PPC Ciências Biológicas 2008
PPC Biologia Matriz Curricular 2008.PDF
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA
Eixo da Educação
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
BIOLOGIA LICENCIATURA
ARAPIRACA-AL / 2008
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA
Eixo da Educação
CURSO DE BIOLOGIA - LICENCIATURA
Projeto Pedagógico do Curso de Biologia Licenciatura do Campus Arapiraca, elaborado
tendo como base as Diretrizes Curriculares
Nacionais.
ARAPIRACA-AL / 2008
1
IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
NOME DO CURSO: Biologia Licenciatura
TITULO CONFERIDO: Licenciado em Biologia
DOCUMENTO DE AUTORIZAÇÃO: Processo 23000.021478/2006-72 - Parecer: CES
52/2007 de 27 e 28 de fevereiro e 01 março de 2007. Publicado em 14 de março de 2007.
TURNO: Diurno
CARGA HORARIA: 3.360h
DURAÇÃO: Mínima: 4 anos
Máxima: 7 anos
VAGAS: 50 (oferta anual)
PERFIL DO EGRESSO: Profissional apto para atuar preferencialmente na Educação Básica
seja, na docência da Biologia e/ou na gestão do trabalho educativo.
CAMPOS DE ATUACAO: Estabelecimentos de Educação Básica, Instituições de Ensino e
Pesquisa, e nas demais áreas indicadas pela legislação que rege o exercício da
profissão.
FORMA DE INGRESSO: A primeira forma de acesso aos cursos da Universidade Federal de Alagoas é
normatizado pela Resolução nº 18/2005 – CEPE, de 11 de julho de 2005, que trata do Processo
Seletivo da Universidade Federal de Alagoas. Outras resoluções e legislações nacionais normatizam
as demais formas de ingresso no curso através de transferência, reopção, matrícula de diplomados,
Programa de Estudantes-Convênio de Graduação, ex-officio etc. Todas essas resoluções estão
disponibilizadas no endereço eletrônico: www.ufal.br, mais especificamente na página da
PROGRAD, em normas acadêmicas.
COLEGIADO OU EQUIPE DE ELABORAÇÃO:
Profa Dra Eliane Aparecida Holanda Cavalcanti
Profa MsC. Maria Aliete Bezerra Machado
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SUMÁRIO
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
IDENTIFICAÇÃO DO CURSO.........................................................................
INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA.....................................................................
1.1. Nova proposta para Biologia Licenciatura...................................................
1.2. Diretrizes curriculares para os cursos de Ciências Biológicas.....................
PERFIL DO EGRESSO......................................................................................
HABILIDADES-COMPETÊNCIAS-ATITUDES.............................................
CONTEÚDOS/MATRIZ CURRICULAR..........................................................
1. Tronco inicial...................................................................................................
2. Tronco intermediário.......................................................................................
3. Tronco profissionalizante................................................................................
4.1. Eixos temáticos centrais...............................................................................
a) Zoologia geral...........................................................................................
b) Botânica geral...........................................................................................
c) Genética geral...........................................................................................
d) Morfologia e fisiologia humana...............................................................
e) Ecologia e meio ambiente........................................................................
f) Ciências exatas e da natureza....................................................................
g) Fundamentos filosóficos e sociais............................................................
h) Conteúdos curriculares da educação básica.............................................
i) A escola e o trabalho pedagógico..............................................................
j) Pratica docente orientada..........................................................................
4.2. Articulação entre a teoria e prática...............................................................
4.3. Interdisciplinaridade.....................................................................................
4.4. Ensino, pesquisa e extensão..........................................................................
4.5. Representação gráfica do perfil de formação...............................................
ORDENAMENTO CURRICULAR...................................................................
EMENTARIO DAS DISCIPLINAS...................................................................
6.1. Tronco inicial................................................................................................
6.2. Tronco intermediário....................................................................................
6.3. Tronco profissionalizante.............................................................................
6.3.1. Terceiro período.................................................................................
6.3.2. Quarto período....................................................................................
6.3.3. Quinto período....................................................................................
6.3.4. Sexto período......................................................................................
6.3.5. Sétimo período....................................................................................
6.3.6. Oitavo período....................................................................................
6.4. Disciplinas eletivas.......................................................................................
ESTÁGIO SUPERVISIONADO........................................................................
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC.......................................
ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICOS-CULTURAIS..........................
AVALIAÇÃO.....................................................................................................
10.1. Avaliação do Projeto Pedagógico do Curso...............................................
10.2. Avaliação do processo ensino-aprendizagem.............................................
AÇÕES DE APOIO AOS DISCENTES............................................................
11.1. Nivelamento................................................................................................
11.2. Laboratório de práticas de ensino da Biologia...........................................
11.3. Monitoria....................................................................................................
REFERÊNCIAS..................................................................................................
ANEXOS.............................................................................................................
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1. INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA
O estudo da Biologia deve possibilitar a compreensão de que a vida se organizou
através do tempo, sob a ação de processos evolutivos, tendo como resultado uma grande
diversidade de formas sobre as quais continuam atuando as pressões seletivas. Os organismos
de uma forma geral, incluindo os seres humanos, não estão isolados, ao contrário, constituem
sistemas que estabelecem complexas relações de interdependência. O entendimento dessas
interações envolve a compreensão das condições físicas do meio, do modo de vida e da
organização funcional interna das diferentes espécies e sistemas biológicos. Contudo,
particular atenção deve ser dispensada às relações estabelecidas pelos seres humanos, dada a
sua especificidade. Em tal abordagem, os conhecimentos biológicos não se dissociam dos
sociais, políticos, econômicos e culturais.
No Brasil, as Ciências Biológicas teve sua regulamentação em 1962, quando o
Conselho Federal de Educação (CFE) fixou o currículo mínimo e a duração dos cursos de
História Natural (Parecer no 325/62), para a formação de profissionais que atendiam às
demandas de pesquisa e ensino no 3o grau, ao ensino da Biologia no 2o grau e de Ciências
Física, Química e Biológica no 1o grau.
Dois anos depois (1964), o CFE fixou o currículo mínimo para o Curso de
Ciências Biológicas (licenciatura) adequando o antigo curso de História Natural às exigências
da especialização e da demanda referente à separação das áreas biológica e geológica. A partir
de então, surgiram os Institutos de Geociências e/ou Escolas de Geologia do país. Desde então
os egressos dos Cursos de Ciências Biológicas, vêm atendendo ao ensino de Biologia e de
Ciências nos diversos níveis, além da produção de conhecimento básico e aplicado nas
diversas subáreas das Ciências Biológicas, através da pesquisa.
O Projeto Pedagógico do Curso de Biologia Licenciatura, Campus Arapiraca, foi
elaborado de acordo com as seguintes orientações: a) Conselho Nacional de Educação,
através das DCN´s para a Formação de Professores da Educação Básica (Parecer
CNE/CP009/2001, Resoluções CNE/CP no 01/2002 e no.02/2002) b) DCN para o Curso de
Ciências Biológicas (Parecer No.1.301/2001 de 06 de novembro de 2001 e Resolução
CNE/CES 09/2002 c) Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental e para o
Ensino Médio emitidos pelo Ministério da Educação, d) as recomendações do Fórum das
Licenciaturas da UFAL, contidas nas Diretrizes Políticas para as Licenciaturas na UFAL e e)
os princípios norteadores contidos na nova estrutura e conteúdo curricular dos Projetos
4
Pedagógicos para cursos Interiorizados da UFAL cuja configuração geral obedece a três
troncos: o inicial, o intermediário e o profissionalizante.
1.1. Nova proposta para Biologia Licenciatura
O futuro do ensino como um todo, segundo estudiosos está ligado a três palavraschave: relevância, qualidade e internacionalização. Há uma necessidade urgente de acelerar o
ritmo das mudanças dentro das instituições de ensino objetivando acompanhar uma nova
realidade social que já está estabelecida. No ensino superior ainda forma-se milhares de
universitários para o campo de empregos, quando se sabe que, no máximo 10% dos
formandos em universidades brasileiras se encontrarão no mercado de trabalho formal. Isto
tudo está ligado ao aumento populacional e a maior integração entre as pessoas
proporcionadas pela tecnologia aplicada à comunicação que vem desenvolvendo uma
verdadeira revolução no cotidiano.
As rupturas tecnológicas estão acontecendo cada vez mais rapidamente. Pesquisas
apontam que o ciclo tecnológico idéia/invenção-inovação/imitação, que antes era de 30 anos
(isso há aproximadamente quatro décadas), está hoje em 6 anos e será possivelmente em
2020, de 02 a 03 anos. Isso acarretará grandes implicações, 50% do que um “vestibulando” de
biologia aprende hoje ao ingressar no Curso de Ciências Biológicas poderá estar obsoleto
assim que se formar. Além do que as profissões tenderão a ser des-regulamentadas, passando
a valer mais o conjunto de conhecimentos e habilidades do que o diploma.
Preocupados com os processos inovadores que vem paulatinamente acontecendo,
devido à globalização, o Ministério da Educação, em maio de 2000, remeteu ao Conselho
Nacional de Educação, para apreciação, proposta de Diretrizes para Formação de Professores
da Educação Básica, em cursos de nível superior, formulada por Grupos de Trabalho
designado para este fim.
A proposta de diretrizes nacionais para a formação de professores para a educação
básica brasileira busca construir uma sintonia entre a formação de professores, os princípios
prescritos pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional/LDBEN, as normas instituídas
nas Diretrizes Curriculares Nacionais para educação infantil, para o ensino médio, e suas
modalidades, bem como, as recomendações dos Parâmetros e Referenciais Curriculares para a
educação básica elaboradas pelo Ministério da Educação. O processo de elaboração dessas
propostas de Diretrizes Curriculares para a graduação consolidou uma formação para três
categorias de carreiras: a) Bacharelado Acadêmico; b) Bacharelado Profissionalizante e c)
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Licenciatura. Assim, conforme essas diretrizes, a Licenciatura ganhou terminalidade e
integralidade própria em relação ao Bacharelado, constituindo-se em “um projeto especifico
exigindo a definição de currículos próprios da Licenciatura que não se confundam com o
Bacharelado ou com a antiga formação de professores que ficou caracterizada como modelo
“3 + 1”. Lyra (2003) faz um questionamento importantíssimo: “O licenciado em Biologia
pela Universidade Federal de Alagoas é Biólogo Professor? Ou Biólogo e Professor? Com
uma visão diferenciada o autor procura fazer uma síntese da atual Formação do Professor de
Biologia, com base em seu levantamento ele ressalta as seguintes considerações:
O repensar do Curso de Biologia da UFAL deve-se não apenas a uma imposição
legal ou à compreensão da relevância da atividade do biólogo, mas,
principalmente, à necessidade de profissionais docentes bem formados para
atuarem no ensino da Biologia, nos níveis Fundamental e Médio;
Os dias atuais apontam para um ensino que não ajude apenas a desvendar os
"segredos da vida", mas, sobretudo, que ressignifique uma educação para
promover um olhar crítico da atividade humana e seus impactos sobre a biosfera;
Para garantir o compromisso do curso de Biologia com essa concepção planetária,
apontou para a necessidade de um planejamento o qual apresente idéias e
propostas, entendidas como contribuições precedentes, cujas reflexões darão
consistência ao plano a ser posto em ação.
O ponto de partida a desenhar-se num sustentáculo propositivo de mudança
deveria ser o Projeto Pedagógico do curso, onde o olhar comprometido voltado à
formação do professor de Ciências e Biologia, não descarta, em nenhum momento,
a fundamentação específica que venha respaldar toda uma consistência didáticocientífica das Ciências Biológicas.
O biólogo seja ele bacharel ou licenciado, deve ter consciência de seu papel
transformador, estimulando-o e contribuindo para a conservação da natureza, seja
desenvolvendo atividades educacionais e comunitárias. A formação generalista do
educador e o constante aprimoramento dos conhecimentos deverão estar sempre
presentes em seu fazer diário.
Dessa forma a nova configuração das licenciaturas constitui uma proposta
inovadora e está em sintonia com a necessidade de formar docentes comprometidos com o
duplo registro, o da cidadania e da construção de saberes e competências.
6
1.2. Diretrizes Curriculares para os Cursos de Ciências Biológicas
De acordo com a Resolução CNE/CES 07, de 11 de março de 2002, integrantes do
Parecer CNE/CES 1.301/2001, o projeto pedagógico de formação profissional a ser
formulado pelo curso de Ciências Biológicas devera explicitar:
I. O perfil dos formandos;
II. As competências e habilidades gerais e especificas a serem desenvolvidas;
III. A estrutura do curso;
IV. Os conteúdos básicos e complementares e respectivos núcleos;
V. Os conteúdos definidos para a Educação Básica;
VI. O formato dos estágios;
VII. As características das atividades complementares; e
VIII. As formas de avaliação.
No que refere a carga horária dos cursos, esta deverá obedecer ao estabelecido na
Resolução CNE/CP 2/2002, resultante do Parecer CNE/CP 28/2001.
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2. PERFIL DO EGRESSO
O curso formará professores para atuar na Educação Básica, mais especificamente
no ensino da disciplina Ciências no ensino fundamental (5a a 8a série) e Biologia no ensino
médio (1o ao 3o ano). Por sua vez, este deverá apresentar um amplo conhecimento em sua área
de formação, sendo capaz de refletir sobre a sua prática pedagógica e de intervir na realidade
regional buscando transformá-la continuamente.
Desta forma, o perfil do discente licenciado deve contemplar características
inerentes à atividade docente como aquelas referenciadas no Parecer No CNE/CP 009/2001
entre as quais se destacam:
•
Orientar e mediar o ensino para o bom desenvolvimento do processo ensinoaprendizagem;
•
Comprometer-se com o sucesso da aprendizagem dos alunos;
•
Assumir e saber lidar com a diversidade existente entre os alunos;
•
Incentivar atividades de enriquecimento cultural;
•
Desenvolver atividades práticas investigativas;
•
Elaborar e executar projetos para o desenvolvimento de novas metodologias;
•
Utilizar novas metodologias, estratégias e materiais de apoio;
•
Desenvolver hábitos de colaboração e trabalho em equipe.
Dessa forma o professor de Biologia deverá ter o seguinte perfil:
a) Possuir não apenas o domínio das Ciências Biológicas, mas também uma
visão política e social, colocando dessa forma, o aluno em contato com a
realidade global e local.
b) Deverá apresentar formação humanística técnico-científica e prática
imprescindível à compreensão interdisciplinar do fenômeno biológico e das
transformações sociais e culturais;
c) Entender que a Biologia é dinâmica, portanto, deverá conduzir o discente para
um estudo permanente e critico, vivenciando situações-problema de sua
comunidade;
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d) Desenvolver capacidade de prevenção e equacionamento de problemas,
através de soluções harmônicas e inovadoras;
e) Capacidade de desenvolver as competências e as atribuições previstas na
legislação em vigor;
f) Ter consciência de sua responsabilidade nas questões ambientais e
educacionais;
g) Oferecer condições para que o aluno, de posse de conceitos e princípios
básicos da Biologia saiba relacioná-los e aplicá-los no seu ambiente;
h) Distinguir, selecionar e organizar material biológico de acordo com o grau de
maturidade do discente, a fim de que possa estimular o interesse, e
desenvolver a habilidade de pensar as diferentes visões de ciência;
i) Desenvolver uma visão holística dos processos sociais, políticos, econômicos,
educacionais e ambientais, para que a partir daí possa ser gerado novos
conceitos sobre a realidade para os alunos.
Ressaltamos ainda que além das atividades relacionadas à docência o licenciado
em Biologia poderá atuar em pesquisas sejam elas educacionais ou laboratoriais visto que a
profissão (independente de ser bacharelado ou licenciatura) é regulamentada por uma
legislação que determina as áreas de atuação profissional de acordo com o Conselho Federal
de Biologia e seus conselhos regionais.
9
3. HABILIDADES - COMPETÊNCIAS - ATITUDES
Sabemos que o professor é a peça fundamental no que refere se a formação de
pessoas, no entanto, algumas exigências se fazem necessário para construção da figura do
professor ideal no duplo registro da cidadania e da construção de competências: 1. para
desenvolver cidadania adaptada ao mundo contemporâneo (pessoa confiável; mediador
intelectual; mediador de uma comunidade educativa; garantia de Lei; organizador de uma
vida democrática; transmissor cultural e intelectual) e 2. para construção de saberes e
competências (organizador de uma pedagogia construtivista; garantia do sentido dos saberes;
criador de situações de aprendizagem; administrador da heterogeneidade e regulador dos
processos e percursos de formação (PERRENOUD, 2002).
A concepção de competência é fundamental na orientação no processo de
formação de professores, pois não basta ter conhecimentos apenas sobre seu trabalho, é
imprescindível que esses conhecimentos sejam transformando em ações. Se faz necessário
não apenas o domínio dos conhecimentos específicos em torno dos quais deverá agir, mas
também, da compreensão das questões envolvidas em seu trabalho, sua identificação e
resolução, autonomia para tomar decisões e responsabilidades pelas opções feitas.
A aquisição de competências deverá ocorrer mediante uma ação teórico-prática,
isto é, toda sistematização teórica articulada com a prática e toda prática articulada com a
reflexão. No que se refere às competências e habilidades próprias do educador Biólogo, o
licenciado em Biologia deverá apresentar:
•
Capacidade técnica para elaborar propostas de ensino-aprendizagem de Biologia para a
educação básica;
•
Conhecer teorias psicopedagógicas que fundamentam o processo de ensinoaprendizagem, bem como, os princípios básicos de planejamento educacional;
•
Analisar criticamente novas propostas curriculares de Biologia para a educação básica;
•
Desenvolver estratégias de ensino que favoreçam a criatividade, a autonomia e a
flexibilidade do pensamento biológico dos educandos, buscando trabalhar com mais
ênfase nos conceitos do que nas técnicas e fórmulas;
•
Perceber a prática docente de Biologia como um processo dinâmico, carregado de
incertezas e conflitos, um espaço de criação e reflexão, onde novos conhecimentos são
gerados e modificados continuamente;
10
•
Contribuir para a realização de projetos coletivos dentro da escola básica e da comunidade
onde a escola encontra-se inserida;
•
Ler, compreender e interpretar textos, especialmente textos científicos, em língua
portuguesa;
•
Saber buscar e selecionar informações em diferentes fontes (livros, enciclopédias,
dicionários, mídia eletrônica etc.);
•
Compreender a Biologia e suas inter-relações com o contexto social, econômico, político,
cultural e ambiental;
•
Saber trabalhar em laboratório da Biologia e conhecer as normas de segurança, além de
saber usar a experimentação como estratégia didática para o ensino de Biologia, assim
como, para o desenvolvimento de pesquisas as quais poderão ser aplicadas em sala de
aula;
•
Refletir sobre sua prática educativa, identificando problemas e desenvolvendo soluções
visando uma aprendizagem significativa;
•
Desenvolver um olhar crítico para que possa avaliar os materiais e recursos didáticos,
como livros, apostilas, “kits” experimentais, programas computacionais, a fim de utilizálos como ferramenta facilitadora da aprendizagem;
•
Ter consciência de que a educação é um processo contínuo, ao longo de toda a vida, e
procurar oportunidades de se atualizar;
•
Ser capaz de elaborar projetos e trabalhar coletivamente visando à melhoria da escola e
conseqüentemente da realidade em que vive, principalmente a realidade do Estado de
Alagoas;
•
Ter formação humanística e cultural que permita articular-se no ambiente social, de forma
política, ética e humana, exercendo a responsabilidade social;
•
Desenvolver o espírito investigativo a fim de que possa realizar um ensino baseado na
ação/reflexão/ação;
•
Atuar no magistério, conhecendo os principais problemas educacionais brasileiros,
utilizando-se de uma metodologia de ensino variada, a qual irá contribuir para o
desenvolvimento intelectual dos estudantes e para despertar o interesse científico no
alunado;
•
Exercer a sua profissão com espírito dinâmico, criativo, na busca de novas metodologias,
enfrentando como desafio, as dificuldades do magistério;
11
•
Além das competências citadas anteriormente o professor biólogo poderá desenvolver as
competências pertinentes à profissão desde que esteja em consonância com a legislação
em vigor (ou seja legislação da profissão).
É fundamental também incluir na formação dos educadores duas idéias que não
têm a ver com competências, mas com posturas fundamentais: a prática reflexiva sobre a
experiência para favorecer a construção de novos saberes, e a implicação crítica do debate
político sobre educação, na escala dos estabelecimentos escolares, regional e nacional.
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4. CONTEÚDOS / MATRIZ CURRICULAR
A Biologia Licenciatura do Campus - Arapiraca está inserida no Eixo Temático da
Educação juntamente com as licenciaturas em Matemática, Física, Química e Educação
Física. O eixo da Educação em sua integralização como um todo está dividido em três
troncos: inicial, intermediário e o profissionalizante.
1. Tronco Inicial: é de conteúdo geral, mas com abordagem comum aos cursos agrupados
não só apenas ao Eixo da Educação, mais aos demais eixos existentes no campus (a exemplo:
das agrárias, tecnológico, etc). Esse tronco é parte integrante, obrigatória e comum do projeto
pedagógico de todos os cursos de graduação interiorizados pertencentes a cada Eixo
Temático. Articula-se em função de quatro unidades de formação básica que se desdobram
em disciplinas interdisciplinares e modulares, sendo a última unidade, um seminário
integrador. O conteúdo deste Tronco compreende atividades desenvolvidas em 20 horas
semanais, por um semestre (20 semanas), oferecendo-se ao final, 400 horas semestrais.
Objetiva a oferta e a discussão crítica de conhecimentos referentes: a) sociedade, natureza e
desenvolvimento na perspectiva das relações locais e globais; b) produção do conhecimento
da ciência e não-ciência; c) lógica, informática e comunicação e d) seminários integradores I,
visando discussão local, interdisciplinar e integração e das atividades e avaliações.
2. Tronco Intermediário: é parte integrante, obrigatória e comum do projeto pedagógico de
todos os cursos de graduação interiorizados pertencentes a cada Eixo Temático. Articula-se
em disciplinas, sendo uma delas um seminário integrador. O conteúdo deste Tronco se
desenvolve ao longo de um semestre letivo (de 40 semanas), em atividades 20 horas
semanais, obtendo-se ao final 400 horas semestrais. Objetiva-se a oferta e a discussão crítica
de conhecimentos referentes à formação básica comum aos Cursos do Eixo da Educação,
através de disciplinas instrumentais de síntese (química geral, biologia geral, física geral,
fundamentos da matemática, prática docente e seminário integrador II). As disciplinas podem
ser reunidas em Unidades Temáticas e seus conteúdos disciplinares são apropriados ao Eixo
da Educação.
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3. Tronco Profissionalizante: assim como os troncos anteriormente citados, o tronco
profissionalizante
é
parte
integrante,
obrigatória,
pois
além
de
realizar
uma
interdisciplinaridade entre os conteúdos ministrados nos demais troncos, introduz aos
discentes conteúdos objetivos, diretos, específicos e profissionalizantes, ofertados através de
disciplinas de características peculiares ao Licenciado em Ciências Biológicas.
4.1. Eixos Temáticos Centrais
A Biologia busca a compreensão do funcionamento dos ambientes e dos seres
vivos que os constituem. Os processos que possibilitam que a vida aconteça, desde a síntese
de carboidratos, realizada pelos fotossintetizadores, aos de compositores, que transformam os
materiais orgânicos em inorgânicos, completando o ciclo biológico da vida, este por sua,
mediados pelo metabolismo de cada organismo. As descrições metabólicas das
transformações de materiais e de energia inerentes à vida são, portanto, um dos eixos
primários que integram a Física, a Química e a Biologia.
O ensino de Biologia, ainda hoje, incorpora níveis de detalhamento e perde o foco
do entendimento dos processos básicos, que alicerçam a maioria das explicações dos
fenômenos biológicos e as vivências práticas desse conhecimento. O desenvolvimento do
conhecimento biológico nos tempos atuais tem revelado notáveis semelhanças entre os
sistemas vivos, o que nos permite ver uma ordem na diversidade. Sobre esse ponto de vista a
aquisição do conhecimento, sofre uma reorientação com novos significados. Desta forma,
torna-se mais significativo o entendimento dos princípios básicos dos processos vitais como a
compreensão das semelhanças, diferenças, adaptações e evolução. Considerando esses
princípios gerais de funcionamento dos seres vivos, alguns eixos - temáticos serão
desenvolvidos no curso de Biologia Licenciatura, dentre eles: zoologia geral, botânica geral,
genética, morfologia e fisiologia humana, ecologia e meio ambiente, ciências exatas e da
natureza, fundamentos filosóficos e sociais, conteúdos curriculares da educação básica, a
escola e o trabalho pedagógico e a prática docente orientada.
14
a) Zoologia Geral
Conhecimento da classificação,
filogenia,
organização, biogeografia, fisiologia,
importância econômica e ecológica, assim como, as estratégias adaptativas morfofuncionais dos seres vivos.
Os conteúdos devem apontar para as relações recíprocas entre organismo e ambiente,
marcadas pelas adaptações ocorridas ao longo do tempo. Nesse eixo temático deverá ser
abordado conceito sobre filogenética, evolução, biodiversidade, meio ambiente, assim
como, a importância econômica e ecológica dos organismos.
b) Botânica geral
Conhecimento da classificação atual, organização, biogeografia, fisiologia vegetal,
importância econômica e ecológica, assim como, as estratégias adaptativas dos vegetais ao
longo da história ecológica da terra.
Os conteúdos teórico-prático deveram apontar para as relações recíprocas meio
ambiente/sociedade marcadas pelas transformações antrópicas ocorridas ao longo dos
anos. Nesse eixo temático deverá ser abordado conceito sobre filogenética, evolução,
biodiversidade, morfologia e anatomia vegetal, meio ambiente, assim como, a importância
econômica e ecológica dos vegetais.
c) Genética
Visão ampla da organização genética dos organismos, construída a partir do estudo da
estrutura molecular e celular. Compreensão dos mecanismos de transmissão da
informação genética, em nível molecular, celular e evolutivo.
d) Morfologia e fisiologia humana
Visão ampla da organização e interações biológicas, construída a partir do estudo da
estrutura molecular e celular, função e mecanismos fisiológicos da regulação em modelos
eucariontes, procariontes e de partículas virais, fundamentados pela informação
bioquímica, biofísica, fisiológica, morfológica e imunológica. Compreensão dos
mecanismos de transmissão da informação genética, em nível molecular, celular e
evolutivo.
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e) Ecologia e meio ambiente
Estudar as relações entre os seres vivos e o ambiente ao longo do tempo geológico.
Conhecimento da dinâmica das populações, comunidades e ecossistema, conservação e
manejo da fauna e da flora, assim como, da relação entre saúde, educação e ambiente.
Os conteúdos devem apontar para as relações recíprocas entre sociedade e ambiente,
marcadas pelas necessidades humanas, seus conhecimentos e valores. A questão
especifica dos recursos tecnológicos intimamente relacionadas às transformações
ambientais. Devem ser tratados os conceitos de evolução, ecologia, meio ambiente,
biodiversidade, sociodiversidade, preservação, conservação e recursos naturais.
f) Ciências Exatas e da Natureza
Conhecimentos matemáticos, físicos, químicos, estatísticos, geológicos e outros
fundamentais para o entendimento dos processos e padrões biológicos.
Conhecimentos geológicos e outros fundamentais para o entendimento dos processos e
padrões biológicos.
g) Fundamentos filosóficos e sociais
Reflexão e discussão dos aspectos éticos e legais relacionados ao exercício profissional.
Conhecimentos básicos de: História, Filosofia e Metodologia da Ciência, Sociologia e
Antropologia, para dar suporte à sua atuação profissional na sociedade, com a consciência
de seu papel na formação de cidadãos.
h) Conteúdos Curriculares da Educação Básica
Promover uma revisão critica e a aprofundada sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais,
os PCN´S, os livros didáticos, o ambiente escolar, os objetivos de ensino, a formação da
mentalidade cientifica, bem como, dos conteúdos curriculares da Biologia (química e
física) adotados no Ensino Fundamental e Médio.
Promover o questionamento dos conteúdos curriculares: seu lugar no currículo escola,
para que serve? Em quais situações concretas e cotidianas esses conteúdos se aplicam?
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Os conteúdos devem ser relevantes do ponto de vista social e ter seus reflexos revelados
na cultura, procurando dessa forma, desenvolver no aluno a compreensão em seu dia-adia; as relações entre o homem e a natureza mediadas pela tecnologia, superando
interpretações ingênuas sobre a realidade do entorno.
i) A escola e o Trabalho Pedagógico
Observação: Esse eixo é considerado interdisciplinar, pois será desenvolvido em articulação
com os demais, especialmente com o eixo dos conteúdos curriculares.
Promover a fundamentação sociológica, antropológica, política, econômica, histórica e
filosófica sobre a educação, a política educacional, e o trabalho pedagógico.
Compreender o trabalho como principio educativo.
Promover a fundamentação psicopedagógica sobre a atividade humana.
Preparar para atuar na elaboração do projeto pedagógico da escola: currículos, programas,
avaliação, metodologias de ensino e gestão democrática.
Enfatizar a pesquisa educacional e a prática de ensino
k) Pratica Docente Orientada
Sistematizar a reflexão sobre pratica docente, desde as vivencias pessoais até a realidade
global do sistema educacional (400hs).
Orientar e supervisionar o estágio curricular do curso (400hs).
Orientar o trabalho de conclusão de curso, concebendo-o como momento privilegiado de
síntese sobre a sistematização da reflexão do aluno sobre a realidade educacional.
17
Tronco
Profissionalizante
Zoologia
Geral
Zoologia 1 e 2,
Fundamentos da
sistemática e filogenética,
Parasitologia,
Entomologia geral e
Biologia dos
microrganismos
Genética
Genética geral, Genética
molecular e Genética de
populações e evolução.
Ecologia e meio
ambiente
Botânica
Geral
Morfologia e Anatomia
vegetal, Botânica
sistemática 1 e 2 e
Fisiologia vegetal.
Morfologia e fisiologiqa humana
Fundamentos anatómo-funcionais,
Bioquímica, Biologia celular e molecular,
Embriologia e histologia e Imunologia. .
Ciências exatas e
da natureza
Ecologia geral,
Conservação e manejo de
recursos naturais.
Geologia e Paleontologia;
Fundamentos de
Matemática; Química
Geral; Física Geral. .
Fundamentos filosóficos
e sociais
Conteúdos curriculares da
educação básica
Sociedade, Natureza e
Desenvolvimento:
relações locais e globais;
Produção do
conhecimento: Ciência e
não-ciência; Lógica,
Informática e
Comunicação.
Desenvolvimento e
aprendizagem; Política e
Organização da Educação
Básica; Planejamento,
currículo e avaliação da
aprendizagem; Pesquisa
Educacional.
A escola e o
trabalho pedagógico
Prática docente orientada
Projeto pedagógico,
Organização e Gestão do
Trabalho Escolar; Saúde
na escola e na
comunidade;
Profissão Docente e
Estágio Supervisionado
1, 2, 3, 4.
Figura 1. Organograma dos eixos temáticos e de suas respectivas disciplinas.
18
O currículo do curso de Biologia Licenciatura é constituído por uma seqüência de
disciplinas e atividades ordenadas por matrículas semestrais em uma arrumação seqüenciada.
O Currículo Pleno inclui as disciplinas que atendem às bases curriculares da nova Lei de
Diretrizes e Bases, complementado por outras disciplinas de caráter obrigatório, que atendem
às exigências de sua programação específica, às características da Universidade e às
necessidades da comunidade, assim como, aquelas individuais dos acadêmicos.
Nessa nova proposta curricular incluem-se as atividades complementares,
disciplinas eletivas etc., com vistas a oportunizar flexibilização curricular e a desenvolver a
autonomia dos alunos. O Currículo pleno deverá ser cumprido integralmente pelo aluno, o
que lhe possibilitará habilitar-se para a obtenção do diploma que lhe confira direitos
profissionais.
O curso de Biologia Licenciatura é composto de disciplinas de caráter obrigatório
(incluindo os seminários e projetos integradores) e prevê a partir do 5º semestre a Prática de
Ensino com Estágio Supervisionado a ser realizado em Escolas da Comunidade, da rede
pública ou privada.
Todas as disciplinas deverão ter uma dimensão teórica-prática de maneira a
permitir a interdisciplinaridade entre os conteúdos específicos da área da Biologia e a prática
pedagógica, visando facilitar a transposição didática dos conhecimentos. Por outro lado, as
aulas de laboratório deverão abranger todas as disciplinas específicas da Biologia e de outras
licenciaturas.
A disciplina Profissão Docente será oferecida no primeiro ano do curso (segundo
semestre), a qual, será uma ferramenta facilitadora para que os alunos compreendam o
processo educativo, conheçam e analise a realidade educacional brasileira, o papel da escola e
das várias teorias educacionais.
A disciplina LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais será oferecida no segundo
semestre, a qual, será extremamente importante para a formação do educador. Atendendo
dessa forma, o Decreto Federal nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, que regulamenta a Lei
nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre o assunto e o artigo 18 da Lei nº 10.098,
de 19 de dezembro de 2000.
O curso propõe também Seminários e Projetos Integradores. Esse por sua vez,
deverá contribuir para uma formação geral sólida, através da realização de uma série de
seminários com professores convidados, especialistas e demais profissionais da área, os quais
deverão abordar temas atuais e relevantes de áreas afins, o que certamente contribuirá para
que o futuro educador desenvolva um ensino motivador.
19
4.2. Articulação entre teoria e prática
Nas disciplinas, a articulação entre teoria e pratica ocorrerá ao longo do curso em
quase todos os momentos. Inicialmente, os docentes deverão fazer uma ressignificação dos
conteúdos, em que a noção de conteúdo a ser ministrado deverá se ampliar para além de fatos
e conceitos, passando a incluir procedimentos, valores, normas e atitudes presentes. Dessa
forma, os conteúdos serão abordados em três grandes categorias:
1) conteúdos conceituais - deverão envolver fatos, princípios, etc. Estes, dizem respeito à
construção ativa das capacidades intelectuais para operar com símbolos, idéias,
imagens e representações que permitam organizar a realidade.
2) conteúdos procedimentais – permitem a investigação, a comunicação e o debate de
fatos e idéias. A observação, a experimentação, a comparação, o estabelecimento de
relações entre fatos ou fenômenos e idéias, a leitura e a escrita de textos informativos,
a organização de informações por meio de desenhos, tabelas, gráficos, esquemas e
texto, a proposição de suposições, o confronto entre suposições e entre elas e os dados
obtidos por investigação, a proposição e a solução de problemas, são exemplos de
diferentes procedimentos que possibilitam a aprendizagem.
3) conteúdos atitudinais - envolvem a abordagem de valores, normas e atitudes. É
importante ao desenvolvimento de posturas e valores pertinentes às relações entre os
seres humanos, o conhecimento e o ambiente. O desenvolvimento desses valores
envolve muitos aspectos da vida social, como a cultura e o sistema produtivo, as
relações entre o homem e a natureza. Nessas discussões, o respeito à diversidade de
opiniões ou às provas obtidas por intermédio de investigação e a colaboração na
execução das tarefas são elementos que contribuem para o aprendizado de atitudes,
como a responsabilidade em relação à saúde e ao ambiente.
Nas atividades integradoras, consiste na participação dos alunos nos diversos
“grupos de estudo” e nas “oficinas de trabalho” onde terão oportunidade também de
desenvolverem hábitos de colaboração e de trabalho de equipe.
Nos Estágios Supervisionados, sob orientação do corpo docente do Curso, os
estudantes desenvolverão projetos de pesquisas e intervenções sistemáticas junto a turmas de
ensino fundamental e/ou médio em que atuam ou em outra escola a ser indicada pelo
Colegiado do Curso. Seus registros sistemáticos, bem como, depoimentos sobre vivências
serão objetos de debate nas mais diversas instâncias: seminários, grupos de estudos, reuniões
20
de avaliação; servirão de realimentação da pratica pedagógica do Curso de Formação, bem
como, de sua atuação enquanto professor da educação básica.
4.3. Interdisciplinaridade
Ao longo do desenvolvimento deste projeto, definimos que a interdisciplinaridade
ocorrerá tendo como objeto de estudo o MEIO AMBIENTE. Desta forma, estudos sobre o
conhecimento e a conservação dos recursos ambientais, é de extrema importância, uma vez
que, os Parâmetros Curriculares Nacionais (Brasil, 1997, p.15) ressalta-se que “ a questão
ambiental vem sendo considerada cada vez mais urgente e importante para a sociedade, pois
o futuro da humanidade depende da relação estabelecida entre a natureza e o uso pelo
homem dos recursos naturais disponíveis”. O uso dos recursos naturais, de forma sustentável,
depende da sábia aplicação de princípios ecológicos, não somente para mitigar problemas
ambientais, mas também para instruir novos pensamentos e práticas econômicas, políticas e
sociais. Portanto, essa prática deverá ser estendida para todos os níveis de ensino inclusive
para o ensino fundamental, desejando-se que cada aluno torna-se um agente multiplicador
nessa árdua batalha em prol da questão ambiental, visto que, é uma batalha mundial.
4.4. Ensino, Pesquisa e Extensão
A pretendida condição de cidadania se faz cada vez mais necessária nos dias
atuais, visto que a problemática ambiental está na ordem do dia e a discussão em busca de
soluções para as questões ambientais é responsabilidade de todos os cidadãos em abordagens
inter e transdisciplinar. Por isso, é preciso fomentar a realização de ações integradas na área
do Meio Ambiente com a participação dos docentes e discentes da UFAL, juntamente com
instituições governamentais, não governamentais e a comunidade. A articulação se fará por
meio de um projeto de extensão, treinamento e estágios que permitirão ao aluno/cidadão
refletir sobre uma determinada experiência local levando-o ao debate crítico das finalidades
dos programas e atividades escolares voltados para a educação ambiental favorecendo a
construção de novos saberes.
Os projetos que serão elaborados por professores-orientadores (UFAL) e
professores tutores (Escola) poderão ser estruturados em cinco etapas:
1ª. Etapa – Formação dos grupos e pesquisa sobre experiências nas escolas;
21
2ª. Etapa -Escolha das experiências a serem debatidas, pelo coordenador (UFAL) e
pelo tutor do projeto (Escola/Instituição);
3ª. Etapa -Estudo de caso: diagnóstico da realidade e contextualização com as
pesquisas realizadas nas Universidades;
4ª. Etapa – Resultados finais e/ou parciais da experiência apresentada em forma de
relatório;
5ª. Etapa – Exposição sob a forma de painel e/ou exposição oral, em evento de
extensão com essa finalidade.
22
Representação gráfica do perfil de formação
O curso de Biologia Licenciatura do Campus Arapiraca deverá ser integralizado
em 04 anos, esse por sua vez, será constituído em 78% por disciplinas obrigatórias (2.600h),
2% por disciplinas eletivas (80h), 12% por estágio supervisionado (400h), 2% trabalho de
conclusão de curso (80h) e 6% por atividades complementares (200h) (Quadro I) (Figura 1).
Quadro I. Componentes curriculares do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas.
Curso de Ciências Biológicas Licenciatura da Universidade Federal de
Alagoas no regime semestral – Currículo 2006
Componentes curriculares
Carga Horária
Disciplinas obrigatórias
2600
Disciplinas eletivas
80
Estágio Supervisionado
400
Trabalho de Conclusão de Curso
80
Atividades Complementares
200
Carga Horária de Integralização Curricular - CHIC
3360
2%
6%
12%
2%
78%
Disciplinas obrigatórias
Disciplinas eletivas
Estágio supervisionado
TCC
Atividades complementares
Figura 2. Componentes curriculares do curso de Biologia Licenciatura do campus –
Arapiraca/AL.
23
5. ORDENAMENTO CURRICULAR
MATRIZ CURRICULAR 2010
Código
Disciplina
Obrig.
Carga Horária
Semanal Teórica Prática Semestral
Primeiro
Período
TRIN
Sociedade, natureza e desenvolvimento: da realidade Sim
local a realidade global.
6
120
0
120
TRIN
Produção do conhecimento: ciência e não ciência
Sim
6
120
0
120
TRIN
Lógica, informática e comunicação
Sim
6
120
0
120
TRIN
Seminário Integrador 1
Sim
2
40
40
Carga Horária:
Segundo
Período
400
EDUC
Profissão docente
Sim
3
40
20
60
EDUC
Desenvolvimento e aprendizagem
Sim
4
60
20
80
EDUC
Projeto pedagógico, organização e gestão do
trabalho escolar
Sim
4
60
20
80
EDUC
Política e organização da educação básica no Brasil
Sim
4
60
20
80
EDUC
LIBRAS
Sim
3
40
20
60
EDUC
Projetos Integradores 1
Sim
2
40
40
Carga horária
Terceiro
Período
400
CBIA
Morfologia e anatomia vegetal
Sim
3
40
20
60
CBIA
Zoologia 1
Sim
4
60
20
80
CBIA
Biologia celular e molecular
Sim
3
40
20
60
CBIA
Fundamentos da sistemática e filogenética
Sim
2
20
20
40
CBIA
Bioquímica
Sim
3
40
20
60
CBIA
Biofísica
Sim
3
40
20
60
CBIA
Projetos Integradores 2
Sim
2
40
40
Carga horária
Quarto
Período
400
CBIA
Embriologia e histologia
Sim
3
40
20
60
CBIA
Zoologia 2
Sim
5
60
40
100
CBIA
Biologia dos microrganismos
Sim
3
40
20
60
CBIA
Botânica sistemática 1
Sim
3
40
20
60
CBIA
Planejamento, currículo e avaliação da
aprendizagem
Sim
4
60
20
80
CBIA
Projetos Integradores 3
Sim
2
40
40
Carga horária
Quinto
Período
400
CBIA
Entomologia geral
Sim
3
40
20
60
CBIA
Botânica sistemática 2
Sim
3
40
20
60
CBIA
Fundamentos anátomo-funcionais
Sim
4
40
40
80
CBIA
Pesquisa educacional
Sim
3
40
20
60
CBIA
Projetos integradores 4
Sim
2
40
40
24
CBIA
Estágio supervisionado 1
Sim
5
100
100
Carga horária
Sexto
Período
400
CBIA
Genética mendeliana
Sim
2
40
CBIA
Conservação e manejo de recursos naturais
Sim
2
20
20
40
CBIA
Fisiologia vegetal
Sim
3
40
20
60
CBIA
Bioestatística
Sim
3
40
20
60
CBIA
Projetos integradores 5
Sim
2
40
40
CBIA
Disciplina eletiva 1
40
40
CBIA
Estágio supervisionado 2
100
100
Sim
5
40
Carga horária
Sétimo
Período
380
CBIA
Genética molecular
Sim
3
40
20
60
CBIA
Saúde na escola e na comunidade
Sim
2
20
20
40
CBIA
Ecologia e meio ambiente
Sim
2
20
20
40
CBIA
Disciplina eletiva 2
2
40
40
CBIA
Projetos integradores 6
Sim
2
40
40
CBIA
Estágio supervisionado 3
Sim
5
100
100
Carga horária
Oitavo
Período
360
CBIA
Geologia e paleontologia
Sim
3
40
20
60
CBIA
Parasitologia
Sim
3
40
20
60
CBIA
Genética e evolução
Sim
2
40
40
CBIA
Imunologia
Sim
2
40
40
CBIA
Bases para educação ambiental
Sim
2
40
40
CBIA
Projetos integradores 7
Sim
2
40
40
CBIA
Estágio supervisionado 4
Sim
5
100
100
Carga horária
380
Resumo da matriz
Disciplinas obrigatórias
2600
Disciplinas eletivas
80
Estágio supervisionado
400
Atividades acadêmica-científica-culturais
200
Trabalho de conclusão de curso - TCC
80
Carga horária total curricular
3360
25
6. EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS
6.1. TRONCO INICIAL
Disciplina:
Sociedade, natureza e desenvolvimento: da realidade local a realidade
global.
Semestre:
Primeiro
Carga horária:
Código:
TRIN001
Pré-requisito:
120h
EMENTA: Reflexão crítica sobre a realidade, tendo como base o conhecimento de mundo a
partir de um contexto local e sua inserção global, através de abordagem interdisciplinar sobre
sociedade, seu funcionamento, reprodução, manifestação diversas e suas relações com a
cultura, economia, política e natureza.
Bibliografia Básica
HALL, S. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 1998.
LIRA, F. Alagoas: formação da riqueza e da pobreza. Maceió: Edufal, 2008.
SORJ, B. A nova sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.
SANTOS, L. G. Politizar as novas tecnologias. Editora 34, 2003.
Bibliografia Complementar
DIEGUES, A. C. O mito moderno da natureza intocada. São Paulo: Annablume/Hucitec,
USP, 2002.
GONÇALVES, C. W. Paixão da Terra: ensaios críticos de ecologia e geografia. Rio de
Janeiro: Pesquisadores associados em Ciências Sociais, 1984.
RIBEIRO, D. O povo brasileiro. São Paulo: Cia das Letras, 2006.
SACHS, I. Estratégias de transição para o século XXI - desenvolvimento e meio ambiente.
São Paulo: Studio Nobel, 1993.
68
Disciplina:
Produção do conhecimento: ciência e não ciência
Semestre:
Primeiro
Carga horária:
Código:
TRIN002
Pré-requisito:
120h
EMENTA: Instrução e discussão sobre ciência e seus instrumentos e métodos científicos,
mas também sobre expressões, conhecimentos tradicionais, populares e locais, para o
reconhecimento de um diálogo de saberes e a internalização de novos paradigmas.
Bibliografia Básica
ARISTÓTELES. Metafísica. Trad. De Leonel Vallandro. Porto Alegre: Editora globo, 1969
DESCARTES, R. Discurso do método. Trad. De Maria E. Galvão. São Paulo: Martins
Fontes, 2003.
HUME, D. Investigação sobre o Entendimento Humano e sobre os princípios da moral.
São Paulo: UNESP, 2004.
PLATÃO. A República. Trad. de Carlos Alberto Nunes. 3 ed. Belém: Editora universitária,
2001. Livro VII ( O Mito da Carverna).
POPPER, K. R. A Lógica da Pesquisa Científica. Trad. de Leonidas Hegenberg e Octanny
S. da Mota. São Paulo: Cultrix/ EDUSP, 1975.
Bibliografia Complementar
BOMBASSARO, L. C. As fronteiras da epistemologia: Como se produz o conhecimento. 3.
ed. Petrópolis: Vozes, 1992.
CHALMERS, A. F. O que é ciência, afinal?. Trad. de Raul Fiker. São Paulo: Brasiliense,
1993.
DUTRA, L. H. de A. Introdução à teoria da ciência. Florianópolis: Editora da UFSC, 1998.
KÖCHE, J. C. Fundamentos de Metodologia Científica: teoria da ciência e iniciação à
pesquisa. 21 ed. Petrópolis: Vozes, 2003.
REALE, G.; ANTISERI, D. História da Filosofia. 3 ed. São Paulo: Paulus, 2007. (3
volumes).
69
Disciplina:
Lógica, informática e comunicação
Semestre:
Primeiro
Carga horária:
Código:
TRIN003
Pré-requisito:
120h
EMENTA: Oferta de instrumentais básicos requeridos pelo cursar da graduação universitária,
fundamentalmente: usos da linguagem, indução e dedução; novas tecnologias de
comunicação, usos do computador e da Internet; expressão escrita, análise, interpretação e
crítica textual.
Bibliografia Básica
COPI, I. M. Introdução à Lógica. ed.São Paulo: Mestre Jou Editora, 1981.
FURASTÉ, P. A. Normas Técnicas para o trabalho científico: elaboração e
formatação. 14 ed. Porto Alegre: ABNT, 2007.
LÉVY,
P.
A
conexão
planetária:
o
mercado,
o
ciberespaço,
a
consciência.
São Paulo: Ed. 34, 2001.
MANZANO, J. A. N. G. Broffice.org 2.0: Guia Prático de Aplicação. São Paulo: Editora
Érica, 2007.
NAVEGA, S. Pensamento Crítico e Argumentação Sólida. São Paulo: Editora
Intelliwise, 2005.
Bibliografia Complementar
CASTELLS, M. A Galáxia da Internet: Reflexões sobre a Internet, os negócios
e a sociedade, Jorge Zahar Editor,Rio de Janeiro, 2003.
JOHNSON,
S.
Cultura
da
interface:
como
o
computador
transforma
nossa
maneira de criar e comunicar. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
LAUDON, K C.; LAUDON, J. P. Sistemas de Informação. 4a. ed. São Paulo: LTC, 1999.
SOUZA, João Nunes de. Lógica Para Ciência da Computação. 7ª ed. São Paulo: Campus,
2002.
VANOYNE, F. Usos da Linguagem: Problemas e Técnicas na Produção Oral e
Escrita. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
70
Disciplina:
Seminário Integrador 1
Semestre:
Primeiro
Carga horária:
Código:
TRIN004
Pré-requisito:
40h
EMENTA: Discussão local, interdisciplinar, de integração das atividades e de avaliação dos
progressos discentes de cada Eixo.
Bibliografia Básica
BASTOS FILHO, J. et al. Cultura e desenvolvimento. Maceió: Prodema/ UFAL, 1999.
LEITE, L. H. A. Pedagogia de projetos: intervenções no presente. Presença Pedagógica, v.
2, n.8. mar/abr, 1996.
ABLAS, L. A. Q. Intercâmbio Desigual e Subdesenvolvimento regional no Brasil. São
Paulo, FIPE/ Pioneira, 1985.
FRANCIS, D. G. et al. Comunicação profissional: o ensino, a extensão e a pesquisa como
práticas de construção do conhecimento. Uberlândia/ MG, Unimas, 2004.
SILVA, A. M. et al. Guia para normatização de trabalhos técnico-científicos: projetos de
pesquisas, monografias, dissertações e teses. 4ª ed. Uberlândia, EDUFU, 2004. 158p.
Obs.: Serão utilizadas as bibliografias das disciplinas do semestre.
6.2. TRONCO INTERMEDIÁRIO
Disciplina:
Profissão docente
Semestre:
Segundo
Carga horária:
Código:
EDUC
Pré-requisito:
60h
EMENTA: A constituição histórica do trabalho docente. A natureza do trabalho docente.
Trabalho docente e relações de gênero. A autonomia do trabalho docente. A proletarização do
trabalho docente. Papel do Estado e a profissão docente. A formação e a ação política do
docente no Brasil. A escola como locus do trabalho docente. Profissão docente e legislação.
71
Bibliografia básica
COSTA, M. V. Trabalho docente e profissionalismo. Porto Alegre: Sulina, 1996.
HYPOLITO, A. L. M. Trabalho docente, classe social e relações de gênero. Campinas, SP:
Papirus, 1997.
MACIEL, L.S. B; NETO, A. S. (Org.). Formação de professores: passado, presente e futuro.
São Paulo: Cortez, 2005.
VEIGA, I. P. A; CUNHA, M. I. Desmistificando a profissionalização do magistério.
Campinas, SP: Papirus, 1999. (Coleção Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico),
TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.
Bibliografia complementar
ABDALLA, M. F. B. O senso prático de ser e estar na profissão. São Paulo: Cortez, 2006.
(Coleção Questões na Nossa Época).
ARROYO, M. Ofício de mestre. São Paulo: Vozes, 2001.
BRZEZINSKI, I. LDB interpretada: diversos olhares se intrecruzam. São Paulo: Cortez,
1997.
CHARLOT, B. Formação dos professores e relação com o saber. Porto Alegre: ARTMED,
2005.
ESTRELA, M. T. (Org.). Viver e construir o trabalho docente. Portugal: Porto, 1997.
IMPERNÓN, F. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza.
São Paulo: Cortez, 2004 (Coleção Questões da Nossa Época).
LESSARD, C; TARDIFF, M. O trabalho docente. São Paulo: Vozes, 2005.
NÓVOA, A. (Org.). Vida de professores. Porto, Portugal: Porto, 1972.
PESSANHA, E. C. Ascensão e queda do professor. São Paulo: Cortez, 2001. (Coleção
Questões de nossa Época).
Disciplina:
LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais
Semestre:
Segundo
Carga horária:
Código:
EDUC
Pré-requisito:
60h
72
EMENTA: Estudo da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), de seu histórico, estrutura
gramatical, expressões manuais, gestuais e do seu papel para a comunidade surda.
Caracterização e reflexão sobre o uso e a importância da LIBRAS em sala de aula.
Bibliografia básica
BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramática de Língua de sinais. Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro:UFRJ, Departamento de Linguística e filosofia,1995.
COPOVILLA, F. C. & RAPHAEL, V. D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngüe de
Língua de Sinais Brasileira. Vol. I e II. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo,
2001.
COUTINHO, Denise. LIBRAS: língua brasileira de sinais e língua portuguesa (semelhanças
e diferenças). 2ª Ed. Idéia, 1998.
FERREIRA BRITO, L. Por uma gramática das línguas de sinais. Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro, 1995.
GOES, M. C. R. Linguagem, surdez e educação. Campinas, Autores Associados, 1996.
QUADROS, R. Muller. de. Educação de surdo: aquisição da linguagem. Porto Alegre: Ed.
Artes Médicas, 1997.
SACKS, O. Vendo vozes: uma jornada pelo mundo dos surdos. Rio de Janeiro: Imago,
1990.
Disciplina:
Desenvolvimento e aprendizagem
Semestre:
Segundo
Carga horária:
Código:
EDUC
Pré-requisito:
80h
EMENTA: Estudo dos processos psicológicos do desenvolvimento humano e da
aprendizagem na adolescência e na fase adulta, relacionando-os com as diversas concepções
de homem e de mundo, identificando a influência das diferentes teorias psicológicas na
educação, numa perspectiva histórica. Relação entre situações concretas do cotidiano do
adolescente e do adulto com as concepções teóricas de aprendizagem estudadas, considerando
os fundamentos psicológicos do desenvolvimento nos aspectos biológico, cognitivo, afetivo e
social na adolescência e na fase adulta através das principais teorias da psicologia do
desenvolvimento.
73
Bibliografia básica
BOCK, A. M. B.; FURTADO, O. & TEIXEIRA, M. L. T. Psicologia: uma introdução ao
estudo de Psicologia. São Paulo: editora Saraiva, 1999.
GOULART, I. B. Psicologia da Educação: Fundamentos Teóricos e aplicações à Prática
Pedagógica. Petrópolis: Vozes, 1987.
MILHOLLAN, F. & FORISHA, B. Skinner x Rogers. Rio de Janeiro: Summus Editorial,
1972.
OLIVEIRA, M. K. Aprendizado e Desenvolvimento um Processo Sócio-histórico. São
Paulo: Editora Scipione, 1993.
VYGOTSKY, L. S. A Formação Social da Mente. São Paulo: Livraria Martins Fontes
Editora Ltda. 1984.
Bibliografia complementar
BRINGUIER, J. C. Conversando com Jean Piaget. Rio de Janeiro/São Paulo: DIFEL. 1978.
CARRAHER, T.; CARRAHER, D.; SCHLIEMANN, A. Na Vida Dez, Na Escola Zero. – 6a
- São Paulo: Cortez,1988.
CORREIA, M.; LIMA A. & ARAUJO C. As Contribuições da Psicologia Cognitiva e a
Atuação do psicólogo no Contexto Escolar. http:/www. scielo.br/scielo.php/20-10-2007.
LEITE, L. B. (org.). Piaget e a Escola de Genebra. São Paulo: Cortez, 1987.
LEONTIEV, A.; VYGOTSKY, L. S. & LURIA, A. R. Psicologia e Pedagogia: bases
psicológicas da apendizagem e do desenvolvimento. São Paulo: Editora Moraes. 1991
LEONTIEV, A. O Desenvolvimento do psiquismo. São Paulo: Editora Moraes LTDA.
LUCCI, M. A. A Proposta de Vygotsky: A Psicologia Sócio-histórica. .http:/www.ugr.es/
local/recfpro/Rev102COL2port.pdf.
KUPFER, M. C. M. Freud e a Educação: o mestre do impossível.São Paulo. Editora
Scipione 1989.
Disciplina:
Política e organização da educação básica no Brasil
Semestre:
Segundo
Carga horária:
Código:
EDUC
Pré-requisito:
80h
74
EMENTA: A educação escolar brasileira no contexto das transformações da sociedade
contemporânea. Análise histórico-crítica das políticas educacionais, das reformas de ensino e
dos planos e diretrizes para a educação escolar brasileira. Estudo da estrutura e da organização
do sistema de ensino brasileiro em seus aspectos legais, organizacionais, pedagógicos,
curriculares, administrativos e financeiros, considerando, sobretudo, a LDB (Lei nº 9.394/96)
e legislação complementar pertinente.
Bibliografia básica
ARANHA, M. L. A. História da Educação. 2ª ed. São Paulo: Moderna, 1996.
BRZENZINSKI, I. (Org.). LDB interpretada: diversos olhares se entrecruzam. 8ª ed. São
Paulo: Cortez, 2003.
LIBÂNEO, J. C; OLIVEIRA, J. F; TOSCHI, M. S. Educação escolar: políticas, estrutura e
organização. 3ª ed. São Paulo: Cortez, 2006.
LIMA, J. C. F; NEVES, L. M. W. Fundamentos da educação escolar do Brasil
contemporâneo. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2006.
ROMANELLI, O. de O. História da Educação no Brasil – 1930/ 1973. 30 ed. Petrópolis:
Vozes, 2006.
Bibliografia complementar
XAVIER, M. E; RIBEIRO, M. L.; NORONHA, O. M. História da educação: a escola no
Brasil. São Paulo: FTD, 1994.
FÁVERO, O. (Org.). A educação nas constituintes brasileiras: 1823-1988. 2 ed. São Paulo:
Autores Associados, 2001.
Disciplina:
Projeto pedagógico, organização e gestão do trabalho escolar
Semestre:
Segundo
Carga horária:
Código:
EDUC
Pré-requisito:
80h
EMENTA: A Escola como organização social e educativa. As Instituições escolares em
tempos de mudança. O planejamento escolar e o Projeto Político-Pedagógico: pressupostos e
operacionalização. Concepções de organização e gestão do trabalho escolar. Elementos
75
constitutivos do sistema de organização e gestão da escola. Princípios e características da
gestão escolar participativa. A participação do professor na organização e gestão do trabalho
da escola.
Bibliografia básica
FURLLAN, M; HAGREAVES, A. A escola como organização aprendente: buscando uma
educação de qualidade. Porto Alegre: ArtMed, 2000.
LIBÂNEO, J. Organização e gestão da escola: teoria e prática. 5ª ed. Goiânia: Alternativa,
2004.
VASCONCELOS, C. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e projeto políticopedagógico. São Paulo: Libertad, 2001.
VEIGA, I; RESENDE, L. (Org.). Escola: espaço do projeto político-pedagógico. São Paulo:
Papirus, 1998.
VEIGA, I. FONSECA, M. (Org.) As dimensões do projeto político-pedagógico. São Paulo:
Papirus, 1998.
Bibliografia complementar
BICUDO, M. A. V.; SILVA JUNIOR, M. A. Formação do educador: organização da escola e
do trabalho pedagógico. São Paulo: ENESPE, 1999.
LIMA, L. A escola como organização educativa. São Paulo: Cortez, 2001.
PETEROSKI, H. Trabalho coletivo na escola. São Paulo: Pioneira Thomson Lerning, 2005.
VIEIRA, S. (Org.). Gestão da escola: desafios a enfrentar. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.
Disciplina:
Projetos Integradores 1
Semestre:
Segundo
Carga horária:
Código:
EDUC
Pré-requisito:
40h
EMENTA: Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo estruturado a partir
de atividades interdisciplinares em conformidade com a especificidade do curso
76
Bibliografia básica
Obs.: Contempla toda bibliografia utilizada pelas disciplinas do semestre e mais a bibliografia
definida pelo tema a serem trabalhados.
6.3. TRONCO PROFISSIONALIZANTE
6.3.1. Terceiro período
Disciplina:
Zoologia 1
Semestre:
Terceiro
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
80h
EMENTA: Estudo da morfologia, ecologia, sistemática e importância econômica e ecológica
dos seguintes ramos: animais unicelulares (Protozoa), invertebrados inferiores (Porifera,
Cnidaria, Ctenophora, Platyhelminthes, Nemertea, Rotifera, Nematoda, Sipuncula e Echiura)
e invertebrados superiores (Molusca, Annelida, Arthropoda e Echinodermata).
Bibliografia básica
BARNES, R. S. K.; CALOW, P.; OLIVE, P. J. W. Invertebrados. São Paulo: Atheneu.
1995.
BRUSCA, R. C.; G. J. BRUSCA. Invertebrados. 2a ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan.
2007. 968p.
HICKMAN, C. P.; ROBERTS, L. S.; LARSON, A. Princípios integrados de zoologia. 11a
ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2004.
RUPPERT, R.; R. S. FOX; R. D. BARNES. Zoologia dos invertebrados uma abordagem
funcional – evolutiva. 7a ed. São Paulo, Roca. 2005. 1145p.
STORER, T. L.; USINGER, R. L. & STEBBINS, R. C. Zoologia geral. 6ª ed. São Paulo,
Companhia Editora Nacional. 2002.
77
Bibliografia complementar
MARGULIS, L. & SCHWARTZ, K. V. Cinco reinos: um guia ilustrado dos filos de vida
na terra. –3ª ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2001.
SCHIMDT-NIELSEN, K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. – 5ª ed. – São
Paulo: Santos. 2002.
STORER, T. L.; USINGER, R. L. & STEBBINS, R. C. Zoologia geral. – 6ª ed. – São Paulo:
Companhia Editora Nacional. 2002.
Disciplina:
Biologia celular e molecular
Semestre:
Terceiro
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
60h
EMENTA: Introdução ao estudo da biologia celular. Origem e evolução da célula. Células
procariontes e eucariontes. Organelas citoplasmáticas (célula animal e vegetal) membranosas
e microtubulares, assim como, suas funções. Divisão e diferenciação celular. Métodos e
técnicas utilizadas para preparação de lâminas, como também, os equipamentos utilizados na
citologia para análise de material.
Bibliografia básica
COPPER, G. M. & HAUSMAN, R. E. A célula – uma abordagem molecular. – 3a ed. –
Porto Alegre: Artmed. 2007.
DE ROBERTIS, E. M. Bases da biologia celular e molecular. 3ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan. 2001.
GRIFFITHS, A. J. F.; SUZUKI, D. J.; MILLER, J. H.; LEWONTIN, R. C. Introdução à
genética. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2002.
JUNQUEIRA, L. C. Biologia celular e molecular. 8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
2004.
SWANSON, C. A célula. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2002.
78
Bibliografia complementar
ALBERTS, et al., Biologia molecular da célula. – 4a ed. – São Paulo: Artmed. 2004.
LODISH, H. (cols.). Biologia celular e molecular. – 5a ed. – São Paulo: Artmed. 2005.
Disciplina:
Fundamentos da sistemática e filogenética
Semestre:
Terceiro
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
40h
EMENTA: Conceito, divisão e principais características dos reinos existentes no planeta.
Taxonomia e regras internacionais de nomenclatura científica. Introdução a cladística.
Bibliografia básica
AMORIN, D. S. Fundamentos de sistemática filogenética. São Paulo: Holos, 2002.
HICKMAN, C. P.; ROBERTS, L. S. & LARSON, A. Princípios integrados de zoologia. 11a
ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
MARGULIS, L. & SCHWARTZ, K. V. Cinco reinos: um guia ilustrado dos filos de vida
na terra. –3ª ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2001.
PAPAVERO, N. Fundamentos práticos de taxonomia zoológica. 2a ed. São Paulo,
Universidade Estadual Paulista. 1994.
SCOTT, F. & HERRON, J. C. Análise evolutiva. – 4a ed. – São Paulo: Artmed. 2009.
Bibliografia complementar
BEGON, M.; TOWNSEND, C. R. & HARPER, J. Ecologia – de indivíduos a ecossistemas.
– 4a ed. – São Paulo: Artmed. 2007.
CAPRA, F. A teia da vida: uma nova compreensão cientifica dos sistemas vivos. Rio de
Janeiro: Cultrix. 1997.
79
Disciplina:
Morfologia e Anatomia vegetal
Semestre:
Terceiro
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
60h
EMENTA: Conceito e divisão da Botânica. Célula vegetal. Sistemas de tecidos vegetais.
Organografia e anatomia vegetal.
Bibliografia básica
BARROSO, G. M. Sistemática de angiosperma do Brasil. – 2a ed. – Viçosa: Universidade
Federal de Viçosa. Vol. I, II e III. 2002.
BARROSO. G., MACIEL, M. P., PEIXOTO, A. L.; ICHASO, C. L. F. Frutos e sementes:
morfologia aplicada à sistemática de dicotiledôneas. Viçosa: Universidade Federal de
Viçosa. 1998.
FERNANDES, A. Compêndio botânico: diversificação – taxonomia. Fortaleza:
Universidade Federal do Ceará. 1996.
FERRI, M. G., MENEZES, N. L., MONTEIRO, W. L. Glossário ilustrado de Botânica. São
Paulo: Ed. Nobel. 1981.
JOLY, A. B. Botânica: introdução à taxonomia vegetal. – 13ª ed. – São Paulo: Ed.
Companhia Editora Nacional. 2002.
RAVEN, P. H. et al. Biología vegetal. – 6ª ed. – Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Koogan.
2001.
Bibliografía complementar
CUTTER, E. G. Anatomia vegetal – Parte 1 – células e tecidos. Roca, São Paulo. 1987.
FERRI, M. G. Botânica – morfologia interna das plantas. – 9a ed. – Nobel, São Paulo.
1999.
SOUZA, V. C. & LORENZI, H. Botânica sistemática – guia ilustrado para identificação
de famílias de Angiospermas da flora brasileira. Plantarum, Nova Odessa. 2005.
80
Disciplina:
Bioquímica
Semestre:
Terceiro
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
60h
EMENTA: Constituintes químicos das células: lipídeos, carboidratos, esteróides, proteínas e
ácidos nucléicos. Enzimas. Bioquímica da nutrição e coenzimas. Bioenergética: oxidações
biológicas. Respiração celular. Ciclo de Krebs e cadeia respiratória.
Bibliografia básica
CHAMPE, P. C.; HARVEY, R. A. & FERRIER, D. R. Bioquímica ilustrada. 3a ed. Artmed,
Porto Alegre. 2006.
GAZZINELLI, C. V. G. & MARES-GUÍA, M. Bioquímica celular e biologia molecular. 2a
ed. São Paulo: Atheneu. 1996.
LEHNINGER, N. & COX. Princípios de bioquímica. 3a ed. São Paulo: Sarvier. 2003.
MARZZOCO, A. Bioquimica básica. - 3ª ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2007.
STRYER, L. Bioquímica. 4ª ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan. 1996.
Bibliografia complementar
CAMPBELL, M. K. & FARREL, S. O. Bioquímica – Volume 2: biologia molecular.
Thomson Learning, 2007.
Disciplina:
Biofísica
Semestre:
terceiro
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
60h
EMENTA: Constituintes químicos das células: lipídeos, carboidratos, esteróides, proteínas e
ácidos nucléicos. Enzimas. Bioquímica da nutrição e coenzimas. Bioenergética: oxidações
biológicas. Respiração celular. Ciclo de Krebs e cadeia respiratória.
81
Bibliografia Básica
CHAMPE, P. C.; HARVEY, R. A. & FERRIER, D. R. Bioquímica ilustrada. 3a ed. Artmed,
Porto Alegre. 2006.
GAZZINELLI, C. V. G. & MARES-GUÍA, M. Bioquímica celular e biologia molecular. 2a
ed. São Paulo: Atheneu. 1996.
LEHNINGER, N. & COX. Princípios de bioquímica. 3a ed. São Paulo: Sarvier. 2003.
MARZZOCO, A. Bioquimica básica. - 3ª ed. - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2007.
STRYER, L. Bioquímica. 4ª ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan. 1996.
Bibliografia Complementar
CAMPBELL, M. K. & FARREL, S. O. Bioquímica – Volume 2: biologia molecular.
Thomson Learning, 2007.
Disciplina:
Projetos Integradores 2
Semestre:
terceiro
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
40h
EMENTA: Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo estruturado a partir
de atividades interdisciplinares em conformidade com a especificidade do curso
Bibliografia básica
Obs.: Contempla toda bibliografia utilizada pelas disciplinas do semestre e mais a bibliografia
definida pelo tema a serem trabalhados.
6.3.2. Quarto período
Disciplina:
Embriologia e histologia
Semestre:
Quarto
Carga horária:
Código:
CBIA008
Pré-requisito:
60h
82
EMENTA: Conceito de embriologia e histologia. Resumo histórico. Tipos de reprodução.
Gametogênese. Fecundação. Desenvolvimento do embrião. Anexos embrionários. Origem e
desenvolvimento dos principais órgãos. Características principais dos tecidos que compõe um
organismo (epitelial, conjunto, cartilaginoso, ósseo, muscular, sanguíneo e nervoso).
Bibliografia básica
HAM, A.W. Histologia. 9ª ed. Rio de Janeiro, Interamericana. 1991.
JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Histologia básica. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan.
2004.
LEESON, T. S. ; LEESON, C. R. Histologia. Rio de Janeiro, Interamericana. 1994.
MOORE, K. L.; PERSAUD, T. V. N. Embriologia básica. 5. ed. Rio de Janeiro, Guanabara
Koogan. 2000.
SADLER, T. W. Embriologia médica. -9a ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2005.
Bibliografia complementar
ALVARENGA, R. L. S. Infertilidade para pacientes. Instituto de Saúde da Mulher, Belo
Horizonte. 1996.
ALVES, M. S. D. & CRUZ, V. L. B. Embriologia. 6. ed. Imprensa Universitária da UFMG,
Belo Horizonte. 2000.
CARLSON. Embriologia humana e biologia do desenvolvimento. Guanabara Koogan, Rio
de Janeiro. 1996.
Disciplina:
Zoologia 2
Semestre:
Quarto
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
100h
EMENTA: Principais características morfo-fisiológicas, evolutivas e ecológicas dos
Protochordata e Chordata (Classe: Chondrichthyes, Osteichthyes Amphibia, Reptilia, Aves e
Mammalia).
83
Bibliografia básica
HEISER, J. B.; JANIS, C. M.; POUGH, F. H. A vida dos vertebrados. São Paulo, Atheneu.
2001.
ORR, R. T. 1985. Biologia dos vertebrados. 5ª ed. São Paulo, Roca.
HICKMAN, C. P.; ROBERTS, L. S.; LARSON, A. Princípios integrados de zoologia. 11a
ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan. 2004.
HIDELBRAND. Análise da estrutura dos vertebrados. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan.
1998.
NIELSEN-SCHMIDT, K. Fisiologia animal, adaptação e meio ambiente. 5a ed. São Paulo,
Santos. 2002.
Bibliografia complementar
GALLO, V.; BRITO, P. M.; SILVA, H. M. A. & FIGUEIREDO, F. J. Paleontologia dos
vertebrados: grandes temas e contribuições cientificas. São Paulo: Interciencia. 2006.
LITTLEPAGE, J. L. Oceanografia: manual de técnicas oceanográficas para trabalhos em
laboratório e abordo. Fortaleza: Ed. Da Universidade Federal do Ceará. 1998.
Disciplina:
Biologia dos microrganismos
Semestre:
Quarto
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
60h
EMENTA: Perspectiva do estudo dos microrganismos. Classificação microbiana. Estrutura e
replicação viral. Estrutura e reprodução das bactérias. Estrutura e reprodução dos fungos.
Nutrição, crescimento, metabolismo e genética dos microrganismos. Agentes antimicrobianos
e resistência.
Bibliografia básica
JAWETZ, E.; MELMICK, J. L.; ADALBERG, E. Microbiologia médica. Guanabara
Koogan, Rio de Janeiro. 1984. 566p.
84
NEVES, D. P. Parasitologia Humana. 10ªed. Rio de Janeiro,Guanabara Koogan. 2000.
PELCZAR, M. J.; CHAN, E. C. S.; KRIEG, N. R. Microbiologia – conceitos e aplicações.
2a ed. São Paulo, Makron Books. V. 1. 1996. 524p.
______.
Microbiologia – conceitos e aplicações. 2a ed. São Paulo, Makron Books. V. 2.
1996. 517p.
REY, L. Parasitologia. 4ed. Rio Janeiro, Guanabara Koogan. 2008.
TRABULSI, L. R.; TOLERO, M. R. F. Microbiologia. São Paulo, Atheneu. 1998. 386p.
Bibliografia complementar
BURTON, G. R. & ENGELKIRK, P. G. Microbiologia para ciências da saúde. 5. ed. Rio
de janeiro: Guanabara Koogan. 1998. 289p.
JORGE, A. O. C. Microbiologia – atividades práticas. 1ed. São Paulo: Livraria Santos.
1997. 183p.
LACAZ, C. S.; PORTO, E. & MARTINS, J. E. C. Micologia Médica. 8 ed. São Paulo:
Sarvier. 1991. 385p.
RIBEIRO, M. C. & SOARES, M. M. S. R. Microbiologia prática – roteiro e manual. São
Paulo: Atheneu. 1998. 112p.
Disciplina:
Botânica sistemática 1
Semestre:
Quarto
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
60h
EMENTA: Sistemas de classificação. Grupos taxonômicos. Tipos nomenclaturais. Origem e
evolução das Cryptogamae. Reconhecimento, dentro destas, dos principais representantes de
interesse científico e econômico de ocorrência no Estado de Alagoas.
Bibliografia básica
BARROSO. G., MACIEL, M. P., PEIXOTO, A. L.; ICHASO, C. L. F. Frutos e sementes:
morfologia aplicada à sistemática de dicotiledôneas. Viçosa: Ed. Universidade Federal de
Viçosa. 1999.
NULTSCH, W. Botânica geral. 10ª ed. Porto Alegre, Artmed. 2000.
85
FERRI, M. G., MENEZES, N. L., MONTEIRO, W. L. Glossário ilustrado de Botânica. São
Paulo, Nobel. 1981.
RAVEN, P. H. et al. Biologia vegetal. 6ª ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan. 2001.
JOLY, A. B. Botânica: introdução à taxonomia vegetal. 13ª ed. São Paulo, Companhia
Editora Nacional. 2002.
Bibliografia complementar
ESAU, K. Anatomia de plantas com sementes. Edgard Blücher, São Paulo. 1965.
JUDD, W. S.; CAMPBELL, C. S.; KELLOGG, E. A.; STEVENS, P. F. & DONOGHU, M.
Sistemática vegetal – um enfoque filogenetico. – 3a ed. – São Paulo: Artmed. 2005.
LORENZI, H. & GONÇALVES, H. Morfologia vegetal. Plantarum, Nova Odessa. 2007.
SOUZA, V. C. & LORENZI, H. Botânica sistemática – guia ilustrado para identificação
de famílias de Angiospermas da flora brasileira. Plantarum, Nova Odessa. 2005.
Disciplina:
Planejamento, currículo e avaliação da aprendizagem
Semestre:
Quinto
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
80h
EMENTA: Estudo dos princípios, fundamentos e procedimentos do planejamento, do
currículo e da avaliação, segundo os paradigmas e normas legais vigentes norteando a
construção do currículo e do processo avaliativo no projeto político pedagógico da escola de
educação básica.
Bibliografia básica
COSTA, M.V. (Org.). O currículo nos limiares do contemporâneo. 2ª ed. Rio de Janeiro:
DP&A, 1999.
HADJI, C. Avaliação desmistificada. Porto Alegre: ARTMED, 2001.
LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 1991.
MENEGOLLA, M.; SANT'ANNA, I. M. Por que planejar? Como planejar? Petrópolis/RJ:
Vozes, 1991.
86
SILVA, T. T. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 2ª ed. Belo
Horizonte: Autêntica, 1999.
VASCONCELLOS, C. S. Planejamento: plano de ensino-aprendizagem e projeto educativo.
São Paulo: Libertad, 1995.
Bibliografia complementar
LUCKESI, C. C. Avaliação educacional escolar: para além do autoritarismo. São Paulo:
Cortez, 1996.
MASETTO, M. Didática: a aula como centro. São Paulo: FTD, 2001.
SAUL, A. M. Avaliação emancipatória: desafio à teoria e à prática de avaliação e
reformulação de currículo. São Paulo: Cortez, 1998.
Disciplina:
Projetos Integradores 3
Semestre:
Quarto
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
40h
EMENTA: Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo estruturado a partir
de atividades interdisciplinares em conformidade com a especificidade do curso
Bibliografia básica
Obs.: Contempla toda bibliografia utilizada pelas disciplinas do semestre e mais a bibliografia
definida pelo tema a serem trabalhados.
6.3.3. Quinto período
Disciplina:
Fundamentos anátomo-funcionais
Semestre:
Quinto
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
80h
87
EMENTA: Introdução geral a anatomia correlacionando-a fisiologia. Descrição anatômica e
fisiológica dos sistemas: esquelético, muscular, cardiovascular, linfático, respiratório,
digestivo, urinário, genital, nervoso e sensorial.
Bibliografia básica
BERNE, R. M.; LEVY, M. N.; KOEPPEN, B. M.; STANTON, B. A. Fisiologia. 5a ed. Rio
de Janeiro, Elvesier. 2004.
DANGELO, J.; FANTINE, C. Anatomia humana básica. 2a ed. São Paulo, Atheneu. 2002.
SOBOTTA, A. Atlas de anatomia humana. 21a ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan.
2000.
JACOB, S.; FRANCONE, C.; LOSSOW, W. Anatomia e fisiologia humana. 5a ed. Rio de
Janeiro, Guanabara Koogan. 1990.
GUYTON, A. C. Fisiologia e mecanismos de Doenças. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro.
1998.
Bibliografia complementar
CORDÓVA, M. A. Fisiologia dinâmica. – 1a ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2006.
LIPPERT, H.; HERBOLD, D. & LIPPERT-BURMESTER, W. Anatomia textos e atlas. – 7a
ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,. 2005.
RHOADES, R. A. & TANNER, G. A. Fisiologia médica. – 2a ed. – Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan. 2005.
Disciplina:
Botânica sistemática 2
Semestre:
Quinto
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
60h
EMENTA: Sistemas de classificação binomial. Identificação dos principais representantes
(Leguminosae, Malvaceae, Cactaceae, Anacardiaceae, Myrtaceae, Rubiaceae, Curcubitaceae,
Euphorbiaceae, Compositae, Rutaceae, Gramineae e Palmae) de interesse econômico e
ecológico que ocorrem no Estado de Alagoas.
88
Bibliografia básica
BARROSO, G. M. Sistemática de angiosperma do Brasil. 2a ed. Viçosa: Universidade
Federal de Viçosa. Vol. I. 2002.
BARROSO, G. M. Sistemática de angiosperma do Brasil. 2a ed. Viçosa: Universidade
Federal de Viçosa. Vol. II. 1999.
BARROSO, G. M. Sistemática de angiosperma do Brasil. 2a ed. Viçosa: Universidade
Federal de Viçosa. Vol. III. 1991.
BARROSO. G., MACIEL, M. P., PEIXOTO, A. L.; ICHASO, C. L. F. Frutos e sementes:
morfologia aplicada à sistemática de dicotiledôneas. Viçosa: Universidade Federal de
Viçosa.
MARCHIORI, J. N. C. Dendrologia das angiospermas: das magnoliáceas às flacurtiáceas.
Santa Maria: Universidade Federal de Santa Úrsula. 1997.
SOUZA, V. C.; LORENZI, H. Botânica sistemática – guia ilustrado para identificação de
famílias de Angiospermas da flora brasileira. Plantarum, Nova Odessa. 2005.
Bibliografia complementar
ESAU, K. Anatomia de plantas com sementes. Edgard Blücher, São Paulo. 1965.
JUDD, W. S.; CAMPBELL, C. S.; KELLOGG, E. A.; STEVENS, P. F. & DONOGHU, M.
Sistemática vegetal – um enfoque filogenetico. – 3a ed. – São Paulo: Artmed. 2005.
LORENZI, H. & GONÇALVES, H. Morfologia vegetal. Plantarum, Nova Odessa. 2007.
Disciplina:
Entomologia geral
Semestre:
Quinto
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
60h
EMENTA: Estudo dos insetos. Histórico. Distribuição geográfica. Importância econômica e
ecológica. Morfologia. Aspectos gerais de anatomia e fisiologia. Reprodução e
desenvolvimento. Características das principais ordens.
89
Bibliografia básica
BUZZI, Z. J.; MIYAZAKI, R. D. Entomologia didática. 4. ed. Curitiba: UFPR, 2002. 347 p.
GALLO, D.; NAKANO, O.; SILVEIRA NETO, S.; CARVALHO, R.P.L.; BAPTISTA, G.C.;
BERTI FILHO, E.; PARRA, J.R.P.; ZUCCHI, R.A.; ALVES, S.B. & VENDRAMIM, J.D.
Entomologia Agrícola. FEALQ, São Paulo. 2002. 920p.
GUEDES, J. C.; COSTA, I. D. da; CASTIGLIONI, E. Bases e técnicas do manejo de
insetos. Santa Maria: UFSM/CCR/DFS; Pallotti, 2000, 248p.
HADDAD, M. L.; PARRA, J. R. P.; MORAES, R. C. B. Métodos para estimar os limites
térmicos inferior e superior de desenvolvimento de insetos. Piracicaba: FEALQ, 1999,
29p.
NETO, S. S.; NAKANO, O.; BARBIN, D.; NOVA, N. A. V. Manual de ecologia dos
insetos. São Paulo: Agronômica Ceres, 1976, 419p.
Bibliografia complementar
ALTIERI, M. A.; SILVA, E. N.; NICHOLS, C. I. O papel da biodiversidade no manejo de
pragas. Ribeirão Preto: Holos, 2003, 226p.
CAVERO, S. E. Inseticidas e acaricidas – toxicologia; Receituário Agronômico.
Piracicaba: Livroceres, 1982, 424p.
NAKANO, O.; NETO, S. S.; BATISTA, G. C. de; YOKOYAMA, M.; DEGÁSPARI, N.;
MARCHINI, L. C. Manual de inseticidas. São Paulo: Agronômica Ceres, 1977, 272p.
PARRA, J. R. P.; BOTELHO, P. S. M.; CORRÊA-FERREIRA, B. S.; BENTO, J. M. S.
Controle biológico no Brasil: parasitóides e predadores. São Paulo: Manole, 2002, 635p.
PENTEADO, R. S. Controle alternativo de pragas e doenças. 2ª edição. Campinas: Edição
do autor, 2007, 152p.
Disciplina:
Estágio supervisionado 1
Semestre:
Quinto
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
100h
90
EMENTA: Estágio em escolas de ensino básico para prática de atividades relacionadas a
situações de ensino-aprendizagem, identificando e vivenciando problemas enfrentados pelo
professor nos momentos de ensino aprendizagem e formas adequadas para solucioná-los.
.
Bibliografia básica
BIANCHI, A. C.; ALVARENGA, M. & BIANCHI, R. Orientação para Estágio em
Licenciatura. São Paulo: Pioneira Thomson, 2005.
LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.
PICONEZ, S. C. B. A Prática de Ensino e o Estágio Supervisionado. 12ª ed. São Paulo:
Papirus, 2002. (Coleção Magistério: formação e trabalho pedagógico).
PIMENTA, S. G. & LIMA, M. S. L. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2008. (Coleção
docência em formação: série saberes pedagógicos).
PIMENTA, S. G. O Estágio na Formação de Professores. 6ª ed. São Paulo: Cortez, 2006.
Bibliografia complementar
ANDRÉ, M. & OLIVEIRA, M. R. N. Alternativas no ensino de didática. Campinas, SP:
Papirus, 1997.
CANDAU, V. Didática em questão. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 1986.
MASETTO, M. Didática: a aula como centro. São Paulo: FTD, 1996.
VEIGA, I. P. A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
Disciplina:
Pesquisa educacional
Semestre:
Quinto
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
60h
EMENTA: Integração dos alunos à realidade da escola, através de atividades participativas e
de observação das práticas escolares nas salas de aulas do ensino médio. Estratégias para a
regência no ensino médio e integração entre a didática específica do conteúdo a ser ensinado e
as várias formas de comunicação entre as atividades didáticas. Natureza do diálogo professoraluno.
91
Bibliografia Básica:
FAZENDA, Ivani (Org.) Metodologia da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez,
1994.
______.(Org.) Novos enfoques da pesquisa educacional. 2.ed. São Paulo, Cortez,
1994.
GAMBOA, S.S.; SANTOS FILHO, J.C. Pesquisa educacional: quantidade – qualidade. São
Paulo: Cortez, 1995.
GATTI, Bernardete Angelina. A construção da pesquisa em educação no Brasil. Brasília:
Plano, v.1, 2002. 86 p. (Série Pesquisa em Educação).
Bibliografia Complementar:
LÜDKE, M,; ANDRÉ, M.; E.D. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo:
EPU, 1986.
ANDRÉ, M. Papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Campinas:
Papirus, 2005.
GATTI, Bernadete A. Implicações e perspectivas da pesquisa educacional no Brasil.
Cadernos de Pesquisa, São Paulo, n. 113, p.65-81, JUL 2001.
Disciplina:
Projetos Integradores 4
Semestre:
Quinto
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
40h
EMENTA: Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo estruturado a partir
de atividades interdisciplinares em conformidade com a especificidade do curso
Bibliografia básica
Obs.: Contempla toda bibliografia utilizada pelas disciplinas do semestre e mais a bibliografia
definida pelo tema a serem trabalhados.
6.3.4. Sexto período
Disciplina:
Genética mendeliana
Semestre:
Sexto
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
40h
92
EMENTA: Introdução ao estudo da genética. Histórico. Herança monoíbrida e interação
genética. Bases moleculares da herança. Determinação do sexo e herança relacionada do sexo.
Duplicação do DNA. Transcrição e tradução genética.
Mutações e bases moleculares.
Variações cromossômicas estruturais e numéricas.
Bibliografia básica
GRIFFITHS, A. J. F.; SUZUKI, D. J.; MILLER, J. L.; LEWONTIN, R. C. Introdução à
genética. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2002.
GUERRA, M. Citogenética. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan. 1997.
LEWIN, B. Genes VII. 7a ed. Porto Alegre: Artmed. 2000.
MICKLOS, D. A.; FREVER, G. A.; CROTTY, D. A. A ciência do DNA. 2a ed. Porto Alegre:
Artmed. 2005.
THOMPSON, M. W.; THOMPSON, T. Genética médica. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan. 1993.
Bibliografia complementar
GELERHTER, T. D. & COLLINS, F. S. Fundamentos da genética médica. – 1a ed. – Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan. 1992.
SADAVA, D.; HELLER, H. C.; ORIANS, G. H.; PURVES, W. K. & HILLIS, D. M. Vida: a
ciência da biologia. – 8a ed. – São Paulo: Artmed. 2008. (Volume I: célula e hereditariedade).
Disciplina:
Conservação e manejo de recursos naturais
Semestre:
Sexto
Código:
Carga horária:
40h
Pré-requisito:
EMENTA: Os grandes biomas da terra. O sistema brasileiro de unidades de conservação,
conservação da natureza e leis ambientais. Importância da manutenção da biodiversidade dos
agroecossistemas e diferentes formas de manejo. Sistemas agroflorestais e agricultura
orgânica. Manejo de Fauna. Impactos humanos sobre o ambiente, mudanças climáticas e
camada de ozônio. O manejo dos recursos hídricos e das bacias hidrográficas. Fontes
energéticas e seus reflexos ecológicos.
93
Bibliografia básica
CABRAL, B. Direito Administrativo: tema: água. Brasília: Senado Federal. 1997.
COMISSÃO MUNDIAL SOBRE O MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO. Nosso
Futuro comum. Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro. 1991
LIMA, M. J. Ecologia humana: realidade e pesquisa. 1ª ed. Petrópolis, Vozes. 1984. 164p.
LIMA, M. J. & BRANDIO, M. L. Causas da crise ambiental. Universidade aberta do
Nordeste, Fortaleza, nº 2, p.2-7. Suplemento do Diário de Pernambuco, Recife, PE. 1989.
MMA. (2000). SNUC. Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza. Lei
No. 9.985, de 18 de julho de 2000. Brasília:MMA/SBF, 32 p.
PNMA –Programa Nacional do Meio Ambiente Diretrizes de pesquisa aplicada
ao
planejamento e gestão ambiental/ Ministério do Meio Ambiente e da Amazônia Legal,
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, Brasília, (coleção
Meio Ambiente. Série Diretrizes-Gestão Ambiental). 1995.
Bibliografia complementar
SENADO FEDERAL AGENDA 21 (CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS, SOBRE O
MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO, Brasília: Subsecretaria de Edições Técnicas.
1997.
VALLE, C. E. Qualidade Ambiental: o desafio de ser competitivo protegendo o meio
ambiente: (como se preparar para as normas iso 14.000)/ Cyro Eyer do Valle. São Paulo,
Pioneira 1995.
Disciplina:
Fisiologia vegetal
Semestre:
Sexto
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
60h
EMENTA: Análise de crescimento. A água na planta. Relações hídricas nas células e tecidos.
Movimento da água na planta. Absorção e transporte de água na planta. Perdas por
transpiração e gutação. Mecanismo estomático. Absorção e transporte de solutos inorgânicos.
Fotossíntese. Radiação e aparelho fotossintético. Formação de ATP e NADPH. Redução de
CO2. Fotorrespiração. Fotossíntese em plantas C3 e C4. Metabolismo ácido das crassuláceas.
94
Translocação de solutos orgânicos. Fotoperiodismo. Florescimento. Efeito da temperatura.
Hormônios e reguladores vegetais.
Bibliografia básica
FERRI, M. G. Fisiologia vegetal. 2a ed. São Paulo, EPU. 1986.
KERBAURY, et al. Fisiologia vegetal. 1ª ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan. 2004.
ODUM, E. P. & BARRET, G. W. Fundamentos da ecologia. 5a ed. São Paulo, Thomson
Pioneira, 2007.
RAVEN, P. H. Biologia vegetal. 7a ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan. 2007.
TAIZ, L. & ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. 3a ed. ARTMED, Porto Alegre. 2004.
Bibliografia complementar
FERREIRA, G. A.; BORGUETTI, F. et al., Germinação do básico ao aplicado. São Paulo:
Artmed. 2004.
PINTO-COELHO, R. M. Fundamentos em ecologia. São Paulo: Artmed. 2000.
Disciplina:
Estágio supervisionado 2
Semestre:
Sexto
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
100h
EMENTA: - Estágio em escolas de ensino fundamental e médio para prática de atividades
relacionadas a situações de ensino-aprendizagem, identificando e vivenciando problemas
enfrentados pelo professor nos momentos de ensino aprendizagem, assim como, desenvolver
metodologias adequadas para solucioná-los.
95
Bibliografia básica
BIANCHI, A. C.; ALVARENGA, M. & BIANCHI, R. Orientação para Estágio em
Licenciatura. São Paulo: Pioneira Thomson, 2005.
LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.
PICONEZ, S. C. B. A Prática de Ensino e o Estágio Supervisionado. 12ª ed. São Paulo:
Papirus, 2002. (Coleção Magistério: formação e trabalho pedagógico).
PIMENTA, S. G.; LIMA, M. S. L. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2008. (Coleção
docência em formação: série saberes pedagógicos).
PIMENTA, S. G. O Estágio na Formação de Professores. 6ª ed. São Paulo: Cortez, 2006.
Bibliografia complementar
ANDRÉ, M & OLIVEIRA, M. R. N. Alternativas no ensino de didática. Campinas, SP:
Papirus, 1997.
CANDAU, V. Didática em questão. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 1986.
MASETTO, M. Didática: a aula como centro. São Paulo: FTD, 1996.
VEIGA, I. P. A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
Disciplina:
Bioestatística
Semestre:
Sexto
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
60h
EMENTA: Medidas de tendência central e de dispersão; correlação e regressão;
probabilidade; distribuições binomial e normal; testes de hipóteses; análise de variância.
Bibliografia Básica
COSTA NETO, P. L. O. Estatística. São Paulo: Edgard Blucher., 1977.
MORETTIN, P. A. & BUSSAB, W. O. Estatística básica. 5a ed. São Paulo: Saraiva, 2000.
MORETTIN, P. A. & TOLOI, C. Análises de séries temporais. 2a ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2006
VIEIRA, S. Introdução à Bioestatística. 3a ed. Rio de Janeiro: Campos, 1998.
VIEIRA, S. Elementos de Estatística. 4a ed. São Paulo: Atlas. 2003.
96
Bibliografia Complementar
ANDRADE, M. G. Princípios de estatística. São Paulo: Atlas, 2004.
OLIVEIRA, F. E. M. Estatística e probabilidade. – 2a ed. – São Paulo: Atlas, 2009.
Disciplina:
Projetos Integradores 5
Semestre:
Sexto
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
40h
EMENTA: Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo estruturado a partir
de atividades interdisciplinares em conformidade com a especificidade do curso
Bibliografia básica
Obs.: Contempla toda bibliografia utilizada pelas disciplinas do semestre e mais a bibliografia
definida pelo tema a serem trabalhados.
6.3.5. Sétimo período
Disciplina:
Genética molecular
Semestre:
Sétimo
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
60h
EMENTA: Bases moleculares da hereditariedade. Mecanismos moleculares da mutação.
Código Genético. Síntese de proteínas. Estrutura fina do gene. Regulação da ação gênica.
Bibliografia básica
GRIFFITHS, A. J. F.; SUZUKI, D. J.; MILLER, J. L.; LEWONTIN, R. C. Introdução à
genética. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2002.
GUERRA, M. Citogenética. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan. 1997.
LEWIN, B. Genes VII. 7a ed. Porto Alegre: Artmed. 2000.
97
MICKLOS, D. A.; FREVER, G. A.; CROTTY, D. A. A ciência do DNA. 2a ed. Porto Alegre:
Artmed. 2005.
THOMPSON, M. W.;THOMPSON, T. Genética médica. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan. 1993.
Bibliografia complementar
GELERHTER, T. D. & COLLINS, F. S. Fundamentos da genética médica. – 1a ed. – Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan. 1992.
SADAVA, D.; HELLER, H. C.; ORIANS, G. H.; PURVES, W. K. & HILLIS, D. M. Vida: a
ciência da biologia. – 8a ed. – São Paulo: Artmed. 2008. (Volume I: célula e hereditariedade).
Disciplina:
Ecologia e meio ambiente
Semestre:
Sétimo
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
40h
EMENTA: Conceitos e história da Ecologia. Papel da ecologia na Sociedade. Conceitos
sobre energia e sistemas. Sistemas ecológicos. Componentes bióticos e suas interações:
população e ecossistema. Fatores ambientais abióticos: solo, água, luz, temperatura,
atmosfera, fogo. Os seres vivos no ambiente físico: grandes Biomas. Ciclagem de nutrientes
nos ecossistemas. Ação antrópica no ambiente.
Bibliografia básica
BEGON, M.; HARPER, J. Fundamentos em ecologia. 2a ed. São Paulo, Artmed. 2006.
CAPRA, F. A teia da vida: uma nova compreensão científica dos sistemas vivos. Rio de
Janeiro, Cultrix. 1997.
DAJOZ, R. Princípios da ecologia. 7a ed. São Paulo, Artmed. 2005.
ODUM, E. P.; BARRET, G. W. Fundamentos da ecologia. 5a ed. São Paulo, Thomson
Pioneira. 2007.
RICKLEFS, R. E. A economia da natureza. 5ª ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan. 2003.
98
Bibliografia complementar
GUREVITCH, J.; SCHEINER, S. M. & FOX, G. A. Ecologia vegetal. -2a ed. – São Paulo:
Artmed. 2009.
PRIMACK, R. B. & RODRIGUES, E. Biologia da conservação. São Paulo: Efraim
Rodrigues. 2008.
Disciplina:
Saúde na escola e na comunidade
Semestre:
Sétimo
Código:
Carga horária:
40h
Pré-requisito:
EMENTA: Conceitos de desenvolvimento social, educação, saúde e a inter-setorialidade. O
conceito de Escola Saudável dentro das estratégias de Promoção de Saúde: a criança, os
professores, os funcionários, o ambiente escolar (psicossocial e físico) e a comunidade do
entorno. Programas de Educação e de Saúde na escola dentro da perspectiva das áreas
transversais de Ensino Fundamental: programação, critérios e instrumentos de avaliação.
Bibliografia básica
DECLARAÇÃO DE JACARTA: Promoção de Saúde no século XXI. Julho de 1997.
FERRAZ, S. T. A pertinência da adoção da filosofia de Cidades Saudáveis no Brasil. Saúde
em Debate n°41, 45-49, dez 1993.
FOCESI, E. Educação em Saúde na escola: o papel do professor. Rev. Bras. Saúde Esc.,
1(2): 4-10. 1990.
FOCESI, E. Educação em saúde: campos de atuação na área escolar. Rev. Bras. Saúde
Escolar, 1(2): 19-21. 1990.
JUNQUEIRA, L.A.P. Novas formas de gestão na saúde: descentralização e
intersetorialidade. Saúde e Sociedade, 6(2): 31-46. 1997.
MENDES, E.V. Uma agenda para a saúde. São Paulo, HUCITEC. 1996.
99
Bibliografia complementar
PELICIONI, M.C.F. & CANDEIAS, N.M.F. A creche e as mulheres trabalhadoras no Brasil.
Revista Brasileira de Crescimento e Desenvolvimento Humano, vol. 7 (1), 1997.
PELICIONI, M.C.F. & GIKAS, R.M.C. Prevenção de acidentes em escolares: Proposta de
metodologia de diagnóstico para programa educativo. Rev. bras. Saúde esc., 2(1):23-26, jan.
1992.
SILVA, M.V. da; PELICIONI, M.C.F.; CARVALHO, M.M.B. Práticas de saúde entre
estudantes de segundo grau do município de Santo Antônio de Posse, Estado de São Paulo.
Oikos, Viçosa, 8(2):54-65, 1994. [apresentado no Encontro Paulista de Saúde Escolar, 2º, São
Paulo, 1993).
SOUZA JUNIOR, J.G. A construção social da cidadania: In Conferência Nacional de Saúde,
Brasília, 1986. ANAIS/8a Conferência Nacional de Saúde. Brasília: Centro de Documentação
do Ministério da Saúde, 1987.
Disciplina:
Projetos Integradores 6
Semestre:
Sétimo
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
40h
EMENTA: Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo estruturado a partir
de atividades interdisciplinares em conformidade com a especificidade do curso
Bibliografia básica
Obs.: Contempla toda bibliografia utilizada pelas disciplinas do semestre e mais a bibliografia
definida pelo tema a serem trabalhados.
Disciplina:
Estágio supervisionado 3
Semestre:
Sétimo
Código:
Carga horária:
100h
Pré-requisito:
100
EMENTA: Diagnóstico escolar – pesquisa. Elaboração de projetos de intervenção no Ensino
Fundamental (planos e seleção de conteúdos). O professor e sua regência no Ensino
Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental.
Bibliografia básica
BIANCHI, A. C.; ALVARENGA, M. & BIANCHI, R. Orientação para Estágio em
Licenciatura. São Paulo: Pioneira Thomson, 2005.
LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.
PICONEZ, S. C. B.. A Prática de Ensino e o Estágio Supervisionado. 12ª ed. São Paulo:
Papirus, 2002. (Coleção Magistério: formação e trabalho pedagógico).
PIMENTA, S. G. & LIMA, M. S. L. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2008. (Coleção
docência em formação: série saberes pedagógicos).
PIMENTA, S. G. O Estágio na Formação de Professores. 6ª ed. São Paulo: Cortez, 2006.
Bibliografia complementar
ANDRÉ, M. & OLIVEIRA, M. R. N. Alternativas no ensino de didática. Campinas, SP:
Papirus, 1997.
CANDAU, V. Didática em questão. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 1986.
MASETTO, M. Didática: a aula como centro. São Paulo: FTD, 1996.
VEIGA, I. P. A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
6.3.6. Oitavo período
Disciplina:
Geologia paleontologia
Semestre:
Oitavo
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
60h
EMENTA: Introdução ao estudo da Geologia. A Terra, sistema solar e o universo. Origem e
evolução. Subdivisões da Terra. Informações básicas sobre minerais e rochas. Intemperismos
e formação de solos. Introdução à Paleontologia. Fossilização. Paleoecologia.
101
Bibliografia básica
CARVALHO, I. S. Paleontologia. São Paulo, Interciência. 2004.
LAPORTE, L. Ambientes antigos de sedimentação. São Paulo, Edgard Blucher. 1969
MACLASTER, A. I. História geológica da terra. São Paulo, Edgard Blucher. 1969.
POPP, J. H. Geologia geral. 4a ed. São Paulo, Livros Técnicos e Científicos Editora. 1995.
TEIXEIRA, T. M. C. M.; W.; TAIOLI, F. A; FAIRCHILD, T. Decifrando a terra. São
Paulo: Oficina DE.2004.
Bibliografia complementar
FREEMAN, S. & HERRON, J. C. Análise evolutiva. – 4a ed. – Porto Alegre: Artmed. 2009.
GALO, V.; BRITO, P. M.; SILVA, H. M. A. & FIGUEIREDO, F. J. Paleontologia so
vertebrados: grandes temas e contribuições científicas. São Paulo: Interciência. 2006.
Disciplina:
Genética e evolução
Semestre:
Oitavo
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
40h
EMENTA: Teorias evolutivas. Mutação e adaptação. Recombinação. Deriva genética.
Migração. Hibridação. Seleção Natural (mecanismos de isolamento reprodutivo, especiação,
evolução acima do nível das espécies e domesticação).
Bibliografia básica
DOBZHANSKY, T. Genética do processo evolutivo. 1aed. São Paulo, Editora Polígono.
1973.
DARWIN, C. A origem das espécies. São Paulo, Heumus. 2002.
DAWKINS, R. A. A escala do monte improvável: uma defesa da teoria da evolução. São
Paulo, Companhia das Letras. 1998.
GRIFFITHS, A. J. F.; SUZUKI, D. J.; MILLER, J. L.; LEWONTIN, R. C. Introdução à
genética. 7ª ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan. 2002.
102
POUGH, F. H.; HEISER, J. B.; MCFARLAND, W. N. A Vida dos Vertebrados. São Paulo:
Atheneu. 2008.
Bibliografia complementar
JOHNSON, A. (Cols.). Biologia molecular da célular. – 4a ed. – Porto Alegre: Artmed.
2004.
LODISH, H. (cols.). Biologia celular e molecular. – 5a ed. – Porto Alegre: Artmed. 2005.
Disciplina:
Parasitologia
Semestre:
Oitavo
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
60h
EMENTA: A organização do ser vivo. Os organismos e o meio. Relações entre os seres
vivos.
Parasitismo.
Parasitas
de
interesse
médico.
Relações
parasito-hospedeiro.
Protozoologia. Helmintologia. Entomologia.
Bibliografia básica
FARIA, J. L. Patologia especial com aplicações clínicas. 2a ed. Rio de Janeiro, Guanabara
Koogan. 1999.
MARKELL, E. K.; JONH, D. T. & KROTOSCHI, W. A. Parasitologia médica. 8a ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan. 2003. 476p.
NEVES, D. P.; MELO, A. L. LINARDI, P. M (Orgs). Parasitologia humana. 11a ed. São
Paulo: Atheneu. 2005.
REY, L. 2002. Parasitologia médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
RODRIGUES, J. R. Síntese das doenças infecciosas e parasitárias. 1a ed. Rio de Janeiro,
Guanabara Koogan. 2008.
Bibliografia complementar
BARNES, R. S. K.; CALOW, P.; OLIVE, P. J. W. Invertebrados. São Paulo: Atheneu.
1995.
103
BRUSCA, R. C.; G. J. BRUSCA. Invertebrados. 2a ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan.
2007. 968p.
RUPPERT, R.; R. S. FOX; R. D. BARNES. Zoologia dos invertebrados uma abordagem
funcional – evolutiva. 7a ed. São Paulo, Roca. 2005. 1145p.
Disciplina:
Imunologia
Semestre:
Oitavo
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
40h
EMENTA: Componentes do Sistema Imune: célula, tecidos e moléculas. Princípios das
Imunidades inata e adaptativa. Seleção Clonal. Reconhecimento do Ag; - Antígenos e
Imunógenos. Visão panorâmica da Resposta Imune. Estrutura Molecular dos Anticorpos.
Classes de Imunoglobulinas (estrutura e funções). Codificação e expressão das
Imunoglobulinas. Interação Antígeno-Anticorpo e seus efeitos. Metodologia Imunológica.
Resposta imune a agentes infecto-parasitários. Vacinas e soros.
Bibliografia básica
MATTEW, H. Série carne e osso: Imunologia. 1a ed. São Paulo, Elvesier. 2007.
ABBAS, A. K.; POBER, J. S. & LICHTMAN, A. H. Imunologia celular e molecular. 4a ed.
São Paulo, Revinter. 2002.
FORTE, W. N. Imunologia: básica e aplicada. Porto Alegre, Artmed. 2004.
RODELLE, B. Novos conceitos em imunologia. São Paulo, Andrei. 1997.
ROITT, I. & RABSON, A. Imunologia básica. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan. 2003.
Bibliografia complementar
KINDT, T. J.; GOLDSBY, R. A. & OSBORNE, B. A. Imunologia de Kuby. – 6a ed. – Porto
Alegre: Artmed. 2008.
PARHAM, P. O sistema imune. Porto Alegre: Artmed. 2001.
104
Disciplina:
Bases para educação ambiental
Semestre:
Oitavo
Carga horária:
Código:
CBIA
Pré-requisito:
40h
EMENTA: A prática reflexiva. A pesquisa em educação com ênfase em Educação
Ambiental. Histórico da Educação Ambiental no contexto nacional e internacional incluindo
as principais conferências e documentos. Pressupostos teóricos e filosóficos da Educação
Ambiental. Educação Ambiental formal e não formal. Transversalidade curricular. Problemas
sócio-ambientais
e
a
Educação
Ambiental.
Instituições
(governamentais
e
não
governamentais) que atuam na área ambiental.
Bibliografia básica
BEGON, M.; HARPER, J. Fundamentos em ecologia. 2a ed. São Paulo, Artmed. 2006.
CAPRA, F. A teia da vida: uma nova compreensão científica dos sistemas vivos. Rio de
Janeiro, Cultrix. 1997.
DAJOZ, R. Princípios da ecologia. 7a ed. São Paulo, Artmed. 2005.
DIAS, G. F. Educação ambiental: princípios e práticas. 6.ed. rev. e ampl. São Paulo, Gaia.
2000.
VEIGA-NETO, A.J. Ciência, Ética e Educação Ambiental, num cenário pós-moderno.
Porto Alegre: Educação & Realidade. 1994.
Bibliografia complementar
GUREVITCH, J.; SCHEINER, S. M. & FOX, G. A. Ecologia vegetal. -2a ed. – São Paulo:
Artmed. 2009.
PNMA –Programa Nacional do Meio Ambiente Diretrizes de pesquisa aplicada ao
planejamento e gestão ambiental/ Ministério do Meio Ambiente e da Amazônia Legal,
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, Brasília, (coleção
Meio Ambiente. Série Diretrizes-Gestão Ambiental). 1995.
VALLE, C. E. Qualidade Ambiental: o desafio de ser competitivo protegendo o meio
ambiente: (como se preparar para as normas iso 14.000)/ Cyro Eyer do Valle. São Paulo,
Pioneira. 1995.
VIEZZER, M. & OVALLES, O. Manual Latino-Americano de Educação Ambiental. São
Paulo, Gaia. 1995.
105
Disciplina:
Semestre:
Estágio supervisionado 4
Oitavo
Código:
Carga horária:
100h
Pré-requisito:
EMENTA: Diagnóstico escolar – pesquisa. Elaboração de projetos de intervenção no Ensino
Médio (planos e seleção de conteúdos). O professor e sua regência no Ensino Fundamental.
Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental.
Bibliografia básica
BIANCHI, A. C.; ALVARENGA, M. & BIANCHI, R. Orientação para Estágio em
Licenciatura. São Paulo: Pioneira Thomson, 2005.
LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.
PICONEZ, S. C. B. A Prática de Ensino e o Estágio Supervisionado. 12ª ed. São Paulo:
Papirus, 2002. (Coleção Magistério: formação e trabalho pedagógico).
PIMENTA, S. G. & LIMA, M. S. L. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2008. (Coleção
docência em formação: série saberes pedagógicos).
PIMENTA, S. G. O Estágio na Formação de Professores. 6ª ed. São Paulo: Cortez, 2006.
Bibliografia complementar
ANDRÉ, M. & OLIVEIRA, M. R. N. Alternativas no ensino de didática. Campinas, SP:
Papirus, 1997.
CANDAU, V. Didática em questão. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 1986.
MASETTO, M. Didática: a aula como centro. São Paulo: FTD, 1996.
VEIGA, I. P. A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
Disciplina:
Projetos Integradores 7
Semestre:
Oitavo
Código:
Carga horária:
40h
Pré-requisito:
EMENTA: Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo estruturado a partir
de atividades interdisciplinares em conformidade com a especificidade do curso
106
Bibliografia básica
Obs.: Contempla toda bibliografia utilizada pelas disciplinas do semestre e mais a bibliografia
definida pelo tema a serem trabalhados.
6.4. D I S C I P L I N A S E L E T I V A S
Disciplina:
Técnicas de orientação para trabalho de campo
Semestre:
Carga horária:
Código:
ELET
40h
Pré-requisito:
EMENTA: Natureza e objetivos da pesquisa. Hipóteses e principais problemas de pesquisas.
Elementos de técnicas de coleta e de análise de dados. Projeto e relatório de pesquisa.
Bibliografia básica
GAIO, R. Metodologia da pesquisa e produção do conhecimento. 1a ed. São Paulo, Vozes.
2007.
KOCHE, J. C. Fundamentos da metodologia cientifica – teoria da ciência e prática da
pesquisa. 25a ed. São Paulo, Vozes. 2008.
RAMIRES, J. A. F. Didática para todos – técnicas e estratégias. São Paulo, Atheneu. 2008.
RUDIO, F. V. 1979. Introdução ao projeto de pesquisa cientifica. São Paulo: Vozes.
SPECTOR, N. Manual para redação de teses, projetos de pesquisas e artigos científicos.
2a ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan. 2002.
Bibliografia complementar
HADDAD JUNIOR, V. Animais aquáticos potencialmente perigosos do Brasil: guia
médico e biológico. – 2a ed. – São Paulo: Roca. 2009.
PAPAVERO, N. Fundamentos práticos de taxonomia zoológica. São Paulo: UNESP.
107
Disciplina:
Malacologia
Semestre:
Código:
Carga horária:
ELET
40h
Pré-requisito:
EMENTA: Introdução aos Mollusca. Principais características de: Aplacóforos, Placóforos,
Gastrópodos, Bivalves e Cefalópodes. Importância econômica e ecológica dos principais
representantes dos Mollusca.
Bibliografia básica
BARNES, R. S. K.; CALOW, P.; OLIVE, P. J. W. Invertebrados. São Paulo: Atheneu.
1995.
BRUSCA, R. C. & G. J. BRUSCA. Invertebrados. – 2a ed. – Rio de Janeiro, Guanabara
Koogan. 2007. 968p.
HICKMAN, C. P.; ROBERTS, L. S.; LARSON, A. 2004. Princípios integrados de zoologia.
11a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
RUPPERT, R.; R. S. FOX; R. D. BARNES. Zoologia dos invertebrados uma abordagem
funcional – evolutiva. 7a ed. São Paulo, Rocca. 2005. 1145p.
STORER, T. L.; USINGER, R. L.; STEBBINS, R. C. Zoologia geral. 6ª ed. São Paulo,
Companhia Editora Nacional. 2002.
Bibliografia complementar
HADDAD JUNIOR, V. Animais aquáticos potencialmente perigosos do Brasil: guia
médico e biológico. – 2a ed. – São Paulo: Roca. 2009.
LITTLEPAGE, J. L. Oceanografia: manual de técnicas oceanográficas para trabalhos em
laboratório e abordo. Fortaleza: Ed. Da Universidade Federal do Ceará. 1998.
PAPAVERO, N. Fundamentos práticos de taxonomia zoológica. São Paulo: UNESP.
108
SCHIMDT-NIELSEN, K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. – 5ª ed. – São
Paulo: Santos. 2002.
Disciplina:
Poluição e defesa do meio ambiente
Semestre:
Código:
Carga horária:
ELET
40h
Pré-requisito:
EMENTA: Problemas ambientais da atualidade. Alimentação X impacto ambiental. Poluição
do ar, da água e do solo. Produção de resíduos sólidos e líquidos. Agrotóxicos e meio
ambiente. Legislação ambiental.
Bibliografia básica
VEIGA-NETO, A. J. Ciência, Ética e Educação Ambiental, num cenário pós-moderno.
Porto Alegre: Educação & Realidade. 1994.
DIAS, G. F. Educação ambiental: princípios e práticas. 6.ed. rev. e ampl. São Paulo, Gaia.
2000.
VIEZZER, M.; OVALLES, O. Manual Latino-Americano de Educação Ambiental. São
Paulo, Gaia. 1995.
SENADO FEDERAL AGENDA 21 (CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS, SOBRE O
MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO, Brasília: Subsecretaria de Edições Técnicas.
1997.
VALLE, C. E. Qualidade Ambiental: o desafio de ser competitivo protegendo o meio
ambiente: (como se preparar para as normas iso 14.000)/ Cyro Eyer do Valle. São Paulo,
Pioneira. 1995.
Bibliografia complementar
BEGON, M.; HARPER, J. Fundamentos em ecologia. 2a ed. São Paulo, Artmed. 2006.
CAPRA, F. A teia da vida: uma nova compreensão científica dos sistemas vivos. Rio de
Janeiro, Cultrix. 1997.
GUREVITCH, J.; SCHEINER, S. M. & FOX, G. A. Ecologia vegetal. -2a ed. – São Paulo:
Artmed. 2009.
109
Disciplina:
Arachnologia
Semestre:
Código:
Carga horária:
ELET
40h
Pré-requisito:
EMENTA: Introdução a Aracnologia. Principais características dos Chelicerata. Importância
econômica e ecológica das ordens: Araneae, Scorpiones e Pseudoscorpiones, Opiliones,
Uropigy e Palpigrade, Schizonomida, Amplypygi, Solifugae e Rocinulei e Acari.
Bibliografia básica
LISE, A. & SILVA, E. Aranhas – inimigas ou aliadas? Guia ilustrado. São Paulo:
Edipucrs.
RUPPERT, R.; R. S. FOX & R. D. BARNES. Zoologia dos invertebrados uma abordagem
funcional – evolutiva. 7a ed. São Paulo, Roca. 1145p. 2005.
STORER, T. L.; USINGER, R. L.; STEBBINS, R. C. Zoologia geral. 6ª ed. São Paulo:
Companhia Editora Nacional. 2002.
SANTOS, E. O mundo dos artrópodos. Belo Horizonte, Itatiaia. 1982.
MANUAL DE DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO POR ANIMAIS PEÇONHENTOS.
Brasília: Fundação Nacional de Saúde. 1998.
Bibliografia complementar
HICKMAN, C. P.; ROBERTS, L. S.; LARSON, A. Princípios integrados de zoologia. 11a
ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan. 2004.
MARGULIS, L.; SCHWARTZ, K. V. Cinco reinos: um guia ilustrado dos filos de vida na
terra. –3ª ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2001.
Disciplina:
Biologia geral
Semestre:
Código:
Carga horária:
ELET
60h
Pré-requisito:
110
EMENTA: A biologia e sua evolução ao longo dos séculos. As teorias que procuram explicar
o surgimento da vida. O estudo da célula. A constituição dos organismos (orgânica e
inorgânica) e, seu funcionamento interno (sistemas, órgãos, etc). A importância do meio
ambiente para os organismos.
Bibliografia básica
BAKER, J. J. W. & ALLEN, G. Estudo da Biologia. Vol. I. São Paulo: Edgard Blücher,
1975.
DARWIN, C. A origem das espécies e a seleção natural. – 4ª ed. – Belo Horizonte: Itatiaia.
2002.
DE ROBERTIS, E. M. Bases da biologia celular e molecular. – 3ª ed. – Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan. 2001.
RICKLEFS, R. E. A economia da natureza. – 5ª ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
2003.
Bibliografia complementar
JUNQUEIRA, L. C. & CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular – 8a ed. – Guanabara
Koogan, Rio de Janeiro, 2005.
ODUM, E. P. & BARRET, G. W. Fundamentos da ecologia. – 5a ed. – Thomson Pioneira,
São Paulo. 2007.
Disciplina:
Física geral
Semestre:
Código:
Carga horária:
ELET
80h
Pré-requisito:
EMENTA: Grandezas, unidades, padrões, escalas e tamanhos. Gráficos, decaimento,
crescimento exponenciais; escala biológica. Movimentos, biomecânica e elasticidade.
Dinâmica: vôos, trabalho, energia e potência mecânica. Energia potencial, outras formas de
energia e conservação de energia no corpo humano. Fluidos. Bioacústica e comunicação
sonora. Bioeletricidade. Radiação eletromagnética. Biofísica da visão e instrumentos ópticos.
111
Bibliografia básica
HALLIDAY, et al. 2006. Fundamentos de Física 1: mecânica. 7a ed. São Paulo: LTC.
OKUNO, E.; CALDAS, I. & CHOW, C. Física para ciências biológicas e biomédicas. São Paulo:
Harbra, 1986.
TIPLER, P. A. & MOSCA, E. Física Vol I: Mecânicas, oscilações e ondas termodinâmicas. 5a ed.
São Paulo: LTC, 2006.
Bibliografia complementar
HALLIDAY, et al. Fundamentos de Física 2: Gravitação, Ondas e Termodinâmica. 7aed. São
Paulo: LTC, 2006.
HEWITT, G. P. Física conceitual. 9a ed. Bookman, 2002.
Disciplina:
Química geral
Semestre:
Código:
Carga horária:
ELET
60h
Pré-requisito:
EMENTA: Teoria Atômica e Estequiometria. Estrutura Eletrônica. Tabela Periódica. Ligação
Química. Gases, Sólidos e Líquidos. Soluções
Bibliografia básica
ATKINS, PETER W. 2002. Moléculas. 2ed. EDUSP.
ATKINS, P. e JONES, L. 2006. Princípios de Química: Questionando a vida moderna e o
meio ambiente. - 3 ed. - Porto Alegre: Bookman.
Disciplina:
Fundamentos da matemática 1
Semestre:
Código:
Carga horária:
ELET
80h
Pré-requisito:
EMENTA: Conjuntos numéricos; relações; funções elementares; exploração gráfica dos
conceitos e algumas aplicações.
112
Bibliografia Básica:
BOULOS, Paulo. Introdução ao Cálculo. Ed. Edgard Blucher, 1999.
DOMINGUES, Hygino H. , IEZZI, Gelson. Álgebra Moderna. São Paulo, Atual Editora, 1996.
Bibliografia Complementar:
IEZZI, Gelson., HAZZAN, Samuel. Fundamentos de Matemática Elementar Vol. 1. São Paulo,
Atual Editora, 2001.
LIMA, Elon Lages, et al: Matemática no Ensino Médio, vol. I. Rio de Janeiro, SBM, 2001.
Disciplina:
Fundamentos da educação
Semestre:
Código:
Carga horária:
ELET
40h
Pré-requisito:
EMENTA: Análise das relações entre as questões educacionais e o contexto Sócio –
Histórico – Filosófico, pela compreensão dos modelos de sociedade dos diversos povos,
destacando as principais teorias pedagógicas.
Bibliografia básica
DURKHEIM, E. Educação e sociologia. São Paulo: Melhoramentos, 1978.
ENGUITA, M. F. Trabalho, escola e ideologia. Porto Alegre: ArtMed, 1993.
FREITAG, B. Escola, Estado e sociedade. São Paulo: Morais, 2000.
FRIGOTTO, G. (Org.). A produtividade da escola improdutiva. 3ª ed. São Paulo: Cortez,
1989
MACHADO, L. Politecnia, escola unitária e trabalho. São Paulo: Cortez, Autores
Associados, 1989.
Bibliografia complementar
GADOTTI, M. História das Idéias Pedagógicas. São Paulo: Ática, 1993.
LESSA, S. & TONET, I. Introdução à filosofia de Marx. São Paulo: Expressão Popular,
2008.
113
MACENO, T. E. Educação para todos universalizando a educação. Revista Educação,
Maceió, ano 13, n.23, p. 13-31, dez/2005.
MANACORDA, M. A. História da Educação: da antiguidade aos nossos dias. 12 ed. São
Paulo: Cortez, 2006.
NOMERIANO, A. S. A educação do trabalhador, a pedagogia das competências e a
crítica marxista. Maceió: EDUFAL, 2007.
114
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
O estágio supervisionado deverá possibilitar ao futuro professor a oportunidade de
vivenciar diferentes situações durante o desenvolvimento do processo ensino–aprendizagem,
assim como, refletir sobre estas situações juntamente com os orientadores do Estágio e a
equipe de professores da Escola, a fim de que, possa buscar novas alternativas para sua prática
educativa.
De acordo com a Resolução CNE/CP 1, este estágio deverá ser realizado em
escolas de Educação básica a partir do início da segunda metade do curso e deverá resultar
num intercambio de colaboração Universidade/Escola. A Resolução CNE/CP 2 estabelece
que a carga horária do Estágio Curricular Supervisionado deve ser de 400 (quatrocentas
horas), embora para os alunos que já exerçam atividade docente regular na educação básica ,
esta carga horária poderá ser reduzida em até 200 (duzentas) horas.
O planejamento e a execução das práticas realizadas durante o Estágio, deverão
estar apoiadas nas reflexões desenvolvidas durante todo o curso de formação. As avaliações
dos resultados obtidos (que podem ser apresentadas na forma de relatório final do Estágio)
poderão servir para avaliar e redirecionar a estrutura curricular do curso. Portanto, esta
avaliação deve ser feita por uma equipe de professores e, sempre que possível, com
professores das escolas onde os estágios foram realizados a fim de analisar os problemas
encontrados, propor soluções etc., contribuindo assim, para a melhoria do ensino na mesma.
Deve-se ficar bem claro que o Estágio Curricular não deve ser a única etapa do
curso em que os alunos deverão ter a oportunidade de vivenciar a prática educativa. Muito
pelo contrário, durante todo o desenvolvimento das atividades do Curso a prática pedagógica
deverá estar presente em no mínimo 400 (quatrocentas) horas como institui a resolução
CNE/CP 1 e 2, que estabelece :
“A prática, na matriz curricular, não poderá ficar reduzida a um espaço isolado, que a
restrinja ao estágio, desarticulado do restante do curso”.
“A prática deverá estar presente desde o início do curso e permear toda a formação do
professor”.
“No interior das áreas ou das disciplinas que constituírem os componentes curriculares
de formação, e não apenas nas disciplinas pedagógicas, todas terão a sua dimensão
prática”.
72
“Em tempo e espaço curricular específico, a coordenação da dimensão prática
transcenderá o estágio e terá como finalidade promover a articulação das diferentes
práticas, numa perspectiva interdisciplinar”.
“A prática será desenvolvida com ênfase nos procedimentos de observação e reflexão,
visando à atuação em situações contextualizadas, com o registro dessas observações
realizadas e a resolução de situações-problema”.
“A presença da prática profissional na formação do professor, que não prescinde da
observação e ação direta, poderá ser enriquecida com tecnologias da informação,
incluídos o computador e o vídeo, narrativas orais e escritas de professores, produções
de alunos, situações simuladoras e estudo de casos”.
Portanto, cada disciplina ou atividade do curso deverá ter sua dimensão prática.
Isto é particularmente importante para as disciplinas da área específica de Biologia. Os
professores destas disciplinas, ao mesmo tempo em que desenvolverão os conteúdos
específicos, deverão desenvolver atividades tais como: realização de seminários,
planejamento e execução de unidades didáticas, elaboração de textos didáticos, análise de
livros didáticos, análise e utilização de kits experimentais etc.
73
8. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é um estudo realizado pelo aluno e
orientado por um professor da UFAL, o qual, engloba atividades práticas e/ou teóricas
permitindo ao aluno a ampliação, aplicação e demonstração dos conhecimentos adquiridos ao
longo do curso e também aplicar a metodologia científica na execução do mesmo. Os temas
abordados nos TCC’s deverão preferencialmente ser direcionados para a área de formação dos
alunos, que é o Ensino da Biologia. De acordo com a resolução no 25/2005 CEPE de 26 de
novembro de 2005, o TCC não constitui uma disciplina, não tendo, portanto, carga horária
fixa semanal, no entanto, de acordo com o Projeto que está sendo proposto, possui uma carga
horária de 80h semestrais, e é considerado um componente curricular obrigatório para a
integralização do curso.
Quanto às formas de apresentação poderá ser além da monografia acadêmica, um
memorial, portfólio, relatório de projeto didático-pedagógico desenvolvido, relatório de
pesquisa educacional desenvolvida ou elaboração de projeto pedagógico para a realidade
educacional em que vive.
O TCC será desenvolvido pelo graduando a partir do 6º semestre e será
devidamente acompanhado por um Orientador. As linhas de pesquisa propostas para a
realização das monografias estão apresentadas e associadas aos planos teórico e prático
(Quadro III). Para cada linha de pesquisa o Colegiado do Curso indicará um ORIENTADOR
ACADÊMICO que será responsável pelo cadastramento dos orientadores docentes ou
pesquisadores, como também, pela discussão sobre as escolhas dos temas dos TCC’s visando
promover a integração entre os docentes e discentes nas reflexões sobre os temas escolhidos.
A orientação de um TCC por um professor externo ao curso de Biologia da UFAL será
permitida desde que sua solicitação como Professor-Orientador tenha sido aprovada pelo
Colegiado do Curso.
74
QUADRO 3. Linhas de pesquisa propostas para o desenvolvimento das monografias ou
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
LINHAS DE
PESQUISA
Biodiversidade
Etno e
Sociodiversidade
Educação
Ambiental nas
Escolas
Saúde na escola e
na comunidade
Ser Humano e
Saúde Ambiental
Recursos
Tecnológicos
Ensino da
Biologia
PLANO TEÓRICO
O ambiente como um todo e suas
perspectivas: manejo e conservação
ambiental a fauna, a flora, os
microorganismos e as relações do homem
com os diferentes ambientes.
Mapas cognitivos como método de coleta
das imagens da “natureza”; Etnoecologia
abrangente como método de integrar
conhecimentos diferentes. Estudos e
pesquisas sobre o ensino da conservação
ambiental na rede pública (municipal ou
estadual) e privada.
Abordagem sobre ensinar e aprender em
Educação Ambiental: correntes de
pensamento, valores, ética e dimensões
local e global.
Abordagem sobre condições favoráveis à
instalação da doença; ocorrência X
freqüência de patologias relacionadas às
condições ambientais e sanitárias; perfil
da população de acordo com a ocorrência
das doenças; relação antígeno X
anticorpo; ocorrência de doenças que já
haviam sido erradicadas.
Abordagem sobre condições ambientais
mais favoráveis à instalação da doença; a
importância do educador como
disseminador de informações; o lixo nas
vias públicas e no ambiente escolar, etc.
O uso da tecnologia para a assegurar
conservação dos recursos naturais;
melhoramento genético; saneamento
básico; coleta e tratamento do lixo;
poluição, captação e armazenamento da
água, solo e atividades humanas e
diversidade de equipamentos.
As ciências no ensino fundamental; a
biologia no ensino médio; recursos
tecnológicos utilizados no ensino das
Ciências; a importância do conhecimento
biológico para a formação do educador,
etc.
PLANO PRÁTICO
Diagnóstico sobre o ensino da
conservação ambiental na rede
pública estadual e/ou municipal,
assim como, nas particulares.
Vivenciar experiências e
construindo um mundo de
possibilidades.
Levantamento da biodiversidade do
entorno (fauna e flora).
Diagnóstico sobre o saber ambiental
na escola: a fauna, a flora e as
interrelações ocorrentes na
natureza.
Diagnóstico da Educação ambiental
na rede pública (estadual e/ou
municipal) e privada, assim como
na sociedade.
Diagnóstico de saúde na
comunidade, na escola e no
entorno. Possíveis medidas de
prevenção e controle.
Diagnóstico da Saúde ambiental de
determinada comunidade escolar
estadual e/ou municipal.
Desenvolver ou sugerir medidas
mitigadoras.
Diagnostico do uso das tecnologias
nas pesquisas de Órgãos da rede
pública em Alagoas.
Diagnóstico sobre a atual situação
do ensino das ciências e da
biologia, no município, Estado e no
Brasil.
75
9. ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS
O currículo pleno dos cursos de graduação da Universidade Federal de Alagoas, é
constituído por duas partes: uma fixa (formada pelos conteúdos didáticos-científicos, estágios,
etc.) e uma flexível (a qual compreende as atividades acadêmico-científico-culturais). De
acordo com a resolução no 56/95 CEPE de 18 de julho de 1995, a parte flexível representará
de 5 (cinco) até 10% (dez) da carga horária total da parte fixa, e esta, poderá ser desenvolvida
em atividades de pesquisa, ensino, extensão e representação estudantil, ou em pelo menos 02
(duas) dessas atividades. Ainda de acordo com a resolução que regulamenta a parte flexível
do currículo pleno dos cursos de graduação desta IFES, carga horária (200h), deverá ser
vivenciada durante o período de integralização do curso.
O curso de Biologia – Licenciatura está estruturado e será conduzido de modo a
permitir o desenvolvimento de atividades complementares, as quais são importantes para a
formação docente e para o desenvolvimento de competências e habilidades como foi
determinado na elaboração do perfil do profissional desejado. Portanto, serão incentivadas
atividades tais como: busca de informações em fontes variadas, uso freqüente da biblioteca,
uso de recursos multimídia, visitas de campo (museus, ecossistemas como, caatinga, mata
atlântica etc., instituições de ensino e pesquisa etc.), participação em congressos, seminários,
workshops, palestras e outras. A realização de estágios, incluindo monitoria, também será
incentivada.
Propomos algumas atividades complementares à formação do Licenciado em
Biologia, que visam propiciar uma complementação de sua postura de estudioso e
pesquisador, integralizando o currículo, tais como, a produção de monografias e a
participação em programas de iniciação científica, assim como, a docência. Incorporação das
Atividades Complementares de Graduação em que se prevê a validação no histórico de
atividades que vão desde disciplinas ofertadas em outros cursos, passando por estágios
voluntários até participação em projetos de pesquisa e extensão.
78
Quadro 4. Atividades que poderão ser desenvolvidas como atividades acadêmico-científicoculturais.
No.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
ATIVIDADES ACADÊMICO-CINTÍFICO-CULTURAIS
Monitoria
Iniciação Cientifica
Estagio – Projeto de Extensão
Publicação do aluno com Prof. Orientador
Participação em eventos com apresentação de trabalhos
Participação em eventos sem apresentação de trabalhos
Monitoria em evento
Curso/Oficina/Grupo de Estudo
Estagio Extra Curricular
Representação estudantil nos conselhos da UFAL
Participação estudantil em Diretórios
Língua estrangeira (curso completo)*
Informática (curso completo)*
Estagio em ensino de Ciências e Biologia (rede publica e mínimo de 02
semestres letivos)
15 Participação em Campanhas de saúde durante o período de integralização
do curso (vacinação, epidemias e prevenção)
16 Participação em organização de eventos de natureza técnico-cientifica
17 Mostra comentada de vídeos técnicos durante o período de integralização
do Curso.
18 Organização de eventos acadêmicos (seminários, congressos, simpósios,
etc.)
* Desde que tenha sido realizado em dois semestres letivos.
79
10. AVALIAÇÃO
10.1. Avaliação do Projeto Pedagógico do Curso
A avaliação permanente do Projeto Pedagógico do curso de Biologia Licenciatura
a ser implementado com esta proposta é importante para aferir o sucesso do novo currículo
para o curso, como também, para certificar-se de alterações futuras que venham a melhorar
este projeto, o qual é dinâmico e deve passar por constantes avaliações, essas por sua vez,
procuram atender o disposto no artigo 3º, Inciso VIII, da Lei nº. 10861, de 14/04/2004.
Os mecanismos a serem utilizados deverão permitir uma avaliação institucional e
uma avaliação de desempenho acadêmico – ensino e aprendizagem – de acordo com as
normas vigentes, viabilizando uma análise diagnóstica e formativa durante o processo de
implementação do referido projeto. Deverão ser utilizadas estratégias que possam efetivar a
discussão ampla do projeto mediante um conjunto de questionamentos previamente ordenados
que busquem encontrar suas deficiências, se porventura existirem.
O curso será avaliado também pela sociedade através da ação/intervenção
docente/discente expressa na produção e nas atividades concretizadas no âmbito da extensão
universitária em parceria com indústrias alagoanas e estágios curriculares não obrigatórios. O
roteiro proposto pelo INEP/MEC para avaliação das condições de ensino também servirá de
instrumento para avaliação, sendo o mesmo constituído pelos seguintes tópicos:
1. Organização didático-pedagógica: administração acadêmica, projeto do curso,
atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação;
2. Corpo docente: formação profissional, condições de trabalho, atuação e
desempenho acadêmico e profissional;
3. Infra-estrutura:
instalações
gerais,
biblioteca,
instalações
e
laboratórios
específicos.
A avaliação do desempenho docente será efetivada pelos alunos/disciplinas
fazendo uso de formulário próprio e de acordo com o processo de avaliação institucional.
80
10.2. Avaliação do Processo Ensino-Aprendizagem
A avaliação é uma das etapas do processo ensino-aprendizagem que deve estar em
sintonia com as metodologias de trabalho adotadas pelos docentes, as quais, deverão atender
as normas definidas pela Universidade. Informamos a seguir observações quanto ao que se
pressupõe obter ao se avaliar:
“Avaliar pressupõe um projeto norteador de professores e alunos na direção da consecução de
objetivos claramente explicitados, dentro de uma determinada matriz epistemológica”.
“A avaliação é, indubitavelmente, a maior evidenciadora do plano pedagógico que está sendo
aplicado. A forma como ela é praticada pode revelar os vínculos remanescentes como um
modelo de ensino que teoricamente é negado. Se tais vínculos persistirem, notadamente
nessa prática permeada de relações de poder, poderão comprometer a vitalidade do projeto”.
Para o Curso de Biologia Licenciatura a avaliação será considerada como um
processo construtivo de conhecimento, e será percebida como uma condição que torna mais
dinâmica a ação do curso pela qual se procura identificar, aferir, investigar e analisar o
desenvolvimento do aluno, do docente e do curso, confirmando ou não, se a construção do
conhecimento ocorreu de forma teórica e prática. Será uma das formas que se terá para
verificar se os objetivos propostos foram alcançados, a medida em que o curso está sendo
integralizado. De um modo geral, a avaliação terá duas funções básicas: Função diagnóstica
– visa determinar a presença ou ausência de conhecimentos e habilidades, providências para
estabelecimentos de novos objetivos, retomada de objetivos não atingidos, elaboração de
diferentes estratégias de reforço, sondagem, projeção e retrospecção de situação de
desenvolvimento do aluno, dando-lhe elementos para verificar o que aprendeu e como
aprendeu. Função formativa – localiza deficiências na organização do ensino-aprendizagem,
de modo a possibilitar reformulações no mesmo, e assegurar o alcance dos objetivos. Para
que a avaliação tenha o caráter formativo, trabalhar-se-á seleção dos objetivos e conteúdos
das disciplinas, desenvolvendo o caráter multidisciplinar e interdisciplinar sempre buscando
a participação dos alunos. O curso preocupar-se-á em saber o que avaliar e como utilizará os
resultados. Para tanto, estabelecerá critérios e objetivos, assim como, instrumentos que
servirão para tal finalidade.
A avaliação do rendimento escolar é regulamentada pelas resoluções CEPE/UFAL
56/95, 113,95 e 25/2005.
81
11. AÇÕES DE APOIO AOS DISCENTES
11.1. Nivelamento
O curso de nivelamento para os alunos recém ingressos no curso de Biologia
Licenciatura, tem como objetivo geral, promover melhorias no desempenho acadêmico dos
mesmos. Esses objetivos consistem em:
a) Promover a integração destes entre si e com os demais discentes, e docentes do
curso, de forma a incentivá-los a participar das várias atividades desenvolvidas pela
Universidade;
b) Mostrar a estrutura acadêmica e administrativa da Universidade;
c) Apresentar informações sobre a grade curricular do curso, Colegiado do Curso,
Centro Acadêmico e outros programas de interesse dos alunos;
d) Avaliar e complementar os conhecimentos destes alunos em matérias básicas
identificadas como deficientes para a compreensão dos fenômenos biológicos;
e) Enfatizar a importância das matérias específicas para formação profissional.
11.2. Laboratório de Práticas de Ensino da Biologia
A reflexão sobre o ensino da Biologia, têm procurado minimizar a dicotomia entre
a teoria e a prática, entre a forma e o conteúdo, entre o conhecimento científico e as outras
formas de conhecimento, entre a escola e a vida, entre o homem e o mundo, buscando um
ensino que rompa com a idéia de repetição, fixação e memorização, valorizando o cotidiano
do aluno, priorizando a criação, a problematização e a transformação.
Para que possamos enfrentar esse desafio do fazer escolar, será implantado um
Laboratório de Práticas de Ensino da Biologia. Nesse laboratório serão elaborados programas
que visem conceber e preparar material didático (coleções, kits, etc), implementar inovações
pedagógicas, assim como, desenvolvimento de novas metodologias, as quais deverão ser
aplicadas em escolas públicas ou particulares da região. Poderá também ser objeto de estudo
desse laboratório, a utilização do espaço para atender as demandas externas de capacitação
docente da rede de ensino por meio de oficinas, bem como, a disponibilização dos modelos
pedagógicos e jogos didáticos produzidos.
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11.3. Monitoria
O programa de monitoria é coordenado pela Pró-Reitoria de Graduação –
PROGRAD - e tem como objetivo principal, possibilitar ao aluno o desenvolvimento de
atividades de ensino-aprendizagem em determinada disciplina supervisionada por um
professor orientador.
Entre seus objetivos específicos destacam-se:
a) Assessorar o professor nas atividades docentes;
b) Possibilitar a interação entre docentes e discentes;
c) Proporcionar uma visão globalizada da disciplina a partir do aprofundamento,
questionamento e sedimentação de seus conhecimentos;
d) Desenvolvimento de habilidades didático-pedagógicas e uma visão crítica
sobre a metodologia do ensino.
83
12. REFERÊNCIAS
BICUDO, M. A. V. e SILVA JÚNIOR, M. A. Formação do educador: organização da
escola e do trabalho pedagógico. V.3. São Paulo, ENESP, 1999.
FURLAN, M. e HARGREAVES, A. A Escola como organização aprendente: buscando
uma educação de qualidade. Porto Alegre, Artmed, 2000.
LIBÂNEO, J. C. Organização e Gestão da escola: Teoria e Prática. 5ª ed. Goiânia,
Alternativa, 2004.
LIMA, L. C. A Escola como organização educativa. São Paulo, Cortez, 2001.
PETEROSKI, H. Trabalho coletivo na escola. São Paulo, Pioneira Thomson Lerning, 2005.
PERRENOUD, P. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens. Porto Alegre,
Artes Médicas, 1999.
VASCONCELOS, C. dos S. Planejamento: Projeto de Ensino-Aprendizagem e Projeto
Político-Pedagógico. São Paulo, Libertad, 2001.
VEIGA, I. P. A. e RESENDE, L. M. G. (Orgs). Escola: espaço do Projeto PolíticoPedagógico. São Paulo, Papirus, 1998.
VEIGA, I. P. A. e FONSECA, M. (Orgs.) As Dimensões do Projeto Político-Pedagógico.
São Paulo, Papirus, 2001.
VIEIRA, S. L. (Org.) Gestão da escola: desafios a enfrentar. Rio de Janeiro: DP&A , 2002.
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ANEXOS
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Quadro de docentes do Curso de Ciências Biológicas Licenciatura da
Universidade Federal de Alagoas – Campus Arapiraca/Al
DOCENTE
FUNÇÃO
TITULAÇÃO
Eliane Aparecida Holanda Cavalcanti
Coordenadora
Doutora
Edmilson S. Silva
Vice-coordenador
Doutor
Maria Aliete Bezerra de Lima Machado
Docente
Mestre
Maria Luzia Belo
Docente
Mestre
Henrique Hermenegildo Silva
Docente
Mestre
Larissa Sátiro
Docente
Mestre
Daniele G. Bezerra
Docente
Doutora
Ana Carolina F. Coutinho
Docente
Mestre
Talvanes Eugenio
Docente
Mestre
Severina Martir
Docente
Mestre
Tiago G. Andrade
Docente
Doutor
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