua interação no processo de construção
e direção da sociedade; assim como a cultura artística (dança, pintura, artes cênicas, música, etc.),
a cultura corporal deve ser um dos conhecimentos/habilidades a ser tratado pedagogicamente no
contexto formal da educação básica; a prática e a reflexão sobre a cultura corporal, quando
adequadamente socializada e pedagogicamente encaminhada, constituem-se em privilegiado
meio de formação de uma cidadania identificada com valores democráticos.
Para garantir a especificidade da formação docente, o curso de Educação Física
Licenciatura está organizado em projeto acadêmico-pedagógico próprio levando em conta as
Diretrizes Curriculares que orientam o ensino dos dois níveis de escolaridade em que atuará
seu egresso - educação infantil, ensinos fundamental e médio - os objetivos do projeto
institucional e as condições de oferta da UFAL.
A estrutura curricular vai considerar os conhecimentos identificadores da área e do
tipo de aprofundamento a que se relacionam as disciplinas, a relação dos conteúdos das
disciplinas com o nível de necessidades educacionais dos alunos, a experiência docente da
clientela e a carga horária disponível para o processo de ensino-aprendizagem.
A metodologia para a execução das atividades curriculares deve ser pensada e
estruturada a partir da relação professor-aluno, considerando os determinantes sócioeconômicos e o caráter experimental do curso. A metodologia a ser adotada na formação do
educador não poderá prescindir de uma concepção histórico-crítica da sociedade, com vistas à
compreensão e intervenção no processo educativo. Para tanto, torna-se necessário penetrar
na essência desse processo, a fim de compreender as causas e contradições que lhe são
inerentes e suas propriedades determinantes.
O que se propõe, portanto, é a adoção de uma metodologia contextualizada que
minimize as discriminações econômicas, sociais e políticas, geradas fora do processo
educativo, para que as situações didáticas possam ser pautadas em pressupostos teóricos e
práticos essenciais ao alcance dos objetivos do Projeto. Assim sendo, deve a metodologia

Para o de

11
propiciar ao aluno o estudo dos conteúdos disciplinares e a forma de aquisição de habilidades
e atitudes, necessárias à prática docente. Desta forma, as propostas didáticas serão
trabalhadas no nível da capacidade assimilatória da clientela, permitindo a compreensão da
essência do ato educativo para nele intervir, buscando uma aprendizagem significativa.
Deste modo, a metodologia vivencia o pedagógico na perspectiva de associar as
possibilidades educativas ao contexto sócio-cultural e, conseqüentemente, contribuir para a
formação de educadores comprometidos com a educação pública em Alagoas. A relação
teoria-prática será constante durante o processo, culminando com a prática docente em
diferentes momentos do curso, através das disciplinas de aplicação. Considerando esse
enfoque pedagógico, as características da clientela e os recursos humanos e materiais
disponíveis, as atividades didáticas do curso ocorrerão na sede do campus Arapiraca (no
próprio município de Arapiraca), como também nos laboratórios da UFAL (campus A. C.
Simões),

a depender da necessidade e da especificidade dos conteúdos curriculares.

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2. PERFIL DO EGRESSO

O licenciado em Educação Física deverá ser formado para esclarecer e intervir,
profissional e academicamente no contexto específico e histórico-cultural, a partir de
conhecimentos de natureza técnica, científica e cultural da área que tem como objeto de
estudo e de aplicação o movimento humano, com foco nas diferentes formas e modalidades
do exercício físico, da ginástica, do jogo, do esporte, das lutas/arte marcial, da dança. A
finalidade é possibilitar a escolares o acesso a este acervo cultural, compreendido como direito
inalienável de todo(a) cidadão(ã) e como importante patrimônio histórico da humanidade e do
processo de construção da individualidade humana.
O percurso de formação do licenciado em Educação Física qualifica-o para o trabalho
em instituições educativas, escolares e não escolares, tanto no âmbito do ensino, como
professor da educação básica, quanto em outras dimensões do trabalho educacional. Faz parte
dessa formação profissional a experiência investigativa bem como de reflexão acerca de
aspectos políticos e culturais da ação educativa.
De acordo com a Resolução CNE/CES 7/2004, que institui as Diretrizes Curriculares
Nacionais para os cursos de graduação em Educação Física, em nível superior de graduação
plena, o graduado em Educação Física deverá estar qualificado para analisar criticamente a
realidade social, para nela intervir acadêmica e profissionalmente por meio das diferentes
manifestações e expressões do movimento humano, visando a formação, a ampliação e o
enriquecimento cultural das pessoas, para aumentar as possibilidades de adoção de um estilo
de vida fisicamente ativo e saudável.
O Professor de Educação Física (licenciatura plena) deverá estar apto para atuar no
magistério da Educação Básica, seja na docência da sua área específica de competência ou na
gestão

do

trabalho

educativo

13
3. HABILIDADES – COMPETÊNCIAS – ATITUDES

Para uma efetiva aplicação profissional dos conhecimentos, adquiridos ao longo do
curso, o aluno egresso deverá intervir crítica e pedagogicamente numa perspectiva
emancipadora. Além disso, deverá estar apto a desenvolver as competências adquiridas que
comprovem suas potencialidades para:

Compreender e dominar o processo de intervenção profissional no campo educacional e nas
suas relações com o contexto social no qual está inserido;
Resolver problemas concretos da prática docente e da dinâmica das instituições
educacionais, zelando pela aprendizagem e pelo desenvolvimento de seus alunos;
Considerar as características, os interesses e as necessidades do alunado no planejamento,
na aplicação e na avaliação de sua intervenção;
Sistematizar e socializar a reflexão sobre a sua prática profissional;
Compreender as implicações sócio-culturais, políticas, econômicas e ambientais inerentes à
sua intervenção profissional;
Demonstrar capacidade de lidar autonomamente com a literatura pertinente e atualizada e
com os diversos tipos de produção do conhecimento afins;
Demonstrar domínio da docência, clareza e objetividade de comunicação verbal e nãoverbal, desenvoltura na prática docente, de modo a conduzir suas atividades em consonância
com os ideais educacionais e preceitos da instituição;
Ter argumentos para justificar teoricamente sua prática profissional, bem como balizar sua
intervenção profissional à luz das teorias educacionais mais atuais;
Contribuir na construção de saberes coletivos sobre seus alunos, a escola e a educação.

Caberá ao licenciado em Educação Física: coordenar, planejar, programar,
supervisionar, dirigir, organizar, avaliar e executar trabalhos, programas, planos e projetos,
relacionados com a componente escolar educação física. Além disso, deve o licenciado realizar

14
treinamentos especializados, participar de equipes multidisciplinares e interdisciplinares e
prestar serviços de consultoria e assessoria, relacionados com a Educação Física na educação
básica.
A aquisição das competências e das habilidades requeridas na formação do
Licenciado em Educação Física deverá ocorrer a partir de experiências de docência, em que
toda a sistematização teórica deve ser articulada com as situações de intervenção acadêmicoprofissional e que estas sejam balizadas por posicionamentos reflexivos que tenham
consistência e coerência conceitual. As competências não podem ser adquiridas apenas no
plano teórico, nem no estritamente instrumental. É imprescindível, portanto, que haja
coerência entre a formação oferecida, as exigências práticas esperadas do futuro profissional e
as necessidades de formação, de ampliação e de enriquecimento cultural das pessoas.
Sendo assim, a visão de competência não pode ser compreendida e nem reduzida às
dimensões do fazer, do saber fazer ou do saber intervir. O pressuposto dessas diretrizes
identifica-se com uma concepção de currículo compreendido como processo de formação da
competência humana histórica. Sendo assim, competência é, sobretudo, a condição de refazer
permanentemente nossa relação com a sociedade e a natureza, usando como instrumento o
conhecimento

inovador

de

perspectiva

emancipadora.

15
4. CONTEÚDOS -MATRIZ CURRICULAR

Acreditamos que a Educação Física escolar possibilita aos alunos a vivência
sistematizada de conhecimentos/habilidades da cultura corporal, balizada por uma postura
reflexiva, no sentido da aquisição de uma autonomia necessária à uma prática intencional, que
considere o lúdico e os processos sócio-comunicativos na perspectiva do lazer, da formação
cultural e da qualidade de vida. Assim, o professor de Educação Física na escola deverá
trabalhar na perspectiva de proporcionar vivências motoras que viabilizem a apropriação e a
reflexão sobre os fundamentos técnicos e sócio-culturais que os caracterizam. O professor
deve ainda ser capaz de identificar e estruturar o currículo escolar para a educação física
levando em conta os interesses e necessidades do alunado e os objetivos específicos da
educação básica.

4.1 ESTRUTURAÇÃO DO CURSO

O currículo do Curso de Educação Física Licenciatura, originalmente ofertado
pelo Departamento de Educação Física da Universidade Federal de Alagoas (UFAL),
foi elaborado segundo as normas do Conselho Federal de Educação, em consonância
com as Diretrizes Curriculares da área.

O currículo deste curso volta-se,

essencialmente, à formação de professores, apresentando-se, portanto, imbuído dos
princípios pedagógicos que norteiam a organização dos conhecimentos/conteúdos e as
atividades/vivências em ensino, pesquisa e extensão que estruturam o conjunto de
práticas pedagógicas necessárias à formação do professor de Educação Física.
Para garantir essa especificidade na formação docente, o Curso de Educação
Física Licenciatura da UFAL - Campus Arapiraca - terá a duração mínima de 08
semestres letivos (4 anos) e máxima de 14 semestres letivos (7 anos), compreendendo
uma carga horária de integralização curricular de 3.360 horas/aula, organizado em
projeto pedagógico próprio que leva em conta as diretrizes curriculares que orientam a
formação do professor da Educação Básica, as que orientam a formação específica em
Educação Física e as diretrizes orientadoras do ensino básico; o campo de atuação do

16
egresso, bem como os objetivos do projeto institucional e as condições de oferta da
UFAL - Campus Arapiraca.
A matriz curricular baseia-se na proposta de formação do Eixo da Educação
inserido na proposta de interiorização da UFAL, sendo ela organizada em três troncos:
inicial, intermediário e profissionalizante.
Tronco Inicial: de conteúdo geral, mas com abordagem comum aos diversos cursos
(todos os eixos temáticos). O referido Tronco Inicial, parte integrante, obrigatória e comum do
projeto pedagógico de todos os cursos de graduação interiorizados e pertencentes a cada Eixo
Temático, articula-se em função de quatro unidades de formação básica que se desdobram em
disciplinas interdisciplinares e modulares, sendo a última unidade, um seminário integrador,
oferecido em dois momentos e abrangências. O conteúdo deste Tronco compreende
atividades desenvolvidas em 20 horas semanais, por um semestre (20 semanas), oferecendose ao final, 400 horas semestrais.
As disciplinas contidas neste tronco devem abranger abordagens interdisciplinares
que versem sobre reflexões críticas da realidade social, sobre a produção do conhecimento;
sobre instrumentalização básica de apoio à graduação no tocante ao estudo da expressão
escrita, análise, interpretação e crítica textual, informática, estatística, metodologias de estudo
e pesquisa; e sobre discussões interdisciplinares, de integração das atividades e de avaliação
dos progressos docentes do Eixo da Educação.
Tronco Intermediário: de conteúdo comum aos cursos do Eixo Temático da
Educação. O Tronco Intermediário, parte integrante, obrigatória e comum do projeto
pedagógico, articula-se em função de sete disciplinas, sendo uma delas um seminário
integrador.
O conteúdo deste Tronco se desenvolve ao longo de um semestre letivo em
atividades de 19 horas semanais, obtendo-se ao final, 400 horas semestrais. Objetiva a oferta e
a discussão crítica de conhecimentos referentes à formação básica comum aos cursos do Eixo
Temático da Educação, através de disciplinas instrumentais de síntese. As disciplinas serão
reunidas em Unidades Temáticas e seus conteúdos disciplinares são apropriados ao Eixo
Temático da Educação.

17
Tronco

Profissionalizante:

de

conteúdos

objetivos

diretos,

específicos

e

profissionalizantes da área de formação em Educação Física, totalizando 2280 horas.
Esses conteúdos serão desenvolvidos atendendo ao princípio que o professor é um
sistematizador e facilitador de idéias e não uma fonte principal de informação para os
estudantes. Nesta área se inserem as disciplinas de conhecimento de Aspectos Biológicos do
Ser Humano; do Homem & Sociedade; Científico-Tecnológico; de Dimensões Didáticopedagógica e Técnico - instrumental; e de Aspectos Culturais do Movimento Humano.
Os conteúdos serão tratados de forma dinâmica e flexível, adaptados às
necessidades e aos interesses institucionais e regionais, desenvolvendo-se, entretanto, a partir
de um conjunto básico de conhecimentos e considerando as respectivas abordagens
metodológicas de ensino. A organização dos conteúdos deve evidenciar equilíbrio entre
atividades teóricas e práticas e contribuir para o desenvolvimento crítico-reflexivo dos alunos.

4.2 CONTEÚDOS CURRICULARES

O currículo pleno proposto para o Curso de Licenciatura em Educação Física foi
estruturado para garantir as seguintes dimensões da formação: conhecimentos básicos à
compreensão crítica do ser humano, da escola e do contexto sócio-cultural, previstos nas
Diretrizes específicas da Educação Física (Resolução 07/2004) e os conteúdos curriculares de
natureza científico-cultural previstos nas Diretrizes para os cursos de licenciatura (Resolução
CNE/CP 01/2002) e na Resolução 32/2005 do C.E.P.E./UFAL, além dos conhecimentos
específicos da área de atuação (Resolução CNE/CP 01/2002) que, na Resolução nº 07/2004
apresenta-se como conhecimentos identificadores da área; os conhecimentos que compõem a
abordagem pedagógica da docência (Resolução 01/2002 CNE/CP) e da prática pedagógica
propriamente dita, e atividades de natureza acadêmico-científico-culturais previstas nas
Resoluções 01/2002 e 02/2002 do CNE/CP, da COESP/SESU 07/2004 e reguladas na UFAL
pelas Resoluções do C.E.P.E/UFAL nº 022/90 e nº 32/2005.

18
a) Conhecimentos básicos à compreensão crítica do homem, da escola e do contexto sóciocultural:

Esta etapa da formação é guiada pelo critério da orientação científica, da integração
teoria e prática e do conhecimento sobre o homem, a cultura e a sociedade. Isto possibilitará
uma formação abrangente para a competência profissional de um trabalho com seres
humanos em contextos histórico-sociais-educacionais específicos, promovendo um contínuo
diálogo entre as áreas de conhecimento científico e a especificidade da Educação Física
escolar.

A Resolução nº 02/2002 CNE/CP propõe a estruturação de 1.800 horas para estes
conteúdos curriculares de natureza científico-cultural. Estes conhecimentos aparecem
distribuídos em dois grandes blocos de conhecimentos na Resolução n. 07/2004, a
formação ampliada e a específica, cada uma delas abordando diferentes dimensões
destes conhecimentos. A Formação Ampliada preocupa-se com:

•

Aspectos da relação ser humano-sociedade (filosófico, psicológico, antropológico,
cultural, social e histórico);

•

Aspectos da produção Científico-Tecnológica na área de formação;

•

Aspectos dos conhecimentos sobre o Corpo Humano e seu desenvolvimento
(bioquímico, físico, e genético).

b) Conhecimentos específicos da área de atuação:

A Formação Específica preocupa-se com o estudo das distintas manifestações
clássicas e emergentes da cultura do movimento, identificadas com a tradição da Educação
Física e do Esporte escolar. Ela é constituída por duas dimensões, a saber:

•

Dimensão Técnico-instrumental da formação docente (conhecimentos sobre a
organização e gestão do trabalho escolar);

19
•

Dimensão Pedagógica e Cultural do Movimento humano (diferentes manifestações da
cultura do movimento nas suas formas de jogos, esportes, ginásticas, danças e lutas).

c) Conhecimentos que compõem a abordagem pedagógica da docência e da prática
pedagógica propriamente dita:

Estes conhecimentos formam um conjunto de competências específicas para o
planejamento, execução, orientação e avaliação das ações do professor de Educação Física em
instituições educacionais. Serão desenvolvidos por meio de sete Disciplinas Pedagógicas
distribuídas ao logo do curso, totalizando 540 horas, sendo elas: Profissão Docente,
Fundamentos Educacionais, Desenvolvimento e Aprendizagem, Política e Organização da
Educação Básica no Brasil, Planejamento, Currículo e Avaliação da Aprendizagem, Projeto
Pedagógico, Organização e Gestão do Trabalho Escolar, Pesquisa Educacional, LIBRAS - Língua
Brasileira de Sinais e Projetos Integradores.

A prática pedagógica deve estabelecer condições para:

● Inserção do aluno no contexto dos espaços educativos;
● Iniciação ao ensino e à pesquisa sobre o ensino e a aprendizagem do conteúdo especifico;
● Reflexão crítica sobre o fazer pedagógico;
● Intervenção nas instituições educacionais escolares/ não escolares, por meio de projetos
específicos;
● Estágio de prática profissional na área especifica de atuação.

20
A prática pedagógica será desenvolvida por meio de vivências em sete Disciplinas
de Aplicação Pedagógica, quatro Estágios Supervisionados, e atividades propostas pelos
Seminários e Projetos Integradores. Tais propostas constituem-se em espaços de integração
teórico-prática do currículo e em instrumentos de aproximação gradativa do aluno à realidade
social, econômica e pedagógica do trabalho educativo, de acordo com a Resolução 32/2005 do
C.E.P.E./UFAL.
Os sete Projetos Integradores (do 2º ao 8º período) serão desenvolvidos com uma
carga horária que totalizam 280 horas.
As Disciplinas de Aplicação (do 3º ao 7º período), que totalizam 230 horas, são as
seguintes: Teoria e Prática Pedagógica da Dança na Escola; Teoria e Prática Pedagógica da
Ginástica; Teoria e Prática Pedagógica dos Jogos e Brincadeiras na Educação; Teoria e Prática
Pedagógica dos Esportes Coletivos I; Teoria e Prática dos Esportes Individuais I (cada uma
dessas com 40 h/a de prática); Teoria e Prática Pedagógica dos Esportes Coletivos II; Teoria e
Prática dos Esportes Individuais II (cada uma dessas com 30 h/a de prática).
Os Estágios Supervisionados (do 5º ao 8º período) totalizam uma c/h de 400 horas,
conforme o Parecer CNE/CP 9/2001.

21

4.3 REPRESENTAÇÃO DO PERFIL DE FORMAÇÃO

Componente Curricular
Disciplinas Fixas
Disciplinas Eletivas
Estágio Supervisionado
Trabalho de Conclusão de Curso
Atividades AcadêmicoCientífico-Culturais
Carga Horária de Integralização
Curricular

Carga Horária
2.560
120
400
80
200

Porcentagem %
75,00%
5,00%
12,00%
2,00%
6,00%

3.360

100 %

REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO PERFIL DO
CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA

14%

Displina Fixas 2560h

3%

Disciplinas
Eletivas - 120h

4%

Estágio Curricular
Supervisionado 400h
79%

Trabalho de
Conclusão de
Curso - 80h

22

5. ORDENAMENTO CURRICULAR - 2010

5.1 ORDENAMENTO CURRICULAR EM REGIME SEMESTRAL

TRONCO INICIAL

CARGA HORÁRIA

PERÍODO

CÓDIGO DE DISCIPLINA

DISCIPLINA

OBRIGATÓRIA
TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

SEM

TRIN 001

Sociedade, Natureza e Desenvolvimento: Relações Locais e Globais

Sim

120

120

-

06

TRIN 002

Produção do Conhecimento: Ciência e Não Ciência

Sim

120

120

-

06

TRIN 003

Lógica, Informática e Comunicação

Sim

120

80

40

06

TRIN 004

Seminário Integrador 1

Sim

40

-

40

02

400

320

80

20

1º

CARGA HORÁRIA TOTAL DO PERÍODO:

TRONCO INTERMEDIÁRIO

23

CARGA HORÁRIA

PERÍODO
CÓDIGO DE DISCIPLINA

2º

DISCIPLINA

OBRIGATÓRIA
TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

SEMANAL

EDUC 001

Política e Organização da Educação Básica no Brasil

Sim

80

60

20

04

EDUC 002

Desenvolvimento e Aprendizagem

Sim

80

60

20

04

EDUC 003

Profissão docente

Sim

60

40

20

03

EDUC 004

Projeto Pedagógico, Organização e Gestão do Trabalho Escolar

Sim

80

60

20

04

EDUC 005

LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais

Sim

60

50

10

03

EDUC 006

Projetos Integradores 1

Sim

40

-

40

02

400

270

130

20

CARGA HORÁRIA TOTAL DO PERÍODO:

TRONCO PROFISSIONALIZANTE

24

CARGA HORÁRIA

PERÍODO
CÓDIGO DE DISCIPLINA

3º

DISCIPLINA

OBRIGATÓRIA
TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

SEMANAL

EFIA 001

Aspectos Anatomo-Funcionais Aplicados à Educação Física

Sim

80

40

40

04

EFIA 002

Desenvolvimento e Aprendizagem Motora

Sim

60

40

20

03

EFIA 003

Fundamentos Históricos e Filosóficos da Educação Física

Sim

60

60

-

03

EFIA 004

Metodologia do Ensino da Ginástica Geral

Sim

80

40

40

04

EFIA 005

Metodologia do Ensino dos Jogos e Brincadeiras na Educação Física

Sim

80

40

40

04

EFIA 006

Educação Física na Promoção da Saúde

Sim

60

60

-

03

EFIA 007

Projetos Integradores 2

Sim

40

-

40

02

CARGA HORÁRIA TOTAL DO PERÍODO:

460

CARGA HORÁRIA

PERÍODO
CÓDIGO DE DISCIPLINA

4º

23

DISCIPLINA

OBRIGATÓRIA
TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

SEMANAL

EFIA 008

Fisiologia do Exercício

Sim

80

68

12

04

EFIA 009

Epistemologia e Pensamento Pedagógico da Educação Física

Sim

60

60

-

03

25
EFIA 010

Teoria e Prática Pedagógica dos Esportes Coletivos 1

Sim

60

30

30

03

EFIA 011

Metodologia do Ensino das Lutas e Artes Marciais

Sim

80

40

40

04

EFIA 012

Metodologia da Educação Física Escolar

Sim

80

60

20

04

EFIA 013

Planejamento, Currículo e Avaliação da Aprendizagem

Sim

80

60

20

04

EFIA 014

Projetos Integradores 3

Sim

40

-

40

02

CARGA HORÁRIA TOTAL DO PERÍODO:

480

CARGA HORÁRIA

PERÍODO
CÓDIGO DE DISCIPLINA

5º

23

DISCIPLINA

OBRIGATÓRIA
TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

SEMANAL

EFIA 016

Cinesiologia

Sim

60

30

30

03

EFIA 017

Metodologia do Ensino dos Esportes Individuais 1

Sim

60

30

30

03

26
EFIA 018

Metodologia do Ensino da Dança na Educação Física

Sim

80

40

40

04

EFIA 019

Pesquisa Educacional

Sim

60

50

10

03

EFIA 020

Estágio Supervisionado 1

Sim

100

-

-

05

EFIA 021

Projetos Integradores 4

Sim

40

-

40

02

CARGA HORÁRIA TOTAL DO PERÍODO:

PERÍODO

6º

400

23

CARGA HORÁRIA

CÓDIGO DE
DISCIPLINA

DISCIPLINA

OBRIGATÓRIA
TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

SEMANAL

EFIA 022

Medidas e Avaliação
Educação Física

em

Sim

60

30

30

03

EFIA 023

Metodologia do Ensino das
Atividades Físicas Adaptadas

Sim

80

60

20

04

EFIA 024

Psicomotricidade

Sim

40

40

-

02

EFIA 025

Estágio Supervisionado 2

Sim

100

-

-

05

EFIA 026

Projetos Integradores 5

Sim

40

-

40

02

ELETIVA

Sim

40

-

-

02

ELETIVA

Sim

40

-

-

02

27
CARGA HORÁRIA TOTAL DO PERÍODO:

PERÍODO

400

CARGA HORÁRIA

CÓDIGO DE
DISCIPLINA

DISCIPLINA

OBRIGATÓRIA
TEÓRICA

PRÁTICA

SEMANAL

Metodologia do Ensino
Esportes Individuais 2

dos

Sim

80

40

40

04

EFIA 028

Metodologia do Ensino
Esportes Coletivos 2

dos

Sim

80

40

40

04

EFIA 029

Estágio Supervisionado 3

Sim

100

-

-

05

EFIA 030

Projetos Integradores 6

Sim

40

-

40

02

ELETIVA

Sim

40

-

-

02

CARGA HORÁRIA TOTAL DO PERÍODO:

8º

TOTAL

EFIA 027

7º

PERÍODO

20

CÓDIGO DE
DISCIPLINA
EFIA 031

340

17

CARGA HORÁRIA
DISCIPLINA

Bases Teórico-Metodológicas do
Treinamento Desportivo

OBRIGATÓRIA

Sim

TOTAL

TEÓRICA

PRÁTICA

SEMANAL

60

60

-

03

28
EFIA 032

Estágio Supervisionado 4

Sim

100

-

-

05

EFIA 033

Projetos Integradores 7

Sim

40

-

40

02

CARGA HORÁRIA TOTAL DO PERÍODO:

200

10

26
5.2 QUADRO DAS DISCIPLINAS ELETIVAS

CÓDIGO DE
DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

DISCIPLINAS ELETIVAS
TOTAL
EXAME NACIONAL DE
ESTUDANTES - ENADE

DESEMPENHO

DE

TEÓRICA

PRÁTICA

SEMANAL

-

SOCORROS URGENTES

40

02

ATIVIDADES FÍSICO ESPORTIVAS, NUTRIÇÃO E
METABOLISMO

40

02

METODOLOGIA DO TREINAMENTO FÍSICO

40

02

METODOLOGIA DO TREINAMENTO FÍSICO PARA
NÃO-ATLETAS

40

02

DESENVOLVIMENTO E PRESCRIÇÃO DOS
EXERCÍCIOS FÍSICOS PARA POPULAÇÕES
ESPECIAIS

40

02

DESENVOLVIMENTO NEURO-MOTOR E
DISTÚRBIOS DE APRENDIZAGEM

40

02

ATIVIDADES
FÍSICAS
PARA
PESSOAS
PORTADORAS DE NECESSIDADES ESPECIAIS

40

02

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE

40

02

CULTURA CORPORAL
HUMANO

DESENVOLVIMENTO

40

02

SEMINÁRIO DE TEMAS ATUAIS EM EDUCAÇÃO
FÍSICA, ESPORTE E LAZER

40

02

INGLÊS INSTRUMENTAL

60

03

ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS LÚDICOESPORTIVOS ESCOLARES

40

02

EXPRESSÃO CORPORAL

40

02

LUDICIDADE

40

02

TÓPICOS ESPECIAIS NO ENSINO DAS DANÇAS
FOLCLÓRICAS

40

02

E

27
TÓPICOS ESPECIAIS NO ENSINO DA GINÁSTICA

40

02

METODOLOGIA DO ENSINO DA CAPOEIRA

40

02

METODOLOGIA DO ENSINO DOS JOGOS E
BRINCADEIRAS POPULARES PARA A EDUCAÇÃO
FÍSICA ESCOLAR

40

02

METODOLOGIA DO ENSINO DA GINÁSTICA
RÍTMICA

40

02

METODOLOGIA DO ENSINO DA GINÁSTICA
ARTÍSTICA

40

02

METODOLOGIA DO ENSINO DA NATAÇÃO

40

02

METODOLOGIA DO ENSINO DO TÊNIS (MESA E
CAMPO)

40

02

METODOLOGIA DO ENSINO DO ATLETISMO

40

02

METODOLOGIA DO ENSINO DO HANDEBOL

40

02

METODOLOGIA DO ENSINO DO VOLEIBOL

40

02

METODOLOGIA DO ENSINO DO BASQUETEBOL

40

02

METODOLOGIA DO ENSINO DO FUTEBOL

40

02

METODOLOGIA DO ENSINO DO FUTSAL

40

02

CURRÍCULOS E PROGRAMAS EM EDUCAÇÃO
FÍSICA ESCOLAR

40

02

CULTURA CORPORAL, ESPORTE E LAZER E A
EDUCAÇÃO DO CAMPO

40

02

TOTAL:

42 DISCIPLINAS + 4 ESTÁGIOS
Disciplinas Obrigatórias
Disciplinas Eletivas

160

Atividades Acadêmico-Científico-Culturais

200

Trabalho de Conclusão de Curso - TCC

80

CARGA HORÁRIA CURRICULAR TOTAL

3360

28

PRÉ-REQUISITOS1

DISCIPLINA
CÓDIGO DE
DISCIPLINA

DISCIPLINA

EFIA 006

PRÉ-REQUISITO
CARGA
HORÁRIA

CÓDIGO DE
DISCIPLINA

Bases da Fisiologia Humana

80

EFIA 002

Anatomia Humana
Aplicada à Educação
Física

80

EFIA 007

Cinesiologia

60

EFIA 002

Anatomia Humana
Aplicada à Educação
Física

80

EFIA 008

Desenvolvimento e
Aprendizagem Motora

60

EFIA 001

Desenvolvimento e
Aprendizagem

80

EFIA 017

Estágio Supervisionado 1

100

EFIA 004

Teoria e Prática
60
Pedagógica da Dança na
Escola

EFIA 011

Teoria e Prática
Pedagógica da Ginástica

60

EFIA 012

Teoria e Prática
Pedagógica dos Jogos e
Brincadeiras na
Educação

60

EFIA 004

Teoria e Prática
60
Pedagógica da Dança na
Escola

EFIA 011

Teoria e Prática

EFIA 022

Estágio Supervisionado 2

1

100

DISCIPLINA

CARGA
HORÁRIA

60

Os pré-requisitos dos Estágios Curriculares 1,2,3 e 4, estão relacionados à disciplinas obrigatórias do
setor de Aspectos Didático-Pedagógicos Aplicados ao Ensino da Educação Física. Para cada Estágio
Curricular, há um número correspondente de disciplinas pré-requisito, onde para matricular-se no
Estágio Curricular o aluno deverá ter cursado no mínimo 50% das disciplinas correlacionadas.

29
Pedagógica da Ginástica

EFIA 029

EFIA 032

Estágio Supervisionado 3

Estágio Supervisionado 4

100

100

EFIA 012

Teoria e Prática
Pedagógica dos Jogos e
Brincadeiras na
Educação

60

EFIA 015

Teoria e Prática
Pedagógica dos
Esportes Coletivos 1

80

EFIA 016

Teoria e Prática
Pedagógica dos
Esportes Individuais 1

80

EFIA 004

Teoria e Prática
60
Pedagógica da Dança na
Escola

EFIA 011

Teoria e Prática
Pedagógica da Ginástica

60

EFIA 012

Teoria e Prática
Pedagógica dos Jogos e
Brincadeiras na
Educação

60

EFIA 015

Teoria e Prática
Pedagógica dos
Esportes Coletivos 1

80

EFIA 016

Teoria e Prática
Pedagógica dos
Esportes Individuais 1

80

EFIA 020

Teoria
e
Prática 60
Pedagógica
dos
Esportes Individuais 2

EFIA 004

Teoria e Prática
60
Pedagógica da Dança na
Escola

EFIA 011

Teoria e Prática
Pedagógica da Ginástica

60

30

EFIA 041

DESENVOLVIMENTO NEUROMOTOR E DISTÚRBIOS DE
APRENDIZAGEM

40

EFIA 012

Teoria e Prática
Pedagógica dos Jogos e
Brincadeiras na
Educação

60

EFIA 015

Teoria e Prática
Pedagógica dos
Esportes Coletivos 1

80

EFIA 016

Teoria e Prática
Pedagógica dos
Esportes Individuais 1

80

EFIA 020

Teoria e Prática
Pedagógica dos
Esportes Individuais 2

60

EFIA 026

Teoria e Prática
Pedagógica dos
Esportes Coletivos 2

60

EFIA 001

Desenvolvimento
Aprendizagem

EFIA 008

Desenvolvimento e
Aprendizagem Motora

60

80

e 80

EFIA 035

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO

40

EFIA 006

Bases da Fisiologia
Humana

EFIA 042

METODOLOGIA DO ENSINO 40
DAS ATIVIDADES FÍSICAS
PARA PESSOAS PORTADORAS
DE NECESSIDADES ESPECIAIS

EFIA 021

Atividades
Físico- 60
Esportivas para Pessoas
Portadoras
de
Necessidades Especiais

EFIA 038

METODOLOGIA DO
TREINAMENTO FÍSICO PARA
NÃO-ATLETAS

40

EFIA 035

FISIOLOGIA
EXERCÍCIO

DO 40

EFIA 039

DESENVOLVIMENTO E
PRESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS
FÍSICOS PARA POPULAÇÕES
ESPECIAIS

40

EFIA 035

FISIOLOGIA
EXERCÍCIO

DO 40

FISIOLOGIA

DO

Bases Teórico-Metodológicas 60

31
do Treinamento Desportivo

EXERCÍCIO

31
Para da carga horária total do currículo o aluno deve cumprir uma carga horária de
200 horas em disciplinas eletivas, cursos de extensão, seminários... que se propõem a
aprofundar os conhecimentos específicos para a atuação profissional em educação básica. Este
aprofundamento deve estabelecer condições para:
•Inserção do aluno no contexto dos espaços educativos;
•Investigação sobre o ensino e a aprendizagem do conteúdo específico da Educação Física

curricular na educação básica;
•Reflexão crítica sobre o fazer pedagógico;
•Intervenção nas instituições educacionais escolares por meio de projetos específicos.

As disciplinas eletivas ofertadas pelo Curso de Licenciatura em Educação Física da
UFAL formam dois núcleos de complementação/aprofundamento de práticas pedagógicas, à
saber: formação profissional para o magistério no ensino fundamental e formação profissional
para o magistério no ensino médio.
O conjunto de disciplinas que compõem o aprofundamento de conhecimentos do
Curso de Licenciatura em Educação Física pode ser ampliado por novas demandas, tendo as
propostas que serem encaminhadas ao colegiado para sua aprovação, levando-se em conta o
perfil do egresso proposto no Projeto Pedagógico do Curso.

32

5.3 EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIAS
TRONCO INICIAL
SOCIEDADE, NATUREZA E DESENVOLVIMENTO: DA

Disciplina:

REALIDADE LOCAL A REALIDADE GLOBAL.
Semestre:

Primeiro

Carga horária:

Código:

TRIN001

Pré-requisito:

EMENTA: Reflexão crítica sobre a realidade, tendo como base o conhecimento de
mundo a partir de um contexto local e sua inserção global, através de abordagem
interdisciplinar sobre sociedade, seu funcionamento, reprodução, manifestação diversas
e suas relações com a cultura, economia, política e natureza.
Bibliografia Básica
HALL, S. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 1998.
LIRA, F. Alagoas: formação da riqueza e da pobreza. Maceió: Edufal, 2008.
SORJ, B. A nova sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.
SANTOS, L. G. Politizar as novas tecnologias. Editora 34, 2003.

Bibliografia Complementar

DIEGUES, A. C. O mito moderno da natureza intocada. São Paulo: Annablume/Hucitec, USP,
2002.
GONÇALVES, C. W. Paixão da Terra: ensaios críticos de ecologia e geografia. Rio de Janeiro:
Pesquisadores associados em Ciências Sociais, 1984.
RIBEIRO, D. O povo brasileiro. São Paulo: Cia das Letras, 2006.

120h

33
SACHS, I. Estratégias de transição para o século XXI - desenvolvimento e meio
ambiente. São Paulo: Studio Nobel, 1993.

Disciplina:

PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO: CIÊNCIA E NÃO CIÊNCIA

Semestre:

Primeiro

Carga horária:

Código:

TRIN002

Pré-requisito:

120h

EMENTA: Instrução e discussão sobre ciência e seus instrumentos e métodos
científicos, mas também sobre expressões, conhecimentos tradicionais, populares e
locais, para o reconhecimento de um diálogo de saberes e a internalização de novos
paradigmas.

Bibliografia Básica

ARISTÓTELES. Metafísica. Trad. De Leonel Vallandro. Porto Alegre: Editora globo,
1969
DESCARTES, R. Discurso do método. Trad. De Maria E. Galvão. São Paulo: Martins
Fontes, 2003.
HUME, D. Investigação sobre o Entendimento Humano e sobre os princípios da
moral. São Paulo: UNESP, 2004.
PLATÃO. A República. Trad. de Carlos Alberto Nunes. 3 ed. Belém: Editora
universitária, 2001. Livro VII ( O Mito da Carverna).
POPPER, K. R. A Lógica da Pesquisa Científica. Trad. de Leonidas Hegenberg e
Octanny S. da Mota. São Paulo: Cultrix/ EDUSP, 1975.

Bibliografia Complementar

34
BOMBASSARO, L. C. As fronteiras da epistemologia: Como se produz o
conhecimento. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 1992.
CHALMERS, A. F. O que é ciência, afinal?. Trad. de Raul Fiker. São Paulo:
Brasiliense, 1993.
DUTRA, L. H. de A. Introdução à teoria da ciência. Florianópolis: Editora da UFSC,
1998.
KÖCHE, J. C. Fundamentos de Metodologia Científica: teoria da ciência e iniciação à
pesquisa. 21 ed. Petrópolis: Vozes, 2003.
REALE, G.; ANTISERI, D. História da Filosofia. 3 ed. São Paulo: Paulus, 2007. (3
volumes).

Disciplina:

LÓGICA, INFORMÁTICA E COMUNICAÇÃO

Semestre:

Primeiro

Carga horária:

Código:

TRIN003

Pré-requisito:

120h

EMENTA: Oferta de instrumentais básicos requeridos pelo cursar da graduação
universitária, fundamentalmente: usos da linguagem, indução e dedução; novas
tecnologias de comunicação, usos do computador e da Internet; expressão escrita,
análise, interpretação e crítica textual.

Bibliografia Básica
COPI, I. M. Introdução à Lógica. ed.São Paulo: Mestre Jou Editora, 1981.
FURASTÉ,

P.

A.

Normas

Técnicas

para

o

trabalho

científico:

elaboração

e

formatação. 14 ed. Porto Alegre: ABNT, 2007.
LÉVY,

P.

A

conexão

planetária:

o

mercado,

o

ciberespaço,

a

consciência.

São Paulo: Ed. 34, 2001.
MANZANO, J. A. N. G. Broffice.org 2.0: Guia Prático de Aplicação. São Paulo: Editora
Érica, 2007.

35
NAVEGA,

Pensamento

S.

Crítico

e

Argumentação

Sólida.

São

Paulo:

Editora

Intelliwise, 2005.

Bibliografia Complementar

CASTELLS, M. A Galáxia da Internet: Reflexões sobre a Internet, os negócios
e a sociedade, Jorge Zahar Editor,Rio de Janeiro, 2003.
JOHNSON,

S.

Cultura

da

interface:

como

o

computador

transforma

nossa

maneira de criar e comunicar. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
LAUDON, K C.; LAUDON, J. P. Sistemas de Informação. 4a. ed. São Paulo: LTC, 1999.
SOUZA, João Nunes de. Lógica Para Ciência da Computação. 7ª ed. São Paulo: Campus, 2002.
VANOYNE, F. Usos da Linguagem: Problemas e Técnicas na Produção Oral e
Escrita. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

Disciplina:

SEMINÁRIO INTEGRADOR 1

Semestre:

Primeiro

Carga horária:

Código:

TRIN004

Pré-requisito:

40h

EMENTA: Discussão local, interdisciplinar, de integração das atividades e de
avaliação dos progressos discentes de cada Eixo.
Bibliografia Básica
BASTOS FILHO, J. et al. Cultura e desenvolvimento. Maceió: Prodema/ UFAL,
1999. LEITE, L. H. A. Pedagogia de projetos: intervenções no presente. Presença
Pedagógica, v. 2, n.8. mar/abr, 1996.
ABLAS, L. A. Q. Intercâmbio Desigual e Subdesenvolvimento regional no Brasil.
São Paulo, FIPE/ Pioneira, 1985.

36
FRANCIS, D. G. et al. Comunicação profissional: o ensino, a extensão e a pesquisa
como práticas de construção do conhecimento. Uberlândia/ MG, Unimas, 2004.
SILVA, A. M.

et al. Guia para normatização de trabalhos técnico-científicos:

projetos de pesquisas, monografias, dissertações e teses. 4ª ed. Uberlândia, EDUFU,
2004. 158p.
Obs.: Serão utilizadas as bibliografias das disciplinas do semestre.

TRONCO INTERMEDIÁRIO

Disciplina:

PROFISSÃO DOCENTE

Semestre:

Segundo

Carga horária:

Código:

EDUC

Pré-requisito:

60h

EMENTA: A constituição histórica do trabalho docente. A natureza do trabalho
docente. Trabalho docente e relações de gênero. A autonomia do trabalho docente. A
proletarização do trabalho docente. Papel do Estado e a profissão docente. A formação e
a ação política do docente no Brasil. A escola como locus do trabalho docente.
Profissão docente e legislação.
Bibliografia básica

COSTA, M. V. Trabalho docente e profissionalismo. Porto Alegre: Sulina, 1996.
HYPOLITO, A. L. M. Trabalho docente, classe social e relações de gênero. Campinas, SP:
Papirus, 1997.

37
MACIEL, L.S. B; NETO, A. S. (Org.). Formação de professores: passado, presente e futuro. São
Paulo: Cortez, 2005.
VEIGA, I. P. A; CUNHA, M. I. Desmistificando a profissionalização do magistério. Campinas, SP:
Papirus, 1999. (Coleção Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico),
TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.

Bibliografia complementar

ABDALLA, M. F. B. O senso prático de ser e estar na profissão. São Paulo: Cortez, 2006.
(Coleção Questões na Nossa Época).
ARROYO, M. Ofício de mestre. São Paulo: Vozes, 2001.
BRZEZINSKI, I. LDB interpretada: diversos olhares se intrecruzam. São Paulo: Cortez, 1997.
CHARLOT, B. Formação dos professores e relação com o saber. Porto Alegre: ARTMED, 2005.
ESTRELA, M. T. (Org.). Viver e construir o trabalho docente. Portugal: Porto, 1997.
IMPERNÓN, F. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza. São
Paulo: Cortez, 2004 (Coleção Questões da Nossa Época).
LESSARD, C; TARDIFF, M. O trabalho docente. São Paulo: Vozes, 2005.
NÓVOA, A. (Org.). Vida de professores. Porto, Portugal: Porto, 1972.
PESSANHA, E. C. Ascensão e queda do professor. São Paulo: Cortez, 2001. (Coleção Questões
de nossa Época).

Disciplina:

LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS

38
Semestre:

Segundo

Carga horária:

Código:

EDUC

Pré-requisito:

60h

EMENTA: Estudo da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), de seu histórico, estrutura gramatical,
expressões manuais, gestuais e do seu papel para a comunidade surda. Caracterização e
reflexão sobre o uso e a importância da LIBRAS em sala de aula.

Bibliografia básica

BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramática de Língua de sinais. Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro:UFRJ, Departamento de Linguística e filosofia,1995.
COPOVILLA, F. C. & RAPHAEL, V. D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngüe de Língua de
Sinais Brasileira. Vol. I e II. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001.
COUTINHO, Denise. LIBRAS: língua brasileira de sinais e língua portuguesa (semelhanças e
diferenças). 2ª Ed. Idéia, 1998.
FERREIRA BRITO, L. Por uma gramática das línguas de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro,
1995.
GOES, M. C. R. Linguagem, surdez e educação. Campinas, Autores Associados, 1996.
QUADROS, R. Muller. de. Educação de surdo: aquisição da linguagem. Porto Alegre: Ed. Artes
Médicas, 1997.
SACKS, O. Vendo vozes: uma jornada pelo mundo dos surdos. Rio de Janeiro: Imago, 1990.

Disciplina:

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM

Semestre:

Segundo

Carga horária:

Código:

EDUC

Pré-requisito:

80h

EMENTA: Estudo dos processos psicológicos do desenvolvimento humano e da
aprendizagem na adolescência e na fase adulta, relacionando-os com as diversas
concepções de homem e de mundo, identificando a influência das diferentes teorias
psicológicas na educação, numa perspectiva histórica. Relação entre situações concretas

39
do cotidiano do adolescente e do adulto com as concepções teóricas de aprendizagem
estudadas, considerando os fundamentos psicológicos do desenvolvimento nos aspectos
biológico, cognitivo, afetivo e social na adolescência e na fase adulta através das
principais teorias da psicologia do desenvolvimento.

Bibliografia básica

BOCK, A. M. B.; FURTADO, O. & TEIXEIRA, M. L. T. Psicologia: uma introdução ao estudo de
Psicologia. São Paulo: editora Saraiva, 1999.
GOULART, I. B. Psicologia da Educação: Fundamentos Teóricos e aplicações à Prática
Pedagógica. Petrópolis: Vozes, 1987.
MILHOLLAN, F. & FORISHA, B. Skinner x Rogers. Rio de Janeiro: Summus Editorial, 1972.
OLIVEIRA, M. K. Aprendizado e Desenvolvimento um Processo Sócio-histórico. São Paulo:
Editora Scipione, 1993.
VYGOTSKY, L. S. A Formação Social da Mente. São Paulo: Livraria Martins Fontes Editora Ltda.
1984.

Bibliografia complementar

BRINGUIER, J. C. Conversando com Jean Piaget. Rio de Janeiro/São Paulo: DIFEL. 1978.
CARRAHER, T.; CARRAHER, D.; SCHLIEMANN, A. Na Vida Dez, Na Escola Zero. – 6a - São Paulo:
Cortez,1988.
CORREIA, M.; LIMA A. & ARAUJO C. As Contribuições da Psicologia Cognitiva e a Atuação do
psicólogo no Contexto Escolar. http:/www. scielo.br/scielo.php/20-10-2007.

40
LEITE, L. B. (org.). Piaget e a Escola de Genebra. São Paulo: Cortez, 1987.
LEONTIEV, A.; VYGOTSKY, L. S. & LURIA, A. R. Psicologia e Pedagogia: bases psicológicas da
apendizagem e do desenvolvimento. São Paulo: Editora Moraes. 1991
LEONTIEV, A. O Desenvolvimento do psiquismo. São Paulo: Editora Moraes LTDA.
LUCCI, M. A. A Proposta de Vygotsky: A Psicologia Sócio-histórica. .http:/www.ugr.es/
local/recfpro/Rev102COL2port.pdf.
KUPFER, M. C. M. Freud e a Educação: o mestre do impossível.São Paulo. Editora Scipione
1989.

Disciplina:

POLÍTICA E ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO
BRASIL

Semestre:

Segundo

Carga horária:

Código:

EDUC

Pré-requisito:

80h

EMENTA: A educação escolar brasileira no contexto das transformações da sociedade
contemporânea. Análise histórico-crítica das políticas educacionais, das reformas de
ensino e dos planos e diretrizes para a educação escolar brasileira. Estudo da estrutura e
da organização do sistema de ensino brasileiro em seus aspectos legais, organizacionais,
pedagógicos, curriculares, administrativos e financeiros, considerando, sobretudo, a
LDB (Lei nº 9.394/96) e legislação complementar pertinente.

Bibliografia básica

ARANHA, M. L. A. História da Educação. 2ª ed. São Paulo: Moderna, 1996.

41
BRZENZINSKI, I. (Org.). LDB interpretada: diversos olhares se entrecruzam. 8ª ed. São Paulo:
Cortez, 2003.
LIBÂNEO, J. C; OLIVEIRA, J. F; TOSCHI, M. S. Educação escolar: políticas, estrutura e
organização. 3ª ed. São Paulo: Cortez, 2006.
LIMA, J. C. F; NEVES, L. M. W. Fundamentos da educação escolar do Brasil contemporâneo.
Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2006.
ROMANELLI, O. de O. História da Educação no Brasil – 1930/ 1973. 30 ed. Petrópolis: Vozes,
2006.

Bibliografia complementar

XAVIER, M. E; RIBEIRO, M. L.; NORONHA, O. M. História da educação: a escola no Brasil. São
Paulo: FTD, 1994.
FÁVERO, O. (Org.). A educação nas constituintes brasileiras: 1823-1988. 2 ed. São Paulo:
Autores Associados, 2001.

Disciplina:

PROJETO PEDAGÓGICO, ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DO
TRABALHO ESCOLAR

Semestre:

Segundo

Carga horária:

Código:

EDUC

Pré-requisito:

80h

42
EMENTA: A Escola como organização social e educativa. As Instituições escolares em tempos
de mudança. O planejamento escolar e o Projeto Político-Pedagógico: pressupostos e
operacionalização. Concepções de organização e gestão do trabalho escolar. Elementos
constitutivos do sistema de organização e gestão da escola. Princípios e características da
gestão escolar participativa. A participação do professor na organização e gestão do trabalho
da escola.

Bibliografia básica

FURLLAN, M; HAGREAVES, A. A escola como organização aprendente: buscando uma
educação de qualidade. Porto Alegre: ArtMed, 2000.
LIBÂNEO, J. Organização e gestão da escola: teoria e prática. 5ª ed. Goiânia: Alternativa, 2004.
VASCONCELOS, C. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e projeto políticopedagógico. São Paulo: Libertad, 2001.
VEIGA, I; RESENDE, L. (Org.). Escola: espaço do projeto político-pedagógico. São Paulo: Papirus,
1998.
VEIGA, I. FONSECA, M. (Org.) As dimensões do projeto político-pedagógico. São Paulo:
Papirus, 1998.

Bibliografia complementar

BICUDO, M. A. V.; SILVA JUNIOR, M. A. Formação do educador: organização da escola e do
trabalho pedagógico. São Paulo: ENESPE, 1999.
LIMA, L. A escola como organização educativa. São Paulo: Cortez, 2001.
PETEROSKI, H. Trabalho coletivo na escola. São Paulo: Pioneira Thomson Lerning, 2005.

43
VIEIRA, S. (Org.). Gestão da escola: desafios a enfrentar. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.

Disciplina:

PROJETOS INTEGRADORES 1

Semestre:

Segundo

Carga horária:

Código:

EDUC

Pré-requisito:

40h

EMENTA: Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo estruturado a
partir de atividades interdisciplinares em conformidade com a especificidade do curso
Bibliografia básica

Obs.: Contempla toda bibliografia utilizada pelas disciplinas do semestre e mais a bibliografia
definida pelo tema a serem trabalhados.

TRONCO PROFISSIONALIZANTE – 3º semestre

Disciplina:

ASPECTOS ANATOMO-FUNCIONAIS APLICADOS À EDUCAÇÃO FÍSICA

Semestre:

Terceiro

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

80 horas

EMENTA: Estudo geral da anatomia correlacionando-a fisiologia humana. Estudo descritivo da
anatômia e fisiológia dos sistemas: esquelético, muscular, cardiovascular, linfático,
respiratório, digestivo, urinário, genital, nervoso e sensorial, enfatizando a anatômia do
aparelho locomotor.

Bibliografia Básica

44
BERNE, R. M.; LEVY, M. N.; KOEPPEN, B. M. & STANTON, B. A. 2004. Fisiologia. -5a ed. – Rio de
Janeiro: Elvesier.
DANGELO, J. & FANTINE, C. 2002. Anatomia humana básica. 2a ed. São Paulo:Atheneu.
SOBOTTA, A. 2000. Atlas de anatomia humana. 21a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
JACOB, S.; FRANCONE, C. & LOSSOW, W. 1990. Anatomia e fisiologia humana. 5a ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan.
GUYTON, A. C. 1998. Fisiologia e mecanismos de Doenças. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro.
GUYTON, A. C. 1997. Tratado de Fisiologia Médica. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro.

Bibliografia Complementar

COSTANZO, L. S 2004. Fisiologia. Elsevier Editora Ltda.
GUYTON, A. C. 1985. Fisiologia Humana. 6ª ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro.

Disciplina:

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA

Semestre:

Terceiro

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

60 horas

EMENTA: Estudo da aprendizagem motora através de modelos teóricos pré-estabelecidos,
favorecendo a compreensão do conhecimento prático. Orientação sobre os processos do
movimento, suas fases e aspectos intervenientes da aprendizagem e pré-requisitos motores
necessários na organização da prática relacionada ao desenvolvimento.

Bibliografia Básica

BEE, Helen. A criança em desenvolvimento. 9.ed. São Paulo: Harbra, 2003.
De MARCO, A. Pensando a educação motora. São Paulo: Papirus, 1995.
FREIRE, J. B. Educação do corpo inteiro – Teoria e prática da educação física 4ª ed. São Paulo:
Editora Scipione, 2005.

45
MAGILL, R.A. Aprendizagem motora: conceitos e aplicações. São Paulo: Edgard Blucher, 2000.

Bibliografia Complementar

TANI, Go et al. Educação física escolar: fundamentos de uma abordagem
desenvolvimentista. São Paulo: EPU/USP, 1988.

Disciplina:

FUNDAMENTOS HISTÓRICOS E FILOSÓFICOS DA EDUCAÇÃO FÍSICA

Semestre:

Terceiro

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

60 horas

EMENTA: Estudo dos fundamentos filosóficos que caracterizam a Educação Física nos
diferentes tempos históricos, das correntes filosóficas identificadas com o positivismo, a
fenomenologia e o materialismo histórico e suas implicações na intervenção do
profissional de Educação Física, Esporte e Lazer.
Bibliografia Básica

ANDERY, Maria Amália et al. Para compreender a Ciência: Uma Perspectiva histórica. 10a. edRio de Janeiro: Espaço e Tempo; São Paulo: EDUC, 2001.
HABERMAS, Jürgen. Conhecimento e interesse. Rio de Janeiro: Zahar, 1982.
LÖWY, Michael. Ideologias e ciência social: elementos para uma análise marxista. São Paulo:
Cortez, 1998.
MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde.
São Paulo: Hucitec, 2004.8a.ed.
REVISTA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS DO ESPORTE DIGITALIZADA. Caxambú, MG: XIII CONBRACE:
CBCE 25 anos, 1979-2003.
SÁNCHEZ GAMBOA, Silvio Epistemologia da Educação Física: Inter-relações necessárias.
Maceió: Edufal, 2007.
______. A Dialética na Pesquisa em Educação: Elementos de Contexto. In Fazenda, I.,
Metodologia da Pesquisa Educacional, São Paulo: Cortez, 1999.
SAVIANI, D. Educação: do senso comum à consciência filosófica. 15ª Ed. Campinas-SP: Autores
Associados, 2004.

46
SOARES, C. L. Educação Física: raízes européias e Brasil. 2a. Ed.,Campinas, SP: Autores
Associados, 2001. (Coleção Educação Contemporânea).
SCHAFF, Adam. História e verdade. São Paulo-SP: Martins Fontes, 1978.
TAFFAREL, Celi Nelza Zülke. Perspectivas pedagógicas em Educação Física.

Bibliografia Complementar

GUEDES, Onacir Carneiro. (Org.). Atividade Física: uma abordagem multidimensional.
João Pessoa: Idéia, 1997, p.106-130.
GADOTTI, Moacir. História das idéias pedagógicas. 6 ed. São Paulo: Ática, 1998.

Disciplina:

METODOLOGIA DO ENSINO DA GINÁSTICA GERAL

Semestre:

Terceiro

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

80 horas

EMENTA: Estudo das bases e dos fundamentos da ginástica, seus objetivos e funções em
diferentes tempos históricos, incluindo as correntes européias da ginástica que influenciaram a
educação física brasileira: ginásticas alemã, sueca e francesa. Estudo da metodologia do ensino
da ginástica na escola.

Bibliografia Básica

ALMEIDA, Roseane Soares. A Ginástica na escola e na formação de professores. 2005. 157 f.
Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade Federal da Bahia,
Salvador.
AYOUB, Eliana. Ginástica geral e Educação Física Escolar. Campinas:Editora UNICAMP, 2003.
COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do Ensino da Educação Física. São Paulo: Cortez, 1992.
FREITAS, Luiz Carlos de. Crítica da organização do trabalho pedagógico e da didática. Campinas,
SP: Papirus, 1995.

47
LANGLADE, A. & LANGLADE. Teoria General de La Gimnasia. Buenos Aires: Stadium, 1970.
PISTRAK, M. M. Fundamentos da escola do trabalho. São Paulo: Expressão Popular, 2000.
REVISTA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS DO ESPORTE DIGITALIZADA. Caxambú, MG: XIII CONBRACE:
CBCE 25 anos, 1979-2003.
SAVIANI, Demerval. Escola e democracia. 32 ed. Campinas, SP: Autores Associados, 2003.
SNYDERS, Georges. A Alegria na escola. São Paulo: Edictora Manole LDTA, 1988.

Bibliografia Complementar

SOARES, Carmem L. Educação física – raízes européias e Brasil. São Paulo:
Autores Associados, 1994.
TAFFAREL, Celi N. Z. Criatividade nas aulas de Educação Física. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico,
1985.
______. VIOLÊNCIA NA ESCOLA X GINÁSTICA: alegria na escola – uma proposição pedagógica
superadora. Disponível em: www.faced.ufba/rascunho_digital

Disciplina:

METODOLOGIA DO ENSINO DOS JOGOS E BRINCADEIRAS NA
EDUCAÇÃO FÍSICA

Semestre:

Terceiro

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

80 horas

EMENTA: Análise da estrutura, natureza e significados do jogo: distinções e relações entre jogo
e esporte, classificação dos jogos. Análise das relações entre o jogo, as brincadeiras e a
educação. Estudo e vivência dos jogos e das brincadeiras como procedimento de ensino e
como área de conhecimento. Análise dos fundamentos e vivências proporcionados pelo Jogo:
tensão, excitação, solidariedade, moral. Estudo dos aspectos metodológicos do jogo e das
brincadeiras na Educação Física. Ensino e prática dos jogos e brincadeiras, a partir da
metodologia do ensino dos Jogos e Brincadeiras na Educação Física Escolar.

48
Bibliografia Básica

BROUGÈRE. G. Brinquedo e cultura. São Paulo: Cortez, 1997.
BROUGÈRE. G. Jogo e educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
CHATEAU, J. O jogo e a criança. São Paulo: Summus, 1987.
FREIRE, J. B. Jogo: entre o riso e o choro. Campinas/SP: Autores Associados, 2002.
HUIZINGA, J. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. São Paulo: Perspectiva, 1980.
PIAGET, J. A formação do símbolo na criança. Rio de Janeiro: Pioneira, 1979.
ROSAMILHA, N. Psicologia do jogo e aprendizagem infantil. São Paulo: Pioneira, 1979.

Bibliografia Complementar

CALLOIS, R. Os jogos e os homens. Lisboa: Cotovia, 1990.
DARIDO, Suraya Cristina; RANGEL, Irene Conceição Andrade (orgs.). Educação Física na escola:
implicações para a prática pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. (Educação
Física no ensino superior).
FREIRE, João Batista. O jogo: entre o riso e o choro. Campinas: Autores Associados, 2002.
(Coleção educação física e esportes)
______. Educação de corpo inteiro: teoria e prática da educação física.
Scipione, 2003.

4 ed. São Paulo:

FREIRE, João Batista; SCAGLIA, Alcides José. Educação como prática corporal. São Paulo:
Scipione, 2003. (Série Pensamento e Ação no Magistério)
FREIRE, J. B.; VENÂNCIO, Silvana. (orgs.). O Jogo dentro e fora da escola. Campinas: Autores
Associados. 2005. (Coleção Educação Física e Esportes).
RETONDAR, Jeferson José Moebus. Alguns sentidos do ato de jogar. 1995. Dissertação de
Mestrado. Universidade Gama Filho, Rio de Janeiro: 1995.
______. A reprodução imaginária dos jogadores compulsivos: a poética do espaço do jogo.
2003. Tese de doutorado. Universidade Gama Filho, Rio de Janeiro, Março: 2003.
______. Teoria do Jogo: a dimensão lúdica da existência humana. Petrópolis: Vozes, 2007.

49
SOARES et alli. Metodologia do ensino de educação física. São Paulo: Cortez, 1992. (Coleção
Magistério 2º grau. Série formação do professor).
SOUZA JÚNIOR, Marcílio; TAVARES, Marcelo. O Jogo como conteúdo de ensino para a prática
pedagógica da Educação Física na escola. Corporis. Recife, a.1, n.1, p.49-53, 1996.

Disciplina:

EUCAÇÃO FÍSICA NA PROMOÇÃO DA SAÚDE

Semestre:

Terceiro

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

60 horas

EMENTA: Estudo das diferentes dimensões da saúde e da qualidade de vida, assim como das
investigações e evidências que relacionam a prática de atividade física a estes dois construtos,
considerando aspectos pessoais, ambientais, sociais, econômicos, entre outros.

Bibliografia Básica

FARINATTI, P. T. V., FERREIRA, M. S. Saúde, promoção da saúde e educação física – conceitos,
princípios e aplicações. Rio de Janeiro: Ed uerj, 2006.
GONÇALVES, A.; VILARTA, R. Qualidade física e atividade física – explorando teoria e prática.
São Paulo: Manole, 2004.
PITANGA, F. J. G. Epidemiologia da atividade física, exercício físico e saúde. São Paulo: Phorte,
2004

Bibliografia Complementar

POLLOCK, Michael; WILMORE, Jack H. Exercícios na saúde e na doença – avaliação e prescrição
para prevenção e reabilitação. Rio de Janeiro: Medsi, 1993.
BARBANTI, Valdir José. Aptidão física: um convite à saúde. São Paulo: Manole, 1990.
LOVISOLO, Hugo. Atividade física, educação e saúde. Rio de Janeiro: Sprint, 2000.

50

Disciplina:

PROJETOS INTEGRADORES

Semestre:

Terceiro

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

40 horas

EMENTA: Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo estruturado a partir de
atividades interdisciplinares em conformidade com a especificidade do curso.

Bibliografia Básica
Obs.: Contempla bibliografia específica que o projeto necessitar.

TRONCO PROFISSIONALIZANTE – 4º semestre

Disciplina:

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO

Semestre:

Quarto

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

80 horas

EMENTA: Introdução ao estudo da fisiologia do exercício. Estudo da bioenergética.
Estudo dos sistemas neuromuscular e cardiopulmonar, assim como suas adaptações
agudas e crônicas ao exercício físico. A termorregulação e o exercício físico.
Bibliografia Básica

51
FARINATTI, P.T.V.; MONTEIRO, W.D.M. Fisiologia e avaliação Funcional. Sprint,
1992.
ROBERGS, R. A.; ROBERTS, S. O. Fisiologia do exercício para aptidão, desempenho
e saúde. São Paulo: Phorte, 2002.
McARDLE, W.D.; KATCH. F.I.; KATCH, V.L. Fisiologia do exercício: energia,
nutrição e desempenho humano. 5 edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
Bibliografia Básica

AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Pesquisas do ACSM para a
fisiologia do exercício clínico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
HOWLEY, E. T.; POWERS, S. K. Fisiologia do exercício. São Paulo: Manole, 2000.
NEDER, J. A.; NERY, L. E. Fisiologia clínica do exercício: teoria e prática. Artes
Médicas, 2003.

Disciplina:

EPISTEMOLOGIA E PENSAMENTO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇAÕ FÍSICA

Semestre:

Quarto

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

60 horas

EMENTA: Estudo das perspectivas pedagógicas da Educação Física, considerando as
concepções não propositivas, as propositivas não sistematizadas, e as sistematizadas
relacionando-as as respectivas proposições epistemológicas que as fundamentam.
Bibliografia Básica

GASPARIN, João Luiz. Uma didática para a pedagogia histórico-crítica. São Paulo:
Autores Associados, 2003.
KUNZ, E. Transformação didático-pedagógica do esporte. 4. ed. Ijuí, RS: Unijuí, 2001.
NETO, Amarílio Ferreira, GOELLNER, Silvana Vilodre & BRACHT, Valter. (Orgs.)
As Ciências do Esporte no Brasil. Campinas-SP: Autores Associados, 1995.
REVISTA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS DO ESPORTE DIGITALIZADA. Caxambú,
MG: XIII CONBRACE: CBCE 25 anos, 1979-2003.
SÁNCHEZ GAMBOA, Silvio Epistemologia da Educação Física: Inter-relações
necessárias. Maceió: Edufal, 2007.
______. A Dialética na Pesquisa em Educação: Elementos de Contexto. In Fazenda, I.,
Metodologia da Pesquisa Educacional, São Paulo: Cortez, 1999.
SAVIANI, Dermeval. Escola e Democracia. 36ed. Campinas: Autores Associados,
2003.
SILVA, Rossana Valéria de. Pesquisa em Educação Física: determinações históricas e
implicações epistemológicas. Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de
Educação. [Tese]. 1997.

52
TAFFAREL, Celi Nelza Zülke. Perspectivas pedagógicas em Educação Física. In:
TAFFAREL, C. N. Z. Criatividade e Educação Física: uma investigação sobre métodos
criativos nas aulas de Educação Física do 1º. Grau. (Mestrado) - Educação Física,
Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, 1982.
Bibliografia Básica

GUEDES, Onacir Carneiro. (Org.). Atividade Física: uma abordagem multidimensional.
João Pessoa: Idéia, 1997, p.106-130.
TAFFAREL, C. Z.; HILDEBRANT-STRAMANN, R. (Orgs.). Currículo e educação
física: formação de professores e práticas pedagógicas nas escolas. Ijuí, RS: Unijuí,
2007.

Disciplina:

METODOLOGIA DO ENSINO DOS ESPORTES COLETIVOS 1

Semestre:

Quarto

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

60 horas

EMENTA: O esporte enquanto elemento da cultura, imerso na rede social específica de
cada comunidade. Possibilidades do trato dos esportes coletivos nas aulas de Educação
Física na Educação Básica nas dimensões conceitual (ensino sobre os esportes
coletivos), procedimental (ensino de modalidades dos esportes coletivos) e atitudinal
(ensino através dos esportes coletivos). Experiências de ensino e de avaliação da
aprendizagem de práticas esportivas coletivas nas aulas de educação física da educação
básica.
Bibliografia Básica

ASSIS, S. Reinventando o esporte: possibilidade da prática pedagógica. Campinas, SP:
Autores Associados, 2001.
BRACHT, Valter. Sociologia crítica do esporte: uma introdução. Vitória: UFES, 1997.
CODEA, André Luiz de Brito Teles; CODEA, Janaína de Souza Marinho Teles;
BERESFORD, Heron. Uma perspectiva histórica sobre os jogos olímpicos: da préhistória dos jogos a Barão de Coubertin e o ideal olímpico. In: TURINI, Marcio;
COSTA, Lamartine P. da. Coletânea de textos em estudos olímpicos. v. 1 e 2. Rio de
Janeiro: GAMA FILHO, 2002.
DARIDO, S. & RANGEL, I. C. A. (org.) Educação física na escola: implicações para a
prática pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
FERREIRA, Nilda Teves; COSTA, Vera Lucia M. Esporte, jogo e imaginário social.
Rio de Janeiro: Shape, 2003.
GODOY, Letícia; COSTA, Lamartine Pereira da; GLOMB, Martha A. Picaz. Educação
olímpica no ensino fundamental: projeto da UFPR, Curitiba – Paraná. In: TURINI,

53
Marcio; COSTA, Lamartine P. da. Coletânea de textos em estudos olímpicos. v. 1 e 2.
Rio de Janeiro: GAMA FILHO, 2002.
GRECO, Pablo J.; BENDA, R. (Orgs.). Iniciação esportiva universal: Da aprendizagem
motora ao treinamento técnico. v. 1. Belo Horizonte: Universitária, 1998.
GRECO, Pablo Juan (Org.). Iniciação esportiva universal: Metodologia da iniciação
tática. v. 2. Belo Horizonte: Universitária, 1998.
HEINZ A. & LUDWIG, Rotherberg, Ensino dos jogos esportivos. Rio de Janeiro: Ao
Livro Técnico,1974.
KUNZ, Elenor (Org.). Didática da Educação Física 1. 4 ed. Ijuí, RS: Unijuí, 2006.
KUNZ, Elenor (Org.). Didática da Educação Física 3: futebol. 2 ed. Ijuí, RS: Unijuí,
2005.
PRONI, Marcelo Weishaupt. A reinvenção dos jogos olímpicos: um projeto de
marketing. Esporte e Sociedade, revista eletrônica, ano 3, n. 9, Jul.2008/Out.2008.
SOUZA, Juliana Sturmer Soares; KNIJNIK, Jorge Dorfman. A mulher invisível: gênero
e esporte em um dos maiores jornais diários do Brasil. Revista Brasileira de Educação
Física e Esporte. São Paulo, v. 21, n. 1, p. 35-48, jan./mar. 2007.
TEIXEIRA, Rosana da Câmara. Torcidas jovens cariocas: símbolos e ritualização.
Esporte e Sociedade, revista eletrônica, n. 2, mar/jun 2006.
VALENTE, Edison Franciso. O ideal olímpico e o esporte para todos. In: TURINI,
Marcio; COSTA, Lamartine P. da. Coletânea de textos em estudos olímpicos. v. 1 e 2.
Rio de Janeiro: GAMA FILHO, 2002
VAZ, Alexandre Fernadez. Teoria crítica do esporte: origens, polêmicas, atualidades.
Esporte e Sociedade. Revista eletrônica, ano 0, n. 1, nov. 2005/fev. 2006.
Bibliografia Básica

CAPINUSSÚ, José Maurício. Jogos olímpicos: o outro lado da competição. Rio de
Janeiro: Shape, 2006.
DAMO, Arlei Sander. Senso de jogo. Esporte e Sociedade, revista eletrônica, n.1,
nov/2005 a fev/2006.
DAOLIO, Jocimar. Cultura educação física e futebol. 2 ed. Campinas, SP: UNICAMP,
2003.
KUNZ, Elenor. Educação física: ensino e mudança. 2 ed. Ijuí, RS: Unijuí, 2001.
KUNZ, Elenor; TREBELS, Andreas H (Orgs.). Educação física crítico-emancipatória:
com uma perspectiva da pedagogia alemã do esporte. Ijuí, RS: Unijuí, 2006.
LUCENA, Ricardo de F.; SOUZA, Edilson Fernandes (Orgs.). Educação física, esporte
e sociedade. João Pessoa: Universitária, 2003.
MARINHO, Inesil Penna. História Geral da Educação Física. São Paulo: 1980.
NEIRA, Marcos Garcia; NUNES, Mario Luiz Ferrari. Pedagogia da cultura corporal:
críticas e alternativas. São Paulo: Phorte, 2006.
SOARES, Carmem L. Educação física – raízes européias e Brasil. São Paulo: Autores
Associados, 1994.

54
SOARES, Carmen Lúcia et alii. Metodologia de ensino de educação física. São Paulo:
Cortez, 1992.
TAFFAREL, Celi Neuza Zülke. Criatividade nas aulas de Educação Física. Rio de
Janeiro: Ao Livro Técnico, 1986.
Disciplina:

METODOLOGIA DO ENSINO DAS ARTES MARCIAIS

Semestre:

Quarto

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

80 horas

EMENTA: As artes marciais enquanto elemento da cultura, imerso na rede social específica de
cada comunidade A origem e evolução das artes marciais no oriente e ocidente. As artes
marciais modernas relacionadas ao combate militar, à defesa pessoal e ao esporte. As
possibilidades de ensino das artes marciais nas aulas de educação física na educação básica,
nas dimensões conceituais (ensino sobre as artes marciais), procedimentais (ensino das artes
marciais) e atitudinais (ensino através das artes marciais). Experiências de ensino e de
avaliação da aprendizagem das artes marciais nas aulas de educação física da educação básica.

Bibliografia Básica

BAPTISTA, Carlos Fernando dos Santos. Judô: Da escola à competição. 3 ed. Rio de
Janeiro: Sprint, 2003.
CAPOEIRA, Nestor. Capoeira: os fundamentos da malícia. 4 ed. Rio de Janeiro:
Record, 1992.
DARIDO, Suraya Cristina; SOUZA JÚNIOR, Osmar Moreira de. Para ensinar
educação física: Possibilidades de intervenção na escola. Campinas, SP: Papirus, 2007.
DARIDO, Suraya Cristina; RANGEL, Irene Conceição Andrade. Educação física na
escola: Implicações para a prática pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2005.
REID, Howard; CROUCHER, Michael. O caminho do guerreiro: O paradoxo das artes
marciais. São Paulo: Cultrix, s.d.

Disciplina:

METODOLOGIA DO ENSINO DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

Semestre:

Quarto

Carga horária:

Código:

EFIA009

Pré-requisito:

80 horas

55
EMENTA: Estudo das concepções de currículo e análise dos princípios curriculares e o trato do
conhecimento da Educação Física Escolar. Estabelecimento de relações e distinções entre
projeto pedagógico, currículo e programas de ensino. Estudo dos Objetivos e Conteúdos de
Ensino da Educação Física Escolar. Análise dos Métodos e Metodologias de ensino aplicados à
educação física na escola, nos segmentos da educação infantil, ensino fundamental, ensino
médio e educação de jovens e adultos. Estudo sobre a avaliação do ensino-aprendizagem da
Educação Física Escolar e dos estilos de interação professor-aluno. Aplicação teórico-prática
dos Planejamentos e Projetos de Ensino para a Educação Física na escola.

Bibliografia Básica

BENTO, J. O. Planejamento e avaliação em educação física. Lisboa/Portugal: Livros
Horizonte, 2003.
MASETTO, Marcos T. Técnicas para o desenvolvimento da aprendizagem em aula. In:
MASETTO, M. T. Competência pedagógica do professor universitário. São Paulo:
Summus, 2003. pp 85-139.
MOREIRA, A. F.B.; SILVA, Tomaz T. Território contestado: currículo e os novos
mapas políticos e culturais. Petrópolis: Vozes, 1995.
______. (Org). Currículo, cultura e sociedade. São Paulo: Cortez, 1995.
RANGEL, Irene Conceição Andrade; DARIDO, Suraya Cristina. (orgs.). Educação
Física na escola: implicações para a prática pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2005. (Educação Física no ensino superior).
Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte (Org.). Educação física escolar frente à LDB
e aos PCNs: profissionais analisam renovações, modismos e interesses. Ijuí: Sedigraf,
1997.
BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Diretrizes curriculares nacionais para a
educação infantil – Parecer CEB 22/98 e Resolução CEB 01/99. Brasília: CNE, 1999.
BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Diretrizes curriculares nacionais para o
ensino fundamental – Parecer CEB 04/98. Brasília: CNE, 1998.
BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Diretrizes curriculares nacionais para o
ensino médio – Parecer CEB 15/98 e Resolução CEB 03/98. Brasília: CNE, 1999.
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto/ Secretaria de Educação Fundamental.
Parâmetros Curriculares Nacionais, Brasília, 1998.
CAPARROZ, Francisco Eduardo. Entre a educação física da escola e a educação física
na escola: a educação física como componente curricular. Vitória: UFES, Centro de
Educação Física e Desportos, 1997.
______. Educação Física Escolar: política, investigação e intervenção. vol. 1. Vitória:
PROTEORIA, p. 67-80, 2001.
DARIDO, Suraya Cristina; SOUZA JÚNIOR, Osmar Moreira de. Para ensinar
educação física: Possibilidades de intervenção na escola. Campinas, SP: Papirus, 2007.
FREIRE, João Batista; SCAGLIA, Alcides José. Educação como prática corporal. São
Paulo: Scipione, 2003. (Série Pensamento e Ação no Magistério)

56
HILDEBRANT, Reiner et alli. Concepções abertas no ensino da educação física.
Coleção educação física: série fundamentação, 10. Rio de Janeiro: Ao livro técnico,
1986.
KUNZ, Elenor. Educação Física: ensino & mudanças. 2 ed. Ijuí: Unijuí Editora, 2001
(Coleção Educação Física).
______. Didática da Educação Física 1.4 ed. Ijuí: UNIJUÍ, 2006.
______. Didática da Educação Física 3:futebol.2 ed. Ijuí: UNIJUÍ, 2005.
MOREIRA, Wagner Wey (org.). Educação Física e Esportes: perspectivas para o século
XXI. Campinas: Papirus, 1993.
NEIRA, Marcos Garcia; NUNES, Mario Luiz Ferrari. Pedagogia da cultura corporal:
críticas e alternativas. São Paulo: Phorte, 2006.
RESENDE, Helder Guerra de. A educação física na perspectiva da cultura corporal:
uma proposição didático-pedagógica. (Tese de Livre Docência). Rio de Janeiro: UGF,
1992.
SAVIANI, Nereide. Saber escolar, currículo e didática: problemas da unidade
conteúdo/método no processo pedagógico. 4 ed. Campinas: Autores Associados, 2003.
(Coleção educação contemporânea).
SOARES, Carmem Lúcia et al. Metodologia do ensino de educação física. São Paulo:
Cortez, 1992. (Coleção Magistério 2º grau. Série formação do professor).
SOARES, Carmem Lúcia; TAFFAREL, Celi Nelza Zulke; ESCOBAR, Michele Ortega.
A Educação Física Escolar na perspectiva do século XXI. In: MOREIRA, Wagner Wey
(org.). Educação Física e Esportes: perspectivas para o século XXI. Campinas: Papirus,
p. 211-224, 1993.
Bibliografia Complementar

SOUZA JÚNIOR, Marcílio Barbosa Mendonça de. A Educação Física como componente
curricular...? Isso é história! Uma reflexão acerca do saber e do fazer. (Mestrado).
Universidade Federal de Pernambuco. 1999.
______. (org.). Educação Física Escolar: teoria e prática curricular, saberes escolares e proposta
pedagógica. Recife: EDUPE, p. 85-95. 2005.

Disciplina:

PLANEJAMENTO,
APRENDIZAGEM

CURRÍCULO

E

AVALIAÇÃO

Semestre:

Quarto

Carga horária:

80 horas

Código:

EFIA

Pré-requisito:

-

DA

57
. EMENTA: Estudo dos princípios, fundamentos e procedimentos do planejamento, do
currículo e da avaliação, segundo os paradigmas e normas legais vigentes norteando a
construção do currículo e do processo avaliativo no projeto político pedagógico da
escola de educação básica.

Bibliografia básica

COSTA, M.V. (Org.). O currículo nos limiares do contemporâneo. 2ª ed. Rio de Janeiro: DP&A,
1999.
HADJI, C. Avaliação desmistificada. Porto Alegre: ARTMED, 2001.
LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 1991.
MENEGOLLA, M.; SANT'ANNA, I. M. Por que planejar? Como planejar? Petrópolis/RJ: Vozes,
1991.
SILVA, T. T. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 2ª ed. Belo
Horizonte: Autêntica, 1999.
VASCONCELLOS, C. S. Planejamento: plano de ensino-aprendizagem e projeto educativo. São
Paulo: Libertad, 1995.

Bibliografia complementar

LUCKESI, C. C. Avaliação educacional escolar: para além do autoritarismo. São Paulo: Cortez,
1996.
MASETTO, M. Didática: a aula como centro. São Paulo: FTD, 2001.
SAUL, A. M. Avaliação emancipatória: desafio à teoria e à prática de avaliação e reformulação
de currículo. São Paulo: Cortez, 1998.

58
Disciplina:

PROJETOS INTEGRADORES 3

Semestre:

Quarto

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

40 horas

EMENTA: Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo estruturado a
partir de atividades interdisciplinares em conformidade com a especificidade do curso
Bibliografia básica
Obs.: Contempla toda bibliografia utilizada pelas disciplinas do semestre e mais a bibliografia
definida pelo tema a serem trabalhados.

TRONCO PROFISSIONALIZANTE – 5º semestre

Disciplina:

CINESIOLOGIA

Semestre:

Quinto

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

60 horas

EMENTA: Estudo do movimento humano, numa perspectiva teórica e prática, da
ludomotricidade, ergomotricidade. Abordagem sobre os movimentos ou exercícios atléticos e
desportivos.

Bibliografia Básica

BLANDINE ET Alli. Anatomia para o movimento. Vol I . São Paulo: Manole, 2002.
BLANDINE ET Alli. Anatomia para o movimento. Vol II. São Paulo: Manole, 2002.
CALAIS-GERMAIN, Blandini. Anatomia para o movimento. São Paulo: Mande 2002.
PALASTANGA, Nigel; FIELD, Derek; SOAMES, Roger. Anatomia e movimento
humano: estrutura e função. São Paulo: Manole, 2000.

59
RASCH, Philip; BURKE, Roger. Cinesiologia e anatomia aplicada. Rio de Janeiro: RJ.
Guanabara Koogan, 1977. 571 p.
THOMPSON, W. Clen; FLOYD, R. T. Manual de cinesiologia Estrutural. São Paulo:
SP. Editora Manole, 1977. 232 p.

Disciplina:

METODOLOGIA DO ENSINO DOS ESPORTES INDIVIDUAIS 1

Semestre:

Quinto

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

60 horas

EMENTA: O esporte enquanto elemento da cultura, imerso na rede social específica de
cada comunidade. Possibilidades do trato dos esportes individuais nas aulas de
Educação Física na Educação Básica nas dimensões conceitual (ensino sobre os
esportes individuais), procedimental (ensino de modalidades dos esportes individuais) e
atitudinal (ensino através dos esportes individuais). Experiências de ensino e de
avaliação da aprendizagem de práticas esportivas individuais nas aulas de educação
física da educação básica.
Bibliografia Básica

ASSIS, S. Reinventando o esporte: possibilidade da prática pedagógica. Campinas, SP:
Autores Associados, 2001.
BRACHT, Valter. Sociologia crítica do esporte: uma introdução. Vitória: UFES, 1997.
DARIDO, S. & RANGEL, I. C. A. (org.) Educação física na escola: implicações para a
prática pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
DARIDO, Suraya Cristina; SOUZA JÚNIOR, Osmar Moreira de. Para ensinar
educação física: Possibilidades de intervenção na escola. Campinas, SP: Papirus, 2007.
GODOY, Letícia; COSTA, Lamartine Pereira da; GLOMB, Martha A. Picaz. Educação
olímpica no ensino fundamental: projeto da UFPR, Curitiba – Paraná. In: TURINI,
Marcio; COSTA, Lamartine P. da. Coletânea de textos em estudos olímpicos. v. 1 e 2.
Rio de Janeiro: GAMA FILHO, 2002.
GRECO, Pablo J.; BENDA, R. (Orgs.). Iniciação esportiva universal: Da aprendizagem
motora ao treinamento técnico. v. 1. Belo Horizonte: Universitária, 1998.
GRECO, Pablo Juan (Org.). Iniciação esportiva universal: Metodologia da iniciação
tática. v. 2. Belo Horizonte: Universitária, 1998.
HEINZ A. & LUDWIG, Rotherberg, Ensino dos jogos esportivos. Rio de Janeiro: Ao
Livro Técnico,1974.
KUNZ, Elenor (Org.). Didática da Educação Física 1. 4 ed. Ijuí, RS: Unijuí, 2006.
KUNZ, Elenor (Org.). Didática da Educação Física 3: futebol. 2 ed. Ijuí, RS: Unijuí,
2005.

60
PRONI, Marcelo Weishaupt. A reinvenção dos jogos olímpicos: um projeto de
marketing. Esporte e Sociedade, revista eletrônica, ano 3, n. 9, Jul.2008/Out.2008.
SOUZA, Juliana Sturmer Soares; KNIJNIK, Jorge Dorfman. A mulher invisível: gênero
e esporte em um dos maiores jornais diários do Brasil. Revista Brasileira de Educação
Física e Esporte. São Paulo, v. 21, n. 1, p. 35-48, jan./mar. 2007.
VALENTE, Edison Franciso. O ideal olímpico e o esporte para todos. In: TURINI,
Marcio; COSTA, Lamartine P. da. Coletânea de textos em estudos olímpicos. v. 1 e 2.
Rio de Janeiro: GAMA FILHO, 2002
VAZ, Alexandre Fernadez. Teoria crítica do esporte: origens, polêmicas, atualidades
2005/fev. 2006.
Bibliografia Complementar

CAPINUSSÚ, José Maurício. Jogos olímpicos: o outro lado da competição. Rio de
Janeiro: Shape, 2006.
CODEA, André Luiz de Brito Teles; CODEA, Janaína de Souza Marinho Teles;
BERESFORD, Heron. Uma perspectiva histórica sobre os jogos olímpicos: da préhistória dos jogos a Barão de Coubertin e o ideal olímpico. In: TURINI, Marcio;
COSTA, Lamartine P. da. Coletânea de textos em estudos olímpicos. v. 1 e 2. Rio de
Janeiro: GAMA FILHO, 2002
DAMO, Arlei Sander. Senso de jogo. Esporte e Sociedade, revista eletrônica, n.1,
nov/2005 a fev/2006.
DAOLIO, Jocimar. Cultura educação física e futebol. 2 ed. Campinas, SP: UNICAMP,
2003.
FERREIRA, Nilda Teves; COSTA, Vera Lucia M. Esporte, jogo e imaginário social.
Rio de Janeiro: Shape, 2003.
KUNZ, Elenor. Educação física: ensino e mudança. 2 ed. Ijuí, RS: Unijuí, 2001.
KUNZ, Elenor; TREBELS, Andreas H (Orgs.). Educação física crítico-emancipatória:
com uma perspectiva da pedagogia alemã do esporte. Ijuí, RS: Unijuí, 2006.
LUCENA, Ricardo de F.; SOUZA, Edilson Fernandes (Orgs.). Educação física, esporte
e sociedade. João Pessoa: Universitária, 2003.
MARINHO, Inesil Penna. História Geral da Educação Física. São Paulo: 1980.
NEIRA, Marcos Garcia; NUNES, Mario Luiz Ferrari. Pedagogia da cultura corporal:
críticas e alternativas. São Paulo: Phorte, 2006.
SOARES, Carmem L. Educação física – raízes européias e Brasil. São Paulo: Autores
Associados, 1994.
SOARES, Carmen Lúcia et alii. Metodologia de ensino de educação física. São Paulo:
Cortez, 1992.
TAFFAREL, Celi Neuza Zülke. Criatividade nas aulas de Educação Física. Rio de
Janeiro: Ao Livro Técnico, 1986.
TEIXEIRA, Rosana da Câmara. Torcidas jovens cariocas: símbolos e ritualização.
Esporte e Sociedade, revista eletrônica, n. 2, mar/ jun 2006.

Disciplina:

METODOLOGIA DO ENSINO DA DANÇA NA EDUCAÇÃO FÍSICA

61
Semestre:

Quinto

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

80 horas

EMENTA: Estudo da dança como forma de manifestação cultural e linguagem corporal;
Caracterização dos Ritmos e as possibilidades de movimentos como formas de
expressão corporal. Aplicação dos Fundamentos básicos da dança: deslocamentos,
giros, saltos, balanceamentos, piruetas. Estudo das origens e características das
manifestações populares regionais, folguedos e danças folclóricas nordestinas. Estudo
da metodologia de ensino do conteúdo dança e expressões rítmicas para a Educação
Física Escolar.
Bibliografia Básica

ARTAXO, I. Monteiro, G. de A. Ritmo e Movimento. Guarulhos, SP.2003.
BARRETO, D. Dança: ensino, sentidos e possibilidades na escola. Campinas/SP: Autores
Associados, 2004.
CLARO, E. Método dança – educação física: uma reflexão sobre consciência corporal e
profissional. São Paulo: Robe Editorial, 1995.
DANTAS, M. Dança: o enigma do movimento. Porto Alegre: Editora Universidade/UFRGS, 1999.
MARQUES, I. A. Dançando na Escola. São Paulo: Cortez, 2003.

Bibliografia Complementar

BREGOLATO, Roseli Aparecida. Cultura Corporal da Dança. São Paulo:Ícone, 2000.
(Coleção Educação Física Escolar: no princípio da totalidade e na concepção históricocrítica-social. v.1).
HASS, Aline Nogueira; GARCIA, Angela. Ritmo e Dança. 2 ed. Canoas: Ed. ULBRA,
2006.
LABAN, Rudolf. Dança Educativa Moderna. São Paulo: Ícone, 1990.
MARQUES, Isabel. A. Ensino de Dança hoje: textos e contextos. 2 ed. São Paulo:
Cortez, 2001.
NANNI, Dionísia. Dança-Educação: Princípios, Métodos e Técnicas. 2 ed.Rio de
Janeiro: Sprint, 1998.

62
Rangel, Irene Conceição Andrade; DARIDO, Suraya Cristina. (orgs.). Educação Física
na escola: implicações para a prática pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2005. (Educação Física no ensino superior).
SOARES, Carmem Lúcia et al. Metodologia do ensino de educação física. São Paulo:
Cortez, 1992. (Coleção Magistério 2º grau. Série formação do professor)

Disciplina:

PESQUISA EDUCACIONAL

Semestre:

Quinto

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

60 horas

EMENTA: Integração dos alunos à realidade da escola, através de atividades participativas e de
observação das práticas escolares nas salas de aulas do ensino médio. Estratégias para a
regência no ensino médio e integração entre a didática específica do conteúdo a ser ensinado
e as várias formas de comunicação entre as atividades didáticas. Natureza do diálogo
professor-aluno.

Bibliografia Básica:
FAZENDA, Ivani (Org.) Metodologia da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez,
1994.
______.(Org.) Novos enfoques da pesquisa educacional. 2.ed. São Paulo, Cortez,
1994.
GAMBOA, S.S.; SANTOS FILHO, J.C. Pesquisa educacional: quantidade – qualidade. São Paulo:
Cortez, 1995.
GATTI, Bernardete Angelina. A construção da pesquisa em educação no Brasil. Brasília: Plano,
v.1, 2002. 86 p. (Série Pesquisa em Educação).

Bibliografia Complementar:
LÜDKE, M,; ANDRÉ, M.; E.D. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU,
1986.

63
ANDRÉ, M. Papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Campinas: Papirus,
2005.
GATTI, Bernadete A. Implicações e perspectivas da pesquisa educacional no Brasil. Cadernos
de Pesquisa, São Paulo, n. 113, p.65-81, JUL 2001.

Disciplina:

ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1

Semestre:

Quinto

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

100 horas

EMENTA: Reflexão sobre a prática pedagógica na área de Educação Física, em escolas de
educação básica, a partir do conhecimento da escola e dos sujeitos que nela interagem, para
prática de atividades relacionadas a situações de ensino-aprendizagem, identificando e
vivenciando problemas enfrentados pelo(a) professor(a) nos momentos de ensino e
aprendizagem e formas adequadas para solucioná-los. Caracterização e análise da dinâmica da
escola enquanto organização social, bem como dos sujeitos nela inseridos.

Bibliografia Básica

BIANCHI, Ana Cecilia; ALVARENGA, Marina; BIANCHI, Roberto. Orientação para Estágio em
Licenciatura. São Paulo: Pioneira Thomson, 2005.
BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação
Infantil – Parecer CEB 22/98 e Resolução CEB 01/99. Brasília: CNE, 1999.
PICONEZ, Stela C. Bertholdo. A prática de Ensino e o Estágio Supervisionado. 12ª ed. São
Paulo: Papirus, 2002. (Coleção Magistério: formação e trabalho pedagógico).
PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência. São Paulo: Cortez,
2008. (Coleção docência em formação. Série saberes Pedagógicos).
_____. O Estágio na Formação de Professores. 6ª ed. São Paulo: Cortez, 2006.

64

Bibiografia Complementar

ARRIBAS, T. L. A educação física de 3 a 8 anos. 7ª ed. Porto Alegre: ArtMed, 2002.
DARIDO, S; RANGEL, I.C.A (Org.). Educação Física na escola: implicações para a prática
pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
FREITAS, Luiz Carlos. Crítica da organização do trabalho pedagógico e da didática. Campinas:
Papirus, 1995.
MASETTO, Marcos. Didática: a aula como centro. São Paulo: FTD, 1996.
VEIGA, Ilma P. A. Didática: o ensino e suas relações. São Paulo: Papirus, 1996.
ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: ArtMed, 1998.

Disciplina:

PROJETOS INTEGRADORES 4

Semestre:

Quinto

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

40 horas

EMENTA: Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo estruturado a
partir de atividades interdisciplinares em conformidade com a especificidade do curso
Bibliografia básica
Obs.: Contempla toda bibliografia utilizada pelas disciplinas do semestre e mais a bibliografia
definida pelo tema a serem trabalhados.

65
TRONCO PROFISSIONALIZANTE – 6º semestre

Disciplina:

MEDIDAS E AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA

Semestre:

Sexto

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

60 horas

EMENTA: Aborda as metodologias para avaliação corporal no que tange aos aspectos das
capacidades motoras. Analisa e discute as técnicas utilizadas para mensuração corporal como
base para a elaboração de programas de Atividade Física aplicados à promoção da saúde.
Estudo das qualidades psicométricas e da exeqüibilidade administrativa na seleção dos testes
objetivando o acesso aos diferentes componentes da Aptidão Física Relacionados à Saúde e à
Qualidade de Vida.

Bibliografia básica
ACSM, American college of Sprts Medicine. Guia para testes de Esforço e Prescrição de
exercício. Rio de Janeiro: RJ. Medsi, 1987.
MATHEWS, DK. Medida e Avaliação em Educação Física. Rio de janeiro: Interamericana. 1980.
TRITSCHLER, K. Medida e Avaliação em Educação Física e Esportes de Barrow & McGee (2ª
ed.). São Paulo; Manole. 2003

Bibliografia Complementar

ACSM. Diretrizes do ACSM para os testes de esforço e sua prescrição. 6 ed. Rio de Janeiro,
Guanabara Koogan, 2003.
ACSM Manual de pesquisa das diretrizes do ACSM para os testes de esforço e sua prescrição. 4
ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2003.
ARAÚJO, Cláudio Gil Soares. Fundamentos Biológicos – Medicina desportiva. Rio de Janeiro: Ao
Livro técnico, 1985.
DAL MOLIM KISS, MAP. Avaliação em Educação Física: Aspectos. São Paulo: Manole, 1987.
FERNANDES FILHO, J. A prática da avaliação física. 2 ed. Rio de Janeiro, Shape, 2003.

66
HEYWARD, V. H. Avaliação da composição corporal aplicada. São Paulo, Manole, 2000.

Disciplina:

METODOLOGIA DO ENSINO DAS ATIVIDADES FÍSICAS ADAPTADAS

Semestre:

Sexto

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

80 horas

EMENTAS: Análise da realidade das pessoas portadoras de necessidades especiais: aspectos
históricos, legais, filosóficos e político-sociais. Estudo dos principais tipos de deficiências e suas
características: física, auditiva, mental e visual. Abordagem dos programas e metodologias de
ensino adaptados às atividades físico-esportivas para pessoas portadoras de necessidades
especiais. Estudo e aplicação das metodologias de ensino das atividades físicas adaptadas para
a Educação Física Escolar. Vivências de experiências de prática de ensino.

Bibliografia básica
CASTRO, E.M. Atividade física adaptada. SP, Ribeirão Preto: Tecmedd, 2005.
GOMEDIO, M. Educação física para la integracion de niños con necesidades educativas
especiales: programa de actividadad física para niños de 6 a 12 años. Madrid: Gymnos,
2000.
GORGATTI, M. G.; COSTA, R. F. Atividade física adaptada. São Paulo: Manole,
2005.

Bibliografia Complementar

SHERRIL, Claudine. Adapted Physical Activity, recreation and sport: crossdisciplinary and
lifespan. 5thed. Boston: WCB/McGraw-Hill, 1998.

Disciplina:

PSICOMOTRICIDADE

67
Semestre:

Sexto

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

40 horas

EMENTA: Análise da concepção histórica e conceitual das diferentes abordagens da
Psicomotricidade. Estudo das características do desenvolvimento infantil; dos elementos
psicomotores e da observação psicomotora; Relação da psicomotricidade na Educação Física
Escolar, enfocando as técnicas e os recursos da intervenção Psicomotora.

Bibliografia básica
COONOLLYU, K. Desenvolvimento motor: passado, presente e futuro. Revista Paulista de
Educação Física, supl. 3:6.15. 2000.
De MARCO, A. Pensando a educação motora. São Paulo: Papirus, 1995.
FONSECA, Vitor da. Manual de observação psicomotora: significação psiconeurológica dos
fatores psicomotores. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
LAPIERRE, A. & AUCOUTURIER, A. A simbologia do movimento: Psicomotricidade e educação.
Curitiba, PR: Filosofart Editora, 2004.
PIAGET, J. O nascimento da inteligência na criança. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.

Bibliografia Complementar

Le BOULCH, J. A educação pelo movimento: a psicocinética na idade escolar. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1983.
LOURENÇO, O. M. (1992). Psicologia do desenvolvimento moral. Coimbra: Almeidina.
ELKONIN, D. B. Psicologia do jogo. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

Disciplina:
Semestre:

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO 2
Sexto

Carga horária:

100 horas

68
Código:

EFIA

Pré-requisito:

EMENTA: Reflexão sobre a prática pedagógica na educação básica, objetivando a
observação e sistematização das práticas de ensino relacionadas a situações de ensino aprendizagem, identificando e vivenciando problemas enfrentados pelo professor nos
momentos de ensino e aprendizagem e formas adequadas para solucioná-los.
Desenvolvimento de micro-aulas, construção e desenvolvimento de projetos.
Bibliografia Básica

BIANCHI, Ana Cecilia; ALVARENGA, Marina; BIANCHI, Roberto. Orientação para Estágio em
Licenciatura. São Paulo: Pioneira Thomson, 2005.
BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação
Infantil – Parecer CEB 22/98 e Resolução CEB 01/99. Brasília: CNE, 1999.
PICONEZ, Stela C. Bertholdo. A prática de Ensino e o Estágio Supervisionado. 12ª ed. São
Paulo: Papirus, 2002. (Coleção Magistério: formação e trabalho pedagógico).
PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência. São Paulo: Cortez,
2008. (Coleção docência em formação. Série saberes Pedagógicos).
_____. O Estágio na Formação de Professores. 6ª ed. São Paulo: Cortez, 2006.

Bibiografia Complementar

ARRIBAS, T. L. A educação física de 3 a 8 anos. 7ª ed. Porto Alegre: ArtMed, 2002.
DARIDO, S; RANGEL, I.C.A (Org.). Educação Física na escola: implicações para a prática
pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
FREITAS, Luiz Carlos. Crítica da organização do trabalho pedagógico e da didática. Campinas:
Papirus, 1995.
MASETTO, Marcos. Didática: a aula como centro. São Paulo: FTD, 1996.
VEIGA, Ilma P. A. Didática: o ensino e suas relações. São Paulo: Papirus, 1996.
ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: ArtMed, 1998.

69

Disciplina:

PROJETOS INTEGRADORES 4

Semestre:

Sexto

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

40 horas

EMENTA: Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo estruturado a
partir de atividades interdisciplinares em conformidade com a especificidade do curso
Bibliografia básica
Obs.: Contempla toda bibliografia utilizada pelas disciplinas do semestre e mais a bibliografia
definida pelo tema a serem trabalhados.

TRONCO PROFISSIONALIZANTE – 7º semestre

Disciplina:

METODOLOGIA DO ENSINO DOS ESPORTES INDIVIDUAIS 2

Semestre:

Sétimo

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

80 horas

EMENTA: O esporte enquanto elemento da cultura, imerso na rede social específica de
cada comunidade. Possibilidades do trato dos esportes individuais nas aulas de
Educação Física na Educação Básica nas dimensões conceitual (ensino sobre os
esportes individuais), procedimental (ensino de modalidades dos esportes individuais) e
atitudinal (ensino através dos esportes individuais). Experiências de ensino e de
avaliação da aprendizagem de práticas esportivas coletivas nas aulas de educação física
da educação básica.

70
Bibliografia básica
ASSIS, S. Reinventando o esporte: possibilidade da prática pedagógica. Campinas, SP: Autores
Associados, 2001.
BRACHT, Valter. Sociologia crítica do esporte: uma introdução. Vitória: UFES, 1997.
CODEA, André Luiz de Brito Teles; CODEA, Janaína de Souza Marinho Teles; BERESFORD,
Heron. Uma perspectiva histórica sobre os jogos olímpicos: da pré-história dos jogos a Barão
de Coubertin e o ideal olímpico. In: TURINI, Marcio; COSTA, Lamartine P. da. Coletânea de
textos em estudos olímpicos. v. 1 e 2. Rio de Janeiro: GAMA FILHO, 2002.
DARIDO, S. & RANGEL, I. C. A. (org.) Educação física na escola: implicações para a prática
pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
FERREIRA, Nilda Teves; COSTA, Vera Lucia M. Esporte, jogo e imaginário social. Rio de Janeiro:
Shape, 2003.
GODOY, Letícia; COSTA, Lamartine Pereira da; GLOMB, Martha A. Picaz. Educação olímpica no
ensino fundamental: projeto da UFPR, Curitiba – Paraná. In: TURINI, Marcio; COSTA, Lamartine
P. da. Coletânea de textos em estudos olímpicos. v. 1 e 2. Rio de Janeiro: GAMA FILHO, 2002.
GRECO, Pablo J.; BENDA, R. (Orgs.). Iniciação esportiva universal: Da aprendizagem motora ao
treinamento técnico. v. 1. Belo Horizonte: Universitária, 1998.
GRECO, Pablo Juan (Org.). Iniciação esportiva universal: Metodologia da iniciação tática. v. 2.
Belo Horizonte: Universitária, 1998.
HEINZ A. & LUDWIG, Rotherberg, Ensino dos jogos esportivos. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico,1974.
KUNZ, Elenor (Org.). Didática da Educação Física 1. 4 ed. Ijuí, RS: Unijuí, 2006.
KUNZ, Elenor (Org.). Didática da Educação Física 3: futebol. 2 ed. Ijuí, RS: Unijuí, 2005.
SOUZA, Juliana Sturmer Soares; KNIJNIK, Jorge Dorfman. A mulher invisível: gênero e esporte
em um dos maiores jornais diários do Brasil. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte.
São Paulo, v. 21, n. 1, p. 35-48, jan./mar. 2007.
TEIXEIRA, Rosana da Câmara. Torcidas jovens cariocas: símbolos e ritualização. Esporte e
Sociedade, revista eletrônica, n. 2, mar/jun 2006.
VALENTE, Edison Franciso. O ideal olímpico e o esporte para todos. In: TURINI, Marcio; COSTA,
Lamartine P. da. Coletânea de textos em estudos olímpicos. v. 1 e 2. Rio de Janeiro: GAMA
FILHO, 2002

71
VAZ, Alexandre Fernadez. Teoria crítica do esporte: origens, polêmicas, atualidades. Esporte e
Sociedade. Revista eletrônica, ano 0, n. 1, nov. 2005/fev.
Bibliografia Complementar

PRONI, Marcelo Weishaupt. A reinvenção dos jogos olímpicos: um projeto de marketing.
Esporte e Sociedade, revista eletrônica, ano 3, n. 9, Jul.2008/Out.2008.

Disciplina:

METODOLOGIA DO ENSINO DOS ESPORTES COLETIVOS 2

Semestre:

Sétimo

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

80 horas

EMENTA: O esporte enquanto elemento da cultura, imerso na rede social específica de
cada comunidade. Possibilidades do trato dos esportes coletivos nas aulas de Educação
Física na Educação Básica nas dimensões conceitual (ensino sobre os esportes
coletivos), procedimental (ensino de modalidades dos esportes coletivos) e atitudinal
(ensino através dos esportes coletivos). Experiências de ensino e de avaliação da
aprendizagem de práticas esportivas coletivas nas aulas de educação física da educação
básica.
Bibliografia básica
ASSIS, S. Reinventando o esporte: possibilidade da prática pedagógica. Campinas, SP: Autores
Associados, 2001.
BRACHT, Valter. Sociologia crítica do esporte: uma introdução. Vitória: UFES, 1997.
CODEA, André Luiz de Brito Teles; CODEA, Janaína de Souza Marinho Teles; BERESFORD,
Heron. Uma perspectiva histórica sobre os jogos olímpicos: da pré-história dos jogos a Barão
de Coubertin e o ideal olímpico. In: TURINI, Marcio; COSTA, Lamartine P. da. Coletânea de
textos em estudos olímpicos. v. 1 e 2. Rio de Janeiro: GAMA FILHO, 2002.
DARIDO, S. & RANGEL, I. C. A. (org.) Educação física na escola: implicações para a prática
pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
FERREIRA, Nilda Teves; COSTA, Vera Lucia M. Esporte, jogo e imaginário social. Rio de Janeiro:
Shape, 2003.
GODOY, Letícia; COSTA, Lamartine Pereira da; GLOMB, Martha A. Picaz. Educação olímpica no
ensino fundamental: projeto da UFPR, Curitiba – Paraná. In: TURINI, Marcio; COSTA, Lamartine
P. da. Coletânea de textos em estudos olímpicos. v. 1 e 2. Rio de Janeiro: GAMA FILHO, 2002.

72
GRECO, Pablo J.; BENDA, R. (Orgs.). Iniciação esportiva universal: Da aprendizagem motora ao
treinamento técnico. v. 1. Belo Horizonte: Universitária, 1998.
GRECO, Pablo Juan (Org.). Iniciação esportiva universal: Metodologia da iniciação tática. v. 2.
Belo Horizonte: Universitária, 1998.
HEINZ A. & LUDWIG, Rotherberg, Ensino dos jogos esportivos. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico,1974.
KUNZ, Elenor (Org.). Didática da Educação Física 1. 4 ed. Ijuí, RS: Unijuí, 2006.
KUNZ, Elenor (Org.). Didática da Educação Física 3: futebol. 2 ed. Ijuí, RS: Unijuí, 2005.
PRONI, Marcelo Weishaupt. A reinvenção dos jogos olímpicos: um projeto de marketing.
Esporte e Sociedade, revista eletrônica, ano 3, n. 9, Jul.2008/Out.2008.
SOUZA, Juliana Sturmer Soares; KNIJNIK, Jorge Dorfman. A mulher invisível: gênero e esporte
em um dos maiores jornais diários do Brasil. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte.
São Paulo, v. 21, n. 1, p. 35-48, jan./mar. 2007.
TEIXEIRA, Rosana da Câmara. Torcidas jovens cariocas: símbolos e ritualização. Esporte e
Sociedade, revista eletrônica, n. 2, mar/jun 2006.
VALENTE, Edison Franciso. O ideal olímpico e o esporte para todos. In: TURINI, Marcio; COSTA,
Lamartine P. da. Coletânea de textos em estudos olímpicos. v. 1 e 2. Rio de Janeiro: GAMA
FILHO, 2002.

Bibliografia Complementar

VAZ, Alexandre Fernadez. Teoria crítica do esporte: origens, polêmicas, atualidades.
Esporte e Sociedade. Revista eletrônica, ano 0, n. 1, nov. 2005/fev. 2006.

Disciplina:

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO 3

Semestre:

Sétimo

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

Bibliografia Básica

100 horas

73
BIANCHI, Ana Cecilia; ALVARENGA, Marina; BIANCHI, Roberto. Orientação para Estágio em
Licenciatura. São Paulo: Pioneira Thomson, 2005.
BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação
Infantil – Parecer CEB 22/98 e Resolução CEB 01/99. Brasília: CNE, 1999.
PICONEZ, Stela C. Bertholdo. A prática de Ensino e o Estágio Supervisionado. 12ª ed. São
Paulo: Papirus, 2002. (Coleção Magistério: formação e trabalho pedagógico).
PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência. São Paulo: Cortez,
2008. (Coleção docência em formação. Série saberes Pedagógicos).
_____. O Estágio na Formação de Professores. 6ª ed. São Paulo: Cortez, 2006.

Bibiografia Complementar

ARRIBAS, T. L. A educação física de 3 a 8 anos. 7ª ed. Porto Alegre: ArtMed, 2002.
DARIDO, S; RANGEL, I.C.A (Org.). Educação Física na escola: implicações para a prática
pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
FREITAS, Luiz Carlos. Crítica da organização do trabalho pedagógico e da didática. Campinas:
Papirus, 1995.
MASETTO, Marcos. Didática: a aula como centro. São Paulo: FTD, 1996.
VEIGA, Ilma P. A. Didática: o ensino e suas relações. São Paulo: Papirus, 1996.
ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: ArtMed, 1998.

Disciplina:

PROJETOS INTEGRADORES 6

Semestre:

Sétimo

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

40 horas

EMENTA: Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo estruturado a

74
partir de atividades interdisciplinares em conformidade com a especificidade do curso
Bibliografia básica
Obs.: Contempla toda bibliografia utilizada pelas disciplinas do semestre e mais a bibliografia
definida pelo tema a serem trabalhados.

TRONCO PROFISSIONALIZANTE – 8º semestre

Disciplina:

ESTÁGIO SUPERVISIONADO 4

Semestre:

Oitavo

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

100 horas

EMENTA: Sistematização da intervenção do estagio na área de Educação Física, no Ensino
Médio, através da construção e desenvolvimentos de Projetos de intervenção na escola campo
de estágio, identificando e vivenciando problemas enfrentados pelo professor nos momentos
de ensino e aprendizagem e formas adequadas para solucioná-los.

Bibliografia Básica

BIANCHI, Ana Cecilia; ALVARENGA, Marina; BIANCHI, Roberto. Orientação para Estágio em
Licenciatura. São Paulo: Pioneira Thomson, 2005.
BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação
Infantil – Parecer CEB 22/98 e Resolução CEB 01/99. Brasília: CNE, 1999.
PICONEZ, Stela C. Bertholdo. A prática de Ensino e o Estágio Supervisionado. 12ª ed. São
Paulo: Papirus, 2002. (Coleção Magistério: formação e trabalho pedagógico).

75
PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência. São Paulo: Cortez,
2008. (Coleção docência em formação. Série saberes Pedagógicos).
_____. O Estágio na Formação de Professores. 6ª ed. São Paulo: Cortez, 2006.

Bibiografia Complementar

ARRIBAS, T. L. A educação física de 3 a 8 anos. 7ª ed. Porto Alegre: ArtMed, 2002.
DARIDO, S; RANGEL, I.C.A (Org.). Educação Física na escola: implicações para a prática
pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
FREITAS, Luiz Carlos. Crítica da organização do trabalho pedagógico e da didática. Campinas:
Papirus, 1995.
MASETTO, Marcos. Didática: a aula como centro. São Paulo: FTD, 1996.
VEIGA, Ilma P. A. Didática: o ensino e suas relações. São Paulo: Papirus, 1996.
ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: ArtMed, 1998.

Disciplina:

BASES TEÓRICO-METODOLÓGICAS DO TREINAMENTO DESPORTIVO

Semestre:

Oitavo

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

60 horas

EMENTA: Abordagem sobre a evolução do treinamento desportivo físico. Estudo das bases
gerais do treinamento e condicionamento físico, musculação e suas conseqüências. Elaboração
de programas e planejamento do treinamento desportivo. Estudo os métodos de treinamento,
das principais qualidades físicas para as diferentes atividades e esportes e dos princípios
científicos. Planejamento, diagnóstico, prognóstico, execução e acompanhamento do
treinamento desportivo. Estruturação da periodização do treinamento desportivo.

76

Bibliografia básica
BARBANTI, V. J. Treinamento físico: bases científicas. 2. ed. São Paulo: Clr. Balieiro, 2002.
DANTAS, E. H. A prática da preparação Física. Rio de Janeiro. 6ª ed. Rio de Janeiro: Shape
editora, 2004.
MCARDLE, W & Katzh, F.J. Fisiologia do exercício, energia, nutrição e desempenho humano. 5ª
ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2003.
PLATONOV, Vladimir N. Treinamento Desportivo para nadadores de alto nível. São Paulo:
Phorte, 2005
TUBINO, M. J. G. ; MOREIRA, S. B. Metodologia científica do treinamento despotivo. 13ª Ed.
Rio de Janeiro: Shape editora, 2003.

Disciplina:

PROJETOS INTEGRADORES 7

Semestre:

Oitavo

Carga horária:

Código:

EFIA

Pré-requisito:

40 horas

EMENTA: Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo estruturado a
partir de atividades interdisciplinares em conformidade com a especificidade do curso
Bibliografia básica
Obs.: Contempla toda bibliografia utilizada pelas disciplinas do semestre e mais a bibliografia
definida pelo tema a serem trabalhados.

DISCIPLINAS ELETIVAS

SOCORROS DE URGÊNCIA EM EDUCAÇÃO FÍSICA (40h)

77
Ementa: Reconhecimento da situação de emergência, prioridades e condutas a serem tomadas
frente ao acidentado. Estudo sobre a prevenção, identificação e abordagens com acidentes
nas aulas de Educação Física. Estudo sobre as lesões mais freqüentes relacionadas às práticas
de atividades físicas e esportes. Estudo teórico-prático da atuação do Professor de Educação
Física na prática de primeiro socorrista.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GOMES, A. M. Emergência. São Paulo/USP: EPU, 1994.
MISSIANO, F. Guia para situações de emergência. São Paulo: Cultrix, 1997.
SANTOS, R. R. & CANETTI, M. D. Manual de socorros de emergência. Rio de Janeiro: Atheneu,
1999.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
NOVAES, J. da S; NOVAES, G. da S. Manual de primeiros socorros para Educação Física. Rio de
Janeiro: Editora Sprint, 1994.
VIANA, M. S. O. Socorros de emergência: guia básico. Rio de Janeiro: Atheneu, 1999.

ENERGIA, NUTRIÇÃO E DESEMPENHO HUMANO (40h)
Ementa: Estudo dos fatores limitantes do rendimento físico-esportivo e da ajuda ergogênica da
nutrição aplicada. Classificação das atividades físico-esportivas quanto às características
técnicas e as implicações metabólicas (substrato energético). Orientação sobre a estrutura
básica dos nutrientes. Enfoque sobre a natureza e as fontes dos nutrientes. Orientação sobre a
aplicabilidade da pirâmide dos alimentos. Estudo do controle e do equilíbrio ponderal.
Abordagem sobre programas de controle alimentar.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MCARDLE, W & Katzh, F.J. Fisiologia do exercício, energia, nutrição e desempenho humano.
São Paulo: Guanabara Koogan, 1992.
LANCHA, L. & HEBERT, A. Nutrição e metabolismo aplicado à atividade. Rio de Janeiro:
Atheneu, 2002.

78
HIRSCHBUCH, M. D. & CARVALHO, J. Nutrição esportiva. São Paulo: Manole, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MANGMAN, R. & BURKE, L. Nutrição esportiva. Artmed, 2004.
RODRIGUES, Y. T. Adolescente, esporte e nutrição. Rio de Janeiro: Atheneu, 1984.
SETTINERI, L. I. C. Nutrição e atividade física. Rio de Janeiro: Atheneu, 1987.
TRAPEGUI, J. Nutrição, metabolismo e suplementação da atividade. Atheneu, 2005.

METODOLOGIA DO TREINAMENTO FÍSICO (40h)
Ementa: Estudo da preparação física nos esportes individuais e coletivos. Elaboração de
avaliação diagnóstica do atleta. Orientação sobre o treinamento físico na infância e
adolescência. Enfoque sobre o planejamento, diagnóstico, prognóstico, execução e
acompanhamento do treinamento físico

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BARBANTI, V. J. Treinamento físico: bases científicas. 2. ed. São Paulo: Clr. Balieiro, 2002.
BOMPA, T. Treinando atletas de desporto coletivo. Rio de Janeiro: Phorte Editora, 2005.
_________. A periodização no treinamento esportivo. São Paulo: Manole, 2001.
DANTAS, E. H. A prática da preparação Física. 6ª ed. Rio de Janeiro: Shape editora, 2004.
DE LA ROSA, C. A. Treinamento Desportivo – carga, estrutura e planejamento. São Paulo:
Phorte Editora, 2001.
WEINECK, J. Treinamento Ideal. 9ª Ed. São Paulo: Manole, 1999.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FLECK, SJ; KRAEMER, WJ. Fundamentos do Treinamento de Força Muscular. 2ª ed. Porto
Alegre: Artmed, 1999.

79
GARRET, W. E. e KIRKENDALL, D. T. A ciência do exercício e dos esportes. Porto Alegre: Artmed,
2003.
MCARDLE, W & Katzh, F.J. Fisiologia do exercício, energia, nutrição e desempenho humano.
São Paulo: Guanabara Koogan, 1992
TUBINO, M. J. G. ; MOREIRA, S. B. Metodologia científica do treinamento despotivo. 13ª Ed.
Rio de Janeiro: Shape editora, 2003.

METODOLOGIA DO TREINAMENTO FÍSICO PARA NÃO-ATLETAS (40h)
Ementa: Estudo dos aspectos fisiológicos básicos para compreensão das recomendações sobre
a preparação física de sujeitos não-atletas. Elaboração da avaliação pré-participatória em
programas de exercícios físicos para não-atletas. Orientação sobre o treinamento físico de
não-atletas para desenvolver a aptidão física relacionada à saúde. Adequação do treinamento
físico na infância e na adolescência.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
POLLOCK, M. L.; WILMORE, J. H. Exercícios na saúde e na doença. 2. ed. Rio de Janeiro: MEDSI,
1993
ROBERGS, R. A.; ROBERTS, S. O. Fisiologia do exercício para aptidão, desempenho e saúde. São
Paulo: Phorte, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
HOWLEY, E. T.; POWERS, S. K. Fisiologia do exercício. São Paulo: Manole, 2000.
AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Pesquisas do ACSM para a fisiologia do exercício
clínico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.

DESENVOLVIMENTO E PRESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS FÍSICOS PARA POPULAÇÕES ESPECIAIS
(40h)
Ementa: Análise epidemiológica das principais doenças crônicas (cardiopatias, hipertensão,
diabetes e obesidade). Repercussão sócio-econômica da prática do exercício por portadores de
doenças crônicas. Inclusão dos portadores de doenças crônicas na prática de exercícios físicos.
Identificação no contexto da saúde das principais características de grupos especiais (crianças,

80
adolescentes, mulheres gestantes e idosos). Repercussão do exercício aplicado a grupos
especiais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
POLLOCK, M. L.; WILMORE, J. H. Exercícios na saúde e na doença. 2. ed. Rio de Janeiro: MEDSI,
1993
ROBERGS, R. A.; ROBERTS, S. O. Fisiologia do exercício para aptidão, desempenho e saúde. São
Paulo: Phorte, 2002.
SIMÃO, R. Fisiologia e prescrição do exercício para grupos especiais. São Paulo: Phorte, 2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BOUCHARD, Claude. Atividade física e obesidade. São Paulo: Manole, 2002.
THOMPSON, Paul. O exercício e a cardiologia do esporte. São Paulo: Manole, 2003
AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Pesquisas do ACSM para a fisiologia do exercício
clínico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.

DESENVOLVIMENTO NEURO-MOTOR E DISTÚRBIOS DE APRENDIZAGEM (40h)
Ementa: Estudo dos conceitos e aplicações das teorias psicogenéticas na educação de crianças
e adolescentes e estudo de síndromes causadas por lesões em estruturas neurais envolvidas
na cognição e no movimento.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
LA TAILLER, Yves de. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo:
Summus, 1992.
LURIA, A.R. Desenvolvimento cognitivo: seus fundamentos culturais e sociais. São Paulo: Ícone,
1990.
OLIVEIRA, Marta K. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento - um processo sócio-histórico.
São Paulo: Scipione, 1997.

81
PIAGET, J. Problemas de psicologia genética: o tempo e o desenvolvimento intelectual da
criança e os estágios de desenvolvimento intelectual da criança e do adolescente. Coleção os
pensadores. São Paulo: Abril, 1978.
LÚRIA, A . R. Pensamento e Linguagem. As últimas conferências de Lúria. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1990.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CASTORINA, José A . et al. Piaget e Vygotsky: novas contribuições para o debate. São Paulo:
Ática, 1996.
VAYER, P. A dinâmica da ação educativa para as crianças inadaptadas. São Paulo: Manole,
1997.

TÓPICOS AVANÇADOS EM ATIVIDADE FÍSICA ADAPTADA (40h)
Ementa: As temáticas a serem desenvolvidas em Tópicos Avançados em Atividade Física
Adaptada serão definidas em função dos interesses dominantes levantados junto à
comunidade de docentes e discentes dos dois tipos. A intenção é dar um sentido dinâmico e
atual aos temas gerais dos tópicos, conforme denominados na grade curricular. O
levantamento de interesses será feito semestralmente a partir de consulta direta juntos aos
grupos interessados. Para cada tema oferecido será desenvolvido e arquivado a respectiva
ementa e programa. Os temas gerais propostos para a disciplina poderão ser suprimidos,
assim como novos temas poderão ser agregados em função da dinâmica do conhecimento e
do mercado de trabalho nas áreas de aprofundamento. Orientações sobre sua organização
didática para o trato na Educação Física Escolar.

BIBLIGRAFIA BÁSICA:
A bibliografia será definida de acordo com os temas e questões propostos.

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE (40h)
Ementa: Análise historiográfica do pensamento na Educação Física e nos esportes no Brasil.
Estudo da Educação Física e dos esportes face às políticas governamentais. Estudo da

82
estruturação das Instituições formadoras dos profissionais em Educação Física e esportes.
Estudo da categoria profissional, seu processo organizativo, suas entidades, suas formas de
luta: análise e perspectiva.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ELIAS, N. Dunning, Erick. Em busca da excitação. Lisboa: Difel, 1992.
LOVISOLO, H. Educação física: a arte da mediação. Rio de Janeiro: Sprint, 1995.
PARLEBAS, P. Perspectivas para una educación física moderna. Andalucia: Unisport Andalucia,
1987.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PROST, A.; VINCENT, G. História da vida privada. V. 5. São Paulo: Cia. das Letras, 1992.
SOARES, C. L. Educação física – raízes européias e Brasil. São Paulo: Autores Associados, 1994.

CULTURA CORPORAL E DESENVOLVIMENTO HUMANO (40h)
Ementa: Estudos acerca das condições históricas através das quais o homem se humanizou,
nas quais as relações sociais deixaram de ser determinadas unicamente pelas leis biológicas,
sendo determinadas principalmente pelas leis sócio-históricas desenvolvendo-se, neste
processo, entre outros conhecimentos, o conhecimento elaborado da cultura corporal.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SOARES et alli. Metodologia do Ensino da Educação Física. São Paulo:
Cortez, 1992.
DUARTE, Newton. Sociedade do Conhecimento ou sociedade das ilusões?: Quatro ensaios
crítico-dialéticos em filosofia da educação. Campinas, SP: Autores Associados, 2003. (Coleção
Polêmicas do Nosso Tempo).
ENGELS, Frederic. O Papel do Trabalho na Transformação do Macaco em Homem. 4ª. ed. São
Paulo: Global, 1990.

83
ESCOBAR, Micheli Ortega & TAFFAREL, Celi Nelza Zülke. Cultura Corporal e os
dualismos necessários à ordem do capital. Rascunho digital.
www.faced.ufba/rascunhodigital.
LEONTIEV, Alexis. O homem e a cultura. In: Desporto e desenvolvimento humano. Adam, Y. e
outros. Lisboa: Seara nova. 1977: 47-74.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LESSA, S. e TONET, I. Introdução á filosofia de Marx. São Paulo: Expressão Popular, 2008.
MÉSZÁROS, István. A Educação para Além do Capital. São Paulo: Boitempo Editorial, 2005.

CURRÍCULOS E PROGRAMAS EM EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR (40h)
Ementa: Levantamento e Análise das formas de sistematização do ensino da educação física na
escola, tendo como referência o que propõem as Diretrizes Curriculares para os diferentes
níveis de escolaridade e as propostas curriculares para o ensino da educação física na
educação básica em especial a do estado de Alagoas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Diretrizes curriculares nacionais para a educação
infantil – Parecer CEB 22/98 e Resolução CEB 01/99. Brasília: CNE, 1999.
BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Diretrizes curriculares nacionais para o ensino
fundamental – Parecer CEB 04/98. Brasília: CNE, 1998.
BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Diretrizes curriculares nacionais para o ensino médio
– Parecer CEB 15/98 e Resolução CEB 03/98. Brasília: CNE, 1999.
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto/ Secretaria de Educação Fundamental.
Parâmetros Curriculares Nacionais, Brasília, 1998.
CAPARRÓZ, Francisco Eduardo (org.). Educação Física Escolar: política, investigação e
intervenção. vol. 1. Vitória: PROTEORIA, p. 67-80, 2001.

84
Rangel, Irene Conceição Andrade; DARIDO, Suraya Cristina. (orgs.). Educação Física na escola:
implicações para a prática pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. (Educação
Física no ensino superior).
RESENDE, Helder Guerra de. A educação física na perspectiva da cultura corporal: uma
proposição didático-pedagógica. (Tese de Livre Docência). Rio de Janeiro: UGF, 1992.
SAVIANI, Nereide. Saber escolar, currículo e didática: problemas da unidade conteúdo/método
no processo pedagógico. 4 ed. Campinas: Autores Associados, 2003. (Coleção educação
contemporânea).
SOUZA JÚNIOR, Marcílio Barbosa Mendonça de. A Educação Física como componente
curricular...? Isso é história! Uma reflexão acerca do saber e do fazer. (Mestrado).
Universidade Federal de Pernambuco. 1999.
______. (org.). Educação Física Escolar: teoria e prática curricular, saberes escolares e proposta
pedagógica. Recife: EDUPE, p. 85-95. 2005.
ALAGOAS. Secretaria de Estado de Educação. Referencial Curricular de Educação Física para o
Ensino Fundamental do Estado de Alagoas. Maceió, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ASSIS, Vannina de Oliveira. Os referenciais curriculares para a educação física na escola do
Ensino Fundamental da rede estadual brasileira: uma análise teórico-metodológica.
(Mestrado). Universidade Gama Filho. 2008.
acre. Secretaria de Estado de Educação. Referencial Curricular de Educação Física para a rede
pública estadual de ensino do Estado do Acre. Rio Branco, 2004.
PARANÁ. Secretaria de Estado de Educação. Diretrizes Curriculares para o Ensino Fundamental
–
Educação
Física.
Disponível
em:
<
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/portal/diretrizes/dir_ef_educfis.pdf>. Acesso
em: 05 set. 2006.
RIO DE JANEIRO. Secretaria de Estado de Educação. Reorientação Curricular de Educação
Física: Proposta de Diretriz Curricular. Rio de Janeiro, 2006. (mimeo).
______b. Secretaria de Estado de Educação. Reorientação Curricular – Curso de Atualização
para Professores Regentes – Educação Física – Ensino Fundamental e Ensino Médio – Sucesso
Escolar. Rio de Janeiro, 2006.
SANTA CATARINA. Secretaria de Estado de Educação e do Desporto. Proposta Curricular de
Santa Catarina: Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio – Disciplinas Curriculares.
Florianópolis: COGEN, 1998. Disponível em: . Acesso em: 05 abr. 2005.

85
SANTA CATARINA. Secretaria de Estado de Educação e do Desporto. Proposta Curricular de
Santa Catarina: Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio – Temas Multidisciplinares.
Florianópolis: COGEN, 1998.
Disponível em: . Acesso em: 05 abr. 2005.
SÃO PAULO. Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas
Pedagógicas. Proposta Curricular de Educação Física – Introdução – Versão Preliminar.
Disponível em: . Acesso em: 05 abr. 2005.
SÃO PAULO. Secretaria de Estado da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo:
Educação Física /Coord. Maria Inês Fini. – São Paulo: SEE, 2008.
TANI Go. Educação Física, vida e movimento. [São Paulo], [200-]. 50 p.
SERGIPE. Secretaria de Estado da Educação. Portaria no 0401/2004. 19 de fevereiro de 2004.
Trata sobre a normatização do ensino da Educação Física. Aracaju. 2004.
SERGIPE. Secretaria de Estado da Educação. Seriação de Conteúdos para o Ensino Fundamental
- 5ª a 8ª séries. Disponível em: . Acesso em 28 set. 2006.
SERGIPE. Secretaria de Estado da Educação. Departamento de Educação Física. Proposta
Curricular de Educação Física. Aracaju, Outubro, 2007.
MENEZES, Lisane Teixeira Dantas; LIRA, Núbia Josania Paes de. Considerações e Proposições
Curriculares para a Educação Física Escolar. In: Coletânea de Trabalhos do IV Encontro Estadual
de Educação Física. Sergipe: SEED/DEF, 2001.
MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Educação. Conteúdo Básico Comum (CBC). Disponível
em: . Acesso em: 28 out. 2006.

CULTURA CORPORAL, ESPORTE E LAZER E A EDUCAÇÃO DO CAMPO (40h)
Ementa: Estudos, mapeamento, registro e organização de banco de dados acerca das
manifestações da cultura corporal do campo e das possibilidades de ampliação deste acervo
pelo professor de educação física no contexto da Educação do Campo considerando a questão
agrária no Brasil; estudo de políticas e experiências desenvolvidas junto aos movimentos de
luta da classe trabalhadora do campo, no campo da Cultura Corporal, Esporte e Lazer.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

86
ALBUQUERQUE, J. O.; CASAGRANDE, N.; ESCOBAR, M. O.; TAFFAREL, Celi Nelza Zulke. A prática
pedagógica da Educação Física no MST: possibilidades de articulação entre teoria pedagógica,
teoria do conhecimento e projeto histórico. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, v. 28, p.
121-140, 2007.
ESCOBAR, M. O. Cultura Corporal na escola: tarefas da Educação Física. Motrivivência,
Florianópolis, 07 (08), 91-100, Dez. 1995.
CHAVES, Márcia, SÁNCHEZ GAMBOA, Silvio & TAFFAREL, Celi (Orgs.). Prática
Pedagógica e Produção do Conhecimento em Educação Física & Esporte e Lazer. Linha de
Estudo e Pesquisa em Educação Física & Esporte e Lazer [LEPEL/UFAL/UFBA]. Maceió: Edufal,
2003.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PISTRAK, M.M. Fundamentos da Escola do Trabalho. 1º ed. São Paulo: Expressão Popular,
2000.
STÉDILE, J. P. (Org.). A questão agrária no Brasil: o debate tradicional: 1500-1960. São paulo:
Expressão Popular, s/d.
TAFFAREL, C. N. Z. E ESCOBAR, M. O. Educação Física e Movimentos de Luta Sociais.
Universidade
Federal
da
Bahia-Faculdade
de
Educação.
Disponível
em:
www.faced.ufba/rascunhodigital.

SEMINÁRIO DE TEMAS ATUAIS EM EDUCAÇÃO FÍSICA, ESPORTE E LAZER (40h)
Ementa: Estes seminários destinam-se a criação do hábito sistemático de leitura especializada
e debates por parte dos graduandos. Os Seminários deverão privilegiar temas gerais sobre as
questões educacionais, do movimento, da saúde, do esporte, do lazer, da estética e outros
afins. A dinâmica dos Seminários compreenderá as definições temáticas, recursos de
levantamento bibliográfico convencionais e informatizados, aplicação das técnicas de leitura
documental e analítica, desenvolvimento de painéis de debates e apresentação final de uma
resenha crítica.

87
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
A bibliografia será definida de acordo com os temas e questões propostos.

ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS LÚDICO-ESPORTIVOS ESCOLARES (40h)
Ementário: Planejamento de eventos esportivos e educacionais: conceitos, teorias clássicas e
princípios gerais. Estudo sobre os modelos e tipos de eventos em educação física, esporte e
lazer: tipos, estrutura organizacional. Estudo dos modelos e técnicas de organização de
eventos físico-esportivos: como criar, como planejar, como comercializar e como gerir (estudo
de casos),

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CAPINUSSU, M. J. Competições esportivas: organizações e esquemas. São Paulo: Ibrasa, 1981.
CERTEAU, M. de. Cultura no plural. Campinas: Papirus, 1994.
KAST, F. & ROSENZWEYG, J. Organização e administração: um enfoque sistêmico. São Paulo:
Pioneira, s/d.
MELO NETO, F. P. Administração e marketing. Rio de Janeiro: Sprint, 1998.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
REZENDE, J. R. Organização e administração no esporte. Rio de Janeiro: Sprint, 2000

EXPRESSÃO CORPORAL (40h)
Ementa: Desenvolvimento de vivências que promovam a educação das sensações, através de
exercícios de sensibilização, de compreensão e significação do desenho do corpo no espaço,
para expressão corporal, e suas implicações anatomofisiológicas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

88
BARRETO, D. Dança: ensino, sentidos e possibilidades na escola. Campinas,/SP: Autores
associados, 2004.
GARCIA, R. L. (org.) et al. O corpo que fala dentro e fora da escola. Rio de janeiro: DP & A,
2002.
GONÇALVES, M. A. Sentir, pensar, agir: corporeidade e educação. 5ª ed. Campinas/SP: Papirus,
1994.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
HASELBACH, B. Dança, improvisação e movimento. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1988.
RENAUD, C. P. Linguagem do silêncio: expressão corporal. São Paulo: Summus, 1990.

LUDICIDADE (40h)
Ementa: Estudo das relações entre a Ludicidade e Educação Física na sociedade
contemporânea. Políticas públicas, semi-públicas e privadas na área de recreação/lazer:
planejamento e implementação.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AFONSO, J. Aprendizagem por meio da ludicidade. Rio de janeiro: Sprint, 2005.
BRUHNS, H. T. O corpo e o lúdico. Campinas/SP: Autores Associados, 2002.
MARCELINO, N. C. Lúdico, educação e educação física. Inijuí: Ijuí, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PASSOS, N. C. et al. Os jogos e o lúdiico na aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2003.

TÓPICOS ESPECIAIS NO ENSINO DAS DANÇAS FOLCLÓRICAS (40h)

89
Ementa: Estudo sobre informações gerais acerca do Folclore Brasileiro e da cultura local
através do seu estudo teórico e prático e as suas relações com a Educação Física Escolar.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ARAÚJO, A. M. Folclore Nacional I. Martins Fontes, 2002.
______. Folclore Nacional II. Martins Fontes, 2002.
______. Folclore Nacional III. Martins Fontes, 2002.
LIMA, R. T. A ciência do Folclore. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
CASCUDO, L. C. Dicionário do folclore brasileiro. Rio de janeiro: Global Editora, 2000.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MEGALE, N. B. Folclore brasileiro. Petrópolis/RJ: Vozes, 1999.
RIBEIRO, P. S. Folclore: aplicação pedagógica. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

TÓPICOS ESPECIAIS NO ENSINO DA GINÁSTICA (40h)
Ementa: As temáticas a serem desenvolvidas em Tópicos Especiais no Ensino da Ginástica
serão definidas em função dos interesses dominantes levantados junto à comunidade de
docentes e discentes dos dois tipos. A intenção é dar um sentido dinâmico e atual aos temas
gerais dos tópicos, conforme denominados na grade curricular. O levantamento de interesses
será feito semestralmente a partir de consulta direta juntos aos grupos interessados. Para cada
tema oferecido será desenvolvido e arquivado a respectiva ementa e programa. Os temas
gerais propostos para a disciplina poderão ser suprimidos, assim como novos temas poderão
ser agregados em função da dinâmica do conhecimento e do mercado de trabalho nas áreas
de aprofundamento. Orientações sobre sua organização didática para o trato da Educação
Física Escolar.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
A bibliografia será definida de acordo com os temas e questões propostos.

90

METODOLOGIA DO ENSINO DA CAPOEIRA (40h)
Ementa: Introdução ao aprendizado da capoeira, através de seus elementos básicos,
preparação corporal, golpes, canto, instrumentos e seus toques e o jogo, possibilitando uma
reflexão sobre o conhecimento do processo histórico de seu desenvolvimento. Orientações
sobre sua organização didática para o trato da Educação Física Escolar.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRUHNS, H. T. Futebol, carnaval e capoeira. São Paulo: Papirus, 2000.
CAPOEIRA, N. Capoeira, galo cantou. Atheneu, 1984.
CAPOEIRA, N. & LADD, A. Little capoeira book. Oxford/USA: Pub Group West, 2003.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SILVA, J. M. F. A linguagem do corpo na capoeira. Rio de janeiro: Sprint, 2004

TÓPICOS ESPECIAIS EM JOGOS E BRINCADEIRAS POPULARES PARA A EDUCAÇÃO FÍSICA
ESCOLAR (40h)
Ementas: As temáticas a serem desenvolvidas em Metodologia do Ensino dos Jogos e
Brincadeiras Populares para a Educação Física Escolar serão definidas em função dos
interesses dominantes levantados junto à comunidade de docentes e discentes dos dois tipos.
A intenção é dar um sentido dinâmico e atual aos temas gerais dos tópicos, conforme
denominados na grade curricular. O levantamento de interesses será feito semestralmente a
partir de consulta direta juntos aos grupos interessados. Para cada tema oferecido será
desenvolvido e arquivado a respectiva ementa e programa. Os temas gerais propostos para a
disciplina poderão ser suprimidos, assim como novos temas poderão ser agregados em função
da dinâmica do conhecimento e do mercado de trabalho nas áreas de aprofundamento.
Orientações sobre sua organização didática para o trato da Educação Física Escolar.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
A bibliografia será definida de acordo com os temas e questões propostos.

91

METODOLOGIA DO ENSINO DA GINÁSTICA RÍTMICA (40h)
Ementas: As temáticas a serem desenvolvidas em Metodologia do Ensino da Ginástica Rítmica
serão definidas em função dos interesses dominantes levantados junto à comunidade de
docentes e discentes dos dois tipos. A intenção é dar um sentido dinâmico e atual aos temas
gerais dos tópicos, conforme denominados na grade curricular. O levantamento de interesses
será feito semestralmente a partir de consulta direta juntos aos grupos interessados. Para cada
tema oferecido será desenvolvido e arquivado a respectiva ementa e programa. Os temas
gerais propostos para a disciplina poderão ser suprimidos, assim como novos temas poderão
ser agregados em função da dinâmica do conhecimento e do mercado de trabalho nas áreas
de aprofundamento. Orientações sobre sua organização didática para o trato da Educação
Física Escolar.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
A bibliografia será definida de acordo com os temas e questões propostos.

METODOLOGIA DO ENSINO DA GINÁSTICA ARTÍSTICA (40h)
Ementas: As temáticas a serem desenvolvidas em Metodologia do Ensino da Ginástica
Artística serão definidas em função dos interesses dominantes levantados junto à comunidade
de docentes e discentes dos dois tipos. A intenção é dar um sentido dinâmico e atual aos
temas gerais dos tópicos, conforme denominados na grade curricular. O levantamento de
interesses será feito semestralmente a partir de consulta direta juntos aos grupos
interessados. Para cada tema oferecido será desenvolvido e arquivado a respectiva ementa e
programa. Os temas gerais propostos para a disciplina poderão ser suprimidos, assim como
novos temas poderão ser agregados em função da dinâmica do conhecimento e do mercado
de trabalho nas áreas de aprofundamento. Orientações sobre sua organização didática para o
trato da Educação Física Escolar.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
A bibliografia será definida de acordo com os temas e questões propostos.

92
METODOLOGIA DO ENSINO DA NATAÇÃO (40h)
Ementa: Estudo dos fundamentos técnico-táticos da natação ao nível do treinamento no
âmbito educacional - formal - nas diferentes formas de manifestação e faixas etárias, fases e
níveis do rendimento esportivo. Orientações sobre sua organização didática para o trato da
Educação Física Escolar.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANDRIES. Natação: treinamento fundamental. São Paulo: Manole, 2002.
CORRÊA, Célia R. F. Natação para adultos (inclui vídeo). Rio de Janeiro: Sprint, 2002.
MACHADO, David C. Natação: teoria e prática. Rio de Janeiro: Sprint, 1995
MAGLISCHO, Ernest W. Nadando ainda mais rápido. São Paulo: Manole, 1999

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PALMER, M. A. Ciência do ensino da natação. São Paulo: Manole, 1990
PLATONOV, Vladimir N. Treinamento Desportivo para nadadores de alto nível. São Paulo:
Phorte, 2005

METODOLOGIA DO ENSINO DO TÊNIS (MESA E CAMPO) (40h)
Ementa: As temáticas a serem desenvolvidas em Metodologia do Ensino do Tenis (mesa e
campo) serão definidas em função dos interesses dominantes levantados junto à comunidade
de docentes e discentes dos dois tipos. A intenção é dar um sentido dinâmico e atual aos
temas gerais dos tópicos, conforme denominados na grade curricular. O levantamento de
interesses será feito semestralmente a partir de consulta direta juntos aos grupos
interessados. Para cada tema oferecido será desenvolvido e arquivado a respectiva ementa e
programa. Os temas gerais propostos para a disciplina poderão ser suprimidos, assim como
novos temas poderão ser agregados em função da dinâmica do conhecimento e do mercado
de trabalho nas áreas de aprofundamento. Orientações sobre sua organização didática para o
trato da Educação Física Escolar.

93
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
A bibliografia será definida de acordo com os temas e questões propostos.

METODOLOGIA DO ENSINO DO ATLETISMO (40h)
Ementa: Estudo e aplicação das técnicas e táticas do Atletismo no planejamento, organização e
execução de programas de treinamento, visando a preparação global de equipes. Orientações
sobre sua organização didática para o trato da Educação Física Escolar.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FERNANDES, J. Luis. Atletismo - corridas. São Paulo: EPU, 1978.
FERNANDES J. Luis. Atletismo – arremessos. São Paulo: EPU, 1978.
DIAGRAM GROUP. Atletismo: provas de pista e campo. São Paulo; Tecnoprint, 1979.
KIRSCH, August; KOCH, Karl; ORO, Ubirajara (rev.) Antologia do atletismo. Rio de janeiro: Ao
Livro Técnico, 1984.
LAIGRET, Fabrice. O Atletismo. Lisboa: Lisboa, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MCNAB, Tom Atletismo: saltos e lançamentos. Porto: Talus, 1979.
MEC - Ministérico da Educação e Cultura - DEFD Caderno técnico didático de&61472;atletismo.
Brasília: MEC, 1977.

METODOLOGIA DO ENSINO DO HANDEBOL (40h)
Ementas: Estudo e aplicação das técnicas e táticas do handebol no planejamento, organização
e execução de programas de treinamento, visando a preparação global de equipes.

94
Orientações sobre sua organização didática para o trato da Educação Física Escolar.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ROTHI, Klaus; EHRET, Arno; SPATE, Dietrich; SCHUBERT, Renate. Manual de Handebol. São
Paulo: Phorte,
HANDEBOL – Regras oficias/ CBHb/ 2005/2009.
MARTINI, Kael. O handebol: técnica, tática e metodologia. Publicações Europa América.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SANTOS, Ana Lúcia Padrão dos. Manual de mini Handebol. 121 páginas. Phorte. São Paulo.
SANTOS, Rogério dos. Handebol - 1000 exercícios. 3ªed. Rio de janeiro: Sprint, 2001.

METODOLOGIA DO ENSINO DO VOLEIBOL (40h)
Ementa: Estudo e aplicação das técnicas e táticas do Voleibol no planejamento, organização e
execução de programas de treinamento, visando a preparação global de equipes. Orientações
sobre sua organização didática para o trato da Educação Física Escolar.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
A bibliografia será definida de acordo com os temas e questões propostos.

METODOLOGIA DO ENSINO DO BASQUETEBOL (40h)
Ementa: Estudo e aplicação das técnicas e táticas do basquetebol no planejamento,
organização e execução de programas de treinamento, visando a preparação global de
equipes. Orientações sobre sua organização didática para o trato da Educação Física Escolar.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

95
DAILTO, Moacir. Basquetebol: Metodologia do Ensino.
BASQUETEBOL – regras oficiais/ CBB. 1998/2000.
ALMEIDA, Marcos Bezerra de. Basquetebol: 1000 exercícios. Rio de janeiro: Sprint, 1999.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALMEIDA, Marcos Bezerra de Basquetebol iniciação. Rio de janeiro: Sprint, 1998.
CARVALHO, Oto Morávia de Caderno Técnico-Didático BASQUETEBOL. Brasília: MEC, 1980.

METODOLOGIA DO ENSINO DO FUTEBOL (40h)
Ementa: Contextualização histórico-social do futebol. Estudo do futebol como fenômeno
cultural corporal do brasileiro. Estudo e aplicação das técnicas e táticas do futebol no
planejamento, organização e execução de programas de treinamento, visando à preparação
global de equipes. Orientações sobre sua organização didática para o trato da Educação Física
Escolar.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FREIRE, J.B. Pedagogia do futebol. Rio de Janeiro: Ney Pereira, 1998.
MATSUDO, V. K. R. Detecção de talentos. In: GHORAYEB, N.; NETO, T.L.B. O exercício:
preparação fisiológica, avaliação médica, aspectos especiais e preventivos. São Paulo:
Atheneu.1999.
SOARES, A J. G. Malandragem no gramado. O declínio de uma identidade. (Dissertação de
Mestrado) Rio de Janeiro: Universidade Gama Filho. 1990

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
TOLEDO, L. H. Torcidas Organizadas de Futebol. Campinas, São Paulo: Editora Autores
Associados.

96

METODOLOGIA DO ENSINO DO FUTSAL (40h)
Ementa: As temáticas a serem desenvolvidas em Metodologia do Ensino do Futsal serão
definidas em função dos interesses dominantes levantados junto à comunidade de docentes e
discentes dos dois tipos. A intenção é dar um sentido dinâmico e atual aos temas gerais dos
tópicos, conforme denominados na grade curricular. O levantamento de interesses será feito
semestralmente a partir de consulta direta juntos aos grupos interessados. Para cada tema
oferecido será desenvolvido e arquivado a respectiva ementa e programa. Os temas gerais
propostos para a disciplina poderão ser suprimidos, assim como novos temas poderão ser
agregados em função da dinâmica do conhecimento e do mercado de trabalho nas áreas de
aprofundamento. Orientações sobre sua organização didática para o trato da Educação Física
Escolar.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
A bibliografia será definida de acordo com os temas e questões propostos.

INGLÊS INSTRUMENTAL (40h)
Ementa: Introdução e prática das estratégias de compreensão escrita que favoreçam uma
leitura mais eficiente e independente de textos variados.

BIBLIOGRAFA BÁSICA:
KERNERMAN, LIONEL. Password: English Dictionary for Speakers of Portuguese, 3nd. ed. São
Paulo: Martins Fontes, 2005.
PINTO, Dilce et al. Compreensão inteligente de textos. Grasping the meaning. vls. 1 e 2. Rio de
Janeiro: Ao livro técnico, 1991.
DIAS, R. Inglês Instrumental – Leitura crítica – Uma Abordagem Construtivista. Belo horizonte:
Editora da UFMG, 1990.
DAINTITH, John. Oxford Dictionary of Chemistry. 6th ed. New York: Oxford
University Press, 2008.

97
WERTHEIM, Jane; Oxlade, Chris; STOCKLEY, Corinne. Illustrated Dictionary of Chemistry. USA:
Usborne Books, 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
HORNBY, A. S. Oxford advanced learner´s dictionary, 7th ed. São Paulo: Oxford do Brasil, 2005.
MURPHY, Raymond. Essential grammar in use: a self-study reference and practice book for
elementary students of English. Great Britain, Cambridge,
1990.

FUNDAMETOS DA MATEMÁTICA 1 (80h)
Ementa: Conjuntos numéricos; relações; funções elementares; exploração gráfica dos
conceitos e algumas aplicações.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BOULOS, Paulo. Introdução ao Cálculo. Ed. Edgard Blucher, 1999.
DOMINGUES, Hygino H. , IEZZI, Gelson. Álgebra Moderna. São Paulo, Atual Editora, 1996.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
IEZZI, Gelson., HAZZAN, Samuel. Fundamentos de Matemática Elementar Vol. 1. São Paulo,
Atual Editora, 2001.
LIMA, Elon Lages, et al: Matemática no Ensino Médio, vol. I. Rio de Janeiro, SBM, 2001.

QUÍMICA GERAL (60h)
Ementa:Teoria Atômica e Estequiometria. Estrutura Eletrônica. Tabela Periódica.Ligação
Química. Forças intermoleculares. Gases, Sólidos e Líquidos. Soluções.

98
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BROWN, T. L.; LEMAY, H. E.; BURSTEN, B. E.; BURDGE, J. R. Química: a
Ciência Central. 9ª ed. São Paulo: Pearson-Prentice Hall, 2005.
KOTZ, J. C.; TREICHEL JR, P. M., Química Geral e Reações Químicas. vls 1 e 2. 5ª. ed. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2005.
BRADY, J. E; HUMISTON,. G.E. Química Geral. vls 1 e 2, Rio de Janeiro : LTC,1996.
RUSSELL, J. W. Química Geral. vls 1 e 2, São Paulo: Makron, 1994.
ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente.
Porto Alegre: Bookman, 2001.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
HALL, N. Neoquímica: a química moderna e suas aplicações. Porto Alegre:
Artmed, 2004.
Mateus, A. L. Química na cabeça. Belo Horizonte, Editora da UFMG. 2001.
ROSENBERG, J.L; EPSTEIN, L.M. Química Geral – Coleção Schaum. Porto
Alegre: Edgard Blucher, 2002.

BIOLOGIA GERAL (60h)
Ementa:A biologia e sua evolução ao longo dos séculos. As teorias que procuram explicar o
surgimento da vida. O estudo da célula. A constituição dos organismos (orgânica e inorgânica)
e, seu funcionamento interno (sistemas, órgãos, etc). A importância do meio ambiente para os
organismos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BAKER, J. J. W. & ALLEN, G. Estudo da Biologia. . Vol. I. São Paulo: Edgard
Blücher 1975.

99
DARWIN, C. A origem das espécies e a seleção natural. 4ª ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 2002.
DE ROBERTIS, E. M. Bases da biologia celular e molecular. 3ª ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
RICKLEFS, R. E. A economia da natureza. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2003.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
JUNQUEIRA, L. C. & CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 8a ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005.
ODUM, E. P. & BARRET, G. W. Fundamentos da ecologia. 5a ed. São Paulo:
Thomson Pioneira, 2007.

FÍSICA GERAL (80h)
Ementa: Grandezas, unidades, padrões, escalas e tamanhos. Gráficos, decaimento,
crescimento exponenciais; escala biológica. Movimentos, biomecânica e elasticidade.
Dinâmica: vôos, trabalho, energia e potência mecânica. Energia potencial, outras formas de
energia e conservação de energia no corpo humano. Fluidos. Bioacústica e comunicação
sonora. Bioeletricidade. Radiação eletromagnética. Biofísica da visão e instrumentos ópticos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
HALLIDAY, et al. 2006. Fundamentos de Física 1: mecânica. 7a ed. São Paulo:
LTC.
OKUNO, E.; CALDAS, I. & CHOW, C. Física para ciências biológicas e
biomédicas. São Paulo: Harbra, 1986.
TIPLER, P. A. & MOSCA, E. Física Vol I: Mecânicas, oscilações e ondas
termodinâmicas. 5a ed. São Paulo: LTC, 2006.

100
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
HALLIDAY, et al. Fundamentos de Física 2: Gravitação, Ondas e
Termodinâmica. 7aed. São Paulo: LTC, 2006.
HEWITT, G. P. Física conceitual. 9a ed. Bookman, 2002.

FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO (40h)
Ementa: Análise das relações entre as questões educacionais e o contexto Sócio – Histórico –
Filosófico, pela compreensão dos modelos de sociedade dos diversos povos, destacando as
principais teorias pedagógicas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DURKHEIM, E. Educação e sociologia. São Paulo: Melhoramentos, 1978.
ENGUITA, M. F. Trabalho, escola e ideologia. Porto Alegre: ArtMed, 1993.
FREITAG, B. Escola, Estado e sociedade. São Paulo: Morais, 2000.
FRIGOTTO, G. (Org.). A produtividade da escola improdutiva. 3ª ed. São Paulo: Cortez, 1989
MACHADO, L. Politecnia, escola unitária e trabalho. São Paulo: Cortez, Autores Associados,
1989.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GADOTTI, M. História das Idéias Pedagógicas. São Paulo: Ática, 1993.
LESSA, S. & TONET, I. Introdução à filosofia de Marx. São Paulo: Expressão Popular, 2008.
MACENO, T. E. Educação para todos universalizando a educação. Revista Educação, Maceió,
ano 13, n.23, p. 13-31, dez/2005.
MANACORDA, M. A. História da Educação: da antiguidade aos nossos dias. 12 ed. São Paulo:
Cortez, 2006.
NOMERIANO, A. S. A educação do trabalhador, a pedagogia das competências e a crítica
marxista. Maceió: EDUFAL, 2007.

101

102
6. ESTÁGIO SUPERVISIONADO

O estágio curricular é regulamento na Universidade Federal de Alagoas pela
Resolução nº 71/2006-COSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006, que se fundamenta na Lei
nº 6.494, de 07/12/1977 e regulamentada pelos Decretos nº 87.497, de 18/08/1982 e 89.467,
de 21/03/1984 e Resolução n° 4, de 02 de fevereiro de 2006, art. 8.
No art. 3° - O estágio curricular tem como objetivo o desenvolvimento de
competências-conhecimentos teórico-conceituais, habilidades e atitudes – em situações de
aprendizagem. Conduzidas no ambiente profissional, sob a responsabilidade da Universidade e
da Instituição Concedente.
No Art 2° - O estágio curricular de caráter formativo, que pode ser obrigatório ou não
obrigatório, constitui parte dos processos de aprendizagem teórico-prática que integram os
Projetos Pedagógicos dos Cursos, sendo inerente à formação acadêmica-profissional.

O Estágio supervisionado deverá possibilitar ao futuro professor a oportunidade
de vivenciar diferentes situações durante o desenvolvimento do processo ensino–
aprendizagem, assim como, refletir sobre estas situações juntamente com os
orientadores do Estágio e a equipe de professores da Escola, a fim de que, possa buscar
novas alternativas para sua prática educativa.
De acordo com a Resolução CNE/CP 001/2002, este estágio deverá ser
realizado em escolas de Educação básica a partir do início da segunda metade do curso
e deverá resultar num intercambio de colaboração Universidade/Escola. A Resolução
CNE/CP 002/2002 estabelece que a carga horária do Estágio Curricular Supervisionado
deve ser de 400 (quatrocentas horas), embora para os alunos que já exerçam atividade
docente regular na educação básica , esta carga horária poderá ser reduzida em até 200
(duzentas) horas.
O planejamento e a execução das práticas realizadas durante o Estágio, deverão
estar apoiadas nas reflexões desenvolvidas durante todo o curso de formação. As
avaliações dos resultados obtidos (que podem ser apresentadas na forma de relatório
final do Estágio) poderão servir para avaliar e redirecionar a estrutura curricular do
curso. Portanto, esta avaliação deve ser feita por uma equipe de professores e, sempre
que possível, com professores das escolas onde os estágios foram realizados a fim de
analisar os problemas encontrados, propor soluções etc., contribuindo assim, para a

103
melhoria do ensino na mesma.

Deve-se ficar bem claro que o Estágio Curricular não deve ser a única etapa do
curso em que os alunos deverão ter a oportunidade de vivenciar a prática educativa.
Muito pelo contrário, durante todo o desenvolvimento das atividades do Curso a prática
pedagógica deverá estar presente em no mínimo 400 (quatrocentas) horas como institui
as Resoluções CNE/CP 001 e 002/2002, que estabelece :

•

“A prática, na matriz curricular, não poderá ficar reduzida a um espaço isolado,
que a restrinja ao estágio, desarticulado do restante do curso”.

•

“A prática deverá estar presente desde o início do curso e permear toda a formação
do professor”.

•

“No interior das áreas ou das disciplinas que constituírem os componentes
curriculares de formação, e não apenas nas disciplinas pedagógicas, todas terão a
sua dimensão prática”.

•

“Em tempo e espaço curricular específico, a coordenação da dimensão prática
transcenderá o estágio e terá como finalidade promover a articulação das
diferentes práticas, numa perspectiva interdisciplinar”.

•

“A prática será desenvolvida com ênfase nos procedimentos de observação e
reflexão, visando à atuação em situações contextualizadas, com o registro dessas
observações realizadas e a resolução de situações-problema”.

•

“A presença da prática profissional na formação do professor, que não prescinde
da observação e ação direta, poderá ser enriquecida com tecnologias da
informação, incluídos o computador e o vídeo, narrativas orais e escritas de
professores, produções de alunos, situações simuladoras e estudo de casos”.

Será obrigatório o estágio curricular supervisionado. Para o Curso de Licenciatura em
Educação Física, Graduação Plena, a carga horária mínima é de 400 horas e deve favorecer a
inserção do aluno no contexto profissional e estar distribuído ao longo do curso conforme
Resolução 01/99 CES/CNE e Parecer 27/2001 CNE/CP.

104
O Estágio Supervisionado no Curso de Educação Física da UFAL Arapiraca segue a
normatização dada pelo Centro de Educação-CEDU/UFAL A. C. Simões e o Colegiado do Curso
de Licenciatura em Educação Física que estabeleceu as seguintes normas para seu
funcionamento:
1 – O estágio supervisionado no Curso de Educação Física corresponde ao estágio curricular
obrigatório que o aluno deve cumprir ao longo dos 04 (quatro) últimos semestres letivos para
a sua integralização curricular;
2 – O estágio supervisionado deve ser coordenado pelo professor coordenador da disciplina e
executado por um grupo de professores representantes das áreas de aprofundamento
existentes no currículo;
3 – Os campos de estágios devem garantir a aplicação de conhecimentos na área escolar
prevista no Perfil Profissional do Projeto do Curso.
4 - A carga horária do estágio curricular, dividida entre os diferentes níveis da educação
escolar, prevista no Projeto Pedagógico do Curso em 04 (quatro) diferentes momentos de
vivência docente, deverá ter como campo preferencial de estágio a escola pública alagoana,
previsto em documento do Fórum das Licenciaturas (UFAL, 1990)
5 – Para a aprovação no Estágio Supervisionado o aluno deverá obter 75% de presença às
atividades desenvolvidas na disciplina, que inclui visitas para diagnóstico das instituições, a
elaboração do plano de trabalho, sua execução em docência compartilhada e sua avaliação
com a entrega de relatórios, sob a orientação dos professores responsáveis da disciplina que
acompanhará os alunos no campo de estágio.

105

7. TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO – TCC

O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC consiste em uma atividade
acadêmica obrigatória a integralização curricular podendo ser apresentada ao colegiado
do curso sob a forma de monografia, artigo cientifico com publicação em revista ou
livro, ou ainda pesquisa apresentada em congresso regional, nacional ou internacional
da categoria. Qualquer uma das formas de apresentação da produção científica do aluno
deverá obrigatoriamente abranger uma das áreas temáticas abordadas na graduação,
envolvendo preferencialmente uma ou mais disciplinas do curso.
Através do trabalho de Conclusão de Curso – TCC o aluno deverá demonstrar
conhecimento compatível com a habilitação adquirida, aprofundamento temático e
conhecimento da bibliografia especializada, bem como, aprimorada capacidade de
interpretação, visão crítica e aplicação da ciência enfocada sendo capaz de fazer a
interlocução com as áreas afins. Não será aceito como TCC a pesquisa bibliográfica,
este deve se constituir como uma pesquisa de campo e/ou experimental, individual e
orientada prioritariamente por um docente da Universidade Federal de Alagoas - UFAL,
devendo ser apresentada a uma comissão designada para sua avaliação.
Poderão ser orientadores de TCC, os docentes da UFAL ou externos a ela
obedecendo aos critérios pré-estabelecidos na regulamentação do TCC aprovada pelo
Colegiado.
O cumprimento desta atividade deverá ser realizado de acordo com os
seguintes procedimentos:
A Escolha do professor orientador; confirmação da orientação através da
entrega do termo de compromisso da orientação (assinado pelo professor orientador);
elaboração do calendário e horário a ser cumprido pelo orientando conforme
cronograma publicado pelo Colegiado do Curso; Elaboração e apresentação do

106
anteprojeto de pesquisa ao professor da disciplina; entrega da ficha de acompanhamento
do orientador; Qualificação do trabalho; Defesa pública da monografia; publicação ou
apresentação em encontro científico da área.
O TCC poderá ser elaborado a partir de resultados de pesquisas desenvolvidas no
campo de aprofundamento resultando em Monografias ou Artigo Publicado nos dois últimos
semestres do curso. A carga horária prevista é de 80 horas.

8. ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS

Tais atividades são previstas para aproveitar conhecimentos adquiridos pelo
aluno em estudos e práticas que, embora sejam parte da estrutura curricular, podem ser
desenvolvidos em atividades independentes do conjunto de disciplinas previstas para a
integralização curricular, como por exemplo:
•

Monitorias e estágios extra-curriculares;

•

Programas de iniciação científica;

•

Programas de extensão;

•

Estudos complementares;

•

Cursos realizados em áreas afins;

•

Disciplinas avulsas (línguas estrangeiras, técnicas de redação, práticas desportivas)
O estágio extra-curricular corresponde a uma das possibilidades de formação na

parte flexível do currículo, estabelecida pelo CEPE (Resolução 022/90) e segue a legislação
nacional própria .

O aluno estará apto a desenvolver este estágio a partir do 5º período (Resolução
041/97, 27/2000 e 32/2000 do CEPE), ou a critério do Colegiado, nos casos em que, o
aluno do fluxo individual, já tenha cursado as disciplinas de aplicação pedagógica
necessárias ao domínio das competências requeridas no campo do estágio. Esta
autorização só deve ser realizada após análise do currículo do aluno, observando os
critérios estabelecidos nas resoluções acima citadas e o cumprimento das disciplinas
necessárias ao estágio.
O Colegiado do Curso, através da sua coordenação de estágio, deverá abrir o
processo de seleção dos candidatos, selecionar e acompanhar o estágio dos alunos
através de visitas às instituições credenciadas e dos relatórios encaminhados por esta.

107
Após a análise deste relatório o Colegiado realizará o aproveitamento da carga horária
do estágio para a parte flexível do currículo do aluno, segundo os critérios estabelecidos
em resolução para este fim (Resolução 01/93-CCEF/UFAL).
Essas atividades que contam para a integralização do curso somam 200 horas
e são orientadas pelo princípio da integração entre os diferentes conhecimentos
complementando-se com componentes curriculares e/ou disciplinas optativas que
ampliam e aprofundam conhecimentos em áreas de atuação diferenciados, havendo
distribuição equilibrada dos vários componentes curriculares para evitar o predomínio
de uns sobre os outros.

9. AVALIAÇÃO

9.1 DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

O conceito de avaliação da aprendizagem, tradicionalmente, tem como alvo o
julgamento e a classificação do aluno. Neste sentido restrito, a avaliação da aprendizagem é o
procedimento docente que atribui símbolos a fenômenos, geralmente, com referência a algum
padrão de natureza social, cultural ou cientifica.
O Processo de Avaliação de Aprendizagem na Universidade Federal de Alagoas está
regulamentado pelo Estatuto, conforme Portaria n° 4.067, de 29 de dezembro de 2003, no
capitulo III, no Art. 35, no Parágrafo único – O Regimento Geral disporá sobre as formas de
avaliação.
O Regimento Geral da UFAL, seção III, Art. 41, que foi regulamentado pela Resolução
n° 25/2005 – CEPE, de 26 de outubro de 2005, no Art. 11. Ambos definem avaliação da
seguinte forma:
Avaliação do rendimento escolar será feita através de:
a – Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
b – Prova Final (PF), quando for o caso;

108
c – Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
A avaliação acadêmica levará em consideração as Normas do Sistema Acadêmico
vigentes na UFAL e ocorrerá, através de um processo contínuo, envolvendo professores e
alunos na definição de exigências mínimas, que garantam a qualidade do ensino. O
cumprimento das exigências definidas implicará na atribuição de conceitos pelos docentes, ao
desempenho do aluno. A aprovação do aluno dar-se-á mediante a obtenção de uma
freqüência de 75% nas atividades acadêmicas e um desempenho mínimo de 5,0 (cinco).
Durante o processo, os alunos que não obtiverem o desempenho mínimo exigido,
serão submetidos a um programa especial de atividades complementares de estudo incluindo
uma nova avaliação. Isto porque o projeto concebe avaliação como processo que busca
diagnosticar a situação do aluno no processo de ensino-aprendizagem. Tal processo visa
identificar ainda os erros e falhas ocorridas e encontrar condições para a superação,
operacionalizadas em atividades complementares de estudo, a serem ofertadas ao aluno,
durante a execução das disciplinas curriculares.

9.2 DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO

A Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004, Art. 1. Fica instituído o Sistema Nacional de
Educação Superior - SINAES, com o objetivo de assegurar processo nacional de avaliação das
instituições de educação superior, dos cursos de graduação e do desempenho acadêmico de
seus estudantes, nos termos do art. 9, VI, VIII e XI, da Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996.
Art. 2. O SINAES, ao promover a avaliação de instituições, de cursos e de
desempenho dos estudantes, deverá assegurar:
I – avaliação institucional, interna e externa, contemplando a análise global e
integrada das dimensões, estruturas, relações, compromisso social, atividades, finalidades e
responsabilidades sociais das instituições de educação superior e de seus cursos;
II – o caráter público de todos os procedimentos, dados e resultados dos processos
avaliados;
III – o respeito à identidade e à diversidade de instituições e de cursos;

109
IV – a participação do corpo discente, docente e técnico-administrativo das
instituições de educação superior, e da sociedade civil, por meio de suas representações.
Art. 4. A avaliação dos cursos de graduação tem por objetivo identificar as condições
de ensino oferecidas aos estudantes, em especial as relativas ao perfil do corpo docente, às
instalações físicas e à organização didático-pedagógica.
De acordo com a estrutura do Manual de Avaliação Institucional do INEP, os aspectos
a serem avaliados estão organizados em níveis hierárquicos, a saber: dimensões, categorias de
análise, indicadores e aspectos a serem avaliados:
As dimensões compreendem três amplos níveis, que são: Organização Institucional,
corpo docente e instalações.
As categorias das análises são desdobradas das dimensões e, também, estão
organizados em três níveis que compreendem:

1 – Organização Institucional
a – Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI
b – Projeto Pedagógico dos Cursos e Articulação das Atividades Acadêmicas.
c – Avaliação Institucional (auto-avaliação).

2 – Corpo Docente
a – Formação acadêmica e profissional
b – Condições de trabalho.
c – Desempenho acadêmico e profissional
3 – Instalações
a – Instalações gerais
b – Biblioteca
c – Laboratórios e instalações especiais

110
Art. 5 A Avaliação do desempenho dos estudantes em relação aos conteúdos
programáticos previstos nas diretrizes curriculares do respectivo curso de graduação, suas
habilidades para ajustamento às exigências decorrentes da evolução do conhecimento e suas
competências para compreender temas exteriores ao âmbito especifico de sua profissão,
ligados à realidade brasileira e mundial e a outras áreas do conhecimento.
§ 2° O ENADE será aplicado periodicamente, admitida a utilização de procedimentos
amostrais, aos alunos de todos os cursos de graduação, ao final do primeiro e do último ano de
curso.
Art. 8 A realização da avaliação das instituições, dos cursos e do desempenho dos
estudantes será responsabilidade do INEP.
Art. 9 O Ministério da Educação tornará público e disponível o resultado da avaliação
das instituições de ensino superior e de seus cursos.
Segundo Costa (2006), a Avaliação Institucional é uma ferramenta de auxilio à
administração das instituições educacionais que buscam a melhoria da qualidade de ensino.
Partindo-se desse pressuposto a Universidade Federal de Alagoas em seu Estatuto, no capitulo
III, no Art. 35 – a fim de preservar e aperfeiçoar continuamente os padrões de qualidade
acadêmica, a universidade mantém seu Programa de Avaliação Institucional, com os seguintes
princípios:
I – a avaliação é processual, formativa, permanente, global, conduzida de forma
ética, útil, viável, precisa, transparente, respeitando a pluralidade de concepções, métodos e
processos de trabalho acadêmico;
II – a avaliação é conhecida como um processo de auto-conhecimento e de prestação
de contas permanente à comunidade, referenciada na missão e no plano institucional.

REFERÊNCIAS

BRASIL, Parecer 894/69-CFE. Brasília: Documenta, nº 109, dez/69.

111
BRASIL, Resolução nº 069/69-CFE. Brasília: Documenta, nº 109, dez/69.

BRASIL, Resolução nº 003/87-CFE. Brasília: Documenta, nº 319, jul/87.

BRASIL,
MEC/CNE.
Parecer
nº
009
de
8
de
maio
de
2001.
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível
superior,
curso
de
licenciatura,
de
graduação
plena
BRASIL,
MEC/CNE.
Parecer
nº
027
de
02
de
outubro
de
2001.
Dá nova redação ao item 3.6, alínea c, do Parecer CNE/CP 9/2001, que dispõe sobre as
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível
superior,
curso
de
licenciatura,
de
graduação
plena.

Parecer
nº
138
de
03
de
abril
BRASIL,
MEC/CNE/CES.
Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Educação Física

de

2002.

BRASIL, MEC/CNE/CP. Resolução nº 001 de 18 de fevereiro de 2002.
Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica,
em
nível
superior,
curso
de
licenciatura,
de
graduação
plena.
BRASIL, MEC/CNE/CP. Resolução nº 002 de 18 de fevereiro de 2002.
Institui a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura, de graduação plena, de
formação de professores da Educação Básica em nível superior

BRASIL, MEC. Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da
Educação Superior – SINAES. Brasília, DF, 2004.

BRASIL, Resolução nº 007/2004-CNE/CES, de 31 de março de 2004. Institui as Diretrizes
Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Educação Física, em Nível Superior de
Graduação Plena.

UFAL. Resolução nº 018/2005-CEPE, de 11 de julho de 2005. Atualiza as normas referentes ao
Processo Seletivo para ingresso nos Cursos de Graduação da Universidade Federal de Alagoas.

UFAL. Resolução nº 032/2005-CEPE. Estabelece os componentes curriculares comuns

112
para os cursos de formação de professores da Ufal, a partir do ano letivo de 2006.
Maceió, 14 de dezembro de 2005.
UFAL. Resolução nº 025/2005-CEPE. Institui e regulamenta o funcionamento do regime
acadêmico semestral nos cursos de graduação da UFAL, a partir do ano letivo de 2006.
UFAL. Resolução nº 071/2006-CONSUNI, de 18 de dezembro de 2006. Disciplina os Estágios
Curriculares dos Cursos de Graduação da Universidade Federal de Alagoas. Maceió, 2006.

COSTA, A. R. F. et al. Orientações metodológicas para produção de trabalhos acadêmicos. 7
ed. Maceió: EDUFAL, 2006.

RESENDE, H. Reflexões sobre algumas contradições da Educação Física no âmbito da escola
pública e alguns caminhos didático-pedagógicos na perspectiva da cultura corporal.
Movimento. UFRGS, ano I, n. 1, p. 1-28, set/1994.

TAFFAREL, C. N. Z.; SILVA, R. V. S. A formação do profissional da educação: o processo de
trabalho pedagógico e o trato com o conhecimento no curso de Educação Física. Tese
(Doutorado em Educação). Campinas, SP: UNICAMP, 1993.

113

ANEXOS

114

QUADRO DE DOCENTES QUE CONSTITUEM O COLEGIADO DO CURSO
DE EDUCAÇÃO FÍSICA LICENCIATURA DA UNIVERSIDADE FEDERAL
DE ALAGOAS – CAMPUS ARAPIRACA/AL.

115
DOCENTE

1.
2.

FUNÇÃO

TITULAÇÃO

Coordenadora

Mestre

Aline Soares Nomeriano
Maria Betânia Monteiro de Farias

do Curso
Vice-coordenadora
do Curso

Especialista

PREVISÃO DO NÚMERO DE DOCENTES NECESSÁRIOS ÀS DISCIPLINAS
PROFISSIONALIZANTES DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA
LICENCIATURA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – CAMPUS
ARAPIRACA/AL.

SETOR DE ESTUDOS

Nº DE DOCENTES

Aspectos Biológicos do Ser Humano
Aspectos Cineantropométricos da Educação Física
Aspectos Culturais do Movimento do Ser Humano e da
Sociedade
Desenvolvimentos e Prescrição das Atividades Físicas
Aspectos Culturais do Movimento do Humano
Prática Pedagógica dos Esportes
Aspectos Didático-pedagógicos Aplicados ao Ensino e
Supervisão de estágio em Educação Física
Atividades Especiais e Saúde

01
01
01

TOTAL

01
01
02
02
01
10

INFRA-ESTRUTURA NECESSÁRIA À PRÁTICA PEDAGÓGICA DE
DISCIPLINAS PROFISSIONALIZANTES DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA
LICENCIATURA DA UFAL-CAMPUS ARAPIRACA

116

Laboratórios equipados: de Biologia Geral, de Anatomia, de Cinesiologia/Medidas e
Avaliação;

Sala de Ginática/Dança/Lutas;

Ginásio de Esportes; Quadra Poliesportiva; Pista de Atletismo; Parque Aquático.

MATERIAL DIDÁTICO NECESSÁRIO À PRÁTICA PEDAGÓGICA DE
DISCIPLINAS PROFISSIONALIZANTES DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA
LICENCIATURA DA UFAL-CAMPUS ARAPIRACA

Sala de Ginática/Dança/Lutas: aparelho de som, TV 29”, aparelho DVD, colchões para
salto, barra assimétrica, cavalo com alças, trampolins, tatames, mesa para saltos, barras
fixas de parede, halteres, bastões, colchonetes, steps.

LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA

117

118

119

120

121

122

123

124

125

126

127

128

129

130

131

132

133

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - UFAL
Coordenadoria dos Órgãos Colegiados Superiores – COC/UFAL
RESOLUÇÃO Nº 32/2005-CEPE, de 14 de dezembro de 2005.STABELECE OS COMPONENTES
CURRICULARES COMUNS PARA OS CURSOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA UFAL, A
PARTIR DO ANO LETIVO DE 2006.

CONSIDERANDO que a formação de professores deve partir da noção de que a
docência não se realiza num quadro abstrato de relações individualizadas de ensino e
aprendizagem, mas dentro de um complexo contexto social e institucional;
CONSIDERANDO que a ação de educar se situa num contexto cultural, político,
histórico, social e, por isso mesmo deve ser encarada como uma prática social e
histórica capaz de responder qualitativamente às demandas da sociedade brasileira;
CONSIDERANDO que a formação acadêmica e profissional do/a professor/a só
pode ser planejada e executada à luz de uma concepção muito clara do que se espera
da educação e do que se concebe por ações promotoras de educação, como prática
institucionalizada;
CONSIDERANDO o atendimento ao que reza o Plano Nacional de Educação (Lei
nº 10.172/2001), a Resolução CNE/CP nº 01/2002 que institui as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em
nível superior, Curso de Licenciatura, de Graduação Plena e em consonância com o
atendimento aos padrões mínimos de qualidade para a Graduação estabelecidos pela
Lei nº 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB);
CONSIDERANDO a necessidade de definir um conjunto de disciplinas comuns e
procedimentos acadêmicos que possam garantir a formação do professor na sua
especificidade profissional;
CONSIDERANDO as discussões ocorridas no Fórum dos Colegiados dos Cursos
de Licenciatura decidindo adotar um conjunto de disciplinas comuns aos seus
Cursos e o Parecer favorável da Câmara de Ensino de Graduação do CEPE,
aprovado em 12 de dezembro de 2005;
RESOLVE:
Art. 1º - Estabelecer os Componentes Curriculares Comuns aos Cursos de Formação
de Professores para a Educação Básica da Universidade Federal de Alagoas, a partir do ano
letivo de 2006, observando-se o disposto na legislação federal, nas normas acadêmicas e nos

134
fundamentos filosóficos e políticos desta Universidade, contidos no seu Projeto Pedagógico
Institucional.

Art. 2º - Os Componentes Curriculares Comuns aos Cursos de Formação de Professores
para a Educação Básica da Universidade Federal de Alagoas serão desenvolvidos
através das seguintes disciplinas:
Organização do Trabalho Acadêmico;
Profissão Docente;
Política e Organização da Educação Básica no Brasil;
Desenvolvimento e Aprendizagem;
Planejamento, Currículo e Avaliação da Aprendizagem;
Projeto Pedagógico, Organização e Gestão do Trabalho Escolar;
Pesquisa Educacional e
Projetos Integradores.
§ 1º - As Disciplinas acima referidas deverão ser ordenadas de conformidade
com o quadro de matriz curricular explicitado a seguir, com suas respectivas cargas
horárias:
SEMESTR
E
1º
2º
3º
4º
5º
6º
7º
8o

DISCIPLINAS

CARGA
HORÁRI
A
Organização do Trabalho Acadêmico
60 h
Projetos Integradores
40 h
Profissão Docente
60 h
Política e Organização da Educação Básica no Brasil
80 h
Projetos Integradores
40 h
Desenvolvimento e Aprendizagem
80 h
Projetos Integradores
40 h
Planejamento, Currículo e Avaliação da Aprendizagem
80 h
Projetos Integradores
40 h
Projeto Pedagógico, Organização e Gestão do Trabalho
80 h
Estágio Supervisionado I
Projetos Integradores
40 h
Pesquisa Educacional
60 h
Estágio Supervisionado II
Projetos Integradores
40 h
Estágio Supervisionado III
Projetos Integradores
40 h
Estágio Supervisionado IV

§ 2º - As Disciplinas definidas nos incisos I a VII do artigo 2º, somando 500 horas, são
componentes das 1.800 (mil e oitocentas) horas destinadas pelas Diretrizes Curriculares
Nacionais - DCNs para os conteúdos acadêmico-científico-culturais.

135

§ 3º - Da carga horária de 400 (quatrocentas) horas destinadas à Prática
Pedagógica, 280 (duzentos e oitenta) horas deverão ser contempladas em Projetos
Integradores e 120 (cento e vinte) horas distribuídas em diferentes disciplinas, como
definido no Projeto Pedagógico do Curso - PPC.
§ 4º - A Disciplina Organização do Trabalho Acadêmico poderá aparecer no
primeiro ou no segundo semestre do Curso, conforme definição explicitada no Projeto
Pedagógico do Curso - PPC.
Art. 3º - A carga horária mínima para os cursos de Formação de Professores/as
será de 2.800 (duas mil e oitocentas) horas, acrescidas, quando necessário, em até 15%
(quinze por cento), contempladas em no mínimo três anos e meio (ou sete semestres),
sendo que nos casos dos cursos noturnos, deverão ser distribuídos em, no mínimo,
quatro anos (ou oito semestres).
§ 1º - A carga horária do Estágio Supervisionado, em cada semestre, será
definida no Projeto Pedagógico do Curso - PPC, devendo perfazer um total de, no
mínimo, 400 (quatrocentas) horas ao final do Curso.
§ 2º - Deverá constar do Projeto Pedagógico de cada Curso a carga horária do
Trabalho de Conclusão de Curso - TCC.
§ 3º - Serão destinadas 200 (duzentas) horas para outras Atividades AcadêmicoCientífico-Culturais.
Art. 4º - Os cursos de Formação de Professores para a Educação Básica da
Universidade Federal de Alagoas devem adotar a avaliação de seu Projeto pedagógico
como fator de gestão no sentido de possibilitar correções, reorientar práticas
pedagógicas e delimitar obstáculos administrativos.
Parágrafo Único - Compete ao Colegiado do Curso de Licenciatura coordenar a
avaliação do Projeto Pedagógico, devendo a mesma ser processual e formativa, e manter
coerência com todos os aspectos do planejamento e da execução de cada curso.
Art. 5º - Esta Resolução entrará em vigor nesta data, revogando-se as disposições em
contrário.
Sala dos Conselhos Superiores da UFAL, em 14 de dezembro de 2005.
Prof. Eurico de Barros Lobo Filho

Vice-Presidente do CEPE/UFAL
Reitor em exercício.

136

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - UFAL
Coordenadoria dos Órgãos Colegiados Superiores – COC/UFAL

RESOLUÇÃO Nº 18/2005-CEPE, de 11 de julho de 2005.

ATUALIZA AS NORMAS REFERENTES AO
PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO NOS
CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UFAL.

O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO da Universidade Federal de Alagoas
- CEPE, no uso de suas atribuições legais e estatutárias e de acordo com a deliberação tomada,
por ampla maioria, em sessão mensal ordinária realizada em 11 de julho de 2005;

CONSIDERANDO a real necessidade de atualização das normas referentes ao Processo
Seletivo Seriado da Universidade Federal de Alagoas – PSS/UFAL;

CONSIDERANDO as discussões ocorridas conjuntamente com as escolas de ensino
médio do Estado de Alagoas, que nortearam as necessárias modificações no atual modelo do
PSS/UFAL;

CONSIDERANDO a minuciosa apreciação e análise feita pela Câmara de Ensino de
Graduação do CEPE, que contou com a participação da COPEVE/UFAL,

R E S O L V E:

137

Art. 1º - O Processo Seletivo da Universidade Federal de Alagoas tem por
objetivo selecionar os candidatos aos cursos de graduação em função dos
conhecimentos e habilidades que demonstrem nas áreas do conhecimento que
constituem a base comum nacional dos currículos do ensino médio.

Art. 2º - O Processo Seletivo da Universidade Federal de Alagoas será realizada em
uma única fase e possibilita ao candidato duas formas distintas de seleção: o Processo Seletivo
Seriado Geral (PSS Geral) e o Processo Seletivo Seriado (PSS).

Art. 3º - O Processo Seletivo Seriado Geral consiste na realização de provas, em dias
consecutivos, da 1ª série ( PSS 1), 2ª série (PSS 2) e 3ª série (PSS 3) do ensino médio em 01
(um) único ano.

§ 1º - O candidato para inscrever-se no Processo Seletivo Seriado Geral deverá ter
concluído o ensino médio ou equivalente ou estar cursando a 3ª série do ensino médio.

§ 2º - No momento de sua inscrição para o Processo Seletivo Seriado Geral, o
candidato definirá a sua opção para a prova de língua estrangeira que valerá para as avaliações
referentes às três séries do ensino médio.

§ 3º - Ao inscrever-se para a avaliação no Processo Seletivo Seriado Geral, o candidato
deverá realizar as avaliações das 03 (três) séries do ensino médio em dias consecutivos, em um
mesmo ano, sob pena de seu desligamento do Processo Seletivo.

§ 4º - O candidato que se inscrever no Processo Seletivo Seriado Geral deverá fazer,
no momento de sua inscrição, sua opção por um dos cursos de Graduação oferecidos pela
Universidade Federal de Alagoas.

Art. 4º - O Processo Seletivo Seriado consistirá na realização de provas da 1ª série (PSS
1), 2ª série (PSS 2) e 3ª série (PSS 3) do ensino médio, em 03 (três) anos consecutivos a partir
da inscrição do candidato no PSS 1.

138
§ 1º - O candidato será inscrito no Processo Seletivo Seriado para a avaliação
correspondente à série do ensino médio que estiver cursando.

§ 2º - No momento da inscrição para o Processo Seletivo Seriado, referente à avaliação
da 1ª série (PSS 1), o candidato definirá a sua opção para a prova de língua estrangeira que
obrigatoriamente será a mesma opção para as avaliações referentes ao PSS 2 e PSS 3.

§ 3º - Ao inscrever-se para a avaliação referente ao PSS 1, o candidato deverá realizar
as avaliações seguintes nos 02 (dois) anos subseqüentes, sob pena de seu desligamento do
Processo Seletivo Seriado.

§ 4º - Ocorrendo o desligamento do candidato que não concluiu o ensino
médio, o mesmo só poderá voltar a inscrever-se no Processo Seletivo Seriado
Geral, quando estiver cursando a 3ª série do ensino médio.
§ 5º - A opção do curso, para o candidato que estiver inscrito no Processo Seletivo
Seriado, será feita quando o candidato se inscrever para a avaliação referente ao PSS 3.

Art. 5º - O candidato que já tiver concluído o ensino médio ou equivalente também
poderá se inscrever no Processo Seletivo Seriado ou no Processo Seletivo Seriado Geral,
conforme disposto nos artigos 3º e 4º desta Resolução.

Art. 6º - O Processo Seletivo da Universidade Federal de Alagoas compreenderá o
seguinte elenco de áreas do conhecimento, constituindo-se em provas por série:

I - Linguagens, Códigos e suas Tecnologias:
Língua Portuguesa e Literatura Brasileira;
Língua Estrangeira;

II - Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias:
Matemática;
Física;
Química;

139
Biologia.

III - Ciências Humanas e suas Tecnologias:
História;
Geografia;
Filosofia;
Sociologia.

§ 1º - As provas sobre as áreas do conhecimento, constante do caput deste artigo,
tratarão dos temas, conteúdos programáticos, e abordagens definidos nas Diretrizes
Curriculares Nacionais para o Ensino Médio (DCNEM) aprovadas pelo Conselho Nacional de
Educação, através do Parecer CEB/CNE nº 15/98, de 01/06/98.

§ 2º - Devido ao caráter multidisciplinar contido nas Diretrizes Curriculares Nacionais
para o Ensino Médio, as provas enfatizarão as habilidades e competências cognitivas; a
competência do uso da linguagem materna para comunicação; a capacidade de articular
conhecimentos, compreender princípios e processos; a aplicação do pensamento crítico.

Art. 7º - As avaliações do Processo Seletivo da Universidade Federal de Alagoas serão
realizadas da seguinte forma:

1º dia – PSS 1: Provas referentes à 1ª série do ensino médio;
2º dia – PSS 2: Provas referentes à 2ª série do ensino médio;
3º e 4º dias – PSS 3 : Provas referentes à 3ª série do ensino médio.

§ 1º - As provas referentes ao PSS 3 serão realizadas em 02 (dois) dias, sendo que, no
primeiro deles, será aplicada a prova de múltipla escolha e no segundo dia a prova discursiva
juntamente com a de Redação.
§ 2º - As provas do PSS 1, PSS 2 e PSS 3 serão compostas de 04 (quatro) questões
discursivas e 40 (quarenta) questões de múltipla escolha.

140
§ 3º - As provas do PSS 3 serão compostas de 04 (quatro) questões discursivas e 40
(quarenta) questões de múltipla escolha, além de 01 (uma) prova de Redação.

§ 4º - As provas de múltipla escolha constarão de questões com 05 (cinco) alternativas
(A, B, C, D e E), contendo 01 (uma) única resposta certa

Art. 8° - Na correção automatizada das provas serão utilizadas técnicas de
padronização dos pontos obtidos pelos candidatos, conforme as seguintes equações:

MPdi =

100(ni − mi )

s

+ 500 , 1 ≤ i ≤ 3 e MPR =

i

MPji =

100(n ji − m ji )

s

100(n − m )

s

+ 500 .

+ 500 , 1 ≤ j ≤ 8 e 1 ≤ i ≤ 3 .

ji

Onde:
•
•
•

MPdi denota a média padronizada da prova discursiva do PSS i correspondente;
MPR denota a média padronizada da Prova de Redação;
MPji denota a média padronizada em uma disciplina da prova de múltipla escolha do
PSS i correspondente;

•

n, n

e
denotam, respectivamente, a nota bruta do candidato em uma
disciplina da prova de múltipla escolha, a nota bruta na prova discursiva do PSS i
correspondente e a nota bruta da prova de redação;

•

denotam,respectivamente, a média aritmética das notas brutas de
ji e
i,
todos os candidatos em uma disciplina da prova de múltipla escolha, a média
aritmética das notas brutas de todos os candidatos na prova subjetiva e a média
aritmética das notas brutas de todos os candidatos na prova de redação;

•

ji

n

m m

m

i

s , s e s denotam, respectivamente, o desvio padrão das notas brutas de todos
i

ji

os candidatos na disciplina da prova de múltipla escolha, o desvio padrão das notas
brutas de todos os candidatos na prova discursiva e o desvio padrão das notas brutas
de todos os candidatos na prova de redação.

Parágrafo Único - A nota padronizada da prova discursiva referente à terceira série do
ensino médio, denotada por MPD3, será a média aritmética entre a nota padronizada das

141
questões discursivas do PSS 3 e da média padronizada da Prova de Redação, conforme a
fórmula abaixo:

MPD3 =

MPd 3 + MPR
.
2

Art. 9º – Calcula-se a média padronizada de cada candidato no PSS i, 1 ≤ j ≤ 3 , no
qual ele está sendo avaliado, denotada por MFSi , estabelecido da seguinte forma:

a) calcula-se a média aritmética dos pontos padronizados de cada disciplina da prova
de múltipla escolha do PSSi correspondente:
8

MPji
8 ,
j

MPSi = ∑

1 ≤ i ≤ 3,

Onde:
•
•

MPji denota a média padronizada em uma disciplina da prova de múltipla
escolha do PSS i correspondente;
MPSi denota a média padronizada da prova de múltipla escolha do PSSi
correspondente;

b) calculam-se as médias padronizadas MPd1, MPd2 e MPD3 das provas discursivas,
respectivamente, do PSS 1 e PSS 2 e PSS 3;

c) Em seguida, calcula-se a média aritmética entre as médias padronizadas das provas
de múltipla escolha (MPFi) e as médias padronizadas das provas discursivas (MPdi), obtendose a média final padronizada do respectivo PSS i, denotada por MFSi, segundo a fórmula
abaixo:

MFSi =

MPSi + MPdi
MPS 3 + MPD 3
, 1 ≤ i ≤ 2 e MFS 3 =
.
2
2

142
Art. 10 – A média final padronizada do candidato no processo seletivo da Universidade
Federal de Alagoas, usada para fins de classificação, será obtida pela media aritmética entre as
médias finais padronizadas dos PSS 1, PSS 2 e PSS 3 (MFSi), conforme previsto no artigo
anterior, pela equação abaixo:

MF =

MFS1 + MFS 2 + MFS 3
3

Onde:
•
•
•
•

MF média padronizada final do candidato no Processo Seletivo;
MFS1 média final padronizada do candidato no PSS 1;
MFS2 média final padronizada do candidato no PSS 2;
MFS3 média final padronizada do candidato no PSS 3;

Art. 11 - Será eliminado do Processo Seletivo da Universidade Federal de Alagoas, o
candidato que obtiver resultado inferior a 40% (quarenta por cento) de acertos do somatório
do número de questões das provas de múltipla escolha do PSS 1, PSS 2 e PSS3, conforme
artigo 8º, parágrafos 2º e 3º desta Resolução.

Art. 12 - Não haverá revisão de provas.

Art. 13 - A COPEVE/UFAL baixará instruções complementares para a realização do
Concurso e decidirá sobre os casos omissos.

Art. 14 - O Processo Seletivo da Universidade Federal de Alagoas será anunciado por
Edital da Comissão Permanente do Vestibular (COPEVE/PROGRAD), cujo extrato deverá ser
publicado no Diário Oficial da União.

Art. 15 - Durante a implantação deste novo processo seletivo, que ocorrerá nos anos
letivos de 2005 e 2006, ocorrerá uma transição, permanecendo o Processo Seletivo Seriado
anterior, previsto pelas Resoluções n°s 20/99 e 09/2004–CEPE/UFAL, cujas regras serão
aplicadas aos candidatos participantes das provas realizadas nos moldes dos anos anteriores.

Parágrafo Único - No ano letivo de 2007, na vigência do 3° (terceiro) ano de
implantação deste novo processo seletivo, as demais normas contidas na Resolução nº 20/99CEPE perderão a sua aplicação e eficácia, permanecendo integralmente as regras definidas
nesta Resolução.

143

Art. 16 - Esta Resolução entrará em vigor nesta data.

Sala dos Conselhos Superiores da UFAL, em 11 de julho de 2005.

Profª Ana Dayse Rezende Dorea
Presidenta do CEPE/UFAL

144
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - UFAL

Secretaria Executiva dos Conselhos Superiores - SECS

RESOLUÇÃO Nº 71/2006-CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006.

DISCIPLINA OS ESTÁGIOS
CURRICULARES DOS CURSOS DE
GRADUAÇÃO DA UFAL.

O CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal de Alagoas –
CONSUNI/UFAL, no uso das atribuições legais que lhe são conferidas pelo
ESTATUTO e REGIMENTO GERAL da UFAL, e de acordo com a deliberação
tomada na sessão ordinária ocorrida em 18 de dezembro de 2006;

CONSIDERANDO a análise e discussão promovidas pelo Fórum dos
Colegiados da Graduação, sob a Coordenação da PROGRAD/UFAL, fundamentada na
Lei Federal nº 6.494, de 07/12/1977 e regulamentada pelos Decretos nºs. 87.497, de
18/08/1982 e 89.467, de 21/03/1984;

CONSIDERANDO a apreciação e aprovação da Câmara Acadêmica do
CONSUNI, ocorrida na sessão do dia 15/12/2006, bem como o resultado das discussões
ocorridas no pleno do Conselho Universitário sobre o tema;

RESOLVE:

Art. 1º Disciplinar, na forma desta Resolução, o funcionamento dos Estágios
Curriculares dos Cursos de Graduação da Universidade Federal de Alagoas – UFAL.

I - Da Natureza e Objetivo do Estágio

145

Art. 2º O estágio curricular de caráter formativo, que pode ser obrigatório ou não
obrigatório, constitui parte dos processos de aprendizagem teórico-prática que integram
os Projetos Pedagógicos dos Cursos, sendo inerente à formação acadêmico-profissional.
§ 1º O estágio curricular é obrigatório quando exigido em decorrência das diretrizes
curriculares dos cursos e/ou previsto nos respectivos projetos pedagógicos, como
disciplina que integraliza a estrutura curricular.

§ 2º O estágio curricular é não obrigatório quando previsto nos projetos pedagógico dos
cursos como atividade opcional à formação profissional, e/ou como parte integrante do
conjunto de possibilidades previstas para as atividades complementares.

§ 3º O estágio curricular pressupõe planejamento, acompanhamento, avaliação e
validação pela Instituição de Ensino, em comum acordo com a instituição concedente.

Art. 3º O estágio curricular tem como objetivo o desenvolvimento de competências –
conhecimentos teórico-conceituais, habilidades e atitudes – em situações de
aprendizagem, conduzidas no ambiente profissional, sob a responsabilidade da
Universidade e da Instituição Concedente.

Parágrafo Único. Cada Colegiado de Curso escolherá, preferencialmente dentre os
professores que o compõem, um Coordenador de Estágio, a quem caberá o
acompanhamento das atividades de estágio no âmbito do Curso.
II - Das Instituições Concedentes de Estágio

Art. 4º Podem ser Instituições Concedentes de estágio curricular pessoas jurídicas de
direito público ou privado que tenham condições de proporcionar ao aluno experiência
prática na sua área de formação acadêmico-profissional.

Art. 5º O estágio curricular poderá se desenvolver nas dependências da Universidade ou
nas da Instituição Concedente de estágio.

§ 1º Quando o estágio curricular ocorrer nas dependências da Universidade, será
celebrado Termo de Responsabilidade entre os órgãos envolvidos.

146

§ 2º Quando o estágio curricular ocorrer nas dependências da Instituição Concedente,
será firmado convênio onde serão especificadas as condições do estágio e as obrigações
e direitos das partes.

§ 3º Os convênios referidos no § 2º serão periodicamente avaliados, ficando sua
renovação condicionada ao atendimento dos objetivos didático-pedagógicos do estágio
curricular.

§ 4º As áreas de estágio a serem disponibilizadas pelas Instituições Concedentes
deverão ser por elas previamente cadastradas no Módulo de Gerenciamento de Estágio –
MGE do Sistema Acadêmico, sendo aprovadas ou não pelos Coordenadores de Estágio
dos Cursos de Graduação envolvidos.

§ 5º No cadastro da área de estágio, a Instituição Concedente deverá fornecer as
seguintes informações, entre outras:

I - indicação do supervisor do seu quadro de pessoal, com formação e experiência
profissional na área de concessão do estágio, para acompanhar os alunos;
II - descrição das atividades a serem desenvolvidas pelo estagiário na instituição;
II - carga horária semanal;
III - remuneração, quando for o caso;
IV - cursos para os quais serão oferecidas vagas de estágio na área.

III - Da Documentação do Estágio

Art. 6º - Para a validade do estágio faz-se necessário, além do convênio firmado entre a
Universidade e a Instituição Concedente, a existência de:
I - plano de estágio elaborado pelo estagiário sob orientação dos supervisores da UFAL
e da Instituição Concedente, no caso de estágio obrigatório;
II - plano de atividades definido pela área de estágio cadastrada pela Instituição
Concedente, previamente aprovada pelo Coordenador de Estágio do Curso de
Graduação envolvido, no caso de estágio não obrigatório;

147
III - documento de encaminhamento do estagiário à Instituição Concedente, feito pela
Coordenadoria de Estágios Curriculares da Pró-Reitoria de Graduação CEC/PROGRAD, no caso de estágio não obrigatório, e pelo Coordenador de Estágio do
Curso, no caso do estágio obrigatório;
IV - termo de compromisso assinado pelo estagiário, pelo representante da Instituição
Concedente e da UFAL, em conformidade com o convênio firmado;
V - relatório de acompanhamento, avaliação e validação do estágio elaborado pela
UFAL conjuntamente com a Instituição Concedente;
VI - relatório de atividades, elaborado pelo estagiário, apresentado periodicamente à
UFAL e à Instituição Concedente de acordo com o definido no Projeto Pedagógico de
Curso;
VII - relatório de atividades, elaborado pelo estagiário, apresentado em período não
superior a 06 (seis) meses, à UFAL e à Instituição Concedente.

§ 1º Os relatórios a que se referem os incisos VI e VII deverão ficar à disposição da
fiscalização pelo período de 02 (dois) anos, contados a partir da data em que forem
apresentados.

§ 2º O Termo de Compromisso conterá os seguintes dados:

I - identificação do estagiário, número de matrícula e indicação do curso;
II - valor da bolsa mensal, quando for o caso;
III - jornada semanal a ser cumprida e período do estágio;
IV - número da apólice do seguro de acidentes pessoais e nome da companhia
seguradora.
V - menção de que o estágio não acarretará vínculo empregatício, podendo ser
remunerado ou não, e nem acumulará com outras bolsas da UFAL;
VI - identificação do professor supervisor de estágio e do supervisor de estágio na
Instituição Concedente, que deverá ser um profissional com formação e experiência na
área de concessão do estágio.

§ 3º Quando tratar-se de estágio obrigatório, o plano de estágio curricular conterá os
objetivos, a descrição das atividades, o período (início e término do estágio), o local e
caracterização da Instituição Concedente que receberá o estagiário, o horário do estágio,
o nome e a formação do supervisor de estágio, e tudo o mais que for definido pela
Coordenação de Estágio do Curso de Graduação.

148

§ 4º Quando tratar-se de estágio não obrigatório, será anexado ao termo de
compromisso o plano de atividades cadastrado no Módulo de Gerenciamento de Estágio
– MGE no Sistema Acadêmico.

§ 5º A Instituição Concedente, quando do desligamento do estagiário, deverá entregar o
termo de realização de estágio com a indicação resumida das atividades desenvolvidas,
do período de permanência e da avaliação de desempenho.

IV - Do Seguro de Acidentes

Art. 7º O seguro de acidentes pessoais em favor do estagiário é obrigatório.
§ 1º No caso de estágio curricular obrigatório, o pagamento do seguro será
providenciado pela UFAL ou pela Instituição Concedente;

§ 2º No caso de estágio curricular não obrigatório, o pagamento do seguro será
providenciado pela Instituição Concedente ;

§ 3º No caso de estágio curricular administrado por Agente de Integração, a
responsabilidade pelo pagamento do seguro será deste.

V - Da Carga Horária e Período de Estágio

Art. 8º A carga horária máxima para as atividades de estágio curricular não obrigatório
será definida pelo Conselho da Unidade Acadêmica à qual o curso estiver vinculado,
não podendo ultrapassar 30 (trinta) horas semanais, devendo compatibilizar-se com as
atividades acadêmicas e com o horário das disciplinas curriculares do curso em que o
estagiário estiver matriculado.

Art. 9º A carga horária semanal para as atividades do estágio curricular obrigatório será
definida no Projeto Pedagógico de Curso.

149

Art. 10. O período mínimo de estágio curricular não obrigatório será de 01 (um)
semestre, podendo ser prorrogado, a critério da Coordenação de Estágio do Curso, por,
no máximo, 03 (três) semestres.

Parágrafo único. O estágio curricular não obrigatório não poderá exceder a 04 (quatro)
semestres consecutivos, na mesma Instituição.

VI - Do Agente de Integração

Art. 11. A UFAL poderá utilizar, mediante convênio, os serviços de Agentes de
Integração com a finalidade de proporcionar novas oportunidades de estágio.

§ 1º A UFAL somente firmará convênios com os Agentes de Integração que se
comprometerem a providenciar a assinatura dos termos de compromisso pela Instituição
Concedente, pela UFAL, pelo aluno e pelo Agente de Integração, após parecer
favorável do Colegiado de Curso de origem do estagiário encaminhado pela
Coordenadoria de Estágios Curriculares da Pró-Reitoria de Graduação CEC/PROGRAD.

§ 2º Cabe ainda aos Agentes de Integração:

I - identificar oportunidades de estágio;
II - cadastrar as áreas de estágio e as ofertas de vagas oferecidas pelas Instituições
Concedentes;
III - imprimir e providenciar a assinatura dos termos de compromisso pela Instituição
Concedente, pela UFAL, pelo aluno e pelo Agente de Integração;
IV - providenciar o pagamento da bolsa, na hipótese de estágio remunerado;
V - contratar seguro de acidentes pessoais em favor do estagiário.

VII - Da Organização do Estágio

150

Art. 12. Os alunos dos cursos de graduação da UFAL, desde que regularmente
matriculados em disciplinas e com freqüência efetiva no Curso ao qual estejam
vinculados, deverão realizar o estágio curricular obrigatório, podendo, ainda, realizar
estágios curriculares não obrigatórios no caso dessas atividades serem previstas no
projeto pedagógico de seu curso.

§ 1º Durante o estágio curricular não obrigatório o aluno deverá obter aprovação em
disciplinas que perfaçam, pelo menos, 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária
total das disciplinas nas quais esteja matriculado, sob pena de, não o fazendo, ser
desligado do Programa de Estágio durante 01 (um) período letivo.

§ 2º Havendo recuperação do rendimento escolar com aprovação em disciplinas que
compreendam 75% (setenta e cinco por cento) ou mais da carga horária total das
disciplinas em que esteja matriculado durante o período letivo subseqüente ao
desligamento, o aluno poderá retornar ao Programa de Estágio.

§ 3º A Coordenação de Estágio do curso acompanhará o desempenho acadêmico do
estagiário.

Art. 13. A Universidade disponibilizará em seu portal eletrônico, através do sítio do
Sistema Acadêmico, um Módulo de Gerenciamento de Estágio – MGE, visando
acompanhar e registrar as atividades acadêmico-administrativas dos estágios
curriculares obrigatórios ou não obrigatórios, cujo gerenciamento será da
responsabilidade da Coordenadoria de Estágios Curriculares da Pró-Reitoria de
Graduação - CEC/PROGRAD.

Art. 14. A orientação, a supervisão e a avaliação acadêmica do estágio curricular, em
qualquer de suas modalidades, são atividades obrigatórias de responsabilidade do curso
de procedência do aluno, levadas a efeito do modo compartilhado com os supervisores
vinculados às Instituições Concedentes de estágio.

Art. 15. As atividades do estagiário somente poderão ter início após a assinatura do
Termo de Compromisso pelas partes envolvidas, cabendo ao Coordenador de Estágio
do Curso registrar a data correspondente no Módulo de Gerenciamento de Estágio –
MGE.

151

Art. 16. Junto à Pró-Reitoria de Graduação – PROGRAD/UFAL funcionará a
COMISSÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR, órgão colegiado encarregado de, dentre
outras atribuições, promover a discussão em torno dos estágios na Universidade,
estabelecer as normas gerais para a formação de uma Política de Estágio Curricular na
UFAL, bem como promover a elaboração de um Manual de Orientação de Estágio.
§ 1º Comporão a Comissão de Estágio Curricular:

I - 01 (um) representante e 01 (um) suplente de Coordenadores de Curso de
Graduação, por área do conhecimento (saúde, exatas, humanas, tecnológicas e
sociais) e modalidades (bacharelado e licenciatura), indicados pelo Fórum dos
Colegiados;
II - 01 (um) representante e 01 (um) suplente da representação discente
indicados pelo Diretório Central dos Estudantes - DCE/UFAL;
III - 01 (um) representante da Pró-Reitoria de Gestão Institucional –
PROGINST/UFAL;
IV - 01 (um) representante da Pró-Reitoria de Extensão - PROEX/UFAL;
V - 01 (um) representante da Pró-Reitoria de Graduação - PROGRAD/UFAL;
VI - 01 (um) representante da Pró-Reitoria Estudantil - PROEST/UFAL.

§ 2º A Pró-Reitoria de Graduação – PROGRAD/UFAL designará o Coordenador da
Comissão de Estágio Curricular.

Art. 17. Cada Curso de Graduação regulamentará seu próprio estágio curricular
mediante resolução elaborada e aprovada pelo Colegiado de Curso observados os
ditames da legislação específica e desta Resolução, e homologada pelo Conselho da
respectiva Unidade Acadêmica.
VIII – Das Disposições Finais

Art. 18. A UFAL, os estudantes, as Instituições Concedentes e os Agentes Integradores
terão prazo de 06 (seis) meses, a partir da data de aprovação desta Resolução, para a ela
se adequarem.

Art. 19. Compete ao titular da PROGRAD/UFAL aprovar os termos de convênio para
oferta de estágios curriculares, depois de apreciados pela Comissão de Estágio
Curricular de que trata o Art. 15 desta Resolução.

152

Art. 20. Esta Resolução entrará em vigor nesta data, revogadas as disposições em
contrário.

Sala dos Conselhos Superiores da Universidade Federal de Alagoas, em 18 de dezembro
de 2006.

Profª. Ana Dayse Rezende Dorea
Presidenta do CONSUNI/UFAL.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - UFAL

Coordenadoria dos Órgãos Colegiados Superiores – COC/UFAL

RESOLUÇÃO Nº 25/2005-CEPE, de 26 de outubro de2005

INSTITUI E REGULAMENTA O
FUNCIONAMENTO DO REGIME
ACADÊMICO SEMESTRAL NOS
CURSOS DE GRADUAÇÃO DA

153

UFAL, A PARTIR DO ANO LETIVO
DE 2006.

O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE
ALAGOAS, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, de acordo com a deliberação
tomada em sessão extraordinária no dia 26 de outubro de 2005;

CONSIDERANDO a necessidade da adaptação do regime acadêmico frente às novas
propostas curriculares dos cursos de graduação, que demandam uma maior flexibilidade e
pertinência pedagógica;
CONSIDERANDO os aspectos acadêmicos necessários à dinâmica das normas
referentes à organização e funcionamento dos cursos de graduação da Universidade Federal
de Alagoas, face à implantação do regime acadêmico semestral;
CONSIDERANDO o compromisso da Universidade com a formação de profissionais
capacitados para a sociedade e com o atendimento quantitativo e qualitativo da demanda
social;
CONSIDERANDO os encaminhamentos apresentados pelo Fórum dos Colegiados de
Curso, para a implantação do Regime Acadêmico Semestral e o Parecer favorável da Câmara
de Ensino de Graduação do CEPE/UFAL, aprovado em 25/10/2005;

RESOLVE:

Art 1º - Instituir na Universidade Federal de Alagoas o Regime Acadêmico Semestral,
em todos os cursos de graduação, para todos os alunos a partir do ano letivo de 2006.
§ 1º - O ingresso dos alunos na UFAL será efetivado através de Processo Seletivo, com
a realização de um único certame por ano, com a entrada de todos os alunos em uma única
turma, no primeiro semestre, ou com a divisão dos aprovados em 02 (duas) turmas, conforme
Projeto Pedagógico do Curso (PPC).
§ 2º - A partir do ano de 2012 todos os alunos da UFAL deverão estar submetidos ao
Regime Acadêmico Semestral, tendo os remanescentes a sua adaptação curricular realizada.

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Art. 2º - A programação acadêmica terá como base o semestre letivo de 100 (cem) dias
de trabalho escolar efetivo.
§ 1º - Os sábados ficam definidos como dias letivos, podendo ser utilizados para
reposição de aulas e/ou complementação das atividades acadêmicas previstas nos Projetos
Pedagógicos dos Cursos, e serão contados na composição dos 100 (cem) dias letivos.
§ 2º - A oferta acadêmica deverá ser efetivada pelos Colegiados dos Cursos.
§ 3º - As Unidades Acadêmicas disponibilizarão os docentes necessários ao
atendimento das ofertas acadêmicas, viabilizando o Projeto Pedagógico de cada curso de
graduação.
§ 4º - O efetivo de cada turma deverá refletir a oferta de vagas inicial do Processo
Seletivo, preferencialmente em torno de 40 (quarenta) alunos, não podendo exceder a 60
(sessenta) vagas.
§ 5º - Quando for o caso, os cursos dividirão seus alunos, a cada período letivo, em
tantas turmas ou grupos quantos necessários, nas aulas teóricas e práticas, respectivamente.
§ 6º - Cada turma deverá funcionar separadamente, observando o seu horário
específico, e a execução diária das atividades didáticas deverá ocorrer em, no mínimo, 02
(duas) horas-aula para cada disciplina.

Art. 3º - O aluno fará o cumprimento da matriz curricular através da seguinte
dinâmica acadêmica:
I - FLUXO PADRÃO: matriculados em disciplinas e outros componentes
curriculares obrigatórios, organizados em períodos semestrais, conforme definido nos
Projetos Pedagógicos dos Cursos;
II - FLUXO INDIVIDUAL: matriculados em disciplinas constantes da matriz
curricular, respeitados os pré-requisitos e co-requisitos estabelecidos nos Projetos
Pedagógicos dos Cursos.
§ 1º - Vivenciarão o Fluxo Padrão os alunos ingressantes e os que lograram aprovação
em todas as disciplinas do período anterior.
§ 2º - Vivenciarão o Fluxo Individual os alunos que não lograram aprovação em todas
as disciplinas do período anterior, os que trancaram matrículas em disciplinas, e os que
estejam submetidos à adaptação curricular.
§ 3º - A matrícula em disciplinas de aluno que vivencia o Fluxo Individual será
acompanhada pelo Colegiado de Curso que objetivará sua volta ao Fluxo Padrão.
§ 4º - Em qualquer situação, a constatação da impossibilidade de integralização da
matriz curricular no prazo previsto no PPC, implicará no desligamento automático do Curso.

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Art 4º - O aluno reprovado em disciplinas que somem mais de 50% (cinqüenta por
cento) da carga horária do período cursado, repetirá no semestre seguinte apenas as
disciplinas em que ficou reprovado.

Art 5º - O aluno reprovado em disciplinas que perfaçam 50% (cinqüenta por cento) ou
menos da carga horária do período cursado, será matriculado nas disciplinas em que ficou
reprovado e mais em algumas do período seguinte, respeitados os pré-requisitos e corequisitos definidos no PPC.
§ 1º - Para turmas que tiveram 10 (dez) ou mais alunos reprovados por média, o
Colegiado do Curso deverá, necessariamente, ofertar 01 (uma) turma extra no semestre letivo
subseqüente, ou matriculá-los em turmas já existentes.
§ 2º - No caso de reprovação de menos de 10 (dez) alunos, caso não haja oferta regular
da disciplina no semestre seguinte, o Colegiado do Curso deverá organizar um programa de
tutoria no qual o aluno será matriculado, e designará um professor para acompanhar e avaliar
o aluno, sem a necessidade da formação de uma turma convencional.
§ 3º - Este procedimento de tutoria aplica-se apenas aos alunos reprovados por média,
não podendo ser utilizado com alunos reprovados por falta, desistentes ou que não obtiveram
pontuação mínima suficiente para ir à prova final.
§ 4º - Entende-se como reprovado por média o aluno que, tendo participado de todas
as avaliações previstas, inclusive da prova final, não obteve a pontuação mínima exigida para a
sua aprovação.
§ 5º - Nenhum aluno poderá ser matriculado em disciplinas de um determinado
período, sem estar matriculado nas disciplinas obrigatórias em que ficou reprovado no
semestre anterior.
Art 6º - O aluno reprovado mais de 01 (uma) vez numa mesma disciplina(s), no
semestre letivo seguinte, somente poderá ser matriculado nela(s), sendo permitidas as
atividades da parte flexível.
Parágrafo Único Nestas condições a situação do aluno será acompanhada pelo
Colegiado do Curso, considerando-se também o desempenho docente, cujo acompanhamento
deverá resultar em relatório que servirá como subsídio para posteriores encaminhamentos do
Colegiado do Curso.

Art 7º - Somente a partir do segundo período será permitido ao aluno o
trancamento de matrícula, em disciplinas ou no período, em data fixada pelo Calendário
Acadêmico da UFAL, exceto nos casos de necessidade do afastamento do aluno por
questões de saúde, comprovada pela Junta Médica da UFAL, ou decorrente de Serviço
Militar Obrigatório.

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§ 1º - O aluno interessado requererá o trancamento ao Colegiado do Curso que, em
caso de deferimento, o efetivará no Sistema Acadêmico.
§ 2º - O trancamento de matrícula no período poderá ser efetivado pelo prazo máximo
de 04 (quatro) semestres, consecutivos ou não, quando então obrigar-se-á o aluno a reassumir
as atividades acadêmicas de seu curso, sob pena de desligamento do mesmo.

Art 8º - O não comparecimento para a efetivação da matrícula em 02 (dois) semestres
letivos, consecutivos ou não, caracterizará o abandono do Curso, implicando no desligamento
do aluno.

Art. 9º - O regime de aprovação do aluno em cada disciplina será efetivado mediante a
apuração:
I - da freqüência às atividades didáticas;
II - do rendimento escolar.

Art. 10 - Será considerado reprovado por falta o aluno que não comparecer a mais de
25% (vinte e cinco por cento) das atividades didáticas realizadas no semestre letivo.
Parágrafo Único - O abono, compensação de faltas ou dispensa de freqüência, só será
permitido nos casos especiais previstos nos termos do Decreto-Lei nº 1.044 (21/10/1969),
Decreto-Lei nº 6.202 (17/04/1975) e no Regimento Geral da UFAL.

DA AVALIAÇÃO

Art. 11 - A avaliação do rendimento escolar se dará através de:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
(b) Prova Final (PF), quando for o caso;
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

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§ 1º – Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação, inclusive prova final,
após a divulgação antecipada de, pelo menos, 48 (quarenta e oito) horas, das notas obtidas
pelo aluno em avaliações anteriores.
§ 2º - O aluno terá direito de acesso aos instrumentos e critérios de avaliação e, no
prazo de 02 (dois) dias úteis após a divulgação de cada resultado, poderá solicitar revisão da
correção de sua avaliação, por uma comissão de professores designada pelo Colegiado do
Curso.

Art. 12 - Será também considerado, para efeito de avaliação, o Estágio Curricular
Obrigatório, quando previsto no PPC.

Art. 13 - Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que possível, aos
conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante de mais de 01 (um)
instrumento de avaliação, tais como: provas escritas e provas práticas, além de outras opções
como provas orais, seminários, experiências clínicas, estudos de caso, atividades práticas em
qualquer campo utilizado no processo de aprendizagem.
§ 1º - Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais dos
instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB) respectiva, calculada
considerando-se a média das avaliações programadas e efetivadas pela disciplina.
§ 2º - Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em uma das 02
(duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre letivo, a ser reavaliado naquela
em que obteve menor pontuação, prevalecendo, neste caso, a maior nota.

Art. 14 - A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética, apurada
até centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais.
§ 1º - Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
§ 2º - Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das Avaliações
Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).

Art. 15 - O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou
superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a Prova Final (PF).
Parágrafo Único - A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina
ministrada e será realizada no término do semestre letivo, em época posterior às reavaliações,
conforme o Calendário Acadêmico da UFAL.

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Art. 16 - Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF), em cada
disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e cinco
décimos).
Parágrafo Único - O cálculo para a obtenção da média final é a média ponderada da
Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da nota da Prova Final (PF), com
peso 4 (quatro).

Art. 17 - Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não tendo comparecido à
Prova Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo de doença, devendo requerê-la ao
respectivo Colegiado do Curso no prazo de 48 (quarenta e oito) horas após a realização da
prova.

Parágrafo Único - A Prova Final, em segunda chamada, realizar-se-á até 05
(cinco) dias após a realização da primeira chamada, onde prevalecerá o mesmo critério
disposto no Parágrafo único do Art. 16.
Art 18 - O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular obrigatório
em todos os Projetos Pedagógicos dos Cursos da UFAL, assumindo a seguinte conformação:
I - O TCC não se constitui como disciplina, não tendo, portanto, carga horária fixa
semanal, sendo sua carga horária total prevista no PPC e computada para a integralização do
Curso.
II - A matrícula no TCC se dará automaticamente a partir do período previsto no
Projeto Pedagógico do Curso para a sua elaboração, não tendo número limitado de vagas, nem
sendo necessária a realização de sua matrícula específica no Sistema Acadêmico.
III - A avaliação do TCC será realizada através de 01 (uma) única nota, dada após a
entrega do trabalho definitivo, sendo considerada a nota mínima 7,0 (sete), nas condições
previstas no PPC.
IV - Caso o aluno não consiga entregar o TCC até o final do semestre letivo em que
cumprir todas as outras exigências da matriz curricular, deverá realizar matrícula- vínculo no
início de cada semestre letivo subseqüente, até a entrega do TCC ou quando atingir o prazo
máximo para a integralização do seu curso, quando então o mesmo será desligado.

DA MATRÍCULA INSTITUCIONAL

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Art. 19 - A matrícula dos alunos ingressante na UFAL, via Processo Seletivo, deverá ser
efetivada na Coordenação do respectivo Curso de Graduação, que recolherá os documentos
necessários para a sua matrícula institucional e procederá a matrícula acadêmica.
Parágrafo Único - O número de matrícula do aluno ingressante será gerado
previamente pelo Departamento de Assuntos Acadêmicos - DAA/UFAL, baseado na listagem
dos aprovados e classificados encaminhada pela COPEVE/UFAL.

Art. 20 - O candidato aprovado e classificado no Processo Seletivo que não se
apresentar para a matrícula institucional no prazo definido, ou que não apresentar a
documentação exigida nos termos do Edital de Convocação, será considerado desistente.
Parágrafo Único - O DAA/UFAL convocará o(s) próximo(s) candidato(s), por ordem de
classificação naquele Curso de Graduação, para ocupar a(s) vaga(s) existente(s).

Art. 21 - A aprovação e classificação no Processo Seletivo da UFAL de candidato para o
Curso de Graduação no qual já é aluno efetivamente matriculado não implicará em
preenchimento de vaga, sendo esta ocupada conforme o disposto no artigo anterior.

DA MATRÍCULA ACADÊMICA

Art. 22 - Todo aluno de graduação deverá, em cada semestre letivo, a partir do
segundo semestre do curso, de acordo com o calendário acadêmico previsto, efetuar sua
matrícula acadêmica no sistema eletrônico de dados.
Parágrafo Único - A matrícula se dará nas disciplinas do período a que o aluno tiver
direito, observados os artigos 3º a 6º desta Resolução, acrescido das disciplinas eletivas
disponibilizadas para o período.

Art. 23 - O aluno que não efetuar a sua matrícula no tempo especificado deverá, no
período de ajuste definido no calendário acadêmico, comparecer à Coordenação do Curso para
efetuá-la.
§ 1º Não será matriculado no semestre letivo correspondente, o aluno que não fizer
matrícula no sistema eletrônico de dados e deixar de comparecer à Coordenação de Curso no
período de ajuste.

§ 2º Será permitida a efetivação de matrícula mediante procuração.

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DO BLOQUEIO DE MATRÍCULA E
DO DESLIGAMENTO DA UFAL.
Art. 24 - Terá o seu registro de matrícula suspenso, e será, em conseqüência,
bloqueado no Sistema Acadêmico da Universidade Federal de Alagoas, o aluno que:
I - Deixar de efetuar a matrícula em 01 (um) semestre letivo;
II - For reprovado por falta em todas as disciplinas em que estiver matriculado por 02
(dois) semestres consecutivos.

Art. 25 - Terá o seu registro de matrícula cancelado e conseqüentemente será
desligado da Universidade Federal de Alagoas, não sendo permitida a sua rematrícula, o aluno
que:
I - Ultrapassar o tempo máximo de integralização do curso, incluindo os períodos de
trancamento e bloqueio de matrícula;
II - Apresentar o coeficiente de rendimento no semestre, inferior a 3,0 (três), em 03
(três) semestres consecutivos;
III - Estiver bloqueado no sistema por 02 (dois) semestres letivos consecutivos, ou 03
(três) semestres letivos intercalados;
IV - Não comparecer para efetivar a sua matrícula em 02 (dois) semestres letivos,
consecutivos ou não.
Parágrafo Único - Nos casos de alunos que ingressaram na UFAL por transferência de
outra Instituição de Ensino Superior a contagem do tempo será iniciada a partir do ingresso no
Curso de origem.

Art. 26 - Nos casos de alunos retidos em disciplinas com índice de reprovação igual ou
maior que 50% (cinqüenta por cento) será permitida a prorrogação do prazo para a
integralização do curso, por mais 01 (um) semestre letivo, uma única vez.
Parágrafo Único - A prorrogação deverá ser deliberada pelo Colegiado do Curso de
acordo com a análise da vida acadêmica do aluno, deverá ser solicitada antes do término do
citado prazo, observando-se o disposto no parágráfo único do artigo 6º.

DA REMATRÍCULA

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Art. 27 - Será permitida ao aluno bloqueado no sistema acadêmico a solicitação de
rematrícula.
§ 1º - A rematrícula só será concedida ao aluno que tenha integralizado, antes da
suspensão do seu registro acadêmico, no mínimo 20% (vinte por cento) da carga horária total
do Currículo Pleno do Curso, vigente à época do pedido de rematrícula, caso contrário o
mesmo será automaticamente desligado do Curso.
§ 2º - A rematrícula está condicionada à existência de vagas em disciplinas que o aluno
possa cursar, e só será permitida 01 (uma) única vez.
§ 3º - O pedido de rematrícula será formalizado no Protocolo Geral da UFAL, mediante
formulário próprio fornecido pelo DAA/UFAL, acompanhado de justificativa, nos prazos fixados
pelo Calendário Acadêmico.
§ 4º - O DAA/UFAL indeferirá preliminarmente os processos que não atendam ao § 1º
do presente artigo.

Art. 28 - O pedido de rematrícula será analisado pelo Colegiado do Curso que
oferecerá parecer conclusivo.
§ 1º - Admitida a rematrícula, o interessado deverá cumprir todas as adaptações
necessárias à integralização do currículo vigente à época do deferimento, de acordo com um
plano que será estabelecido pelo Colegiado do Curso.
§ 2º - A Coordenação do Curso comunicaraá ao DAA/UFAL todos os procedimentos
adotados, para registro.

Art. 29 - Os casos omissos serão resolvidos pelo CEPE/UFAL, ouvida a Câmara
de Ensino de Graduação.

Art. 30 - Ficam revogadas todas as disposições em contrário, em especial a
Resolução nº 19/2005-CEPE/UFAL, de 27 de julho de 2005, para os alunos submetidos
ao Regime Semestral.
Art. 31 - Esta Resolução entra em vigor nesta data.

Sala dos Conselhos Superiores da UFAL, em 17 de outubro de 2005.

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Profª. Ana Dayse Rezende Dorea

Presidenta do CEPE/UFAL