Projeto Pedagógico 2006
PPC ARQ ARAPIRACA 2006.pdf
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA
PROJETO PEDAGÓGICO DO
CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO
Arapiraca-AL / 2007
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA
PROJETO PEDAGÓGICO
CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO
Projeto Pedagógico do Curso de Arquitetura e
Urbanismo do Campus Arapiraca, elaborado com
objetivo da sua adequação às Diretrizes Curriculares
Nacionais.
Equipe de elaboração:
Prof. Iuri Ávila L. de Araújo (Coordenador)
Profª Thaisa F. César Sampaio de Oliveira (Vice-coordenadora)
Prof. Márcio André Araújo Cavalcante
Profª Simone Carnaúba Torres
Arapiraca-AL / 2007
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
IDENTIFICAÇÃO
DO
CURSO
NOME DO CURSO: Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo
TÍTULO CONFERIDO: Arquiteto Urbanista
PORTARIA DE RECONHECIMENTO: Portaria Ministerial 1.770 – SESU/MEC, de 21 de
dezembro de 1994
TURNO: Diurno
CARGA HORÁRIA: 4.180,00 horas/aula
FORMA DE INGRESSO: Processo seletivo seriado
MODALIDADE: Bacharelado
CARGA HORÁRIA: 4.180 horas
DURAÇÃO:
Mínima: 5 anos
Máxima: 9 anos
VAGAS: 40 (oferta anual)
PERFIL DO EGRESSO: Profissionais generalistas, aptos a compreender e traduzir as
necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidade, com relação à concepção,
organização e construção do espaço exterior e interior abrangendo o urbanismo, a
edificação, o paisagismo, bem como a conservação e valorização do patrimônio
construído, proteção do equilíbrio do ambiente natural e à utilização racional dos
recursos disponíveis.
CAMPO DE ATUAÇÃO: Edificações, conjuntos arquitetônicos e monumentos, arquitetura
paisagística e de interiores; planejamento físico, local, urbano e regional; seus serviços
afins e correlatos.
FORMA DE INGRESSO: A primeira forma de acesso aos cursos da Universidade Federal
de Alagoas é normatizado pela Resolução nº 18/2005 – CEPE, de 11 de julho de 2005,
que trata do Processo Seletivo da Universidade Federal de Alagoas. Outras resoluções
e legislações nacionais normatizam as demais formas de ingresso no curso através de
transferência, reopção, matrícula de diplomados, Programa de Estudantes-Convênio de
Graduação, ex-officio etc. Todas essas resoluções estão disponibilizadas no endereço
eletrônico: www.ufal.br, mais especificamente na página da PROGRAD, em normas
acadêmicas.
COLEGIADO OU EQUIPE DE ELABORAÇÃO:
Prof. Iuri Ávila L. de Araújo - coordenador
Profª Thaisa F. César Sampaio de Oliveira - vice-coordenadora
Prof. Márcio André Araújo Cavalcante
Profª Simone Carnaúba Torres
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UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
SUMÁRIO
1. Introdução
05
Objetivos do curso
07
2. Perfil do Egresso
10
3. Habilidades, Competências e Atitudes
11
4. Conteúdos - Matriz Curricular
12
Prática Pedagógica
12
Representação gráfica do perfil da formação
13
5. Ordenamento Curricular
15
Ementário das disciplinas obrigatórias
18
Ementário das disciplinas eletivas
36
6. Estágio Supervisionado
40
7. Trabalho de Conclusão de Curso – TCC
41
8. Atividades Complementares
42
9. Avaliação
45
Sistema de avaliação do projeto do curso
45
Sistema de avaliação do processo de ensino-aprendizagem
45
Referências bibliográficas
48
Anexos
49
Viabilidade do projeto
50
Quadro com número mínimo de docentes necessários para contemplar todos os
64
setores de estudo
Minuta de Resolução - Diretrizes Curriculares para os Cursos Arq. & Urb.
Parecer CNE/CES sobre Diretrizes Curriculares aprovado em 06.04.2005
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UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
1. Introdução:
O Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Alagoas – Campus
Arapiraca foi implantado em setembro de 2006, a partir da aprovação do projeto
interiorização, compromisso firmado pela gestão da Reitora Ana Deyse Rezende Dorea,
visando fortalecimento desta instituição enquanto pública, gratuita e inovadora.
Dentre as prioridades do processo de expansão da Universidade, destacam-se a
qualidade da instituição através do aperfeiçoamento das suas atividades - fim e a inserção
través da sua chegada no interior do Estado de Alagoas. Neste sentido, a prioridade
particular do projeto de interiorização é “atender a forte demanda caracterizada nesta
região, representada por elevado número de estudantes egressos do ensino médio,
pobres e com baixa ou mesmo nula capacidade de deslocamento ou transferência para
Maceió, ao tempo em que reafirma o papel da UFAL enquanto importante instrumento de
desenvolvimento estadual e regional”1.
O Campus UFAL – Arapiraca teve sua criação e conseguinte implantação, aprovadas
pela Resolução nº 20/2005 de 01 de agosto de 2005 do Conselho Universitário da
Universidade Federal de Alagoas, como primeira etapa do seu processo de interiorização.
Situado no Agreste alagoano, este campus exerce influência imediata sobre toda a porção
central do Estado de Alagoas, assim como sobre o Baixo São Francisco e seu delta, no
Litoral Sul do Estado. São 37 municípios diretamente envolvidos, contando com uma
população de mais de 880.131 habitantes, correspondente a cerca de 31,18% da
população do Estado.
O município de Arapiraca representa importância estratégica de interiorização da
UFAL. Localizado no centro do Estado, na sub-região Agreste, e distante 136 Km de
Maceió, trata-se do mais importante município do interior, estendendo-se por 614 Km² . No
último Censo do IBGE (2000) foi verificada uma população de 186.466 habitantes (81,70%
urbana), sendo de 361.037 habitantes a população de seus municípios do entorno
imediato. Estima-se que atualmente estes números ultrapassem 200.000 habitantes na
sede urbana e 400.000 habitantes no seu entorno imediato.
A tendência recente apontada por inúmeros estudos e artigos publicados em meios de
grande circulação, utilizando como fonte estudos do IBGE, tem sido a desaceleração do
crescimento populacional nos grandes centros brasileiros. Em contrapartida a esta
desaceleração, aponta-se para o crescimento acelerado das cidades de médio porte.
Neste âmbito encontram-se os centros regionais entre os quais insere-se a cidade de
Arapiraca -AL.
Uma conseqüência evidente deste movimento populacional resulta no deslocamento e
fixação nas cidades alagoanas de significativo contingente populacional, sem uma
qualificação profissional, engrossando a parcela já expressiva de “pobres urbanos”. Sem
acesso à cidade regular e ao mercado imobiliário formal, pela baixíssima remuneração de
seu trabalho, esse segmento expressivo da população urbana e rural concentra-se,
apenas, em equacionar sua sobrevivência.
1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Projeto de Interiorização da Universidade Federal
de Alagoas: Uma Expansão Necessária. Dezembro de 2005.
5
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Estudos realizados, a partir dos dados do IBGE (Censo Demográfico, PNAD e
levantamentos especiais), mostram um quadro preocupante de crescimento urbano
desordenado e agravamento da pobreza, que parece tender a prolongar-se
indefinidamente. Em alguns casos ou localidades, os problemas tendem a agravar-se
devido, em parte, às estruturas sedimentadas ao longo da história e, em parte, às
mudanças que vêm ocorrendo na organização das atividades econômicas e na divisão
inter-regional do trabalho. Nesse processo, os ramos tradicionais, através dos quais uma
grande parcela da população se integrava à sociedade, entram em declínio e estagnação,
permanecendo ativos os ramos mais dinâmicos, normalmente poupadores de mão de
obra.
Esse quadro parcial e sintético da economia e da sociedade já contém por si só
indicadores dos desafios e dilemas que se colocam para o desenvolvimento sócio-cultural,
particularmente no que diz respeito à provisão dos espaços a serem habitados e aos
impactos das ações empreendidas pelos indivíduos, empresas e instituições sobre o meio
natural e sobre a sociedade. O espectro das desigualdades nas condições de vida sugere,
também, uma multiplicidade de respostas dos indivíduos e grupos sociais às necessidades
espaciais. Essas respostas, em termos de ações concretas sobre o meio ambiente natural
e sócio-cultural, configuram um vasto campo de atuação profissional para o arquiteto e
urbanista.
É também evidente a demanda das municipalidades por técnicos capacitados a
elaborar análises das dinâmicas urbanas e das transformações e melhorias dos espaços
destinados a formas de organização social, em particular da qualidade das edificações.
Essa perspectiva se coaduna com as novas exigências presentes na Lei Federal de
Desenvolvimento Urbano (Lei nº 10.257/2001), o Estatuto da Cidade2, que certamente
incrementará a necessidade de profissionais qualificados para a intervenção no projeto
arquitetônico e no espaço urbano de forma generalizada.
Entende-se que o “projeto pedagógico” não é, simplesmente, a articulação de uma
série de itens contendo meios e modos adotados por uma Instituição de Ensino para
implementar um processo educacional, mas que seus elementos constituintes devem
expressar conceitos e práticas capazes de garantir a educação de um profissional. Neste
sentido é que os professores do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade
Federal de Alagoas – Campus Arapiraca, acreditam nos princípios norteadores para a
constituição do curso, discutidos e definidos entre 1984 e 1986 por uma Comissão de
avaliação do curso quando este foi implementado no Campus A. C. Simões, em MaceióAL, dos quais ainda podem ser considerados atuais e coerentes. São eles:
•
A Integração do curso com o contexto local e regional: Visa trabalhar a realidade
local, preparando e motivando o estudante para intervir de forma adequada no
contexto regional, ao mesmo tempo em que o instrumentaliza enquanto cidadão e
profissional. A intervenção na realidade a partir de propostas alternativas para os
problemas levantados com competência técnica possibilita a expansão do mercado
de trabalho através da transformação dos campos de atuação.
•
Articulação e coordenação integral do curso: Visa, através da convergência de
esforços, a integração dos estudantes e professores em torno dos conhecimentos
veiculados, a fim de garantir o seu constante aperfeiçoamento e aprofundamento.
Nesse sentido, os seminários de integração, que propiciam a discussão sobre a
2 O Estatuto da Cidade estabelece em seu art. 41 a obrigatoriedade de elaboração de Plano Diretor
para todas as cidades com mais de 20.000 habitantes (inciso I), e para aquelas integrantes de áreas de
especial interesse turístico (inciso IV).
6
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
inter-relação dos diferentes conteúdos programáticos envidam esforços em uma
única direção: a melhor formação profissional.
•
Ênfase na concepção de educação enquanto processo: Apóia-se na necessidade de
uma formação globalizante, que evidencie o papel social do arquiteto no universo da
sua atuação, e supere a visão dicotômica da arquitetura versus urbanismo. A ênfase
é dada no desenvolvimento do método, apostando na capacidade de síntese-crítica,
no amadurecimento e no exercício da responsabilidade, acreditando no autodesenvolvimento do estudante. A criatividade é vista como um processo de trabalho
constante baseado num saber consciente e científico, onde a complexização de
temas, ao longo do processo, visam à segurança quanto às decisões arquitetônicas
envolvidas.
•
O direito à Pluralidade: Este princípio garante as diferentes interpretações do saber
arquitetônico e urbanístico, estimulando a criatividade e respeitando “as diferenças”.
A pluralidade do discurso tem seu espaço, desde que a fundamentação coerente do
saber e do fazer sejam explicitadas e utilizadas na argumentação. Incorpora-se aqui
este princípio, herança do Projeto Pedagógico do Curso de Arquitetura ainda do
Campus A. C. Simões em 1998.
Igualmente incorporados encontram-se os princípios historicamente construídos pelos
Cursos de Arquitetura e Urbanismo e presentes na Minuta de Resolução de 1998, para as
suas Diretrizes Curriculares, enquanto “eixo norteador ético de ação pedagógica e
desenvolvimento de atitude de responsabilidade técnica e social:
a) qualidade de vida para todos os habitantes dos assentamentos humanos;
b) uso tecnológico que respeite as necessidades sociais, culturais e estéticas dos povos;
c) equilíbrio ecológico e desenvolvimento sustentável do ambiente natural e construído;
d) valorização da arquitetura e do urbanismo como patrimônio e responsabilidade de
todos.”
Objetivos do Curso
Os objetivos do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFAL estão implícitos nos seus
princípios norteadores da sua estrutura curricular e evidenciados no papel social do
profissional a ser formado. Objetiva-se, pois, na educação do arquiteto-urbanista da UFAL
- Campus Arapiraca:
•
•
Formar profissionais conscientes da realidade socioeconômica e cultural da
região Nordeste e de Alagoas, em particular, aptos a intervirem nessa realidade;
Capacitar o profissional para enfrentar a complexidade inerente ao trabalho do
arquiteto-urbanista, explorando uma base de conhecimentos específicos, mas
também, plurais.
É de entendimento da CEAU/SESu-MEC que a profissão de arquiteto e urbanista
constitui-se em habilitação única de caráter nacional, ou seja, não existem modalidades na
profissão e o pleno exercício profissional é assegurado pelo registro do diploma e do
histórico escolar. Esta opinião é partilhada pelas entidades de classe representativas dos
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UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
arquitetos e urbanistas no plano nacional, como o Instituto de Arquitetos do Brasil, IAB/DN.
Portanto, o currículo deve possibilitar ao egresso uma ampla formação acadêmica que o
habilite ao exercício das diversas atividades profissionais, nas áreas de conhecimento
abrangidas.
Para tanto, não poderá negligenciar áreas nas quais os arquitetos e urbanistas têm a
habilitação para intervir, sob pena de colocar em risco a sociedade frente à atuação
daquele profissional com formação deficitária. Para isso, o curso deverá contemplar todas
as áreas abordadas pela legislação supracitada.
A compreensão a respeito da formação do arquiteto e urbanista contido neste Projeto
Pedagógico é de que se deva primar por uma formação ampla com foco na concepção
arquitetônica como um todo, entendendo-se arquitetura como obra construída e não
limitada apenas ao projeto. Outro aspecto relevante é a relação entre o edifício e a cidade,
numa abordagem ampla do contexto sócio-econômico-político, de modo a capacitar o
aluno a atuar consciente dos diversos atores que influenciam a produção arquitetônica e
urbanística.
Esta formação ampla, no entanto, elege alguns pontos de maior interesse a ser
trabalhado durante o curso, tal como é previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação
(nº 9.394/96), e mais especificamente nas diretrizes curriculares que direcionam a
montagem dos cursos de arquitetura e urbanismo no país. Em função das necessidades
regionais e do contexto local, as Instituições de Ensino Superior podem selecionar
aspectos de maior demanda verificados na sociedade, elaborando estratégias para suprir
tal carência.
Portanto, dentro do que já foi abordado neste item, na área específica das práticas
projetuais (arquitetura e urbanismo), a ênfase que se pretende dar é na intensificação da
relação destas práticas projetuais com os aspectos relacionados a Construção Civil. Esta
preocupação decorre do fato de que, para se obter bons resultados de um projeto
arquitetônico de um edifício, é necessário que o mesmo seja eficiente desde o processo
construtivo, mantendo-se como tal ao longo de sua vida útil. Ou seja, é preciso atender
expectativas não só conceituais, mas outras de ordem prática como adequação
econômica, inserção social, conforto humano de uma forma geral, respeito ao meio
ambiente, etc.
Além disso, é fato a constatação de que a autoconstrução supera em muito a
intervenção de profissionais habilitados na construção do espaço urbano/arquitetônico,
principalmente em um universo com a escassez de recursos financeiros, como é o caso
dos municípios do interior do estado de Alagoas. Aproximar o arquiteto das práticas da
Construção Civil é permitir que a assistência técnica à construção do espaço edificado seja
ampliada, permitindo um melhor resultado final e conseqüentemente, uma maior qualidade
de vida da população.
No entanto, esta visão não pode prescindir de uma ampla abordagem dos contextos
social, econômico e político, de modo a capacitar o aluno a atuar consciente das diferentes
situações e dos diversos atores que influenciam a produção arquitetônica e urbanística.
Fatores como o crescimento desordenado da cidade e o agravamento da pobreza, que por
si, já constituem desafios bastante significativos para o desenvolvimento local, sobretudo
no que concerne aos aspectos dos assentamentos humanos e das dinâmicas do
desenvolvimento regional, serão abordados de forma a direcionar os estudantes na
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UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
elaboração de alternativas viáveis para implantação dentro da realidade da região na qual
estão inseridos. As respostas a esses problemas por parte de profissionais capacitados
para trabalhar a qualidade dos espaços de habitar e as intensas transformações do
ambiente urbano, somadas à crescente demanda das municipalidades por técnicos
qualificados para atender às exigências da Lei Federal de Desenvolvimento Urbano (Lei nº
10.257/2001), resulta em amplo campo de atuação profissional do arquiteto-urbanista.
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UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
2. Perfil do Egresso:
O Curso de Arquitetura e Urbanismo do Campus Arapiraca- UFAL, reafirma e incorpora
ao seu Projeto Pedagógico o perfil profissional definido pela Associação Brasileira de
Escolas de Arquitetura (ABEA) e presente no documento das Diretrizes Curriculares para
os Cursos de Arquitetura e Urbanismo, que enfatiza a “formação de profissionais
generalistas, aptos a compreender e traduzir as necessidades de indivíduos, grupos
sociais e comunidade, com relação à concepção, organização e construção do espaço
exterior e interior abrangendo o urbanismo, a edificação, o paisagismo, bem como a
conservação e valorização do patrimônio construído, proteção do equilíbrio do ambiente
natural e à utilização racional dos recursos disponíveis”. Nesse sentido, ressalta a
necessidade de formar profissionais conscientes da realidade sócio-econômica e cultural
da região Nordeste e de Alagoas, em particular, aptos a intervir nessa realidade; de
capacitar o profissional para enfrentar a complexidade inerente ao trabalho do arquitetourbanista, explorando uma base de conhecimentos específicos, mas também, plurais; de
qualificar o técnico, assegurando, simultaneamente, a formação do indivíduo crítico, a fim
de garantir o compromisso social da universidade.
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UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
3. Habilidades, Competências e Atitudes:
O exercício profissional dos arquitetos e urbanistas é regulamentado no Brasil, desde
1933, pelo Decreto Federal nº. 23.569, de 11 de dezembro de 1933, atualizado pela Lei nº.
5194, de 24 de dezembro de 1966 que definem as atribuições e atividades pertinentes aos
arquitetos e urbanistas (subseção IV, art.7º).
A legislação citada acima é regulamentada através da Resolução nº218, de 29 de junho
de 1973, do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CONFEA. De
acordo com esta resolução, em seu art.2º, o arquiteto é o profissional habilitado a intervir
no espaço edificado no que concerne a:
“Edificações, Conjuntos arquitetônicos e monumentos, Arquitetura Paisagística e de
Interiores; Planejamento físico, local, urbano e regional; seus serviços afins e correlatos."
Em seu art. 18, habilita o urbanista a intervir no espaço urbano no que concerne ao:
“Desenvolvimento urbano e regional, paisagismo e trânsito; seus serviços afins e
correlatos.”
Dentro dos objetos acima especificados, o profissional arquiteto e urbanista poderá
realizar as atividades de 01 a 18 listadas no art.1 da Resolução nº218/73:
Art. 1º - “Para efeito do exercício profissional correspondente às diferentes modalidades da
Engenharia, Arquitetura e Agronomia em nível superior e em nível médio, ficam
designadas as seguintes atividades”:
Atividade 01 – Supervisão, coordenação e orientação técnica
Atividade 02 – Estudo, planejamento, projeto e especificação;
Atividade 03 – Estudo de viabilidade técnico-econômica;
Atividade 04 – Assistência, asssessoria e consultoria;
Atividade 05 – Direção de obra e serviço técnico;
Atividade 06 – Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico;
Atividade 07 – Desempenho de cargo e função técnica
Atividade 08 – Ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica,
extensão;
Atividade 09 – Elaboração de orçamento;
Atividade 10 – Padronização, mensuração e controle de qualidade;
Atividade 11 – Execução de obra e serviço técnico;
Atividade 12 – Fiscalização de obra e serviço técnico;
Atividade 13 – Produção técnica e especializada;
Atividade 14 – Condução de trabalho técnico;
Atividade 15 – Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou
manutenção;
Atividade 16 – Execução de instalação, montagem e reparo;
Atividade 17 – Operação e manutenção de equipamento de instalação;
Atividade 18 – Execução de desenho técnico.
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UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
4. Conteúdos - Matriz Curricular:
A elaboração do Projeto Pedagógico do Curso de Arquitetura e Urbanismo do Campus
Arapiraca/UFAL coincide com um momento particular, vivenciado pelos demais Cursos de
Arquitetura e Urbanismo do país, uma vez que a Portaria Ministerial 1.770 – SESU/MEC,
de 21 de dezembro de 19945 encontra-se em processo de reformulação visando instituir as
Diretrizes Curriculares Nacionais para os referidos cursos de graduação. Em 6 de abril do
corrente ano, os relatores do processo emitiram parecer, aprovado na Câmara de
Educação Superior (CES) e, no que diz respeito às competências e habilidades
estabelecidas, esse parecer não modifica o que está proposto na Minuta de Resolução,
encaminhada para discussão e aprovação. Esta Minuta, por sua vez, pode ser descrita
como um aperfeiçoamento da atual Portaria Ministerial nº 1.770 que regulamenta os cursos
de Arquitetura e Urbanismo em todo o território nacional.
Diante disto, esclarecemos que a estrutura curricular apresentada neste Projeto
Pedagógico do Curso de Arquitetura e Urbanismo foi organizada em consonância com as
determinações gerais da Portaria Ministerial nº 1.770 e incorporando as propostas
estabelecidas no Parecer do Conselho Nacional de Educação/CES, de 6 de abril de 2005,
que não ferem a citada Portaria Ministerial.
Considerando que o Curso de Arquitetura e Urbanismo pode ser compreendido através
de três eixos norteadores - Projeto de Arquitetura, Projeto de Urbanismo, Teoria e História.
Estes eixos abrangem todo corpo de conhecimento envolvido no ato projetar edificações e
espaços urbanos.
Inter-relacionados com os demais conteúdos inerentes a esta formação profissional,
esteve presente em todo o processo de discussão e formulação desta estrutura curricular a
preocupação com a integração entre os conteúdos das disciplinas, tanto de forma
horizontal (no mesmo período) quanto vertical (entre períodos), em torno do eixo condutor
que é o das disciplinas de prática de projetação (projetos de arquitetura, paisagismo e
urbanismo), com o sucessivo aumento no grau de complexidade dos temas e conteúdos.
Prática Pedagógica
Para a organização da matriz curricular os eixos norteadores foram subdivididos em
cinco setores de estudo: desenho e projeto; análise estrutural; história, estética e
patrimônio; construção civil e urbanismo e paisagismo.
Considerando o estabelecido pela Portaria Ministerial nº. 1770/94-Sesu/MEC, o Curso
de Arquitetura e Urbanismo do Campus Arapiraca/UFAL tem a duração mínima de 05 e
máxima de 09 anos. Seu currículo pleno está estruturado em 10 semestres, de acordo com
o proposto no Projeto de Interiorização da UFAL, onde o primeiro período destina-se às
disciplinas do Tronco inicial, o segundo às do Tronco Intermediário (comuns ao Eixo
5 A Portaria Ministerial 1.770 -Sesu/MEC foi resultado das recomendações oriundas dos Seminários Regionais e Nacionais promovidos
pela ABEA e, da Comissão de Especialistas de Ensino de Arquitetura e Urbanismo do MEC. Ela fixava, em 1994, as novas diretrizes curriculares e os
conteúdos mínimos para os Cursos de Arquitetura e Urbanismo do país.
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UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Tecnológico) e o restante, Tronco profissionalizante, com as disciplinas de formação
específica do arquiteto-urbanista.
O curso terá um total de 4.180 horas/aula, correspondendo a 45 disciplinas obrigatórias
(3.560 horas/aula), Trabalho de Conclusão de Curso (80 horas/aula) e um mínimo de 2
disciplinas eletivas (140 horas/aula). Facultado ao aluno cursar disciplinas eletivas além
desse limite.
Será obrigatório ao aluno o cumprimento de uma carga horária referente a realização
de Atividades Complementares no decorrer do curso, correspondendo a 200 horas/aula.
Também será exigido o cumprimento de uma carga horária mínima de 200 horas/aula
relativas ao Estágio Curricular Supervisionado (conforme art. 7° da resolução do MEC
nº 6, de 2 de fevereiro de 2006). Estas últimas são atividades que abrangem a experiência
prática em ambiente profissional, no interior da Universidade ou fora dela, regulamentadas
pelo CEPE/UFAL e por Resoluções do Colegiado de Curso. As horas/aula de disciplinas
eletivas cursadas e/ou as atividades complementares realizadas que ultrapassarem a
carga horária total serão lançadas no histórico escolar do aluno, somando-se à sua
integralização curricular.
Após a integralização dos conteúdos obrigatórios é exigida a elaboração e defesa de
um trabalho individual (TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC) com temática
relacionada ao exercício profissional e com o apoio de um professor orientador (conforme
exigência da Portaria 1770 e do Parecer CNE/CES de 06/04/2005). O TCC é previsto
como atividade obrigatória, tendo carga horária para integralização correspondente a 80
horas/aula.
Representação gráfica do perfil de formação
Componentes curriculares
Carga horária de disciplinas obrigatória
Trabalho de Conclusão de Curso
Carga horária de disciplinas eletiva
Estágio Curricular Supervisionado
Atividades Complementares
Carga horária total
Carga Horária
3.560 horas/aula
80 horas/aula
140 horas/aula
200 horas/aula
200 horas/aula
4.180 horas/aula
Representação gráfica dos componentes curriculares do curso
Arquitetura e Urbanismo, total de 4180 horas/aula em regime
semestral
Disciplinas obrigatória s –
85,17%
Disciplinas eletivas –
3,35%
EstágioSupervisionado –
4,78%
Atividades Com plem entares – 4,78%
Trabalho de Conclusão
de Curso – 1,91%
13
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
5. Ordenamento Curricular:
ORDENAMENTO CURRICULAR DE ARQUITETURA E URBANISMO NA UFAL – CAMPUS
ARAPIRACA - REGIME SEMESTRAL – CURRICULO 2007
Período
Código
Carga horária
Disciplina
Obrigatória
Tronco Inicial
14
Semanal
Semestral Teoria / Prática (h/a)
UFAL – Campus Arapiraca
1
Curso de Arquitetura e Urbanismo
TRIN 001
Soc.,Nat.e Desenv. relações locais e globais
Sim
6
120
120 / 0
TRIN 002
Prod.Conhecimento:ciência e não-ciência
Sim
6
120
120 / 0
TRIN 003
Lógica,Informativa e Comunicação
Sim
6
120
120 / 0
TRIN 004
Seminário Integrador I
Sim
2
40
0/ 40
20
400
Carga horária do período
Tronco Intermediário
2
TECN 02
Desenho Técnico
Sim
4
80
0 / 80
TECN 01
Desenho Auxiliado por Computador
Sim
4
80
0 / 80
TECN 05
Geometria Descritiva
Sim
4
60
20 / 30
TECN 04
Geometria Analítica
Sim
3
60
60 / 0
TECN 03
Fund. do Cálculo
Sim
4
80
80 / 0
TECN 06
Seminário Integrador II
Sim
2
40
0/ 40
21
400
Carga horária do período
Tronco Profissionalizante
3
AQTA 001
Estudo da Forma 1
Sim
4
80
20 / 60
AQTA 003
Fundamentos da Topografia
Sim
3
60
40 / 20
AQTA 004
Hist. Arte, Arq. e Cidade 1
Sim
4
80
100 / 0
AQTA 002
Expressão Gráfica
Sim
4
80
20 / 60
AQTA 005
Introd. Análise Estrutural
Sim
5
100
100 / 0
Métodos e técnicas de perspectiva
Carga horária do período
Sim
3
23
60
20 / 40
460
Estudo da Forma 2
Sim
4
80
20 / 60
Hist. Arte, Arq. e Cidade 2
Sim
4
80
80 / 0
Teoria e Estética da Arq.
Sim
4
80
80 / 0
Materiais e Téc. de Const.
Sim
3
60
80 / 0
Mecânica dos Sólidos
Sim
4
80
80 / 0
Conforto Ambiental 1
sim
4
80
80 / 0
AQTA 006
4
Carga horária do período
5
23
460
Projeto de Arquitetura 1
Sim
4
80
20 / 60
Hist. Arte,Arq. e Cidade 3
Sim
4
80
80 / 0
Detalhes Arquit. e Const.
Sim
4
80
20 / 60
Sistemas Estruturais
Sim
4
80
80 / 0
Inst. e Infra-Estrutura Urb. 1
Sim
3
60
30 / 30
Conforto Ambiental 2
Sim
4
80
60 / 20
23
460
Carga horária do período
6
Projeto de Arquitetura 2
Sim
4
80
20 / 60
Teoria do Urbanismo
Sim
3
60
60 / 0
Planejamento Const. Civil
Sim
4
80
60 / 20
Inst.e Infra-Estrtura Urb.2
Sim
3
60
30 / 30
Conforto Ambiental 3
Sim
3
60
40 / 20
17
260
Carga horária do período
15
UFAL – Campus Arapiraca
7
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Projeto de Arquitetura 3
Sim
6
120
40 / 80
Projeto de Paisagismo
Sim
5
100
60 / 40
Planej. Regional e Urbano
Sim
5
100
100 / 0
Prática da Construção 1
Sim
3
60
30 / 30
Carga horária do período
19
380
Projeto de Arquitetura 4
Sim
6
120
40 / 80
Teoria e Técnica do Restauro
Sim
3
60
40 / 20
Projeto de Urbanismo 1
Sim
4
80
20 / 60
Prática da Construção 2
Carga horária do período
Sim
3
60
20 / 40
16
320
Projeto de Arquitetura 5
Sim
6
120
20 / 100
Projeto de Urbanismo 2
Sim
4
80
20 / 60
Disciplina Eletiva
Sim
3
60
13
260
8
9
ELET
Carga horária do período
ELET
10
Disciplina Eletiva
Sim
4
80
Projeto de Urbanismo 3
Sim
4
80
Sim
3
60
11
220
Tecnologia da Construção Civil
Carga Horária do período
Total
47 disciplinas (45 obrigatórias e 2 eletivas)
20/60
30 / 30
Disciplinas obrigatórias fixas e eletivas
3.700
Atividades Complementares
200
Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
80
Estágio Curricular Supervisionado
200
Carga horária de Integralização
Curricular - CHIC
4.180
ORDENAMENTO CURRICULAR DE ARQUITETURA E URBANISMO – CAMPUS ARAPIRACA
REGIME SEMESTRAL
Carga horária
Período
Código
Disciplina Eletiva
Obrigatória
Semanal
Teórica
Prática
Semestral Total
Acessibilidade no Ambiente Construído
Não
02
30
10
40
Arquitetura de Interiores
Não
04
60
20
80
16
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Climatologia Urbana
Não
03
30
10
40
Computação Gráfica para Arquitetos
Não
03
40
20
60
Eficiência Energética no Ambiente Construído
Não
02
30
10
40
Ergonomia
Não
03
30
30
60
Estruturas de Concreto
Não
04
60
20
80
Estruturas de aço e madeira
Não
04
60
20
80
Transporte e Mobilidade
Não
03
50
10
60
Ementário das disciplinas obrigatórias
TRONCO INICIAL – 1°. Período
17
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
SOCIEDADE, NATUREZA E DESENVOLVIMENTO DA REALIDADE
LOCAL À REALIDADE GLOBAL
Semestre:
Primeiro
Carga horária:
80 horas
Código:
TRIN001
Pré-requisito:
Ementa: Prática de leitura e produção de texto, de diversos gêneros, em português,
fundamentadas no conceito de linguagem como atividade interlocutiva e no texto como unidade
básica significativa na língua.
Disciplina:
Bibliografia:
FARACO, C. A. e TEZZA, C. Prática de textos para estudantes universitários. Petrópolis,
Vozes, 1992.
GALVEZ, C; ORLANDI, E. e OTONI, P. (Orgs). O texto: escrita e leitura. Campinas, Pontes,
1997.
GARCIA, O. Comunicação em prosa moderna. Rio de Janeiro, Fundação Getúlio Vargas, 1997.
GERALDI, J.W. O texto na sala de aula. Cascavel, Assoeste, 1984.
SERAFINI, M. T. Como escrever textos. Rio de janeiro, Globo, 1990.
Disciplina:
PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO: CIÊNCIA E NÃO-CIÊNCIA
Semestre:
Primeiro
Carga horária:
80 horas
Código:
TRIN002
Pré-requisito:
Ementa:
Ementa: Introdução às competências e habilidades básicas, necessárias ao desempenho
lingüístico-comunicativo satisfatório nos processos de interação social.
Bibliografia Espanhol
CHOZAS, D. y DORNELES, F. Dificultades del español para brasileños. Madrid: SM, 2003.
(capítulos seleccionados).
DUARTE, C. A Diferencias de usos gramaticales entre español/português. Madrid: Edinumen,
1999. (capítulos seleccionados).
CALZADO, A. Gramática Esencial – Con el español que se habla hoy en España y en América
Latina. Madrid: SM, 2002. (capítulos seleccionados).
ARAGONÉS, L. y PALENCIA, R. Gramática de uso de español para extranjeros. Madrid: SM, 2003.
(capítulos seleccionados).
NÚÑEZ ROMERO-LINARES, B. Tus pasatiempos de los verbos españoles. Práctica de las formas
verbales. Madrid: Edinumen, 2000.
Bibliografia Francês
BÉRARD, Evelyne. Grammaire utile du français, Paris. Hachette. 1989
BOULARÈS, Michèle , FRÉROT, Jean. Grammaire Progressive du Français – niveau avancé,
Paris. Clé International. 1995
CADIOT-CUEILLERON, Jean
et alii.
Grammaire- 350 exercices – Niveau supérieur ,
Paris.Hachette . 1992
DELATOUR,D. Jennepin et alii. Grammaire du français, Paris. Hachette, 1991
DELATOUR,D. Jennepin et alii ,350 exercices de grammaire, Niveau moyen, Paris. Hachette. 1987
Bibliografia Inglês
HUTCHINSON, T. Lifelines Intermediate. Oxford: OUP. 1997
GREENBAUN, & QUIRK. A student’s grammar of the English language. London: Longman, 1990.
OSHIMA, A & HOGUE, A. Writing academic English. 3a. Edição, London/New York: Longman,
1999.
18
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
BIBER,D.; CONRAD, S.; LEECH,G. Longman student grammar of written and spoken English.
London/New York: Longman, 2002.
SWAN, M. Practical English usage. Oxford: OUP, 1980.
Disciplina:
Semestre:
Código:
LÓGICA, INFORMÁTICA E COMUNICAÇÃO
Primeiro
Carga horária:
TRIN003
Pré-requisito:
80 horas
Ementa: Reflexão sobre o objeto literatura com base no estudo da especificidade e funções
desse tipo de linguagem, desde as contribuições de Platão e Aristóteles às formulações teóricas
contemporâneas acerca do discurso e dos gêneros literários.
Bibliografia:
ARISTÓTELES. Arte poética & arte retórica. Rio de Janeiro: Ediouro, [197-]
PERRONE-MOISÉS. A criação do texto literário. In: ______ . Flores da escrivaninha: ensaios.
São Paulo: Companhia das Letras, 1990.
PLATÃO. A república. 25. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 1999.
SILVA, Vitor Manuel de Aguiar e. Teoria da literatura. São Paulo: Martins Fontes, 1976.
SOUZA, Roberto Acízelo. Teoria da literatura. São Paulo: Ática, 1986.
Disciplina:
Semestre:
Código:
SEMINÁRIO INTEGRADOR 1
Primeiro
TRIN004
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
Ementa: Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo estruturado a partir de
atividades interdisciplinares em conformidade com a especificidade de cada curso.
Bibliografia: a das demais disciplinas do período
TRONCO INTERMEDIÁRIO – 2°. Período
Disciplina:
Semestre:
Código:
Desenho Técnico
Segundo
Carga horária:
Pré-requisito:
19
80 horas
-
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Ementa: Materiais para desenho; representação gráfica de objetos e construções
através do método de projeções ortogonais. Normas técnicas da ABNT para desenho
técnico, representação de elementos em planta e corte e dimensionamento de elementos
(cotagem).
Bibliografia:
CHING, Francis D. K. Representação gráfica em arquitetura. Porto Alegre: Bookman,1996.
_______ Arquitetura – forma, espaço e ordem. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
OBERG, L. Desenho Arquitetônico. Ao livro técnico, 1995.
MONTENEGRO, Gildo. Desenho Arquitetônico. Edgard Blucher, 2001.
PRONK, Emile. Dimensionamento em arquitetura. João Pessoa: Ed. da UFPB, 2001.
SILVA, Gilberto Soares da. Curso desenho técnico. Porto Alegre: Sagra-DcLuzzato, 1993.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. Representação de Projetos de
Arquitetura. NBR 6492, Rio de Janeiro, 1994.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Desenho Auxiliado por Computador
Segundo
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
-
Ementa: Aplicação de Desenho Assistido por Computador (CAD) para desenho
técnico bidimensional e modelagem tridimensional.
Bibliografia:
STEELE, J. Arquitetura Y revolucion digital. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 2001.
DENIS, Michel. O desenho assistido por computador. São Paulo: Aleph, 1998.
DUARTE, F. Arquitetura e Tecnologias de Informação. São Paulo: Ed. Annablume / Fapesp, 2001
ESTÉVEZ, A; PUIGAARNAU, A.; ARNAL, I.P.; et all. Genetic Architectures (Arquitecturas genéticas).
Sites Book/ ESARQ—UIC, Santa Fé: Barcelona, 2003.
PONGRATZ, C.; PERBELLINI, M. R. Natural Born CAADesigners. Boston/ Berlin: BIRKHÄUSER, 2000.
LIN, Mike W. Architectural rendering techniques: a color reference. New York: John Wiley & Sons, 1985.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Geometria Descritiva
Segundo
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
-
Ementa: Pertinência e Sistemas de Projeção. Método Mongeano. Ponto, Reta e
Plano. Pertinência e Projeções Relativas. Traços de Reta e de Plano. Rebatimento.
Sombra nas Projeções Ortográficas. Projeções cônicas, oblíquas e axonométricas.
Bibliografia:
CARVALHO, Benjamim de A. Desenho geométrico. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1993.
MACHADO, Ardevan. Geometria descritiva. São Paulo: Projeto, 1986.
PRÍNCIPE JR., Alfredo dos Reis. Noções de geometria descritiva (2v). São Paulo: Nobel, 1992.
PUTUNOKI, José Carlos. Elementos de geometria e desenho geométrico. São Paulo: Scipione, 1989.
RICCA, Guilherme. Geometria descritiva – método de Monge. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian,
1992.
Disciplina:
Geometria Analítica
20
UFAL – Campus Arapiraca
Semestre:
Código:
Segundo
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
-
Ementa: Vetores no IR2 e no IR3, sistema cartesiano de coordenadas, produtos de
vetores, estudo da reta e do plano, posição relativa de retas e planos, ângulos e distâncias,
cônicas e superfícies. Com um tratamento matemático que vise o desenvolvimento da
visão espacial e a definição dos seguintes entes geométricos: ponto, reta, plano, curvas e
superfícies (cônicas e quádricas).
Bibliografia:
STEINBRUSH, A. & WINTERLE, P. Geometria Analítica. 2ª edição. São Paulo: Makron Books, 1987.
WINTERLE, P. Vetores e Geometria Analítica. 1ª edição. São Paulo: Makron Books, 2000.
CAMARGO, I. & BOULOS, P. Geometria Analítica: um Tratamento Vetorial. 3ª edição. São Paulo: Makron
Books, 2005.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Fundamentos do Cálculo
Segundo
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
-
Ementa: Sistemas de coordenadas no plano, função e limites, limites e
continuidade, derivada e técnicas de diferenciação, diferenciabilidade e continuidade,
problemas de otimização, antiderivadas e a integral definida, cálculo de áreas e volumes
utilizando a integral definida. Numa abordagem objetiva e prática, voltada à aplicação das
ferramentas do cálculo em problemas do dia-a-dia.
Bibliografia:
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. 2ª Edição. Makron Books. São Paulo, 1994.
STEWART, J. Cálculo. Vol. 1. 4ª Edição. Pioneira Thomson Learning. São Paulo, 2005.
THOMAS, G. B.; FINNEY, R.; WEIR, M. D. & GIORDANO, F. R. Cálculo – Vol. 1. 10ª Edição. Prentice-Hall,
2002.
AVILA, Geraldo. Introdução ao Cálculo. Ed. LTC, 1998.
AVILA, Geraldo. Cálculo: Funções de uma Variável. Vol. 1 e 2. 7ª Edição. Ed. LTC, 2003.
ANTON, H. Cálculo, um novo horizonte. 6ª Edição. BookMan. Porto Alegre, 2000.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Seminário Integrador II
Segundo
Carga horária:
Pré-requisito:
40 horas
-
Ementa: Trata-se de discussão local, interdisciplinar, de integração das atividades e
de avaliação dos progressos docentes de cada eixo.
Bibliografia:
Todas as especificadas nas disciplinas do período.
TRONCO PROFISSIONALIZANTE – 3°. Período
21
UFAL – Campus Arapiraca
Disciplina:
Semestre:
Código:
Estudo da Forma 1
Terceiro
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
-
Ementa: Teorias de percepção da Forma. Composições bi e tridimensionais.
Categorias de interpretação da Forma. Relações entre forma e composição. Princípios de
análise da forma. Construção de modelos tridimensionais reduzidos.
Bibliografia:
ARNHEIM, Rudolf. A Dinâmica da Forma Arquitetônica. Editorial Presença, 1988.
_______ Arte e Percepção visual: uma psicologia da visão criadora. São Paulo, Pioneira, 1997.
CHING, F. Arquitectura: Forma, espacio y ordem. G. G. Mexico, Ediciones Y. Gilli, 1982.
COLIN, Silvio.Uma Introdução à Arquitetura. Rio de Janeiro: UAPÊ, 2000
FONTOURA, IvenCuritiba, s. Decomposição da Forma. Ed. Itaipu, 1982.
KANDINSKY, Wassily. Ponto, linha, plano. Martins Fontes, 1970.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Fundamentos da Topografia
Terceiro
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
-
Ementa: Características Geométricas da Terra. Medidas e orientação das Plantas
Topográficas. Reconhecimento e Representação do Relevo. Desenho e Perfis. Escalas e
precisão gráfica da Representação. Instrumentos de Medição. Noções de Fotogrametria e
Fotointerpretação.
Bibliografia:
BORGES, Alberto de Campos. Topografia. Vol. 1 . ED. Edgard Blucher Ltda. S. Paulo/SP, 1995.
COMASTRI, José Aníbal & JOEL. Topografia Aplicada . Editora da UFV, Viçosa, MG, 1990.
FONSECA, Rômulo Soares. Elementos de Topografia. Ed. McGraw-Hill do Brasil Ltda. S. Paulo/SP.
LOCH, Carlos; ÉDIS. Elementos básicos de fotogrametria e sua utilização prática. EUFSC. Florianópolis,
Santa Catarina, 1997.
SEIXAS, José Jorge. Topografia. Departamento de Engenharia Cartográfica da UFPE. Recife, 1981.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Expressão Gráfica
Terceiro
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
-
Ementa: Teoria e Prática da Linguagem Visual. Percepção e representação gráfica
das formas dos objetos. Composições. Noções de perspectiva a sentimento. Desenho a
mão livre. Teoria das cores. Técnicas de expressão do desenho. Técnicas de
apresentação de projetos.
Bibliografia:
CHING, Francis D. K. Representação gráfica em Arquitetura. Porto Alegre: Bookman, 2000
DONIS, Donis. A Sintaxe da linguagem Visual. São Paulo, Martins Fontes, 1991
DOYLE, Michael. Color Drawing. New York: Van Nostrand Reinhold, 1993
FARINA, Modesto. Psicodinâmica das cores em Comunicação. São Paulo: Edgard Blucher, s/d
HALLAWELL, Philip. A mão livre 2, Técnicas do desenho. São Paulo, Melhoramentos, 1994
HALLAWELL, Philip. A mão livre, A linguagem do desenho. São Paulo, Melhoramentos, 1994
LIN, Mike W. Architectural rendering techniques. New York: Winley, 1985
22
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
MONTENEGRO, G. A. A invenção do projeto. São Paulo: Ed. Edgard Blucher, 2000.
MUNARI, Bruno. Design e comunicação visual. São Paulo: Martins Fontes, 1991
OSTROWER, Fayga. Universos da Arte. São Paulo: Campus, 1983
Disciplina:
Semestre:
Código:
História da Arte, da Arquitetura e da Cidade I
Terceiro
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
-
Ementa: Processo de produção da arquitetura e das cidades ocidentais, em seus
contextos históricos e sócioculturais até o Renascimento. Análise das realizações mais
importantes no âmbito das artes visuais do período estudado.
Bibliografia:
ARGAN, Giulio Carlo. Historia da Arte como historia da cidade. São Paulo, Martins Fontes, 1992.
JANSON, H. W. Historia da Arte. São Paulo, Martins Fontes, 1992.
BAUMGART, Fritz. Breve Historia da Arte. São Paulo, Martins Fontes, 1992.
BENEVOLO, Leonardo. A História da Cidade. São Paulo, Perspectiva, 1993.
BOLTSHAUSER, João. História da Arquitetura. Belo Horizonte, UFMG, 1965.
HAUSER, Arnold. História Social da Arte e da Cultura, Lisboa, Estante ed., 1954.
MANSEL, George. Anatomia da Arquitetura. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1980.
MUNFORD, Lewis. A Cidade na História: suas origens, transformações e perspectivas, São Paulo,
Martins Fontes, 1991.
BENEVOLO, Leonardo. Introdução à Arquitetura, São Paulo, Ed. Mestre Jou, 1972.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Métodos e Técnicas de Perspectiva
Terceiro
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
-
Ementa: Perspectivas: cônica, axonométrica e cilíndrica. Métodos de Perspectiva
interna e externa. Sombra na perspectiva.
Bibliografia:
BARTSCHI, Willy. El estudio de las sombras en la perspectiva. México: Gustavo Gili, 1982.
MACHADO, Ardevan. Perspectiva: cônica, cavaleira e axonométrica. São Paulo: Pini, 1988.
_______ Geometria descritiva. São Paulo: Projeto, 1986.
MONTENEGRO, Gildo A. A perspectiva dos profissionais. São Paulo: Edgard Blücher, 1983.
SCHAARWACHTER, Geroc. Perspectiva para arquitetos. Barcelona: Gustavo Gili, 1976.
SOUZA JR., Hugo A. Geometria descritiva e perspectiva. São Paulo: Pioneira, 1975.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Introdução à Análise Estrutural
Terceiro
Carga horária:
Pré-requisito:
100 horas
-
Ementa: Princípios elementares da estática aplicados aos pontos materiais e
estática dos corpos rígidos. Elementos e formas fundamentais das estruturas. Introdução
aos sistemas construtivos. Características geométricas dos corpos. Linhas de estado.
Estudo das vigas, pórticos, arcos, tirantes, treliças e grelhas isostáticas. Ênfase em
construção de maquetes, aulas de campo e laboratoriais.
23
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Bibliografia:
BEER, F. P. & JOHNSTON JR, E. R. Mecânica Vetorial para Engenheiros – Estática. 5a edição revisada.
MAKRON Books do Brasil. São Paulo, 1994.
CAMPANARI, F. A. Teoria das Estruturas (vol. 1, 3). Editora Guanabara Dois. Rio de Janeiro., 1985.
MACHADO JÚNIOR, E. F. Introdução à Isostática. EESC/USP - Projeto REENGE. São Carlos, 1999.
SÜSSEKIND, J. C.) Curso de Análise Estrutural (vol. 1) – Estruturas Isostáticas. Editora Globo. Porto Alegre,
1984.
VASCONCELOS, A. C. Estruturas Arquitetônicas – Apreciação Intuitiva das Formas Estruturais. Studio
Nobel. São Paulo. , 1991.
ENGEL, H. Sistemas de estructuras. Barcelona, Gustavo Gili, 2001.
REBELLO, Y.C.P. A concepção estrutural e a arquitetura. São Paulo, Zigurate, 2000.
SILVA, D. M.; SOUTO, A. K.. Estruturas: uma abordagem arquitetônica. Porto Alegre, Ritter dos Reis, 2000.
4°. Período
Disciplina:
Semestre:
Código:
Estudo da Forma 2
Quarto
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
-
Ementa: Introdução aos elementos da composição arquitetônica (forma x sistema
estrutural). Composição com elementos lineares, elementos planos e composição mista. A
relação forma x tema. Construção de modelos reduzidos.
Bibliografia:
ARNHEIM, Rudolf. A Dinâmica da Forma Arquitetônica. Editorial Presença, 1988.
_______ Arte e Percepção visual: uma psicologia da visão criadora. São Paulo, Pioneira, 1997.
CHING, F. Arquitectura: Forma, espacio y ordem. G. G. Mexico, Ediciones Y. Gilli, 1982.
COLIN, Silvio.Uma Introdução à Arquitetura. Rio de Janeiro: UAPÊ, 2000
FONTOURA, IvenCuritiba. Decomposição da Forma. Ed. Itaipu, 1982.
KANDINSKY, Wassily. Ponto, linha, plano. Martins Fontes, 1970.
ENGEL, Heino. Sistemas de estructuras. Barcelona: G. Gili, 2001
Disciplina:
Semestre:
Código:
História da Arte, da Arquitetura e da Cidade 2
Quarto
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
-
Ementa: Processo de produção da arquitetura e da cidade ocidentais, do
Renascimento ao Ecletismo; a cidade colonial na América Latina e no Brasil; análise das
realizações mais importantes no âmbito das artes visuais, com ênfase no Barroco
brasileiro.
Bibliografia:
BAZIN, Germain. A Arquitetura religiosa barrca no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Record, 1956.
BENEVOLO, Leonardo. A História da Cidade. São Paulo, Perspectiva, 1993.
______. Historia de la Arquitectura del Renacimiento. Barcelona: Gustavo Gili, 1981.
BURY, John. Arquitetura e Arte no Brasil Colonial. São Paulo, Nobel, 1991.
CONTI, Flávio. Como Reconhecer a Arte do Renascimento. Lisboa, Edição 70, 1986.
HOCKE, Gustav R. Maneirismo: o mundo como labirinto. São Paulo : Ed. Perspectiva, 1974.
MACHADO, Lourival G. Barroco Mineiro. São Paulo, Perspectiva, 1978.
24
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
MUNFORD, Lewis. A Cidade na História: suas origens, transformações e perspectivas, São Paulo,
Martins Fontes, 1991.
REIS, Nestor Goulart. Evolução Urbana no Brasil, São Paulo, EDUSP, 1978.
______ Quadro da Arquitetura no Brasil, São Paulo, Perspectiva, 1970.
______ Imagens de Vila e Cidades do Brasil Colônia, São Paulo: Ed. da USP, 2000.
ZANINI, Walter et alii. Historia Geral da Arte no Brasil. São Paulo, Instituto Walther Moreira.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Conforto Ambiental 1I
Quarto
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
-
Ementa: O homem e o meio ambiente e a questão energética. A condição de
conforto ambiental e seus parâmetros. Grandezas físicas relacionadas ao conforto.
Condicionantes climáticos e estratégias projetuais. Bioclimatologia. Construção adaptada
ao clima e linguagem arquitetônica. Termodinâmica. Caracterização térmica do ambiente
construído. Os parâmetros arquitetônicos e urbanos e sua relação com a ventilação
natural.
Bibliografia:
FROTA, A.B.; SCHIFFER, S.R. Manual de conforto térmico. São Paulo: Nobel, 1988.
LAMBERTS. R. et al. Eficiência Energética na Arquitetura. São Paulo: PW, 1997.
OLGYAY, V. Arquitetura y clima – manual de diseño bioclimatico para arquitectos y urbanistas.
Barcelona, Ed. Gustavo Gili S.A. 1998.
RIVERO, R. Arquitetura e clima. Acondicionamento termico natural. Porto Alegre, Luzzatto, 1985.
ROMERO, M.A.B. Princípios bioclimáticos para o desenho urbano. São Paulo, Projeto,. 1988.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Teoria e Estética da Arquitetura
Quarto
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
-
Ementa: Estudo teórico do fenômeno arquitetônico. A arquitetura e suas relações.
Teoria e prática no campo da arquitetura. A estética da arquitetura. As doutrinas
arquitetônicas, do Renascimento à atualidade. Os contextos históricos, os sistemas
filosóficos e ideológicos do século XIX à atualidade, e suas relações com as correntes de
pensamento arquitetônico.
Bibliografia:
BAYER, Raymond. História de la estética. México: Fondo de Cultura Económica, 1965.
BUZZI. A. R. (1999). Filosofia para Principiantes. Petrópolis, Vozes.
CHOAY, Françoise. Primeira Filosofia. São Paulo: Brasiliense, 1984.
ECO, Umberto. As formas do conteúdo. São Paulo: Perspectiva, 1971.
GREGOTTI, Vittorio. O território da arquitetura. São Pauoi: Perspectiva, 1975.
COELHO NETTO, J. T. A construção do sentido na arquitetura. São Paulo: perspectiva, 1979.
BANHAN, Reyner. Teoria e Projeto na primeira era da maquina. São Paulo, Perspectiva, 1979.
LE CORBUSIER. La ville radieuse, Paris, Ed. Vicent Freal, 1963.
____ _ Por uma arquitetura. São Paulo, Perspectiva, 1981.
RUSKIN, John. Las siete lamparas de la Arquitectura Buenos Aires: El Ateneo, sd.
______ As Pedras de Veneza. São Paulo, Martins Fontes, 1992.
SILVA, Elvan. A forma e a formula – cultura, ideologia e projeto na arquitetura da Renascença. Porto
Alegre, SAGRA, 1991.
ZEVI, Bruno. Saber ver arquitetura. Ed. Martins Fontes, 2000.
25
UFAL – Campus Arapiraca
Disciplina:
Semestre:
Código:
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Materiais e Técnicas de ConstruçãoI
Quarto
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
-
Ementa: Materiais construtivos: aglomerantes, argamassas, agregados. Materiais
estruturais: concretos, pedras naturais, madeiras,. Materiais de Revestimento e
acabamento: cerâmica, vidros, plásticos, resinas, metais, fibras e couros, tintas e vernizes.
Sistemas Construtivos. Técnicas Construtivas. Detalhes Construtivos. Industrialização na
construção. Etapas da Construção.
Bibliografia:
AZEREDO, Hélio Álvares. O Edifício até seu acabamento. São Paulo. Edgard Blucher, 1994.
ORNSTEIN, Sheila Walbe. Dossiê da Construção do Edifício. São Paulo. FAU, 1992.
RIPPER, Ernesto. Manual Prático de Materiais de Construção. São Paulo, PINI, 1995.
CHING, Francis D. K. Técnicas de Construção Ilustrada. Porto Alegre. Bookmam, 2001.
BAUER, L. A Falcão. Materiais de construção. São Paulo. Ed. Livros Técnicos e Científicos S/A, 1994.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Mecânica dos Sólidos
Quarto
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
-
Ementa: Conceitos de tensão e deformação. Peças tracionadas e comprimidas.
Cisalhamento. Torção. Flexão. Flambagem. Introdução à análise de estruturas
hiperestáticas. Ênfase em construção de maquetes, aulas de campo e laboratoriais.
Bibliografia:
BEER, F. P. & JOHNSTON JR, E. R. Mecânica Vetorial para Engenheiros – Estática. 5a edição revisada.
Makron Books do Brasil. São Paulo, 1994.
CAMPANARI, F. A. Teoria das Estruturas (vol. 1, 3). Ed. Guanabara Dois. Rio de Janeiro, 1985.
ENGEL, H. Sistemas de estructuras. Barcelona, Gustavo Gili, 2001.
MACHADO JÚNIOR, E. F. Introdução à Isostática. EESC/USP - Projeto REENGE. São Carlos, 1999.
SÜSSEKIND, J. C. Curso de Análise Estrutural (vol. 1) – Estruturas Isostáticas. Editora Globo. Porto Alegre,
1984.
5°. Período
Disciplina:
Semestre:
Código:
Projeto de Arquitetura 1
Quinto
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
-
Ementa: Conceituação e relação entre forma, programa e contextualização.
Setorização dos espaços e estudo de fluxos. Noções de dimensionamento. Introdução à
teoria de projeto arquitetônico. Conceituação de partido arquitetônico. Prática de
agenciamento do entorno. Desenvolvimento de esboços.
Bibliografia:
BOUERI FILHO, José Jorge. Antropometria aplicada a arquitetura, urbanismo e desenho industrial. São
Paulo, FAU, 1991.
26
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
GRAEFF, Edgar de A. Edifício. (Cadernos brasileiros de arquitetura) São Paulo, Projeto, 1986.
NEUFERT, Ernest. Arte de projetar em arquitetura. São Paulo, Gustavo Gili, 1974.
PANERO, J; MARTIN, Z. La dimensiones humanas en los espacios interiores. Barcelona, G. Gili, 1996.
SILVA, Elvan. Uma introdução ao projeto arquitetônico. Porto Alegre, Editora da Universidade, 1991.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Conforto Ambiental 2
Quinto
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
-
Ementa: Aspectos físicos da luz. Os parâmetros arquitetônicos e urbanos e sua
relação com a iluminação natural. Estratégias de aproveitamento da luz natural. Geometria
solar, insolação, radiação e iluminação natural. Simulação de desempenho lumínico em
ambientes.
Bibliografia:
BITTENCOURT, L.S. Uso das cartas solares. Diretrizes para arquitetos. Maceió: Edufal, 1990.
FROTA, A.B. Geometria da Insolação. São Paulo: Geros, 2004.
LAMBERTS. Roberto, et al. Eficiência Energética na Arquitetura. São Paulo: PW, 1997.
OLGYAY, V. Arquitetura y clima – manual de diseño bioclimatico para arquitectos y urbanistas.
Barcelona, Gustavo Gili, 1998.
VIANNA, N. S.; GONÇALVES, J. Iluminação e Arquitetura. São Paulo: Virtus, 2001.
Disciplina:
Semestre:
Código:
História da Arte, da Arquitetura e da Cidade 3
Quinto
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
-
Ementa: Processo de produção da arquitetura e da cidade ocidentais, do
Modernismo ao Pós-modernismo. A arquitetura produzida no Brasil em seu contexto
histórico e sócio-cultural do Neoclassicismo à atualidade. Análise das mais significativas
expressões das artes visuais do período estudado.
Bibliografia:
ARGAN, G. Carlo. Arte Moderna. São Paulo, Cia das Letras. 1992.
BENEVOLO, Leonardo. A História da Cidade. São Paulo, Perspectiva, 1993.
. Historia da Arquitetura Moderna. São Paulo, Perspectiva, 1987.
CONTI, Flávio. Como Reconhecer a Arte do Renascimento. Lisboa, Edição 70, 1986.
GOZOLLI, Maria Cristina. Como Reconhecer a Arte Gótica. São Paulo, Martins Fontes, 1984.
JENCKS, Charles. Arquitectura tardomoderna y otros ensayos. Barcelona, G. Gilli, 1985.
MUNFORD, Lewis. A Cidade na História: suas origens, transformações e perspectivas, São Paulo,
Martins Fontes, 1991.
PEVSNER, Nikolaus. Origens da Arquitetura Moderna e do Desing. São Paulo, Martins Fontes, 1982.
VATTIMO, Gianni. O fim da Modernidade. São Paulo, Martins Fontes, 1996.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Sistemas Estruturais
Quinto
Carga horária:
Pré-requisito:
27
80 horas
-
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Ementa: Classificação dos sistemas estruturais. Sistemas estruturais em concreto
armado, concreto protendido, em madeira e em aço. Edificações de múltiplos andares.
Alvenaria Estrutural. Estruturas de fundações. Estruturas de contenção.
Bibliografia:
BEER, F. P.; RUSSELL JOHNSTON, Jr. E. Mecânica Vetorial para Engenheiros (vol. 1) - Estática. 5ª ed.,
São Paulo, McGraw - Hill, 1991.
ENGEL, H. Sistemas de estructuras. Barcelona, Gustavo Gili, 2001.
HIBBELER, R. C. Mecânica - Estática, 8 ed. Rio de Janeiro, LTC, 1998.
OLIVEIRA, M. M.; GORFIN, B. Estruturas Isostáticas. 3 ed. Rio de Janeiro, LTC, 1982.
SÜSSEKIND, J. C. Curso de Análise Estrutural: Volume I. 8 ed. Porto Alegre, Globo, 1984.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Instalações e Infra-estrutura Urbana 1
Quinto
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
-
Ementa: Noções de captação, adução, reserva, tratamento e distribuição de águas.
Sistemas de esgotamento e tratamento de resíduos sanitários individuais e urbanos.
Normas técnicas para projetos de instalações hidráulicas, sanitárias e pluvial.
Equipamentos para saunas e piscinas. Instalações especiais. Prevenção de incêndio.
Dimensionamento e projetos.
Bibliografia:
BACELLAR, R. H. Instalações Hidráulicas e Sanitárias – Domiciliares e Industriais. São Paulo: McGrawHill do Brasil, 1976.
MACINTYRE, Archibald J., Instalações hidráulicas. Ed. Guanabara Dois S.A., Rio de Janeiro, 1982.
CREDER, Hélio. Instalações hidráulicas e sanitárias, Livros Técnicos e Científicos S.A., Rio de Janeiro,
1978.
LEME, Francílio Paes. Engenharia e Saneamento Ambiental. Rio de Janeiro. LTC, 1984.
MELO, V.de O. e AZEVEDO NETTO, J. M. de. Instalações prediais hidráulico-sanitárias, Editora Edgard
Blücher Ltda, São Paulo, 1988.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Detalhes Arquitetônicos e Construtivos
Quinto
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
-
Ementa: Representação de detalhes construtivos, de elementos arquitetônicos e de
mobiliário. Normas Técnicas da ABNT. Caderno de Especificação de materiais e serviços.
Bibliografia:
COSTA, Antonio Ferreira. Detalhando a Arquitetura I, II, III e IV. Impressão e Acabamento, Zoomgraf-k.
PRENZEL, Rudolf. Desenho e Técnica da Representação em Arquitetura. Editora Gustavo Gili S.A.
MONTENEGRO, Gildo. Desenho Arquitetônico. Edgard Blucher, 2001.
KEMMERRICH, C – Detalhes Gráficos para Arquitetos, Editora Gustavo Gili S.A.
CHING, Frank – Manual de Dibujo Arquitetônico, Editora Gustavo Gili S.A.
JACOBY, Helmut – “Dibujos de Arquitetura”, Barcelona, Editorial Gustavo Gilli S.A , 1989.
6°. Período
28
UFAL – Campus Arapiraca
Disciplina:
Semestre:
Código:
Projeto de Arquitetura 2
Sexto
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
-
Ementa: Metodologia de projeto arquitetônico. Relação entre forma e função.
Organograma e fluxograma. Aplicação dos conceitos de conforto ambiental (ventilação e
insolação). Uso de circulação vertical (escadas e rampas). Aspectos do código de
edificações. Elaboração de estudos preliminares. Visita a obras.
Bibliografia:
MAHFUZ, Edson. Ensaio sobre a razão compositiva. Porto Alegre: Sagra, 1992.
NEUFERT, Ernest. Arte de projetar em arquitetura. São Paulo, Gustavo Gili, 1974.
NEVES, Laert Pedreira. Adoção do Partido na Arquitetura. Salvador: Ed. UFBA, 1998.
PANERO, J; MARTIN, Z. La dimensiones humanas en los espacios interiores. Barcelona, G.Gili, 1996.
RIO, Vicente Del (org.) Arquitetura: pesquisa e projeto. São Paulo: ProEditores , 1998.
SILVA, Elvan. Uma Introdução ao Projeto Arquitetônico. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 1991.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Conforto Ambiental 3
Sexto
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
-
Ementa: Princípios gerais da acústica. Exigências acústicas e ventilação natural.
Acústica arquitetônica e urbana. Eletroacústica. Sistemas de climatização artificial.
Iluminação artificial e combinada. Iluminação artificial e eficiência energética.
Bibliografia:
LAMBERTS. R, et al. Eficiência Energética na Arquitetura. São Paulo:PW, 1997.
SILVA, M. L. da. Luz, lâmpadas, iluminação. Rio de Janeiro: Ed. Ciência Moderna Ltda, 2004.
SILVA, P. Acústica arquitetônica. UFMG, 1997.
VIANNA, N. S.; GONÇALVES, J. Iluminação e Arquitetura. São Paulo: Virtus, 2001.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12179 - (NB-101): Norma para Tratamento
Acústico em Recintos Fechados. Rio de Janeiro, 1992.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR - 10152 - (NB-95). Níveis de Ruído para
Conforto Acústico. Rio de Janeiro, 1987.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Instalações e Infra-estrutura Urbana 2
Sexto
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
-
Ementa: Noções de eletricidade. Noções elementares de geração, transmissão,
rebaixamento e elevação de eletricidade. Circuitos elétricos. Potência Normas Técnicas.
Instalações Elétricas de baixa tensão: dimensionamento e projeto. Cálculo de Demanda.
Luminotécnica. Subestações abaixadoras. Elevadores e escadas rolantes. Instalação de ar
condicionado. Proteção de descargas atmosféricas e aterramento. Instalações telefônicas
e eletro-eletrônicas. Sistema de iluminação urbana.
Bibliografia:
29
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
GUSSOW, Milton. Eletricidade Básica. Coleção Schaum. Ed. McGraw Hill, 1985.
LIMA FILHO, Domingos Leite. Projeto de Instalações Elétricas Prediais. Ed. Érica, 1997.
KINDERMANN, Geraldo. Descargas Atmosféricas. Ed. Sagra, 1995.
NETO, Vicente S. SILVA, Anderson de P. e C. JÚNIOR. Mário Boscato. Redes de Alta Velocidade.
Cabeamento Estruturado. Ed. Érica, 2005.
NORMAS TÉCNICAS NBR 5410/97 e NTF 01 (CEAL).
Disciplina:
Semestre:
Código:
Teoria do Urbanismo
Sexto
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
-
Ementa: Principais abordagens teórico/metodológicas sobre a produção do espaço
e a estética urbana. Análise das principais teorias descritivas, interpretativas e propositivas
para a organização espacial e estética da cidade.
Bibliografia:
BARDET, Gaston. O Urbanismo. São Paulo, Papirus, 1988.
CHOAY, Françoise. O Urbanismo: utopias e realidade. São Paulo, Perspectiva, 1992.
DELLE DONNE, MARCELLA: Teorias sobre a cidade. EDIÇÕES 70/Martins Fontes, Lisboa, 1983.
FARRET, Ricardo Libanez (org), O Espaço da Cidade: Contribuição à Análise Urbana. Ed. Projeto, São
Paulo, 1985.
HALL. Peter. Cidades do amanhã. São Paulo, Perspectiva, 1995.
HAROUEL, Jean Louis. História do Urbanismo. São Paulo, Papirus, 1990.
HOLSTON James. A cidade modernista: Uma crítica de Brasília e sua utopia,
Companhia das Letras, São Paulo, 1993.
LE CORBUSIER. Planejamento Urbano. São Paulo, Perspectiva, 1971.
Urbanismo. Martins Fontes, 1ª ed. brasileira, São Paulo, 1992.
LEME, Mª C. (org.). Urbanismo no Brasil, 1895-1965. Nobel/ FAUUSP/FUPAM, São Paulo, 1999.
PADILHA, N. (org.). Cidade e Urbanismo: história, teorias e práticas. FAUFBa-MAU, Salvador, 1998.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Planejamento da Construção Civil
Sexto
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
-
Ementa: Planejamento da construção civil de edificações. Elaboração de
orçamentos e estudos de viabilidade técnica. Aspectos da legislação (previdenciária,
segurança do trabalho, sanitária, código de obras posturas municipais, normas técnicas).
Bibliografia:
LIMMER, Carl V. Planejamento, orçamentação e controle de projetos e obras. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos Editora S.A., 1997.
CIMINI, Remo. Planejar para construir. São Paulo: Pini, 1987.
GEHBAUER, Fritz. Planejamento e gestão de obras. Curitiba: CEFET-PR, 2002.
7°. Período
Disciplina:
Semestre:
Código:
Projeto de Arquitetura 3
Sétimo
Carga horária:
Pré-requisito:
30
120 horas
-
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Ementa: Metodologia de projeto arquitetônico. Aplicação do código de edificações.
Interação entre projeto arquitetônico e noções de estruturas, instalações e aspectos
construtivos. Projeto em topografia acidentada. Noções de especificações de materiais.
Elaboração de anteprojeto arquitetônico. Visita a obras.
Bibliografia:
ENGEL, Heino. Sistemas de estructuras. Barcelona: G. Gili, 2001
NEUFERT, Ernest. Arte de projetar em arquitetura. São Paulo, Gustavo Gili, 1974
PANERO, J; MARTIN, Z. La dimensiones humanas en los espacios interiores. Barcelona, G.Gili, 1996.
RIO, Vicente Del (org).Arquitetura: pesquisa e projeto. São Paulo: ProEditores, 1998.
MAHFUZ, Edson. Ensaio sobre a razão compositiva. Porto Alegre: Sagra, 1992.
NEVES, Laert Pedreira. Adoção do Partido na Arquitetura. Salvador: EDUFBA, 1998.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Prática da Construção 1
Sétimo
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
-
Ementa: Planejamento e organização do canteiro de obra. Análise de projetos
complementares. Etapas da construção de pequenas edificações. Procedimentos de
acompanhamento de obras. Segurança do trabalho. Normas Técnicas.
Bibliografia:
AZEREDO, Hélio Álvares. O Edifício até seu acabamento. São Paulo. Edgard Blucher, 1994.
ORNSTEIN, Sheila Walbe. Dossiê da Construção do Edifício. São Paulo. FAU, 1992.
RIPPER, Ernesto. Manual Prático de Materiais de Construção. São Paulo, PINI, 1995.
CHING, Francis D. K. Técnicas de Construção Ilustrada. Porto Alegre. Bookmam, 2001.
BAUER, L. A Falcão. Materiais de construção. São Paulo. Livros Técnicos e Científicos S/A, 1994.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Projeto de Paisagismo
Sétimo
Carga horária:
Pré-requisito:
100 horas
-
Ementa: Conhecimento da paisagem: conceituação, elementos constituintes,
representação gráfica e fatores condicionantes. Procedimentos de intervenção paisagística
em escala micro: metodologia, diagnóstico, elaboração de programa e conceituação do
projeto. Elaboração de anteprojeto paisagístico. Análise do espaço edificado.
Bibliografia:
BURLE MARX, R. Arte e Paisagem: conferências escolhidas. Ed. Nobel. São Paulo, 1987.
DEMATTÊ, M. E. D. Princípios de Paisagismo. Jaboticabal: FUNEP, 1997.
JELLICOE, Geoffrey; JELLICOE, Susan. El Paisaje Del Hombre. Barcelona: Gustavo Gilli, S.A., 1995.
LEENHARDT, J. (org.) Nos jardins de Burle Marx. Ed. Perspectiva. São Paulo, 1996.
MACEDO, Silvio. Quadro do paisagismo no Brasil.São Paulo: Edusp, 1996.
MONTENEGRO, H. W. S. A arte de projetar jardins. Piracicaba: ESALQ – USP / FEALQ, 1983.
SCHAMA, Simon. Paisagem e Memória. 1a Edição. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
SEGAWA, H. Ao amor do público. Jardins do Brasil. São Paulo: Nobel: FAPESP, 1996.
Disciplina:
Planejamento Regional e Urbano
31
UFAL – Campus Arapiraca
Semestre:
Código:
Sétimo
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Carga horária:
Pré-requisito:
100 horas
-
Ementa: Cidade e território em perspectiva histórica. A questão espacial regional e
urbana contemporânea com ênfase no contexto brasileiro. A dimensão sócio-ambiental dos
problemas urbanos. Planejamento e gestão urbano-ambiental: bases teóricometodológicas, sistemas de planejamento-gestão, legislação ambiental e urbanística e
instrumentos de intervenção. O Estatuto da Cidade. O plano diretor de desenvolvimento
municipal.
Bibliografia:
BRANDI, Cesari. Teoria de la Restauración. Madrid: Alianza Forma, 1988.
BRASIL.MEC.SPHAN/Pró-Memória. Proteção e Revitalização do Patrimônio Cultural no Brasil: uma
trajetória. Brasília: MEC, 1980.
CASTRO, Sonia R. de. O Estado na preservação de bens culturais: o tombamento. Rio de Janeiro:
renovar, 1991.
CESCHI, Carlo. Teoria e storia del restauro. Roma: Mario Bulzoni Editore, 1970
CHOAY, F. A alegoria do patrimônio. São Paulo: ed. UNESP, 2001.
DI STEFANO, Roberto. Desenvolvimento do conceito de conservação. Atti del Convegno ICOMOS.
Napoli: Ravello, 1977. In: Restauro n. 33-34, 1977. Tradução Francisco Mazzoni e Ana Maria Lacerda
LE GOFF, Jacques. História e Memória. Campinas. Editora da UNICAMP. 1992
RUSKIN, John. Las siete lamparas de la Arquitectura. Buenos Aires: El Ateneo, sd
______ As Pedras de Veneza. São Paulo, Martins Fontes, 1992
MILET, Vera. A Teimosia das Pedras: um Estudo sobre a preservação do patrimônio ambiental no
Brasil. Olinda: Prefeitura de Olinda, 1988.
PARENT, Michel. Patrimônio monumental e identidade cultural. In: La salvaguardia delle cittá storiche in
Europa e nell'area mediterranea. Atti del Convegno Internazionale di studi. Trad.: F. Mazzoni. Bologna: Nuova
Alfa Editoriale, 1983.
PATRIMÔNIO CULTURAL. Documentos internacionais e nacionais sobre preservação de bens
culturais. São Leopoldo: Universidade do Vale do Rio dos Sinos, sd.
SÃO PAULO. Secretaria Municipal de Cultura-Departamento do Patrimônio Histórico. O direito à memória:
patrimônio histórico e cidadania. São Paulo: DPH, 1992
8°. Período
Disciplina:
Semestre:
Código:
Projeto de Urbanismo 1
Oitavo
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
-
Ementa: As formas dos espaços urbanos. Territórios urbanos. Caracterização e
análise da realidade física e social. Carências, problemas, tendências e potencialidades.
Programa urbanístico.
Bibliografia:
CAMPOS FILHO, Candido Malta. Cidades brasileiras: seu contrôle ou o caos: o que os cidadãos devem fazer para
a humanização das cidades no Brasil. Nobel, São Paulo, 1989.
SANTOS, Carlos Nelson F. dos. A Cidade como jogo de cartas. Niterói: EDUFF, SP: Projeto, 1988.
CORREIA, J. de A. A noção de estrutura e a noção de forma urbanas. (referência incompleta e sem data).
Ida a campo. (referência incompleta e sem data).
FERRARA, Lucrécia D'Alessio. Olhar Periférico. EDUSP, São Paulo, 1993.
FERRARI, C. Curso de planejamento municipal integrado. Livraria Pioneira Ltda., São Paulo, 1979
LACAZE, Jean-Paul. Os Métodos do Urbanismo. Papirus, Campinas, 1993.
MASCARÓ, J. L. Desenho Urbano e Custos de Urbanização. D. C. Luzzatto Ed., Porto Alegre, 1987.
32
UFAL – Campus Arapiraca
Disciplina:
Semestre:
Código:
Projeto de Arquitetura 4
Oitavo
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Carga horária:
Pré-requisito:
120 horas
-
Ementa: Código e aspectos relativos à aprovação de projetos. Correlação entre
projetos: arquitetônico, instalações, estruturas e aspectos construtivos. Detalhes
arquitetônicos e construtivos. Edificações de multi pavimentos. Elaboração de projeto
executivo para aprovação legal. Memorial descritivo, especificações técnicas e estimativa
de custos. Visita a obras.
Bibliografia:
AZEREDO, H.A. O Edifício e seu acabamento. São Paulo. Edgard Blucher, 1994.
ENGEL, Heino. Sistemas de estructuras. Barcelona: G. Gili, 2001.
NEUFERT, Ernest. Arte de projetar em arquitetura. São Paulo, Gustavo Gili, 1974.
PANERO, J; MARTIN, Z. La dimensiones humanas en los espacios interiores. Barcelona, G.Gili, 1996.
AZEREDO, H.A. O Edifício até seu acabamento. São Paulo. Edgard Blucher, 1994.
ORNSTEIN, Sheila Walbe. Dossiê da Construção do Edifício. São Paulo. FAU, 1992.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Teoria e Técnica do Restauro
Oitavo
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
-
Ementa: Marcos conceituais e fundamentação teórica informadora da temática
preservacionista do patrimônio histórico-cultural. Fundamentações teórico-metodológicas
sobre a elaboração do projeto de restauro e de revitalização de edifícios e centros
históricos. Análise sobre intervenções restaurativas.
Bibliografia:
BRANDI, Cesari. Teoria de la Restauración. Madrid: Alianza Forma, 1988.
BRASIL.MEC.SPHAN/Pró-Memória. Proteção e Revitalização do Patrimônio Cultural no Brasil: uma
trajetória. Brasília: MEC, 1980.
CASTRO, Sonia R. de. O Estado na preservação de bens culturais: o tombamento. Rio de Janeiro:
renovar, 1991.
CESCHI, Carlo. Teoria e storia del restauro. Roma: Mario Bulzoni Editore, 1970
CHOAY, F. A alegoria do patrimônio. São Paulo: ed. UNESP, 2001.
DI STEFANO, Roberto. Desenvolvimento do conceito de conservação. Atti del Convegno ICOMOS.
Napoli: Ravello, 1977. In: Restauro n. 33-34, 1977. Tradução Francisco Mazzoni e Ana Maria Lacerda
LE GOFF, Jacques. História e Memória. Campinas. Editora da UNICAMP. 1992
RUSKIN, John. Las siete lamparas de la Arquitectura. Buenos Aires: El Ateneo, sd
______ As Pedras de Veneza. São Paulo, Martins Fontes, 1992
MILET, Vera. A Teimosia das Pedras: um Estudo sobre a preservação do patrimônio ambiental no
Brasil. Olinda: Prefeitura de Olinda, 1988.
PARENT, Michel. Patrimônio monumental e identidade cultural. In: La salvaguardia delle cittá storiche in
Europa e nell'area mediterranea. Atti del Convegno Internazionale di studi. Trad.: F. Mazzoni. Bologna: Nuova
Alfa Editoriale, 1983.
PATRIMÔNIO CULTURAL. Documentos internacionais e nacionais sobre preservação de bens
culturais. São Leopoldo: Universidade do Vale do Rio dos Sinos, sd.
SÃO PAULO. Secretaria Municipal de Cultura-Departamento do Patrimônio Histórico. O direito à memória:
patrimônio histórico e cidadania. São Paulo: DPH, 1992
33
UFAL – Campus Arapiraca
Disciplina:
Semestre:
Código:
Prática da Construção 2
Oitavo
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
-
Ementa: Planejamento e organização do canteiro de obra. Análise de projetos
complementares. Etapas da construção de edificações de médio/grande porte.
Procedimentos de acompanhamento de obras. Segurança do trabalho. Normas
Técnicas.
Bibliografia:
AZEREDO, Hélio Álvares. O Edifício até seu acabamento. São Paulo. Edgard Blucher, 1994.
ORNSTEIN, Sheila Walbe. Dossiê da Construção do Edifício. São Paulo. FAU, 1992.
RIPPER, Ernesto. Manual Prático de Materiais de Construção. São Paulo, PINI, 1995.
CHING, Francis D. K. Técnicas de Construção Ilustrada. Porto Alegre. Bookmam, 2001.
BAUER, L. A Falcão. Materiais de construção. São Paulo. Livros Técnicos e Científicos S/A, 1994.
9°. Período
Disciplina:
Semestre:
Código:
Projeto de Urbanismo 2
Nono
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
-
Ementa: Diretrizes ideais de ocupação e organização do espaço urbano. Urbanismo
em áreas consolidadas: programas, plano de ação, propostas, projetos e detalhamento.
Bibliografia:
CAMPOS FILHO, Candido Malta. Cidades brasileiras: seu contrôle ou o caos: o que os cidadãos devem
fazer para a humanização das cidades no Brasil. Nobel, São Paulo, 1989.
SANTOS, Carlos Nelson F. dos. A Cidade como jogo de cartas. Niterói: EDUFF, SP: Projeto, 1988.
CORREIA, J. de A. A noção de estrutura e a noção de forma urbanas. (referência incompleta e sem data).
Ida a campo. (referência incompleta e sem data).
FERRARA, Lucrécia D'Alessio. Olhar Periférico. EDUSP, São Paulo, 1993.
FERRARI, C. Curso de planejamento municipal integrado. Livraria Pioneira Ltda., São Paulo, 1979
LACAZE, Jean-Paul. Os Métodos do Urbanismo. Papirus, Campinas, 1993.
MASCARÓ, J. L. Desenho Urbano e Custos de Urbanização. D. C. Luzzatto Ed., Porto Alegre, 1987.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Projeto de Arquitetura 5
Nono
Carga horária:
Pré-requisito:
120 horas
-
MESTRE
Ementa: Inovação tecnológica (materiais, sistemas e tecnologias construtivas).
Análise do espaço edificado na contemporaneidade. Uso de tecnologia de controle
ambiental (ativo e passivo). Relação entre forma, função, inovação tecnológica, custos e
desempenho energético no projeto arquitetônico. Projetos especiais (temas de vanguarda).
Visita a obras.
Bibliografia:
AZEREDO, H.A. O Edifício e seu acabamento. São Paulo. Edgard Blucher, 1994.
34
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
ENGEL, Heino. Sistemas de estructuras. Barcelona: G. Gili, 2001.
NEUFERT, Ernest. Arte de projetar em arquitetura. São Paulo, Gustavo Gili, 1974.
PANERO, J; MARTIN, Z. La dimensiones humanas en los espacios interiores. Barcelona, G.Gili, 1996.
AZEREDO, H.A. O Edifício até seu acabamento. São Paulo. Edgard Blucher, 1994.
ORNSTEIN, Sheila Walbe. Dossiê da Construção do Edifício. São Paulo. FAU, 1992.
10°. Período
Disciplina:
Semestre:
Código:
Projeto de Urbanismo 3
Décimo
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
-
Ementa: Diretrizes ideais de ocupação e organização do espaço urbano. Urbanismo
em áreas consolidadas: programas, plano de ação, propostas, projetos e detalhamento.
Bibliografia:
ACIOLY, C.; DAVIDSON, F.: Densidade urbana: um instrumento de planejamento e gestão urbana.
Mauad, Rio de Janeiro, 1998.
BONDUKI, Nabil: Habitat: as práticas bem-sucedidas em habitação, meio ambiente e gestão urbana
nas cidades brasileiras. Studio Nobel, São Paulo. 1997.
DEL RIO, V. Introdução ao Desenho Urbano no Processo de Planejamento. Pini, São Paulo, 1991.
MASCARÓ, Juan Luís. Desenho Urbano e Custos de Urbanização. D. C Luzzatto, Porto Alegre, 1987.
Manual de loteamentos e urbanizações . SAGRA:D. C. Luzzatto, Porto Alegre, 1994.
PRINZ Dieter. Urbanismo I e II, projecto urbano. Editorial Presença, Lisboa, 1984.
RODRIGUES, F. de M. Desenho urbano: Cabeça, campo e prancheta. Projeto, São Paulo, 1986.
RUANO, M. (org.): EcoUrbanismo (entornos humanos sostenibles: 60 proyectos). Gustavo Gili,
Barcelona, 1999.
Disciplina:
Tecnologia da Construção Civil
Semestre:
Código:
Décimo
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
-
Ementa: Novas tecnologias da construção civil. Viabilidade de aplicação. Fatores
técnicos relativos a estas tecnologias. Automação predial.
Bibliografia:
AZEREDO, H. A. O edifício até sua cobertura. 2ª ed. São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda., 1997.
AZEREDO, H. A. O edifício e seu acabamento. 2ª ed. São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda., 1987.
YAZIGI, Walid. A técnica de edificar. 5ª ed. São Paulo: Pini, 2003.
Ementário das disciplinas eletivas (organizadas por ordem alfabética)
Disciplina:
Semestre:
Acessibilidade no Ambiente Construído
Carga horária:
35
40 horas
UFAL – Campus Arapiraca
Código:
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Pré-requisito:
-
Ementa: Desenho universal. Acessibilidade espacial da arquitetura e do urbanismo.
Mobiliário e acessibilidade. Ergonomia de espaços internos.
Bibliografia:
ABNT. NBR 9050: Acessibilidade de pessoas portadoras de deficiência a edificações, espaços, mobiliário e
equipamentos urbanos. Rio de Janeiro, 1994.
CARVALHO, L. R. Ergonomia e o trabalho do portador de necessidade motora específica: o caso do cadeirante.
2001. 109 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2001.
CÍRICO, L. A. Por dentro do espaço habitável: uma avaliação ergonômica de apartamentos e seus reflexos nos
usuários. 2001. 140 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2001.
FISCHER, S. Diretrizes de projeto arquitetônico e design de interiores para permitir a expansão de habitação de
interesse social. 2003. 124 f. Dissertação (Mestrado em Construção Civil) - Programa de Pós-Graduação em Construção
Civil, Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2003.
NERI, M. Retratos da deficiência no Brasil. Rio de Janeiro: FGV/IBRE, CPS, 2003.
NOBLE, C. W. Edifícios residenciales para incapacitados físicos. In: MILLS, E. D. La Gestión del Proyecto en
Arquitectura. Barcelona: Gustavo Gili, 1992.
STAINBACK, Susan; STAINBACK, William. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre, Artes Médicas,
1999.
STEINFELD, Edward. Arquitetura através do desenho universal. Anais do VI Simpósio Internacional de
Acessibilidade ao Meio-Físico. Rio de Janeiro, Centro de Vida Independente do Rio de Janeiro, p. 87-89,
1994.
Guimarães, Marcelo Pinto. Acessibilidade para papéis sociais ativos. Anais do VI Simpósio Internacional de
Acessibilidade ao Meio-Físico. Rio de Janeiro: Centro de Vida Independente do Rio de Janeiro, 1994, p. 9092.
COSTA, Antônio Ferreira da; OLIVEIRA, Adilson Ferreira de. Detalhando a Arquitetura X (deficiente físico e
idoso).sd, 72p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Arquitetura de Interiores
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
-
Ementa: História e evolução do mobiliário. Técnicas de disposição de mobiliário e
de objetos. Efeitos de iluminação. Materiais de acabamentos em decoração: tecidos,
revestimentos, metais, vidros. Significados da cor em decoração. Obras de Arte.
Organização de ambientes. Projetos de decoração.
Bibliografia:
MANCUSO, C. Arquitetura de interiores e decoração. Porto Alegre: Sulino, 1998.
MOUSINHO, S. et al. Dicionário de artes decorativas e decoração de interiores. Nova Fronteira, 1999.
PEVSNER, N. Origens da arquitetura moderna e do design. S Paulo, Martins Fontes, 1996.
NONIE, N. Interiores contemporáneos. Barcelona, G.Gili, 1993.
PANERO, J.; MARTIN, Z. La dimensiones humanas en los espacios interiores. Barcelona, G. Gili, 1996.
SANTOS, M. C. L. dos. Movel moderno no Brasil. São Paulo, Studio Nobel, 1995.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Climatologia Urbana
Carga horária:
Pré-requisito:
36
60 horas
-
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Ementa: Modificação climática produzida pelas cidades, interações entre o clima e o
ambiente urbano; fatores condicionantes do clima urbano; configurações urbanas mais
adequadas a diferentes tipos de clima; impactos climáticos produzidos por intervenções no
tecido urbano e seu entorno; análise de dados climáticos urbanos.
Bibliografia:
BARBIRATO, G. M.; SOUZA, L. C de; TORRES, S. C. Clima e Cidade: a abordagem clim´tica
como subsídio para estudos urbanos. EdUFAL. Maceió-AL, 2007.
BUSTOS ROMERO, M.A. Arquitetura Bioclimática do Espaço Público. Brasília-DF, Editora
Universidade de Brasília. 2001. 226 p.
BUSTOS ROMERO, M.A. Princípios bioclimáticos para o desenho urbano. São Paulo,
Proeditores, 1988.128p.
HIGUERAS, E. Urbanismo bioclimatico. Barcelona, G.Gili, 2006. 242p
HOUGH, Michael. Naturaleza y Ciudad. Barcelona: Editorial Gustavo Gilli, 1998.
LOMBARDO, M.A. Ilha de calor nas metrópoles-o exemplo de São Paulo. São Paulo, Hucitec,
1985, 244p.
MASCARÓ, L. ; MASCARÓ, J. Vegetação urbana, UFRGS, Porto Alegre, 2002. 242p.
MASCARÓ, L. Ambiência urbana. Porto Alegre, Sagra / DC Luzatto, 1996,199p.
MORENO GARCÍA, M.C. Climatología Urbana. Colección Textos Docents nº 160, Edicions universitat de Barcelona, Barcelona, 1999
OLIVEIRA, P. A Cidade Apropriada ao Clima: a forma urbana como instrumento do
clima urbano Universidade de Brasília, Brasília-DF, 1987.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Computação Gráfica para Arquitetura
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
-
Ementa: Tópicos de modelagem computacional, maquetes
apresentação de projeto com o uso de ferramentas computacionais.
eletrônicas
e
Bibliografia:
EVANS, R. The Projective Cast Œ Architecture and its Three Geometries, The MIT Press, Cambridge, 1995.
LASEAU, P. Graphic Problem Solving for Architects and Designers, Van Nostrand Reinhold Company, New York,
1986.
VINCENT, C. Processos de Projeto e Computação Gráfica: Uma Abordagem Didática. Tese de Doutorado,
Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil, 2003.
RICHENS, P. (1988) Automation of Drafting and Building Modelling Œ Historical Review of Commercial
Development since the Seventies, CIB-W78 Conference, Lund.
ROCHA MEDEIRO, I. A. Os Programas de Computador e o Processo de projeto na Construção do Conhecimento
arquitetônico. Analogia entre operadores computacionais e projetuais- Porto Alegre/ Brasil 1998. Programa de Pesquisa
e Pós Graduação da Arquitetura - UFRGS.
REGO, R. de M. Arquitetura e Tecnologias Computacionais: novos instrumentos mediadores e as possibilidades de
mudança no processo projetual. Dissertação de Mestrado, Universidade Federal da Bahia, 2000.
HEAD, G. Autocad 3D: Guia ilustrado do Autocad em terceira dimensão. São Paulo, Makron Books.
LAWSON, Bryan. What designers know. Oxford : Architectural Press, 2004.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Eficiência Energética no Ambiente Construído
Carga horária:
Pré-requisito:
37
40 horas
-
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Ementa: Histórico. Iniciativas de combate ao desperdício em energia elétrica. O
consumo no setor de edificações. Variáveis climáticas, humanas e arquitetônicas.
Bioclimatologia. Eficiência no setor residencial. Eficiência no setor comercial.
Bibliografia:
LAMBERTS R. Eficiência Energética na Arquitetura. PW Editores, 1997
LAMBERTS et all Estado da Arte de Eficiência Energética em Edificações no Brasil. Procel Eletrobras, 1996.
HIRST et all. Energy Efficiency in Buildings- Progress and Promise. Washington, ACEEE, 1986
GELLER H. Efficient Electricity Use- A development Strategy for Brazil. 1990.
MME 2000 Balanço Energético Nacional.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Ergonomia
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
-
Ementa: História e evolução. Ergonomia clássica e contemporânea. Campos de
ação. Antropometria: aplicações. Análise do Posto de Trabalho. Análise da tarefa. Análise
de Produtos.
Bibliografia:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. - ABNT. NBR 9050. Acessibilidade a edificações,
mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Riode Janeiro – RJ, 2004.
GRANDJEAN, E.; KROEMER, H.J. Manual de Ergonomia. Porto Alegre: Bookman, 1998.
IIDA, I. Ergonomia - projeto e produção. São Paulo, Edgard Blücher, 1997.
MINISTÉRIO DO TRABALHO (Brasil). Norma Regulamentadora n. 17 (NR-17): Ergonomia (117.000-7).
Brasília, M.T.E., 1990.
PANERO, J; MARTIN, Z. La dimensiones humanas en los espacios interiores. Barcelona, G. Gili, 1996.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Estruturas de Aço e Madeira
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
-
Ementa: Treliças. Propriedades gerais de madeiras e aços. Tipos de madeiras.
Tipos de aços. Bitolas de perfis. Peças complementares. Cálculo e dimensionamento de
estruturas.
Bibliografia:
DIAS, L.A.M., Estruturas de aço, 2ª Edição. São Paulo: Editora Zigurate, 1998.
DIAS, L.A.M., Edificações de aço no Brasil. São Paulo: Editora Zigurate, 1993.
DIAS, L.A.M., Aço e Arquitetura: Edificações de Aço no Brasil. São Paulo: Editora Zigurate, 2001.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. – ABNT. NBR 7190 Projeto de Estruturas de Madeira.
Rio de Janeiro, 1997.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. - ABNT . NBR 8800 Projeto e Execução de estruturas de
aço em edifícios (método dos estados limites). Rio de Janeiro, 1988.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Estruturas de Concreto
Carga horária:
Pré-requisito:
38
80 horas
-
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Ementa: Propriedades gerais dos concretos e dos aços. Normas Técnicas. Estados
limites de utilização. Elementos do projeto estrutural. Lajes: classificação e
dimensionamento. Vigas: tipos e dimensionamento. Pilares. Marquises. Escadas.
Fundações. Reservatórios d’água.
Bibliografia:
HANAI, J. B. Fundamentos de concreto protendido São Carlos, EESC-USP, 1995 (notas de aula).
LEONHARDT, F Construções de concreto – concreto protendido (v.5), Rio de Janeiro, Interciência, 1980.
PFEIL, W. Concreto protendido (3v). Rio de Janeiro, Ed. LTC, 1984
EL DEBS, Mounir Khalil; TAKEYA, Toshiaki - Pontes de concreto – notas de aula. Fascículos 1-4,6-7. Escola de
Engenharia de São Carlos. São Paulo, 2000.
LEONHARDT, F Construções de concreto – princípios básicos da construção de pontes de concreto, (v.6), Rio de
Janeiro, Ed. Interciência, 1980.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Transporte e Mobilidade
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
-
Ementa: Tipos de Transportes e Planejamento. Tipos de vias. Projetos interseções
em nível. Sinalização viária. Tratamento de pontos críticos de sistemas urbanos. Técnicas
de segurança para pedestres. Tipos de estacionamentos. As questões do transporte
urbano sob a ótica da mobilidade urbana sustentável: a articulação do desenvolvimento
urbano com a sustentabilidade ambiental e a inclusão social.
Bibliografia:
FERRAZ, A. C. P. Escritos sobre Transporte, Trânsito e Urbanismo. Editora São Francisco. Ribeirão Preto, 1998.
HUTCHINSON, B. G. Princípios de planejamento de sistemas de transporte. Tradução Henrique O. M. Barros.
Editora Guanabara Dois. Rio de Janeiro, 1979.
LIMA, I. M. O. O novo e o velho na gestão da qualidade do transporte urbano. Edipro - Edições Profissionais Ltda.
São Paulo, 1996.
SARAIVA, M. A cidade e o Tráfego - Uma Abordagem Estratégica. Editora Universitária - UFPE. Recife, 2000.
6. Estágio Supervisionado:
39
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
O estágio curricular deve propiciar a complementação do ensino e da
aprendizagem, através de atividades práticas, pela participação em situações reais de vida
e de trabalho na área de formação do estudante, realizadas na comunidade em geral ou
junto às pessoas jurídicas de direito público ou privado, sob responsabilidade e
coordenação da Instituição de Ensino. (Lei nº 6494/77 regulamentada pelo Decreto nº
87.497/82, art.2).
Os estágios curriculares classificam-se como obrigatório e não obrigatório,
oficializados através de parcerias com empresas vinculadas à arquitetura e/ou engenharia
por meio de convênios registrados, devendo os mesmos serem planejados, executados,
acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos, programas e calendários
escolares.
7. Trabalho de Conclusão de Curso – TCC:
40
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Desenvolvido pelo aluno graduando ao longo do curso e tendo sua conclusão no 10º
(décimo) semestre do curso, devidamente acompanhado por um Orientador, visa elaborar
monografia sobre um tema da arquitetura e/ou urbanismo. Ainda em forma de proposta, a
monografia é apresentada a uma banca composta por três professores que, após análise,
emite opinião quanto a sua viabilidade e mérito aprovando com ou sem ressalvas ou
recomendando alterações mais profundas a serem efetivadas e apresentadas.
Ao final do mesmo semestre a monografia é defendida perante uma banca
examinadora composta pelo orientador e dois outros componentes com conhecimentos e
atuação em áreas afins, podendo estes não pertencer ao quadro de professores da IES.
Deverá observar os seguintes preceitos:
•
Trabalho individual, com tema de livre escolha do aluno, obrigatoriamente
relacionado com as atribuições profissionais;
•
Desenvolvimento sobre a supervisão de professores orientadores, escolhidos pelo
estudante entre os docentes do curso;
•
Avaliação por uma comissão que inclui, obrigatoriamente, a participação de
arquiteto(s) e urbanista(s) não pertencente(s) à própria instituição de ensino,
cabendo ao examinando a defesa do mesmo perante essa comissão.
8. Atividades Complementares:
41
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
As atividades complementares desempenhadas pelos discentes do curso de
Arquitetura e Urbanismo serão incorporadas no histórico escolar e especificadas através
da confirmação da carga horária flexível, sendo a carga obrigatória correspondente a 200h.
Serão consideradas as atividades citadas a seguir:
•
Participação no Curso de Nivelamento
O curso de nivelamento para os alunos recém ingressos no curso de Arquitetura e
Urbanismo do Campus Arapiraca - UFAL via Processo Seletivo Seriado - PSS tem como
objetivo promover uma melhoria no desempenho acadêmico dos mesmos. Seus objetivos
imediatos consistem em:
1. Promover a integração destes alunos entre si e com os demais do corpo
discente, com os docentes do curso, de forma a incentivá-los a participar das
várias atividades desenvolvidas pela Universidade;
2. Mostrar a estrutura acadêmica e administrativa da Universidade;
3. Apresentar informações sobre a matriz curricular do curso, Colegiado do Curso,
Centro Acadêmico, Programas de iniciação científica da UFAL;
4. Avaliar e complementar os conhecimentos destes alunos nas matérias cálculo e
desenho de expressão;
5. Enfatizar a importância das matérias básicas para a formação profissional;
6. Esclarecer dúvidas sobre as atribuições do arquiteto e urbanista, e desenvolver
discussões sobre o seu atual papel no processo do desenvolvimento
sustentável.
•
Atuação em programas de monitoria
O programa institucional de monitoria é coordenado pela Pró-Reitoria Estudantil PROEST, cuja principal finalidade é possibilitar ao aluno o desenvolvimento de atividades
de ensino-aprendizagem em determinada disciplina supervisionada por um professor
orientador, tendo os seguintes objetivos:
1. Assessorar o professor nas atividades docentes;
2. Possibilitar a interação entre docentes e discentes;
3. Proporcionar ao monitor uma visão globalizada da disciplina a partir do
aprofundamento, questionamento e sedimentação de seus conhecimentos;
4. Desenvolver habilidades didático-pedagógicas e uma visão crítica sobre a
metodologia do ensino;
5. Envolver o estudante em trabalho de pesquisa associado ao ensino.
Para submissão ao Programa o aluno deverá estar de acordo com a Resolução Nº
039/96 – CEPE de 12 de agosto de 1996.
Estando apto a se inscrever para o processo seletivo, o aluno candidato estará
sendo submetido à prova escrita; prova prática, se a disciplina assim o exigir; exame do
histórico escolar com ênfase no estudo da disciplina e análise dos dados referentes às
suas atividades discentes constantes no histórico escolar.
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UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
No final do período de monitoria o aluno recebe um Certificado do exercício de
monitoria assinado pelo Pró-Reitor Estudantil.
•
Atuação em Programas de Iniciação Científica -PIBIC
O Programa institucional de bolsas de iniciação científica é coordenado pela PróReitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPEP) de acordo com a Resolução Normativa
Nº 025/2005 do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq),
apresentando os seguintes objetivos:
1. Despertar a vocação científica e incentivar talentos potenciais entre estudantes de
graduação, mediante sua participação em projetos de pesquisa que introduzam o
jovem universitário no domínio do método científico.
2. Qualificar quadros para os programas de pós-graduação e aprimorar o processo de
formação de profissionais para o setor produtivo.
3. Estimular professores/pesquisadores a envolver estudantes de graduação no
processo de investigação científica, otimizando a capacidade de orientação da
instituição.
O Discente / bolsista deverá apresentar os resultados finais da pesquisa, sob a
forma de exposições orais ou painéis, acompanhados de um relatório final de pesquisa
com redação científica, que permita verificar o emprego de métodos e processos
científicos. O conteúdo e formato do relatório devem obedecer aos padrões do formulário
disponibilizado pela PROPEP.
•
Atuação em Programas de Extensão Universitária
As atividades de extensão universitária são coordenadas pela Pró- Reitoria de
Extensão da Universidade Federal de Alagoas que assume a extensão como uma das
dimensões da vida acadêmica, ou seja, uma forma de vivenciar o processo ensinoaprendizagem além dos limites da sala de aula, com a possibilidade de articular a
universidade às diversas organizações da sociedade, numa enriquecedora troca de
conhecimentos e experiências. As atividades podem ser coordenadas por docentes,
técnico-administrativos ou discentes, sob orientação docente.
•
Outras Atividades
Outras atividades vinculadas às atividades de arquitetura e urbanismo também
poderão ser consideradas como válidas para composição da carga horária complementar,
como a participação em escritórios-modelo ou empresa júnior, e participação em
congressos e seminários acadêmicos / científicos. Para incorporar as atividades não
citadas neste item, o aluno deverá encaminhar um ofício solicitando à coordenação do
curso uma avaliação da atividade complementar exercida a fim de validá-la no seu
respectivo histórico escolar, através da análise do colegiado do curso.
43
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
9. Avaliação:
Sistema de avaliação do projeto do curso
44
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
A avaliação permanente do Projeto Pedagógico do Curso a ser implementado com
esta proposta é importante para aferir o sucesso do novo currículo para o curso, como
também para certificar-se de alterações futuras que venham a melhorar este projeto, vez
que o projeto é dinâmico e deve passar por constantes avaliações, para atendimento do
disposto no artigo 3º, Inciso VIII, da Lei nº. 10861, de 14/04/2004.
Os mecanismos a serem utilizados deverão permitir uma avaliação institucional e
uma avaliação do desempenho acadêmico – ensino e aprendizagem – de acordo com as
normas vigentes, viabilizando uma análise diagnóstica e formativa durante o processo de
implementação do referido projeto. Deverão ser utilizadas estratégias que possam efetivar
a discussão ampla do projeto mediante um conjunto de questionamentos previamente
ordenados que busquem encontrar suas deficiências, se existirem.
O Curso será avaliado também pela sociedade através da ação/intervenção
docente/discente expressa na produção e nas atividades concretizadas no âmbito da
extensão universitária em parceria com indústrias alagoanas e estágios curriculares não
obrigatórios.
O roteiro proposto pelo INEP/MEC para a avaliação das condições de ensino
também servirá de instrumento para avaliação, sendo o mesmo constituído pelos seguintes
tópicos:
•
Organização didático-pedagógica: administração acadêmica, projeto
do curso, atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação;
•
corpo docente: formação profissional, condições de trabalho; atuação
e desempenho acadêmico e profissional;
•
infra-estrutura: instalações gerais, biblioteca, instalações e laboratórios
específicos.
A avaliação do desempenho docente será efetivada pelos alunos/disciplinas
fazendo uso de formulário próprio e de acordo com o processo de avaliação institucional.
Sistema de avaliação do processo de ensino e aprendizagem
As avaliações acerca do processo de ensino e aprendizagem, relativas a provas,
trabalhos, avaliações, notas, médias, desempenho mínimo exigido do estudante, dar-se-ão
conforme resolução da UFAL :
A avaliação do rendimento escolar se dará através de: (a) Avaliação
Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo; (b)
Prova Final (PF), quando for o caso; (c) Trabalho de Conclusão de
Curso (TCC).
Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação, inclusive
prova final, após a divulgação antecipada de, pelo menos, 48
(quarenta e oito) horas, das notas obtidas pelo aluno em avaliações
anteriores. O aluno terá direito de acesso aos instrumentos e critérios
45
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
de avaliação e, no prazo de 02 (dois) dias úteis após a divulgação de
cada resultado, poderá solicitar revisão da correção de sua avaliação,
por uma comissão de professores designada pelo Colegiado do
Curso. Será também considerado, para efeito de avaliação, o Estágio
Curricular Obrigatório, quando previsto no PPC.
Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que
possível, aos conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será
resultante de mais de 01 (um) instrumento de avaliação, tais como:
provas escritas e provas práticas, além de outras opções como
provas orais, seminários, experiências clínicas, estudos de caso,
atividades práticas em qualquer campo utilizado no processo de
aprendizagem. Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de
cumprir 01 (um) ou mais dos instrumentos de avaliação terá a sua
nota, na Avaliação Bimestral (AB) respectiva, calculada
considerando-se a média das avaliações programadas e efetivadas
pela disciplina. Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior
a 7,0 (sete) em uma das 02 (duas) Avaliações Bimestrais, terá direito,
no final do semestre letivo, a ser reavaliado naquela em que obteve
menor pontuação, prevalecendo, neste caso, a maior nota. A Nota
Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética,
apurada até centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações
Bimestrais. Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar
Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00
(sete). Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final
(NF) das Avaliações Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco). O aluno
que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou
superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a
Prova Final (PF).
A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina
ministrada e será realizada no término do semestre letivo, em época
posterior às reavaliações, conforme o Calendário Acadêmico da
UFAL. Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final
(PF), em cada disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou
superior a 5,5 (cinco inteiros e cinco décimos). O cálculo para a
obtenção da média final é a média ponderada da Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da nota da Prova Final
(PF), com peso 4 (quatro). Terá direito a uma segunda chamada o
aluno que, não tendo comparecido à Prova Final (PF), comprove
impedimento legal ou motivo de doença, devendo requerê-la ao
respectivo Colegiado do Curso no prazo de 48 (quarenta e oito) horas
após a realização da prova.A Prova Final, em segunda chamada,
realizar-se-á até 05 (cinco) dias após a realização da primeira
chamada, onde prevalecerá o mesmo critério disposto no Parágrafo
único do Art. 16.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular
obrigatório em todos os Projetos Pedagógicos dos Cursos da UFAL,
assumindo a seguinte conformação: I - O TCC não se constitui como
disciplina, não tendo, portanto, carga horária fixa semanal, sendo sua
carga horária total prevista no PPC e computada para a
integralização do Curso; II - A matrícula no TCC se dará
46
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
automaticamente a partir do período previsto no Projeto Pedagógico
do Curso para a sua elaboração, não tendo número limitado de
vagas, nem sendo necessária a realização de sua matrícula
específica no Sistema Acadêmico; III - A avaliação do TCC será
realizada através de 01 (uma) única nota, dada após a entrega do
trabalho definitivo, sendo considerada a nota mínima 7,0 (sete), nas
condições previstas no PPC; IV - Caso o aluno não consiga entregar
o TCC até o final do semestre letivo em que cumprir todas as outras
exigências da matriz curricular, deverá realizar matrícula-vínculo no
início de cada semestre letivo subseqüente, até a entrega do TCC ou
quando atingir o prazo máximo para a integralização do seu curso,
quando então o mesmo será desligado.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
UFAL. Projeto Pedagógico do Curso de Arquitetura e Urbanismo (regime seriado semestral),
Maceió, Campus Central da UFAL, CTEC, 2005, 56p.
47
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
UFAL. Projeto de Interiorização da Universidade Federal de Alagoas: Uma Expansão Necessária.
Dezembro de 2005.
UFAL. Projeto Político Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia CiviL (regime seriado
semestral), Maceió, Campus Central da UFAL, CTEC, 2005, 56p.
MEC. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em
Arquitetura e Urbanismo, Parecer CNE/CES no. 112/2005 de 06/04/2005, publicado no DOU de
06/06/2005. Institui as diretrizes curriculares nacionais do curso de arquitetura e urbanismo, de
graduação plena, em nível superior e dá outras providências.
MEC. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em
Arquitetura e Urbanismo. Resolução no. 6 de 02/02/2006, publicado no DOU de 03/02/06. Institui
as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo e dá
outras providências.
48
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
ANEXOS
49
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Viabilidade do Projeto
A viabilidade deste Projeto Pedagógico depende, não somente, da sua elaboração
em consonância com a proposta geral do Projeto de Interiorização da UFAL, mas também,
de recursos humanos, instalações físicas e equipamentos.
Com relação ao quadro docente, é de extrema importância para a implantação deste
projeto a contratação de novos professores com o objetivo de complementar o quadro
atual, constituído pelos seguintes professores:
- Iuri Ávila L. de Araújo, graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade
Federal de Alagoas e mestre em Arquitetura e Urbanismo - Dinâmicas do Espaço Habitado
com ênfase em Concepção e Construção, pela mesma universidade.
- Márcio André Araújo Cavalcante, graduado em Engenharia Civil pela Universidade
Federal de Alagoas e mestre em Engenharia Civil com ênfase em Estruturas, pela mesma
universidade.
- Simone Carnaúba Torres, graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade
Federal de Alagoas e mestre em Arquitetura e Urbanismo - Dinâmicas do Espaço Habitado
com ênfase em Concepção e Construção, pela mesma universidade.
- Thaisa F. César Sampaio de Oliveira, graduada em Arquitetura e Urbanismo pela
Universidade Federal de Alagoas e mestre em Arquitetura e Urbanismo - Dinâmicas do
Espaço Habitado com ênfase em Concepção e Construção, pela mesma universidade.
Professor
Disciplinas vinculadas
Desenho Auxiliado por Computador,
Iuri A Lins de Araújo – Dedicação
Estudo da forma 1 ,
01
Exclusiva
Estudo da forma 2,
Conforto Ambiental 2
Fundamentos do Cálculo,
Geometria Analítica,
Márcio André Araújo Cavalcante –
02
Introdução a Análise Estrutural,
Dedicação Exclusiva
Mecânica dos Sólidos
Sistemas Estruturais
Geometria Descritiva,
Conforto Ambiental 1,
Simone Carnaúba Torres - Dedicação
03
Conforto Ambiental 3,
Exclusiva
Métodos e Técnicas de Perspectiva,
Projeto de Arquitetura 1
Desenho Técnico,
Thaisa F. C. Sampaio de Oliveira Expressão Gráfica,
04
Dedicação Exclusiva
Detalhes Arquitetônicos,
Projeto de Arquitetura 2
Quadro 1: Professores atualmente vinculados ao Curso de Arquitetura e Urbanismo – Campus
Arapiraca
Encontra-se em anexo um quadro de previsão para contratação de novos docentes,
distribuídos por áreas de estudo.
A eficiência e a efetividade do processo de ensino-aprendizagem dos alunos do
Curso de Arquitetura e Urbanismo requer, além de salas de aulas teóricas com
multimeios, de salas de aulas práticas (ateliês de arquitetura e urbanismo) e, no
50
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
mínimo, de três laboratórios (de informática, de conforto ambiental e de tecnologia da
construção).
Será apresentado, a seguir, o detalhamento destes espaços destinados a atividades
de ensino e pesquisa:
1. Ateliê de Arquitetura:
Estes espaços são destinados a aulas teóricas e práticas relacionadas a atividades
de desenho e projeto de arquitetura.
Para um bom aproveitamento destas salas é indispensável um lay out que busque
tirar partido da iluminação e ventilação natural.
Estas salas devem estar equipadas
com bancos (assentos), pranchetas e réguas paralelas para desenho técnico, de uso
individual do estudante. Outros recursos também se fazem necessários, como quadro
branco e retro projetor.
A fim de ilustrar a organização destes espaços, encontra-se abaixo uma ilustração
com um pré-dimensionamento para o funcionamento adequado do mesmo, cuja área
mínima sugerida é de 126m2.
Para o pleno funcionamento deste curso estamos prevendo a necessidade de 2 ateliês
de Arquitetura seguindo este padrão de pré-dimensionamento.
Figura 1: Proposta de lay out para o ateliê de desenho
2. Ateliê de Urbanismo:
51
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Estes espaços são destinados a aulas teóricas e práticas relacionadas a atividades
de projeto de urbanismo. Também permite a realização de atividades manuais como
construção de modelos em escala reduzida.
O lay out deste espaço deve permitir uma interação freqüente entre os estudantes e
o professor. Portanto, estas salas devem estar equipadas com assentos individuais e
mesas planas para discussões e trabalhos em grupo. Outros recursos também se fazem
necessários, como quadro branco e retro projetor.
A fim de ilustrar a organização destes espaços, encontra-se abaixo uma ilustração com
um pré-dimensionamento para o funcionamento adequado do mesmo, cuja área mínima
sugerida é de 126m2.
Para o pleno funcionamento deste curso estamos prevendo a necessidade de 2 ateliês
de Urbanismo seguindo este padrão de pré-dimensionamento.
Figura 2: Proposta de lay out para ateliê de urbanismo
3. Laboratório de Informática Aplicada:
52
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
O laboratório de informática irá disponibilizar aos alunos recursos de informática
necessários à produção de projetos arquitetônicos.
Tendo em vista que na atualidade, o computador se tornou ferramenta de desenho
quase indispensável, e ainda que a maioria dos alunos não tem condições de adquirir e
operar, em sua residência, os instrumentos necessários a essa tarefa, torna-se relevante
dotar o curso de um espaço que ofereça tais condições.
Este espaço necessita de uma área mínima de 40 m², para abrigar 25 computadores
com configuração adequada para operar os programas gráficos (AutoCad 2007 e AutoCad
Revit séries), assim como mobiliário básico para informática: assentos individuais e mesas
para os computadores.
Além dos itens anteriores, fundamentais para o funcionamento do laboratório, este
também poderia ser equipado com ferramentas de design gráfico, impressão e
digitalização, melhorando assim a oferta de recursos disponíveis aos alunos. Esses
recursos foram listados no projeto como itens complementares.
Abaixo segue a lista dos itens solicitados e complementares:
Tabela 1: Equipamentos do laboratório de informática aplicada
Descrição
Micro-computador: Intel Pentium IV 3,0 GHtz, memória de
vídeo 256 Mb (off board), memória RAM de 1Gb, HD de 80
Gb, gravadora e leitora de DVD, placa de som (on board) e kit
multimídia, placa de rede, teclado ABNT 2, mouse óptico com
rolagem, com Windows XP professional SP 2 Português Brasil
instalado, garantia de três anos e assistência técnica no
Estado de Alagoas com direito a visita e manutenção no
Campus Arapiraca sem ônus para a UFAL.
Monitor: LCD 17”
No break: 3 Kva, bivolt.
Projetor Multimídia: 1500 lm (ANSI), 28 db, 3000h
Ar condicionado (split): 36.000 BTU
Quadro branco: 1,50m x 0,80m
Mesa para computador: 1,0m x 0,8m x 0,75m, tampo em
plastiforme branco, suporte para teclado rebaixado no centro,
suporte para CPU Torre fixo no pé da mesa.
Cadeira estofada: giratória ergométrica c/braços p/digitação.
TOTAL
53
Qt.
Custo
Unit. (R$)
Custo total (R$)
25
1.500,00
37.500,00
25
9
1
1
1
25
650,00
300,00
3.400,00
3.500,00
450,00
350,00
16.250,00
2.700,00
3.400,00
3.500,00
450,00
8.750,00
25
120,00
3.000,00
75.550,00
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Tabela 2: Itens complementares para o laboratório
Descrição
Qt.
Custo total (R$)
2
1
Custo Unit.
(R$)
300,00
16.000,00
No break: 3 Kva, bivolt.
Plotter: Jato de tinta, resolução 1200 x 600 dpi, Colorido,
memória interna 16 Mb, para formatos de papel A0, A1, A2 e
A3.
Scanner (mesa/ Flatbed): resolução óptica 1200 x 1200 dpi,
profundidade de cor 48 bti, área de digitalização 216 x
297mm, tempo de prescan – aquecimento 14 seg.
Impressora jato de tinta: resolução 4800 x 1200 (máxima)
veloc. Máx página/min. Até 30 preta/20 color, Ciclo mensal
1.000.
Mesa digitalizadora Profissional: com caneta óptica (Grip
Pen), USB, 12x19”, resolução de 5080 lpi,
Programa CorelDRAW X3 (Corel )
TOTAL
1
320,00
320,00
1
500,00
500,00
1
4.950,00
4.950,00
25
-
1.200,00
-
30.000,00
52.370,00
600,00
16.000,00
4. Laboratório de Conforto Ambiental:
O laboratório apresentado neste projeto configura-se como espaço de apoio didático
para auxiliar as atividades desenvolvidas nas disciplinas do curso de arquitetura e
urbanismo. Neste espaço serão alocados equipamentos de apoio ao ensino das disciplinas
de conforto ambiental (ofertada a partir do 3º período) e projeto de arquitetura
(disponibilizada em módulos que são distribuídos desde o 4º período até o último período
do curso).
A implantação deste laboratório justifica-se pela intenção de reduzir as atuais dificuldades dos profissionais da área em aplicar os conhecimentos do conforto ambiental à prática projetual. Sabe-se que o desempenho ambiental, no que diz respeito ao conforto térmico, acústico e luminoso dos usuários das edificações, dentre um conjunto mais amplo do
comportamento da edificação em uso, é definido ainda na concepção de projeto. Estes conhecimentos técnicos são atualmente indispensáveis devido à busca mundial pela redução
do desperdício de energia e como também devido à retirada dos subsídios governamentais
na geração de energia no Brasil. Desta forma, é exigido cada vez mais que os projetistas
sejam capazes de propor soluções adequadas ao clima local e eficazes do ponto de vista
energético. È necessário, portanto, que eles saibam predizer o comportamento do ambiente construído com relativa precisão.
Portanto, os conhecimentos das disciplinas de conforto ambiental não apresentam
um conteúdo teórico isolado, pois estes representam um meio para se atingir um objetivo
que é a otimização do projeto arquitetônico. Para isso, existem diversas ferramentas que
podem auxiliar os discentes no entendimento do conteúdo teórico e técnico de forma a facilitar a utilização na atividade projetual. Dentre estas ferramentas destacam-se os diversos
softwares que simulam as condições de desempenho higro-térmico, assim como, as condições de ventilação natural e iluminação natural nas edificações e no meio urbano. A maioria destes softwares são disponibilizados gratuitamente pelos Laboratórios de Conforto
Ambiental existentes no Brasil, como LabCon e LABEEE (Laboratório de Eficiência Energética em Edificações) da Universidade Federal de Santa Catarina, NUCAM – Núcleo de
Conforto Ambiental (UNESP/FAAC) Laboratório do Ambiente Construído (Universidade
Federal do Paraná). Dentre estes softwares destacam-se: Analysis 1.5, Analysis Bio,
54
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Analysis Sol-Ar, E2, Enercalc desenvolvidos pela UFSC, Luz do Sol e Arquitrop, desenvolvidos pela UFSCar e o FluxoVento desenvolvido pela PUC-Rio.
O projeto presume a existência de um espaço físico de aproximadamente 40 m²,
onde serão instalados dois microcomputadores, para a utilização e demonstração dos
softwares específicos da área de conforto ambiental e projeto de arquitetura. Neste espaço
serão alocados ainda equipamentos de auxílio à avaliação de projetos arquitetônicos como
o Heliodon (para estudos de geometria solar) e a Mesa d’água (para estudos de ventilação
natural).
MESA DE
REUNIÕES
(2,00 X1,00)
projeção
prateleiras
suspensas
MESA D'ÁGUA
(1,70 X 0,81)
GAVETEIRO DE
AÇO
ARMÁRIOS DE AÇO
(1.00 X 0.40 X 1.70 alt.)
HELIODON
QUADRO BRANCO
(2.5 X 0.80)
Figura 3: Planta-baixa do laboratório de conforto ambiental
Também deverão ser solicitados alguns instrumentos de aferição das variáveis
climáticas (temperatura, umidade, ventos, luminosidade e ruídos) que são utilizados para
avaliações do desempenho ambiental de espaços construídos. Estas avaliações serão
solicitadas nos trabalhos acadêmicos da disciplina de conforto ambiental a fim de despertar
nos alunos o entendimento dos aspectos integrados à qualidade ambiental e eficiência
energética das edificações. Dentre os instrumentos necessários para a realização destas
55
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
avaliações destacam-se: Termo-higro-anem-luxímetro (registra temperatura do ar, umidade
relativa, velocidade do vento e luminosidade, em ambientes externos), mini registrador
HOBO (registra temperatura do ar, umidade relativa e absoluta e luminosidade em
ambientes internos a partir da programação de períodos de medição), o Decibelímetro
(registra o nível de ruído em ambientes internos e externos) e o Luminancímetro (registra a
luminância de superfícies).
A utilização do laboratório será baseada nos horários de aula das disciplinas de
conforto ambiental e projeto de arquitetura, podendo ainda se estender para ocupação dos
alunos durante a realização de avaliações e trabalhos acadêmicos realizados em equipe.
Os equipamentos necessários para a implantação do laboratório estão especificados
na tabela 3.
Tabela 3: Equipamentos do Laboratório de Conforto Ambiental
DISCRIMINAÇÃO
QT.
Cadeira estofada, giratória ergométrica c/braços p/digitação
2
CUSTO
UNITÁRIO
(R$)
120,00
Cadeira estofada, fixa assento/encosto
8
60,00
240,00
Microcomputador, (Computador Pentium 4 3.0 Ghz 512MB
HD80GB DVD-RW, Monitor LCD 15" 540N )
Impressora jato de tinta, resolução 600 x 600 papel A4, Ciclo
mensal 1.000.
No- break, 1200 VA – Bivolt
Mini registrador micro processado de temperatura,
umidade, luminosidade e 1 canal externo de temperatura tipo
HOBO. Características: faixa: -20°C a +70°C; 25% a 95% UR e
2 a 600 Lumens/PE2 CÓD. H08-004-02
Kit de programação, para registrador microprocessado
composto de software, manual e cabo Cód. BCP4.3-DL
Pc Termo-higro-anem-luxímetro, mod. THAL-300, digital,
escala 0,4 a 30,0 m/s 385,13 5
Projetor Multimídia, 1500 lm (ANSI), 28 db, 3000h
Ar condicionado, 10.000BTU
Mesa de reunião, p/ 8 lugares (dimensão: 2,00m x 1,00)
Mesa p/ microcomputador,0,90 x 0,60 x 0,72 m
Gaveteiro, (arquivo) de aço 4 gavetas p/ pastas suspensas
Armário, 2 portas de giro de aço (1,00X 0,40 – 1,70 de alt.)
Prateleira suspensa, em MDF coberto com revestimento
melamínico (1,80m x 0,30m)
Quadro branco (2,50x 0,80)
Mesa d’água*
Heliodon*
Decibelímetro digital com datalogger, faixa:
30a130db,resolução: 0,1db, precisão de 1,5% e freqüência de
8 a 20KHz.
Luminancímetro digital
Luxímetro digital, com data logger (dotado de três
sensores)
Programa MATLAB® 7.3 - The Language of Technical
Computing. The MathWorks, Inc.
TOTAL
2
2.500,00
5.000,00
1
450,00
450,00
2
2
550,00
663,00
1.100,00
1.326,00
1
510,00
510,00
2
405,00
810,00
1
1
1
2
1
2
2
3.405,00
900,00
650,00
250,00
380,00
320,00
150,00
3.405,00
900,00
650,00
500,00
380,00
640,00
300,00
1
1
1
1
600,00
1.300,00
1.427,41
600,00
1.300,00
1.427,41
1
1
1.000,00
2.000,00
1.000,00
2.000,00
2
2.500,00
5.000,00
CUSTO TOTAL
(R$)
240,00
27.778,41
*Equipamento disponível apenas através de montagem específica. Ver projeto em anexo.
56
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Pretende-se, a partir da criação deste laboratório que os alunos da Universidade Federal de Alagoas – Campus Arapiraca, tornem-se profissionais de arquitetura com a visão
integrada de projeto e conforto ambiental. Desta forma, a formação acadêmica desenvolvida pela universidade poderá contribuir para a consolidação dos ideais referentes à arquitetura sustentável e à eficiência energética das edificações.
4.1 Projeto da mesa d’água
O projeto especificado a seguir foi elaborado pelos professores Alexandre Márcio
Toledo do Grupo de Estudos em Conforto Ambiental da Universidade Federal de Alagoas e
Fernando Oscar Ruttkay Pereira do Programa de Pós Graduação em Engenharia Civil da
Universidade Federal de Santa Catarina.
A mesa d’água – apesar de ser bastante empregada para fins hidráulicos – ainda é
pouco utilizada como modelo analógico para visualização da ventilação natural em edifícios. Ela consiste em um equipamento que possibilita a passagem da água acrescida de um
indicador (contraste), através de um canal plano e homogêneo (mesa), em circuito aberto
ou fechado. Em contato com os obstáculos colocados sobre a mesa, permite a visualização dos desvios do fluxo, bem como da formação de vórtices e esteiras – efeitos visuais
muito semelhantes aos verificados em ensaios aerodinâmicos.
4.1.1 Descrição do equipamento:
A Mesa d’Água do LabCon consiste em uma placa horizontal de vidro transparente
(mesa) sobre a qual a água escoa em velocidade uniforme, ao longo de sua largura, e que
constitui o campo de observação e ensaio (medindo 1.10 x 0.67 m, comprimento e largura,
respectivamente). Essa placa está montada numa estrutura de perfis metálicos (gabinete),
apoiada sobre rodízios e niveladores, que permitem seu deslocamento (medindo 1.70 x
0.81 x 1.10 m, largura, profundidade e altura, respectivamente).
Nas laterais da estrutura, também fechados com vidros transparentes, situam-se os
dois reservatórios: o reservatório montante, de onde a água provém, e o reservatório jusante, para onde a água escoa; com capacidade para 90 litros cada, conforme Figura 1.
Complementam o equipamento um sistema hidráulico e outro elétrico.
O sistema hidráulico é composto por uma tubulação principal de 1” que interliga os
reservatórios pela parte inferior. A tubulação se inicia com uma boca de entrada (flange de
1”), protegida por tela, no reservatório jusante e termina em um tubo transversal com vários
furos, direcionados para o fundo do reservatório montante..
Há dois registros de passagem: um para a água (1”) – situado na tubulação principal
– e outro para entrada de ar no sistema (3/4”) – situado numa derivação da tubulação principal –, ambos localizados antes do motor
O sistema elétrico é composto por um motor de 0.75 HP de potência e 60 Hz de
freqüência máxima, que equivale a uma vazão de 9,60 m3/h; e por um inversor de 200-240
57
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
VAC de potência e 50/60 Hz de freqüência máxima, que impulsionam a água do reservatório jusante para o montante, passando pelo tubo transversal.
O esgotamento da água dos reservatórios é feito por uma torneira de 1/2”, situada
na tubulação principal, logo após o motor.
Figura 4: Esquema e fotos da Mesa d’Água (Laboratório de Conforto - UFSC)
4.1.2 Esquema Geral de Funcionamento
A operação inicial consiste em encher os reservatórios. O equipamento trabalha
com 120 litros de água, que devem ser assim distribuídos: 90 l (capacidade total), no reservatório jusante, e 30 l (1/3 da capacidade), no reservatório montante – aos quais deve ser
acrescido o indicador, para visualização das linhas de fluxo. O indicador utilizado tem sido
o detergente lava-louças, em torno de 200 ml.
A seguir deve ser acionado o sistema elétrico, regulando o inversor para uma
freqüência de 40 Hz, a fim de gerar o turbilhonamento necessário para misturar o detergente à água e elevar o nível do reservatório montante até a altura da mesa, quando passa
a escoar em regime turbulento pelo campo de observação até o reservatório jusante. Após
uns 5 minutos de operação, a espuma já adquire a consistência desejável para iniciar os
experimentos.
Para visualização de fluxo laminar, a freqüência de 20 Hz tem-se mostrado adequada, podendo-se conseguir resultados semelhantes com freqüências menores; entretanto,
com tendência de perda rápida da consistência da espuma e, por conseguinte, menor visualização das linhas de fluxo. Esse fato pode ser contornado com o aumento periódico da
freqüência do inversor (a fim de aumentar o turbilhonamento na base do reservatório montante, voltando a gerar fluxo turbulento) e retornando à freqüência de trabalho escolhida.
58
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
A altura da lâmina d’água é bastante variável e função da freqüência do inversor. Na
freqüência máxima (60 Hz), chega próximo de 2,00 cm, em regime turbulento. E na
freqüência de regime laminar, a altura da lâmina d’água pode chegar até a 0,50 cm.
4.2 Projeto do heliodon
Um heliodon é um dispositivo para ajustar o ângulo entre uma superfície plana e
uma fonte de luz para combinar o ângulo de altura (ângulo vertical) e azimute (ângulo horizontal) entre um plano horizontal e uma fonte de luz, simulando com isso a incidência solar
em uma latitude, dia e hora do ano específicos e observando o efeito da luz solar em objetos apoiados sobre esse plano. Heliodons são usados por arquitetos e por estudantes de
arquitetura, colocando um modelo em escala reduzida (maquete) para observar como o
edifício se comportaria sob a luz solar em várias latitudes, datas e horários.
O projeto apresentado nesta proposta é composto por uma base feita em ferro, cujas peças têm seção 10cm x 10cm, com pintura na cor preta, apoiada sobre rodízios, possibilitando a sua mobilidade. A referida base apóia uma mesa para maquetes e o conjunto
do heliondon.
A mesa, feita em MDF com revestimento em fórmica branca fosca, conta com articulação e transferidor para ajustar e fixar ângulos verticais. Também possui um disco giratório com transferidor, de mesmo acabamento, que possibilita o ajuste e a fixação de ângulos
horizontais.
O Conjunto do heliondo é feito em tubos de alumínio com seção de 2” (duas polegada), com pintura na cor preta, fixado na base de ferro e seguindo rigorosamente as medidas indicadas no projeto. Embutida nesses tubos de alumínio está a fiação dos circuitos
das lâmpadas. Os circuitos das lâmpadas devem permitir apenas o acionamento individual
de cada lâmpada, que deverá ser feito através de uma caixa de controle reunindo todos os
interruptores. Essa caixa deve, se possível, estar em uma mesa a parte, ligado ao heliodon por um cabo e com rodízios que permitam sua mobilidade. O conjunto do heliondon
conta com 69 lâmpadas do tipo dicróica, que permitem o direcionamento do feixe luminoso
e devem estar dispostas como mostrado no projeto.
59
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Figura 6: Vista lateral e frontal do heliodon já fixado na base
Figura 5 : Base do heliodon, vista
superior.
Figura 7: Conjunto do heliodon em vista lateral e frontal.
Figura 8: conjunto do heliodon, vista superior, e cotas gerais.
60
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Figura 9: Base do heliodon, vista lateral e frontal.
Figura 10: Detalhamento da mesa para ma-
Figura 11: Conjunto do heliodon fixado na base,
vista superior.
quetes.
5. Laboratório de Tecnologia da Construção3:
3 As especificações referentes a este laboratório foram apresentadas a partir da análise do modelo
existente no Centro de Tecnologia da UFAL, Campus Maceió, NPT, Núcleo de Pesquisas Tecnológicas. Sua
61
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
O Laboratório de Tecnologia da Construção terá por finalidade apoiar as atividades
de ensino, pesquisa e extensão relacionadas com o desenvolvimento tecnológico do
Campus UFAL Arapiraca.
Os serviços prestados a comunidade acadêmica e a população em geral do agreste
alagoano, por este laboratório, poderão ser os seguintes:
•
•
•
•
Ensaios físicos e mecânicos do cimento: ensaio de finura, determinação da massa
específica, ensaio de pega, ensaio de expansibilidade, ensaios de resistência à
compressão.
Tecnologia da argamassa e do concreto: caracterização das matérias primas
básicas do cimento e dos agregados, estudos de dosagem de argamassa e de
concreto, resistência à compressão axial de corpos de prova de ambos, resistência
à tração por compressão diametral de corpos de prova de concreto, resistência à
tração na flexão em prismas de concreto, módulo de deformação longitudinal de
ambos e aderência de argamassa.
Ensaios de materiais cerâmicos: absorção em telha, expansão de placas cerâmicas,
flexão em telha, absorção em tijolos, resistência à compressão em tijolos, blocos
cerâmicos e primas de blocos para fins estruturais ou não.
Elementos pré-moldados: compressão em blocos e mourões de concreto armado.
O espaço físico para instalação deste laboratório exige
aproximadamente 160 m², devendo dispor dos seguintes equipamentos:
uma
área
Tabela 4: Equipamentos para o laboratório de Tecnologia da Construção
Descrição dos equipamentos
Máquina de ensaio universal para ensaio de compressão, tração, flexão e
cisalhamento, para estudo de peças em concreto e aço.
Estufas para secagem de materiais.
Capela de Exaustão para capeamento de corpos de prova de concreto com
enxofre.
Balanças para medições de materiais diversos: 01 (uma) Balança digital
capacidade 1000 g, resolução 0,01 g; 01 (uma) Balança digital capacidade 200 g,
resolução 0,001 g; 01 (uma) Balança analógica capacidade 150 kg, resolução 1g;
01 (uma) Balança digital capacidade 60 kg, resolução 10 g e adaptação para uso
hidrostático.
Conjunto para ensaios de cimento.
Conjunto para ensaios de agregados.
Conjunto completo para ensaios de argamassas inorgânicas e industrializadas.
Conjunto para ensaios de placas cerâmicas.
Misturador de 50 litros para argamassa.
Betoneiras para concreto, uma de 150 litros e outra de 250 litros.
Tanques de água para armazenamento de corpos de prova de concreto e
materiais cerâmicos.
Vibrador de agulha para vibração de fôrmas de concreto.
Triturador.
Máquina de fabricação de blocos de argamassa e concreto.
Conjunto para ensaios de aço.
Quant.
01
04
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estrutura será aperfeiçoada a partir do ingresso de novos docentes do setor de estudo Construção Civil.
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de
UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Conjunto para ensaios de concreto.
Computador com impressora.
Célula de carga com capacidade de 200tf.
Equipamento mecânico de aderência (arrancamento) de argamassa e cerâmica.
Mesa Vibratória de 1,00m x 2,00m para vibração de corpos de prova e elementos
estruturais.
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O laboratório também necessita de uma oficina de apoio na parte da mecânica e
elétrica com equipamentos para corte, conserto e fabricação de peças. Tais como: Um
torno mecânico, uma serra elétrica industrial, um compressor de ar 150LB, uma furadeira
de bancada industrial, esmeril de rebolo grande e pequeno e conjunto de oxiacetileno e
várias ferramentas de mecânica e elétrica.
Além dos equipamentos citados acima, este laboratório também deverá apoiar as
atividades relacionadas à disciplina de Topografia, devendo abrigar os seguintes
equipamentos, que serão utilizados em aulas teóricas e práticas.
Tabela 5: listagem de equipamentos de topografia
DISCRIMINAÇÃO
Trena de fibra de vidro, 50 metros, com envólucro no formato de cruzeta e distensores nas suas extremidades;
Baliza de ferro arredondada, com 2 metros de comprimento e 16 mm de diâmetro, pintada em cores contrastantes - branco e vermelho ou branco e preto
Nível de cantoneira
Nível de mangueira – mangueira d’água transparente
Teodolito ótico - prismático e com leitura interna
Acessórios para o uso do teodolito: tripé de madeira e fio de prumo
Mira ou régua graduada de alumínio
Planímetro polar - mecânico ou eletrônico
Estereoscópio de espelhos
Bússola de metal – estilo militar
QT.
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Quadro com número mínimo de docentes necessários para contemplar todos os setores de estudo
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UFAL – Campus Arapiraca
Curso de Arquitetura e Urbanismo
Professores vinculados
Disciplinas Envolvidas
N° mínimo de
professores a serem contratados
DESENHO E PROJETO
Iuri Ávila, Simone
Torres, Thaísa
Sampaio
Geometria Descritiva; Desenho Técnico; Conforto
Ambiental 1, 2 e 3; Detalhes Arquitetônico e
Construtivos; Métodos e Técnicas de Perspectiva;
Desenho auxiliado por computador; Projeto de Arquitetura 1, 2, 3, 4 e 5; Estudo da Forma 1 e 2;
Expressão Gráfica; Fundamentos da Topografia.
3
ANÁLISE ESTRUTURAL
Márcio André
Fundamentos do Cálculo; Geometria Analítica; Introdução à Análise Estrutural; Mecânica dos Sólidos; Sistemas Estruturais.
1
HISTÓRIA, ESTÉTICA E PATRIMÔNIO
-
História da Arte; da Arquitetura e da Cidade 1, 2 e
3; Teoria e Estética da Arquitetura; Teoria e Técnica do Restauro.
2
CONSTRUÇÃO CIVIL
-
Materiais e Técnicas de Construção; Instalações
e Infra-estrutura urbana 1 e 2; Planejamento da
Construção Civil; Tecnologia da Construção Civil;
Prática da Construção 1 e 2.
2
URBANISMO E PAISAGISMO
-
Teoria do Urbanismo; Planejamento Regional e
Urbano; Projeto de Urbanismo 1, 2 e 3; Projeto de
Paisagismo.
2
Setor de Estudos
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