Projeto Pedagógico 2010
PPC ARQ ARAPIRACA 2010.pdf
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA
PROJETO PEDAGÓGICO
CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO
Arapiraca-AL
2010
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA
PROJETO PEDAGÓGICO
CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO
Projeto Pedagógico do Curso de Arquitetura e
Urbanismo do Campus Arapiraca,
raca, elaborado
com
objetivo
de
adequação
Curriculares Nacionais.
Equipe de elaboração:
Profª. Thaisa F. César Sampaio de Oliveira (Coordenadora)
Profª Simone Carnaúba Torres (Vice-coordenadora)
(Vice
Profº. Iuri Ávila L. de Araújo
Profª Juliana Michaello Macedo Dias
Profº.. Márcio André Araújo Cavalcante
Profª. Elisabeth de Albuquerque Cavalcanti Duarte Gonçalves
Profº.. Odair Barbosa de Moraes
Profº.. Ricardo Victor Rodrigues Barbosa
Profº.. Fernando Antônio Santos de Souza
Arapiraca-AL
2010
às
Diretrizes
IDENTIFICAÇÃO
DO
CURSO
NOME DO CURSO: Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo
TÍTULO CONFERIDO: Arquiteto Urbanista
PORTARIA DE RECONHECIMENTO: Portaria Ministerial 1.770 – SESU/MEC, de 21 de
dezembro de 1994
TURNO: Diurno
CARGA HORÁRIA: 3.895 horas/aula
FORMA DE INGRESSO: Processo seletivo seriado
MODALIDADE: Bacharelado
DURAÇÃO:
Mínima: 5 anos
Máxima: 9 anos
VAGAS: 40 (oferta anual)
PERFIL DO EGRESSO: Profissionais generalistas, aptos a compreender e traduzir as
necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidades, com relação à
concepção, organização e construção do espaço exterior e interior abrangendo o
urbanismo, a edificação, o paisagismo, bem como a conservação e valorização do
patrimônio construído, proteção do equilíbrio do ambiente natural e a utilização
racional dos recursos disponíveis.
CAMPO DE ATUAÇÃO: Edificações, conjuntos arquitetônicos e monumentos, arquitetura
paisagística e de interiores; planejamento físico, local, urbano e regional; seus
serviços afins e correlatos.
FORMA DE INGRESSO: A primeira forma de acesso aos cursos da Universidade Federal
de Alagoas é normatizado pela Resolução nº 18/2005 – CEPE, de 11 de julho de
2005, que trata do Processo Seletivo da Universidade Federal de Alagoas. Outras
resoluções e legislações nacionais normatizam as demais formas de ingresso no
curso através de transferência, reopção, matrícula de diplomados, Programa de
Estudantes-Convênio de Graduação, ex-officio etc. Todas essas resoluções estão
disponibilizadas no endereço eletrônico: www.ufal.br, mais especificamente na
página da PROGRAD, em normas acadêmicas.
COLEGIADO OU EQUIPE DE ELABORAÇÃO:
Profª Me. Thaisa F. César Sampaio de Oliveira - coordenadora
Profª Me. Simone Carnaúba Torres - vice-coordenadora
Prof. Me. Márcio André Araújo Cavalcante
Prof. Me. Iuri Ávila L. de Araújo
Prof.ª Me. Juliana Michaello Macedo Dias
Prof. Me. Elisabeth de Albuquerque Cavalcanti Duarte Gonçalves
Prof. Dr. Odair Barbosa de Moraes
Prof. Dr. Ricardo Victor Rodrigues Barbosa
Prof. Dr. Fernando Antônio Santos de Souza
SUMÁRIO
1. Introdução
05
Objetivos do curso
07
2. Perfil do Egresso
10
3. Habilidades, Competências e Atitudes
11
4. Conteúdos - Matriz Curricular
12
Prática Pedagógica
12
Representação gráfica do perfil da formação
14
5. Ordenamento Curricular
15
Ementário das disciplinas obrigatórias
17
Ementário das disciplinas eletivas
37
6. Estágio Supervisionado
54
7. Trabalho de Conclusão de Curso – TCC
55
8. Atividades Acadêmico-Científico-Culturais
56
9. Avaliação
58
Sistema de avaliação do projeto do curso
58
Sistema de avaliação do processo de ensino-aprendizagem
59
Referências bibliográficas
62
Anexos
63
Viabilidade do projeto
Quadro com número mínimo de docentes necessários para contemplar todos os
setores de estudo
Minuta de Resolução - Diretrizes Curriculares para os Cursos Arq. & Urb.
Parecer CNE/CES sobre Diretrizes Curriculares aprovado em 06.04.2005
1. Introdução
O Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Alagoas –
Campus Arapiraca foi implantado em setembro de 2006 a partir da aprovação do
projeto de interiorização – compromisso firmado pela gestão da Reitora Ana Dayse
Rezende Dórea –, visando fortalecimento desta instituição enquanto pública, gratuita e
inovadora.
Dentre as prioridades do processo de expansão da Universidade, destacam-se a
qualidade da instituição por meio do aperfeiçoamento das suas atividades-fim e a
inclusão por sua chegada no interior do estado de Alagoas. Neste sentido, a prioridade
particular do projeto de interiorização foi “atender a forte demanda caracterizada nesta
região, representada por elevado número de estudantes egressos do ensino médio,
pobres e com baixa ou mesmo nula capacidade de deslocamento ou transferência para
Maceió, ao tempo em que reafirma o papel da UFAL enquanto importante instrumento
de desenvolvimento estadual e regional”1.
O Campus Arapiraca/UFAL teve sua criação e conseguinte implantação
aprovadas pela Resolução nº 20/2005, de 01 de agosto de 2005, do Conselho
Universitário da Universidade Federal de Alagoas, como primeira etapa do seu
processo de interiorização. Situado no Agreste alagoano, o campus exerce influência
imediata sobre toda a porção central do estado de Alagoas, assim como sobre o Baixo
São Francisco e seu delta, no Litoral Sul do Estado. São 37 municípios diretamente
envolvidos, contando com uma população superior a 880.131 habitantes,
correspondente a aproximadamente 31,18% da população do Estado.
O município de Arapiraca representa importância estratégica no processo de
interiorização da UFAL. Localizado no centro do Estado, na sub-região Agreste,
distante 136 Km de Maceió, trata-se do mais importante município do interior,
estendendo-se por 614 Km² . No último Censo do IBGE (2000) foi verificada uma
população de 186.466 habitantes (81,70% urbana), sendo de 361.037 habitantes a
população de seus municípios do entorno imediato. Estima-se que atualmente estes
números ultrapassem 200.000 habitantes na sede urbana e 400.000 habitantes no seu
entorno imediato.
A tendência recente apontada por inúmeros estudos e artigos publicados em
meios de grande circulação, utilizando como fonte estudos o IBGE, tem sido a
desaceleração do crescimento populacional nos grandes centros brasileiros. Em
contrapartida a essa desaceleração, aponta-se para o crescimento acelerado das
cidades de médio porte. Neste âmbito, encontram-se os centros regionais entre os
quais insere-se a cidade de Arapiraca -AL.
Uma conseqüência evidente deste movimento populacional resulta no
deslocamento e na fixação de significativo contingente populacional sem uma
qualificação profissional nas cidades alagoanas, engrossando a parcela já expressiva
de “pobres urbanos”. Sem acesso à cidade regular e ao mercado imobiliário formal,
pela baixíssima remuneração de seu trabalho, esse segmento expressivo da população
urbana e rural concentra-se, apenas, em equacionar sua sobrevivência.
1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Projeto de Interiorização da Universidade Federal de
Alagoas: uma expansão necessária. Dezembro de 2005.
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Estudos realizados a partir dos dados do IBGE (Censo Demográfico, PNAD e
levantamentos especiais) mostram quadro preocupante de crescimento urbano
desordenado e agravamento da pobreza, que parece tender a prolongar-se
indefinidamente. Em alguns casos ou localidades, os problemas tendem a agravar-se
devido, em parte, às estruturas sedimentadas ao longo da história e, em parte, às
mudanças que vêm ocorrendo na organização das atividades econômicas e na divisão
inter-regional do trabalho. Nesse processo, os ramos tradicionais, através dos quais
uma grande parcela da população se integrava à sociedade, entram em declínio e
estagnação, permanecendo ativos os ramos mais dinâmicos, normalmente poupadores
de mão-de-obra.
Esse quadro parcial e sintético da economia e da sociedade já contém por si
indicadores dos desafios e dos dilemas que se colocam para o desenvolvimento sóciocultural, particularmente no que diz respeito à provisão dos espaços a serem habitados
e aos impactos das ações empreendidas pelos indivíduos, empresas e instituições
sobre o meio natural e sobre a sociedade. O espectro das desigualdades nas
condições de vida sugere, também, uma multiplicidade de respostas dos indivíduos e
grupos sociais às necessidades espaciais. Essas respostas configuram um vasto
campo de atuação profissional para o arquiteto e urbanista em termos de ações
concretas sobre o meio ambiente natural e sócio-cultural.
É também evidente a demanda das municipalidades por técnicos capacitados a
elaborar análises das dinâmicas urbanas, das transformações e das melhorias dos
espaços destinados a formas de organização social, em particular da qualidade das
edificações. Essa perspectiva se coaduna com as novas exigências presentes na Lei
Federal de Desenvolvimento Urbano (Lei nº 10.257/2001), o Estatuto da Cidade2, que
incrementou a necessidade de profissionais qualificados para a intervenção no projeto
arquitetônico e no espaço urbano de forma generalizada.
A partir do exposto, entende-se que o “projeto pedagógico” não é simplesmente
a articulação de uma série de itens contendo meios e modos adotados por uma
Instituição de Ensino para implementar um processo educacional, mas que seus
elementos constituintes devem expressar conceitos e práticas capazes de garantir a
educação de um profissional. Nesse sentido, os professores do Curso de Arquitetura e
Urbanismo da Universidade Federal de Alagoas – Campus Arapiraca – acreditam nos
princípios norteadores para a constituição do curso, discutidos e definidos entre 1984 e
1986 por uma Comissão de avaliação do curso quando este foi implementado no
Campus A. C. Simões, em Maceió-AL, dos quais ainda podem ser considerados atuais
e coerentes. São eles:
• A Integração do curso com o contexto local e regional: visa trabalhar a realidade
local, preparando e motivando o estudante para intervir de forma adequada no
contexto regional, ao mesmo tempo em que o instrumentaliza enquanto cidadão
e profissional. A intervenção na realidade a partir de propostas alternativas para
os problemas levantados com competência técnica possibilita a expansão do
mercado de trabalho através da transformação dos campos de atuação.
• Articulação e coordenação integral do curso: visa, através da convergência de
esforços, a integração dos estudantes e professores em torno dos
2 O Estatuto da Cidade estabelece em seu art. 41 a obrigatoriedade de elaboração de Plano Diretor para
todas as cidades com mais de 20.000 habitantes (inciso I), e para aquelas integrantes de áreas de
especial interesse turístico (inciso IV).
6
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
conhecimentos veiculados, a fim de garantir o seu constante aperfeiçoamento e
aprofundamento. Nesse sentido, os seminários de integração, que propiciam a
discussão sobre a inter-relação dos diferentes conteúdos programáticos
envidam esforços em uma única direção: a melhor formação profissional.
• Ênfase na concepção de educação enquanto processo: Apóia-se na
necessidade de uma formação globalizante, que evidencie o papel social do
arquiteto no universo da sua atuação. A ênfase é dada no estímulo da
capacidade de síntese-crítica, no amadurecimento e no exercício da
responsabilidade, acreditando no auto-desenvolvimento do estudante. A
criatividade é vista como um processo de trabalho constante baseado num
saber consciente e científico, onde a complexização de temas, ao longo do
processo, visam à segurança quanto às decisões arquitetônicas envolvidas.
• O direito à Pluralidade: Este princípio garante as diferentes interpretações do
saber arquitetônico e urbanístico, estimulando a criatividade e respeitando “as
diferenças”. A pluralidade do discurso tem seu espaço, desde que a
fundamentação coerente do saber e do fazer sejam explicitadas e utilizadas na
argumentação. Incorpora-se aqui este princípio, herança do Projeto Pedagógico
do Curso de Arquitetura ainda do Campus A. C. Simões em 1998.
Encontram-se igualmente incorporados os princípios historicamente construídos
pelos Cursos de Arquitetura e Urbanismo, presentes na Minuta de Resolução de 1998,
para as suas Diretrizes Curriculares, enquanto “eixo norteador ético de ação
pedagógica e desenvolvimento de atitude de responsabilidade técnica e social:
a) qualidade de vida para todos os habitantes dos assentamentos humanos;
b) uso tecnológico que respeite as necessidades sociais, culturais e estéticas dos
povos;
c) equilíbrio ecológico e desenvolvimento sustentável do ambiente natural e
construído;
d) valorização da arquitetura e do urbanismo como patrimônio e responsabilidade
de todos.”
Objetivos do Curso
Os objetivos do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFAL estão implícitos nos
seus princípios norteadores da sua estrutura curricular e evidenciados no papel social
do profissional a ser formado. Objetiva-se, pois, na educação do arquiteto urbanista da
UFAL – Campus Arapiraca:
• Formar profissionais conscientes da realidade socioeconômica e cultural da
região Nordeste e de Alagoas, em particular, aptos a intervirem nessa
realidade;
• Capacitar o profissional para enfrentar a complexidade inerente ao trabalho
do arquiteto urbanista, explorando base de conhecimentos específicos, mas
também, plurais.
É de entendimento da CEAU/SESu-MEC que a profissão de arquiteto e
urbanista constitui-se em habilitação única de caráter nacional. Assim, não existem
modalidades na profissão e o pleno exercício profissional é assegurado pelo registro do
diploma e do histórico escolar. Essa opinião é partilhada pelas entidades de classe
7
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
representativas dos arquitetos e urbanistas no plano nacional, como o Instituto de
Arquitetos do Brasil – IAB/DN. Portanto, o currículo deve possibilitar ao egresso ampla
formação acadêmica que o habilite ao exercício das diversas atividades profissionais,
nas áreas de conhecimento abrangidas. Para tanto, não poderá negligenciar áreas nas
quais os arquitetos urbanistas têm a habilitação para intervir, sob pena de colocar em
risco a sociedade frente à atuação daquele profissional com formação deficitária. Para
isso, o curso deverá contemplar todas as áreas abordadas pela legislação supracitada.
A compreensão deste Projeto Pedagógico quanto à formação do arquiteto
urbanista é primar por uma formação ampla com foco na concepção arquitetônica
como um todo, entendendo-se arquitetura como obra construída e não limitada apenas
ao projeto. Outro aspecto relevante é a relação entre o edifício e a cidade, numa
abordagem ampla do contexto sócio-econômico-político, de modo a capacitar o aluno a
atuar consciente dos diversos atores que influenciam a produção arquitetônica e
urbanística.
A formação ampla, no entanto, elege alguns pontos de maior interesse a ser
trabalhado durante o curso, como está previsto na Lei de Diretrizes e Bases da
Educação (nº 9.394/96), mais especificamente nas Diretrizes Curriculares que
direcionam a montagem dos cursos de arquitetura e urbanismo no país.
Em função das necessidades regionais e do contexto local, as Instituições de
Ensino Superior podem selecionar aspectos de maior demanda verificados na
sociedade, elaborando estratégias para suprir tal carência. Portanto, mediante o
exposto neste item quanto à área específica das práticas projetuais (arquitetura e
urbanismo), a ênfase que se pretende dar é na intensificação da relação das práticas
projetuais com os aspectos relacionados ao ambiente construído. Essa preocupação
decorre do fato de que, para se obter bons resultados de um projeto arquitetônico de
um edifício, é necessário que o mesmo seja eficiente desde o processo construtivo,
mantendo-se como tal ao longo de sua vida útil. Assim, é preciso atender expectativas
não só conceituais, mas outras de ordem prática como adequação econômica, inserção
social, conforto humano de uma forma geral, respeito ao meio ambiente etc. Essa visão
não pode prescindir de ampla abordagem dos contextos social, econômico e político,
de modo a capacitar o aluno a atuar consciente das diferentes situações e dos diversos
atores que influenciam a produção arquitetônica e urbanística.
Fatores como o crescimento desordenado da cidade e o agravamento da
pobreza constituem desafios significativos para o desenvolvimento local, sobretudo no
que concerne aos aspectos dos assentamentos humanos e das dinâmicas do
desenvolvimento regional. Assim, esses fatores serão abordados ao longo do curso de
forma a direcionar os estudantes na elaboração de alternativas viáveis para
implantação dentro da realidade da região na qual estão inseridos. As respostas para
esses problemas por parte de profissionais capacitados para trabalhar a qualidade dos
espaços de habitar e as intensas transformações do ambiente urbano, somadas à
crescente demanda das municipalidades por técnicos qualificados para atender às
exigências da Lei Federal de Desenvolvimento Urbano (Lei nº 10.257/2001), resulta em
amplo campo de atuação profissional do arquiteto urbanista.
Esta inserção local possibilita ao curso também a produção de um aparato
teórico-conceitual que proponha a contextualização estética do agreste no campo da
produção arquitetônica regional e nacional. A investigação das singularidades culturais
da região será o eixo de interface do curso com a discussão teórico-histórica.
8
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
2. Perfil do Egresso
O Curso de Arquitetura e Urbanismo do Campus Arapiraca- UFAL reafirma e
incorpora ao seu Projeto Pedagógico o perfil profissional definido pela Associação
Brasileira de Escolas de Arquitetura (AsBEA) e presente no documento das Diretrizes
Curriculares para os Cursos de Arquitetura e Urbanismo, que enfatiza a “formação de
profissionais generalistas, aptos a compreender e traduzir as necessidades de
indivíduos, grupos sociais e comunidade, com relação à concepção, organização e
construção do espaço exterior e interior abrangendo o urbanismo, a edificação, o
paisagismo, bem como a conservação e valorização do patrimônio construído, proteção
do equilíbrio do ambiente natural e à utilização racional dos recursos disponíveis”.
Nesse sentido, ressalta a necessidade de formar profissionais conscientes da realidade
sócio-econômica e cultural da região Nordeste e de Alagoas, em particular, aptos a
intervir nessa realidade; de capacitar o profissional para enfrentar a complexidade
inerente ao trabalho do arquiteto-urbanista, explorando uma base de conhecimentos
específicos, mas também, plurais; de qualificar o técnico, assegurando,
simultaneamente, a formação do indivíduo crítico, a fim de garantir o compromisso
social da universidade.
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UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
3. Habilidades, Competências e Atitudes
O exercício profissional dos arquitetos urbanistas é regulamentado no Brasil,
desde 1933, pelo Decreto Federal nº 23.569, de 11 de dezembro de 1933, atualizado
pela Lei nº 5194, de 24 de dezembro de 1966, que definem as atribuições e as
atividades pertinentes aos arquitetos urbanistas (subseção IV, art.7º).
A legislação citada acima é regulamentada pela Resolução nº 218, de 29 de
junho de 1973, do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia –
CONFEA. De acordo com esta resolução, em seu art.2º, o arquiteto é o profissional
habilitado a intervir no espaço edificado no que concerne a: “Edificações, Conjuntos
arquitetônicos e monumentos, Arquitetura Paisagística e de Interiores; Planejamento
físico, local, urbano e regional; seus serviços afins e correlatos."
Em seu art. 18, habilita o urbanista a intervir no espaço urbano no que concerne
ao: “Desenvolvimento urbano e regional, paisagismo e trânsito; seus serviços afins e
correlatos.”
Dentro dos objetos acima especificados, o profissional arquiteto urbanista
poderá realizar as atividades de 01 a 18 listadas no art.1 da Resolução nº 218/73:
Art. 1º - “Para efeito do exercício profissional correspondente às diferentes
modalidades da Engenharia, Arquitetura e Agronomia em nível superior e em nível
médio, ficam designadas as seguintes atividades”:
Atividade 01 – Supervisão, coordenação e orientação técnica
Atividade 02 – Estudo, planejamento, projeto e especificação;
Atividade 03 – Estudo de viabilidade técnico-econômica;
Atividade 04 – Assistência, asssessoria e consultoria;
Atividade 05 – Direção de obra e serviço técnico;
Atividade 06 – Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico;
Atividade 07 – Desempenho de cargo e função técnica
Atividade 08 – Ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica,
extensão;
Atividade 09 – Elaboração de orçamento;
Atividade 10 – Padronização, mensuração e controle de qualidade;
Atividade 11 – Execução de obra e serviço técnico;
Atividade 12 – Fiscalização de obra e serviço técnico;
Atividade 13 – Produção técnica e especializada;
Atividade 14 – Condução de trabalho técnico;
Atividade 15 – Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou
manutenção;
Atividade 16 – Execução de instalação, montagem e reparo;
Atividade 17 – Operação e manutenção de equipamento de instalação;
Atividade 18 – Execução de desenho técnico.
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UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
4. Conteúdos – Matriz Curricular:
A elaboração deste Projeto Pedagógico do Curso de Arquitetura e Urbanismo do
Campus Arapiraca/UFAL surgiu da necessidade de revisão do primeiro Projeto
Pedagógico deste curso, originário de 2006, quando da implantação do Campus
Arapiraca, que coincidiu com um momento particular, uma vez que a Portaria
Ministerial 1.770 – SESU/MEC, de 21 de dezembro de 19945 encontra-se em processo
de reformulação visando instituir as Diretrizes Curriculares Nacionais para os referidos
cursos de graduação. Em 6 de abril do corrente ano, os relatores do processo emitiram
parecer, aprovado na Câmara de Educação Superior (CES) e, no que diz respeito às
competências e habilidades estabelecidas, esse parecer não modifica o que está
proposto na Minuta de Resolução, encaminhada para discussão e aprovação. Esta
Minuta, por sua vez, pode ser descrita como um aperfeiçoamento da atual Portaria
Ministerial nº 1.770 que regulamenta os cursos de Arquitetura e Urbanismo em todo o
território nacional.
Diante disto, esclarecemos que a estrutura curricular apresentada neste Projeto
Pedagógico do Curso de Arquitetura e Urbanismo foi organizada em consonância com
as determinações gerais da Portaria Ministerial nº 1.770 e incorporando as propostas
estabelecidas no Parecer do Conselho Nacional de Educação/CES, de 6 de abril de
2005, que não ferem a citada Portaria Ministerial.
O curso de Arquitetura e Urbanismo está inserido no Eixo Tecnológico do Projeto
Político Pedagógico do Campus Arapiraca, juntamente com o curso de Ciência da
Computação, tendo, desta forma, um grupo de conhecimentos gerais, que são
ministrados no primeiro período, que compõem o Tronco Inicial, de caráter geral e
introdutório. Em um segundo momento, desenrola-se em conhecimentos de caráter
tecnológico e científicos, que compreendem os conteúdos ministrados no segundo
período desses cursos, equivalendo-se ao Tronco Intermediário, no Projeto Político
Pedagógico do Campus Arapiraca. Ao iniciar o Eixo Profissionalizante, no terceiro
período letivo, o curso passa a ser compreendido por meio do aprofundamento de
conteúdos relativos às práticas arquitetônicas e urbanísticas. A partir do sexto período,
as disciplinas eletivas são introduzidas de acordo com os seis setores de disciplinas –
Representação e Projeto de Arquitetura, Conforto Ambiental, Planejamento Urbano e
Paisagem, Teoria e História da Arquitetura, Tecnologia da Construção Civil e Estruturas
das Construções. O objetivo dessa setorização é de reunir disciplinas correlatas em
agrupamentos que reflitam também os setores de contratação de professores,
promovendo assim a reunião de conhecimentos x docentes, em constante debate
coletivo e atualizações científicas. Esses setores abrangem todo corpo de
conhecimento envolvido no ato de projetar edificações e espaços urbanos.
Inter-relacionados aos demais conteúdos inerentes à formação profissional,
esteve presente em todo o processo de discussão e de formulação dessa estrutura
curricular a preocupação com a integração horizontal (no mesmo período) e vertical
(entre períodos) dos conteúdos das disciplinas, tanto em torno do eixo condutor das
5 A Portaria Ministerial 1.770 -Sesu/MEC foi resultado das recomendações oriundas dos Seminários
Regionais e Nacionais promovidos pela ABEA e, da Comissão de Especialistas de Ensino de Arquitetura
e Urbanismo do MEC. Ela fixava, em 1994, as novas diretrizes curriculares e os conteúdos mínimos para
os Cursos de Arquitetura e Urbanismo do país.
11
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
disciplinas de prática de projetação (projetos de arquitetura, paisagismo e urbanismo),
como o sucessivo aumento no grau de complexidade dos temas e dos conteúdos.
Prática Pedagógica
A organização da matriz curricular compreende disciplinas agrupadas em seis
setores de estudo: Representação e Projeto de Arquitetura, Conforto Ambiental,
Planejamento Urbano e Paisagem, Teoria e História da Arquitetura, Tecnologia da
Construção Civil e Estruturas das Construções.
Considerando o estabelecido pela Portaria Ministerial nº 1770/94 – Sesu/MEC, o
Curso de Arquitetura e Urbanismo do Campus Arapiraca/UFAL tem a duração mínima
de 05 (cinco) anos e máxima de 09 (nove) anos. Seu currículo pleno está estruturado
em 10 semestres, de acordo com o proposto no Projeto de Interiorização da UFAL, no
qual o primeiro período destina-se às disciplinas do Tronco Inicial, o segundo às do
Tronco Intermediário (comuns ao Eixo Tecnológico) e os demais ao Tronco
profissionalizante, com as disciplinas de formação específica do arquiteto urbanista.
O curso terá um total de 4.400 horas/aula, distribuídas em 49 disciplinas
obrigatórias (3.780 horas/aula); 03 disciplinas eletivas (120 horas/aula), sendo
facultado ao aluno cursar disciplinas eletivas além desse limite; Estágio Curricular
Supervisionado (200 horas/aula); Trabalho de Conclusão de Curso – TCC (100
horas/aula) e Atividades Acadêmico-Científico-Culturais (200 horas/aula).
Será obrigatório ao aluno o cumprimento de carga horária referente à realização
de Atividades Acadêmico-Científico-Culturais, as quais correspondem à 200
horas/aula. Também será exigido o cumprimento de carga horária mínima de 300
horas/aula relativas ao Estágio Curricular Supervisionado (conforme art. 7 da
resolução do MEC nº 6, de 2 de fevereiro de 2006, Resolução nº 71/2006 –
CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006, e a Lei nº 11.788, de 25 de setembro de
2008). Essas últimas atividades abrangem a experiência prática em ambiente
profissional, no interior da Universidade ou fora dela, regulamentadas pelo CEPE/UFAL
e por Resoluções do Colegiado de Curso. As horas/aula de disciplinas eletivas
cursadas e as atividades complementares realizadas que ultrapassarem a carga
horária total serão lançadas no histórico escolar do aluno, somando-se à sua
integralização curricular.
Após a integralização dos conteúdos obrigatórios é exigida a elaboração e a
defesa de um trabalho individual (Trabalho de Conclusão de Curso – TCC) com
temática relacionada ao exercício profissional e apoio de um professor orientador
(conforme exigência da Portaria 1770 e do Parecer CNE/CES de 06/04/2005). O TCC é
previsto como atividade obrigatória, tendo carga horária para integralização
correspondente a 90 horas/aula.
12
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Representação gráfica do perfil de formação
Componentes curriculares
Carga Horária
Carga horária de disciplinas obrigatórias
3.780 horas/aula
Trabalho de Conclusão de Curso
100
0 horas/aula
Carga horária de disciplinas eletivas
120 horas/aula
Estágio Curricular Supervisionado
200
00 horas/aula
Atividades Acadêmico-Científico-Culturais
Acadêmico
200 horas/aula
Carga horária total
4.400 horas/aula
Representação gráfica dos componentes curriculares do curso de Arquitetura e
Urbanismo, total de 4.400 horas/aula em regime semestral
Representação gráfica dos componentes curriculares do curso de Arquitetura
e Urbanismo, total de 4.400 horas/aula em regime semestral
120
100
200
200
Carga horária de disciplinas
obrigatórias
Trabalho de Conclusão de
Curso
Carga horária de disciplinas
eletivas
Estágio Curricular
Supervisionado
3780
13
Atividades Acadêmico –
Científico - Culturais
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
5. Ordenamento Curricular
Período
Disciplina
Código*
Obrigatória
Carga Horária
Semanal
Teórica
Prática
Semestral
TRONCO INICIAL
1
Sociedade, Natureza e Desenvolvimento: da
realidade local à realidade global
Sim
7
120
0
120
Produção do Conhecimento: ciência e nãociência
Sim
7
120
0
120
Lógica, Informativa e Comunicação
Sim
7
120
0
120
Seminário Integrador 1
Sim
Carga horária do período
2
0
40
40
23
360
40
400
TRONCO INTERMEDIÁRIO
2
Expressão Gráfica
Sim
3
20
40
60
Introdução a Computação
Sim
3
30
30
60
Ética e Exercício Profissional
Sim
2
40
-
40
Estatística e Probabilidade
Sim
3
60
-
60
Geometria Analítica
Sim
3
60
-
60
Elementos do Cálculo
Sim
4
80
-
80
Seminário Integrador 2
Sim
2
20
20
40
20
310
90
400
Carga horária do período
TRONCO PROFISSIONALIZANTE
3
Desenho Arquitetônico
Sim
4
40
40
80
Métodos de Perspectiva
Sim
2
20
20
40
Desenho de Expressão Livre
Sim
4
20
60
80
Introdução a Análise Estrutural
Sim
5
100
0
100
História da Arte, da Arquitetura e da Cidade 1
Sim
4
80
0
80
Teoria e Estética da Arquitetura
Sim
3
60
0
60
Carga horária do período
4
22
320
120
440
Informática Aplicada a Arquitetura
Sim
4
30
50
80
Introdução ao Projeto de Arquitetura
Sim
4
20
60
80
Conforto Térmico
Sim
4
60
20
80
Mecânica dos Sólidos
Sim
4
80
0
80
Topografia
Sim
3
30
30
60
História da Arte, da Arquitetura e da Cidade 2
Sim
4
80
0
80
Carga horária do período
5
23
300
160
460
Projeto de Arquitetura 1
Sim
6
30
70
100
Detalhes Arquitetônicos e Construtivos
Sim
4
30
50
80
Conforto Luminoso
Sim
4
60
20
80
Sistemas Estruturais
Sim
4
80
0
80
Materiais de Construção
Sim
3
60
0
60
História da Arte, da Arquitetura e da Cidade 3
Sim
4
80
0
80
25
340
140
480
Carga horária do período
(continua)
14
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
(continuação)
6
Projeto de Arquitetura 2
Sim
6
30
70
100
Conforto Acústico
Sim
3
40
20
60
Instalações Elétricas Prediais
Sim
4
60
20
80
História da Arte, da Arquitetura e da Cidade
no Brasil
Sim
3
60
0
60
Teoria e Projeto de Restauro
Sim
3
30
30
60
Teoria do Urbanismo
Sim
4
80
0
80
Eletiva 1
Sim
2
20
20
40
25
320
160
480
Carga horária do período
7
Projeto de Arquitetura 3
Sim
6
30
70
100
Tecnologia das Construções 1
Sim
3
60
0
60
Instalações Hidro-Sanitárias Prediais
Sim
4
60
20
80
Planejamento Regional e Urbano
Sim
6
50
50
100
Projeto de Paisagismo
Sim
4
30
70
80
Eletiva 2
Sim
2
20
20
40
25
250
230
460
Carga horária do período
8
Projeto de Arquitetura 4
Sim
6
30
70
100
Tecnologia das Construções 2
Sim
3
60
0
60
Planejamento da Construção Civil
Sim
4
40
40
80
Projeto de Urbanismo 1
Sim
6
30
70
100
Eletiva 3
Sim
2
20
20
40
21
180
200
380
Carga horária do período
9
Projeto de Arquitetura 5
Sim
6
30
70
100
Instalações e Infra-Estrutura Urbana
Sim
3
30
30
60
Projeto de Urbanismo 2
Sim
6
30
70
100
Métodos de Pesquisa Aplicados à
Arquitetura e ao Urbanismo
sim
2
20
20
40
17
110
190
300
30
70
100
Carga horária do período
10
Projeto de Urbanismo 3
Sim
6
Estágio Curricular Supervisionado
Sim
10
0
200
200
16
30
270
300
Disciplinas obrigatórias e
eletivas
4.100
Carga Horária do período
Total
52 disciplinas (49 obrigatórias e 3 eletivas)
Atividades Acadêmico-Científico-Culturais – AACC
200
Trabalho de Conclusão de Curso – TCC
100
Carga horária de Integralização Curricular – CHIC
4.400
*Códigos de disciplinas não cadastrados.
15
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
DISCIPLINAS ELETIVAS POR ÁREAS
Carga horária
Período
Código
Disciplina Eletiva
Obrigatória
Semanal
Língua Brasileira de Sinais (Libras)
Não
3
Teórica Prática
Semestral
Total
30
30
60
SETOR 1 - DESENHO E PROJETO DE ARQUITETURA
Ergonomia e Acessibilidade no Ambiente
Construído
Não
2
20
20
40
Arquitetura de Interiores
Não
3
20
40
60
Informática Aplicada à Arquitetura 2
Não
3
20
40
60
Projetos Especiais
Não
3
20
40
60
Projetos Residenciais, de Ampliação e de
Reforma
Não
3
20
40
60
Empreendedorismo na Arquitetura
Não
2
20
20
40
SETOR 2 - CONFORTO AMBIENTAL
Climatologia Urbana
Não
2
20
20
40
Eficiência Energética no Ambiente Construído
Não
2
20
20
40
Conforto Luminoso 2
Não
2
20
20
40
Conforto Acústico 2
Não
2
20
20
40
SETOR 3 – ESTRUTURAS DAS CONSTRUÇÕES
Estruturas de Concreto
Não
2
20
20
40
Estruturas de Aço e Madeira
Não
2
20
20
40
SETOR 4 – TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES
Avaliação Pós-Ocupação
Não
4
20
40
60
Gestão Habitacional
Não
2
20
20
40
Inovações Tecnológicas na Construção
Não
2
20
20
40
SETOR 5 - TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA
Arquitetura Contemporânea
Não
2
40
0
40
Arte Popular e Arquitetura Vernácula no Brasil
Não
2
40
0
40
Teorias da Arquitetura
Contemporâneos
Não
2
40
0
40
Não
2
40
0
40
e
do
Urbanismo
Patrimônio Cultural Urbano e Intervenção em
Centros Históricos
(continua)
16
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
(continuação)
SETOR 6 – PLANEJAMENTO URBANO E PAISAGEM
Problemas Urbanos Brasileiros
Não
2
40
0
40
Urbanismo Moderno e Contemporâneo no Brasil
Não
3
60
0
60
Marcos Jurídicos do Planejamento Urbano no
Brasil
Não
3
60
0
60
Evolução Urbana no Brasil
Não
2
40
0
40
17
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
TRONCO INICIAL
1º PERÍODO
Disciplina:
Sociedade, Natureza e Desenvolvimento:
da realidade local à realidade global
Período:
Primeiro
Carga horária:
Código:
120h
Pré-requisito:
Ementa:
Reflexão crítica sobre a realidade, tendo como base o conhecimento de mundo a partir
de um contexto local e sua inserção global, através de abordagem interdisciplinar sobre
sociedade, seu funcionamento, reprodução, manifestação diversas e suas relações
com a cultura, economia, política e natureza.
Bibliografia Básica:
HALL, S. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 1998.
LIRA, F. Alagoas: formação da riqueza e da pobreza. Maceió: Edufal, 2008.
SORJ, B. A nova sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.
SANTOS, L. G. Politizar as novas tecnologias. Editora 34, 2003.
Bibliografia Complementar:
DIEGUES, A. C. O mito moderno da natureza intocada. São Paulo:
Annablume/Hucitec, USP, 2002.
GONÇALVES, C. W. Paixão da Terra: ensaios críticos de ecologia e geografia. Rio de
Janeiro: Pesquisadores associados em Ciências Sociais, 1984.
RIBEIRO, D. O povo brasileiro. São Paulo: Cia das Letras, 2006.
SACHS, I. Estratégias de transição para o século XXI - desenvolvimento e meio
ambiente. São Paulo: Studio Nobel, 1993.
18
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Disciplina:
Produção do Conhecimento: ciência e não-ciência
Período:
Primeiro
Código:
Carga horária:
120h
Pré-requisito:
Ementa:
Instrução e discussão sobre ciência e seus instrumentos e métodos científicos, mas
também sobre expressões, conhecimentos tradicionais, populares e locais, para o
reconhecimento de um diálogo de saberes e a internalização de novos paradigmas.
Bibliografia Básica:
ARISTÓTELES. Metafísica. Trad. Leonel Vallandro. Porto Alegre: Globo, 1969
DESCARTES, René. Discurso do método. Trad. Maria E. Galvão. São Paulo: Martins
Fontes, 2003.
HUME. David. Investigação sobre o Entendimento Humano e sobre os princípios
da moral. São Paulo: UNESP, 2004.
PLATÃO. A República. Trad. Carlos Alberto Nunes. 3 ed. Belém: Editora universitária,
2001. Livro VII (O Mito da Carverna).
POPPER, Karl R. A Lógica da Pesquisa Científica. Trad. Leonidas Hegenberg e
Octanny S. da Mota. São Paulo: Cultrix/ EDUSP, 1975.
Bibliografia Complementar:
BOMBASSARO, Luiz Carlos. As fronteiras da epistemologia: como se produz o
conhecimento. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 1992.
CHALMERS, A. F. O que é ciência, afinal? Trad. Raul Fiker. São Paulo: Brasiliense,
1993.
DUTRA, Luís H. de A. Introdução à teoria da ciência. Florianópolis: Editora da UFSC,
1998.
KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Científica: teoria da ciência e
iniciação à pesquisa. 21 ed. Petrópolis: Vozes, 2003.
REALE, Gionanni, ANTISERI, Dario. História da Filosofia. 3 ed. São Paulo: Paulus,
2007. (3 volumes).
Disciplina:
Lógica, Informática e Comunicação
Período:
Primeiro
Código:
Carga horária:
120h
Pré-requisito:
Ementa:
Oferta de instrumentais básicos requeridos pelo cursar da graduação universitária,
fundamentalmente: usos da linguagem, indução e dedução; novas tecnologias de
comunicação, usos do computador e da Internet; expressão escrita, análise,
interpretação e crítica textual.
19
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Bibliografia Básica:
COPI, Irving M. Introdução à lógica.São Paulo: Mestre Jou Editora, 1981.
FURASTÉ, Pedro A. Normas Técnicas para o trabalho científico: elaboração e
formatação. 14. ed. Porto Alegre: ABNT, 2007.
LÉVY, Pierre. A conexão planetária: o mercado, o ciberespaço, a consciência. São
Paulo: Ed. 34, 2001.
MANZANO, José A. N. G. Broffice.org 2.0: guia prático de aplicação. São Paulo:
Editora Érica, 2007.
NAVEGA, Sergio. Pensamento crítico e argumentação sólida. São Paulo: Intelliwise,
2005.
Bibliografia Complementar:
CASTELLS, Manuel. A galáxia da internet: reflexões sobre a internet, os negócios e a
sociedade, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2003.
JOHNSON, Steven. Cultura da interface: como o computador transforma nossa
maneira de criar e comunicar. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane Price. Sistemas de Informação. 4. ed. São
Paulo: LTC, 1999.
SOUZA, João Nunes de. Lógica para Ciência da Computação. 7. ed. São Paulo:
Campus, 2002.
VANOYNE, Francis. Usos da linguagem: problemas e técnicas na produção oral e
escrita. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
Disciplina:
Seminário Integrador 1
Período:
Primeiro
Código:
Carga horária:
40h
Pré-requisito:
Ementa:
Discussão local, interdisciplinar, de integração das atividades e de avaliação dos
progressos discentes de cada Eixo.
Bibliografia Básica:
BASTOS FILHO, J. et al. Cultura e desenvolvimento. Maceió: Prodema/ UFAL, 1999.
LEITE, L. H. A. Pedagogia de projetos: intervenções no presente. Presença
Pedagógica, v.2, n.8. mar/abr, 1996.
ABLAS, L. A. Q. Intercâmbio desigual e subdesenvolvimento regional no Brasil.
São Paulo: FIPE/ Pioneira, 1985.
FRANCIS, D. G et al. Comunicação profissional: o ensino, a extensão e a pesquisa
como práticas de construção do conhecimento. Uberlândia/ MG: Unimas, 2004.
SILVA, A. M. et al. Guia para normatização de trabalhos técnico-científicos:
projetos de pesquisas, monografias, dissertações e teses. 4. ed. Uberlândia: EDUFU,
2004.
20
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
TRONCO INTERMEDIÁRIO
2º PERÍODO
Disciplina:
Expressão Gráfica
Período:
Segundo
Código:
Carga horária:
60h
Pré-requisito:
Ementa:
Sistemas de Projeção. Método Mongeano. Projeção ortogonal do Ponto, Reta e Plano.
Pertinência. Traços de Reta e de Plano. Rebatimento. Sombra nas Projeções
Ortogonais. Projeções oblíquas e axonométricas. Normas do desenho técnico. Escala.
Cotagem e dimensionamento. Vistas principais, auxiliares e seccionais.
Bibliografia Básica:
CARVALHO, Benjamim de A. Desenho geométrico. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico,
1993.
MACHADO, Ardevan. Geometria descritiva. São Paulo: Projeto, 1986.
PRÍNCIPE JR., Alfredo dos Reis. Noções de geometria descritiva. 2v. São Paulo:
Nobel, 1992.
MONTENEGRO, Gildo. A. Desenho arquitetônico. Edgard Blucher, 2001.
MONTENEGRO, Gildo A. A perspectiva dos profissionais. São Paulo: Edgard
Blucher, 1998.
PUTUNOKI, José Carlos. Elementos de geometria e desenho geométrico. São
Paulo: Scipione, 1989.
RICCA, Guilherme. Geometria descritiva: método de Monge. Lisboa: Fundação
Calouste Gulbenkian, 1992.
Disciplina:
Introdução à Computação
Período:
Segundo
Código:
Carga horária:
60h
Pré-requisito:
Ementa:
Estudo de componentes básicos de um sistema de computação. Introdução à
organização dos computadores: arquitetura, sistemas operacionais e compiladores.
Algoritmos estruturados e estruturas de dados. Linguagens de programação: teoria e
prática em laboratório.
21
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Bibliografia Básica
EVARISTO, J, CRESPO, S. Aprendendo a programar: programando linguagem
algorítmica executável. São Paulo: Book Express,
Setzer, V. Introdução à Computação e à construção de algoritmos. McGraw-Hill,
São Paulo, 1991.
Forbellone, André. Lógica de programação. São Paulo: Makron Books, 2000.
KNUTH, D.. Art of Computer Programming: Fundamental Algorithms. v.1, 3.
Ed. Addison-Wesley Professional. 1997.
Disciplina:
Ética e Exercício Profissional
Período:
Segundo
Código:
Carga horária:
40h
Pré-requisito:
Ementa:
Estudo de fundamentos de ética e sociabilidade humana. Valores e princípios éticos na
cultura organizacional e na cadeia produtiva. Conduta. Obrigações e responsabilidade.
Cidadania e organização profissional. Controle do exercício profissional. Legislação
profissional. Codificação ética da profissão. Normas de responsabilidade social: ISO
26000, SA 8000. Modelo participativo de gestão. Atuação dos sindicatos.
Bibliografia Básica
CAMARGO, Marculino. Fundamentos de ética geral e profissional. Rio de Janeiro:
Vozes, 2001.
LEISINGER, Klaus M. Ética empresarial: responsabilidade global e gerenciamento
moderno. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 2001.
INÁCIO, José Reginaldo. Ética, sindicalismo e poder. São Paulo: Crisalida, 2005.
MASIERO, P. C. Ética em computação. São Paulo: EDUSP.
QUERALTO, Ramon. Etica, tecnologia y valores en la sociedad global. El caballo
de troya al reves. Ed. Tecnos, 2003. (Coleção: Ventana Abierta).
NARDI, Henrique Caetano. Ética, trabalho e subjetividade. Porto Alegre: UFRGS,
2006.
AMOEDO, Sebastião. Ética do trabalho, na era da pós-qualidade. Ed. Qualitymark,
2007.
SCHAFF, A. A Sociedade informática. Brasília: Brasiliense, 1995.
Bibliografia Complementar:
CONFEA. Manual de procedimentos para a verificação do exercício profissional.
Brasília, 2003. Disponível em: http://www.confea.org.br/publique/media/manual.pdf
CONFEA. RESOLUÇÃO Nº 1.002 – Código de Ética Profissional da Engenharia, da
Arquitetura, da Agronomia, da Geologia, da Geografia e da Meteorologia. Brasília,
2002. Disponível em: http://www.abea-arq.org.br
22
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Disciplina:
Estatística e Probabilidade
Período:
Segundo
Carga horária:
Código:
60h
Pré-requisito:
Ementa:
Estudo da estatística descritiva. Cálculo das probabilidades. Variáveis aleatórias,
discretas e contínuas. Função de probabilidade. Esperanças matemáticas e variância.
Modelos probabilísticos. Estimação de parâmetros. Intervalos de confiança. Testes de
hipóteses. Testes de aderência.
Bibliografia Básica:
SOARES, José F.; FARIAS, Alfredo A.; CESAR, Cibele C. Introdução à Estatística
Básica. Livros Técnicos e Científicos Editora. 1991.
FONSECA, J. S. da., MARTINS, G. de A. Curso de estatística. São Paulo: Atlas,
1995.
LAPPONI, Juan Carlos. Estatística usando excel. São Paulo: Editora Campus, 2005.
LARSON, R.; FARBER, L. Estatística aplicada. São Paulo: Prentice Hall do Brasil,
2004.
MARTINS, G. de A., DONAIRE, D. Princípios de estatística. São Paulo: Atlas, 1995.
MARTINEZ, F.; BISQUERRA, R.; SARRIERA, J. C. Introdução a estatística – spss.
São Paulo: Artmed, 2004.
Disciplina:
Geometria Analítica
Período:
Segundo
Código:
Carga horária:
60h
Pré-requisito:
Ementa:
Estudo de vetores no IR2 e no IR3, sistema cartesiano de coordenadas, produtos de
vetores, estudo da reta e do plano, posição relativa de retas e planos, ângulos e
distâncias, cônicas e superfícies.
Bibliografia Básica:
STEINBRUSH, A. & WINTERLE, P. Geometria Analítica. 2. ed. São Paulo: Makron
Books, 1987.
WINTERLE, P. Vetores e Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 2000.
CAMARGO, I. & BOULOS, P. Geometria Analítica: um tratamento vetorial. 3. ed. São
Paulo: Makron Books, 2005.
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. 2. ed. São Paulo: Makron
Books. São Paulo, 1994.
23
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Disciplina:
Elementos do Cálculo
Período:
Segundo
Código:
Carga horária:
80h
Pré-requisito:
Ementa:
Estudo de funções e gráficos. Limite e continuidade. A derivada e a derivação. Valores
extremos de funções. Técnicas de construção de gráficos. A diferencial. Integração e a
integral definida. Cálculo de áreas e volumes.
Bibliografia Básica:
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. 2. ed. São Paulo: Makron
Books, 1994.
STEWART, J. Cálculo. v. 1, 4. ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005.
THOMAS, G. B.; FINNEY, R.; WEIR, M. D. & GIORDANO, F. R. Cálculo. v.1. 10. Ed.
Prentice-Hall, 2002.
AVILA, Geraldo. Introdução ao Cálculo. Ed. LTC, 1998.
AVILA, Geraldo. Cálculo: funções de uma variável. v.1, 7. ed. LTC, 2003.
AVILA, Geraldo. Cálculo: funções de uma variável. v.2, 7. ed. LTC, 2003.
ANTON, H. Cálculo, um novo horizonte. 6. ed. Porto Alegre: BookMan, 2000.
Disciplina:
Seminário Integrador 2
Período:
Segundo
Código:
Carga horária:
40h
Pré-requisito:
Ementa:
Trata-se de discussão local, interdisciplinar, de integração das atividades e de
avaliação dos progressos docentes de cada eixo.
Bibliografia:
Todas as especificadas nas disciplinas do período.
24
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
TRONCO PROFISSIONALIZANTE
3º PERÍODO
Disciplina:
Desenho Arquitetônico
Período:
Terceiro
Código:
Carga horária:
80h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo da representação gráfica das construções através do método de projeções
ortogonais. Normas técnicas da ABNT para desenho arquitetônico, representação de
elementos construídos em duas dimensões - edificações térreas, em dois pavimentos,
lotes urbanos, dimensionamento e desenho de circulação vertical, dimensionamento e
desenho de telhados e seus componentes, dimensionamento de elementos construídos
em plantas e cortes.
Bibliografia básica:
CHING, Francis D. K. Representação gráfica em arquitetura. Porto Alegre:
Bookman,1996.
MONTENEGRO, Gildo. Desenho arquitetônico. Edgard Blucher, 2001.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. Representação de
projetos de Arquitetura. NBR 6492, Rio de Janeiro, 1994.
MONTENEGRO, Gildo A. A perspectiva dos profissionais. São Paulo: Edgard
Blücher, 1983.
________. Inteligência visual e 3-D: compreendendo conceitos básicos da geometria
espacial. São Paulo: Edgard Blücher, 2005.
PRÍNCIPE JÚNIOR, A. R. Noções de Geometria Descritiva. São Paulo: Nobel, 1983.
Bibliografia complementar:
MONTENEGRO, G. Geometria Descritiva. São Paulo: Edgard Blucher, 1991.
OBERG, L. Desenho Arquitetônico. Rio de Janeiro: Ao livro técnico, 1995.
CHING, Francis D. K. Arquitetura: forma, espaço e ordem. São Paulo: Martins Fontes,
1998.
FORSETH, Kevin. Projetos em arquitetura: desenhos, multivistas, paralines,
perspectivas e sombras. Hemus, 2004.
25
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Disciplina:
Métodos de Perspectiva
Período:
Terceiro
Carga horária:
Código:
40h
Pré-requisito:
Ementa:
Estudo das técnicas de representação tridimensional, enfocando desde o desenho até
a modelagem digital. Perspectiva axonométrica (isométrica e cavaleira) e Perspectiva
cônica.
Bibliografia básica:
CHING, F. D. K. Representação gráfica em Arquitetura. Porto Alegre: Bookman,
2000.
FRANCO, Cecília S. SketchUp 5.0: manual de referência e tutoriais. Centro
Universitário Metodista Isabela Hendrix. 2005.
MONTENEGRO, Gildo A. A perspectiva dos profissionais. São Paulo: Edgard
Blücher, 1983.
PELLEGRINO, Pierre et all. Arquitetura e informática. Barcelona, Gustavo Gilli, 1999.
WHITE, G. Perspectiva para artistas, arquitectos e desenhadores. Lisboa: Editorial
Presença, 1987.
Bibliografia complementar:
FORSETH, Kevin. Projetos em arquitetura: desenhos, multivistas, paralines,
perspectivas e sombras. Hemus, 2004.
MACHADO, Ardevan. Perspectiva: cônica, cavaleira e axonométrica. São Paulo: Pini,
1988.
MENEGOTTO, José Luis; ARAÚJO, Tereza Cristina Malveira de Araújo. O desenho
digital: técnica & arte. Rio de Janeiro: Ed. Interciência, 2000.
SCHAARWACHTER, Geroc. Perspectiva para arquitetos. Barcelona: Gustavo Gili,
1976.
Disciplina: Desenho de Expressão Livre
Período:
Terceiro
Código:
Carga horária:
80h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo da teoria e prática da Linguagem Visual. Percepção e representação gráfica
das formas dos objetos. Composições. Noções de perspectiva a sentimento. Desenho
a mão livre. Teoria das cores. Técnicas de expressão do desenho. Técnicas de
apresentação de projetos e de perspectivas.
26
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Bibliografia básica:
CHING, Francis D. K. Representação gráfica em Arquitetura. Porto Alegre:
Bookman, 2000.
DONIS, Donis. A Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
FARINA, Modesto. Psicodinâmica das cores em Comunicação. São Paulo: Edgard
Blucher, s/d.
HALLAWELL, Philip. A mão livre: a linguagem do desenho. São Paulo:
Melhoramentos, 1994.
HALLAWELL, Philip. A mão livre 2: técnicas do desenho. São Paulo: Melhoramentos,
1994.
Bibliografia complementar:
MONTENEGRO, G. A. A invenção do projeto. São Paulo: Ed. Edgard Blucher, 2000.
MUNARI, Bruno. Design e comunicação visual. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
OSTROWER, Fayga. Universos da Arte. São Paulo: Campus, 1983.
Disciplina: Introdução à Análise Estrutural
Período:
Terceiro
Código:
Carga horária:
100h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo dos princípios elementares da estática aplicados aos pontos materiais e corpos
rígidos. Elementos e formas fundamentais das estruturas. Análise de estruturas
isostáticas planas: vigas, pórticos, arcos, tirantes, treliças e grelhas. Estudo das
características geométricas dos corpos. Diagramas de esforços internos solicitantes.
Desenvolvimento do espírito crítico do arquiteto em relação à concepção estrutural, por
meio da aquisição de linguajar técnico e de um ferramental básico necessário ao
cálculo dos esforços em estruturas planas isostáticas.
Bibliografia básica:
BEER, Ferdinand P. & JOHNSTON, E. Russell. Mecânica Vetorial para Engenheiros
– Estática. 5 ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 1994.
HIBBELER, R. C. Estática: Mecânica para Engenharia. Ed. Prentice-Hall, 2004.
REBELO, Yopanan C. P. A concepção estrutural e a Arquitetura. 6. ed. São Paulo:
Zigurate Editora, 2000.
MERIAN, J. L.; KRAIGE, L. G. Mecânica Estática. 5. ed. LTC, 2004.
VIEIRO, Edison Humberto. Isostática: passo a passo. Ed. EDUCS, 2005.
Bibliografia complementar:
PARETO, Luis. Mecânica e cálculo de estruturas. Ed. Hemus, 2003.
MACHADO Jr., Eloy Ferraz. Introdução à Isostática. São Carlos: EESC-USP, 1999.
27
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Disciplina: História da Arte, da Arquitetura e da Cidade 1
Período:
Terceiro
Código:
Carga horária:
80h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo do processo de produção da arquitetura e das cidades ocidentais, em seus
contextos históricos e sócioculturais da Pré-História à Idade Média. Análise das
realizações mais importantes no âmbito das artes visuais do período estudado.
Bibliografia básica:
ARGAN, Giulio Carlo. História da arte como história da cidade. 5. ed. São Paulo:
Martins Fontes, 2005.
BENEVOLO, Leonardo. História da cidade. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 2005.
JANSON, H. W. (Horst Woldemar). História geral da arte. 2. ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2001. 3v.
JANSON, H. W. (Horst Woldemar); JANSON, Anthony F. Iniciação à história da arte.
2. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
MUMFORD, Lewis. A cidade na história: suas origens, transformações e
perspectivas. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
Bibliografia complementar:
BAUMGART, Fritz Erwin. Breve história da arte. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes,
1999.
HAUSER, Arnold. História social da arte e da literatura. São Paulo: Martins Fontes,
1995.
Vitruvio. Tratado de arquitetura. São Paulo: Martins, c2007.
Disciplina:
Teoria e Estética da Arquitetura
Período:
Terceiro
Código:
Carga horária:
60h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo teórico e estético do fenômeno arquitetônico. Teoria e prática no campo da
arquitetura. As principais doutrinas arquitetônicas. Os contextos históricos, os sistemas
filosóficos e ideológicos do século XIX à atualidade, e suas relações com as correntes
de pensamento arquitetônico.
Bibliografia básica:
Le Corbusier. Por uma arquitetura. 6. ed. São Paulo: Perspectiva, 2004.
NESBITT, Kate (Org.) Uma nova agenda para a arquitetura: antologia teórica 19651995. São Paulo: Cosac e Naify, 2006.
PULS, Mauricio Mattos. Arquitetura e filosofia. São Paulo: Annablume, 2006.
28
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
SCHULZ-DORNBURG, Julia. Arte y arquitectura: nuevas afinidades = Arte e
arquitetura: novas afinidades. Barcelona: G. Gili, c2002.
Vitruvio. Tratado de arquitetura. São Paulo: Martins, c2007.
Bibliografia Complementar:
BANHAM, Reyner. Teoria e projeto na primeira era da máquina. 3. ed. São Paulo:
Perspectiva, 2003.
BRANDÃO, Ludmila de Lima. A casa subjetiva: matérias, afectos e espaços
domésticos. São Paulo: Perspectiva, 2002.
MONTANER, Josep Maria. A modernidade superada: arquitetura, arte e pensamento
do século XX. Barcelona: Gustavo Gili, c2001.
VENTURI, Robert. Complexidade e contradição em arquitetura. 2.ed. São Paulo:
Martins Fontes, 2004.
VENTURI, Robert; SCOTT BROWN, Denise; IZENOUR, Steven. Aprendendo com
Las Vegas: o simbolismo (esquecido) da forma arquitetônica. São Paulo: Cosac &
Naify, 2003.
RYKWERT, Joseph. A casa de Adão no paraíso: a idéia da cabana primitiva na
história da arquitetura. São Paulo: Perspectiva, 2003.
4º PERÍODO
Disciplina:
Informática Aplicada à Arquitetura
Período:
Quarto
Código:
Carga horária:
80h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Aplicação de ferramentas computacionais no projeto e representação em arquitetura e
urbanismo.
Bibliografia básica:
R&C/TASK. IntelliCAD by R&C/TAST. Técnicas básicas e avançadas: Guia do
Usuário, tudo o que você queria saber sobre o IntelliCAD. São Paulo: R&C/TASK,
2002.
CAMBIAGHI, Henrique et al. Diretrizes gerais para a intercambialidade de projetos
em CAD: integração entre projetista, construção e cliente. Pini, 2002.
PELLEGRINO, Pierre et al. Arquitetura e informática. Barcelona, Gustavo Gilli, 1999.
PIAZZALUNGA, Renata. A virtualização da arquitetura. Campinas, SP: Papirus,
2005.
MONTENEGRO, Gildo. Desenho Arquitetônico. São Paulo: Edgard Blucher, 2001.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. Representação de
Projetos de Arquitetura. NBR 6492, Rio de Janeiro, 1994.
29
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Disciplina: Introdução ao Projeto de Arquitetura
Período:
Quarto
Código:
Carga horária:
80h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Introdução ao projeto: materiais e linguagens de projeto (plástica, volumetria, teoria das
cores, texturas, escalas, luz e sombras, ritmo, harmonia e composição). Noções gerais
da estética aplicada ao espaço da arquitetura. Axiomática arquitetônica. O homem e o
ambiente físico. Percepção espacial. A correlação forma e função no projeto.
Introdução à metodologia de projeto. Exercício de projeto.
Bibliografia básica:
LEMOS, Carlos A. C. O que é arquitetura. 7. ed. São Paulo: Brasiliense. 1994
ZEVI, Bruno; GASPAR, Maria Isabel; OLIVEIRA, Gaetan Martins de (Trads). Saber ver
a arquitetura. 5. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
NIEMEYER, Oscar. A forma na arquitetura. 4. ed. Rio de Janeiro: Revan, 2005
ARNHEIM, Rudolf. Arte e percepção visual: uma psicologia da visão criadora. São
Paulo: Pioneira, 1997.
WONG, Wucius. Princípios da forma e do desenho. São Paulo: Martins Fontes.
1999.
MOHOLY-NAGY, László. Do material à arquitetura. Barcelona: G. Gili. 2005.
Bibliografia complementar:
GUIMARÃES, Luciano. A cor com informação: a construção biofísica, lingüística e
cultural da simbología das cores. São Paulo: Ed. Anablume, 2000.
MUNARI, Bruno. Design e Comunicação Visual: contribuições para uma metodologia
didática. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
ENGEL, Heino. Sistemas de estructuras. Barcelona: G. Gili, 2001.
BARROS, Lilian R. M. A cor no processo criativo: um estudo sobre a Bauhaus e a
teoria e Goethe. São Paulo: Senac, 2006.
CHING, Francis D. K. Arquitetura: forma, espaço e ordem. 4. ed. São Paulo: Martins
Fontes. 2005.
KANDINSKY, Wassily. Ponto, linha, plano. São Paulo: Martins Fontes, 1970.
DOCZI, Giorgy. O poder dos limites: harmonias e proporções na natureza, arte &
arquitetura. São Paulo: Mercúrio, 1990.
DONDIS, Donis A. sintaxe da linguagem visual. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes,
1997.
BAKER, Geoffrey H. Le Corbusier: análise da forma. Barcelona, ed. Gustavo Gilli,
1997.
OSTROWER, Fayga. A sensibilidade do intelecto. Rio de Janeiro: Campus, 1998.
OSTROWER, Fayga. Universos da arte. Rio de Janeiro: Campus, 1986.
WONG, Wucius. Principios del diseño em color. Barcelona: Gustavo Gilli, 1999.
30
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Disciplina: Conforto Térmico
Período:
Quarto
Código:
Carga horária:
80h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo das relações entre o homem, o meio ambiente e eficiência energética em
edificações. Condicionantes do conforto ambiental. Clima, condicionantes climáticos e
tipos de clima. Conforto térmico: exigências humanas, índices de conforto,
bioclimatologia e parâmetros de desempenho térmico de edificações. Avaliação
bioclimática e estratégias básicas de projeto. Os parâmetros arquitetônicos e urbanos e
sua relação com a ventilação natural.
Bibliografia básica:
BITTENCOURT, L. S.; CANDIDO, C. Introdução à ventilação natural. Maceió:
EDUFAL, 2005.
BROWN, G. Z.; DEKAY, M. Sol, vento & luz: estratégias para o projeto de arquitetura.
Porto Alegre: Bookman, 2004.
FROTA, A.B.; SCHIFFER, S.R. Manual de conforto térmico. São Paulo: Nobel, 1988.
LAMBERTS. R. et al. Eficiência energética na Arquitetura. São Paulo: PW, 1997.
Disponível em: www.labee.ufsc.br
SCHMID, Aloísio. A idéia de conforto: reflexões sobre o ambiente construído.
Curitiba: Pacto Ambiental, 2005.
TOLEDO, Eustáquio. Ventilação natural das habitações. Maceió: EDUFAL, 1999.
Bibliografia complementar:
BEHLING, Sophia; BEHLING, Stefan. Sol power: la evolución de la arquitectura
sostenible. Barcelona: Gustavo Gili, 2002.
BITTENCOURT, L. S.; Uso das Cartas Solares: diretrizes para arquitetos. 3. ed. rev.
EDUFAL, Maceió, 2000.
BUSTOS ROMERO, M.A.B. Arquitetura bioclimática do espaço público. Brasília:
Editora Universidade de Brasília, 2001.
BUSTOS ROMERO, M.A.B. Princípios bioclimáticos para o desenho urbano. São
Paulo: Projeto, 1988.
CORBELLA,O.; YANNAS, S. Em Busca de uma Arquitetura Sustentável para os
Trópicos: conforto ambiental. 2. ed. Rio de Janeiro. Revan. 2009.
CUNHA, E. G. (Org.) Elementos de arquitetura de climatização natural: método
Projetual buscando a eficiência energética nas edificações. Porto Alegre: Masquatro
Editora, 2006.
HERTZ, J. B. Ecotécnicas em Arquitetura: como projetar nos trópicos úmidos do
Brasil. São Paulo: Ed. Pioneira, 1998.
KOENIGSBERGER, O. H.; INGERSOLL, T.G.; MAYHEW, A.; SZOKOLAY, S.V..
Viviendas y edificios en zonas calidas y tropicales. Paraninfo, 1977.
MASCARÓ, L. Energia na edificação: estratégia para minimizar seu consumo, São
Paulo: Projetos Editores Associados, 1991.
31
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
OLGYAY, V. Arquitetura y clima: manual de diseño bioclimatico para arquitectos y
urbanistas. Barcelona: Gustavo Gili, 1998.
RHEINGANTZ, P.A. Pequena Digressão sobre Conforto Ambiental e Qualidade de Vida
nos Centros Urbanos. In: Ciência e Ambiente, Universidade Federal de Santa Maria,
Santa Maria, v. 22, jan /jun, 2001. p. 34-53.
RIVERO, R. Arquitetura e clima: acondicionamento térmico natural. Porto Alegre,
Luzzatto, 1985.
Disciplina: Mecânica dos Sólidos
Período:
Quarto
Código:
Carga horária:
80h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo das características geométricas dos corpos. Conceitos de tensão e deformação.
Peças tracionadas e comprimidas. Cisalhamento. Torção. Flexão. Flambagem.
Introdução à análise de estruturas hiperestáticas. Desenvolvimento do espírito crítico
do arquiteto em relação ao comportamento de peças estruturais lineares, por meio da
aquisição de linguajar técnico e de um ferramental básico necessário ao cálculo dos
esforços, das tensões e das deformações em estruturas lineares planas.
Bibliografia básica:
HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. São Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2004.
TIMOSHENKO, S. P. Resistência dos Materiais. Rio de Janeiro: LTC, 1966.
HIBBELER, R. C. Estática: Mecânica para Engenharia. 10s Edição. Ed. Prentice-Hall,
2005.
CRAIG JÚNIOR., R. R. Mecânica dos Materiais. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
Sánchez Filho, E. de S. Elementos de Mecânica dos Sólidos. Rio de Janeiro:
Interciência, 2000.
Bibliografia complementar:
GERE, J. M.; TIMOSHENKO, S. P. Mecânica dos Sólidos. v.1. Rio de Janeiro: LTC,
1994.
GERE, J. M.; TIMOSHENKO, S. P. Mecânica dos Sólidos. v.2. Rio de Janeiro: LTC,
1994.
32
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Disciplina: Topografia
Período:
Quarto
Código:
Carga horária:
60h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo das características geométricas da Terra. Medidas e orientação das Plantas
Topográficas. Reconhecimento e Representação do Relevo. Desenho e Perfis. Escalas
e precisão gráfica da Representação. Instrumentos de Medição. Noções de
Fotogrametria e Fotointerpretação.
Bibliografia básica:
BORGES, Alberto de Campos. Exercícios de Topografia. 3. ed. São Paulo: Edgard
Blucher Ltda, 1975.
BORGES, Alberto de Campos. Topografia aplicada à Engenharia Civil. 2. ed. São
Paulo: Edgard Blucher Ltda, 1977.
FONSECA, Rômulo Soares. Elementos de topografia. São Paulo: McGraw-Hill do
Brasil Ltda.
LOCH, Carlos; ÉDIS. Elementos básicos de fotogrametria e sua utilização prática.
Florianópolis: EUFSC, 1997.
SEIXAS, José Jorge. Topografia. Recife: Departamento de Engenharia Cartográfica da
UFPE, 1981.
Bibliografia complementar:
BORGES, Alberto de Campos. Topografia. v.1 . São Paulo: Edgard Blucher, 1995.
COMASTRI, José Aníbal. Topografia aplicada. Viçosa-MG: Editora da UFV, 1990.
Disciplina: História da Arte, da Arquitetura e da Cidade 2
Período:
Quarto
Código:
Carga horária:
80h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo do processo de produção da arquitetura e das cidades ocidentais, em seus
contextos históricos e sócioculturais do Renascimento ao Ecletismo. Análise das
realizações mais importantes no âmbito das artes visuais do período estudado.
Bibliografia básica:
ARGAN, Giulio Carlo. História da arte como história da cidade. 5. ed. São Paulo:
Martins Fontes, 2005.
BENEVOLO, Leonardo. História da cidade. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 2005.
33
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
JANSON, H. W. (Horst Woldemar). História geral da arte. 2. ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2001. 3v.
JANSON, H. W. (Horst Woldemar); JANSON, Anthony F. Iniciação à história da arte.
2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
MUMFORD, Lewis. A cidade na história: suas origens, transformações e
perspectivas. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
Bibliografia complementar:
BAUMGART, Fritz Erwin. Breve história da arte. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes,
1999.
CONTI, Flavio. Como reconhecer a arte do renascimento. Lisboa: Ed. 70, c1978.
HAUSER, Arnold. História social da arte e da literatura. São Paulo: Martins Fontes,
1995.
HOCKE, Gustav R; MAHL, Clemente Raphael (Trad.) Maneirismo: o mundo como
labirinto. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 2005.
5º PERÍODO
Disciplina: Projeto de Arquitetura 1
Período:
Quinto
Código:
Carga horária:
100h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Introdução à metodologia de projeto arquitetônico. Conceituação de partido
arquitetônico. Desenvolvimento de esboços de projeto de edificações de baixa
complexidade. Desenvolvimento de maquetes volumétricas. Relação entre conceito,
partido, forma e programa. Noções de dimensionamento espacial.
Bibliografia básica:
MARTINEZ, A. C. Ensaio sobre o projeto. Brasília:UNB, 2000.
MILLS, Criss. Projetando com maquetes: um guia de como fazer e usar maquetes de
projeto de arquitetura. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.
PANERO, Julius; ZELNIK, Martin. Dimensionamento humano para espaços
interiores: um livro de consulta e referência para projetos. Barcelona: Gustavo Gili,
2002.
NEUFERT, Ernst. Arte de projetar em arquitetura. 17. ed. renovada e ampl.
Barcelona: G. Gili, 2004.
SILVA, Elvan. Uma introdução ao projeto arquitetônico. Porto Alegre: UFRGS,
1991.
Bibliografia complementar:
MONTENEGRO, Gildo A. Desenho de projetos. São Paulo: Edgard Blücher, 2007.
34
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
NESBITT, Kate (Org.) Uma nova agenda para a arquitetura: antologia teórica 19651995. São Paulo: Cosac e Naify, 2006.
NEVES, Laert P. N. Adoção do partido na Arquitetura. 2. ed. Salvador. EDUFBA,
1998.
IIDA, Itiro. Ergonomia: projeto e produção. São Paulo: Edgard Blücher, 1990.
Disciplina:
Detalhes Arquitetônicos e Construtivos
Período:
Quinto
Código:
Carga horária:
80h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo da representação de detalhes construtivos e arquitetônicos, de elementos,
ambientes e de mobiliário, de acordo com as Normas Técnicas da ABNT. Elaboração
de documentos complementares ao projeto arquitetônico: Caderno de Especificação de
materiais e de acabamentos, plantas faladas, caderno de esquadrias, mapas de
revestimentos e de acabamentos.
Bibliografia básica:
MONTENEGRO, Gildo. Desenho Arquitetônico. São Paulo: Edgard Blücher, 2001.
AZEREDO, Hélio Alves. O edifício e seu acabamento. São Paulo: Edgard Blücher,
1987.
COSTA, Antonio F.; OLIVEIRA, Adilson, Ferreira de. Detalhando a Arquitetura x
deficiente físico e idoso. Rio de Janeiro: Impressão e Acabamento, Zoomgraf-k.
CHING, Francis D. K.; ADAMS, Cassandra. Técnicas de construção ilustradas.
Bookman, Porto Alegre, 2001.
MCLEOD, Virgínia. Detalhes construtivos da Arquitetura residencial
contemporânea. Ed. Bookmam, São Paulo, 2009.
ODEBRECHT, Silvia. Projeto Arquitetônico: conteúdos técnicos básicos. Editora
Edifurb. São Paulo.
BEINHAUER, Peter. Atlas de detalles constructivos. Gustavo Gili, 2006.
Bibliografia complementar:
BORGES, Alberto de Campos; MONTEFUSCO, Elisabeth; LEITE, Jaime Lopes.
Prática de pequenas construções. v.1, São Paulo: Edgard Blücher, 1996.
PRENZEL, Rudolf. Desenho e técnica da representação em Arquitetura. Editora
Gustavo Gili.
AZEREDO, Hélio Álvares. O edifício até seu acabamento. São Paulo: Edgard
Blucher, 1994.
ORNSTEIN, Sheila Walbe. Dossiê da construção do edifício. São Paulo: FAU, 1992.
35
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Disciplina: Conforto Luminoso
Período:
Quinto
Código:
Carga horária:
80h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo da luz em sua relação com o conforto visual do usuário, com a eficiência
energética e com os elementos arquitetônicos e urbanos. Engloba o estudo da
geometria solar, das propriedades da luz, da luz natural, das lâmpadas, luminárias e o
projeto de iluminação natural e artificial.
Bibliografia básica:
BITTENCOURT, L.S. Uso das cartas solares: diretrizes para arquitetos. Maceió:
Edufal, 1990.
LAMBERTS. Roberto et al. Eficiência energética na Arquitetura. São Paulo: PW,
1997. Disponível em www.labeee.ufsc.br
CORBELA, Oscar; YANNAS, Simon. Em busca de uma arquitetura sustentável para
os trópicos: conforto ambiental. Rio Janeiro: Renavan, 2003.
MASCARO, Lucia R. Ambiência urbana = urban environment. 2. ed. Porto Alegre,
RS: +4 editora, 2004.
SCHMID, Aloísio Leoni. A idéia de conforto: reflexões sobre o ambiente construído.
Curitiba: Pactoambiental, 2005.
FROTA, Anésia Barros; SCHIFFER, Sueli Ramos. Manual de conforto térmico. 7. ed.
São Paulo: Nobel, 2003.
Bibliografia complementar:
OLGYAY, V. Arquitetura y clima: manual de diseño bioclimatico para arquitectos y
urbanistas. Barcelona: Gustavo Gili, 1998.
BROWN, G. Z.; DEKAY, M. Sol, vento e luz: estratégias para o projeto de arquitetura.
Porto Alegre: Bookman, 2004.
Disciplina: Sistemas Estruturais
Período:
Quinto
Código:
Carga horária:
80h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Classificação dos sistemas estruturais. Sistemas estruturais em concreto armado,
concreto protendido, madeira e aço. Edificações de múltiplos andares. Alvenaria
Estrutural. Estruturas de fundações. Estruturas de contenção. Desenvolvimento de
conhecimentos básicos de sistemas estruturais e fundações para auxílio na concepção
e adoção de soluções estruturais nas edificações.
36
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Bibliografia básica:
ENGEL, Heino. Sistemas de estructuras = Sistemas estruturais. São Paulo: Editora
GG, 2003.
HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. São Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2004.
REBELO, Yopanan C. P. Estruturas de aço, concreto e madeira. São Paulo: Zigurate
Editora, 2005.
HANAI, João B. Fundamentos do concreto protendido. São Carlos: E-book de apoio
para o Curso de Engenharia Civil, 2005.
REBELO, Yopanan C. P. Bases para o projeto estrutural na Arquitetura. São Paulo:
Zigurate Editora, 2007.
REBELO, Yopanan C. P. Fundações: guia prático de projeto, execução e
dimensionamento. São Paulo: Zigurate Editora, 2008.
Bibliografia complementar:
REBELO, Yopanan C. P. A concepção estrutural e a Arquitetura. São Paulo:
Zigurate Editora, 2000.
LOPES, João M.; BOGÉA, Marta; REBELO, Yopanan C. P. Arquiteturas da
Engenharia, Engenharias da Arquitetura. São Paulo: Editora Mandarim, 2006.
Disciplina: Materiais de Construção
Período:
Quinto
Código:
Carga horária:
60h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo dos materiais de construção. Generalidades sobre os materiais de construção:
classificação, condições de emprego, ensaios e normalização. Agregados,
aglomerantes e argamassas. Metais. Concretos. Pedras naturais. Madeiras. Materiais
cerâmicos. Vidros. Plásticos. Resinas. Fibras e couros. Tintas e vernizes.
Bibliografia básica:
IBRACON. Materiais de construção civil e princípios de ciência e engenharia de
materiais. São Paulo: Ed. G. C. Isaia, 2007, 2v.
PETRUCCI, E.G.R.. Materiais de construção. Porto Alegre: Globo, 1976.
BAUER, L. A Falcão. Materiais de construção. São Paulo. Ed. Livros Técnicos e
Científicos S/A, 1994.
HELENE, P., TERZIAN, P. Manual de dosagem e controle do concreto. Brasília,
Pini, 1992.
PETRUCCI, E. G. R. Materiais de construção. Porto Alegre: Globo, 1975.
Bibliografia complementar:
AITCIN, P.C. Concreto de alto desempenho. São Paulo: Pini, 2000.
ABNT, Coletânea de Normas, Rio de Janeiro.
37
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
METHA, P.K., MONTEIRO, J.M. Concreto, estrutura, propriedades e materiais. São
Paulo, Pini, 1994.
VAN LENGEN, Johan. Manual do arquiteto descalço. Porto Alegre: Livraria do
Arquiteto, 2004.
BORGES, Alberto de Campos. Prática de pequenas construções. 5. ed. São Paulo:
Ed. Edgard Blucher, 2000.
BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Manual de primeiros socorros do engenheiro
e do arquiteto. São Paulo: Edgard Blucher, 1986.
VAN VLACK, L. Princípios de ciências dos materiais. São Paulo: Edgard Blucher,
1970.
Disciplina: História da Arte, da Arquitetura e da Cidade 3
Período:
Quinto
Código:
Carga horária:
80h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo do processo de produção da arquitetura e da cidade ocidentais, do Modernismo
ao Pós-modernismo. Análise das mais significativas expressões das artes visuais do
período estudado.
Bibliografia básica:
ARGAN, Giulio Carlo. História da arte como história da cidade. 5. ed. São Paulo:
Martins Fontes, 2005.
BENEVOLO, Leonardo. História da arquitetura moderna. 3. ed. São Paulo:
Perspectiva, 1994.
BENEVOLO, Leonardo. História da cidade. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 2005.
JANSON, H. W. (Horst Woldemar). História geral da arte. 2. ed. São Paulo: Martins
Fontes, 2001. 3v.
JANSON, H. W. (Horst Woldemar); JANSON, Anthony F. Iniciação à história da arte.
2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
MUMFORD, Lewis. A cidade na história: suas origens, transformações e
perspectivas. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
Bibliografia complementar:
ARGAN, Giulio Carlo. Arte moderna: do iluminismo aos movimentos contemporâneos.
São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
BAUMGART, Fritz Erwin. Breve história da arte. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes,
1999.
CONNOR, Steven. Cultura pós-moderna: introdução as teorias do contemporâneo. 3.
ed. São Paulo: Loyola, 1996.
GHIRARDO, Diane Yvonne. Arquitetura contemporânea: uma história concisa. São
Paulo: Martins Fontes, 2002.
38
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
GROPIUS, Walter. Bauhaus: novarquitetura. 6. ed. São Paulo: Perspectiva, 2004.
HAUSER, Arnold. História social da arte e da literatura. São Paulo: Martins Fontes,
1995.
MONTANER, Josep Maria. A modernidade superada: arquitetura, arte e pensamento
do século XX. Barcelona: Gustavo Gili, c2001.
NESBITT, Kate (Org.) Uma nova agenda para a arquitetura: antologia teórica 19651995. São Paulo: Cosac e Naify, 2006.
Vitruvio. Tratado de arquitetura. São Paulo: Martins, c2007.
WOOD, Paul (... [et al.]). Arte moderna: práticas e debates. São Paulo: Cosac & Naify
Edições, 1998. 4 v.
6º PERÍODO
Disciplina: Projeto de Arquitetura 2
Período:
Sexto
Código:
Carga horária:
100h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo, discussão e práticas de metodologias de projeto arquitetônico. Discussão das
relações entre os aspectos definidores do projeto: conceito, forma, função e programa.
Desenvolvimento de projetos de média complexidade em nível de estudos preliminares,
com a aplicação dos conceitos de acessibilidade espacial, conforto ambiental e
eficiência energética. Desenvolvimento de projetos com a utilização de circulação
vertical e terrenos acidentados. Desenvolvimento de modelos volumétricos
tridimensionais. Visita a obras.
Bibliografia básica:
NEUFERT, Ernst. Arte de projetar em arquitetura. 17. ed. renovada e ampl.
Barcelona: G. Gili, 2004.
PANERO, Julius; ZELNIK, Martin. Dimensionamento humano para espaços
interiores: um livro de consulta e referência para projetos. Barcelona: Gustavo Gili,
2002.
NEVES, Laert Pedreira. Adoção do partido na Arquitetura. Salvador: UFBA, 1998.
RIO, Vicente Del (org.) Arquitetura: pesquisa e projeto. São Paulo: ProEditores , 1998.
SILVA, Elvan. Uma introdução ao projeto arquitetônico. Porto Alegre: Editora da
UFRGS, 1991.
MAHFUZ, Edson. Ensaio sobre a razão compositiva. Porto Alegre: Sagra, 1992.
Bibliografia complementar:
NESBITT, Kate (org). Uma nova agenda para a Arquitetura. Cosacnaify, 2006.
BRANDÃO, Ludmila Lima. A casa subjetiva: matérias, afectos e espaços
Domésticos. Editora Perspectiva, 2008.
39
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
BITTENCOURT, L. S.; CANDIDO, C. Introdução à ventilação natural. Maceió:
EDUFAL, 2005.
HERTZ, J. B. Ecotécnicas em Arquitetura: como projetar nos trópicos úmidos do
Brasil. São Paulo: Ed. Pioneira, 1998.
LAMBERTS. R. et al. Eficiência energética na Arquitetura. São Paulo: PW, 1997.
CUNHA, E. G. (Org.) Elementos de arquitetura de climatização natural: método
projetual buscando a eficiência energética nas edificações. Porto Alegre: Masquatro
Editora, 2006.
ODEBRECHT, Silvia. Projeto Arquitetônico: conteúdos técnicos básicos. São Paulo:
Editora Edifurb.
ARQUITETURA & CONSTRUÇÃO. Arquiteturas do Mundo: grandes cidades sob o
olhar de grandes arquitetos, Edição 04, Ed. Abril. (vídeo).
ARQUITETURA & CONSTRUÇÃO. Arquiteturas do Mundo: torres de hoje e amanhã,
Edição 05, Ed. Abril. (vídeo).
Disciplina: Conforto Acústico
Período:
Sexto
Código:
Carga horária:
60h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Introdução aos conceitos básicos relativos às propriedades e comportamento do som.
Transmissão, reflexão e absorção do som em materiais sólidos. Aspectos subjetivos
com relação às sensações e comportamento dos seres humanos. Controle de ruído em
ambientes abertos e fechados. Tratamento acústico de ambientes abertos e fechados.
Acústica urbana e ruído comunitário. Barreiras acústicas.Princípios de eletroacústica.
Bibliografia básica:
GERGES, S. N. Y. Ruído: fundamentos e controle. São Paulo: CNSSI, 1992.
VIVEIROS, E. B. Introdução à acústica arquitetônica. Florianópolis: II ENCAC, 1993.
SILVA, P. Acústica arquitetônica. UFMG, 1997.
BISTAFA, Sylvio R. Acústica aplicada ao controle do ruído. São Paulo: Edgard
Blucher, 2006.
SOUZA, Lea Cristina Lucas; ALMEIDA, Manuela Guedes; BRAGANÇA, Luís. Bê-a-bá
da acústica arquitetônica. Bauru: EDUFSCAR, 2003.
SEEP, B.; GLOSEMEYER, R.; et al. Acústica de salas de aula. Revista de Acústica e
Vibrações, n.29. Julho/2002.
Bibliografia complementar:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12179 - (NB-101):
Norma para Tratamento Acústico em Recintos Fechados. Rio de Janeiro, 1992.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10152 - (NB-95). Níveis
de Ruído para Conforto Acústico. Rio de Janeiro, 1987.
40
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15575. Norma Brasileira
de Desempenho de Edifícios – Partes 1 a 6. Rio de Janeiro, 2008.
EGAN, M. D., Architectural acoustics, McGraw Hill, New York, 1988.
Disciplina: Instalações Elétricas Prediais
Período:
Sexto
Código:
Carga horária:
80h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Introdução à eletricidade. Noções elementares de geração, transmissão, rebaixamento
e elevação de eletricidade. Circuitos elétricos. Potência Normas Técnicas. Instalações
Elétricas de baixa tensão: dimensionamento e projeto. Cálculo de Demanda.
Luminotécnica. Subestações abaixadoras. Elevadores e escadas rolantes. Instalação
de ar condicionado. Proteção de descargas atmosféricas e aterramento. Instalações
telefônicas e eletro-eletrônicas.
Bibliografia básica:
GLOBO. Como fazer: eletricidade & hidráulica. São Paulo: Ed. Globo, 1990.
NISKIER, Julio; MACINTYRE, A. J. Instalações elétricas. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1992.
BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Manual de primeiros socorros do engenheiro
e do arquiteto. São Paulo: Edgard Blucher, 1986.
GUSSOW, Milton. Eletricidade básica. Coleção Schaum. Ed. McGraw Hill, 1985.
LIMA FILHO, Domingos Leite. Projeto de instalações elétricas prediais. São Paulo:
Érica, 1997.
Bibliografia complementar:
NETO, Vicente S. SILVA, Anderson de P. e C. JÚNIOR. Mário Boscato. Redes de alta
velocidade e cabeamento estruturado. São Paulo: Érica, 2005.
Campanha Energética de Alagoas. Normas para fornecimento de energia elétrica
em baixa tensão. Maceió: CEAL. NTF001/90. S.N.T.N, 40 p.
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. Iluminação de interiores (NBR
5413) ABR 1992, ABNT, 1992.
41
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Disciplina: História da Arte, da Arquitetura e da Cidade no Brasil
Período:
Sexto
Código:
Carga horária:
60h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Análise da produção e teoria da arquitetura e do urbanismo no Brasil ocorridas durante
o período colonial, pondo-se em destaque os aspectos do programa, partido adotado,
técnicas construtivas e resultado plástico dos edifícios. Análise da produção e o
pensamento arquitetônico no Brasil Imperial e Republicano. Compreensão na formação
de desenvolvimento de vocabulário formal da arquitetura moderna brasileira.
Interpretação e análise da produção arquitetônica brasileira contemporânea.
Bibliografia básica:
AMARAL, Aracy A. (Aracy Abreu). Arte para quê?: a preocupação social na arte
brasileira 1930-1970 : subsídio para uma história social da arte no Brasil. 3. ed. São
Paulo: Studio Nobel, 2003.
ARTIGAS, João Batista Vilanova. Caminhos da arquitetura. 4.ed. : Cosac Naify;
c2004.
BRUAND, Yves; GOLDBERGER, Ana M. (Tradutor). Arquitetura contemporânea no
Brasil. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 2005.
NIEMEYER, Oscar. A forma na arquitetura. 4. ed. Rio de Janeiro: Revan, 2005.
REIS FILHO, Nestor Goulart. Quadro da arquitetura no Brasil. 10. ed. São Paulo:
Perspectiva, 2002.
Bibliografia complementar:
BUCHMANN, Armando José. Lúcio Costa: o inventor da cidade de Brasília: centenário
de nascimento. Thesaurus, 2002.
LAGO, André Corrêa do. Oscar Niemeyer: uma arquitetura da sedução. São Paulo:
BEI, 2007.
MACHADO, Lourival Gomes. Barroco mineiro. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 1978.
MONTEZUMA, Roberto (Org). Arquitetura Brasil 500 anos: uma invenção recíproca
Architecture Brazil 500 years: a reciprocal invention. Recife: Universidade Federal de
Pernambuco, 2002. 2v.
OLIVEIRA, Olivia de. Lina Bo Bardi: sutis substâncias da arquitetura. São Paulo:
Romano Guerra; Barcelona: G. Gili, 2006.
SEGRE, Roberto. Arquitetura brasileira contemporânea. Rio de Janeiro: Viana &
Mosley, 2004.
42
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Disciplina: Teoria e Projeto do Restauro
Período:
Sexto
Código:
Carga horária:
60h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo dos marcos conceituais e fundamentação teórica da temática preservacionista
do patrimônio histórico-cultural. Fundamentações teórico-metodológicas sobre a
elaboração do projeto de restauro e de intervenção em edifícios e centros históricos.
Bibliografia básica:
CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. 3. ed. São Paulo: Estação Liberdade:
UNESP, 2006.
BRAGA, Márcia (org.). Conservação e restauração: arquitetura brasileira. Rio de
Janeiro: Ed. Rio, 2003.
BRANDI, Cesare; KUHL, Beatriz Mugayar (Trad). Teoria da restauração. Cotia, SP:
Ateliê Editorial, 2004.
FONSECA, Maria Cecília Londres. O patrimônio em processo: trajetória da política
federal de preservação no Brasil. Rio de Janeiro: UFRJ IPHAN. 1997.
RUSKIN, John. As pedras de Veneza. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
Bibliografia complementar:
SCHAMA, Simon. Paisagem e memória. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
CORREA, Roberto Lobato; ROSENDAHL, Zeny (org.). Paisagem, tempo e cultura.
Rio de Janeiro: UERJ, 1998.
Telles, Augusto Carlos da Silva. Atlas dos monumentos históricos e artísticos do
Brasil. Rio de Janeiro: MEC,FENAME, 1980.
GONÇALVES, Cristiane Souza. Restauração arquitetônica: a experiência do SPHAN
em São Paulo, 1937-1975. São Paulo: Annablume, 2007.
RIBEIRO, Sandra Bernardes. Brasília: memória, cidadania e Gestão do patrimônio
Cultural. São Paulo: Annablume, 2005.
Disciplina: Teoria do Urbanismo
Período:
Sexto
Código:
Carga horária:
80h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo das principais abordagens teórico/metodológicas sobre a produção do espaço e
a estética urbana. Análise das principais teorias descritivas, interpretativas e
propositivas para a organização espacial e estética da cidade.
43
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Bibliografia básica:
BENÉVOLO, Leonardo. História da Cidade, São Paulo: Perspectiva, 1983.
MUMFORD, Lewis. A cidade na História: suas origens, desenvolvimento e
perspectivas. São Paulo: Martins Fontes/ Editora Universidade de Brasília, 1982.
CHOAY, Françoise. O urbanismo: utopias e realidade. São Paulo: Perspectiva, 1992.
HALL. Peter. Cidades do amanhã. São Paulo: Perspectiva, 1995.
HAROUEL, Jean Louis. História do Urbanismo. São Paulo: Papirus, 1990.
Bibliografia complementar:
BARDET, Gaston. O Urbanismo. Trad. Flávia Cristina S. Nascimento. Papirus:
Campinas, 1990.
BONET CORREA, Antonio. Las claves del Urbanismo. Barcelona: Ariel, 1989.
GONÇALVES Jr. Antonio José; SANT´ANNA Aurélio; CARSTENS Frederico R. S. B.;
FLEITH Rossano Lucio. O que é Urbanismo. São Paulo: Brasiliense, 1991.
HAROUEL, Jean Louis. História do Urbanismo. Campinas: Papirus,1990.
LE CORBUSIER. Urbanismo. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
LYNCH, Kevin. A imagem da cidade, 1960.
PITANGA, Antônio F. de. O plagio do urbanismo do Sr. Agache. Revista da Semana,
Rio de Janeiro, 1928.
VILLAÇA, Flávio. Uma contribuição para a história do planejamento urbano no
Brasil. In. DEAK, Csaba e SCHIFFER, Sueli Ramos(Orgs.). O processo de
Urbanização no Brasil. FUPAM/ EDUSP: São Paulo, 1999.
7º PERÍODO
Disciplina: Projeto de Arquitetura 3
Período:
Sétimo
Código:
Carga horária:
100h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo, discussão e prática de metodologias de projeto arquitetônico. Desenvolvimento
de projetos de média a alta complexidade em nível de anteprojeto arquitetônico,
visando a aplicação do código de edificações local e/ou regional. Interação entre
projeto arquitetônico e noções de estruturas, instalações, técnicas construtivas e
detalhes arquitetônicos. Exercício de projeto em topografia acidentada. Visita a obras.
Bibliografia básica:
NEUFERT, Ernst. Arte de projetar em arquitetura. 17. ed. renovada e ampl.
Barcelona: G. Gili, 2004.
RIO, Vicente Del (org). Arquitetura: pesquisa e projeto. São Paulo: ProEditores, 1998.
44
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
PANERO, Julius; ZELNIK, Martin. Dimensionamento humano para espaços
interiores: um livro de consulta e referência para projetos. Barcelona: Gustavo Gili,
2002.
NESBITT, Kate (org). Uma nova agenda para a Arquitetura. Cosacnaify, 2006.
ODEBRECHT, Silvia. Projeto Arquitetônico: conteúdos técnicos básicos. São Paulo:
Edifurb.
ENGEL, Heino. Sistemas de estructuras. Barcelona: G. Gili, 2001.
Bibliografia complementar:
FOLZ, Rosana Rita. Mobiliário na habitação popular: discussões de alternativas para
melhoria da habitalidade. São Carlos: Rima, 2003.
MASCARÓ, J. L.; YOSHINAGA, M. Infra-estrutura urbana. Porto Alegre: Mais Quatro,
2005.
SATTLER, Miguel Aloysio; PEREIRA, Fernando Oscar Ruttkay. Construção e meio
ambiente. Porto Alegre : ANTAC, 2006.
AZEREDO, Hélio Álvares. O Edifício até seu acabamento. São Paulo: Edgard
Blucher, 1994.
BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Manual de primeiros socorros do engenheiro
e do arquiteto. São Paulo: Edgard Blucher, 1986.
MELHADO, Silvio Burattino. Coordenação de projetos de edificações. São Paulo: O
Nome da Rosa, 2005.
MCLEOD, Virgínia. Detalhes construtivos da Arquitetura residencial
Contemporânea. São Paulo: Bookmam, 2009.
BEINHAUER, Peter. Atlas de detalles constructivos. Gustavo Gili, 2006.
REBELO, Yopanan C. P. A concepção estrutural e a Arquitetura. São Paulo:
Zigurate, 2000.
REBELO, Yopanan C. P. Bases para o projeto estrutural na Arquitetura. São Paulo:
Zigurate, 2007.
LOPES, João M.; BOGÉA, Marta; REBELO, Yopanan C. P. Arquiteturas da
Engenharia, Engenharias da Arquitetura. São Paulo: Mandarim, 2006.
Disciplina: Tecnologia das Construções 1
Período:
Sétimo
Código:
Carga horária:
60h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo das técnicas construtivas. Serviços preliminares. Locação de obras. Fundações.
Estruturas. Vedações. Cobertura. Instalações Prediais. Esquadrias. Revestimentos.
Pinturas. Serviços finais.
45
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Bibliografia básica:
AZEREDO, Hélio Álvares. O Edifício até seu acabamento. São Paulo: Edgard
Blucher, 1994.
BORGES, Alberto de Campos. Prática de pequenas construções. 5. ed. São Paulo:
Ed. Edgard Blucher, 2000.
BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Manual de primeiros socorros do engenheiro
e do arquiteto. São Paulo: Edgard Blucher, 1986.
MELHADO, Silvio Burattino. Coordenação de projetos de edificações. São Paulo: O
Nome da Rosa, 2005.
GEHBAUER, Fritz. Planejamento e gestão de obras. Curitiba: CEFET-PR, 2002.
ORNSTEIN, Sheila Walbe. Dossiê da construção do edifício. São Paulo: FAU, 1992.
Bibliografia complementar:
SEBRAE. Curso de gestão e compatibilização de projetos para a construção civil.
Maceió: SEBRAE, 2007.
LIMMER, Carl V. Planejamento, orçamentação e controle de projetos e obras. Rio
de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1997.
DIAS, Paulo R. V. Engenharia de custos: uma metodologia de orçamentação para
obras civis. 5. ed. Itaperuna, RJ: Hoffmann, 2005.
GUEDES, Milber F. Caderno de encargos. 4. ed. São Paulo: Pini, 2004.
SILVA, Mozart B. da. Manual de BDI. São Paulo: Edgard Blücher, 2005.
SOUZA, Roberto de; TAMAKI, Marcos R. Gestão de materiais de construção. São
Paulo: O Nome da Rosa, 2004.
Disciplina: Instalações Hidro-Sanitárias Prediais
Período:
Sétimo
Código:
Carga horária:
80h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Introdução a captação, adução, reserva, tratamento e distribuição de águas. Sistemas
de esgotamento e tratamento de resíduos sanitários individuais e urbanos. Normas
técnicas para projetos de instalações hidráulicas, sanitárias e pluvial. Equipamentos
para saunas e piscinas. Instalações especiais. Prevenção de incêndio.
Dimensionamento e projetos.
Bibliografia básica:
MACINTYRE, Archibald J. Instalações hidráulicas: prediais e industriais. Rio de
Janeiro: Guanabara Dois S.A. 1986.
MELO, V. de O. e AZEVEDO NETTO, J. M. de. Instalações prediais hidráulicosanitárias. São Paulo: Edgard Blücher, 1988.
MASCARÓ, J. L.; YOSHINAGA, M. Infra-estrutura urbana. Porto Alegre: Mais Quatro,
2005.
46
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
CREDER, Hélio. Instalações hidráulicas e sanitárias. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
BACELLAR, R. H. Instalações hidráulicas e sanitárias: domiciliares e industriais. São
Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1976.
Bibliografia complementar:
LEME, Francílio Paes. Engenharia e saneamento Ambiental. Rio de Janeiro. LTC,
1984.
STREETER, Victor L.; WYLIE, Benjamin. Manual de hidráulica. 7. ed. McGraw-Hill do
Brasil, 1988.
AZEVEDO NETO; ALVARES, G.A. Manual de hidráulica. 7. ed., 1988.
PIMENTA, Carlito Flávio. Curso de hidráulica geral. Guanabara Dois, 1981.
PORTO, Rodrigo de Melo. Hidráulica básica. 2. ed. São Carlos: EESC/USP/Projeto
REENGE, 1999.
Coleção ABRH. Hidráulica aplicada. 2001.
Disciplina: Planejamento Regional e Urbano
Período:
Sétimo
Código:
Carga horária:
100h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo sobre a Cidade e o território. Fundamentos teóricos do planejamento urbano,
regional e local. Aspectos do planejamento urbano no Brasil. A dimensão
socioambiental do planejamento urbano. Marcos jurídicos legais do planejamento
urbano. Estado, ativismos sociais e os diversos agentes do processo de planejamento
urbano, regional e local.
Bibliografia básica:
CHOAY, Françoise. O Urbanismo: utopias e realidade. São Paulo: Perspectiva, 1992.
SOUZA, Marcelo Lopes. Mudar a cidade. Rio de Janeiro: Bertrand, 2004.
FERRARA, Lucrecia D'Alessio. Design em espaços. São Paulo: Edições Rosari,
c2002.
ROLNIK, Raquel. O que é cidade. 3. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.
SOUZA, Marcelo Lopes de. Mudar a cidade: uma introdução crítica ao planejamento e
à gestão urbanos. 4. ed. rev. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2006.
Bibliografia complementar:
BONDUKI, Nabil. Origens da habitação social no Brasil. São Paulo: Estação
Liberdade, 2004.
CARLOS, Ana Fani A. A cidade. São Paulo: Contexto, 1992. (Repensando a
geografia).
FERRARA, Lucrécia D'Alessio. Olhar Periférico. São Paulo: EDUSP, 1993.
47
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
GRAZIA, Grazia de, QUEIROZ, Leda Lúcia R.F. A Sustentabilidade do modelo
urbano brasileiro: um desafio. Rio de janeiro: Projeto Brasil Sustentável e
Democrático: FASE/IBASE, 2001.
LACAZE, Jean Paul. Os métodos do urbanismo. Trad. de Marina Apenzeller.
Campinas: Papirus, 1993.
LEFEVRE, Henri. O direito à cidade. Trad. Rubens Eduardo Faria Moraes. São Paulo,
1991.
LYNCH, Kevin. A Imagem da Cidade. 1960.
MAZZAROLI, Leopoldo. In. MUKAI, Toshio. Direito e legislação urbanística no
Brasil. São Paulo: Saraiva, 1988.
MARICATO, Ermínia. As idéias fora do lugar e o lugar fora das idéias: planejamento
urbano no Brasil. In: ARANTES, Otília. A cidade do pensamento único. Petrópolis:
Vozes, 2000.
SOUZA, Marcelo Lopes de. Mudar a Cidade: uma introdução crítica ao planejamento e
à gestão urbanos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2002.
VILLAÇA, Flávio. Uma Contribuição para a história do planejamento urbano no
Brasil. In. DEAK, Csaba e SCHIFFER, Sueli Ramos (Orgs.). O processo de
Urbanização no Brasil. FUPAM/ EDUSP: São Paulo, 1999.
SANTOS, Carlos Nelson F. dos. A Cidade como jogo de cartas. Niterói: EDUFF, SP:
Projeto, 1988.
SANTOS, Milton; SILVEIRA, Maria Laura. O Brasil: território e sociedade no início do
século XXI. 8.ed. Rio de Janeiro: Record, 2005.
Disciplina: Projeto de Paisagismo
Período:
Sétimo
Código:
Carga horária:
80h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo e conhecimento da paisagem: conceituação, elementos constituintes,
representação gráfica e fatores condicionantes. Procedimentos de intervenção
paisagística em escala micro: metodologia, diagnóstico, elaboração de programação e
conceituação do projeto. Elaboração de anteprojeto paisagístico. Análise da paisagem
edificada.
Bibliografia básica:
HIGUERAS, Ester. Urbanismo bioclimático. Barcelona: G. Gili, 2006.
MASCARO, Lucia R. de (Lucia Raffo de), Ambiência urbana = urban environment. 2.
ed. Porto Alegre, RS: +4 editora, 2004. 197 p.
________. Manual de loteamentos e urbanizações. Porto Alegre: SAGRA:D. C.
Luzzatto, 1994.
PEIXOTO, Nelson Brissac. Paisagens urbanas. 3.ed.rev. ampl. São Paulo: SENAC:
2004.
48
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
PRONSATO, Sylvia Adriana Dobry. Arquitetura e paisagem: projeto participativo e
criação coletiva. São Paulo: Annablume; FUPAM; FAPESP, 2005.
Bibliografia complementar:
BURLE MARX, R. Arte e Paisagem: conferências escolhidas. São Paulo: Ed. Nobel,
2004.
CORREA, Roberto Lobato; ROSENDAHL, Zeny (org.). Paisagem, tempo e cultura.
Rio de Janeiro: Ed. da UERJ, 1998.
DEMATTÊ, M. E. D. Princípios de Paisagismo. Jaboticabal: FUNEP, 1997.
JELLICOE, Susan. El paisaje del hombre: la conformación del entorno desde la
prehistoria hasta nuestros dias. Barcelona: GG, 1995.
LEENHARDT, J. (org.) Nos jardins de Burle Marx. São Paulo: Ed. Perspectiva, 1996.
MACEDO, Silvio. Quadro do paisagismo no Brasil. São Paulo: Edusp, 1996.
PAULA, Zueleide Casagrande de. A cidade e os jardins. Jardim América, de projeto
urbano a monumento patrimonial (1915-1986). Editora Unesp, 2008
PRONSATO, Sylvia A. D. Arquitetura e Paisagem: projeto participativo e criação
coletiva. São Paulo: Annablume, 2006.
SEGAWA, H. Ao amor do público: jardins do Brasil. São Paulo: Nobel, FAPESP,
1996.
SCHAMA, Simon. Paisagem e memória. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
VILAÇA, Juliana. Plantas tropicais: guia prático para o novo paisagismo brasileiro.
São Paulo: Nobel, 2005.
8º PERÍODO
Disciplina: Projeto de Arquitetura 4
Período:
Código:
Oitavo
Carga horária:
100h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Desenvolvimento de projeto de edificações de multipavimentos em nível de projeto
executivo. Legislação edilícia: análise crítica e aplicabilidade. Aspectos relativos à
aprovação de projetos arquitetônicos. Correlação entre o projeto arquitetônico e seus
complementares: instalações e estrutural. Desenvolvimento de detalhes construtivos
em projeto arquitetônico, uso de circulação vertical mecânica. Elaboração de projeto
executivo para aprovação legal. Desenvolvimento de memorial descritivo,
especificações técnicas e estimativa de custos. Visita a obras.
Bibliografia básica:
NEUFERT, Ernst. Arte de projetar em arquitetura. 17. ed. renovada e ampl.
Barcelona: G. Gili, 2004.
49
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
PANERO, Julius; ZELNIK, Martin. Dimensionamento humano para espaços
interiores: um livro de consulta e referência para projetos. Barcelona: Gustavo Gili,
2002.
COELHO NETTO, J. Teixeira. A construção do sentido na arquitetura. 5. ed. São
Paulo: Perspectiva, 2002. (Debates,144).
PIÑÓN, Helio. Teoria do projeto. Porto Alegre: Livraria do arquiteto, 2006.
BENEVOLO, Leonardo. A arquitetura no novo milênio. São Paulo: Estação
Liberdade, 2007.
CHING, Francis D.K Representação gráfica em arquitetura. 3. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2000.
BITTENCOURT, Leonardo. Uso das cartas solares: diretrizes para arquitetos. 4. ed.,
rev. e ampl. Maceió: EDUFAL, 2004. CD-ROM.
Disciplina: Tecnologia das Construções 2
Período:
Oitavo
Código:
Carga horária:
60h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo das técnicas construtivas. Sistemas construtivos. Construção industrializada.
Análise de projetos complementares. Gestão de projetos. Planejamento e organização
do canteiro de obra. Procedimentos de acompanhamento de obras. Segurança do
trabalho. Normas Técnicas.
Bibliografia básica:
AZEREDO, Hélio Álvares. O edifício até seu acabamento. São Paulo: Edgard
Blucher, 1994.
BORGES, Alberto de Campos. Prática de pequenas construções. 5. ed. São Paulo:
Ed. Edgard Blucher, 2000.
BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Manual de primeiros socorros do engenheiro
e do arquiteto. São Paulo: Edgard Blucher, 1986.
MELHADO, Silvio Burattino. Coordenação de projetos de edificações. São Paulo: O
Nome da Rosa, 2005.
GEHBAUER, Fritz. Planejamento e gestão de obras. Curitiba: CEFET-PR, 2002.
Bibliografia complementar:
SEBRAE. Curso de gestão e compatibilização de projetos para a construção civil.
Maceió: SEBRAE, 2007.
LIMMER, Carl V. Planejamento, orçamentação e controle de projetos e obras. Rio
de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 1997.
DIAS, Paulo R. V. Engenharia de custos: uma metodologia de orçamentação para
obras civis. 5. ed. Itaperuna, RJ: Hoffmann, 2005.
GUEDES, Milber F. Caderno de encargos. 4. ed. São Paulo: Pini, 2004.
50
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
LIMMER, Carl V. Planejamento, orçamentação e controle de projetos e obras. Rio
de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1997.
SILVA, Mozart B. da. Manual de BDI. São Paulo: Edgard Blücher, 2005.
SOUZA, Roberto de; TAMAKI, Marcos R. Gestão de materiais de construção. São
Paulo: O Nome da Rosa, 2004.
Disciplina: Planejamento da Construção Civil
Período:
Oitavo
Código:
Carga horária:
80h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo e planejamento da construção civil de edificações. Elaboração de orçamentos e
estudos de viabilidade técnica. Aspectos da legislação (previdenciária, segurança do
trabalho, sanitária, código de obras posturas municipais, normas técnicas).
Bibliografia básica:
BORGES, Alberto de Campos. Prática de pequenas construções. 5. ed. São Paulo:
Edgard Blucher, 2000.
BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Manual de primeiros socorros do engenheiro
e do arquiteto. São Paulo: Edgard Blucher, 1986.
LIMMER, Carl V. Planejamento, orçamentação e controle de projetos e obras. Rio
de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora, 1997.
MELHADO, Silvio Burattino. Coordenação de projetos de edificações. São Paulo: O
Nome da Rosa, 2005.
GEHBAUER, Fritz. Planejamento e gestão de obras. Curitiba: CEFET-PR, 2002.
Bibliografia complementar:
CHING, Francis D. K. Técnicas de construção ilustrada. Porto Alegre: Bookmam,
2001.
BAUER, L. A Falcão. Materiais de construção. São Paulo: Ed. Livros Técnicos e
Científicos, 1994.
SEBRAE. Curso de gestão e compatibilização de projetos para a construção civil.
Maceió: SEBRAE, 2007.
GUEDES, Milber Fernandes. Caderno de encargos. São Paulo: Pini, 2004.
LIMMER, Carl V. Planejamento, orçamentação e controle de projetos e obras. Rio
de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora, 1997.
51
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Disciplina: Projeto de Urbanismo 1
Período:
Oitavo
Código:
Carga horária:
100h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo da configuração do espaço urbano. Espaço e territórios urbanos.
Caracterização e análise da realidade física e social. Carências, problemas, tendências
e potencialidades. Programação urbanística.
Bibliografia básica:
HIGUERAS, Ester. Urbanismo bioclimático. Barcelona: G. Gili, 2006.
MASCARO, Juan Luis; YOSHINAGA, Mário. Infra-estrutura urbana. Porto Alegre:
Mais Quatro Ed., 2005.
MASCARO, Lucia Raffo de. Ambiência urbana = urban environment. 2. ed. Porto
Alegre, RS: +4 editora, 2004.
PEIXOTO, Nelson Brissac. Paisagens urbanas. 3.ed.rev. ampl. São Paulo: SENAC:
2004.
MASCARO, Lucia Raffo de. Manual de loteamentos e urbanizações. Porto Alegre:
SAGRA:D. C. Luzzatto, 1994.
Bibliografia complementar:
CAMPOS FILHO, Candido Malta. Cidades brasileiras: seu controle ou o caos. O que
os cidadãos devem fazer para a humanização das cidades no Brasil. São Paulo: Nobel,
1989.
DEL RIO, Vicente. Introdução ao desenho urbano no processo de planejamento.
São Paulo: Pini,1990.
FERRARA, Lucrécia D'Alessio. Olhar Periférico. São Paulo: EDUSP, 1993.
GRAZIA, Grazia de, QUEIROZ, Leda Lúcia R.F. A Sustentabilidade do modelo
urbano brasileiro: um desafio. Rio de Janeiro: Projeto Brasil Sustentável e
Democrático: FASE/IBASE, 2001.
LACAZE, Jean Paul. Os métodos do urbanismo. Trad. de Marina Apenzeller.
Campinas: Papirus, 1993.
MASCARÓ, J. L. Desenho urbano e custos de urbanização. Porto Alegre: D. C.
Luzzatto, 1987.
SEGAWA, Hugo. Prelúdio da metrópole: arquitetura e urbanismo em São Paulo na
passagem do século XIX ao XX. Ateliê Editorial, 2004.
RUANO, Miguel. Ecourbanismo: entornos humanos sostenibles: 60 proyectos.
Coleção Arquitetura e Desenho + Ecologia. Editora: Gustavo Gilli. 1999.
SILVA, Raquel Marques da (org). A Cidade pelo avesso: desafios do Urbanismo
contemporâneo. Viana Mosley/ProUrb. 2006.
MAGALHÃES, Sérgio. A cidade na Incerteza: ruptura e contigüidade em urbanismo.
Viana & Mosley, 2007.
52
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Bibliografia complementar:
ENGEL, Heino. Sistemas de estructuras. Barcelona: G. Gili, 2001.
SATTLER, Miguel Aloysio; PEREIRA, Fernando Oscar Rutkay. Construção e meio
ambiente. Porto Alegre: ANTAC, 2006.
HERTZ, U. B. Ecotécnicas em Arquitetura: como projetar nos trópicos úmidos do
Brasil. São Paulo: Pioneira, 1998.
RIO, Vicente Del (org). Arquitetura: pesquisa e projeto. São Paulo: ProEditores, 1998.
MARTINEZ, Alfonso Corona. Ensaio sobre o projeto. Brasília: UNB, 2000.
MELHADO, Silvio Burattino. Coordenação de projetos de edificações. São Paulo: O
Nome da Rosa, 2005.
MAHFUZ, Edson. Ensaio sobre a razão compositiva. Porto Alegre: Sagra, 1992.
BROWN, G. Z.; DEKAY, Mark. Sol, vento & luz: estratégias para o projeto de
arquitetura. 2. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2004.
9º PERÍODO
Disciplina: Projeto de Arquitetura 5
Período:
Nono
Código:
Carga horária:
100h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Desenvolvimento de projeto arquitetônico de alta complexidade arquitetônica e
tecnológica em nível de projeto executivo. Inovações tecnológicas no projeto de
arquitetura. Análise de projetos arquitetônicos contemporâneos. Estudo do
desempenho energético no projeto arquitetônico. Especificação e detalhamento de
edificações e de interiores. Estudo da compatibilização de projetos. Atuação
profissional. Visita a obras.
Bibliografia básica:
COELHO NETTO, J. Teixeira. A construção do sentido na arquitetura. 5. ed. São
Paulo: Perspectiva, 2002. (Debates,144).
ZEVI, Bruno. Saber ver a arquitetura. 5. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
NEUFERT, Ernst. Arte de projetar em arquitetura. 17. ed. renovada e ampl.
Barcelona: G. Gili, 2004.
PIÑÓN, Helio. Teoria do projeto. Porto Alegre: Livraria do arquiteto, 2006.
BRUAND, Yves. Arquitetura contemporânea no Brasil. 4. ed. São Paulo:
Perspectiva, 2005.
PANERO, Julius; ZELNIK, Martin. Dimensionamento humano para espaços
interiores: um livro de consulta e referência para projetos. Barcelona: Gustavo Gili,
2002.
BITTENCOURT, Leonardo. Uso das cartas solares: diretrizes para arquitetos. 4. ed.,
rev. e ampl. Maceió: EDUFAL, 2004. CD-ROM.
53
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Bibliografia complementar:
NESBITT, Kate (Org.) Uma nova agenda para a arquitetura: antologia teórica 19651995. São Paulo: Cosac e Naify, 2006.
MELHADO, Silvio Burattino. Coordenação de projetos de edificações. São Paulo: O
Nome da Rosa, 2005.
SEGAWA, Hugo. Arquitectura latinoamericana contemporánea. Barcelona: G. Gili,
2005.
Disciplina: Instalações e Infra-Estrutura Urbana
Período:
Oitavo
Código:
Carga horária:
60h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo dos serviços públicos urbanos. Equipamentos urbanos e comunitários.
Saneamento básico e limpeza pública. Redes de água, esgoto e energia elétrica.
Iluminação pública. Drenagem urbana. Redes complementares.
Bibliografia básica:
LEME, Francílio Paes. Engenharia e saneamento ambiental. Rio de Janeiro: LTC,
1984.
TSUTIYA, T. M. e SOBRINHO, P. A. Coleta e transporte de esgoto sanitário. São
Paulo: Departamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária/USP, 2000.
BIDONE, F e POVINELLI, J. Conceitos básicos de resíduos sólidos. São Carlos:
EESC -USP, 1999.
BRASIL. FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE. Manual de saneamento. 3. ed. rev. Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 2006. 408 p.
MASCARO, Juan Luis e YOSHINAGA, Mario. Infra-estrutura urbana. São Paulo.
Editora Masquatro, 2005.
Bibliografia complementar:
MASCARÓ, Juan Luis. Desenho urbano e custos de urbanização, Porto Alegre: D.C.
Luzzato. 1989.
ACIOLY, Cláudio, DAVIDSON, Forber. Densidade urbana: um instrumento de
planejamento e gestão urbana. Rio de Janeiro: Mauad, 1998.
54
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Disciplina: Projeto de Urbanismo 2
Período:
Nono
Código:
Carga horária:
100h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo dos fundamentos e diretrizes ideais de organização, ocupação e uso do espaço
urbano. Urbanismo em áreas consolidadas: programas, plano de ação e propostas.
Bibliografia básica:
MASCARÓ, J. L. Infra-estrutura urbana. Porto Alegre: D. C. Luzzatto Ed., 2005.
HIGUERAS, Ester. Urbanismo bioclimático. Barcelona: G. Gili, 2006.
MASCARO, Juan Luis; YOSHINAGA, Mário. Infra-estrutura urbana. Porto Alegre:
Mais Quatro Ed., 2005.
MASCARO, Lucia Raffo de. Ambiência urbana = urban environment. 2. ed. Porto
Alegre, RS: +4 editora, 2004.
PEIXOTO, Nelson Brissac. Paisagens urbanas. 3.ed.rev. ampl. São Paulo: SENAC:
2004.
Bibliografia complementar:
CAMPOS FILHO, Candido Malta. Cidades brasileiras: seu controle ou o caos. O que
os cidadãos devem fazer para a humanização das cidades no Brasil. São Paulo: Nobel,
1989.
DEL RIO, Vicente. Introdução ao desenho urbano no processo de planejamento.
São Paulo: Pini,1990.
FERRARA, Lucrécia D'Alessio. Olhar periférico. São Paulo: EDUSP, 1993.
GRAZIA, Grazia de, QUEIROZ, Leda Lúcia R.F. A sustentabilidade do modelo
urbano brasileiro: um desafio. Rio de Janeiro: Projeto Brasil Sustentável e
Democrático: FASE/IBASE, 2001.
LACAZE, Jean Paul. Os métodos do Urbanismo. Trad. de Marina Apenzeller.
Campinas: Papirus, 1993.
MASCARÓ, J. L. Desenho urbano e custos de urbanização. Porto Alegre: D. C.
Luzzatto Ed., 1987.
SEGAWA, Hugo. Prelúdio da Metrópole: arquitetura e urbanismo em São Paulo na
passagem do século XIX ao XX. Ateliê Editorial, 2004.
RUANO, Miguel. Ecourbanismo: entornos humanos sostenibles: 60 proyectos.
Coleção Arquitetura e Desenho + Ecologia. Gustavo Gilli. 1999.
SILVA, Raquel Marques da (org). A cidade pelo avesso: desafios do Urbanismo
contemporâneo. Viana Mosley/ProUrb. 2006.
MAGALHÃES, Sérgio. A cidade na Incerteza: ruptura e contigüidade em urbanismo.
Viana & Mosley, 2007.
55
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Disciplina: Métodos de Pesquisa aplicados à Arquitetura e Urbanismo
Período:
Código:
Nono
Carga horária:
40h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo de métodos científicos aplicados à pesquisa em Arquitetura e Urbanismo.
Desenvolvimento de trabalhos acadêmicos em Arquitetura e Urbanismo. Formas de
apresentação de trabalhos acadêmicos de acordo com as normas da ABNT.
Bibliografia básica:
DEMO, Pedro. Avaliação qualitativa. 7. ed. rev. Campinas: Autores Associados, 2002.
PEREIRA, Júlio César Rodrigues. Análise de dados qualitativos: estratégias
metodológicas para as ciências da saúde, humanas e sociais. 3. ed. São Paulo:
EDUSP: FAPESP, 2001.
RIO, Vicente Del (org). Arquitetura: pesquisa e projeto. São Paulo: ProEditores, 1998.
SELLTIZ, C.; WRIGHTSMAN, L.; COOK, S.; KIDDER, L. Métodos de pesquisa nas
relações sociais. São Paulo: EPU, 1987.
SERRA, Geraldo. Pesquisa em Arquitetura e Urbanismo: guia prático para o
trabalho de pesquisadores em pós-graduação. São Paulo: Mandarim/Edusp,
Português, 2005.
SILVA, Edna Lúcia da; MENEZES, Estera Muszkat. Metodologia da Pesquisa e
elaboração de dissertação. 3 ed. rev. atual. Florianópolis: Laboratório de Ensino a
distância da UFSC, 2001. Disponível em: http://www.projetos.inf.ufsc.br
Bibliografia complementar:
FEDERAL FACILITIES COUNCIL. Learning from our buildings: a state of the
practice summary of post-occupancy evaluation. Washington, DC: National Academy
Press, 2001 (Federal Facilities Council Technical Report n.º 145).
ORNSTEIN, Sheila, ROMERO, Marcelo (colab.). Avaliação Pós-Ocupação (APO) do
ambiente construído. São Paulo: Studio Nobel: EDUSP, 1992, 223p.
ROMÉRO, Marcelo de Andrade; ORNSTEIN, Sheila Walbe. (coordenadores/ editores).
Avaliação Pós-Ocupação: métodos e técnicas aplicados à habitação social. São
Paulo: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo.
Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído; Financiadora de Estudos
e Projetos, 2003.
SIEGEL, Sidney. Estatística não-paramétrica para as ciências do comportamento.
São Paulo: Mcgraw-Hill do Brasil, 1977.
ZEISEL, John. Inquiry by design: tools for environment behavior research. New York:
Cambridge University Press, 1984 (reeditado 1995).
56
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
10º PERÍODO
Disciplina: Projeto de Urbanismo 3
Período:
Décimo
Código:
Carga horária:
100h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo dos fundamentos e diretrizes ideais de organização, ocupação e uso do espaço
urbano. Urbanismo em áreas consolidadas: projetos e detalhamento.
Bibliografia básica:
MASCARÓ, Juan Luís. Manual de loteamentos e urbanizações. Porto Alegre:
SAGRA:D. C. Luzzatto, 1994.
RODRIGUES, F. de M. Desenho urbano: cabeça, campo e prancheta. São Paulo:
Projeto, 1986.
RUANO, M. (org.): EcoUrbanismo: entornos humanos sostenibles: 60 proyectos.
Barcelona: Gustavo Gili, 1999.
HIGUERAS, Ester. Urbanismo bioclimático. Barcelona: G. Gili, 2006.
MASCARO, Juan Luis; YOSHINAGA, Mário. Infra-estrutura urbana. Porto Alegre:
Mais Quatro Ed., 2005.
MASCARO, Lucia Raffo de. Ambiência urbana = urban environment. 2. ed. Porto
Alegre, RS: +4 editora, 2004.
PEIXOTO, Nelson Brissac. Paisagens urbanas. 3.ed.rev. ampl. São Paulo: SENAC:
2004.
Bibliografia complementar:
ACIOLY, C.; DAVIDSON, F.: Densidade urbana: um instrumento de planejamento e
gestão urbana. Rio de Janeiro: Mauad, 1998.
BONDUKI, Nabil: Habitat: as práticas bem-sucedidas em habitação, meio ambiente e
gestão urbana nas cidades brasileiras. São Paulo: Studio Nobel, 1997.
DEL RIO, V. Introdução ao desenho urbano no processo de planejamento. São
Paulo: Pini, 1991.
FERNANDES, Edésio Fernandes; VALENÇA, Márcio Moraes (org.). Brasil urbano. Rio
de Janeiro: Mauad, 2004.
MASCARÓ, Juan Luís. Desenho urbano e custos de urbanização. Porto Alegre: D. C
Luzzatto, 1987.
ROGERS, Richard; GUMUCHDJIAN. Cidades para um pequeno planeta. Gustavo
Gilli, 2005.
RODRIGUES, F. de M. Desenho urbano: cabeça, campo e prancheta. São Paulo:
Projeto, 1986.
RUANO, M. (org.): EcoUrbanismo: entornos humanos sostenibles: 60 proyectos.
Barcelona: Gustavo Gili, 1999.
57
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Disciplina: Estágio Curricular Supervisionado
Período:
Décimo
Código:
Carga horária:
200h
Pré-requisito:
-
Ementa:
Exercício da prática profissional sobre o espaço edificado e/ou urbano, através do
desenvolvimento de atividades com supervisão de um profissional responsável pela
atividade exercida, compreendendo uma ou mais das atividades relativas ao trabalho
do arquiteto, descritas abaixo:
• Estudo e intervenção em edificações, conjuntos arquitetônicos e
monumentos, arquitetura paisagística e de interiores;
• Planejamento físico, local, urbano e regional; seus serviços afins e correlatos;
• Supervisão, coordenação e orientação técnica, estudo, planejamento, projeto
e especificação de arquitetura e de urbanismo;
• Estudo de viabilidade técnico-econômica de projetos e de empreendimentos;
assistência, assessoria e consultoria técnicas;
• Direção de obras e serviço técnico; vistoria, perícia, avaliação, arbitramento,
laudo e parecer técnico.
• Pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica, extensão
em arquitetura e urbanismo;
• Elaboração de orçamento de obras e de objetos construídos;
• Padronização, mensuração e controle de qualidade em obras arquitetônicas
e/ou urbanísticas;
• Fiscalização, execução de obras e serviços técnicos correlatos;
• Colaboração em produções técnicas, científicas e/ou especializada de
produtos arquitetônicos e urbanísticos;
• Acompanhamento e condução de equipe de instalação, montagem,
operação, reparo ou manutenção em objetos construídos;
• Execução de desenho técnico em duas e em três dimensões.
Bibliografia básica:
YAZIGI, Walid. A técnica de edificar. 5. ed. São Paulo: Pini, 2003.
DEL RIO, V. Introdução ao desenho urbano no processo de planejamento. São
Paulo: Ed. Pini, 1991.
MASCARÓ, Juan Luís. Desenho urbano e custos de urbanização. Porto Alegre: D. C
Luzzatto, 1987.
________. Manual de loteamentos e urbanizações. Porto Alegre: SAGRA:D. C.
Luzzatto, 1994.
NESBITT, Kate (org). Uma nova agenda para a Arquitetura. Cosacnaify, 2006.
SATTLER, Miguel Aloysio; PEREIRA, Fernando Oscar Ruttkay. Construção e meio
ambiente. Porto Alegre: ANTAC, 2006.
58
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
NEUFERT, Ernst. Arte de projetar em arquitetura. 17. ed. renovada e ampl.
Barcelona: G. Gili, 2004.
MELHADO, Silvio Burattino. Coordenação de projetos de edificações. São Paulo: O
Nome da Rosa, 2005.
ORNSTEIN, Sheila Walbe. Dossiê da construção do edifício. São Paulo: FAU, 1992.
PANERO, Julius; ZELNIK, Martin. Dimensionamento humano para espaços
interiores: um livro de consulta e referência para projetos. Barcelona: Gustavo Gili,
2002.
LIMMER, Carl V. Planejamento, orçamentação e controle de projetos e obras. Rio
de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 1997.
BRANDI, Cesari. Teoria de la restauración. Madrid: Alianza Forma, 1988.
BRASIL. MEC.SPHAN/Pró-Memória. Proteção e revitalização do patrimônio cultural
no Brasil: uma trajetória. Brasília: MEC, 1980.
SOUZA, Marcelo Lopes de. Mudar a cidade: uma introdução crítica ao planejamento e
à gestão urbanos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2002.
LIMA FILHO, Domingos Leite. Projeto de instalações elétricas prediais. São Paulo:
Érica, 1997.
LAMBERTS. R. et al. Eficiência energética na Arquitetura. São Paulo: PW, 1997.
MACINTYRE, Archibald J., Instalações hidráulicas: prediais e industriais. Rio de
Janeiro: Guanabara Dois, 1986.
BUSTOS ROMERO, M.A.B. Arquitetura bioclimática do espaço público. Brasília:
Universidade de Brasília, 2001.
BITTENCOURT, L. S.; Uso das cartas solares: diretrizes para arquitetos. 3ª ed. rev.
EDUFAL, Maceió, 2000.
BROWN, G. Z.; DEKAY, M. Sol, vento & luz: estratégias para o projeto de arquitetura.
Porto Alegre: Bookman, 2004.
BITTENCOURT, L. S.; CANDIDO, C. Introdução à ventilação natural. Maceió:
EDUFAL, 2005.
Bibliografia complementar:
DIAS, Paulo R. V. Engenharia de custos: uma metodologia de orçamentação para
obras civis. 5. ed. Itaperuna, RJ: Hoffmann, 2005.
GUEDES, Milber F. Caderno de encargos. 4. ed. São Paulo: Pini, 2004.
SILVA, Mozart B. da. Manual de BDI. São Paulo: Edgard Blücher, 2005.
SOUZA, Roberto de; TAMAKI, Marcos R. Gestão de materiais de construção. São
Paulo: O Nome da Rosa, 2004.
DEMATTÊ, M. E. D. Princípios de paisagismo. Jaboticabal: FUNEP, 1997.
BORGES, Alberto de Campos. Prática de pequenas construções. 5. ed. São Paulo:
Edgard Blucher, 2000.
BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Manual de primeiros socorros do engenheiro
e do arquiteto. São Paulo: Edgard Blucher, 1986.
GEHBAUER, Fritz. Planejamento e gestão de obras. Curitiba: CEFET-PR, 2002.
COSTA, Antonio F. Detalhando a Arquitetura I. Rio de Janeiro: Impressão e
Acabamento, Zoomgraf-k.
59
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
COSTA, Antonio F. Detalhando a Arquitetura II. Rio de Janeiro: Impressão e
Acabamento, Zoomgraf-k.
COSTA, Antonio F.; OLIVEIRA, Adilson, Ferreira de. Detalhando a Arquitetura x
deficiente físico e idoso. Rio de Janeiro: Impressão e Acabamento, Zoomgraf-k.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. Representação de
Projetos de Arquitetura. NBR 6492, Rio de Janeiro: 1994.
DENIS, Michel. O desenho assistido por computador. São Paulo: Aleph, 1998.
FRANCO, Cecília S. SketchUp 5.0: manual de referência e tutoriais. Centro
Universitário Metodista Isabela Hendrix. 2005.
CAMBIAGHI, Henrique et al. Diretrizes gerais para a intercambialidade de projetos
em CAD: integração entre projetista, construção e cliente. São Paulo: Pini, 2002.
SILVA, A. M. et al. Guia para normatização de trabalhos técnico-científicos:
projetos de pesquisas, monografias, dissertações e teses. 4. ed. Uberlândia: EDUFU,
2004.
60
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS ELETIVAS –
ORGANIZADAS EM ÁREAS TEMÁTICAS
Disciplina:
LIBRAS
Período:
Carga horária:
60h
Código:
Pré-requisito:
-
Ementa: Estudo da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), da sua estrutura gramatical,
de expressões manuais, gestuais e do seu papel para a comunidade surda.
Bibliografia básica:
BRASIL. Lei nº 10.436, de 24/04/2002.
BRASIL. Decreto nº 5.626, de 22/12/2005.
Livro de Libras. (disponível em: http://www.libras.org.br/livro_libras.php)
FERREIRA BRITO, L. Por uma gramática das línguas de sinais. Rio de Janeiro:
Tempo Brasileiro, 1995.
GOES, M. C. R. Linguagem, surdez e educação. Campinas: Autores Associados,
1996.
QUADROS, R. M. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais. BRASÍLIA,
SEESP/MEC, 2004.
SACKS, O. Vendo vozes: uma jornada pelo mundo dos surdos. Rio de Janeiro: Imago,
1990.
SETOR 1 – DESENHO E PROJETO DE ARQUITETURA
Disciplina: Ergonomia e Acessibilidade no Ambiente Construído
Período:
Carga horária:
40h
Código:
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo do desenho universal. Acessibilidade espacial da arquitetura e do urbanismo.
Mobiliário urbano e acessibilidade espacial. Ergonomia de espaços internos. Estudo da
história e evolução da ergonomia. Ergonomia clássica e contemporânea.
Bibliografia básica:
ABNT. NBR 9050: Acessibilidade de pessoas portadoras de deficiência a
edificações, espaços, mobiliário e equipamentos urbanos. Rio de Janeiro: 1994.
61
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
COSTA, Antônio Ferreira da; OLIVEIRA, Adilson Ferreira de. Detalhando a
Arquitetura X: deficiente físico e idoso. s/d.
DUL, Jan; WEERDMEESTER, Bernard. Ergonomia prática. São Paulo: Edgard
Blücher, 2004.
GOMES FILHO, João. Ergonomia do objeto: sistema técnico de leitura ergonômica.
São Paulo: Escrituras, 2003.
GURGEL, Miriam. Projetando espaços. São Paulo: Senac, 2007.
IIDA, I. Ergonomia: projeto e produção. São Paulo: Edgard Blücher, 1997.
KROEMER, H.J; GRANDJEAN, E. Manual de ergonomia. Porto Alegre: Bookman,
2005.
PANERO, Julius; ZELNIK, Martin. Dimensionamento humano para espaços
interiores: um livro de consulta e referência para projetos. Barcelona: Gustavo Gili,
2002.
PRADO, Adriana R. de A., LOPES, Maria Elisabete, ORNSTEIN, Sheila Walbe (orgs).
Desenho Universal: caminhos da acessibilidade no Brasil. Annablume, São Paulo,
2010.
Bibliografia complementar:
NEUFERT, Ernst. Arte de projetar em arquitetura. 17. ed. renovada e ampl. CHING,
Francis C. K.; BINGGELLI, Corky. Arquitetura de interiores ilustrada. Bookman,
2006.
FOLZ, Rosana Rita. Mobiliário na habitação popular: discussões de alternativas para
melhoria da habitalidade. São Carlos: RiMa, 2003.
STAINBACK, Susan; STAINBACK, William. Inclusão: um guia para educadores. Porto
Alegre: Artes Médicas, 1999.
NERI, Marcelo. Retratos da deficiência do Brasil (PPD). Rio de janeiro: FGV / IBRE,
CPS, 2003.
Disciplina: Arquitetura de Interiores
Período:
Carga horária:
60h
Código:
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo da história e evolução do mobiliário. Técnicas de disposição de mobiliário e de
objetos. Efeitos de iluminação. Materiais de acabamentos em decoração: tecidos,
revestimentos, metais, vidros. Significados da cor em decoração. Ergonomia de
espaços internos residenciais e comerciais. Organização de ambientes. Projetos de
decoração de interiores.
Bibliografia básica:
MANCUSO, C. Arquitetura de interiores e decoração. Porto Alegre: Sulino, 1998.
MOUSINHO, S. et al. Dicionário de artes decorativas e decoração de interiores.
Nova Fronteira, 1999.
62
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
PEVSNER, N. Origens da arquitetura moderna e do design. São Paulo: Martins
Fontes, 1996.
PANERO, Julius; ZELNIK, Martin. Dimensionamento humano para espaços
interiores: um livro de consulta e referência para projetos. Barcelona: Gustavo Gili,
2002
MARTINEZ, Alfonso Corona. Ensaio sobre o projeto. Brasília: UNB, 2000.
NEUFERT, Ernst. Arte de projetar em arquitetura. 17. ed. renovada e ampl.
Barcelona: G. Gili, 2004.
CHING, Francis C. K.; BINGGELLI, Corky. Arquitetura de interiores ilustrada.
Bookman, 2006.
Bibliografia complementar:
MORAES, Dijon de. Análise do design brasileiro: entre mimese e mestiçagem. São
Paulo: Edgard Blücher, 2006.
Leon, Ethel. Design brasileiro: quem fez, quem faz = Brazilian design: who did, who
does. Rio de Janeiro: Viana & Mosley: 2005.
FOLZ, Rosana Rita. Mobiliário na habitação popular: discussões de alternativas para
melhoria da habitalidade. São Carlos: RiMa, 2003.
Disciplina: Informática Aplicada a Arquitetura 2
Período:
Carga horária:
60h
Código:
Pré-requisito:
-
Ementa:
Aplicação de ferramentas computacionais na representação em arquitetura e
urbanismo, envolvendo modelagem, renderização e edição de imagens.
Bibliografia básica:
Guias de usuário e tutoriais disponibilizados pelos distribuidores dos programas
utilizados.
Disciplina: Projetos Especiais
Período:
Carga horária:
60h
Código:
Pré-requisito:
-
Ementa:
Discussão sobre o projeto e a projetação, aplicação de métodos de projeto e
desenvolvimento de projetos especiais.
63
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Bibliografia básica:
MAKSTUTIS, Geoffrey. Arquitectura, teoria y práctica. Barcelona: Blume, 2010.
FREDERICK, Matthew. 101 Lições que aprendi na Escola de Arquitetura. São
Paulo: Martins Fontes, 2009.
NEUFERT, Ernst. Arte de projetar em arquitetura. 17. ed. renovada e ampl.
Barcelona: G. Gili, 2004.
PANERO, Julius; ZELNIK, Martin. Dimensionamento humano para espaços
interiores: um livro de consulta e referência para projetos. Barcelona: Gustavo Gili,
2002.
SEGAWA, Hugo. Arquitectura latinoamericana contemporánea. Barcelona: G. Gili,
2005.
MCLEOD, Virgínia. Detalhes construtivos da Arquitetura residencial
contemporânea. São Paulo: Bookmam, 2009.
ODEBRECHT, Silvia. Projeto Arquitetônico: conteúdos técnicos básicos. São Paulo:
Edifurb.
Bibliografia complementar:
NESBITT, Kate (Org.) Uma nova agenda para a arquitetura: antologia teórica 19651995. São Paulo: Cosac e Naify, 2006.
BEINHAUER, Peter. Atlas de detalles constructivos. Gustavo Gili, 2006.
REBELO, Yopanan C. P. A concepção estrutural e a Arquitetura. São Paulo:
Zigurate Editora, 2000.
REBELO, Yopanan C. P. Bases para o projeto estrutural na Arquitetura. São Paulo:
Zigurate, 2007.
LOPES, João M.; BOGÉA, Marta; REBELO, Yopanan C. P. Arquiteturas da
Engenharia – Engenharias da Arquitetura. São Paulo: Mandarim, 2006.
Disciplina: Projetos Residenciais, de Ampliação e de Reforma
Período:
Carga horária:
60h
Código:
Pré-requisito:
-
Ementa:
Desenvolvimento de projetos residenciais em nível de estudo preliminar e anteprojeto.
Abordagem sistêmica de projetos residenciais. Estudo de projetos de residência
unifamiliar e multifamiliar. Estudo da habitação popular e de novos espaços de morar.
Desenvolvimento de projetos residenciais em terrenos singulares. Desenvolvimento de
projetos de ampliação e de reforma. Visita a obras.
Bibliografia básica:
BRANDÃO, Ludmila de Lima. A casa subjetiva: matérias, afectos e espaços
domésticos. São Paulo: Perspectiva, 2002. (Estudos ;181).
CORONA MARTÍNEZ, Alfonso. Ensaio sobre o projeto. Brasília: UnB, 2000.
64
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
PANERO, Julius; ZELNIK, Martin. Dimensionamento humano para espaços
interiores: um livro de consulta e referência para projetos. Barcelona: Gustavo Gili,
2002
MASCARO, Juan Luis. O custo das decisões arquitetônicas. 4. ed. Porto Alegre:
JLM, 2006.
BITTENCOURT, Leonardo. Uso das cartas solares: diretrizes para arquitetos. 4. ed.,
rev. e ampl. Maceió: EDUFAL, 2004. CD-ROM.
NESBITT, Kate (Org.) Uma nova agenda para a arquitetura: antologia teórica 19651995. São Paulo: Cosac e Naify, 2006.
Disciplina: Empreendedorismo na Arquitetura
Período:
Carga horária:
40h
Código:
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo dos procedimentos para constituição de escritório de arquitetura. Noções gerais
de administração e empreendedorismo. Roteiro para legalização de uma empresa.
Formas de atuação do profissional de arquitetura no mercado. Relação entre arquiteto
e cliente. Noções de gestão financeira da empresa. Noções de planejamento
estratégico para escritórios de arquitetura. Elaboração de contratos de prestação de
serviço. Novos mercados no campo da arquitetura. Visita a escritórios de arquitetura.
Bibliografia básica:
ASBEA – Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura. Manual de contratação
de serviços de Arquitetura e Urbanismo. 2. ed. São Paulo: Pini, 2000.
MAFFEI, Walter Renan. Manual do exercício profissional do arquiteto. São Paulo:
Instituto de Arquitetos do Brasil. (Cardernos SASP). 1990.
SEGNINI JÚNIOR, Francisco. A profissão do arquiteto em discussão. São Paulo,
2002, 238p. Tese (Doutorado) – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade
de São Paulo.
DOLABELA, Fernando. Pedagogia empreendedora. São Paulo: Cultura, 2003.
PORTER, M. Estratégia e planejamento: autores e conceitos imprescindíveia. São
Paulo: Publifolha, 2002.
65
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
SETOR 2 – CONFORTO AMBIENTAL
Disciplina: Climatologia Urbana
Período:
Carga horária:
40h
Código:
Pré-requisito:
-
Ementa:
O processo de urbanização e as mudanças climáticas. Elementos climáticos e o
balanço de energia urbano. Clima urbano e planejamento das cidades. Ilha de calor
urbana e microclimas. Vegetação e qualidade ambiental urbana. Introdução a
metodologias de monitoramento urbano.
Bibliografia Básica
BARBIRATO, G.M.; SOUZA, L.C.L de; TORRES, S.C. Clima e cidade: a abordagem
climática como subsídio para estudos urbanos. Maceió: EDUFAL, 2007.
HIGUERAS, Ester. Urbanismo bioclimático. Barcelona: G. Gili, 2006.
MASCARO, Lucia R. de (Lucia Raffo de), 1935. Ambiência urbana = urban
environment. 2. ed. Porto Alegre, RS: +4 editora, 2004. 197 p.
MCHARG, Ian L. Proyectar con la naturaleza. Barcelona, España: Gustavo Gili,
c2000.
MOTA, Suetônio. Planejamento urbano e preservação ambiental. Fortaleza: UFC,
1981.
RUANO, Miguel. Ecourbanismo = Ecourbanism: entornos humanos sostenibles.
Barcelona: Gustavo Gili, 2000.
Bibliografia Complementar
BUSTOS ROMERO, M.A. Arquitetura bioclimática do espaço público. Brasília:
Universidade de Brasília. 2001.
GIVONI, Baruch Climate considerations in building and urban design. New York,
John Wiley &Sons, 1998.
KOENIGSBERGER, O. H.; MAYHEW, A.; SZOKOLAY, S.V. Manual of tropical
housing and building, Longman, London, 1977.
KOEPPEN Climatologia: com un estudio de los climas de la tierra. Mexico, Fondo de
Cultura Economica, 1948.
MASCARÓ, J.L; MASCARÓ, L. Cidade: energia, arborização urbana e impacto
ambiental. Ciência e ambiente, 22, Santa Maria, p.59-72, 2001.
MASCARÓ, L. ; MASCARÓ, J. Vegetação urbana, UFRGS, Porto Alegre, 2002.
MONTEIRO, C.A de F. , MENDONÇA, F. (Org.) Clima urbano. São Paulo: Contexto,
2003
66
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Disciplina: Eficiência Energética no Ambiente Construído
Período:
Carga horária:
40h
Código:
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo das Iniciativas de combate ao desperdício em energia elétrica em edificações.
O consumo no setor de edificações. Variáveis climáticas, humanas e arquitetônicas.
Bioclimatologia. Regulamentos e normas de avaliação de eficiência energética no setor
comercial e residencial.
Bibliografia Básica:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15220: Desempenho
térmico de edificações – Parte 3: Zoneamento bioclimático Brasileiro e
estratégias de condicionamento térmico passivo para habitações de interesse
social. Rio de Janeiro, 2005.
BRASIL. MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA. Programa Nacional de Conservação
de
Energia
Elétrica
(PROCEL).
Brasília,
1985.
Disponível
em:
www.eletrobras.gov.br/procel. Acesso em: 22 fev. 2010.
FROTA, A.B.; SCHIFFER, S.R. Manual de conforto térmico. São Paulo: Nobel, 1988.
HABITAÇÃO MAIS SUSTENTÁVEL. Energia. [Homepage do Projeto]. Disponível em:
http://www.habitacaosustentavel.pcc.usp.br.
LAMBERTS, R., PEREIRA, F. O. R., DUTRA, L. Eficiência energética em
edificações. São Paulo: PW, 1997. Disponível em: www.labeee.ufsc.br
Bibliografia Complementar
CASA EFICIENTE. Projeto Casa Eficiente. [Homepage do Projeto]. Disponível em:
CENTRO DE APLICAÇÃO DE TECNOLOGIAS EFICIENTES. CATE. [Homepage
institucional]. Disponível em: http://www.cate.cepel.br/index.html.
http://www.eletrosul.gov.br/casaeficiente/br/home/index.php.
RIVERO, R. Acondicionamento térmico natural: arquitetura e clima. Tradução de
José Miguel Aroztegui. Porto Alegre: D. C. Luzatto Ed. Ltda, UFRGS, 1985.
Disciplina: Conforto Luminoso 2
Período:
Carga horária:
40h
Código:
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudos avançados de iluminação, métodos de cálculo, simulação computacional e
pesquisa na área de iluminação e eficiência energética.
Bibliografia básica:
67
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
BITTENCOURT, L.S. Uso das cartas solares: diretrizes para arquitetos. Maceió:
Edufal, 1990.
LAMBERTS. Roberto (et al). Eficiência energética na Arquitetura. São Paulo: PW,
1997. Disponível em: www.labeee.ufsc.br
CORBELA, Oscar; YANNAS, Simon. Em busca de uma arquitetura sustentável para
os trópicos: conforto ambiental. Apêndice 2, 3 e 4. Rio Janeiro: Renavan, 2003.
MASCARO, Lucia R. Ambiência urbana = urban environment. 2. ed. Porto Alegre,
RS: +4 editora, 2004.
SCHMID, Aloísio Leoni. A idéia de conforto: reflexões sobre o ambiente construído.
Curitiba: Pactoambiental, 2005.
FROTA, Anésia Barros; SCHIFFER, Sueli Ramos. Manual de conforto térmico. 7. ed.
São Paulo: Nobel, 2003.
Bibliografia complementar
Guias de usuário e tutoriais disponibilizados pelos distribuidores dos programas
utilizados.
Disciplina:
Conforto Acústico 2
Período:
Carga horária:
40h
Código:
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo da geração e propagação de onda. Resposta do ouvido humano e curva dB(A).
Materiais e mecanismos de absorção. Transmissão sonora através de dois meios.
Isolamento sonoro. Acústica de salas: teoria modal, equações de tempo de
reverberação. Normas em conforto acústico. Simulações em acústica arquitetônica.
Bibliografia básica:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15575: Desempenho de
Edifícios Habitacionais de até Cinco Pavimentos - Partes 1 a 6. ABNT (Associação
Brasileira de Normas Técnicas), 2008.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10151: AcústicaAvaliação do ruído em áreas habitadas, visando o conforto da comunidade –
Procedimento. Rio de Janeiro, 2000.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10152: Níveis de Ruído
para Conforto Acústico. Rio de Janeiro, 1987.
BISTAFA, S. R. Acústica aplicada ao controle do ruído. São Paulo: Edgard Blücher,
2006.
GERGES, S. N. Y. Ruído: fundamentos e controle. São Paulo: CNSSI, 1992.
SOUZA, Lea Cristina Lucas; GUEDES, Manuela; BRAGANÇA, Luis. Bê-á-bá da
acústica arquitetônica. São Paulo: EDUFSCAR, 2007.
REYNOLDS, D. D. Engineering principles of acoustics: noise and vibration control.
Boston: Allyn and Bacon, Inc., 1981.
68
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
VIVEIROS, Elvira. Acústica: apostila da disciplina Acústica Avançada. Florianópolis,
2003.
Bibliografia complementar:
MAEKAWA, Z.; LORD, P. Environmental and architectural acoustics. London: E&FN
SPON, 1994.
SEEP, B.; GLOSEMEYER, R.; et al. Acústica de salas de aula. Revista de Acústica e
Vibrações, nº29. Julho/2002.
GRUNOW, Evelise. Acústica questão ambiental. Akkerman Projetos Acústicos. São
Paulo: Editora C4, 2008.
CARNEIRO, Waldir de A. M. Perturbações sonoras nas edificações urbanas. 3. ed.
São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2004.
EGAN, M. D. Architectural acoustics. New York: McGraw Hill, 1988.
SETOR 3 – ESTRUTURAS DAS CONSTRUÇÕES
Disciplina: Estruturas de Aço e Madeira
Período:
Carga horária:
40h
Código:
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo de treliças. Propriedades gerais de madeiras e aços. Tipos de madeiras. Tipos
de aços. Bitolas de perfis. Peças complementares. Cálculo e dimensionamento de
estruturas.
Bibliografia básica:
REBELO, Yopanan C. P. Estruturas de aço, concreto e madeira. São Paulo:
Zigurate, 2005.
REBELO, Yopanan C. P. Bases para o projeto estrutural na Arquitetura. São Paulo:
Zigurate, 2007.
DIAS, L. A. M. Estruturas de aço: conceitos, técnicas e linguagem. 4. ed. São Paulo:
Zigurate, 2002.
DIAS, L. A. M. Edificações de aço no Brasil. São Paulo: Zigurate, 2002.
DIAS, L. A. M. Aço e arquitetura: edificações de aço no Brasil. São Paulo: Zigurate,
2001.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 7190 Projeto de
Estruturas de Madeira. Rio de Janeiro: 1997.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. NBR 8800 Projeto e
Execução de estruturas de aço em edifícios (método dos estados limites). Rio de
Janeiro: 1988.
69
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Bibliografia complementar:
SALES, J. J. et al. Construções em aço. Apostila da Escola de Engenharia de São
Carlos da Universidade de São Paulo, 1995.
SALES, J. J. et al. Ação do vento nas edificações. Apostila da Escola de Engenharia
de São Carlos da Universidade de São Paulo, 1995.
BELLEI, I. Edifícios industriais em aço. 2. Ed. São Paulo: PINI, 1999.
SANTOS, Luciano B. dos. Curso básico de estruturas de aço: notas de aula.
Departamento de Engenharia Estrutural da Universidade Federal de Alagoas, sd.
MOLITERNO, Antônio. Caderno de projeto de telhados em estruturas de madeira.
São Paulo: Edgard Blucher, sd.
Disciplina: Estruturas de Concreto
Período:
Carga horária:
40h
Código:
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo das propriedades gerais dos concretos e dos aços. Normas Técnicas. Estados
limites de utilização. Elementos do projeto estrutural. Lajes: classificação e
dimensionamento. Vigas: tipos e dimensionamento. Pilares. Marquises. Escadas.
Fundações. Reservatórios d’água.
Bibliografia básica:
REBELO, Yopanan C. P. Estruturas de aço, concreto e madeira. São Paulo:
Zigurate, 2005.
HANAI, João B. Fundamentos do concreto protendido. São Carlos: E-book de apoio
para o Curso de Engenharia Civil, 2005.
REBELO, Yopanan C. P. Bases para o projeto estrutural na Arquitetura. São Paulo:
Zigurate, 2007.
BOTELHO, M. H. C. Concreto armado, eu te amo – para arquitetos. São Paulo:
Edgard Blücher, 2006.
LEONHARDT, F. Construções de concreto: concreto protendido. Rio de Janeiro:
Interciência, 1980.
Bibliografia complementar:
HELENE, Paulo & TERZIAN, P. Manual de dosagem e controle do concreto. São
Paulo: PINI, 1992.
MEHTA, P. K. & MONTEIRO, P. J. Concreto: estrutura, propriedades e materiais.
São Paulo: PINI, 1994.
NEVILLE, A. M. Propriedades do concreto. Trad. Salvador E. Giammuso. São Paulo:
PINI, 1996.
70
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
LEONHARDT, F. Construções de concreto: princípios básicos da construção de
pontes de concreto. Rio de Janeiro: Ed. Interciência, 1980.
SETOR 4 – TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES
Disciplina:
Avaliação Pós-Ocupação
Período:
Carga horária:
60h
Código:
Pré-requisito:
-
Ementa:
Conceitos e definições. Histórico. Técnicas de APO. Níveis de avaliação. Avaliação de
desempenho físico. Avaliação de satisfação dos usuários. Técnicas de análise de
dados. Relatórios de pesquisa. Bancos de dados. Recomendações e diretrizes.
Retroalimentação do processo de projeto.
Bibliografia Básica:
DEMO, Pedro. Avaliação qualitativa. 7. ed. rev. Campinas: Autores Associados, 2002.
ORNSTEIN, Sheila, ROMERO, Marcelo (colab.). Avaliação pós-ocupação (APO) do
ambiente construído. São Paulo: Studio Nobel: EDUSP, 1992.
PEREIRA, Júlio César Rodrigues. Análise de dados qualitativos: estratégias
metodológicas para as ciências da saúde, humanas e sociais. 3. ed. São Paulo:
EDUSP: FAPESP, 2001.
ROMÉRO, Marcelo de Andrade; ORNSTEIN, Sheila Walbe. (coordenadores/ editores).
Avaliação Pós-Ocupação: métodos e técnicas aplicados à habitação social. São
Paulo: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo.
Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído; Financiadora de Estudos
e Projetos, 2003.
SELLTIZ, C.; WRIGHTSMAN, L.; COOK, S.; KIDDER, L. Métodos de pesquisa nas
relações sociais. São Paulo: EPU, 1987.
SIEGEL, Sidney. Estatística não-paramétrica para as ciências do comportamento.
São Paulo: Mcgraw-Hill do Brasil, 1977, 350p.
Bibliografia Complementar:
FEDERAL FACILITIES COUNCIL. Learning from our buildings: a state of the
practice summary of post-occupancy evaluation. Washington, DC: National Academy
Press, 2001 (Federal Facilities Council Technical Report n.º 145).
ZEISEL, John. Inquiry by design: tools for environment behavior research. New York:
Cambridge University Press, 1984 (reeditado 1995).
71
UFAL – Campus Arapiraca
Disciplina:
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Gestão Habitacional
Período:
Carga horária:
40h
Código:
Pré-requisito:
-
Ementa:
Conceito de habitação. Histórico da questão habitacional no Brasil. Carência
habitacional. Gestão habitacional e suas condicionantes. Habitação de interesse social.
Política habitacional. Plano de habitação. Habitação e tecnologia. Tecnologias para
habitação de interesse social.
Bibliografia Básica:
ABRAMO, Pedro (org.). Cidade da informalidade: o desafio das cidades latinoamericanas. Rio de Janeiro: Sete Letras, 2003. p. 7-12.
GORDILHO-SOUZA, Ângela Maria. (org). Habitar contemporâneo: novas questões
no Brasil dos anos 90. Salvador: Ed. Ultragraph, 1997.
TASCHNER, Suzana Pasternak. Política habitacional no Brasil: Retrospectivas e
perspectivas. Cadernos de pesquisa do LAP. São Paulo: FAUUSP, n. 21, set/out
1997.
VALLADARES, Lícia do Prado. A invenção da favela: do mito de origem a favela.com.
Rio de Janeiro: Editora FGV, 2005.
WERNA, Edmundo. ABIKO, Alex Kenya. COELHO, Leandro de Oliveira. SIMAS,
Rubenio. KEIVANI, Ramin. HAMBURGER, Diana Sarita. ALMEIDA, Marco A. P. de.
Pluralismo na habitação. São Paulo: Annablume, 2001.
Bibliografia Complementar:
FUNDAÇÃO JOÃO PINHEIRO. Déficit habitacional no Brasil (2004). Belo Horizonte,
2004. Disponível em: http://www.fjp.org.br
IBAM – INSTITUTO BRASILEIRO DE ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL. Estudo de
avaliação da experiência brasileira sobre urbanização de favelas e regularização
fundiária. Relatório Final. v 2. Rio de Janeiro: IBAM, 2002. Disponível em:
http://www.ibam.org.br
SECRETARIA NACIONAL DE HABITAÇÃO DO MINISTÉRIO DAS CIDADES,
CENTRO DE ESTUDOS DA METRÓPOLE. Assentamentos precários no Brasil
urbano. Brasília: Ministério das Cidades, 2007.
72
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Disciplina: Inovações Tecnológicas na Construção
Período:
Carga horária:
40h
Código:
Pré-requisito:
-
Ementa:
Conceito de inovação. Critérios de desempenho. Introdução à teoria dos sistemas.
Desenvolvimento de produtos. Desenvolvimento de processos. Gestão da qualidade na
construção civil. Introdução à gestão de projetos. Noções de tecnologia da informação
aplicada à construção.
Bibliografia Básica
BERTALANFFY, Ludwig Von. Teoria geral dos sistemas. 3. ed. Petropolis : Vozes,
1977.
BONIN, Luís Carlos. AMORIM, Sérgio Roberto Leusin de. Inovação tecnológica na
construção habitacional. Porto Alegre: ANTAC, 2006.
FORMOSO, Carlos Torres; INO, Akemi. Inovação, gestão da qualidade &
produtividade e disseminação do conhecimento na construção habitacional.
Porto Alegre: ANTAC, 2003.
GREVEN, Hélio Adão. BALDAUF, Alexandra Staudt Follmann. Introdução à
coordenação modular da construção no Brasil: uma abordagem atualizada. Porto
Alegre: ANTAC, 2007.
ROMAN, Humberto; BONIN, Luis Carlos. Normalização e certificação na construção
habitacional. Porto Alegre: ANTAC, 2003.
Bibliografia Complementar
ROCHA, Janaíde Cavalcante; JOHN, Vanderley M. Utilização de resíduos na
construção habitacional. Porto Alegre: ANTAC, 2003.
SATTLER, Miguel Aloysio. Habitações de baixo custo mais sustentáveis: a casa
Alvorada e o Centro Experimental de tecnologias habitacionais sustentáveis. Porto
Alegre: ANTAC, 2007.
73
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
SETOR 5 – TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA
Disciplina: Arquitetura Contemporânea
Período:
Carga horária:
40h
Código:
Pré-requisito:
-
Ementa:
Analisar a produção contemporânea de arquitetura verificando suas características e
caminhos teóricos, técnicos e plásticos. Analisar esta produção quanto aos aspectos
concernentes à função social, programas, regras, partidos artísticos, necessidades
técnicas e princípios construtivos.
Bibliografia básica:
ARGAN, Giulio Carlo. Arte moderna: do iluminismo aos movimentos contemporâneos.
São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
BENEVOLO, Leonardo. História da arquitetura moderna. 3. ed. São Paulo:
Perspectiva, 1994.
CONNOR, Steven. Cultura pós-moderna: introdução as teorias do contemporâneo. 3.
ed. São Paulo: Loyola, 1996.
GHIRARDO, Diane Yvonne. Arquitetura contemporânea: uma história concisa. São
Paulo: Martins Fontes, 2002.
VENTURI, Robert. Complexidade e contradição em arquitetura. 2.ed. São Paulo:
Martins Fontes, 2004.
Bibliografia complementar:
GROPIUS, Walter. Bauhaus: novarquitetura. 6. ed. São Paulo: Perspectiva, 2004.
MONTANER, Josep Maria. A modernidade superada: arquitetura, arte e pensamento
do século XX. Barcelona: Gustavo Gili, c2001.
NESBITT, Kate (Org.) Uma nova agenda para a arquitetura: antologia teórica 19651995. São Paulo: Cosac e Naify, 2006.
VENTURI, Robert; SCOTT BROWN, Denise; IZENOUR, Steven. Aprendendo com
Las Vegas: o simbolismo (esquecido) da forma arquitetônica. São Paulo: Cosac &
Naify, 2003.
WOOD, Paul et al. Arte moderna: práticas e debates. 4 v. São Paulo: Cosac & Naify
Edições, 1998.
74
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Disciplina: Arte Popular e Arquitetura Vernácula no Brasil
Período:
Carga horária:
40h
Código:
Pré-requisito:
-
Ementa:
Discutir os conceitos de popular e erudito na contemporaneidade, visando a superação
da dicotomia cultura x folclore. Investigar as principais formas de expressão da arte
popular brasileira, suas referências e apropriações pela arte erudita desde o
modernismo. Arquitetura vernacular e sua relação com a identidade local.
Bibliografia básica:
ALBUQUERQUE JR., Durval Muniz de. O engenho anti-moderno: a invenção do
Nordeste e outras artes. Tese de Doutorado, Campinas: IFCH/Unicamp, 1994.
ARANTES, A. A. O que é cultura popular. São Paulo: Brasiliense, 1998.
BURKE, Peter. Cultura Popular na Idade Moderna: Europa, 1500 – 1800. São Paulo:
Cia. das Letras, 1989.
VAN LEGEN, Johan. Manual do arquiteto descalço. Porto Alegre: Livraria do
Arquiteto, c2004.
WEIMER, G. Arquitetura popular brasileira. S. Paulo: Martins Fontes, 2005.
Bibliografia complementar:
FATHY, H. Construindo com o povo: arquitetura para os pobres. Trad. M. C. Santoro.
Rio de Janeiro: Forense-Universitária, 1982.
ESTEVAM, C. A questão da cultura popular. Rio de Janeiro: Edições Tempo
Brasileiro, 1963.
Disciplina: Teorias da Arquitetura e do Urbanismo Contemporâneos
Período:
Carga horária:
40h
Código:
Pré-requisito:
-
Ementa:
A disciplina visa sistematizar e estimular a compreensão do processo de formação,
emergência e mudança dos paradigmas teóricos que elucidam as transformações da
Arquitetura e do Urbanismo contemporâneos, com rebatimentos nas realizações
práticas recentes e contemporâneas no exterior e no Brasil.
Bibliografia básica:
ARGAN, Giulio Carlo. Arte moderna: do iluminismo aos movimentos contemporâneos.
São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
BRUAND, Yves; GOLDBERGER, Ana M. (Tradutor). Arquitetura contemporânea no
Brasil. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 2005.
75
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
GHIRARDO, Diane Yvonne. Arquitetura contemporânea: uma história concisa. São
Paulo: Martins Fontes, 2002.
NESBITT, Kate (Org.) Uma nova agenda para a arquitetura: antologia teórica 19651995. São Paulo: Cosac e Naify, 2006.
VENTURI, Robert. Complexidade e contradição em arquitetura. 2.ed. São Paulo:
Martins Fontes, 2004.
Bibliografia complementar:
GROPIUS, Walter. Bauhaus: novarquitetura. 6. ed. São Paulo: Perspectiva, 2004.
MONTANER, Josep Maria. A modernidade superada: arquitetura, arte e pensamento
do século XX. Barcelona: Gustavo Gili, c2001.
SEGRE, Roberto. Arquitetura brasileira contemporânea. Rio de Janeiro: Viana &
Mosley, 2004.
VENTURI, Robert; SCOTT BROWN, Denise; IZENOUR, Steven. Aprendendo com
Las Vegas: o simbolismo (esquecido) da forma arquitetônica. São Paulo: Cosac &
Naify, 2003.
WOOD, Paul et al. Arte moderna: práticas e debates. 4 v. São Paulo: Cosac & Naify
Edições, 1998.
Disciplina: Patrimônio Cultural Urbano e Intervenção em Centros Históricos
Período:
Carga horária:
40h
Código:
Pré-requisito:
-
Ementa:
A disciplina analisa os paradigmas da teoria do Patrimônio Cultural Urbano, da Teoria
do Restauro e os projetos referenciais contemporâneos aplicados em centros
históricos.
Bibliografia básica:
CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. 3. ed. São Paulo: Estação Liberdade:
UNESP, 2006.
BRANDI, Cesare; KUHL, Beatriz Mugayar (Trad). Teoria da restauração. Cotia, SP:
Ateliê Editorial, 2004.
FONSECA, Cecília L. Patrimônio em processo: a trajetória da política federal de
preservação no Brasil. Rio de Janeiro, UFRJ/Minc- IPHAN, 2005.
REIS, Nestor Goulart. Por uma nova política de conservação: edifícios e bairros
construídos no século XX. Cadernos do LAP 16. São Paulo, FAUUSP, 1996.
RUSKIN, John. As pedras de Veneza. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
SILVA, Fernando F. As cidades brasileiras e o Patrimônio Cultural da Humanidade.
São Paulo, Ed. Petrópolis – Edusp, 2003.
Bibliografia complementar:
COSTA, Lucio. Registro de uma vivência. São Paulo: Empresa das Artes, 1996.
76
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
GOMES, Marco A. F. (Org.). Pelo Pelô. Salvador: UFBA, 1995.
HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Ed. Venice, 1990.
HARVEY, David. Do gerenciamento ao empresariamento: a transformação da
administração urbana no capitalismo tardio. São Paulo, Revista Espaço &
Debates,1996.
IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Cartas Patrimoniais.
Brasíllia, IPHAN, 1995.
REIS, Nestor Goulart. Por uma nova política de conservação: edifícios e bairros
construídos no século XX. Cadernos do LAP 16. São Paulo, FAUUSP, 1996.
SILVA, Fernando F. As cidades brasileiras e o Patrimônio Cultural da Humanidade.
São Paulo, Ed. Petrópolis – Edusp, 2003.
VARGAS, Heliane C. & CAASTILHO, Ana Luiza H. Intervenções em Centros
Urbanos: objetivos, estratégias e resultados. São Paulo, Manole, 2005.
SETOR 6 – PLANEJAMENTO URBANO E PAISAGEM
Disciplina: Problemas Urbanos Brasileiros
Período:
Carga horária:
40h
Código:
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo e conhecimento dos principais problemas urbanos brasileiros. A formação
urbana, o processo recente de urbanização e seus principais impactos na configuração
da rede de cidades e na sociedade brasileiras.
Bibliografia básica:
ARANTES, Olívia; VAINER, Carlos e MARICATO, A cidade do pensamento único.
Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 2000.
BOCAYUVA, Pedro Cláudio Cunca (org.). Afinal, que país é este? 2. ed. Rio de
Janeiro: DP&A Editora, 2001.
CORRÊA Roberto Lobato. A rede urbana. São Paulo: Ática, 1989.
MARICATO, Ermínia. Brasil, cidades alternativas para uma crise urbana. Petrópolis:
Vozes, 2001.
NUNES, Brasilmar Ferreira. Sociologia de capitais brasileiras: participação e
planejamento urbano. Brasília: Líber Livro, 2006.
LESBAUPIN, Ivo. Poder local e exclusão social: a experiência das prefeituras
democráticas do Brasil. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2000.
Bibliografia Complementar:
CARLOS, Ana Fani A. A cidade. 8. ed. São Paulo: Contexto: 2005.
77
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
GOTTDIENER, Mark. A produção social do espaço urbano. Trad. Geraldo Gerson
de Souza. 2. ed. São Paulo: Edusp, 1997.
OLIVEN, Ruben George. Urbanização e mudança social no Brasil. 2. ed. Petrópolis:
Vozes, 1982.
REIS FILHO, Nestor Gulart. Urbanização e modernidade: entre o passado e o futuro
(1808-1945). In: MOTA, Calros Guilherme (Org.) Viagem incompleta: a experiência
brasileira. 2. ed. São Paulo: Editora SENAC, 2000.
ROLNIK, Raquel. O que é cidade. São Paulo: Brasiliense, 2004.
SANTOS, Milton. A natureza do espaço: espaço e tempo: razão e emoção. 3. ed. São
Paulo: Hucitec, 1999.
________. Tendências da urbanização brasileira no fim do século XX. In: CARLOS,
Ana Fani Alessandri (Org.) São Paulo: Universidade de São Paulo.
SINGER, Paul. Economia política da urbanização. 2. ed. São Paulo. Contexto, 2002.
________. Desenvolvimento econômico e evolução urbana: análise da evolução
econômica de São Paulo, Blumenau, Porto Alegre, Belo Horizonte e Recife. 2. ed. São
Paulo: Companhia Editora Nacional, 1977.
SOUZA, Marcelo Lopes. Mudar a cidade: uma introdução crítica ao planejamento e à
gestão urbanos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.
SPOSITO, Maria Encarnação B. Capitalismo e urbanização. 15. ed. São Paulo:
Contexto, 2008.
VILLAÇA, Flávio. Uma contribuição para a história do planejamento urbano no Brasil.
In. DEAK, Csaba e SCHIFFER, Sueli Ramos (Orgs.). O processo de urbanização no
Brasil. FUPAM/EDUSP: São Paulo, 1999.
VILLAÇA, Flávio. Espaço intra-urbano no Brasil. São Paulo: Studio Nobel: FAPESP:
Lincoln Institute, 2001.
Disciplina: Urbanismo Moderno e Contemporâneo no Brasil
Período:
Carga horária:
60h
Código:
Pré-requisito:
-
Ementa:
Análise crítica das principais propostas e intervenções urbanas realizadas no Brasil no
século XX, apresentando sua periodização e referenciando-as aos paradigmas teóricos
do urbanismo moderno e contemporâneo.
Bibliografia básica:
ARANTES, Otilia. Urbanismo em fim de linha. São Paulo: Edusp, 1998.
CAMPOS, Candido Malta. Os rumos da cidade: Urbanismo e modernização em São
Paulo. São Paulo: SENAC, 2002.
CAMPOS Fº, Cândido Malta. Cidades brasileiras: Seu controle ou o caos. São Paulo,
Nobel, 1989.
CAMPOS NETO. Candido Malta. Os rumos da cidade: urbanismo e modernização em
São Paulo. Tese de Doutoramento. FAU / USP, São Paulo, 1999.
78
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
CASTELLS, Manuel. The local and the global. Istambul: Habitat, 1996.
CHOAY, Françoise. Urbanisme: utopies et réalités, une anthologie. Paris, Seuil, 1965.
DEL RIO, Vicente. Introdução ao desenho urbano. São Paulo: Pini, 1990.
ELLIN, Nan. Postmodern urbanism. New York: Princeton Architectural Press, 1999.
MAIA, Francisco Prestes. O zoneamento urbano. São Paulo: Edições da Sociedade
"Amigos da Cidade", 1936.
Bibliografia Complementar:
MARIANI, Ricardo. A cidade moderna entre a história e a cultura. São Paulo, Studio
Nobel, 1986.
RIBEIRO, Luiz Cesar de Queiroz & CARDOSO, Adauto Lúcio. Planejamento urbano
no Brasil: paradigmas e experiências. In: Espaço & Debates. n.37, v. XIV.
RIBEIRO, Luiz Cesar de Queiroz et al. Globalização, fragmentação e reforma
urbana. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira.
RIBEIRO, Luiz Cesar de Queiroz & PECHMAN, Robert Moses (orgs.). Cidade, povo e
nação: gênese do urbanismo moderno. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1996.
ROLNIK, Raquel. A cidade e a lei. São Paulo, Studio Nobel, 1997.
VILLAÇA, Flávio José Magalhães. Espaço intra-urbano no Brasil. São Paulo: Studio
Nobel, 1999.
VILLAÇA, Flávio. A estruturação territorial da metrópole sul-brasileira. Tese de
Doutoramento, Departamento de Geografia, FFLCH / USP, 1978.
VILLAÇA, Flávio. Uma contribuição para a história do planejamento urbano no
Brasil. São Paulo, 1997
Disciplina: Marcos Jurídicos do Planejamento Urbano no Brasil
Período:
Carga horária:
60h
Código:
Pré-requisito:
-
Ementa:
Estudo dos mecanismos de planejamento urbano brasileiro criados através da
Constituição Federal Brasileira de 1988, com ênfase na análise de planos diretores
municipais e planos de habitação de interesse social.
Bibliografia básica:
BRASIL. Estatuto da Cidade: guia para implementação pelos municípios e cidadãos.
Brasília: Instituto Pólis/ Caixa Econômica Federal, 2001.
PORTELA, Eulalia MENDES, Andréa e MOURA, Geraldo. Planos Diretores Urbanos:
limites dos instrumentos e desafio para a gestão urbana. In: Anais do Seminário
Internacional Gestão da terra urbana e habitações de interesse social. Campinas:
FAU-PUC Campinas - Laboratório do Habitat/ Instituto Pólis/ Lincoln Institute of Land
Policy, 2000. (CD Rom)
79
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
SAULE Jr., Nelson (org.). Direito à Cidade: trilhas legais para o direito às cidades
sustentáveis. São Paulo: Max Limonad/ Instituto Pólis, 1999.
Disciplina: Evolução Urbana no Brasil
Período:
Carga horária:
40h
Código:
Pré-requisito:
-
Ementa:
Análise dos processos de formação e modificação da configuração urbana no território
brasileiro através de seus processos históricos mais relevantes.
Bibliografia básica:
REIS FILHO, Nestor Goulart. Urbanização e planejamento no Brasil: 1960-1983. São
Paulo, FAU / USP, (Cadernos de Pesquisa do LAP nº 11).
REIS FILHO, Nestor Goulart. Urbanismo no Brasil: século XIX-XX. São Paulo, FAU /
USP, 1995 (Cadernos de Pesquisa do LAP, nº 9).
REIS FILHO, Nestor Goulart. Urbanização e urbanismo no Brasil. São Paulo, FAU /
USP, 1997 (Cadernos de Pesquisa do LAP, nº 19).
80
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
6. Estágio Curricular Supervisionado
De acordo com a Lei 11.788 de 25 de setembro de 2008 e com a Resolução Nº
71/2006-CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006, Estágio é ato educativo escolar
supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o
trabalho produtivo de educandos que estejam freqüentando o ensino regular em
instituições de educação superior. Ele faz parte do projeto pedagógico do curso, além
de integrar o itinerário formativo do educando e visa ao aprendizado de competências
próprias da atividade profissional e à contextualização curricular, objetivando o
desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho.
O estágio poderá ser obrigatório ou não-obrigatório, conforme determinação das
diretrizes curriculares da etapa, modalidade e área de ensino e do projeto pedagógico
do curso. Estágio obrigatório é aquele definido como tal no projeto do curso, cuja carga
horária é requisito para aprovação e obtenção de diploma. Estágio não-obrigatório é
aquele desenvolvido como atividade opcional, acrescida à carga horária regular e
obrigatória.
O Estágio Curricular obrigatório fica definido como parte integrante da carga
horária obrigatória do Curso de Arquitetura e Urbanismo do Campus Arapiraca com
duração mínima de 200 horas/aula, não abrangendo outras atividades de ensino,
extensão, pesquisa e estágios não-obrigatórios, os quais ficarão classificados pelo
presente como atividades complementares. Ele será regido pelo disposto na Lei
11.788/2008, na Resolução CONSUNI-UFAL 71/2006 e pelo Módulo de Gerenciamento
de Estágio MGE.
81
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
7. Trabalho de Conclusão de Curso – TCC
Desenvolvido pelo aluno graduando no último semestre, devidamente orientado
por um professor do curso, visa elaborar monografia sobre um tema da arquitetura e/ou
urbanismo. A atividade é regulamentada pelo colegiado por meio de instrução
normativa específica vigente.
No 9º semestre, o aluno cursará obrigatoriamente a disciplina de Métodos de
Pesquisa aplicados à Arquitetura e Urbanismo, pré-requisito para o TCC. A atividade
curricular Trabalho de Conclusão de Curso será acompanhada por um coordenador,
professor do curso, responsável pela organização e acompanhamento das atividades
relativas ao desenvolvimento do TCC, desde o seu início até a marcação e supervisão
das bancas de avaliação.
A monografia deverá ser defendida perante uma banca examinadora no final da
atividade, devendo um dos membros da banca não pertencer ao quadro de professores
da IES, conforme Resolução CNE/CES 06/2006.
Deverá observar-se, ainda, os seguintes preceitos:
•
O TCC será de desenvolvimento individual, com tema de livre escolha do aluno,
obrigatoriamente relacionado com as atribuições profissionais, sob a orientação
de um professor orientador do curso;
•
O desenvolvimento será sob a supervisão de professor orientador, ou em
parceria de co-orientador escolhidos pelo estudante entre os docentes do curso;
•
Avaliação por uma comissão que inclui, obrigatoriamente, a participação de
avaliador externo não pertencente à própria instituição de ensino, cabendo ao
examinando a defesa do mesmo perante essa comissão.
82
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
8. Atividades Acadêmico-Científico-Culturais
As atividades Acadêmico-Científico-Culturais desempenhadas pelos discentes
do curso de Arquitetura e Urbanismo serão incorporadas no histórico escolar e
especificadas através da confirmação da carga horária flexível, sendo a carga
obrigatória correspondente a 200h. Serão consideradas as atividades citadas a seguir:
•
Participação no Curso de Nivelamento
O curso de nivelamento para os alunos recém ingressos no curso de Arquitetura
e Urbanismo do Campus Arapiraca - UFAL via Processo Seletivo Seriado - PSS tem
como objetivo promover uma melhoria no desempenho acadêmico dos mesmos. Seus
objetivos imediatos consistem em:
I. Promover a integração destes alunos entre si e com os demais do corpo
discente, com os docentes do curso, de forma a incentivá-los a participar das
várias atividades desenvolvidas pela Universidade;
II. Mostrar a estrutura acadêmica e administrativa da Universidade;
III. Apresentar informações sobre a matriz curricular do curso, Colegiado do Curso,
Centro Acadêmico, Programas de iniciação científica da UFAL;
IV. Avaliar e complementar os conhecimentos dos alunos ingressantes;
V. Esclarecer dúvidas sobre as atribuições do arquiteto e urbanista e desenvolver
discussões sobre o seu atual papel no processo do desenvolvimento sustentável.
•
Atuação em programas de monitoria
O programa institucional de monitoria é coordenado pela Pró-Reitoria Estudantil
- PROEST, cuja principal finalidade é possibilitar ao aluno o desenvolvimento de
atividades de ensino-aprendizagem em determinada disciplina supervisionada por um
professor orientador, tendo os seguintes objetivos:
I. Assessorar o professor nas atividades docentes;
II. Possibilitar a interação entre docentes e discentes;
III. Proporcionar ao monitor uma visão ampla da disciplina a partir do
aprofundamento, questionamento e sedimentação de seus conhecimentos;
IV. Desenvolver habilidades didático-pedagógicas e uma visão crítica sobre a
metodologia do ensino;
V. Envolver o estudante em trabalho de pesquisa associado ao ensino.
Para submissão ao Programa o aluno deverá estar de acordo com a Resolução
Nº 039/96 – CEPE de 12 de agosto de 1996.
Estando apto a se inscrever para o processo seletivo, o aluno candidato será
submetido à prova escrita; prova prática, se a disciplina assim o exigir; exame do
histórico escolar com ênfase no estudo da disciplina e análise dos dados referentes às
suas atividades discentes constantes no histórico escolar.
83
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
No final do período de monitoria o aluno recebe um Certificado do exercício de
monitoria assinado pelo Pró-Reitor Estudantil.
•
Atuação em Programas de Iniciação Científica
A PROPEP/UFAL disponibiliza anualmente uma série de programas de
desenvolvimento de pesquisas, com oferta de bolsas estudantis. O discente / bolsista
deverá desenvolver suas atividades de acordo com o edital específico e apresentar os
resultados finais da pesquisa, sob a forma de exposições orais ou painéis,
acompanhados de um relatório final com redação científica, que permita verificar o
emprego de métodos e processos científicos. Também
existe parceria institucional
quando da publicação de editais em conjunto com a Pró-reitoria de Extensão,
oferecendo ao discente a oportunidade de realizar sua pesquisa aplicada a uma
realidade local ou regional.
Atualmente estão consolidados alguns programas como o PIBIC/CNPq Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica, o Pibip-Ação - Programa
Institucional de Bolsas de Iniciação a Pesquisa-Ação, o PIBITI - Programa Institucional
de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação e o BIA Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Acadêmica.
Os objetivos destes programas são:
I. Despertar a vocação científica e incentivar talentos potenciais entre estudantes
de graduação, mediante sua participação em projetos de pesquisa que
introduzam o jovem universitário no domínio do método científico.
II. Qualificar quadros para os programas de pós-graduação e aprimorar o processo
de formação de profissionais para o setor produtivo.
III. Estimular professores/pesquisadores a envolver estudantes de graduação no
processo de investigação científica, otimizando a capacidade de orientação da
instituição.
•
Atuação em Programas de Extensão Universitária
As atividades de extensão universitária são coordenadas pela Pró- Reitoria de
Extensão da Universidade Federal de Alagoas que assume a extensão como uma das
dimensões da vida acadêmica, ou seja, uma forma de vivenciar o processo ensinoaprendizagem além dos limites da sala de aula, com a possibilidade de articular a
universidade às diversas organizações da sociedade, numa enriquecedora troca de
conhecimentos e experiências. As atividades podem ser coordenadas por docentes,
técnico-administrativos ou discentes, sob orientação docente.
Atualmente estão consolidados alguns programas como Programa de Ações
Afirmativas Óde Ayé, PROINART – Programa de Iniciação Artística, e o PIBIP-Ação.
O discente/bolsista deverá desenvolver suas atividades de acordo com o edital
específico e apresentar os resultados finais da ação, sob a forma de exposições orais
ou painéis, acompanhados de um relatório final com redação acadêmica.
84
UFAL – Campus Arapiraca
•
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Estágio não-obrigatório
De acordo com a Lei 11.788 de 25 de setembro de 2008 e com a Resolução Nº
71/2006-CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006, Estágio é ato educativo escolar
supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o
trabalho produtivo de educandos que estejam freqüentando o ensino regular em
instituições de educação superior. Ele faz parte do projeto pedagógico do curso, além
de integrar o itinerário formativo do educando e visa ao aprendizado de competências
próprias da atividade profissional e à contextualização curricular, objetivando o
desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho.
O estágio poderá ser obrigatório ou não-obrigatório, conforme determinação das
diretrizes curriculares da etapa, modalidade e área de ensino e do projeto pedagógico
do curso. Estágio não-obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional,
acrescida à carga horária regular e obrigatória e será classificado pelo presente, para
fins de computação de carga horária como Atividade Complementar sem prejuízo do
Estágio Curricular obrigatório. Ele será regido pelo disposto na Lei 11.788 / 2008, na
Resolução Consuni-Ufal 71/2006 e através do Módulo de Gerenciamento de Estágio
MGE.
•
Outras Atividades
Outras atividades vinculadas às atividades de arquitetura e urbanismo também
poderão ser consideradas como válidas para composição da carga horária
complementar, como a participação em escritórios-modelo ou empresa júnior, e
participação em congressos e seminários acadêmicos / científicos, além de atividades
artístico/culturais. Para incorporar as atividades não citadas neste item, o aluno deverá
encaminhar um ofício solicitando à coordenação do curso uma avaliação da atividade
complementar exercida a fim de validá-la no seu respectivo histórico escolar, através
da análise do colegiado do curso.
85
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
9. Avaliação
Sistema de avaliação do projeto do curso
A avaliação permanente do Projeto Pedagógico do Curso a ser implementado
com esta proposta é importante para aferir o sucesso do novo currículo, como também
para certificar-se de alterações futuras que venham a melhorar este projeto, uma vez
que o projeto é dinâmico e deve passar por constantes avaliações, para atendimento
do disposto no artigo 3º, Inciso VIII, da Lei nº. 10861, de 14/04/2004.
Os mecanismos a serem utilizados deverão permitir uma avaliação institucional
e uma avaliação do desempenho acadêmico – ensino e aprendizagem – de acordo
com as normas vigentes, viabilizando uma análise diagnóstica e formativa durante o
processo de implementação do referido projeto. Deverão ser utilizadas estratégias que
possam efetivar a discussão ampla do projeto mediante um conjunto de
questionamentos previamente ordenados que busque encontrar suas deficiências, se
existirem.
O Curso será avaliado também pela sociedade através da ação/intervenção
docente/discente expressa na produção e nas atividades concretizadas no âmbito da
extensão universitária em parceria com indústrias alagoanas e estágios curriculares
não obrigatórios.
O roteiro proposto pelo INEP/MEC para a avaliação das condições de ensino
também servirá de instrumento para avaliação, sendo o mesmo constituído pelos
seguintes tópicos:
• Organização didático-pedagógica: administração acadêmica, projeto do curso,
atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação;
• corpo docente: formação profissional, condições de trabalho; atuação e
desempenho acadêmico e profissional;
• infra-estrutura:
específicos.
instalações
gerais,
biblioteca,
instalações
e
laboratórios
A proposta deste projeto é que a avaliação seja realizada por meio dos
seguintes instrumentos:
1.
FORMULÁRIOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO
A avaliação do desempenho docente e do curso será efetivada bienalmente
pelos alunos/disciplinas fazendo uso de formulário próprio e de acordo com o processo
de avaliação institucional.
2.
SEMINÁRIO DE INTEGRAÇÃO ACADÊMICA
Seminário integrado discente/docente a ser realizado semestralmente para
avaliar e propor ações de integração das disciplinas do curso horizontal e
verticalmente. É instrumento essencial de avaliação da apropriação discente dos
conteúdos das disciplinas justamente pela abrangência dos setores do curso.
3.
FÓRUM DE DISCUSSÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
No intuito de efetivar a discussão pedagógica será instituído um fórum
86
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
permanente de discussão entre os docentes, que será alimentado por pesquisas
didático-pedagógicas e pela avaliação realizada em conjunto com o corpo discente nos
Seminários de Integração Acadêmica.
4.
RELATÓRIO DE PRODUÇÃO ACADÊMICA DISCENTE E DOCENTE
Coleta de dados de produção acadêmica do curso, a ser entregue anualmente
pelos docentes e discentes envolvidos em atividades de pesquisa e extensão.
Sistema de avaliação do processo de ensino e aprendizagem
As avaliações acerca do processo de ensino e aprendizagem, relativas a provas,
trabalhos, avaliações, notas, médias, desempenho mínimo exigido do estudante, darse-ão conforme resolução da UFAL:
A avaliação do rendimento escolar se dará através de: (a)
Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre
letivo; (b) Prova Final (PF), quando for o caso; (c) Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC).
Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação, inclusive
prova final, após a divulgação antecipada de, pelo menos, 48
(quarenta e oito) horas, das notas obtidas pelo aluno em
avaliações anteriores. O aluno terá direito de acesso aos
instrumentos e critérios de avaliação e, no prazo de 02 (dois) dias
úteis após a divulgação de cada resultado, poderá solicitar revisão
da correção de sua avaliação, por uma comissão de professores
designada pelo Colegiado do Curso. Será também considerado,
para efeito de avaliação, o Estágio Curricular Obrigatório, quando
previsto no PPC.
Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que
possível, aos conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e
será resultante de mais de 01 (um) instrumento de avaliação, tais
como: provas escritas e provas práticas, além de outras opções
como provas orais, seminários, experiências clínicas, estudos de
caso, atividades práticas em qualquer campo utilizado no
processo de aprendizagem. Em cada bimestre, o aluno que tiver
deixado de cumprir 01 (um) ou mais dos instrumentos de
avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB) respectiva,
calculada considerando-se a média das avaliações programadas
e efetivadas pela disciplina. Em cada disciplina, o aluno que
alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em uma das 02 (duas)
Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre letivo, a
ser reavaliado naquela em que obteve menor pontuação,
prevalecendo, neste caso, a maior nota. A Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais será a média aritmética, apurada até
centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais. Será
aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final
(NF) das Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF)
87
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
das Avaliações Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco). O aluno que
obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou
superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar
a Prova Final (PF).
A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina
ministrada e será realizada no término do semestre letivo, em
época posterior às reavaliações, conforme o Calendário
Acadêmico da UFAL. Será considerado aprovado, após a
realização da Prova Final (PF), em cada disciplina, o aluno que
alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e cinco
décimos). O cálculo para a obtenção da média final é a média
ponderada da Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com
peso 6 (seis), e da nota da Prova Final (PF), com peso 4 (quatro).
Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não tendo
comparecido à Prova Final (PF), comprove impedimento legal ou
motivo de doença, devendo requerê-la ao respectivo Colegiado do
Curso no prazo de 48 (quarenta e oito) horas após a realização da
prova.A Prova Final, em segunda chamada, realizar-se-á até 05
(cinco) dias após a realização da primeira chamada, onde
prevalecerá o mesmo critério disposto no Parágrafo único do Art.
16.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente
curricular obrigatório em todos os Projetos Pedagógicos dos
Cursos da UFAL, assumindo a seguinte conformação: I - O TCC
não se constitui como disciplina, não tendo, portanto, carga
horária fixa semanal, sendo sua carga horária total prevista no
PPC e computada para a integralização do Curso; II - A matrícula
no TCC se dará automaticamente a partir do período previsto no
Projeto Pedagógico do Curso para a sua elaboração, não tendo
número limitado de vagas, nem sendo necessária a realização de
sua matrícula específica no Sistema Acadêmico; III - A avaliação
do TCC será realizada através de 01 (uma) única nota, dada após
a entrega do trabalho definitivo, sendo considerada a nota mínima
7,0 (sete), nas condições previstas no PPC; IV - Caso o aluno não
consiga entregar o TCC até o final do semestre letivo em que
cumprir todas as outras exigências da matriz curricular, deverá
realizar matrícula-vínculo no início de cada semestre letivo
subseqüente, até a entrega do TCC ou quando atingir o prazo
máximo para a integralização do seu curso, quando então o
mesmo será desligado.
88
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
UFAL. Projeto Pedagógico do curso de Arquitetura e Urbanismo (regime seriado
semestral). Maceió, Campus Central da UFAL, CTEC, 2005, 56p.
UFAL. Projeto de Interiorização da Universidade Federal de Alagoas: uma
expansão necessária. Dezembro de 2005.
UFAL. Projeto Político Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Civil
(regime seriado semestral). Maceió, Campus Central da UFAL, CTEC, 2005, 56p.
MEC. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de
Graduação em Arquitetura e Urbanismo, Parecer CNE/CES n. 112/2005 de
06/04/2005, publicado no DOU de 06/06/2005. Institui as diretrizes curriculares
nacionais do curso de arquitetura e urbanismo, de graduação plena, em nível superior
e dá outras providências.
MEC. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de
graduação em Arquitetura e Urbanismo. Resolução no. 6 de 02/02/2006, publicado
no DOU de 03/02/06. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de
graduação em Arquitetura e Urbanismo e dá outras providências.
BRASIL. Lei 11.788. Brasília, 25 de setembro de 2008.
UFAL. Resolução nº 71/2006-CONSUNI/UFAL – Disciplina os estágios curriculares
dos cursos de graduação da ufal. Maceió, 18 de dezembro de 2006.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENSINO DE ARQUITETURA E URBANISMO.
Proposta de atualização dos perfis da área & padrões de qualidade. Brasília, maio
de 2009.
89
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
ANEXOS
90
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Curso de Arquitetura e Urbanismo
Viabilidade do Projeto
A viabilidade deste Projeto Pedagógico depende, não somente, da sua
elaboração em consonância com a proposta geral do Projeto de Interiorização da
UFAL, mas também, de recursos humanos, instalações físicas e equipamentos.
Com relação ao quadro docente, é de extrema importância para a implantação
deste projeto a contratação de novos professores com o objetivo de complementar o
quadro atual, constituído pelos seguintes professores:
- Iuri Ávila L. de Araújo, graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade
Federal de Alagoas e mestre em Arquitetura e Urbanismo - Dinâmicas do Espaço
Habitado com ênfase em Concepção e Construção, pela mesma universidade, e
doutorando pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte .
- Márcio André Araújo Cavalcante, graduado em Engenharia Civil pela
Universidade Federal de Alagoas, mestre em Engenharia Civil com ênfase em
Estruturas, pela mesma universidade, e doutorando pela Universidade de Virgínia,
EUA.
- Simone Carnaúba Torres, graduada em Arquitetura e Urbanismo pela
Universidade Federal de Alagoas e mestre em Arquitetura e Urbanismo - Dinâmicas do
Espaço Habitado com ênfase em Concepção e Construção, pela mesma universidade.
- Thaisa F. César Sampaio de Oliveira, graduada em Arquitetura e Urbanismo
pela Universidade Federal de Alagoas e mestre em Arquitetura e Urbanismo Dinâmicas do Espaço Habitado com ênfase em Concepção e Construção, pela mesma
universidade.
- Juliana Michaello Macedo Dias, graduada em Arquitetura e Urbanismo pela
Universidade Federal de Alagoas e mestre em Arquitetura e Urbanismo - Dinâmicas do
Espaço Habitado com ênfase em Percepção e Representação, pela mesma
universidade, e doutoranda em Planejamento Regional e Urbano pelo IPPUR, UFRJ.
- Elisabeth Duarte de Albuquerque Cavalcante Gonçalves, graduada em
Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Alagoas, mestre em Arquitetura
e Urbanismo pela Universidade Federal de Santa Catarina, com ênfase em
comportamento ambiental e eficiência energética das edificações e doutoranda pela
mesma universidade.
- Odair Barbosa de Moraes, graduado em Engenharia Civil pela Universidade
Federal de Alagoas, mestre em Engenharia Ambiental Urbana pela UFBA, Doutor em
Engenharia Civil pela Escola Politécnica da USP.
- Ricardo Victor Rodrigues Barbosa, graduado em Arquitetura e Urbanismo pela
Universidade Federal de Alagoas, mestre em Ciências da Engenharia Ambiental pela
Universidade de São Paulo, doutor em Ciências da Engenharia Ambiental pela
Universidade de São Paulo.
- Fernando Antônio Santos de Souza, graduado em Arquitetura e Urbanismo pela
Universidade Federal de Pernambuco, mestre em Desenvolvimento Urbano e
Regional na UFPE, doutor em Geografia com ênfase em Desenvolvimento Agrário pela
UFS.
91
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Curso de Arquitetura e Urbanismo
Professor
01
Disciplinas vinculadas
Informática Aplicada à Arquitetura,
Estudo da Forma,
Conforto Luminoso
Conforto Luminoso 2
Informática Aplicada à Arquitetura 2
Iuri A Lins de Araújo –
Dedicação Exclusiva
Elementos do Cálculo,
Geometria Analítica,
Márcio André Araújo Cavalcante –
02
Introdução à Análise Estrutural,
Dedicação Exclusiva
Mecânica dos Sólidos
Sistemas Estruturais
Expressão Gráfica
Conforto Térmico,
Simone Carnaúba Torres –
03
Métodos e Técnicas de Perspectiva,
Dedicação Exclusiva
Projeto de Arquitetura 1
Eficiência Energética no Ambiente Construído
Desenho Arquitetônico,
Desenho de Expressão Livre,
Thaisa F. C. Sampaio de Oliveira –
Detalhes Arquitetônicos e Construtivos,
04
Dedicação Exclusiva
Projeto de Arquitetura 2
Ergonomia e Acessibilidade no Ambiente
Construído
História da Arte, da Arquitetura e da Cidade 1,
História da Arte, da Arquitetura e da Cidade 2,
História da Arte, da Arquitetura e da Cidade 3,
Juliana Michaello Macedo Dias –
05
História da Arte, da Arquitetura e da Cidade
Dedicação Exclusiva
no Brasil
Teoria e Projeto do Restauro
Teoria e Estética da Arquitetura
Projeto de Arquitetura 3,
Elisabeth Duarte de Albuquerque
Conforto Acústico,
06
Cavalcante Gonçalves –
Conforto Acústico 2,
Dedicação Exclusiva
Desenho Arquitetônico
Projeto de Interiores
Materiais de Construção
Tecnologia de Construção 1
Odair Barbosa de Moraes –
07
Tecnologia de Construção 2
Dedicação Exclusiva
Avaliação Pós-Ocupação
Planejamento da Construção Civil
Projeto de Arquitetura 4
Projeto de Arquitetura 5
Projeto Residencial e de Reforma
Ricardo Victor Rodrigues Barbosa 08
Climatologia Urbana
Dedicação Exclusiva
Metodologia de Pesquisa em Arquitetura e
Urbanismo
Empreendedorismo na Arquitetura
Projeto de Paisagismo
Projeto de Urbanismo 1
Fernando Antônio Santos de Souza 09
Teoria do Urbanismo
Dedicação Exclusiva
Projeto de Urbanismo 2
Planejamento Regional e Urbano
Quadro 1: Professores atualmente vinculados ao Curso de Arquitetura e Urbanismo – Campus
Arapiraca
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Curso de Arquitetura e Urbanismo
Encontra-se em anexo um quadro de previsão para contratação de novos
docentes, distribuídos por áreas de estudo.
A eficiência e a efetividade do processo de ensino-aprendizagem dos alunos do
Curso de Arquitetura e Urbanismo requer, além de salas de aulas teóricas com
multimeios, de salas de aulas práticas (ateliês de arquitetura e urbanismo) e, no
mínimo, de cinco laboratórios (de informática, de conforto ambiental e de
tecnologia da construção, audiovisuais e maquetes).
Será apresentado, a seguir, o detalhamento destes espaços destinados a
atividades de ensino e pesquisa:
1. Ateliê de Arquitetura:
Estes espaços são destinados a aulas teóricas e práticas relacionadas a
atividades de desenho e projeto de arquitetura.
Para um bom aproveitamento destas salas é indispensável um lay out que
busque tirar partido da iluminação e ventilação natural.Estas salas devem estar
equipadas com bancos (assentos), pranchetas e réguas paralelas para desenho
técnico, de uso individual do estudante. Outros recursos também se fazem
necessários, como quadro branco e retro projetor.
A fim de ilustrar a organização destes espaços, encontra-se abaixo uma
ilustração com um pré-dimensionamento para o funcionamento adequado do mesmo,
cuja área mínima sugerida é de 126m2.
Para o pleno funcionamento deste curso estamos prevendo a necessidade de 2
ateliês de Arquitetura seguindo este padrão de pré-dimensionamento.
Figura 1: Proposta de lay out para o ateliê de desenho
93
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
2. Ateliê de Urbanismo:
Estes espaços são destinados a aulas teóricas e práticas relacionadas a
atividades de projeto de urbanismo. Também permite a realização de atividades
manuais como construção de modelos em escala reduzida.
O layout deste espaço deve permitir uma interação freqüente entre os
estudantes e o professor. Portanto, estas salas devem estar equipadas com assentos
individuais e mesas planas para discussões e trabalhos em grupo. Outros recursos
também se fazem necessários, como quadro branco e retro projetor.
A fim de ilustrar a organização destes espaços, encontra-se abaixo uma
ilustração com um pré-dimensionamento para o funcionamento adequado do mesmo,
cuja área mínima sugerida é de 126m2.
Para o pleno funcionamento deste curso estamos prevendo a necessidade de 2
ateliês de Urbanismo seguindo este padrão de pré-dimensionamento.
Figura 2: Proposta de layout para ateliê de urbanismo
94
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Curso de Arquitetura e Urbanismo
3. Laboratório de Informática Aplicada:
O laboratório de informática irá disponibilizar aos alunos recursos de informática
necessários à produção de projetos arquitetônicos.
Tendo em vista que na atualidade, o computador se tornou ferramenta de
desenho quase indispensável, e ainda que a maioria dos alunos não tem condições de
adquirir e operar, em sua residência, os instrumentos necessários a essa tarefa, tornase relevante dotar o curso de um espaço que ofereça tais condições. Este espaço
necessita de uma área mínima de 40 m², para abrigar 25 computadores com
configuração adequada para operar os programas gráficos (AutoCad 2007 e AutoCad
Revit séries), assim como mobiliário básico para informática: assentos individuais e
mesas para os computadores.
Além dos itens anteriores, fundamentais para o funcionamento do laboratório,
este também poderia ser equipado com ferramentas de design gráfico, impressão e
digitalização, melhorando assim a oferta de recursos disponíveis aos alunos. Esses
recursos foram listados no projeto como itens complementares. Abaixo segue a lista
dos itens solicitados e complementares:
Tabela 1: Equipamentos do laboratório de informática aplicada
Descrição
Micro-computador: Processador Intel Core i7-860 2.80GHz LGA 1156, Memória: RAM
2GB DDR3 Space Tech, HD: 500GB Sata de 7200RPM, Drives: DVDRW - Gravador e
leitor de DVD/CD com o frontal na cor preto, Leitor de cartão de memória, rede: Onboard
10/100, Teclado e Mouse: Teclado PS2 ABNT na cor preto / Mouse Óptico PS2 na cor
preto, Conexões: 02 PS2, 01 serial, 01 paralela, 04 USB sendo 02 portas frontais e 02 na
parte traseira, 01 VGA, 01 RJ45, 01 entrada para microfone e 01 saída para fone de
ouvido, Voltagem: 110/220 Volts, Placa mãe padrão Space BR - Off Board que pode
aumentar a memoria até 8GB, Fonte 350W, Placa de Video 1GB, Som Onboard de até
08 canais. Slots expansíveis: 01 pci express, 02 pci, 02 IDE e 02 SATA. Gabinete de 04
baias padrão SPACE TECH, Caixa de som na cor preto. indows XP professional SP 2
Português Brasil instalado, garantia de três anos e assistência técnica no Estado de
Alagoas com direito a visita e manutenção no Campus Arapiraca sem ônus para a UFAL.
Monitor: LCD 17”
No break: 3 Kva, bivolt.
Projetor Multimídia: 1500 lm (ANSI), 28 db, 3000h
Ar condicionado (split): 36.000 BTU
Quadro branco: 1,50m x 0,80m
Mesa para computador: 1,0m x 0,8m x 0,75m, tampo em plastiforme branco, suporte
para teclado rebaixado no centro, suporte para CPU Torre fixo no pé da mesa.
Cadeira estofada: giratória ergométrica c/braços p/digitação.
TOTAL
Qt.
25
25
9
1
1
1
25
25
Tabela 2: Itens complementares para o laboratório
Descrição
No break: 3 Kva, bivolt.
Plotter: Jato de tinta, resolução 1200 x 600 dpi, Colorido, memória interna 16 Mb, para
formatos de papel A0, A1, A2 e A3.
Scanner (mesa/ Flatbed): resolução óptica 1200 x 1200 dpi, profundidade de cor 48 bti,
área de digitalização 216 x 297mm, tempo de prescan – aquecimento 14 seg.
Impressora jato de tinta: resolução 4800 x 1200 (máxima) veloc. Máx página/min. Até
30 preta/20 color, Ciclo mensal 1.000.
Mesa digitalizadora Profissional: com caneta óptica (Grip Pen), USB, 12x19”,
resolução de 5080 lpi,
Programa CorelDRAW X3 (Corel )
TOTAL
95
Qt.
2
1
1
1
1
25
-
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
4. Laboratório de Conforto Ambiental:
O laboratório de Conforto Ambiental irá configurar-se como espaço de apoio
didático para auxiliar as atividades desenvolvidas nas disciplinas do curso de
arquitetura e urbanismo. Neste espaço serão alocados equipamentos de apoio ao
ensino das disciplinas de conforto ambiental (ofertada a partir do 3º período) e projeto
de arquitetura (disponibilizada em módulos que são distribuídos desde o 4º período até
o último período do curso).
O projeto presume a existência de um espaço físico de aproximadamente 40 m²,
onde serão instalados dois microcomputadores, para a utilização e demonstração dos
softwares específicos da área de conforto ambiental e projeto de arquitetura.
Qt.
Descrição
05
Cadeira estofada giratória ergométrica c/braços p/digitação
08
08
Cadeira estofada fixa assento/encosto
Estabilizador 300VA. - Bivolt
Micro-computador: Processador Intel Core i7-860 2.80GHz LGA 1156, Memória: RAM
2GB DDR3 Space Tech, HD: 500GB Sata de 7200RPM, Drives: DVDRW - Gravador e leitor
de DVD/CD com o frontal na cor preto, Leitor de cartão de memória, rede: Onboard 10/100,
Teclado e Mouse: Teclado PS2 ABNT na cor preto / Mouse Óptico PS2 na cor preto,
Conexões: 02 PS2, 01 serial, 01 paralela, 04 USB sendo 02 portas frontais e 02 na parte
traseira, 01 VGA, 01 RJ45, 01 entrada para microfone e 01 saída para fone de ouvido,
Voltagem: 110/220 Volts, Placa mãe padrão Space BR - Off Board que pode aumentar a
memoria até 8GB, Fonte 350W, Placa de Video 1GB, Som Onboard de até 08 canais. Slots
expansíveis: 01 pci express, 02 pci, 02 IDE e 02 SATA. Gabinete de 04 baias padrão
SPACE TECH, Caixa de som na cor preto. indows XP professional SP 2 Português Brasil
instalado, garantia de três anos e assistência técnica no Estado de Alagoas com direito a
visita e manutenção no Campus Arapiraca sem ônus para a UFAL.
Monitor: LCD 17”
No- break 1200 VA - Bivolt
Câmera digital 12 Megapixels, com estabilizador de imagem e flash, zoom 20x.
Projetor Multimídia, 1500 lm (ANSI), 28 db, 3000h
Mapoteca – arquivo com porta e tampo em MDF/ aglomerado c/ 15 cabiders p/100
pranchas A0 e A1 , com chave na porta e no tampo. (Dimensões: 1,40 alt., 0,50 prof. e 0,98
larg.)
Ar condicionado 10.000BTU
Mesa de reunião p/ 8 lugares ( dimensão: 2,00m x 1,00)
Mesa p/ microcomputador – 0,90 x 0,60 x 0,72 m
Mesa p/ impressora 68 cm larg x 50 cm rof x 73 cm alt
Gaveteiro (arquivo) de aço 4 gavetas p/ pastas suspensas
Armário 2 portas em aço pintado de cinza (1,00X 0,40 – 1,70 de alt.)
Prateleira suspensa em MDF coberto com revestimento melamínico (1,80m x 0,30m)
Quadro branco (2,50x 1,00m)
Quadro de aviso em cortiça (0,80m x 0,80m)
Guilhotina de corte 36cm (capacidade para 20fl)
Notebook DELL processador intel core 2 duo, 2.5 GHz, 4GB, 500GB DE RAM, gravador e
leitor de DVD, internet Wifi, Windows instalado.
Software Auto CAD 2007 da Autodesk
Programa CorelDRAW X3 da Corel
Impressora jato de tinta resolução 4800 x 1200 (máxima) veloc. Máx
Scanner (mesa/ Flatbed), resolução óptica 1200 x 1200 dpi, profundidade de cor 48 bti, área
de digitalização 216 x 297mm, tempo de prescan – aquecimento 14 seg.
Plotter – jato de tinta resolução 2400 x 1200 DPI, Color, 160MB, papel A0
Armários guarda-volumes em coluna, com quatro portas individuais com chave, estrutura
05
05
03
01
01
01
01
01
05
01
03
02
04
01
01
01
01
06
06
01
01
01
04
96
UFAL – Campus Arapiraca
10
10
15
01
01
15
01
01
03
01
01
Curso de Arquitetura e Urbanismo
em aço pintado com tratamento anti-corrosivo, pintura eletrostática a pó, lateral cinza,
portas azul (altura = 1.85m, largura = 0.30m, profundidade = 0.45m)
Data logger -Registrador de Temperatura e Umidade do ar externo (HOBO ProV2 U23-001).
Sensor de temperatura: Sensores internos: -40° a 70°C (-40° a 158°F);
http://translate.onsetcomp.com/wl/services/SkwAU2kgp175GBiyujkY9ndhklCUyZzm6/transl
ation?wl_trglang=PT&wl_rurl=http%3A%2F%2Fwww.onsetcomp.com%2Fproducts%2Fdataloggers%2Fu23001&wl_url=http%3A%2F%2Fwww.onsetcomp.com%2Ffiles%2Fu10%2Fu23PlotA.gifExatid
ão: 0.2°C 0° excedente a 50°C (0.36°F 32° excedente a 122°F)
Protetor radiação solar para registrador de temperatura e umidade do ar (M-RSA)
Data logger -Registrador de Temperatura e Umidade do ar interno (HOBO H08-003-02).
Escala operando-se (logger): -20°C a +70°C (- 4°F a +158°F), RH de 25 - de 95% noncondensing; Exatidão de Tempo: aproximado. minuto ±1 por a semana (±100 ppm em
+20°C ou em +68°F)
Software HOBO ware Pro para programação do HOBO logger composto de manual e cabo
Jogo Pro de 4.3 acionadores de partida de BoxCar® (BCP4.3-ON)
Termo-Higro-Anemômetro / Luxímetro/Termômetro com Display digital duplo tipo LCD de
8mm; foto-diodo na função luxímetro; seleção °C / °F; Seleção das unidades de medição;
Memória de máxima e mínima
luxímetro com certificado de calibração rastreado NIST com nove sensores a cabo e
software para registro de medições
heliodon médio - Simulador da trajetória solar
DECIBELIMETRO MODELO DL-4000. Display LCD: 3 ½ díg.; 30 a 130 db (3 escalas)
resolução: 0,1db; exatidão +/- 1,5; memória de máximo; freqüência: 31,5 a 8khz; norma iec651 tipo 2; sinal de saída; calibração interna; microfone capacitivo resposta rápida e lenta
luminancímetro com ângulo de 1/3°, distância focal de 1014mm ao infinito e precisão de
0.001 a 299,900 cd/m².
Mesa d’água – simulador de ventilação natural (montagem de acordo com projeto anexado)
Projeto da mesa d’água
O projeto especificado a seguir foi elaborado pelos professores Alexandre
Márcio Toledo do Grupo de Estudos em Conforto Ambiental da Universidade Federal
de Alagoas e Fernando Oscar Ruttkay Pereira do Programa de Pós Graduação em
Engenharia Civil da Universidade Federal de Santa Catarina.
A mesa d’água – apesar de ser bastante empregada para fins hidráulicos –
ainda é pouco utilizada como modelo analógico para visualização da ventilação natural
em edifícios. Ela consiste em um equipamento que possibilita a passagem da água
acrescida de um indicador (contraste), através de um canal plano e homogêneo
(mesa), em circuito aberto ou fechado. Em contato com os obstáculos colocados sobre
a mesa, permite a visualização dos desvios do fluxo, bem como da formação de
vórtices e esteiras – efeitos visuais muito semelhantes aos verificados em ensaios
aerodinâmicos.
Descrição do equipamento:
A Mesa d’Água do LabCon consiste em uma placa horizontal de vidro
transparente (mesa) sobre a qual a água escoa em velocidade uniforme, ao longo de
sua largura, e que constitui o campo de observação e ensaio (medindo 1.10 x 0.67 m,
comprimento e largura, respectivamente). Essa placa está montada numa estrutura de
perfis metálicos (gabinete), apoiada sobre rodízios e niveladores, que permitem seu
deslocamento (medindo 1.70 x 0.81 x 1.10 m, largura, profundidade e altura,
respectivamente).
97
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Nas laterais da estrutura, também fechados com vidros transparentes, situam-se
os dois reservatórios: o reservatório montante, de onde a água provém, e o reservatório
jusante, para onde a água escoa; com capacidade para 90 litros cada, conforme Figura
4.
Figura 4: Esquema e fotos da Mesa d’Água (Laboratório de Conforto - UFSC)
Complementam o equipamento um sistema hidráulico e outro elétrico. O sistema
hidráulico é composto por uma tubulação principal de 1” que interliga os reservatórios
pela parte inferior. A tubulação se inicia com uma boca de entrada (flange de 1”),
protegida por tela, no reservatório jusante e termina em um tubo transversal com vários
furos, direcionados para o fundo do reservatório montante..
Há dois registros de passagem: um para a água (1”) – situado na tubulação
principal – e outro para entrada de ar no sistema (3/4”) – situado numa derivação da
tubulação principal –, ambos localizados antes do motor
O sistema elétrico é composto por um motor de 0.75 HP de potência e 60 Hz de
freqüência máxima, que equivale a uma vazão de 9,60 m3/h; e por um inversor de 200240 VAC de potência e 50/60 Hz de freqüência máxima, que impulsionam a água do
reservatório jusante para o montante, passando pelo tubo transversal.
O esgotamento da água dos reservatórios é feito por uma torneira de 1/2”,
situada na tubulação principal, logo após o motor.
Esquema Geral de Funcionamento
A operação inicial consiste em encher os reservatórios. O equipamento trabalha
com 120 litros de água, que devem ser assim distribuídos: 90 l (capacidade total), no
reservatório jusante, e 30 l (1/3 da capacidade), no reservatório montante – aos quais
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Curso de Arquitetura e Urbanismo
deve ser acrescido o indicador, para visualização das linhas de fluxo. O indicador
utilizado tem sido o detergente lava-louças, em torno de 200 ml.
A seguir deve ser acionado o sistema elétrico, regulando o inversor para uma
freqüência de 40 Hz, a fim de gerar o turbilhonamento necessário para misturar o
detergente à água e elevar o nível do reservatório montante até a altura da mesa,
quando passa a escoar em regime turbulento pelo campo de observação até o
reservatório jusante. Após uns 5 minutos de operação, a espuma já adquire a
consistência desejável para iniciar os experimentos.
Para visualização de fluxo laminar, a freqüência de 20 Hz tem-se mostrado
adequada, podendo-se conseguir resultados semelhantes com freqüências menores;
entretanto, com tendência de perda rápida da consistência da espuma e, por
conseguinte, menor visualização das linhas de fluxo. Esse fato pode ser contornado
com o aumento periódico da freqüência do inversor (a fim de aumentar o
turbilhonamento na base do reservatório montante, voltando a gerar fluxo turbulento) e
retornando à freqüência de trabalho escolhida.
A altura da lâmina d’água é bastante variável e função da freqüência do inversor.
Na freqüência máxima (60 Hz), chega próximo de 2,00 cm, em regime turbulento. E na
freqüência de regime laminar, a altura da lâmina d’água pode chegar até a 0,50 cm.
5. Laboratório de Tecnologia da Construção3:
O Laboratório de Tecnologia da Construção terá por finalidade apoiar as
atividades de ensino, pesquisa e extensão relacionadas com o desenvolvimento
tecnológico do Campus UFAL Arapiraca.
Os serviços prestados a comunidade acadêmica e a população em geral do
agreste alagoano, por este laboratório, poderão ser os seguintes:
•
Ensaios físicos e mecânicos do cimento: ensaio de finura, determinação da
massa específica, ensaio de pega, ensaio de expansibilidade, ensaios de
resistência à compressão.
•
Tecnologia da argamassa e do concreto: caracterização das matérias primas
básicas do cimento e dos agregados, estudos de dosagem de argamassa e de
concreto, resistência à compressão axial de corpos de prova de ambos,
resistência à tração por compressão diametral de corpos de prova de concreto,
resistência à tração na flexão em prismas de concreto, módulo de deformação
longitudinal de ambos e aderência de argamassa.
•
Ensaios de materiais cerâmicos: absorção em telha, expansão de placas
cerâmicas, flexão em telha, absorção em tijolos, resistência à compressão em
tijolos, blocos cerâmicos e primas de blocos para fins estruturais ou não.
•
Elementos pré-moldados: compressão em blocos e mourões de concreto
armado.
O espaço físico para instalação deste laboratório exige uma área de
aproximadamente 160 m², devendo dispor dos seguintes equipamentos:
3 As especificações referentes a este laboratório foram apresentadas a partir da análise do modelo
existente no Centro de Tecnologia da UFAL, Campus Maceió, NPT, Núcleo de Pesquisas Tecnológicas.
Sua estrutura será aperfeiçoada a partir do ingresso de novos docentes do setor de estudo Construção
Civil.
99
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Tabela 4: Equipamentos para o laboratório de Tecnologia da Construção
Descrição dos equipamentos
Quant.
Máquina de ensaio universal para ensaio de compressão, tração, flexão e
cisalhamento, para estudo de peças em concreto e aço.
Estufas para secagem de materiais.
Capela de Exaustão para capeamento de corpos de prova de concreto com
enxofre.
Balanças para medições de materiais diversos: 01 (uma) Balança digital
capacidade 1000 g, resolução 0,01 g; 01 (uma) Balança digital capacidade 200 g,
resolução 0,001 g; 01 (uma) Balança analógica capacidade 150 kg, resolução 1g;
01 (uma) Balança digital capacidade 60 kg, resolução 10 g e adaptação para uso
hidrostático.
Conjunto para ensaios de cimento.
Conjunto para ensaios de agregados.
Conjunto completo para ensaios de argamassas inorgânicas e industrializadas.
Conjunto para ensaios de placas cerâmicas.
Misturador de 50 litros para argamassa.
Betoneiras para concreto, uma de 150 litros e outra de 250 litros.
Tanques de água para armazenamento de corpos de prova de concreto e
materiais cerâmicos.
Vibrador de agulha para vibração de fôrmas de concreto.
Triturador.
Máquina de fabricação de blocos de argamassa e concreto.
Conjunto para ensaios de aço.
Conjunto para ensaios de concreto.
Computador com impressora.
Célula de carga com capacidade de 200tf.
Equipamento mecânico de aderência (arrancamento) de argamassa e cerâmica.
Mesa Vibratória de 1,00m x 2,00m para vibração de corpos de prova e elementos
estruturais.
01
04
01
04
01
01
01
01
01
02
02
01
01
01
01
01
01
01
01
01
O laboratório também necessita de uma oficina de apoio na parte da mecânica e
elétrica com equipamentos para corte, conserto e fabricação de peças. Tais como: Um
torno mecânico, uma serra elétrica industrial, um compressor de ar 150LB, uma
furadeira de bancada industrial, esmeril de rebolo grande e pequeno e conjunto de
oxiacetileno e várias ferramentas de mecânica e elétrica.
Além dos equipamentos citados acima, este laboratório também deverá apoiar
as atividades relacionadas à disciplina de Topografia, devendo abrigar os seguintes
equipamentos, que serão utilizados em aulas teóricas e práticas.
100
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Tabela 5: listagem de equipamentos de topografia
DISCRIMINAÇÃO
QT.
Trena de fibra de vidro, 50 metros, com envólucro no formato de cruzeta e
distensores nas suas extremidades;
Baliza de ferro arredondada, com 2 metros de comprimento e 16 mm de
diâmetro, pintada em cores contrastantes - branco e vermelho ou branco e preto
Nível de cantoneira
Nível de mangueira – mangueira d’água transparente
Teodolito ótico - prismático e com leitura interna
Acessórios para o uso do teodolito: tripé de madeira e fio de prumo
Mira ou régua graduada de alumínio
Planímetro polar - mecânico ou eletrônico
Estereoscópio de espelhos
Bússola de metal – estilo militar
4
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6. Laboratório de Modelos, Ensaio e Plástica
Compreende oficinas de modelos, marcenaria, mecânica e pintura, para a realização
de protótipos, modelos e maquetes. Abaixo segue a lista dos equipamentos solicitados:
Tabela 6: listagem de equipamentos
DISCRIMINAÇÃO
Conjuntos de Aerógrafos
Compressor de Bancada
Forno para Cerâmica
Ampliador Projetor
Bases para corte 1,00mx1,00m
Cortadores elétricos de Isopor
Compassos para corte
Pistolas de Cola quente
Desempenadeiras de aço
Ferros de Solda
Furadeiras elétricas
Grampeadores a pistola
Martelos
Serrotes
Conjuntos de 10 talhadeiras
Trenas laser Nível
Trenas 50m
Trenas 5m
Impressora 3d
Mesas de trabalho, p/ 8 lugares (dimensão: 2,00m x 1,00)
Banquetas de metal e madeira
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QT.
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UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
7. Laboratório de Recursos Audiovisuais
Fotografia - originado nas necessidades de registro fotográfico de obras
arquitetônicas, hoje compreende capacitação em fotografia digital e processamento
digital de imagens;
Vídeo - voltado à produção de documentários e material de apoio didático de
interesse da arquitetura e urbanismo, inclusive documentação de patrimônio
arquitetônico de elevado valor cultural e canteiros de obras inovadores.
Espaço Físico - instalações com área maior ou igual a 50,00 m2 com
possibilidade de expansão, incluindo areas para atendimento, áreas de estudo, acervo
de imagens estáticas, acervo de vídeos e CD roms, utilização de vídeo, núcleo de
produção e tratamento de imagem, e cadeiras e mesas para reuniões de trabalho (8 a
10 alunos).
Tabela 6: listagem de equipamentos básicos
DISCRIMINAÇÃO
Filmadora digital JVC Evério 3ccd, Full HD
Filmadoras digitais 8.0 Megapixels
Microfone Boom (ambiente)
Câmeras digitais 12 Megapixels, 15x Zoom óptico
Câmeras digitais 10 Megapixels, 5x Zoom óptico
QT.
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10
01
03
10
Monitores de TV 21”
03
Aparelhos de DVD e Video
03
03
Data shows, com 2500 lumens
Microcomputadores Mac Books
Multifuncionais coloridas a laser tamanho A4
Mesa digitalizadora Profissional: com caneta óptica (Grip Pen), USB, 12x19”,
resolução de 5080 lpi,
Cadeira estofada, giratória ergométrica c/braços p/digitação
Cadeira estofada, fixa assento/encosto
No- break, 1200 VA – Bivolt
Ar condicionado, 10.000BTU
Mesa de reunião, p/ 8 lugares (dimensão: 2,00m x 1,00)
Mesa p/ microcomputador,0,90 x 0,60 x 0,72 m
Gaveteiro, (arquivo) de aço 4 gavetas p/ pastas suspensas
Armário, 2 portas de giro de aço (1,00X 0,40 – 1,70 de alt.)
Prateleira suspensa, em MDF coberto com revestimento melamínico (1,80m x 0,30m)
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01
02
02
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Quadro com número mínimo de docentes necessários para contemplar todos os
setores de estudo
Número de
professores
vinculados
Disciplinas Envolvidas
N° mínimo de
professores a
serem
contratados
REPRESENTAÇÃO
E PROJETO DE
ARQUITETURA
5
Desenho Arquitetônico; Conforto Térmico, Conforto
Acústico
e
Conforto
Luminoso;
Detalhes
Arquitetônicos e Construtivos; Métodos e Técnicas
de Perspectiva; Informática Aplicada à Arquitetura;
Projeto de Arquitetura 1, 2, 3, 4 e 5; Estudo da
Forma; Expressão Gráfica.
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ESTRUTURAS DAS
CONSTRUÇÕES
1
Fundamentos do Cálculo; Geometria Analítica;
Introdução à Análise Estrutural; Mecânica dos
Sólidos; Sistemas Estruturais.
1
1
História da Arte; da Arquitetura e da Cidade 1, 2 e 3;
História da Arte; da Arquitetura e da Cidade no
Brasil, Teoria e Estética da Arquitetura; Teoria e
Projeto de Restauro.
1
TECNOLOGIA DAS
CONSTRUÇÕES
1
Materiais e Técnicas de Construção; Instalações e
Infra-Estrutura Urbana 1 e 2; Planejamento da
Construção Civil; Tecnologia da Construção Civil;
Prática da Construção 1 e 2.
1
PLANEJAMENTO
URBANO E
PAISAGISMO
1
Teoria do Urbanismo; Planejamento Regional e
Urbano; Projeto de Urbanismo 1, 2 e 3; Projeto de
Paisagismo.
1
Setor de Estudos
TEORIA E
HISTÓRIA DA
ARQUITETURA
103