Projeto Pedagógico de Curso (PPC) 2018

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PPC 2018_Versão_29.05.2020 (1) UFAL PENEDO CORRETO.pdf
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                    1

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
COORDENAÇÃO DE CURSOS DE GRADUAÇÃO

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
(NOTURNO)

Penedo/AL
Setembro, 2018

2

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA
UNIDADE EDUCACIONAL PENEDO

Maria Valéria Costa Correia
Reitora
José Vieira da Cruz
Vice-Reitor
Sandra Regina Paz da Silva
Pró-Reitora de Graduação – PROGRAD

Eliane Aparecida Holanda Cavalcanti
Diretora Geral do Campus Arapiraca

Arnaldo Tenório da Cunha Júnior
Coordenador Acadêmico do Campus Arapiraca

Alexandre Ricardo Oliveira
Coordenador da Unidade Educacional de Penedo

Penedo/AL
Setembro, 2018

3

EQUIPE DE ELABORAÇÃO
Núcleo Docente Estruturante
Prof. Dr. Alexandre R. de Oliveira
Profa. Dra. Camila Souza Porto (Coordenação de Curso)
Prof. Dr. Diógenes Meneses dos Santos
Profa. Esp. Joseane dos S. do Espírito Santo
Profa. Dra. Milena Dutra da Silva (Coordenação de NDE)
Profa. Dra. Valéria Cavalcante Campos

Docentes Colaboradores
Profa. Dra. Ana Paula de A. P. da Silva
Profa. Dra. Auceia Matos Dourado
Prof. Dr. Cláudio L. S. Sampaio
Prof. Dr. Guilherme Ramos Demétrio Ferreira
Profa. Dra. Janayna Paula L. de S. Santos
Prof. Dr. Kim Ribeiro Barão
Prof. MSc. Marcos Paulo de Oliveira Sobral
Profa. Dra. Taciana Kramer de O. Pinto
Prof. Dr. Uedson Pereira Jacobina

Técnico em Assuntos Educacionais
Maria Dayane Dalysse dos Santos

4
SUMÁRIO
1. APRESENTAÇÃO

6

2. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

8

3.1 Contextualização

9

3.2. Realidade regional

10
13

3.3. Justificativa

14

3.4 Histórico do curso

15

4. CONCEPÇÃO DO CURSO

17

4.1 Objetivos

17

4.2. Perfil e competência profissional do egresso

19

5. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA

20

5.1. Colegiado do Curso

20

5.3. Coordenação de Estágio Supervisionado

22

5.4. Coordenação de Monitoria

23

5.5. Coordenação de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

23

5.6. Núcleo Docente Estruturante

23

5.7. Composição do Núcleo Docente Estruturante (NDE)

24

6. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

26

6.1. Conhecimentos Básicos

27

6.2. Articulação entre teoria e prática

31

6.3. Interdisciplinaridade

34

6.4. Ensino, Pesquisa e Extensão

35

6.5 Representação gráfica do perfil de formação

37

6.6. Matriz curricular

39

6.7. Ementário das Disciplinas e Componentes Curriculares Obrigatórios

48

6.8. Ementário das Disciplinas Eletivas

100

7. ATIVIDADES ACADÊMICAS CIENTÍFICO-CULTURAIS

113

8. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)

113

9. ESTÁGIO SUPERVISIONADO

115

10. ATIVIDADES CURRICULARES DE EXTENSÃO

117

10.1. O programa de extensão do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas

119

10.2 Descrição das ações curriculares de extensão do curso de licenciatura em ciências biológicas e
sua distribuição por períodos
123
11. METODOLOGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM

137

12. AVALIAÇÃO

138

12.1. Avaliação da aprendizagem

138

12.2. Avaliação institucional

139

13. ACOMPANHAMENTO DOS EGRESSOS

141

5
14. AÇÕES DE APOIO AOS DISCENTES

141

14.1 Nivelamento

141

14.2. Laboratórios

142

14.2.1. Laboratórios de Ensino

142

14.2.2. Laboratórios- suporte às atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão

142

14.3. Monitoria

142

14.5. Políticas de atendimento a pessoas com deficiência

144

14.6. Atividades de Ensino e Inclusão

144

14.7. Atividades de Extensão e Inclusão

145

14.8. Atividades de Pesquisa e Inclusão

146

14.8. Atividades do Núcleo de Acessibilidade da UFAL

146

14.9. Política de assistência estudantil

147

15. INFRAESTRUTURA

149

16. REFERÊNCIAS

152

ANEXOS

153

APÊNDICES

153

6

1. APRESENTAÇÃO

Este documento apresenta o Projeto Pedagógico de Curso (PPC) de Licenciatura em
Ciências Biológicas da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Campus Arapiraca, Unidade
Educacional Penedo (UE Penedo). Constitui documento público, elaborado de forma
participativa pelos membros do Núcleo Docente Estruturante (NDE) e do Colegiado do Curso,
com suporte de técnico em assuntos educacionais, tendo como base o Plano de
Desenvolvimento Institucional (PDI) e o Projeto Pedagógico Institucional (PPI) da
Universidade Federal de Alagoas (UFAL).
Este PPC apresenta-se como um documento que revela a identidade e a intencionalidade
da formação intelectual e profissional do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas.
Aponta-se, aqui, as legislações vigentes que norteiam o curso, o perfil profissional do egresso,
as atividades didático-pedagógicas, as concepções pedagógicas, as orientações metodológicas,
os procedimentos didáticos de ensino e aprendizagem, as formas de avaliação, e demais
atividades que ocorrem no curso.
Além destes elementos, o PPC atende às Diretrizes Curriculares Nacionais específicas,
bem como todas as outras legislações exigidas pelo Ministério da Educação (MEC) e Conselho
Nacional de Educação (CNE), a saber:
•

Carga horária mínima, em horas – para Licenciaturas Resolução CNE/CP N° 2, de 1°
de julho de 2015;

•

Tempo de integralização: conforme Resolução CNE/CP N° 2, de 1° de julho de 2015.

•

Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e
para o Ensino de História e Cultura AfroBrasileira, Africana e Indígena, nos
termos da Lei Nº 9.394/96, com a redação dada pelas Leis Nº 10.639/2003 e N°
11.645/2008, e da Resolução CNE/CP N° 1/2004, fundamentada no Parecer CNE/CP
Nº 3/2004;

•

Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, conforme disposto no
Parecer CNE/CP N° 8, de 06/03/2012, que originou a Resolução CNE/CP N° 1, de
30/05/2012;

•

Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, conforme
disposto na Lei N° 12.764, de 27 de dezembro de 2012;

•

Condições de acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida,
conforme disposto na CF/88, art. 205, 206 e 208, na NBR 9050/2004, da ABNT, na Lei

7

N° 10.098/2000, na Lei N° 13.146/2015, nos Decretos N° 5.296/2004, N° 6.949/2009,
N° 7.611/2011 e na Portaria N° 3.284/2003;
•

Disciplina de Libras (Dec. N° 5.626/2005);

•

Políticas de Educação Ambiental (Lei Nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto Nº
4.281 de 25 de junho de 2002);

•

Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação
Básica, em nível superior, curso de licenciatura, conforme normatiza a Resolução
CNE/CP N° 2, de 1° de julho de 2015.
Busca-se a constituição de um PPC que exceda a “formalidade instituída”, em

concordância com Veiga (2004, p. 25), sendo, antes, “[...] uma reflexão sobre a educação
superior, sobre o ensino, a pesquisa e a extensão, a produção e a socialização dos conhecimentos,
sobre o aluno e o professor e a prática pedagógica que se realiza na universidade [...]”. Assim,
os capítulos aqui apresentados correspondem às propostas para desenvolvimento do curso, e
um compromisso com a formação e qualificação dos futuros profissionais de Licenciatura em
Ciências Biológicas.

8

2. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

Mantenedora: Ministério da Educação (MEC).
Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF).
CNPJ: 00.394.445/0188-17.
Dependência: Administrativa Federal.
Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL).
Código: 577.
Município-Sede: Maceió.
Estado: Alagoas.
Endereço do Campus sede:
Campus A. C. Simões – Cidade Universitária Maceió /AL.
Rodovia BR 101, Km 14 CEP: 57.072 – 970.
Fone: (82) 3214 - 1100 (Central).
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br
Curso: Licenciatura em Ciências Biológicas.
Autorização: Resolução Nº 63/2013 - CONSUNI/UFAL - Nº 07/2013
Reconhecimento: Portaria Nº 340 de 18 de maio de 2018.
Conceito de curso (CPC): Conceito 4 do Inep (2018).
Modalidade: Licenciatura presencial.
Número de vagas: 50 (oferta anual).
Turno: Noturno.
Título oferecido: Licenciado em Ciências Biológicas.
Nome da mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL).
Campus: Arapiraca.
Município-Sede: Arapiraca.
Estado: Alagoas.
Região: Nordeste.
Endereço de funcionamento do curso:
Av. Beira Rio, s/n - Centro Histórico, CEP: 57200-000, Penedo/AL.
Telefone:(82) 3551-2784/3707.
Portal eletrônico do curso: http://www.ufal.edu.br/arapiraca/graduacao/ciencias-biologicaspenedo
Coordenador(a) do curso
Nome: Camila Souza Porto.
Formação acadêmica: Graduada em Ciências Biológicas.
Titulação: Doutora em Biotecnologia.
Regime de trabalho: Dedicação Exclusiva.

9

3. INTRODUÇÃO
3.1 Contextualização
A Universidade Federal de Alagoas - UFAL é Pessoa Jurídica de Direito PúblicoFederal, CNPJ: 24.464.109/0001-48, com sede à Avenida Lourival de Melo Mota, S/N, Campus
A. C. Simões, no Município de Maceió, no Estado de Alagoas, CEP 57.072-970, além de uma
Unidade Acadêmica (UA) em Rio Largo, município da região metropolitana da Capital.
Foi criada pela Lei Federal nº 3.867, de 25 de janeiro de 1961, a partir do agrupamento
das então Faculdades de Direito (1933), Medicina (1951), Filosofia (1952), Economia (1954),
Engenharia (1955) e Odontologia (1957), como instituição federal de educação superior, de
caráter pluridisciplinar de ensino, pesquisa e extensão, vinculada ao Ministério da Educação,
mantida pela União, com autonomia assegurada pela Constituição Brasileira, pela Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei 9394/96 e por seus Estatuto e Regimento Geral.
Possui estrutura multicampi, com sede localizada no Campus A. Simões, em Maceió,
onde são ofertados 99 cursos de graduação. O processo de interiorização, iniciado em 2006,
expandiu sua atuação para o Agreste, com o Campus de Arapiraca e suas Unidades
Educacionais em Palmeira dos Índios, Penedo e Viçosa e a oferta de 23 cursos. Em 2010,
chegou ao Sertão, instalando-se no município de Delmiro Gouveia e uma Unidade Educacional
na cidade de Santana do Ipanema e a oferta de 08 cursos, todos presenciais.
Além dos cursos presenciais, há também a oferta de 11 cursos na modalidade de
Educação à Distância, através do sistema Universidade Aberta do Brasil - UAB. A pósgraduação conta com 41 programas de mestrado e 14 de doutorado, além dos cursos de
especialização ofertados em diferentes áreas do conhecimento.
A pesquisa vem crescendo anualmente com a criação/participação de linhas e grupos de
pesquisa em diversas áreas do conhecimento. A extensão também contribui com diversos
programas e é uma atividade em constante expansão.
O ingresso dos estudantes na UFAL se efetiva por meio de processo seletivo através do
ENEM e da plataforma SISu/MEC (Sistema de Seleção Unificada).

10

3.2. Realidade regional

O estado de Alagoas está localizado à leste da região Nordeste do Brasil (Figura 1),
possui uma área de 27.779,3 km2, com 102 municípios e a sua população é de 3.321.730 pessoas
(IBGE/PNAD, 2014) distribuídas proporcionalmente por faixa etária (Tabela 1), tendo, assim,
uma densidade demográfica de 112,33 hab/km2.

Figura 1. Localização de Alagoas, Nordeste, Brasil.
Fonte: PEE, 2015.

Tabela 1. Proporção da população por grupo de idade – Alagoas, 2010.
Grupo de Idade

%

Proporção de pessoas de 0 a 14 anos de idade

29,2

Proporção de pessoas de 15 a 29 anos de idade

28,0

Proporção de pessoas de 30 a 59 anos de idade

33,9

Proporção de pessoas de 60 de idade

8,9

Fonte: IBGE - Censo Demográfico, 2010.

Os maiores empregadores formais são: a indústria de transformação, o setor de serviços,
o comércio e a construção civil. A produção agrícola mais expressiva de Alagoas é a de canade-açúcar, seguida da produção de mandioca, com perfil de agricultura familiar. Na pecuária,
destaca-se a criação de bovinos, ovinos e suínos.

11

O contexto educacional de Alagoas desenvolveu-se em meio a um cenário de grandes
desigualdades sociais e econômicas, no qual as oportunidades educacionais nunca foram
igualmente distribuídas, o que gerou um elevado número de jovens e adultos, pertencentes aos
grupos econômicos, sociais e étnico-raciais menos favorecidos da população, que não
conseguiram concluir a escolarização básica. A educação básica, por sua vez, está organizada
em três etapas: educação infantil, ensino fundamental e ensino médio; e sete modalidades de
ensino: educação de jovens e adultos, educação especial, educação profissional e tecnológica,
educação do campo, educação escolar indígena, educação escolar quilombola e educação a
distância; e as diversidades e especificidades educacionais: relações étnico-raciais, relações de
gênero, diversidade sexual e educação ambiental (PEE, 2015).
A cidade de Penedo está localizada ao sul do estado de Alagoas, às margens do rio São
Francisco (Figura 2) e sua principal fonte de renda provém da atividade primária, com o cultivo
de e a atividade de (Figura 3). O município possui população estimada em 64.074 pessoas,
sendo que cerca de 50% da população está em idade escolar entre 3 e 17 anos (Tabela 2).

Figura 2. Localização do município de Penedo, no estado de Alagoas.
Fonte: IBGE, 2015.

12

Figura 3. Produto Interno Bruto (PIB) de Penedo em relação à Alagoas e Brasil.
Fonte: IBGE, 2015.

Quadro 1. População em idade escolar.
População em Idade escolar
0 a 3 anos

4 a 6 anos

7 a 14 anos

15 a 17 anos

4 a 17 anos

Penedo
(2010)

4.137

3.113

10.125

3.819

17.057

Alagoas
(2010)

215.641

170.455

524.265

195.244

889.964

Região
Nordeste
(2010)

3.352.821

2.669.088

8.082.782

3.163.316

13.915.186

Brasil

10.925.893

8.696.672

26.309.730

10.357.874

45.364.276

(2010)
Fonte: IBGE, 2015.

A taxa de analfabetismo ainda é muito alta no município, chegando a quase 23% da

13

população acima de 15 anos, realidade essa, também, vivenciada no estado de Alagoas como
um todo, onde cerca de 22% da população não sabe ler, nem escrever (quadro 2).
Quadro 2. Taxa de analfabetismo da população.
Taxa de Analfabetismo
10 a 14 anos

15 anos ou mais

Penedo (2010)

8,5%

22,8%

Alagoas (2011)

5,0%

21,8%

Região Nordeste (2011)

3,7%

16,9%

Brasil (2011)

1,9%

8,6%

Fonte: IBGE, 2015.

A figura a seguir, mostra que existe a procura e a matrícula dessa população na educação
básica corresponde à faixa etária, porém percebe-se que o número de docentes não atende à
demanda de alunos, principalmente no ensino médio, onde o quantitativo de professores cai
para metade, em relação ao ensino fundamental. Por conta disso, é recorrente a atuação de
profissionais de outras áreas, sem formação específica, na docência das disciplinas das ciências,
a exemplo das Ciências Biológicas.

Figura 4. Relação entre matrícula e docentes, em Penedo/AL.
Fonte: IBGE, 2015.

14

3.3. Justificativa
Diante das demandas locais e regionais, anteriormente expostos, e que tem a sua
mitigação diretamente vinculada à formação de professores, as instituições de ensino superior
são convocadas a desenvolver estratégias e encontrar soluções para os problemas que emergem
cotidianamente nos diferentes contextos da atualidade. Dentre as exigências sociais que geram
desconforto e preocupação nas instituições de ensino superior, destacam-se: o atendimento à
demanda, o desafio da formação inicial e continuada (Lato e Stricto Sensu) de professores e
demais profissionais da educação básica.
Sendo assim, para atender a demanda de um elevado número de estudantes egressos do
ensino médio, de baixa renda e/ou com dificuldade de deslocamento para Maceió (Campus A.C.
Simões), e ainda a demanda por formação complementar de professores que atuam na Educação
Básica em Licenciatura Plena, a UFAL propôs em seu Projeto de Interiorização a criação do
Campus Arapiraca (no Agreste do estado de Alagoas). O mesmo teve seu funcionamento
acadêmico a partir de agosto de 2006, com sede em Arapiraca, e unidades acadêmicas
vinculados ao referido Campus, dentre os quais a Unidade Educacional Penedo, situada no
município de Penedo (PDI UFAL, 2005).
Perante essa problemática, a Universidade Federal de Alagoas – Campus Arapiraca
propôs a implantação do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas no município, visando
a formação de professores qualificados para atuar na Educação Básica no Ensino das Ciências
Biológicas (Ciências – 6º ao 9º ano e Biologia – Ensino Médio).
O estudo das Ciências Biológicas deve possibilitar a compreensão de que a vida se
organizou no tempo e no espaço, sob a ação de processos evolutivos, tendo como resultado uma
grande diversidade de formas sobre as quais as pressões seletivas continuam atuando. Os
organismos de uma forma geral, incluindo os seres humanos, não estão isolados, constituindo
sistemas que estabelecem complexas relações de interdependência. O entendimento dessas
interações envolve a compreensão das condições físicas do meio, do modo de vida e da
organização funcional interna das diferentes espécies e sistemas biológicos. Contudo, também
se deve atenção às relações estabelecidas pelos seres humanos, dada a sua especificidade. Em
tal abordagem, os conhecimentos biológicos não se dissociam dos conhecimentos sociais,
políticos, econômicos e culturais.

15

O professor da área de Ciências Biológicas deve ter consciência de seu papel
transformador, estimulando e contribuindo para ações de conservação da natureza,
desenvolvendo atividades educacionais e/ou comunitárias, num movimento de aproximação
com a educação básica, como preconiza o PDI 2013-2017 da UFAL na sessão “UFAL e
Formação”. Dessa forma, a configuração das licenciaturas constitui uma proposta inovadora e
está em sintonia com a necessidade de formar docentes comprometidos com a cidadania, o meio
ambiente e a construção de saberes.
3.4 Histórico do curso
No Brasil, as Ciências Biológicas foram regulamentadas em 1962, quando o Conselho
Federal de Educação (CFE) que fixou o currículo mínimo e a duração dos cursos de História
Natural (Parecer Nº 325/62), para a formação de profissionais, que atendiam às demandas de
pesquisa e ensino no 3o grau, ensino da Biologia no 2o grau e de Ciências, Física e Química no
1o grau.
Dois anos depois (1964), o CFE fixou o currículo mínimo para o Curso de Ciências
Biológicas (Licenciatura) adequando o antigo curso de História Natural às exigências da
especialização e da demanda referente à separação das áreas biológica e geológica. A partir de
então, surgiram os Institutos de Geociências e/ou Escolas de Geologia do país. Desde então, os
egressos dos Cursos de Ciências Biológicas vêm atendendo ao ensino de Biologia e de Ciências
nos diversos níveis, além da produção de conhecimento básico e aplicado nas diversas subáreas
das Ciências Biológicas, através da pesquisa.
Atento aos processos inovadores que vêm paulatinamente acontecendo, devido à
globalização, às transformações nos mais variados segmentos da vida social, econômica,
política e educacional, o Ministério da Educação, em maio de 2000, remeteu ao Conselho
Nacional de Educação, para apreciação, proposta de Diretrizes para Formação de Professores
da Educação Básica em cursos de nível superior, formulada por Grupos de Trabalho designados
para este fim.
A proposta de Diretrizes Nacionais para a Formação de Professores para a Educação
Básica brasileira, busca construir uma sintonia entre a formação de professores, os princípios
prescritos pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional/LDBEN, as normas instituídas
nas Diretrizes Curriculares Nacionais para educação infantil, para o ensino médio, e suas
modalidades, bem como, as recomendações dos Parâmetros e Referenciais Curriculares para a
educação básica elaboradas pelo Ministério da Educação.

16

O processo de elaboração dessas propostas de Diretrizes Curriculares para a graduação
consolidou uma formação para três categorias de carreiras:
a) Bacharelado Acadêmico;
b) Bacharelado Profissionalizante e;
c) Licenciatura.
Assim, conforme essas diretrizes, a licenciatura torna-se independente do bacharelado,
constituindo-se em um projeto específico e exigindo a definição de currículos próprios da
Licenciatura que não se confundam com o Bacharelado ou com a antiga formação de
professores, caracterizada como modelo 3+1 (BRASIL, 2001).
Na Unidade Educacional Penedo, o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas foi
autorizado em 2013, Resolução Nº 63/2013-CONSUNI/UFAL nº 07/2013, iniciando a oferta
no semestre 2014.2. Desde então, o curso oferta 50 vagas anuais, no período noturno, com
ingresso de estudantes por diferentes modalidades: via Sistema de Seleção Unificada (SISU),
Programa Estudantes Convênio de Graduação (PEC-G), Editais de Reopção e de Transferência;
Programa de Mobilidade Acadêmica Interinstitucional ou outras formas autorizadas pelo
Conselho Universitário. Todas essas resoluções estão disponibilizadas no endereço eletrônico:
www.ufal.br, mais especificamente na página da PROGRAD, em normas acadêmicas.
O Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da Unidade
Educacional Penedo, Campus Arapiraca, foi elaborado de acordo com as seguintes orientações:
•

Conselho Nacional de Educação, através das Diretrizes Curriculares Nacionais
(PCNs) para a Formação de Professores da Educação Básica (Parecer CNE/CP
09/2001, Resoluções CNE/CP No 01/2002 e no 02/2002, Resolução CNE/CP No
02/2015);

•

DCN para o Curso de Ciências Biológicas (Parecer No 1.301/2001 e Resolução
CNE/CES 09/2002;

•

Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental e para o Ensino
Médio, emitidos pelo Ministério da Educação;

•

Recomendações do Fórum das Licenciaturas da UFAL, contidas nas Diretrizes
Políticas para as Licenciaturas na UFAL e;

•

Os princípios norteadores contidos na nova estrutura e conteúdo curricular dos
Projetos Pedagógicos para cursos de Licenciatura da UFAL cuja configuração
geral obedece a estrutura curriculares compostas pelas componentes curriculares:
disciplinas da área específica e da dimensão pedagógica; práticas pedagógicas; e

17

atividades curriculares de extensão.

Desta forma, o Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da UFAL/Penedo
contempla as demandas do município de natureza política, econômica, social e ambiental,
visando a formação de professores para atuação em escolas no município e/ou nos municípios
circunvizinhos.
O Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da UFAL/Penedo teve a sua primeira
turma ingressa no semestre de 2014.2, para a qual prevê-se a conclusão do curso, em tempo
regular, em nove períodos letivos. Até o primeiro semestre de 2018, encontravam-se quatro
turmas em curso, regularmente envolvidas em atividades no âmbito do ensino, pesquisa e
extensão.

4. CONCEPÇÃO DO CURSO
4.1 Objetivos
O Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas visa formar um profissional educador
competente, comprometido com a educação, crítico e reflexivo, buscando articular a teoria com
a prática de forma aplicada à realidade onde está inserido, formando professores para atuar na
educação básica, especificamente no ensino de Ciências e Biologia
Neste sentido, o professor de Ciências e Biologia deve possuir o domínio não apenas
das Ciências Biológicas, mas também uma visão mais ampla, politizada e humanística, além de
competências e habilidades próprias do educador licenciado em Ciências Biológicas. Desta
forma, o Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da Unidade Educacional Penedo tem
como objetivo formar profissionais capazes de:
•

Elaborar propostas de ensino-aprendizagem de Ciências e Biologia para a educação
básica;

•

Conhecer teorias psicopedagógicas que fundamentam o processo de ensinoaprendizagem, bem como, os princípios básicos de planejamento educacional;

•

Analisar criticamente novas propostas curriculares das Ciências Biológicas para a
educação básica;

•

Desenvolver estratégias de ensino que favoreçam a criatividade, a autonomia e a
flexibilidade do pensamento biológico dos educandos, buscando enfatizando mais os

18

conceitos do que as técnicas e fórmulas;
•

Perceber a prática docente de Ciências e Biologia como um processo dinâmico,
carregado de incertezas e conflitos, um espaço de criação e reflexão, onde novos
conhecimentos são gerados e modificados continuamente;

•

Contribuir para a realização de projetos coletivos dentro da escola básica e da
comunidade onde a escola encontra-se inserida;

•

Ler, compreender e interpretar textos, especialmente textos científicos;

•

Buscar e selecionar informações em diferentes fontes (livros, enciclopédias, dicionários,
mídia eletrônica e etc.);

•

Compreender a Biologia e suas relações com o contexto social, econômico, político,
cultural e ambiental;

•

Desenvolver atividades em laboratório de Biologia e conhecer suas normas de
segurança, além de utilizar a experimentação como estratégia didática para o ensino de
Biologia e para o desenvolvimento de pesquisas, que poderão ser aplicadas em sala de
aula;

•

Refletir sobre sua prática educativa, identificando problemas e desenvolvendo soluções
visando uma aprendizagem significativa;

•

Desenvolver olhar crítico, permitindo avaliar materiais e recursos didáticos, como livros,
apostilas, “kits” experimentais, programas computacionais, a fim de utilizá-los como
ferramenta facilitadora da aprendizagem;

•

Ter consciência de que a educação é um processo contínuo, ao longo de toda a vida, e
procurar oportunidades de se atualizar;

•

Ser capaz de elaborar projetos e trabalhar coletivamente visando à melhoria da escola e
consequentemente da realidade em que vive;

•

Ter formação humanística e cultural que permita articular-se no ambiente social, de
forma política, ética e humana, exercendo a responsabilidade social;

•

Desenvolver o espírito investigativo para realizar um ensino baseado na
ação/reflexão/ação;

•

Atuar no magistério, conhecendo os principais problemas educacionais brasileiros,
utilizando-se das metodologias de ensino variadas contribuindo para o desenvolvimento
intelectual e despertando o interesse científico nos estudantes;

•

Exercer sua profissão de modo dinâmico e criativo, na busca de novas metodologias,
enfrentando como desafio, as dificuldades do magistério.

19

4.2. Perfil e competência profissional do egresso
O licenciado em Ciências Biológicas deverá ser um profissional que atenda aos
requisitos da formação do profissional em Ciências Biológicas (Resolução CNE/CES 07/2002),
do professor de Biologia do ensino médio e do professor de Ciências do ensino fundamental,
de acordo com as diretrizes estabelecidas pelos Parâmetros Curriculares Nacionais para o
ensino médio e para o ensino fundamental e as recomendações do MEC para os cursos de
licenciatura, conforme o Art. 62 da Lei 9.394/1996, de Diretrizes e Bases da Educação, e as
Resoluções CNE/CP 1/2017 e CNE/CP 2/2015.
Desta forma, o curso formará licenciados em Ciências Biológicas aptos a atuar na
educação básica, mais especificamente no ensino da disciplina Ciências do ensino fundamental
(6º ao 9º ano) e Biologia no ensino médio (1º ao 3º ano). Esses, por sua vez, deverão apresentar
um amplo conhecimento em sua área de formação, sendo capazes de refletir sobre a sua prática
pedagógica e de intervir na realidade regional, buscando transformá-la continuamente. Desta
forma o Licenciado em Ciências Biológicas deverá ter o seguinte perfil:
•

Possuir o domínio das Ciências Biológicas, e também uma visão política e social,
colocando dessa forma, o aluno em contato com a realidade global e local.

•

Apresentar formação humanística técnico-científica e prática imprescindível à
compreensão interdisciplinar do fenômeno biológico e das transformações sociais e
culturais;

•

Entender que a Biologia é dinâmica e conduzir o discente para um estudo permanente e
crítico, vivenciando situações-problema de sua comunidade;

•

Desenvolver capacidade de prevenção e equacionamento de problemas, através de
soluções harmônicas e inovadoras;

•

Desenvolver as competências e as atribuições previstas na legislação em vigor;

•

Ter consciência de sua responsabilidade nas questões ambientais e educacionais;

•

Oferecer condições para que o aluno, de posse de conceitos e princípios básicos da
Biologia saiba relacioná-los e aplicá-los no seu ambiente;

•

Distinguir, selecionar e organizar material biológico para a prática docente de acordo
com o grau de maturidade do discente, a fim de que possa estimular o interesse, e
desenvolver a habilidade de pensar as diferentes visões de ciência;

20
•

Desenvolver uma visão holística dos processos sociais, políticos, econômicos,
educacionais e ambientais, para que a partir daí possam ser gerados novos conceitos
sobre a realidade para os alunos;

•

Elaborar estudos, projetos ou pesquisas científicas básicas e aplicadas, nos setores da
Biologia ou a eles relacionados, considerando a conservação, preservação e uso
sustentável do meio ambiente.

•

Estabelecer relações entre ciência, educação, tecnologias e sociedades no planejamento,
gerenciamento e execução de processos e técnicas visando a observância e o
aprimoramento de procedimentos de biossegurança e de bioprospecção com a finalidade
de garantir a saúde ambiental e da vida humana.
Para além dos saberes citados, para a formação do licenciado em Ciências Biológicas,

é fundamental incluir na formação dos educadores duas ideias que não estão relacionadas às
competências, mas com posturas fundamentais: a prática reflexiva sobre a experiência, para
favorecer a construção de novos saberes, e a implicação crítica do debate político sobre
educação, nas escalas dos estabelecimentos escolares, regional e nacional, proporcionando uma
formação contemporânea, flexível e adaptável, como sugere o PDI 2013-2017 da Universidade
Federal de Alagoas.

5. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
5.1. Colegiado do Curso
O Colegiado do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da UE Penedo, Campus
Arapiraca, segue o que normatiza o Regimento Geral da UFAL, em seus artigos 25 e 26.
O Colegiado do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas é órgão vinculado à
Unidade Educacional Penedo, instituído com o objetivo de coordenar o funcionamento
acadêmico de Curso de Graduação, bem como o seu desenvolvimento e avaliação permanente.
Esse colegiado é regido pela Normativa Interna Nº 1 do Curso de Licenciatura em Ciências
Biológicas.
O Colegiado do Curso é composto de 05 (cinco) representantes do corpo docente
(professores efetivos) vinculados ao curso (1/3 de suas atividades didáticas ligadas ao Curso de
Ciências Biológicas da UFAL/Penedo), e seus respectivos suplentes, que estejam no exercício
da docência; 01 (um) representante do corpo discente, e seu respectivo suplente; 01 (um)
representante do corpo técnico-administrativo, e seu respectivo suplente, escolhidos dentre os

21

técnicos da Unidade Educacional.
O colegiado é eleito mediante consulta efetivada com a comunidade acadêmica, sendo:
1. Eleição de docentes: de forma paritária, são eleitos 10 (dez) docentes (5 titulares e 5
suplentes) para cumprirem mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única recondução;
2. Eleição de representante discente: 2 discentes (1 titular e 1 suplente) são escolhidos
em processo organizado pelo respectivo centro ou diretório acadêmico, para cumprir mandato
de 1 (um) ano, admitida uma única recondução;
3. Eleição de representante técnico: 2 técnicos (1 titular e 1 suplente) eleitos pelos seus
pares, para cumprir mandato de 2 (dois) anos, admitida uma única recondução.
O Colegiado escolhe 01 (um) coordenador e seu vice-coordenador, coordenadores de
TCC, monitoria e estágio supervisionado, além do representante do curso no Conselho
Provisório do Campus Arapiraca, dentre os docentes que o integram.
O Colegiado de Curso tem como atribuição, de acordo com o Regimento Interno da
UFAL (2006):
I. coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do Projeto Pedagógico do
Curso, com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais, no perfil do profissional
desejado, nas características e necessidades da área de conhecimento, do mercado de
trabalho e da sociedade;
II. coordenar o processo de ensino e de aprendizagem, promovendo a integração
docente-discente, a interdisciplinaridade e a compatibilização da ação docente com os
planos de ensino, com vistas à formação profissional planejada;
III. coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos dos resultados obtidos,
executando e/ou encaminhando aos órgãos competentes as alterações que se fizerem
necessárias;
IV. colaborar com os demais Órgãos Acadêmicos;
V. exercer outras atribuições compatíveis.

O Colegiado de Curso assume compromisso de reunir-se, ordinariamente, uma vez por
mês e, extraordinariamente, quantas vezes forem necessárias, sob a presidência do coordenador
ou seu substituto legal. As reuniões são realizadas com "quorum" mínimo de 70% dos membros
do colegiado. Nas reuniões as deliberações do colegiado são tomadas por maioria simples dos
membros presentes em reunião e suas atas lavradas.
O Colegiado de Curso, com mandato vigente de 11/07/2018 à 10/07/2020, é composto
conforme Quadro 3.

22

Quadro 3. Composição do Colegiado do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da UE
Penedo, Campus Arapiraca, UFAL.
Docentes
Membros Titulares

Membros Suplentes

Camila Souza Porto (coordenadora do curso)

1º Ana Paula de Almeida Portela da
Silva

Marcos Paulo de Oliveira Sobral (vice-

2º Kim Ribeiro Barão

coordenador do curso)
Valéria Campos Cavalcante

3ºAuceia Matos Dourado

Janayna Paula Lima de Souza Santos

4º Milena Dutra da Silva

Guilherme Ramos Demétrio Ferreira

5º Cláudio Luís Santos Sampaio

Representante dos Técnicos Administrativos
Heloísa de Carvalho Matos

Marinalva dos Santos Silva

Representante dos Discentes
Vanessa Mendes da Silva

Lívia Maria Costa Rodrigues

5.2. Coordenação do Colegiado do Curso
O Colegiado do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da UE Penedo é
coordenado pela Profa. Dra. Camila Souza Porto. A professora possui graduação em Ciências
Biológicas, pela Universidade Federal Rural de Pernambuco-UFRPE (2006), Doutorado pelo
Programa de Pós-graduação em Biotecnologia-RENORBIO (2010) e o Pós-doutorado
vinculado ao Programa de Pós-graduação em Biociência Animal, UFRPE (2010-2013). Está
vinculada à UFAL desde 2015, lotada na UE Penedo/Campus Arapiraca, sendo professora
adjunta em regime de dedicação exclusiva.

5.3. Coordenação de Estágio Supervisionado
O estágio supervisionado tem como coordenadora a Profa. Dra. Janayna Paula Lima de
Souza Santos, graduada em Pedagogia, pela Universidade Federal de Alagoas (2008), Mestrado
em Educação Brasileira (2010) e Doutorado em Educação (2017) pelo Programa de PósGraduação em Educação (PPGE) do Centro de Educação (CEDU) da Universidade Federal de

23

Alagoas (UFAL). Está vinculada à UFAL desde 2015, lotada na UE Penedo/Campus Arapiraca,
na qualidade de professora adjunta em regime de dedicação exclusiva.
5.4. Coordenação de Monitoria
A monitoria é coordenada pelo Prof. Dr. Uedson Pereira Jacobina, graduado em Ciências
Biológicas pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (2006), Mestre em Biologia
Animal, pela Universidade Federal de Viçosa (2008) e Doutorado em Biotecnologia pela
Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2012), com Pós-Doutorado pela Universidade
Federal de Pernambuco (2014-2015). Está vinculado à UFAL desde 2015, lotado na UE
Penedo/Campus Arapiraca, na qualidade de professor adjunto em regime de dedicação
exclusiva.
5.5. Coordenação de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma atividade curricular coordenada pela
Profa. Dra. Ana Paula Portela, graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de
Pernambuco (2004), Mestre em Biologia de Fungos, pela Universidade Federal de Pernambuco
(2007) e Doutorado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Pernambuco (2014).
Está vinculada à UFAL desde 2015, lotada na UE Penedo/Campus Arapiraca, na qualidade de
professora adjunta em regime de dedicação exclusiva.
5.6. Núcleo Docente Estruturante
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas
da UE Penedo é um órgão consultivo e de assessoramento vinculado ao Colegiado do Curso,
com o objetivo de implementar, acompanhar e atuar no processo de concepção, avaliação,
desenvolvimento, consolidação e atualização do Projeto Pedagógico do Curso.
O NDE é o composto de 5 (cinco) representantes do Corpo Docente (professores efetivos,
com titulação em nível de pós-graduação e com experiência docente), vinculados ao curso (com
no mínimo 1/3 de suas atividades didáticas ligadas ao Curso de Ciências Biológicas da
UFAL/Penedo) e eleitos mediante consulta realizada pelo colegiado do curso para cumprirem

24

mandato de 3 (três) anos, sendo os membros efetivos indicados por unanimidade do Colegiado,
tendo ainda a participação do coordenador do curso como integrante nato do núcleo.
A portaria de nº. 685, de 5 de maio de 2016, homologa os atos do NDE a partir de 23 de
março de 2016, com a nomeação dos membros titulares. Seu regimento foi aprovado em
colegiado no dia 5 de abril de 2017, estando em vigor até a presente data.
Para a execução de suas funções, o NDE reúne-se, ordinariamente, em regime bimestral
e, extraordinariamente, quantas vezes forem necessárias, sob a presidência do coordenador do
NDE ou seu substituto legal. As reuniões ordinárias têm duração máxima de 4 (quatro) horas e
as reuniões extraordinárias, duração máxima definida ao início da reunião.
Os encaminhamentos do NDE são definidos por maioria simples dos membros presentes
na reunião. As atas das reuniões são lavradas e encaminhadas para o Colegiado do Curso com
fins de subsidiar análises e deliberações.
O NDE participa no assessoramento do Colegiado do Curso no processo de elaboração e
desenvolvimento do Projeto Pedagógico do Curso, com base nas Diretrizes Curriculares
Nacionais, mantendo atualizado o currículo do curso, em observação aos objetivos do ensino
superior, ao perfil do egresso desejado, características e necessidades regionais da área e do
mercado de trabalho. Cabe ainda ao núcleo analisar e promover mecanismos para atualização
das ementas das disciplinas constantes do currículo pleno do curso e, posteriormente,
encaminhá-las às respectivas instâncias superiores. Além disso desenvolve e/ou aplica métodos
e técnicas para a autoavaliação do Projeto Pedagógico do Curso, propondo, quando cabível, as
alterações que se fizerem necessárias e mantém em arquivo todas as informações de interesse
do curso, inclusive atas de suas reuniões, a fim de zelar pelo cumprimento das exigências legais.
5.7. Composição do Núcleo Docente Estruturante (NDE)
O NDE do curso, com vigência de 13/05/2016 à 13/05/2019, é composto por: Prof a. Dra.
Milena Dutra da Silva, Prof. Dr. Alexandre Ricardo Oliveira, Prof. Dr. Diógenes Meneses dos
Santos, Profa. Dra. Valéria Campos Cavalcanti, Profa. Esp. Joseane dos Santos do Espírito Santo,
além da atuação do coordenador do curso.
A coordenação do NDE é exercida pela Profa. Dra. Milena Dutra da Silva, que possui
graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas (UFRPE, 2006); Mestrado pelo Programa
de Pós-Graduação em Botânica da UFRPE (2008); Doutorado pelo Programa de Pós-graduação
em Geografia (2012); e Pós-doutoramento vinculado ao Programa de Pós-graduação em
Arquitetura e Urbanismo (2012 a 2015).

25

Quadro 4. Corpo Docente do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas.
Fonte: Recursos humanos.

Docente
Auceia Matos Dourado
Ana Paula Portela
Alexandre Ricardo de Oliveira
Camila Souza Porto
Cláudio Luís Santos Sampaio
Diógenes Meneses dos Santos
Guilherme Ramos D. Ferreira
Janayna Paula L.de S. Santos
Joseane dos S. do Espírito
Santo
Kim Ribeiro Barão
Marcos Paulo de O. Sobral
Milena Dutra da Silva
Taciana Kramer de O.Pinto
Uedson Pereira Jacobina
Valeria Campos Cavalcante

Titulação
Doutora
Doutora
Doutor
Doutor
Doutor
Doutor
Doutor
Doutora
Especialista

CH
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE
DE

E-mail institucional
auceia.dourado@penedo.ufal.br
ana.silva@penedo.ufal.br
alexandre.oliveira@penedo.ufal
camila.porto@penedo.ufal.br
claudio.sampaio@penedo.ufal.br
diogenes.santos@penedo.ufal.br
guilherme.ferreira@penedo.ufal.br
janayna.santos@penedo.ufal.br
joseane.santo@penedo.ufal.br

Doutor
Mestre
Doutora
Doutora
Doutor
Doutora

DE
DE
DE
DE
DE
DE

kim.barao@penedo.ufal.br
marcos.sobral@delmiro.ufal.br
milena.silva@penedo.ufal.br
taciana.kramer@penedo.ufal.br
uedson.jacobina@penedo.ufal.br
valeria.cavalcante@penedo.ufal.br

Quadro 5. Técnicos Administrativos - Suporte ao Curso de Licenciatura em Ciências
Biológicas
Nome
Edjames Alves Santos
Eliúde Maria da Silva
Everton Vieira dos Santos
Heloisa de Carvalho Matos
Joelma Trajano
Marinalva dos Santos Silva
José Moysés Ferreira
Fonte: Recursos humanos.

Setor/Função
Biblioteca
Biblioteca
Laboratório Didático Multiusuário
Laboratório Didático Multiusuário
Núcleo de Assistência Estudantil
Laboratório Didático Multiusuário
Técnico em Assuntos Educacionais

26

6. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
A matriz curricular e os conteúdos do presente projeto pedagógico estão fundamentados
na compreensão de que a formação de educadores na área de Ciências Biológicas deve estar
situada num contexto histórico-cultural da diversidade de referências, que se apresentam
cotidianamente para os indivíduos, influenciando suas subjetividades e identidades.
Desta forma, a matriz curricular pretende entender e trabalhar a educação de forma
interdisciplinar, na qual o aluno é agente ativo, comprometido, responsável, capaz de planejar
suas ações, assumir responsabilidades e tomar atitudes. Compreende-se que a responsabilidade
dos professores na licenciatura é fazer com que os graduandos sejam sujeitos de sua
aprendizagem, cientes do que realizarão na escola. Para isso, se faz necessário trabalhar com
práticas pedagógicas que respeitem as individualidades, utilizando-se de conteúdos
interdisciplinares e contextualizados, que permitam a percepção de diferentes dimensões e o
pensamento global, capaz de desenvolver nos graduandos um senso de responsabilidade com
as classes sociais.
Assim, para que ocorra a interdisciplinaridade não há necessidade de eliminar as
disciplinas, trata-se de torná-las comunicativas entre si, concebê-las como processos históricos
e culturais, e sim torná-la necessária a atualização quando se refere às práticas do processo de
ensino-aprendizagem. Podemos perceber que a interdisciplinaridade surge para educação como
uma nova ferramenta capaz de ajudar a recuperar o sentido do ensinar e do aprender, no entanto,
é plausível conhecermos o pensamento dos professores (as) a respeito do tema citado, e também
refletirmos sobre os limites e as possibilidades para sua efetivação no âmbito estudantil. A
adoção dessa sistemática de ensino representa uma perspectiva de sensível melhora no modo
de se educar, possibilitando à formação de sujeitos eticamente corretos, participativos e críticos
perante a sociedade, ou seja, a formação do cidadão contemporâneo. A abordagem
interdisciplinar favorece ainda a formação de um sujeito participativo, com maior interação nas
atividades escolares e ainda leva o conhecimento adquirido em sala de aula para seu cotidiano,
o que favorece uma melhor comunicação desse sujeito com a sociedade.
Buscando atender o que diz as Diretrizes Nacionais para a Formação de Professores,
chamamos a atenção para disciplinas e conteúdos que consideram a discussão da Educação
Indígena, Educação para as Relações Étnico-raciais e Educação Ambiental, contemplando a
realidade regional em que Penedo está inserida, sobretudo valorizando e reconhecendo no
currículo os saberes das comunidades. Entre essas, destaca-se as comunidades ribeirinhas e
comunidades quilombolas: Oiteiro e Tabuleiro dos Negros (Penedo), Sapê (Igreja Nova), bem

27

como, a comunidade indígena Kariri-Xocó (Porto Real do Colégio), nas quais residem alguns
dos educandos da UE Penedo/UFAL.
O contato com as populações tradicionais também visa exercer, de maneira plena, uma
das potencialidades encontradas para a UE Penedo no Plano Diretor do Campus Arapiraca
(2012), em uma aproximação com a comunidade e a promoção de eventos que valorizem os
saberes populares. O curso compreende a necessidade de incorporação de temáticas da
diversidade cultural, conforme preconiza a Resolução CONSUNI/UFAL Nº 33/2003, que
aprovou o Programa Ações Afirmativas para Afrodescendentes (PAAF) nesta instituição, com
o empenho do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros (NEAB-UFAL, 2003).

6.1. Conhecimentos Básicos
As Ciências Biológicas buscam a compreensão do funcionamento dos ambientes e dos
seres vivos que os constituem, bem como de todos os processos que mediam essas complexas
relações. As descrições metabólicas das transformações de materiais e de energia inerentes à
vida são, portanto, um dos eixos primários que integram a Física, a Química e a Biologia. Assim,
é altamente significativo o entendimento dos princípios básicos dos processos vitais, bem como
a compreensão das semelhanças, diferenças e evolução desses processos ao longo da teia da
vida. Considerando esses princípios gerais, são englobados conhecimentos biológicos e das
áreas das Ciências Exatas, da Terra e Humanas (CNE/CES Nº 1.301/2001). Esses
conhecimentos biológicos básicos serão desenvolvidos no curso de Licenciatura em Ciências
Biológicas, nas áreas de Biologia Celular, Molecular e Evolução; Diversidade Biológicas;
Ecologia; Fundamentos das Exatas e da Terra; e Fundamentos Filosóficos e Sociais. As áreas
de conhecimento supracitadas fazem parte do conteúdo específico da formação do licenciado
em Ciências Biológicas. Em se tratando de um curso de formação de professores, ressalta-se
que, a essa formação, soma-se os conhecimentos formativos relacionados ao currículo da
educação básica, a escola e o trabalho pedagógico, e a prática docente orientada.
Reafirmando o compromisso social da Universidade Federal de Alagoas, firmado no PDI
2013-2017, o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas tem em sua matriz curricular a
adequação na sua carga horária total (3.496 h), adequação da bibliografia, abordagem de
conteúdos pertinentes às Políticas de Educação Ambiental, de Educação em Direitos Humanos
e de Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira,
africana e indígena, estabelecendo uma perspectiva transversal.
Para além do ensino, nos projetos e ações de extensão e pesquisa universitária na UE
Penedo/UFAL, enfatiza-se o compromisso da universidade pública com a promoção dos

28

direitos humanos. Considerando o atual contexto de desigualdade e exclusão social, mudanças
ambientais e agravamento da violência, que coloca em risco permanente a vigência dos direitos
humanos, nos sentimos provocados a intervir entendendo, portanto, que: “[...] as instituições de
ensino superior precisam responder a esse cenário, contribuindo não só com a sua capacidade
crítica, mas também com uma postura democratizante e emancipadora que sirva de parâmetro
para toda a sociedade” (PNEDH, 2008).
As ações de ensino, pesquisa e extensão no curso de Licenciatura em Ciências Biológicas
estão voltadas para o enfrentamento dos desafios contemporâneos, em articulação com o meio
ambiente, estabelecendo diálogo entre as diversas culturas, promovendo um trabalho
intercultural no sentido de promover uma educação para o reconhecimento do “outro”, para o
diálogo entre os diferentes grupos sociais e culturais.
Os conteúdos curriculares do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas distribuemse entre as seguintes áreas de conhecimento:
a) Zoologia geral

Conhecimento da sistemática, evolução, morfologia e anatomia, fisiologia, ecologia,
biogeografia, e importância econômica dos seres vivos animais, atuais e extintos. Os conteúdos
devem apontar para as relações organismo-organismo e organismo-ambiente, considerando os
processos evolutivos. Nesse eixo temático deverão ser abordados os conceitos de filogenética,
evolução, biodiversidade, meio ambiente, assim como a importância econômica e ecológica dos
organismos.

b) Botânica geral
Conhecimento da sistemática, evolução, morfologia, fisiologia, ecologia, biogeografia,
importância econômica das plantas, atuais e extintas. Os conteúdos teórico-práticos deverão
apontar para as relações organismo-organismo e organismo-ambiente, considerando processos
evolutivos ao longo do tempo e as relações entre recursos vegetais e sociedade, marcadas pelas
transformações antrópicas ocorridas ao longo do tempo ecológico. Nesse eixo temático deverão
ser abordados conceitos sobre filogenética, evolução, biodiversidade, morfologia e anatomia
vegetal e meio ambiente, assim como a importância econômica e ecológica das plantas.

c) Genética
Visão ampla da organização genética dos organismos, construída a partir do estudo da
estrutura molecular e celular. Compreensão dos genes, a hereditariedade e a variação dos
organismos. Entendimento da distribuição e alterações de frequências alélicas sob influência de

29

processos evolutivos. Evolução genômica e expressão gênica. Compreensão dos mecanismos
de produção, manutenção e transmissão da informação genética, em nível molecular, celular e
evolutivo.

d) Morfologia e fisiologia humana
Visão ampla da organização e interações biológicas, construída a partir de estudos da
estrutura molecular e celular; conceitos estruturais, funcionais e desenvolvimento de sistemas
do corpo humano, suas interações e resposta a organismos eucariontes, procariontes e de
partículas virais.

e) Ecologia e meio ambiente
Estudo das relações entre os seres vivos e entre estes e o ambiente ao longo dos tempos
ecológico e evolutivo. Relações entre paleocomunidades, paleoambientes e comunidades e
ambientes atuais. Conhecimento de processos de crescimento, regulação e dinâmica das
populações, estrutura e funcionamento de comunidades e ecossistemas, conservação e manejo
da fauna e da flora, assim como da relação entre saúde, educação e ambiente. Ciclos
biogeoquímicos, poluição e alterações globais. Os conteúdos devem apontar para as relações
recíprocas entre sociedade e ambiente, marcadas pelas necessidades humanas, seus
conhecimentos e valores. A questão específica dos recursos tecnológicos intimamente
relacionadas às transformações ambientais. Devem ser tratados os conceitos de evolução,
ecologia, meio ambiente, biodiversidade, sociodiversidade, preservação, conservação e
recursos naturais.

f) Ciências exatas e da natureza
Conhecimentos básicos em matemática, física, química e estatística. Instrumentação
numérica para uso em Ciências Biológicas, Fundamentos de Geologia e Pedologia. Processos
de formação do planeta. Minerais e tipos de rocha. Intemperismo. Influência dos processos
físicos do planeta na ocorrência e desenvolvimento dos processos biológicos.

g) Fundamentos filosóficos e sociais
Reflexão e discussão dos aspectos éticos e legais relacionados ao exercício profissional.
Conhecimentos básicos de: História, Filosofia e Metodologia da Ciência, Sociologia e
Antropologia, para dar suporte à sua atuação profissional na sociedade, com a consciência de
seu papel na formação de cidadãos.

30

h) Currículo/conteúdos curriculares da educação básica
Promover revisão crítica e aprofundada sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais, os
PCNs, os livros didáticos, o ambiente escolar, os objetivos de ensino, a formação da
mentalidade científica, bem como, dos conteúdos curriculares da Biologia (Química e Física)
adotados no ensino fundamental e médio. Promover o questionamento sobre o Ensino de
Ciências nas escolas, refletindo, acima de tudo, sobre os conteúdos de Ciências e Biologia: seu
lugar no currículo escolar, para que serve? Em quais situações concretas e cotidianas esses
conteúdos se aplicam? Os conteúdos devem ser relevantes do ponto de vista social e ter seus
reflexos revelados na cultura, procurando dessa forma, desenvolver no aluno a compreensão
das relações entre o homem e a natureza mediadas pela tecnologia, superando interpretações
ingênuas sobre a realidade do entorno.

i) A escola e o trabalho pedagógico
Desenvolve-se atividades de observação. Essa área de formação é considerada interdisciplinar,
pois será desenvolvido em articulação com os demais, especialmente com o eixo dos conteúdos
curriculares. Promover a fundamentação sociológica, antropológica, política, econômica,
histórica e filosófica sobre a educação, a política educacional, e o trabalho pedagógico.
Compreender

o

trabalho como

princípio educativo.

Promover

a

fundamentação

psicopedagógica sobre a atividade humana. Preparar para atuar na elaboração do projeto
pedagógico da escola: currículos, programas, avaliação, metodologias de ensino e gestão
democrática. Enfatizar a pesquisa educacional e a prática de ensino.

k) Prática docente orientada
Reflexão sobre prática docente, desde as vivências pessoais até a realidade global do
sistema educacional. São desenvolvidas atividades de ensino (observação, regência e/ou
intervenções), sob orientação e supervisão docente, em atividades de estágio curricular do curso
(400 h).
O currículo do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas – Unidade Educacional
Penedo é constituído por uma sequência de disciplinas de atividades ordenadas por matrículas
semestrais em uma organização sequencial. O currículo inclui as disciplinas que atendem às
bases curriculares da nova Lei de Diretrizes e Bases, complementado por outras disciplinas de
caráter obrigatório, que atendem às exigências de sua programação específica, às características
da universidade e às necessidades da comunidade, assim como, aquelas individuais dos
acadêmicos

31

Nessa proposta curricular inclui-se as atividades complementares, disciplinas eletivas
entre outras, com vistas a oportunizar a flexibilização curricular e desenvolver a autonomia dos
alunos. O currículo deverá ser cumprido integralmente pelo aluno, o que lhe possibilitará
habilitação para a obtenção do diploma que lhe confira direitos profissionais.
O curso de Licenciatura em Ciências Biológicas é composto de disciplinas de caráter
obrigatório e prevê, a partir do 6º semestre, a Prática de Ensino com Estágio Supervisionado a
ser realizado em escolas da comunidade, da rede pública ou privada.
Todas as disciplinas deverão ter uma dimensão teórico-prática de maneira a permitir a
interdisciplinaridade entre os conteúdos específicos da área das Ciências Biológicas e a prática
pedagógica, visando facilitar a transposição didática dos conhecimentos. A disciplina Profissão
Docente será oferecida no primeiro ano do curso (primeiro período), com vista à análise da
constituição histórica, natureza, autonomia, proletarização e relações de gênero no trabalho
docente, como também, o papel do Estado e da formação e a ação política do docente no Brasil,
sendo a escola o locus do trabalho docente.
A disciplina LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais, de extrema importância para a
formação do educador, será oferecida no quinto período. Dessa forma, se atende o Decreto
Federal nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, que regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril
de 2002, que dispõe sobre o assunto e o artigo 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000.

6.2. Articulação entre teoria e prática
Diante do compromisso social assumido pela Universidade Federal de Alagoas com a
sociedade alagoana, ressalta-se a relevância de que seu campo de atuação, sobretudo nas
licenciaturas, extrapole os seus muros, envolvendo-se com as comunidades. Nesse contexto, há
que se implementar ações pedagógicas que possibilitem aproximações e/ou intervenções na
realidade local e regional.
Do ponto de vista pedagógico, a atuação do licenciando em Ciências Biológicas em
ambientes escolares, ou não escolares, aliada à promoção de autonomia de estudo e práticas
vivenciadas, são de fundamental importância, sobretudo para fortalecimento de sua formação
acadêmica e profissional.
No processo ensino-aprendizagem é urgente que as aprendizagens se associem cada vez
mais às ações desses sujeitos a partir da, e sobre a, realidade, principalmente, através de sua
atuação nas escolas públicas. É importante destacar a nossa responsabilidade, enquanto
comunidade universitária da UFAL, em auxiliar as comunidades da região a alcançarem o pleno
desenvolvimento de suas múltiplas e indissociáveis dimensões “[...] sociais, culturais,

32

econômicas, ambientais, espaciais, políticas, entre outras [...]” (UFAL, 2006, p. 11).
Esse aspecto é um desafio encontrado por vários cursos que requerem atividades de
natureza prática. O primeiro passo para que isso ocorra é propor ações ou convênios junto às
Secretarias de Educação que promovam integração com as escolas da educação básica das redes
públicas de ensino. Neste sentido, o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da Unidade
Penedo propõe-se:
• Convênios firmados com a Secretaria Municipal de Educação de Penedo, demais
secretarias e as Gerências Regionais de Educação (GEREs) da Rede Estadual para que
os licenciandos possam investigar, vivenciar e atuar na realidade das escolas públicas;
• Fomento de pesquisas que tenham como foco a escola pública, com o objetivo de intervir
e apontar soluções para problemas específicos na realidade;
• Realização de ações entre universidade e comunidades que impulsionem a aproximação
das temáticas refletidas no espaço da academia e a realidade local, possibilitando a
socialização e discussão dos conhecimentos produzidos cientificamente;
• Realização de atividades de Estágio Supervisionado nas escolas públicas, e demais
instituições públicas reafirmando o vínculo entre a teoria e a prática, ao tempo em que
permite o conhecimento da realidade local dos problemas da comunidade, tornando as
propostas de intervenção mais condizentes com as práticas culturais e sociais existentes;
• Promover práticas de atuação da comunidade acadêmica da licenciatura em Ciências
Biológicas nas escolas das Redes municipais e estaduais;
• Propor ações integradas de extensão que possibilitem estabelecer uma concreta relação
entre as ações da universidade e da comunidade na qual está inserida; considerando
inclusive, as escolas das comunidades quilombolas e ciganas do município de Penedo e
região.
Nas disciplinas, a articulação entre teoria e prática ocorrerá, ao longo do curso, de
maneira sistêmica e contínua. Inicialmente, os docentes deverão fazer uma ressignificação dos
conteúdos, em que o conteúdo a ser ministrado deverá se ampliar para além de fatos e conceitos,
passando a incluir procedimentos, valores, normas e atitudes presentes. Dessa forma, os
conteúdos serão abordados em três grandes categorias:
1. conteúdos conceituais: deverão envolver fatos, princípios, etc. Estes, dizem
respeito à construção ativa das capacidades intelectuais para operar com
símbolos, ideias, imagens e representações que permitam organizar a realidade;
2. conteúdos procedimentais: permitem a investigação, a comunicação e o debate

33

de fatos e ideias. A observação, a experimentação, a comparação, o
estabelecimento de relações entre fatos ou fenômenos e ideias, a leitura e a escrita
de textos informativos, a organização de informações por meio de desenhos,
tabelas, gráficos, esquemas e texto, a proposição de suposições, o confronto entre
suposições e entre elas e os dados obtidos por investigação, a proposição e a
solução de problemas, são exemplos de

diferentes procedimentos que

possibilitam a aprendizagem;
3. conteúdos atitudinais: envolvem a abordagem de valores, normas e atitudes. É

importante ao desenvolvimento de posturas e valores pertinentes às relações
entre os seres humanos, o conhecimento e o ambiente. O desenvolvimento
desses valores envolve muitos aspectos da vida social, como a cultura e o
sistema produtivo, as relações entre o homem e a natureza. Nessas discussões,
o respeito à diversidade de opiniões ou às provas obtidas por intermédio de
investigação e a colaboração na execução das tarefas são elementos que
contribuem para o aprendizado de atitudes, como a responsabilidade em relação
à saúde e ao ambiente.

Nas Práticas Pedagógicas como Componentes Curriculares, os alunos participarão
de atividades em articulação entre teoria e prática, em uma abordagem interdisciplinar,
propiciando a vivência concreta do fazer docente em sala de aula, dada pela elaboração de
mecanismos e ferramentas facilitadoras do processo ensino-aprendizagem. Entre esses
elementos, destacam-se práticas para o desenvolvimento de material didático e elaboração de
aula prática/campo.
A Prática Pedagógica como Componente Curricular corresponde a uma carga horária
de 400h, preconizada pelo parecer 09/2001 CNE, ministradas a partir do primeiro período e
distribuídas ao longo de todo o curso.
Nos Estágios Supervisionados, sob orientação do corpo docente do curso, os
estudantes desenvolverão projetos de pesquisas e intervenções sistemáticas junto a turmas de
ensino fundamental e/ou médio em que atuam, ou em outra escola a ser indicada pela
coordenação de estágio. Como procedimento didático-pedagógico, o Estágio Supervisionado é
visto como elo entre as várias disciplinas específicas do curso e a realidade escolar, tendo por
finalidade principal fornecer ao licenciando oportunidade de apropriação contextualizada na
realidade escolar da prática docente. Nessa perspectiva, os cursos de licenciatura, por meio do
estágio, devem valorizar as atividades que desenvolva capacidades e habilidades de diálogo,

34

reflexão, pesquisa, investigação e análises críticas dos contextos educativos.
O Estágio Supervisionado da Licenciatura em Ciências Biológicas da UE Penedo enfoca
no diálogo com o real ambiente pedagógico, para que o estudante das licenciaturas desenvolva
formas de agir reflexivamente, considerando as emergências e singularidades do espaço escolar,
tendo em vista uma transformação efetiva da realidade da qual se aproxima e com a qual
interage, espera-se ainda que seja transformado por ela, vivenciando um processo formativo a
partir da troca de conhecimentos com os diversos atores que constituem a instituição escolar.
Os percursos acima mencionados, para articulação entre teoria e prática, despontam a
flexibilização curricular pela adoção do um trabalho pedagógico com vistas ao atendimento
da diversidade humana e da identidade cultural. Especificamente no curso de Licenciatura em
Ciências Biológicas, a flexibilização curricular é assistida, também, pelas disciplinas optativas,
para as quais são propostos conteúdos curriculares diretamente relacionados a saberes e
mecanismos de estudo e trabalho com as comunidades locais e com os ecossistemas
predominantes na região do Baixo São Francisco.

6.3. Interdisciplinaridade
O curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da Unidade Educacional Penedo,
Campus Arapiraca, está inserido na grande área de conhecimento da Educação, sendo assim, a
estrutura curricular implantada contempla aspectos: flexibilidade, interdisciplinaridade,
acessibilidade pedagógica e atitudinal e articulação da teoria com a prática. Além disso, os
conteúdos curriculares implantados no curso possibilitam o desenvolvimento do perfil
profissional do egresso, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos:
atualização, acessibilidade, adequação da bibliografia e abordagem de conteúdos pertinentes às
políticas de educação ambiental.
Ao longo do desenvolvimento deste projeto, a interdisciplinaridade surge como
percurso estratégico para ampliar as oportunidades de compreensão do papel social e ecológico
para o equilíbrio ambiental e em defesa da biodiversidade. Nos Parâmetros Curriculares
Nacionais (BRASIL, 1997, p.15) ressalta-se que “[...] a questão ambiental vem sendo
considerada cada vez mais urgente e importante para a sociedade, pois o futuro da humanidade
depende da relação estabelecida entre a natureza e o uso pelo homem dos recursos naturais
disponíveis”. O uso dos recursos naturais, de forma sustentável, depende da sábia aplicação de
princípios ecológicos, não somente para mitigar problemas ambientais, mas também para
instruir novos pensamentos e práticas econômicas, políticas e sociais. Portanto, essa prática
deverá ser estendida para todos os níveis de ensino, desejando-se que cada aluno se torna um

35

agente multiplicador nessa árdua batalha em prol da questão ambiental.
Neste sentido, este projeto pretende formar alunos que sejam capazes de compreender
e se apropriar da situação ambiental, à qual estão submetidos, possibilitando a geração de
discussões que culminem na promoção de melhorias para o meio ambiente e, por consequência,
para a sociedade a ele atrelada. Após as grandes conferências mundiais sobre o meio ambiente,
como a Rio92 e a Rio+20, o meio ambiente tornou-se palco central de disputas econômicas e
sociais, com uma escalada meteórica do uso e da popularização de conceitos como
sustentabilidade e economia verde. A formação de um profissional que seja capaz de
compreender essas mudanças socioeconômicas e seu reflexo na dimensão ambiental da
existência humana é mister para que seja possível a conservação da vida na Terra e a mitigação
da perda de espécies causada pela antropização dos ambientes.
É necessário, ainda, salientar que este projeto pretende formar pessoas que sejam
capazes de não apenas replicar conhecimentos ecológicos e biológicos, mas que, dotado
plenamente de capacidades críticas e de raciocínio, sejam capazes de encarar sua realidade
ambiental e atuem como ferramenta de mudança social, em prol da preservação e conservação
do meio ambiente, com a criação de laços de uso mais sustentáveis dos recursos naturais e dos
serviços ecossistêmicos.

6.4. Ensino, Pesquisa e Extensão
Em um contexto de desigualdade e exclusão social, problemas ambientais e diante da
demanda de qualificação de recursos humanos na área de Licenciatura em Ciências Biológicas,
as Instituições de Ensino Superior (IES) são convocadas a contribuir para uma formação de
qualidade, que coopere para o desenvolvimento do pensamento crítico, além de uma postura
democratizante e emancipadora. Nessa direção, a Universidade Federal de Alagoas promove a
formação em nível superior estruturada pelo ensino, pesquisa e extensão.
Enfatiza-se que a tríade “ensino, pesquisa e extensão” deve ocorrer de modo articulado
e indissociável. Nessa perspectiva, no curso de Licenciatura em Ciências Biológicas/Unidade
Educacional Penedo essas três “bases” são vivenciadas em correspondência às LDB e às
Diretrizes Gerais das Atividades de Extensão no Âmbito da UFAL (Resolução
CONSUNI/UFAL nº. 65/2014).
As ações de ensino, pesquisa e extensão no Curso de Licenciatura em Ciências
Biológicas estão voltadas para o enfrentamento dos desafios contemporâneos, estabelecendo
diálogo entre as diversas áreas de conhecimento, com promoção de um trabalho multidisciplinar,
interdisciplinar e intercultural, para o diálogo entre os diferentes grupos sociais e culturais.

36

Reafirmando esse compromisso, o curso tem em sua matriz curricular, além de
disciplinas diretamente vinculadas à dimensão pedagógica e às dimensões biológicas, a
abordagem de conteúdos pertinentes às Políticas de Educação Ambiental, de Educação em
Direitos Humanos e de Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e
cultura afro-brasileira, africana e indígena, contemplados nas disciplinas de Educação
Ambiental (36h), Educação para as Diversidades e Direitos Humanos (54h).
Dado o caráter interdisciplinar e multidisciplinar inerente à pesquisa, na Universidade
Federal de Alagoas são promovidas pesquisas nas mais diversas áreas de conhecimento, com
vistas ao incentivo da formação de grupos e núcleos de estudo atuantes nas mais diversificadas
linhas de pesquisa, considerando a classificação das áreas de conhecimento do CNPq. Cabe,
ainda, ressaltar que:

A pesquisa, na UFAL, deve ser cada vez mais institucionalizada, pois é neste
âmbito que ocorre o processo de construção de sua legitimidade e de sua
função social. Ademais, a dimensão investigatória científica precisa estar
conectada às atividades de ensino e de extensão, não podendo ter a mesma
característica de organizações especializadas, a exemplo dos institutos de
pesquisa. A pesquisa deve, portanto, ser incorporada ao ensino, posto que não
há ensino sem produção nova do conhecimento que alimente a formação do
indivíduo (UFAL, 2006).

No âmbito do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, são promovidas diversas
oportunidades de inserção dos discentes em projetos de pesquisa, dada pelo desenvolvimento
de Programa de Iniciação Científica, e/ou similares, e em atendimento ao proposto no PDI, com
fins ao desenvolvimento de saberes e habilidades, sobretudo, nas áreas de pesquisa em Ciências
Biológicas e em Educação. Ademais, os docentes do curso são ativos na proposição de novos
projetos e buscam financiamento para suas atividades em instituições de fomento públicas,
privadas e do terceiro setor. Nos últimos três anos (2015 a 2018), a Unidade Educacional Penedo
recebeu posição de destaque nas atividades internas de avaliação no âmbito da pesquisa na
Universidade, resultando em aumento significativo do número de bolsas de iniciação científica
e disponibilidade de recursos.
As atividades de pesquisa desenvolvidas na UE Penedo, culminaram no ano de 2017 na
proposta de Curso de Pós-graduação Lato Sensu de Gestão em Meio Ambiente (Portaria
CONSUNI/UFAL nº 55/2017), no qual a maior parte dos docentes do Curso de Licenciatura
em Ciências Biológicas atuarão. Nesta perspectiva, abre-se uma porta para a continuidade do
desenvolvimento transdisciplinar dos futuros professores. Quanto à Extensão, a Universidade
Federal de Alagoas atua em todas as oito áreas temáticas de extensão classificadas pelo Plano

37

Nacional de Extensão: Comunicação, Cultura, Direitos Humanos e Justiça, Educação, Meio
Ambiente, Saúde, Tecnologia e Produção e Trabalho, tendo, em 2011, realizado 802 destas
ações.
Para Santos (2004), as práticas extensionistas terão seu valor e significado
redimensionados, em especial pela conjuntura na qual a universidade se encontra, visto que
transformar a extensão via o mote da curricularização é também colocá-la a serviço da nova
centralidade que as transformações societárias emanam às IES. No bojo desse processo, o
desenvolvimento das atividades de extensão tomarão como rotas novas alteridades no currículo
e nas carreiras dos docentes, sendo pauta sine qua non para o protagonismo na construção da
ruptura com velhos padrões sociais, na tessitura de novas experiências democrática, na luta
contra a exclusão social, de toda e qualquer forma de preconceito, a degradação ambiental, na
defesa da diversidade de gênero, de alteridades e do multiculturalismo.
Quanto ao desenvolvimento da extensão, são promovidos diversos projetos e ações de
extensão que possibilitam aos discentes o desenvolvimento de atividades com a comunidade,
para além dos atores acadêmicos, considerando a indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e
Extensão, e em correspondência com o proposto no PDI, com ênfase nas áreas de Educação,
Saúde e Meio Ambiente. No curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, entre 2016 e 2017,
foram desenvolvidas 24 ações de extensão (projetos, cursos ou eventos), devidamente
cadastradas no SIGAA. Outras ações de extensão foram desenvolvidas no período de 20142015, porém não foram registradas no sistema devido à inexistência do mesmo à época.
Ressalta-se, ainda, que o ensino, a pesquisa e a extensão implicam em valorização e articulação
entre a comunidade universitária e as comunidades escolares e tradicionais, em vizinhança à
Unidade Educacional Penedo, conforme preconizam a Resolução CONSUNI/UFAL nº 33/2003
e o PDI 2013-2017 da Universidade Federal de Alagoas em sua perspectiva 3, “UFAL e
Sociedade”.

6.5 Representação gráfica do perfil de formação
O curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da UE Penedo/UFAL, prevê conclusão
em período regular de 4 anos e meio, constituído por disciplinas obrigatórias (58% ou 2.034h),
disciplinas eletivas (2% ou 72h), estágio supervisionado (11,5%

ou 400h), trabalho de

conclusão de curso (1% ou 40h) e por Atividades Acadêmicas Científicas e Culturais (6% ou
200h); por Atividades Curriculares de Extensão (10% ou 350h); Práticas como Componentes
Curriculares (11,5% ou 400h) (Tabela 4; Figura 5).

38

Tabela 2. Componentes curriculares do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da
Unidade Educacional de Penedo, Campus Arapiraca, Universidade Federal de Alagoas, no
regime semestral – Currículo 2018.
Hora relógio Percentual
(60 min)
(%)
Disciplinas obrigatórias
2034
58,0
Disciplinas eletivas
72
2,0
Estágio Supervisionado
400
11,5
Trabalho de Conclusão de Curso
40
1,0
Práticas como Componentes Curriculares
400
11,5
Atividades Curriculares de Extensão
350
10,0
Atividades Acadêmicas Científicas e Culturais
200
6,0
Carga Horária de Integralização Curricular – CHIC
3496
100
Componentes Curriculares

Figura 5. Representação gráfica da porcentagem relativa de cada componente curricular com relação
ao tempo total de conclusão do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da Unidade Educacional
Penedo do Campus de Arapiraca, da Universidade Federal de Alagoas.

39

6.6. Matriz curricular
Carga Horária (h)
Período

1º
Período

Código

Disciplina
ACE 1 – Áreas de atuação do
Licenciado em Ciências
Biológicas
Educação e Novas Tecnologias
de Informação e da
Comunicação (TIC)
Física Geral
Fundamentos de Sistemática
Filogenética
Metodologia e Redação
Científica
PCC 1

3

24

30

54

2

18

18

36

3

36

18

54

3

40

14

54

2

36

-

36

2

-

36

36

3

54

-

54

Química Geral
3
54
Carga Horária total do Período – 378h
ACE 2 – Problemática do uso
de drogas na infância e
2
20
adolescência
Biologia Celular e Molecular
3
36

-

54

16

36

18

54

Bioquímica
3
36
Morfologia e Anatomia
3
36
vegetal
PCC 2
2
18
Política e Organização da
4
72
Educação Básica no Brasil
Zoologia I
3
36
Carga Horária total do Período – 360h
ACE 3 –Educação Sexual e
2
20
Sexualidade
Botânica Sistemática
5
72
Desenvolvimento e
4
72
Aprendizagem
Didática
4
72

18

54

18

54

18

36

-

72

18

54

16

36

18

90

-

72

-

72

PCC 3

-

90

90

Zoologia II
3
36
Carga Horária total do Período – 414h
Embriologia e Histologia
3
38

18

54

16

54

Profissão Docente

2º
Período

3º
Período

4º

Semanal Teórica Prática Semestral

5

40
Período

5º
Período

6º
Período

Fisiologia Vegetal
Gestão da Educação e do
Trabalho Escolar
Microbiologia e Imunologia

3

36

18

54

4

72

-

72

4

54

18

72

PCC 4

2

-

36

36

Zoologia III
5
72
Carga Horária total do Período – 378h
ACE 4 – Formação de
Professores de Ciências e
3
24
Biologia
Bioestatística
3
54
Fundamentos Anátomo4
54
Funcionais
Genética Geral
2
24

18

90

30

54

-

54

18

72

12

36

Libras

54

-

54

PCC 5
2
Carga Horária total do Período – 306h
Didática do Ensino de Ciências
4
54
e Biologia
Estágio Supervisionado 1
6
-

36

36

18

72

100

100

Genética Molecular

3

40

14

54

Parasitologia

3

36

18

54

PCC 6

3

-

54

54

Pesquisa Educacional
3
54
Carga Horária total do Período – 388h
ACE 5 – Surdez, Educação e

-

54

Saúde: aspectos da

3

3

34-

20

54

Ecologia de Populações
Educação para Diversidade e
Direitos Humanos
Estágio Supervisionado 2

2

28

08

36

3

54

-

54

6

-

100

100

Geologia e Paleontologia

3

40

14

54

PCC 7
2
Carga Horária total do Período – 334h
ACE 6 – Surdez, Educação e
Saúde: práticas interventivas
3
20
com/na comunidade surda

36

36

38

58

comunidade surda
7º
Período

8º
Período

41
Ecologia de Comunidades e
Ecossistemas
Educação Inclusiva

9º
Período

3

40

14

54

3

54

-

54

Eletiva 1

2

36

-

36

Estágio Supervisionado 3

6

-

100

100

Genética e Evolução

3

40

14

54

PCC 8
2
Carga Horária total do Período – 392h
ACE 7 – Saúde na Escola e na
3
40
Comunidade
Conservação e Manejo de
2
28
Recursos Naturais
Educação Ambiental
2
36

36

36

18

58

8

36

-

36

Eletiva 2

2

36

-

36

Estágio Supervisionado 4

6

-

100

100

PCC 9
2
Carga Horária total do Período – 306h
TCC
2
-

40

40

-

40

AACC
Carga Horária total do Curso – 3.496h

-

200

42

Quadro 6. Listagem das disciplinas eletivas ofertadas pelo curso de Licenciatura em Ciências
Biológicas da UE Penedo/UFAL.
Carga horária
Período

Disciplinas eletivas
Semanal

Teórica

Prática

Total

Biogeografia

2

22

14

36

Biologia Marinha

2

28

08

36

Biossegurança

2

28

08

36

Ecologia das Interações Biológicas

2

24

12

36

Ecologia de Campo

4

36

36

72

Ecologia de Ecossistemas Aquáticos
Continentais

3

44

10

54

Poluição Aquática

2

28

08

36

Entomologia

2

18

18

36

Espanhol Instrumental

2

28

08

36

Iniciação à pesquisa

2

36

-

36

Química Ambiental

2

36

-

36

Ecotoxicologia

2

28

08

36

Ecossistema Manguezal

2

20

16

36

Quadro 7. Listagem das Atividades Curriculares de Extensão ofertadas pelo curso de
Licenciatura em Ciências Biológicas da UE Penedo/UFAL.
ACE
ACE 1 - Áreas de atuação do Licenciado em

Período CH

Modalidade

1º

54h

Evento

2º

36h

Projetos

ACE 3 - Educação Sexual e Sexualidade.

3º

36h

Projetos

ACE 4 - Formação de Professores de Ciências e

5º

54h

Evento

7º

54h

Projeto

8º

58h

Projeto

Ciências Biológicas.
ACE 2 - Problemática do uso de drogas na
infância e adolescência.

Biologia.
ACE 5 - Surdez, Educação e Saúde: aspectos da
comunidade surda.
ACE 6 - Surdez, Educação e Saúde: práticas

43

interventivas com/na comunidade surda.
ACE 7 - Saúde na escola e na comunidade.

9º

58h

Evento

A organização desses componentes curriculares está de acordo com a resolução 2/2015
do Conselho Nacional de Educação e se divide nos três núcleos estruturantes para a formação
de licenciados conforme exposto no Quadro 8. Além disso, as atividades curriculares relativas
à dimensão pedagógica somam um total de 702 horas, representando cerca de 20% das
atividades do curso, conforme indicado no Quadro 9.

44

Quadro 8. Divisão dos componentes curriculares da Licenciatura em Ciências Biológicas da Universidade Federal de Alagoas, Campus
Arapiraca, Unidade Educacional Penedo conforme resolução 02/2015 CNE/CP.
Núcleo de estudos de formação geral, das áreas específicas e interdisciplinares, e do campo educacional, seus fundamentos
e metodologias, e das diversas realidades educacionais, articulando:
a) princípios, concepções, conteúdos e critérios oriundos de diferentes áreas do conhecimento, incluindo os conhecimentos
pedagógicos, específicos e interdisciplinares, os fundamentos da educação, para o desenvolvimento das pessoas, das
organizações e da sociedade;
b) princípios de justiça social, respeito à diversidade, promoção da participação e gestão democrática;
c) conhecimento, avaliação, criação e uso de textos, materiais didáticos, procedimentos e processos de ensino e
aprendizagem que contemplem a diversidade social e cultural da sociedade brasileira;
d) observação, análise, planejamento, desenvolvimento e avaliação de processos educativos e de experiências educacionais
em instituições educativas;
e) conhecimento multidimensional e interdisciplinar sobre o ser humano e práticas educativas, incluindo conhecimento de
processos de desenvolvimento de crianças, adolescentes, jovens e adultos, nas dimensões física, cognitiva, afetiva,
estética, cultural, lúdica, artística, ética e biopsicossocial;
Núcleo I
f) diagnóstico sobre as necessidades e aspirações dos diferentes segmentos da sociedade relativamente à educação, sendo
capaz de identificar diferentes forças e interesses, de captar contradições e de considerá-los nos planos pedagógicos, no
ensino e seus processos articulados à aprendizagem, no planejamento e na realização de atividades educativas;
g) pesquisa e estudo dos conteúdos específicos e pedagógicos, seus fundamentos e metodologias, legislação educacional,
processos de organização e gestão, trabalho docente, políticas de financiamento, avaliação e currículo;
h) decodificação e utilização de diferentes linguagens e códigos linguístico-sociais utilizadas pelos estudantes, além do
trabalho didático sobre conteúdos pertinentes às etapas e modalidades de educação básica;
i) pesquisa e estudo das relações entre educação e trabalho, educação e diversidade, direitos humanos, cidadania, educação
ambiental, entre outras problemáticas centrais da sociedade contemporânea;
j) questões atinentes à ética, estética e ludicidade no contexto do exercício profissional, articulando o saber acadêmico, a
pesquisa, a extensão e a prática educativa;
l) pesquisa, estudo, aplicação e avaliação da legislação e produção específica sobre organização e gestão da educação
nacional.
• ACE 1 – Áreas de atuação do Licenciado em Ciências Biológicas;
• ACE4 – Formação de Professores de Ciências e Biologia;
• PCC 1 a PCC 9;

45

•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•

Didática;
Pesquisa Educacional;
Política e Organização da Educação Básica no Brasil
Profissão Docente;
Biologia Celular e Molecular;
Bioquímica;
Botânica Sistemática;
Ecologia de Comunidades e Ecossistemas
Ecologia de Populações;
Educação Ambiental;
Educação e Novas Tecnologias de Informação e da Comunicação (TIC);
Embriologia e Histologia;
Estágio Supervisionado 1;
Estágio Supervisionado 2;
Estágio Supervisionado 3;
Estágio Supervisionado 4;
Física Geral;
Fisiologia Vegetal;
Fundamentos Anátomo-Funcionais;
Genética Geral;
Genética Molecular;
Genética e Evolução;
Geologia e Paleontologia;
Libras;
Microbiologia e Imunologia;
Morfologia e Anatomia Vegetal;
Parasitologia;
Química Geral;
Zoologia I;
Zoologia II;

46

• Zoologia III.
Núcleo de aprofundamento e diversificação de estudos das áreas de atuação profissional, incluindo os conteúdos específicos e
pedagógicos, priorizadas pelo projeto pedagógico das instituições, em sintonia com os sistemas de ensino, que, atendendo às
demandas sociais, oportunizará, entre outras possibilidades:
a) investigações sobre processos educativos, organizacionais e de gestão na área educacional;
b) avaliação, criação e uso de textos, materiais didáticos, procedimentos e processos de aprendizagem que contemplem a diversidade
social e cultural da sociedade brasileira;
c) pesquisa e estudo dos conhecimentos pedagógicos e fundamentos da educação, didáticas e práticas de ensino, teorias da educação,
legislação educacional, políticas de financiamento, avaliação e currículo.
d) Aplicação ao campo da educação de contribuições e conhecimentos, como o pedagógico, o filosófico, o histórico, o
antropológico, o ambiental-ecológico, o psicológico, o linguístico, o sociológico, o político, o econômico, o cultural;
• ACE 1 – Áreas de atuação do Licenciado em Ciências Biológicas;
Núcleo II
• ACE 2 – Problemática do uso de drogas na infância e adolescência;
• ACE 3 - Educação Sexual e Sexualidade
• ACE4 – Formação de Professores de Ciências e Biologia;
• ACE 5 – Surdez, Educação e Saúde: aspectos da comunidade surda;
• ACE 6 – Surdez, Educação e Saúde: práticas inverventivas com/na comunidade Surda
• ACE 7 – Saúde na Escola e na Comunidade;
• Desenvolvimento e Aprendizagem;
• Didática do Ensino de Ciências e Biologia;
• Gestão da Educação e do Trabalho Escolar;
• Educação para Diversidade e Direitos Humanos;
• Educação Inclusiva;
• Bioestatística;
• Conservação e Manejo de Recursos Naturais;
• Metodologia e Redação Científica;
• Disciplina Eletiva 1;
• Disciplina Eletiva 2;
Núcleo de estudos integradores para enriquecimento curricular, compreendendo a participação em:
a) seminários e estudos curriculares, em projetos de iniciação científica, iniciação à docência, residência docente,
monitoria e extensão, entre outros, definidos no projeto institucional da instituição de educação superior e diretamente

47

Núcleo III

•

orientados pelo corpo docente da mesma instituição;
b) atividades práticas articuladas entre os sistemas de ensino e instituições educativas de modo a propiciar vivências nas
diferentes áreas do campo educacional, assegurando aprofundamento e diversificação de estudos, experiências e utilização
de recursos pedagógicos;
c) mobilidade estudantil, intercâmbio e outras atividades previstas no PPC;
d) atividades de comunicação e expressão visando à aquisição e à apropriação de recursos de linguagem capazes de
comunicar, interpretar a realidade estudada e criar conexões com a vida social.
Atividades acadêmicas compostas pela carga horária flexível

48

Quadro 9. Resumo da carga horária das atividades curriculares do curso de Licenciatura
em Ciências Biológicas que estão voltadas para a formação da dimensão pedagógica do
discente
Atividades da dimensão pedagógica do curso
Carga Horária
Educação e Novas Tecnologias de Informação e da
36h
Comunicação (TIC).
Profissão Docente.
54h
Política e Organização da Educação Básica no Brasil.
72h
Desenvolvimento e Aprendizagem.
72h
Didática.
72h
Libras.
54h
Gestão da Educação e do Trabalho Escolar.
72h
Didática do Ensino de Ciências e Biologia
72h
Pesquisa Educacional.
54h
Educação para Diversidade e Direitos Humanos
54h
Educação Inclusiva
54h
Educação Ambiental
36h
Total de Carga Horária
702h
6.7. Ementário das Disciplinas e Componentes Curriculares Obrigatórios
Primeiro Período

Disciplina: Código:

Educação e Novas Tecnologias de Informação e da
Comunicação (TIC)

Período: 1º Carga Horária: 36h
Total

36h

Teórica 18h

Prática 18h

-

EMENTA: Estudo da importância das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) na
educação: potencialidades pedagógicas e desafios de sua aplicação nos espaços de
aprendizagem presencial e à distância. Novas tecnologias de comunicação, usos do computador
e da Internet; expressão escrita, análise, interpretação e crítica textual.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FORMIGA, Marcos (org.). Educação a distância: o estado da arte. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2009.
MERCADO, Luís P. Tendências na utilização das tecnologias da informação e
comunicação na educação. Maceió: EDUFAL, 2004.
MOORE, Michael G; KEARSLEY, Greg. Educação à distância: uma visão integrada. São

49

Paulo: Cengage Learning, 2007.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PRÁTICAS de formação de professores da educação à distância. Maceió: EDUFAL, 2008.
SALTO para o futuro: tv e informática na educação. Brasília, DF: MEC, 1998.
SOB o olhar da tutoria. Maceió: EDUFAL, 2013.
FORMIGA, Marcos (org.). Educação a distância: o estado da arte. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2012.
FUNDAMENTOS e práticas na educação a distância. Maceió: EDUFAL, 2009.

Disciplina: Código

Profissão Docente

Período: 1º Carga Horária: 54h
Total

54h

Teórica 54h

Prática -

EMENTA: Estudo da constituição histórica e da natureza do trabalho docente, articulando o
papel do Estado na formação e profissionalização docente e da escola como lócus e expressão
desse trabalho.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COSTA, Marisa V. Trabalho docente e profissionalismo. Porto Alegre: Sulina, 1996. In:
MACIEL, Lizete Shizne Bomura; SHIGUNOV NETO, Alexandre (org.) Formação de
professores: passado, presente e futuro. São Paulo: Cortez, 2004.
NETO, Edgard; SOUZA, Gilberto; COSTA, Áurea. A proletarização do professor –
neoliberalismo na educação. São Paulo: Sundermann, 2009.
TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis/RJ: Vozes, 2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARTÍNEZ, LFP. Questões sociocientíficas na prática docente: Ideologia, autonomia e
formação de professores [online]. São Paulo: Editora UNESP, 2012, 360 p. ISBN 978-85-3930354-0. Available from SciELO Books .
ORSO, P; GONÇALVES, S. R; VALCI, M. M. Educação e luta de classes. São Paulo:
Expressão popular, 2008.
SAVIANI, D. et al. O legado educacional do séc. XX no Brasil. 2 ed. Campinas, SP: Autores
Associados, 2006.

50

SOUZA, J. V. A. de. (Org.) Formação de professores para a educação básica: dez anos de
LDB. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.
VICENTINI, Paula; LUGLI, Rosário. História da profissão docente no Brasil: representações
em disputa. São Paulo: Cortez, 2009.

Disciplina: Código

Química Geral

Período: 1º Carga Horária: 54h
Total

54h

Teórica 54h

Prática -

-

EMENTA: Aspectos fundamentais da estrutura atômica. Ligações e transformações químicas,
átomos e moléculas. Soluções. Conceitos relacionados a fenômenos elétricos e termodinâmica
e cinética química. Equilíbrio químico em meio gasoso e aquoso.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SOLOMONS, G. Química orgânica. 7. ed. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2005. Volumes 1 e
2.
BARBOSA, L. C. de A. Introdução à química orgânica. 2. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004.
MAHAN, B. M., MYERS, R. J. Química um curso universitário. 6. ed. São Paulo: Editora
Edgard Blucher. 1995.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHRISTIAN, Gary D. Analytical chemistry. 7th. ed. New York: J. Wiley, 2014. xxii, 826 p.
CAREY, Francis A.; SUNDBERG, Richard J. Advanced organic chemistry: part A:
structure and mechanisms. 5. ed. Virginia: Springer, 2007. 1199 p.
VOGEL, A. Química analítica qualitativa. 5. ed. São Paulo: Editora Mestre Jou, 1981.
ATKINS, P.; JONES, L. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio
ambiente. Porto Alegre: Artmed, 1995.
BROW, T. L.; LEMAY, JR.H E.; BURSTEN, B.E.; BURDGE, J.R. Química a ciência central.
9. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2005.

51

Disciplina: Código

Física Geral

Período: 1º Carga Horária: 54h
Total

54h

Teórica 36h

Prática 18h

-

EMENTA: Cinemática e dinâmica. Trabalho e energia. Conservação de energia. Noções
básicas de termodinâmica. Hidrostática. Ondas sonoras. Fenômenos elétricos. Instrumentos
Ópticos. Física de radiações.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
OKUNO, Emico. Desvendando a física do corpo humano: biomecânica. E-book.
OKUNO, Emico. Física para ciências biológicas e biomédicas. São Paulo: Harbra, 1986.
TIPLER, Paul; A.; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. Tradução e revisão
técnica Naira Maria Balzaretti. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. Volume 2: eletricidade e
magnetismo.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
TIPLER, Paul; A.; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros. Tradução e revisão
técnica Paulo Machado Mors.6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. Vol.1: mecânica, oscilações e
ondas, termodinâmica.
HALLIDAY, Davi; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de Física. 10.ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2016. Vol. 1: mecânica.
HALLIDAY, Davi; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de Física. 10.ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2016. Vol. 2: gravitação, ondas e termodinâmica.
JEWETT , John W., Jr.; SERWAY Raymond A. Física para cientistas e engenheiros.
Tradução da 8. ed. Cengage Learning, 2012. Vol. 1: mecânica.
JEWETT , John W., Jr.; SERWAY Raymond A. Física para cientistas e engenheiros.
Tradução da 8. ed. norte-americana. Cengage Learning, 2012.
JEWETT Jr, John W.; SERWAY Raymond A. Física para cientistas e engenheiros. Tradução
da 8.ed.Cengage Learning. Vol. 2: oscilações, ondas e termodinâmica. ISBN: 9788522110858.

52

Disciplina: Código

Metodologia e Redação Científica

Período: 1º Carga Horária: 36h
Total

36h

Teórica

36h

Prática -

-

EMENTA: Desenvolvimento do pensamento científico. Ciência: senso comum e ciência, tipos
de conhecimento, método científico, ciência e espírito científico. Orientação para elaboração e
organização de trabalhos acadêmicos. Normas da ABNT.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e iniciação
à pesquisa. 27. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002. 182 p.
SANTOS, Boaventura de Sousa. Um discurso sobre as ciências. 4. ed. São Paulo: Cortez,
2006. 92 p.
MORIN, Edgar. A cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. 12. ed. Rio
de Janeiro: Bertrand Brasil, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALVES, Rubem. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e a suas regras. 11. ed. São Paulo:
Loyola, 2006.
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia científica.
6. ed. São Paulo: Person Prentice Hall, 2007. 162 p.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia
científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005. 315 p.
PÁDUA, Elisabete Matallo Marchesini de. Metodologia da pesquisa: abordagem teóricoprática. 11. ed. Campinas: Papirus, 2005 94p.
GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2008.
200 p.

Disciplina: Código

Fundamentos de Sistemática Filogenética

Período: 1º Carga Horária: 54h
Total

54h

Teórica

40h

Prática

14h

-

EMENTA: 1. História da sistemática filogenética e noções de biologia evolutiva. 2. Bases
filosóficas da sistemática biológica. Introdução a cladística e sistemática molecular. 3.

53

Dendrogramas e cladogramas: noções básicas. 4. grupos naturais e não-naturais: monofiletismo,
parafiletismo e polifiletismo. 5. Dicotomias, politomias e suas interpretações. 6. Evidências:
caracteres e tipos de caracteres. 7. Apomorfias, sinapomorfias, plesiomorfias e
simplesiomorfias. 8. Análise de parcimônia, homoplasias: convergências e reversões. 8.
Particularidades dos dados qualitativos, quantitativos e de sequências nucleotídicas,
alinhamento, homologia.9. Inferências estatísticas de filogenias.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AMORIM, D. S. Fundamentos de sistemática filogenética. São Paulo: Holos, 2002.
HICKMAN C. P.; Roberts, L. S. e Larson. 2004. Princípios integrados de zoologia. 11. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
PAPAVERO, N. Fundamentos práticos de taxonomia zoológica. 2. ed. São Paulo: Editora
da Universidade Estadual Paulista, 1994.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COX, C. B., Moore, P. D. 2010. Biogeografia: Uma Abordagem Ecológica e Evolucionária.
8° Edição. New York: Willey. 506p.
MATIOLI, S.R. 2012. Biologia molecular e evolução. 2. ed.
POUGH, J. H.; C. Janis M.; HEISER, J. B. A vida dos vertebrados. 4. ed. São Paulo: Atheneu,
2008.
RAVEN, P.H.; EVERT, R.F.; EICHHORN, S.E. Biologia vegetal. 7 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara, 2007.
RICKLEFS, R.E. A economia da Natureza. 2016. 7 ed, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
636p.

Disciplina: Código

PCC 1

Período: 1º Carga Horária: 36h
Total

36h

Teórica -

Prática 36h

-

EMENTA: Elaboração de gêneros acadêmicos com caráter informativo. Construção de Blog,
cartazes, folder, banner e outros gêneros. Desenvolvimento de estratégias de comunicação
criativas, autônomas e flexíveis enfatizando a educação em Ciências e Biologia no Ensino
Básico.

54

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DISCINI, Norma. A Comunicação nos textos. São Paulo: Contexto, 2005.
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. A coesão textual. 22. ed. São Paulo: Contexto, 2013.
MARCUSCHI, Luiz Antonio. Análise da conversação. 6. ed. São Paulo: Ática, 2007.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COSTA, Cleide Jane de Sá Araújo; MERCADO, Luís Paulo Leopoldo (org.). Pesquisa em
educação online. Maceió: EDUFAL, 2011.
KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça. A inter-ação pela linguagem. 11. ed. São Paulo: Contexto,
2007.
LIMA, Alcimar Alves de Souza. Acontecimento e linguagem. 2. ed. Rio de Janeiro: Casa do
Psicólogo, 2014.
ORLANDI, Eni Puccinelli. Análise de discurso: princípios e procedimentos. Campinas, SP:
Pontes, 1999.
WEG, Rosana Morais, JESUS, Virginia Antunes. A língua como expressão e criação. São
Paulo: Contexto, 2011. Vol.2 - Português na prática.

Disciplina: Código

ACE 1 - áreas de atuação do licenciado em Ciências Biológicas

Período: 1º Carga Horária: 54h
Total

54h

Teórica

24h

Prática

30h

EMENTA: Introdução à prática extensionista, propostas metodológicas teórico-práticas.
Organização de evento de extensão sobre as áreas de atuação do licenciado em Ciências
Biológicas.

OBJETIVOS
Favorecer conhecimentos integrados, teóricos e práticos dos conteúdos abordados pelas
disciplinas do semestre de forma a estabelecer correlação entre as mesmas e aplicar o
conhecimento adquirido em atividades práticas de caráter extensionista.

METODOLOGIA DE ENSINO
O componente curricular será trabalhado por meio de aulas expositivas, além da participação
dos alunos executando atividades complementares individuais e/ou em grupo. Serão utilizados
recursos áudio/visuais tais como vídeos, documentários, projetor multimídia, além de quadro

55

branco. Serão ainda ministradas palestras com profissionais convidados.

METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
- Apresentação de seminários;
- Execução de atividades complementares;
- Planejamento e organização de evento acadêmico.
A AB1 será composta por Projeto (apresentação e impresso) + Atividades complementares;
A AB2 será composta por Organização de evento + Relatório de avaliação do evento.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AMORIM, A. V. Ensino de ciências. Grupo Summus 192 ISBN 9788532309136.E-book.
FREIRE, Paulo. Extensão ou comunicação?.15. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2011. 131 p.
TOZETTO, S. S. (org.). Professores em formação: saberes, práticas e desafios. Curitiba:
Intersaberes. E-book.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CALIL, Patrícia. O professor pesquisador no ensino de ciências. Curitiba: Intersaberes.
ISBN 9788582126851. E-book.
DEWEY, J. Democracia e educação: capítulos essenciais. São Paulo: Ática. ISBN
9788508114733. E-book.
ASTOLFI, Jean-Pierre; DEVELAY, Michel. A didática das ciências. São Paulo: Papirus.
ISBN 9788530811129. E-book.
REIS, José Carlos. A história entre a filosofia e a ciência. 4. ed. São Paulo: Autêntica. ISBN
9788582178805. E-book.
TAVARES, M. G. M. Extensão universitária: novo paradigma de universidade? Maceió:
EDUFAL, 1997. 235 p.

56

Segundo Período

Disciplina: Código

Política e Organização da Educação Básica do Brasil

Período: 2º Carga Horária: 72h
Total

72h

Teórica

72h

Prática

-

-

EMENTA: Estudo da organização escolar brasileira, nos diversos níveis e modalidades da
Educação Básica, no contexto histórico, político, cultural e socioeconômico da sociedade
brasileira

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARANHA, Maria Lucia de Arruda. História da educação e da pedagogia: geral e Brasil. São
Paulo: Moderna, 2011.
SAVIANI, Dermeval. História das ideias pedagógicas no Brasil. Campinas, SP: Autores
Associados, 2010.
SAVIANI, Dermeval. PDE - Plano de Desenvolvimento da Educação: análise crítica da
política do MEC. Campinas, SP: Autores Associados, 2009.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e Legislação Complementar: Lei
nº 9.394, de 20 de Dezembro de 1996 (atualizada até a lei nº 12.061, de 27.10.2009). 4.ed. São
Paulo: EDIPRO, 2010.
LIBÂNEO, José C. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez,
2007.
NETO, Edgard; SOUZA, Gilberto; COSTA, Áurea. A proletarização do professor –
neoliberalismo na educação. São Paulo: Sundermann, 2009.
SAVIANI, D. Da nova LDB ao FUNDEB: por uma outra política educacional. 3 ed.
Campinas, SP: Autores Associados, 2008.
VIEIRA, S. l. Desejos de reforma: legislação educacional no Brasil Império e República.
Brasília: Líber Livro, 2008.

57

Disciplina: Código

Zoologia I

Período: 2º Carga Horária: 54h
Total

54h

Teórica 36h

Prática 18h

-

EMENTA: Estudo da morfologia, ecologia, sistemática e importância econômica e ecológica
das seguintes linhagens: organismos unicelulares, Porifera, Ctenophora, Cnidaria, linhagens
mais diversas de Spiralia (Annelida, Molusca, Nemertea e Plathyelminthes).

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRUSCA, Richard C.; BRUSCA, Gary J. Invertebrados. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2007. xxviii, [96] p. de estampas, 968 p.
FRANSOZO, Adilson; NEGREIROS-FRANSOZO, Maria Lucia. Zoologia dos invertebrados.
Rio de Janeiro: Roca, 2016. xviii, 661 p.
HICKMAN, Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; LARSON, Allan. Princípios integrados de
zoologia. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. xxii, 846 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ODUM, Eugene Pleasants. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan: Interamericana,
c1988.. xi, 434 p.
RIBEIRO-COSTA, C.S., ROCHA, R.M. Invertebrados: manual de aulas práticas. 2. ed.
Ribeirão Preto: Holos, 2006. 271 p.
RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2003.. xxxiv, 503 p.
RUPPERT, Edward E.; FOX, Richard S.; BARNES, Robert D. Zoologia dos invertebrados:
uma abordagem funcional-evolutiva. 7. ed. Roca, 2005. xxii, 1145 p.
STORER, Tracy I. Zoologia geral. 6. ed. São Paulo: Nacional, 1984. xi, 816 p.

Disciplina: Código

Bioquímica

Período: 2º Carga Horária: 54h
Total

54h

Teórica 36h

Prática 18h

-

EMENTA:
Introdução à bioquímica. Água e tampões. Regulação do equilíbrio ácido-básico no organismo

58

humano. Biomoléculas, química, estrutura e função de: carboidratos, lipídios, aminoácidos,
peptídeos, proteínas, enzimas e ácidos nucleicos. Digestão e absorção dos nutrientes, vias
metabólicas dos carboidratos, lipídios e proteínas. O ciclo de Krebs. O Transporte de elétrons
e fosforilação oxidativa. Metabolismo de excreção de Nitrogênio.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
NELSON, David L; COX, Michael M. Princípios de bioquímica de Lehninger. 6. ed. São
Paulo: Artmed, 2014
CHAMPE, Pamela C; FERRIER, Denise R.; HARVEY, Richard A. Bioquímica ilustrada. 3.
ed. Porto Alegre: Artmed, 2006
MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo Baptista. Bioquímica básica. 4. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERG, Jeremy Mark; TYMOCZKO, John L; STRYER, Lubert. Bioquímica. 7. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
LODISH, Harvey F. Biologia celular e molecular.7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014 .
COPPER, G. M. & HAUSMAN, R. E. A célula – uma abordagem molecular. 3. ed. Porto
Alegre: Artmed. 2007.
ISHII-IWAMOTO, Emy Luiza.; BRACHT, Adelar. (org.). Métodos de laboratório em
bioquímica. Barueri, SP: Manole, 2003.
MOYES, C. D.; SCHULTE, P. M. Princípios de Fisiologia Animal. 2. ed. Porto Aleges, RS:
Artmed, 2010.

Disciplina:

Código

Morfologia e Anatomia Vegetal

Período: 2º

Carga Horária: 54h

Total

54h

Teórica 36h

Prática 18h

-

EMENTA: Conceito e divisão da Botânica. Célula vegetal. Sistemas de tecidos vegetais.
Embriogênese. Organografia e anatomia vegetal.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
APEZZATO-DA-GLORIA, B. CARMELLO-GUERREIRO, S. M. Anatomia vegetal. 3. ed.
Viçosa, MG: Editora da UFV, 2013. 404 p.

59

NULTSCH, W. Botânica geral. 10. ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2000. 489p.
RAVEN, P.H.; EVERT, R.F.; EICHORN, S.E. Biologia vegetal. 7. ed. Rio de janeiro:
Guanabara Koogan, 2007. 830 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CUTLER, David F.; BOTHA, Ted; STEVENSON, Dennis Wm; MORAES, Marcelo Gravina.
Anatomia vegetal: uma abordagem aplicada. Porto Alegre, RS: Artmed, 2011. 304 p.
CUTTER, Elizabeth Graham. Anatomia vegetal. 2. ed. São Paulo, SP: Roca, 2002.
ESAU, Katherine. Anatomia das plantas com sementes. São Paulo: Edgard Blücher, 1974.
293 p.
FERRI, Mário Guimarães. Botânica: morfologia externa das plantas (organografia). São Paulo:
Nobel, 1981. 148 p.
FERRI, Mário Guimarães. Botânica: morfologia interna das plantas (anatomia). São Paulo:
Nobel, 1981 113 p.

Disciplina: Código

Biologia Celular e Molecular

Período: 2º Carga Horária: 54h
Total

54h

Teórica 36h

Prática 18h

-

EMENTA: Introdução ao estudo da biologia celular. Origem e evolução da célula. Células
procariontes e eucariontes. Organelas citoplasmáticas (célula animal e vegetal) membranosas e
microtubulares, assim como suas funções. Divisão e diferenciação celular. Métodos e técnicas
utilizadas para preparação de lâminas, como também, os equipamentos utilizados na citologia
para análise de material.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALBERTS, B. (cols). Biologia Molecular da Célula. 5. ed. São Paulo: Artmed. 2010.
JUNQUEIRA, L. C. U.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 9. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2015. 364 p .
LODISH, H. (cols.). Biologia celular e molecular. 7. ed. São Paulo: Artmed. 2014.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COPPER, G. M.; HAUSMAN, R. E. A célula - uma abordagem molecular. 3. ed. Porto Alegre:
Artmed. 2007.

60

DE ROBERTIS, E. M. Bases da Biologia celular e molecular. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan. 2006.
GRIFFITHS, Anthony J. F; WESSLER, Susan R; LEWONTIN, Richard C.; CARROLL, Sean
B. Introdução à genética. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009, 712 p.
SPRINGERLINK (ONLINE SERVICE). Phase Transitions in Cell Biology. Springer
eBooks XII, 184 p ISBN 9781402086519. E-book.
ROSS, Michael H.; PAWLINA, Wojciech.; ALMEIDA, Jorge Mamede de. Histologia: texto
e atlas: em correlação com biologia celular e molecular. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, c2012. xx, 987 p. ISBN 9788527720663.

Disciplina: Código

PCC 2 - Jogos Didáticos e o Ensino de Ciências e
Biologia

Período: 2º Carga Horária: 36h
Total

36h

Teórica 18h

Prática 18h

-

EMENTA: Ludicidade e o Ensino de Ciências e Biologia. Jogos didáticos: conceitos, reflexões
e produção.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FERLIN, A. M.; GOMES, D. 90 idéias de jogos e atividades para a sala de aula. Rio
Petropolis; Rio de Janeiro: Vozes. 154p. E-book.
FIALHO, N. N. Jogos no ensino de química e biologia. Curitiba: Intersaberes.220p. E-book.
RAU, M. C. T. D. A Ludicidade na educação: uma atitude pedagógica. Curitiba: Intersaberes.
248p. E-book.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASTOLFI, jean-Pierre; DEVELAY, Michel. A didática das ciências. São Paulo: Papirus, ano.
128p. E-book.
CANDAU, Vera Maria. A didática em questão. Rio Petropolis; Rio de Janeiro: Vozes.129p.
E-book.
RAVEN, P.H.; EVERT, R.F.; EICHORN, S.E. Biologia vegetal. 7. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2007. 830 p.

61

JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchôa; CARNEIRO, José. Biologia celular e molecular. 8. ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 332 p.
BARBOSA, Ruy Madsen (Grupo de Estudo e Pesquisa em Jogos - GEP-J. Aprendo com jogos.
São Paulo: Autêntica. 178 p. E-book.

Disciplina:

Código ACE 2- Problemática do uso de drogas na infância e
adolescência.

Período:2º

Carga Horária: 36h

Total

36h

Teórica

20h

Prática

16h

EMENTA: Estatísticas nacionais, regionais e locais do uso de drogas lícitas e ilícitas na
infância e adolescência; escola versus drogas; Estatuto da Criança e do Adolescente.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DELL’AGLIO, Débora D. Adolescência e juventude brasileira: vulnerabilidade e contextos
de proteção. São Paulo: Casa do Psicólogo. 342 p. ISBN 9788580401059.
PINSKY, Ilana; BESSA, Marco Antonio (orgs.). Adolescência e drogas. Contexto 202 ISBN
9788572442770.
SEIBEL, Sergio D.; TOSCANO Jr, Alfredo. Dependência de drogas. São Paulo: Atheneu,
2000. 560 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Lei nº 8069, de 13 de julho de 1990. Estatuto da Criança e do Adolescente. Brasília,
DF,

jul

1990.

Disponível

em:

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8069Compilado.htm#art266. Acesso em: 16 jul
2018.
COLAÇO, Veriana F. R.; CORDEIRO, Andréa C. F. (orgs.). Adolescência e juventude:
conhecer para proteger. São Paulo: Casa do Psicólogo. 460 p.
MESSAS, Guilherme. Álcool e drogas: uma visão fenômeno-estrutural. Pearson. 159 p. ISBN
9788573964332.
PULCHERIO, Gilda; BICCA, Carla; SILVA, Fernando A. Álcool, outras drogas &
informação: o que cada profissional precisa saber. São Paulo: Casa do Psicólogo. 394 p. ISBN
9788580400649.
PINSKY, Ilana; PAZINATTO, Cesar. Álcool e drogas na adolescência: um guia para pais e

62

professores. São Paulo: Contexto. 146 p. ISBN 9788572448789.

Terceiro Período

Disciplina: Código

Desenvolvimento e Aprendizagem

Período: 3º Carga Horária: 72h
Total

72h

Teórica

72h

Prática

-

-

EMENTA: Estudo dos processos psicológicos do desenvolvimento humano na infância, na
adolescência e na fase adulta segundo as teorias da Psicologia do desenvolvimento e da
Educação em articulação com as concepções de aprendizagem.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CUNHA, M. V. Psicologia da educação. Rio de Janeiro: DP& A, 2000.
KUPFER, Maria Cristina Machado. Freud e a Educação: o mestre do impossível. 3.ed. São
Paulo: Scipione, 1995.
OLIVEIRA, Marta Kohl de. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento. Um processo sóciohistórico. 5.ed. São Paulo: Scipione, 1997. (Pensamento e ação na sala de aula).

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARRARA, Kester (org.). Introdução à Psicologia da Educação: seis abordagens. São Paulo:
Avercamp, 2004.

63

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 2002.
ROGERS, Carl. Tornar-se pessoa. 5. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
SKINNER, Burrhus F. Máquinas de Ensinar. In: Morse, W. Leituras de Psicologia
educacional. São Paulo: Nacional, 1979.
WADSWORTH, J. Inteligência e afetividade da criança na teoria de Jean Piaget. São
Paulo: Pioneira, 1996.

Disciplina: Código

Didática

Período: 3º Carga Horária: 72h
Total

72h

Teórica 72h

Prática -

-

EMENTA: Estudo da prática pedagógica e dos aspectos envolvidos no ato educativo,
considerando a contextualização e evolução histórica da didática, a perspectiva sócio-histórica
das concepções teórico-metodológicas presentes em nosso ideário pedagógico e suas
implicações no processo de ensino-aprendizagem, tendo em vista a formação do educador para
atuação e intervenção na realidade educacional brasileira.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COMENIUS, A. Didática magna. Tradução Ivone Castilho Benedetti. São Paulo: Martins
Fontes, 2006. In: FARIAS, I. M. S. de et al. Didática e docência: aprendendo a profissão.
Brasília: Liber Livros, 2009.
FRANCO, M. A. S.; PIMENTA, S. G. (orgs.) Didática, embates contemporâneos. São
Paulo: Loyola, 2010.
LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CANDAU, V. (org.). A Didática em questão. Petrópolis: Vozes, 1997.
CHARLOT, B. Relação com o saber, formação dos professores e globalização: questões
para a educação hoje. Porto Alegre: Artmed, 2005.
ROSA, D.; GONÇALVES, E.; SOUZA, V. C. (orgs.). Didática e práticas de ensino:
interfaces com diferentes saberes e lugares formativos. ANAIS DO XI ENDIPE, Rio de
Janeiro: DP&A, 2002.
VEIGA, I. P. ALENCASTRO, J. (org.). Repensando a didática. 20. ed. Campinas-SP:
Papirus, 2003.

64

VEIGA, I. P. A. (org.). Didática: o ensino e suas relações. 18. ed. Campinas, SP: Papirus,
2012.

Disciplina: Código

Botânica Sistemática

Período: 3º Carga Horária: 90h
Total

90h

Teórica 72h

Prática 18h

-

EMENTA: Sistemas de classificação. Tipos nomenclaturais. Regras de Nomenclatura
Botânica. Origem, evolução e grupos taxonômicos das Cryptogamae. Identificação dos
principais representantes de interesse econômico e ecológico que ocorrem no Estado de Alagoas.
Origem, evolução e grupos taxonômicos das Fanerógamas. Identificação dos principais
representantes de interesse econômico e ecológico que ocorrem no Estado de Alagoas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FRANCESCHINI, Iara Maria. Algas: uma abordagem filogenética, taxonômica e ecológica.
Porto Alegre: Artmed, 2010. 332p. ISBN 9788536320632 .
JUDD, Walter S. Sistemática vegetal: um enfoque filogenético. 3. ed. Porto Alegre: Artmed,
2009. xvi, 612 p.
LORENZI, Harri. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas Arbóreas
nativas do Brasil. 3. ed. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2009.
RAVEN, P.H.; EVERT, R.F.; EICHORN, S.E. Biologia vegetal. 7. ed. Rio de janeiro:
Guanabara Koogan. 2007. 830 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAMARGOS, José Arlete Alves. Catálogo de árvores do Brasil. 2. ed. Brasilia: Instituto
Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, 2001. 896 p.
EVANGELISTA, Valtere; BARSANTI, L; FRASSANITO, Anna Maria; PASSARELLI,
Vincenzo; GUALTIERI, Paolo; SPRINGERLINK. Algal toxins: nature, occurrence, effect and
detection. Springer eBooks VIII, 399p. (NATO Science for Peace and Security Series A:
Chemistry and Biology,). ISBN 9781402084805. E-book.
MENEZES, Mariângela. Gêneros de algas de águas continentais do Brasil: chave para
identificação e descrições. 2. ed. São Carlos, SP: RiMa, 2006. 498 p.
NULTSCH, W. Botânica geral. 10. ed. São Paulo: Artmed. 2000. 489p.
SOUZA, Vinicius Castro.; LORENZI, Harri. Botânica sistemática: guia ilustrado para
identificação das famílias de fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG II. 2.

65

ed. Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2008. 704 p.

Disciplina: Código

Zoologia II

Período: 3º Carga Horária: 54h
Total

54h

Teórica 36h

Prática 18h

-

EMENTA: Estudo da morfologia, ecologia, sistemática e importância econômica e ecológica
de linhagens de Ecdysozoa e Echinodermata.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRUSCA, Richard C.; BRUSCA, Gary J. Invertebrados. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2007. xxviii, [96] p. de estampas, 968 p.
FRANSOZO,

Adilson;

NEGREIROS-FRANSOZO,

Maria

Lucia.

Zoologia

dos

Invertebrados. Rio de Janeiro: Roca, 2016. xviii, 661 p.
HICKMAN, Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; LARSON, Allan. Princípios integrados de
Zoologia. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. xxii, 846 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ODUM, Eugene Pleasants. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan: Interamericana,
c1988.. xi, 434 p.
RIBEIRO-COSTA, C.S., ROCHA, R.M. Invertebrados: manual de aulas práticas. 2. ed.
Ribeirão Preto: Holos, 2006. 271 p.
RICKLEFS, Robert E. A Economia da natureza. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2003.. xxxiv, 503 p.
RUPPERT, Edward E.; FOX, Richard S.; BARNES, Robert D. Zoologia dos Invertebrados:
uma abordagem funcional-evolutiva. 7. ed. Roca, 2005. xxii, 1145 p.
STORER, Tracy I. Zoologia geral. 6. ed. São Paulo: Nacional, 1984. xi, 816 p.

66

Disciplina: Código

PCC 3 - Saberes de zoologia em Campo

Período: 3º Carga Horária: 90h
Total

90h

Teórica

-

Prática

90h

-

EMENTA: Zoologia de invertebrados e ensino; legislação ao material biológico com
finalidade didática; noções de bioética no uso de animais; noções de segurança no campo;
atividade de campo na prática docente; planejamento e aplicação de aulas práticas de campo
em espaços urbanos e rurais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CURTIS, Helena. Biologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1977. 964 p.
RICKLEFS, Robert E. A Economia da natureza. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2003. xxxiv, 503 p.
ROBERT M. VEATCH. Bioética. 3. ed.Pearson. 260 p. ISBN 9788543004495.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HICKMAN, Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; LARSON, Allan. Princípios integrados de
Zoologia. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. xxii, 846 p.
NABORS, Murray W. Introdução à botânica. São Paulo: Roca, 2012. xxxiv, 646 p.
NULTSCH, Wilhelm. Botânica geral. 10. ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2000. 489 p.
ODUM, Eugene Pleasants. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan: Interamericana,
c1988. xi, 434 p.
COSTA, C.S.R, ROCHA, R.M. Invertebrados: manual de aulas práticas. 2. ed. Ribeirão Preto:
Holos, 2006. 271 p.

Disciplina: Código

ACE 3 - Educação Sexual e Sexualidade

Período: 3º Carga Horária: 36h
Total

36h

Teórica 20

Prática 16

EMENTA: Educação Sexual e Sexualidade: conceitos e aspectos legais para promoção da
educação sexual em espaços formais e não-formais de educação. Estratégia pedagógica para

67

mediação de temas conflituosos. Universidade e Comunidade na promoção da Educação Sexual
e Sexualidade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FURLANI, Jimena. Educação sexual na sala de aula - Relações de gênero, orientação sexual
e igualdade étnico-racial numa proposta de respeito às diferenças. Belo Horizonte: Autêntica.
194p.
MAGNABOSCO, Maria Madalena; Teixeira, Cíntia Maria. Gênero e diversidade: formação
de educadores. Horizonte: Autêntica. 98p. E-book.
TORRES, Marco Antonio. A diversidade sexual na educação e os direitos de cidadania
LGBT na Escola. Horizonte: Autêntica. 76p. E-book.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALONSO, Silvia Leonor. O tempo, a escuta, o feminino: reflexões. São Paulo: Casa do
Psicólogo. 462p. ISBN 9788580400335. E-book.
KENT M. VAN DE GRAAFF. Anatomia humana. Manole. 866 p. E-book.
LAGO, Mara C. S. et al. (orgs.) Gênero e pesquisa em psicologia social. Pearson. 279 p. ISBN
9788573966145. E-book.
LIPP, Marilda (org.). O adolescente e seus dilemas: orientação para pais e educadores. . São
Paulo: Papirus. 274p. ISBN 9788544900239.
LIBÓRIO, Renata M. C., KÖLLER, Silvia H. (orgs.). Adolescência e juventude: risco e
proteção na realidade brasileira. Pearson. 341 p. ISBN 9788573966367. E-book.

Quarto Período

Disciplina: Código

Gestão da Educação e do Trabalho Escolar

Período: 4º Carga Horária: 72h
Total

72h

Teórica 72h

Prática

-

EMENTA: Estudo da escola como organização social e educativa: concepções, características
e elementos constitutivos do sistema de organização e gestão do trabalho escolar, segundo os
pressupostos teóricos e legais vigentes, na perspectiva do planejamento participativo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

68

PARO, Vitor Henrique. Administração escolar: introdução crítica. 17. ed. São Paulo: Cortez,
2012. 232 p.
PARO, Vitor Henrique. Gestão democrática da escola pública. São Paulo: Ática, 2000.
PRADO, Edna; DIÓGENES, Elione. Avaliação de políticas públicas: interface entre educação
e gestão escolar. Maceió, AL: Edufal, 2011.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LIBÂNEO, J. C. Organização e gestão da escola: teoria e prática. 5.ed. Goiânia: Alternativa,
2004.
LUCK, Heloisa. Ação integrada: administração, supervisão e orientação educacional. 10a ed.
Petrópolis, RJ: Vozes, 1991. 66 p.; ISBN 8532604250 (broch.). E-book.
LUCK, Heloisa. Concepções e processos democráticos de gestão educacional. Rio de Janeiro:
Vozes. 135p. ISBN 9788532632944. E-book.
NÓVOA, Antônio (org.). As organizações escolares em análise. Instituto de Inovação
Educacional; Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1992.
SAVIANI, Dermeval. Escola e democracia: teorias da educação, curvatura da vara, onze teses
sobre a educação política. 35. ed. rev. Campinas, SP: Autores Associados, 2002 (Coleção
Polêmicas do Nosso Tempo; vol. 5).

Disciplina: Código

Fisiologia Vegetal

Período: 4º Carga Horária: 54h
Total

54h

Teórica 36h

Prática 18h

-

EMENTA: A água na planta. Relações hídricas nas células e tecidos. Movimento da água na
planta. Absorção e transporte de água na planta. Perdas por transpiração e gutação. Mecanismo
estomático. Nutrição Mineral. Fotossíntese. Radiação e aparelho fotossintético. Formação de
ATP e NADPH. Redução de CO2. Fotorrespiração. Fotossíntese em plantas C3 e C4.
Metabolismo ácido das crassuláceas. Translocação de solutos orgânicos. Fotoperiodismo.
Florescimento. Efeito da temperatura. Hormônios e reguladores vegetais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ZEIGER, Eduardo. Fisiologia e desenvolvimento vegetal. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017.
858 p.
RAVEN, P.H.; EVERT, R.F.; EICHHORN, S.E. Biologia vegetal. 7. ed. Rio de Janeiro:

69

Guanabara Koogan. 2007. 830 p.
LARCHER, Walter. Ecofisiologia vegetal. São Carlos, SP: RiMa, 2004. Xviii. 531 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EPSTEIN, Emanuel; BLOMM, Arnold. Nutrição mineral das plantas: princípios e
perspectivas. 2. ed. Londrina, PR: Ed. Planta, 2006 ix. 403p.
KERBAUY, Gilberto Barbante. Fisiologia vegetal. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008. xx, 431 p.
LAMBERS, H.; SPRINGERLINK (ONLINE SERVICE). Plant physiological ecology.
Springer eBooks Second Edition. XXIX, 605 p ISBN 9780387783413.
MARTINEZ, Francisco Gil. Elementos de fisiologia vegetal: relaciones hídricas. Nutrición
mineral. Transporte. Metabolismo. Madrid: Ediciones Mundi-Prensa, 1995. 1147 p.
OLIVEIRA, Eurico Cabral de. Introdução à biologia vegetal. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo:
EDUSP, 2003. 266 p.
Disciplina: Código

Zoologia III

Período: 4º Carga Horária: 90h
Total

90h

Teórica 72h

Prática 18h

-

EMENTA: Principais aspectos da biologia, morfologia, comportamento, evolução,
distribuição, classificação, conservação e representantes da fauna regional dos Chordata
(Urochordata e Cephalochordata), dando-se ênfase especial aos Vertebrata (Agnatas,
Chondrichthyes, Osteichthyes, Amphibia, Reptilia, Aves e Mammalia).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BENEDITO, E. (Org.). Biologia e Ecologia dos vertebrados. Rio de Janeiro, RJ: Roca, 2015
HILDEBRAND, Milton. Análise da estrutura dos vertebrados. 2. ed. São Paulo: Atheneu,
2006. 637p.
POUGH, F. Harvey; JANIS, Christine M; HEISER, John B. A vida dos vertebrados. 4. ed.
São Paulo: Atheneu, c2008. 684 p. + [51]

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MOYES, C. D.; SCHULTE, P. M. Princípios de fisiologia animal. 2. ed. Porto Alegre, RS:
Artmed, 2010.
NIELSEN-SCHMIDT, K. Fisiologia animal, adaptação e meio. 5. ed. São Paulo, Santos.

70

2002.
ODUM, E. P.; BARRET, G. W. Fundamentos da ecologia. 5. ed. São Paulo: Thomson Pioneira.
2007.
RICKLEFS, R. E. A Economia da natureza. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
STORER, Tracy I. Zoologia geral. 6. ed. Rio de Janeiro; Nacional, 1984. xi, 816 p.

Disciplina: Código

Microbiologia e Imunologia

Período: 4º Carga Horária: 72h
Total

72h

Teórica 54h

Prática 18h

-

EMENTA: Perspectiva do estudo dos microrganismos. Classificação microbiana. Estrutura e
replicação viral. Estrutura e reprodução das bactérias. Estrutura e reprodução dos fungos.
Nutrição, crescimento, metabolismo e genética dos microrganismos. Agentes antimicrobianos
e resistência. Componentes do Sistema Imune: células, tecidos e moléculas. Princípios das
Imunidades inata e adaptativa. Seleção Clonal. Antígenos e Imunógenos. Estrutura Molecular
dos Anticorpos. Classes de Imunoglobulinas (estrutura e funções). Interação AntígenoAnticorpo e seus efeitos. Vacinas e soros.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABBAS, A. K.; POBER, J. S.; LICHTMAN, A. H. Imunologia ceular e molecular. 3. ed. São
Paulo, Revinter. 2009. 545p.
HARVEY, Richard A; CHAMPE, PAMELA C; FISHER, Bruce D. Microbiologia ilustrada.
2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. 436 p.
TRABULSI, Luiz Rachid.; ALTERTHUM, Flavio. Microbiologia. 6. ed. São Paulo: Atheneu,
c2017. 888 p. ISBN 9788538806776.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BIER, Otto; SILVA, Wilmar Dias da; MOTA, Ivan. Imunologia: básica e aplicada. 5. ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. [xii], 388 p. ISBN 8527708337 : (Broch.).
JAY, James M. Microbiologia de alimentos. 6. ed. São Paulo: Porto Alegre: Artemed, 2005..
711 p. ISBN 853630507X.
MADIGAN, Michael T.; MARTINKO, John M.; PARKER, Jack. Microbiologia de brock.
10. ed. Pearson. 624p. ISBN 9788587918512. E-book.
NEVES, D. P. Parasitologia humana. 12. ed. São Paulo: Atheneu, 2011. 546 p.

71

TORTORA, Gerard J.,; FUNKE, Berdell R.; CASE, Christine L. Microbiologia. 8. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2006.. 894 p. + CD-ROM. ISBN 853630488X (enc.).

Disciplina: Código

Embriologia e Histologia

Período: 4º Carga Horária: 54h
Total

54h

Teórica 38h

Prática 16h

-

EMENTA: Conceito de embriologia e histologia. Resumo histórico. Tipos de reprodução.
Gametogênese. Fecundação. Desenvolvimento do embrião. Anexos embrionários. Origem e
desenvolvimento dos principais órgãos. Características principais dos tecidos que compõe um
organismo (epitelial, conjuntivo, cartilaginoso, ósseo, muscular, sanguíneo e nervoso).

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MOORE, K. L.; PERSAUD, T. V. N.; TORCHIA, M. G. Embriologia básica. 9. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2016. xxi, 361 p. ISBN 9788535283822.
MOORE, K. L.; PERSAUD, T. V. N.; TORCHIA, M. G. Embriologia clínica. 10. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2016. 524 p. ISBN 9788535283839.
JUNQUEIRA, L. C. U.; CARNEIRO, J. Histologia básica: textos e atlas. 12. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2013. 538 p. ISBN 9788527723114

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GARCIA, S. M. L.; FERNÁNDEZ, C. G. (org.). Embriologia. 3. ed. Porto Alegre: Artmed,
2012. 651 p. ISBN 9788536326207
EMBRIOLOGIA humana e biologia do desenvolvimento. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. 505
p. ISBN 9788535275582 (broch.).
GARTNER, Leslie P.; NARCISO, Marcelo Sampaio. Tratado de histologia. 4. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2017. xv, 646 p. ISBN 9788535286007.
HIATT, James L.; NASCIMENTO, Adriana Paulino do. Histologia essencial. Rio de Janeiro:
Elsevier, c2011. xiii, 340 p. ISBN 9788535244649.
CITOLOGIA e embriologia Severo de Paoli (org.). Citologia e embriologia. Pearson 298
ISBN 9788543010960. E-book.

72

Código
Disciplina:

PCC 4 – Práticas como Componentes Curriculares:
Zoologia dos Vertebrados

Período: 4º Carga Horária: 36h
Total

36h

Teórica -

Prática 36h

Extensão -

EMENTA: Desenvolvimento e construção de materiais didáticos voltados para o ensino
prático de Zoologia no Ensino Fundamental e Médio.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CURTIS, Helena. Biologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1977. 964 p.
RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2003. xxxiv, 503 p.
ROBERT M. VEATCH. Bioética. 3. ed. Pearson. 260p. ISBN 9788543004495.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HICKMAN, Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; LARSON, Allan. Princípios integrados de
zoologia. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. xxii, 846 p.
NABORS, Murray W. Introdução à botânica. São Paulo: Roca, 2012. xxxiv, 646p.
NULTSCH, Wilhelm. Botânica geral. 10. ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2000. 489 p.
ODUM, Eugene Pleasants. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan: Interamericana,
c1988.. xi, 434 p.
RIBEIRO-COSTA, C.S., ROCHA, R.M. Invertebrados: manual de aulas práticas. 2. ed.
Ribeirão Preto: Holos, 2006. 271 p.

73

Quinto Período

Disciplina: Código

Libras

Período: 5º Carga Horária: 54h
Total

54h

Teórica 54h

Prática -

Extensão -

EMENTA: Estudo da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), de seu histórico, estrutura
gramatical, expressões manuais, gestuais e do seu papel para a comunidade surda.
Caracterização e reflexão sobre o uso e a importância da LIBRAS em sala de aula.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FERREIRA BRITO, L. Por uma gramática das línguas de sinais. Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro, 2010.
GESSER, Audrei. Libras, que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da língua de
sinais e da realidade surda. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.
QUADROS, Ronice Muller; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais estudos
linguísticos. Porto Alegre: Artmed 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Lei nº 10.436 de 24 de Abril de 2002. Diário Oficial da República Federativa do
Brasil. Poder Legislativo, Brasília, DF. 2002.
BRASIL. Decreto nº 5626 de 22 de Dezembro de 2005. Diário Oficial da República
Federativa do Brasil. Poder Legislativo, Brasília, DF. 2005.
FELIPE, Tanya; MONTEIRO, Myrna. LIBRAS em contexto: curso básico. 4. ed. Rio de
Janeiro: LIBRAS Editora Gráfica, 2005. (Livro do professor).
QUADROS, R. M. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre:
Artmed.1997.
QUADROS, R. M. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais. Brasília:
SEESP/MEC, 2004.

74

Disciplina: Código

Genética Geral

Período: 5º Carga Horária: 36h
Total

36h

Teórica 24h

Prática 12h

Extensão -

EMENTA: Compreender os princípios básicos da genética clássica (Leis da Herança):
Cromossomos e Reprodução Celular (Mitose e Meiose), Determinação e Características
Genéticas Ligadas ao Sexo; Extensões e Modificações Mendelianas; Análise de Heredogramas;
Ligação, Recombinação e Mapeamento de Genes Eucarióticos e Variações Cromossômicas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GRIFFITHS, A. J.; LEWONTIN, R. C.; WESSLER, S. R.; CARROLL S. BIntrodução a
genética. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2009.
SNUSTAD, P.; SIMMONS, M. J. Fundamentos de genética. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan. 2008.
BROWN, T. A. Genética - Um enfoque molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GARDNER, E. J.; SNUSTAD, D. P. Genética. 7 ed. Interamericana, 1986.
PIERCE, Benjamin A. Genética: um enfoque conceitual. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2017. 759p.
LEHNINGER, A. L.; COX, N.; KAY, Y. Lehninger princípios de bioquímica. São Paulo:
Almed, 2006.
JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 9. ed. Guanabara Koogan,
2017. 759p.
Guanabara Koogan, 2012.
PASSARGE, Eberhard. Genética: texto e atlas. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. xv, 456 p.

Disciplina: Código

Fundamentos anátomo-funcionais

Período: 5º Carga Horária: 72h
Total

72h

Teórica 54h

Prática 18h

Extensão -

EMENTA: Introdução geral a anatomia correlacionando-a fisiologia. introdução ao estudo da
anatomia, reconhecimento da nomenclatura e posição anatômica; planos, eixos e conceitos

75

sobre a construção geral do corpo estudo dos elementos descritivos e funcionais dos sistemas
articular, esquelético, muscular, nervoso, circulatório, respiratório, digestório, urinário, genital
(masculino e feminino).

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DÂNGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia humana básica. 2. ed. São Paulo: Atheneu, c
1984. ISBN 8573790709.
OMAR, F.; BLACKBURN, S.; MOFFAT, D. Anatomia Básica - guia ilustrado de conceitos
fundamentais. 3. ed. Manole. 196p. ISBN 9788520436073. E-book.
SILVERTHORN, D. U. Fisiologia humana: uma abordagem integrada. 7. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2017. xii, 930 p. ISBN 9788582714034.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PROSDÓCIMI, Fábio César; NOGUEIRA, Maria Inês. Anatomia: caderno ilustrado de
exercícios. Manole 110 ISBN 9788520428184. E-book.
MOYES, Christoper D.; SCHULTE, Patricia M. Princípios de fisiologia animal. 2. ed. Porto
Aleges, RS: Artmed, 2010. xxxiv, 756 p. ISBN 9788536322230.
FREDERIC H. MARTINI; WILLIAM C. OBER; EDWIN F. BARTHOLOMEW; JUDI L.
NATH. Anatomia e fisiologia humana: uma abordagem visual. 7. ed. Local: Pearson, ano.
798p. ISBN 9788543001135. E-book.
KENT M. VAN DE GRAAFF. Anatomia humana Manole, ano. 866p. ISBN 9788520413180.
E-book.
SCHMIDT-NIELSEN, Knut. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5. ed. São Paulo:
Santos, 2002.. ix, 611p. ISBN 8572880429.

76

Disciplina: CBLA019 Bioestatística
Período: 5º Carga Horária: 54h
Total

54h

Teórica 54h

Prática -

Extensão -

EMENTA: Introdução à estatística; medidas de tendência central e de dispersão; distribuições
normal e binomial; testes de hipóteses; correlação e regressão; probabilidade; amostragem;
princípios de estatística não paramétrica.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CALLEGARI-JACQUES, Sidia M. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto Alegre:
Artmed, 2003. 255 p.
VIEIRA, Sonia. Introdução a bioestatística. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, c2016. xii,
245 p.
GLANTZ, Stanton A. Princípios de bioestatística. 7. ed. Porto Alegre: AMGH Editora;
Artmed, 2014. xiv, 306 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERQUO, Elza Salvatori.; SOUZA, Jose Maria Pacheco.; GOTLIEB, Sabina Lea Davidson.
Bioestatística. 2. ed.rev. São Paulo: Pedagógica e Universitária, c1981. 350 p.
BOLFARINE, Heleno; BUSSAB, Wilton de Oliveira. Elementos de amostragem. São Paulo:
Edgard Blucher, 2005. 269 p.
CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. 19. ed. Saraiva, 2009. 218 p.
MORETTIN, Luiz Gonzaga, 1941-. Estatística básica: probabilidade inferência. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2011: 375 p.
MORETTIN, Pedro A.; BUSSAB, Wilton de Oliveira. Estatística básica. 9. ed. São Paulo:
Saraiva, 2017. 554 p.

77

Disciplina: Código

PCC 5 - Desenvolvendo práticas para o ensino da Biologia
Humana

Período: 5º Carga Horária: 36h
Total

36h

Teórica -

Prática 36h

Extensão -

EMENTA: Desenvolvimento de atividades práticas para o ensino da biologia humana,
articulando o conhecimento teórico com o didático; a fim de vivenciar as possibilidades prática
para o fazer docente.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ESPINOZA, Ana. Ciências na escola: novas perspectivas para a formação dos alunos. São
Paulo: Ática. 172p.

ISBN 9788508133604.

E-book. São Paulo: Papirus.

128 ISBN

9788530811129. E-book.
GODEFROID, Rodrigo Santiago. O ensino de biologia e o cotidiano. 2. ed. Belo Horizonte:
Intersaberes. 160 p. ISBN 9788544300299. E-book.
SANTORI, Ricardo Tadeu. Ensino de ciências e biologia - Um manual para elaboração de
coleções didáticas. Interciência, 242p. ISBN 9788571933576. E-book.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRACHT, Adelar; ISHII-IWAMOTO, Emy Luiza. Métodos de laboratório em Bioquímica.
Manole. 460p. ISBN 9788520413388. E-book.
DÂNGELO, J. G.; FATTINI, C. A.. Anatomia humana básica. 2. ed. São Paulo: Atheneu,
1984. ISBN 8573790709. m
GEWANDSZNAJDER, Fernando. O Método nas ciências naturais. São Paulo: Ática 148
ISBN 9788508131846. E-book.
NATH. Anatomia e fisiologia humana: uma abordagem visual. 7. ed. Local: Pearson, ano.
798p. ISBN 9788543001135. E-book.
SILVERTHORN, D. U.. Fisiologia humana: uma abordagem integrada. 7. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2017. xii, 930 p. ISBN 9788582714034.

78

Disciplina: Código

ACE 4 - Formação de professores de ciências e biologia.

Período: 5º Carga Horária: 54h
Total

54h

Teórica 24h

Prática 30h

EMENTA: Reflexões sobre a natureza do trabalho docente, (Re)significando a profissão do
educador de Ciências, diante das demandas contemporâneas das escolas e dos estudantes;
considerando as diversidades no espaço escolar.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
OLIVEIRA, Marta Kohl de. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento. Um processo sóciohistórico. 5.ed. São Paulo: Scipione, 1997. (Pensamento e ação na sala de aula).
SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo.
Belo Horizonte: Autêntica, 1999.
TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis/RJ: Vozes, 2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ORSO, P; GONÇALVES, S. R; VALCI, M. M. Educação e luta de classes. São Paulo:
Expressão popular, 2008.
SAVIANI, D. et al. O legado educacional do séc. XX no Brasil. 2 ed. Campinas, SP: Autores
Associados, 2006.
SOUZA, J. V. A. de. (Org.) Formação de professores para a educação básica: dez anos de
LDB. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro (org.). Aula: gênese, dimensões, princípios e práticas.
Campinas, SP: Papirus, 2008.
VICENTINI, Paula; LUGLI, Rosário. História da profissão docente no Brasil: representações
em disputa. São Paulo: Cortez, 2009.

79

Sexto Período

Disciplina: Código

Pesquisa Educacional

Período: 6º Carga Horária: 54h
Total

54h

Teórica 54h

Prática -

-

EMENTA: Estudo das diferentes abordagens teórico-metodológicas da pesquisa em educação,
compreendendo as fontes e etapas de produção do projeto de pesquisa educacional visando a
elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FAZENDA, I. (Org.) Metodologia da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez, 1989.
GAMBOA, Silvio Sánchez (org.). Pesquisa educacional: quantidade – qualidade. 6 ed. São
Paulo: Cortez, 2007.
GATTI, B. A construção da pesquisa em educação no Brasil. Brasília: Plano, 2007.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRÉ, Marli E. D. A. Etnografia da prática escolar. Campinas: Papirus, 1995.
FAZENDA, I. Novos enfoques da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez, 2007.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia
científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
SANTOS-FILHO, José; GAMBOA, Silvio. (orgs.) Pesquisa educacional: quantidadequalidade. SP: Cortez,1995.

Disciplina: Código

Didática do Ensino de Ciências e Biologia

Período: 6º Carga Horária: 72h
Total

72h

Teórica 54h

Prática 18h

EMENTA
Conceitos teórico-práticos da didática no Ensino das Ciências Biológicas; metodologias de
ensino de Ciências Biológicas; as relações da Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS) no ensino

80

de Ciências Biológicas; relação professor-aluno; critérios de seleção e estratégias para
organização dos conteúdos em Ciências Biológicas; emprego e análise de livros didáticos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LIBÂNEO, J. C. Didática. 2. ed. São Paulo: Cortez. 1999. 288p.
MORAN. José Manuel. A educação que desejamos: novos desafios e como chegar lá. Papirus.
E-book.
POZO, J. I. Aprendizes e mestres. Porto Alegre. Artmed. 2002. 296 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CACHAPUZ. Antônio et al. A necessária renovação do ensino das ciências. São Paulo:
Cortez, 2005
CALLUF, C. C. H.. Didática e avaliação em Biologia. Editora Intersaberes 112 (ebook)
MACHADO. Nilson. Epistemología e Didática. São Paulo. Cortez Editora. 2002.
VYGOTSKY, L. S. A Construção do pensamento e da linguagem. São Paulo: Martins Fontes,
2001.
WERTHEIN. Jorge Werthein; CUNHA, Célio da. (org.) Ensino de ciências e
desenvolvimento: o que pensam os cientistas. Brasília: UNESCO;Instituto Sangari, 2009. 276
p. E-book

Disciplina: Código

Genética Molecular

Período: 6º Carga Horária: 54h
Total

54h

Teórica 40h

Prática 14h

-

EMENTA: Conceitos e fundamentos de Genética molecular (material genético, sua localização,
transmissão e função); Genética e suas aplicações na Biotecnologia, Regulação Gênica em
Eucariotos e Procariotos, Mutação, Epigenética, Genética do Câncer, Genômica.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BROWN, T. A. 1999. Genética – Um enfoque molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1999.
BURNS, G. W. 1991. Genética. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991.
GRIFFITHS, A. J.; LEWONTIN, R. C.; WESSLER, S. R.; CARROLL S. B. Introdução à

81

Genética. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
SNUSTAD, P.; SIMMONS, M. J. Fundamentos de Genética. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GARDNER, E. J., SNUSTAD, D. P. Genética. 7. ed. Interamericana, 1986.
GRIFFITHS, A J. F.; GELBART, W. M. 2001. Genética moderna. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2001.
JUNQUEIRA, L.C. & CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 9. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2012.
LEHNINGER, A. L.; COX, N.; KAY Y. Lehninger princípios de bioquímica. 4. ed. São
Paulo: Sarvier (Almed), 2006.
MICKLOS, D. A.; FREYER, G. A.; CROTTY, D. A. A ciência do DNA. 2. ed. Porto Alegre:
Artmed , 2005.

Disciplina: Código

Parasitologia

Período: 6º Carga Horária: 54h
Total

54h

Teórica 36h

Prática 18h

EMENTA: Conceitos em epidemiologia: morfologia, biologia, ecologia, epidemiologia e
controle dos eucariontes unicelulares, helmintos e artrópodes de importância médica.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
NEVES, D. P.Parasitologia humana. 12. ed. São Paulo: Atheneu, 2011. 546 p.
PARASITOLOGIA. Beatriz Brener (org.)Pearson 206 ISBN 9788543012124. E-Book.
RUPPERT, E.E.; FOX, R.S.;. BARNES, R.D. Zoologia dos invertebrados – uma abordagem
funcional-evolutiva. 7. ed. São Paulo: Roca, 2005. 1145p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRUSCA, R. C.; BRUSCA, G. J. Invertebrados. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2007. 968p.
SPRINGERLINK (ONLINE SERVICE). Drug targets in kinetoplastid parasites. Springer
eBooks XX, 158 p. 45 illus., 1 illus. in color (Advances In Experimental Medicine And Biology,

82

625). ISBN 9780387775708. E-Book.
TAYLOR, M. A; COOP, R. L; WALL, R. L. Parasitologia veterinária. 3. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2010. xxiv,[34],742p.
REY, Luis. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos trópicos ocidentais.
4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 883 p.
NEVES, David Pereira. Parasitologia dinâmica. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2006. 495p.

Disciplina: Código

Estágio Curricular Supervisionado 1 - Gestão,
organização e funcionamento do trabalho escolar

Período: 6º Carga Horária: 100h
Total

100h

Teórica -

Prática 100h

EMENTA: Estágio em escolas de ensino básico para observação de atividades relacionadas a
gestão, organização e funcionamento do trabalho escolar identificando e vivenciando
problemas enfrentados pelo gestor nos momentos de ensino aprendizagem e formas adequadas
para solucioná-los. Legislação do Estágio Supervisionado. Pressupostos teórico-metodológicos
do Estágio Supervisionado em Gestão Escolar.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FREITAS, Helena C. de. O trabalho como princípio orientador na prática de ensino e no
estágio. SP: Papirus, 1991.
PIMENTA, Selma G. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática. SP:
Cortez, 1995.
PIMENTA, Selma G.; LIMA, Maria Socorro L. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FERREIRA, Naura Syria Carapeto (org.). Gestão democrática da educação Atuais
tendências, novos desafios. São Paulo: Cortez, 2008.
LIBÂNEO, J. C; OLIVEIRA, J. F; TOSCHI, M. S. Educação escolar: políticas, estrutura e
organização. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2006.
LIMA, J. C. F; NEVES, L. M. W. Fundamentos da educação escolar do Brasil
contemporâneo. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2006.
LÜCK, Heloísa. Dimensões de gestão escolar e suas competências. Curitiba: Editora Positivo,
2009.

83

MARTINS, Ricardo Chaves de Rezende. Progestão: como gerenciar o espaço físico e o
patrimônio da escola? Brasília: Consed, 2001.

Disciplina: Código

PCC 6 - Biologia e Educação de surdos.

Período: 6º Carga Horária: 54h
Total

54h

Teórica -

Prática 54h

EMENTA:
Prática de educação bilíngue para surdos. Elaboração de material didático bilíngue para o ensino
de ciências biológicas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BIANCHETTI, Lucídio; FREIRE, Ida Mara (Org). Um

olhar

sobre

a

diferença:

interação, trabalho e cidadania. 12. ed. Campinas, SP: Papirus, 2012.
FERREIRA, Lucinda. Por uma gramática de línguas de sinais. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ:
Tempo Brasileiro, 2010.
QUADROS, Ronice Müller de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre:
ARTMED, 1997.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
QUADROS, R. M. de (org.). Estudos Surdos I. Petrópolis, RJ: Arara Azul, 2006.
QUADROS, R. M. de (org.). Estudos Surdos II. Petrópolis, RJ: Arara Azul, 2006.
QUADROS, Ronice Müller de. Ideias para ensinar português para alunos surdos. Brasília:
MEC, SEESP, 2006.
SALLES, H. M. M. Lima et al. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para
prática pedagógica. 2 v.: Programa nacional de apoio à educação dos surdos. Brasília: MEC,
SEESP, 2005.
NOGUEIRA, Jorge Luiz Fireman. Uso do software hagáquê para a prática da língua
portuguesa escrita da pessoa com surdez. Maceió: EDUFAL, 2011.

84

Sétimo Período

Disciplina: Código Educação para Diversidades e Direitos Humanos
Período: 7º Carga Horária: 54h
Total

54h

Teórica 54h

Prática -

EMENTA: Os conceitos de diversidade cultural, direitos humanos e sua relação com processos
educativos democráticos. Diversidades, pluralidades de identidades e expressões culturais de
povos e sociedades. A construção de uma cultura dos direitos humanos nas escolas. Temas
contemporâneos em educação, diversidade e direitos humanos e relações étnico-raciais,
baseados na Resolução nº 1, de 30 de maio de 2012.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARROYO. Miguel, G. Outros sujeitos, outras pedagogias. 2.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014.]
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 58. ed. Rio de Janeiro: Paz e terra, 2014.
SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo.
3. ed. Belo Horizonte, MG: Autêntica, 2005.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FREITAS, Fátima e Silva de. A Diversidade cultural como prática na educação. Editora
Intersaberes 140 ISBN 9788582121337.E-book.
FREIRE, Paulo. Educação como prática de liberdade. 38. ed.São Paulo: Paz e Terra, 2014.
SAVIANI, Dermeval. Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações. 9. ed. Campinas:
Autores Associados, 2005.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro; LOPES, Antonia Osima et al. Repensando a didática. 22.
ed. Campinas, SP: Papirus, 2005.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro, org (Org). Aula: gênese, dimensões, princípios e práticas . 2.
ed. Campinas (SP): Papirus, 2011.

85

Disciplina: Código

Geologia e Paleontologia

Período: 7º Carga Horária: 54h
Total

54h

Teórica 40h

Prática 14h

EMENTA: Introdução ao estudo da Geologia. Formação do Universo, do Sistema Solar e da
Terra. Origem da vida. Subdivisões da Terra. Tempo Geológico. Informações básicas sobre
minerais e rochas. Ciclo rochoso. Intemperismos e formação de solos. Introdução à
Paleontologia. Bioestratigrafia e tafonomia. Processos de fossilização. Paleoecologia.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARVALHO, I. S (ed.). Paleontologia: conceitos e métodos. 3 ed. Rio de Janeiro: Interciência,
2010, vol. 1.
POPP, J. H. Geologia geral. 5a ed. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos Editora. 1998.
TEIXEIRA, W. (org). Decifrando a terra 2. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2009.
623 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GUERRA, Antônio Teixeira. Novo dicionário Geológico-geomorfológico. 4. ed. Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil, 2005.
GUERRA, A. T.; CUNHA, S. B. (orgs.). Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos.
Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, c1994. 472 p.
KELLER, E. A. Environmental Geology. New Jersey: Prentice-Hall, 2000. 562 p.
SALGADO-LABOURIEAU, Maria L. História ecológica da Terra. 2. ed. Edgard Blücher,
1994. 307 p.
SUGUIO, K. Geologia do

quaternário e mudanças ambientais. São Paulo: Oficina de

Textos, c2010. 408 p.

Disciplina: Código

Estágio Curricular Supervisionado 2 – Laboratório
de Ensino

Período: 7º Carga Horária: 100h
Total

100h

Teórica -

Prática 100h

86

EMENTA:

Pressupostos

teórico-metodológicos

do

Estágio

Supervisionado.

Redimensionamento do estágio no contexto da formação teórico-prática dos anos finais do
Ensino Fundamental e do Ensino Médio. Conhecimento da realidade – observação e análise, à
luz de referenciais teóricos, das instituições escolares na modalidade de ensino fundamental nos
anos finais e no ensino médio, particularmente da prática docente nas disciplinas Ciências
Naturais e/ou Biologia. Práticas de Laboratório de Ensino mediadas pelos projetos/objetos
pedagógicos construídos pelos/as estudantes ao longo das disciplinas já cursadas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DELIZOICOV, D. et al. Ensino de ciências: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002.
GOLEMBERK, Diego A. Aprender e ensinar ciências: do laboratório à sala de aula (e viceversa). 2. ed. São Paulo: Sangari do Brasil: Fundação Santillana, 2009.
PIMENTA, Selma G. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática. SP:
Cortez, 1995.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CARVALHO, Ana Maria P. Prática de ensino: os estágios na formação dos professores. SP:
Pioneira, 1985.
CARVALHO, Ana Maria P. Formação de professores de ciências: tendências e inovações.
São Paulo: Cortez, 2011.
KRASILCHIK, Myriam. O Professor e o currículo das ciências. São Paulo: EDUSP, 1987.
SAVIANI, D. História das ideias pedagógicas no Brasil. Campinas: Autores Associados,
2007.
TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2002.

87

Disciplina: Código

PCC 7 - Ecossistemas Costeiros na prática

Período: 7º Carga Horária: 36h
Total

36h

Teórica -

Prática 36h

EMENTA: Articulação teórico-prática de conteúdos relacionados à diversidade e conservação
de ecossistemas aquáticos costeiros através da instrumentação para o desenvolvimento de
práticas de ensino em campo e laboratório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
RICKLEFS R. E. A Economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara, 2003.
TEIXEIRA, W.; FAIRCHILD, R. T.; TOLEDO, M.C.M.; TAIOLI, F. Decifrando a Terra. 2.
ed. São Paulo: Nacional, 2009. 624 p.
TUNDISI, J.G.; TUNDISI, T. M. Limnologia. São Paulo: Oficina de Textos. 2008.631 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BEGON, M.; TOWNSEND, C.R.; HARPER, J.L. Ecologia de indivíduos a ecossistemas, 4.
ed. São Paulo; Artmed, 2007. 740 p.
BICUDO, C.E.M.; BICUDO, D.C. Amostragem em Limnologia. 2 ed. São Carlos, SP: Rima,
2007. 351 p.
CORREIA, M.D.; SOVIERZOSKI, H.H. Ecossistemas costeiros de Alagoas, Brasil. Rio de
Janeiro: Technical Books. 2009. 144 p.
FARIAS, D.L.; OLIVEIRA, A.F.S.; PETRUCIO, M.M.; HERNÁNDEZ, M.I.M. Ecologia de
campo: ecossistemas terrestres, de águas continentais e marinhos. Florianópolis:
UFSC/CCB/PPGE Ecologia. 2013.
GERLING, C. et al. Manual de ecossistemas costeiros e marinhos para educadores. Santos,
SP: Communicar, 2016.
Disciplina: Código

Ecologia de Populações

Período: 7º Carga Horária: 36h
Total

36h

Teórica 28h

Prática 08h

EMENTA: Fatores ambientais e adaptações: água, nutrientes, luz, energia e calor. Os seres
vivos no ambiente físico: nichos e habitat. Evolução e adaptação. Distribuição e estrutura
espacial. Crescimento e regulação populacional. Dinâmica populacional. Metapopulações.

88

Papel da ecologia na Sociedade. O ensino de conceitos básicos da ecologia na escola.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DAJOZ, R. Princípios da ecologia. 7. ed. Porto Alegre: Artmed. 2005. 520p.
ODUM, E. P.; BARRET, G. W. Fundamentos da ecologia. 5. ed. São Paulo: Cengage Learning.
2017. 611 p.
RICKLEFS, R. E.; RELYEA, R. A economia da natureza. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2016. 606 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BEGON, M., HARPER, J.L.; TOWNSEND C. R. Ecologia – de indivíduos a ecossistemas. 4.
ed. São Paulo: Artmed, 2007.
CAPRA, F. A teia da vida: uma nova compreensão científica dos sistemas vivos. Rio de
Janeiro, Cultrix. 1997.
GUREVITCH, J.; SCHEINER, S. M.; FOX, G. A. Ecologia vegetal. 2. ed. São Paulo: Artmed.
2009.
RUPPERT, E. E.; FOX, R. S.; BARNES, R. D. Zoologia dos invertebrados: uma abordagem
funcional-evolutiva. 7. ed. Roca, 2005. 1145 p.
TOWNSEND, C. R.; BEGON, M.; HARPER, J. Fundamentos em ecologia. 2. ed. Porto
Alegre: Artmed. 2006. 592p.

Disciplina: Código

ACE 5 - Surdez, Educação e Saúde: aspectos da
comunidade surda.

Período: 7º Carga Horária: 54h
Total

54h

Teórica 34h

Prática 20h

EMENTA: Reflexões com/na comunidade surda, visando perceber aspectos da Educação e
Saúde dos surdos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIANCHETTI, Lucídio; FREIRE, Ida Mara (Org). Um olhar sobre a diferença: interação,
trabalho e cidadania. 12. ed. Campinas, SP: Papirus, 2012.
QUADROS, Ronice Müller de. Ideias para ensinar português para alunos surdos. Brasilia:
MEC, SEESP, 2006.

89

STROBEL, Karin. História da educação de surdos. Florianópolis: UFSC, 2009.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GÓES, Maria Cecília Rafael de. Linguagem, surdez e educação. 3. ed. Campinas, SP: Autores
Associados, 2002.
PASCHOAL, Claudia Lucia Lessa (Org). Instituto Benjamin Constant: conversando com o
autor - 2011. Rio de Janeiro, RJ: Instituto Benjamin Constant, 2014.
QUADROS, R. M. de (org.). Estudos Surdos I. Petrópolis, RJ: Arara Azul, 2006.
QUADROS, R. M. de (org.). Estudos Surdos II. Petrópolis, RJ: Arara Azul, 2006.
RODRIGUES, Maria Rita Campello. Mosaico no tempo: uma inter-ação entre corpo, cegueira
e baixa visão. Rio de Janeiro, RJ: Instituto Benjamin Constant, 2014.

Oitavo Período

Disciplina: Código

Genética e Evolução

Período: 8º Carga Horária: 54h
Total

54h

Teórica 40h

Prática 14h

-

EMENTA: Conceitos e fundamentos de Evolução. A Origem e o Impacto do Pensamento
Evolutivo. As evidências da Evolução Biológica. Variabilidade e Estrutura populacional.
Adaptação e Seleção Natural. Especiação. O Contexto Ecológico da Mudança Evolutiva.
Especiação.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GRIFFITHS, A. J.; LEWONTIN, R. C.; WESSLER, S. R.; CARROLL S. B.. Introdução a
Genética. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
HICKMAN, C. P.; ROBERTS, L. S. E LARSON. Princípios integrados de Zoologia. 11. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
POUGH, J. H.; C. M. JANIS; J. B. HEISER. A vida dos Vertebrados. 4. ed. São Paulo: Atheneu,
2008.
SNUSTAD, P.; SIMMONS, M. J. 2008. Fundamentos de Genética. 4. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

90

AMORIN, D. S. Fundamentos de sistemática filogenética. Ribeirão Preto: Holos Editora.
2002. 156 pp. ISBN 8586699365.
FUTUYMA, D. J. Biologia evolutiva 2. ed. Ribeirão Preto: FUNPEC, 2002. xiii, 631p. ISBN
8587528181.
COX, C. B., MOORE, P. D. 2010. Biogeografia: uma abordagem ecológica e evolucionária. 8.
ed. New York: Willey. 506 pp. ISBN 978-0470637944.
RIDLEY, M. Evolução. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 752 p. ISBN 9788536306353.
SANTOS, F. R. Fascículo – Evolução. Belo Horizonte: CAED-UFMG, 2013.152 p. (Coleção
EAD – Biologia).

Disciplina: Código

Ecologia de Comunidades e Ecossistemas

Período: 7º Carga Horária: 54h
Total

54h

Teórica 40h

Prática 14h

-

EMENTA: Ementa: Conceito de comunidades biológicas, assembleias e taxocenoses.
Principais descritores estruturais das comunidades biológicas: riqueza, composição,
equitatividade, diversidade. Propriedades emergentes das comunidades biológicas: resiliência
e resistência. Interações biológicas. Teia trófica. Conceito de ecossistema. Fluxo de Energia e
Ciclo de Matéria. Serviços Ambientais e Valoração. Principais ecossistemas terrestres e
aquáticos – Biomas Mundiais.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DAJOZ, R. Princípios da ecologia. 7. ed. São Paulo: Artmed. 2005.
RICKLEFS, R. E. A economia da natureza. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2003
TOWNSEND, C. R.; BEGON, M.; HARPER, J. L. Fundamentos em ecologia. 2. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2006. 592 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AB’SABER, A. N. Ecossistemas do Brasil: Ecosystems of Brazil. São Paulo: Metalivros, 2009.
299 p
GUREVITCH, J.; SCHEINER, S. M.; FOX, G. A. Ecologia vegetal. 2. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2009. xviii, 574p.
ODUM, E. P. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan: Interamericana, c1988.. xi, 434 p.
ODUM, E. P.; BARRET, G. W. Fundamentos da ecologia. 5. ed. São Paulo, Thomson

91

Pioneira. 2007. KELLER, E. A. Environmental geology. New Jersey: Prentice-Hall, 2000. 562
p.
VALENTIN, J. L. Ecologia numérica: uma introdução à análise multivariada de dados
ecológicos. Rio de Janeiro: Interciência, 2012. 153 p.

Disciplina: Código

Educação Inclusiva

Período: 8º Carga Horária: 54h
Total

54h

Teórica 54h

Prática -

EMENTA: Análise das políticas públicas da Educação Inclusiva no Brasil. Atuação dos
educadores frente às Dificuldades e Transtornos de Aprendizagem. Discussão sobre o acesso e
a permanência dos estudantes com deficiências, com Transtornos Globais do Desenvolvimento
(Autismo e outras síndromes) e com Altas Habilidades/Superdotação na educação básica e no
ensino superior. Estudo das Dificuldades da Aprendizagem (Dislexia, Discalculia e o
Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH), da Síndrome de Down e das
deficiências sensoriais (deficiência física, deficiência visual e baixa visão, deficiência
intelectual). Abordagem sobre as teorias psicológicas de B. F. Skinner e Lev Vygotsky para a
intervenção pedagógica.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LOURENÇO, Érika. Conceitos e práticas para refletir sobre a educação inclusiva. Belo
Horizonte: Autêntica Editora; Ouro Preto, MG: UFOP, 2010.
LEAL, Daniela (Org.). História, memória e práticas em educação inclusiva. Curitiba:
Editora Intersaberes, 2017.
ZILIOTTO, Gisele Sotta. Educação especial na perspectiva inclusiva fundamentos
psicológicos e biológicos. Curitiba: Intersaberes, 2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AGUIAR, João Serapião de. Educação inclusiva: jogos para o ensino de conceitos. Campinas,
SP: Papirus, 2004.
DINIZ, Margareth. Inclusão de pessoas com deficiência e/ou necessidades específicas Avanços e desafios. São Paulo: Autêntica. 114 p.

92

FERNANDES, Sueli. Fundamentos para educação especial. Curitiba: Intersaberes,
Intersaberes, ano. 248.
LOPES, Maura Corcini; FABRIS, Eli Terezinha Henn. Inclusão & Educação. São Paulo:
Autêntica. 130 p.
MOSQUERA, Juan José Mouriño. Educação e inclusão: perspectivas desafiadoras. Porto
Alegre: EdiPUC-RS. 298p.

Disciplina: Código

Estágio Curricular Supervisionado 3 - Vivência e
prática de ensino no Ensino Fundamental anos finais
(6º ao 9º ano)

Período: 8º Carga Horária: 100h
Total

100h

Teórica -

Prática 100h

EMENTA: Observação da prática docente - Escola e realidade. O professor e sua regência no
Ensino Fundamental. Planejamento escolar - especificidades e atuação. Atuação docente regência nas turmas de Ensino Fundamental.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
OLIVEIRA, D. L. de. Ciências nas salas de aula. Porto Alegre: Mediação, 1997.
GOLEMBERK, Diego A. Aprender e ensinar ciências: do laboratório à sala de aula (e viceversa). 2 ed. São Paulo: Sangari do Brasil: Fundação Santillana, 2009.
SANTORI, Ricardo Tadeu; SANTOS, Marcelo Guerra. Ensino de Ciências e Biologia - Um
manual para elaboração de coleções didáticas. Rio de Janeiro: Interciência, 2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, Ana Maria P. Prática de ensino: os estágios na formação dos professores. SP:
Pioneira, 1985.
CARVALHO, Ana Maria P. Formação de professores de Ciências: tendências e inovações.
São Paulo: Cortez, 2011.
KRASILCHIK, Myriam. O Professor e o currículo das Ciências. São Paulo: EDUSP, 1987.
NARDI, Roberto, BASTOS, Fernando e DINIZ, Renato Eugênio da S. (orgs.). Pesquisas em
ensino de Ciências: contribuições para a formação de professores. São Paulo: Escrituras, 2004.
NÓVOA, Antônio (coord.). Os professores e a sua formação. 2 ed. Lisboa: Dom
Quixote,1995.

93

Disciplina: Código

PCC 8 - Desmistificando a Genética na Escola

Período: 8º

Carga Horária: 36h

Total

36h

Teórica -

Prática 36h

EMENTA: Práticas pedagógicas para o ensino interdisciplinar de Genética (Genética Geral,
Genética Molecular e Genética e Evolução) em conformidade com a especificidade do Curso
de Licenciatura em Ciências Biológicas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GRIFFITHS, A. J.; LEWONTIN, R. C.; WESSLER, S. R.; CARROLL S. B. Introdução a
Genética. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
SNUSTAD, P.; SIMMONS, M. J. Fundamentos de Genética. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2008.
BURNS, G. W. Genética. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991.
BROWN, T. A. Genética – Um enfoque molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GARDNER, E. J., SNUSTAD, D. P. Genética. 7. Ed. Interamericana, 1986.
GRIFFITHS, A J. F.; GELBART, W. M. Genética moderna. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2001.
MICKLOS, D. A.; FREYER, G. A.; CROTTY, D. A. A ciência do DNA. 2. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2005.
LEHNINGER, A. L.; COX, N.; KAY Y. Lehninger princípios de bioquímica. 4. ed. São Paulo:
Almed, 2006.
JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. 2012. Biologia celular e molecular. 9. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2012.

94

Disciplina: Código

ACE 6 - Surdez, Educação e Saúde: práticas
interventivas com/na comunidade surda.

Período: 8º Carga Horária: 58h
Total

58h

Teórica 20h

Prática 38h

EMENTA: Atividades em Libras de informação e intervenção na comunidade surda e ouvinte,
desenvolvendo práticas na educação e saúde.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUADROS, R. M. de (org.). Estudos Surdos III. Petrópolis, RJ: Arara Azul, 2006.
QUADROS, R. M. de (org.). Estudos Surdos IV. Petrópolis, RJ: Arara Azul, 2006.
SALLES, H. M. M. Lima et al. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para
prática pedagógica. 2 v.: Programa nacional de apoio à educação dos surdos. Brasília: MEC,
SEESP, 2005.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FERREIRA, Lucinda. Por uma gramática de línguas de sinais. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ:
Tempo Brasileiro, 2010.
QUADROS, Ronice Müller de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre:
Artmed, 1997.
QUADROS, R. M. de (org.). Estudos surdos V. Petrópolis, RJ: Arara Azul, 2006.
SILVA, Vilmar. A política da diferença: educadores intelectuais surdos em perspectiva.
Florianopolis: Publicação do IF-SC, 2011.
NOGUEIRA, Jorge Luiz Fireman. Uso do software hagáquê para a prática da língua
portuguesa escrita da pessoa com surdez. Maceió: EDUFAL, 2011.

95

Nono Período

Disciplina: Código

Conservação e Manejo de Recursos Naturais

Período: 9º Carga Horária: 36h
Total

36h

Teórica 28h

Prática 8h

EMENTA: Ementa: Políticas ambientais no Brasil e em Alagoas. Manejo dos recursos hídricos.
Manejo do solo e subsolo. Manejo da atmosfera e efeitos nas mudanças climáticas globais. A
crise da biodiversidade. Diversidade biológica: importância e mensuração. Índices de
diversidade. Conservação in situ e o Sistema nacional de Unidades de Conservação da Natureza.
Conservação ex situ e outras estratégias de conservação da biodiversidade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COMISSÃO DE POLÍTICOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E DA AGENDA
21 NACIONAL (BRASIL). Agenda 21 brasileira: bases para discussão. Brasília: MMA, 2000.
192 p.
PRIMACK, Richard B; RODRIGUES, Efraim. Biologia da conservação. Londrina: Planta,
2001. vii ,327p.
TOWNSEND, C. R.; BEGON, M.; HARPER, J. L.Fundamentos em ecologia. 2. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2006. 592 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AB’SABER, A. N. Ecossistemas do Brasil: ecosystems of Brazil. São Paulo: Metalivros, 2009.
299 p
GUREVITCH, J.; SCHEINER, S. M.; FOX, G. A. Ecologia vegetal. 2. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2009. xviii, 574p.
ODUM, E. P. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan: Interamericana, 1988. 434 p.
ODUM, E. P.; BARRET, G. W. Fundamentos da ecologia. 5. ed. São Paulo, Thomson
Pioneira. 2007. KELLER, E. A. Environmental geology. New Jersey: Prentice-Hall, 2000. 562
p.
VALENTIN, J. L. Ecologia numérica: uma introdução à análise multivariada de dados
ecológicos. Rio de Janeiro: Interciência, 2012. 153 p.

96

Disciplina: Código

Educação Ambiental

Período: 9º Carga Horária: 36h
Total

36h

Teórica 36h

Prática -

EMENTA: Pressupostos teóricos e filosóficos da Educação Ambiental. Histórico da Educação
Ambiental no contexto nacional e internacional. Educação Ambiental formal e não formal.
Transversalidade

curricular

(práticas

interdisciplinares

e

metodologias).

Questões

socioambientais, os embates sobre o desenvolvimento sustentável e a Educação Ambiental.
Desafios da Educação Ambiental na formação da cidadania. Perspectivas atuais da Educação
Ambiental, baseadas nas diretrizes da Lei 9.795 de 27 de abril de 1999.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBIERI, José Carlos. Desenvolvimento e meio ambiente: as estratégias de mudanças da
agenda 21. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 2000. 156 p.
DIAS, Genebaldo Freire. Educação e gestão ambiental. São Paulo: Gaia, 2006. 118 p.
GONÇALVES, Carlos Walter Porto. Os (des)caminhos do Meio Ambiente. 6. ed. São Paulo:
Contexto, 1998 148 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DIAS, Genebaldo Freire. Educação ambiental: princípios e práticas. São Paulo: Gaia, 2004.
LEFF, Enrique. A complexidade Ambiental. São Paulo: Cortez, 2003. 342p.
LOUREIRO, Frederico Bernardo; LAYRARGUES, Philippe Pomier; CASTRO, Ronaldo
Souza de (Orgs). Sociedade e meio ambiente: a educação ambiental em debate. 4. ed. São
Paulo: Cortez, 2006.
TAUK, Samia Maria; GOBBI, Nivar; FOWLER, Harold Gordon. Análise ambiental: uma
visão multidisciplinar. 2. ed. São Paulo: Ed. da UNESP, 1995. 206 p.
TRISTÃO, Martha. A educação ambiental na formação de professores: rede de saberes. 2.
ed. São Paulo: Annablume: FACITEC: Vitória, 2008. 236 p.

97

Disciplina: Código

Estágio Curricular Supervisionado 4 - Vivência e prática
de ensino no Ensino Médio

Período: 9º Carga Horária: 100h
Total

100h

Teórica -

Prática 100h

EMENTA: Observação da prática docente - Escola e realidade. O professor e sua regência no
Ensino Médio. Planejamento escolar - especificidades e atuação. Atuação docente - regência
nas turmas de Ensino Médio.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CARVALHO, Ana Maria P. Formação de professores de ciências: tendências e inovações.
São Paulo: Cortez, 2011.
GOLEMBERK, Diego A. Aprender e ensinar ciências: do laboratório à sala de aula (e viceversa). 2 ed. São Paulo: Sangari do Brasil: Fundação Santillana, 2009.
OLIVEIRA, D. L. de. Ciências nas salas de aula. Porto Alegre: Mediação, 1997.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DELIZOICOV, D. et all. Ensino de Ciências: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002.
NARDI, Roberto, BASTOS, Fernando; DINIZ, Renato Eugênio da S. (orgs.). Pesquisas em
ensino de ciências: contribuições para a formação de professores. São Paulo: Escrituras, 2004.
PIMENTA, Selma G.; LIMA, Maria Socorro L. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2004.
SANTORI, Ricardo Tadeu; SANTOS, Marcelo Guerra. Ensino de Ciências e Biologia - Um
manual para elaboração de coleções didáticas. Rio de Janeiro: Interciência, 2015.
ZABALZA, Miguel A. O Estágio e as Práticas em Contextos Profissionais na Formação
Universitária. São Paulo: Cortez Editora, 2015.

Disciplina: Código

PCC 9 - Educação Ambiental em espaços formais e
não formais de educação: saberes e fazeres.

Período: 9º Carga Horária: 40h
Total

40h

Teórica 40h

Prática -

EMENTA: Desenvolvimento de atividade voltadas para instrumentalização do professor em
temáticas relativas ao meio ambiente, sustentabilidade, preservação ambiental, território,

98

cultura e identidade, em espaços formais e não formais de educação.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SAVIANI, Dermeval. Pedagogia histórico-crítica. Primeiras aproximações. 6.ed. Campinas:
Autores Associados, 1997.
CANDAU, Vera Maria (org.). Sociedade multicultural e educação: tensões e desafios. In:
_______. CANDAU, Vera Maria. Cultura(s) e educação: entre o crítico e o pós-crítico.
DP&A, 2005.
HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Tradução Tomaz Tadeu Silva e
Guaraciara Lopes Louro. 11. ed. Rio de Janeiro: DP & A, 2000.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro, Paz e Terra. 20. d. 1992.
GADOTTI, Moacir. Uma só escola para todos: caminhos da autonomia escolar. Petrópolis,
Vozes, 1990.
MANSHOLT, Sico; MARCUSE, Hebert. MORIN, Edgar. Ecologia: caso de vida ou morte.
Lisboa: Moraes Editores, 1975.
PERRENOUD, Philippe. 10 Novas Competências para ensinar. Porto Alegre, Ed. Artmed,
2000.
SEIFFERT, Mari Elizabete Bernardini. Gestão ambiental: instrumentos, esferas de ação e
educação ambiental. São Paulo: Atlas, 2010.
TRISTÃO, Martha. A educação ambiental na formação de professores: rede de saberes. 2.
ed. São Paulo: Annablume: FACITEC: Vitória, 2008. 236 p.

Disciplina: Código

ACE 7 - Saúde na escola e na comunidade

Período: 9º Carga Horária: 58 h
Total

58 h

Teórica

38 h

Prática:

20 h

EMENTA: Conceito de saúde. Promoção da saúde. Fatores de promoção e de risco à saúde.
Principais eras epidemiológicas e seus pressupostos. Saúde como fator de aprendizado. Saúde
da criança. Saúde do adolescente. Saúde da mulher. Determinantes socioeconômicos da saúde.

99

Sistema Nacional de Saúde. Políticas Nacionais de Saúde. Programas de Saúde na Escola e na
Comunidade.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MENDES, E. V. Uma agenda para a saúde. 2. ed. São Paulo: Hucitec, 1999. 300p. (Saúde
em debate; 88).
PINELL, P. Análise sociológica das políticas de saúde. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ,
c2011. 250 p.
TAVARES, M. G. M. Extensão universitária: novo paradigma de universidade? Maceió:
EDUFAL, 1997. 235 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Ministério da Saúde (MS). Secretaria de Políticas da Saúde. Política Nacional de
Atenção Básica. Documento para Discussão. Brasília: MS; 2012.
BRASIL. Ministério da Saúde (MS). Secretaria de Políticas da Saúde. Política Nacional de
Promoção da Saúde. Documento para Discussão. Brasília: MS; 2002.
BRASIL. Ministério da Saúde (MS). Guia Alimentar para a População Brasileira, Brasília,
2104.

Disponível

em:

<

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf.
Acesso em: 20 maio. 2018.
BRASIL. Ministério da Saúde (MS). Ministério da Educação (MEC). Brasília - DF. 2011.
Programa saúde na escola: PSE. Passo a passo: Tecendo caminhos de intersetorialidade.
Disponível em: http://189.28.128.100/dab/docs/legislacao/passo_a_passo_pse.pdf. Acesso em:
20 maio. 2018.
M C. S. F. A arte de educar em saúde: uma contribuição nascida do cotidiano da enfermagem:
paródia, música, história, conto, poesia, dança, teatro. Maceió: EDUFAL, 2004. 207 p.

100

6.8. Ementário das Disciplinas Eletivas
Disciplina: CBLA012
Período:

Entomologia

Carga Horária: 36h

ELETIVA
Total

36h

Teórica 18h

Prática 18h

EMENTA: Noções de morfologia externa e interna, reprodução e desenvolvimento;
sistemática e diversidade de insetos; evolução de insetos; interações de insetos com o ambiente
e outros organismos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRUSCA, Richard C.; BRUSCA, Gary J. Invertebrados. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2007. xxviii, [96] p. de estampas, 968 p.
RUPPERT, Edward E.; FOX, Richard S.; BARNES, Robert D. Zoologia dos invertebrados:
uma abordagem funcional-evolutiva. 7. ed. Roca, 2005. xxii, 1145 p.
TRIPLEHORN, Charles A.; JOHNSON, Norman F. Estudo dos insetos. 2. ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2016. 761 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FRANSOZO, Adilson; NEGREIROS-FRANSOZO, Maria Lucia. Zoologia dos invertebrados.
Rio de Janeiro: Roca, 2016. xviii, 661 p.
HICKMAN, Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; LARSON, Allan. Princípios integrados de
zoologia. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. xxii, 846 p.
RIBEIRO-COSTA, C.S., ROCHA, R.M. Invertebrados: manual de aulas práticas. 2. ed.
Ribeirão Preto: Holos, 2006. 271 p.
RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2003.. xxxiv, 503 p.
STORER, Tracy I. Zoologia geral. 6. ed. Nacional, 1984. xi, 816 p.

101

Disciplina: Código
Período:

(Eletiva 2) Ecologia das Interações Biológicas

Carga Horária: 36h

ELETIVA
Total

36h

Teórica 24h

Prática 12h

EMENTA: Evolução das interações biológicas. Co-evolução nas interações biológicas. Tipos
de interação e seu significado para estruturação das comunidades biológicas e ecossistemas.
Resultados das interações para a dinâmica populacional das espécies envolvidas. Interações
biológicas de interesse econômico.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
EDWARDS, P. J; WRATTEN, S. D. Ecologia das interações entre insetos e plantas. São
Paulo: E.P.U., 1981. xiii, 71 p
TOWNSEND, C. R.; BEGON, M.; HARPER, J. L.Fundamentos em ecologia. 2. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2006. 592 p.
RICKLEFS, R. E. A Economia da natureza. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DAJOZ, R. Princípios da Ecologia. 7. ed. São Paulo: Artmed. 2005.
GUREVITCH, J.; SCHEINER, S. M.; FOX, G. A. Ecologia vegetal. 2. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2009. xviii, 574p.
ODUM, E. P. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan: Interamericana, c1988.. xi, 434 p.
ODUM, E. P.; BARRET, G. W. Fundamentos da ecologia. 5. ed. São Paulo: Thomson
Pioneira. 2007.
VALENTIN, J. L. Ecologia Numérica: uma introdução à análise multivariada de dados
ecológicos. Rio de Janeiro: Interciência, 2012. 153 p.

Disciplina: Código
Período:

Biossegurança

Carga Horária: 36h

ELETIVA
Total

36h

Teórica 28h

Prática 8h

EMENTA: Fundamentos da biossegurança; Aspectos históricos e legais; Aspectos
Epidemiológicos das Doenças do Trabalho; Doenças transmissíveis e demais riscos pelo

102

exercício profissional; Precauções universais; Barreiras de contenção; EPI´s e EPC´s;
Acidentes de trabalho; Manejo de resíduos sólidos e líquidos; Limpeza, Assepsia, Desinfecção
e Esterilização; Níveis de Biossegurança; Avaliação Ergonômica do Trabalho, Gerenciamento
e Impactos dos resíduos no meio ambiente; Tópicos especiais (Transgênicos, OGM´s,
Clonagem, Bancos de insumos biológicos).

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BINSFELD, Pedro Canisio (org.). Biossegurança em biotecnologia. Rio de Janeiro:
Interciência, 2004. 367p. ISBN 8571931127 .
CARVALHO, Paulo Roberto de. Boas práticas químicas em biossegurança. Interciência 734
ISBN 9788571932326. E-book.
BINSFELD, Pedro Canisio. Fundamentos técnicos e o Sistema Nacional de Biossegurança
em Biotecnologia.

Interciência. 456 p. ISBN 9788571933606.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARDOSO, Telma Abdalla de Oliveira. Biossegurança e qualidade dos serviços de saúde.
Intersaberes. 348 p. ISBN 9788559721775. E-book.
HIRATA, Mario Hiroyuki. Manual de Biossegurança. 2. ed. rer. e ampl. Manole. 388 ISBN
9788520433164. E-book.
ISHII-IWAMOTO, Emy Luiza.; BRACHT, Adelar. (org.). Métodos de laboratório em
bioquímica. Barueri, SP: Manole, 2003.
MOYES, C. D.; SCHULTE, P. M. Princípios de Fisiologia Animal. 2. ed. Porto Aleges, RS:
Artmed, 2010.
SOOD RAMNIK. Laboratory Biosecurity: balancing risks, threats & progress. Jaypee 136
ISBN 9789351525943. E-book.

Disciplina: CBLA038

Ecologia de Campo

ELETIVA
Período:

Carga Horária: 72h

Total

72h

Teórica

36h

Prática

36h

EMENTA: Construção e desenvolvimento de um projeto em ecologia através de atividades
orientadas em campo. Utilização de conceitos e ferramentas básicas em Ecologia de populações

103

e comunidades vegetais e/ou animais. Formulação de hipóteses, delineamento amostral, coleta
e análise de dados. Elaboração de relatório em forma de artigo científico.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ODUM, Eugene Pleasants,; BARRETT, Gary W. Fundamentos de ecologia. São Paulo:
Cengage Learning, c2007.. xvi; 612 p.
RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
c2016.. xxix, 606 p.
VALENTIN, Jean Louis. Ecologia numérica: uma introdução à análise multivariada de dados
ecológicos. Rio de Janeiro: Interciência, 2012. 153 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DAJOZ, Roger. Princípios de ecologia.7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 519 p. (Biblioteca
Artmed. Ecologia).
DICIONÁRIO Barsa do meio ambiente: definições claras e objetivas para o estudante brasileiro.
São Paulo, SP: Barsa Planeta, 2009. 294 p.
GEOTECNOLOGIAS e meio ambiente: analisando uma área de proteção ambiental. Org.:
ALMEIDA, N.V.; SILVA, M.D. João Pessoa: F&F, 2016. 236 p.
SPRINGERLINK (ONLINE SERVICE). The economics of forest disturbances: wildfires,
storms, and invasive species. Springer eBooks XIII, 420 p (Forestry Sciences, 79).
TOWNSEND, Colin R; BEGON, Michael; HARPER, John L. Fundamentos em ecologia. 2.
ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 592 p.

Disciplina: Código
Período:

Ecologia de Ecossistemas Aquáticos Continentais

Carga Horária: 54h

ELETIVA
Total

54h

Teórica 44h

Prática 10h

-

EMENTA: Caracterização e Estruturação das Comunidades Biológicas de Ecossistemas
Aquáticos Continentais. Principais ameaças à biodiversidade dos ecossistemas aquáticos
continentais. Caracterização dos principais Ecossistemas Aquáticos Continentais. Conceitos
básicos de Limnologia. Serviços ambientais de ecossistemas aquáticos continentais. Formas de
mitigação e compensação dos principais impactos antrópicos em ecossistemas aquáticos
continentais. Ecossistemas aquáticos continentais como modelo de estudo para Ecologia.

104

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BICUDO, C. E. M.; BICUDO, D. C. Amostragem em limnologia. 2. ed. São Carlos: RiMa,
2007. 351p.
TUNDISI, J.G., MATSUMURA-TUNDISI, T. Limnologia, São Paulo: Oficina de Textos,
2008, 632 p.
TOWNSEND, C. R.; BEGON, M.; HARPER, J. L.Fundamentos em ecologia. 2. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2006. 592 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ESTEVES, F.A. Fundamentos de limnologia. Rio de Janeiro: Interciência, 1988. 574p.
FRANCESCHINI, I. M. Algas: uma abordagem filogenética, taxonômica e ecológica. Porto
Alegre: Artmed, 2010. 332 p.
MACHADO, C.J.S. Gestão de águas doces. São Paulo: Interciência. 2004. 372 p.
ODUM, E. P.; BARRET, G. W. Fundamentos da ecologia. 5. ed. São Paulo: Thomson
Pioneira. 2007.
PINTO-COELHO, R. M.; HAVENS, K. Gestão de recursos hídricos em tempos de crise.
Porto Alegre: Artmed, 2016. x, 228 p.

Disciplina: Código
Período:

Biologia Marinha

Carga Horária: 36h

ELETIVA
Total

36h

Teórica 28h

Prática 8h

-

EMENTA: Geografia dos mares e oceanos. Características físico-químicas das águas
oceânicas. Ondas, correntes marinhas e marés. Produtividade marinha. Domínicos bêntico e
pelágico. Conceitos de biocenoses. Características e adaptações dos organismos do plâncton,

105

bentos e nécton. Associações ecológicas entre organismos marinhos. Métodos de amostragem
e estudo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CASTRO, P.; HUBER, M.E. Biologia marinha. 8. ed. AMGH, 2012. 460p. GARRISON, T.
2016. Fundamentos de oceanografia. Cengage Learning, 7 ed. 480p.
CORREIA, M. D.; SOVIERZOSKI, H. H. 2005. Ecossistemas marinhos: recifes, praias e
manguezais. Maceió: EDUFAL. 55 p. (Conversando sobre ciências em Alagoas)
SCHMIEGELOW, J. M. M. O Planeta azul - Uma introdução ás ciências marinhas. Local:
Interciência, 2004. 202p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CORREIA, M. D.; SOVIERZOSKI, H. H. 2009. Ecossistemas costeiros de Alagoas - Brasil.
Rio de Janeiro: Technical Books. 144 p.
LEVINTON, J. S. 2009. Marine biology: function, biodiversity, ecology. 3rd. ed. New York:
Oxford University Press. xxv, 588 p.
MADUREIRA, L. 2006. O ambiente oceanográfico da plataforma continental e do talude
na região sudeste-sul do Brasil. São Paulo: EDUSP. 466 p.
MCLACHLAN, A; BROWN, A. C. 2006. The ecology of sandy shores. 2. ed. Amsterdam;
Boston: Elsevier. 373 p.
MCLUSKY, D. S.; ELLIOTT, M. 2004. The estuarine ecosystem: ecology, threats, and
management. 3rd ed. Oxford: New York: Oxford University Press. viii, 214 p.
NYBAKKEN, J. W.; BERTNESS, M. D. 2003. Marine biology: an ecological approach. 6th
ed. New York: Pearson Benjamin Cummings. xi, 579 p.
THURMAN, H. V; TRUJILLO, A. P. 2004. Introductory oceanography. 10. ed. New Jersey:
PrenticeHall. 608 p.

Disciplina: Código
Período:

Biogeografia

Carga Horária: 36h

ELETIVA
Total

36h

Teórica 22h

Prática 14h

-

EMENTA: Introdução e história da Biografia; História da Terra; Biogeografia da América do
Sul; Distribuição geográfica; Dispersão e Migração, Especiação e Extinção; Biogeografia de

106

Ilhas; Endemismo e Regionalização; Princípios de Sistemática; Biogeografia Histórica;
Biogeografia da Conservação; Diversidade Filogenética.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AMORIN, D. S. Fundamentos de sistemática filogenética. Ribeirão Preto: Holos Editora,
2002. 156 pp. ISBN 8586699365 2.
CARVALHO, C. J. B.; ALMEIDA, E. A. B. Biogeografia da América do Sul. Padrões e
Processos. São Paulo: Roca, 2011.. 328 pp. ISBN 97885724189664.
COX, C. B., MOORE, P. D. Biogeography: an ecological and evolutionary approach. Eighth
Edition. New York: Willey, 2010. 506 pp. ISBN 978-0470637944.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
JUDD, Walter S. Sistemática vegetal: um enfoque filogenético. 3. ed. Porto Alegre.
LOMOLINO, M. V.; BRETT, R. R.; WHITTAKER, R. J.; BROWN, J. H. Biogeography.
Fourth Edition. Sunderland: Sinauer Associates, 2010. 878 pp. ISBN 978-0878934942 7.
LOMOLINO, M. V.; SAX, D. F.; BROWN, J. H. Foundations of biogeography: classic
papers with commentaries. Chicago: University Of Chicago Press, 2004. 1328 p. ISBN 9780226492377.
POUGH, J. H. C. M. Janis; J. B. Heiser.2008. A vida dos Vertebrados. 4ª ed. São Paulo,
Atheneu.
RIDLEY, Mark. Evolução. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 752 p.

Disciplina: Código
Período:

Química Ambiental

Carga Horária: 36h

ELETIVA
Total

36h

Teórica 36h

Prática -

Extensão -

EMENTA: Esta disciplina pretende promover uma visão holística do meio ambiente, com
ênfase nos processos químicos, esclarecendo a interação entre os diversos compartimentos do
sistema Terra, e a inter-relação entre as áreas da ciência (biologia, química, física e geologia),
tanto para uma dimensão regional como global. Por meio da introdução de assuntos atuais sobre
o meio ambiente, aulas experimentais e debates esperam-se promover o senso crítico do aluno
e capacitá-lo para compreender e atuar de forma ativa nas questões envolvendo a química do
meio ambiente. Interpretar, compreender e correlacionar os fenômenos químicos relacionados

107

ao meio-ambiente, tanto os naturais como os causados pela ação do homem e a legislação
vigente.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ROCHA, J. C.; ROSA, A. H.; CARDOSO, A. A. Introdução a química ambiental. Porto
Alegre: Bookman, 2004.
DERISIO, J. C. Introdução ao controle de poluição ambiental. 3. ed. São Paulo: Signus,
2007.
SPIRO, T. G.; STIGLIAN, W. M. Química ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson, 2009.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHANG, R. Físico-química para as ciências químicas e biológicas. 3.ed. AMGH Editora,
2010. Vols, 1 e 2.
COLIN, B. Química ambiental. Porto Alegre: Bookman, 2002.
KOTZ, J. C.; TREICHEL Jr, P. M. Química geral e reações químicas. São Paulo: Pioneira,
2005. vols. 1 e 2.
LENZI, E. F.; LUCHESE, L. O. B.; BERNARDI, E., Introdução à química da água - ciência,
vida e sobrevivência. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
LIBANIO, M. Fundamentos de qualidade e tratamento de água. São Paulo: Alínea e Átomo,
2005.

Disciplina:

Código Espanhol instrumental

Período: ELETIVA

Carga Horária: 36h

Total

36hs

Teórica 28h Prática 8h

EMENTA: Reflexões sobre o Idioma Espanhol, a unidade e variedade do Espanhol,
proporcionar ao estudante as bases necessárias para aquisição da Língua Espanhola em nível
básico. Introdução à leitura em Língua Espanhola. Estratégias de leitura. Vocabulário e
estruturas básicas abordadas de forma funcional. Tradução do Castelhano. Estudos de diversos
gêneros textuais na Língua Espanhola.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

108

GALVÉZ, Dolores et al. Diploma superior: preparación para el diploma superior de español
lengua extranjera. Madrid: Edelsa, 2000. Disponível em: http//www.aprendaespanhol.com.br.
Acesso em: 05 set. 2018.
INDURSKY, F. Estudos da linguagem: língua e ensino. Porto Alegre: Organon, v. 24, n. 48.
2010. Disponível em:. Acesso em: 05 set. 2018.
SEÑAS: Diccionario para la enseñanza de la lengua española para brasileños / Universidad
Alcalá de Henares. Tradução Eduardo Brandão e Claudia Berliner. Disponível em:
http//www.aprendaespanhol.com.br. Acesso em: Acesso em: 05 set. 2018.

BIBLIOFRAFIA COMPLEMENTAR:
BECKER, Idel. Dicionário espanhol-português e português-espanhol. 13. ed. São Paulo:
Nobel, 2002.
EL MUNDO EN ESPAÑOL: lecturas de cultura y civilización. Nivel B. Madrid: Habla con
Eñe, S.L., 2012.
Língua espanhola em espanhol. CURSO de español. [São Paulo]: Barsa Planeta, 2002.
GONZÁLEZ HERMOSO, Alfredo. Conjugar es fácil en español. Madrid, ed. Edelsa, 1997.
RUIZ ZAFÓN, Carlos. As luzes de setembro. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013.
DAHER, D. C.; SANT’ANNA, V. L. A de ; Reflexiones acerca dde la noción de competência
lectora:

aportes

enunciativos

e

interculturales.

Disponível

em

http://hispanista.com.br/revista/artigo95esp.htm.

Disciplina: Código
Período:

Ecotoxicologia

Carga Horária: 36h

ELETIVA
Total

36h

Teórica 28h

Prática 8h

EMENTA: Conceitos gerais utilizados dentro da Toxicologia e Ecotoxicologia, avaliação de
riscos ambientais, recuperação ambiental, prevenção da contaminação. As leis, decretos e
portarias. Qualidade de vida e contaminação ambiental.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AZEVEDO, F. A.; CHASIN, A. A. M. As bases toxicológicas da ecotoxicologia. São Carlos:
Rima, 2003. 320p.
NETO, J. A. P.; KERSANACH, M. W.; PATCHINEELAM, S. M. Poluição marinha. São

109

Paulo: Interciência, 2008. 412p.
ZAGATTO, Pedro A.; BERTOLETTI, Eduardo. Ecotoxicologia aquática: princípios e
aplicações. 2. ed. São Carlos: Rima, 2008. 472p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRAGA, B.; HESPANHOL, I.; CONEJO, J. G. L. et al. Introdução à engenharia ambiental.
2. ed. New Jersey: Pearson / Prentice Hall, 2005.
CARVALHO, A. R.; OLIVEIRA, M. V. C. Princípios básicos do saneamento do meio
ambiente. 10. ed. São Paulo: SENAC, 2007. 400p.
ODUM, E. P.; BARRET, G. W. Fundamentos da ecologia. 5. ed. São Paulo: Cengage Learning.
2017. 611p.
MANO, E. B.; PACHECO, E. B. A. V.; BONELLI C. M. C. Meio ambiente, poluição e
reciclagem. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2010. 200p.
PEREIRA, R. C.; SOARES-GOMES, A. BIOLOGIA MARINHA. SÃO PAULO, INTERCIÊNCIA,
2009. 656P.

Disciplina:

Código

Iniciação à Pesquisa

Período:

Carga Horária: 36h

ELETIVA
Total

36h

Teórica 36h

Prática -

EMENTA: Sistema e plataformas brasileiras de ciência; instituições de fomento à pesquisa;
índices de avaliação de produção científica; redes sociais de divulgação científica; introdução
a bases de dados biológicos; pesquisa bibliográfica; direitos autorais e propriedade intelectual;
a importância da comunicação científica na divulgação dos resultados de pesquisa; introdução
a metodologia científica.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARROS, Aidil Jesus da Silveira; Lehfeld, Neide Aparecida de Souza. Fundamentos de
Metodologia Científica - 3ª edição. Pearson 176 ISBN 9788576051565.
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica - Teoria da ciência e prática da
pesquisa. Editora Vozes 184 ISBN 9788532618047.
PEREIRA, Maurício Gomes. Artigos científicos: como redigir, publicar e avaliar . Rio de

110

Janeiro: Guanabara Koogan, c2012. x, 383 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DEMO, Pedro. Educação e alfabetização científica. Papirus, 2010. 164 ISBN 9788530809218.
FLICK, U.; LOPES, M. Introdução à metodologia de pesquisa: um guia para iniciantes. Porto
Alegre: Penso, 2013. 256 p. ISBN 9788565848084 (broch.).
TOURINHO, M.M., PALHA, M.D.C. A Capes, a universidade e a alienação gestada na pósgraduação. Caderno EBAPE.BR, 2014, vol. 12, DOI 10.1590/1679-39519356
VOGEL, M.J.M. Avaliação da pós-graduação brasileira: análise dos quesitos utilizados pela
CAPES e das críticas da comunidade acadêmica. Tese (Doutorado em Ciência da Informação).
Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação, Universidade de São Paulo, 2015, 187
p.
WALTMAN, L. A review of the literature on citation impact indicators. Journal of
Informetrics, 2016, vol. 10, pp. 365-391

Disciplina:
Período:

Poluição Aquática
Carga Horária: 36h

ELETIVA
Total

36h

Teórica 28h

Prática 08h

EMENTA: Poluição orgânica e inorgânica. Poluição por Radiação e Térmica. Espécies
exóticas. Bioacumulação e Biomagnificação. Dispersão de poluentes. Capacidade ambiental de
autodepuração de poluentes. Efeitos sobre a biodiversidade e Ecossistemas aquáticos.
Avaliação da qualidade ambiental. Impactos ambientais provocados pelos resíduos de
atividades antrópicas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAETANO, P.; MANCUSO, S. Reuso de água. São Paulo, Manole, 2002.
NETO, J. A. P.; KERSANACH, M. W.; PATCHINEELAM, S. M. Poluição marinha. São
Paulo, Interciência, 2008. 412p.
ODUM, E. P.; BARRET, G. W. Fundamentos da ecologia. 5. ed. São Paulo: Cengage Learning.
2017. 611p.

111

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRAGA, B.; HESPANHOL, I.; CONEJO, J. G. L. et al. Introdução à engenharia ambiental.
2. ed. New Jersey: Pearson / Prentice Hall, 2005.
CARVALHO, A. R.; OLIVEIRA, M. V. C. Princípios básicos do saneamento do meio
ambiente. 8. ed. São Paulo: SENAC, 2007.
PACHECO, E. B.M. A. V.; BONELLI C. M. C. Meio ambiente, poluição e reciclagem. São
Paulo: Edgard Blucher, 2005.
PEREIRA, R. C.; SOARES-GOMES, A. Biologia marinha. São Paulo, Interciência, 2009.
656p.
RICKLEFS, R. E.; RELYEA, R. A economia da natureza. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2016. 606p.
Disciplina: Código
Período:

Ecossistema Manguezal

Carga Horária: 36h

ELETIVA
Total

36h

Teórica 20h

Prática 16

EMENTA: Introdução ao ecossistema manguezal: histórico de pesquisa, definição, dinâmica,
abordagem interdisciplinar. Fluxo de energia e ciclo da matéria. Principais comunidades.
Influência dos parâmetros abióticos sobre as comunidades. Usos e impactos antrópicos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
RICKLEFS, R. E.; RELYEA, R. A economia da natureza. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2016. 606p.
SCHAEFFER-NOVELLI. Y.; CINTRÓN, G. Guia para estudo de áreas de manguezal:
estrutura, função e flora. Caribbean Ecological Research, São Paulo, Brasil. 1986. 156p.
SPALDING, M.; KAINUMA, M.; COLLINS, L. World atlas of mangroves. Earthscan. 2010.
(Doi: 10. 1007/s 13157-011-0224-1)

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CORREIA, M. D.; SOVIERZOSKI, H. H. Ecossistemas costeiros de Alagoas - Brasil. Rio
de Janeiro: Technical Books, 2009.
DAY Jr., J.W., HALL, C.A.S., KEMP, W.M.; YÁÑEZ-ARANCIBIA, A. Estuarine ecology.
New York: Wiley-Intercience Publication, John Wiley & Sons, 1989.

112

McLUSKY, D.S. The estuarine ecosystem. London: Blackie: 1989.
ODUM, E. P.; BARRET, G. W. Fundamentos da ecologia. 5. ed. São Paulo, Cengage Learning.
2017. 611p.
PEREIRA, R. C.; SOARES-GOMES, A. Biologia marinha. São Paulo: Interciência, 2009.
656p.

113

7. ATIVIDADES ACADÊMICAS CIENTÍFICO-CULTURAIS
O currículo pleno dos cursos de graduação da Universidade Federal de Alagoas, é
constituído por duas partes: uma fixa (formada pelos conteúdos didáticos-científicos, estágios,
etc.) e uma flexível (a qual compreende as atividades acadêmico-científico-culturais). De
acordo com a Resolução CEPE/UFAL nº 56/95, a parte flexível representará de 5 (cinco) até
10% (dez) da carga horária total a parte fixa, e esta, poderá ser desenvolvida em atividades de
pesquisa, ensino, extensão e representação estudantil, ou em pelo menos 2 (duas) dessas
atividades. No Curso de Licenciatura de Ciências Biológicas, UE Penedo/UFAL, em
conformidade com a resolução supracitada está regulamentado a parte flexível do currículo,
carga horária (200h), deverá ser vivenciada durante o período de integralização do curso.
O curso de Licenciatura em Ciências Biológicas será conduzido de modo a incentivar o
desenvolvimento de atividades complementares, as quais são importantes para a formação
discente a fim de contribuir com o perfil profissional desejado. Serão incentivadas e
consideradas atividades tais como: monitoria; cursos e minicursos; oficinas; participação em
projetos de pesquisa e extensão; publicação em periódicos e em livros; premiações acadêmicas;
participação de programas de iniciação científica e de educação tutorial; participação em
eventos; publicação e apresentação de trabalhos em eventos científicos-culturais; participação
em atividades de extensão (para além das Atividades Curriculares de Extensão); estágio não
curricular; representação estudantil; e visita técnica. Essas atividades são válidas no histórico,
conforme a Normativa Interna nº 5 do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas.

8. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)

O Trabalho de Conclusão de Curso é componente curricular obrigatório em todos os
cursos de graduação da UFAL e está institucionalizado através da Resolução CEPE/UFAL nº
25/2005, em seu Art. 18 afirma:
O TCC não se constitui como disciplina, não tendo, portanto, carga horária fixa semanal,
sendo sua carga horária total prevista no PPC e computada para a integralização do Curso. No
Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, da Unidade Penedo, O TCC será desenvolvido
pelo graduando que esteja regularmente matriculado e que já tenha cursado percentual igual ou
superior a 70% da carga horária total do curso, o que para o aluno de fluxo padrão corresponde
ao 6º período
O TCC corresponderá a um estudo realizado pelo discente, sob orientação de professor

114

da UFAL, ou profissional qualificado externo à instituição, que engloba atividades práticas e/ou
teóricas permitindo ao aluno a ampliação, aplicação e demonstração dos conhecimentos
adquiridos e construídos ao longo do curso, propiciando o desenvolvimento da expansão e
consolidação das áreas de conhecimento, como sugere o PDI 2013-2017 da Universidade
Federal de Alagoas.
O TCC deve ser direcionado para a área de formação dos alunos de Licenciatura em
Ciências Biológicas, preferencialmente, com uma abordagem voltada para o ensino de biologia,
versando sobre as diferentes áreas temáticas em ciências biológicas, biodiversidade, ecologia e
meio ambiente.
O TCC se constitui em um trabalho escrito e defendido individualmente, em apresentação
pública seguida de arguição, podendo ser redigido adotando diferentes modalidades:
monografia acadêmica, relatório de projeto de intervenção efetuado, ou artigo científico. Todas
as normas que regulamentam a realização do TCC, desde a matrícula vínculo do aluno até a
entrega da versão final na biblioteca setorial da Unidade Penedo se encontram na normativa nº
04/2017, aprovada em reunião de Colegiado de Curso em 06 de dezembro de 2017, atualizada
em 31 de julho de 2018, e disponibilizada aos alunos.
O Trabalho de Conclusão de Curso é um trabalho acadêmico de natureza técnicocientífica, a ser elaborado individualmente pelo graduando, como parte das exigências para
integralização do curso e obtenção do título de Licenciado em Ciências Biológicas. Constituise atividade obrigatória, com carga horária de 40 horas, que, dentre as características pertinentes
desenvolve-se sob orientação de um profissional, conforme definido pela Normativa interna
N°04 /2017 – CCLCB (2016, atualizada em 2018):
Art. 3° O TCC deve ter um orientador que deve ser um docente
vinculado ao curso de Ciências Biológicas da Unidade Penedo, UFAL
ou, em casos especiais, técnico de nível superior, docente externo ao
curso ou profissional graduado com reconhecida experiência na linha
de desenvolvimento do trabalho;
§1° A participação de um orientador que não seja docente do Curso
estará condicionada a aprovação mediante análise do seu curriculum
vitae pelo Colegiado do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas
(CCLCB);
§2° A participação do orientador que não seja docente do Curso de
Licenciatura em Ciências Biológicas da UFAL estará condicionada a
participação de um co-orientador membro do corpo docente do citado
curso;
§3° O proponente a orientador deverá submeter o pedido de orientação
à apreciação pelo CCLCB mediante o preenchimento do Formulário de
Aprovação de Orientação;
§4° O colegiado não aceitará TCC frutos de orientações não aprovadas.

115

9. ESTÁGIO SUPERVISIONADO
O estágio supervisionado deverá possibilitar ao futuro professor de Ciências Biológicas
a oportunidade de vivenciar diferentes situações durante o desenvolvimento do processo
ensino–aprendizagem, assim como refletir sobre estas situações juntamente com os
orientadores do Estágio e a equipe de professores da escola, a fim de que possa buscar novas
alternativas para sua prática educativa. Está institucionalizado pela Resolução nº 71/2006CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006.
Os Estágios Curriculares Obrigatórios em Penedo são realizados em instituições
públicas ou privadas ou em instituições da sociedade civil organizada que desenvolvam
atividades propícias ao aprendizado do graduando. A prática dos estágios está norteada pelos
Manuais de Estágio I e II, produzidos pelos professores da dimensão pedagógica do Curso de
Licenciatura em Ciências Biológicas da UE Penedo.
As atribuições do Coordenador de Estágio resumem-se em:
• Assegurar o cumprimento das exigências legais ligadas ao Estágio Curricular
Supervisionado do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas;
• Indicar os professores orientadores que irão se responsabilizar pela realização e
acompanhamento dos Estágios Curriculares.
• Promover, junto aos professores-orientadores, estudos e debates sobre o Estágio
Curricular Supervisionado, para decidir sobre a organização do processo didáticopedagógico;
• Proceder o encaminhamento formal do estagiário para o campo de estágio,
acompanhado do Termo de Compromisso; e;
• Manter organizado o arquivo de dados e Relatórios Parciais e Finais referentes ao
Estágio Curricular Supervisionado.
Cabe ao professor orientador do Estágio Curricular Supervisionado do Curso de
Licenciatura em Ciências Biológicas as seguintes atribuições:
• Orientação para a elaboração do planejamento das atividades a serem realizadas durante
o Estágio;
• Suporte teórico-metodológico e apoio pedagógico ao estudante, bem como a definição
das modalidades de ação e/ou projetos de ensino;
• Acompanhamento sistemático e processual do desenvolvimento das atividades
planejadas durante as etapas de trabalho, em contato com as instituições envolvidas, e;
• Avaliação do estudante que deve pressupor obrigatoriamente a realização de Relatórios

116

Parcial e Final das atividades realizadas.
O professor supervisor, o/a professor/a da instituição que recebe o estagiário, fica
incumbido de:
• Propiciar a troca de experiências e conhecimentos acerca da prática pedagógica,
estabelecendo relações entre a teoria e a prática possibilitando que o estudante participe
das reuniões de conselhos de classe/reuniões de professores;
• Promover a participação do estudante em atividades de planejamento, desenvolvimento
e avaliação realizadas pelo docente na instituição de Educação Básica;
• Auxiliar o estagiário na solução de possíveis problemas ou dificuldades que possam
surgir no decorrer do Estágio;
• Comunicar, por escrito, ao professor-orientador de Estágio, a interrupção e/ou
desligamento do estudante da instituição ou qualquer eventualidade que impeça o
andamento das atividades didático-pedagógicas, e;
• Avaliar o estudante durante a execução das atividades didáticas propostas.
Em Penedo, foi firmado um convênio entre a Secretaria de Educação do Estado de
Alagoas, Secretaria de Educação do Município de Penedo e pela Secretaria de Educação do
Município de Piaçabuçu e a Universidade Federal de Alagoas com vistas a estabelecer parcerias
para viabilizar o Estágio Curricular Supervisionado nas instituições escolares desses municípios.
A Resolução CNE/CP N° 2, de 1° de julho de 2015 estabelece que a carga horária do
Estágio Curricular Supervisionado deve ser de 400 (quatrocentas) horas. No curso de
Licenciatura em Ciências Biológicas, o estágio se distribui em 4 (quatro) módulos, cada um
com 100h, a saber; Estágio Supervisionado 1 (Vivência em Gestão Escolar - 100h), Estágio
Supervisionado 2 (Laboratório de Ensino no Ensino Fundamental ou Médio - 100h), Estágio
Supervisionado 3 (Vivência em Regência e

Prática de Ensino de Ciências no Ensino

Fundamental 6º ao 9º ano - 100h) e Estágio Supervisionado 4 (Vivência em Regência e Prática
de Ensino de Biologia no Ensino Médio - 100h).
Atendendo o que diz a Lei do Estágio nº 11.788/2008 e a normativa nº 03/2017
(Apêndice I) os alunos que já exerçam atividade docente regular na educação básica, admita-se
redução desta carga horária em até 200 (duzentas) horas.
O Estágio Curricular Supervisionado, compreendido como processo de formação
docente, assume um compromisso nas escolas campo de estágio, a partir de duas esferas:
I. na elaboração de uma análise contextual da realidade local das instituições de
ensino, identificando as necessidades e prioridades dos processos educativos nela

117

vivenciados; e
II. sob o ponto de vista científico, possibilita ao estudante-estagiário refletir sobre
essa realidade a partir de projetos de investigação que lhe permitam problematizar
as situações que observam e apontar possíveis soluções a partir da elaboração de
um Projeto de Intervenção construído a partir da realidade diagnosticada, sem
perder de vista, os processos didáticos-pedagógicos envolvidos no processo de
ensino-aprendizagem de Ciências/Biologia na educação básica.
Todas as normas que regulamentam a realização do Estágio Curricular Supervisionado,
se encontram na normativa nº 03/2017 aprovada em reunião de Colegiado de Curso em 04 de
outubro de 2017.
10. ATIVIDADES CURRICULARES DE EXTENSÃO
A Universidade Federal de Alagoas (UFAL) tem caminhado na busca de construção de
uma educação de qualidade, pautada na garantia da autonomia, da construção do saber, a
superação das dificuldades e limitações inerentes aos contextos socioeconômico e cultural nos
quais se insere, constituindo-se preocupações centrais da mesma, enquanto agência
fomentadora do desenvolvimento social. Considerando, portanto, que atualmente a
universidade é uma as instituições responsáveis pela geração e gestão de conhecimento a
serviço da humanidade.
Dentro deste contexto, a UFAL assume como missão a produção de conhecimento, a
formação de profissionais, a transformação da sociedade e da própria universidade e a produção,
preservação e difusão cultural. É importante destacar que são explícitos os objetivos de cada
uma das ações articulatórias da formação universitária da UFAL, visando o desenvolvimento
de suas múltiplas e indissociáveis dimensões “[...] social, cultural, econômica, ambiental,
espacial, política, entre outras [...]” (UFAL, 2008, p. 11). Em suma, estes objetivos se
manifestam sumariamente, de modo a: formar recursos humanos (ensino), produzir
conhecimento (pesquisa) e contribuir para amenizar os graves problemas sociais (extensão).
Considerando o Plano Nacional de Educação (PNE) e a Política Nacional de Extensão
Universitária (PNEU), a Extensão Universitária é tida como mediadora da promoção do diálogo
de saberes entre a academia e outros setores da sociedade por meio do ensino e da pesquisa, de
forma que a universidade possa cumprir a sua missão. O Plano de Desenvolvimento
Institucional (PPI) da UFAL reforça tal diretriz e definindo Extensão como o diálogo entre a
universidade e a sociedade por meio do ensino e da pesquisa.
Seguindo essa concepção a Resolução 4/2018 - CONSUNI/UFAL, no art. 4°, reafirma

118

que a Extensão Universitária, inspirada no princípio constitucional da indissociabilidade entre
ensino, pesquisa e extensão, se configurando como um processo interdisciplinar, educativo,
cultural, científico e político que promove a interação transformadora entre a Universidade e
outros setores da sociedade.
Dentro deste contexto, o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas UE
Penedo/UFAL visa formar um profissional educador competente, comprometido com a
educação, crítico e reflexivo buscando articular a teoria com a prática de forma aplicada à
comunidade em que está inserido, aptos a atuar na Educação Básica, mais especificamente no
ensino da disciplina Ciências do ensino fundamental e Biologia no ensino médio.
Por sua vez, este deverá apresentar um amplo conhecimento em sua área de formação,
sendo capaz de refletir sobre a sua prática pedagógica e de intervir na realidade regional
buscando transformá-la continuamente, integrando de formas variadas a compreensão de que a
vida se organizou através do tempo, sob a ação de processos evolutivos, tendo como resultado
uma grande diversidade de formas sobre as quais as pressões seletivas continuam atuando.
Os organismos de uma forma geral, incluindo os seres humanos, não estão isolados,
antes, constituindo sistemas que estabelecem complexas relações de interdependência. Em tais
abordagens, os conhecimentos biológicos não se dissociam dos sociais, políticos, econômicos
e culturais.
Neste sentido, as diversas ações extensionistas, no âmbito do Curso de Licenciatura em
Ciências Biológicas da UE Penedo desenvolvem-se com o objetivo de contribuir para a
formação dos discentes, de forma a contemplar aspectos sócio-econômico-ambientais,
envolvendo comunidades tradicionais do município de Penedo e regiões vizinhas, visando,
sobretudo, melhorias de qualidade de vida, atreladas ao ensino de ciências,
Articulando-se, portanto, os conhecimentos e ações de extensão que o curso vem
desenvolvendo sistematicamente nas áreas temáticas:
Educação (Educação básica; Educação e Cidadania; Educação Continuada; Educação de
Jovens e Adultos; Educação Inclusiva, Educação para Surdos, Ensino Fundamental; Ensino
Médio; capacitação e qualificação de recursos humanos e de gestores de políticas públicas de
educação; cooperação interinstitucional na área);
Meio Ambiente (Preservação e sustentabilidade do meio ambiente; meio ambiente e
desenvolvimento sustentável; desenvolvimento regional sustentável; capacitação e qualificação
de recursos humanos e de gestores de políticas públicas de meio ambiente; educação ambiental;
gestão de recursos naturais; cooperação interinstitucional na área);
Saúde (Promoção à saúde e qualidade de vida; atenção a grupos de pessoas com necessidades

119

especiais; saúde da família; uso e dependência de droga; cooperação interinstitucional na área).
Dentre as atividades desenvolvidas podemos citar: vinte e quatro ações de extensão
(projetos, cursos ou eventos), devidamente cadastradas no SIGAA. Outras ações de extensão
foram desenvolvidas no período de 2014-2015, porém não foram registradas no sistema, devido
a inexistência do mesmo à época. Ressalta-se, ainda, que o ensino, a pesquisa e a extensão
implicam em valorização e reconhecimento no currículo dos saberes das comunidades
tradicionais e em vizinhança à unidade Penedo, a exemplo de comunidades Quilombola Oiteiro e Tabuleiro dos Negros (Penedo), Sapê (Igreja Nova) e a Comunidade Indígena KaririXocó (Porto Real do Colégio), nas quais residem alguns dos discentes da Unidade
UFAL/Penedo, conforme preconizam a resolução CONSUNI/UFAL nº 33/2003 (Anexo vii) e
o PDI 2013-2017 da Universidade Federal De Alagoas em sua perspectiva 3, “UFAL e
sociedade”.
Para além da complementação da carga horária mínima das atividades de extensão, os
estudantes podem participar de outras atividades vinculados às comunidades, em qualquer
período do curso, tais como: Pesquisa, Trabalho de Conclusão de Curso e Atividades de
Complementares. Todas as ações de extensão são registradas junto à coordenação de extensão
da Unidade Acadêmica e na Pró-Reitoria de Extensão – PROEX. As atividades curriculares de
extensão do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas serão acompanhadas e avaliadas em
sua dimensão social a partir dos indicadores listados no Art. 32, inciso II, da resolução
Nº65/2014 (UFAL, 2014, p. 6), a saber: “Os impactos quantitativos e qualitativos das atividades
de extensão junto aos segmentos sociais que são alvos ou parceiros dessas atividades .”. Além
destes, também serão utilizados indicadores de acompanhamento e avaliação para cada discente
envolvido na ACE, que estão listados para cada ACE do curso de licenciatura em Ciências
Biológicas no quadro cinco e páginas subsequentes. Ressalte-se que todas as atividades
curriculares de extensão estarão articuladas ao Programa de Extensão do curso, o qual será
apresentado, em suas bases, a seguir.
10.1. O programa de extensão do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas

Para um efetivo cumprimento das metas propostas para o desenvolvimento e
amadurecimento educacional de Penedo e região, através de suas ações de extensão, a
Universidade Federal de Alagoas – Unidade/Penedo busca manter princípios ancorados na
sustentabilidade sócio-econômico-ambiental. Por isso, as ações extensionistas devem estar
alinhadas com tais princípios, os quais permitem uma aproximação efetiva entre a Universidade

120

e as demandas sociais da região.
Seguimos, para tanto, o que está estabelecido na Resolução Nº. 4/2018CONSUNI/UFAL, em seu Art. 5° que define:
Por Programa de Extensão entende-se um conjunto articulado de projetos e outras
ações de extensão, que possuem caráter orgânico-institucional, clareza de diretrizes e
orientação para um objetivo comum, sendo executado a médio e longo prazo,
preferencialmente integrando às ações de pesquisa e de ensino (CONSUNI/UFAL,
2018, p.2)

No tocante a classificação do referido documento estabelece que:

§ 1° - Os Programas de Extensão são classificados em:

I - Programas de Cooperação Interinstitucionais provenientes de editais externos e de termos
de cooperação e convênios;
II - Programas induzidos pela Pró-Reitoria de Extensão (PROEX/UFAL) através de editais
internos;
III - Programas Institucionalizados das Unidades Acadêmicas em atendimento aos artigos 19,
21 e 34 do Estatuto da UFAL.
Enfatiza-se, assim, o compromisso desta unidade com a legislação vigente, para além
da normatização vigente no que se refere à formação discente, o programa de extensão aqui
proposto visa proporcionar ao estudante uma prática atrelada diretamente ao ensino e à pesquisa
realizadas no âmbito do curso, em uma contínua aproximação com demandas sócio-econômicoambiental da realidade direta ou potencialmente influenciada pela educação nas comunidades.
Pretende-se contemplar o conceito de reflexão sobre a realidade, que envolve três outros
conceitos: o conhecimento-na-ação, a reflexão-na-ação e a reflexão-sobre-a-ação. A reflexão
implica, além do simples conhecimento dos métodos, o desejo e vontade de empregá-los.
Considerando as influências culturais na construção da identidade docente e suas
especificidades, e concordando com Fórum Nacional de Pró-Reitores de Extensão das
Universidade Públicas Brasileiras, ao entender a extensão como o processo educativo, cultural
e científico que articula o ensino e a pesquisa de forma indissociável e que viabiliza a relação
transformadora entre Universidade e Sociedade

(UFAL, 2012), justificando-se ainda o

cumprimento Resolução Nº. 65/2014-CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014, quando
estabelece as diretrizes em seu Art. 2°:

121

I - Interação Dialógica;
II - Interdisciplinaridade e Interprofissionalidade;
III - Indissociabilidade do Ensino, da Pesquisa e da Extensão;
IV - Impacto na Formação do discente;
V - Impacto e Transformação Social.

Assim, o Programa de Extensão do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da
UFAL, Unidade Penedo, denominar-se-á: EDUCAÇÃO, SAÚDE E COMUNIDADES.
Neste contexto, o programa envolverá, principalmente, a Unidade Educacional Penedo,
buscando articular-se aos cursos ofertados nesta unidade, bem como àqueles ofertados em
outros Campi da UFAL.
O objetivo geral desse programa extensionista é congregar e aplicar os saberes
produzidos no curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, em sintonia com demandas
educacionais, sociais e ambientais da realidade da cidade de Penedo e suas áreas de influência.
Objetiva-se, ainda, de forma específica, trabalhar atividades extensionistas que capacitem os
discentes ao desenvolvimento de competências para a construção dos pilares para o
desenvolvimento de políticas educacionais na região, gerando impactos positivos e
minimizando impactos negativos nas comunidades e instituições envolvidas, efetiva ou
potencialmente, com atividades relacionadas direta ou indiretamente aos saberes.
Além disto, congrega a discussão de diversas áreas dos saberes da educação e das
ciências biológicas, fomentando a interdisciplinaridade que só pode ser alcançada com a efetiva
participação de profissionais de diversas áreas, fortalecendo a interprofissionalidade presente
no corpo docente do curso.
A ementa do referido programa de extensão propõe áreas temáticas ligadas a: educação
(ações relacionadas a Educação Sexual e Sexualidade, Formação de Professores e Educação
Inclusiva), saúde (ações relacionadas ao uso de drogas na infância e adolescência e à saúde na
Escola e na Comunidade), e ao meio ambiente, pano de fundo integrador de todas essas
atividades. Serão consideradas, no desenvolvimento e implementação do programa, as
demandas sócio-econômico-ambientais da sociedade de Penedo e região.
O público-alvo desse programa extensionista será composto por indivíduos,
comunidades e instituições do estado de Alagoas, e região do Baixo São Francisco,
prioritariamente ligados a localidades acessíveis da Unidade Educacional Penedo, que possam
ser beneficiadas com os saberes do ensino de ciências biológicas.

122

Metodologicamente, as Atividades Curriculares Extensionistas (ACEs) poderão ser
desenvolvidas através de projetos, eventos, cursos ou com a elaboração de produtos
provenientes dessas ACEs, que ocorrerão mediante a execução de um programa composto,
obrigatoriamente, por dois projetos, além de cursos e eventos.
Os discentes participarão de atividades curriculares extensionistas (ACEs), em 7
semestres letivos do curso (4º e 6º período não apresentam ACEs), totalizando uma carga
horária de 350 horas. As ACEs serão desenvolvidas em articulação, contemplando projetos,
cursos e eventos.
As atividades do Programa de Extensão do curso de Licenciatura em Ciências
Biológicas da Unidade Educacional Penedo serão acompanhadas e avaliadas de acordo com
a Resolução CONSUNI Nº65/2014 (UFAL, 2014). Serão incluídos instrumentos qualitativos e
quantitativos de acesso ao resultado dessas ações, podendo ser constituídos, por exemplo por
registros escritos, orais e visuais, relatórios, ou quaisquer outras formas definidas pelos
docentes responsáveis por conduzir as ACEs. Esses indicadores estão listados de maneira mais
específica para cada uma das ACE, no quadro cinco e páginas subsequentes deste mesmo
documento.

123

10.2 Descrição das ações curriculares de extensão do curso de Licenciatura em Ciências
Biológicas e sua distribuição por períodos
Disciplina: Código

ACE 1 - áreas de atuação do licenciado em Ciências Biológicas

Período: 1º Carga Horária: 54h
Total

54h

Teórica

24

Prática

30

EMENTA: Introdução à prática extensionista, propostas metodológicas teórico-práticas.
Organização de evento de extensão sobre as áreas de atuação do licenciado em Ciências
Biológicas.

OBJETIVOS
Favorecer conhecimentos integrados, teóricos e práticos dos conteúdos abordados pelas
disciplinas do semestre de forma a estabelecer correlação entre as mesmas e aplicar o
conhecimento adquirido em atividades práticas de caráter extensionista.

METODOLOGIA DE ENSINO
O componente curricular será trabalhado por meio de aulas expositivas, além da participação
dos alunos executando atividades complementares individuais e/ou em grupo. Serão utilizados
recursos áudio/visuais tais como vídeos, documentários, projetor multimídia, além de quadro
branco. Serão ainda ministradas palestras com profissionais convidados.

METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
- Apresentação de seminários;
- Execução de atividades complementares;
- Planejamento e organização de evento acadêmico.
A AB1 será composta por Projeto (apresentação e impresso) + Atividades complementares;
A AB2 será composta por Organização de evento + Relatório de avaliação do evento.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AMORIM, A. V. Ensino de ciências. Grupo Summus 192 ISBN 9788532309136.E-book.
FREIRE, Paulo. Extensão ou comunicação?.15. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2011. 131 p.
TOZETTO, S. S. (org.). Professores em formação: saberes, práticas e desafios. Curitiba:
Intersaberes. E-book.

124

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CALIL, Patrícia. O professor pesquisador no ensino de ciências. Curitiba: Intersaberes.
ISBN 9788582126851. E-book.
DEWEY, J. Democracia e educação: capítulos essenciais. São Paulo: Ática. ISBN
9788508114733. E-book.
ASTOLFI, Jean-Pierre; DEVELAY, Michel. A didática das ciências. São Paulo: Papirus.
ISBN 9788530811129. E-book.
REIS, José Carlos. A história entre a filosofia e a ciência. 4. ed. São Paulo: Autêntica. ISBN
9788582178805. E-book.
TAVARES, M. G. M. Extensão universitária: novo paradigma de universidade? Maceió:
EDUFAL, 1997. 235 p.

Disciplina:

Código ACE 2- Problemática do uso de drogas na infância e
adolescência.

Período:2º

Carga Horária: 36h

Total

36h

Teórica

20

Prática

16

EMENTA: Estatísticas nacionais, regionais e locais do uso de drogas lícitas e ilícitas na
infância e adolescência; escola versus drogas; Estatuto da Criança e do Adolescente.

OBJETIVOS
1) sensibilizar os discentes para a importância do professor de Ciências e Biologia para a
educação em saúde, especialmente para a problemática do uso de drogas por crianças e
adolescentes.
2) habilitar os discentes para investigar a problemática no âmbito escolar e para a proposição
de ações e projetos transformadores dessa realidade.

METODOLOGIA
Primeiramente ocorrerão encontros teórico-expositivo-dialogados com os discentes para
mediação do conhecimento em: Estatísticas nacionais, regionais e locais do uso de drogas lícitas
e ilícitas na infância e adolescência; Escola versus drogas; Estatuto da Criança e do
Adolescente. Em um segundo momento, realizarão atividades diagnósticas da problemática nas
escolas da rede pública de ensino da cidade de Penedo, AL, visando identificar a percepção de

125

professores, alunos e gestores. Por fim, os discentes proporão atividades de intervenção no
âmbito que escolar que promovam a construção do conhecimento e melhoria dessas condições.

METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
O desempenho dos discentes e acompanhamento desta ACE será realizada de forma contínua,
a partir de relatórios entregues ao longo do semestre e da avaliação das atividades de
intervenção, sempre considerando a devolutiva do público-alvo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DELL’AGLIO, Débora D. Adolescência e juventude brasileira: vulnerabilidade e contextos
de proteção. São Paulo: Casa do Psicólogo. 342 p. ISBN 9788580401059.
PINSKY, Ilana; BESSA, Marco Antonio (orgs.). Adolescência e drogas. Contexto 202 ISBN
9788572442770.
SEIBEL, Sergio D.; TOSCANO Jr, Alfredo. Dependência de drogas. São Paulo: Atheneu,
2000. 560 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Lei nº 8069, de 13 de julho de 1990. Estatuto da Criança e do Adolescente. Brasília,
DF,

jul

1990.

Disponível

em:

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8069Compilado.htm#art266. Acesso em: 16 jul
2018.
COLAÇO, Veriana F. R.; CORDEIRO, Andréa C. F. (orgs.). Adolescência e juventude:
conhecer para proteger. São Paulo: Casa do Psicólogo. 460 p.
MESSAS, Guilherme. Álcool e drogas: uma visão fenômeno-estrutural. Pearson. 159 p. ISBN
9788573964332.
PULCHERIO, Gilda; BICCA, Carla; SILVA, Fernando A. Álcool, outras drogas &
informação: o que cada profissional precisa saber. São Paulo: Casa do Psicólogo. 394 p. ISBN
9788580400649.
PINSKY, Ilana; PAZINATTO, Cesar. Álcool e drogas na adolescência: um guia para pais e
professores. São Paulo: Contexto. 146 p. ISBN 9788572448789.

126

Disciplina: Código

ACE 3 - Educação Sexual e Sexualidade

Período: 3º Carga Horária: 36h
Total

36h

Teórica 20

Prática 16

EMENTA: Tratar a Sexualidade e a Educação Sexual no que tange aos conceitos e aspectos
legais para promoção da Saúde como aspecto mais amplo, como saúde nas relações sociais,
mental e corporal, em espaços formais e não-formais de educação. Estratégia pedagógica para
mediação de temas conflituosos. Universidade e Comunidade na promoção da Educação Sexual
e Sexualidade.

OBJETIVOS
- Despertar o interesse dos discentes para compreensão da complexidade da temática e sua
importância na formação cidadã;
- Reafirmar o papel do professor de Ciências e Biologia dentro e fora do espaço escolar para
levantar, discutir e educar quando as questões de sexualidade;
- Habilitar os discentes a analisar, desenvolver e mediar conflitos, debates, projetos a fim de
transformar a realidade da comunidade escolar.

METODOLOGIA DE ENSINO

A Estratégia pedagógica da condução do componente curricular será em três etapas: a primeira
visa compreender as vivencias, concepções, tabus dos discentes utilizando metodologias ativas
como tempestade de ideias; a segunda etapa tratará da mediação do conhecimento formal sobre
a educação sexual e sexualidade utilizando aulas-dialogadas-expositivas, recursos de vídeos,
documentários; palestras com profissionais convidados, com ênfase na construção das relações
sociais e suas problemáticas como machismo, feminicídio, homofobia e transfobia; a terceira
etapa construção de uma ação junto a comunidade em espaços formais e não formais, onde os
discentes previamente habilitados serão o sujeito ativo na intervenção.

METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO

127

A avalição de desempenho dos discentes vinculados será realizada de forma processual e
continua, com as atividades desenvolvidas ao longo do semestre, a partir do retorno apresentado
pelos público-alvo das metodologias ativas aplicadas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FURLANI, Jimena. Educação sexual na sala de aula - Relações de gênero, orientação sexual
e igualdade étnico-racial numa proposta de respeito às diferenças. Belo Horizonte: Autêntica.
194p.
MAGNABOSCO, Maria Madalena; Teixeira, Cíntia Maria. Gênero e diversidade: formação
de educadores. Horizonte: Autêntica. 98p. E-book.
TORRES, Marco Antonio. A diversidade sexual na educação e os direitos de cidadania
LGBT na Escola. Horizonte: Autêntica. 76p. E-book.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALONSO, Silvia Leonor. O tempo, a escuta, o feminino: reflexões. São Paulo: Casa do
Psicólogo. 462p. ISBN 9788580400335. E-book.
KENT M. VAN DE GRAAFF. Anatomia humana. Manole. 866 p. E-book.
LAGO, Mara C. S. et al. (orgs.) Gênero e pesquisa em psicologia social. Pearson. 279 p. ISBN
9788573966145. E-book.
LIPP, Marilda (org.). O adolescente e seus dilemas: orientação para pais e educadores. . São
Paulo: Papirus. 274p. ISBN 9788544900239.
LIBÓRIO, Renata M. C., KÖLLER, Silvia H. (orgs.). Adolescência e juventude: risco e
proteção na realidade brasileira. Pearson. 341 p. ISBN 9788573966367. E-book.

Disciplina: Código

ACE 4 - Seminário de Formação de Professores de Ciências e
Biologia
Período: 5º Carga Horária: 54h
Total

54h

Teórica

24

Prática

30

EMENTA:
A disciplina consubstancia-se no planejamento, execução e avaliação do Seminário de
formação de professores de ciências e biologia, tendo como perspectivas o fomento ao debate
e às reflexões acerca do processo de formação inicial e continuada de professores(as). Tem

128

como eixos básicos as relações entre teoria e prática, ensino, pesquisa e extensão, o letramento
e a alfabetização científica, na perspectiva de uma reflexão na ação e da análise sobre as
políticas atuais para a formação de professores que possibilitem compreender a realidade
concreta do ensino de ciências/biologia.

PÚBLICO-ALVO:
Discentes do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da UFAL, Docentes da Rede
Pública Municipal e Estadual de Penedo e cidade adjacentes.

OBJETIVOS:
Geral:
Fomentar o debate e a reflexão acerca do processo de formação inicial e continuada de
professores(as), tendo como eixos básicos as relações entre teoria e prática, ensino, pesquisa e
extensão, através das abordagens teórico-metodológicas que têm fundamentado as pesquisas
desenvolvidas sob essa temática; tendo em vista a formação de uma prática reflexiva e
transformadora no campo da formação de professores e da investigação científica na área.

Específicos:
1) Compreender como e sobre quais bases epistemológicas tem-se alicerçadas as pesquisas no
campo da formação de professores de ciências e biologia, percebendo os percursos ideológicos
e políticos que subjazem essas práticas.
2) Analisar a estrutura e o contexto dos processos formativos, tal como consolidados nos cursos
de Licenciatura em Ciências Biológicas, bem como nos processos de formação dos professores
formadores vinculados a esses cursos, tendo em vista compreender seus limites e suas
necessidades.

3) Identificar as diferentes abordagens e perspectivas de formação que têm fundamentado as
práticas e os processos formativos, de modo a analisar as apropriações, os significados e os
sentidos atribuídos tanto no campo conceitual da área, quanto nas práticas aí efetivadas.

4) Apreender os aspectos essenciais para a constituição de uma prática formativa e investigativa
que realmente consolide seus propósitos, de modo a instrumentalizar o pesquisador e formador
para uma prática transformadora da realidade.

129

METODOLOGIA
De acordo com Gómez, Latorre, Sanchéz e Flecha (2007), a concepção construtivista
compreende a realidade como subjetiva e, portanto, dependente dos sentidos que os sujeitos
atribuem ao que vivem. Coerentemente, os enunciados, assim como a realidade, são construções
sociais. As metodologias devem, então, buscar o acesso às compreensões que os sujeitos têm
de sua realidade, necessitando, para tanto, ser de cunho qualitativo, interpretativo, hermenêutico.
Assim,
A pesquisa-ação é um tipo de pesquisa social que é concebida e realizada em
estreita associação com uma ação ou com a resolução de um problema coletivo
e no qual os pesquisadores e os participantes representativos da situação da
realidade a ser investigada estão envolvidos de modo cooperativo e
participativo (THIOLLENT, 1985, p. 14).

A pesquisa-ação exige uma estrutura de relação entre os pesquisadores e pessoas
envolvidas no estudo da realidade do tipo participativo/ coletivo. A participação dos
pesquisadores é explicitada dentro do processo do “conhecer” com os “cuidados” necessários
para que haja reciprocidade/complementariedade por parte das pessoas e grupos implicados,
que têm algo a “dizer e a fazer”. Não se trata de um simples levantamento de dados.
Para alcançar o objetivo proposto na pesquisa-ação no sentido de estabelecer uma
relação entre o conhecimento e ação, entre pesquisadores e pessoas implicadas na situação
investigada e destes com a realidade, Michel Thiollent diz ser necessário: uma ampla e explícita
interação entre os pesquisadores e envolvidos na pesquisa e que esta não se limita a uma forma
de ação (risco de ativismo), mas pretende aumentar o conhecimento dos pesquisadores e o
conhecimento ou nível de consciência das pessoas e grupos que participarem do processo, bem
como, contribuir para a discussão ou fazer avançar o debate acerca das questões abordadas
(1985).
INDICADORES/INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DA
ACE
Nesse novo paradigma, a avaliação, além de uma atividade de rotina na gestão das
atividades extensionistas, deve constituir-se como fonte permanente de informação e de
constante atualização da prática, sendo capaz de determinar os pontos em que determinada ação
teve sucesso, quais expectativas não foram atendidas, os fatores que contribuíram para esse
sucesso e os que impediram o alcance dos objetivos. Nesse tocante, o resultado da avaliação
pode possibilitar a construção de um conhecimento útil para a instituição universidade, mas

130

também muito útil para todos aqueles que atuam em processos consistentes de extensão, sejam
eles internos ou externos à universidade.
•

Indicadores de resultados medem os graus, as quantidades e níveis de qualidade com
que as metas foram cumpridas.

•

Indicadores de impacto tratam de medir as mudanças pretendidas ou se quiser de
resultados mais duradouros, ou seja, os efeitos da ação extensionista sobre a populaçãoalvo.l

•

Indicadores de efeitos referem-se a determinadas alterações, esperadas ou não as
especificamente pretendidas pela ação curricular de extensão, e que, mais que o grupoalvo, afetam as instituições, os agentes que a implementaram ou o meio social em que
o mesmo se realiza.

Instrumentos de avaliação são os meios pelos quais serão obtidas as informações necessárias
para a realização da análise.
•

Banco de dados – um banco de dados associado a um sistema de registro das ações de
extensão;

•

Check-list – é um instrumento rápido para os processos de acompanhamento e
monitoramento, podendo ser ampliado para a avaliação de eficiência.

•

Pesquisas de opinião – são questionários preconcebidos, com respostas padronizadas,
em que o entrevistado responde sem muita margem de discussão.

•

Entrevistas abertas – são conversas registradas com alguém que se julgue de interesse
para a avaliação da ação.

•

Entrevistas estruturadas – seguem roteiros predefinidos, embora possibilitem margem
de discussão. Resultarão em valores qualitativos, de forma predominante.

•

Questionários – roteiros de perguntas definidos, que podem ser respondidos pelo
entrevistado sem a presença do pesquisador. Portanto, têm um custo menor que as
entrevistas.

•

Tabulação de informações – a tabulação de informações é um instrumento para conferir
a consistência dos valores levantados pelos instrumentos, para verificar a existência de
inconsistências.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
OLIVEIRA, Marta Kohl de. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento. Um processo sóciohistórico. 5.ed. São Paulo: Scipione, 1997. (Pensamento e ação na sala de aula).

131

SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do
currículo. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.
TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis/RJ: Vozes, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ORSO, P; GONÇALVES, S. R; VALCI, M. M. Educação e Luta de Classes. São Paulo:
Expressão popular, 2008.
SAVIANI, D. et al. O legado educacional do séc. XX no Brasil. 2 ed. Campinas, SP:
Autores Associados, 2006.
SOUZA, J. V. A. de. (Org.) Formação de professores para a educação básica: dez anos de
LDB. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.
THIOLLENT, Michel. Metodologia da Pesquisa-Ação. São Paulo: Cortez,1985.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro (org.). Aula: gênese, dimensões, princípios e práticas.
Campinas, SP: Papirus, 2008.
VICENTINI, Paula; LUGLI, Rosário. História da profissão docente no Brasil:
representações em disputa. São Paulo: Cortez, 2009.

Disciplina: Código

ACE 5 - Surdez, Educação e Saúde: aspectos da
comunidade surda.

Período: 7º Carga Horária: 54h
Total

54h

Teórica 34

Prática 20

EMENTA: Reflexões com/na comunidade surda, visando perceber aspectos da Educação e
Saúde dos surdos a partir da visão sócio-antropológica da Surdez.

OBJETIVOS
Conhecer os aspectos sociais, educacionais e de saúde do povo surdo, visando estabelecer uma
relação dos aspectos teóricos com a comunidade surda alagoana.
Analisar a situação de educação e saúde da comunidade surda refletindo, à luz dos aspectos
teóricos, como ocorre o desenvolvimento do povo surdo na região.

METODOLOGIA
A abordagem metodológica envolve aulas expositivas e dialógicas, leitura, discussão em grupo,
elaboração de gêneros acadêmicos que relacionem a teoria com a prática. Podem ser utilizados

132

diversos recursos tecnológicos que favoreçam as atividades. Além disso, serão realizadas
atividades de campo a fim de estabelecer uma relação com a comunidade surda.

METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
A avaliação é processual, fazendo uso de diversos instrumentos como: leitura e discussão dos
textos; apresentação de seminários; produção de gêneros acadêmicos ao longo do semestre.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIANCHETTI, Lucídio; FREIRE, Ida Mara (Org). Um olhar sobre a diferença: interação,
trabalho e cidadania. 12. ed. Campinas, SP: Papirus, 2012.
QUADROS, Ronice Müller de. Ideias para ensinar português para alunos surdos. Brasília:
MEC, SEESP, 2006.
STROBEL, Karin. História da educação de surdos. Florianópolis: UFSC, 2009.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GÓES, Maria Cecília Rafael de. Linguagem, surdez e educação. 3. ed. Campinas, SP: Autores
Associados, 2002.
PASCHOAL, Claudia Lucia Lessa (Org). Instituto Benjamin Constant: conversando com o
autor - 2011. Rio de Janeiro, RJ: Instituto Benjamin Constant, 2014.
QUADROS, R. M. de (org.). Estudos Surdos I. Petrópolis, RJ: Arara Azul, 2006.
QUADROS, R. M. de (org.). Estudos Surdos II. Petrópolis, RJ: Arara Azul, 2006.
RODRIGUES, Maria Rita Campello. Mosaico no tempo: uma inter-ação entre corpo, cegueira
e baixa visão. Rio de Janeiro, RJ: Instituto Benjamin Constant, 2014.

Disciplina: Código

ACE 6 - Surdez, Educação e Saúde: práticas
interventivas com/na comunidade surda.

Período: 8º Carga Horária: 58h
Total

58h

Teórica 20

Prática 38

EMENTA: Atividades em Libras de informação e intervenção na comunidade surda e ouvinte,
desenvolvendo práticas na educação e saúde.

OBJETIVOS

133

Traçar atividades interventivas que atendam às necessidades sociais, educacionais e de saúde
do povo surdo, estabelecendo uma relação dos aspectos teóricos com a comunidade surda
alagoana.
Desenvolver ações interventivas em diversos espaços a fim de contribuir para o
desenvolvimento do povo surdo na região.

METODOLOGIA
A abordagem metodológica envolve aulas expositivas e dialógicas, discussão em grupo,
elaboração e aplicação de projetos intervencionistas, fazendo uso de diversos recursos
tecnológicos que favoreçam as atividades.

METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO
Os indicadores de avaliação e acompanhamento da ACE serão analisados de forma processual,
com apresentações de seminário. Além disso, também serão avaliadas a elaboração e aplicação
de um projeto no espaço comunitário que for o foco da ACE no semestre. Os indicadores de
avaliação da elaboração do projeto serão a adequação às necessidades locais e a qualidade do
embasamento teórico da proposta dos discentes. A aplicação do projeto terá como indicadores
a elaboração de relatórios de diagnóstico da aplicação e indicação de possíveis melhorias e/ou
ações interventivas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
QUADROS, R. M. de (org.). Estudos Surdos III. Petrópolis, RJ: Arara Azul, 2006.
QUADROS, R. M. de (org.). Estudos Surdos IV. Petrópolis, RJ: Arara Azul, 2006.
SALLES, H. M. M. Lima et al. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para
prática pedagógica. 2 v.: Programa nacional de apoio à educação dos surdos. Brasília: MEC,
SEESP, 2005.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FERREIRA, Lucinda. Por uma gramática de línguas de sinais. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ:
Tempo Brasileiro, 2010.
QUADROS, Ronice Müller de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre:
Artmed, 1997.
QUADROS, R. M. de (org.). Estudos surdos V. Petrópolis, RJ: Arara Azul, 2006.
SILVA, Vilmar. A política da diferença: educadores intelectuais surdos em perspectiva.

134

Florianopolis: Publicação do IF-SC, 2011.
NOGUEIRA, Jorge Luiz Fireman. Uso do software hagáquê para a prática da língua
portuguesa escrita da pessoa com surdez. Maceió: EDUFAL, 2011.

Disciplina: Código

ACE 7 - Saúde na escola e na comunidade

Período: 9º Carga Horária: 58h
Total

58h

Teórica

40

Prática: 18

EMENTA: Conceito de saúde. Promoção da saúde. Fatores de promoção e de risco à saúde.
Principais eras epidemiológicas e seus pressupostos. Saúde como fator de aprendizado. Saúde
da criança. Saúde do adolescente. Saúde da mulher. Determinantes socioeconômicos da saúde.
Sistema Nacional de Saúde. Políticas Nacionais de Saúde. Programas de Saúde na Escola e na
Comunidade.

OBJETIVOS
A ACE Saúde na Escola e na Comunidade objetiva construir com os discentes um olhar para a
importância do professor de Ciências e Biologia a respeito da construção da saúde nos diversos
níveis sociais em que está inserido, bem como instrumentá-los para proposição de ações e
projetos transformadores dessa realidade.

METODOLOGIA
Neste sentido, através de encontros dialogados expositivos com os discentes, serão previamente
mediados conhecimentos como: Conceito de saúde, promoção da saúde, fatores de promoção e
de risco à saúde, principais eras epidemiológicas e seus pressupostos, saúde como fator de
aprendizado, saúde da criança, saúde do adolescente, saúde da mulher, determinantes
socioeconômicos da saúde, sistema Nacional de Saúde, políticas nacionais de saúde, programas
de Saúde na Escola e na Comunidade. Após a construção desses conhecimentos, os alunos farão
atividades diagnósticas das condições de construção da saúde em diferentes grupos-alvo
(discentes do ensino básico, professores do ensino básico, pessoas associadas ao ambiente
escolar) e proporão projetos de intervenção que levem à melhoria dessas condições e que
culminarão com a realização de um evento na comunidade foco da ACE naquele momento.

METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO

135

Os indicadores de avaliação e acompanhamento da ACE se basearão em relatórios que serão
entregues ao longo do semestre, bem como da avaliação do projeto de intervenção final, que
será construído em diálogo com o público-alvo relativo àquela ação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MENDES, E. V. Uma agenda para a saúde. 2. ed. São Paulo: Hucitec, 1999. 300p. (Saúde
em debate; 88).
PINELL, P. Análise sociológica das políticas de saúde. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ,
c2011. 250 p.
TAVARES, M. G. M. Extensão universitária: novo paradigma de universidade? Maceió:
EDUFAL, 1997. 235 p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Ministério da Saúde (MS). Secretaria de Políticas da Saúde. Política Nacional de
Atenção Básica. Documento para Discussão. Brasília: MS; 2012.
BRASIL. Ministério da Saúde (MS). Secretaria de Políticas da Saúde. Política Nacional de
Promoção da Saúde. Documento para Discussão. Brasília: MS; 2002.
BRASIL. Ministério da Saúde (MS). Guia Alimentar para a População Brasileira, Brasília,
2104.

Disponível

em:

<

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf.
Acesso em: 20 maio. 2018.
BRASIL. Ministério da Saúde (MS). Ministério da Educação (MEC). Brasília - DF. 2011.
Programa saúde na escola: PSE. Passo a passo: Tecendo caminhos de intersetorialidade.
Disponível em: http://189.28.128.100/dab/docs/legislacao/passo_a_passo_pse.pdf. Acesso em:
20 maio. 2018.
M C. S. F. A arte de educar em saúde: uma contribuição nascida do cotidiano da enfermagem:
paródia, música, história, conto, poesia, dança, teatro. Maceió: EDUFAL, 2004. 207 p.
Atividades Curriculares de Extensão – ACE

Qtde.

Período letivo

02

2º e 3º

PROGRAMA: EDUCAÇÃO, SAÚDE E
COMUNIDADES
ACE Projetos de Extensão

7º e 8º

136

ACE Evento

03

1º, 5º e 9º

137

11. METODOLOGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
A educação deve ser entendida e trabalhada de forma interdisciplinar e em flexibilização
curricular, na qual o aluno é agente ativo, comprometido, responsável, capaz de planejar suas
ações, assumir responsabilidades e tomar atitudes diante dos fatos e interagir no meio em que
vive contribuindo, desta forma, para a melhoria do processo ensino-aprendizagem.
Com fins de estimular a aprendizagem, em correspondência aos objetivos do curso, os
docentes assumirão papel de mediadores da aprendizagem, adotando métodos diversificados e
criativos, a exemplo de: aulas expositivas, seminários, palestras, dinâmica de grupos, práticas
de laboratório, práticas em campo, visitas técnicas, estudos de casos e intervenções, entre outras.
As aulas expositivas, consistem em um método tradicional de exposição de conteúdos,
aqui adotados como acesso inicial aos conhecimentos formais básicos para as discussões e
análises críticas. São utilizados recursos tecnológicos tais como: audiovisuais (datashow, TV,
Internet e vídeo).
Os seminários podem ser utilizados como ferramenta de estímulo a participação
discente, dada pela ação expositiva (comunicação e expressão oral), sistematização de ideias, e
que requer domínio de conteúdo. Poderá ser utilizado como ferramenta avaliativa.
As palestras implicam no aprofundamento de determinada pauta, na qual o palestrante
(com elevado conhecimento sobre o tema) contribui para a integração entre a teoria e a prática.
As dinâmicas de grupo promovem as relações interpessoais na perspectiva da vivência
profissional, com estimula ao desenvolvimento crítica, tomada de decisões e liderança. Nessas
dinâmicas são potencializadas as competências e habilidades para trabalho e equipe, mediação
de conflitos, além de estimular a criatividade.
As práticas em laboratórios permitem a observação, identificação, análise e
reprodução de fenômenos como mecanismos de reforço da aprendizagem. Ao vivenciar as
práticas em laboratório, os discentes aprendem métodos e técnicas úteis em sua vida
profissional, na perspectiva dialógica entre teoria e prática.
As práticas em campo permitem a observação, identificação e análise de fenômenos
in situ. Possibilitam aos discentes o conhecimento e a experiência de articulação entre teoria e
prática em condições reais de realização.
As visitas técnicas consistem em visitas a entidades públicas e/ou privadas objetivando
integrar teoria e prática, além de contribuir para o estreitamento das relações entre instituição
de ensino e as esferas sociais relacionadas a Licenciatura em Ciências Biológicas.
Os estudos de casos possibilitam a ampliação de saberes, a partir de situações práticas,
visando ao desenvolvimento conceitual, atitudinal e procedimental.

138

As intervenções visam o estímulo a utilização de conhecimento teórico-prático para a
resolução de problemas identificados na comunidade e/ou localidade.
Soma-se a esses métodos, o uso de TICs (Tecnologia da Informação e Comunicação)
para promoção da aprendizagem. Assim, pode-se adotar o uso de ambientes virtuais de
aprendizagem, chats, e-mails, fóruns, comunidades virtuais, entre outros, como meio de
trabalho colaborativo, que ultrapassa barreiras geográficas.
Além disso, o ensino e aprendizagem no curso de Licenciatura em Ciências Biológicas
contará com o auxílio de monitoria e/ou tutoria (descritos no capítulo Apoio ao Discente).
Vale salientar que no processo de ensino e aprendizagem estimula-se o desenvolvimento
científico, dado pela recomendação de leitura de artigos e pesquisas científicas, divulgação de
grupos e entidades de pesquisa, e incentivo à escrita de trabalhos científicos. Além disso, são
divulgados os laboratórios de pesquisa vinculados ao curso e os programas de Iniciação
Científica.
O campus conta com tradutor/intérprete em Libras, que atenderá as demandas do curso
conforme solicitado.

12. AVALIAÇÃO
12.1. Avaliação da aprendizagem
A avaliação terá duas funções básicas: função diagnóstica – visa determinar a presença
ou ausência de conhecimentos e habilidades, providências para estabelecimentos de novos
objetivos, retomada de objetivos não atingidos, elaboração de diferentes estratégias de reforço,
sondagem, projeção e retrospecção de situação de desenvolvimento do aluno, dando-lhe
elementos para verificar o que aprendeu e como aprendeu.
Função formativa - localiza deficiências na organização do ensino-aprendizagem, de
modo a possibilitar reformulações no mesmo, e assegurar o alcance dos objetivos. Para que a
avaliação tenha o caráter formativo, trabalhar-se-á seleção dos objetivos e conteúdo das
disciplinas, desenvolvendo o caráter multidisciplinar e interdisciplinar sempre buscando a
participação dos alunos.
Segundo a Resolução CEPE/UFAL nº 25/05, a avaliação do rendimento escolar
acontecerá da seguinte forma:
a – Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
b – Prova Final (PF), quando for o caso;
c – Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

139

Cada Avaliação Bimestral abordará os conteúdos do respectivo bimestre e será
resultante de mais de um instrumento de avaliação. A nota será calculada considerando o total
de pontos obtidos nas diversas atividades formativas.
Em cada disciplina, o estudante que obtiver nota inferior a 7,0 (sete) em uma das
Avaliações Bimestrais (AB), terá direito a Reavaliação daquela em que obteve menor
pontuação. A Nota Final (NF) será a média aritmética das duas Avaliações Bimestrais.
Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF) das Avaliações
Bimestrais igual ou superior a 7,00 (sete).
Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das Avaliações
Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco). O aluno que obtiver Nota Final (NF) da Avaliações
Bimestrais igual ou superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a Prova
Final (PF). Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF), em cada
disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e cinco
décimos).
O cálculo para a obtenção da média final é a média ponderada da Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da nota da Prova Final (PF), com peso 4 (quatro).
12.2. Avaliação institucional
A avaliação institucional, conforme concebida no Projeto Pedagógico Institucional
(PPI), é realizada anualmente através de consulta on-line na página da UFAL e também via
SIEWEB (links de questionário antecedem o efetivo acesso do usuário) sendo considerado um
importante fator de gestão no sentido de possibilitar correções e redirecionamentos de ações,
refletir sobre os projetos pedagógicos, delimitar os obstáculos administrativos e de
infraestrutura. A avaliação institucional é elaborada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA),
que insere os questionários e processa as respostas. Os dados referentes a cada curso são
disponibilizados para elaboração de ações que visem a resolução dos problemas apontados.
A avaliação é um mecanismo que contribui para as respostas dadas às demandas da
comunidade científica e deve ser entendida como um processo amplo e co-participativo,
respeitando os critérios estabelecidos no regulamento geral dos cursos de graduação. Ela
transcende a concepção de avaliação da aprendizagem e deve ser integrada ao PPC como dado
que interfira consistentemente na ação pedagógica do curso, de maneira que garanta a
flexibilização curricular e que permita a adequação do desenvolvimento acadêmico à
realidade na qual se insere a UFAL. A avaliação requer, portanto, por parte de todos os atores
envolvidos com o processo educacional, uma permanente aferição avaliativa do Projeto

140

Pedagógico em relação aos fins pré-constituídos, às metas e às ações definidas. Assim, a
avaliação deve ser percebida como movimento de reflexão sobre os constitutivos do processo
de ensino-aprendizagem, do plano político-pedagógico e das atividades curriculares,
contribuindo assim para a constante melhoria do Curso.
12.3 Autoavaliação do Curso
O curso é avaliado, periodicamente, por discentes e docentes através de questionários
direcionados, que levam em consideração a atuação do docente (avaliação docente pelos
discentes), a atuação do discente (autoavaliação discente). A avaliação do desempenho docente
será efetivada pelos alunos/disciplinas fazendo uso de formulário próprio e de acordo com o
processo de avaliação institucional. Nos questionários ainda irão abordar questões relacionadas
a infraestrutura do Curso. O NDE (Núcleo Docente Estruturante) também participa na avaliação
do PPC realizando análise, acompanhamento e a consolidação efetiva do mesmo.
Tais procedimentos são gerenciados pela Comissão de Avaliação do Curso (CA) que está ligada
diretamente a Comissão de Autoavaliação (CAA) da Unidade Educacional Penedo, que tem
como objetivo não só proceder a autoavaliação, mas também elaborar relatórios e apresentá-los
a comunidade acadêmica do referido Curso. Os resultados dos relatórios serão socializados
através de audiências públicas com objetivo único de pontuar as dificuldades e propor medidas
para que as dificuldades sejam sanadas.
O roteiro proposto pelo INEP/MEC para avaliação das condições de ensino também
servirá de instrumento para avaliação, sendo o mesmo constituído pelos seguintes tópicos:
1. Organização didático-pedagógica: administração acadêmica, projeto do curso, atividades
acadêmicas articuladas ao ensino de graduação;
2. Corpo docente formação profissional, condições de trabalho, atuação e desempenho
acadêmico e profissional;
3. Infraestrutura: instalações gerais, biblioteca, instalações e laboratórios específicos.

12.4 Avaliação do Projeto Pedagógico do Curso
A avaliação do Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Licenciatura em Ciências
Biológicas constitui importante mecanismo de acompanhamento, proposição de ajustes e
melhorias. Essa avaliação será conduzida pelo NDE e Colegiado do curso .
Essa avaliação é uma importante ferramenta para aferir o sucesso das ações efetivadas,
como também para certificar-se de alterações futuras que venham a melhorar este projeto. Estas
ações denotam o dinamismo o qual o Projeto deve passar atendendo o disposto no artigo 3º,

141

Inciso VIII, da Lei nº. 10861, de 14/04/2004.

13. ACOMPANHAMENTO DOS EGRESSOS

O acompanhamento da carreira profissional dos egressos do curso de Ciências
Biológicas - Modalidade Licenciatura da Unidade Educacional Penedo será realizado
principalmente pelo acesso ao Currículo Lattes acessado na base lattes.cnpq.br de cada aluno.
Posteriormente, serão construídas as tabelas de acompanhamento das turmas egressas
subsequentes.
O acompanhamento das informações pertinentes sobre os egressos também poderá ser
realizado por meio de acesso as mídias sociais através das páginas de Facebook da Unidade
Educacional

Penedo:

https://www.facebook.com/groups/ufalpenedo;

da

turma

de

Licenciatura em Ciências Biológicas – ingressa em 2014.2 (primeira turma de egressos): ; da
turma de Ciências Biológicas – Modalidade Licenciatura ingressa em 2015.2: ; da turma de
Ciências Biológicas – Modalidade Licenciatura ingressa em 2016.2: . Vale salientar que a
criação da página do Facebook será realizada para cada turma ingressante. Outra mídia social
que poderá ser utilizada para acompanhamento dos egressos é o Instagram Bioblogufal..
Além dos meios para o acompanhamento dos egressos já existentes, será criado um
canal de comunicação com os egressos na página da UFAL Penedo por meio da construção de
um banco de dados, alimentado através de formulários online preenchidos pelo aluno/egresso
ao final do curso.
14. AÇÕES DE APOIO AOS DISCENTES

14.1 Nivelamento

O curso de nivelamento para os alunos recém-ingressos no curso Licenciatura em
Ciências Biológicas, tem como objetivo geral, promover melhorias no desempenho acadêmico
dos mesmos. Além disso, busca-se atender um dos parâmetros da perspectiva 4 do PDI 20132017 da UFAL, no sentido de ampliar e reforçar a permanência dos discentes nos espaços de
fazer acadêmico, e da perspectiva 8 do PDI 2013-2017 da UFAL, possibilitando aumento da
taxa de sucesso do ensino. Esses objetivos consistem em:
•

Promover a integração entre os discentes, e entre discentes e docentes do curso, de forma
a incentivá-los a participar das várias atividades desenvolvidas pela Universidade;

142
•

Mostrar a estrutura acadêmica e administrativa da Universidade;

•

Apresentar informações sobre a grade curricular do curso, Colegiado do Curso,
Centro Acadêmico e outros programas de interesse dos alunos;

•

Avaliar e complementar os conhecimentos destes alunos em matérias básicas
identificadas como deficientes para a compreensão dos fenômenos biológicos;

•

Enfatizar a importância das matérias específicas para formação profissional.

14.2. Laboratórios
14.2.1. Laboratórios de Ensino
Laboratório Didático Multidisciplinar;
Laboratório de Informática;
Laboratório Multidisciplinar de Práticas Pedagógicas.

14.2.2. Laboratórios- suporte às atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão
Laboratório de Análise da Vegetação em Ambiente Natural e Construído;
Laboratório de Desenvolvimento de Bioprodutos e Bioprocessos;
Laboratório de Diversidade Microbiana;
Laboratório de Ecologia Bentônica;
Laboratório de Ecologia Vegetal;
Laboratório de Ictiologia e Conservação;
Laboratório de Pesquisas em Estuários e Manguezais;
Laboratório de Sistemática e Diversidade de Artrópodes.

14.3. Monitoria
O programa de monitoria é coordenado pela Pró-Reitoria de Graduação – PROGRAD e tem como objetivo principal, possibilitar ao aluno o desenvolvimento de atividades de ensinoaprendizagem em determinada disciplina supervisionada por um professor orientador. Entre
seus objetivos específicos destacam-se:

143

Assessorar o professor nas atividades docentes; possibilitar a interação entre docentes e
discentes; proporcionar uma visão globalizada da disciplina a partir do aprofundamento,
questionamento e sedimentação de seus conhecimentos; desenvolvimento de habilidades
didático-pedagógicas e uma visão crítica sobre a metodologia do ensino.

14.4. Programa de Educação Tutorial (PET)
No âmbito das Atividades Acadêmicas de formação oferecidas aos discentes, listamos
de maneira especial, o Programa de Educação Tutorial (PET), que oferta periodicamente bolsas
de estudo para os alunos selecionados. Todos os professores e alunos do curso de Ciências
Biológicas são, permanentemente, estimulados a participar do programa com atividades
conduzidas sob a coordenação do programa PET. O Programa de Educação Tutorial (PET) foi
criado e implantado em 1979 pela CAPES, sendo um programa acadêmico direcionado a alunos
regularmente matriculados em cursos de graduação. Eles são selecionados pelo respectivo
Grupo PET, recebendo orientação acadêmica de Professores e Tutores. O PET objetiva
envolver os estudantes que dele participam num processo de formação integral, propiciandolhes uma compreensão abrangente e profunda de sua área de estudos. São objetivos deste
programa: a melhoria do ensino de graduação, a formação acadêmica ampla do aluno, a
interdisciplinaridade, a atuação coletiva, o planejamento e a execução, em grupos sob tutoria,
de um programa diversificado de atividades acadêmicas. Até o ano de 1999, o programa foi
coordenado pela CAPES. A partir de 31 de dezembro de 1999, o PET teve sua gestão transferida
para a Secretaria de Educação Superior - SESu/MEC, ficando sob a responsabilidade do
Departamento de Projetos Especiais de Modernização e Qualificação do Ensino Superior DEPEM. Vem sendo executado, desde então, levando em conta as diretrizes e os interesses
acadêmicos das Universidades às quais se vincula, e que passaram a ser responsáveis por sua
estruturação e coordenação.
Os Programas são avaliados através de uma Comissão Local de Avaliação e
Acompanhamento uma Comissão de Avaliação do MEC/SESU. O PET/ Conexões de Saberes
Penedo teve sua aprovação em dezembro de 2010 e, durante toda a sua existência, tem se
empenhado na participação e/ou promoção de inúmeros eventos sociais, técnicos, culturais,
instrutivos e políticos, visando atingir plenamente os objetivos primordiais do programa. Como
consequência, o grupo tem obtido bons conceitos nas avaliações de atividades feitas pelos
órgãos de fomento desde sua implantação, como por exemplo:
1) Ampliação do interesse pela pós-graduação por parte do corpo discente do curso;

144

2) Sucesso na vida profissional de ex-petianos tem demonstrado a todos os alunos que
participam do Programa a importância de uma maior dedicação na graduação, perseguindo uma
formação mais abrangente;
3) Tem proporcionado uma maior integração entre os corpos discente e docente da graduação
através da promoção de eventos de várias naturezas (científicos, culturais e esportivos);
4) Os trabalhos de pesquisa elaborados pelos petianos têm sido reconhecidos em congressos
científicos de alta qualidade;
5) Suas ações consolidadas têm servido de modelo para projetos de implantação de outros
grupos PET na UFAL;
6) Vem proporcionado uma melhor representatividade do curso em eventos realizados em
outras IES.
Destaca-se, ainda, que o Programa, em atenção a divulgação do curso de Ciências
Biológicas fora da Universidade, tem realizados palestras e seminários nas escolas de Ensino
Médio na região.

14.5. Políticas de atendimento a pessoas com deficiência

A comunidade acadêmica que compõe o curso de Licenciatura em Ciências Biológicas
da Unidade Educacional Penedo, preocupada com a instauração de uma educação superior
inclusiva, em consonância com a Constituição Federal de 1988; a LDBEN nº 9.394/1996; a
Portaria n° 3.284/2003; o Decreto n° 5.296/2004; o Decreto n° 6.949/2009; o Decreto n°
7.611/2011; a Lei n° 13.146/2015 e a Lei n° 15.487/2015 e com o Plano de Desenvolvimento
Institucional da Universidade Federal de Alagoas (PDI 2013-2017), busca assegurar a
permanência e o sucesso acadêmico dos estudantes com deficiência física, visual, auditiva,
intelectual, com transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação que
poderão fazer parte do curso. Para isso, implementa a acessibilidade para esses estudantes
considerando quatro eixos:

14.6. Atividades de Ensino e Inclusão

Para favorecer a acessibilidade didática e curricular, o curso de Licenciatura em
Ciências Biológicas oferta duas disciplinas para atender as demandas da Educação Inclusiva:
LIBRAS, conforme Decreto n° 5.626/05, como disciplina obrigatória do curso; e como
disciplina eletiva nos cursos de bacharelado em Turismo, Sistemas da Informação e Engenharia

145

da Produção; e,
Dificuldades de Aprendizagem, disciplina eletiva, que busca estudar as causas e os tipos
de dificuldades de aprendizagem; discutir os modos como elas afetam tanto a educação quanto
o crescimento social e educacional do sujeito, a partir das teorias psicológicas de Skinner e
Vygotsky; debater sobre a atuação dos professores de Ciências/Biologia frente às Dificuldades
e Transtornos de Aprendizagem na educação básica/no ensino superior; e compreender as
políticas públicas da Educação Inclusiva no Brasil, em Alagoas e, em especial, no município
de Penedo/AL e entorno.
Além dessas disciplinas, para favorecer a aprendizagem no ambiente universitário, o
curso conta com o Programa de Tutoria e Monitoria da Universidade, que objetiva reduzir as
reprovações nas disciplinas fornecendo aos/às discentes, apoio pedagógico no sentido de tirar
dúvidas dos conteúdos e para suprir as dificuldades de aprendizagem advindas das práticas
metodológicas conceituais básicas do ensino médio. Essas atividades são desenvolvidas por
estudantes bolsistas (ou não) que obtiveram bom desempenho nas disciplinas em que há um
maior índice de reprovação, sob a orientação de docentes supervisores.

14.7. Atividades de Extensão e Inclusão

São promovidas ações de extensão com a temática da Educação Inclusiva, voltados para
os/as discentes do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas e para a formação continuada
dos/as professores/as da educação básica das escolas públicas do município de Penedo/AL. No
período de 2015 a 2018 foram desenvolvidas atividades de extensão, como por exemplo, as
ações elencadas abaixo:
•

Projetos de Extensão: Formação continuada para professores dos anos finais do ensino
fundamental das escolas municipais de Penedo/AL; Curso de Formação para
Tradutor/Intérprete de Libras para professores das escolas municipais de Penedo/AL

•

Ações de Extensão: Escola democrática – numa perspectiva inclusiva.
Tenciona-se ainda ampliar essas discussões para a docência no ensino superior, com

vistas a atender a demanda dos docentes da Unidade Educacional Penedo, no que tange ao
Atendimento Educacional Especializado referente às Dificuldades de Aprendizagem dos/das
discentes dos cursos que compõem a Unidade.

146

14.8. Atividades de Pesquisa e Inclusão

As pesquisas no campo da inclusão estão no processo de implementação e buscam
analisar como ocorre a Educação Inclusiva no ensino de Ciências/Biologia para os estudantes
com deficiência nos anos finais do Ensino Fundamental e/ou no Ensino Médio das escolas
públicas de Penedo/AL e entorno.
Cabe destacar que a Educação Inclusiva tem sido objeto de investigação de pesquisas
no curso ainda de forma incipiente, com apresentações de trabalho em eventos científicos e
publicação de artigos nos anais desses eventos. Tenciona-se criar um Grupo de Pesquisa que
estabeleça a Educação Inclusiva como mote de investigação.

14.8. Atividades do Núcleo de Acessibilidade da UFAL

Além desses eixos, o curso conta com o apoio didático-pedagógico do Núcleo de
Acessibilidade (NAC) da UFAL. O NAC foi criado em 2013 e está vinculado à Pró Reitoria
Estudantil (PROEST/UFAL) e ao Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES) por
uma ação específica do Programa Incluir – Acessibilidade na Educação Superior, do Ministério
da Educação. Este Núcleo visa não apenas garantir os direitos previstos na lei, mas
disponibilizar meios, recursos e serviços que permitam a efetivação da permanência desses/as
discentes, com qualidade, em nossa instituição. Esse Núcleo está localizado no Campus A. C.
Simões em Maceió, mas oferece orientações para os demais campi da Universidade através da
socialização de suas ações.
Além do NAC, a Unidade disponibiliza do Núcleo de Assistência Estudantil (NAE),
que realiza serviços de atendimento aos estudantes. O NAE funciona em uma sala específica e
conta com uma Assistente Social que permanece na Unidade diariamente.
No entanto, algumas limitações arquitetônicas impedem que os trabalhos didáticopedagógicos sejam desenvolvidos de maneira plena na Unidade Educacional Penedo: o prédio
da Unidade, apresenta pouca acessibilidade para pessoas com deficiência e/ou mobilidade
reduzida no piso térreo, apenas contando com uma rampa na entrada e uma vaga para pessoa
com deficiência no estacionamento; não há banheiro acessível para os/as discentes, docentes,
técnicos e funcionários, piso tátil e elevador para o primeiro e segundo andar. O projeto de
construção do prédio prevê a instalação de elevadores, entretanto, a instalação foi inviabilizada
devido a problemas contratuais da empresa responsável, que não efetuou a entrega do
equipamento.

147

Cabe ressaltar, que apesar dessas dificuldades estruturais e arquitetônicas, a comunidade
acadêmica da Unidade Educacional Penedo e do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas
assume um compromisso para diminuir essas barreiras com os futuros estudantes com
deficiência, tendo em vista que, atualmente, não há demanda desse público na Unidade.
Quanto ao núcleo de acessibilidade que atende ao curso de Licenciatura em Ciências
Biológicas, no momento as atividades são desenvolvidas pelo Núcleo de Atendimento
Educacional – NAE. Este, oferece suporte pedagógico ao corpo docente, técnico e discente,
fortalecendo as interações entre a comunidade acadêmica. Quando necessário, os docentes e/ou
discentes são encaminhados para o NAC no campus Arapiraca ou no campus A. C. Simões.

14.9. Política de assistência estudantil

A Assistência ao Estudante vem sendo executada pela Pró-reitoria Estudantil
(PROEST/UFAL), com sede no Campus A.C. Simões, em seus campi e unidades educacionais
fora de sede através das ações desenvolvidas pelo Núcleo de Assistência ao Estudante (NAE).
A política de assistência estudantil desenvolvida pela PROEST segue princípios e diretrizes
estabelecidos no Decreto Nº 7.234, de 2010, que dispõe sobre o Programa Nacional de
Assistência Estudantil (PNAES), contribuindo para a melhoria do desempenho acadêmico dos
discentes, a partir de medidas que buscam combater situações de repetência e evasão, a fim de
assegurar condições de permanência na educação superior pública federal.
Em 2012, após o processo de interiorização e expansão da UFAL, a PROEST
institucionaliza os NAEs no Campus do Sertão e sua unidade educacional de Santana do
Ipanema e no Campus Arapiraca e unidades de Penedo, Palmeira dos Índios e Viçosa, como
instancias de execução das atividades de assistência aos estudantes; e com vinculação direta a
Gerência de Assistência Estudantil (GAE), com a Gerência de Esportes (GEE) e com as
coordenações de Política Estudantil e de Ações Acadêmicas da PROEST.
Segundo sua normatização, o NAE deveria ser composto por uma equipe profissional
formada por um coordenador geral, um vice coordenador, um profissional de educação física,
um assistente social e um psicólogo, além de um pedagogo, objetivando prestar um atendimento
psicopedagógico e assistencial que desenvolvam as ações previstas no PNAS nas seguintes
áreas: moradia estudantil, alimentação, transporte, atenção à saúde, inclusão digital, cultura,
esporte, creche, apoio pedagógico, e acesso, participação e aprendizagem de estudantes com
deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades e superdotação. São
também atribuições do NAE:

148

I - Realizar pesquisas que identifiquem o perfil socioeconômico dos estudantes matriculados
em cursos presenciais;
II - Realizar avaliação e seleção dos estudantes em situação de vulnerabilidade e risco social;
III - Acompanhar a vida acadêmica dos estudantes contemplados nos programas de assistência
estudantil;
IV - Fazer acompanhamento e orientação psicopedagógicos;
V- Encaminhar os estudantes aos atendimentos de saúde;
VI - Promover atividades de esporte, socialização e integração;
VII - Participar e colaborar com a organização da recepção aos calouros;
VIII - Analisar as demandas assistenciais para avaliação da necessidade de ações específicas
com fins de atendimento às demandas da comunidade estudantil.
O NAE na Unidade Educacional Penedo, desde a sua implementação, não conta com
uma equipe mínima de profissionais prevista na sua normatização. Há apenas uma assistente
social lotada no setor e, desde 2015, conta com o apoio de uma assistente em administração.
Diante deste fato, as ações desenvolvidas no Núcleo estão limitadas basicamente ao
atendimento assistencial por meio da concessão financeira de bolsas ou auxílios de caráter
permanência. Assim a política de assistência estudantil desenvolvida pelos NAEs dispõe de
quatro formas de benefícios aos alunos de curso se graduação presencial, conforme abaixo:
Definição
Bolsa

Valor

Objetiva atender ao estudante em situação de

Pro-graduando vulnerabilidade socioeconômica para ampliar as
condições de permanência durante sua formação

R$ 400,00

acadêmica presencial.
Auxílio

Visa ampliar as condições de permanência dos

Moradia

estudantes

em

socioeconômica

situação

de

procedentes

vulnerabilidade
de

Estados,

R$ 300,00

Municípios e/ou povoados distintos do qual se
encontra vinculado, ou seja, estudantes que
originalmente residam em localidade diferente de
onde estudam.
Auxílio

É ofertado exclusivamente aos estudantes em

Alimentação

situação de vulnerabilidade socioeconômica que não
dispõem

de

atendimento

pelo

restaurante

R$ 150,00

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universitário.
Auxílio

Objetiva ampliar as condições de permanência dos

Emergencial

estudantes que se encontram com dificuldades Concedido por
socioeconômicas

emergenciais,

inesperadas

R$ 300,00

e 03

meses,

momentâneas, que coloquem em risco a sua podendo
permanência na Universidade.

ser

prorrogado por
mais 03

A inserção dos alunos nos programas e auxílios citados é realizada via editais de seleção
com análise socioeconômica e documental realizada pelo Serviço Social nos NAEs e
GAE/PROEST.
Outra ação integrante do PNAS e operacionalizada pelo NAE é o Programa de Bolsa
Permanência (PBP). Implantado em 2013 pela Portaria nº 389, do MEC, este programa concede
um auxílio financeiro com a finalidade minimizar as desigualdades sociais, étnico-raciais e
contribuir para permanência e diplomação dos estudantes de graduação em situação de
vulnerabilidade socioeconômica, especialmente de origem quilombola ou indígena.
Como forma de incentivar a participação de estudantes de graduação em eventos de
ensino, pesquisa ou extensão, como autores ou coautores de trabalhos acadêmicos, a PROEST
concede um auxílio financeiro (ajuda de custo), mediante solicitação do aluno. A documentação
necessária pode ser entregue no NAE de referência e, posteriormente, encaminhada para a
secretaria da Pró-reitoria. O valor repassado ao estudante, após a apresentação do
certificado/declaração de participação no evento, será condicionado à disponibilidade
orçamentária e financeira da UFAL, podendo variar de acordo com a distância do
Campus/Unidade ao local do evento.
15. INFRAESTRUTURA

A Coordenação do curso tem seu espaço de gabinete na Unidade Educacional de Penedo,
em uma sala com área média de 10m2, no piso térreo. O gabinete possui climatização,
iluminação e isolamento acústico adequado, oferecendo acessibilidade, tanto para
Coordenadores quanto para discentes, e comodidade a contento. Possui acesso à rede de internet
via WiFi e/ou à cabo e mobiliário (mesa, cadeira tipo escritório, armário/arquivo). Como apoio
de informática 1 (um) notebook é destinado ao exclusivo da Coordenação, e disponibiliza-se 1
(uma) impressora laser (colorida).
A Unidade Educacional de Penedo possui 6 (seis) salas de aula, sendo que 5 (quatro)

150

delas possuem área média de 45m2, com capacidade média para 50 alunos, e 1 (uma) sala com
capacidade para 60 alunos. As salas possuem climatização, iluminação e isolamento acústico
adequado, oferecendo comodidade requerida para a realização das aulas. Todas as salas são
compartilhadas com outros 2 (dois) outros cursos, que tem seu funcionamento em período
diurno (no contraturno do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas).
Em relação a acessibilidade, esta é conferida nas 2 (duas) salas localizadas no piso térreo,
que oferecem condições próprias para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida,
conforme Norma Técnica de Acessibilidade ABNT NBR 9.050/2004. Para as salas distribuídas
nos demais andares, existe projeto para garantir a acessibilidade por meio de plataforma
elevatória. As demandas de acessibilidade serão, temporariamente, acolhidas nas salas
localizadas no piso térreo. As salas de aula possuem acesso à rede de internet via WiFi e
mobiliário (mesa, cadeira tipo escritório, quadro branco e carteiras estudantis).
O curso tem à sua disposição, ainda, 2 (duas) salas de aula no Centro de Cultura e
Extensão Universitária (CCEU), equipamento cultural que pertence à Unidade. Esses espaços
de sala de aula possuem acesso à rede de internet via WiFi e mobiliário (mesa, cadeira tipo
escritório, quadro branco e carteiras estudantis).
Existem três laboratórios especializados que dão suporte ao desenvolvimento do ensino
e aprendizagem no curso, são eles:
a) Laboratório Didático Multidisciplinar – Espaço de realização de aulas práticas na área de
conhecimento, e subáreas, das Ciências Biológicas. O laboratório possui normas de segurança
e utilização aprovadas em reunião de Unidade. Quanto aos equipamentos de segurança, possui
chuveiro e lava olhos. Estão à disposição dos docentes e discentes equipamentos e vidrarias
compatíveis com as aulas práticas realizadas.
c) Laboratório de Práticas Pedagógicas - Esse laboratório tem uso exclusivo do curso de
Licenciatura em Ciências Biológicas. Nesse laboratório serão elaborados programas que visem
conceber e preparar material didático (coleções, kits, etc.), implementar inovações pedagógicas,
assim como, desenvolvimento de novas metodologias, as quais deverão ser aplicadas em
escolas públicas ou particulares da região. Poderá, ainda, dar suporte às demandas externas de
capacitação docente da rede de ensino por meio de oficinas, bem como, a disponibilização dos
modelos pedagógicos e jogos didáticos produzidos.
d) Laboratório de Informática – Nesse laboratório são efetuadas aulas práticas com uso de
softwares especializado, acesso a banco de dados e pesquisa e/ou sites acadêmicos. É equipado
com 25 computadores de mesa. A relação entre equipamentos e usuários chega ao máximo de
2 discentes por máquina. Todos os computadores possibilitam o acesso dos discentes à internet.

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O acesso é regulado via senha, disponibilizada pelo NTI da Unidade.
Os laboratórios ofertam condições de acessibilidade a pessoas com deficiência e/ou
restrição de mobilidade e, também, instituem-se em conformidade com as Diretrizes
Curriculares Nacionais.
O uso do Laboratório de Informática e do Laboratório Didático Multidisciplinar e
Laboratório de Informática) se dá de forma compartilhada com outros cursos, em turnos
alternados. Ambos os laboratórios possuem corpo técnico de suporte às atividades neles
realizadas.
Os gabinetes dos professores são, em sua maioria, de uso compartilhado. Todos os
gabinetes apresentam capacidade de ocupação dentro do estabelecido. Nesses espaços são
efetuadas as atividades, entre outras, administrativas e de atendimento ao discente.

152

16. REFERÊNCIAS

ANASTASIOU, Léa das Graças Camargos. Propostas curriculares em questão:
saberes e docentes e trajetórias da educação. In: CUNHA, Maria Isabel da (Org.).
Reflexões e práticas em pedagogia niversitária. Campinas, SP: Papirus,2007.
BRASIL. Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos. Plano Nacional de
Educação em Direitos Humanos / Comitê Nacional de Educação em Direitos
Humanos. Brasília: Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Ministério da
Educação, Ministério da Justiça, UNESCO, 2007.
BRASIL. Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira – INEP. Instrumento de Avaliação de Cursos de
Graduação – Bacharelados, Licenciaturas e Cursos Superiores de Tecnologia.
Brasília, abril, 2016.
SANTOS, Boaventura Souza. Pela mão de Alice. São Paulo: Cortez.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Plano de Desenvolvimento
Institucional 2008-2012. UFAL: Maceió, 2008.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOA. Resolução Nº. 65/2014CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Plano de Desenvolvimento
InStitucional 2006-2008.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO. Diretrizes para elaboração do
Projeto Pedagógico de Cursos. Ouro Preto: PROGRAD/UFOP, 2014.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA. Elementos do projeto políticopedagógico de curso de graduação da UNIPAMPA. Rio Grande do Sul:
UNIPAMPA, 2011.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Educação Básica e ensino superior: projetopolítico-pedagógico. Campinas, SP: Papirus, 2004.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Plano de Desenvolvimento
Institucional 2008-2012. UFAL: Maceió, 2008
Universidade Federal de Alagoas. Resolução Nº. 65/2014-CONSUNI/UFAL, de 03
de novembro de 2014.

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ANEXOS
Toda regulamentação utilizada (normas, pareceres, resoluções, entre outros); Calendário
Acadêmico e outros pertinentes.
APÊNDICES
Todos os manuais e outros documentos produzidos pelo curso para regulamentar alguma
atividade descrita no PPC. Ex.: Manual de Estágio, Manual de TCC, Manual de Atividades
Complementares (parte flexível), etc.