TEORIA E PROJETO DE RESTAURO - 2023.1

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                    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

AQTA164 - TEORIA E PROJETO DO RESTAURO

Curso:

ARQUITETURA E URBANISMO - CAMPUS ARAPIRACA

Docente:

ALICE DE ALMEIDA BARROS

Turma:

A

Ano: 2023 - 1º Semestre

CH:

72

II - EMENTA
Estudo dos primeiros conceitos do patrimônio cultural: história, memória, identidade, significância, materialidade e imaterialidade. Compreensão das
correntes teóricas basilares sobre restauração. Estudo das principais cartas patrimoniais. Conhecimento de bens de natureza material (cidades
históricas e edifícios arquitetônicos individuais) tombados no contexto internacional, nacional e local. Realização de diagnóstico e projeto de restauro
em edificação de relevância cultural do Agreste Alagoano.

III - OBJETIVOS
>Proporcionar o conhecimento sobre histórico, conceitos e principais pensadores sobre teoria e projeto de restauro;
>Destacar a importância da preservação e restauração de patrimônio material e imaterial;
>Conhecer a realidade internacional sobre teoria e projeto de restauro;
>Desvendar a realidade nacional e local sobre preservação do patrimônio material e imaterial;
>Elaborar diagnóstico de uma edificação de importância histórica e cultural;
>Elaborar um projeto preliminar de restauração de edificação de importância histórica e cultural.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Terça e quarta: Estudo dos primeiros conceitos do patrimônio cultural: história, memória, identidade, significância, materialidade e imaterialidade.
2. Terça e quarta: Compreensão das correntes teóricas basilares sobre restauração no século XIX e até meados do século XX. Restauro
arqueológico, Restauro estilístico, Restauro Histórico e Restauro Científico.
3. Terça e quarta: Estudo das principais cartas patrimoniais e estudos sobre patrimônio arquitetônico nos séculos XX e XXI (até o ano 2021) e
contribuições para a preservação de bens de valor histórico para a elaboração de projetos de restauro. Conhecimento de bens de natureza material
(cidades históricas e edifícios arquitetônicos individuais) tombados no contexto internacional, nacional e local.
4. Terça e quarta: O que é, como se faz e para que serve um diagnóstico para a elaboração de projeto de restauro? O que observar e registrar?
Identificação e conhecimento do bem: história do edifício, descrição e análise formal (Análise Tipológica, Identificação de Materiais e Sistema
Construtivo), inserção urbana e entorno (mapa de uso e ocupação do solo, mapa de gabarito), análise da condição física atual/estado de
conservação (mapa de danos), levantamento arquitetônico.

5. Terça: visita de campo. Quarta: primeiros passos da produção do diagnóstico em sala de aula, grupos apresentam rascunhos e esboços da
visita de campo.
6. Terça: Assessoramento 1 DIAGNÓSTICO Identificação e conhecimento do bem: história do edifício, descrição e análise formal (Análise
Tipológica) Quarta: Apresentação simplificada de cada grupo para a turma mostrando o que produziu do diagnóstico + discussão sobre como o
texto 1 ajudou no diagnóstico.
7. Terça: Assessoramento 2 DIAGNÓSTICO Identificação de Materiais e Sistema Construtivo), inserção urbana e entorno (mapa de uso e
ocupação do solo, mapa de gabarito),Quarta: Apresentação simplificada de cada grupo para a turma mostrando o que produziu de NOVO do
diagnóstico + discussão sobre como o texto 2 ajudou no diagnóstico.
8. Terça: Assessoramento 3 DIAGNÓSTICO análise da condição física atual/estado de conservação (mapa de danos), levantamento arquitetônico
+ discussão sobre pesquisas extras feitas por cada grupo
9. Terça e quarta: entrega + apresentações dos grupos mostrando resultados do DIAGNÓSTICO Atividade Final AB1
10. Terça e quarta: Explicação sobre o Projeto de Conservação e Restauro. Nesta fase pretende-se dar soluções de intervenções para as
patologias encontradas durante o diagnóstico e focar no projeto de intervenção. B)Explicação sobre o memorial descritivo que acompanha o
projeto.
11. Terça: Assessoramento 1 mostrar a produção gráfica elaborada até a data. Quarta: cada grupo apresenta projetos de referência que
inspiraram a ideia para a proposta do anteprojeto na disciplina.
12. Terça: Assessoramento 2 mostrar a produção gráfica elaborada até a data. Quarta: cada grupo apresenta seu partido arquitetônico.
13. Terça: Assessoramento 3 mostrar a produção gráfica elaborada até a data. Quarta: cada grupo apresenta e justifica o sistema construtivo
escolhido.
14. Terça: Assessoramento 4 mostrar a produção gráfica elaborada até a data. Quarta: cada grupo apresenta a solução para as patologias
encontradas no edifício objeto de estudo visitado na AB1.
15. Terça: Assessoramento 5 mostrar a produção gráfica elaborada até a data. Quarta: Assessorar o que produziu do memorial descritivo.
16. Atividade Final AB2
17. Reavaliação
18. Prova Final

V - METODOLOGIA
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Aulas expositivas presenciais com a explicação dos assuntos da disciplina.
Seminários apresentados pelos alunos sobre temas importantes da disciplina.
Estudos dirigidos com base em textos recomendados para a leitura.
Atividade criativa manual, interligando teoria e história e prática.

VI - AVALIAÇÃO
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Participação nas Aulas presenciais (destacando o que aprendeu, realizando questionamentos);
Desempenho na elaboração de produto (painel, slide, dentre outros) e na apresentação oral de seminários;
Participação nos Estudos dirigidos (leituras e análises de textos, elaboração de resumos);
Participação nos assessoramentos durante a fase de diagnóstico e durante a fase de elaboração da proposta;
Elaboração e entrega de diagnóstico de acordo com os critérios estabelecidos;
Elaboração e entrega do projeto de acordo com os critérios estabelecidos.

VII - REFERÊNCIAS
BÁSICAS
CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. 3. ed. São Paulo: Estação Liberdade: UNESP, 2006.
BRANDI, Cesare. Teoria da restauração. Tradução de Beatriz Mugayar Kuhl. Cotia, SP: Ateliê Editorial,
2004.
RUSKIN, John. As pedras de Veneza. São Paulo: Martins Fontes, 1992
COMPLEMENTARES
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 9050: Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos
urbanos. Rio de Janeiro: ABNT, 2015
INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL. Cartas Patrimoniais. Disponível em:
http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/226
INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL. Educação 115 115 Patrimonial: histórico, conceitos e processos. Brasília:
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2014. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/publicacoes/lista?categoria=30&busca .
INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL. Inventário nacional de referências culturais: manual de aplicação.
Apresentação de Célia Maria Corsino. Introdução de Antônio Augusto Arantes Neto. – Brasília: Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional,
2000. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/685/
INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL. Manual de elaboração de projetos de preservação do patrimônio cultural.
Elaboração José Hailon Gomide, Patrícia Reis da Silva, Sylvia Maria Nelo Braga. _Brasília: Ministério da Cultura, Instituto do Programa Monumenta,
2005. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/publicacoes/lista?categoria=29&busca.
OLIVEIRA, Mario Mendonça de. A documentação como ferramenta de preservação da memória – Brasília, DF: IPHAN: Programa Monumenta,
2008. (cadernos Técnicos, 7). Disponível em:
http://portal.iphan.gov.br/publicacoes/lista?categoria=29&busca=A+documenta%C3%A7%C3%A3o+como+Ferramenta+de+preserva%C3%A7%C3
%A3o+da+mem%C3%B3ria
RIBEIRO, Sandra B. Brasília: memória, cidadania e Gestão do patrimônio Cultural. São Paulo: Annablume, 2005.